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EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DA

__________VARA CÍVEL DA COMARCA DE SALVADOR - BAHIA.


NOME, nacionalidade, estado civil, profissaã o, portador (a) do RG n.º... E do CPF n.º...,
residente e domiciliado (a)..., com endereço eletroô nico, por intermeé dio de sua
advogada (procuraçaã o em anexo - doc. 01), com escritoé rio profissional sito aà ... E
endereço eletroô nico..., onde recebe notificaçoã es e intimaçoã es, vem, mui
respeitosamente aà presença de Vossa Exceleô ncia, com fulcro no art. 319 e seguintes
do Coé digo de Processo Civil propor:
AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER E TUTELA
PROVISÓRIA DE URGÊNCIA
em face de TERCEIROS POSSUIDORES do veíéculo marca..., ano..., cor... Placa
policial..., RENAVAM..., registrado perante o DETRAN-BA, situado em local incerto e
naã o sabido, pelos motivos de fato e de direito a seguir aduzidos.
I- PRELIMINARMENTE – DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA
Preconiza a Carta da Republica no Art. 5º da CF que todos saã o iguais perante a lei,
sem distinçaã o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no Paíés a inviolabilidade do direito aà vida, aà liberdade, aà igualdade, aà
segurança e aà propriedade, nos termos seguintes:
LXXIV- o Estado prestaraé assisteô ncia juríédica integral e gratuita aos que
comprovarem insuficieô ncia de recursos.
Desta forma, o Coé digo de Processo Civil, Lei 13.105/2015, dispoã e o seguinte:
Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser formulado na petiçaã o inicial, na
contestaçaã o, na petiçaã o para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.
§ 3o Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida
exclusivamente por pessoa natural.
§ 4o A assistência do requerente por advogado particular não impede a
concessão de gratuidade da justiça.
Nesse enfoque, eé altamente ilustrativo mencionar os seguintes arestos:
AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA NEGADO PELO JUIZ DE
PRIMEIRO GRAU. DECLARAÇAÃ O DE HIPOSSUFICIEÊ NCIA JUNTADA AOS AUTOS.
CONCESSAÃ O DO BENEFIÍCIO. RECURSO PROVIDO. A juntada de declaraçaã o de
hipossuficieô ncia pela parte que requer o deferimento do benefíécio da Justiça Gratuita
basta ao magistrado para a concessaã o da benesse, nos termos do art. 4º da Lei n.
1.060, de 1950. (TJ-SC - AI: 246232 SC 2009.024623-2, Relator: Leé dio Rosa de
Andrade, Data de Julgamento: 26/11/2009, Quarta Caô mara de Direito Comercial,
Data de Publicaçaã o: Agravo de Instrumento n., de Lages).
_______________________________
IMPUGNAÇAÃ O AÀ GRATUIDADE DE JUSTIÇA HIPOSSUFICIEÊ NCIA NAÃ O AFASTADA -
MERAS AFIRMAÇOÃ ES ADVOGADO PARTICULAR - NAÃ O IMPEDIMENTO DA
CONCESSAÃ O DO BENEFIÍCIO - MANUTENÇAÃ O. I- Impugnaçaã o apresentada baseando-
se apenas em afirmaçoã es, sem produçaã o de qualquer prova capaz de afastar a
hipossuficieô ncia econoô mica da parte. II- Manutençaã o do ato decisoé rio. III- Recurso a
que se nega seguimento, na forma do artigo 557, caput, do Coé digo de Processo Civil.
(TJ-RJ - APL: 00304032620138190087 RJ 0030403-26.2013.8.19.0087, Relator:
DES. RICARDO COUTO DE CASTRO, Data de Julgamento: 23/06/2015, SEÍ TIMA
CAÊ MARA CIVEL, Data de Publicaçaã o: 26/06/2015 10:35)
________________________________
PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - JUSTIÇA GRATUITA INICIALMENTE
INDEFERIDA - MODIFICAÇAÃ O DA SITUAÇAÃ O FINANCEIRA - NAÃ O FAZ COISA
JULGADA - ALEGAÇAÃ O EM QUALQUER MOMENTO E INSTAÊ NCIA - DESNECESSIDADE
DE COMPROVAÇAÃ O - DISPENSAÍ VEL A INSCRIÇAÃ O EM PROGRAMAS SOCIAIS OU
ESTADO DE NECESSIDADE - CONSTITUIÇAÃ O DE ADVOGADO PARTICULAR NAÃ O
IMPEDE A ASSISTEÊ NCIA GRATUITA - SUFICIENTE A SIMPLES DECLARAÇAÃ O DE
POBREZA - RECURSO A QUE SE DAÍ PROVIMENTO POR MAIORIA DOS VOTOS. 1. A
justiça gratuita pode ser requerida a qualquer momento ou instaô ncia, para isso basta
que o requerente afirme naã o possuir situaçaã o financeira que lhe permita arcar com
as custas da justiça. 2. A situaçaã o financeira naã o faz coisa julgada, podendo se
modificar a qualquer momento. 3. Naã o haé necessidade de comprovaçaã o do estado de
pobreza, tampouco de estado de necessidade ou inscriçaã o em programas sociais. 4.
A constituição de advogado particular não é razão para se indeferir a
assistência judiciária gratuita. 5. A simples declaração de pobreza é suficiente
para se deferir a assistência gratuita. 6. Recurso que se daé provimento, por
maioria de votos.
(TJ-PE - AI: 3175420 PE, Relator: Steô nio Joseé de Sousa Neiva Coeô lho, Data de
Julgamento: 13/11/2013, 5ª Caô mara Cíével, Data de Publicaçaã o: 22/11/2013)
Leciona o insigne doutrinador Joseé Cretella Jué nior, vejamos:
A assisteô ncia juríédica deve ser integral, plena. A prestaçaã o jurisdicional eé ato
vinculado. Provada pelo interessado sua condiçaã o de necessitado, tem ele o direito
de exigir do Estado aquilo que a regra juríédica constitucional lhe assegurou.
(Comentaé rios aà Constituiçaã o Brasileira de 1988, volume 2. Rio de Janeiro: Forense
Universitaé ria, 1990, p. 819)
Nelson Nery Jué nior, de forma incisiva, defende a existeô ncia da gratuidade processual
como pressuposto basilar do acesso do cidadaã o aà Justiça:
A isençaã o das custas e honoraé rios ao beneficiaé rio da assisteô ncia judiciaé ria (LAJ 3º)
naã o constitui ofensa aà isonomia. Haveria vedação do acesso à justiça caso se
obrigasse o necessitado a pagar as despesas processuais.(Coé digo de processo
civil comentado e legislaçaã o processual civil extravagante em vigor. 2. Ed. Saã o Paulo:
Revista dos Tribunais, 2001, p. 134).
Por fim, diante de todos as previsoã es Contidas na Carta Maior, bem como lei infra
constitucional, doutrina e jurisprudeô ncia, a Autora requer os benefíécios da Justiça
Gratuita, conforme declaraçaã o acostada nos presentes autos, uma vez que naã o
possui condiçoã es de arcar com as despesas processuais sem comprometer o seu
sustento e de familiares, conforme declaraçaã o de pobreza acostada aos autos
(doc.2).
II- DA PRIORIDADE DE TRAMITAÇÃO DA PRESENTE AÇÃO. AUTORA IDOSA AOS
65 (SESSENTA E CINCO) ANOS DE IDADE.
A Demandante eé pessoa idosa, conforme comprova a documentaçaã o pessoal que
acompanha a exordial. Nessa senda, eé beneficiaé ria da tramitaçaã o processual
prioritaé ria, nos termos do artigo nº 71 da Lei 10.741⁄2003 – Estatuto do Idoso e de
entendimento consolidado do STJ.
Diante do exposto, requer a concessaã o da prioridade na tramitaçaã o processual.
III- DOS FATOS
A autora eé proprietaé ria de um veíéculo Chevrolet..., ano..., cor..., Placa policial...,
Remavam..., adquirido em..., conforme se verifica da coé pia do CRLV que segue anexo
(doc. 3).
Ocorre que, a peticionante vendeu o veíéculo em... Pelo valor de... Atraveé s de depoé sito
em conta corrente, conforme se comprova de extrato bancaé rio que segue anexo.
Com efeito, a Requerente guardou os documentos comprobatoé rios da venda por
mais de dez anos, como nada existia, ateé entaã o, que questionasse essa transaçaã o os
documentos foram descartados, naã o possuindo qualquer contato ou dado que lhe ao
comprador do veíéculo.
Conveé m ressaltar que, a Requerente naã o tinha conhecimento que o veíéculo ainda se
encontrava em sua propriedade, uma vez que o mesmo permaneceu como seu por
longos 10 anos, sem receber qualquer comunicado seja de transfereô ncia ou de
cobranças, mesmo estando com o seu endereço atualizado perante o oé rgaã o de
traô nsito, pois possui CNH e renova periodicamente, estando com endereço
atualizado.
Ocorre que, no ano de... A Autora foi surpreendida com... Infraçoã es de traô nsito em
seu prontuaé rio junto ao OÍ rgaã o de Traô nsito, foi quando tomou conhecimento que o
veíéculo vendido haé ..., aà eé poca, naã o havia sido transferido de propriedade.
A partir da documentaçaã o apresentada em anexo, verifica-se que a Autora jamais
teve na posse do veíéculo desde o negoé cio juríédico que fora realizado em..., contudo,
somente tomou conhecimento que o veíéculo ainda estava em sua propriedade
quando teve seu nome protestado por inscriçaã o na díévida Ativa devido ao deé bito de
IPVA. (doc.4).
Por fim, diante de tantos transtornos suportados, bem como o risco que corre a
Requerente em ter veiculo de sua propriedade transitando na posse de terceiros
desconhecidos, aliada a perigo de eventuais acidentes aà terceiros, bem como
cometimento de ilíécitos ainda mais graves, vem socorrer-se do Poder Judiciaé rio a fim
de retirar tal veíéculo de circulaçaã o, compelindo o possuidor a transferir o bem para
sua propriedade.
IV - DA TUTELA URGÊNCIA
Autorizam os arts. 84 § 3º do CDC e 300 do CPC que o Juiz, quando relevante o
fundamento da demanda e o receio de ineficaé cia do provimento final for justificado,
conceda liminarmente a tutela pretendida.
Vejamos o que preceitua o coé digo de processo civil em vigor:
Art. 300. A tutela de urgeô ncia seraé concedida quando houver elementos que
evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado ué til
do processo.
§ 1o Para a concessaã o da tutela de urgeô ncia, o juiz pode, conforme o caso, exigir
cauçaã o real ou fidejussoé ria idoô nea para ressarcir os danos que a outra parte possa
vir a sofrer, podendo a cauçaã o ser dispensada se a parte economicamente
hipossuficiente naã o puder ofereceô -la.
§ 2o A tutela de urgeô ncia pode ser concedida liminarmente ou apoé s justificaçaã o
preé via.
§ 3o A tutela de urgeô ncia de natureza antecipada naã o seraé concedida quando houver
perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisaã o.
Em face dos ilíécitos praticados pelos possuidores, adquirentes do veíéculo citado,
merece acolhimento a tutela pretendida para impedir que mais danos venham
ocorrer, inclusive danos a terceiros e, assim, sofra ainda mais transtornos.
A autora eé pessoa idosa, naã o possui meios de localizar o veíéculo supracitado, a fim de
compelir atual possuidor a transferir o veíéculo para seu nome. Inclusive, conforme jaé
foi exposto, ela naã o possui mais os documentos da venda, pois jaé se passaram mais
de... Que ocorreu o negoé cio juríédico.
A evideô ncia do direito pleiteado se veô na comprovaçaã o da propriedade do veíéculo em
nome da autora, do pagamento, bem como o extrato de multas no Estado..., sendo
que a requerente jaé havia vendido desde... Ademais, os danos suportados saã o
tambeé m evidentes, pois suportou a Autora pagamentos de IPVA, tendo seu nome no
cadastro da Díévida Ativa, aleé m de ter anotaçaã o de tantas multas em seu prontuaé rio
junto ao DETRAN.
Por outro lado, o perigo na demora pode causar dano irreparaé vel para a autora, com
ineficaé cia ao resultado ué til do processo encontra-se delineado pelas seguintes
situaçoã es:
i. A autora eé uma senhora aposentada que nunca faltou com suas obrigaçoã es e preza
pela sua honra e nunca cometeu tais infraçoã es ou negligenciou a qualquer conduta
para a transfereô ncia do referido veíéculo, o que traz vaé rios transtornos emocionais
para a demandante;
ii. Por outro lado, vive angustiada com a possibilidade de mais danos recaíérem sobre
seu nome, como por exemplo um dano maior a terceiro ou ter o veíéculo utilizado
para fins ilíécitos, homicíédio, traé fico de drogas ou qualquer outra conduta que levaraé a
Requerente ser chamada a responder;
iii. O cometimento de mais infraçoã es de traô nsito da qual recaia a responsabilidade
novamente para o prontuaé rio da Autora e haja suspensaã o/cassaçaã o do seu direito de
dirigir;
iv. Por fim, caso o veíéculo continue em nome da requerente novos deé bitos podem
ocorrer, tendo que arcar com mais pagamentos juntos a oé rgaã os pué blicos, mesmo sem
condiçaã o para tanto.
Dessa forma, requer que seja concedida a tutela antecipada, inaudita altera pars, a
fim de determinar o BLOQUEIO JUDICIAL ATRAVÉS DO SISTEMA RENAJUD
enquanto naã o for localizado o veíéculo e seu atual possuidor, bem como a
APREENSÃO DO VEÍCULO, com identificaçaã o do possuidor, a fim de que promova a
transfereô ncia do mesmo.
V- DO DIREITO
Diante de todos os transtornos sofridos conforme alhures relatado naã o restam
dué vidas acerca do direito perseguido, uma vez que a Requerente comprova a
propriedade do veíéculo, bem como todos os transtornos suportados, deixando de
comprovar a venda do referido veiculo, pois jaé transcorreram mais de x anos e jaé naã o
possui mais os documentos da transaçaã o.
O Coé digo de Processo Civil, Lei n. 13.105/2015 determina a Citaçaã o por Edital, nos
casos em que seja desconhecido ou incerto o citado, vejamos:
Art. 256. A citaçaã o por edital seraé feita:
I – quando desconhecido ou incerto o citando;”
Com efeito, no caso em apreço, a Requerente naã o possui mais os dados da pessoa
que vendeu o veíéculo, pois possui mais de x anos e naã o possui mais os documentos
como Coé pia do DUT preenchido, por exemplo, podendo, contudo, comprovar o
negoé cio realizado atraveé s de prova testeminhal.
Com efeito, o NCPC estabelece ainda que:
Art. 259. Seraã o publicados editais:
(...) III – em qualquer açaã o em que seja necessaé ria, por determinaçaã o legal, a
provocaçaã o, para participaçaã o no processo, de interessados incertos ou
desconhecidos.
Diante da inovaçaã o legislativa, em respeito aà Jurisprudeô ncia e Doutrina consolidados
acerca de tal possibilidade, eé que a requerente vem se valer de tal instrumento
normativo para propor a presente demanda.
VI - DO DANO MORAL E MATERIAL
Configura dano moral aquele que, fugindo aà normalidade, interfira intensamente no
comportamento psicoloé gico do indivíéduo, causando-lhe afliçoã es, angué stia,
desequilíébrio em seu bem estar, podendo acarretar ao ofendido dor, sofrimento,
tristeza, vexame e humilhaçaã o.
No caso sub examine, inobstante a inegaé vel conduta antijuríédica da parte requerida,
por ao longo de mais x anos ter a propriedade de um bem sem ter a
responsabilidade juríédica do mesmo, pelo fato de naã o ter agido com boa feé e
transferido o bem para seu nome.
Assim, demonstrado o dano e o nexo de causalidade, que consiste na relaçaã o de
causa e efeito entre a conduta praticada pelo agente e o dano suportado pela víétima,
torna-se claro que a reé eé responsaé vel pelos danos causados a requerente, trazendo-
lhe instabilidade emocional por ter a frustraçaã o de ser responsaé vel por deé bitos que
naã o eram dela, bem como ter suspenso o seu direito de dirigir precisando passar por
curso de reciclagem para reaver o mesmo, aleé m de outros danos sofridos.
Vale salientar, que a Requerente procura honrar seus compromissos e que teme pelo
seu bom nome.
Naã o obstante, deve a requerida ser condenada a indenizar a parte Requerente pelos
danos morais e materiais sofridos, conforme preceitua o art. 186 do Coé digo Civil, in
verbis:
Art. 186. Aquele que, por açaã o ou omissaã o voluntaé ria, negligeô ncia ou imprudeô ncia,
violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral comete ato
ilíécito.
Nesse diapasaã o, o art. 927, do mesmo diploma, dispoã e que aquele que por ato ilíécito,
causar dano a outrem, fica obrigado a reparaé -lo. A reparaçaã o que obriga o ofensor a
pagar, e permite ao ofendido receber, eé princíépio de justiça, com feiçaã o, puniçaã o e
recompensa, dentro do princíépio juríédico universal que adote que ningueé m deve
lesar ningueé m. Desta maneira:
"Todo e qualquer dano causado a algueé m ou ao seu patrimoô nio, deve ser indenizado,
de tal obrigaçaã o naã o se excluindo o mais importante deles, que eé o DANO MORAL,
que deve automaticamente ser levado em conta." (V. R. Limongi França,
Jurisprudeô ncia da Responsabilidade Civil, Ed. RT, 1988)”.
O art. 944 do Coé digo Civil Brasileiro estabelece que a indenizaçaã o mede-se pela
extensaã o do dano. Contudo, Exceleô ncia, a fixaçaã o da indenizaçaã o por danos morais
deve ser levada em conta devido a extensaã o do dano, conforme jaé explanados. Aleé m
disso, os danos de ordem material pelo que ela teve que pagar ateé o presente
momento, com multas, curso de reciclagem para reaver o seu direito de dirigir,
pagamento de impostos atrasados (IPVA), licenciamentos e outros que ocorreram e
continuam sendo gerados.
Acerca do direito perseguido, confiram-se os seguintes arrestos de casos anaé logos:
APELAÇAÃ O CIÍVEL - AÇAÃ O DE INDENIZAÇAÃ O POR DANOS MATERIAIS E MORAIS -
COMPRA DE AUTOMOÍ VEL - BUSCA E APREENSAÃ O DO VEIÍCULO PELO ANTIGO
PROPRIETAÍ RIO - RESPONSABILIDADE DO VENDEDOR - DIREITO DE REGRESSO -
APLICAÇAÃ O DOS ARTS. 214 E 215 DO COÍ DIGO COMERCIAL - RECURSO
PARCIALMENTE PROVIDO.(TJ-MS - AC: 68342 MS 1000.068342-3, Relator: Des.
Hamilton Carli, Data de Julgamento: 18/11/2002, 3ª Turma Cíével, Data de
Publicaçaã o: 02/12/2002)
_____________________________
AÇAÃ O DE OBRIGAÇAÃ O DE FAZER. AUTOR QUE ADQUIRIU VEIÍCULO ASTRA DO
PRIMEIRO REÍ U. AUTOMOÍ VEL QUE ESTAVA EM NOME DA ANTIGA PROPRIETAÍ RIA
SEGUNDA REÍ . SENTENÇA PROCEDENTE DETERMINANDO AOS REÍ US QUE
PROMOVAM A EFETIVA TRANSFEREÊ NCIA DA PROPRIEDADE DO VEIÍCULO ASTRA
AO AUTOR. INSURGEÊ NCIA DA SEGUNDA REÍ . VEIÍCULO ASTRA QUE HAVIA SIDO
PERMUTADO COM O PRIMEIRO REÍ U PELO VEIÍCULO VECTRA. OBRIGAÇAÃ O DA
SEGUNDA REÍ TER COMUNICADO A VENDA DO VEIÍCULO ASTRA NO OÍ RGAÃ O DE
TRAÊ NSITO. DEVER DO PRIMEIRO REÍ U TER PROCEDIDO A TRANSFEREÊ NCIA DO
VEIÍCULO ASTRA ANTES DA PERMUTA REALIZADA COM O AUTOR. ARGUIÇAÃ O DA
SEGUNDA REÍ DE IMPOSSIBILIDADE DE TRANSFERIR A PROPRIEDADE DO VEIÍCULO
EM VIRTUDE DO MESMO TER SIDO OBJETO DE BUSCA E APREENSAÃ O PELA BV
FINANCEIRA. ATOS QUE FORAM COMETIDOS POR TERCEIRO ESTRANHO A LIDE.
INSTITUIÇAÃ O FINANCEIRA QUE DESISTIU DA AÇAÃ O DE BUSCA E APREENSAÃ O.
DEVER DOS REÍ US PROVIDENCIAREM A TRANSFEREÊ NCIA DA PROPRIEDADE DO
VEIÍCULO AO AUTOR. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. Aquele que naã o
comunica a venda do veíéculo junto ao oé rgaã o competente, conforme preceitua o
artigo 134 do Coé digo de Traô nsito Brasileiro, estaraé respondendo por um bem que
naã o deteé m a posse, tendo em vista que a transfereô ncia da propriedade do automoé vel
por ser regulamentada por Lei, soé ocorre com o respectivo Registro no oé rgaã o Detran.
(TJ-SC - AC: 20120588161 SC 2012.058816-1 (Acoé rdaã o), Relator: Saul Steil, Data de
Julgamento: 24/09/2012, Terceira Caô mara de Direito Civil Julgado)
_______________________
DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AÇAÃ O DE INDENIZAÇAÃ O POR DANOS MORAIS.
CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ALIENAÇAÃ O FIDUCIAÍ RIA EM GARANTIA.
INADIMPLEÊ NCIA. BUSCA E APREENSAÃ O. RETOMADA DO VEIÍCULO. VENDA SEM A
TRANFEREÊ NCIA DE PROPRIEDADE. MULTAS DE TRAÊ NSITO EM NOME DO ANTIGO
PROPRIETAÍ RIO QUE TEVE O BEM APREENDIDO. ANTECIPAÇAÃ O DE TUTELA.
RETIRADA DO REGISTRO DAS INFRAÇOÃ ES E DA PONTUAÇAÃ O INSERIDA NA
CARTEIRA NACIONAL DE TRAÊ NSITO. SENTENÇA. TUTELA CONFIRMADA.
CONDENAÇAÃ O DO BANCO ALIENANTE FIDUCIAÍ RIO NO PAGAMENTO DE
INDENIZAÇAÃ O POR DANOS MORAIS. APELAÇOÃ ES. DECISAÃ O TERMINATIVA
MONOCRAÍ TICA DE NEGATIVA DE SEGUIMENTO DOS RECURSOS. AGRAVO.
PRETENSAÃ O DE REFORMA DA DECISAÃ O PARA MAJORAÇAÃ O DO VALOR DA
CONDENAÇAÃ O POR DANOS MORAIS. REPRIMENDA QUE OBEDECEU AOS
PRINCIÍPIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE. PEDIDO DE APLICAÇAÃ O
DO PERCENTUAL DE 1% (UM POR CENTO) AO MEÊ S AOS JUROS MORATOÍ RIOS JAÍ
CONTEMPLADO NA SENTENÇA. PEDIDO DE INCIDEÊ NCIA DOS JUROS DE MORA E
CORREÇAÃ O MONETAÍ RIA A PARTIR DA CITAÇAÃ O. RESPONSABILIDADE
CONTRATUAL. OBEDIEÊ NCIA AÀ S SUÍ MULAS 54 E 362 DO STJ. IMPOSSIBILIDADE.
RECURSO IMPROVIDO. DECISAÃ O INDISCREPANTE. - Tratando-se de danos morais, o
julgador deve aplicar a reprimenda estribado nos princíépios da razoabilidade e
proporcionalidade; - "Quando os juros moratoé rios naã o forem convencionados, ou o
forem sem taxa estipulada, ou quando provierem de determinaçaã o da lei, seraã o
fixados segundo a taxa que estiver em vigor para a mora do pagamento de impostos
devidos aà Fazenda Nacional" (CC, artigo 406), portanto, naã o se tratando de qualquer
das hipoé teses citadas no dispositivo transcrito, eé imperioso a aplicaçaã o do
percentual de 1% (um por cento) ao meô s, incideô ncia que decorre implicitamente da
situaçaã o versada na sentença; - Os juros moratoé rios e a correçaã o monetaé ria, devem
obedecer ao tempo previsto para a sua aplicaçaã o tratando-se de responsabilidade
contratual, sendo certo que os juros de mora começam a incidir desde a citaçaã o
(Sué mula 54, do STJ) e a correçaã o monetaé ria a partir da sentença (Sué mula 362, do
STJ) (TJ-PE - AGV: 2914834 PE, Relator: Francisco Manoel Tenorio dos Santos, Data
de Julgamento: 28/11/2013, 4ª Caô mara Cíével, Data de Publicaçaã o: 11/12/2013)
________________________
OBRIGAÇAÃ O DE FAZER. TRANSFEREÊ NCIA DE VEIÍCULO NAÃ O REALIZADA.
RECLAMANTE RELATA QUE EM 17.08.2006 VENDEU VEIÍCULO FIAT UNO AO
RECLAMADO, POR MEIO DE CONTRATO DE COMPRA E VENDA NO VALOR DE R$
13.000.00; ADUZ QUE ERA OBRIGAÇAÃ O DO RECLAMADO REALIZAR, DENTRO DO
PERIÍODO DE UM MEÊ S, A TRANSFEREÊ NCIA DO VEIÍCULO COM A DEVIDA
REGULARIZAÇAÃ O E BAIXA JUNTO AOS OÍ RGAÃ OS COMPETENTES, CONTUDO, ATEÍ O
MOMENTO A OBRIGAÇAÃ O NAÃ O FOI CUMPRIDA; POR ESTA RAZAÃ O ALEGA QUE
SEGUE RECEBENDO MULTAS E NOTIFICAÇOÃ ES, MESMO DECORRIDOS SETE ANOS
DA VENDA DO BEM. PLEITEIA A TRANSFEREÊ NCIA DO VEIÍCULO E INDENIZAÇAÃ O
POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. SOBREVEIO SENTENÇA PROCEDENTE QUE
CONDENOU O RECLAMADO A REALIZAR NO PRAZO DE TRINTA DIAS A
TRANSFEREÊ NCIA DO REGISTRO DE PROPRIEDADE DO VEIÍCULO, SOB PENA DE
MULTA DIAÍ RIA NO IMPORTE DE R$ 200,00, ATEÍ O LIMITE DE R$ 5.000,00; AO
PAGAMENTO DAS MULTAS E TRIBUTOS EXPRESSOS NOS DOCUMENTOS INCLUSOS
NOS MOVIMENTOS 1.4 A 1.9 (DEÍ BITO CONSTITUIÍDO SOBRE O VEIÍCULO APOÍ S A
VENDA, QUE DEVERAÍ SER ATUALIZADO CONFORME RESPECTIVO EXTRATO DE
DEÍ BITO, A SER EMITIDO JUNTO AO OÍ RGAÃ O COMPETENTE), BEM COMO AO
PAGAMENTO DE R$ 1.500,00 A TIÍTULO DE DANOS MORAIS. EMBARGOS DE
DECLARAÇAÃ O ACOLHIDOS EM PARTE, SANEOU AS OMISSOÃ ES DA SENTENÇA E
JULGOU EXTINTO O PEDIDO DE BUSCA E APREENSAÃ O E IMPROCEDENTE OS
PEDIDOS DE EXPEDIÇAÃ O DE OFIÍCIOS AO DETRAN/BA E AO SEFAZ/BA PARA
PROVIDENCIAS NO CASO DE NAÃ O CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇOÃ ES IMPOSTAS AO
REÍ U EM SENTENÇA. INSURGEÊ NCIA RECURSAL PRETENDE O DEFERIMENTO DA
EXPEDIÇAÃ O DE OFIÍCIO A PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR, AO DETRAN/BA
E A SEFAZ/BA, AUMENTO DA MULTA DIAÍ RIA ARBITRADA NA SENTENÇA
MONOCRAÍ TICA EM CASO DE DESCUMPRIMENTO DA OBRIGAÇAÃ O DE FAZER, BEM
COMO MAJORAÇAÃ O DO VALOR DOS DANOS MORAIS. RESPONSABILIDADE PELA
TRANSFEREÊ NCIA DO VEIÍCULO CABE AO COMPRADOR QUE, COMO NOVO
PROPRIETAÍ RIO, TEM A OBRIGAÇAÃ O DE TRANSFEREÊ NCIA JUNTO AO OÍ RGAÃ O
COMPETENTE, DE ACORDO COM O ARTIGO 123, § 1º, DO COÍ DIGO DE TRAÊ NSITO
BRASILEIRO E INTELIGEÊ NCIA DO ENUNCIADO 12.6 DAS TR? S/PR. PORTANTO, NAÃ O
DEVE O ANTIGO DONO DO VEIÍCULO ARCAR COM O OÊ NUS DAS PENALIDADES
IMPOSTAS, VISTO QUE NAÃ O FOI O RESPONSAÍ VEL PELAS INFRAÇOÃ ES. NAÃ O MERECE
PROSPERAR O PEDIDO DE EXPEDIÇAÃ O DE OFIÍCIO AO DETRAN/BA PARA QUE ESTE
PROCEDA A TRANSFEREÊ NCIA E REGISTRO DA PROPRIEDADE COM EFEITOS
RETROATIVOS DESDE A EFETIVA VENDA PARA O NOME DO RECORRIDO. ISSO
PORQUE, TAL OBRIGAÇAÃ O INCUMBE EXCLUSIVAMENTE AÀ RECLAMANTE, ORA
RECORRENTE, CONFORME DETERMINADO NA SENTENÇA QUE ACOLHEU
PARCIALMENTE OS EMBARGOS OPOSTOS PELA RECORRENTE. IGUAL SORTE
ASSISTE AO PLEITO DE EXPEDIÇAÃ O DE OFIÍCIO AÀ PREFEITURA MUNICIPAL DE
SALVADOR E A SEFAZ/BA. RECONHECIDA PELO JUIÍZO QUE OCORREU A VENDA DO
VEIÍCULO, CABE AÀ RECLAMANTE PETICIONAR PERANTE OS REFERIDOS OÍ RGAÃ OS
ADMINISTRATIVOS DO ESTADO DA BAHIA PARA QUE ESTES TOMEM
CONHECIMENTO DA DECISAÃ O JUDICIAL E PROMOVAM AS MEDIDAS CABIÍVEIS.
VALOR DA MULTA DIAÍ RIA ARBITRADA PELO JUIÍZO A QUO MOSTRA-SE JUSTA,
SUFICIENTE E COMPATIÍVEL COM A OBRIGAÇAÃ O. PLEITO DE AUMENTO DO LIMITE
PARA ALCANÇAR O VALOR PRINCIPAL DA DEMANDA NAÃ O ACOLHIDO. TODAVIA,
MERECE ACOLHIDA O PLEITO DE MAJORAÇAÃ O DA INDENIZAÇAÃ O POR DANOS
MORAIS. ISSO PORQUE O VALOR ARBITRADO DEVE REPRESENTAR PARA A VIÍTIMA
UMA SATISFAÇAÃ O CAPAZ DE AMENIZAR DE ALGUMA FORMA O SOFRIMENTO
IMPINGIDO. ASSIM, A EFICAÍ CIA DA CONTRAPARTIDA PECUNIAÍ RIA ESTAÍ NA
APTIDAÃ O PARA PROPORCIONAR TAL SATISFAÇAÃ O EM JUSTA MEDIDA, DE MODO
QUE NAÃ O SIGNIFIQUE UM ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA PARA A VIÍTIMA E
PRODUZA IMPACTO BASTANTE AO CAUSADOR DO MAL A FIM DE DISSUADI-LO DE
NOVO ATENTADO. ENTENDO QUE O VALOR ARBITRADO PELO MAGISTRADO A QUO
(R$ 1.500,00) NAÃ O SE PRESTA A COMPENSAR OS DANOS CAUSADOS PELA INEÍ RCIA
DO RECORRIDO. DIANTE DISSO, LEVANDO EM CONTA AINDA OS CRITEÍ RIOS DA
PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE, MAJORO A INDENIZAÇAÃ O POR DANOS
MORAIS PARA R$ 5.000,00. SENTENÇA PARCIALMENTE REFORMADA PARA O FIM
DE MAJORAR PARA R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS) O VALOR ARBITRADO TIÍTULO
DE DANOS MORAIS, COM JUROS DE MORA DE 1% AO MEÊ S E CORREÇAÃ O
MONETAÍ RIA PELO IÍNDICE INPC, NOS TERMOS DO ENUNCIADO 12.13? A? DAS
TRS/PR. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DEIXO DE CONDENAR
A RECORRENTE AO PAGAMENTO DOS HONOÍ RARIOS DE SUCUMBEÊ NCIA, TENDO EM
VISTA QUE A PARTE CONTRAÍ RIA NAÃ O CONSTITUIU ADVOGADO NOS AUTOS.
CONFORME PREVISAÃ O DO ART. 4º DA LEI ESTADUAL 18.413/2014, NAÃ O HAVERAÍ
DEVOLUÇAÃ O DAS CUSTAS RECURSAIS. SERVE A PRESENTE COMO VOTO. UNAÊ NIME.
(TJPR - 1ª Turma Recursal - 0036953-27.2013.8.16.0182/0 - Curitiba - Rel.:
Fernando Swain Ganem - - J. 06.11.2015)(TJ-PR - RI: 003695327201381601820 PR
0036953-27.2013.8.16.0182/0 (Acoé rdaã o), Relator: Fernando Swain Ganem, Data de
Julgamento: 06/11/2015, 1ª Turma Recursal, Data de Publicaçaã o: 19/11/2015)
Diante de todo o exposto, resta evidente o direito perseguido pela requerente,
motivo pelo qual requer sejam apreciados os pedidos seguintes.
VII- DOS PEDIDOS
Pelo o exposto, requer se digne Vossa Exceleô ncia em determinar a observaô ncia dos
seguintes pedidos:
a) DEFERIR A TUTELA ANTECIPADA requerida, para determinar busca e
apreensão do veíéculo Chevrolet Vectra, ano..., cor..., Placa policial..., RENAVAM...,
adquirido em..., bem como seja oficiado o Detran para o bloqueio de circulação do
mesmo atraveé s do sistema RENAJUD;
b) Sejam citados os reé us TERCEIROS INTERESSADOS, possuidores do veíéculo,
através de EDITAL, para proceder aà OBRIGAÇÃO DE FAZER – Transfereô ncia do
Veíéculo sob pena de APREENSÃO, bem como para tomar conhecimento da presente
demanda e querendo contestar a açaã o sob pena de revelia;
c) Seja julgado procedente o pedido para CONFIRMAR A TUTELA DEFERIDA,
condenar o possuidor ao pagamento das multas de traô nsito e licenciamentos
atrasados, bem como ressarcir a Requerente nos valores jaé desembolsados e
condenaçaã o por dano moral no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais);
d) Caso naã o seja encontrado o veíéculo, DECLARAR A AUSÊNCIA DE
RESPONSABILIDADE, oficiando o DETRAN-BA para que proceda a baixa do veíéculo
ou em caso de impossibilidade, para que conste na base de dados que a Requerente
naã o mais possui responsabilidade sobre o mesmo desde a venda que ocorreu no ano
de...
e) Prioridade na tramitaçaã o do feito, uma vez que a autora eé pessoa idosa;
f) Deferir a assisteô ncia judiciaé ria gratuita;
g) Condenar o Reé u no pagamento das custas processuais e honoraé rios advocatíécios
de sucumbeô ncia
Protesta provar o alegado por todos os meios de prova em direito admitidos,
especialmente prova testemunhal e juntada posterior de documentos.
Dar-se-aé causa o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais)
Nestes termos, pede deferimento.
Salvador, 20 de Julho de 2016
CINTIA VENTURA
OAB/BA 41.167
JOELMA ALMEIDA
OAB/BA 39.668
(documento assinado eletronicamente)
DOCUMENTOS ANEXOS:
PROCURAÇAÃ O
COMPROVANTE DE RESIEÊ NCIA
RG, CPF
DECLARAÇAÃ O DE HIPOSSUFICIEÊ NCIA
DOCUMENTO DO VEIÍCULO OU CONSULTA NA BASE DO DETRAN
EXTRATO DE MULTAS
DEÍ BITOS DE IPVA
OUTROS RELATIVOS AO CASO CONCRETO

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