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Índice
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Introdução
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TEXTO 1
A TURMA DE FILOSOFIA COMO LABORATÓRIO CONCEPTUAL

Nossa proposta metodológica parte da consideração da classe concreta de filosofia como


laboratório que implica uma série de consequências importantes acima de tudo, uma maneira
determinada de entender o trabalho didáctico. Para compreender melhor o que queremos dizer ao
propor que o tipo de filosofia seja considerado como um laboratório conceptual, pode ser
interessante comparar diferentes formas de entender o trabalho para executar em uma
determinada classe, tal comparação torna suficientemente claro os elementos mas importantes da
nossa ideia.
Compreendemos por classe de filosofia tempo dedicado ao trabalho com os seus alunos e que, na
maioria das vezes, esta dividida no decorrer da semanada acordo com cronograma do ano lectivo
mas ao mesmo tempo, a classe de filosofia é o lugar onde uma série de actividades são realizadas.
Acreditamos que é interessante separar os dois elementos fim de fazer uma análise coerente e
poder unifica-los mas tarde como pretendemos fazer. O ideal seria unificar ambos os elementos,
para que o tipo de filosofia pudesse ser desenvolvido durante um amplo conjunto de horas sem
expressões, e que ele poderia ter um certo lugar para sempre dar-lhe o tipo de filosofia.
Felizmente, isso nem sempre e possível, e a realidade diária que enfrentamos é a de um
cronograma em parcelas e de alguns lugares que também estão espalhados no centro de ensino.
Muitas vozes, da classe, num sentido que tem esse termo na actual organização do bacharelado,
têm um significado concreto de um tempo definido para preencher, em que os alunos e
professores devem realizar uma série de tarefa: a classe é sempre um momento temporário onde o
trabalho de um assunto concreto é realizado. No entanto, se considerarmos esta situação de ponto
de vista do aluno, o resultado pode ser muito grave: durante ʺaulasʺ, o aluno esta sujeito a
diferentes actividades especificados ou bombardeio ʺ que não considera como uma unidade ou
um conjunto organizado. A aula para o aluno se torna um tipo de teatro no palco do qual se
desenvolvem uma série de actividades ou cenas que são representadas por diferentes atores
(professores). Os diferentes assuntos se tornam mundos diferentes esta diferença é considerada
tão imutável que muitas vezes é difícil estabelecer comparação ou empregar técnicas de trabalho
comuns para diferentes assuntos. Esta circunstância implica toda uma série de problemas
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pedagógicas, graves que vêm de uma concepção horária e falsamente e especializado do ensino;
problemas que têm sua repercussão no funcionamento de uma espécie de filosofia.
A concepção tradicional de uma classe, (embora a estrutura do mesmo tenha sido modernizada
pelo uso superficial de praticas activas e novidades didácticos, mas não foi aprofundado),
considerado apenas como uma hora de trabalho, tem implicações particularmente graves no caso
da filosofia. A filosofia será considerada como uma classe mais do programa de um curso,
perfeitamente delimitado e separado dos outros assuntos que o estudante estuda e que, portanto,
deve ter um conteúdo e procedimentos próprios. Uma das consequências mais óbvias de tal
concepção será preencher classe da filosofia com conteúdos específicos que deve atender os
outros assuntos e realizar uma actividade peculiar apenas no campo da filosofia. As vezes,
acontece que a classe de filosofia é uma espécie de sujeito secundário com enorme complexo de
inferioridade nas costas. Um complexo que, evidentemente, não consigo reconhecer e, menos
anunciar aos alunos, quem, acostumados a conteúdos específicos e programas altamente
estruturados, eles acabariam por estar desorientados diante de um assunto tão diferente dos
outros. Evidentemente, uma discussão sobre o tema que pretendemos envolver abordaremos em
profundidade a questão da substancialidade da filosofia em relação a outras áreas do
conhecimento, e o tema das frentes de interdisciplinaridade é uma pequena especialização do
conhecimento. Ambos os temas são fundamentais, mas não podemos trata-los aqui como eles
merecem. Mantivemos uma certa especificidade metodológica características da filosofia, como
uma actividade reflexiva de segundo grau que sempre leva em consideração o que foi criado em
outros ramos do conhecimento e actividade humana, e a necessidade de reivindicar uma área
comum em que as diferentes especialidades do conhecimento são encontradas quando são
direccionadas para a resolução de determinados problemas.
Em frente á concepção tradicional da classe de filosofia, propomos conceber isso como um
laboratório. Pensamos que isso oferece um conjunto sugestivo de possibilidades para poder
transformar o conceito tradicional de uma classe e nos permite apresentar, conheça, as
características essenciais da nossa proposta de trabalho. Um laboratório é um lugar específico,
onde o tempo é gasto fazendo uma série de actividades. Note-se que tomamos o conceito de um
laboratório do campo da pesquisa científica (que é a área onde nasceu), mesmo quando vamos
transforma-lo. Desta forma, podemos dizer que um laboratório é um determinado local, onde
certas experienciam são realizadas, determinadas abordagens metodológicas são desenvolvidas e
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diferentes hipóteses são testadas. E, juntamente com as experiencias, a metodologia e as técnicas


especializadas são toda uma série de processos cognitivos importantes, corroboração, explicação
e invenção. Com um pouco mais de precisão em nossa concepção de laboratório, podemos
afirmar que:
 Um laboratório é, acima de tudo, uma área e um lugar de pesquisa, onde os aspectos
fundamentais da metodologia científica e dos processos cognitivos que a constituem são
colocados em prática.
 Em um laboratório trabalhamos, fundamentalmente, com problemas determinados, o que
se destina a ser resolvido ou se destina a ser processado de forma adequada para que
possam ser resolvidos. O trabalho com problemas e a especificidade do mesmo, qualifica
a mesma noção de laboratório.
 Em um laboratório são utilizadas diferentes técnicas e uma metodologia determinada, o
que geralmente é encontrado dentro de uma tradição teórica específica.
 No laboratório, diferentes experimentos são desenvolvidos continuamente para resolver
certos problemas.
 O trabalho de laboratório esta longe de ser um trabalho mecânico em que os problemas
são resolvidos mecanicamente. É verdade que, às vezes é necessário repetir medições,
descrições, experimentos, etc. Mas o conjunto de actividades realizadas em um
laboratório é extraordinariamente rico. Particularmente importante entre essas actividades
é o surgimento de novos problemas, a criação de novos problemas às vezes é mais
importante do que a mera solução de certos problemas e abre novas perspectivas de
pesquisa.
 Em um laboratório são seguidas certas rotinas, já aceita pela comunidade de cientistas,
que muitas vezes são aceitos sem críticas; em outras palavras, em um laboratório faz parte
de toda uma tradição histórica de pesquisa, através dos quais eles participam de atitudes
conceitua e modos de comportamento. Este elemento é de grande importância e às vezes
tem repercussões negativas sobre o progresso de uma determinada pesquisa.
 Em um laboratório, os problemas devem ser resolvidos, às vezes, usando técnicas de
diferentes especialidades científicas. O importante é sempre atender aos problemas que
estão sendo investigados e não ser limitados, para resolve-lo para o campo de
especialização. O exemplo da pesquisa contemporânea, especialmente nas ciências mas
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avançadas (física, bioquímica, teoria da comunicação, etc.) é suficientemente ilustrativo


para confirmar esse recurso. E isso demonstra o poder da interdisciplinaridade e, ao
mesmo tempo, seus servidores, caso as transferências irreversíveis de especialidade ou
métodos sejam feitas, ou os limites de diferentes áreas problemáticas não foram preços
limitados.
Se fizermos uma comparação entre nossa ideia de laboratório e o tipo de filosofia, não parece
necessário insistir muito para alertar que:
1. Uma classe de filosofia é, ao mesmo tempo, um lugar e tempo definido, nunca é um lugar
e tempo separados, onde uma actividade é realizado e só existe, tal tipo de filosofia,
assim que essa actividade for realizada.
2. Na classe de filosofia, concebido com laboratório, uma investigação é realizada que
nunca pode ser reduzida a mera passividade. A actividade de pesquisa é o que constitui o
tipo de filosofia como tal: só haverá uma espécie de filosofia na medida em que uma
determinada pesquisa esteja sendo feita.
3. Em uma aula de filosofia, o centro das atenções devem constituir um conjunto de
problemas e a perspectiva da sua solução. O problema será o fio da mesma classe, e ao
seu redor estão estruturadas as actividades relevantes, como em um laboratório.
4. Na classe de filosofia devem ser tratadas informações especializadas adequadas para o
tratamento de problemas levantados com certo nível de sucesso; ou, pelo menos, para que
os problemas sejam tratados com rigor suficiente, como muitas vezes acontece em um
laboratório, os problemas não podem ser resolvidos mecanicamente e existe uma relação
biunívoca entre resolução de problemas e informações.
5. Um dos temas centrais que estruturam a classe de filosofia, concebido como um
laboratório, será a realização de experimentos (o seu design), com as implicações que
isso implica.
6. A classe da filosofia terá muito em mente a tradição filosófica e a maneira pela qual os
problemas e soluções semelhantes às realizadas na classe foram tratados e resolvidos na
tradição filosófica. Isso não deve supor que a consideração da tradição filosófica se torne
servidão que não permita fazer novas abordagens, mas deve ter em conta a tradição da
filosofia académica, o que permite seu conhecimento em uma certa profundidade e, ao
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mesmo tempo, a possibilidade de fazer críticas conceituais de um certo rigor a essa


tradição.
7. Na consideração de uma aula como laboratório, será necessária uma abordagem
interdisciplinar. Tal abordagem será exigida pela natureza e dificuldade dos problemas
considerados; no entanto, deve ser dada especial ênfase aos problemas de demarcação
das diferentes disciplinas utilizadas nesta abordagem e na análise dos perigos de uma
mistura rigorosa e de diferentes áreas do conhecimento.
Uma vez realidade uma tradução do conceito de laboratório para classe de filosofia, podemos
determinar como combinam alguns aspectos que pareciam fixados na concepção tradicional de
uma classe de fios como sujeito a ser ensinado em um determinado tempo.
A classe de filosofia tornou-se um laboratório em uma área especial que existe em função de uma
determinada tarefa que será realizada: Não é mais apenas um certo lugar e tempo determinado,
mas um ambiente peculiar que possibilita uma determinada forma de trabalho e que é construído
pelo mesmo trabalho que é realizado na classe da filosofia. As informações especializadas, o que
é necessário em qualquer curso, já não são concebidas como algo que deve ser recebido
mecanicamente e passivamente (e que será reproduzida, em formas diferentes em papel no
momento da "prova"), mas como informação que será posta em prática (curto ou longo prazo) e
que é sempre parti de um projecto dinâmico: este elemento transforma seriamente a concepção do
processo de transmissão da informação e a função do mesmo. Em uma classe de filosofia
concebida como um laboratório, a actividade é considerada algo necessário e não como algo
adicional (para que o aluno não esteja entediado); o aluno é a classe como um todo estará
envolvido em um constante processo de investigação, o que oferece o padrão fundamental de
trabalho feito na sala de aula. Ao mesmo tempo, centrar a atenção em uma série de problemas
requerer a implementação de uma ampla gama de mecanismos racionais que não são
adequadamente abordados: o aluno procura obter informações sobre isso e expandirá a
informação recebida (como em qualquer processo de pesquisa), formulando novos problemas, em
vez de repetir mecanicamente um conjunto de soluções. Ao considerar certos problemas, o aluno
deve contribuir com o conhecimento que adquiriu em outros assuntos diferentes do seu próprio
programa de estudos: um determinado problema pode ser analisado de diferentes pontos de vista
e de idiomas especializados (que são, na verdade, as diferentes disciplinas). Finalmente, parece
óbvio reconhecer que o aluno se tornará um pesquisador; só como pesquisador pode ser um
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estudante de um curso de filosofia; e somente pesquisador, o aluno entrará em contacto com


certas técnicas, um conjunto de informações especializadas e uma tradição típica de filosofia
tradicional.
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1. Interpretação e Compreensão do Texto

1.1. A Turma de Filosofia como Laboratório Conceptual


A metodologia que se pretende a turma de filosofia como laboratório conceptual toma como
ponto de partida a situação concreta das classes de filosofia. Compreendemos por classe de
filosofia tempo dedicado ao trabalho com os seus alunos e que, na maioria das vezes, esta
dividida por semana isso de acordo com o cronograma do ano lectivo. Mas ao mesmo tempo, a
classe de filosofia é o lugar onde uma série de actividades são realizadas (Marnoto; p.).

Onde procura-se realizar uma investigação que se compele aos alunos assumirem uma atitude de
criação de descoberta, possibilitadora da interpretação da experiencia. Empreende-se uma luta
contra a apropriação imitativa e declamatória do pensamento do outrem. Considera-se desta
forma que as aulas podem assumir-se como um local de investigação em que se trabalhe com
problemas determinados, convertendo-se num espaço de realizações de experiencias de colocação
de problemas, de criação de conceitos a partir de problemas encontrados, na medida em que a
aula deve acontecer não como mera transmissão hermética de conteúdos estrangeiros mas antes
como condição de possibilidade de compreensão da experiencia. Uma aula como laboratório
possibilitara a insinuação do filosófico como experiencia, não havendo filosofar separado do
viver concreto, dando ênfase a praxis filosófica (ibidem, p.)

Professores devem realizar uma série de tarefa: a classe é sempre um momento temporário onde o
trabalho de um assunto concreto é realizado. No entanto, se considerarmos esta situação de ponto
de vista do aluno, o resultado pode ser muito grave: durante ʺaulasʺ, o aluno esta sujeito a
diferentes actividades especificados ou bombardeio ʺ que não considera como uma unidade ou
um conjunto organizado. No entanto o professor deve ser capaz de trazer na sala de aula
actividades que estimulem ou incentivem os alunos atreves da leitura, análise de textos
filosóficos e de textos não filosófico, debates, discussões a partir de problemáticas que sejam do
seu interesse e lhes diga directamente respeito, de modo a evitar que a aula para o aluno se torna
um tipo de teatro no palco do qual se desenvolvem uma série de actividades ou cenas que são
representadas por diferentes atores (professores).
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Em frente á concepção tradicional da classe de filosofia, propomos conceber isso como um


laboratório nas seguintes perspectivas:
Um laboratório é uma área de pesquisa onde os processos cognitivos são colocados em prática;
em um laboratório fundamenta-se problemas a serem resolvidos; em um laboratório usa-se
técnica e métodos encontrados dentro da tradição específica; no laboratório diferentes
experimentos são desenvolvidos para resolver problemas. A classe da filosofia terá muito em
mente a tradição filosófica e a maneira pela qual os problemas e soluções semelhantes às
realizadas na classe foram tratados e resolvidos na tradição filosófica.
Isso não deve supor que a consideração da tradição filosófica se torne servidão que não permita
fazer novas abordagens, mas deve ter em conta a tradição da filosofia académica, o que permite
seu conhecimento em uma certa profundidade e, ao mesmo tempo, a possibilidade de fazer
críticas conceituais de um certo rigor a essa tradição (idbem, p.).

Uma vez realidade uma tradução do conceito de laboratório para classe de filosofia, podemos
determinar como combinam alguns aspectos que pareciam fixados na concepção tradicional de
uma classe de fios como sujeito a ser ensinado em um determinado tempo.
A classe de filosofia tornou-se um laboratório em uma área especial que existe em função de uma
determinada tarefa que será realizada: Não é mais apenas um certo lugar e tempo determinado,
mas um ambiente peculiar que possibilita uma determinada forma de trabalho e que é construído
pelo mesmo trabalho que é realizado na classe da filosofia. As informações especializadas, o que
é necessário em qualquer curso, já não são concebidas como algo que deve ser recebido
mecanicamente e passivamente (e que será reproduzida, em formas diferentes em papel no
momento da "prova"), mas como informação que será posta em prática (curto ou longo prazo) e
que é sempre parti de um projecto dinâmico: este elemento transforma seriamente a concepção do
processo de transmissão da informação e a função do mesmo. Em uma classe de filosofia
concebida como um laboratório, a actividade é considerada algo necessário e não como algo
adicional (para que o aluno não esteja entediado); o aluno é a classe como um todo estará
envolvido em um constante processo de investigação, o que oferece o padrão fundamental de
trabalho feito na sala de aula (opcite: p.).
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TEXTO 2
A «SIMULAÇÃO GNOSIOLÓGICA»
O primeiro elemento que deve ser levado em conta quando se considera a transformação da
classe em um laboratório conceitual é a "simulação Gnosiológica": a peculiaridade da classe de
filosofia está estruturada em torno dela. De fato, a "simulação Gnosiológica" é o princípio que
governa a transformação de uma classe convencional em laboratório.

Entendemos por "simulação Gnosiológica" uma imitação não mecânica de um modo de trabalho
Gnosiológica e de uma certa estrutura conceitual. Na aula de filosofia, pretende-se simular
filosoficamente o comportamento conceitual dos filósofos, como eles actuaram ao longo da
história da filosofia.

Uma caracterização similar da simulação Gnosiológica requer um grande número de precisões.


Vamos tentar uma precisão elementar. dos filósofos em seu modo de trabalhar. Ou seja, o aluno
(e, muito mais, o professor) deve recriar em sua própria maneira de trabalhar a filosofia como
aparece nos grandes modelos O significado da simulação Gnosiológica é múltiplo. Por meio dela,
a intenção é simular o comportamento da história do pensamento. No entanto, esta simulação
nunca é mecânica. Esta não é duplicar, de qualquer forma, uma série de padrão de
comportamento conceitual, mas de tomar, como ponto de partida, a imitação do comportamento
conceitual de um filósofo, a fim de trazê-lo para a Prática em uma aula de filosofia. A simulação
Gnosiológica é, na realidade, um ponto de partida para uma nova criação: ela nunca pode se
tornar auto-absorvida, como se fosse uma mera duplicação ou uma imitação estéril. Na aula de
filosofia, concebida como laboratório conceitual, desenvolve-se uma actividade semelhante à
desenvolvida por um filósofo quando ele está construindo pensamento. E para a simulação deste
processo de construção deve ser orientado os esforços fundamentais que são realizados em sala
de aula. O objecto da simulação é uma actividade Gnosiológica, e é realizado através da execução
de um processo Gnosiológica; Perceber esse duplo nível é importante: o processo Gnosiológica é
simulado por uma actividade que também é Gnosiológica. O conteúdo da aula de filosofia e o
trabalho de laboratório realizado nele é, na realidade, um processo de simulação. Em suma, o
aluno se comportará na aula como filósofo. «Simulando» a actividade conceitual de diferentes
modelos filosóficos.
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Vamos fazer algumas precisões em relação ao modelo (ou modelos) que se pretende simular, no
que diz respeito ao objecto da simulação Gnosiológica.

a) É importante relacionar o princípio da simulação Gnosiológica com a história da filosofia. É


precisamente na história da filosofia ocidental que se considera o conjunto de situações, métodos,
teorias, etc., que podem ser simulados em uma aula de filosofia. Isso significa que o professor
deve "ler" a história da filosofia a partir da perspectiva da simulação; a partir dessa história, você
pode tirar suas referências para simular os grandes modelos de comportamento filosófico.

b) Na história da filosofia, diferentes autores trabalham de acordo com diferentes modelos


conceituais; a diferença entre os filósofos procede, ordinariamente, da diferença entre a forma de
sua actividade filosófica e os fins que pretendem alcançar. No entanto, em um nível de estudo
inicial, o importante é decidir como os filósofos trabalham. Em uma aula de filosofia introdutória
não é tanto fazer uma leitura crítica da história da filosofia (incidindo sobre as diferenças precisas
entre o filósofo), mas para levá-la e modelos filosóficos ela demonstrou uma fonte de inspiração
para realizar simulação Gnosiológica.

c) Os modelos filosóficos presentes na história da filosofia devem ser considerados de maneira


dinâmica: trata-se de analisar como os filósofos trabalham conceitualmente. E não só para
conectar os resultados do seu trabalho. De fato, a atenção aos diferentes modelos conceituais que
aparecem na história na filosofia deve levar a uma atenção ao modo dinâmico de funcionamento
desses modelos. Para a classe de filosofia, não é tanto uma questão de uma descrição formal de
diferentes soluções para problemas ou de sistemas conceituais diferentes, mas uma descrição do
modo de trabalhar e desenvolvimento conceitual dos diferentes modelos. Interessante,
fundamentalmente, a consideração do desenvolvimento de um sistema filosófico, de um certo
pensador, da solução de um dado problema. É muito diferente de saber o que é a substância
aristotélica ideia Bloquear ou intuição kantiana analisar como esses pensadores têm vindo a
construir seu sistema e considerar tanto as abordagens que se formaram sua própria história
conceitual. Isso equivale a considerar a história do pensamento filosófico do ponto de vista
genético.

d) A história da filosofia é um enorme conjunto de teorias e abordagens conceituais; mas todos


eles prestam atenção somente àqueles que passaram para a consideração dos manuais e são
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entendidos como clássicos. Mesmo quando entramos em um nível introdutório, acreditamos que
é importante ter em mente que, em nossa consideração genética da história da filosofia, os autores
"menores" dessa história têm uma grande importância. Mesmo muitos desses autores só
aparecem para "letras miúdas" no manual de usar, alguns deles tiveram uma grande influência
sobre os clássicos e, acima de tudo, revelam aspectos importantes do esforço filósofo que foram
obscurecidos em sistemas maiores. Para atender a esses autores menores, muitas vezes
conflituantes, mas cheios de intuições, nosso propósito de simulação pode ser importante. Nesses
autores ele pode analisar a luta para alcançar um tratamento filosófico de questões que parecem
totalmente não resolvidas nos grandes sistemas de pensamento.

e) Mesmo quando o nosso é um trabalho filosófico, pensamos que pode ser muito limitado para
atender apenas à consideração do modo de trabalho dos autores da história da filosofia. Muitas
das operações conceituais realizadas pelos grandes pensadores também estão presentes no
trabalho de cientistas, escritores e artistas; para vezes são na segunda com um maior nível de
clareza e uma maior chance de simulação. Às vezes é mais fácil para simular a atitude intelectual
de um cientista ou um escritor do que um filósofo, mesmo, quando obviamente seu escopo é
diferente às vezes. Acreditamos que, em nossa tarefa de simulação, devemos também atender a
manifestações do pensamento humano que não são apenas aquelas tratadas em uma história da
filosofia. Particularmente valiosas são as rotinas de trabalho dos cientistas, que podem ser
trazidas com alguma facilidade para uma simulação elementar. Em um curso introdutório de
filosofia, o importante é para simular o comportamento conceitual rigoroso e criativo, não só a
simulação de certos comportamentos altamente especializados. Que conceituais compreender a
forma de trabalho conceitual de um cientista (e às vezes um escritor) pode entender mais
facilmente a maneira como um filósofo trabalha. Nosso interesse escreve para entender de uma
maneira activa, e para esse fim visa a simulação Gnosiológica de diferentes aspectos do esforço
conceitual humano.

f) Em nossa selecção de modelos conceituais actividade (que não se limita apenas aos filósofos),
acreditamos muito importante a partir da base de uma delimitação precisa da actividade
filosófica. Já é bem sabido que tal delimitação é problemática. No entanto, pode haver limites
precisos que impeçam a introdução da astrologia, alquimia, futurologia, filosofia e física quântica
no mesmo conjunto. Acreditamos que a filosofia não pode ser feita de forma alguma e o
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tampouco pode simular qualquer sistema de pensamento ou actividade conceitual se o que nos
interessa é a simulação Gnosiológica da actividade filosófica.

Depois de ter especificado uma série de elementos importantes que podem orientar a selecção de
modelos e objectivos para torná-los objecto de simulação, pensamos que isso deve incluir,
necessariamente, dois elementos importantes. Em primeiro lugar, todo o trabalho de simulação
que propomos deve levar em conta aspectos elementar da teoria da simulação, que está em pleno
desenvolvimento e produziu resultados importantes. Em segundo lugar, nossa proposta de
simulação é uma proposta da teoria do conhecimento e, como tal, deve incluir elementos da teoria
do conhecimento. A simular a processos de dedução cartesianos, as classificações aristotélicas
existencial descrições de Heidegger, não há sentido a menos que sejam apoiadas por uma teoria
série reflexo do conhecimento, o professor deve estar presente e que o aluno ser implementado
por Trabalho de classe.

Qual é o professor em uma situação de simulação Gnosiológica? O professor apresentará


diferentes situações de simulação que fazem o aluno pensar, pensar e trabalhar, para que o aluno
"se comporte" como um filósofo durante a aula. Isto supõe que o estudante deve reviver, ou
simular, as atitudes conceituais de um filósofo, reflectindo sobre o que ele está realizando. Uma
tarefa seria preparar situações de simulação de professores que fazem os alunos reflectem
métodos reprodução e modos de comportamento dos grandes filósofos (ou esses métodos e
actividades que são únicas em filosofia). Para a preparação de situações semelhantes, o professor
deve: 1) seleccionar certos comportamentos epistemológicos, de acordo com um modelo anterior;
2) levantar problemas que possam ser inteligíveis3) oferecer diferentes métodos para resolver
problemas (ou levantar novas questões); 4) construir uma situação na qual o aluno possa simular
a atitude de um filósofo quando ele resolve um problema ou desenvolve uma teoria.

importantes para seu próprio discurso conceitual). Em uma situação de simulação, como
propomos em nossa aula de filosofia, o estudante deve se comportar como um filósofo. Parece
difícil que a generalidade dos estudantes alcance o nível da filosofia profissional; No entanto, isso
é uma questão de progresso gradual: o importante é estabelecer uma base adequada para
aumentar o nível de dificuldade e o grau de tecnicidade.
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Desnecessário dizer que, se nosso propósito for cumprido, o estudante estará preparado para se
interessar por filosofia, para ler com certa filosofia académica e, mais importante, para construir,
de um modo pessoal, um discurso filosófico elementar e bem fundamentado Desta forma, a aula
de filosofia será uma introdução adequada na actividade filosófica, que é o objecto da simulação.
E, em suma, a aula de filosofia será um conjunto de "convites" que o aluno pode captar para
ampliar seu discurso filosófico de forma bem fundamentada e adquirir uma cultura filosófica. A
classe da filosofia não pode mais ser uma mera transmissão mecânica de teorias de conceito e, às
vezes, inicializáveis (que são porque o estudante não participou de sua criação ou as considera

Mais tarde, ofereceremos elementos para construir situações de simulação (veja o Capítulo 4).
Mas gostaríamos de dizer nesta descrição geral que existem bases para construir a simulação do
modo de funcionamento dos diferentes filósofos, que resultam da obtenção de um "denominador
comum" do modo de trabalhar em filosofia. Esse denominador comum, típico de muitos sistemas
e modos de pensamento, deve ser considerado com mais detalhes, mas pode servir como ponto de
partida. Ordinariamente, um filósofo realiza as seguintes operações conceituais em seu trabalho:
1) detectar um problema; 2) especificar e formular o problema; 3) procurar informações sobre
esse problema; 4) ser criticamente colocado diante das informações colectadas e diante de
soluções anteriores ao problema levantado; 5) tratamento técnico do problema, aplicando as
informações colectadas; 6) construção de soluções e / ou novas questões sobre o problema; 7)
resolução do problema ou proposição de formas de resolvê-lo; 8) verificação das soluções
propostas e argumentou defesa das mesmas; 9) enquadrar o problema e as soluções propostas em
uma estrutura ampla (que pode ser a de um sistema); 10) abertura à crítica e tratamento dela
sempre que for apresentada.

Todos esses pontos, com diferentes níveis de precisão (e muitas mais variantes dos quais
apontamos), aparecem no trabalho dos filósofos e são eles que devem ser submetidos à simulação
em uma classe filosófica. Como recordamos anteriormente, o fato de a aula ser uma simulação
desses momentos supõe: a) atender à génese do pensamento filosófico, que supõe uma
consideração dinâmica dele (e não meramente uma atenção passiva, como pode ser ouvir uma
explicação, em aquele aluno não participa); b) atentar para a perspectiva do pensamento criativo
dos filósofos, que dá margem ao aluno para construir seus próprios "creacines" (que devem ser
criticados e discutidos com rigor); c) considerar o conhecimento humano a partir da perspectiva
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ampla dos diferentes problemas que devem ser enfrentados, e não apenas das diferentes
"disciplinas" ou "sujeitos" que tentam resolver esses problemas.

A "simulação Gnosiológica" na filosofia é a imitação, não a mecânica, da actividade intelectual


de um filósofo, assim como essa actividade aparece nos grandes modelos da história do
pensamento ocidental.

2 Na aula de filosofia, entendida como um laboratório conceitual, realiza-se um trabalho que é


guiado pela simulação Gnosiológica.

3 O aluno, em nossa aula de filosofia, deve se comportar e trabalhar como se fosse um filósofo,
repetindo-se os mecanismos da construção filosófica.

4 O professor deve lançar as bases para que tal simulação seja possível: ele orientará os trajos e
exercícios da aula em vista da simulação apresentada. A realização de diferentes níveis de
simulação oferecerá as directrizes sobre as quais você pode avaliar o trabalho do aluno e a classe
como um colectivo.

5 A simulação Gnosiológica tem por base toda uma série de elementos que podem ser reunidos a
partir da história da filosofia e da teoria do conhecimento. De fato, a simulação Gnosiológica
assume que a classe é considerada como uma ampla teoria do conhecimento "colocada em
prática", na qual o estudante actualiza diferentes teorias filosóficas e diferentes comportamentos
conceituais.
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2. Interpretação e Compreensão do Texto


2.1. A simulação Gnosiológica
Quando se pretende transformar a classe de filosofia como um laboratório conceptual ee
imprescindível o processo de simulação Gnosiológica. Isto é, a simulação cognitiva dos
conhecimentos humanos, e esta simulação Gnosiológica é um principio que rege e transforma as
classes naturais de filosofia em laboratório. Esta simulação Gnosiológica não se trata de uma
imitação automática do conhecimento humano e da estrutura dos conceitos dos filósofos ou de
como eles actuaram ao longo da história da filosofia. (Marnoto: p.)

A simulação Gnosiológica tem múltiplos significados e sua intenção é simular o pensamento


histórico do pensamento, portanto ela nunca é mecânica ou automática a sua intenção não é de
uma serie de padrões do comportamento conceitual, mas sim tem a como ponto de partida imitar
o comportamento conceptual do filósofo de modo a traze-lo a prática em uma sala de aula.
Na história da filosofia, diferentes autores trabalham de acordo com diferentes modelos
conceituais; a diferença entre os filósofos procede, ordinariamente, da diferença entre a forma de
sua actividade filosófica e os fins que pretendem alcançar. No entanto, em um nível de estudo
inicial, o importante é decidir como os filósofos trabalham. Em uma aula de filosofia introdutória
não é tanto fazer uma leitura crítica da história da filosofia (incidindo sobre as diferenças precisas
entre o filósofo), mas para levá-la e modelos filosóficos ela demonstrou uma fonte de inspiração
para realizar simulação Gnosiológica. (idbem: p.)

Importantes para seu próprio discurso conceitual). Em uma situação de simulação, como
propomos em nossa aula de filosofia, o estudante deve se comportar como um filósofo. Parece
difícil que a generalidade dos estudantes alcance o nível da filosofia profissional; No entanto, isso
é uma questão de progresso gradual: o importante é estabelecer uma base adequada para
aumentar o nível de dificuldade e o grau de tecnicidade.
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Desnecessário dizer que, se nosso propósito for cumprido, o estudante estará preparado para se
interessar por filosofia, para ler com certa filosofia académica e, mais importante, para construir,
de um modo pessoal, um discurso filosófico elementar e bem fundamentado Desta forma, a aula
de filosofia será uma introdução adequada na actividade filosófica, que é o objecto da simulação.
E, em suma, a aula de filosofia será um conjunto de "convites" que o aluno pode captar para
ampliar seu discurso filosófico de forma bem fundamentada e adquirir uma cultura filosófica. O
professor apresentará diferentes situações de simulação que fazem o aluno pensar, pensar e
trabalhar, para que o aluno "se comporte" como um filósofo durante a aula. Isto supõe que o
estudante deve reviver, ou simular, as atitudes conceituais de um filósofo, reflectindo sobre o que
ele está realizando.
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O Material de Trabalho na Turma de Filosofia “ Os Problemas Filosóficos “


Nas sanções anteriores tivemos considerado a turma de filosofia como um laboratório conceptual
e temos denominado «simulação Gnosiológica» actividade que ela realiza. Abordamos agora o
Introdução a filosofia, um conjunto de problemas filosóficos.
Nos interessa mais por um momento, sinalar uma direcção de trabalho que aborda precisões
conceptuais: precisar um problema filosófico não é uma tarefa fácil, porque parece necessário
abordar precisar de modo elementar. A leitura a respeito nos é muito abundante e tratar o tema
em situações, técnicas e muitas específicas. Podemos dizer que um problema é uma questão que
se trata de resolver e adoptar a forma de uma pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas «encontrado» e contextualizados de problemas em geral. Assim falar de
problemas biológicas, politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto e para
sua resolução se exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o
problema. Cremos que pode falar-se de um «denominador comum» a todos os problemas, que em
sua característica de tensão, na resolução, a ignorância confessada e recta: ele implica algo no
resultado que precisa um esforço de resolução para seu consenso, há exemplares diferentes de
procedimentos.
Os problemas filosóficos participam da regra geral de todos os demais problemas; ao mesmo
tempo, tem um carácter peculiar aqueles que são intimamente problemas conceptuais.
Teoricamente os problemas filosóficos podem estarem presentes em cada uma das principais
áreas que se dividem: lógica, teoria de conhecimento, teoria das ciências, ontologia, história de
filosofia etc. Enquanto problemas devem resolver de acordo com as peculiaridades dos temas
tratados e de áreas em que se enquadram. No que quer isto dizer, de modo algum, que os
problemas filosóficos tenham um modo de resolução especial frente dos demais problemas.
Deste, existe um mínimo nível lógico que deve respeitar a resolução de todos os problemas. Em
realidade a lógica de resolução de problemas, será a mesma a um quando as variares intervêm 6
20

nas específicas e os mesmos problemas podem abordar deste numa perspectiva peculiar coerente
com o âmbito a que pertence.
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Se trata
de corrigir alguns elementos que nos permitem continuar com a elaboração da nossa proposta,
para a classe de filosofia, contudo, convém ter em conta que o professor de filosofia devera
planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos problemas filosóficos». na
turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que implica centrar-se nas
soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de filosofia centra-se em
leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para poder equilibrar a
precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as respostas das
perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Como pode deduzir-se, ela supõe muitos
elementos importantes na hora de construir uma turma. Nunca pode ser tratar de modo
prioritários as respostas e soluções dos problemas (que se constitui em muitas das vezes
verdadeiras construções sistemáticas), o que oferece uma aproximação dos problemas plantados
pelos filósofos e a informação que eles dispõem para poder resolvê-los. Elaborar o trabalho da
turma e treinamento dos problemas fundamentais que são planeados pelos filósofos (que por sua
vez podem planear os alunos) representa uma importante mudança metodológica a hora de dar
numa turma de filosofia.
Situar o nível dos problemas representa ao mesmo tempo atender problemas consistentes e
ensinar a perguntar em aprender a formular questões, e a planear problemas adequados. Um
tópico afirmar como dizia Bergson, que em filosofia um problema bem planeado leva uma parte
da solução. Aprender a planear questões não é uma tarefa fácil é algo que pode ver obstáculo
quando se há muito tempo, aprendendo uma única solução. Aprender a perguntar, aprender a
planear e formular perguntas e atender fundamentalmente, a uma lógica das perguntas é uma
tarefa fundamental da turma de filosofia, tal como atendemos os outros. Mas adiante oferecemos
algumas sugestões concretas a respeito. Devemos advertir de ante mão, que um curso de 7
21

Iniciação filosófica é um curso de aprendizagem de formação de perguntas e problemas que


podem ser fecundados conceptualmente.
Dizer actividade de perguntar, tem um certo fundamento nos outros modos de «haver filosofia»
supunha atender um aspecto de conhecimento que, em ocasiões aparece envolvido em
panejamento meramente verbal e informativo da leccionação de filosofia: supõe atender com
carácter prioritário a génese do processo do conhecimento. E, este o sentido que adquire toda a
sua importância o processo de simulação que havíamos descrito e o mesmo planeamento da
turma como laboratório. Em um laboratório conceptual e em um modo de proceder de um
filósofo, em um discurso teórico que se vai construindo popularmente: nunca esta
definitivamente dada. Seria um falso serviço da filosofia em limitar-se, em apresentar
unicamente as respostas construídas pelos filósofos e dos problemas que eles haviam observado.
Equivale ensinar uma enciclopédia estática, porque nunca ensinar um modo de trabalho uma
sensibilidade, um processo dinâmico.
A filosofia é fundamentalmente um processo dinâmico, como o processo de todo o
conhecimento. Apresentado de outra forma tradicional. O que pode ser supondo encerar muitas
vezes a possibilidade de compreender como trabalhar com filosofia e em ocasiões de tratar as
outras áreas de saber humano). Nosso planeamento leva consigo a necessidade de ter em conta
uma história e uma epistemologia de perguntar. Porque desejamos em ter em conta que deve-se
analisar com maior rigor em outros momentos.
Pode parecer que a nossa ênfase concedido dos problemas, pensamos que é possível planear
problemas sem ter informação. Abarca formular problemas adequados e fecundos e planear
questões rigorosas exigindo um elevado conhecimento do âmbito em que esta ser perguntada. De
outro modo recai-se numa vazia civilização e se planearia questões que tem sentido e menos uma
solução coerente. Planear perguntas exige manusear informações; e quanto mais actual seria esta
informação a mais alta probabilidade de que as perguntas sejam interessantes. Evidentemente a
informação deve encontra-se contextualizada no âmbito de problemas ela poderá ser também
problematizada. Tendo em conta que a informação disposta hoje em dia é uma realidade a
resposta confirmada e aceitada de uma serie de perguntas e problemas que havia planeados, com
antecedência dos mesmos. Por planeamento problemático levara uma maior intenção de
informação. E deste modo se alcança duas metas importantes: a possibilidade de 8
22

Entender melhor a informação técnica e a possibilidade de poder utilizar, para planear novos
problemas.
Em que situação, se encontra o professor e o aluno neste semelhante planeamento? Parece certo,
que atender fundamentalmente os problemas pode cair um pouco na situação convencional e
pode encontrar-se o professor e os seus alunos numa turma. O professor deve ajudar em primeiro
lugar a traduzir os problemas mais importantes que os filósofos haviam tratados, de modo que
possam ser inteligíveis para os alunos. Na realidade, o professor devera «traduzir» somente a
informação também o que é dado de origem a esta informação. Traduzir uma pergunta a um
problema é uma coisa mais difícil do que traduzir uma informação, supondo planear uma história
e levar a elaboração do problema com todas as vicissitudes, de modo que é acessível ao aluno e
supõe também «traduzir» uma determinada sensibilidade. Ao traduzir um problema, o professor
deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de planeamento e reflexão em que se move
um filósofo e somente o que escreve o sistema que é construído; falando em termos kantianos, o
professor de filosofia deve comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de
um determinado treinamento filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus
resultados. Supondo evidentemente uma mudança qualitativa no trabalho didáctico.
Como tem ocorrido com a tarefa do professor também caberá fundamentalmente a situação do
trabalho dos alunos que trabalham com problemas determinados, em lugares de aprender
unicamente soluções. Trabalhar com problemas desta situação numa clara linha de investigação e
atender a génese dos problemas filosóficos, supõe atender o núcleo mais importante da mesma
tarefa filosófica e será precisamente mediante essa atenção dos problemas da sua génese, e o
modo em que trabalhara em laboratório filosófico e assim se dirigira a simulação Gnosiológica.
Em parte gratuito afirmar que o aluno deve planear-se dos mesmos problemas que se há planeado
dos filósofos. Eles opõe em realidade, um grande nível intelectual que você e o aluno esta tendo
de alcançar com tudo o trabalho de turma de filosofia, deve pautar do consenso desse nível
intelectual. Por ele tem uma grande importância que o aluno aprenda a trabalhar com os
problemas que ele tem plantados e ao mesmo tempo simule as estratégias de resolução dos
problemas tal como se planta o trabalho dos grandes pensadores. Começar com elevados
planeamentos teóricos, podem ser frustrantes e produzir resultados mínimos. Se começar com os
problemas que o aluno tem que pode atender e prosseguir com os problemas dos grandes 9
23

Filósofos, adequadamente traduzidos (nunca civilizados), são um caminho eficaz de aprendizagem.


Somente deste o começo pode alargar-se a um final importante. E este caminho nos dita muito de que
devemos recorrer aos pensadores mais originais que nos levam a dominar o certo para construir, sobre
as verdades perspectivas geniais, é importante ter em conta que tratar problemas supõe adoptar um
planeamento interdisciplinar, não somente se trata de um problema que pode e deve resolver desde
alguns e perspectivas teóricas diferentes, mas sim também alguns os mais fecundos problemas serão
planeados em terrenos diferentes a de filosofia académica. Didacticamente é importante ter muito em
conta a este texto. Pois para aprender a formular problemas podem emprestar uma multiplicidade de
âmbitos teóricos desde os tempos diferentes de problemas. Ele pode revelar um aluno na unidade básica
de comportamento conceptual humano, que trata de analisar numa turma de filosofia por ele, analisar
questões planeadas no terreno de biologia, física, historia etc. É importante ter recurso didáctico que
pode depreciar um quando deve utilizar um g
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44

O Material de Trabalho na Turma de Filosofia “ Os Problemas Filosóficos “


Nas sanções anteriores tivemos considerado a turma de filosofia como um laboratório conceptual
e temos denominado «simulação Gnosiológica» actividade que ela realiza. Abordamos agora o
Introdução a filosofia, um conjunto de problemas filosóficos.
Nos interessa mais por um momento, sinalar uma direcção de trabalho que aborda precisões
conceptuais: precisar um problema filosófico não é uma tarefa fácil, porque parece necessário
abordar precisar de modo elementar. A leitura a respeito nos é muito abundante e tratar o tema
em situações, técnicas e muitas específicas. Podemos dizer que um problema é uma questão que
se trata de resolver e adoptar a forma de uma pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas «encontrado» e contextualizados de problemas em geral. Assim falar de
problemas biológicas, politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto e para
sua resolução se exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o
problema. Cremos que pode falar-se de um «denominador comum» a todos os problemas, que em
sua característica de tensão, na resolução, a ignorância confessada e recta: ele implica algo no
resultado que precisa um esforço de resolução para seu consenso, há exemplares diferentes de
procedimentos.
Os problemas filosóficos participam da regra geral de todos os demais problemas; ao mesmo
tempo, tem um carácter peculiar aqueles que são intimamente problemas conceptuais.
Teoricamente os problemas filosóficos podem estarem presentes em cada uma das principais
áreas que se dividem: lógica, teoria de conhecimento, teoria das ciências, ontologia, história de
filosofia etc. Enquanto problemas devem resolver de acordo com as peculiaridades dos temas
tratados e de áreas em que se enquadram. No que quer isto dizer, de modo algum, que os
problemas filosóficos tenham um modo de resolução especial frente dos demais problemas.
Deste, existe um mínimo nível lógico que deve respeitar a resolução de todos os problemas. Em
realidade a lógica de resolução de problemas, será a mesma a um quando as variares intervêm 6
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nas específicas e os mesmos problemas podem abordar deste numa perspectiva peculiar coerente
com o âmbito a que pertence.
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Se trata
de corrigir alguns elementos que nos permitem continuar com a elaboração da nossa proposta,
para a classe de filosofia, contudo, convém ter em conta que o professor de filosofia devera
planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos problemas filosóficos». na
turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que implica centrar-se nas
soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de filosofia centra-se em
leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para poder equilibrar a
precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as respostas das
perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Como pode deduzir-se, ela supõe muitos
elementos importantes na hora de construir uma turma. Nunca pode ser tratar de modo
prioritários as respostas e soluções dos problemas (que se constitui em muitas das vezes
verdadeiras construções sistemáticas), o que oferece uma aproximação dos problemas plantados
pelos filósofos e a informação que eles dispõem para poder resolvê-los. Elaborar o trabalho da
turma e treinamento dos problemas fundamentais que são planeados pelos filósofos (que por sua
vez podem planear os alunos) representa uma importante mudança metodológica a hora de dar
numa turma de filosofia.
Situar o nível dos problemas representa ao mesmo tempo atender problemas consistentes e
ensinar a perguntar em aprender a formular questões, e a planear problemas adequados. Um
tópico afirmar como dizia Bergson, que em filosofia um problema bem planeado leva uma parte
da solução. Aprender a planear questões não é uma tarefa fácil é algo que pode ver obstáculo
quando se há muito tempo, aprendendo uma única solução. Aprender a perguntar, aprender a
planear e formular perguntas e atender fundamentalmente, a uma lógica das perguntas é uma
tarefa fundamental da turma de filosofia, tal como atendemos os outros. Mas adiante oferecemos
algumas sugestões concretas a respeito. Devemos advertir de ante mão, que um curso de 7
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Iniciação filosófica é um curso de aprendizagem de formação de perguntas e problemas que


podem ser fecundados conceptualmente.
Dizer actividade de perguntar, tem um certo fundamento nos outros modos de «haver filosofia»
supunha atender um aspecto de conhecimento que, em ocasiões aparece envolvido em
panejamento meramente verbal e informativo da leccionação de filosofia: supõe atender com
carácter prioritário a génese do processo do conhecimento. E, este o sentido que adquire toda a
sua importância o processo de simulação que havíamos descrito e o mesmo planeamento da
turma como laboratório. Em um laboratório conceptual e em um modo de proceder de um
filósofo, em um discurso teórico que se vai construindo popularmente: nunca esta
definitivamente dada. Seria um falso serviço da filosofia em limitar-se, em apresentar
unicamente as respostas construídas pelos filósofos e dos problemas que eles haviam observado.
Equivale ensinar uma enciclopédia estática, porque nunca ensinar um modo de trabalho uma
sensibilidade, um processo dinâmico.
A filosofia é fundamentalmente um processo dinâmico, como o processo de todo o
conhecimento. Apresentado de outra forma tradicional. O que pode ser supondo encerar muitas
vezes a possibilidade de compreender como trabalhar com filosofia e em ocasiões de tratar as
outras áreas de saber humano). Nosso planeamento leva consigo a necessidade de ter em conta
uma história e uma epistemologia de perguntar. Porque desejamos em ter em conta que deve-se
analisar com maior rigor em outros momentos.
Pode parecer que a nossa ênfase concedido dos problemas, pensamos que é possível planear
problemas sem ter informação. Abarca formular problemas adequados e fecundos e planear
questões rigorosas exigindo um elevado conhecimento do âmbito em que esta ser perguntada. De
outro modo recai-se numa vazia civilização e se planearia questões que tem sentido e menos uma
solução coerente. Planear perguntas exige manusear informações; e quanto mais actual seria esta
informação a mais alta probabilidade de que as perguntas sejam interessantes. Evidentemente a
informação deve encontra-se contextualizada no âmbito de problemas ela poderá ser também
problematizada. Tendo em conta que a informação disposta hoje em dia é uma realidade a
resposta confirmada e aceitada de uma serie de perguntas e problemas que havia planeados, com
antecedência dos mesmos. Por planeamento problemático levara uma maior intenção de
informação. E deste modo se alcança duas metas importantes: a possibilidade de 8
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Entender melhor a informação técnica e a possibilidade de poder utilizar, para planear novos
problemas.
Em que situação, se encontra o professor e o aluno neste semelhante planeamento? Parece certo,
que atender fundamentalmente os problemas pode cair um pouco na situação convencional e
pode encontrar-se o professor e os seus alunos numa turma. O professor deve ajudar em primeiro
lugar a traduzir os problemas mais importantes que os filósofos haviam tratados, de modo que
possam ser inteligíveis para os alunos. Na realidade, o professor devera «traduzir» somente a
informação também o que é dado de origem a esta informação. Traduzir uma pergunta a um
problema é uma coisa mais difícil do que traduzir uma informação, supondo planear uma história
e levar a elaboração do problema com todas as vicissitudes, de modo que é acessível ao aluno e
supõe também «traduzir» uma determinada sensibilidade. Ao traduzir um problema, o professor
deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de planeamento e reflexão em que se move
um filósofo e somente o que escreve o sistema que é construído; falando em termos kantianos, o
professor de filosofia deve comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de
um determinado treinamento filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus
resultados. Supondo evidentemente uma mudança qualitativa no trabalho didáctico.
Como tem ocorrido com a tarefa do professor também caberá fundamentalmente a situação do
trabalho dos alunos que trabalham com problemas determinados, em lugares de aprender
unicamente soluções. Trabalhar com problemas desta situação numa clara linha de investigação e
atender a génese dos problemas filosóficos, supõe atender o núcleo mais importante da mesma
tarefa filosófica e será precisamente mediante essa atenção dos problemas da sua génese, e o
modo em que trabalhara em laboratório filosófico e assim se dirigira a simulação Gnosiológica.
Em parte gratuito afirmar que o aluno deve planear-se dos mesmos problemas que se há planeado
dos filósofos. Eles opõe em realidade, um grande nível intelectual que você e o aluno esta tendo
de alcançar com tudo o trabalho de turma de filosofia, deve pautar do consenso desse nível
intelectual. Por ele tem uma grande importância que o aluno aprenda a trabalhar com os
problemas que ele tem plantados e ao mesmo tempo simule as estratégias de resolução dos
problemas tal como se planta o trabalho dos grandes pensadores. Começar com elevados
planeamentos teóricos, podem ser frustrantes e produzir resultados mínimos. Se começar com os
problemas que o aluno tem que pode atender e prosseguir com os problemas dos grandes 9
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Filósofos, adequadamente traduzidos (nunca civilizados), são um caminho eficaz de


aprendizagem. Somente deste o começo pode alargar-se a um final importante. E este caminho
nos dita muito de que devemos recorrer aos pensadores mais originais que nos levam a dominar o
certo para construir, sobre as verdades perspectivas geniais, é importante ter em conta que tratar
problemas supõe adoptar um planeamento interdisciplinar, não somente se trata de um problema
que pode e deve resolver desde alguns e perspectivas teóricas diferentes, mas sim também alguns
os mais fecundos problemas serão planeados em terrenos diferentes a de filosofia académica.
Didacticamente é importante ter muito em conta a este texto. Pois para aprender a formular
problemas podem emprestar uma multiplicidade de âmbitos teóricos desde os tempos diferentes
de problemas. Ele pode revelar um aluno na unidade básica de comportamento conceptual
humano, que trata de analisar numa turma de filosofia por ele, analisar questões planeadas no
terreno de biologia, física, historia etc. É importante ter recurso didáctico que pode depreciar um
quando deve utilizar um grande rigor. 10
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Interpretação e Compreensão do Texto

Nesta temática sobre a turma de filosofia e os problemas filosófico nos interessa sinalar a
direcção do trabalho que abordam precisões conceptuais. A leitura a respeito nos é muito
abundante e tratar o tema em situações, técnicas e específicas. Podemos dizer que um problema é
uma questão de resolver e adoptar a forma de pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas contextualizados de problemas em geral. Isto ee problemas biológicas,
politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto, e para sua resolução se
exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o problema (Marnoto:
1990. P.).
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Onde
convêm ter em conta o seguinte:
O professor de filosofia devera planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos
problemas filosóficos.

Na turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que
implica centrar-se nas soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de
filosofia centra-se em leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para
poder equilibrar a precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as
respostas das perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Professor de filosofia deve
comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de um determinado treinamento
filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados (opcite: p.).

Ao traduzir um problema, o professor deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de


planeamento e reflexão em que se move um filósofo e somente o que escreve o sistema que é
50

construído; falando em termos kantianos, o professor de filosofia deve comprometer-se na


tradução das condições das possibilidades de um determinado treinamento filosófico mas que a
tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados a mediação do professor tem um sentido de
provocar o processo de investigação filosófica ou seja mediar a relação entre problemas filosófico
da vida quotidiana do aluno a fim de que o ensino de filosofia se torne um laboratório
conceptuais problemáticas e produção filosófica.
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Interpretação e Compreensão do Texto

Nesta temática sobre a turma de filosofia e os problemas filosófico nos interessa sinalar a
direcção do trabalho que abordam precisões conceptuais. A leitura a respeito nos é muito
abundante e tratar o tema em situações, técnicas e específicas. Podemos dizer que um problema é
uma questão de resolver e adoptar a forma de pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas contextualizados de problemas em geral. Isto ee problemas biológicas,
politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto, e para sua resolução se
exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o problema (Marnoto:
1990. P.).
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Onde
convêm ter em conta o seguinte:
O professor de filosofia devera planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos
problemas filosóficos.

Na turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que
implica centrar-se nas soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de
filosofia centra-se em leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para
poder equilibrar a precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as
respostas das perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Professor de filosofia deve
comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de um determinado treinamento
filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados (opcite: p.).

Ao traduzir um problema, o professor deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de


planeamento e reflexão em que se move um filósofo e somente o que escreve o sistema que é
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construído; falando em termos kantianos, o professor de filosofia deve comprometer-se na


tradução das condições das possibilidades de um determinado treinamento filosófico mas que a
tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados a mediação do professor tem um sentido de
provocar o processo de investigação filosófica ou seja mediar a relação entre problemas filosófico
da vida quotidiana do aluno a fim de que o ensino de filosofia se torne um laboratório
conceptuais problemáticas e produção filosófica.

for…

A, conveniente temos alguns pontos concremanipulação de problemas determinados.


Mencionemos aqui alguns elementos que convêm ter em conta para desenhar este tipo de
experiência:

- Fechar e delimitar o problema que vai se tratar na turm informação deverá proceder de
diferentes áreas de conhecimento.

- Analisar se possível as diferentes operações conceptuais que levam a solução de problemas de


modo que possam ser repetidas por um aluno a nível elementar e podem em situações
semelhantes que deverão resolver os autores de historia de filosofia e seu trabalho. Neste sentido,
parece importante que o conjunto de experiências dedicados a analisar individualmente as
diferentes operações conceptuais podem dominar como técnicas operativas antes de aplicá-las a
resolução de problemas.

Estas quatro áreas de trabalho se sobrepõem enquanto homens mencionados e podem


constituirentendimento não pose se realizar, nada de proposto. O professor deve ser um
desenhador de experimentos, isoladamente pode limitar a fechar o material teórico que quer
59

ensinar, sendo assim deve pensar em como pode ser articulado esse material a fim de que o aluno
trabalhe com ele. Sua tarefa não é nada fácil porque são altamente gratificantes e criativa, a
mesma turma de filosofia será uma contínua atividade de experimentação em que o aluno utiliza
diferentes técnicas conceptuais, cria outras e se comporta do mesmo modo como filósofo
profissional.

Em realidade a caridade de um curso introdutório em filosofia dependerá no isolamento da


informação teórica que se trata e dos problemas que fizeram surgir essa informação, senão da
adequada realização de experiências que permitem manipular esta informação adequadamente.

Compreender sempre uma atividade e realizar experiências também, nunca pode ser exaustiva
nesta insistência na necessidade de considerar o aluno como um sujeito de atividade e isolamento
enquanto realiza tal atividade poderá aprender e aprender e desenrolar as técnicas filosóficas
fundamentais filosóficas e adquirir uma necessária sensibilidade teórica.

Aqui nos homens limitados a terrenos da filosofia académica convêm ter em conta que com este
rigor e controle necessário pode se obter abundante material para realizar experiências em outras
áreas de saber humano. As ciências, as literaturas, a história, etc, podem proporcionar um arsenal
de ideias para a construção de experiências, se queremos em câmbios que tratam de campos
diferentes, a filosofia deve tecer com um necessário rigor conceptual que não inclui o mesmo
conjunto pseudociência, pseudoliteratura, no fundo reflexões que não são tarde, esta é mais
importante, no nível introdutório, e que de outo modo não se tomam as necessárias precauções
pode malograr as experiencias iniciais do aluno com a filosofia. Uma atenção especial merece a
nossa opinião o conjunto de ideias que pode obter atendemos as biografias conceptuais de
filósofos conceptuais, escritores, etc, atenção a vida daqueles sábios enfrentarem determinados
problemas e a consideração de suas posições intelectuais extraordinariamente importantes e
podem servir como referências precisas para trabalhos de turma. Cremos que é necessário
resgatar a antiga tradição da consideração biográfica e quando é possível conhecer elementos
biográficos certas reflexões pessoais e oradores dos filósofos daqueles a desenrolada uma seria e
uma apaixonada atividade intelectual, em nossa própria experiência semelhantes referências
bibliográficas há dados resultados positivos, com quanto acabamos de decidir, estamos afirmando
que o âmbito donde pode proceder as ideias para desenhar experiências conceptuais é mais
amplo. Enquanto deve estar precedido de uma delimitação rigorosa, ele equivale no cerrar dos
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limites da racionalidade e a planear uma grande história da razão humana para que alunos possam
experimentar, simulando os exemplos mais importantes dessa história.

Parece importante o conjunto de experimentos dedicados a analisar individualmente as diferentes


operações conceptuais que podem dominar como técnicas operacionais antes de aplicá-las à
resolução de

Você não apenas pode se limitar ao material teórico que quer ensinar, mas também deve pensar
em como esse material pode ser articulado para que o aluno possa trabalhar com ele. Sua tarefa
não é fácil, embora seja altamente gratificante e criativa. O mesmo tipo de filosofia será uma
atividade de experimentação continua, na qual o estudante usa certas técnicas conceituais, cria
outras e se comporta de fato, como um filosofo profissional. De fato, a qualidade de um curso
improdutivo em filosofia, dependerá não apenas da informação teórica que está envolvida no
problema que irá surgir nesta informação, como também manipulará essa informação
adequadamente.

2. Sempre entenda uma atividade e realize experimentos também.

Nunca nossa insistência na necessidade de considerar o aluno com um assunto de atividade seja
excessiva; somente na medida em que realiza tal atividade, pode aprender a desvendar as técnicas
filosóficas fundamentais e adquirir uma sensibilidade teórica necessária.

Embora nos tenham limitado ao termo da filosofia académica, é importante ter em mente que,
com o rigor e controle necessários, pode-se obter material abundante para realizar experimentos
em outras áreas do conhecimento humano. As ciências, literatura, historia, etc. eles podem
fornecer um importante arsenal de ideias para a realização de experimentos. Se acreditamo

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O Material de Trabalho na Turma de Filosofia “ Os Problemas Filosóficos “


Nas sanções anteriores tivemos considerado a turma de filosofia como um laboratório conceptual
e temos denominado «simulação Gnosiológica» actividade que ela realiza. Abordamos agora o
Introdução a filosofia, um conjunto de problemas filosóficos.
Nos interessa mais por um momento, sinalar uma direcção de trabalho que aborda precisões
conceptuais: precisar um problema filosófico não é uma tarefa fácil, porque parece necessário
abordar precisar de modo elementar. A leitura a respeito nos é muito abundante e tratar o tema
em situações, técnicas e muitas específicas. Podemos dizer que um problema é uma questão que
se trata de resolver e adoptar a forma de uma pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas «encontrado» e contextualizados de problemas em geral. Assim falar de
problemas biológicas, politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto e para
sua resolução se exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o
problema. Cremos que pode falar-se de um «denominador comum» a todos os problemas, que em
sua característica de tensão, na resolução, a ignorância confessada e recta: ele implica algo no
resultado que precisa um esforço de resolução para seu consenso, há exemplares diferentes de
procedimentos.
Os problemas filosóficos participam da regra geral de todos os demais problemas; ao mesmo
tempo, tem um carácter peculiar aqueles que são intimamente problemas conceptuais.
Teoricamente os problemas filosóficos podem estarem presentes em cada uma das principais
áreas que se dividem: lógica, teoria de conhecimento, teoria das ciências, ontologia, história de
filosofia etc. Enquanto problemas devem resolver de acordo com as peculiaridades dos temas
tratados e de áreas em que se enquadram. No que quer isto dizer, de modo algum, que os
problemas filosóficos tenham um modo de resolução especial frente dos demais problemas.
Deste, existe um mínimo nível lógico que deve respeitar a resolução de todos os problemas. Em
realidade a lógica de resolução de problemas, será a mesma a um quando as variares intervêm 6
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nas específicas e os mesmos problemas podem abordar deste numa perspectiva peculiar coerente
com o âmbito a que pertence.
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Se trata
de corrigir alguns elementos que nos permitem continuar com a elaboração da nossa proposta,
para a classe de filosofia, contudo, convém ter em conta que o professor de filosofia devera
planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos problemas filosóficos». na
turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que implica centrar-se nas
soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de filosofia centra-se em
leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para poder equilibrar a
precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as respostas das
perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Como pode deduzir-se, ela supõe muitos
elementos importantes na hora de construir uma turma. Nunca pode ser tratar de modo
prioritários as respostas e soluções dos problemas (que se constitui em muitas das vezes
verdadeiras construções sistemáticas), o que oferece uma aproximação dos problemas plantados
pelos filósofos e a informação que eles dispõem para poder resolvê-los. Elaborar o trabalho da
turma e treinamento dos problemas fundamentais que são planeados pelos filósofos (que por sua
vez podem planear os alunos) representa uma importante mudança metodológica a hora de dar
numa turma de filosofia.
Situar o nível dos problemas representa ao mesmo tempo atender problemas consistentes e
ensinar a perguntar em aprender a formular questões, e a planear problemas adequados. Um
tópico afirmar como dizia Bergson, que em filosofia um problema bem planeado leva uma parte
da solução. Aprender a planear questões não é uma tarefa fácil é algo que pode ver obstáculo
quando se há muito tempo, aprendendo uma única solução. Aprender a perguntar, aprender a
planear e formular perguntas e atender fundamentalmente, a uma lógica das perguntas é uma
tarefa fundamental da turma de filosofia, tal como atendemos os outros. Mas adiante oferecemos
algumas sugestões concretas a respeito. Devemos advertir de ante mão, que um curso de 7
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Iniciação filosófica é um curso de aprendizagem de formação de perguntas e problemas que


podem ser fecundados conceptualmente.
Dizer actividade de perguntar, tem um certo fundamento nos outros modos de «haver filosofia»
supunha atender um aspecto de conhecimento que, em ocasiões aparece envolvido em
panejamento meramente verbal e informativo da leccionação de filosofia: supõe atender com
carácter prioritário a génese do processo do conhecimento. E, este o sentido que adquire toda a
sua importância o processo de simulação que havíamos descrito e o mesmo planeamento da
turma como laboratório. Em um laboratório conceptual e em um modo de proceder de um
filósofo, em um discurso teórico que se vai construindo popularmente: nunca esta
definitivamente dada. Seria um falso serviço da filosofia em limitar-se, em apresentar
unicamente as respostas construídas pelos filósofos e dos problemas que eles haviam observado.
Equivale ensinar uma enciclopédia estática, porque nunca ensinar um modo de trabalho uma
sensibilidade, um processo dinâmico.
A filosofia é fundamentalmente um processo dinâmico, como o processo de todo o
conhecimento. Apresentado de outra forma tradicional. O que pode ser supondo encerar muitas
vezes a possibilidade de compreender como trabalhar com filosofia e em ocasiões de tratar as
outras áreas de saber humano). Nosso planeamento leva consigo a necessidade de ter em conta
uma história e uma epistemologia de perguntar. Porque desejamos em ter em conta que deve-se
analisar com maior rigor em outros momentos.
Pode parecer que a nossa ênfase concedido dos problemas, pensamos que é possível planear
problemas sem ter informação. Abarca formular problemas adequados e fecundos e planear
questões rigorosas exigindo um elevado conhecimento do âmbito em que esta ser perguntada. De
outro modo recai-se numa vazia civilização e se planearia questões que tem sentido e menos uma
solução coerente. Planear perguntas exige manusear informações; e quanto mais actual seria esta
informação a mais alta probabilidade de que as perguntas sejam interessantes. Evidentemente a
informação deve encontra-se contextualizada no âmbito de problemas ela poderá ser também
problematizada. Tendo em conta que a informação disposta hoje em dia é uma realidade a
resposta confirmada e aceitada de uma serie de perguntas e problemas que havia planeados, com
antecedência dos mesmos. Por planeamento problemático levara uma maior intenção de
informação. E deste modo se alcança duas metas importantes: a possibilidade de 8
79

Entender melhor a informação técnica e a possibilidade de poder utilizar, para planear novos
problemas.
Em que situação, se encontra o professor e o aluno neste semelhante planeamento? Parece certo,
que atender fundamentalmente os problemas pode cair um pouco na situação convencional e
pode encontrar-se o professor e os seus alunos numa turma. O professor deve ajudar em primeiro
lugar a traduzir os problemas mais importantes que os filósofos haviam tratados, de modo que
possam ser inteligíveis para os alunos. Na realidade, o professor devera «traduzir» somente a
informação também o que é dado de origem a esta informação. Traduzir uma pergunta a um
problema é uma coisa mais difícil do que traduzir uma informação, supondo planear uma história
e levar a elaboração do problema com todas as vicissitudes, de modo que é acessível ao aluno e
supõe também «traduzir» uma determinada sensibilidade. Ao traduzir um problema, o professor
deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de planeamento e reflexão em que se move
um filósofo e somente o que escreve o sistema que é construído; falando em termos kantianos, o
professor de filosofia deve comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de
um determinado treinamento filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus
resultados. Supondo evidentemente uma mudança qualitativa no trabalho didáctico.
Como tem ocorrido com a tarefa do professor também caberá fundamentalmente a situação do
trabalho dos alunos que trabalham com problemas determinados, em lugares de aprender
unicamente soluções. Trabalhar com problemas desta situação numa clara linha de investigação e
atender a génese dos problemas filosóficos, supõe atender o núcleo mais importante da mesma
tarefa filosófica e será precisamente mediante essa atenção dos problemas da sua génese, e o
modo em que trabalhara em laboratório filosófico e assim se dirigira a simulação Gnosiológica.
Em parte gratuito afirmar que o aluno deve planear-se dos mesmos problemas que se há planeado
dos filósofos. Eles opõe em realidade, um grande nível intelectual que você e o aluno esta tendo
de alcançar com tudo o trabalho de turma de filosofia, deve pautar do consenso desse nível
intelectual. Por ele tem uma grande importância que o aluno aprenda a trabalhar com os
problemas que ele tem plantados e ao mesmo tempo simule as estratégias de resolução dos
problemas tal como se planta o trabalho dos grandes pensadores. Começar com elevados
planeamentos teóricos, podem ser frustrantes e produzir resultados mínimos. Se começar com os
problemas que o aluno tem que pode atender e prosseguir com os problemas dos grandes 9
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Filósofos, adequadamente traduzidos (nunca civilizados), são um caminho eficaz de


aprendizagem. Somente deste o começo pode alargar-se a um final importante. E este caminho
nos dita muito de que devemos recorrer aos pensadores mais originais que nos levam a dominar o
certo para construir, sobre as verdades perspectivas geniais, é importante ter em conta que tratar
problemas supõe adoptar um planeamento interdisciplinar, não somente se trata de um problema
que pode e deve resolver desde alguns e perspectivas teóricas diferentes, mas sim também alguns
os mais fecundos problemas serão planeados em terrenos diferentes a de filosofia académica.
Didacticamente é importante ter muito em conta a este texto. Pois para aprender a formular
problemas podem emprestar uma multiplicidade de âmbitos teóricos desde os tempos diferentes
de problemas. Ele pode revelar um aluno na unidade básica de comportamento conceptual
humano, que trata de analisar numa turma de filosofia por ele, analisar questões planeadas no
terreno de biologia, física, historia etc. É importante ter recurso didáctico que pode depreciar um
quando deve utilizar um grande rigor. 10
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Interpretação e Compreensão do Texto

Nesta temática sobre a turma de filosofia e os problemas filosófico nos interessa sinalar a
direcção do trabalho que abordam precisões conceptuais. A leitura a respeito nos é muito
abundante e tratar o tema em situações, técnicas e específicas. Podemos dizer que um problema é
uma questão de resolver e adoptar a forma de pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas contextualizados de problemas em geral. Isto ee problemas biológicas,
politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto, e para sua resolução se
exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o problema (Marnoto:
1990. P.).
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Onde
convêm ter em conta o seguinte:
O professor de filosofia devera planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos
problemas filosóficos.

Na turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que
implica centrar-se nas soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de
filosofia centra-se em leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para
poder equilibrar a precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as
respostas das perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Professor de filosofia deve
comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de um determinado treinamento
filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados (opcite: p.).

Ao traduzir um problema, o professor deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de


planeamento e reflexão em que se move um filósofo e somente o que escreve o sistema que é
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construído; falando em termos kantianos, o professor de filosofia deve comprometer-se na


tradução das condições das possibilidades de um determinado treinamento filosófico mas que a
tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados a mediação do professor tem um sentido de
provocar o processo de investigação filosófica ou seja mediar a relação entre problemas filosófico
da vida quotidiana do aluno a fim de que o ensino de filosofia se torne um laboratório
conceptuais problemáticas e produção filosófica.
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Interpretacao do texto
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Interpretação e Compreensão do Texto


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Bibliografia
MARNOTO, Isabel, Manual de Didáctica II, Editora, Lisboa, 1990

Conclusão

Bibliografia
MARNOTO, Isabel. Didáctica da Filosofia.1, Universidade Aberta, Lisboa, 1990.
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128

O desenho de experiências conceptuais

O último ponto deste pressuposto teórico se desenho de experiência conceptual.

Disciplinas de filosofia como laboratório se tratam problemas e se assimila gnosiologicamente o


comportamento de filósofos, mediante a realização de determinadas experiências conceptuais.
Como em todo trabalho de laboratório, uma das tarefas principal de disciplina de filosofia
consistirá em realização de experiência e o posterior trabalho sobre seus resultados. Estaria fora
do lugar realizar um extenso comentário sobre o que é uma experiência. Do mesmo modo que um
129

problema científico é o que parece motivar, entre outras coisas, da investigação científica, da
experiência científica é um intento de enfrentamento e resolução desses problemas.

Uma experiência científica é uma experiência construída com o fim de provocar uma
determinada situação ou determinado câmbio para planear uma consideração cognoscitiva nova.
Como em outras secções anteriores, pensamos que o modelo de trabalho deve ser da investigação
científica; quando não pode reduzir facilmente completando de semelhante investigação, se pode
proporcionar uma firme base para fundamentar nesta proposta.

O trabalho fundamental na disciplina de filosofia consistirá na realização de uma série de


experiências e da reflexão sobre resultados que vão conduzir essas experiências. O trabalho
experimental se simula em comportamento de um investigador, se trabalha com determinados
problemas e se converte na disciplina em um laboratório conceptual, posto que os ploblemas
tratados na disciplina de filosofia são, fundamentalmente problemas conceptuais.

O trabalho fundamental na disciplina de filosofia consiste em realização de experiências


conceptuais, uma das tarefas fundamentais a contemplar consistira no desenho das experiências
educativas para sua finalidade requerida; isto só na elaboração de determinado tipo de
experiência que permite o aluno trabalhar como trabalha um filósofo e trata como problemas
fundamentais de filosofia e de todo trabalho conceptual rigoroso.

Desenhar uma experiência é construir uma determinada situação para por a prova um certo tipo
de comportamento conceptual tratar uma série de problemas e poder planear outros.

A técnica de desenho de experiência tem este sentimento, uma grande importância. O professor
deverá centrar sua atenção no seu desenho de experiência que o permite realizar simulação
gnosiológica e o tratamento dos problemas fundamentais que se interligam por aluno, para sua
manipulação na disciplina.

Uma experiência e o sentido em que consideramos nos outros é na realidade, um elemento da


tradução de um problema. Os problemas não existem aliados sem que encontrem situados em
uma mala concreta de relações.

Muitas vezes o aluno não alega compreender os problemas presenteados em uma disciplina
convencional (e as vezes tão pouco problemas óbvios e maus elementos que estão rigorosamente
130

elaborados). Parece necessário que o aluno reconstrua a origem do problema em situação


adequada na mala de relações, do mesmo modo que há eixo do filósofo o investigador
profissional, onde quando haja de um modo elementar; essa reconstrução pode realizar mediante
o trabalho com experiências conceptuais concertos. Uma experiência conceptual será uma
situação artificial criada para ser realizada em uma disciplina (com um controle e uma
planificação) que, de um modo indireto levará o aluno a planear se em problema a analisar,
"traduzindo" os elementos fundamentais presentes em toda investigação científica e filosófica.

Mediante experiência conceptual, se tratam dos problemas e simulação gnosiológica se seja real
numa turma. Apenas se divertindo, mediante o trabalho com experiências, o aluno alega planear
problemas semelhantes a dos grandes problemas filosóficos e, mediante sua adequada
manipulação conceptual, se comportaria como se fosse um filósofo. Deste modo, em uma
experiência se encontram concentrados os problemas, da simulação gnosiológica e do próprio
trabalho do aluno. Se na experiência estes estão bem desenhados, os problemas se detetam com
facilidade podem trabalhar com rigor e sobretudo, pode coincidir que o aluno, ao trabalhar
converta alguém e tal "seja" filósofo.

Semelhante planeamento do que é uma experiência supõe atender o problema do desenho, o


problema da construção de uma experiência. Analisando o problema do desenho de experiências,
que darão aclarados alguns pontos que podem parecer obscuros por momento.

A finalidade do desenho de experiência das construções de diferentes tipos de exercícios (sempre


concebidos como experimentos), que devem a simulação…

A) Desenho de experimento que simulam operações conceptuais básicas

Seria demasiado pretensioso convencionar uma lista completa de operações conceptuais básica
que desenrola um filósofo, um científico e a elaboração do seu pensamento. Admitir a existência
de operações separados de modo atómico equivale a sustentar um mero associativismo
psicológico o que deixa muito de ser real em trabalho de um investigador, se podemos recolher
uma série de operações conceptuais que nos permitem discernir um conjunto de experimentos em
torno das mesmas que nos permitem refletir corretamente sobre o que supõe levar a cabo. Uma
enumeração básica de operações conceptuais elementares incluía como mínimo as seguintes:
observação, descrição, comparação, ordenação, classificação, formulação de hipóteses,
131

comprovação, construção de projetos, definição, sistematização, indução, dedução, análise,


síntese e explicação. Mas adiante, preponderemos exemplos claros destas experiencias.

Todos sons de uma sinceira realização permitem uma grande variedade de aplicações e inclui
importantes elementos de reflexão quando se trabalha com eles, conveniente temos alguns pontos
concretos:

- Estes experimentos pretendem experimentar elementos constitutivos de uma conduta conceptual


completa;

- Muitas destas experiências são extremamente simples e raras vezes são novidades;

- Em desenhos de experiências com operações conceptuais deve ter mais em conta a reflexão
sobre: o que supõe na operação conceptual, resultado de uma aplicação de operações conceptuais
a um material determinado supõe a aplicação de conhecimentos evidentes.

B) Desenho de experiências que simulam o comportamento conceptual de tratamento de


determinados problemas.

Se as experiências anteriores tendem a uma base de determinados elementos pontuais de


comportamento conceptual e de análise como unidades independentes, de conjunto de
experimentos que propomos a hora tendem a pôr em funcionamentos conceptuais na base da
manipulação de problemas determinados. Mencionemos aqui alguns elementos que convêm ter
em conta para desenhar este tipo de experiência:

- Fechar e delimitar o problema que vai se tratar na turma e convêm ter em conta que uma vez
delimitado o problema deve ser traduzido a fim de que o aluno pode entendê-lo e trabalhar sobre
ele;

- Conseguir um elementar documento histórico acerca de tratamento de problema proposto e de


modo que há sido manipulado por outros pensadores, ele nos levará a considerar como se há
tratado o problema que consideramos, possibilitando que podemos obter danos suficientes para
levar a cabo um processo de simulação desse tratamento;

- Recolher a informação técnica que é necessário para resolver o problema fechado.


132

Evidentemente é muito difícil que esta informação possa ser completa a nível introdutório, se o
embargo do problema está bem selecionado a nível da informação pode manejar com coerência
para o aluno. Ordinariamente como ocorre com a maioria dos problemas filosóficos, a
informação deverá proceder de diferentes áreas de conhecimento.

- Analisar se possível as diferentes operações conceptuais que levam a solução de problemas de


modo que possam ser repetidas por um aluno a nível elementar e podem em situações
semelhantes que deverão resolver os autores de historia de filosofia e seu trabalho. Neste sentido,
parece importante que o conjunto de experiências dedicados a analisar individualmente as
diferentes operações conceptuais podem dominar como técnicas operativas antes de aplicá-las a
resolução de problemas.

Os experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais

Os experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais, pensamos que tem uma
grande importância atender as soluções erróneas dos problemas do mesmo, simular o erro e
detetar porque tem havido erros, é um bom procedimento para realizar uma interessante reflexão
em uma turma de filosofia, evidentemente uma precisa técnica de erros e a solução de problemas
supõe conhecer mas bem a história da filosofia e manejar com precisão muitos instrumentos
conceptuais, embargo um trabalho inicial com cheio de erros pode ser uma interessante fonte de
experiências para a sua realização na turma. Se os elementos anteriores conduzem a construção
de um experimento para simular o comportamento dos filósofos até diferentes problemas, podem
ter encontrado quatro interessantes áreas que podem analisar enquanto acaba-se decidirem: pode
realizar, se experimentos para simular o planeamento de um problema, para simular a solução de
um problema, para simular o erro, para simular as histórias de um problema e seus diferentes
tratamentos.

Estas quatro áreas de trabalho se sobrepõem enquanto homens mencionados e podem constituir
um interesse conjunto de ideias para ser traduzidas nas turmas mediante o desenho de
experimentos adequados; esta hora tem-se assinalado um conjunto de elementos que devem ter
em conta quando se trata de desenhar determinados experiências, tivemos uma hora de precisões
que devem ter em conta a hora de planear todo desenho. As experiências mencionadas se centram
em determinados aspetos de qualquer intelectual de um filósofo investigador científico. Ao
133

desenha-los se explicita a reflexão de um investigador que pensa sobre seu próprio método, neste
sentido, as experiências devem ter uma finalidade mais clara e explicitar adequadamente a base
em torno do qual constitui como tal experiência, assim é importante advertir que um desenho de
experiencia deve ser mais consciente dos elementos da teoria do conhecimento e da metodologia
de investigação cientifica. Nesta pressuposto descansa em outra realidade um dos pilares cujo
entendimento não pose se realizar, nada de proposto. O professor deve ser um desenhador de
experimentos, isoladamente pode limitar a fechar o material teórico que quer ensinar, sendo
assim deve pensar em como pode ser articulado esse material a fim de que o aluno trabalhe com
ele. Sua tarefa não é nada fácil porque são altamente gratificantes e criativa, a mesma turma de
filosofia será uma contínua atividade de experimentação em que o aluno utiliza diferentes
técnicas conceptuais, cria outras e se comporta do mesmo modo como filósofo profissional.

Em realidade a caridade de um curso introdutório em filosofia dependerá no isolamento da


informação teórica que se trata e dos problemas que fizeram surgir essa informação, senão da
adequada realização de experiências que permitem manipular esta informação adequadamente.

Compreender sempre uma atividade e realizar experiências também, nunca pode ser exaustiva
nesta insistência na necessidade de considerar o aluno como um sujeito de atividade e isolamento
enquanto realiza tal atividade poderá aprender e aprender e desenrolar as técnicas filosóficas
fundamentais filosóficas e adquirir uma necessária sensibilidade teórica.

Aqui nos homens limitados a terrenos da filosofia académica convêm ter em conta que com este
rigor e controle necessário pode se obter abundante material para realizar experiências em outras
áreas de saber humano. As ciências, as literaturas, a história, etc, podem proporcionar um arsenal
de ideias para a construção de experiências, se queremos em câmbios que tratam de campos
diferentes, a filosofia deve tecer com um necessário rigor conceptual que não inclui o mesmo
conjunto pseudociência, pseudoliteratura, no fundo reflexões que não são tarde, esta é mais
importante, no nível introdutório, e que de outo modo não se tomam as necessárias precauções
pode malograr as experiencias iniciais do aluno com a filosofia. Uma atenção especial merece a
nossa opinião o conjunto de ideias que pode obter atendemos as biografias conceptuais de
filósofos conceptuais, escritores, etc, atenção a vida daqueles sábios enfrentarem determinados
problemas e a consideração de suas posições intelectuais extraordinariamente importantes e
podem servir como referências precisas para trabalhos de turma. Cremos que é necessário
134

resgatar a antiga tradição da consideração biográfica e quando é possível conhecer elementos


biográficos certas reflexões pessoais e oradores dos filósofos daqueles a desenrolada uma seria e
uma apaixonada atividade intelectual, em nossa própria experiência semelhantes referências
bibliográficas há dados resultados positivos, com quanto acabamos de decidir, estamos afirmando
que o âmbito donde pode proceder as ideias para desenhar experiências conceptuais é mais
amplo. Enquanto deve estar precedido de uma delimitação rigorosa, ele equivale no cerrar dos
limites da racionalidade e a planear uma grande história da razão humana para que alunos possam
experimentar, simulando os exemplos mais importantes dessa história.

Parece importante o conjunto de experimentos dedicados a analisar individualmente as diferentes


operações conceptuais que podem dominar como técnicas operacionais antes de aplicá-las à
resolução de problemas.
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Nos experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais, pensamos que é de


grande importância atender às soluções erróneas dos problemas. De fato, simule o erro e descubra
por que houve santo reflexo em uma aula de filosofia. Obviamente, uma precisão técnica dos
erros na solução de problemas supõe conhecer muito bem a história da filosofia e manipular com
precisão muitos instrumentos conceptuais; no entanto, um trabalho inicial com os erros pode ser
uma fonte interessante de experimentos para sua realização em sala de aula.

Se os elementos acima levam à construção de um experimento para simular o comportamento dos


filósofos diante de diferentes problemas, eles podem ser adicionados ao que foi dito.

Experimentos podem ser realizados para simular a abordagem de um problema (experimentos de


problematização e tematização conceitual), para simular a solução de um problema (experimento
de operações e, quando apropriado, a solução de um problema). Simular o erro (experimentos que
levam a conclusões erróneas sobre algum problema) e simular a história de algum problema e seu
136

diferente. Tratamento: estas quatro áreas de trabalho são sobrepostas ao que mencionamos e
podem constituir um interesse conjunto de ideias a serem traduzidas que as levam em
consideração.

Até agora, indicamos um conjunto de elementos que devem ser levados em conta quando se trata
de projetar certos experimentos. Vamos agora fazer uma serie de precisões que devem ser levadas
em conta quando consideramos todo o "design".

Os experimentos mencionados se concentram em alguns aspetos do trabalho intelectual de um


filósofo ou de uma investigação científica; ao projetá-los, o reflexo de um pesquisador que pensa
é explícito; nesse sentido, para explicá-las adequadamente deve ser a base do mesmo modo, é
importante notar que, no desenho de experimentos, deve-se estar muito consciente dos elementos
essenciais da teoria do conhecimento e da metodologia de investigação.

Nossa proposta repousa na realidade desses dois pilares, sem cuja compreensão nada do proposto
será realizado:

1. O professor deve ser um "designer" de experimentos.

Você não apenas pode se limitar ao material teórico que quer ensinar, mas também deve pensar
em como esse material pode ser articulado para que o aluno possa trabalhar com ele. Sua tarefa
não é fácil, embora seja altamente gratificante e criativa. O mesmo tipo de filosofia será uma
atividade de experimentação continua, na qual o estudante usa certas técnicas conceituais, cria
outras e se comporta de fato, como um filosofo profissional. De fato, a qualidade de um curso
improdutivo em filosofia, dependerá não apenas da informação teórica que está envolvida no
problema que irá surgir nesta informação, como também manipulará essa informação
adequadamente.

2. Sempre entenda uma atividade e realize experimentos também.

Nunca nossa insistência na necessidade de considerar o aluno com um assunto de atividade seja
excessiva; somente na medida em que realiza tal atividade, pode aprender a desvendar as técnicas
filosóficas fundamentais e adquirir uma sensibilidade teórica necessária.
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Embora nos tenham limitado ao termo da filosofia académica, é importante ter em mente que,
com o rigor e controle necessários, pode-se obter material abundante para realizar experimentos
em outras áreas do conhecimento humano. As ciências, literatura, historia, etc. eles podem
fornecer um importante arsenal de ideias para a realização de experimentos. Se acreditamos que
tratar diferentes campos de filosofia deve fazer é um rigor conceitual necessário, o que não inclui
o mesmo conjunto pseudociência, pseudoliteraturas, reflexões profundas não são como este é
muito importante a um nível introdutório, e de outra forma, se as precauções necessárias não
forem tomadas, o experiencial pode ser prejudicado em nossa opinião, o conjunto de ideias que
podem ser obtidas por escritores cientificas, etc. a atenção a vida daqueles que souberam
enfrentar certos problemas e a consideração de suas paixões intelectuais é extraordinariamente
importante e pode servir como uma referencia precisa para o trabalho de classe. Nós acreditamos
que é necessário resgatar a antiga tradição de relato biográfico, carta, reflexões pessoas (sistemas
não estruturados) e bairros filosóficos que simulam uma atividade intelectual sério e apaixonado,
em nossa própria experiência experiências biográficas semelhantes tem produzido resultados
altamente positivo, com o que terminamos para dizer, estamos afirmando que o escopo a partir do
qual as ideias podem chegar para projetar experimentos conceituais é uma delimitação muito
rigorosa. Isto equivale a não fechar os limites da racionalidade (mesmo quando estes são
precisos) e levantar uma grande história da razão humana para que o estudante possa
experimentar, simulando os exemplos mais importantes dessa historia, finalmente, indicar alguns
passos elementares que podem ser seguidos no design de todas as experiências. Mais tarde,
oferecemos exemplos concretos do mesmo (ver capítulo 4, apêndice).

Em todo projeto de experimentos conceptuais, é conveniente levar em conta o seguinte elemento:

1. Selecione apropriadamente o problema ou a operação intelectual que se tornará a base do


experimento;
2. Unir de alguma forma o problema ou operação conceitual que será vivenciada com a
experiência quotidiana do aluno. Chamamos de "tradução" a esse processo, o problema
proposto deve ser claramente inteligível para o aluno (sem que isso suponha banalizar seu
conteúdo);
138

3. Simular situações da vida quotidiana, acessíveis ao aluno; muitas dessas situações


(mesmo que não sejam particularmente rigorosas) podem oferecer uma boa introdução
para a realização do experimento concreto;
4. Corrigir bem o tipo de experimento que se tenta realizar, com a sequência de momentos a
realizar é elemento importante do desenho. Quando você tem alguma experiência, esse é o
elemento mais simples; os mais difíceis são os três anteriores;
5. Procure informações relevantes para o problema que precisa ser abordado. Essas
informações serão técnicas e especializadas e também devem ser adequadamente
traduzidas para o aluno, para que ele possa usá-lo com lucro;
6. Desenvolvimento do experimento, de acordo com a sequência de etapas pré-fixadas (que,
em alguns casos, devem;
7. Resultado do experimento e sua análise. Ao final do experimento, pode-se analisar, se o
aluno simulou corretamente o comportamento de um pesquisador, se chegou a uma
solução, se foi mantido em um mero questionamento, etc. É conveniente levar em
consideração, neste nível, se a informação especializada oferecida para manipular com
pressão o problema foi adequadamente processada e introduzida no experimento.

Bibliografia

MARNOTO, Isabel. Didáctica da Filosofia I, vol.2. Universidade aberta de Lisboa, 1982.

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O Material de Trabalho na Turma de Filosofia “ Os Problemas Filosóficos “


Nas sanções anteriores tivemos considerado a turma de filosofia como um laboratório conceptual
e temos denominado «simulação Gnosiológica» actividade que ela realiza. Abordamos agora o
Introdução a filosofia, um conjunto de problemas filosóficos.
Nos interessa mais por um momento, sinalar uma direcção de trabalho que aborda precisões
conceptuais: precisar um problema filosófico não é uma tarefa fácil, porque parece necessário
abordar precisar de modo elementar. A leitura a respeito nos é muito abundante e tratar o tema
em situações, técnicas e muitas específicas. Podemos dizer que um problema é uma questão que
se trata de resolver e adoptar a forma de uma pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas «encontrado» e contextualizados de problemas em geral. Assim falar de
problemas biológicas, politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto e para
sua resolução se exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o
problema. Cremos que pode falar-se de um «denominador comum» a todos os problemas, que em
sua característica de tensão, na resolução, a ignorância confessada e recta: ele implica algo no
resultado que precisa um esforço de resolução para seu consenso, há exemplares diferentes de
procedimentos.
Os problemas filosóficos participam da regra geral de todos os demais problemas; ao mesmo
tempo, tem um carácter peculiar aqueles que são intimamente problemas conceptuais.
Teoricamente os problemas filosóficos podem estarem presentes em cada uma das principais
áreas que se dividem: lógica, teoria de conhecimento, teoria das ciências, ontologia, história de
filosofia etc. Enquanto problemas devem resolver de acordo com as peculiaridades dos temas
tratados e de áreas em que se enquadram. No que quer isto dizer, de modo algum, que os
problemas filosóficos tenham um modo de resolução especial frente dos demais problemas.
Deste, existe um mínimo nível lógico que deve respeitar a resolução de todos os problemas. Em
realidade a lógica de resolução de problemas, será a mesma a um quando as variares intervêm 6
155

nas específicas e os mesmos problemas podem abordar deste numa perspectiva peculiar coerente
com o âmbito a que pertence.
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Se trata
de corrigir alguns elementos que nos permitem continuar com a elaboração da nossa proposta,
para a classe de filosofia, contudo, convém ter em conta que o professor de filosofia devera
planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos problemas filosóficos». na
turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que implica centrar-se nas
soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de filosofia centra-se em
leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para poder equilibrar a
precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as respostas das
perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Como pode deduzir-se, ela supõe muitos
elementos importantes na hora de construir uma turma. Nunca pode ser tratar de modo
prioritários as respostas e soluções dos problemas (que se constitui em muitas das vezes
verdadeiras construções sistemáticas), o que oferece uma aproximação dos problemas plantados
pelos filósofos e a informação que eles dispõem para poder resolvê-los. Elaborar o trabalho da
turma e treinamento dos problemas fundamentais que são planeados pelos filósofos (que por sua
vez podem planear os alunos) representa uma importante mudança metodológica a hora de dar
numa turma de filosofia.
Situar o nível dos problemas representa ao mesmo tempo atender problemas consistentes e
ensinar a perguntar em aprender a formular questões, e a planear problemas adequados. Um
tópico afirmar como dizia Bergson, que em filosofia um problema bem planeado leva uma parte
da solução. Aprender a planear questões não é uma tarefa fácil é algo que pode ver obstáculo
quando se há muito tempo, aprendendo uma única solução. Aprender a perguntar, aprender a
planear e formular perguntas e atender fundamentalmente, a uma lógica das perguntas é uma
tarefa fundamental da turma de filosofia, tal como atendemos os outros. Mas adiante oferecemos
algumas sugestões concretas a respeito. Devemos advertir de ante mão, que um curso de 7
156

Iniciação filosófica é um curso de aprendizagem de formação de perguntas e problemas que


podem ser fecundados conceptualmente.
Dizer actividade de perguntar, tem um certo fundamento nos outros modos de «haver filosofia»
supunha atender um aspecto de conhecimento que, em ocasiões aparece envolvido em
panejamento meramente verbal e informativo da leccionação de filosofia: supõe atender com
carácter prioritário a génese do processo do conhecimento. E, este o sentido que adquire toda a
sua importância o processo de simulação que havíamos descrito e o mesmo planeamento da
turma como laboratório. Em um laboratório conceptual e em um modo de proceder de um
filósofo, em um discurso teórico que se vai construindo popularmente: nunca esta
definitivamente dada. Seria um falso serviço da filosofia em limitar-se, em apresentar
unicamente as respostas construídas pelos filósofos e dos problemas que eles haviam observado.
Equivale ensinar uma enciclopédia estática, porque nunca ensinar um modo de trabalho uma
sensibilidade, um processo dinâmico.
A filosofia é fundamentalmente um processo dinâmico, como o processo de todo o
conhecimento. Apresentado de outra forma tradicional. O que pode ser supondo encerar muitas
vezes a possibilidade de compreender como trabalhar com filosofia e em ocasiões de tratar as
outras áreas de saber humano). Nosso planeamento leva consigo a necessidade de ter em conta
uma história e uma epistemologia de perguntar. Porque desejamos em ter em conta que deve-se
analisar com maior rigor em outros momentos.
Pode parecer que a nossa ênfase concedido dos problemas, pensamos que é possível planear
problemas sem ter informação. Abarca formular problemas adequados e fecundos e planear
questões rigorosas exigindo um elevado conhecimento do âmbito em que esta ser perguntada. De
outro modo recai-se numa vazia civilização e se planearia questões que tem sentido e menos uma
solução coerente. Planear perguntas exige manusear informações; e quanto mais actual seria esta
informação a mais alta probabilidade de que as perguntas sejam interessantes. Evidentemente a
informação deve encontra-se contextualizada no âmbito de problemas ela poderá ser também
problematizada. Tendo em conta que a informação disposta hoje em dia é uma realidade a
resposta confirmada e aceitada de uma serie de perguntas e problemas que havia planeados, com
antecedência dos mesmos. Por planeamento problemático levara uma maior intenção de
informação. E deste modo se alcança duas metas importantes: a possibilidade de 8
157

Entender melhor a informação técnica e a possibilidade de poder utilizar, para planear novos
problemas.
Em que situação, se encontra o professor e o aluno neste semelhante planeamento? Parece certo,
que atender fundamentalmente os problemas pode cair um pouco na situação convencional e
pode encontrar-se o professor e os seus alunos numa turma. O professor deve ajudar em primeiro
lugar a traduzir os problemas mais importantes que os filósofos haviam tratados, de modo que
possam ser inteligíveis para os alunos. Na realidade, o professor devera «traduzir» somente a
informação também o que é dado de origem a esta informação. Traduzir uma pergunta a um
problema é uma coisa mais difícil do que traduzir uma informação, supondo planear uma história
e levar a elaboração do problema com todas as vicissitudes, de modo que é acessível ao aluno e
supõe também «traduzir» uma determinada sensibilidade. Ao traduzir um problema, o professor
deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de planeamento e reflexão em que se move
um filósofo e somente o que escreve o sistema que é construído; falando em termos kantianos, o
professor de filosofia deve comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de
um determinado treinamento filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus
resultados. Supondo evidentemente uma mudança qualitativa no trabalho didáctico.
Como tem ocorrido com a tarefa do professor também caberá fundamentalmente a situação do
trabalho dos alunos que trabalham com problemas determinados, em lugares de aprender
unicamente soluções. Trabalhar com problemas desta situação numa clara linha de investigação e
atender a génese dos problemas filosóficos, supõe atender o núcleo mais importante da mesma
tarefa filosófica e será precisamente mediante essa atenção dos problemas da sua génese, e o
modo em que trabalhara em laboratório filosófico e assim se dirigira a simulação Gnosiológica.
Em parte gratuito afirmar que o aluno deve planear-se dos mesmos problemas que se há planeado
dos filósofos. Eles opõe em realidade, um grande nível intelectual que você e o aluno esta tendo
de alcançar com tudo o trabalho de turma de filosofia, deve pautar do consenso desse nível
intelectual. Por ele tem uma grande importância que o aluno aprenda a trabalhar com os
problemas que ele tem plantados e ao mesmo tempo simule as estratégias de resolução dos
problemas tal como se planta o trabalho dos grandes pensadores. Começar com elevados
planeamentos teóricos, podem ser frustrantes e produzir resultados mínimos. Se começar com os
problemas que o aluno tem que pode atender e prosseguir com os problemas dos grandes 9
158

Filósofos, adequadamente traduzidos (nunca civilizados), são um caminho eficaz de


aprendizagem. Somente deste o começo pode alargar-se a um final importante. E este caminho
nos dita muito de que devemos recorrer aos pensadores mais originais que nos levam a dominar o
certo para construir, sobre as verdades perspectivas geniais, é importante ter em conta que tratar
problemas supõe adoptar um planeamento interdisciplinar, não somente se trata de um problema
que pode e deve resolver desde alguns e perspectivas teóricas diferentes, mas sim também alguns
os mais fecundos problemas serão planeados em terrenos diferentes a de filosofia académica.
Didacticamente é importante ter muito em conta a este texto. Pois para aprender a formular
problemas podem emprestar uma multiplicidade de âmbitos teóricos desde os tempos diferentes
de problemas. Ele pode revelar um aluno na unidade básica de comportamento conceptual
humano, que trata de analisar numa turma de filosofia por ele, analisar questões planeadas no
terreno de biologia, física, historia etc. É importante ter recurso didáctico que pode depreciar um
quando deve utilizar um grande rigor. 10
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Interpretação e Compreensão do Texto

Nesta temática sobre a turma de filosofia e os problemas filosófico nos interessa sinalar a
direcção do trabalho que abordam precisões conceptuais. A leitura a respeito nos é muito
abundante e tratar o tema em situações, técnicas e específicas. Podemos dizer que um problema é
uma questão de resolver e adoptar a forma de pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas contextualizados de problemas em geral. Isto ee problemas biológicas,
politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto, e para sua resolução se
exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o problema (Marnoto:
1990. P.).
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Onde
convêm ter em conta o seguinte:
O professor de filosofia devera planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos
problemas filosóficos.

Na turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que
implica centrar-se nas soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de
filosofia centra-se em leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para
poder equilibrar a precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as
respostas das perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Professor de filosofia deve
comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de um determinado treinamento
filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados (opcite: p.).

Ao traduzir um problema, o professor deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de


planeamento e reflexão em que se move um filósofo e somente o que escreve o sistema que é
165

construído; falando em termos kantianos, o professor de filosofia deve comprometer-se na


tradução das condições das possibilidades de um determinado treinamento filosófico mas que a
tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados a mediação do professor tem um sentido de
provocar o processo de investigação filosófica ou seja mediar a relação entre problemas filosófico
da vida quotidiana do aluno a fim de que o ensino de filosofia se torne um laboratório
conceptuais problemáticas e produção filosófica.
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Interpretacao do texto
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Interpretação e Compreensão do Texto


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Bibliografia
MARNOTO, Isabel, Manual de Didáctica II, Editora, Lisboa, 1990

Conclusão

Bibliografia
MARNOTO, Isabel. Didáctica da Filosofia.1, Universidade Aberta, Lisboa, 1990.
205

O desenho de experiências conceptuais

O último ponto deste pressuposto teórico se desenho de experiência conceptual.

Disciplinas de filosofia como laboratório se tratam problemas e se assimila gnosiologicamente o


comportamento de filósofos, mediante a realização de determinadas experiências conceptuais.
Como em todo trabalho de laboratório, uma das tarefas principal de disciplina de filosofia
consistirá em realização de experiência e o posterior trabalho sobre seus resultados. Estaria fora
do lugar realizar um extenso comentário sobre o que é uma experiência. Do mesmo modo que um
problema científico é o que parece motivar, entre outras coisas, da investigação científica, da
experiência científica é um intento de enfrentamento e resolução desses problemas.
206

Uma experiência científica é uma experiência construída com o fim de provocar uma
determinada situação ou determinado câmbio para planear uma consideração cognoscitiva nova.
Como em outras secções anteriores, pensamos que o modelo de trabalho deve ser da investigação
científica; quando não pode reduzir facilmente completando de semelhante investigação, se pode
proporcionar uma firme base para fundamentar nesta proposta.

O trabalho fundamental na disciplina de filosofia consistirá na realização de uma série de


experiências e da reflexão sobre resultados que vão conduzir essas experiências. O trabalho
experimental se simula em comportamento de um investigador, se trabalha com determinados
problemas e se converte na disciplina em um laboratório conceptual, posto que os ploblemas
tratados na disciplina de filosofia são, fundamentalmente problemas conceptuais.

O trabalho fundamental na disciplina de filosofia consiste em realização de experiências


conceptuais, uma das tarefas fundamentais a contemplar consistira no desenho das experiências
educativas para sua finalidade requerida; isto só na elaboração de determinado tipo de
experiência que permite o aluno trabalhar como trabalha um filósofo e trata como problemas
fundamentais de filosofia e de todo trabalho conceptual rigoroso.

Desenhar uma experiência é construir uma determinada situação para por a prova um certo tipo
de comportamento conceptual tratar uma série de problemas e poder planear outros.

A técnica de desenho de experiência tem este sentimento, uma grande importância. O professor
deverá centrar sua atenção no seu desenho de experiência que o permite realizar simulação
gnosiológica e o tratamento dos problemas fundamentais que se interligam por aluno, para sua
manipulação na disciplina.

Uma experiência e o sentido em que consideramos nos outros é na realidade, um elemento da


tradução de um problema. Os problemas não existem aliados sem que encontrem situados em
uma mala concreta de relações.

Muitas vezes o aluno não alega compreender os problemas presenteados em uma disciplina
convencional (e as vezes tão pouco problemas óbvios e maus elementos que estão rigorosamente
elaborados). Parece necessário que o aluno reconstrua a origem do problema em situação
adequada na mala de relações, do mesmo modo que há eixo do filósofo o investigador
207

profissional, onde quando haja de um modo elementar; essa reconstrução pode realizar mediante
o trabalho com experiências conceptuais concertos. Uma experiência conceptual será uma
situação artificial criada para ser realizada em uma disciplina (com um controle e uma
planificação) que, de um modo indireto levará o aluno a planear se em problema a analisar,
"traduzindo" os elementos fundamentais presentes em toda investigação científica e filosófica.

Mediante experiência conceptual, se tratam dos problemas e simulação gnosiológica se seja real
numa turma. Apenas se divertindo, mediante o trabalho com experiências, o aluno alega planear
problemas semelhantes a dos grandes problemas filosóficos e, mediante sua adequada
manipulação conceptual, se comportaria como se fosse um filósofo. Deste modo, em uma
experiência se encontram concentrados os problemas, da simulação gnosiológica e do próprio
trabalho do aluno. Se na experiência estes estão bem desenhados, os problemas se detetam com
facilidade podem trabalhar com rigor e sobretudo, pode coincidir que o aluno, ao trabalhar
converta alguém e tal "seja" filósofo.

Semelhante planeamento do que é uma experiência supõe atender o problema do desenho, o


problema da construção de uma experiência. Analisando o problema do desenho de experiências,
que darão aclarados alguns pontos que podem parecer obscuros por momento.

A finalidade do desenho de experiência das construções de diferentes tipos de exercícios (sempre


concebidos como experimentos), que devem a simulação…

A) Desenho de experimento que simulam operações conceptuais básicas

Seria demasiado pretensioso convencionar uma lista completa de operações conceptuais básica
que desenrola um filósofo, um científico e a elaboração do seu pensamento. Admitir a existência
de operações separados de modo atómico equivale a sustentar um mero associativismo
psicológico o que deixa muito de ser real em trabalho de um investigador, se podemos recolher
uma série de operações conceptuais que nos permitem discernir um conjunto de experimentos em
torno das mesmas que nos permitem refletir corretamente sobre o que supõe levar a cabo. Uma
enumeração básica de operações conceptuais elementares incluía como mínimo as seguintes:
observação, descrição, comparação, ordenação, classificação, formulação de hipóteses,
comprovação, construção de projetos, definição, sistematização, indução, dedução, análise,
síntese e explicação. Mas adiante, preponderemos exemplos claros destas experiencias.
208

Todos sons de uma sinceira realização permitem uma grande variedade de aplicações e inclui
importantes elementos de reflexão quando se trabalha com eles, conveniente temos alguns pontos
concretos:

- Estes experimentos pretendem experimentar elementos constitutivos de uma conduta conceptual


completa;

- Muitas destas experiências são extremamente simples e raras vezes são novidades;

- Em desenhos de experiências com operações conceptuais deve ter mais em conta a reflexão
sobre: o que supõe na operação conceptual, resultado de uma aplicação de operações conceptuais
a um material determinado supõe a aplicação de conhecimentos evidentes.

B) Desenho de experiências que simulam o comportamento conceptual de tratamento de


determinados problemas.

Se as experiências anteriores tendem a uma base de determinados elementos pontuais de


comportamento conceptual e de análise como unidades independentes, de conjunto de
experimentos que propomos a hora tendem a pôr em funcionamentos conceptuais na base da
manipulação de problemas determinados. Mencionemos aqui alguns elementos que convêm ter
em conta para desenhar este tipo de experiência:

- Fechar e delimitar o problema que vai se tratar na turma e convêm ter em conta que uma vez
delimitado o problema deve ser traduzido a fim de que o aluno pode entendê-lo e trabalhar sobre
ele;

- Conseguir um elementar documento histórico acerca de tratamento de problema proposto e de


modo que há sido manipulado por outros pensadores, ele nos levará a considerar como se há
tratado o problema que consideramos, possibilitando que podemos obter danos suficientes para
levar a cabo um processo de simulação desse tratamento;

- Recolher a informação técnica que é necessário para resolver o problema fechado.

Evidentemente é muito difícil que esta informação possa ser completa a nível introdutório, se o
embargo do problema está bem selecionado a nível da informação pode manejar com coerência
209

para o aluno. Ordinariamente como ocorre com a maioria dos problemas filosóficos, a
informação deverá proceder de diferentes áreas de conhecimento.

- Analisar se possível as diferentes operações conceptuais que levam a solução de problemas de


modo que possam ser repetidas por um aluno a nível elementar e podem em situações
semelhantes que deverão resolver os autores de historia de filosofia e seu trabalho. Neste sentido,
parece importante que o conjunto de experiências dedicados a analisar individualmente as
diferentes operações conceptuais podem dominar como técnicas operativas antes de aplicá-las a
resolução de problemas.

Os experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais

Os experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais, pensamos que tem uma
grande importância atender as soluções erróneas dos problemas do mesmo, simular o erro e
detetar porque tem havido erros, é um bom procedimento para realizar uma interessante reflexão
em uma turma de filosofia, evidentemente uma precisa técnica de erros e a solução de problemas
supõe conhecer mas bem a história da filosofia e manejar com precisão muitos instrumentos
conceptuais, embargo um trabalho inicial com cheio de erros pode ser uma interessante fonte de
experiências para a sua realização na turma. Se os elementos anteriores conduzem a construção
de um experimento para simular o comportamento dos filósofos até diferentes problemas, podem
ter encontrado quatro interessantes áreas que podem analisar enquanto acaba-se decidirem: pode
realizar, se experimentos para simular o planeamento de um problema, para simular a solução de
um problema, para simular o erro, para simular as histórias de um problema e seus diferentes
tratamentos.

Estas quatro áreas de trabalho se sobrepõem enquanto homens mencionados e podem constituir
um interesse conjunto de ideias para ser traduzidas nas turmas mediante o desenho de
experimentos adequados; esta hora tem-se assinalado um conjunto de elementos que devem ter
em conta quando se trata de desenhar determinados experiências, tivemos uma hora de precisões
que devem ter em conta a hora de planear todo desenho. As experiências mencionadas se centram
em determinados aspetos de qualquer intelectual de um filósofo investigador científico. Ao
desenha-los se explicita a reflexão de um investigador que pensa sobre seu próprio método, neste
sentido, as experiências devem ter uma finalidade mais clara e explicitar adequadamente a base
210

em torno do qual constitui como tal experiência, assim é importante advertir que um desenho de
experiencia deve ser mais consciente dos elementos da teoria do conhecimento e da metodologia
de investigação cientifica. Nesta pressuposto descansa em outra realidade um dos pilares cujo
entendimento não pose se realizar, nada de proposto. O professor deve ser um desenhador de
experimentos, isoladamente pode limitar a fechar o material teórico que quer ensinar, sendo
assim deve pensar em como pode ser articulado esse material a fim de que o aluno trabalhe com
ele. Sua tarefa não é nada fácil porque são altamente gratificantes e criativa, a mesma turma de
filosofia será uma contínua atividade de experimentação em que o aluno utiliza diferentes
técnicas conceptuais, cria outras e se comporta do mesmo modo como filósofo profissional.

Em realidade a caridade de um curso introdutório em filosofia dependerá no isolamento da


informação teórica que se trata e dos problemas que fizeram surgir essa informação, senão da
adequada realização de experiências que permitem manipular esta informação adequadamente.

Compreender sempre uma atividade e realizar experiências também, nunca pode ser exaustiva
nesta insistência na necessidade de considerar o aluno como um sujeito de atividade e isolamento
enquanto realiza tal atividade poderá aprender e aprender e desenrolar as técnicas filosóficas
fundamentais filosóficas e adquirir uma necessária sensibilidade teórica.

Aqui nos homens limitados a terrenos da filosofia académica convêm ter em conta que com este
rigor e controle necessário pode se obter abundante material para realizar experiências em outras
áreas de saber humano. As ciências, as literaturas, a história, etc, podem proporcionar um arsenal
de ideias para a construção de experiências, se queremos em câmbios que tratam de campos
diferentes, a filosofia deve tecer com um necessário rigor conceptual que não inclui o mesmo
conjunto pseudociência, pseudoliteratura, no fundo reflexões que não são tarde, esta é mais
importante, no nível introdutório, e que de outo modo não se tomam as necessárias precauções
pode malograr as experiencias iniciais do aluno com a filosofia. Uma atenção especial merece a
nossa opinião o conjunto de ideias que pode obter atendemos as biografias conceptuais de
filósofos conceptuais, escritores, etc, atenção a vida daqueles sábios enfrentarem determinados
problemas e a consideração de suas posições intelectuais extraordinariamente importantes e
podem servir como referências precisas para trabalhos de turma. Cremos que é necessário
resgatar a antiga tradição da consideração biográfica e quando é possível conhecer elementos
biográficos certas reflexões pessoais e oradores dos filósofos daqueles a desenrolada uma seria e
211

uma apaixonada atividade intelectual, em nossa própria experiência semelhantes referências


bibliográficas há dados resultados positivos, com quanto acabamos de decidir, estamos afirmando
que o âmbito donde pode proceder as ideias para desenhar experiências conceptuais é mais
amplo. Enquanto deve estar precedido de uma delimitação rigorosa, ele equivale no cerrar dos
limites da racionalidade e a planear uma grande história da razão humana para que alunos possam
experimentar, simulando os exemplos mais importantes dessa história.

Parece importante o conjunto de experimentos dedicados a analisar individualmente as diferentes


operações conceptuais que podem dominar como técnicas operacionais antes de aplicá-las à
resolução de problemas.

Nos experimentos que simulam o tratamento de problemas conceptuais, pensamos que é de


grande importância atender às soluções erróneas dos problemas. De fato, simule o erro e descubra
por que houve santo reflexo em uma aula de filosofia. Obviamente, uma precisão técnica dos
erros na solução de problemas supõe conhecer muito bem a história da filosofia e manipular com
precisão muitos instrumentos conceptuais; no entanto, um trabalho inicial com os erros pode ser
uma fonte interessante de experimentos para sua realização em sala de aula.

Se os elementos acima levam à construção de um experimento para simular o comportamento dos


filósofos diante de diferentes problemas, eles podem ser adicionados ao que foi dito.

Experimentos podem ser realizados para simular a abordagem de um problema (experimentos de


problematização e tematização conceitual), para simular a solução de um problema (experimento
de operações e, quando apropriado, a solução de um problema). Simular o erro (experimentos que
levam a conclusões erróneas sobre algum problema) e simular a história de algum problema e seu
diferente. Tratamento: estas quatro áreas de trabalho são sobrepostas ao que mencionamos e
podem constituir um interesse conjunto de ideias a serem traduzidas que as levam em
consideração.

Até agora, indicamos um conjunto de elementos que devem ser levados em conta quando se trata
de projetar certos experimentos. Vamos agora fazer uma serie de precisões que devem ser levadas
em conta quando consideramos todo o "design".
212

Os experimentos mencionados se concentram em alguns aspetos do trabalho intelectual de um


filósofo ou de uma investigação científica; ao projetá-los, o reflexo de um pesquisador que pensa
é explícito; nesse sentido, para explicá-las adequadamente deve ser a base do mesmo modo, é
importante notar que, no desenho de experimentos, deve-se estar muito consciente dos elementos
essenciais da teoria do conhecimento e da metodologia de investigação.

Nossa proposta repousa na realidade desses dois pilares, sem cuja compreensão nada do proposto
será realizado:

2. O professor deve ser um "designer" de experimentos.

Você não apenas pode se limitar ao material teórico que quer ensinar, mas também deve pensar
em como esse material pode ser articulado para que o aluno possa trabalhar com ele. Sua tarefa
não é fácil, embora seja altamente gratificante e criativa. O mesmo tipo de filosofia será uma
atividade de experimentação continua, na qual o estudante usa certas técnicas conceituais, cria
outras e se comporta de fato, como um filosofo profissional. De fato, a qualidade de um curso
improdutivo em filosofia, dependerá não apenas da informação teórica que está envolvida no
problema que irá surgir nesta informação, como também manipulará essa informação
adequadamente.

2. Sempre entenda uma atividade e realize experimentos também.

Nunca nossa insistência na necessidade de considerar o aluno com um assunto de atividade seja
excessiva; somente na medida em que realiza tal atividade, pode aprender a desvendar as técnicas
filosóficas fundamentais e adquirir uma sensibilidade teórica necessária.

Embora nos tenham limitado ao termo da filosofia académica, é importante ter em mente que,
com o rigor e controle necessários, pode-se obter material abundante para realizar experimentos
em outras áreas do conhecimento humano. As ciências, literatura, historia, etc. eles podem
fornecer um importante arsenal de ideias para a realização de experimentos. Se acreditamos que
tratar diferentes campos de filosofia deve fazer é um rigor conceitual necessário, o que não inclui
o mesmo conjunto pseudociência, pseudoliteraturas, reflexões profundas não são como este é
muito importante a um nível introdutório, e de outra forma, se as precauções necessárias não
forem tomadas, o experiencial pode ser prejudicado em nossa opinião, o conjunto de ideias que
213

podem ser obtidas por escritores cientificas, etc. a atenção a vida daqueles que souberam
enfrentar certos problemas e a consideração de suas paixões intelectuais é extraordinariamente
importante e pode servir como uma referencia precisa para o trabalho de classe. Nós acreditamos
que é necessário resgatar a antiga tradição de relato biográfico, carta, reflexões pessoas (sistemas
não estruturados) e bairros filosóficos que simulam uma atividade intelectual sério e apaixonado,
em nossa própria experiência experiências biográficas semelhantes tem produzido resultados
altamente positivo, com o que terminamos para dizer, estamos afirmando que o escopo a partir do
qual as ideias podem chegar para projetar experimentos conceituais é uma delimitação muito
rigorosa. Isto equivale a não fechar os limites da racionalidade (mesmo quando estes são
precisos) e levantar uma grande história da razão humana para que o estudante possa
experimentar, simulando os exemplos mais importantes dessa historia, finalmente, indicar alguns
passos elementares que podem ser seguidos no design de todas as experiências. Mais tarde,
oferecemos exemplos concretos do mesmo (ver capítulo 4, apêndice).

Em todo projeto de experimentos conceptuais, é conveniente levar em conta o seguinte elemento:

8. Selecione apropriadamente o problema ou a operação intelectual que se tornará a base do


experimento;
9. Unir de alguma forma o problema ou operação conceitual que será vivenciada com a
experiência quotidiana do aluno. Chamamos de "tradução" a esse processo, o problema
proposto deve ser claramente inteligível para o aluno (sem que isso suponha banalizar seu
conteúdo);
10. Simular situações da vida quotidiana, acessíveis ao aluno; muitas dessas situações
(mesmo que não sejam particularmente rigorosas) podem oferecer uma boa introdução
para a realização do experimento concreto;
11. Corrigir bem o tipo de experimento que se tenta realizar, com a sequência de momentos a
realizar é elemento importante do desenho. Quando você tem alguma experiência, esse é o
elemento mais simples; os mais difíceis são os três anteriores;
12. Procure informações relevantes para o problema que precisa ser abordado. Essas
informações serão técnicas e especializadas e também devem ser adequadamente
traduzidas para o aluno, para que ele possa usá-lo com lucro;
214

13. Desenvolvimento do experimento, de acordo com a sequência de etapas pré-fixadas (que,


em alguns casos, devem;
14. Resultado do experimento e sua análise. Ao final do experimento, pode-se analisar, se o
aluno simulou corretamente o comportamento de um pesquisador, se chegou a uma
solução, se foi mantido em um mero questionamento, etc. É conveniente levar em
consideração, neste nível, se a informação especializada oferecida para manipular com
pressão o problema foi adequadamente processada e introduzida no experimento.

Bibliografia

MARNOTO, Isabel. Didáctica da Filosofia I, vol.2. Universidade aberta de Lisboa, 1982.

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O Material de Trabalho na Turma de Filosofia “ Os Problemas Filosóficos “


Nas sanções anteriores tivemos considerado a turma de filosofia como um laboratório conceptual
e temos denominado «simulação Gnosiológica» actividade que ela realiza. Abordamos agora o
Introdução a filosofia, um conjunto de problemas filosóficos.
Nos interessa mais por um momento, sinalar uma direcção de trabalho que aborda precisões
conceptuais: precisar um problema filosófico não é uma tarefa fácil, porque parece necessário
abordar precisar de modo elementar. A leitura a respeito nos é muito abundante e tratar o tema
em situações, técnicas e muitas específicas. Podemos dizer que um problema é uma questão que
se trata de resolver e adoptar a forma de uma pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas «encontrado» e contextualizados de problemas em geral. Assim falar de
problemas biológicas, politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto e para
sua resolução se exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o
problema. Cremos que pode falar-se de um «denominador comum» a todos os problemas, que em
sua característica de tensão, na resolução, a ignorância confessada e recta: ele implica algo no
resultado que precisa um esforço de resolução para seu consenso, há exemplares diferentes de
procedimentos.
Os problemas filosóficos participam da regra geral de todos os demais problemas; ao mesmo
tempo, tem um carácter peculiar aqueles que são intimamente problemas conceptuais.
Teoricamente os problemas filosóficos podem estarem presentes em cada uma das principais
áreas que se dividem: lógica, teoria de conhecimento, teoria das ciências, ontologia, história de
filosofia etc. Enquanto problemas devem resolver de acordo com as peculiaridades dos temas
tratados e de áreas em que se enquadram. No que quer isto dizer, de modo algum, que os
problemas filosóficos tenham um modo de resolução especial frente dos demais problemas.
Deste, existe um mínimo nível lógico que deve respeitar a resolução de todos os problemas. Em
realidade a lógica de resolução de problemas, será a mesma a um quando as variares intervêm 6
231

nas específicas e os mesmos problemas podem abordar deste numa perspectiva peculiar coerente
com o âmbito a que pertence.
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Se trata
de corrigir alguns elementos que nos permitem continuar com a elaboração da nossa proposta,
para a classe de filosofia, contudo, convém ter em conta que o professor de filosofia devera
planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos problemas filosóficos». na
turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que implica centrar-se nas
soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de filosofia centra-se em
leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para poder equilibrar a
precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as respostas das
perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Como pode deduzir-se, ela supõe muitos
elementos importantes na hora de construir uma turma. Nunca pode ser tratar de modo
prioritários as respostas e soluções dos problemas (que se constitui em muitas das vezes
verdadeiras construções sistemáticas), o que oferece uma aproximação dos problemas plantados
pelos filósofos e a informação que eles dispõem para poder resolvê-los. Elaborar o trabalho da
turma e treinamento dos problemas fundamentais que são planeados pelos filósofos (que por sua
vez podem planear os alunos) representa uma importante mudança metodológica a hora de dar
numa turma de filosofia.
Situar o nível dos problemas representa ao mesmo tempo atender problemas consistentes e
ensinar a perguntar em aprender a formular questões, e a planear problemas adequados. Um
tópico afirmar como dizia Bergson, que em filosofia um problema bem planeado leva uma parte
da solução. Aprender a planear questões não é uma tarefa fácil é algo que pode ver obstáculo
quando se há muito tempo, aprendendo uma única solução. Aprender a perguntar, aprender a
planear e formular perguntas e atender fundamentalmente, a uma lógica das perguntas é uma
tarefa fundamental da turma de filosofia, tal como atendemos os outros. Mas adiante oferecemos
algumas sugestões concretas a respeito. Devemos advertir de ante mão, que um curso de 7
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Iniciação filosófica é um curso de aprendizagem de formação de perguntas e problemas que


podem ser fecundados conceptualmente.
Dizer actividade de perguntar, tem um certo fundamento nos outros modos de «haver filosofia»
supunha atender um aspecto de conhecimento que, em ocasiões aparece envolvido em
panejamento meramente verbal e informativo da leccionação de filosofia: supõe atender com
carácter prioritário a génese do processo do conhecimento. E, este o sentido que adquire toda a
sua importância o processo de simulação que havíamos descrito e o mesmo planeamento da
turma como laboratório. Em um laboratório conceptual e em um modo de proceder de um
filósofo, em um discurso teórico que se vai construindo popularmente: nunca esta
definitivamente dada. Seria um falso serviço da filosofia em limitar-se, em apresentar
unicamente as respostas construídas pelos filósofos e dos problemas que eles haviam observado.
Equivale ensinar uma enciclopédia estática, porque nunca ensinar um modo de trabalho uma
sensibilidade, um processo dinâmico.
A filosofia é fundamentalmente um processo dinâmico, como o processo de todo o
conhecimento. Apresentado de outra forma tradicional. O que pode ser supondo encerar muitas
vezes a possibilidade de compreender como trabalhar com filosofia e em ocasiões de tratar as
outras áreas de saber humano). Nosso planeamento leva consigo a necessidade de ter em conta
uma história e uma epistemologia de perguntar. Porque desejamos em ter em conta que deve-se
analisar com maior rigor em outros momentos.
Pode parecer que a nossa ênfase concedido dos problemas, pensamos que é possível planear
problemas sem ter informação. Abarca formular problemas adequados e fecundos e planear
questões rigorosas exigindo um elevado conhecimento do âmbito em que esta ser perguntada. De
outro modo recai-se numa vazia civilização e se planearia questões que tem sentido e menos uma
solução coerente. Planear perguntas exige manusear informações; e quanto mais actual seria esta
informação a mais alta probabilidade de que as perguntas sejam interessantes. Evidentemente a
informação deve encontra-se contextualizada no âmbito de problemas ela poderá ser também
problematizada. Tendo em conta que a informação disposta hoje em dia é uma realidade a
resposta confirmada e aceitada de uma serie de perguntas e problemas que havia planeados, com
antecedência dos mesmos. Por planeamento problemático levara uma maior intenção de
informação. E deste modo se alcança duas metas importantes: a possibilidade de 8
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Entender melhor a informação técnica e a possibilidade de poder utilizar, para planear novos
problemas.
Em que situação, se encontra o professor e o aluno neste semelhante planeamento? Parece certo,
que atender fundamentalmente os problemas pode cair um pouco na situação convencional e
pode encontrar-se o professor e os seus alunos numa turma. O professor deve ajudar em primeiro
lugar a traduzir os problemas mais importantes que os filósofos haviam tratados, de modo que
possam ser inteligíveis para os alunos. Na realidade, o professor devera «traduzir» somente a
informação também o que é dado de origem a esta informação. Traduzir uma pergunta a um
problema é uma coisa mais difícil do que traduzir uma informação, supondo planear uma história
e levar a elaboração do problema com todas as vicissitudes, de modo que é acessível ao aluno e
supõe também «traduzir» uma determinada sensibilidade. Ao traduzir um problema, o professor
deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de planeamento e reflexão em que se move
um filósofo e somente o que escreve o sistema que é construído; falando em termos kantianos, o
professor de filosofia deve comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de
um determinado treinamento filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus
resultados. Supondo evidentemente uma mudança qualitativa no trabalho didáctico.
Como tem ocorrido com a tarefa do professor também caberá fundamentalmente a situação do
trabalho dos alunos que trabalham com problemas determinados, em lugares de aprender
unicamente soluções. Trabalhar com problemas desta situação numa clara linha de investigação e
atender a génese dos problemas filosóficos, supõe atender o núcleo mais importante da mesma
tarefa filosófica e será precisamente mediante essa atenção dos problemas da sua génese, e o
modo em que trabalhara em laboratório filosófico e assim se dirigira a simulação Gnosiológica.
Em parte gratuito afirmar que o aluno deve planear-se dos mesmos problemas que se há planeado
dos filósofos. Eles opõe em realidade, um grande nível intelectual que você e o aluno esta tendo
de alcançar com tudo o trabalho de turma de filosofia, deve pautar do consenso desse nível
intelectual. Por ele tem uma grande importância que o aluno aprenda a trabalhar com os
problemas que ele tem plantados e ao mesmo tempo simule as estratégias de resolução dos
problemas tal como se planta o trabalho dos grandes pensadores. Começar com elevados
planeamentos teóricos, podem ser frustrantes e produzir resultados mínimos. Se começar com os
problemas que o aluno tem que pode atender e prosseguir com os problemas dos grandes 9
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Filósofos, adequadamente traduzidos (nunca civilizados), são um caminho eficaz de


aprendizagem. Somente deste o começo pode alargar-se a um final importante. E este caminho
nos dita muito de que devemos recorrer aos pensadores mais originais que nos levam a dominar o
certo para construir, sobre as verdades perspectivas geniais, é importante ter em conta que tratar
problemas supõe adoptar um planeamento interdisciplinar, não somente se trata de um problema
que pode e deve resolver desde alguns e perspectivas teóricas diferentes, mas sim também alguns
os mais fecundos problemas serão planeados em terrenos diferentes a de filosofia académica.
Didacticamente é importante ter muito em conta a este texto. Pois para aprender a formular
problemas podem emprestar uma multiplicidade de âmbitos teóricos desde os tempos diferentes
de problemas. Ele pode revelar um aluno na unidade básica de comportamento conceptual
humano, que trata de analisar numa turma de filosofia por ele, analisar questões planeadas no
terreno de biologia, física, historia etc. É importante ter recurso didáctico que pode depreciar um
quando deve utilizar um grande rigor. 10
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Interpretação e Compreensão do Texto

Nesta temática sobre a turma de filosofia e os problemas filosófico nos interessa sinalar a
direcção do trabalho que abordam precisões conceptuais. A leitura a respeito nos é muito
abundante e tratar o tema em situações, técnicas e específicas. Podemos dizer que um problema é
uma questão de resolver e adoptar a forma de pergunta. Os problemas podem encontrar-se em
diferentes áreas de saber e da actividade humana, o que da isto um determinado nível de
especificidade, que os enquadra de um modo concreto. Tecnicamente são muitos mais sinceros
falarem de problemas contextualizados de problemas em geral. Isto ee problemas biológicas,
politicas, físicas etc. Cada, um deles tem um determinado contexto, e para sua resolução se
exigira a adequada metodologia proveniente do hábito em que aparece o problema (Marnoto:
1990. P.).
Pretendemos entrar numa teoria de problemas filosóficos, por isso queremos desejar esta sua
existência, como algo muito real em filosofia contemporânea e na filosofia do passado. Onde
convêm ter em conta o seguinte:
O professor de filosofia devera planear alguns elementos essências que denominamos teorias dos
problemas filosóficos.

Na turma de filosofia tal como conseguimos trabalhar com problemas filosóficos, o elemento
fundamental sobre o trabalho incide no laboratório proposto, a mesma simulação Gnosiológica
centrar-se nos problemas centrar-se nos problemas supõe uma atitude teórica diferente, a que
implica centrar-se nas soluções dos problemas filosóficos. Tradicionalmente a leccionação de
filosofia centra-se em leccionação das soluções dos problemas e a informação que se requer para
poder equilibrar a precisão das soluções dos mesmos, se o aprendido ensina fundamentalmente as
respostas das perguntas que são dirigidas na actividade dos filósofos. Professor de filosofia deve
comprometer-se na «tradução das condições das possibilidades» de um determinado treinamento
filosófico mas que a tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados (opcite: p.).

Ao traduzir um problema, o professor deve ser inteligível ao aluno e a si mesmo, ao nível de


planeamento e reflexão em que se move um filósofo e somente o que escreve o sistema que é
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construído; falando em termos kantianos, o professor de filosofia deve comprometer-se na


tradução das condições das possibilidades de um determinado treinamento filosófico mas que a
tradução dos mesmos planeamentos e seus resultados a mediação do professor tem um sentido de
provocar o processo de investigação filosófica ou seja mediar a relação entre problemas filosófico
da vida quotidiana do aluno a fim de que o ensino de filosofia se torne um laboratório
conceptuais problemáticas e produção filosófica.
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Interpretacao do texto
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Interpretação e Compreensão do Texto


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Bibliografia
MARNOTO, Isabel, Manual de Didáctica II, Editora, Lisboa, 1990

Conclusão

Bibliografia
MARNOTO, Isabel. Didáctica da Filosofia.1, Universidade Aberta, Lisboa, 1990.