Faculdade Anhanguera – Facnet Taguatinga Prof: Washington Curso: 1º semestre de engenharia elétrica Turma: B

ATPS De Física
Nome RA

defesabr. Faça uma leitura do texto em: http://www. o SARA pretende ser uma plataforma industrial orbital para a qualificação de componentes. materiais.1. VEÍCULOS HIPERSÔNICOS Outro objetivo do projeto SARA é o desenvolvimento de estruturas que possam suportar o severo ambiente de reentrada na atmosfera terrestre sem serem destruídos pelo calor. combustão e fármacos. . a cerca de 300 km de altitude. É por isso que ele trabalha em sinergia com o projeto do veículo hipersônico 14-X. No futuro. No futuro. tais como biologia. 3. PROJETO SARA Imagine um laboratório espacial reutilizável para realizar experiências em um ambiente de gravidade reduzida (microgravidade). Realize a conversão da altura máxima 300KM (apogeu) baseado nas informações acima para a unidade pés: 2. materiais especiais e equipamentos espaciais. que sirva para desenvolver tecnologias de aviões hipersônicos e que seja inteiramente feito no Brasil. entre outros. em São José dos Campos (SP). O SARA tem como objetivo o desenvolvimento de uma plataforma orbital para a realização de experimentos em ambiente de microgravidade. Realmente. o equipamento abrirá novas possibilidades na realização de projetos de pesquisa e desenvolvimento nas mais diversas áreas e especialidades.htm O PROJETO SARA objetiva termos uma plataforma orbital para a realização de experimentos em ambiente de microgravidade.com/Tecno/tecno_SARA. biotecnologia. Será a 100Km da cidade de Parnaíba. mas é muito complexo. O objetivo a longo prazo é avançar para a nova geração de veículos de reentrada e para as AERONAVES HIPERSÔNICAS. pode parecer mesmo um projeto pequeno. Segundo informações do projeto amerissagem na água. medicina. Faça a conversão da distância para milhas náuticas. Este é o projeto SARA – Satélite de Reentrada Atmosférica – um satélite de pesquisas que está em desenvolvimento no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). por um período máximo de dez dias. destinada a operar em órbita baixa. Mas ainda visa desenvolver estruturas que possam suportar o severo ambiente de reentrada na atmosfera terrestre sem serem destruídos pelo calor. por técnicos brasileiros.

Tanto o Sara como o Shefex visam o desenvolvimento de tecnologias para a criação de aeronaves e veículos hipersônicos através da análise da reentrada de veículos espaciais na atmosfera terrestre. Dados revelados pelos europeus dão conta de que as taxas de falha neste sistema podem chegar a 20%. componentes e equipamentos deste sistema estão sendo sistematicamente investigados e seus desempenhos avaliados. RECUPERAÇÃO DAS NAVES No primeiro veículo do programa. Parte da tecnologia a ser empregada nos próximos veículos SARA já está em desenvolvimento: a plataforma para controle de atitude será a desenvolvida pelo projeto SIA (Sensores Inerciais Aeroespaciais). enquanto a capacidade de modelar o ambiente aerotermodinâmico e sua averiguação em túnel (Mach 7 a 25) correm em conjunto com o projeto do veículo hipersônico 14-X do Instituto de Estudos Avançados (IEAv). quando a plataforma deverá estar pronta para o lançamento. As maiores dificuldades até agora envolvem exatamente o desenvolvimento do sistema de recuperação. Deverão voar como experimentos na plataforma Shefex 2. A maneira que o projeto encontrou de reverter esta expectativa foi a de investir em ensaios funcionais. Essas etapas são necessárias para desenvolver e aprimorar cada tecnologia do projeto. serão desenvolvidas as tecnologias de eletrônica embarcada. A sequência adotada é semelhante à do programa alemão Shefex (Sharp Edge Experiment). os materiais para alta temperatura estão sendo testados pela Divisão de Materiais do IAE.Para isto. do módulo para a realização de experimentos e do sistema de recuperação através de paraquedas. MUITAS SARAS Os demais veículos do programa são o SARA Suborbital 2. A equipe não tem receio em repetir ensaios caso ache que valha a pena. O cronograma do SARA Suborbital previa o término do projeto detalhado para o final de 2009 e a qualificação em 2010. os quatro veículos que compõem o programa – dois suborbitais e dois orbitais – deverão fazer avanços progressivos para que o país adquira o conhecimento necessário para o desenvolvimento da tecnologia. para verificar a capacidade de controle e o ambiente tanto em órbita como na reentrada e. outro núcleo de pesquisa do DCTA. o SARA Orbital. . Todos os eventos. destinado a implementar o controle de atitude em voo e o motor de indução de reentrada. o SARA Suborbital. destinado à pesquisa de formas aerodinâmicas para a reentrada de veículos espaciais em regime hipersônico. por fim. segundo afirmou um pesquisador. que qualificará o sistema de proteção térmica reutilizável. o SARA Orbital 2.

pois conta com fatores que superam obstáculos: o entusiasmo e a determinação. Ao mesmo tempo. Segundo informações. PLATAFORMA INDUSTRIAL ORBITAL No futuro. a operação de resgate será coordenada a partir da cidade de Parnaíba. o que abre interessantes chances de negócios no Brasil e no exterior. sendo a metade 50Km a uma velocidade de 300Km/h . com novas técnicas de gestão e uma nova aproximação da industrial nacional. Suponha que um avião decole do aeroporto de Parnáiba e realize uma viagem em duas etapas. 4. É um projeto pequeno. o SARA pretende ser uma plataforma industrial orbital para a qualificação de componentes e equipamentos espaciais a um baixo custo.Modelo de 80 cm do 14X Hipersônico em ensaio de vento no T3. pois os recursos financeiros e humanos do Brasil ainda são considerados limitados. porém muito complexo. Outras aplicações estão relacionadas com as pesquisas para a 2ª geração de veículos lançadores reutilizáveis (a 1ª foram os ônibus espaciais da NASA. permitirão que o país se mantenha conectado com uma nova geração de veículos de reentrada. (Foto FAB) Criar as sinergias necessárias para o desenvolvimento é uma estratégia clara do projeto. como o carbono/carbeto de silício. e o ônibus russo Buran) e com a tecnologia a ser empregada em aeronaves hipersônicas. e da capacidade de modelar os fenômenos físicos. o SARA vem aperfeiçoando a forma do IAE conduzir projetos. a 100Km do local da amerissagem. os desenvolvimentos em curso de materiais especiais. Na prática. afinal. mas não tem receio de procurá-las. A equipe do projeto não tem todas as respostas. além de realizar pesquisas científicas em microgravidade.

calcule a diferença de tempo gasto pelo avião helicóptero. 5. Supondo que ele tenha partido da cidade de Parnaíba. Um avião de patrulha marítimo P-95 Bandeirulha. Determine a velocidade em todo trecho. . supondo que ele decole de Parnaíba distante 100Km do ponto de impacto.IROQUOIS desenvolve uma velocidade de 200Km/h.e a segunda metade a 400Km/h. fabricado pela EMBRAER. pode desenvolver uma velocidade média de 400Km/h. Esse helicóptero UH-1H. Calcule o tempo gasto por ele para chegar ao ponto de amerissagem. Um helicóptero de apoio será utilizado na missão para monitorar o resgate. 6.

Considerendo esse sinal viajando a velocidade da luz. atingirá uma velocidade média de Mach9. Calcule a aceleração adquirida pelo SARA SUBORBITAL na trajetória de reentrada na atmosfera.000km 8. No momento da amerissagem. onde o satélite percorre 288Km aumentando sua velocidade da máxima atingida na subida calculada no passo anterior para mach 25 ou vinte e cinco vezes a velocidade do som. que é captado por sensores localizados em três pontos mostrados na tabela. o satélite envia um sinal elétrico. ou seja nove vezes a velocidade do som.8 m/s². determine o tempo gasto para ser captado nas localidade mostradas na tabela. Calcule a velocidade final pelo Sara Suborbital. Considere seu movimento um MUV 9. .7. Compare a aceleração da gravidade cujo valor é 9. Cidade Alcântara Parnaíba São José dos Campos Ponto de impacto 338 km 100km 3. partindo do repouso até a sua altura máxima de 300Km.

10. . Determine o tempo gasto nesse trajeto de reentrada adotando os dados do passo 2.

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