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Gotas de Luz

Janeiro/Fevereiro de 2018 Informativo de Circulação Interna N° 79 – Ano 16

Grupo Espírita Joana d’Arc


Avenida Vicente de Carvalho, 203 Vaz Lobo - Tel.: 3351–5471 Cep: 21371-120
Desde 1942 aberto aos corações sequiosos de harmonia

EDITORIAL Dá beleza à tua administração


Enquanto trabalhadores espíritas no GEJD, nossa tarefa é: trabalharmos para
Amigos leitores, uma questão: transformar esta instituição num 'Oásis'.
como dar beleza à administração A primeira coisa a fazer: descobrir o que é um oásis. Deixamos a todos os leitores a
de uma instituição? Esse boletim pesquisa a respeito. Em segundo lugar, vamos nos colocar no lugar de quem procura um
parece começar 'estranho'! oásis. E vamos, de pensamento em pensamento, modelando toda a estrutura que será
necessária para que o GEJD vire, de fato, um oásis.
Abrimos espaço neste
Pode parecer pouco, mas é um caminho a trilhar e muitas opções podem surgir a
periódico para que, este ano, a
partir de uma simples proposta. Assim também, em tudo que fazemos, onde quer que
direção do GEJD avance com a
atuemos, o ambiente onde nos movimentamos pode ser como o de um oásis. O que se aplica
proposta de fazer do GEJD um
ao grupo espírita, portanto, pode servir de modelo para nossa ação mais ampla.
oásis.
Mas como vamos administrar um lugar tão belo e onde todos vão querer estar, pelo
Subsídios para a 'construção' prazer que terão em tal espaço? Como gerir o atendimento a tantos e a tão diferentes
estão na página dois: conhecendo gostos, desejos, formas de se movimentar e de interagir?
mais sobre o Evangelho e a Soprou-nos alguém: "Dá beleza à tua administração".
Revista Espírita, que vai ser
No belo oásis, a administração deste núcleo de esplendor tem que estar saturada do
divulgada ao longo do ano no teu espírito. Belos os gestos; as regras impecavelmente justas e exalando o perfume da
espaço "Joaninha Indica". caridade, de tal forma que, não cumpri-las, entristeceria mais ao transgressor do que aos
Na página três, Kardec nos agentes que devem cobrar o cumprimento das sábias normas.
apresenta a característica dos Fica claro para nós que é um desafio criar tal ambiente de forma artificial,
Espíritos em condições medianas. assemelhando-o aos espaços naturais que servem de postos de parada para os sedentos do
mundo. Que administradores teriam tal capacidade? Temos uma pista: Jesus nos dá a dica,
E, finalmente, na página mais uma vez. Está no Novo Testamento [1]. O roteiro da boa administração está ali e talvez,
quatro, divulgamos atividades do ainda, a primeira menção à tarefa que caberia aos espíritas cristãos num futuro que... É
movimento espírita, nossas HOJE!
atividades e nossas campanhas.
Os samaritanos que estiveram com Ele diretamente puderam crer, porque o ouviram.
Outros creram ao ouvir da mulher que havia estado antes com Ele, no poço, sem precisar vê-
lo e ouvi-lo. Ele continua falando por outras bocas, mas quais são dignas Dele? Quais, ao
Boa leitura! falarem, são sinceras como a samaritana do poço de Jacó e, por isso, têm credibilidade junto
aos que chegarão aos templos de todos os povos, de todas as raças, em todo canto da Terra,
para ouvir e crer?
Hoje temos como levar a palavra Dele tão límpida como naqueles tempos em que Ele
mesmo pregara. O instrumento: o Consolador Prometido, que veio, no tempo predito,
restabelecer a verdade: [...] "No cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem
humana os erros que nele se enraizaram." [...] [2]
O que nos restará se quisermos agir de forma verdadeira, de acordo com as leis de
Deus? Mergulhar no conhecimento amplo das verdades eternas por meio do Espiritismo. E,
com seu estudo sincero, entendermos quais práticas de gestão utilizar, a fim de tornar bela a
administração, que há de fazer do GEJD (ou de qualquer lugar) um 'Oásis'.

[1] O Novo Testamento (Tradução Haroldo D. Dias). Evangelho de João 4:1-54. Brasília: FEB, 2013.
[2] O Evangelho Segundo o Espiritismo (Allan Kardec), cap. VI, item 5, 110 ed. Brasília: FEB, 1995.
Heitor Mendes
“Estranha Moral”
(Capítulo XXIII – O Evangelho Segundo o Espiritismo)

Não penseis que eu tenha vindo trazer paz à Terra; não vim trazer Nesse sentido, é oportuno analisar se Jesus teria realmente
a paz, mas a espada; - porquanto vim separar de seu pai o filho, de sua pedido para que as pessoas abandonassem seus pais, mães e filhos.
mãe a filha, de sua sogra a nora; - e o homem terá por inimigos os de sua Ao tomarmos o Espiritismo como referência, vemos que as relações
própria casa. (S. MATEUS, 10:34 a36.) familiares são grande instrumento de ajustes e aprimoramento
moral para todos nós, contudo os verdadeiros laços de afeição são
Neste capítulo Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita,
os do Espírito e não os do corpo, os quais não se quebram pela
aborda todas as passagens atribuídas a Jesus Cristo que podem causar
separação, nem mesmo pela morte do corpo físico. Portanto, Jesus
estranheza, má interpretação de suas palavras, uma vez que se refere a
não pediu a ninguém para rejeitar sua família, e sim que
temas que, tomados ao “pé da letra”, de forma alguma condizem com a
priorizassem os interesses da vida futura sobre todos os interesses e
Moral do Mestre. O objetivo de Kardec é refletir sobre essas passagens, tais
considerações humanas.
como: “Odiar aos pais”; “Abandonar pai, mãe e filhos”; “Deixar aos mortos o
cuidado de enterrar seus mortos”; “Não vim trazer a paz, mas sim a divisão”. Não penseis que eu tenha vindo trazer paz à Terra; não vim
São colocações que, num primeiro momento, causam desconforto aos trazer a paz, mas a espada; - porquanto vim separar de seu pai
o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra a nora; - e o homem
nossos olhos e ouvidos, tendo em vista que mostram um Jesus áspero em
terá por inimigos os de sua própria casa. (S. MATEUS, 10:34
seus ensinos, contrariando o que trouxe de mais sublime para a
a36.)
humanidade: A Lei do Amor.
Da mesma forma, quando Jesus disse ao Jovem para “Deixar
“Como nas suas pegadas caminhasse grande massa de povo, Jesus,
aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos”, não estava
voltando-se, disse-lhes: - Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a
sua mãe, a sua mulher e a seus filhos, a seus irmãos e irmãs, mesmo a censurando ao jovem pela intenção de enterrar seu pai, uma vez
sua própria vida, não pode ser meu discípulo. -E quem quer que não que considera um dever de piedade filial ir sepultar seu pai. Na
carregue a sua cruz e me siga, não pode ser meu discípulo. - Assim, verdade estava se referindo a verdadeira vida, a vida espiritual,
aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem não pode ser meu falava da necessidade de compreender que a vida no corpo físico é
discípulo. (S. LUCAS, 14:25 a 27 e 33.) ”. passageira e que devemos aproveitá-la para desenvolvermos o
Reino de Deus em nosso íntimo para chegarmos ao “céu” onde
Dessa forma, é importante ressaltar que todos os Evangelhos foram
ocorre a verdadeira vida.
escritos após a “morte” de Jesus, entre os anos 64 e 95 depois de Cristo (DC).
Fato este que pode ter levado a distorções do pensamento expresso por Por fim, o Mestre sabia que seus ensinos trariam divisão,
Cristo, ou até mesmo do sentido primitivo ao passar de uma língua para pois trazia uma mensagem de AMOR para um mundo embrutecido,
outra, basta um único erro reproduzido diversas vezes para que se torne a qual minaria pela base os abusos de que viviam os fariseus, os
uma verdade. Outro aspecto de extrema relevância é que a língua hebraica escribas e os sacerdotes do seu tempo, trazendo consigo uma
era pobre e não oferecia muitas opções, tendo palavras que possuíam várias Espada Simbólica, instrumento indispensável de mudança para a
significações. humanidade, cujo texto abaixo descreve com maestria:
Então, disse-lhe Pedro: Quanto a nós, vês que tudo deixamos e te “(...) sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo a espada
seguimos. - Jesus lhe observou: Digo-vos, em verdade, que ninguém renovadora da guerra contra o mal, constituindo em si mesmo a
deixará, pelo reino de Deus, sua casa, ou seu pai, ou sua mãe, ou seus divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor;
irmãos, ou sua mulher, ou seus filhos - que não receba, já neste mundo, esses, nas mais perigosas situações na Terra, encontram n'Ele, a
muito mais, e no século vindouro a vida eterna.(S. LUCAS, 18:28 a 30.) serenidade inalterável. É que Jesus começou o combate de salvação
para a humanidade, representando, ao mesmo tempo, o
Nesse contexto, um bom exemplo é a palavra odiar que naquela
sustentáculo da paz sublime para todos os homens bons e
época era usada também para expressar “amar menos” como podemos ver
sinceros”. (Livro – O Caminho, a Verdade e a Vida – Por Chico
na frase de São Lucas: “Se alguém vem a mim e não odeia ao seu pai e sua Xavier).
mãe....”, assim como na passagem de São João: “Aquele que odeia sua vida,
Muita Luz a Todos!!
neste mundo, a conserva para vida eterna”, em ambas fica claro que não
exprime a ideia que lhe é atribuída. Jorge e Livia Lopes
Disse a outro: Segue-me; e o outro respondeu: Senhor, consente que,
primeiro, eu vá enterrar meu pai. - Jesus lhe retrucou: Deixa aos mortos o
cuidado de enterrar seus mortos; quanto a ti, vai anunciar o reino de
Deus. (S. LUCAS, 9:59 e 60.)

Joaninha Indica
Conheça: A REVISTA ESPÍRITA – Jornal de Estudos Psicológicos
Foi um periódico elaborado por Kardec onde eram relatadas experiências mediúnicas, bem como esclarecimentos acerca de
pontos importantes na Doutrina Espírita. Ao longo deste ano vamos divulgar os doze anos de publicação (1858 a abril de 1869) sob a
condução de Allan Kardec.
No ano de 1858 foram publicados artigos tratando da Escala Espírita, pluralidade dos mundos habitados e comunicações com
espíritos habitantes de Júpiter. Sendo este o planeta mais evoluído do nosso Sistema Solar, os relatos nos apresentam condições de
vida muito diferentes da Terra. São descritas a composição dos corpos, o tipo de alimentação, a ideia da morte, duração das
encarnações, a divisão do trabalho, etc. Os espíritos de Júpiter focam seus esforços no auxílio a mundos como o nosso, fazendo com
que espíritos inferiores se encaminhem para o bem, de forma que mesmo essas comunicações vêm como forma de inspiração para
que venhamos a ser melhores e trabalhar pela evolução pessoal e do planeta.
(continua na página seguinte)
Espaço Allan Kardec
O Céu e o Inferno

Capítulo III (segunda parte): Espíritos em Condições Medianas


Dentro da proposta de Allan Kardec, organizada na Segunda Parte do livro O Céu e o Inferno, constantes nos capítulos II (Espíritos
Felizes) até o capítulo VIII (Expiações Terrestres), onde o Codificador buscou obter e analisar as comunicações espirituais que descrevessem
os momentos que se seguiram à morte do corpo físico, verifica-se que no Capítulo III “Espíritos em condições medianas”, foram evocados
Espíritos que narraram suas experiências de “pós-morte” aos seus conhecidos e entes queridos, por meio dos médiuns, dando
“testemunhos” que, de uma maneira geral, indicam tratarem-se de Espíritos que não atingiram a plenitude da felicidade, mas também não
estão em situação de inquietude absoluta.
Fato interessante neste capítulo é que Kardec nos oferta imensa fonte de conhecimento, com as narrativas desses irmãos, ricas
em detalhes, onde nos levam a refletir e compreender de uma maneira mais clara, como o modo que vivemos interfere diretamente na
condição que despertaremos no plano espiritual, além disso, nos traz ensinos sobre a relação entre o corpo físico, o espírito e a vida no
além-túmulo, nos possibilitando um melhor entendimento da vida maior, gerando esclarecimento e conforto em nossos corações para
prosseguirmos nossa caminhada evolutiva neste planeta-escola. Nesse sentido, os depoimentos de nossos irmãos descreveram situações
diversas que mostraram as dificuldades encontradas por eles ao desencarnarem, em consequência aos mais diferentes motivos.
Dentre outras, experiência de grande aprendizado foi a do Joseph Bré (morto em 1840 e evocado em Bordeaux, em 1862, pela sua
neta):
1. "Como estais entre os Espíritos? – R. Expio a minha falta de fé; Eu sofro, não como poderás entendê-lo, mas
de desgosto por não ter empregado bem o meu tempo na Terra.
2. Como não o empregastes bem? Sempre vivestes como um homem honesto. – R. Sim, do ponto de vista dos
homens; mas há um abismo entre o homem honesto diante dos homens e o homem honesto diante de Deus.
Entre vós, é considerado como homem honesto quando ele respeita as leis de seu país, quando não faz mal ao
seu próximo, mas, frequentemente, se lhe toma a honra e a sua felicidade sem escrúpulo. Mas para ser honesto
diante de Deus, não basta não ter infringido as leis dos homens; é necessário, antes de tudo, não ter
transgredido as leis divinas".
Questionado por sua neta quanto a essa afirmativa, uma vez que viveu como um homem honesto, ele cita o abismo que há na
compreensão desse tema entre os olhos do homem e os de Deus. Trazendo essa situação particular para nossas vidas, vale a pergunta:
estamos fazendo bom uso do nosso tempo? Não raro achamos que, pelo fato de não fazermos o mal, estamos seguindo os passos de Jesus.
Contudo, o Sr. Joseph cita que o homem honesto diante de Deus é aquele que, pleno de abnegação e de amor, dedica sua vida ao
bem, ao adiantamento dos seus semelhantes; aquele que, movido por um fervor extraído do objetivo ao qual ele tende, é ativo na vida;
ativo ao realizar a tarefa material que lhe é imposta, porque ele deve ensinar aos seus irmãos o amor ao trabalho; ativo nas boas obras,
porque ele não pode se esquecer de que é apenas um servidor a quem, um dia, o Senhor pedirá contas da utilização do seu tempo; ativo no
objetivo, porque ele deve praticar o amor ao Senhor e ao próximo.
Diante disso, queridos irmãos, é imprescindível refletirmos sobre nossa conduta diante da vida; se estamos no caminho certo para
nossa evolução moral. As citações deste capítulo são a confirmação da existência da vida futura e que Jesus Cristo nos ajuda com toda
misericórdia, junto com o seu “Exército de Espíritos Benfeitores” a superarmos nossas imperfeições, retirando a venda da ignorância de
nossos olhos, para que, trabalhando no bem, possamos retornar ao plano espiritual melhor do que quando aqui chegamos.
Muita Paz a todos!
Jorge e Livia Lopes
Joaninha Indica (continuação da página anterior)
No ano de 1859 muito se falou sobre os médiuns e seu trabalho nas comunicações e fenômenos em geral. Sendo a mediunidade
uma faculdade observável em pessoas de todo tipo, independente de sua moral, se faz necessário que o médium se mantenha no
caminho do bem, com bons pensamentos e intenções, de forma a atrair sempre bons Espíritos e servir a boas comunicações. Kardec
reforça a seriedade exigida, de forma a não se deixar enganar por Espíritos zombeteiros e para que não deixe o médium se tomar pelo
orgulho, deixando de cumprir com a sua tarefa para o bem. Nesse ano ainda aprende-se muito com os Espíritos de Mozart e Chopin,
falando sobre a beleza da música nos mundos em que habitam. Kardec também traz a público uma carta de um português que convivia
com os povos que habitavam a região do Peru, sendo considerados como selvagens, ele se surpreende ao lhes apresentar O Livro dos
Espíritos e perceber o quanto era natural para esse povo as ideias de reencarnação, comunicação com espíritos desencarnados e
benevolência com o próximo. Gostou? Então leia a Revista Espírita – anos 1858 e 1859. Consulte sua disponibilidade na biblioteca.
Todos os volumes da Revista Espírita podem ser baixados gratuitamente no site da FEB, no link:
www.febnet.org.br/blog/geral/pesquisas/downloads-material-completo/
Anastácia Canto
REUNIÕES – GEJD ENEFE 2018 Almoço Fraterno
A PARTIR de 5 de JANEIRO Lar Mãe Ritinha
Com o tema “Olha o sol atrás dos Será no primeiro domingo de
Retorno das atividades das reuniões
montes: confia e vai”, o Conselho fevereiro, dia 4, a partir das 12
de segundas (15 horas), terças (tarde e
Espírita do Estado do Rio de Janeiro horas.
noite) e quartas-feiras a tarde.
(CEERJ) realizará o 24º Encontro
Local: Centro Espírita Joaquim
As reuniões aos domingos Estadual da Família Espírita (ENEFE),
Murtinho.
(Evangelização da família) e às no período de 11 a 13 de fevereiro.
Teremos um pólo perto de nós: no Rua Caobi 107 Irajá.
segundas-feiras a noite (Estudo das
Obras da Codificação Espírita) Grupo Espírita Esperança em Cristo
retornam, respectivamente: dia 18 e (Rua Anhembi 197 Irajá). Maiores Cardápio: entre em contato com
19 de fevereiro. Estas são abertas a detalhes sobre como se inscrever, os promotores.
todos que desejarem participar. falem com Sidnei ou Heitor aqui no Telefone: (21) 3351-6825
GEJD.
http://larmaeritinha.com/

Nossas atividades
2018 Dia Atividades Horário
Campanha do Quilo

14 Reunião de Diretoria 9h São 40 bolsas de gêneros


Janeiro Palestra: "As intenções do Mestre: não basta alimentícios doados às famílias
30 10-16 h
saber da Boa Nova, é preciso sentir" materialmente carentes todos os
COMEERJ – Confraternização das Mocidades meses. Veja no GEJD o quadro de
10-14 Integral
Espíritas do Estado do Rio de Janeiro necessidades deste mês e colabore
Fevereiro 11-13 ENEFE – Encontro Estadual da Família Espírita Manhã você também para o alimento chegar
Palestra: “Os esforços do discípulo: o aprendizado às mãos de nossos irmãos em
27 15 / 20 h
no bem pede esforço” humanidade.

Quadro de Horários Campanha dos Enxovais

Dias Início Término Reuniões O GEJD continua assistindo os


nenéns que estão por vir em
15:00 17:00 Desobsessão (privativa) ambientes de poucos recursos. Alguns
2ª feira já nasceram!
20:00 21:30 Estudo das Obras da Codificação Espírita
Para ajudar as mamães dos
15:00 17:00 Palestra, Atendimento Fraterno e Passe pequeninos filhos de Deus, procure
3ª feira Catimeri, Yara e Homary.
20:00 21:30 Palestra, Atendimento Fraterno e Passe
15:00 17:00 Educação Mediúnica
4ª feira
19:30 21:30 Suspensa NÃO ESTAMOS MAIS COM
CAMPANHA DE RECICLADOS,
15:00 17:00 Estudo das Obras da Codificação Espírita e Preces
5ª feira por falta de espaço no GEJD.
20:00 21:30 Estudo das Obras da Codificação Espírita e Preces
Mas estimulamos o empenho pela
6ª feira 15:00 17:00 Passes aos Enfermos reciclagem e que o material seja
Domingo 9:00 11:15 Evangelização da Família destinado aos irmãos catadores.

Coordenação: Dep. Divulgação e Comunicação – DDICO


Colaboram nesta edição: Anastácia Silva, Ana P. Nascimento, Heitor Mendes, Jorge Lopes, Livia Lopes.