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Caderno

do ; Futuro ? I Simples
e prá tico

^•A

Ci ências

Resumos, fichamentos
e atividades sobre:
* A natureza
4O
Bm}
ano
^tumxTAL
* Seres vivos
* O corpo humano
* Higiene
* Saúde EDIÇÃ O
U IBEP REFORMULADA
cumtoo
BLOCO 1 4 Combustã o como fonte de calor
> Forma da terra
Os movimentos da Terra
0 uso de combustí veis

Lua
BLOCO 6 51
- As fases da Lua Animais nativos, domésticos e urbanos
- Eclipse lunar Seres vivos peç onhentos e venenosos
O calendá rio 0 comportamento dos animais e o ambiente
Esta çõ es do ano Nutriçã o das plantas e dos animais
Pontos cardeais Os seres vivos e sua utilidade
Constela çã o Animais e plantas amea çados de extin çã o
Referências locais
BLOCO 7 61
BLOCO 2 20 Sistema digestó rio
Matéria - estados fí sicos da matéria Sistema circulató rio
A água no nosso planeta Sistema respiratório
Ciclo da á gua Sistema urinário
Mudanç as de estados fí sicos da á gua Sustenta çã o e locomo ção

BLOCO 3 30 BLOCO 8 73
Atmosfera Origem dos alimentos
0 ar Função dos alimentos
Forma çã o dos ventos Vitaminas
A import â ncia da alimenta çã o
BLOCO 4 34 A conservaçã o dos alimentos
Crosta terrestre Os alimentos e a sa úde
Solo
Erosão
BLOCO q 83
Tipos de solo e vegeta çã o Poluiçã o e sa úde
A á gua e seu tratamento
BLOCO 5 41 0 saneamento b ásico
0 som e a vibra çã o da matéria Energia elétrica
A luz, a sombra e os materiais Economizando energia elétrica e á gua
1. Copifi. J3 - ÍA/XJLO JOLCKXJLOCJ©-, njdjLnjam/io- &
BLOCO 1 /ruLo- mojzsL/ i Ánijs- , .parux
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CONTE Ú DOS:
• Forma da Terra
• Os movimentos da Terra
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íru^oriouuíoL^ i /rtcoo- jcLuL/Dca/m du/oLcla:
• Lua ífi/m |onmx jCjjLuoJbii
- As fases da Lua
- Eclipse lunar
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jL ínloa J^SL mcLo
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^ poílo<i.,
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ínicoL.
,psn.
• O calendário
• Esta çõ es do ano
• Pontos cardeais
• Constela çã o
• Referências locais

^LoLucLcub
2. (QjUUCULhi Jznjs- XXtl /TT .
jcLa JCJLTL-

CLrirux

Lembre que:
A Terra tem a forma arredondada , quase esférica,
em virtude de um pequeno achatamento nos polos.
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jDuLm

^ mímxLLoL
/TLO l
^
jdLa JTUS- SOJUUCUCL^L?
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Diâ metro Circunferência

No Equador 12.756 km 40.075 km


3.0 jCjJULii . Jss.
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mí LcbucloU^?
Nos polos 12.713 km 40.008 km

Diferença 43 km 67 km
Lembre que:
•• Lembre que:
• Rota çã o é o movimento da Terra em torno de seu • Nas diferentes regiões da Terra, a temperatura e a
próprio eixo (linha imaginária que vai de um polo duração do dia e da noite variam muito ao longo
a outro, passando pelo centro do planeta) . do ano. Isso ocorre porque o eixo de rotaçã o da
- 0 movimento de rota ção determina os dias e as Terra está inclinado em relação à sua órbita.
noites;
- Uma volta completa da Terra em torno do seu Início: Inicio:
Esta çõ es Dias Noites
eixo ocorre a cada 24 horas. Junho Dezembro

Hemisfé- Hemisfé-
Verã o Longos Curtas
rio Norte rio Sul

Eixo de rotaçã o
Hemisfé- Hemisfé-
Inverno Curtos Longas
rio Sul rio Norte

C Rotação
Sol

0 movimento de transla çã o

21 de março
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® noN°* rno no N
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A proporção da Terra em rela ção ao Sol não corresponde à realidade. N O UI N

SOL
21 de junho 21 de dezembro
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Lembre que: verã /
r °° A/ o^°°oO°
• Transla çã o é o movimento da Terra ao redor n
° Sui ptirnB^
do Sol . s/
- A Terra leva 1 ano para completar uma 21 de setembro
volta ao redor do Sol.
Observe que as esta ções do ano sã o opostas nos hemisférios da Terra. 05
4 . Como- jcKa/rrua o muyuúrrwrJLo Axx ^7. S^o Fua ^í mo jCjjuuadrio oxi oi£ ^ junjou

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06
.9 Lembre que: Lua Cheia
• .
A Lua é o satélite natural da Terra É um astro que A Lua parece um disco iluminado. Toda a face iluminada
gira ao redor do nosso planeta. da Lua está voltada para a Terra .
- Nã o tem atmosfera;
- nã o possui luz própria, sendo iluminada pelo Sol.
• Fases da Lua são as formas como a Lua é vista da Lua
Terra; dependem da posição da Lua e da Terra em
relaçã o ao Sol. Cada fase dura aproximadamente 7 dias . Terra

Lua
Cheia
Lua
Minguante
Lua
Nova
Lua
Crescente
Lua
Cheia
t
M ê s lunar - 29 dias e 12 horas

- De uma Lua Cheia à outra, passam-se 29 dias


.
e 12 horas Esse ciclo é chamado de "mês lunar" .
Lua Minguante
Conforme a Lua gira ao redor da Terra, a face iluminada,
Ablestock voltada para nó s, vai diminuindo .


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07
Lua Nova •7 Lembre que:
A face iluminada nã o pode ser vista da Terra. • Eclipse lunar: ocorre quando a Terra fica entre o
Sol e a Lua. Durante o eclipse, a Lua atravessa a
sombra da Terra.

• Quando apenas parte da Lua fica encoberta, o


eclipse é parcial. No eclipse total, a Lua fica
V totalmente encoberta pela sombra da Terra.
Sol

Lua Crescente
A Lua continua a girar e, a cada dia, a sua face
iluminada vai se voltando para a Terra, até a Lua ficar
"cheia" novamente.
SOL LUZ SOLAR
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10
Lembre que:
• Calendário é o sistema utilizado para se medir o • • • *

tempo, marcar dias, meses e anos.


dA §
*

- Dia: unidade bá sica; 24 horas. WÉÉV 3 ® Terra

• 0 movimento do Sol no c éu, no decorrer do dia, é


UBÊI
um movimento aparente. Na realidade, nã o é o Sol • . Translaçã o

que gira ao redor da Terra, como parece. É a Terra • ', • •, •• . . * #



que gira ao redor de si mesma . • , i ,

- Mês: 30, 31, 28 ou 29 dias .


- Mês lunar: 29 dias e 12 horas . .
A Terra gira ao redor do Sol Assim, temos os anos .
- Ano: 365 dias e 6 horas.
0 movimento de translação da Terra, associado à
Lembre que:
sua inclinaçã o, determina as estaçõ es do ano. Esse
íodo de tempo é o ano.
per • A cada 4 anos, acrescenta-se 1 dia ao mês de
fevereiro. Fevereiro fica com 29 dias e o ano é
bissexto. Exemplo: o ano de 2012 foi bissexto, então
o próximo será 2016, depois 2020 e assim por diante.

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Sol Rota ç ao

23. £m jejum JSSL tyxxhsdxx /ru3 bx>


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Terra

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A Terra gira ao redor de si mesma Assim, temos os dias e as noites.
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4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30

13
31. (Djuucxmíx3- tampo JOLITUX, o
Verão
Lembre que:
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juL/ jcLcUà ^
noaJinnruxc
jdo omo?^^
• 0 verã o começa no dia mais longo do ano ( 21 de
dezembro, no Hemisf é rio Sul ).
• 0 verã o termina quando o dia e a noite tê m a mesma 32. Como Jzõ js- jcLucuh mo mõo? £
dura çã o. ^
J L . A>

• Durante o verão, os dias sã o mais Longos do que as noites. mo Im/wuno?


• Conforme passa o verã o, a dura çã o dos dias vai
diminuindo.
Outono
• 0 outono começa quando o dia e a noite tê m
a mesma dura çã o, no final do verã o ( 21 de março,
no Hemisfé rio Sul).
• Durante o outono, os dias tê m dura çã o menor do que
as noites. 33. RiLhpomLa bjx
piru jULnriLoL^^
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>

• Conforme passa o outono, a dura çã o dos dias vai


diminuindo.
Q) £/m jCjjuLfl iLbloução mo i JL&-
Inverno
. MIO
^
• 0 inverno começa na noite mais longa ( 21 de junho,
no Hemisf é rio Sul).
• 0 inverno termina quando o dia e a noite tê m
a mesma dura çã o.
• Durante o inverno, as noites sã o mais longas
do que os dias. b) (Quua2 SL XX JL& louÇaO jdo MIO An jCJJULfi
.

• Conforme passa o inverno, a dura çã o dos dias AK3CÍ mcui/i obta?


^
j
vai aumentando.
Primavera
• A primavera começa quando o dia e a noite tê m
a mesma dura çã o, no final do inverno
( 23 de setembro, no Hemisf é rio Sul).
• Durante a primavera, os dias tê m dura çã o maior c) (Qjum JLlpo JCLL nocjupo AXSCí jco
^Jbjjmja
do que as noites. A JjLn mo Immrnmo?
• Conforme passa a primavera, a dura çã o dos dias
^ .

14 vai aumentando.
34 . (QuxxmcU Um xnruxLo- xx A>enxxx3- mo- Ha- 3ô.£m 21 xk 23 xk J^UmjUo-
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37. (DuxxmxU Uvmxma xx xsuUmo- mo- Ha-


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ÒXJ Í? £ xx pnjLmxcxA> nxx?
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15
•í Lembre que: •T Lembre que:
• Para determinar a posiçã o dos pontos cardeais, Constelaçã o é um agrupamento de estrelas .
tendo o Sol como referência, basta estender o braç o No céu do Brasil aparece a constelação do Cruzeiro
direito na direção do nascente (regiã o do horizonte .
do Sul, formada por cinco estrelas As quatro maiores
parecem formar uma cruz. A menor, por não fazer parte
onde o Sol nasce, a leste ). 0 bra ç o esquerdo deve
apontar para o poente (regiã o do horizonte onde o
da cruz imaginária, ganhou o apelido de "Intrometida" .
Nós podemos encontrar a regiã o sul com a ajuda da
Sol se põ e, a oeste) . Nessa posiçã o, à frente estará .
constela ção Cruzeiro do Sul Para isso, precisamos
o norte e, às costas, o sul. localizar essa constela çã o no c éu e imaginar a cruz
• Observe que na ilustração abaixo é possível identificar formada por suas estrelas. Depois, prolongamos
os pontos cardeais através da movimentaçã o aparente a "perna" da cruz por quatro vezes e meia o seu
do Sol; no lado superior direito foi inserida a rosa dos comprimento. Onde ela parar, puxamos uma linha
para baixo, em direção ao horizonte. Teremos,
ventos, esta imagem é utilizada como representação entã o, encontrado a direçã o sul .
dos pontos cardeais em mapas e na navegação.

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Lembre que:
0 Sol e as outras estrelas parecem se movimentar no cé u
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rota çã o da Terra que nos dá a impressã o de movimento. XX

44. Como- xbdjm/mxmxxn xx px^iijçcuo- xixs^ > i

41. JQ* & /nmm jcLa n&qjucL©-


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42- (QjuuoLfníx^ SL xjxjucuui xXi 45.0 JZõJX xxm&liifixxçckxi?


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43. CompfijJji

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46. Pjuxc|XJuUifl.
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17
•f 4ô. £^crumxx XLJJDJX ruL ftocculh JOJUUL
• As caracter
Lembre que:
í sticas de um lugar, que utilizamos para
identificar um caminho, ou mesmo o próprio lugar,
ÂmdjucjjuLflnrn Ílx3ca!k
ja
^^nSrruJuoJ^
aj ç5u0- jda
.

JZUJX sihxdlxx .

chamam - se referências locais.


Exemplos: igreja, ponte, pra ç a etc.

49. li/m xxnrruLcxo- jCjjumn n>Uà jiian AXSCí . £^icrum>OL


47. Clcuca Jumm diLbii/TiFio- JCLO-
JCLL XXUHXX parca
xxi/rruLnrXo-

xx JZ&
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JzjksLX DJX ^FLJDISLL pxxrua
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_ 19
matéria matéria
BLOCO 2 no estado no estado
gasoso líquido
CONTEÚDOS:
• Matéria - estados fí sicos da matéria ç
a

• A água no nosso planeta Fran


•Ciclo da á gua
• Mudanças de estados físicos da água Dawidson
> -
*
® Lembre que:
' r d*
• Matéria é tudo aquilo que tem massa e ocupa
.
lugar no espa ç o As pessoas, os animais, as
plantas, a Terra, o ar, a á gua, o solo, os objetos,
enfim, tudo o que existe é matéria. t
• A matéria pode estar em trê s estados fí sicos:
sólido, lí quido e gasoso. d?

Estados
í sticas
Caracter Exemplos
Fí sicos
Pedras, madeira,
Sólido Tem forma definida.
ferro...
Nã o tem forma defi -
nida; toma a forma Água, á lcool, matéria
Lí quido
do recipiente em óleo... no estado
que está contido. s ó lido
Nã o tem forma defi- Ar, gases, vapor
Gasoso
20 nida. de água...
3. 0TLCLLTTU
1. O JC JUUI

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22


Lembre que:
3 /4 do planeta Terra s ã o cobertos de á gua; 1/4 é
—:
^

Lembre que:
Salinas: s ã o reservatórios para onde a á gua do
de terras nã o submersas . mar é conduzida. A á gua passa por um processo
• A maior parte da água do planeta é salgada (nos de evapora ção, deixando o sal ( cloreto de sódio),
.
oceanos e mares) Ela é salgada porque contém que é recolhido, purificado, iodado e ensacado
.
cloreto de sódio em grande quantidade Cerca de 5/6 . para ser vendido.
—.
• Água doce é encontrada nas geleiras, no subsolo • Ciclo da água: com o calor do Sol, parte das águas
(em lençóis subterrâ neos), nos riachos, nos rios, dos rios, lagos e mares evapora e transforma-se
.
nas cachoeiras, nos lagos Cerca de 1/6. em vapor de água no ar, que sobe e se condensa,
formando gotí culas de á gua e cristais de gelo: são
as nuvens. Essas goticulas juntam-se, ficam pesadas
e caem como chuva. A água corre pelos lençóis
subterrâneos e rios em direçã o aos mares e lagos.
V
Veja no gráfico as proporçõ es entre á gua e terra do nosso
planeta, bem como de á gua salgada e á gua doce.

Ciclo da água
5 /6 água Condensa çã o
3/4 água salgada Evaporaçao nuvens
\ nuvens , ;
\s w . \ \ \ , >
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' chVivaf
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1 V

1/4 terra 1/6 á gua doce


não submersa

mar Evapora çã o
23
•7 Lembre que: ô. xLs^ J3<JLQJrUS*l

^
jOJULfi. XX XXJ JUXX SL

• Granizo (ou chuva de pedra ): ocorre quando JbxxilcxcLaxx


0
?
gotículas de á gua se esfriam muito rá pido e chegam
ao solo na forma de pequenas pedras de gelo. -
• Neblina: forma -se quando a condensa çã o do vapor
de á gua ocorre perto da superf ície terrestre.
• Orvalho: forma -se quando a condensa çã o do vapor
de á gua ocorre sobre a superf ície de objetos e
plantas, durante a noite.
tf .
• Geada: ocorre em noites muito frias, quando o
vapor de á gua , em contato com a superf ície de
objetos e plantas, congela . J
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25
13. COCOXJLCUJUL a Juuimjcãa aa aoxc^i. ma 16. Coma JL jcKanrnajda a
JCJUOLO- aa oajua .
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17. vJLuJru a ílo-


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26
<& Lembre que: Fusã o

• A á gua pode ser encontrada na natureza em três


estados fí sicos: só lido, líquido e gasoso .
• A á gua passa de um estado fí sico para outro por
causa das mudanç as de temperatura .
• As mudanç as de estado fí sico da á gua sã o:
- Fusão: passagem do estado sólido para o estado
lí quido.
sJ
- Vaporizaçã o: passagem da matéria do estado
líquido para o estado gasoso.
L
- Condensa çã o: passagem da matéria do estado
gasoso para o estado liquido.
- Solidificaçã o: passagem do estado lí quido
para o estado s ólido.

Mudanças de estado fí sico da água Vaporizaçã o

fusão: gelo vaporização: água


derrete ferve, evapora

sólido líquido gasoso

solidificação:
á gua no
condensação: vapor
encontra temperatura
- O
O-
'

congelador mais baixa e


transforma -se transforma-se em
em gelo gotículas de á gua
27
18. Sra JLbJjoxix
Condensação
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Solidificaçã o

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Lembre que:
BLOCO 3 • Vento é o ar em movimento.
CONTEÚ DOS: Formação dos ventos:
• Atmosfera - A luz do Sol aquece a superfície terrestre e esta
•0 ar .
aquece o ar
• Formação dos ventos - A camada de ar próxima da superfí cie aquece e
sobe. Ao chegar à s partes altas da atmosfera, o
ar quente esfria.
- Ao mesmo tempo, o ar frio desce, ocupando o
lugar do ar quente que subiu. Depois, o ar frio
que desceu até a superfície da Terra aquece
e sobe, come ç ando tudo novamente. Esse
movimento do ar chama-se vento.
& Lembre que:
• Vento fraco, agradável, chama-se brisa .
• Atmosfera é a camada de ar que envolve a Terra . • Vento mais forte chama-se ventania .
• Ar é uma mistura de gases: oxigénio, nitrogénio, • Vento extremamente forte chama - se furacã o
.
gá s carb ó nico, vapor de á gua e outros ou tufã o.
- Oxigénio: indispensá vel para a maioria dos seres
vivos.
- Gás carb ónico: com ele, as plantas fabricam seu Ciclo de formaçã o dos ventos
próprio alimento.

• Caracterí sticas do ar: insí pido e transparente,


.
ocupa lugar no espa ç o, nã o tem cheiro Sua
existência é percebida pela nossa respiraçã o,
pelo vento etc.

30 mJ
Podemos medir a velocidade do vento e saber 1. Cmru3- JZSL JCRJOJTTUX xxumcucLa
XX . \
JO JL xxn
sua dire çã o. Para isso, usamos aparelhos especiais,
JCJJULC. xx dmnxx?
como o anem ó metro, o cata -vento e a biruta .

Aparelho Fun ção Local de uso


Mede a velocida - Observató rios 2. Cmru© px3oljinnru^i ,p&nai$>m
> xx iiocJUitímxJLXx
Anem ó metro de ou a intensi - meteorológicos xlx> xxn?
dade do vento. e aeroportos.
Indica a veloci -
— Telhados de
-l

Cata -vento dade e a direçã o casas e torres


do vento. de igrejas.
Indica a dire-
Biruta çã o do vento de Aeródromos. 3.0 xxn ywiaxLs dtunxx
superf ície.
xis.
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Gla xxQjqjmrrLb
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xisUsJ: .
^ xixxXULh.
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* Lembre que:
• Benef í cios dos ventos:
- transportam as nuvens de uma regiã o para
outra. Isso ajuda no ciclo da á gua e na
distribuiçã o das chuvas;
4 . G1A IníA xxxnxxximX xJL©
- auxiliam na reproduçã o das plantas, levando o
pó len de uma flor para outra; ^ jlxxxxi xxn .

- també m influenciam a temperatura, levando ar


quente ou ar frio de uma regiã o para outra;
- dispersam a poluiçã o;
- mudam a paisagem ao deslocarem a areia das
dunas. 31
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12. Como- oti mlo^ xxjuLocjLSLuam


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ruLpno<ljuução-
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xixxxi vp Dritoa^? pxxnxx JXJXTUX ,
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xicui ,pQxxmíxx£ .
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f) Oxi A> mío<i íxumlt
óm jLm
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33
Tipo Composiçã o í sticas
Caracter
Deixa a água penetrar com
BLOCO H Arenoso Rico em areia. facilidade (permeável) e
seca rapidamente.
CONTEÚDOS:
Nã o permite que a á gua
•Crosta terrestre Rico em argila se infiltre com facilidade
Argiloso
• Solo (barro). ( pouco permeável) e
• Erosã o pode ficar encharcado.
•Tipos de solo e vegeta çã o Rico em húmus
(restos de vegetais É escuro e ideal para a
Húmico
e de animais em agricultura.
decomposição).

Técnica para
preparar o solo Para que é feita Como é feita
® Lembre que: para o cultivo
Para retirar o Abrem-se valas,
• A crosta terrestre é formada por rochas e reco-
Drenagem
excesso de água fazem-se aterros ou
berta, na maior parte, por á gua. 0 fundo dos dos solos muito plantam-se girassóis
oceanos, mares, rios e lagos também é formado encharcados. ou eucaliptos.
por rochas. A á gua é bombeada
• 0 solo é a camada externa da crosta, onde
Para regar solos
de rios, açudes ou
crescem as plantas. 0 solo é composto por argila, Irrigação poç os e levada por
areia e húmus (restos de vegetais e de animais muito secos.
tubulações ou canais
em decomposiçã o) e demora milhares de anos até a plantação.
para se formar. Para arejar
e permitir a
De forma manual ou
Aração entrada de água mecâ nica.
e de substâncias
nutritivas no solo.
Para repor subs- Usam-se fertili-
Aduba çã o tâncias que alimen- zantes naturais ou
34 tam as plantas. químicos.
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® 13. CQUUOLUI J5ÕJ3-
^ xxcp/nkxi xkx /rudjuiru/
/3 a
Lembre que:
X JUUL jcaju
^ia/m jaATUFOU©- ? ^
• Erosão é o desgaste do solo e das rochas causado
por agentes da natureza, como o vento, as á guas ^
das chuvas, dos rios, dos mares e o calor do Sol.

14 . S/ XTUAXX , & xk xxxxla xx

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12. O XjJUUl ? Q) 1 O<


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37
15. TTlxm£jjji& xxsnnJxuh.:
^
jcmn xxsm XXL xxxi njouiUi Lembre que:
• Solos ricos (em nutrientes): s ã o cobertos por
q) ( ) Êno^õu© ^ ' SL xx JCU JCLUL- florestas densas, com árvores muito altas.
JTXXXXl jdjL XXTULLCL . • Solos pobres (em nutrientes): apresentam vegeta -
ção baixa e esparsa .
bX ) Cu, JimxAjLflrdjLh . xJhL&xjjouJta xxJx
• Solos ácidos ou pobres em nitrogénio: ocorrência
da planta carní vora dioneia, que captura os
JCLO^
/rruxnj jurUi

^
nxxmxLui jpxsnx svx xlsi imnxL xL.
I xxxnnjLaxx/n
^^ insetos para obter o nitrogénio de que necessita.

^
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nxxnxx
I
^ ulru .
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juirm
• Solo dos mangues ( local que fica entre a foz dos
rios e o mar): tem muitos sais, pouco oxigé nio e
é frequentemente inundado pelas maré s, por isso
suas plantas tê m raí zes que se elevam acima da
ç) ( ) Qxi
ru3cRxxxi /TLOJO-
/rrúmmxxjLb.

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xJjLconníjTxcjlxx xLo xoifij© . JL XL& ruu©.
X JUUL

^ ^
©nmiojm xxti linha da maré.

d) ( ) G* nrijoLcui xJLo- rruan XLL XUJXX


^
^ 17. Cmru3- Á xx
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1ô. CrníLO- í xx JLLOUçCLC>
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38
19. G. XIA jcLxyruuxUi TULUCO. 24. 3
JCJJULQ .
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21. O jCjJULA A
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22. (QUXXJUX AôO XXXI xxxnxuJjtfxjL&l


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Xí/SÇJO- JCLO^I /rruxmxpLAXi?

23. Cmrxo- XxcLo xx£. nxxx/ AXi xJxxXi ,p5xxmíxxxi


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39
25. QúaJWui m
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JLnrL xy\nr^oJbj &
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njcjm .

40
Instrumentos 0 som é produzido
Exemplos
BLOCO 5 musicais por
Cornetas,
CONTEÚ DOS:
Ar soprado por trombone,
De sopro
tubo ou fole. órgã o,
•0 som e a vibração da matéria sanfona...
• A luz, a sombra e os materiais Violão, violino,
• Combustão como fonte de calor De corda Vibra ção de cordas. berimbau,
piano.„
• 0 uso de combustíveis Impacto de dois Bumbo, choca -
De percussã o
corpos. lho, pandeiro...
Vibrações geradas Sintetizador,
Eletrónicos
eletricamente. piano elétrico...
~L

• Lembre que:

• Som é produzido por vibra ções, por isso depende


de dois fatores:
- uma fonte de vibração, para dar origem à s ondas
sonoras; v'

- um meio para a propaga ção das ondas sonoras,


por exemplo o ar, a á gua e os s ólidos. '
' r

í sticas das
Caracter
Sons Exemplo t
ondas sonoras
Sem harmonia Desorganizadas Britadeiras
Instrumento
Com harmonia Organizadas
musical
41
® Lembre que: Sons dos animais
Animais Como são produzidos os sons
A voz humana
Vibração das siringes na base da
Aves
• A voz humana é produzida por vibraçõ es de .
traqueia
membranas elásticas (pregas vocais), localizadas Sapos, rã s e
na laringe. Elas vibram durante a passagem do ar Coaxar na laringe.
pererecas
que sai dos pulmões . Cricrilar, raspando partes duras das
• A língua, a cavidade bucal e a musculatura do Grilos
asas umas contra as outras.
t ó rax podem ser usadas para modificar a voz .
As cavidades da face, o nariz e o tórax ampliam
a voz, como em caixas de ressonância Você já . Animal Som
reparou como nossa voz muda quando estamos Abelha zumbir A abelha zumbe.
gripados ou quando falamos com o nariz tapado?
• A fala é a voz modificada por movimentos dos
Anta assobiar A anta assobia.
lábios e da língua. Baleia cantar A baleia canta.
Boi mugir Os bois mugiram muito.
Burro zurrar Os burros zurraram de manhã.
-
0 cachorro late.

\ latir e
Cachorro
0 cachorro tamb ém uiva.
<
1J
uivar
E
Carneiro balir 0 carneiro bale.
o

*
.1
•c
Cavalo relinchar 0 cavalo relinchou muito .
o Cigarra cantar A cigarra canta bem.

ã t
Cobra sibilar
A cobra sibilou antes de
atacar.
Elefante bramar Elefantes bramam.
M li Galinha e Galinhas e galos cacarejam.
mJ 'í / galo
cacarejar

* Meu gatinho miou quando


Gato miar
cheguei em casa .
42 A VQ 7 humana p nrnrluziria nnr vihrarnp ; rias nrpna ; vnrak Leã o rugir Leões ruairam durante o dia.
Lobo uivar 0 lobo uiva à noite. 4.02><imA> xx jC A nAXipomolcx : X TUIA
jorucx
^
Mosquito zumbir 0 mosquito zumbe. ^
JZSL ÍLooa Ã/ xx/m xx b. pmx cub. A>OCOLUI?
$
^ ^
> >

Ovelha balir Ovelhas balem .


Sistema respiratório
Perus gorgolejar Perus gorgolejam.
Pomba arrulhar A pomba arrulha.
Faringe Nariz
Sapo coaxar Sapos coaxam na beira do rio.
Boca

Traqueia
Laringe
1.0 jcjjum pru3duLLQ
> J&S. Mrui í ?

2. JQfi. jCjJUjOUUl jciiLpi ruJjl ? 5. Com©- pOcbuTTXO< xíxxXl bJL ^


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3. Como í pru3djui jucL


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^ ^
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b) 0 MTT\
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43
c) ©- Jà&rtx SL voruxiiJL
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b) Di xxs^ixlxx:

6. (Quxx5 í XX xljljfcnjinxça jmJtrm Mm xx^m


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^ / ç) De. pinxxx^bm3-:
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44
10. PjL&X JULUlfl.,
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G A C A C 0 U A R A N A A
U R S A X 0 F 0 N E J R C
I E B C N D C M L M T P A
T Q S U ç U A R A N A A R
A L R B A T E R I A G A I
R S C Q J S F C I N X P V
R X D V N E B N J F U Z I
A s T M P I A N 0 T X 0 0
R A G U A T I R I C A C L
R T E C L A D 0 J 0 G H A
T J C L A N U D E F V Z C
P A Q Z 0 X Z G A I T A 0

12. &bxnfiA><x o-
> /nmM xk ju/ m mux^ jjco-
/

x^ynXfixJucLo-. ( DUUL jlnru


^írujimwriíx> .ok loca?

45
#

Lembre que:
Luz: é uma das mais importantes formas de
••
Lembre que:
Sombra: é a regiã o escura formada quando um
energia; sem eLa as plantas verdes nã o poderiam objeto é colocado entre uma fonte de luz e uma
realizar a fotossí ntese, e, sem os alimentos pro- superfície .
duzidos pela fotossí ntese, os seres vivos nã o • Os diferentes materiais produzem sombras diferentes:
sobreviveriam.
- os materiais transparentes praticamente não pro-
duzem sombras, pois deixam passar quase toda luz;
- os materiais translúcidos produzem sombras sua-
ves, pois deixam passar a maior parte da luz;
Materiais Caracter
í sticas Exemplos - os materiais opacos produzem sombras fortes,
pois nã o deixam passar a luz.
Permitem a pas-
sagem da luz. Vidro liso,
Transparentes
Quase nã o água limpa. . . 13. Pxsn. X Uí. xi $JU/ í xixxx* /nruouLh.
juumxx
produzem sombra.
Permitem a
^
jLnTipx^nlxxmíiLti| ^
xyurrucui xli.
imunxpxx?
passagem da
maior parte da Vidro fosco,
Translúcidos
.
luz á gua turva.. .
Produzem sombras
suaves.
Não permitem a H . Cmruo- xAoLírruoucLc^ xs-^ /mxximJuaLb
XíXLO- i .
passagem da luz. Ferro, madei-
Opacos
ra...
x jixfl. jofinmúisum xx pcaiXixxxj!i/m xlxx $JU ?
^ ^
> /
Produzem sombras
fortes.

46
15. (Quxxxxi /mxxlmxxxLh. J í^ 20. Cfcuça
-
xxs nFuLCfi.? ^xam>b>pxxruim /uocí xx xxXxbx3cUxçcuo- A/ rJtrui xx/i aÂujrvDJi :

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^ vpxxXiXuan xx $xx/
^
16.0 /mxximJixxjLxi Inxx/ruiftjLxc
xjxxfi. Xicuo-
^ ^ TTlxxLmJjouUx xLuL/xxx/m
xx rmxxxs^l
pxxXxbxxn
^
> pxxnlfi.
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^pOUGO^l xlxx $JLI
^
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^
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XjJllfi. AX3CÍ xxynAncfi . .


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^ poLXxbxxn
>

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xxsmpSkla:
18.0
^
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c) TílxJjmjLxxxXi InxxmxAxxjLxL^v
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, ©<iXLULfixrn

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^ ^
47
® Lembre que: Combustí veis Exemplos Uso
Em padarias e
• Combustã o é o processo de queima de um corpo . restaurantes para
Nesse processo: Sólidos Lenha, carvã o.. . a produçã o de
- o oxigénio deve estar presente; alimentos.
- produz- se luz e calor, que sã o aproveitados pelo Á lcool, gasolina, Em automóveis,
ser humano para: iluminar e aquecer ambientes, Lí quidos ó leo diesel , caminhões, trens,
preparar alimentos, movimentar veí culos, amo- querosene... navios e aviões .
lecer e fundir materiais para fabrica çã o de
No preparo de
objetos.
alimentos; em
G á s de cozinha,
• Durante a queima de um corpo, o oxigénio é Gasosos
hidrogénio...
motores muito
consumido. potentes, como os
• A combustã o termina quando: - -
de foguetes.
- nã o h á renova ção do ar, o oxigénio acaba;
- substitui-se o oxigénio por outro gá s que
nã o alimente a combustã o. Por exemplo: g á s
carbónico utilizado em extintores de incêndio.
21. O jCJJULfi. Á
^kjLbí
JCXSTT jOUO' ?

• Para que haja combustã o, s ã o necessários:


- combustível: substâ ncia que queima com
22. òsirm sân JTLCU3- jcxMrJkjuJjCuo-. O©
facilidade e libera energia. j X JUUL

- comburente: substâ ncia que alimenta a JLblxx/rrx©^ |xx$xx/nxL©? ^


combustã o. Exemplo: oxigénio.
- calor inicial: necessário para iniciar a
combustã o.
• Calor é uma forma de energia que passa de um 23.0 xx x^rn ínjuduCL© pnxscLu ?
jcpjift
^
' ^ /
corpo para outro .

48
24. Cmn-pl Siiía: CA jcjjuuã/ma. XISL tm mi rua
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XlSÚ X RjULmUOJTU3-
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^Qxxrvjzxx /nxa / jjjjum xbxb. /rruaUmxuai?

29. dmxLucjajiA xuzux pruoJbuoo xixx x óxi


^
janm *
^

/axriJWmc©-.

26. O jqjuLfi. XXXJXTISLJZSL XJXM xx xxxxxxmú jx JCLU-


nxxmhi xx xujjajTrua Xí SL jarm xxXxoxx (
1 1
30. Cmr\JX ,p0<JLurru^i

C( ) xjxwSbuJzí jJvdL
27 . Ccmupftfilfi.
^
xx ruxAifi. juJbLSjL oimxLa xxXi
nxDjtxxj&xcxh.
1
alo- japuLOjoirLO
1
-: ^
JCXMTI ÍKJLAJLOUO- - /a^ntS/m - jLccljimíxyiJLh. b) rr\fi>uaijm\íii.
jcx3

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49
c) jooJl&n Irnlcmi 34. (Qua JtjLpo JZU jcxyrnfinjLbí
.

imFoa? ^ ^ i & jcjjcuk


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31. Cmrus- 1iiodann Jssm ?


J& I jcmri &udbúoejUi?
35. Ondfl. i JUJLJLQJL 4
XXX JC3- J3 JC JCUI - vRjLdbTj SmjLo -?
^ ^ ^
^
32. OnruJji JZUDJS - jjJà aAx^ - mruuao-
X3 SL JGL

íLmRjGL?
36. da jjui/^ Jsjdb^ xsL &à jcxsrnikujJj
^
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^
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33. (QjLUOuLh . >bjCLO


^ XJ3wSb<ljAjJVtXJ5. 1LCJC|JUL1JCIC^
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T 1 T ^ . f 001 ^> on fm*^ fana .

SUZíJ SUZL C
^ XXJDJKG
^l

50
• Animais urbanos: compartilham as cidades com o
BLOCO 6 ser humano .
CONTEÚDOS: Exemplos: pombos, pardais, bem -te-vis, baratas,
ratos, cupins ...
• Animais nativos, domésticos e urbanos
• Cada regiã o da Terra possui uma fauna caracteristica.
•Seres vivos peçonhentos e venenosos Exemplos: zebras, hienas e leões - continente africano;
•0 comportamento dos animais e o ambiente ursos, focas e pinguins - áreas frias do planeta;
• Nutrição das plantas e dos animais micos-leões, tucanos e jiboias - Mata Atlântica.
•Os seres vivos e sua utilidade
•Animais e plantas ameaçados de extinção
1Cila:

Q) JUL/m jcuruLnrriol JCJJUUI AHAX ma T^dcplcus-


jòudjL&lfl..

Lembre que:

• Habitat é o lugar onde vivem os animais.


• Animais nativos: sã o animais tipicos de certas
regiões. b) Juum jOJTuLnmxxft JCJJUA AXA> m&i ruL©
^
Exemplos: micos-leõ es, Regiã o Sudeste do Brasil;
boto- cor- de- rosa, rios amazônicos; onç a -pintada,
em quase todo o Brasil.
• Animais domésticos: s ão aqueles que o ser
humano cria e que convivem com ele.
Exemplos: cachorro, gato, cavalo, galinha, coelho, C) JUUTTX JOJVJJTVx Á JCJJJJÍ AXAK SUm
jCJJLLOJbJl
porco, cabra... iodo- a TârucuijJL
- Precisam ser bem tratados, receber alimentaçã o
adequada, á gua, abrigo e vacina contra doenças .
51
2.0 jCjjuifl. jouTÚrrruajJ
^. •• Lembre que:

• Animais peçonhentos: têm a capacidade de


injetar veneno em suas vítimas.
Exemplos: cobras, aranhas, escorpiões, lacraias.

Injat xxLc ? • Animais venenosos: produzem veneno, mas nã o


3. CmTu^ joLm^/m ^ ^ têm capacidade de injetar o veneno que produzem .
Exemplos: sapos, rã s, pererecas, lagartas .
• Plantas venenosas: assim como os animais
venenosos, utilizam o veneno como proteçã o.
Exemplos: mandioca - brava, comigo-ninguém -pode,
H . Hodi lunm
*
mi jjmjua joJLajuum ru/mja$
ja/ ? espirradeira.
(Quucl?
• Para evitar acidentes com animais perigosos:
- ande calçado;
- não mexa em moitas, sob pedras ou em
5. Cila JOJL JUUTUI JO XSL /WDM /rux buracos;
/ cyrux ^
nrSbojmx : ^ - olhe onde vai pisar.
^ • Para evitar acidentes com plantas venenosas:
- não coma plantas que não conhece .

6. Cila jaJL JuinrUi jOLnruLnruxjU


^ JCJJUUL po<Li/m
,

^jcloi FuJJTTUGLITU3 . 7. (QuA á. jcjjL iíruLm junina.


^
xx xxmjurruxLti
£0JJJàOJ\ /YUS l
^ JDJ3- JàSÚ X > '

^a

ô. Or jdji xxmLmmajLti aju oorvFuinnjuoti:


^ ^
52
Çf . IJUIXX
JCXÍ XJLTTUI

^
xxXi
xxmjjmcuUi
InrL

^ W
nm^jCuçõe^i xx&cuLom
|Jiç0mPumJto-* SL lamífi
nAajzL&rvDJx xx 2 xx umxx JCU xxconxio-
xm xx Ia:
}

^
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> £L©( .

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12. PruuinxcRxx xjym xxnrxL/mxxjUi n>mu/ru3 o :
^^

(1 ) mfenxx ( ) Impila »M ,pa$o- A


f SL n SL n SL C XX
XXX XXLQPõJO, ílomjuL/ oudL*

(2 ) ( )
m ^ porJxx xixx xxxxudxx.
> ^
jarba/ n$ixx jurtjfila. wmmo- xxtnxxuek
/ .

xia. xP ataxi /
iLXipíLduOLUl .
[3 ) ( ) JiioL /WTWOO-

^
JL XX3> jLrn
^ LpLÕX3 '
|X0>1
,

/TTULU3- xlfl xjxxnnxxxi A> - 13. Jnxdxx uuí xxk xxjtao/mxxçõexi MJ^AnAsLxXioJx
^
. . .

msurvs*íxxxi iooaiL axLaXi ( PD SL xm |oilkxm ( 3D panxx ,pm/u nujcm


^
>

pn óí XjLmiOL/i à xxxfteça. JCU xxcxAsurlsux mm xx/rú/mxxlk .pu omfWlo^i


( 4 ) íxxxruxxxx ( )
>

Ãrn lxx
>

m
.

p5xxmíoLXi A>emímru3 ixm:


.

^
^ xlfl XJJULiôí
aym ju/ SL >
^
JpOTl . xsmXXA XUJUJ.

.Xixxo xxojxsL& i

pmíx> xlxx $x3oa .


>
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^b Tlooo
C

)
CPruJxxn
-
xpj xxx&ço-. ( )

xjOTmn
^

p5xxrníxm JCJJUUí
> . / nouo- xxmftflx*.
10. Cila xJjuuoxh. p&cxmíxxxi > A>emjLfim'ixxxi .

c) CPnxlxxn mm xxíam/jcuo- , jePKxxmcLo -


X3

11. Pxxnxx xyjs. xxilcpjuTUi xxmirrruouub. xxfix u- jtaucjxxn jQUdLi .pLbxx . ( )


^
SL

/mxxxi pfixxmíxxXi ixtxL xxrm x> n>£mfi/ru9-?


^
>

CDTIOJO- ííTMin jum raodjcm. ( )


/

53
6J Pikxx;i /mfe ouJbuxft 2 fegnoxo . I 1
Lembre que: 15. jcuxe . xx ruLpru3cLuçã0- > |SjuL
Jim ^ua
íimx JS -
mpxyilja ?
• A alimentaçã o influencia o comportamento dos
animais: eles têm de se adaptar às condiçõ es do
jcx3 /TTWTL
^ xxmjL/rnojUi

meio ambiente para obter os alimentos de que


necessitam para sobreviver .
Exemplos:
- martim- pescador: tem hábitos diurnos e vive
próximo da á gua porque se alimenta de peixes e
camarõ es.
- coruja: tem hábitos noturnos e ca ça ratos,
pre á s, lagartos e cobras. 16. (DujOLrnxio xsconnji/m jdLu nia^ íru ruL-
^
- iLm ja/
• A reproduçã o também influencia o
nrucuLb. jda /TTULk/mxa SU J ÃJZXSL ?
^
comportamento dos animais: eles se adaptam
à s condiçõ es do meio ambiente para procriar e
alimentar os filhotes. Exemplos:
^
- sapo: deposita ovos na á gua porque eles nã o
têm casca protetora que os impeç a de secar, e
seus filhotes nascem sem patas, sem pulmões e
outras adapta çõ es à vida terrestre;
- maioria dos animais: durante a fase
reprodutiva, ocorrem disputas dos machos
pelas fêmeas, de território para alimentaçã o e
construçã o de ninhos etc . T7 . Px$n JCJJULC. J3 I< J SL
^
Aiipru3<iuiy jLn /rua áucjjuua ?
^
j

IM-. O JCJJUí.
. /mamainxx xx xiSjLmwriíouçãjCS- jlnrijSuam-
JCUX & mponlcurrumníxs-
x^ xamjurnjOjLti ?

54
1ô. JQn joLo- cxsmponla^^^
.
*É»
joucxy xoym & SL Lembre que:
^ /

n. JDSLLNRNIMJLCLÇÕu3- JCLL^ICUJWX x ummn J CLO-


^
x*
$ i xxrwjmjDjJ
^.: ^ • Os nutrientes sã o a porçã o dos alimentos que
pode ser utilizada para o funcionamento normal
do organismo .
AmFio u m ftom ayrwwia
- / jcom
Todo ser vivo precisa de nutrientes. Alguns deles
/mau onupa, Jmu. lannjLtJju a •
&nxx tê m a funçã o energética, isto é, fornecem a
/ ji
ocjuaXijca, jjy& -pyxcjjua mu afiã-
^ nwnto- mo- iman SL /mi. napnaA o- energia. Outros repõem as partes que morrem ou
^
/

ma Wux, hoa u/ma a/W, -ponarm s ã o gastas no crescimento e na reproduçã o.


mão aSbcxmço mo .
• As plantas produzem seus nutrientes, enquanto os
animais precisam comer plantas ou outros seres
TÍW AoJkloíi hÁk - hjxo vivos para se nutrir.
láruuoí , la/nÂo- |a/mjJLaruLk
i
• 0 processo de extrair os nutrientes dos alimentos
n& laAx \ iao £a/r\ínaí Ax
nji

on&©--.poían. Cumínúca
muaiumimU A |m*U
ao ^ÒJA mnaiWmla.

chama - se digestã o.
Fotossí ntese: as plantas verdes retiram á gua
ásL arwi , SL jaixjuimoíi noeaonjLti
e sais minerais (seiva bruta) do solo atravé s
ou taW das raí zes. Esses nutrientes são conduzidos até
.
as folhas Nas folhas, a energia da luz solar é
absorvida pela clorofila (um pigmento verde) junto
Ò
S SL Aftan A íomcji á /pobhxfl com o gás carbónico do ar, e o alimento ( seiva
mâo /ma oeja, j ucjua a ayi
AL /nwnfta ,pal!a<js/m^Jba ayn|umcL
JQUí /
elaborada) é produzido e transportado para toda a
.pmcpjui/m a jxábayirm A onda AJí /U©- !
jcom .
planta Ocorre a libera çã o de oxigénio .
t r ayrmn
r íilumvo r . á/mí a ouino+
Lo p ^ i i
• Os alimentos ingeridos pelos animais passam
ami/maLí , xomo arueb. náptaU a
i
lamJoérm /ma a5i-
}
por transforma çõ es para serem aproveitados .
|ocab, a& w Lh rwJj
/mamío A &vo\
^ ^
h SL muicja.
Por exemplo: a égua se alimenta de vegetais,
principalmente pasto. Ela precisa transformar os
componentes do pasto em nutrientes necess ários
para viver e conservar seu corpo.
r

JLAX> ma Aa/\>ama ainicama,
iá J® í lima
í £LU£mU £ MOS-,
h&o-xjjuuana £ .
pyi ihh& ma /m/ - ail nlo xh
^ jícsnmjicft/m
/

ju/ma /UC JJOU


çõO- nxuJjúnxi, 1Çf. O jCjjuLfi. xxlhjTTumt>o JCUXI
í
jaXi u/mo-
jgym /
^
jaati an jdU
mm xpuipo-.
. í xiia JàSinSLh
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20. Como- XXM p$dunlxxM
, mdfiM ,pnodu/ fi/m
A>

MAU xxíd/rrwnlo? ^
25. Jxla/nljLdc| JZSL XXM
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xxjLn rnx uço M
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A nrlrirloino / > (171 ^ C ij dpO
^ • / wi
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21. Oo JCJJUUI
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^

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^irumajçõ€M

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IrujmtfiM; jmtão,
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XSUITIOM hOTlOhj
^
AHAK3M . ( )
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22. £m x uxxS. ,panjd xlxx p5xx/nlxx & nmiL-


ô
^
/xouclxx xx JCdoMhx/ními f
t b) QM xxSLlmwritoM xmjCpmjldo^ pdo^ > i xxmx-
/mxxiM /não pm xMxx m
> / / >
pxxMbxxn pon
, .

Inxxnru onmuxçoexi parux


23. Comp5iJji XXM jCL

^ inmouçõexi: ^
txxdod ( 1
Mmfi/m japnouà-

Q) TLa . jtatoMMGnlmi, XXM|JLx nlaM aÍKion uenrn. / / c) QM /njuJrujmxdb. /não Mão- xx jDxxruL.
A oocxx SmJoo. xlxsM xxidrnjmdoM jxock íjJd-
^ xjm Mm jui

oxxxxxx ruuco xmxixxnrdM/rno. 1 J


ta) CA /TTúxJjunxx xlc. xxx uxx MOJIM /mx/m-

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MCULM jcKjCurnxx-Xii CDCAM jxxxním /nãodju mxxljaM XJOM


ç) CA JL djudnxikAjCxdx
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^ ^ pv i nmi l ^ )

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2H\ O JCLLU
I í í
xdjCUL&lxxo?
0
56
26.0 xyjji J5ÕJ3- muirULamlji
^ Madeireira: cons-
Peroba, cerejeira,
trução de casas e
fabricação de mó-
pinheiro, eucalipto. . .
Plantas veis, instrumentos
Guaco, agrião, con-
musicais, papeL..
frei, hortelã, erva-
Medicamento.
.
-doce..

Transformam: leite
® Lembre que: em queijo ou co-
alhada; vinho em
• Há muitos seres vivos úteis ao ser humano . Microrga- vinagre; caldo de
Fungos e bactérias.
nismos cana-de-açúcar em
álcool; restos de
Seres vivos Utilidade Exemplos plantas e animais
em adubo natural.
Galinha, vaca, cabra,
Alimentação: carne,
peixe, camarão, rã,
leite, ovos, mel.
abelha, pato.. . $ Lembre que:

Animais
Transporte: de pes- • Microrganismos s ã o seres vivos muito pequenos,
Cavalo, jumento,
soas e mercadorias. que s ó podem ser vistos com o auxí lio do
..
burro, boi. microsc ópio. Exemplos: bactérias, fungos, ví rus .
Vestuário: lã, cou-
Carneiro, boi,
ro, fio de seda.
bicho-da-seda... 27. Pxxrua JC|JUUI RjiJLnrn£xmx3-
& Jzsm >

Alimentação: raí- Cenoura, beterraba, jooudla ruruLmrooJl?


zes, flores, caules, couve-flor, cana-de-
frutos, folhas e -açúcar, maçã, laran-
sementes . ja, alface, repolho,
- PjOJTULpx nÍ .
3 fi - Aje
^
djuuaTLL©-
Plantas
Vestuário: fibras.
.
feijão, ervilha. .
COXXIAXXÍIO
Algodão, linho, si- b) jaJWlFua
sal, cânhamo...
c) &unru> 57
cD jkxAo-xixx- Jà& dxx Vestuário Medicamento
o) ioajuxjL
f) JJDJ\Sr\ SJj\J3-

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28.0 jCjJULfi. xx/rru
^ xlsuÀsLh. jDjmjxnoJj
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^ ( - / n nJUL - ©

58
3H\ xx& Algumas espécies brasileiras ameaçadas de extinçã o
k
<
Animais Vegetais
«o
Able
m Ablestock h-
Ariranha, tamanduá -ban-

* Pau-brasil, mogno, ja -
r
Sá - . Ç
*

deira, ararinha -azul, lo-
bo-guará, onça- pintada, carandá, peroba, cedro,
jacaré- do- papo - amarelo, pia çava, algumas espé-
.
cies de bromélias, algu-
tartaruga - verde, tatu-
mas espécies de samam -
- canastra, mico-leã o - baias.
S -- -dourado, peixe-boi

CDuxxfi í xx xxLliLcLcxxlíi XLL&£UL& xx/rú/rruxjLk ? 35. (DUCL/TUJJO- JU/TTUX í jcmUiiLcLncucLa.


iLOcti/nícL?

36. (DuomcJLcs- ju/rrua. ^páxjui í


jLí jcmu
^
jubm/xcla.
ximuicuçouú La JCU jiaJjLnruçãx>?
Lembre que:
•7 Uma
espécie animal ou vegetal está extinta
quando nenhum ser pertencente a ela tiver sido
observado nos últimos 50 anos.
Uma espécie é considerada amea çada de extinçã o
quando:
- seu hábitat está em degradação ou poluído;
- há ca ça, pesca ou outros meios de exploração 37. (QJUXXJUI OJà XJOJJMOJ5.
predat ó ria. xia AyxjbLrnjçcuO ' Aa
.
f
?
Isso faz com que o número de individuos da espécie
seja reduzido drasticamente, tornando- a rara . 59
^ 42. PjLkjCpuUUà JOLL^AJURíí :
38.01* jcLuuouh çÁ
.

Xl/miLCLGCudlcUl xisí
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39 . Cii* jcLuUOJb jJjouUl í>njOOljJLlnx


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rio h rio o/ rtimrri /^.
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^ ^
j JCL. JCL L^XX
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jCu cj©

^
-
^
60
Intestino ” os alimentos continuam a ser digeri-
dos com auxí lio do suco pancreático
BLOCO 7 delgado e da biie para digestão de gorduras.

h

CONTEÚDOS: Pâncreas - produz o suco pancreático.


•Sistema digestório Fí gado
- produz a bile, que é armazenada na
vesícula biliar.
•Sistema circulatório
- onde ocorre etapa final da diges-
•Sistema respiratório Intestino tã o: os nutrientes s ã o levados para
•Sistema urinário grosso o sangue e os restos, expulsos na
•Sustentação e locomoção forma de fezes pelo reto .
1. (Qjuuafi í XX À& JàXJl -

•7 Lembre que: ta/mxx í

• Sistema digestório: retira dos alimentos os


nutrientes necessários à manutençã o da vida do
organismo.

2. Como- í X3- Jàjujjmnrux


Órgã os/
glândulas
Fun çã o jcljLcpLk^
os dentes trituram os alimentos;
Boca a lí ngua empurra o bolo alimentar
para a faringe.
Glândulas
salivares - produzem saliva.
a faringe recebe o bolo alimentar
Faringe e 3. (Duuaft í
esófago
e empurra-o para o esófago, que o JO - ,pap$ JCLAMJLH. SL AX jlí
mcjxua?
passa para o estômago.
os alimentos são amassados e
Estô mago
recebem a çã o do suco gástrico. 61
10. O jcpmi ^TJJLCíI
XnrJLuJji pxo^o?
4. O jCjJULfi
. jCUh. X

^ iô jXuiulxxXl JàO§ jj\XXT\SLfcl JOUC /ao


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5. v lmJLcljUX ^
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SL JUL/m&cljLC
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11. CAJC ULQ. :


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£^t omr 1nr -
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6. (Ou* JOUçõUO-
jLbtômcxjcjo-?
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^ jjmomL
^ mcaí> rm /ao

7. Oipoui JDA. j^oo^oirL jpal


& iLhlmacu o, dmííLbíjijTUS
jooirux x>acL AKXJL xx jmxxJxhxx xxíimwnJLan? ^ jcpa/oíx&xo
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^ nsudlwm
^ ^Á OAXX ?
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/ao - ÁaJtiLbljLr^ '

^
J X

CÍXJC JCUCIO
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9 . QracL xx jkfifi. L vpnxKlu JucLx SL janmux maxia?


62
^ ^
12. OLbxxiWa. ¥ JCL©< xx tannrijLm
í
jcbjcpLtJtc^^ ^
jurbcLuxur
jifô
& xxxfmjjn i& 1
^ mxx

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ju janja SL JDJ:i
£ jri
^ JCLO- ^JjJtiOTba
>

>

v
s;

Representa ção do sistema


digestório humano. 63
( Uso de cores- fantasia)
Sistema circulatório:
• cora ção: funciona como uma bomba: quando seus
13. Como- í
^
xyvrrajclo ' í
bjLb fi/rnxx
^

m úsculos se contraem , o sangue é empurrado


para todo o corpo pelos vasos.
• vasos sanguí neos: 14. (Quuamíx^ jLutru3 i jck .£i£i/T\ jCjjiJiji Jhn. mo-
- artérias: levam sangue do cora çã o para todo o ^
corpo. jconjoxs- FajLnrnjOJru3 JOUCLUÍLO-?
> '

- veias: trazem sangue de todo o corpo para o


cora çã o.
Sangue:
• H á de 5 a 6 litros de sangue no corpo humano 15.0 jejum & Íriam^jpx3nlx^ parux
> ssti
adulto que: £ J3-
jCjJULfi rwjzÂmí?
.

- transporta substâ ncias nutritivas e oxig é nio;


- recolhe as substâ ncias que devem ser eliminadas
do organismo.
• sangue arterial: rico em oxigé nio; vermelho-vivo.
• sangue venoso: rico em gás carbó nico;
vermelho -escuro.
• Os cuidados com o sistema circulató rio incluem: 16. PjLkjC JUUL&fi. Si níL^p/B^Tuia:
- andar, correr, dan çar - exercícios para fortalecer
os m ú sculos.
Pa>i
J3a
^ jCjjuifií
x3u nx
. /TLÕU3- cdbsccúx JGUTUJUI

- evitar excesso de carnes gordurosas, frituras e ^i

doces, pois gorduras podem se acumular nas JCPXDLC^ ?


I

arté rias, prejudicando a circula çã o sangu í nea .

64
c)
17. Cmrus-

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^ umxxoorux xo-

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^kxo- ^ /rrux ^LLa ?
^ /mal , aym /rrujulia jCjxondjuLrua|
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íuruxk . jdloaixi
A ?

19. CompíLla. |
JCL&
^Lb : 21. PíL ruikpxowlja: O jcjjuui í pruui-
^-
ruoj . . JUJUIA SL
J ÔJS
^ XX
^ÍOTUJCLÍ.?
p) òamx oJilmjjÁ , ruucx>
^
j juLA jmm
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b)
^ ^
JZ OUTU JULQ. A>

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/
A
^ix3- r ruuao jum

65
Lembre que:
• Sistema respiratório: nariz, boca, faringe, laringe, • Os cuidados com o sistema respiratório incluem:
traqueia, brônquios direito e esquerdo, pulmõ es - Caminhar, correr, brincar em lugares
direito e esquerdo e diafragma. arborizados - exercícios fí sicos que fortalecem
• Respirar: receber e expelir, alternadamente, o ar. o diafragma, possibilitando que uma maior
Nos pulm ões, o sangue absorve oxigénio e elimina quantidade de ar entre nos pulmõ es.
g á s carb ónico. - Evitar ambientes poluídos.
• Etapas da respira çã o: - Nã o fumar. 0 cigarro é um inimigo mortal dos
- Inspira çã o: é a entrada do ar em nosso corpo. pulmõ es.
0 diafragma abaixa, "puxando" o ar para dentro. - Dormir regularmente e em locais arejados.
Os pulmõ es se dilatam, enchendo - se de ar; isto - Cuidar logo de gripes e resfriados.
é, eles aumentam de volume. A inspira çã o deve
.
ser feita pelo nariz
.
- Expira çã o: é a saí da do ar de nosso corpo
22. (Quxxux jtan rrvx m
0 diafragma levanta e os pulm ões diminuem
de volume, expelindo o ar. A expira çã o é feita
/ /
^ ^
J jJ sirmxx

pelo nariz e pela boca.


Quando respiramos, o ar, rico em oxigénio, entra no
_
niLkj^ ^
jLru

nosso corpo pelo nariz. Entã o, ele é filtrado por pelos


das fossas nasais, impedindo assim a passagem de
impurezas.
Em seguida, o ar passa pela faringe, depois pela
laringe e daí para a traqueia; segue entã o pelos
23. CmTLO- JàSL jzlkojmxx XX Stfx ÚjTJXxixx jdLfl. XXn

br ô nquios, bronquí olos e chega finalmente aos


pulmõ es, onde o sangue absorve o oxigénio e deixa o
g á s carbó nico.
Como nosso organismo nã o utiliza o g á s carbónico, ele
24. PjCjjma xx xjTUxpJincuçÔLXS xWe j súlxx
.
é eliminado na expira çã o
naUxs- mxxJxxsxd ?
' Mi

^
66
25. Como- JXL
>puxmõe i í
1 ^
^
x xx/mxx xx JsoSxlxx JCL xxn xixs^ 29. Cmrtxx cx3nrm xx
J0
niUxpjLnxxçcucx?

26. O XJJUUI ^jLx /riL jLx^x -p


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^ ^ njLb ÃXixxn ?

27. Cmrus- jcLa xx jL/n ? 30.0 xxcxyrJjLca


^piruxx ^
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^
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x juLxxmxlx> jmr\x7ui/TT\x i x3 ,pu5mxSexi
| ^ ^
^ - xx>*xpo
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XJJI xxn
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pxxnxx j*/nxJ\an xxnmxx i?> ^cjLgxx?

28. Cmrus- jda xx A/xLpjLruxjgcuo


1 *
-?

67
xJL^ ^XijLbljumxx
31. Copxfi. japamcLh JCJUA, nJiruan 33. dnru:Lu uLa
xx& mxx jxx jurua
^ jxmjcJ
x>b x ucjxxobJCJJULíI
xxb

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Q) CA.
JZSL Ixsnma/m xxjtawuxx Se^ jconn^toub:
^ xxr ssm

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Sistema respiratório
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cD PjcxnjCjjuiíLb xxn$ xxcix^b /n£L©-


Kyxi

^ ^
/

judjLOUUl pXDLTLOL jcajmlnrLFuD


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V

32. (CW xxjLuJLxxix^b jcLm> nnru>b tsú mx^Lbxs- 34 . (Qjifi. /mcJLtb _ xx | n/mxxça xis x± x cúV -u3-
^
\ jcmn . t

XXXNRLO- £ i/ruJLxbínJixxXi jcajuLba/m xx Jbculclji?


JboJjinrnja njLbpjLrua
^^

68


Lembre que:
Sistema urinário é o principal eliminador de
Sistema urinário

excretas do nosso corpo .


- Rins: dois ó rgã os situados na parte de trás do
abdómen; possuem grande quantidade de vasos
sanguí neos, que retiram do sangue os resíduos
.
(excretas) Esses resí duos s ã o levados pelo
sangue aos rins, onde são filtrados e eliminados
A artéria
através da urina. leva o
• Vias urinárias: sangue com
excretas
- Ureteres: canais que saem de cada um dos rins para o rim .
e vão até a bexiga, transportando a urina .
- Bexiga: espécie de bolsa onde a urina se A bexiga é
uma espécie
acumula até ser eliminada. de bolsa
- Uretra: canal que conduz a urina da bexiga para onde a urina
se acumula
fora do corpo.
até ser
• A urina é formada, basicamente, por água e resíduos. eliminada.
Os ureteres
• 0 sangue que é filtrado pelos rins continua sã o canais
circulando normalmente pelo corpo, mas agora com que saem de
A uretra é o canal cada um dos
menos resí duos.
I que conduz a urina
da bexiga para fora
do corpo .
rins e vão
até a bexiga,
transportando
a urina .

35. O X UJL í - JSJJÀSLMVX JUrUiTlAruLo- ?


J3

^
69
36. O jCjJULQ. JCJJUUL |CL ?
JòÕJS-
^
J3 L TUl/TUl Si & >

^
MTi 41.0 JLon^
jcpjLfi. - nrux xx junjjrta ?

42. dxliLmljLj JCLO^


^
x u ca . JCLO-
^ ^
^
£ iLhxrumxx.

XàjLkla/mja
x
^ . /nmruLh.

junimArulo-:
I

Sistema urinário
37. (QjuuoJLb. Anx ouo i
^ oJx /\>ucoh. JULTUL-
monJucu ?
^ ^

3ô.Px3n. x^ncL
po-?
jcxyi^
xx juLruLnrux í.
^Llm nxxcLa
ji ú/ jdLo-

33. O jCjjuLC. A & xjucpi?


/

40.0 JXCU3- x3 uruiijLnaxi?


jcjjuLfi
.
^i

70
Lembre que: Esqueleto humano
Y
• Esqueleto: conjunto de ossos (mais de 200) que
sustenta o nosso corpo e auxilia os músculos nos
movimentos. Crânio

• Crânio: caixa óssea acima das vértebras que


.
protege o enc éfalo
Coluna vertebral
/ ( vista de lado)
• .
Coluna vertebral: liga as várias partes do corpo Esterno
É formada por uma sequência de ossos (vértebras),
que possibilitam ao corpo movimentar-se em todas
.
as direçõ es
• Costelas: ossos que partem das vértebras torácicas Coluna
vertebral
e se unem, na frente do tórax, a um osso chato
e largo (esterno). Formam a caixa torácica, que \ Vértebra
MA
P
.
protege o coraçã o e os pulm ões
• Pélvis (ou bacia): formada por ossos grandes e
.
largos, que ligam os membros inferiores à coluna 9 Pé lvis

• Articulaçã o: encontro de dois ossos.


• M úsculos: permitem que os ossos se movimentem;
auxiliam o movimento de outros órgã os, como, por
exemplo, o coraçã o e o est ômago. V j.

0 encontro
de dois ossos
chama-se
articula ção.

71
43.0 JCJJUUI i J3 - 47. JQflJàjcrumxx JDJZ xj&
^lsâxxJx:

44 . (DJUJOLÍ í ja
-AjLmjQ
j
Ôu©
s~~ ' JCLO mJuAAo ? GL
JL& '

jCjXJLOjnLs^ i sí j^n/mxxjcL1 ©* -0f


.

48.0 jCjjuLfi. L -
J3 jcnjSjnLo- ?

49. O jCjjmiL í ja

45. COTOJO * j
^
Fucumja jLrnjcmJtrus- jck rlau
í

jau. /rruDULh.

50. (DJULJOI SL xx jiuLrnxjcuo JCLO^


- JTRUL^auJLc^?

46.0 jcjjuui s. xx
jcxsO/ria A
^nii&nxxSi? Cmrus-

^
í xyinrruxjcLa?

72
Lembre que:
BLOCO 8 • De acordo com a funçã o, os alimentos classificam-se
em construtores, energéticos e reguladores.
CONTEÚDOS:
•Origem dos alimentos
• Função dos alimentos
• Vitaminas Nutrientes Funçã o Alimentos
• A importâ ncia da alimentaçã o
Substâ ncias energéticas
• A conservação dos alimentos produzidas pelos vegetais.
• Os alimentos e a saúde Sã o encontradas na cana -
A çúcares Energética
-de-a çúcar; em cereais; no
leite; e no amido das raí zes,
sementes e frutas.
® Lembre que: São importantes reservas
• Os alimentos permitem o crescimento, protegem alimentares. Encontradas
Gorduras Energética
nosso corpo contra as doenças e nos fornecem nos óleos e nas gorduras de
.
energia para a realização das mais diversas atividades origem animal ou vegetal .
• Os alimentos podem ser de origem vegetal, São substâncias que contri-
animal e mineral. buem para a formaçã o do
nosso corpo. Os alimentos de
Proteí nas Construtora
origem animal e alguns vege-
tais, como a soja, são ricos
em proteinas.
Alimentos de origem Exemplos
Substâncias essenciais à
Vegetal Frutas, verduras, legumes. nossa vida. Sua ausência na
dieta alimentar provoca gra-
Vitaminas Reguladora
Animal Carnes, ovos, leite e derivados. ves doen ç as. Sã o encontra-
das nos alimentos de origem
Mineral Sal, á gua. animal e vegetal. 73
São tão importantes à nossa Lembre que:
saúde como as vitaminas, por-
Sais
que também são responsáveis • Desnutriçã o: ocorre quando o corpo nã o recebe
Reguladora pelo desenvolvimento e funcio- os alimentos necessários, causando atraso no de-
minerais
namento do organismo. senvolvimento fí sico e mental, principalmente das
Estão presentes no sal de cozinha, crianç as.
leite, peixe, fígado, amendoim. • Alguns cuidados que devemos ter com a nossa
Está presente em todas as alimenta çã o:
partes do nosso corpo, até nos - Comer alimentos variados.
Á gua Reguladora
ossos. É encontrada em todos
os seres vivos. - Preferir alimentos naturais. i

- Beber á gua filtrada ou fervida.


Vitaminas 0 que faz Onde encontramos - Beber leite fervido.
Indispensá vel para a - Evitar alimentos fritos.
Leite, gema de ovo,
visão, o crescimento - Evitar balas e outras guloseimas.
A o a rocicf ônria rnn.
queijo , manteiga,
cenoura, alface. - Fazer as refeiçõ es nas horas certas.
tra doenç as. - Comer apenas o necess á rio.
Ajuda no crescimento.
Leite, gema de
Auxilia na forma çã o
ovo, carne, mi údos,
do sangue.
B fermento, peixe, 1. OSL jCpLUi xxJLnrnmlx^
Mantém saudá veis os xyuuafljm Jzò jS'
legumes, cereais,
olhos, os cabelos, as
repolho, feijã o. JCJJLUL jcmnjmnru
^ iC
unhas e a pele.
Laranja, limão,
Ajuda no combate de
acerola , caju,
C
.
infec ções
tomate, legumes,
Aumenta a resistência
contra doenças.
batata, espinafre,
pimentão. / l iIo ITI íJJ''» r^ V i r m o m l /^N n i io nw*o r* rcumo
Necessária para a Gorduras de origem ve-
^ixjcpum XJJL5JL& C
(Qjjuafi xx x
D forma ção dos ossos e getal e animal (marga-
dos dentes. rina, óleos, manteiga).
Ajuda na cicatriza çã o Verduras que s ã o
K
74 dos ferimentos. comidas cruas .
3. GLCUI£IL|L
xx jcsnju ^
J3 i
^
< n jjmsLrrí o^ xJL. XXXJ&TAXX xxym
/m: xxmjLnrrucxfi, A>explxx£ JSU /rruL/runxx$:
7. (Qua
Jua
tipo- jdla
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xx!dLnrrwníx3 ?
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6) nymxhjjuxti cOfijúlji
f) joan/ ru b) pflJlocfl.
JCL /xoja c) rrráúAo^i
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77
Lembre que: Processo de
•7 forma çã o
Caracter
í sticas Exemplos
• A laranja embolora. 0 leite azeda (ou talha)
quando é deixado fora da geladeira por um Causada por
Laranja
ou dois dias. A laranja embolorada e o leite microrganismos
embolorada,
azedo mudam de aspecto, cheiro e sabor. Essa Fermentaçã o (bactérias e fungos).
leite talhado
transformação dos alimentos é provocada por Os alimentos mudam de
seres microsc ópicos, como bactérias e fungos. aspecto, cheiro e sabor.
(azedo) .
Os alimentos onde os fungos e as bactérias se
Amolece certos alimen-
desenvolvem mudam de aspecto e de sabor . tos, tornando-os mais
Muitas vezes o cheiro também é alterado.
Cozimento
.
fáceis de digerir Mata Leite fervido,
Para retardar a a çã o desses seres vivos sobre os os microrganismos que carne.
alimentos sã o usados vários métodos . contaminam .
Retarda a fermentação.

Library Mata os microrganis-


mos que contaminam
Phot os alimentos por meio
- Stock Pasteurização de aquecimento (por
Leite
k Corel pasteurizado.
um tempo determi-

* nado) e resfriamento
súbito.

Retirada de á gua
(ou secagem) de
alimentos para que
Bacalhau
Desidrataçã o demorem para estragar.
Dificulta o
seco .
desenvolvimento de
microrganismos.

Resfriamento As temperaturas baixas


e retardam a decomposi - Carne, peixe.
78 Congelamento ção dos alimentos.
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Lembre que: 27 Cito rl v h n lidnrl /vS r/vm n nQ / rmomín / ri/v
. / ,

mvDLnatflA juL/raoi Í>OCL JbmxcL: ^


• Para manter uma boa sa ú de: ponoL
>

- Prefira os alimentos frescos aos alimentos em


conserva.
- Observe o prazo de validade dos alimentos.
- Nã o compre alimentos enlatados que estejam com
a embalagem amassada, enferrujada ou estufada.
- N ã o coma alimentos embolorados. 2ô. Pjarua /moi/ W .^ jculcb, xisL/ Mm^
nlan JLmrua i

- Prefira os alimentos com menos conservantes. Ix^m^&enrn ían jcxjuudxxdx^ rus- j^ruLpoiruo- A&ti/

- Prefira os vegetais cultivados sem agrotóxicos. & jrmfrl&à . Cila JOLÍX JULHUI:
^
jD .

- Prefira os alimentos com menos gordura.


- Coma muitos vegetais (verduras, legumes e frutas).
• Cuidados no preparo dos alimentos:
- Lavar as m ã os antes de mexer nos alimentos.
- Lavar bem os alimentos, principalmente aqueles
que sã o consumidos crus. 2SL RiLb px3-irCLa:
>

- Só comer carnes bem fritas, assadas ou cozidas,


principalmente a carne de porco.
- Ferver o leite.
- Utilizar á gua tratada ou fervida para lavar os
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alimentos e també m no seu preparo.


• Cuidados na conservação dos alimentos:
- Os alimentos devem ficar em locais limpos,
| secos, frescos e ventilados. b)(Djuual í J3- CLpruvprLLQjií/v
. .parua
- Conservar os alimentos perecíveis (que estragam
rá pido ) na geladeira ou no congelador.
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- Manter os alimentos protegidos dos insetos,


80 roedores e outros animais.
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82
Danos à saúde/
BLOCO q Poluiçã o Formas/ agentes
ao meio ambiente

CONTEÚDOS: Esgoto: á guas dos


esgotos são despe- Febre tifoide,
• Poluição e saúde jadas nos rios sem o hepatite, cólera.
• A á gua e seu tratamento devido tratamento.
•0 saneamento básico Óleo: manchas
se espalham pela Dificulta a
• Energia elétrica superfí cie da água, respira ção dos
• Economizando energia elétrica e á gua da á gua impedindo que o seres vivos
oxigénio do ar se aquáticos.
dissolva nela .
Indústrias: substân-
Lembre que: cia, resíduos tóxicos
Morte dos seres
• Poluiçã o significa sujeira. Poluir é o mesmo que lançados nos rios
vivos aquá ticos.
sujar. formam uma espuma
ácida.
• Para sua sobrevivência, o ser humano utiliza re -
Lixos residencial e Contaminação do
cursos naturais. 0 desenvolvimento das cidades, a
fabricaçã o de produtos e o aumento no consumo
industrial deposita- solo e das á guas
de bens (como carros) contribuem para a poluição do solo dos em aterros. subterrâneas.
do ar, do solo, das á guas, enfim, do meio Agrotóxicos. Contaminação do
ambiente. solo para agricultura.
- Fumaça das chami-
• As mudanç as no ambiente afetam a vida das
nés das indústrias.
pessoas. Muitas dessas mudanç as ocorrem natural- Doenças respirató-
mente. Outras sã o provocadas pelas a ções do ser - Gases dos motores rias ( asma e bron-
humano. Muitas vezes, as mudanças causadas pelo do ar de carros, motos, quite), alergias e
ser humano sã o tã o grandes que podem trazer ônibus e caminhões. irrita ção nos olhos
consequências negativas para ele e para outros - Poeira. e na pele.
seres vivos. - Inseticidas.
Cansaço, irritabi-
Exposição por muito
sonora lidade nervosa e
tempo a sons altos.
surdez. 83
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86
w Lembre que: Cuidados com a água

• Água pot á vel: pró pria para beber; limpa, Da parte Açõ es
fresca, sem cheiro, sabor ou cor . Criar serviços de saneamento
básico, como rede de esgoto,
• Água poluída: contém substâncias do governo tratamento e distribuição de
quí micas lanç adas pelas fabricas, detritos
água, coleta e tratamento do lixo,
e dejetos humanos (fezes e urina) . etc .
• Água contaminada: contém microrganismos dos agriculto-
Evitar o uso de agrotóxicos
causadores de doenç as. e inseticidas, que acabam
res
contaminando as á guas.
• Tratamento da á gua:
Colaborar com a preservação
- caseiro: filtra ção e/ou fervura e clora çã o; da popula ção dos mananciais de água.
Não jogar lixo nos córregos.
- nas esta ções: a á gua é retirada de rios ou
represas por meio de bombas e é levada por Não lançar substâncias tóxicas
das indústrias
.
tubos até uma esta çã o de tratamento Passa nos rios, lagos, lagoas, etc .
por um processo de limpeza e purificação,
que consiste em retirar as impurezas, filtrar e
14. Oyrru3- JCUA>£ AJOJUUOL
acrescentar flúor (fortalece os dentes, evitando
JZSúX XX ^
^
[pru onjua
c áries) e cloro (mata os microrganismos) . >
porucx 0 ò
wj0 m.9
c * '
• A á gua já tratada passa por tubula çõ es
até chegar à s casas e, por isso, deve ser
filtrada ou fervida antes de ser bebida.

15.0 jqjULfi.
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87
16. Compkk xxXi jcmn xxXi poJLcxA>
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xu*n Stflkxkxxi. 21. Pxxrux xjxxc. XiflriA


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17. Pon. xyruk xx JCLX XXXX >pxxXiXiXx,


xxxrtkxi xk
^ ^
x uLcpDin xxxi xxxXixxXi

88
22. SA&UAXX ^ XXjUucLcuolcS^ jCjJULQ. JCOJCLOL
X3 1 l juum
•• Lembre que:
JJLTL cmn xx JCLQJLLCI:
0 • Saneamento básico: conjunto de medidas
que garantem as condições de higiene de
uma localidade, a fim de proteger a saúde
da sua população .
• Quem paga pelo saneamento básico sã o
os cidadã os. 0 dinheiro é arrecadado pelos
.
impostos e pela conta de á gua Em algumas
.
cidades já existe a taxa de lixo

bjxx • Medidas de saneamento bá sico:


nj3 <^Áojzõ j3- : - Rede de esgoto: o esgoto deve ser coletado
em grandes tubula çõ es e levado para estaçõ es
de tratamento.
- Onde isso nã o é possí vel, devem ser construí das
fossas s épticas que retêm o material só lido,
enquanto a parte lí quida se infiltra no solo.
As fossas devem ficar afastadas dos po ç os, em
c) &b. jOjcpijLxxjiítt^
j
terreno mais baixo, para evitar a contaminaçã o
da á gua.
- Coleta de lixo: o lixo deve ser posto em

recipientes adequados e tampados. Onde n ã o há


coleta, o lixo deve ser enterrado ou queimado.
- Reciclagem: reaproveitamento de materiais

como o papel, o plá stico, os metais,


cDxxXi ndjild
jL/
^ os vidros etc. A reciclagem do lixo come ç a
pela coleta seletiva.

89
23. (Duuoi | íLldJDJJJL JOLO- TTwrJLo- 26. Como- umjduyrux JLUTTUX íLí^LOUçOLO- X\SL írux-
^
A JOL jmrux bxxmm/

.poucjja
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ÍXÍ^IJLC©-? (Qua/m .pon A£íL? LDJTTWnJLo- JCU iLbjCJoto-2

24. Gtfi. jaiL ^ /


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25. PíL^JC|JUJL^íI SL n^Lb> pmuJLa:


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27. Como- jcbm>£ ^um. JZíÂAJDJAO- JS-


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CONSUMO CONSCIENTE E RECICLAGEM
Do lixo que descartamos muita coisa pode ser
reciclada para ser reutilizada. Quando compramos
um produto, precisamos ficar atentos à embalagem.
0 que pode ser reciclado vem indicado com o 32. XIUJL Á njidiciajasurn c
1 ô
sí mbolo da reciclagem:

1
Por isso fique atento na hora de comprar Se
o produto tiver esse sí mbolo, significa que pode
.
33. (Quut /rrxoJjmJixxxxi .podjum ML nflxxcStajdxs i?
^

ser reciclado, caso contrário será jogado no lixo


comum, contribuindo para o aumento do lixo .
91
34. JjchinrJa_j
jcLlnjOJ ^^ ^( U) ^ J SL JOJS.

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Lembre que: 37. Como- jC nolomx m
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• Energia elétrica pode ser gerada por:


- usinas hidrelétricas ( pelas quedas-d'á gua ) que ao
serem construídas podem: danificar ambientes
em que vivem animais silvestres; impedir que
os peixes subam a correnteza para desovar; e
desalojar popula ções que vivem à margem de rios.
- moinhos de vento, em regiões com ventos fortes
38. (Qum
e constantes ( litoral nordestino ), que possuem
pá s que se movimentam com a força do vento
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- Ourrux [
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e esse movimento faz girar os motores. N ã o
causam danos ambientais.
0 que fazer para evitar o desperdício de á gua e
energia elétrica:
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ruu^po^JLa:

- Nã o demorar muito no banho.


- Escovar os dentes com a torneira fechada.
- N ã o apertar a descarga do vaso sanitá rio sem
necessidade.
- Consertar rapidamente os vazamentos de á gua
em casa.
- N ã o deixar as luzes acesas à toa. 33. Gífl o mmm JCU. ju/ma. xjJsxsrvx ,F\idru$íl
N ã o deixar aparelhos elétricos ligados sem
.
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Como í o nfix ijão xyacL JXL iooaSi a. sib/ xx
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Jixatnijcia:

• Escovar os dentes com a torneira fechada.


• Manter aparelhos elétricos ligados, mesmo
sem usar. .
• Não demorar muito no banho.
• Consertar os vazamentos de água assim que 42. PiL^pjuuu^fi. njLbpmLcLoi:
aparecerem . SL

• Manter apagadas as luzes quando não DSL jonmdLi A> /m ê


estiverem em uso. ja
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• Apertar a descarga sem necessidade. >& juua JCJLCLGUCL?

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^ Quadro 1
1 1 X 2 X 3 X 4 5
2 6 X 7 X X 8 X X
3 A 9 X 10 X X 11 X X
4 W X X X 12 13 14 X X
5 A X X 15 X X 16 X X
6 17 X 18 X X X 19 20
7 21 X 22 X 23 X 24 25
8 A 26 27 X X X X X X
9 A
Quadro 2
10 +

A E A B G S U A
+

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