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KEVIN SHIRLEY: “A CHAVE DO SUCESSO DO IRON MAIDEN É ACREDITAR NO QUE FAZEM” « Imprensa Rocker

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KEVIN SHIRLEY: “A CHAVE DO SUCESSO DO
IRON MAIDEN É ACREDITAR NO QUE FAZEM”
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Sugerido por: Marcela


Fonte: Guitar Edge

O relacionamento profissional do produtor Kevin Shirley com o Iron Maiden começou


há mais de uma década. Desde então ele tem trabalhado junto com a banda nos
projetos de estúdio, álbuns ao vivo, remixagens, e juntando-se a eles novamente no
lançamento mais novo, “The Final Frontier”.

Houveram mudanças na formação do Maiden e nas técnicas de gravações ao longo


dos anos, mas o método no qual Kevin Shirley e as lendas do Heavy Metal fazem
discos, enquanto diferente de algumas formas, nunca perdeu seu groove alto e com
clima de hino. A “Guitar Edge” conversou recentemente com Kevin Shirley para saber
um pouco mais sobre como ele captura o som clássico do Maiden, e como tem sido
trabalhar uma das bandas mais bem sucedidas, amadas e duradouras do gênero.

Quando o trabalho no “The Final Frontier” começou? Você esteve com a banda para a
pré-produção?
A banda se reuniu em Paris no fim de 2009 para compor e se preparar para este
álbum. Começos a trabalhar em janeiro de 2010 no “Compass Studios”, nas Bahamas,
e ficamos lá por seis semanas gravando o disco – toda a bateria, baixo, guitarras e
muitos bons takes dos vocais, que acabamos utilizando muito. Então nos mudando

http://imprensarocker.wordpress.com/2010/10/02/kevin-shirley-“a-chave-do-sucesso-do-iron-maiden-e-acreditar-no-que-fazem”/[04/10/2010 01:02:45]
KEVIN SHIRLEY: “A CHAVE DO SUCESSO DO IRON MAIDEN É ACREDITAR NO QUE FAZEM” « Imprensa Rocker

para o meu estúdio particular, “The Cave”, em Malibu, onde passamos mais um mês
completando os vocais e mixando o álbum.

De que forma o seu relacionamento profissional com o Iron Maiden mudou ao longo
dos anos?
Onze anos agora, uau! “Brave New World”, “Rock in Rio”, “Dance of Death”, “A Matter
of Life and Death”, “Flight 666”, as remixagens do “Live After Death” e do “Maiden
England”, alguns materiais não lançados e agora o “The Final Frontier” – o que é isso?
Cerca de oito ou nove álbuns?

Bem, o relacionamento profissional mudou. Eu acho que Steve (Harris), que é meio o
macho alfa na banda, costumava ser bem paranóico a respeito de tudo nos discos,
mas ele está confiando bem mais nos dias atuais. Ele não sente que precisa se
preocupar com tudo e que precisa estar lá o tempo todo. Ele gosta de onde nós
chegamos.

Você pode acabar confortável demais neste relacionamento? É difícil desafiar músicos
que você conhece tão bem?
Não, não é. Nunca é tão confortável. Estes caras estão se pressionando o tempo todo.
Adrian (Smith) se desafia sempre, Bruce (Dickinson) está sempre se pressionando,
todos estão!

Nos fale das ala do estúdio no “Compass Studios”. Qual sua configuração de estúdio?
O “Compass Studios” basicamente é uma grande sala inundada de história. O AC/DC
gravou o “Back in Black” lá, e todo mundo, inclusive os Rolling Stones, gravou lá,
assim como o Iron Maiden no passado. É uma sala bem básica e não tem, realmente,
um som distinto, o que é bom. Algumas salas têm um som e isto se torna uma
característica das faixas, mas o “Compass” é bem neutro. Colocamos a bateria na sala
principal, e então os guitarristas e seus cabeçotes conectados por cabos de alta
qualidade num estúdio adjacente, e o equipamento de baixo de Steve numa sala com
seu cabeçote num escritório ao lado.

Como sua abordagem de gravar guitarras mudou, desde o advento da tecnologia de


D.A.W.s (Digital Áudio Workstation), modeling, plugins, etc?
Não mudou. São guitarras de verdade e amplificadores de verdade, gravados com
microfones.

O que é similar ou diferente na forma em que Adrian, Dave (Murray) e Janick (Gers)
gravam, e como isto é baseado no seus estilos individuais e abordagens da guitarra?
As gravações são basicamente iguais – como em todo instrumento. Fazer soar como
o músico quer, colocar um bom microfone na frente e gravar. O estilo vem dos
músicos.

Quais são os desafios de gravar uma banda de três guitarristas?


É tudo parte do trabalho. É bem mais difícil gravar três guitarras distorcidas do que
gravar duas. E quando você adiciona o baixo de Steve, que tem as muitas das
características de médio de uma guitarra distorcida, o desafio em busca de claridade
para cada instrumento se torna bem assustador. Mas este é o trabalho. Você apenas
vai lá e faz.

“The Final Frontier” está se provando ser um dos álbuns mais bem sucedidos da
banda. Tendo sido parte integral do som dele através várias fases da carreira deles,
você credita a popularidade da banda a o quê? O som deles tem se mantido
consistente ao longo dos anos. Esta é a chave para o sucesso e longevidade deles?
Não, a chave para o sucesso deles é acreditar no que fazem, recusando-se a fazer
concessões às filosofias das corporações, sem se deixarem levar por gostos bizarros
e modas – e entregando 110% todas as vezes que fazem algo. E não estou puxando o
saco, é apenas a verdade!

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KEVIN SHIRLEY: “A CHAVE DO SUCESSO DO IRON MAIDEN É ACREDITAR NO QUE FAZEM” « Imprensa Rocker

Informação
Data : 2 02UTC outubro 02UTC 2010
Etiquetas: rock, heavy metal, rockstar, imprensa rocker, iron maiden, steve
harris, entrevista, the final frontier, kevin shirley, janick gers, bruce
dickinson, dave murray, nicko mcbrain, adrian smith, compass point,
guitar edge
Categorias : Sem categoria

4 respostas

Gustavo Cavalcante (22:40:59) : 2


10
2010
É parece q ninguem mais fala do TFF por aqui né!, quando este foi
lançado foi o maior estardalhaço aqui no blog. Até parece q este
álbum
foi como um isqueiro – só ficou acesso por um tempo, mas… depois
acabou o gás e apagou de vez, rs…

Responder

Gabriel Gonçalves (23:24:21) : 2


10
2010
Fala, Gustavão! Isto é normal, velho. Quando um álbum é lançado,
todo comenta por se tratar de um trabalho novo. Após algum
tempo, quando tudo que tinha que ser dito já foi dito, os
comentários diminuem. Abração, meu velho!

Responder

Gustavo Cavalcante (02:18:36) : 3


10
2010
É!, eu sei, mas… em se tratando de um novo disco do Iron
Maiden a
coisa deveria ir um pouco mais adiante, não acha?, rs… mais e
voce
está ouvindo TFF ainda?

Gabriel Gonçalves (14:16:55) : 3


10
2010
Fala, Gustavão. Bicho, eu até acho que o assunto rendeu
bastante. E sim, continua escutando o “Final Frontier”.

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