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Roberto Douglas Dias Rolim 

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – Curso Licenciatura em História 
r.douglasdias@hotmail.com

Resumo. O objetivo deste trabalho é propor um debate acerca da liberdade
de expressão e democracia a luz da teoria política liberal e da aplicabilidade
dessa liberdade na democracia contemporânea. A abordagem sobre liberdade
e democracia com base na visão dos teóricos liberais, que ao conceituarem o
que é, na democracia liberal o conceito e aplicabilidade de liberdade, tema
corriqueiro   em   nossa   sociedade   e   no   mundo   contemporâneo,   nos
proporcionara uma abertura para debatermos, refletirmos e aprofundarmos o
que liberdade e democracia tem em comum e o que esses teóricos liberais
trazem   de   novo   (ou   diferente)   entre   os   termos   utilizados   e   aplicados   na
sociedade atual.   

1 Referencial Teórico

Analisar os conceitos acerca dos ideais liberais sobre liberdade e democracia,


são para mim que também nutro a ideia de Liberdade, não só um projeto de pesquisa,
mas a defesa da Liberdade em si. Tema esse tão caro a todos que lutaram ao longo dos
anos (passado remotos e na atualidade) por liberdade e democracia, contra ditaduras e
regimes de governo avesso as liberdade de seu povo, e essa é uma de minhas
motivações. Bem como tema esse que é tão falado ultimamente, discutido por
estudiosos (teóricos liberais ou de outras correntes), políticos e cidadãos comuns, me
chamou a atenção para que eu me inclinasse a aprofundar neste assunto. Assim como,
quero como um dos objetivos, propor um debate reflexivo sobre o que é democracia e
o que é liberdade na visão liberal e conservadora. Bem como fazer uso dos conceitos e
demonstrar como a democracia e a liberdade de expressão na visão liberal e
conservadora, podem ainda que ambas, mesmo diferentes entre si, se levadas a luz dos
ideias propostos pelos teóricos liberais/conservadora, ajudar aos cidadãos comuns, seja
dentro da política, seja na sua vida cotidiana, se portar, eticamente, moralmente e
racionalmente sobre a liberdade alheia dos indivíduos e a sua, frente ao estamento
burocrático do estado.
A minha escolha do objeto de estudo deve-se aquilo que acredito ser de
importância fundamental cultural e social, para que nós (e as futuras gerações) possamos
enxerga (não só refletir, mas praticar) o valor do direito natural à livre liberdade de viver
da forma que quiser (sem que afeta o direito do outro), de pensar como quiser (sem que
o filtro das mentes totalitárias, com o uso de mecanismo de censura estatal ou de outros
mecanismo, possam lhe restringir no uso de sua liberdade), ante a democracia, que
também é importante, mas que não pode ser ela, acima das liberdades individuais.
A despeito da liberdade, ela é para mim um dos atributos ou valores mais
apreciados (e debatido) pelo homem moderno. Sendo assim, quero adentrar neste
universo e a partir dos meus estudos de caso, ao longo desta pesquisa, verificar dentro
dos conceitos apontados pelos autores que escolhi (os teóricos liberais), discutir a
importância da liberdade e da democracia nos dias atuais.

É importante também informar que o foco dessa pesquisa concentrar-se-á nos


anseios de uma sociedade (brasileira) carente de informação sobre este tema que afeta
diretamente nossas vidas, bem como levar esse debate ao ponto em que seu uso possa
ser benéfico ao entendimento acerca da liberdade individual (e coletiva) e da democracia
como ferramenta de soluções pacificas de problemas que acomete a vida em sociedade,
seja no campo político, seja no cotidiano de suas vidas pessoais.

Partindo dessa linha de pesquisa, busco também compreender essa dinâmica entre
liberdade e democracia, bem como aprofundar os conhecimentos ideológico (teóricos),
fundamentado na necessidade de que todos nós temos à aprender mais sobre aquilo que
os teóricos pensaram (e muitos deles viveram na pratica) algo fundamental em nossas
vidas, que é a liberdade.

O referencial teórico deve conter uma apresentação da área ou domínio. Costuma­se
apresentar a grande área (ou grandes áreas, caso haja uma intersecção de assuntos) e
depois   ir   afunilando   para   sub­áreas   até   a   área   específica   do   trabalho.   Exemplo:
Inteligência Artificial  Raciocínio baseado em casos  funções de similaridade. Esta
etapa pode ser complementada com os trabalhos similares nesta área. 
Nesta   seção,   o   autor   deve   demonstrar   que   conhece   bem   a   área   ou   tema   ou
assunto.   Para   tanto,   deve   relatar   o   que   outros   autores   já   escreveram   ou   fizeram   de
semelhante.  Procure   deixar   claro   os   conceitos   necessários   para   a   compreensão   do
trabalho em questão.
Esta   seção   deve   mostrar   o   estado   da   arte   na   área.   É   importante   relatar   os
conceitos  e apresentar  trabalhos  mais  importantes, ou mais  atuais  para  comentar  ou
relatar aqui. Procure dar qualidade ao trabalho falando apenas de trabalhos publicados
em locais de qualidade. Artigos da Internet não são muito confiáveis. Dê preferência a
artigos publicados em congressos e periódicos de renome. E não se esqueça de colocar
sempre as referências bibliográficas.

1.1 Formatação
Este documento de referencial teórico deve ter no máximo 5 (cinco) folhas, baseado no
formato do artigo final de TCC1, que por sua vez baseia­se no formato da SBC. Este
presente documento está formatado neste formato.

2 Referências Bibliográficas
Seguem as orientações para utilização das referências bibliográficas. Esta formatação é
a mesma descrita no modelo de TC2 do professor Stanley.
Observações:
­ o tipo de formatação aqui descrito segue as normas de Harvard, que são utilizadas em
muitos periódicos importantes;
­  as   referências   devem   estar   ordenadas   alfabeticamente.   Se   houver   duas   referências
iniciando pelo mesmo autor, ordene também por data, colocando antes as mais antigas;
­ toda referência citada no texto deve estar descrita aqui; e toda referência que aparece
aqui nesta lista deve ser citada no texto.

Artigos em anais de congressos:

Um autor somente:
Sobrenome1, A. (ano) “Título”. In: Título do evento, local, p.12­34.
Obs: os números após o “p.” são a numeração das páginas do artigo. Os nomes dos
autores são abreviados (somente a inicial e um ponto); se houver nomes no meio, estes
também serão abreviados.
Quando a referência tiver mais de uma linha, a 2ª linha deve iniciar aproximadamente
abaixo da 4ª casa da primeira linha:
Sobrenome1, A. (ano) “Este é um título grande: tem também um sub­título”. In: Título
do evento, local, p.12­34.
Dois autores: 
Sobrenome1, A. & Sobrenome2, B. (ano) “Título”. In: Título do evento, local, p.12­34.
Três ou mais autores:
Sobrenome1, A., Sobrenome2, B., Sobrenome3, C. (ano) “Título”. In: Título do evento,
local, p.12­34.
Ou
Sobrenome1, A. et al. (ano) “Título”. In: Título do evento, local, p.12­34.

Artigos em periódicos: (o esquema dos autores segue como acima)
Sobrenome1, A. (ano) “Título”. Título do periódico, v.1, n.1, mês, p.12­34.
Obs: v = número do volume, n = número da edição

Capítulos de livros:
Sobrenome1, A. (ano) “Título”. In: SobrenomeX, A. (ed.), Título do livro, local, p.12­
34.

Livro:
Sobrenome1, A. (ano) Título. Local, editora, 2ª ed.
Obs: se for a 1ª edição, não é preciso indicar.

Teses, Dissertações e Trabalhos de Conclusão:
Sobrenome1, A. (ano) Título. Entidade ou Editora (pode ser faculdade ou universidade),
curso, local. (tipo)
“Tipo” pode ser: tese de doutorado, dissertação de mestrado, trabalho de conclusão de
curso.

Software, Manual ou Normas:
Sobrenome1, A. (ano) Título. Local, editora.
Obs: o autor pode ser a empresa que desenvolveu ou comercializa o software ou que
elaborou o manual. Pode ser também a entidade que desenvolveu a norma (exemplo:
conselho federal).

Material da Internet:
Sobrenome1, A. (ano) Título do material conforme aparece na página web. Disponível
em http://www.endereço.com/diretório/arquivo, mês.
Obs: o autor pode ser uma empresa, organização, editora ou instituição. Os dados de
mês e ano se referem à data em que o material foi acessado. Procure evitar este tipo
de referência pois a qualidade é duvidosa. Outra sugestão: não utilize em demasia
fontes   da   Internet   pois   pode   parecer   preguiça   do   autor.   A   Internet   possui   muito
material de qualidade; basta verificar que o trabalho sendo consultado foi publicado
por   alguma   editora   ou   se   apareceu   em   congresso   ou   periódico/revista;   isto   dá
qualidade ao trabalho e, neste caso, a referência bibliográfica indicará a fonte fora da
Internet (editora, congresso ou periódico) e não o site onde o material está disponível
(o site é apenas o local para encontrar o material e não a referência bibliográfica).