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LAUDO DE CONFORMIDADE NR12

MÁQUINA: CALANDRA AUT. DE


TUBOS E PERFIS METALICOS

MODELO: CTC100-3X

NÚMERO: 52543

EMPRESA FABRICANTE:

EMT Engineering Máquinas de Tecnologia

Outubro de 2016

Assinado digitalmente por CLAUDEMIR DE OLIVEIRA:57487944034

CLAUDEMIR DE DN: C=BR, O=ICP-Brasil, OU=Secretaria da Receita Federal do Brasil -


RFB, OU=RFB e-CPF A1, OU=(EM BRANCO), OU=Autenticado por AR
Certifica, CN=CLAUDEMIR DE OLIVEIRA:57487944034

OLIVEIRA:57487944034 Razão: Eu sou o autor deste documento


Localização:
Data: 2016-11-02 10:47:24

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SUMÁRIO

1. Identificação da Empresa Fabricante

2. Engenheiro Responsáveis pela Análise de Riscos

3. Especificações Técnicas

4. Considerações Iniciais

5. Metodologia HRN

6. Metodologia de Seleção de Categoria de segurança

7. Evidencias de componentes de segurança

8. Grau de risco da máquina

9. Levantamento de ruído da máquina

10. Orientações Complementares

11. Considerações Finais

Anexos: - ART – Anotação de responsabilidade Técnica

- Confirmação de pagamento ART.

- Esquema elétrico de segurança

12. Conclusão Geral

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1. Identificação da Empresa Fabricante

EMT Engineering Máquinas de Tecnologia

Rua Vico Costa, 47

Bairro Desvio Rizzo

Caxias do Sul - RS

(54) 3534.6000

CNPJ:00.068.691/0001-65

www.emt.ind.br

2. Engenheiro responsável pela analise de risco:

Claudemir de Oliveira

Engenheiro Mecânico e Segurança do Trabalho

CREA/RS 089988

3. Especificações técnicas:

- Modelo: CTC100-3X

- Número de série: 52543

- Data de fabricação: outubro de 2016

- Potência: 25KVA/440 VAC/60Hz

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4.Considerações Iniciais

O presente Laudo consiste na elaboração de Relatório Técnico, que contempla


a descrição da analise de risco realizada e indicação do sistema de segurança
necessário para Calandra automática de tbs e perfis metálicos CTC100-3x
projetada e fabricada pela empresa EMT Engineering Máquinas de
Tecnologia,e atendimento à Norma Regulamentadora- NR12 do Ministério do
Trabalho e Emprego e normas técnicas complementares como norma ISO
12100/2013 Princípios para Apreciação de Riscos e NBR14153/2013-
Princípios Gerais de Projeto entre outras.

Este laudo é norteado pelos requisitos da NR12- Segurança no Trabalho em


Máquinas e Equipamentos, reeditada pela Portaria SIT n° 197 , de 25 de junho
de 2015, no item 12.54, que versa, in verbis:

“as proteções , dispositivos e sistemas de segurança devem integrar as


máquinas e equipamentos, e não podem ser considerados itens opcionais
para qualquer fim”

Também, cita no item 12.39, que os sistemas de segurança devem ser


selecionados e instalados de modo a ter categoria de segurança conforme
prévia análise de riscos, estar sob a responsabilidade técnica de
profissional legalmente habilitado; instalação de modo que não possam ser
neutralizados ou burlados; manterem-se sob vigilância automática(
monitoramento)e efetuar a paralisação dos movimentos perigosos e
demais riscos quando ocorrem falhas ou situações anormais de trabalho

Uma avaliação de riscos consiste de uma análise sistematizada de


determinada atividade para identificar as possibilidades de ocorrências que
possam gerar danos.

Para esse tipo de análise utilizou os princípios da Norma ISO 12100:2013 e da


NR-12.

A Norma ISO 12100:2013 – Segurança no Trabalho em Máquinas e


Equipamentos especifica a terminologia básica, princípios e metodologia para
conseguir a segurança no projeto de máquinas. Ela especifica os princípios da
avaliação e redução de riscos para ajudar os engenheiros no atendimento
deste objetivo. Estes princípios são baseados no conhecimento e na
experiência do projeto, a utilização, incidentes, acidentes e riscos associados a
máquinas.

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Procedimentos são descritos para identificar perigos, avaliar, os riscos durante
as fases relevantes do ciclo de vida da máquina e para eliminação dos perigos
ou redução dos ricos.

Para a segurança em máquinas é possível descrever risco de acidente como


sendo a chance de um acidente ocorrer em determinado período do tempo,
associado ao grau ou severidade da lesão resultante.

5. Metodologia

Realização in loco da fabricação da máquina, no que se refere aos sistemas de


prevenção de acidentes existentes, considerando atividades previstas de
operação, set up, manutenção, limpeza, reparos, entre outras, conforme

Critérios da NR12, NBR14153/2013, entre outras NRs e NBRs e normas


internacionais.

Os dispositivos de segurança implementados e que serão instalados no cliente,


possuem certificados de segurança disponibilizados pelos fornecedores dos
componentes.

A avaliação de risco do equipamento é feita através de um estudo entre a


situação atual da máquina e as normas de segurança, determinando se o
equipamento está em conformidade com as normas de segurança e se está
garantindo a integridade física dos operadores e pessoas que nela atuam.

 Como método quantitativo optou-se em utilizar a ISO 14121 – 1:2007 –


Safety of machinery – Risk assessment – Part 1: Principles; como
referência , mais especificamente o método de análise de risco do HRN
(Hazard Rating Number), um método que inicialmente avalia o
equipamento sem os dispositivos de segurança e após elaborada uma
nova avaliação simulando a implantação dos dispositivos de segurança.

O método HRN classifica o risco de insignificamente a aceitável e para ser


classificado algumas informações são levadas em conta , como:

 Probabilidade de ocorrência (PE)


 Frequência de exposição (FE)
 Graus de possíveis danos (GPD)
 Número de pessoas em expostas ao risco (NP)

Para cada item é atribuído um valor conforme Tabelas 1 a 4.

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Tabela 1- Probabilidade de Ocorrência - PE

0,033 Quase impossível


1 Altamente improvável
1,5 Improvável
2 Possível
5 Alguma chance
8 Provável
10 Muito provável
15 Certo

Tabela 2- Frequência de Exposição - FE

0,5 Anualmente
1 Mensalmente
1,5 Semanalmente
2,5 Diariamente
4 Em termos de hora
5 Constantemente

Tabela 3- Grau Possível de danos- GPD

0,1 Arranhão/ contusão leve


0,5 Dilaceração/doenças moderadas
2 Fratura/ enfermidade leve
4 Fratura/ enfermidade grave
6 Perda de um membro/ um olho
10 Perda de dois membros/olhos
15 Fatalidade

Tabela 4 – Número de pessoas expostas – NP

1 1-2 pessoas
2 3-7 pessoas
4 8-15 pessoas
8 16-50 pessoas
12 Mais que 50 pessoas

Após serem determinados os números de cada fator, o seguinte cálculo deve,


ser elaborado para se classificar o grau de risco.

HRN = (PE x FE x GPD x NP)

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O resultado do cálculo e comparado com a Tabela 5, que determina o grau de
risco do equipamento.

GRAU DE RISCO DO EQUIPAMENTO

HRN Risco Classificação


0-5 Insignificante Oferece um risco muito baixo para a
segurança e a saúde
5-50 Baixo,porem Contem riscos necessários para a
significativo implantação de medidas de controle e de
segurança
50-500 Alto Oferece possíveis riscos, necessitam que
sejam utilizadas medidas de controle de
segurança urgente
+ de 500 Inaceitável E inaceitável manter a operação do
equipamento na situação que se encontra

6. Metodologia de seleção da categoria de segurança

Utilizando-se a metodologia de análise de risco da NBR 14153/2013 – anexo B,


é possível selecionar a categoria de segurança, conforme exposto abaixo.

Guia para seleção da categoria de segurança da máquina – NBR14153- anexo B

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Classes de Segurança

B equipamento projetado segundo princípios básicos dirigidos a


confiabilidade.

1 Projeto baseado em princípios e componentes bem conhecidos.


2 Integridade do sistema baseado em teste periódico. Falha deve ser
detectada na próxima verificação.
3 Projeto baseado em componentes e princípios bem testados. Acúmulo
de falhas não detectadas pode conduzir a perda de segurança
4 Projeto baseado em componentes e princípios bem testados. Acúmulo
de falhas não detectadas jamais conduz a perda de segurança.

Fazendo-se uma correlação entre a pontuação obtida, para cada ponto de risco
através da metodologia HRN e a classificação da categoria de segurança de
acordo com NBR14153:2013, pode-se estimar como Categoria 2 para aceitável
e muito baixa; Categoria 3 para baixo e significante; categoria 4 para as demais
classificações, ou seja, de alto até inaceitável.

Na analise consideramos devido ao risco eminente antes de adicionarmos os


itens de segurança a severidade S2 considerado ferimento sério, freqüência
continua F2 devido o tempo de exposição longo, possibilidade de evitar o
perigo P2 quase nunca possível após acionamento. A máquina foi considerado
como categoria 4.

Mesmo assim como prática de mercado, sugere-se a implementação de


categoria 4 para os sistemas de segurança, considerando o critério de
segurança como premissa principal e a maior confiabilidade do sistema de
segurança.

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Nota: Na presente análise, optou-se por uma questão de simplificação,
realizar a analise de riscos após a verificação das medidas de segurança
implantadas no equipamento, uma vez que, legalmente, o equipamento
deve atender a segurança do o NR-12 (Segurança no Trabalho em
Maquinas e Equipamentos).

7-Evidencias de componentes de segurança

12.38. As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança,
caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que
garante a proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores.

Cortina de luz com resolução de 25 ,


tempo de resposta de 14 ms está
instalada na parte frontal e cobre um a
distância de sensoriamento de 1200mm
até a área de risco.

Função da cortina – barreira de feixe de


luz, que com a passagem de qualquer
objeto ou trabalhador em modo de
operação interrompe os feixes de luz ,
acontecendo uma interferência no
sistema de segurança, vindo a desligar
as duas contactoras k1 e k2 do comando
de força , que esta em serie com relé
configurável e o motor para
automaticamente.

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12.38. As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir
sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e
dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à
integridade física dos trabalhadores.

Itens de segurança interligados


conforme categoria 4.

O relé de segurança categoria 4, monitora a cortina de luz, e os botões de


emergência. No painel possui um botão de rearme e a fonte de 24 volts

Botão de emergência – quando acionado


desliga totalmente o sistema de segurança,
a máquina para todos os movimentos e
desliga todos os motores
Botão de rearme– botão de reinicio do sistema de
segurança da máquina, ele ativa o sistema de
segurança se tudo estiver ok ( cortina de luz, chaves
de segurança, botão de emergência não e tiverem
acionados).

Chaves de manutenção-quando acionado elimina as interferência ( cortina, chaves de


segurança) e o sistema de segurança não atua, a máquina reduz somente a velocidade de
operação.

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Sinalização NR 12.34.
Devem ser adotadas, quando necessárias, medidas adicionais de
alerta, como sinal visual e dispositivos de telecomunicação,
considerando as características do processo produtivo e dos
trabalhadores.

Sinalização em vermelho- emergência ou alarme acionado,


máquina com interferência cortina de luz e/ou nas chaves de
segurança e/ou no botão de emergência

Sinalização em amarelo- modo de manutenção. Sistema de


segurança continua atuando.

Sinalização verde- sistema de segurança ativado em


funcionamento.

Sistema de Parada de Emergência:

A Calandra automática de tbs e perfis metálicos CTC100-3x possui uma


botoeira de emergência posicionada na parte frontal do quadro elétrico, no
suporte da proteção frontal próximo da cortina e no pedestal móvel da máquina
possibilitando a fácil operação em uma necessidade de parada imediata.

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Parada de Emergência – A Calandra automática de tbs e perfis metálicos
CTC100-3x possui um dispositivo de parada de emergência (Botoeira
Cogumelo com trava) de duplo canal com ruptura positiva (conforme IEC
60947-5-1:1992) monitorado por relé de segurança que garantem a efetividade
da parada no caso de necessidade de parada de emergência conforme e item
12.56 e 12.63 da NR12 de 25 de junho de 2015 e item 3.10 do Anexo VI da
NR12 de 25 de junho de 2015
Em caso de acionamento da parada de emergência, existe a necessidade de
destravar a botoeira e acionar o botão de RESET A Calandra automática de tbs
e perfis metálicos CTC100-3x Somente após esta operação é possível religar,
conforme item 4.1.11 da Norma ABNT NBR 13759:1996 e item 12.63 da NR12
de 25 de junho de 2015..
O botão de parada de emergência possui grau de proteção IP 65 e está
posicionado de forma a permitir fácil acesso, sem riscos e possui a cor
vermelha com uma superfície posterior aos mesmos na cor amarela.

O sistema de parada e emergência da Calandra automática de tbs e perfis


metálicos CTC100-3x está de acordo com o item 7.2.6 da Norma ABNT NBR
15735:2009, Norma ABNT NBR 13759:1996 e item 10.7 da IEC 60204-1:2005

Máquina possui placa de


identificação, com as seguintes
informações: tipo, modelo,
número de série, capacidade
(potência), mês e ano de
fabricação, código e peso.
Deverá ser acrescentado: CNPJ
e número registro no CREA

Quadro Elétrico:

O quadro de energia atende aos seguintes requisitos de segurança:


a) possui porta de acesso, mantida permanentemente fechada;
b) possui sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso
por pessoas não autorizadas, através de chave seccionadora que permite o
uso de bloqueio elétrico na posição “desligado”, a fim de impedir a
reenergização, e sinalização com cartão ou etiqueta de bloqueio contendo o
horário e a data do bloqueio, o motivo da manutenção e o nome do
responsável;
c) possui proteção e identificação dos circuitos.

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12.18. Os quadros de
energia das máquinas e
equipamentos devem
atender aos seguintes
requisitos mínimos de
segurança: a) possuir porta
de acesso, mantida
permanentemente
fechada; b) possuir
sinalização quanto ao
perigo de choque elétrico e
restrição de acesso por
pessoas não autorizadas;

8 . Grau de risco da máquina

Com base nos elementos de segurança implementados na máquina, pode se


considerar o seguinte score para os riscos.

PE =5
FE =2,5
GPD=4
NP =1

HRN= 50

Grau de risco baixo, porém significativo. Contém riscos necessários para a


implantação de medidas de controle e de segurança.
Risco relacionado, quando for realizar manutenção e não seguir os
procedimentos de segurança.

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9. Levantamento de ruído da máquina

Risco Ruído

Ruído Contínuo ou Intermitente

O ruído é um som indesejado, cuja intensidade é medida em decibéis (dB).


A escala de decibéis é logarítmica, de modo que um aumento no nível de som
de três decibéis representa um aumento da intensidade de ruído para o dobro.
Por exemplo, uma conversa normal pode atingir cerca de 65 dB e o nível
atingido por alguém a gritar será de cerca de 80 dB. A diferença em dB é
apenas de 15 valores, mas a pessoa que grita atinge uma intensidade 30 vezes
superior. A sensibilidade do ouvido humano em relação a diferentes
frequências também varia; por conseguinte, o volume ou intensidade do ruído
são normalmente medidos em decibéis com ponderação A (dB(A)). A
intensidade de um ruído não constitui o único fator que determina a sua
nocividade; a duração da exposição é também muito importante. Para
considerar este fator, são empregues níveis médios de som ponderados em
função da sua duração. No caso do ruído no trabalho, esta duração é
geralmente de um dia de trabalho de oito horas. ,

Possíveis danos á Saúde

Perda Auditiva,

Permitido
Nível Exposição
Posto de Trabalho Condição
Medido (h)
(h)

Calandra Automática Operando 66 dB(A) 1 8

A medição de ruído é realizado na área de expedição sem ruído de fundo da


produção.

Equipamento de Medição Técnica de Medição

Decibelímetro Instrutherm DEC 490 Instantânea

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10. Orientações complementares.

Segue orientações gerais, que devem ser observadas, algumas delas inseridas
no manual da máquina:

 Expressamente proibido realizar operação com empregado na área de


risco (adentrando a perímetro de grade).
 Considerando que o acesso à área de risco é necessário (ex.
manutenção), inserir no manual, orientação para não subir na máquina,
sem dispositivo adequado de segurança e adesivo com orientações
fixadas na máquina.
 O manual de instruções deve prescrever verificações regulares dos
dispositivos de aviso ou de alerta.
 Não devem ser utilizados meios de sinalização ou avisos significando
simplesmente “perigo”. È conveniente a utilização de pictogramas
facilmente compreensíveis em vez de avisos escritos.
 Prever instruções para a ligação da máquina às fontes de energia (em
especial no que diz respeito à proteção contra as sobrecargas elétricas).
 Informar dados relativos ao ruído produzido pela máquina.
 Indicações relativa à utilização da máquina. Por exemplo: funções dos
comandos; instruções para a regulagem e ajuste; modos e meios de
parada (em especial para a parada de emergência); informações sobre
os modos de utilização proibidos
 Instruções relativas aos equipamentos de proteção individual ( proteção
auditiva, sapato de segurança, luvas, óculos, etc.), assim como relativas
à formação e ao treinamento para utilização e guarda dos EPI.
 Indicações para manutenção, em relação a periodicidade das inspeções
preventivas e corretivas, instruções relativas às intervenções de
manutenção para as quais são necessários conhecimentos técnicos ou
competências especiais; desenhos e esquemas que permitem os
 Indicações para as situações de emergência, como equipamento de
combate a incêndios que pode ser utilizado.

11.Considerações Finais

O equipamento só deve ser operado por trabalhadores treinados;

Utilizar Equipamentos de Proteção Individual – EPI conforme o risco e níveis


quantitativos e qualitativos do ambiente de trabalho conforme PPRA, uma vez
que este equipamento encontra-se inserido em parque industrial;

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Elaboração de Ordem de Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho,
conforme NR-1 disposições gerais da portaria 3214 de 08 julho de 1978

Controles médicos de saúde, conforme NR-7- Programa de Controle Médico


de Saúde Ocupacional – PCMSO

O usuário deverá elaborar procedimentos internos de segurança, compatíveis


com a NR-12 para possibilitar a realização de manutenções preventivas e
corretivas de forma segura, tais como : check list, monitoramento passo a
passo e sinalização adicional de advertência em pontos visíveis do
equipamento.

12. Conclusão geral.

A Calandra automática de tbs e perfis metálicos CTC100-3x Serial 52543


esta em conformidade com as especificações exigidas pela Norma
regulamentadora NR12 da portaria 3214/1978 e esta segura para realizar
as operações produtivas.

Glossário

Categoria: classificação das partes de um sistema de comando relacionadas à


segurança, com respeito à sua resistência a defeitos e seu subsequente
comportamento na condição de defeito, que é alcançada pela combinação e
interligação das partes e/ou por sua confiabilidade.

Falha segura: o princípio de falha segura requer que um sistema entre em


estado seguro, quando ocorrer falha de um componente relevante à segurança.

Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a


máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o
tempo de utilização máquina.

Interface de segurança: dispositivo responsável por realizar o monitoramento,


verificando a interligação, posição e funcionamento de outros dispositivos do
sistema, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de
segurança, como relés de segurança, controladores configuráveis de
segurança e CLP de segurança.

Proteção fixa: deve ser mantida em sua posição de maneira permanente ou


por meio de elementos de fixação que só permitam sua remoção ou abertura
com o uso de ferramentas específicas.

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Proteção fixa distante: proteção que não cobre completamente a zona de
perigo, mas que impede ou reduz o acesso em razão de suas dimensões e sua
distância em relação a zona de perigo, como, por exemplo, grade de perímetro
ou proteção em túnel.

Proteção móvel: que pode ser aberta sem o uso de ferramentas, geralmente
ligada por elementos mecânicos à estrutura da máquina ou a um elemento fixo
próximo, e deve se associar a dispositivo de intertravamento.

Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador


opera a máquina.

Posto de trabalho: qualquer local de máquinas e equipamentos em que seja


requerida a intervenção do trabalhador.

Claudemir de Oliveira
Assinado digitalmente por CLAUDEMIR DE OLIVEIRA:57487944034

CLAUDEMIR DE DN: C=BR, O=ICP-Brasil, OU=Secretaria da Receita Federal do Brasil -


RFB, OU=RFB e-CPF A1, OU=(EM BRANCO), OU=Autenticado por AR
Certifica, CN=CLAUDEMIR DE OLIVEIRA:57487944034

OLIVEIRA:57487944034 Razão: Eu sou o autor deste documento


Localização:
Data: 2016-11-02 10:47:47

Eng° mecânico e de Segurança do Trabalho


CREA/RS 089988

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