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Curso de Questões

da banca Cespe

Prof. Fernando Pestana


fernandopest@yahoo.com.br
Coesão e Coerência
Fragmentos de texto: Anísio Spínola Teixeira
nasceu no dia 12 de julho de 1900, em Caetité –
BA, onde passou os primeiros anos de vida sob os
cuidados da mãe, Anna Spínola Teixeira. O pai,
Deocleciano Pires Teixeira, sonhava que o filho
fosse político e o mandou estudar no Rio de
Janeiro. Anísio diplomou-se na Faculdade de
Direito da Universidade do Rio de Janeiro em 1922.
Candidatou-se à Academia Brasileira de Letras, em
1971...

1- A forma nominal “filho” e a forma pronominal “se”


referem-se a Anísio Spínola Teixeira.
2- O pronome “eles” faz referência a “ramos
diversos”: Mas a conquista da liberdade humana
também reclama a distribuição do poder em ramos
diversos, com a disposição de meios que
assegurem o controle recíproco entre eles para o
advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas
sociedades estatais.

3- As formas pronominais “lo”, em “sem fazê-lo”, e


“o”, em “a lei o obriga”, referem-se ao mesmo
antecedente: O eleitor que comparece de livre e
espontânea vontade à urna, sem medo de sanções
ou sem fazê-lo somente porque a lei o obriga,
demonstra um grau elevado de maturidade política.
4- Os advérbios “Inicialmente” e “logo” atuam como
sequenciadores textuais cuja função é organizar a
sequência temporal relativa ao registro das
atividades contábeis na Mesopotâmia: Os primeiros
vestígios de atividade contábil foram encontrados
na Mesopotâmia, por volta de 4.000 a.C.
Inicialmente, eram utilizadas fichas de barro para
representar a circulação de bens, logo substituídas
por tábuas gravadas com a escrita cuneiforme.
Portanto, os registros contábeis não só
antecederam o aparecimento da escrita como
subsidiaram seu surgimento e sua evolução.
5- O termo ‘aí’ tem como referente “Brasil”: No
Brasil, não há estudos específicos que associem
as ondas de calor a tipos de internações. “Não é
só aí. No mundo todo, há pouquíssimas
investigações a respeito dessa relação”, afirma
Domininci.

6- O pronome “outra” está empregado em


referência ao termo “A língua”: A língua funciona
do mesmo modo: há uma norma para entrevistas
de emprego, audiências judiciais; e outra para a
comunicação em compras no supermercado.
7- O termo “mercadorias” foi empregado em
substituição ao termo “valor” como recurso coesivo
para que se evite a repetição de termos e se
mantenha o sistema de referências da oração que
integram: A sustentabilidade entrou, de forma
definitiva, na agenda de debates da sociedade. Um
exemplo significativo diz respeito à importância que
a sustentabilidade corporativa ganhou nos últimos
anos. De conceito vago, tornou-se imperativo para
o sucesso das empresas, que precisam, cada vez
mais, entregar valor, e não apenas mercadorias, à
sociedade.
8- O elemento “desse”, em “desse objetivo”, retoma
a oração “que todos busquemos ser felizes”:
Quanto mais o tempo passa para mim, mais me
convenço de como é necessário que todos
busquemos ser felizes. São sentimentos para
guardar por todo o nosso tempo. A vida real, com
suas tragédias e guerras, com o ódio e a
competição sem freios, parece nos levar para longe
desse objetivo.

9- No trecho “também a empunham”, o elemento


“a” foi empregado em substituição ao termo
“responsabilidades”: ... não devemos nos eximir de
responsabilidades, mas a bandeira que carrego, e
vejo que muitos dos que amo e admiro também a
empunham.
10- A expressão “A sua história” refere-se ao
antecedente “democracia”: O Ministério Público é
fruto do desenvolvimento do Estado brasileiro e da
democracia. A sua história é marcada por
processos que...

11- No trecho ‘esse não é um processo’, o elemento


‘esse’ faz referência ao processo de extinção e
ressurgimento de empregos que decorre da
expansão tecnológica: Historicamente, a tecnologia
destrói empregos em um momento para reconstruí-
los em uma segunda etapa, mas esse não é um
processo rápido nem simpático.
Fragmento de texto: Emília Viotti da Costa
defende que não se deve realçar em demasia a
importância das ideias liberais europeias nas
convulsões sociais ocorridas no Brasil
(Inconfidência Mineira, Revolução Pernambucana
etc.) desde fins do século XVIII, pois tais
movimentos não chegaram a ter grande alcance
ideológico.

12- No segundo período do segundo parágrafo, a


expressão “tais movimentos” refere-se aos
seguintes termos, expressos anteriormente, nesse
mesmo período: “ideias liberais”, “convulsões
sociais”, “Inconfidência Mineira” e “Revolução
Pernambucana”
13- O pronome “isso” retoma a ideia expressa no
primeiro período do parágrafo, ou seja, refere-se ao
fato de o ouro ser escasso: A natureza é capaz de
produzir materiais preciosos, como o ouro e o
cobre... O ouro já é escasso. A energia elétrica
caminha para isso.

14- A forma pronominal “las” remete ao termo “as


decisões”: ... as decisões podem ser deixadas para
o final, porque sempre poderá haver um fato a
influenciá-las.
15- A expressão “este último” remete ao último
órgão mencionado no período (“Ministério Público”):
Dentre seus membros, elegia o Tribunal Superior,
em escrutínio secreto, por meio de cédulas com o
nome do juiz e a designação do cargo, um vice-
presidente e um procurador para exercer as
funções do Ministério Público, tendo este último a
denominação de procurador-geral da justiça
eleitoral.
16- Na concatenação das ideias do texto, ocorre
uma sequenciação textual conjugada entre a
oração iniciada com “Quando” e a oração
começada por “No caso de”: Quando se considera
que há valores absolutos, objetivamente evidentes,
a pergunta acerca de se uma norma é justa ou
injusta equivale a perguntar se esta é apta ou não a
realizar aqueles valores. No caso de não se
acreditar em valores absolutos, o problema da
justiça ou da injustiça de uma norma tem um
sentido: equivale a perguntar se essa norma é apta
ou não a realizar os valores históricos que inspiram
esse ordenamento jurídico, concreta e
historicamente determinado.
17- Na estrutura textual, o vocábulo “esta” e a
expressão “aqueles valores” fazem referência,
respectivamente, ao termo “norma” e à expressão
“valores absolutos”: Quando se considera que há
valores absolutos, objetivamente evidentes, a
pergunta acerca de se uma norma é justa ou injusta
equivale a perguntar se esta é apta ou não a
realizar aqueles valores.
GABARITO

1-C 11-C
2-C 12-E
3-E 13-E
4-C 14-C
5-C 15-E
6-E 16-C
7-E 17-C
8-C
9-E
10-E