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CÓDIGO ASME PARA CALDEIRAS E

VASOS DE PRESSÃO
UM PADRÃO NACIONAL AMERICANO
ANSI/ASME BPV-V
\I
SEÇÃO VIII
1
DIVISÃO 1

VASOS DE PRESSÃO USiMINhS ME:Am:;n s. A.


N:)l1:\·;:,s ·E:..: ·HC.::s

REG. N. •·--~l:\.2.t ........


EDIÇÃO 1983 DATA -~=±_j__~ ,'§:,
EM UNIDADES SI
19 de Outubro de 1983
VOLUME 1
N
O

Esta publicação incorpora as Adendas de


R

Verão e Inverno de 1983, e Verão de 1984.


M

Devido à extensão do seu texto, esta Parte


A

do Código está sendo apresentada em dois


volumes .
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N

.INSTITUTO BRASILEIRO
H

DE PETRóLEO
EC

Av. Rio Branco, 156 - 109 andar


Sala 1035
IM

20043- Rio de Janeiro/RJ


EN

"This is an ASME authorized translation of the Boiler and Pressure V esse! Code
TO

- 1983 Edition.
The original English version is the only otficially recognized and will prevail in
conflictant cases".

Esta é uma tradução autorizada do Código ASME para Caldeiras e Vasos de


Pressão - Edição 1983 - Seção VIII - Divisão 1 - "Vasos de Pressão", publi-
cado em inglês por "The Americau Society of Mechanical Engineers". A versão
original em inglês é a única com caráter oficial e prevalecerá sobre a tradução
em língua portuguesa, uos casos de dúvidas quanto à interpretação e/ ou apli-
cação do texto.

A tradução do Código ASME é uma iniciativa da Comissão de Equipamentos


do IDP, lançada em 05 de setembro de 1978. A autorização da ASME foi
concedida em 02 de setembro de 1980.

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


1
Título Original: ASME BOILER AND PRESSURE VESSEL CODE I
I

SECTION VIII, DIVISION 1 - Pressure Vessels 1


!
I
I
1
Copyright (c) 1983 by
I
THE AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGINEERS
Ali Rights Reserved

Publicado mediante acordo com


THE AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGINEERS
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Direitos desta edição reservados ao


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INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRóLEO


A

Av. Rio Branco, 156 grupo 1035


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Rio de Janeiro
P Edição em junho de 1986
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A
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Composto e impresso na GRAFICA VITóRIA LTDA.


N

Rua da Relação, 31 - Te!. 221-2126 - Rio de Janeiro


H
EC
IM
EN
TO

ASME

Vasos de pressão. Tradução do Instituto Brasileiro de Petróleo.


1. 8 ed~ Rio de Janeiro, IBP, 1986.

2 v·. ilust. (ASME, Código para Caldeiras e Vasos de Pressão. Seção


VIII-Divisão 1).

1 . Vasos de Pressão. I. IBP, Rio de Janeiro, trad~ 11. Série. 111. Tftulo.

CDD- 621.184

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


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APRESENTAÇÃO

A Seção VIII do Código ASME é o documento técnico internacionalmente mais con-


sultado e requerido para o projeto e a construção de vasos de pressão.
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A Seção VIII tem sido utilizada em nosso país, desde 1955, com exclusividade quase
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absoluta, porém na sua língua original, impedindo que um número expressivamente


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maior de engenheiros e técnicos pudesse ler, conhecer e aplicar o seu texto.


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Com o lançamento desta publicação, como parte relevante do seu programa de


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1 tradução do Código ASME, o Instituto Brasileiro de Petróleo elimina essa dificuldade e,


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em conseqüência, estabelece perspectivas particularmente favoráveis para o avanço tecno-


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lógico definitivo em um dos setores mais importantes da nossa engenharia.


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Aos tradutores, redatores e empresas que privilegiaram o Instituto com a possibili-


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dade desta publicação, registramos o nosso intenso reconhecimento,


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PAULO GUILHERME AGUIAR CUNHA EDUARDO DEMARCHI DIFINI


Presidente do Conselho de Administração do IBP Presidente da Diretoria Executiva do IBP

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( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


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( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


ÍNDICE GERAL

VOLUME 1
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Um índice mais detalhado antecede cada Parte e cada Apêndice


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Introdução à Edição Brasileira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Vil


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Comissão de Equipamentos do Instituto Brasileiro de Petróleo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . X


PA

Comissão de Tradução do Código ASME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . X


R

Tradutores e Redatores da Seção VIII-Divisão 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI


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Entidades que participaram na Tradução ·da Seção VIII-Divisão 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII


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Código ASME de Caldeiras e Vasos de Pressão - Lista de Publicações . . . . . . . . . . . . . . . . XIII


N

Casos do Código, Interpretações, Adendas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIV


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Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV
EC

Declaração de Critérios para o Uso dos Símbolos do Código e Autorização do Código para
Fins de Publicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVII
IM

Declaração de Critérios Quanto à Identificação de Itens Fabricados conforme o Código ASME XVII
EN

Membros da ASME Responsáveis pela Conversão de Unidades Norte-Americanas Usuais para


TO

Unidades SI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVIII
ASME - Organograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIX
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVII

SUBSEÇÃO A Requisitos Gerais

PARTE UG Requisitos Gerais para Todos os Métodos de Fabricação e para Todos


os Materiais ....................................................... . 7

SUBSEÇÃO B Requisitos Pertinentes aos Métodos de Fabricação

PARTE UW Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados por Soldagem 99


PARTE UF Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados por Forjamento ....... . 137
PARTE UB Requisitos para os Vasos de Presão Fabricados por Brasagem 147

( ) Confidencial (X) Restrita -( )-Uso


-------- - interno ( ) Pública
~----·~~·
SUBSEÇÃO C Requisitos Pertinentes às Cl assse de Materiais

PARTE UCS Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Aços-Carbono e Aços


de Baixa Liga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
PARTE UNF Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Materiais Não Ferrosos 177
PARTE UHA Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Aços de Alta Liga 193
PARTE UCI Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Ferro Fundido . . . . . . . 205
PARTE UCL Requisitos para os Vasos de Pressão Soldados Fabricados de Material com
Cladeamento Integral, Cladeamento por Deposição de Metal de Solda, ou
com Revestimento Aplicado, Todos Resistentes à Corrosão . . . . . . . . . . . . . 213
PARTE UCD Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Ferro Fundido Dúctil . 223
PARTE UHT Requisitos para os Vasos de Pressão Fabricados de Aços Ferríticos com
Propriedades de Tração Melhoradas por Tratamento Térmico . . . . . . . . . . . . 231
PARTE ULW Requisitos para os Vasos de Pressão de Paredes Múltiplas . . . . . . . . . . . . . . 245
PARTE ULT Regras Alternativas para os Vasos de Pressão Fabricados de Materiais que
possuam Maiores Tensões Admissíveis em Baixas Temperaturas . . . . . . . . . 271
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TABELAS 279
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•••••••••••••••••••••••••••• o •••• ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••


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VOLUME 2
R
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APÊNDICES OBRIGATóRIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 441


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APÊNDICES NAO OBRIGATóRIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651


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UNIDADES - FATORES DE CONVERSAO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 773


EC

GLOSSÁRIO INGLÊS-PORTUGUÊS DE TERMOS UCNICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778


IM

INDICE REMISSIVO GERAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 841


EN
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VI

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ~~·~--········-·-


INTRODUCÃO À EDICÃO BRASILEIRA
I I

"Ci€ncia é o conhecimento
organizado"
1. HISTóRICO Spencer

Os primeiros trabalhos referentes à preparação de um texto para a Norma Brasileira "Vasos de


Pressão Soldados, Não Sujeitos à Chama", datam de 1958/1959, quando já se fazia sentir a necessidade
de um documento normativo para regular o projeto e a fabricação de equipamentos que começavam a
interessar à Engenharia e às Indústrias Nacionais.
Destes trabalhos pioneiros, executados dentro do convênio ABNT/IBP/ABDIB, resultou o primeiro
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projeto da norma P-NB-109, publicado em 1962, tendo como texto básico a edição de 1956 da Seção VIII
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do Código ASME - The American Society of Mechanical Engineers.


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A escolha do Código ASME como texto inspirador da Norma Brasileira, estava em consonância
com a tecnologia que fora selecionada para uso no Brasil, especialmente para a implantação do par-
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que de refino de petróleo.


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A P-NB-109, todavia, ao ser publicada em 1962, já estava ultrapassada, pois duas edições subse-
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qüentes do Código ASME haviam sido publicadas - as de 1959 e 1962. As edições posteriores -
1965, 1968, 1971, ... - acentuariam ainda mais esta defasagem.
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Devido à não atualização de sua primeira versão, a P-NB-109 não conseguiu sair do seu estágio
experimental, pois já entrara praticamente em desuso e obsolescência, à própria época de sua publi-
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cação.
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Esta edição, entretanto, circulou até 1977/1978, permitindo que engenheiros, projetistas, fabrican-
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tes, usuários e inspetores se familiarizassem com exigências e recomendações e se preparassem para


a convivência com princípios normativos e tecnologia, em todos os setores de atividades técnicas e
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industriais.
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Em 1958, a ISO - lnternational Organization for Standardization, pelo seu Comitê Técnico ISO/
EC

TC-11 - Boilers and Pressure Vessels, iniciou os trabalhos preliminares para a preparação de um
texto básico para Vasos de Pressão não Sujeitos à Chama, com validade internacional.
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Em outubro de 1968, o ISO/TC-11 distribuiu a primeira proposta da Norma para Vasos de Pres-
são, através do documento 11N248. Este documento serviu de base para uma segunda versão da
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P-NB-109, cujos trabalhos de preparação foram desenvolvidos no âmbito de um dos Subcomitês de


Mecânica da ABNT, o CB-4:6. Este projeto de Norma foi entregue para votação em setembro de 1969.
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O ISO/TC-11, por sua vez, continuou a trabalhar no documento 11 N248, através de vários grupos
técnicos, sediados em vários países membros da ISO, substituindo-o em dezembro de 1969, pelo do-
cumento 11N267, suplementado por uma adenda, em fevereiro de 1970.
Este novo documento sugeria grçmdes alterações ao trabalho realizado pelo CB-4:6, tornando-o
praticamente invalidado, sendo então suspensa a sua distribuição para votação.
Em abril de 1970, na reunião do ISO/TC-11 realizada em Estocolmo, deliberou-se, por unanimi-
dade, preparar um documento totalmente revisado, considerando-se todas as resoluções tomadas pelo
plenário, constituído por representantes de 20 países (Alemanha, França, Estados Unidos, Grã-Breta-
nha, Itália, Japão, e outros).
A Secretaria geral dos trabalhos foi entregue aos Estados Unidos, através do ANSI - American
National Standards I nstitute.
Em 10 de abril de 1973, a ISO fez circular, finalmente, o documento ISO/DIS-2694, substituindo to-
dos os anteriores e fixando a data limite de 4 de abril de 1973 para a votação definitiva do seu texto.
Em 23 de outubro de 1973, o CB-4:9, que sucedera ao CB-4:6, recebia um exemplar deste docu-
mento, em língua inglesa. Devido às grandes modificações introduzidas nos textos anteriores (11 N248
e 11N267), tornou-se absolutamente necessário reescrever-se a P-NB-109.
Um novo texto, totalmente baseado no documento ISO/DIS-2694, foi entregue pelo CB-4:9, em maio
de 1974, para ser publicado em estágio experimental, chegando a ter cerca de 100 exemplares de

VII

( )-Confidencial
----· (X)
· --Restrita ( ) Uso interno ---·
- - · ···-·-------·-···--. ( ) ·--
Pública
·····~·-·-------··--··---·--···
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suas 343 páginas (copiadas por cortesia da Petrobrás), distribufdos aos membros do Comitê de Me-
cânica, em outubro de 1974, para votação.
A história da P-NB-109 interrompeu-se logo após esta distribuição e respectiva votação, devido· aO
fato de o texto baseado na ISO/DIS-2694 jamais ter sido impresso.

2. A TRADUÇÃO DO CóDIGO ASME

A constatação de não ter sido possfvel elaborar-se uma Norma para Vasos de Pressão, em lfngua
portuguesa, atualizada e em condições . de plena utilização pela indústria nacional, levou o Instituto
Brasileiro de Petróleo a estudar o problema sob outros aspectos.
A elaboração de normas para vasos de pressão, caldeiras, materiais, qualificação para processos de
soldagem, exames não destrutivos, etc., poderia ser desenvolvida por caminhos diferentes, como por
exemplo, pela simples adoção de códigos estrangeiros ou pelo desenvolvimento de códigos inteira-
mente nacionais.
O IBP entendeu ser mais conveniente adotar um código estrangeiro de inegável reconhecimento
internacional para, posteriormente, adaptá-lo às necessidades brasileiras.
Essa adaptação consistiria, principalmente, em modificações que viessem a atender características
dos materiais produzidos no país, ao emprego do sistema de unidades SI, a exigências de caráter
oficial, etc.
N

Foram então dados os primeiros passos para definir o código a ser traduzido e implantar um es-
quema de trabalho que viabilizasse a tradução.
O

Uma avaliação preliminar do problema demonstrou ser consenso geral que o Código ASME é o
R

conjunto de normas que melhor se ajusta às nossas necessidades tecnológicas e práticas, bem como
M

o de maior utilização, internacionalmente.


A

Verificou-se, ainda, que os materiais produzidos no Brasil, próprios para caldeiras e vasos de
pressão, obedecem a outro código norte-americano: ASTM - American Society for Testing and Mate-
PA

riais, que é também o Código seguido pela ASME para materiais. Além disso, outros códigos ameri-
canos também utilizados pela ASME, têm uso predominante entre nós, destacando-se o da AWS -
R

American Welding Society, para soldas e metais de adição.


A

O IBP, apesar das dimensões gigantescas do empreendimento e das grandes dificuldades que
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deveriam ser enfrentadas, sentiu-se na obrigação de realizar este trabalho, iniciado graças ao entu-
siasmo e dinamismo da Comissão de Equipamentos que, em reunião realizada em 5 de setembro de
O

1978, em Salvador, decidiu estudar a oportur]idade e a viabilidade da tradução do Código ASME para
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a língua portuguesa.
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Após bem sucedidos entendimentos preliminares com a American Society of Mechanical Engineers,
EC

a Comissão resolveu consultar, através de carta, solicitando parecer e comentários sobre a iniciativa,
às seguintes empresas e entidades: PETROBRÁS (DEPIN, SEGEN, SERMAT), PETROQUISA, ABDIB,
ABIMAQ, ABNT, ABIQUIM, ABEQ, IBG, ABRACO, IBS e ABM.
IM

As entidades e empresas consultadas, por unanimidade, salientaram a oportunidade e a importân-


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cia da tradução do Código ASME.


Com o objetivo de conhecer detalhadamente a experiência do México na tradução do Código ASME
TO

para a lfngua espanhola, representantes do IBP mantiveram, em 6 de agosto de 1979, reunião com os
Dirigentes da Associação Mexicana de Engenheiros Mecânicos e Eletricistas (AMIME), na cidade do
México.
Em 10 de agosto de 1979, foi também realizada uma reunião na Sede da ASME, em Nova York,
com a Assistente do Diretor de Publicações Técnicas da ASME.
Em 26 de março de 1980, a Comissão de Equipamentos, com a concordância da Diretoria do IBP,
autorizou a tradução do Código ASME para a lfngua portuguesa, baseada no resultado da pesquisa feita
entre empresas associadas do IBP, nas áreas de petróleo, petroqufmica, fabricação de equipamen-
tos, e de engenharia, cujos resultados foram os seguintes:
(a) 78 empresas responderam à pesquisa;
(b) 75 empresas utilizavam o Código;
(c) 59 empresas confirmaram a predominância de uso do Código ASME, em relação aos outros
códigos -estrangeiros;
(d) 70 empresas afirmaram que a existência do Código ASME em lfngua portuguesa possibilita-
ria o seu uso por um número muito maior de engenheiros, técnicos de nfvel médio e profissionais espe-
cializados;
(e) 35 empresas indicaram, preliminarmente, nomes de técnicos de seu quadro de pessoal, que
poderiam colaborar na tradução.

VIII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


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3. OBJETIVO BÃSICO DA TRADUÇÃO

O IBP, ao celebrar o convênio com a ASME, teve como objetivo principal prop1c1ar aos técnicos
brasileiros em geral o conhecimento e o emprego, em língua portuguesa, de normas internacional-
mente utilizadas e que se refiram às garantias de vida e de propriedade a todos aqueles que operem
ou administrem instalações que compreendam Caldeiras e Vasos de Pressão em geral. As publica-
ções técnicas que derivarem dos trabalhos de tradução constituirão uma contribuição tecnológica im-
portantíssima para o setor industrial do país, pois estarão no alcance dos engenheiros, técnicos de
nivel médio, profissionais especializados, professores e estudantes.
A adaptação, pelo uso continuado, às condições realmente nacionais possibilitará, em futuro pró-
ximo, as facilidades técnicas indispensáveis à elaboração de códigos e normas brasileiras.
Este conjunto de Normas será também um valioso auxílio para a incrementação da exportação de
bens e serviços.

4. PROGRAMA DE TRABALHO

A Comissão de Equipamentos do IBP decidiu constituir uma Comissão de Tradução, implantada


em 2 de dezembro de 1980, para realizar a tradução das seguintes Seções do Código ASME de Caldei-
ras e Vasos de Pressão:
N

• Seção I Caldeiras - texto integral.


O
R

• Seção 11 Especificações de Materiais


M

Parte A - Materiais Ferrosos - texto parcial (1 08 normas)


A

Parte B - Materiais Não Ferrosos - texto parcial (24 normas)


PA

Parte C - Varetas de Solda, Eletrodos e Metais de Adição - texto integral.


R

• Seção V : Exames Não Destrutivos - texto integral.


A
C

• Seção VIII: Vasos de Pressão - Divisão 1 -texto integral.


O
N

• Seção IX : Qualificação de Soldagem - texto integral.


H
EC

O texto de cada uma das Seções traduzidas terá um glossário próprio em inglês-português, cons-
tituído pelos termos que representem alguma contribuição de carácter técnico ou que constituam auxí-
IM

lio importante quanto à correta interpretação do texto original.


EN

Ao término dos trabalhos programados será publicado um dicionário inglês-português do Código


ASME, relativo às Seções traduzidas, e resultante do agrupamento e da ordenação dos glossários par-
ciais.
TO

Os "Code Cases", "lnterpretations" e "Addenda", que são editados periodicamente pela ASME,
não serão, nesta oportunidade, traduzidos para o português. Entretanto, os respectivos originais en-
contram-se à disposição dos leitores, para consulta, na Biblioteca do IBP.
Os volumes traduzidos para o português serão editados somente na forma encadernada.

Eng9 RODOLPHO MALUHY


Presidente da Comissão
de Tradução

IX

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


COMISSÃO DE EQUIPAMENTOS IBP
Antonio Luiz Silva de Menezes (Coordenador) Jorge Diversi
SERMAT/.PETROBRÁS - PETRóLEO BRASILEIRO S/A M. DEDINI S/A - METALÚRGICA
José Conceição Jubileu ·(Vice-Coordenador) Jorge Pereira de Araujo
JARAGUÁ S/ A IND. MECÂNICAS SAI.1G6MA IND. QUíMICAS S/ A
Agostinho Tlbério Filho José de Freitas Ribeiro
A. ARAúJO S/ A ENGENHARIA E MONTAGEM DEPRO/DIEQ/SEACO PETROBRÁS - PETRóLEO BRAS. S/A
Alberto Machado Neto José .Peres Fernandes
SERMAT/NAEX/PETROBRÁS- PETRóLEO BRASILEIRO S/ A COBRASMA S/ A
Newton Silva Araújo
Ana Maria Guedes Cesar
IBP - INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRóLEO CIWAL S/A ACESSóRIOS INDUSTRIAIS
Orlando José Mello VIeira
Antonio de Souza Lopes Filho
NATRON CONSULTORIA E PROJETOS S/A
AKZ TURBINAS S/ A
Otacílio Viana de Albuquerque
Athayde Araújo Tell Ribeiro DEPIN/DIEQ PETROBRÁS - PETRóLEO BRASILEIRO S/ A
IBP - INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRóLEO
Paulo Roberto Pilotto
Caio Mário de Sá HUGHES VKM DO BRASIL EQUIPAMENTOS
ABDIB - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA O
DESENVOLVIMENTO DAS INDúSTRIAS DE BASE Pedro Carlos da Silva Telles
CONSULTOR
Cassio de Campos Filho (Convidado)
N

Renzo Testa
VICE-V.I'ILVULAS INDS. E EQUIP. DE CONTROLE LTDA.
OMEL S/A INDÚSTRIA E COMÉRCIO
O

Cesar Tsezanas Roberto Steiner


R

CO PENE PETROQUíMICA DO NORDESTE S/ A CONFORJA S/A CONEXÕES DE AÇO


M

Claudio Vallone Rodolpho Maluhy


PROMON ENGENHARIAS/A CONSULTOR/TÉCNICO COLABORADOR
A

Hudison de Assis Martins Júnior Rodrigo Ave/lar Fonseca


PETROBRÁS QUÍMICA S/ A - PETROQUISA
PA

SEGEN/OIGER/PETROBRÁS - PETRóLEO BRASILEIRO S/ A


João Alberto Gouveia da Silva Sergio Francisco Alves
MECÂNICA PESADA S/A FINEP - FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS
R

João Bosco de Araujo Machado Vicente Bocuzzi Neto


A

USIMEC - USIMINAS MECÂNICA S/ A PETROQUíMICA UNIÃO S/A


C
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COMISSÃO DE TRADUCÃO DO CÓDIGO ASME


EC

Rodolpho Maluhy (Presidente) José Antonio Pereira Chainho (Secretário)


IM

Consultor/Técnico Colaborador REPLAN I PETRóLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS


Pedro Carlos da Silva Telles
EN

Consultor SUBCOMISSÃO DA SEÇÃO VIII - VASOS DE PRESSÃO


Ana Maria Guedes Cesar (Secretária Executiva) Valdemar Bonelll Filho (Coordenador)
TO

INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRóLEO - IBP SUPERQUIP - SERV. E EQUIPAMENTOS TÉCNICOS LTDA.

Paulo Sérgio Thomaz de Freitas (Secretário)


SUBCOMISSÃO DA SEÇÃO I - CALDEIRAS
NATRON CONSULTO RIA E PROJETOS S/ A
Ricardo Cesar Jardim (Coordenador)
COBRASMA S/A
SUBCOMISSÃO DA SEÇÃO IX - QUALIFICAÇÃO
DE SOLDAGEM
SUBCOMISSÃO DA SEÇÃO 11 - ESPECIFICAÇÕES
DE MATERIAIS Mário Agostinho Cennl (Coordenador)
ESAB S/A INDúSTRIA E COMÉRCIO/ABS- ASSOCIAÇÃO
José Roberto de Paiva (Coordenador) BRASILEIRA DE SOLDAGEM
PETRóLEO BRASILEIRO S/ A - PETROBRÁS
Jorge Eschholz de Castilho Barbosa (Secretário) José Alfredo Bello Barbosa (Secretário)
PETRóLEO BRASILEIRO S/ A - PETROBRÁS MONTREAL ENGENHARIA S/A

SUBCOMISSÃO DA SEÇÃO V - EXAMES SUBCOMISSÃO DE TERMINOLOGIA


NÃO DESTRUTIVOS
Edgard Rubem P. da Silva (Coordenador)
Akira Sakamoto (Coordenador) PETRóLEO BRASILEIRO S/ A - PETROBRÁS
MECkNICA CONTINENTAL S/ A EQUIP. INDUSTRIAIS/
ABENDE - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSAIOS Jucy Aparecida Neiva (Secretária)
NÃO DESTRUTIVOS PETRóLEO BRASILEIRO S/ A - PETROBRÁS

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ---------'


TRADUTORES E REDATORES DA
SEÇÃO VIII - DIVISÃO 1

Os trabalhos referentes à Seção VIII-Divisão 1 compreenderam duas fases distintas:


(a) Tradução da edição 1983, publicada pela ASME em julho de 1983, baseada em unidades norte-
-americanas usuais. Esta tradução, sem a incorporação de qualquer Adenda, foi efetuada em caràter
preliminar, servindo de referência para a tradução efetiva realizada na segunda fase, e para a prepa-
ração do glossàrio de termos técnicos.
Participaram dos trabalhos desta fase os seguintes Engenheiros:

Alexandre Wilton de Souza Carneiro Paulo Sergio Thomaz de Freitas


Carlos Alberto de Giacomo Filizola Raul Garcia da Silva
Cesar José Magalhães Ferreira Ricardo Gômara
Flàvio Messias Gil Hicardo Serra Busetti
Jorge Diversi Rodolpho Maluhy
José Stamile Pique! Carneiro Sadi Fuga Filho
Jurandy Ferreira Alves Thomaz Cunha
N

Justiniano Izoldi Tomàs Mohovic


O

Mario Amora Ramos Valdemar Bonelli Filho


R

Orlando Kohn Martinez Ydeval de O. Souza


Paulo Martins Santos
M
A

(b) Tradução da edição 1983, publicada pela ASME em unidades SI. Esta edição, com data de
PA

outubro de 1983, somente foi recebida pela Comissão de Tradução no início de 1985, o que permitiu
a inclusão das três Adendas disponíveis nessa ocasião.
R

Os trabalhos correspondentes a esta fase foram desenvolvidos pelo Eng. Rodolpho Maluhy, abran-
A

gendo a revisão do texto preliminar elaborado na primeira fase, a tradução das partes inéditas, intro-
duzidas pelas Adendas incorporadas, e a preparação de um glossàrio, consistindo em cerca de 4200
C

entradas.
O

O texto, ora publicado, teve a sua redação final verificada, comentada e aprovada, em conjunto,
N

pelos Engenheiros
H

Pedro Carlos da Silva Telles Rodolpho Maluhy


EC

Mario Amora Ramos Valdemar Bonelli Filho


Jurandy Ferreira Alves Paulo Sérgio Thomaz de Freitas
IM

. í
EN

i O glossàrio foi aprovado pelos Engenheiros

/
TO

Pedro Carlos da Silva Telles Paulo Sérgio Thomaz de Freitas


> Mario Amora Ramos Sérgio Luiz Benini
Jurandy Ferreira Alves Rodolpho Maluhy
Valdemar Bonelli Filho

XI

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-------~~~

ENTIDADES QUE PARTICIPARAM NA TRADUCÃO DA I

SECÃO VIII - DIVISÃO 1


I

• ALUNORTE - ALUMINA DO NORTE DO BRASIL S/ A

• BADONI ATB - INDúSTRIA METALMECÃNICA S/ A.

• CBI INDUSTRIAL LTDA.

° CEMAN - CENTRAL DE MANUTENÇÃO DE CAMAÇARI

• CONFAB INDUSTRIAL S/A

• EQUIPAMENTOS E INSTALAÇOES INDUSTRIAIS TURIN S/A

• IBP - INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRóLEO


N
O

• KLOECKNER INDúSTRIA E COMÉRCIO LTDA.


R

• M. DEDINI S/ A - METALúRGICA
M
A

• NATRON- CONSULTORIA E PROJETOS S/A


PA

0 NORDEQ - EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS DO NORDESTE S/ A


R
A

0 NORDON INDúSTHIAS METALúRGICAS S/ A


C

• PETROBRAS - PETRóLEO BRASILEIRO S/ A


O
N

0 PROMON ENGENHARIA S/ A
H
EC

• SULZER DO BRASIL S/ A
IM

• SUPERQUIP -SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS TÉCNICOS LTDA.


EN

• TREU S/ A - MAQUINAS E EQUIPAMENTOS


TO

• ZANINI - FOSTER WEELER S/ A

XII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-----------

ASME 1983 - CÚDIGO DE CALDEIRAS E


VASOS DE PRESSÃO

LISTA DE PUBLICAÇOES

SEÇõES

Caldeiras

11 Especificações de Materiais
N
O

Parte A - Materiais Ferrosos


R

Parte B - Materiais Não Ferrosos


M

Parte C - Eletrodos, Varetas de Solda e Metais de Adição.


A

111 Subseção NCA - Exigências Gerais para as Divisões 1 e 2


PA

111 Divisão 1
R
A

Subseção NB - Componentes Classe 1


C

Subseção NC - Componentes Classe 2


O

Subseção ND - Componentes Classe 3


N

Subseção NE - Componentes Classe MC


H
EC

Subseção NF - Suportes dos Componentes


Subseção NG - Estruturas de Suporte Interno
IM

Apêndices.
EN

111 Divisão 2 - Código para Vasos Reatores de Concreto e Vasos de Contenção.


TO

1 IV Caldeiras de Aquecimento.

V Exames Não Destrutivos.

VI Regras Recomendadas para o Cuidado e a Operação de Caldeiras de Aquecimento.

VIl Regras Recomendadas para o Cuidado de Caldeiras.

VIII Vasos de Pressão


Divisão 1
Divisão 2 - Regras Alternativas.

IX Qualificações para Soldagem e Brasagem

X Vasos de Pressão de Plástico Reforçado com Fibras de Vidro.

XI Regras para a Inspeção de Componentes de Centrais Nucleares em Serviço.

XIII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública - - - - - - - - ---------------


-~-------------- --- ----~-----

CASOS DO CÓDIGO
O Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão reúne-se regularmente para apreciar propostas de com-
plementos e de revisões do Código, e para formular Casos que esclareçam a natureza das exigên-
cias existentes ou ainda, para providenciar, nas questões de necessidade urgente, regras e normas para
materiais e construções ainda não cobertos pelo Código. Os Casos que têm sido adotados aparecem
em um ou em ambos os volumes do "Casos do Código - 1983": (1) Caldeiras. e Vasos de Pressão;
e (2) Componentes Nucleares. Os Suplementos serão automaticamente enviados aos adquirentes de
um ou de ambos os livros dos "Casos do Código", até à publicação da Edição 1986.

INTERPRETAÇÕES
A ASME publica as respostas escritas às consultas concernentes à interpretação de aspectos téc-
nicos do Código. Com a Edição de 1983, as "Interpretações" para cada Seção individual do Código
serão publicadas separadamente, e inclufdas no sistema de envio das Adendas referentes à respectiva
N

Seção. As "Interpretações" relativas à Seção 111, Divisões 1 e 2, serão inclufdas no sistema de envio
O

das Adendas à Subseção NCA. As "Interpretações" não fazem parte das Adendas ao Código.
R
M
A
PA

ADENDAS
R
A

As Adendas, em pagmas coloridas, incluindo complementos e rev1soes para cada Seção do Có-
C

digo, são publicadas duas vezes por ano, e serão enviadas automaticamente aos compradores das res-
O

pectivas Seções, até a publicação da Edição 1986 do Código. A edição de 1983 é disponível somente
na forma de folhas soltas; por conseguinte, as Adendas serão publicadas também em folhas soltas, e
N

jâ preparadas no formato próprio para substituição.


H
EC
IM
EN
TO

XIV

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


PREFÁCIO

A ASME - The American Society of Mechanical Engineers organizou um Comitê, em 1911, com a
finalidade de estudar e formular normas para a construção de caldeiras e vasos de pressão. Esse Co-
mitê chama-se, presentemente, "Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão".
A função do Comitê é a de estabelecer regras de segurança para governar o projeto, a fabricação
e a inspeção de fabricação de caldeiras e vasos de pressão, bem como a de interpretar essas regras,
quando surgirem dúvidas relativas ao seu significado. Na formulação das regras, o Comitê leva em
conta as necessidades dos usuários, dos fabricantes e dos inspetores dos vasos de pressão. O objetivo
das regras é o de proporcionar uma razoável proteção à vida e à propriedade, além de prever uma
N

margem de deterioração em serviço, de forma a poder garantir um período de utilização satisfatoria-


O

mente longo e seguro. O Comitê também considera os desenvolvimentos e progressos verificados nos
R

projetos e nos materiais, bem como a evidência de experiências bem sucedidas.


M

O Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão trata da segurança e da inspeção de caldeiras e vasos


de pressão em serviço, porém somente através da sugestão de regras básicas de boa prática, como
A

uma forma de ajuda aos proprietários e a seus inspetores.


PA

As regras estabelecidas pelo Comitê não devem ser interpretadas como aprovação, recomenda-
ção ou endosso a qualquer projeto específico ou patenteado, ou como limitação sob qualquer forma,
R

da liberdade do fabricante quanto à escolha de qualquer método de projeto ou de qualquer modali-


A

dade de construção que esteja de acordo com as disposições do Código.


\
O Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão reúne-se, regularmente, para analisar as consultas sobre
C

f interpretação e revisão das regras e normas, e para desenvolver novas regras, quando ditadas pelo

~
O

desenvolvimento tecnológico. As consultas devem ser endereçadas à Secretaria da ASME, por escrito
N

e de forma minuciosa, a fim de receberem a devida análise e uma interpretação que será informada,
H

também por escrito. As Proposições de revisão do Código, resultantes das consultas recebidas, serão
apresentadas ao Comitê Central para as devidas providências, as quais somente se tornarão efetivas
EC

após terem sido confirmadas, por votação de seus membros, e aprovadas pelo Conselho da ASME.
As revisões propostas e aprovadas pelo Comitê são então submetidas ao "American National Stan-
IM

dards lnstitute - ANSI" e publicadas na revista "Mechanical Engineering", solicitando comentários de


EN

todas as pessoas e órgãos interessados. Após o tempo concedido para a verificação pública e após a
aprovação final do Conselho da ASME, as revisões são publicadas, semestralmente, nas Adendas do
\! Código:
TO

Os "Casos do Código" podem ser usados na construção de componentes a serem estampados


com o símbolo ASME, a partir da sua aprovação pelo Conselho da ASME.
( Depois de aprovadas pelo Conselho, as revisões do Código podem ser usadas, a partir da data
de expedição indicada na respectiva Adenda. As revisões tornam-se obrigatórias, como requisitos
mínimos, seis meses após a data da respectiva publicação, exceção feita para as caldeiras e vasos
de pressão encomendados antes de terminado esse período de seis meses.
Os fabricantes e usuários de vasos de pressão devem evitar o emprego de revisões e de Casos
que forem menos restritivos do que as exigências anteriores, antes de se certificarem da aceitação
dos mesmos pelas autoridades competentes, na jurisdição onde o vaso venha a ser instalado.
Cada Estado ou Município dos Estados Unidos ou cada Província do Domínio do Canadá, que ado-
tar ou aceitar uma ou mais Seções do Código de Caldeiras e Vasos de p·ressão,' está convidado a indi-
car um representante para participar do Comitê de Conferência do Comitê de Caldeiras e Vasos de
Pressão. Considerando-se que os membros do Comitê de Conferência estão em contato permanente
com a administração e a aplicação das regras, as exigências para inspeção, conforme estabelecidas
neste Código, correspondem àquelas em vigência nas suas respectivas jurisdições.
As qualificações requeridas para um Inspetor Autorizado ou para ur:n Inspetor Nuclear Autorizado,
em conformidade com essas regras, podem ser obtidas através da autoridade administrativa de qual-
quer Estado, Município ou Província que tiver adotado essas regras.

XV

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


- - - - - - - - · · · · · - · · - - - - - - - ---·····-·
O Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão, na formulação de suas regras e na fixação de pres-
sões máximas para projeto e operação, considera materiais, construção, métodos de fabricação, ins-
peção e dispositivos de segurança. A ASME pode conceder permissão a grupos e organizações· de
regulamentação e de publicação para que usem, como referência, uma Seção completa do Código.
Por outro lado, se o uso de uma Seção, tal como a Seção IX, envolver exceções, omissões ou alte-
rações em suas cláusulas, o objetivo do Código poderá não ser atingido.
Sempre qu-e um organismo de regulamentação, ao publicar qualquer Seção do Código de Caldei-
ras e Vasos de Pressão, introduzir-lhe acréscimos ou omissões, recomenda-se que tais alterações se-
jam claramente indicadas.
A Junta Nacional de Inspetores de Caldeiras e Vasos de Pressão é composta de Inspetores-
Chefes dos Estados e Municfpios dos Estados Unidos e das Províncias do Canadá, que adotem o Có-
digo ASME de Caldeiras e Vasos de Pressão. Desde a sua organização, em 1919, esta Junta funciona de
molde a uniformizar a administração e o cumprimento das regras do Código de Caldeiras e Vasos de
Pressão. A cooperação dessa organização com o Comitê de Caldeiras e Vasos de Pressão tem sido
extremamente útil.
Deve ser salientado o fato de que o Estado ou Município, onde o Código ASME de Caldeiras e Vasos
de Pressão tiver sido efetivamente aplicado, possui total jurisdição sobre qualquer instalação particular.
As consultas referentes a problemas de caráter local devem ser dirigidas à autoridade competente do
Estado ou Município em questão. Tal autoridade pode dirigir-se ao Comitê de Caldeiras e Vasos de
Pressão, se persistir qualquer dúvida ou pendência quanto à correta interpretação da questão em
análise.
N

As especificações para os materiais base, apresentadas pela Seção 11 - Partes A e B, são idênti-
O

cas ou semelhantes às da ASTM - American Society for Testing and Materiais. Quando uma especifica-
R

ção ASME de materiais referir-se a uma especificação ASTM, para a qual exista uma especificação
M

ASME similar, essa referência deve ser interpretada como aplicável a essa especificação ASME. As es-
pecificações para os materiais de solda, incluídas na Seção 11 - Parte C, são idênticas ou similares
A

às da AWS - American Welding Society.


PA

Nem todos os materiais incluídos nas especificações de materiais da Seção 11 são adotados para
uso com o Código ASME de Caldeiras e Vasos de Pressão. A utilização está limitada aos materais e
R

Graus adotados, pelo menos, por uma das outras Seções do Código, para serem aplicados sob as
A

regras dessa Seção. Todos os materiais admitidos por essas várias Seções do Código, e usados para
construção, dentro do escopo de suas regras, devem ser fornecidos em conformidade com as especi-
C

ficações de materiais da ASME, constantes da Seção 11, exceto onde indicado em contrário, nos Casos
O

do Código ou nas Seções aplicáveis do Código. .


N

Os materiais cobertos por essas especificações são aceitáveis para uso em itens abrangidos pelas
H

Seções do Código, porém somente até os limites indicados na Seção aplicável. Para serem usados
com base no Código, os materiais devem ser, preferencialmente, encomendados, produzidos e certifi-
EC

cados também com base no Código. Entretanto, os materiais produzidos de acordo com as Especifica-
ções ASTM podem ser usados, ao invés das especificações ASME correspondentes, desde que as
IM

especificações ASTM sejam idênticas (excluídas as diferenças editoriais) ou mais severas do que as
especificações ASME para o Grau, Classe ou Tipo produzido, e desde que o material seja confirmado
EN

como estando de acordo com a correspondente especificação ASTM.


O material produzido de acordo com uma especificação ASTM, cujas exigências sejam diferentes
TO

dos requisitos da correspondente especificação ASME, também pode ser usado, desde que o fabri-
cante do material ou o fabricante do vaso certifique, com evidências aceitáveis pelo Inspetor Autori-
zado ou pelo Inspetor Nuclear Autorizado, que as exigências da Especificação ASME correspondente
foram devidamente atendidas.
O material produzido conforme as especificações de materiais ASME ou ASTM não está limitado
ao país de origem.
Com as edições publicadas em separado, cada uma delas empregando um sistema distinto de uni-
dades de medida (unidades SI e unidades norte-americanas usuais), é permitida a marcação de itens
fabricados de acordo com o Código e de placas de identificação, conforme um dos seguintes critérios:

(a) exclusivamente em undades SI;


(b) exclusivamente em unidades norte-americanas usuais;
(c) em ambos os sistemas de unidades.

XVI

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


DECLARAÇÃO DE CRITÉRIOS PARA O USO DOS SiMBOLOS
DO CóDIGO E AUTORIZAÇÃO DO CóDIGO PARA FINS DE
PUBLICIDADE

A ASME estabeleceu procedimentos para autorizar as organizações qualificadas a executar várias


atividades, de acordo com as exigências do Código de Caldeiras e Vasos de Pressão. É intenção da
ASME providenciar o reconhecimento das organizações assim autorizadas.· Uma organização que te-
nha sido autorizada a executar várias atividades, de conformidade com as exigências do Código,
pode declarar esta condição nos seus folhetos de propaganda.
Os Certificados de Autorização serão fornecidos às organizações autorizadas a usar os Símbolos
do Código, para a marcação de itens ou de construções que tenham sido executados e inspeciona-
dos de acordo com o Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão. Também é intenção da ASME
manter a reputação dos Símbolos do Código, em benefício dos usuários, das autoridades que os fa-
zem respeitados, e dos possuidores dos Sfmbolos que cumpram com todas as exigências do Código.
Com base nestes objetivos, foram estabelecidos os seguintes critérios para o uso, na publicidade,
de reproduções dos Símbolos, dos Certificados de Autorização, bem como referências ao Código. Y' '' .
A ASME não "aprova", "certifica", "valoriza" ou "endossa" qualquer item, construção ou ativi-). J;• •i
dade, e não deverá haver nenhuma declaração ou implicação que contrarie este posicionamento. \ ;.
Uma organização que possua a permissão para utilização dos Símbolos do Código e/ ou um Certifi-
N

cado de Autorização, pode declarar, em material publicitário, que os seus itens, construções ou ati-
O

vidades, "são executados ou conduzidos de acordo com as exigências do Código ASME para Caldeiras
R

e Vasos de Pressão", ou que "estão de acordo com as exigências do Código ASME para Caldeiras e
Vasos de Pressão".
M

O Símbolo da ASME será usado apenas para marcação, e nas placas de identificação, como es-
A

pecificamente indicado no Código. Reproduções dos Símbolos, entretanto, podem ser usadas, com
PA

o propósito de encorajar o uso do Código. Esta utilização pode ser feita por uma associação ou uma
sociedade, ou por um detentor do Símbolo do Código, que poderá também usar reproduções em
R

publicidade para indicar, de modo claro, os itens estampados com o Sfmbolo do Código.
A

O uso generalizado somente é permitido, quando todos os produtos do fabricante são construí-
dos em conformidade com as exigências do Código.
C
O
N
H
EC

DECLARAÇÃO DE CRITÉRIOS QUANTO A IDENTIFICAÇÃO


DE ITENS FABRICADOS CONFORME O CóDIGO ASME
IM
EN

O Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão fornece regras para a construção de Caldeiras,
Vasos de Pressão e Componentes Nucleares. Estas regras incluem as condições exigidas para mate-
TO

riais, projeto, fabricação, testes, exames e marcação. Os itens construidos de acordo com todas as
regras aplicáveis do Código são identificados com o Selo oficial do Código, descrito na respectiva
Seção do Código.·
Marcas como "ASME", "Padrão ASME", ou qualquer outra que inclua a palavra "ASME" ou os
vários símbolos do Código, não deverão ser usadas em qualquer item que não tenha sido construído
inteiramente de acordo com todos os requisitos aplicáveis do Código.
Os itens em desacordo com o Código não devem ser descritos nos Formulários de Registro de
Dados da ASME, nem em Formulários similares que se refiram ao Código, que possam insinuar que to-
dos os requisitos do Código foram atendidos, quando de fato não o foram.
Os Formulários de Registro de Dados, referentes a itens em desacordo com o Código, não deve-
rão fazer referências ao Código ASME, ou deverão indicar, claramente identificadas, todas as exce-
ções às exigências do Código. ·

XVII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


MEMBROS DA ASME RESPONSÁVEIS PELA CONVERSÃO
AO SI - SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES

G. Eisenberg - Coordenador SI para Caldeiras e Vasos de Pressão

J. Ling - Coordenador SI para a área Nuclear

K. Moller - Coordenador SI para fins Editoriais

K. Baron M. Merker

W. Berger J. Millman

J. Cuomo C. Nielsen

W. Daisak G. Osolsobe
N
O

K. Ennis A. Roby
R

M. Hogan M. Sheehan
M
A

C. Lynch P. Stumpf
PA

J. Manaskie S. Weinman
R

R. McGinnis D. Wizda
A
C
O
N
H
EC
IM
EN
TO

XVIII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


------------

\
I
ORGANOGRAMA E MEMBROS TITULARES
COMITÊ ASME DE CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

Subcomitês, Subgrupos e Grupos de Trabalho

Em 1'1 de julho de 1982


N

COMITI! PRINCIPAL COMITI! DE CONFERI!NCIAS


O

J. T. Crosby • Arkansas P. T. Jones - Rhode lsland·


R

W. L. Harding, Chairman S. F R Harrison (Chairman) G. M. Kuetemeyer -


M

E. L. Kemmler, Vice Chairman E. J. Hemzy B. L. Whitley - North Caro- Milwaukee


G. M. Eisenberg, S:ecretary M. H. Jawad lina (Vice Chairman) W. W. Larsen - lowa
A

B. W. Bace G. G. Karcher S. F. Harrison • National C. C. Mann - New Orleans


R. D. Bonner E. C. Kistner Board (Secretary) W. C. Mason - Mississlpi
PA

R. J. Bosnak J. LeCoff H. Baron • Minnesota S. Matthews - Texas


M. N. Bressler J. R. Mackay S. Bartholomew - Nevada H. s. Mauk - Delaware
V. W. Butler W. R. Mikesell R. K. Blosch - Utah J. P. Mickels - Nebraska
R

R. J. Cepluch F. N. Moschini C. A. Brown - Kentucky S. J. Mierzwa - Michigan


c. C. Neely
A

L. J. Chockie W. E. Brown M Kansas D. M. Milan - Ohlo


J. T. Crosby T. E. Northup R. D. Cather - Alaska W. A- Millerwesl - Prlnce
C

H. F. Dobel W. O. Parker E. 8. Cimino - Colorado Edward Jsland, Canadá


W. Doty R. F. Reedy J. E. Claar - Pennsylvanla J. W. Morvant - Louislana
O

R. M. Gibson W. R. Smlth, Sr. A. J. Cmeyla - Chicago R. O. O'Connor- Connecticut


N

R. C. Griffin W. E. Somers 8. W. Coe - British Columbia, L. A. O'Morrow - Manitoba,


Canadá Canadá
H

R. V. Curry - Saskatchewan, N. C. ?erron - Arizona


EC

Canadá D. Ross - New Brunswick,


COMITI! EXECUTIVO A. W. Diamond - New Found- Canadá
land and Labrador, Canadá R. Sauve - Quebec, Canadá
IM

F. Dolen - New Jersey S. Schugar - Detroit


E. L. Kemmler, Chairman R. C. Griffin V. E. Doss - Virglnia C. A. Sjolund - Los Angeles
EN

W. L. Harding, Vice Chairman S. F. Harrison J. J. Duffy - Wisconsin J. L.. Smith - Alberta, Canadá
G. M~ Eisenberg, Secretary E. J. Hemzy R. Ehlli - North Dakota M. L. Snow M Tennessee
R. J. Cepluch R. F. Reedy H. L. Farwell - Hawaii R. P. Sullivan - Maine
TO

L. J. Chockle W. E. Somers D R. Gallup - lllinois S. B. Voris - Seattle


J. A. Glen - Califórnia c. H. Walters - Oregon
J. T. GraU - Maryland H.J. Wrighl - Ontario, Canadá
J. W. Greenawalt - Oklahoma R. A. Yeo - Nova Scotla,
E. M. Hicks - New York Canadá
MEMBROS HONORÁRIOS R. R. Johnson - Indiana

J. D. Andrew, Jr. J. E. Lattan


P. M. Brister J. L. Menson SUBCOMITI! DE CALDEIRAS (SC I)
H. M. Canavan R. F. Miller
J. S. Clarke C. E. Rawlins W. E. Somers, Chairman
W. E. Cooper O. B. Wesstrom R. Leone
J. R. Mackai, Vice Chairman R. F. Manning
W. B. Hoyt F. S. G. Wllliams M. E. Sheehan, Secretary
J. W. James E. J. Wlseman D. J. McDonald
M. D. Bernstein R. J. Presnak
E. M. Kloeblen L. P. Zick, Jr. R. K. Blosch R. Sanchez P.
J. Bruck R. O. SchueJer, Jr.
D. A. Canonico A. T. Slatt
A. R. Faulkner M. J. Telesmanic
GRUPO DE CONFEMNCIAS DA MARINHA D. N. French R. L. Willlams
O. F. Hedden C. G. Winters
W. T. Higgenbotham L. W. Yoder
J. Tiratto, Chairman J. C. Maxham E. C. Kistner J. Aguilar (Aiternate)
V. W. Bugg E. C. Smith O. E. Lemon

XIX

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-----·---c

Subgrupo sobre Cuidado de Caldeiras (SC I) Subgrupo de Produtos Tubulares de Aço (SC 11)

E. C. Klstner, Chairman D. J. McDonald W. R. Sylvester, Chairman R. P. Stripay


C. Berg J. W. McNees R. P. Melneke R. H. Zong
J. Brock A. Plauchu E. J. Rozic, Jr.
H. F. Dobel G. J. Raftls
C. R. Hoefs R. Sanchez P. Subgrupo de Aços Fundidos, Forjados e
E. A. Holden A. T. Slatt Materiais para aparafusamento (SC 11)
L. J. Kuhlman J. E. Stevens
J. A. Lux E. G. Nisbett, Chalrman A. S. Melilli
W. C. Banks D. R. Moyer
Subgrupo de Tubulações (SC I) · R. F. Cappelini J. S. Orlando
B. M. Oingman C. J. Parmentier
A. f. Slalt, Chairman W. L. Lowry, Jr. A. F. Gross O. A. Patience
C. G. Winters, Secretary T. C. McGough J. A. Kozub H. C. Templeton
M. O. Bernstein W. A. Mol'vle E: I. Landerman E. O. Woolridge
A. J. Breugelma:ns L. J. Sas
C. A. Brown J. A. Werhane Subgrupo de Ligas não Ferrosas (SC li)
A. R. Faulkner R. L. Wllliams
E. C. Kistner L. W. Yoder R. Dirscherl, Chairman G. C. Hsu
J." W. Tackett, Secretary G. Knapp
Subgrupo de Caldeiras Fiamo-Tubulares (SC I) R. A. Clemons R. T. Webster
A. Cohen M. J. Weiss
M. J. Telesmanic, Chairman L. j, Kuhlman
R, K. Blosch R. F. Mannlng
L. Sanchez G. SUBCOMITÊ DE ENERGIA NUCLEAR (SC 111)
G. L Kasparian
N

R. F. Reedy, Chairman J. J. Duffy


Subgrupo de Caldeiras Elétricas (SC I)
O

W.R. Smith, Sr., ViceChairman E. F. Gerwin


J. Millman, Secretary E. J. Hemzy
J: R. F. Mannlng
R

R. Mackay, Chairman J. N. Baysden


T. H. Milton R. E. Jagger
C. A. Brown R. J. Bosnak
M

R. G. Reld W. G. Knecht
M. A. Farrugla E. B. Branch O. F. Landers
R. Leone
A

M. N; Bressler W. N. Mclean
F. W. Catudal F. N.. Moschini
· Subgrupo de Projeto (SC I)
PA

L. J. Chockie T. E. Northup
R. D. Schueller, Jr., Chairman W. R. Hankins R. B. Chrlstofferson c. M. Purdy
R. L. Dick E. C. Rodabaugh
R

c. G. Wlnters, Secretary O. E. Lemon


R. F. Manning P. M. Dimitroff D. W; Sher
R. K. Blosch
A

H. F. Dobel S. W. Tagart, Jr.


W. Doty J. E. Vessely
Subgrupo de Materiais (SC I)
C

F. R. Drahos
O

R. F. Maniling, Chairman A. R. Faulkner


L. W. Yoaer Grupo Especial de Trabalho sobre Sistemas de Contenção
D. A. Canonico
N

para Combustível Nuclear Usado e Embalagens para o


transporte de resíduos de alto nível (SC 111)
H

Subgrupo de Requisitos Gerais (SC I)


c.
EC

K. Goldmann, Chairman E. MacDonald


M. D. Bernstein, Chairman D. J. McDonald
W. H. Brinkman J. J. McLellan
F. R. Gerety T. c. McGough
D. A. Canonlco F. N. Moschini
O. F. Hedden R. Sanchez P.
IM

R. J. Claverie R. E. Nickell
R. Leone R. L. Williams W. H. Roger
L. W. Yoder R. M. Jefferson
W. L. LowrY, Jr. R. Sanacore
C. R. Johnson
EN

R. H. Jones C. J. Temus
Subgrupo de Fabricação e Exames (SC I)
TO

O. F. Hedden, Chairmar. W. T. Higgenbotham Subgrupo de Requisitos Gerais (SC 111 & 3C)
S. G. Bankar R. D. Schueler, Jr.
D. N. French J. A. Werhane F. W. Brady, Co~Chairman W. S. Glbbons, Jr.
H. F. Dobel, Co-Chalrman R. D. Kulchak
SUBCOMIT!l DE ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS (SC 11) J. R. Barbee M. J. Meyer
J. N. Baysden F. N. Moschini
V. W. Butler, Chairman R. A. Moen R. J. Bosnak R. E. Muise
W. C. Banks, Vice Chairman E. G. Nisbett F. W. Catudal W. Schultheis
G. J. Roe J. J. Duffy R. Shanlever
J. Manaskie, Secretary
R. M. Brown R. W. Swavne E. F. Gerwin G. M. Tolson
R. Dirscherl W. R. Sylvester
M. Gold J. W. Tackett Grupo de Trabalho sobre Garantia da Qualidade
G. C. Hsu E. O. Woolridge (SG-GR) (SC 111 & 3C)
E. I. Landerman A. W. Zeuthen
A. S. Melilli W. S. Gibbons, Jr., R. Davls
Co-Chaiman J. O. Le.,ardson
Subgrupo de Chapas de Aço (SC 11) R. D. Kulchak, Co·Chairman H. A. Manning
R. C. Arthurs J. McLaughlln
A. W. Zeuthen, Chairman R. E. Lorentz, Jr. J. N. Babcock, Jr. M. J. Meyer
R. M. Brown J. W. McGrew J. R. Barbee R. E. Muise
O. O. Carpenter A. S. Melilii J. V. Bosco T. G. Scarbrough
W. D. Edsali G. J. Roe A. Breed S. N. Sparacino
H. W. Garvin E. O. Woolridge R. B. Bremmer G. M. Tolson
J. F. Longenecker B. W. Burak R. 8. Yori

XX

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


r------,;
Grupo de Trabalho sobre . Deveres e Responsabilidades Grupo de Trabalho sobre Tubulações (SG·D) (SC 111)
(SG-GR) (SC 111 & 3C)
E. B. 8ranch, Chairman S. E. Moere
W. Schulteis, Co-Chairman W. F. Johnson L E. Alsager E. D. Mysinger
R. Shaniever, Co-Chairman B. C. Larcher K. C. Chang M. H. Pedell
W. L. lowry, Jr., Secretary A. S. laurenson H. W. Dolfi R. F. Petrokas
J. E. Ayotte R. S. Love G. W. Garlland E. C. Rodabaugh
J. N. Baysden J. R. Luke S. Gils E. O. Swain
E. P. Burke B. D. Rall A. B. Glickstein E. A. Wais
J. E. Crowe R. T. Rose R. W. Haupt A. G. Waither
J. J. Duffy D. W. Sher R. S. Hill 111 L. E. Wright
A. C. Eberhardt J. E. Triolo D. F. Landers W. B. Wrlght
T. E. Hansen R. E. Weber M. V. Malkmus M. P. Zyne
P. J. Herbert D. R. Young
Grupo de Trabalho sobre Bombas (SG-D) (SC 111)
Grupo de Trabalho sobre Formulários para
Relatórios de Dados (SG-GR) (SC 111 & 3C) J. H. Wawrzenlak, Chairman D. R. Hyatt
G. G. Anderson A. N. MacCrum
R. E. Muise, Chairman B. W. Burak C. S. Boster J. C. Major
C. W. Allison F. Norman H. L. Brammer J. R. McEwan
R. C. Arthurs R. Siever D. L Cummings J. R. Nagengast
J. N. Babcock, Jr. M. F. Sulllvan R. Dernedde J. J. Ran!t
C. F. Buckley H. R. Graglla W. M. Wepfer
Subgrupo do Materiais (SC 111) Grupo de Trabalho sobre Bombas (SG·D) (SC IIQ
W. G. Knecht, Chairman R. D. McKellar
W. H. Borter W. N. McLean W. N. McLean, Cha!rman i... J. Maiandra
N

M. N. Bressler R. P. Meineke P. H. Awtrey J. J. McGavin


B. G. Carlton R. H. Moeller I. L Bel!z B. J. Milleville
O

F. R. Drahos C. J. Parmentier R. R. Brodin H. R. Sonderegger


J. C. Tsacoyeanes
R

F. P. Fei!erolf L. M. Petrick B. P. Brooks


W. O. Goins W. J. SperRo J. M. Cowiey R. G. Visalli
M

D. R. Haines R. W. Swayne R. J. Kiessel R. T. Wolantejus


W. G. Knecht J. R. Zanorsky
A

J. W. Juppenlatz, Jr. A. Taboada


E. 1. landerman S. E. Tyson R. Koester B. Zannini
B. H. Leonard, Jr. 8. M. Zarolia
PA

W. H. Leach M. Weiss
J. F. Longenecker H. Yoon
D. E. Young Grupo de Trabalho sobre Suportes de Componentes
N. J. Mares (SG-D) (SC 111)
R

Subgrupo de Projeto (SC 111)


A

M. N. Bressler, Chairman E. D. Mysinger


D. F. Landers, Chairman R. W. Mlkltka G. M. Bove H. Noreen, Jr.
C

E. B. Branch C. A. Moere J. T. Boyd R. F. Petrokas


M. N. Bressler C. M. Purdy B. J. Cheek L. J. Pierce
O

W. G. Brussalis E. C. Rodabaugh E W. Corner c. L Ray, Jr.


N. w. Edwards
N

B. L Silverblatt R. J. Doelling E. O.. Swain


W. F. English, Jr. J. D. Stevenson Z. A. Kravets K. R. Wichman
H

F. P. Hill, Jr. J. H. Wawrzeniak R. J. Masterson R. T. Wolantejus


EC

E. M. Livlngston W. M. Wepfer A. E. Mellgi M. P. Zyne


W. N. Mclean K. R. Wichman A J. Moellenbeck
IM

Grupo Especial de Trabalho sobre Análises Dinâmicas Grupo de Trabalho sobre Estruturas de Suporte
(SG-D) (SC 111) interno (SG·D) (SC 111)
EN

R. Wray, Chairman R. P. Kassawara


8. L. Silverblatt, Chairman W. F. English, Jr.
R. D. Blevins L K. Uu
T. Ve!ler, Jr., Secretary F. T. Grubelich
G. F. Bohm A. E. Meligi
R. W. Bonsall J. F. Walker
TO

A. P. Cobb, Jr. T. M. Mulcahy


J. D. Stevenson C. W. Collins
N. A. Goldstein
A. H. Hadjian S. w.
Tagart, Jr. Grupo de Trabalho sobre Tubos de Plástico com
Reforço de Fibras de Vidro (SG·D) (SC 111)
Grupo especial de Trabalho sobre Condições
Imperfeitas (SG·D) (SC 111) L Loziuk, Chairman J. Newman
G. F. Bohm, Chairman M. T. Lau R. J. Bailey L. Porse
P. L Anderson D. P. Munson A. B. Gllckstein R. A. White
C. W. Bruny P. R. Olson M. E. Greenwood
G. Bushell P. P. Raju
Subgrupo de Fabricação e Exames (SC 111)
W. F. English, Jr. H. K. Shaw
J. Ferdous W.A. Von Rieseman F. N. Moschlni, Chairman R. W. Jackson
M. Hartzman H. A. Sepp, Jr., Secretary R. M. Jessee
C. W. Allison W. G. Knecht
Grupo de Trabalho sobre Vasos (SG-D) (SC 111)
D. C. Bertossa J. Lang
c. A. Moere, Chairman R. W. Mlkitka W. H. Borter J. R. McGuffey
R. 8roman P. P. Raju W. M. Byerley W. N. McLean
C. W. Bruny P. N. Randail B. G. Carlton W. A. Molvie
D. R. Denton R. F. Sammataro J. B. Christofferson J. L Perklrrs
N. W. Edwards R. E. Tone F. R. Drahos C. M. Purdy
J. F. Finn, Jr. J. C. Tsai G. 8. Georgiev J. W. Richardson
G. T. Haugland A. Walsenko E. F Gerwin R. E. Schuessler
F. P. Hill, Jr. K. R. Wichman J. E. Harris R. E. Tschirch
A. Merend D. P. Heggim

XXI

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ------·-


Subgrupo sobre Alívio de Pressões (SC 111) Subgrupo sobre Projeto (SC-3C)

F. W. Catudal, Chairman W. D. Greenlaw B. B. Scott, Chairman R. G. Oesterle


R. A. Cedel S. F. Harrison L. I. Cheng F. S. Ople, Jr.
F. C. Cherny D. M. Pattarini J. A. Curtin J. A. Raullnaitis
P. M. Dimltroff K. R. Shaw J. F. Fulton R. E. Shewmaker
M. J. Holley K. O. Stalter
Subgrupo sobre Construções para Temperaturas D. C. Jeng J. D. Stevenson
Elevadas (SC 111) T. E. Johnson A. Waiser
R. E. Koppe R. N. White
A. W. Dalcher, Chairman R. I. Jetter R. A. Mattson
J. L. McLean, Secretary F. B. Litton
J. J. Duffy R. M. Mello
W. D. Goins R. A. Moen Subgrupo sobre Testes e Proteção contra
R. E. Jagger J. M. Tanzosh Sobrepressão (SC-3C)

COMITil CONJUNTO ACI-ASME T. M. Brown, Chairman R. B. Llpinski


SOBRE COMPONENTES DE CONCRETO SUJEITOS S. Guha-Majumdar N. J. Tuholski
À PRESSAO PARA SERVIÇO NUCLEAR (SG-3C} H. T. Hill L. F. Wallace

J. P. Allen, Chairman D. Morano Subgrupo sobre Estruturas de Suporte


T. E. Northup, Vice Chairman M. J. Morrls lntemo (3G-D) (SC-3C)
S. o. Weinman, Secretary R. G. Oesterle
J. F. Artuso F. S. Ople, Jr. A. E. Goldman, Chairman F. V. Fair
M. Bender O. K. Peetz J. W. Borkowski P. A. Stancampiano
R. A. Bradshaw, Jr. R. P. Pizzufi T. P. Chang T. Y. P. Tan
F. W. Brady P. Reinhardt
N

A. A. Cline G. T. Yahr
T. M. Brown F. Rinaldi J. M. Day Z. Zudans
O

B. A.Erler E. R. Rybarskl
G. L. Fisher M. Schupack
R

M. M. Forseth B. B. Scott SUBCOMITÊ DE CALDEIRAS DE AQUECIMENTO


{SC IV)
M

A. E. Goldman R. Shanlever
O. J. Haavik C. 'P. Siess
A

T. E. Johnson J. D. Stevenson S. F. Harrison, Chairman D. R. Gallup


W. F. Johnson B. K. Thornley, Jr. M. J. Telesmanic, Vice G. L. Kasparian
PA

R. D. Kulchak R. N. White Chairman M. Llebllch


D. P. Moere F. P. Barton Z. R. McCain, Jr.
G. F. Carlson T. H. Milton
R

Grupo de Trabalho sobre Qualificação de Inspetores P. G. Daugirda R. 1. Mullican


R. B. Duggan
A

para Concreto (SG-GR) (SC-3C) N. F. Vierson 111


A. N. Duncan R. H. Weigel
C

F. W. Joyce, Chairman W. F. Johnson G. E. Fratcher J. I. Woodworth


J. F. Artuso R. J. Vurpillat
O

H. W. Gilley R. E. Wilson Subgrupo sobre Cuidados e Operação de


N

C. E. Jaycox Caldeiras de Aquecimento (SC IV)


H

Subgrupo sobre Materiais, Construções e Exames Z. R. McCain, Jr., Chairman M. Liebllch


EC

(SC-3C) F. P. Barton T. H. Milton


V. E. Doss R. H. Weigel
R. A. Bradshaw, Jr., J. F. Hildebrand J. Giambrone J. I. Woodworth
IM

Chairman A. W. lsberner
J. P. Allen D. P. Moere
Subgrupo para Aquecedores de Água (SC IV)
EN

G. L. Fisher P. Reinhardt
M. M. Forseth R. A. Rohrbacher
D. J. Haavik G. E. Fratcher, Chairman W. H. Dormer, Jr.
TO

A. N. Duncan, Secretary W. L. Garvin


Grupo de Trabalho sobre Concreto (SG-M, c & E) (SC-3C) F. P. Barton G. R. Lewis
P. G. Daugirda E. Wenczl
O. J. Haavik, Chairman G. R. Murphy
J. P. Allen R. W. Narva Subgrupo para Caldeiras de Ferro Fundido (SC IV)
J. F. Best R. P. Pizzuti
R. A. Bradshaw, Jr. R. A. Rohrbacher D. R. Gallup, Chairrnan R. H. Welgel
J. Gutierrez E. R. Rybarskl W. L. Garvin J. I. Woodworth
A. lsberner
SUBCOMITÊ DE EXAMES NAO DESTRUTIVOS
Grupo de Trabalho sobre Sistema de Reforço (SC V)
e Proteção (SG·M, C & E) (SC-3C)
J. R. Mackay, Chairman P. J. Herbert
o. P. Moore, Chairman D. K. Peetz R. C. Hudson, Vice Chairman E. T. Hughes, Jr.
J. E. Barry P. Reinhardt J. Brzuszkiewicz, Secretary T. F. Luga
J. R. Leclair B. K. Thornley, Jr. S. Markowitz
A. S. Birks
R. B. Lipinskl G. Valentenyl H. C. Bogart W. C. McGaughey
D. S. Mehta J. B. Christofferson ::. D. Potler
B. H. Clark L. Rabago
Grupo de' Trabalho sobre Revestimentos
L. T. Detlor F. J. Sattler
(SG·M, C & E) (SC-3C)
W. H. Dormer, Jr. J. C. Spanner
G. L Fisher, Chairman J. F. Hildebrand F. T. Duba J. Sunukjian
R. M. Altar J. D. Madden H. C. Graber E. J. Wnek
U. I. Gosts G. W. Hembree

XXII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


Subgrupo sobre Requisitos Gerais (SC V) Grupo especial de Trabalho para Vasos sujeitos
a Pressões Elevadas (SC VIII)
G. W. Hembree, Chairman W. H. Dormer, Jr.
H. S. Garcha W. R. Mikesell, Chairman O. P. Kendall
J. O. Brown
J. Sunukjian M. E. Sheehan, Secretary G. Mraz
B. H. Clark
R- J. Claverie D. J. Burns c. c.
Neely
L. R. Douglas E. G. Nisbett
Subgrupo sobre Radiografia (SC V) R. G. Fasiczka H. C. Rauschenplat
R. E. Feigel E. R. Sliwinskl
E. J. Wnek, Chairman B. Kovacs D. M. Fryer O. A. Swlfl
J. J. Callinan, Jr. T. F. Luga R. E. Jagger F. W. Tatar
O. L Crabtree S. Markowltz
L. T. Detlor T. G. McCarty Subgrupo de Requisitos t.erals (SC VIII)
B. E. Foster C. N. Sheriock R. O. Bonner, Chairman C. C. Neely
R. Hardison 8. K. Warren S. E.
Johnson, Secretary A. J. Palmar
A. P.
Ahrendt A. M. Smolen
Subgrupo sobre Ultra-Som (SC V) M. R.
Bauman J. E. Stevens
D. D.Carpenter W. J. Stuber
P. J. Herbert, Chairman R. W. McCiung H. F.
Colter W. E. Vogler
F. C. Berry W. C. McGaughey W. L. Garvin B. L. Whilley
L. J. Chockie E. E. Potter J. C. Maxham
N. O. Cross F. J. Sattler
F. T. Duba J. c. Spanner Subgrupo de Materiais (SC VIII)
V. S. Goei F. R. A. Turner M. H. Jawad, Chairman J. J. Gaughan
D. A. Gomien R. E. Vlncent (Ai· J. Hainswodth
.E. D. Narduzzi, Secretary
E. T. Hughes, Jr. ternate) W. C. Banks H. L. Hime

I V. W. Butler E. G. Nisbett
N

Subgrupo sobre Exames não Destrutivos de D. D. Erickson J. W. Tacketl


Superficies (MT, PT & ET) (SC V)
O

H. W. Garvin
R

) H. G. Bogart, Chairman H. C. Graber


A. S. Birks R. M. Jessee Subgrupo de Projeto (SC VIII)
.{
M

J. B. Christofferson J. B. Morgan J. R. Farr, Chairman G. G. Karcher


J. i. Dantzer R. E. Knoblock, Secretary R. W. Mlkltka
A

R. M. Gibson J. J. Murpl)_y
Grupo especial de Trabalho sobre Emissão N. Gilbert R. F. O'Neili
PA

Acústica (SC V) R. E. Gleason A. Selz


J. A. Hayward O. Staskelunas
O. M. Bertelsman J. F. Mannlngs
R

M. H. Jawad C. M. Vogrin
B. H. Clark E. E. Potter
A

N. O. Cross J. C. Spanner Grupo de Trabalho para Vasos Não Circulares


T. J. Fowier (SG·D} (SC VIII)
C

SUBCOMIT!l DE VASOS DE PRESSÃO (SC VIII) A. Selz, Chairman A. M. Smolen


O

N. Gilbert E. L. Thomas, Jr.


R. J. Cepluch, Chairman M. H. Jawad H. B. Peters J. L. Urner
N

J. LeCoff, Vice Chairman G. G. Karcher


Subgrupo de Fabricação e Inspeção (SC VIII)
H

A. J. Roby, Secretary P. E. Loveday


B. W. Bace J. c. Maxham J. J. Szigety, Chalrman J. P. Houstrup
EC

R. D. Bonner W. R. Mlkesell R. F. O'Neill, Secretary J. Lang


V. W. Butler C. C. Neely_ W. B. Soyer F. O. Parnkopi
P. Y. Chow R. F. O'NeiiJ J. O. 8rown R. E. Schuessler
IM

J. R. Farr F. O. Parnkopf S. C. Cyr R. J. Sinisi


H. B. Franca R. J. Sinisi H. 8. Franca R. F. Wagner
EN

G. E. Fratcher J. J. Szlge_!y M. J. Houle


W. L. Garvln c. M. Vogrin
H. M. Gibson B. L. Whitley Grupo de Trabalho sobre Vasos de Paredes
TO

R. C. Griffin Múltiplas (SGFI) (SC VIII)


F. O. Parnkopf, Chairman R. M. Gibson
Grupo especial de Trabalho para Equipamentos A. M. Smoeln, Secretary N. Gilbert
de Transferência de Calor (SC VIII) E. A. Becker J. L. Jacobowitz
G. G. Karcher, Chairman A. W. Lohmeler S. M. Caldwell R. E. Pechacek
J. H. Kissel, Vice Chairman U. R. Mlller L. R. Douglas H. C. Rauschenplat
H. A. Schmidt, Jr., Secretary H. C. Rauschenplat G. E. Fratcher B. L. Whltley
D. E. Boi! A. P. Rochlno SUBCOMITi! DE SOLDAGEM (SC IX)
G. Borushko J. E. Soehrens
A. I. Soler R. C. Griffin, Chairman G. W. Oyler
B. J. Field
W. A. Trefi 8. D. Hackney, Vice Chairman D. K. Peetz
T. K. Haldas
A. M. Jmpagliazzo S. Yokell J. 8rzuszkiewicz, Secretary K. J. Pon
B. L. Alia S. D. Reynolds
Grupo especial de Trabalho sobre Vasos de Pressão L. J. Christensen R. K. Sager, Jr.
compostos de Concreto e Aço para Pressões H. R. Cobb H. S. Sayre
Elevadas (SC VIII) H. R. Conaway W. K. Scattergood
W. Doty N. G. Schreiner
P. Y. Chow, Chairman D. J. Naus R. L. Harris J. L. Smlth
R. E. Bachman F. S. Ople, Jr. H. L. Helmbrecht G. K. Sosnin
R. D. Clatto G. R. Sepelek H. L. Hime W. J. Sperko
T. J. Fowler A. M. Smolen M. J. Houle G. W. Spohn 111
R. c. Griffin J. Stringer R. A. LaPointe K. C. Taber
G. G. Karcher S. Thoman R. E. Lorentz, Jr. R. R. Young
E. F. Linck D. L. Wu A. H. Miller D. Stull (Aitenate)

XXIII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ·--~- ··-~~~-~~ -~--


Subgrupo de Materiais· (SC IX) · Subgrupo de Requisitos Gerais (SC XI)
R. E. Lprentz, Jr., Chairman R. K. Sager, Jr. L B. GrosS, Chairman J. M. Madara ·
M. L. Carpenter W. J. Sperko R. J. Claverie, Secretary C. V. Moore
H. R. Ccmaway J. W. Tackell C. W. Allison ' M. J. Partddge
R. M. Jessee R. R. Young W. E. Cawley S. M. Sulllvan
A. S. Melllli H. E. Zielke G. Gotch J. H. Uhl
A. H. Miller F. A. Hawksley F. A. Warner
Subgrupo. para Requisitos Gerais (SC IX) J. R. Knoke

D. K. Peetz, Chaírman H. S. Sayre Grupo de Trabalho sobre Guias Reguladores


R. L. Harris N. G. Schreiner (SC XI)
M. J. Houle W. J. Sperko .
R. M. Jessee G. W. Spohn 111 , J. R. Knoke, Chairman E. J. Parent
G. w,.
Oyier K. C. Taber L. 8. Gross
Subgrupo para .Qualificação de Procedimentos (SC. IX)
Grupo de Trabalho sobre Deveres da Inspeção
M. J. Houle, Chairman H. L. Helmbrecht e Aplicação do Código (SG-GR) (SC XI)
B. L. Alia s. D. Reynolds ·
L. J. Christensen W. J. Sperko ·· J. H. Uhl, Chairman S. M. Sulllvan
H. R. Cobb E.- G. Thompson R. J. Claverie, Secretary c. H. Walters
L. Frank F. A. Warner
Subgrupo paia Qualificação de Desempenho (SC 'IX) ,. G' Gotch W. P. Worden
M. J. Houle, Chi;iirman w. K. Scattergood
B. D•. Hackney · · H. A. Sosnin · Grupo de Trabalho sobre Inspeção de Sistemas
N

R. A. LaPointe D. L. Tevis dá Classe 2 (SG·GR) (SC XI)


O

J. J. Meyer E. G. Thompson
P. P. Norris M. J .. Partridge, Chairman L. Sage
R

C. Brader · R. E. Scott
Subgrupo de Brasagem (SC IX)
M

E. J. Brown W. A. Sims
A. H. Miller A. R. Carpenter F. Tehranchi
B. D. Hackney, Chairman
A

K. J. Pon M. T. Cross J. H. Uhl


M. L. Carpenter
D. A. J. Stegner F. Famularl R. c. VanLear
R. A. LaPointe
PA

J. B. Martin
SUBCOMIT!l DE VASOS DE PRESSÃO DE
PLASTICO REFORÇADO (SC X) Subgrupo para Sistemas Resfriados a Agua (SC XI) ·
R
A

J. Brzuszkiewicz, Secretary R. F. Foral A. J. Birkle; Chairman S. Lefkowltz


E. E. Bates S. F. Harrison R. L Beverly, Secretary R. E. Legate
C

D. M. Bertelsman J. Hassert . A. E. Curtis J. B. Martln


W. L. Bllley W. D. Humphrey · D. D. Davis E. J. Parent
O

j_ ·w. Carter A. B. lsham F. J. Dodd R. L. Powers


N

J. J. Dufly E. E. Morgériegg · W. S. Hazelton F. Tehranchi


L. R. Katz G. Wasllenko
H

SUBCOMITt DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS


. NUCLEARES EM SERVIÇO (SC XI)
EC

Grupo de Trabalho sobre Exames Não Destrutivos


L. J. Chockie, Chairman W. C. Ham (SG-WCS) (SC XI)
w. o. Parker, Vice Chairman P. J. Herbert
IM

K. I. Baron, Secretary J. P. Houstrup E. DeBarba, Chairman M G. Hacker


C. W. Alllson L. R. Katz J. L. Wood, Sécretary P. J. Herbert
EN

W. F. Anderson J. R. Knoke. D. C. Adamonis V. H. Hight


A. J. Birkie J. J. Lance P. S. Barry M. R. Hum
R. E. Buliock R. R. Maccary F. L. Becker E. J. Parent
TO

S. H. Bush M. S. Markowicz W. T. Clayton B. R. Rajala


D. D. Davls G. J. Pitz J. F. Cook F. J. Sattler
F. T. Duba P; C. Riccardella., C. D. Cowfer A. E. Smlth
H.. L. GotschaU· M. E. Schuster, Jr. F. J. Dodd R. M. Stone
F. E. Gregor c. H. Walters F. T. Duba
L. B. Gross F. A.: Wamer.
G. J. Haliinan · W. P. Worden
Grupo de Trabalho sobre Inspeção de Geradores
Grupo de Trabalho · sobi'e Componentes de · de Vapor (SG-WCS) (SC XI)
Concreto sujeitos à Pressão {SC XI)
A. J. Birkle, Chairman L. B. Gross
H. T. Hill, Chairman 1. F. Fulton C. J. Denton E. J. Parent
H. Ashar · · H. L. Gotschall P. P. DeRosa A. J. Spencer
R. E. Bullock S. Guha-Majumda L. Frank
C. A Byrd A. M. Salley
F. T. Duba G. Valentenyi GrUpo de TrabalhO sobre Suportes de Componentes
Grupo especial de Trabalho sobre Publicações (SG·WCS) (SC XI)
e Revisões (SC XI)
D. D~ Davis, .Chairman c. N. Krlshnaswaniy
R. L. Beverly, Chairman M. J. Partridge J. T. Boyd H. K. Shaw
R. J. Claverle R. F. Sammataro R. F. Brandi K. A. Stanley
L. B. Gross R. W. Swayne E. D. Delp R. J. Tamminga_
V. H. Hight F. A. Warner F. T. Duba M. P. Zyne
R. R. Maccary J. M. Kovacs

XXIV,

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


Subgrupo sobre Reparos e Substituições (SC XI) SUBCOMIT!l SOBRE PROPRIEDADES DOS METAIS
(SC-P)
W C. Ham, Chainnan J. B. Henderson
F. T. Duba, Secretary T. J. Mawson D. A. Canonico, Chairman W. H. Leach
D. C. Bertossa L. M. McBrlde J. Manaskie, Secretary R. H. Moeller
J. Derrico M. E. Schuster, Jr A. P. Ahrendt R. A. Moen
J. F. Enrietto J. c. Tobln C. C. Clark E. O. Narduzzi
W. L. Garvln R. H. Waskey, Jr. J. F. Copeland W. J. O'Donnell
W. D. Goins H. T. Corten A. J. Palmer
W. Doty B. W. Roberts
Grupo de Trabalho sobre Soldagem para A. R. Faulkner D I. Roberts
Reparos (SG·RR) (SC XI) R. F. Gill G. V. Smith
R. J. Glodowskl J. W. Tackett
w. D. Golns, Chalrman H. J. Kaplan M. Gold
B. G. Carlton, secretary R. D. Kerr
o. C. Bertossa R. A. LaPointe Subgrupo de Resistência, Ligas Ferrosas (SC-P)
B. R. Crowley W. E. Mayott
S. R. Eley J. T. Reilly M. Gold, Chairman W. H. Leach
M. J. Houle E. H. Wiillàins A. P. Ahrendt R. A. Moen
V. W. Butler E. D. Narduzzl
Grupo de Trabalho sobre Substituições D. A. Canonlco B. W. R.oberts
(SG-RR) (SC XI) (SC-P) J. F. Copeland J. E. Rogozenskl
D. P. Edmonds G. V. Smith
T. J. Mawson, Chairman R. E. Legate R. F. Glll C. E. Spaeder
L. M. McBride, secretary G. J. Pitzl R. J. Glodowski J. Stratton
M. J. Crisler M. E. Sohuster, Jr. W. c. Hagel P. F. Wieser
S. R. Eley R. E. Tschirch S. O. Hilton
N

J. B. Henderson
O

Subgrupo de Resistência, Ligas Não Ferrosas (SC-P)


Subgrupo de Sistemas Resfriados a Gás (SC XI)
R

J. W. Tackett, Chalrman E. E. Mild


M

F. A. Wamer, Chairman F. E. Lesko R. Dirscherl R. H. Moeller


L. M. McBrlde, Secretary F. B. Lilton D. G. Harman E. Shaplro
A

H. L. Gotschall R. W. Peters T. G. McCarty R. T. Webster


PA

Subgrupo sobre Sistemas Resfriados por Subgrupo de Resistência de Peças Soldadas


Liquido-Metal (SC XI) (SC-P) (SC XI) (Subgrupo de juntas)
R

M. S. Markowicz, Chalrman J. Malte 111 W. Doty, Chairinan W. H. Leach ·


A

H. C. Jung, Secretary L. J. Nemeth H. R. Cobb B. W. Roberts


R. A. Baker G. Seed D. P. Edmonds D. J. Roberts
C

W. L. Chase R. W. Spear G. H. Harth R. K. Sager, Jr.


J. Coonan J. C. Tobln
O

R. F. Greeen T. J. Walker Subgrupo de Resistência à Fadiga (SC-P)


N

G. J. Hallinan
W. J. O'Donnell, Chairman M. Katcher
H

Grupo de Trabalho sobre Tampas do Reator C. R. Brinkman C. W. Lawton


EC

Liquido-Metal (SGLMCS) (SC XI) J. A. Hayward M. J. Manjoine


L. A. James G. c. Millman
W. L Chase, Chair~an G. Seed C. E. Jaske R. R. Seely
IM

J. Malte 111 G. J. Snyder D. P. Jones G. H. Weldenhamer


L. J. Nemeth
EN

Subgrupo Sobre Tenacidade (Resistência


Subgrupo para Vasos de Contenção (SC XI) ao Impacto) (SC-P) ·
TO

F. E. Gregor, Chairman B. M. Hinton H. T. Corten, Chairman R. K. Nanstad


R. F. Sammataro, Secretary O. R. Pitcairn D. J. Ayres E. G. Nisbelt
W. J. Briggs M. Revelt R. M. Brown A. Selz
R. E. Bullock J. E. Staffiéra R. F. Cappelini A. K. Shoemaker
K. S. Herring J. F. Strunk R. J. Glodowskl R. O. Stout
H. A. Grubb M. F. Wheatcroft
Subgrupo. sobre Padrões de Avaliação (SC XI} W. S. Hazelton D. E. Young
E. I. Landerman S. Yukawa
S. H. Sush, Chairman J. P. Houstrup F. J. Loss R. .Zawierucha
P. C. Riccardella, Secretary R. R. Maccary
W. H. Bamford T. U. Marston Grupo de Trabalho sobre Aplicações Não Nucleares
C. E. Buchalet S. Ranganath (SG-D) (SC-P)
C. Y. Cheng W. A. Vandersluys
E. DeBarba S. Yukawa R. M. Brown R. D. Stout
R. J. Glodowski M. F. Wheatcroft
Grupo de Trabalho sobre Avaliação de Falhas E. G. Nisbelt R. Zawierucha
(SG-ES) (SC XI)
Grupo de Trabalho sobre Aplicações Nucleares
W. H. Bamford, Chairman J. P. Houstrup (SG-T) (SC·P)
R. c. Clpolla, Secretary M. Kuplnskl
J. M. Bicorn T. U. Marston E. 1. Landerman, Chairman F. J. Lose
C. E. Buchalet J. G. Merkle R. F. Cappelini A. Selz
C. Y. Cheng S. Ranganath H. A. Grubb D. E. Young
T. J. Griesbach S. Yukawa W. S. Hazelton

XXV

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


········---------

Grupo de Trabalho sobre Critérios de Tenacidade Subgrupo sobre ProJetos para Temperaturas
(SG·T) (SC·P) Elevadas (SC·D)

H. T. ·corten, Chairman A. K Shoemaker R. I. Jetter, Chairman C. F. Nash


O. J. Ayres · S. Yukawa A .. W. Oalcher, Secretary W. J. O'Donnell
R. K. Nanstad R. O. Campbell D. I. Roberts
J. 8. Conway F. A. Sebring
SUBCOMITI! SOBRE REQUISITOS DE. VÁLVULAS J. M. Corum L. K. Severud
DE SEGURANÇA (SC·SV) J. M. Duke A. L. Snow
E. P. Esztergar J. M. Tanzosh
S. F. Harrison, Chairman J. T. GraU M. T. Jakub 8. C. Wei
W. L. Garvln, VIce C~airman W. o. Greenlaw C. W. Lawton
J. Brzuszklewlcz, Secretary H. I. Gregg
G. C. 8atz F. J. Howes Grupo de Trabalho sobre Fadiga por
M. O. 8ernesteln E. C. Klstner Fluência (SG·ETD) (SC-D)
G. F. Carlson o. E. Lemon
R. A. Çedel Z. R. McCain, Jr. R. O. Campbell, Chairman P. J. Langford
o. J. cox, Jr. A. J. Schmldt C. R. Brinkman, Secretary C. W. Lawton
E. c. Cullie S. M. Sulllvan J. 8. Conway R. K. Maltu
R. J. Ooelllng J. M. Duke J. E. McConnelee
S. Guha-Majumdar C. C. Schullz, Jr.
SUBCOMITI! SOBRE PROJETO (SC·D) G. R. Halford L. K. Severud
C. E. Jaske W. Veljovich
W. R. Mlkesell, Chairman R. J. Glodowski
S.W. Tagart Jr., Vice Chairman R. I. Jetter Grupo de Trabalho sobre Análise
C. E. Nielsen,- Secretary O. F. Landers de Fluência (SG·ETD) (SC-D)
N

o. 8. Abhat H. W. Marsh
L. Conway R. O. Schueler, Jr. W. J. O'Donnell, Chairman L. C. S. Nieh
O

J. R. Farr M. P. Schwartz J M. Corum, Secretary P. K. Palel


R

R. S. Barsoum J. R. Ray
A. W. Dalcher C. C. Schultz, Jr.
M

Subgrupo sobre Aberturas (SC·D)


J. M. Duke F. A. Sebrlng.
L. K. Severud
A

M. P~ Schwartz, Chairman R. W. Mlkllka D. S. Grlffln


H. H. Schnelder, Secretary P. P. Raju R. I. Jetler R. A. Valentln
PA

F. c. Adamek E. C. Rodabaugh
M. N. Bressler - R. W. Schnelder Grupo de Trabalho sobre Comportamento
J. R. Farr H. K. Shaw de Materiais (SG·ETD) (SC·D)
R

R. E. Cleason O. L. Shlra
D. I.. Roberts, Chainnan R. 1. Jetter
A

S. c. Lou E. O. Ssinegurskl
G. E. Korth, Secretary R. A. Moen
C. R. 8rlnkman G. V. Smith
C

Subgrupo sobre Pressão Externa (SC·D)


J. 8. Cor.way J. M. Tanzosh
O

H. W. Marsh, Chairman W. J. Koves


SUBCOMITI! DE CERTIFICAÇAO DE CALDEIRAS
N

O. 8. Abhat E. M. Livingston
E VASOS DE PRESSAO (SC·BPVA)
L. Conway C. O. Miller
H

C. J: Kelly · E. E. Morgenegg Alternates


E. L. Kemmler, Chairman
EC

S. F. Harrison, Vice Chairman S. C. Cyr


Subgrupo sobre Anilise de Projetos (SC·D) C. J. Gomez, Secretary O. M. Fischer
IM

D. W. Anacki C. E. Ford
·S. W. Tagart, Jr., Chalrman A. w. Lohmeler E. A. 8ecker D. E. Lemon
E. M. Lawrence, Secretary S. Palusamy R. A. Clemons D. J. McDonald
EN

R. S. Barsoum E. R. Sliwlnski D. R. Gallup R. I. Mulllcan


H. M. Fishman R. J. Thomas J. C. Maxham R. J. Slnlsl
N. Gilbert Z. Zudans A. T. Slatl S. M. Sullivan
TO

J. A. Werhane W. E. Vogler
Grupo de Trabalho sobre Vasos (SG·DA) (SC-D) J. M. Whelan B. L. Whltley

H. M. Flshman, Chairman R. W. Loomls SU8COMITI! DE CERTIFICAÇAO NUCLEAR (SC·NA)


R.- S. -Barsoum R. Raghavan
C. Chen R. J. Thomas E. J.
Hemzy, Chairman Alternates
A. Kalnins M. N.
Bressler, Vice Chalrman C. W. Alllson
C. J.
Gomez, Secrelary R. B. Bremmer
Grupo de Trabalho sobre Comportamento D. J.
Carreira F. R. Orahos
tnelãsllco (SG·DA) (SC·D) H. F.
Dobel R. E. Feigel
J. J. Dufty J. Lang
S. Palusamy, Chalrm.an H.-T. Huang w.. S. Gibbons, Jr. F. L. Moreadith
A. G. Eggers T. V. Narayanan S. F. Harrison U. Potapovs
W. G. Knecht R. J. Tamminga
Grupo de Trabalho sobre Tópicos Especiais J. D. Lenardson G. M. Tolson
(SG·DA) (SC·D) H. A. Manning A. M. Weiss
G. F. McDonald 8. L. Whllley
E. R. Sliwinski, Chairman -E. M. Lawrence F. N. Moschini
N Gilbert A. W. Lohmeler G. W. Reinmuth
G. O. Gupta D. R. Young

XXVI

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


~-~---- ----- ~---

1.

\ I

INTRODUCÃO I

ESCOPO

\I
N

\ U-1 ESCOPO (Nota 1) (c) Dentro do escopo desta Divisão não estão
O

incluídas e/ ou consideradas as seguintes classes


R

( (a) Dentro do escopo desta Divisão, vasos de de vasos:


M

pressão são recipientes para a contenção de pres-


são, tanto interna como externa. Essa pressão (1) os que estão incluídos no escopo de outras
A

pode ser obtida de uma fonte externa, ou pela Seções do Código;


PA

aplicação de calor fornecido por uma fonte direta (2) aquecedores tubulares sujeitos à chama;
ou indireta, ou por qualquer combinação entre
essas fontes. (3) recipientes pressurizados que constituam
R

partes integrais ou componentes de dispositivos


A

(b) Essa Divisão é subdividida em três Subse- mecânicos rotativos ou alternativos, tais como
ções, Apêndices Obrigatórios e Apêndices Não bombas, compressores, turbinas, geradores, mo-
C

Obrigatórios. A Subseção A consiste na Parte UG, tores, e cilindros hidráulicos ou pneumáticos,


O

abrangendo os requisitos gerais aplicáveis a to- para os quais as considerações do projeto básico
N

dos os vasos de pressão. A Subseção B abrange e! ou de tensões são derivadas dos requisitos fun-
os requisitos específicos que são aplicáveis aos
H

cionais dos próprios dispositivos.


vários métodos utilizados na fabricação de vasos
EC

de pressão; ela é constituída das Partes UW, UF (4) exceto conforme abrangidos em U-1 (f), os
e UB, que compreendem, respectivamente: méto- componentes e/ ou equipamentos, éuja função
IM

dos de soldagem, de forjamento e de brasagem. principal consiste no transporte de fluídos de um


A Subseção C abrange os requisitos aplicáveis local para outro, e que constituam parte integran-
EN

às várias classes de materiais utilizados na fabri- te de uma instalação ou de uma unidade de pro-
cação de vasos de pressão. A Subseção C é cons- cesso, como por exemplo, um sistema de tubu-
lações;
TO

tituída das Partes UCS, UNF, UHA, UCI, UCL, UCD,


UHT, ULW e ULT, que brangem, respectivamente: (5) componentes de tubulações, tais como tu-
aços-carbono e aços de baixa liga, metais não bos de condução, flanges, materiais para apara-
ferrosos, aços de alta liga, ferro fundido, mate- fusamento, gaxetas, válvulas, juntas de expansão,
riais cladeados e revestidos, ferro fundido dúctil, conexões, e partes sujeitas à pressão pertencen-
aços ferríticos com propriedades melhoradas por tes a outros componentes, tais como filtros e dis-
tratamento térmico, fabricação com paredes múl- positivos apropriados para várias finalidades,
tiplas, e materiais para baixas temperaturas. A como as de mistura, separação, retenção, distri-
Subseção C também contém Tabelas dos valores buição, e medição ou controle de vazão, contanto
de tensão admissível para essas classes de ma- que essas partes sujeitas à pressão sejam reco-
teriais. nhecidas como componentes ou acessórios de
Os Apêndices Obrigatórios são destinados aos tubulaçõe;
itens especificamente não abrangidos em nenhu- (6) vasos com capacidade nominal igual ou in-
ma Parte desta Divisão; os seus requisitos, entre- ferior a 450 L de água (Nota 2) sob pressão, in-
tanto, são obrigatórios quando esses itens forem cluindo os vasos para ar, cuja compressão é des-
incluídos em fabricações efetuadas de acordo com tinada somente para a finalidade de amorteci-
esta Divisão. Os Apêndices Não Obrigatórios for- mento;
necem informações e sugerem boas práticas ge- (7) tanques de armazenamento para o forneci-
rais. mento de água quente, cujo aquecimento seja

XXVII

- - - - - - (-)-Confidencial
-- (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
----------

U-1

produzido por vapor ou por qualquer outro meio (f) O escopo desta Divisão inclui as prescri-
de aquecimento indireto, desde que não seja ul- ções para os dispositivos de alívio de pressão,
trapassada nenhuma das seguintes limitações: necessários para atender aos requisitos dos pará-
grafos UG-125 a UG-136 e do Apêndice 11.
(a) calor fornecido: 58 kW;
(g) As caldeiras não sujeitas à chama, con-
(b) temperatura da água: 100°C; forme definidas na Seção I do Código devem ser
(c) capacidade nominal: 450 L de água. fabricadas de acordo com as regras e requisitos
da Seção I ou desta Divisão [ver UG-125(b) e UW-2
(8) vasos sem limitação dimensional [ver UG-28 (c)].
(e)], cujas pressões de operação, internas ou ex- Devem ser fabricados de acordo com as regras
ternas [ver 3-1(f)] não excedam 103 kPa (15 psi); desta Divisão os seguintes vasos de pressão, nos
(9) vasos com diâmetro interno, largura, altura, quais ocorra a geração de vapor:
ou diagonal da seção transversal não superior a
(1) vasos conhecidos como evaporadores ou
150 mm, sem limitação de comprimento do vaso
trocadores de calor;
ou de pressão.
(d) As regras desta Divisão foram formuladas (2) vasos nos quais o vapor é gerado pela uti-
com base nos critérios de projeto e nas práticas lização do calor resultante de operações de um
de fabricação aplicáveis aos vasos projetados sistema de processo que contenha uma certa
N

para pressões não superiores a 20 MPa. Para quantidade de vasos de pressão, tal como os que
O

pressões acima de 20 MPa, são normalmente ne- são empregados na fabricação de produtos quí-
micos e/ ou de petróleo.
R

cessários desvios ou adições a essas regra, a fim


M

de serem atendidos os requisitos dos critérios de (h) Os vasos de pressão ou partes sujeitas à
projeto e das práticas de fabricação para essas
A

chama direta, proveniente da queima de combus-


pressões mais elevadas.
tível (sólido, líquido ou gasoso), que não estejam
PA

Se após a aplicação desses critérios de projeto dentro do escopo das Seções I, 111 ou IV do Có-
e práticas de fabricação adicionais, os vasos ain- digo, podem ser construídos de acordo com as
R

da atenderem a todos os requisitos desta Divisão, regras desta Divisão [ver UW-2(d)].
A

eles poderão ser estampados com o símbolo apli-


cável do Código. (i) Os refervedores de vapor encamisados su-
C

jeitos à chama proveniente da queima de gás,


(e) Com referência à geometria das partes su- com a camisa submetida a pressões de opera-
O

jeitas à pressão, o escopo desta Divisão deve in- ções não superiores a 345 kPa, podem ser fabri-
N

cluir o seguinte: cados de acordo com as regras desta Divisão


H

(ver 14-30).
EC

1) onde a tubulação externa deva ser conecta-


(j) Qualquer vaso de pressão que ater>..ger a
da ao vaso:
todos os requisitos desta Divisão, incluindo os
IM

(a) a extremidade da conexão para a primeira requisitos concernentes à Inspeção, podem ser
junta circunferencial, para as conexões soldadas estampados com o símbolo "U" do Código, mes-
EN

[ver UW-13(g)]; mo que estejam isentos desta estampagem.


(b) a primeira junta roscada, para as conexões (k) Os vasos de pressão, exclusiva os abrangi-
TO

rosqueadas; dos em (c), (g), (h) e (i), para os quais as regras


(c) a face do primeiro flange, para as conexões desta Divisão não exigem radiografia total, que
flangeadas aparafusadas; não estejam equipados com fechos de ação rá-
pida (ver UG-35), e que não excedam os seguin-
(d) a primeira superfície de vedação para as tes limites de volume e de pressão, podem ser
ligações ou conexões padronizadas por terceiros; isentos de inspeção pelos Inspetores, conforme
prescrições de UG-91, contanto que eles atendam
(2) onde a partes não pressurizadas devam ser
a todos os demais requisitos desta Divisão:
soldadas diretamente ao vaso de pressão, seja
na superfície interna ou na superfície externa, (1) volume de 0,14 m3 e pressão de projeto de
com a solda ligando as partes ao vaso (ver UG-54, 1 720 kPa, ou
UG-55, e Apêndices D e G);
(2) volume de 0,04 m3 e pressão de projeto de
(3) as tampas sujeitas à pressão, para as aber-
4140 kPa.
turas dos vasos, tais como as tampas para as
bocas de visita e tampas de inspeção; Em uma bateria de vasos, as limitações prescri-
(4) a primeira superfície de vedação para as tas em (1) ·e (2) são aplicáveis a cada vaso e não
ligações de itens como instrumentos, manômetros à bateria de vasos, considerada como um todo.
e outros, padronizados por terceiros, cujos requi- Os vasos fabricados de acordo com estas regras
sitos não estejam prescritos nesta Divisão. devem ser marcados com o sfmbolo "UM" [ver

XXVIII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


--·- --~-----~~~~~-

U-1 - U-2

Fig. UG-116, croqui (b)], e com os dados reque- (b) Responsabilidades


ridos em UG-116. Os Certificados de Conformi-
dade devem satisfazer aos requisitos do parágra- (1) O fabricante de qualquer vaso ou compo-
fo UG-120(a). nente, a ser marcado com o sfmbolo do Código,
é o responsável pelo atendimento a todos os re-
(I) Os vasos de pressão desitnados à ocupação
quisitos aplicáveis desta Divisão e, mediante uma
humana (câmaras submersiveis, por exemplo) de-
certificação apropriada, deve assegurar que to-
vem, em adição ao atendimento aos requisitos dos os trabalhos efetuados por terceiros também
das regras listadas acima, satisfazer aos requisi- atendam a esses requisitos. O fabricante do vaso
tos adicionais do Apêndice 15. ou componente deve manter, disponfveis para
NOTA 1 - Para as aplicações em regiões onde vigoram exame por parte do inspetor, os cálculos de pro-
leis ou regulamentos editados por autoridades municipais, jeto aplicáveis. Ver UG-90(b).
estaduais, provinciais ou federais, esses regulamentos ou
leis devem ser examinados para que sejam estabelecidas as (2) Alguns tipos de trabalho, como conforma-
limitações dimensionais ou de serviço, as quais podem ser ção de peças, exames não destrutivos e tratamen-
diferentes ou mais restritas do que as especificadas neste tos térmicos, podem ser efetuados por terceiros
parágrafo.
(para soldagem, ver UW-26 e UW-31 ). O fabrican-
!NOTA 2 - A água pode conter aditivos, desde que o te do vaso ou componente é o responsável quan-
ponto de fulgor da solução aquosa seja igual ou superior to à garantia de que todos os trabalhos, assim
a 85°C, à pressão atmosférica .. O ponto de fulgor deve ser executados, atendam a todos os requisitos aplicá-
N

determinado pelos métodos especificados no padrão ASTM


veis desta Divisão. Após ter sido assegurada a
O

093, quando a viscosidade à temperatura de 38°C, for maior


do que 5;8 mm2/s à temperatura de 37,8°C, ou 9,5 mm2/s sua conformidade com o Código e ter sido aceito
R

à temperatura de 25°C. A especificação ASTM 056 deve ser pelo inspetor, o vaso ou componente pode ser
M

usada qua·ndo a viscosidade for igual ou menor do que marcado com o estampo aplicável do Código.
5,5 mm2/s à temperatura de 40°C.
A

(c) Um vaso pode ser projetado e fabricado


PA

GENERALIDADES utilizando-se qualquer combinação de métodos de


fabricação e classes de materiais abraf!.gidos por
esta Divisão, contanto que sejam atendidos os
R

U-2 GENERALIDADES
requisitos e regras aplicáveis a cada método e a
A

(a) O Usuário ou seu agente credenciado (Nota cada material empregados, e que o vaso seja mar-
C

3) deve estabelecer os requisitos de projeto para cado de acordo com as exigências de UG-116.
O

os vasos de pressão, tomando em consideração (d) Nos casos em que a resistência de qual-
os fatores associados com a operação normal, e
N

quer um dos componentes não possa ser calcu-


outras condições tais como as partidas e paradas lada com uma satisfatória garantia de segurança,
H

operacionais. as regras desta Divisão fornecem os procedimen-


EC

Essas considerações devem incluir as seguin- tos para a determinação da pressão máxima de
tes, sem estarem a elas limitadas: trabalho admissivel (PMTA).
IM

(1) a necessidade de margens para corrosão, (e) É dever do inspetor realizar todas as inspe-
ções especificadas pelas regras desta Divisão, e
EN

além das especificadas pelas regras desta Divi-


são (ver UG-25); de monitorar o Controle de Qualidade e os exa-
mes e testes efetuados pelo fabricante. O inspe-
TO

(2) a definição de serviços letais. Para exem- tor deve efetuar outras inspeções e verificações
plo, ver UW-2(a); que, de acordo com o seu próprio julgamento,
(3) a necessidade de tratamentos térmicos pos- sejam necessárias para que se certifique de que
teriores à soldagem, além dos requisitos desta o vaso foi realmente projetado e fabricado de
Divisão, e dependentes das condições de ser- acordo com todos os requisitos aplicáveis. O ins-
viço; peotr tem o dever de verificar que os cálculos
(4) para os vasos de pressão geradores de va- aplicáveis foram corretamente efetuados, e que
por ou aquecedores de água ver U-1 (g) e (h), a as memórias desses cálculos estão devidamente
necessidade de os instrumentos, tubulações, vál- arquivadas nas instalações do fabricante, à época
vulas e conexões resempenharem as funções pres- da assinatura e emissão do Relatório de Dados.
critas nos parágrafos PG-59 e PG-61, da Seção I Quaisquer questões argüidas pelo inspetor, con-
do Código. cernentes aos cálculos efetuados, devem ser ime-
diatamente solucionadas. Ver UG-90(c) (1).
NOTA 3 - Para os propósitos desta Divisão, o agente
designado pelo usuãrio pode ser uma empresa de projetos (f) Pretende-se que as regras fundamentais para
especificamente contratada pelo usuãrio, ou o fabricante projeto e os testes e exames prescritos nesta Di-
de um sistema apropriado para um serviço especifico e que visão, sirvam como bases suficientes para que o
inclui o vaso adquirido pelo usuãrio como uma parte desse
sistema, ou uma organização que oferece vasos de pressão
inspetor, durante a fabricação, possa julgar sobre
para serviços específicos, tanto para venda como para ar- a segurança do vaso, justificando a aplicação do
rendamento. símbolo do Código.

XXIX

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-~~~~~~~~--~~-------------
~~~----~---- -~---~
--~------~~-~

U-2

(g) Esta Divisão da Seção VIII não contém re- autorizados, conforme definidos em UC-91. Um
gras que abranjam todos os detalhes referentes contrato ou acordo válido é um documento escri-
ao projeto e à fabricação. Nos casos em que não to e aceito mutuamente pelo fabricante e pela
sejam fornecidos detalhes completos, prevê-se agência de inspeção, no qual os termos e con-
que o fabricante, sujeito à aprovação do inspetor, dições de fornecimento de serviços estão devi-
deve providenciar os detalhes de projeto e de damente especificados, e no qual também estão
fabricação suplementares, que devem ser tão cor- estipuladas as responsabilidades mútuas do fabri-
retos e seguros como os que são fornecidos pe- cante e do inspetor autorizado.
las regras desta Divisão. Para as áreas ou regiões onde não haja juris-
(h) Qualquer fabricante possuidor ou que pre- dição instalada, ou onde a jurisdição não vistoria
tenda possuir qualquer estampo oficial e o Certi- as instalações do fabricante, esta função deve
ficado de Autorização, ambos da ASME, deve de- ser efetuada pela própria ASME, através de um
monstrar a existência de um Sistema de Controle vistoriador por ela indicado. Nos casos em que a
da Qualidade implantado na sua organização, jurisdição é a própria agência de inspeção, a
através do qual seja possível estabelecer que vistoria conjunta e o relatório conjunto devem ser
todos os requisitos do Código (Notas 4 e 5), in- efetuados pela jurisdição e pelo vistoriador desig-
cluindo materiais, projeto, fabricação, testes e nado pela ASME.
exames (pelo fabricante), e inspeção (pelo inspe- (i) A montagem de campo de vasos construí-
tor), serão corretamente atendidos.
N

dos de acordo com esta Divisão pode ser pro-


cessada de acordo com as seguintes alternativas:
O

Antes da emissão de um Certificado de Autori-


zação para o uso de estampes "U" ou "UM", ou
R

antes da revalidação de um Certificado de Auto- (1) o fabricante do vaso completa o vaso no


M

rização para o uso de um estampo "U", ou antes campo.


A

de cada terceira revalidação para o uso de um (2) o fabricante das partes de um vaso a ser
estampo "UM" [ver UG-116(n) (2)], as instalações terminado no campo por qualquer outra organi-
PA

do fabricante e a sua organização estão sujeitas zação, deve estampar essas partes de acordo
a uma vistoria, a ser efetuada, em conjunto, pela com as prescrições do Código, bem como forne-
R

sua Agência de Inspeção e pela Autoridade Legal cer o Relatório Parcial de Dados do Fabricante
A

concernente. O fabricante deve ter, disponível (Formulário U-2) à referida organização. Esta or-
para essa vistoria, uma descrição escrita ou uma ganização, que deve possuir um Certificado de
C

lista de verificação ("check list") do seu Sistema Autorização "U", em validade, processa as ope-
O

de Controle da Qualidade, relacionando e deta- rações de montagem final, requer os exames não
N

lhando, conforme seja necessário, os documen- destrutivos, efetua os testes finais de pressão,
completa o Relatório de Dados do Fabricante
H

tos e os procedimentos que serão usados para a


produção de itens em conformidade com o Códi- (Formuário U-1), e aplica o estampo no vaso.
EC

go. Deve ser encaminhado um relatório escrito à (3) a parte de campo é efetuada por uma orga-
ASME, elaborado em conjunto pela autoridade nização possuidora de um Certificado de Autori-
IM

legal concernente e pela agência de inspeção, zação "U", em validade, distinta do fabricante do
contratada pelo fabricante para efetuar a sua ins- vaso. O possuidor do estampo que executar o
EN

peção conforme os requisitos do Código. Ver UG- trabalho de campo deve fornecer, ao fabricante
·116(n). responsável pelo vaso, um Relatório Parcial de
TO

Antes de outras renovações do Certificado de Dados do Fabricante (Formulário U-2), abrangen-


Autorização para o uso do sfmbolo "UM", que do os trabalhos efetuados pela sua organização
não sejam "cada terceira renovação", conforme a (incluindo os dados referentes aos testes de pres-
descrição supra, deve ser efetuada uma vistoria são, se estes forem efetuados pelo mesmo pos-
similar nas instalações do fabricante e em sua suidor de estampo que efetuar o trabalho de cam-
organização, porém somente pela agência de ins- po). O fabricante do vaso aplica o seu estampo
peção contratada pelo fabricante para efetuar a "U" na presença de um representante da agência
sua inspeção, de acordo com os requisitos do de inspeção (por ele contratada) e completa o
Código. A agência de inspeção deve preparar e Formulário U-1 (Relatório de Dados do Fabricante)
enviar um relatório escrito à ASME, com cópia com o seu inspetor.
para a autoridade legal concernente. Em todas essas três alternativas, a organização
O fabricante pode, a qualquer tempo, introdu- qeu completar e assinar o Formulário U-1 (Rela-
zir modificações (Nota 5) no seu Sistema de Con- tório de Dados do Fabricante), assume a respon-
trole da Qualidade, referentes aos métodos para sabilidade total pelo vaso construído, perante o
a obtenção de resultados; essas modificações, Código. Em todos esses três casos, cada um dos
entretanto, estão sujeitas à aceitação do inspetor. Sistemas de Controle da Qualidade de Fabrica-
O fabricante deve manter em vigor, permanen- ção deve descrever os controles que asseguram
temente, um contrato ou acordo válido com uma a conformidade, para cada possuidor de estampo
agência de inspeção, a fim de utilizar inspetores do Código.

XXX

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


------~-- -----------------------------~ ·-----~

U-2- U-3

(j) Para determinadas análises de projeto, esta U-3 PADROES REFERENCIADOS POR ESTA
Divisão fornece gráficos ou curvas e dados tabu- DIVISÃO
lares. O uso de fórmulas ou dados tabulares pode
resultar em respostas ligeiramente diferentes dos (a) Ao longo do texto desta Divisão são feitas
valores obtidos a partir dos gráficos ou curvas. referências a vários padrões, tais como os da
Estretanto, se essas diferenças ocorrerem, elas se ANSI (American National Standards lnstitute), os
inscrevem dentro de limites de precisão prática, quais abrangem padrões para as condições pres-
sendo aceitáveis ambos oe métodos. são-temperatura, dimensionais ou para procedi-
mentos, referentes a componentes de vasos de
NOTA 4 - Ver os parágrafos UG-90(b) e UG-90(c) (1) pressão. Esses padrões, juntamente com os anos
para os sumários referentes às responsabilidades do fabri~ das respectivas edições aceitáveis, estão listados
cante e aos deveres do inspetor. na Tabel•a U-3.
NOTA 5 - Ver o parágrafo UG-90(c) (2) para os requi-
sitos adicionais referentes à fabricação de vasos de pres~
(b) As regras para o emprego desses padrões
são iguais, em duplicata ou em quantidades maiores. estão previstas em várias Partes desta Divisão.
N
O
R
M
A
PA
R
A
C
O

\
N
H

\
EC

>
_I
IM
EN
TO

XXXI

( ) Confidencial (X) Restrita


- - -( -) -
Uso
- - -interno
-- ( ) Pública
Tabela U-3

TABELA U-3

ANO DA EDIÇAO ACEITÁVEL DOS PADRõES REFERENCIADOS NESTA DIVISAO

Título Número Ano

Roscas unificadas para parafusos, em polegadas (Roscas UN e UNR) ANSI 81.1 1974
Roscas métricas para parafusos - Perfil M ANSI 81.13M 1979
Roscas para tubos de condução, exceto para vedação· seca ANSI 82.1 1968
Roscas para tubos de condução com vedação seca (translação mé- ANSI 81.20.4 1976
. !rica do padrão ANSI 81.20.3-1976)
i=langes para tubos de. condução e conexões flangeadas de ferro ANSI 816.1 1975
fundido, Classes 25, 125, 250 e 800
Flanges para tubulações e conexões flangeadas de aço-carbono ANSI 816.5 1981(1)
Conexões trabalhadas de aço-carbono para soldagem de topo ANSI 816.9 1978
Conexões forjadas de aço-carbono, roscadas e para soldagem de ANSI 816.11 1980
encaixe
N

Conexões roscadas de bronze fundido - Classes 125 e 250 ANSI 816.15 1978
O

Juntas de anel e ranhuras para os flanges de aço-carbono destina- ANSI 816.20 1973
R

dos a tubulações
M

Flanges para tubulações e conexões flangeadas de bronze - ANSI 816.24 1979


Clases 150 e 300
A

Joelhos e curvas de retorno de aço-carbono, raio curto, para sol- ANSI 816.28 1978
PA

dagem de topo
Porcas quadradas e sextavadas ANSI 818 - Séries
R

métricas (2)
A

Tubos de condução trabalhados de aço-carbono, com e sem costura ANSI 836.10 1979
Flanges para tubulações e conexões flangeadas de ferro dúctil - ANSI 816.42 1979
C

Classes 150 e 300


O

Flanges de aço-carbono de grandes dimensões ANSI/ API - Std. 1980


N

605 - 3.a edição


H

Válvulas de segurança e alívio ANSI/ASME 1976


PTC 25.3
EC

Conexões trabalhadas de aço-carbono para tubulações ASTM A234 1982


Teste para determinação do ponto de fulgor pelo Testador de Copo ASTM 056 1979
IM

Fechado tipo Tag


EN

Teste para determinação do ponto de fulgor pelo Testador Pensky- ASTM 093 1980
-Martens tipo Fechado
UL-969
TO

Sistemas de marcação e rotulagem 1980


NOTAS: (1) Ver UG-11(a) (2).
(2) As Séries Métricas B18 incluem as seguintes:

Parafusos com cabeça sextavada e rosca total ANSI 818.2.3.1M 1979


Parafusos com cabeça sextavada e rosca total ANSI 818.2.3.2M 1979
Parafusos com cabeça sextavada reforçada e rosca total ANSI 818.2.3.3M 1979
Parafusos com cabeça sextavada com ressalto e rosca total ANSI 818.2.3.4M 1979
Parafusos com cabeça e porca sextavada e rosca parcial ANSI 818.2.3.5M 1979
Parafusos com cabeça sextavada reforçada e porca sextavada e ANSI 818.2.3.6M 1979
rosca parcial
Parafusos com cabeça e porca sextavada e rosca parcial para apli- ANSI 818.2.3.7 1979
cações estruturais
Porcas sextavadas, Estilo 1 ANSI 818.2.4.1M 1979
Porcas sextavadas, Estilo 2 ANSI 818.2.4.2M 1979
Porcas sextavadas tipo castelo ANSI 818.2.4.3M 1979
Contraporcas sextavadas ANSI 818.2.4.5M 1979
Porcas sextavadas reforçadas ANSI 818.2.4.6M 1979

XXXII

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


N
O
R
M
A

Subsecão 1\
PA


R
A
C

Requisitos Gerais
O
N
H
EC
IM
EN
TO

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


N
O
R
M
A
PA
R
A
C
O
N
H
EC
IM
EN
TO

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


PARTE UG

UG-1 Escopo ... ... ........ .......... .. ...... ..... 7

MATERIAIS
N

UG-4 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
O

UG-5 Chapas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
R

'UG-6 Forjados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
M

UG-7 Fundidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
A

UG-8 Tubos e tubos de condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8


UG-9 Materiais de soldagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
PA

UG-10 Materiais não identificados ou não produzidos de


a~~r~o com uma especificação permitida por esta
R

D1v1sao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
A

UG-11 Componentes diversos sujeitos à pressão . . . . . . 1O


UG-12 Parafusos e estojos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
C

UG-13 Porcas e arruelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12


O

UG-14 Barras de seção circular e outras . . . . . . . . . . . . . 12


N

UG-15 Especificação de produto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12


H
EC

PROJETO
IM

UG-16 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
UG-17 Combinação de métodos de fabricação . . . . . . . . 13
EN

UG-18 Combinação de materiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13


UG-19 Fabricações especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
TO

UG-20 Temperatura de projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13


UG-21 Pressão de projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
UG-22 Cargas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
UG-23 Valores da tensão máxima admissivel . . . . . . . . . . 14
UG-24 Fundidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
UG-25 Corrosão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
UG-26 Revestimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
I UG-27 Espessura de cascos sujeitos à pressão interna . . 18
'
I UG-28 Espessura de cascos e tubos sujeitos à pressão
I' externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
UG-29 Anéis de reforço para cascos cilindricos sujeitos
à pressão externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
UG-30 Fixação de anéis de reforço no casco . . . . . . . . . 25
. UG-31 Tubos e tubos de condução quando utilizados
como tubos ou cascos de vasos de pressão . . . . 26
UG-32 Tampos conformados, pressão no lado côncavo . 26
UG-33 Tampos conformados, pressão no lado convexo . 28
UG-34 Tampos planos não estaiados e tampas . . . . . . . . 31
UG-35 Outros tipos de fechos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35

( ) Confidencial ·(X)
-- Restrita
- - - - ·(-
)-Uso
· -interno
- - · · ( ) Pública
----~- --~~~

ABERTURAS E REFORÇOS

UG-36 Aberturas em vasos de pressão .............. . 36


UG-37 Reforços requeridos para as aberturas feitas em
cascos e tampos conformados ............... . 39
UG-38 Aberturas com rebordos em cascos e tampos con-
formados ................................... . 40
UG-39 Reforços requeridos para as aberturas feitas em
tampos planos .............................. . 41
UG-40 Limites de reforço .......................... . 41
UG-41 Resistência do reforço ....................... . 42
UG-42 Reforço para aberturas múltiplas ............. . 44
UG-43 Métodos para a fixação de tubulações e pescoços
de bocais nas paredes dos vasos ............. . 45
UG-44 Flanges e conexões para tubulações ......... . 46
UG-45 Espessura dos pescoços de bocais ........... . 47
UG-46 Aberturas para inspeção .................... . 47

SUPERFICIES NERVURADAS E ESTAlADAS


N

/,
O

UG-47 Superfícies nervuradas e estaladas ........... . 49


R

UG-48 Estais roscados ............................ . 50


M

UG-49 Locação dos estais ......................... . 50


Dimensões dos estais ....................... . 50
A

UG-50
PA

LIGAMENTOS
R

UG-53 Ligamentos ................................. . 50


A

UG-54 Suportes ................................... . 54


Orelhas para a fixação de plataformas, escadas e
C

UG-55
outros acessórios nas paredes dos vasos ..... . 54
O
N

FABRICAÇÃO
H
EC

UG-75 Generalidades .............................. . 54


UG-76 Corte de chapas e de outros materiais ........ . 54
IM

UG-77 Identificação de material (ver UG-85} ......... . 54


UG-78 Reparo de defeitos nos materiais ............. . 55
EN

UG-79 Conformação de seções do casco e de tampos . 55


UG-80 Ovalização permissível em cascos cilíndricos,
TO

cônicos e esféricos ......................... . 55


UG-81 Tolerâncias dimensionais para os tampos confor-
mados ..................................... . 56
UG-82 Fixação de orelhas, alças e conexões ........ . 58
UG-83 Furos para estais roscados .................. . 58
UG-84 Testes de impacto Charpy ................... . 58
UG-85 Tratamento térmico .......................... . 63

INSPEÇÃO, TESTES E EXAMES

UG-90 Generalidades .............................. . 63


UG-91 O Inspetor ................................. . 65
UG-92 Acesso para o Inspetor ..................... . 65
UG-93 Inspeção de materiais ....................... . 65
UG-94 Marcação dos materiais ..................... . 66
UG-95 Exame de superfícies durante a fabricação ..... . 66
UG-96 Verificação dimensional de partes componentes . 66
UG-97 Inspeção durante a fabricação ............... . 67
UG-98 Pressão máxima de trabalho admissível (PMTA) . 67

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


~· ··--~··~ - - - - - - - - - - - -
UG-99 Teste hidrostático padrão ............... : .... . 67
. UG-100 Teste pneumático (ver UW-50) ................. . 68
UG-101 Testes de prova para estabelecer a pressão má-
xima de trabalho admissível (PMTA) ......... . 69
UG-102 Manômetros para testes ..................... . 74
UG-103 Exames não destrutivos ...................... . 74

MARCAÇÃO E RELATóRIOS

UG-115 Generalidades .............................. . 74


UG-116 Marcação requerida ..........-............... . 74
UG-117 Métodos de marcação ....................... . 77
UG-118 Estampagem (marcação estampada) ........... . 77
UG-119 Placas de identificação ....... : .............. . 77
. UG-120 Relatório de dados .......................... . 78

DISPOSITIVOS PARA ALIVIO DE PRESSÃO


N

UG-125 Generalidades .. : . .......................... . 79


O

UG-126 Válvulas de alívio de pressão ................ . 80


R

UG-127 Dispositivos de alívio de pressão sem retorno es-


M

pontâneo à sua posição fechada ............. . 80


UG-128 Válvulas de alívio de liquido ................. . 83
A

UG-129 Marcação .................................. . 83


PA

UG-130 Uso do estampo do sfmbolo do Código ....... . 85


UG-131 Certificação da capacidade das válvulas de alivio
R

de pressão ................................. . 85
UG-132 Certificação da capacidade das válvulas de segu-
A

rança e de alívio e segurança, em combinação


C

com dispositivos de alivio de pressão sem retorno


O

espontâneo à sua posição fechada ........... . 88


UG-133 Determinação dos requisitos para o alívio de
N

pressão .................................... . 89
H

UG-134 Ajustagem da pressão para os dispositivos de alí-


EC

vio de pressão ............................. . 90


UG-135 Instalação .................................. . 90
IM

UG-136 Requisitos mínimos para as válvulas de alívio de


pressão .................................... . 90
EN

FIGURAS
TO

UG-28 Representação diagramática das vanaveis envol-


vidas no projeto de vasos cilíndricos sujeitos à
pressão externa ...... _,_ ..................... . 19
UG-29.1 Diversos arranjos de anéis de reforço para vasos
cilíndricos sujeitos à pressão externa ......... . 23
I UG-29.2 Arco máximo de casco não suportado devido a
aberturas nos anéis de reforço aplicados em cas-
) cos de vasos cilíndricos sujeitos à pressão externa 24
UG-30 Alguns métodos aceitáveis para a fixação de anéis
de reforço em cascos de vasos cilindricos sujeitos
à pressão externa .......................... . 25
UG-33.1 Comprimento L de algumas seções cônicas típicas 29
UG-34 Alguns tipos aceitáveis de tampos planos não
estalados e tampas ......................... . 33
I
UG-36 Grandes aberturas em tampos de vasos - Curva
reversa e seções cônicas de redução no casco _. 38
UG-37 Gráfico para a determinação do valor do fator F,
conforme requerido no parágrafo UG-37 ....... . 40

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-38 Profundidade mínima para o flange das aberturas
com rebordo ............................... . 40
UG-40 Algumas configurações ·representativas indicando
a dimensão t, dos reforços para as aberturas ... . 43
UG-42 Exemplos de aberturas mútiplas .............. . 44
UG-47 Proporções dimensionais aceitáveis para as extre-
midades de estais .......................... . 49
UG-53.1 Exemplo de espaçamento de tubos com a distân-
cia entre furos mantida constante em cada fileira 51
UG-53.2 Exemplo de espaçamento de tubos com a distân-
cia entre furos desigual em cada segunda fileira . 51
UG-53.3 Exemplo de espaçamento de tubos com a distân-
cia entre furos variando em· cada segunda e ter-
ceira fileiras ............................... . 51
UG-53.4 Exemplo de espaçamento de tubos com os furos
situados em linhas diagonais ................. . 51
UG-53.5 Diagrama para a determinação da eficiência dos
ligamentos longitudinais· e diagonais entre aber-
turas feitas em cascos cilíndricos ............ . 52
N

UG-53.6 Diagrama para a determinação da eficiência lon-


O

gitudinal equivalente de ligamentos diagonais en-


R

tre aberturas feitas em cascos cilfndricos ..... . 53


M

UG-80.1 Desvio máximo permissível "e" em relação à for-


ma circular, para vasos sujeitos à pressão externa 57
A

UG-80.2 Exemplos de diferenças entre diâmetros máximos


PA

e mínimos de cascos cilindricos, cônicos e es-


féricos ..................................... . 57
Corpos de prova do tipo viga simples para o teste
R

UG-84
de impacto (teste tipo Charpy) ............... . 58
A

UG-116 Símbolos oficiais para os estampes indicadores


C

de padrões ASME (vasos) ................... . 74


O

UG-118 Modelo para estam pagem ................... . 77


UG-129 Símbolo oficial para os estampes indicadores de
N

padrões ASME .............................. . 84


H
EC

TABELAS
IM

UG-23.1 Temperatura máxima de metal para a qual é apli-


cável o fator, 1,2 ........................... . 16
EN

UG-33.1 Valores do fator K, ......................... . 28


UG-37 Valores do Fator K1 • • • • • . . . . . • . . . . . . • • • • • . . . • 39
TO

UG-43 Número mínimo de fios de rosca que devem ser


ser utilizados para a fixação de conexões roscadas 46
UG-84.1 Requisitos mínimos para o teste de impacto Charpy
entalhe-V de aços-carbono e aços d·e baixa liga,
listados na Tabela UCS-23 .................. . 60
UG-84.2 Redução de temperatura para o teste de impacto
Charpy, abaixo da temperatura mínima de projeto 62
UG-84.3 Especificações para materiais sujeitos aos testes
de impacto, em várias formas de produto ..... . 62

(-
·------- ) Confidencial
· · - - · · · - -(X)
- -Restrita ( ) Uso
- ·---·--·····-· interno ( ) Pública
PARTE UG

REQUISITOS GERAIS PARA TODOS OS MÉTODOS DE


CONSTRUÇÃO E PARA TODOS OS MATERIAIS
N

UG-1 ESCOPO tos das respectivas especificações (Nota 1), e se


O

as Tabelas de tensões admissíveis não prescre-


R

Os requisitos da Parte UG são aplicáveis a to- verem limitações de dimensões ou espessuras.


M

dos os vasos de pressão e a todos os componen- Nas especificações em que a· composição quimi-
tes de vasos, devendo ser usados em conjunto ca e/ou propriedades mecânicas variam com as
A

com os requisitos específicos prescritos nas Sub- dimensões ou espessuras, os materiais que esti-
PA

seções B e C e nos Apêndices Obrigatórios, que verem situados fora das faixas especificadas, de-
estejam relacionados com os métodos de fabrica- vem atender aos requisitos de composição quími-i
R

ção e materiais envolvidos. ca e de propriedades mecânicas prescritos para


A

a mais próxima faixa especificada.


MATERIAIS. (e) Recomenda-se que o usuário ou seu agente
C

credenciado certifique-se de que os materiais usa-


O

UG-4 GENERALIDADES dos na fabricação dos vasos são os apropriados


N

para o serviço desejado, com referência à conser-


H

(a) Todos os materiais que estiverem sujeitos vação das propriedades mecânicas satisfatórias,
a tensões resultantes de pressão aplicada devem e da resistência à corrosão, à erosão, à oxidação
EC

estar de acordo com uma das especificações e a outras possíveis causas de deterioração, du-
abrangidas pela Seção 11 do Código, e devem rante a vida útil prevista para os mesmos. ·
IM

estar limitados a aqueles que são permitidos con-


forme a Parte aplicável da Subseção C, exceto UG-5 CHAPAS (Nota 2)
EN

onde for permitido de outra forma, nos parágra-


fos UG-9, UG-10 e UG-11. (a) As chapas usadas na fabricação de vasos
TO

de pressão ou de partes sujeitas à pressão, de-


{b) Os materiais abrangidos pelas especifica- vem estar de acordo com uma das especifica-
ções da Seção 11 do Código não estão limitados ções de materiais da Seção 11 do Código, cujos
a métodos de fabricação, exceto se essa limita- valores de tensões admissíveis são dados na Sub-
ção for estipulada na respectiva especificação, seção C, exceto onde estiver disposto de outra
contanto que os produtos atendam aos requisitos forma, em (b), e em UG-4, UG-10 e UG-11.
especificados (ver UG-85).
(b) Os materiais não identificados de acordo
(c) Os materiais não permitidos por esta Divi- com UG-93, podem ser usados para a fabricação
são não devem ser utilizados, a menos que os de componentes não sujeitos à pressão, tais como
seus dados e propriedades sejam submetidos à chicanas e orelhas de suporte. Para cada lote de
aprovação do Comitê de Caldeiras e Vasos de materiais não identificados, com espessuras aci-
Pressão, de acordo com as exigências do Apên- ma de 9,5 mm e previstos para soldagem, deve
dice B. ser preparada uma chapa de teste com junta de
(d) Os materiais que ultrapassarem os limites topo soldada dos dois lados. Os corpos de prova
dimensionais e/ ou de espessura estabelecidos para o teste de dobramento guiado, preparados a
nos títulos ou no escopo das especificações da partir dessa chapa de teste, devem apresentar re-
Seção 11 do Código, porém permitidos pelas Par- sultados satisfatórios nos testes especificados no
tes aplicáveis da Subseção C, podem ser utiliza- parágrafo QW-451 da Seção IX do Código. O va-
dos, se estiverem de acordo com os outros requi- lor da tensão admissível não deve exceder 80%

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública· - - - - - · - - - - - - - - - -


·~~------------- --------
--------

UG-5- UG-8

da tensão máxima admissível, permitida na Sub- que esteja em conformidade com as especifica-
seção C para materiais similares. O desempenho ções reguladoras ou, quando for especificado,
satisfatório dos corpos de prova nesses testes eles podem ser fornecidos na condição de como
não deve tornar essas chapas aceitáveis para a fabricados, isto é, com as partes aletadas do tubo
fabricação de partes pressurizadas do vaso. na condição de encruamento devida ao trabalho
NOTA 1 - Em alguns casos, as limitações do escopo
a frio (como aletadas) resultante das operações
nas especificações de materiais são baseadas em ·valores de aletagem, e com as partes não aletadas na
máximos muito realistas. Recomenda-se que o projetista e/ ou condição do tubo antes da aletagem.
fabricante do vaso confira com o produtor ou fornecedor de
material todas essas limitações, antes de prosseguir em (2) O valor da tensão máxima admissível para
seus trabalhos, para certificar-se de que, exceto quanto às o tubo aletado deve ser o mesmo prescrito na
dimensões e/ ou espessuras, todos os requisitos das espe- Subseção C para o tubo antes da aletagem, ex-
cificações estão sendo atendidos e que, portanto, o mate-
rial pode ser certificado.
ceto conforme permitido em (3).
NOTA 2 - Para os propósitos desta Subseção, o termo (3) Pode ser usado um valor máximo de tensão
"chapa" também inclui chapas finas e tiras. admissível, referente a uma determinada condi-
ção ou têmpera, superior ao valor de tensão do
UG-6 FORJADOS tubo antes de ser aletado, contanto que os testes
de propriedades mecânicas, para qualificação,
Na fabricação de vasos de pressão podem ser demonstrem que a referida condição ou têmpera
N

usados materiais forjados, desde que esses ma- foi realmente obtida, estando de acordo com uma
teriais tenham sido suficientemente trabalhados
O

das condições previstas nas especificações regu-


para modificar a estrutura grosseira própria de ladoras da Seção 11 do Código, e que os valores
R

lingote. As especificações e os valores das ten- das tensões admissíveis tenham sido estabeleci-
M

sões máximas admissíveis para os materiais for- dos na Subseção C para o material usado na fa-
A

jados aceitáveis são dados na Subseção C (ver a bricação do tubo. Os testes de propriedades me-
Parte UF, para vasos forjados).
PA

cânicas para qualificação devem ser efetuados


em corpos de prova preparados a partir de tubos
UG-7 FUNDIDOS
aletados, cujas aletas devem ser removidas por
R

Na fabricação de vasos de pressão e compo- usinagem. A freqüência dos testes deve ser con-
A

nentes de vasos podem ser usados materiais fun- forme requerida na especificação do tubo não
C

didos. As especificações e os valores das tensões aletado.


O

máximas admissíveis para os materiais fundidos (4) A pressão máxima de trabalho admissível
aceitáveis são dados na Subseção C. Esses va-
N

(PMTA) do tubo, interna ou externa, deve ser ba·


iares de tensões admissíveis devem ser multipli- seada no diâmetro da raiz e na parede mínima
H

cados pelo fator aplicável de qualidade de fun- da seção aletada, ou no diâmetro e na parede da
EC

dido, indicado no parágrafo UG-24, para todos os seção não aletada, juntamente com os valores
materiais fundidos, exceto para o ferro fundido. apropriados de tensões, adotando-se o menor dos
IM

dois valores assim obtidos.


UG-8 TUBOS E TUBOS DE CONDUÇÃO
EN

(5) Adicionalmente aos testes requeridos pelas


(a) Tubos e tubos de condução, com ou sem especificações reguladoras, cada tubo deve, após
costura (Nota 3), que estejam de acordo com uma a aletagem, ser submetido a um dos seguintes
TO

das especificações da Seção 11 do Código, podem testes:


ser usados em cascos e outras partes de vasos
de pressão. Os valores das tensões admissíveis (a) teste pneumático interno sob uma pressão
para os materiais usados na fabricação desses não inferior a 1 720 kPa; o teste deve ter a dura-
tubos e tubos de condução, são dados na Sub- ção de cinco segundos, sem que se verifique
seção C. Para os tubos e tubos de condução sem qualquer evidência de vazamento. O método de
costura, esses valores de tensões admissíveis po- teste deve permitir uma fácil detecção visual de
dem ser usados sem qualquer redução, enquanto qualquer vazamento; entre os métodos usuais in-
os valores de tensões admissíveis para tubos e cluem-se o da imersão do tubo em ·água, e o de
tubos de condução soldados devem ser conforme diferencial de pressão (Nota 4).
estipulados na Parte aplicável da Subseção C. (b) teste hidrostático de acordo com UG-99,
(b) Os tubos integralmente aletados podem ser que permita um exame completo do tubo, para a
produzidos a partir de tubos que atendam intei- verificação de vazamentos.
ramente a uma das especificações incluídas na
Seção 11 do Código. Esses tubos podem ser utili- NOTA 3 - Os tubos e tubos de condução fabricados
zados sob as seguintes condições: pelo processo de soldagem por fusão, com a incorporação
de metal de adição, não devem ser usados em construções
(1) Após a aletagem, os tubos devem apresen- do Código, a menos que sejam produzidos de acordo com
tar uma têmpera ou condição de encruamento as regras do Código, como partes sujeitas à pressão.

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-8- UG-10

NOTA 4 -.. O método de diferencial de pressão está composição qUJm1ca e de propriedades mecâni-
descrito no documento "Materiais Research Standards", vol. cas da especificação designada.
1, n9 7, julho 1961, publicado pela ASTM (American S6ciety
for Testing and Materiais). (a) Chapa - Devem ser efetuados testes de
propriedades mecânicas e análises químicas de
UG-9 MATERIAIS DE SOLDAGEM produto em cada chapa, de acordo com os requi-
sitos da especificação designada. Quando a dire-
Os materiais de soldagem usados na fabrica- ção de laminação não for conhecida, devem ser
ção devem satisfazer aos requisitos desta Divisão, retirados, de um dos cantos da chapa, dois cor-
bem como aos da Seção IX do Código e aos das pos de prova para testes de tração, situados per-
especificações dos procedimentos de soldagem pendicularmente entre si. Os resultados da aná-
qualificados. Quando os materiais de soldagem lise de produto e dos testes de propriedades me-
atenderem a uma das especificações da Seção 11 cânicas devem atender aos requisitos da especi-
- Parte C, a marcação ou etiquetagem dos ma- ficação designada exceto que, no caso de serem
teriais, dos recipientes ou embalagens, confor- efetuados dois testes de tração, devido à incer-
me requerida pela especificação aplicável da Se- teza referente à direção de laminação, os resul-
ção 11, pode ser aceita para fins de identificação, tados de ambos os testes devem satisfazer aos
ao invés de um Relatório Certificado de Testes, requisitos mecânicos mínimos esp~cificados, e
ou de um Certificado de Conformidade. Quando que somente um deles deve atender aos requisi-
N

os materiais de soldagem não estiverem de acor- tos mecânicos máximos especificados.


do com uma das especificações da Seção 11, a
O

(b) Tubos e tubos de condução - Cada tubo


marcação ou etiquetagem deve ser identificável
R

ou tubo de· condução deve ser submetido a uma


com os materiais de soldagem estabelecidos na
análise química de produto e a testes mecâni-
M

especificação do procedimento de soldagem, po-


cos, suficientes para que o inspetor se certifique
A

dendo ser aceita em lugar de um Relatório Certi-


de que todos os materiais estão identificados
ficado de Testes ou de um Certificado de Confor-
com uma determinada corrida ou com um deter-
PA

midade.
minado lote de tratamento térmico, e que o ma-
terial atende aos requisitos mecânicos e de com-
R

UG-10 MATERIAIS NÃO IDENTIFICADOS OU posição qufmica da especificação designada. O


A

NÃO PRODUZIDOS DE ACORDO COM material especificado como apropriado para sol-
ESPECIFICAÇÃO PERMITIDA POR ESTA dagem, dobramento a frio, enrolamento- em ser-
C

DIVISÃO pentinas de pequeno diâmetro, e operações simi-


O

lares, deve ser submetido a testes de verificação,


N

(a) Materiais não identificados conforme requi- suficientes para que o inspeior se certifique de
H

sitos de uma especificação permitida por esta Di- que ele é adequado para o procedimento de fa-
visão - Quaisquer chapas, barras, perfis estrutu-
EC

bricação a ser utilizado.


rais (conforme abrangidos por especificações,
como a Sa-36) ou produtos tubulares, não com- (c) Barras e perfis estruturais - Cada barra
IM

pletamente identificados com uma especificação ou cada peça de perfil estrutural deve ser subme-
aprovada pelo Código, podem ser aceitos como tida a uma análise química comprobatória e a
EN

satisfazendo aos requisitos de uma especificação testes mecânicos, suficientes para que o inspetor
designada, entre as incluídas na Seção 11 do Có- se certifique de que o material atende aos requi-
TO

digo e permitida por esta Divisão, contanto que sitos mecânicos e de composição química da es-
atendam às condições descritas em (1) ou (2) pecificação designada.
abaixo: (3) Quando a identidade do material for esta-
belecida de acordo com (1) ou (2) acima, cada
(1) Cada peça deve apresentar requisitos de peça de material (exceto conforme prescrito alter-
composição química e de propriedades mecâni- nativamente na especificação para tubos ou tu-
cas situados dentro das faixas permissíveis da bos de condução) deve ser marcada pelo fabri-
especificação designada, conforme demonstrado cante ou pela agência encarregada dos testes, a
pelo registro. de testes e pela marcação que. ~ fim de satisfazer às exigências do inspetor; essa
identifique com esse registro. Quando a especifi- marcação deve indicar o número da especifica-
cação designada requerer outros testes ou tes- ção designada, o respectivo Grau ou Tipo, e u~
testes mais restritivos do que os estipulados na número de série "S", identificando o lote parti-
especificação abrangida pelo registro de testes, cular de material. Deve ser fornecido um relatório
o material deve ser submetido a testes adicionais, apropriado, claramente marcado com sendo um
suficientes para satisfazer ao inspetor, quanto à "Relatório de Testes de Material Não Identifica-
sua conformidade com a especificação designada. do"; esse relatório deve ser devidamente preen-
(2) Cada peça deve ser testada de acordo com chido e certificado pelo fabricante do vaso ou
as prescrições especificadas abaixo, para compro- pela agência encarregada dos testes. Esse rela-
var a sua conformidade com os requisitos de tório, quando for aceito pelo inspetor, deve ser

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-10 - UG-11

considerado como uma autorização para que o 6 e 7), devem ser produzidos de materiais permi-
material seja usado conforme prescrito no Código tidos por esta Divisão. Esses componentes devem
para a especificação designada. ser marcados com o nome ou marca registrada
do fabricante, e com outras informações conforme
(b) Materiais não produzidos de acordo com
requeridas pelo respectivo padrão. Tais marca-
uma especificação permitida por esta Divisão -
ções devem ser consideradas como a certificação
Qualquer material produzido conforme uma espe-
do fabricante dos componentes, no sentido de que
cificação não aprovada pelo Código pode ser
o produto está de acordo com as especificações
aceito· como satisfazendo aos requisitos de uma
de material e com os padrões indicados, sendo,
especificação, a ser designada entre as incluídas
portanto, apropriado para as condições de servi-
na Seção 11 do Código e ·permitidas por esta Divi-
ço indicadas. O objetivo deste parágrafo será de-
são, contanto que a documentação providenciada,
Vidamente alcançado se, ao invés de uma marca-
inclu.indo a certificação inicial do produtor do ma-
ção detalhada aplicada no próprio componente,
terial, ateste que o material atende a todos os
os componentes sejam marcados por meio de
requisitos específicos. de marcação. O material
qualquer processo permanente ou temporário, su-
deve possuir uma marcação aceitável pelo inspe-
ficiente para identificá-los com as. listagens escri-
tor, identificando-o com a referida certificação
tas do fabricante dos componentes, referentes a
inicial. Quando for estabelecida a identidade do
.itens particulares, e que tais listagens estejam
material com a especificação designada, confor-
disponíveis para serem examinadas pelo inspetor.
N

me acima requerida, o material deve ser marcado


de acordo com a especificação designada, a fim (2) Flanges e conexões flangeadas podem ser
O

de atender às exigências do inspetor. usados nas condições de pressão-temperatura es-


R

pecificadas nos padrões apropriados listados nes-


M

UG-11 COMPONENTES DIVERSOS SUJEITOS ta Divisão. Podem ser empregadas outras condi-
Ções de pressão-temperatura, se o flange atender
A

. À PRESSÃO
aos requisitos de UG-11(a) (1) e, mediante o uso
PA

Os componentes pré-fabricados ou pré-confor- de juntas e materiais de aparafusamento especi-


·mados de vasos de pressão sujeitos a tensões ficados, atender aos requisitos de projeto de UG-
R

admissíveis de trabalho, devidas à pressão, inter- "34 ou do Apêndice 2 desta Divisão.


A

na ou externa imposta ao vaso, e que sejam for- (3) Podem ser utilizados componentes de pe-
necidos por organizações diferentes da respon- quenas dimensões, inscritos nesta categoria, para
C

sável pelo vaso acabado, devem atender a todos os quais é difícil ou impossível obter-se a identi-
O

'os requisitos aplicáveis desta Divisão, relaciona- ficação do respectivo material ou que podem ser
N

dos. com .o vaso acabado, incluindo as restrições 'estocados para uso posterior, e para os quais a
H

de serviço aplicàveis ao material, a inspeção nas ·identificação de acordo com UG-93 não é nor-
'instalações do produtor dos ·componentes, e o
EC

·malmente fornecida, não podendo ser obtida em


fornecimento dos Relatórios Parciais de Dados, termos economicamente aceitáveis, desde que
conforme prescritos em UG-120(b), exceto con- não afetem apreciavelmente a segurança do vaso.
IM

forme permitido de outra forma em (a), (b) e (c) A utilização desses componentes, entretanto, é
abaixo. permitida somente para partes não importantes
EN

(a) Componentes padronizados fundidos, forja- ou que estejam sujeitas a tensões não superiores
dos, laminados ou confomadoso em matriz, para ·a 50% do valor da tensão permitida por esta Di-
TO

serviços sob pressão ~ visão, contanto que esses · componentes sejam


apropriados para a finalidade pretendida e que
(1) Para os componentes sujeitos à pressão, sejam aceitos pelo inspetor [ver (a) (1) e UG-5(b)].
tais como conexões de tubulações, válvulas, flan- O fabricante do vaso acabado deve assegurar-se
.ges, bocais, pescoços e tampões para soldagem, 'quanto à adequabilidade do componente em rela-
estruturas para bocas de visita e tampas, e que ção às condições de projeto especificadas para o
são completamente produzidos por fundição, for- vaso acabado.
jamento, laminação ou conformação em matriz,
não devem ser requeridas a inspeção, a identifi- · . (b) ComponenteS> não padronizados fundidos,
cação conforme UG-93(a) ou (b), ou a apresenta- 'forjados ,laminados ou conformados em matriz,
ção de Relatórios Parciais de Dados. Os compo- ·para serviços sob pressão - Os componentes
·nentes padronizados para serviços sujeitos à pres- 'para serviços sob pressão, tais cqmo cascos, tam-
são, e que atendam a algum padrão ANSI (Nota 5), pos, portas removíveis e serpentinas tubulares,
devem ser produzidos de materiais permitidos por !otalmente produzidos por fundição, forjamento,
esta Divisão, ou de materiais especificamente lis- laminação ·ou conformação em matriz, 'devem ser
tados em um padrão ANSI de produtos, indicado basicamente fornecidos como matérias primas.
em alguma Parte desta Divisão. Os componentes Tais componentes devem ser produzidos de ma-
.pad.ronizl!dOs para serviços sujeitos à pressão, -teriais permitidos por esta Divisão; os fabrican-
·e que atendam a um padrão do fabricante (Notas tes desses componentes devem fornecer as res-

10

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-11 - UG-12

pectivas identificações, conforme o parágrafo ser aceita como evidência da conformidade do


UG-93. Tais componentes devem ser marcados produto com· os requisitos de UG-11{c) {2).
com o nome ou marca registrada do fabricante, {3) Se as regras desta Divisão prescreverem a
e com outras informações que sirvam para iden-. radiografia ou o tratamento térmico após a solda-
tificar os componentes particulares com as res-. gem, essas operações podem ser efetuadas tanto
pectivas identificações de material. O fabrican" nas instalações do fabricante dos componentes
te do vaso acabado deve assegurar-se quanto como nas instalações do fabri.cante do vaso aca-
à adequabilidade do componente em relação às bado.
condições de projeto especificadas para o vaso Quando o exame radiográfico for efetuado sob
acabado. o controle do fabricante dos componentes, as ra-
{c) Componentes soldados padronizados sujei- diografias acabadas, devidamente identificadas,
tos à pressão, para uso em vasos, exceto para juntamente COI)l um Relatório de Inspeção, devem
cascos - Componentes soldados padronizados ser encaminhadas ao fabricante do vaso, devendo
para serviços sob pressão, tais como conexões estar disponíveis para a verificação do inspetor.
para tubulações, tampões, válvulas e flanges, fa- {4) Se o tratamento térmico for efetuado nas
bricados de acordo com um dos processos de instalações do fabricante dos componentes, a
soldagem reconhecidos por esta Divisão, não re- certificação desse fabricante, atestando que o
querem inspeção, identificação conforme UG-93{a) tratamento térmico foi realmente efetuado, deve
ou {b), ou Relatórios Parciais de Dados, contanto ser aceita como evidência da conformidade com
N

que: os parágrafos aplicáveis do Código. Essa certifi-


O

{1) Os componentes soldados padronizados cação deve permanecer disponível para a verifi-
R

para serviços sob pressão, que se conformem cação do inspetor.


M

com algum padrão ANSI de produto {Nota 5), de- {5) O fabricante do vaso acabado deve assegu-
vem ser produzidos de materiais permitidos por rar-se de que o componente é adequado para as
A

esta Divisão, ou de materiais especificamente lis- condições de serviço especificadas para o vaso
PA

tados em algum padrão ANSI de produto, indica- acabado.


do em alguma parte desta Divisão. Os componen- {d) Os componentes fornecidos de acordo com
R

tes soldados padronizados para serviços sob pres- as prescrições descritas em {a), {b) e {c), não
são, produzidos de acordo com padrões do pró-
A

necessitam ser fabricados por uma organização


prio fabric.ante {Notas 6 e 7), devem ser produc portadora do Certificado de Autorização da ASME.
C

zidos de materiais permitidos por esta Divisão.


O

{2) A soldagem dos componentes soldados pa- NOTA 5 - Esses são componentes sujeitos à pressão
que atendam a algum padrão ANSI de produto, aceito em
N

dronizados para serviços sob pressão, e que aten- UG-44, por referência" O padrão ANSJ de produto estabe-
dam às exigências de padrões do próprio fabri-
H

lece as bases para as condições de pressão-temperatura e


cante {Notas 6 e 7), devem satisfazer aos requisi- para a marcação.
EC

tos estipulados em UW-26{a), {b) e {c), e UW-27 NOTA 6 - Esses são componentes sujeitos à pressão
a UW-40. que atendam a padrões do fabricante de componentes, que
IM

A soldagem de componentes sold~dos padro- definem as condições de pressão-temperatura marcadas nos


próprios componentes, e descritas na literatura produzida
nizados sujeitos à pressão, produzidos conforme
EN

por esse fabricante. O fabricante do vaso acabado deve


algum padrão ANSI de produto {Nota 5), deve sa- assegurar-se de que o componente é adequado para as
tis'azer aos requisitos de UW-26{a), (b) e {c), e condição de projeto especificadas para o vaso acabado.
TO

UW-27 a UW-40, ou aos requisitos da especifica- NOTA 7 - Os componentes para serviços sob pressão
ção ASTM A234, S.2 e S.3. As marcações, onde podem ser produzidos conforme um padrão ANSI de pro~
aplicáveis, ou a certificação pelo fabricante dos duto não abrangido pela Nota 5, porém tais componentes
devem atender aos requisitos aplicãveis dos padrões do
componentes quando as marcações não forem fabricante de componentes e à Nota 6.
aplicáveis, devem ser aceitas como evidência da
conformidade com os requisitos de soldagem UG-12 PARAFUSOS E ESTOJOS
enunciados acima. Tais componentes devem ser
marcados de acordo com as prescrições de UG- {a) Parafusos e estojos podem ser utilizados
-11{a) {1). para a fixação de componentes removíveis. As
Esses componentes devem ser marcados com especificações, regras suplementares e os valo-
o nome ou marca registrada do fabricante, e com res das tensões máximas admissíveis para os ma-
outras informações que sirvam para identificar os teriais de aparafusamento aceitáveis, são dados
materiais utilizados na sua fabricação. Tais mar, na Subseção C.
cações devem ser consideradas como uma certi- {b) Os estojos devem ser roscados em todo o
ficação do fabricante, atestando que os respecti- comprimento, ou devem ser rebaixados, por usi-
vos produtos estão de acordo com as exigências nagem, até o diâmetro da raiz da rosca, na parte
estipuladas em UG-11{c) {1). Uma declaração do não roscada, desde que as partes roscadas cor-
fabricante dos componentes de que a soldagem respondam a um comprimento mínimo equiva-
efetuada atende aos requisitos do Código, deve lente a 1,5 diâmetros.

11

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-12 - UG-16

Os estojos cujos comprimentos forem superio- a especificação da Seção 11 que abrange a mes-
res a 8 diâmetros, podem ter uma parte não rase ma forma de produto de um material similar;
cada com o diâmetro nominal da rosca, contanto (c) para o caso de tubos soldados a partir de
que sejam atendidos os seguintes requisitos: chapas grossas, chapas finas ou tiras, sem a uti-
(1) as partes roscadas devem corresponder a lização de metal de adição, os valores apropria-
um comprimento mínimo equivalente a 1,5 diâme- dos de tensões sejam multiplicados por um fator
tros; igual a 0,85;
(2) o estojo deve ser rebaixado, por usinagem, (d) o produto não seja tubo ou tubo de condu-
até o diâmetro da raiz da rosca, em uma distân- ção fabricado por soldagem de fusão com a uti-
cia mínima de 0,5 diâmetros, adjacente à parte lização de metal de adição, exceto quando fabri-
roscada; cado como componente sujeito à pressão, de
, (3) deve ser providenciada uma transição apro- acordo com as regras desta Divisão;
priada entre a circunferência correspondente ao (e) os relatórios dos testes de usina referen-
diâmetro da raiz e a parte não roscada; e ciem as especificações usadas na produção do
(4) deve ser feita uma consideração especial material e, adicionalmente, façam referência a
para qualquer carga dinâmica. este parágrafo.

UG-13 PORCAS E ARRUELAS


N

PROJETO
O

(a) As porcas devem atender aos requisitos da


Parte aplicável da Subseção C (ver UCS-11 e UG-16 GENERALIDADES
R

UNF-13). As porcas devem ser utilizadas em todo


M

o seu comprimento. (a) O projeto dos vasos de pressão e dos com-


ponentes dos vasos deve estar de acordo com os
A

(b) O uso de arruelas é opcional. Quando usa- requisitos gerais de projeto descritos nos pará-
PA

das, devem ser fabricadas de materiais trabalha- grafos seguintes, em adição aos requisitos espe-
dos adequados. cíficos para projeto, estabelecidos nas Partes apli-
R

cáveis das Subseções B e C.


UG-14 BARRAS DE SEÇÃO CIRCULAR
A

(b) Espessura mínima de cascos e tampos -


E OUTRAS Exceto para as disposições especiais listadas
C

As barras de seção circular e outras podem ser abaixo, a espessura mínima permitida para cascos
O

usadas na fabricação de componentes de vasos e tampos, após a conformação e independen-


N

sujeitos à pressão, tais como flanges tipo anel, temente da forma de produto e do material, deve
ser 1,6 mm, exclusiva qualquer margem para cor-
H

anéis de reforço, estruturas para aberturas refor-


rosão. As exceções são as seguintEs:
EC

çadas, estais, tirantes e componentes similares.


Os materiais para essas barras devem atender (1) essa espessura mínima não é aplicável aos
aos requisitos para barras ou materiais para apa-
IM

componentes produzidos de acordo com as re-


rafusamento, incluídos na Parte aplicável da Sub- gras da Parte UHT [ver UHT-16{b)];
EN

seção C.
(2) essa espessura mínima não é aplicável às
placas de transferência de calor dos trocadores
UG-15 ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTO
TO

tipo placa;
Quando não existir uma especificação de ma- (3) essa espessura mínima não é aplicável aos
terial listada na Subseção C, abrangendo um pro- tubos internos dos trocadores de calor tipo tubo
duto tr::balhado _particular de um determinado duplo, nem aos tubos dos trocadores de calor
Grau, porém existir uma especificação aprovada tipo casco e tubos, quando esses tubos tiverem
listada na Subseção C, abrangendo algum outro diâmetro nominal igual ou menor do que NPS 6
produto trabalhado do mesmo Grau, pode-se usar (Nota 8). Essa isenção é aplicável, independente-
o produto para o qual não existe uma especifica- mente de o tubo externo ou o casco ser ou não
ção, contanto que: fabricados de acordo com as regras do Código.
Todos os outros componentes desses trocadores
(a) a composição química e as propriedades
físicas, os requisitos de tratamento térmico, e os
de calor, fabricados conforme as regras do Có- \
digo, devem atender aos requisitos de espessura
requisitos para desoxidação ou os requisitos para mínima igual a 1,6 mm;
o tamanho de grão, estejam de acordo com a es- (4) a espessura mínima de cascos e tampos
pecificação incluída na Seção 11 do Código. De- usados em serviços com ar comprimido, serviços
vem ser usados os valores de tensão, conforme com vapor e serviços com água, fabricados com
listagem na Subseção C para essa especificação; materiais listados na Tabela UCS-23, deve ser
(b) os procedimentos de fabricação, tolerân- igual a 2,4 mm, exclusive qualquer margem para
cias, testes e marcação estejam de acordo com corrosão.

12

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


··-·········-·~~~~~~- -~~---------
UG-16 - UG-20

(c) Tolerância de usina para menos - O ma- sitos da Seção IX do Código, referentes à solda-
terial das chapas deve ser encomendado com gem de metais dissimilares.
uma espessura não inferior à espessura de pro-
jeto ver 3-1 (h) (2). Os vasos fabricados com cha- NOTA - Devido aos diferentes coeficientes de expansão
térmica dos materiais dlssimilares, devem ser tomadas as
pas fornecidas com uma tolerância para menos, precauções necessárias no projeto e na fabricação de va-
não superior ao menor valor entre 0,3 mm e 6% sos sob as prescrições deste parágrafo. no sentido de se
da espessura encomendada, podem ser utilizados evitar:
sob a mesma pressão de projeto que determinou
a espessura encomendada. Se a especificação (a) dificuldades de operação sob condições extremas de
temperatura;
pela qual as chapas foram encomendadas permi-
(b) contenção excessiva de componentes, como pode
tir uma tolerância maior para menos, a espessura ocorrer em pontos de concentração de tensões;
encomendada deve ser suficientemente maior do (c) mudanças metalúrgicas ocorridas em temperaturas
que a espessura de projeto, de tal forma que a elevadas.
espessura real do material fornecido não seja me- (Ver também Corrosão Galvânica na Parte UNF, Apên·
nor do que a espessura de projeto menos o menor dice NF).
valor entre 0,3 mm e 6% da espessura de projeto.
(d) Tolerância para menos nos tubos e tubos UG-19 FABRICAÇõES ESPECIAIS
de condução - Se os tubos ou tubos de condu-
ção forem encomendados de acordo com a sua (a) Unidades combinadas - Quando um vaso
N

espessura nominal de parede, a tolerância de fa- de pressão consistir em mais de uma câmara de
O

bricação para menos na espessura de parede, pressão independente, operando em condições


R

deve ser devidamente considerada, exceto para iguais ou diferentes de pressão e temperatura,
cada uma dessas câmaras de pressão (vaso) deve
M

os requisitos referentes à parede de bocais como


área de reforço para aberturas, em conformidade ser projetada e fabricada para suportar as condi-
A

com UG-40. Nestas condições, pode ser usada a ções mais severas de pressões e temperaturas
coincidentes, previstas para a operação normal.
PA

espessura comercial de parede imediatamente su-


perior. As tolerâncias de fabricação para menos Somente os componentes das câmaras de pres-
são indicadas nas diversas especificações de tu- são que se inscreverem dentro do escopo desta
R

bos e tubos de condução listadas nas Tabelas Divisão (ver U-1), necessitam ser fabricados de
A

aplicáveis da Subseção C. A espessura mínima acordo com as suas prescrições.


C

de parede determinada deve ser acrescida de um (b) Vasos com formas especiais - Quaisquer
O

valor suficiente para compensar a tolerância para vasos que não sejam cilíndricos ou esféricos, e
menos permitida, na fabricação, pelas especifica- também os vasos para os quais esta Divisão não
N

ções dos tubos ou tubos de condução. prevê critérios de projeto, podem ser projetados
H

sob as condições estabelecidas em U-2.


EC

NOTA 8 - NOMINAL PIPE SIZE (NPS) - É uma desig·


nação atribufda com o propósito de especificar convenien-
(c) Quando os critérios de projeto não forem
temente as dimensões dos tubos de condução.. Os valores disponíveis, não sendo possível calcular a resis-
IM

das dimensões nominais dos tubos de condução ainda não tência do vaso de pressão ou de seus compo-
foram convertidos, pelo ANSI, em unidades SI. As dimen- nentes, como uma garantia satisfatória de preci-
EN

sões internas e externas dos tubos de condução estão indi-


são, a pressão máxima de trabalho admissível
cadas no padrão ANSI 836.10.
(PMTA) do vaso acabado deve ser estabelecida
TO

de acordo com as prescrições do parágrafo UG-


UG-17 COMBINAÇÃO DE MÉTODOS DE -101.
FABRICAÇÃO
UG-20 TEMPERATURA DE PROJETO
Um vaso pode ser projetado e fabricado por
uma combinação dos métodos de fabricação da- (a) Exceto conforme requerido em UW-2(d) (3),
dos nesta Divisão, contanto que sejam observa- a temperatura utilizada no projeto não deve ser
das as regras aplicáveis aos respectivos métodos inferior à temperatura média do metal (conside-
de fabricação e que o vaso seja limitado às con- rada através da espessura) prevista para as con-
dições de serviço permitidas pelo método de fa- dições de operação referentes ao componente
bricação que apresentar os requisitos mais res- considerado [ver 3-1 (g)]. Quando necessário, a
tritivos (ver UG-116). temperatura do metal deve ser determinada por
cálculo, mediante a utilização de procedimentos
UG-18 COMBINAÇÃO DE MATERIAIS reconhecidos de transferência de calor, ou por
meaições efetuadas em equipamentos operando
Um vaso pode ser projetado e fabricado com sob condições equivalentes. A temperatura na
qualquer combinação de materiais permitidos na super'ície do meal, em nenhum caso, deve exce-
Subseção C, contanto que sejam observadas as der a temperatura máxima listada nas Tabelas de
regras aplicáveis e que sejam atendidos os requi- tensões para materiais. ou exceder as limitações

13.

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-20 - UG-23

de temperatura especificadas ao longo do texto (a) Pressão de projeto, interna ou externa (con-
desta Divisão da Seção VIII. forme definida em UG-21);
(b) Não são permitidas temperaturas de proje- (b) Peso do vaso e do seu conteúdo normal
to superiores à temperatura máxima listada para sob condições de operação ou de teste (essas
cada especificação de material e respectivo Grau, cargas devem incluir a pressão adicional devida
correspondente aos valores da tensão máxima ad- à altura da coluna de líquido);
missível em tração, dados nas Tabelas da Sub- (c) Reações estáticas impostas pelo peso de
seção C. equipamentos acoplados, tais como motores, ma-
(c) Os limites de temperaturas de projeto para quinaria, outros vasos, tubulações, revestimen-
os vasos sujeitos à pressão externa são as se- tos e isolamentos;
guintes : (d) Fixação de:

(1) não são permitidas temperáturas de projeto (1) internos (ver Apêndice D);
superiores às temperaturas máximas indicadas (2) suportes do vaso, tais como orelhas, anéis,
nos Gráficos de pressão externa. saias, selas e pernas (ver Apêndice G);
(2) não são permitidas temperaturas de projeto (e) Reações cíclicas e dinâmicas devidas às
superiores às temperaturas máximas descritas em variações de pressão e de temperatura, ou pro-
(b) acima. vocadas por equipamentos montados no vaso, e
N

(d) Quando for possível prever, de modo defi- cargas mecânicas;


O

nido, a ocorrência de temperaturas diferentes do (f) Vento, neve e reações sísmicas, onde for re-
R

metal para diversas zonas do vaso, durante a querido;


operação, o projeto dessas diferentes zonas pode (g) Reações ao impacto, tais como as devidas
M

ser baseado nas suas respectivas temperaturas aos choques causados pela movimentação de fluí-
A

de operação previstas. Quando for possível a ocor- dos;


rência de mudanças cíclicas repentinas de tem-
PA

(h) Gradientes de temperatura e expansão tér-


peratura, sob condições normais de operação, e mica diferencial.
somente com pequenas flutuações de pressão, o
R

projeto deve ser baseado na máxima temperatura UG-23 VALORES DA "TENSÃO MAXIMA
A

provável de metal em operação (ou na mínima, ADMISSíVEL (Nota 10)


C

para temperaturas abaixo de --{3QOC), e na pres-


são correspondente [ver 3-1 (b)].
O

(a) O valor da tensão máxima admissível é a


(e) O Apêndice C desta Divisão apresenta mé- tensão unitária máxima permitida em um dado
N

todos sugeridos para a determinação das tempe- material, usado em um vaso de pressão fabrica-
H

raturas de trabalho das paredes dos vasos postos do de acordo com as regras desta Divisão. Os
EC

em serviço. valores da tensão máxima admissivel em tração,


permitidas para os diversos materiais, estão lista-
IM

UG-21 PRESSÃO DE PROJETO (Nota 9) dos nas seguintes tabelas incluídas na Subse-
ção C:
EN

As condições mínimas de projeto para os vasos


abrangidos por esta Divisão da Seção VIII devem - Tabela UCS-23 Valores da tensão max1ma
TO

ser as condições mais severas de pressão e de admissivel em tração para aços-car-


temperatura coincidentes, que possam ser pre- bono e aços de baixa liga
vistas para operação normal. Para essas condi- - Tabela UNF-23 Valores da tensão máxima
ções, deve ser considerada a diferença máxima admissível em tração para metais
de pressão entre os lados interno e externo do não ferrosos
vaso, ou entre quaisquer duas câmaras de pres- - Tabela UHA-23 Valores da tensão máxima
são de uma unidade combinada ver UG-98 e 3-1 admissivel em tração para aços de
(b)o
alta liga
NOTA 9 - Recomenda-se que seja prevista uma mar- - Tabela UCI-23 Valores da tensão máxima
gem apropriada, acima da pressão sob a qual o vaso ope- admissível em tração para ferro fun-
rará normalmente, a fim de adequá-lo aos prováveis surtos dido
de pressão, até o nfvel de ajustagem dos dispositivos de
alivio de pressão (ver UG-134). - Tabela UCD-23 Valores da tensão máxima
admissível ·em tração para ferro fun-
UG-22 CARGAS dido dúctil
- Tabela UHT-23 Valores da tensão máxima
As cargas a serem consideradas no projeto do admissível em tração para aços fer-
vaso devem incluir as que são devidas aos se- riticos com propriedades melhoradas
guintes fatores: por tratamento térmico

14

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-23

- Tabela ULT-23 Valores da tensão max1ma máxima admissível de compressão para os valo-
admissível em tração para aços com res de t e R, usados na Etapa 1.
5%, 8% e 9% de níquel e ligas de
alumínio 5083-0, em temperaturas Etapa 4 - Para os valores de A situados à es-
criogênicas, para construções sol- querda da linha aplicável de material/temperatura,
dadas e não soldadas. o valor de B, em MPa, deve ser calculado, usan-
do-se a fórmula
(b) A tensão máxima admissível de compres- AE
são longitudinal a ser utilizada no projeto de cas- B=--
cos cilíndricos ou tubos, tanto sem costura como 2
soldados de topo, sujeitos a cargas que produ-
zam compressão longitudinal no casco ou tubo, Etapa 5 - Comparar o valor de B determinado
deve ser o menor dos dois seguintes valores: nas Etapas 3 ou 4 com a tensão de compressão
(1) o valor da tensão máxima admissível em longitudinal calculada no casco cilíndrico ou tubo,
usando-se os valores selecionados de t e R,. Se
tração, permitida em (a);
o valor de B for menor do que a tensão de com-
(2) o valor do fator B, determinado de acordo pressão calculada, deve ser selecionado um valor
com o seguinte procedimento.• onde maior de t, repetindo-se o procedimento de deter-
minação até que o valor de B obtido seja maior
N

t =espessura mínima requerida do casco ci-


do que a tensão de compressão calculada para
O

líndrico ou tubo, exclusive margens de


corrosão, mm as cargas no casco cilíndrico ou tubo.
R

A eficiência de junta para as juntas soldadas


M

R, = raio externo do casco cilíndrico ou tubo


na condição corroída, mm de topo deve ser tomada igual a 1,0.
A

E = módulo de elasticidade do material na (c) A espessura de parede de um vaso, calcu-


PA

temperatura de projeto, MPa (para esse lada de acordo com essas regras, deve ser de-
valor, ver os gráficos de materiais aplicá- terminada de tal forma que, para qualquer com-
binação de cargas listadas em UG-22, previstas
R

veis, incluídos no Apêndice 5; é permitida


para ocorrência simultânea durante a operação
A

a interpolação entre linhas para as tem-


peraturas intermediárias). normal do vaso (Nota 11) e que induzam tensões
C

primárias, a tensão induzida primária geral má-


O

A eficiência de junta para as juntas soldadas xima de membrana não deve exceder o valor da
de topo deve ser tomada igual a 1,0. tensão máxima admissível listada nas Tabelas da
N

O valor de B deve ser determinado da seguinte Subseção C. Exceto quando limitada por regras
H

forma: especiais, tais como as regras prescritas para


EC

ferro fundido em juntas flangeadas, as cargas aci-


Etapa 1 - Usando-se os valores selecionados ma referidas não devem induzir uma tensão com-
IM

de t e R, calcular o valor do fator A, de acordo binada primária máxima de membrana mais uma
com a fórmula tensão primária de flexão através da espessura,
EN

0,125 superior a 1,5 vezes (Nota 12) o valor da tensão


A= máxima admissível listada nas Tabelas· da Sub-
(R,f!) seção C. Reconhece-se que podem ocorrer ten-
TO

sões elevadas localizadas em descontinuidades


Etapa 2 -·Usando-se o valor de A calculado geométricas, em vasos projetados e fabricados
na Etapa 1, entrar no gráfico aplicável de mate- conforme estas regras. As regras referentes a de-
rial do Apêndice 5, para o material em considera- talhes de projeto foram elaboradas, dentro do
ção. Mover verticalmente até à interseção com a possível, para limitar tais tensões a níveis segu-
linha de material/temperatura correspondente à ros, consistentes com a experiência.
temperatura de projeto (ver UG-20). É permitida
Os valores das tensões máximas admissíveis,
a interpolação entre linhas, para as temperaturas
intermediárias. a serem empregados nos cálculos de espessuras,
devem ser obtidos das Tabelas, usando-se a tem-
Quando o valor de A situar-se à direita da ex- peratura prevista para o metal, sob as condições
tremidade da linha material/temperatura, adotar de carga consideradas. Os valores das tensões
a interseção com a projeção horizontal da extre- máximas podem ser interpolados para tempera-
midade superior da linha material/temperatura. turas intermediárias.
Para os valores de A situados à esquerda da linha
material/temperatura, ver a Etapa 4. (d) Para a combinação de cargas de terremoto
ou cargas de vento com outras cargas listadas
Etapa 3 - A partir da interseção obtida na em UG-22, a espessura de parede de um vaso,
Etapa 2, mover horizontalmente para a direita e calculada por estas regras, deve ser determinada
ler o valor do fator B. Esse é o valor da tensão de tal forma que a tensão primária geral de mem-

15

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-23 - UG-24

brana não exceda 1,2 vezes a tensão máxima as superfícies das peças fundidas por centrifuga-
admissivel permitida em (a), (b) ou (c) acima. ção devem ser usinadas após o tratamento tér-
Esta prescrição é aplicável às temperaturas de mico, a fim de que tenham um acabamento não
metal não superiores às temperaturas dadas na mais grosseiro do que 6,35 f'om (desvio médio arit-
Tabela UG-23.1, para os materiais utilizados. Esta mético); para esse caso deve ser aplicado um
prescrição é aplicável às tensões causadas por fator não superior a 85%.
pressão interna, pressão externa e carga de com- (2) Para os materiais não ferrosos e para o fer-
pressão axial em um cilindro. ro fundido dúctil, deve ser aplicado um fator não
As cargas de terremoto e de vento não neces- superior a 90% se, em adição aos requisitos mí-
sitam ser consideradas como agindo simultanea- nimos de UG-24(a) (1):
mente.
(a) cada fundido for submetido a um completo
NOTA 10 - Para as bases sobre as quais foram esta- exame de todas as superfícies, particularmente
beelcidos os valores tabulares de tensões, ver Apêndice P.
as que ficarem expostas por usinagem ou fura-
NOTA 11 -Ver 'Definições, em 3-1(d) e (h). ção, sem que sejam reveladas quaisquer imper-
feições inaceitáveis;
NOTA 12 - Para as temperaturas de metal superiores (b) no minimo três fundidos pilotos (Nota 13),
às temperaturas dadas na Tabela UG-23 ..1, quando altas representando o primeiro lote de cinco fundidos
tensões de membrana e de flexão ocorrerem simultanea-
N

mente na mesma seção, pode ocorrer alguma deformação produzidos a partir de um projeto novo ou alte-
rado, forem secionados ou radiografados em to-
O

plástica (inelástica) devida a uma fluência superior aos li-


mites estabelecidos no Apêndice P. das as suas seções criticas (ver Apêndice 7, Nota
R

1), sem que sejam reveladas quaisquer imperfei-


M

ções inaceitáveis;
TABELA UG-23.1
A

(c) um fundido adicional, retirado aleatoria-


mente de cada lote subseqüente de cinco fundi-
PA

TEMPERATURA MAXIMA DE METAL PARA A


QUAL ! APLICAVEL O FATOR 1,2
dos. for secionado ou radiografado em todas as
suas seções críticas, sem que sejam reveladas
R

quaisquer imperfeições inaceitáveis; e


A

Tabela na qual o ma- Temp., °C (d) todos os fundidos que não tenham sido ra-
C

terial está listado diografados forem examinados em todas as se-


O

ções críticas por métodos de partículas magnéti-


cas ou de líquidos penetrantes, de acordo com os
N

UCS-23 370 \
requisitos do Apêndice 7.
H

UNF-23.1 150
EC

UNF-23.2 65 (3) Para os materiais não ferrosos e para o fer-


UNF-23.3 480 ro fundido dúctil, pode ser usado um fator não
IM

UNF-23.4 315 superior a 90% para um fundido simples que te-


~ha sido radiografado em todas as seções críti-
EN

UNF-23.5 315
cas, e julgado isento de imperfeições inaceitáveis.
UHA-23 425
(4) Para os materiais não ferrosos e para o
TO

UHT-23 370
ferro fundido dúctil, pode ser usado um fator não
superior a 90% para os fundidos que tenham sido
usinados de tal forma que todas as seções críti-
cas fiquem expostas para exame, em toda a es-
UG-24 FUNDIDOS pessura de parede (como no caso de espelhos
perfurados com furos cujo espaçamento não seja
(a) Fatores de qualidade - Deve ser aplicado maior do que a espessura de parede do fundido).
aos valores da tensão admissível, indicados na O exame efetuado desta forma pode substituir o
Subseção C para materiais fundidos, um fator de teste destrutivo ou o exame radiográfico requeri-
qualidade de fundido, conforme especificado abai- dos em (2) (b ).
xo, exceto para os fundidos permitidos pela Parte
UCI. Os Métodos de Exames Não Destrutivos e (5) Para os aços-carbono, aços de baixa liga,
os Padrões de Aceitação são os estabelecidos n.:> ou aços de alta liga, podem ser aplicados maiores
Apêndice 7. fatores de qualidade se, em adição aos requisitos
mínimos de UG-24(a) (1) forem efetuados exames
(1) Deve ser aplicado um fator não superior a adicionais, conforme se segue:
80% às peças fundidas por processos estáticos,
que sejam examinadas de acordo com os requi- (a) para os fundidos produzidos por centrifu-
sitos mínimos das respectivas especifie;ações de gação, pode ser aplicado um fator não superior
material. Adicionalmente a esses requisitos, todas a 90%, se os fundidos forem examinados por mé-

16

( ) Confidencial -------
- - - - - -------------------· (X) ---
Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ------------
UG·24 - UG-26

todos de partículas magnéticas ou de líquidos UG-25 CORROSÃO


penetrantes, de acordo com os requisitos do Apên-
dice 7. (a) O usuário ou seu agente credenciado (ver
(b) para os fundidos produzidos por processos U-2) deve especificar as margens de corrosão,
estáticos ou por centrifugação, pode ser aplicado quando forem diferentes das requeridas por esta
um fator não superior a 100%, se os fundidos fo- Divisão. Quando as margens de corrosão não fo-
rem examinados de acordo com todos os requi- rem previstas, tal fato deve ser indicado no Rela-
sitos do Apêndice 7. tório de Dados.
(6) Os seguintes requisitos adicionais devem (b) Para os vasos ou componentes de vasos
ser aplicados quando os fundidos (incluindo os sujeitos a uma redução de espessura causada por
que são permitidos em UG-11), forem destinados corrosão, erosão ou abrasão mecânica, deve ser
para uso em vasos que contenham substâncias considerada a necessidade de preservação da vida
letais (UW-2): útil do vaso, seja mediante um acréscimo apro-
priado sobre a espessura do material determina-
(a) é proibido o emprego de peças de ferro fun- da pelas fórmulas de cálculo,ou pelo empreço de
dido (UCJ-2) e de ferro fundido dúctil (UCD-2). algum outro método adequado de proteção (ver
(b) cada fundido de material não ferroso permi- Apêndice E).
tido por esta Divisão deve ser radiografado em
NOTA - Quando forem utilizados materiais de alta liga
todas as seções críticas (ver Apêndice 7, Nota 1), e materiais não ferrosos, tanto para vasos com paredes ma-
N

sem que sejam reveladas quaisquer imperfeições ciças como para vasos cladeados ou revestidos, referir-se
O

inaceitáveis. O fator de qualidade para os fundi- aos parãgrafos UHA-6, U'CL-3 e UNF-4, conforme aplicãveis.
R

dos não ferrosos destinados a serviços letais não


deve exceder 90%. (c) O acréscimo de material para essa finali-
M

dade não precisa ter a mesma espessura em to-


(c) cada fundido de aço-carbono permitido por
A

das as partes do vaso, se forem previstas diferen-


esta Divisão deve ser examinado de acordo com
tes taxas de ataque para essas diversas partes.
PA

o Apêndice 7, para aplicações em condições se-


veras de serviço [7-3(b)]. O fator de qualidade (d) Exceto conforme requerido em UCS-25, não
há necessidade de se prever uma espessura adi-
R

para esses fundidos destinados a serviços letais


não deve exceder 100%. cional, nos casos em que a experiência anterior
A

em serviços similares tenha indicado a não ocor-


(b) Defeitos - As imperfeições definidas como
C

rência de corrosão, ou uma corrosão de natureza


inaceitáveis pela especificação de material ou
apenas superficial.
O

pelo Apêndice 7,7-3 (o que for mais restritivo),


(e) Furos indicadores - Podem ser utilizados
N

devem se rconsideradas como defeitos e devem


constituir base para a rejeição do fundido. Quan- furos indicadores para fornecer alguma indica-
H

do os defeitos que não afetam a resistência do ção positiva, quando a espessura ficar reduzida
EC

fundido forem reparados por soldagem, o reparo a um nível perigoso. Esses furos não devem ser
acabado deve ser submetido a um reexame e, aplicados em vasos que contenham substâncias
IM

quando requerido pelas regras desta Divisão ou letais [ver UW-2(a)]. Quando forem utilizados, es-
pelos requisitos da especificação dos fundidos, ses furos devem ter um diâmetro de 1,6 mm a 4,8
EN

o fundido reparado deve ser tratado termicamen- mm, e uma profundidade não inferior a 80% da
te após a soldagem e, para que seja obtido um espessura requerida para um casco sem costura,
TO

fator de qualidade igual a 90% ou 100%, o fun- de dimensões idênticas. Os furos devem ser pre-
dido reparado deve ser tratado para alívio de ten- vistos na superfície oposta àquela para a qual se
sões. prevê a deterioração [ver UCL-25(b)].
(c) Identificação e marcação - Os fundidos (f) Abertura para drenagem - Os vasos sujei-
para os quais é aplicável um fator de qualidade tos à corrosão devem ter uma abertura adequa-
igual a 90% ou 100% devem ser marcados com da para drenagem, situada no ponto mais baixo
a marcação do fabricante e com a identificação que possa ser praticável no vaso; alternativamen-
dos materiais e, adicionalmente, o fator de qua- te, pode ser usado um tubo sifão com sua extre-
lidade deve ser claramente estampado no fundido. midade interna situada não mais distante do que
6 mm, em relação ao ponto mais baixo do corpo
NOTA 13 - Fundido piloto - Qualquer um dos fundidos, do vaso.
usualmente um dos primeiros produzidos com um novo mo-
delo, vazado com o mesmo material e sob idêntico proce-
dimento de fundição (localização e dimensionamento dos
UG-26 REVESTIMENTOS
alimentadores, sistema de alimentação, vazamento e fundi-
ção), em relação aos fundidos, para os quais pretende-se Os revestimentos resistentes à corrosão ou re-
que seja representativo. Qualquer fundido piloto ou quais- sistentes à abrasão, fixados ou não à parede de
quer fundidos Pilotos tomados para representar um lote, bem um vaso, não devem ser considerados como con-
como os próprios fundidos desse lote devem ser vazados
de uma corrida de metal, da qual são vazados os fundidos
tribuindo para a resistência da parede, exceto
correspondentes à encomenda em atendimento. conforme permitido na Parte UCL (ver Apêndice F).

17

( -) -Confidencial
-------- - - - - - - · - (X)
- - Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
UG-27 - UG-28

UG-27 ESPESSURA DE CASCOS SUJEITOS A PR 2SEI


PRESSÃO INTERNA 1=---- ou P=--- (2)
2SE + 0,4P R-0,41

(a) A espessura dos cascos sujeitos à pressão (d) Cascos esféricos- Quando a espessura do
interna não deve ser menor do que a espessura casco de um vaso inteiramente esférico não exce-
calculada pelas fórmulas seguintes (Nota 14). der 0,356R, ou quando P não exceder 0,665SE,
Deve ser feita, adicionalmente, uma previsão para devem ser aplicadas as seguintes fórmulas:
quaisquer outras cargas listadas em UG-22, quan-
do tais cargas forem previstas (l(er UG-16). PR 2SEI
1=---- ou p =---- (3)
(b) Os símbolos definidos abaixo são os usa- 2SE-0,2P R+ 0,21
dos nas fórmulas deste parágrafo:
(e) Quando necessário, os vasos devem ser
t = espessur<y mínima requerida para o casco, previstos com reforços ou outros meios adicionais
exclusive a margem de corrosão (ver UG· de suporte, para evitar sobretensões ou distor-
-25), mm ções significativas sob a ação de cargas externas
listadas em UG-22, outras que a pressão e a tem-
P _ pressão de projeto, MPa (ver UG-21) (ou a
peratura.
pressão máxima de trabalho admissível, ver
UG-98) (f) Os cascos com camisa estaiada, estenden-
N

do-se inteiramente em torno de um vaso cilín-


O

R = raio interno do anel do casco em considera- drico ou esférico, também devem atender aos re-
ção, antes do acréscimo da margem de cor- quisitos de UG-47(c).
R

rosão, mm (Nota 15) (g) Qualquer redução na espessura de um anel


M

S = valor da tensão máxima admissível, MPa (ver de casco cilíndrico ou de um casco esférico, deve
A

a Tabela aplicável dos valores de tensões estar de acordo com UW-9.


PA

na Subseção C, e as limitações de tensões


NOTA 14 - As fórmulas em termos de ralos externos,
especificadas em UG-24 e UW-12 e para as espessuras e pressões além dos limites fixados
R

neste parágrafo, são dadas em 1~1 é 1-3.


E eficiência apropriada de junta em cascos ci-
A

líndricos, de qualquer junta em cascos es- NOTA 15 - Para os tubos de condução, o raio interno
féricos, ou a eficiência dos ligamentos entre R é determinado pelo ralo nominal externo menos a espes-
C

aberturas, devendo ser considerado o menor sura nominal de parede. A corrosão deve ser considerada
O

conforme descrita em R acima.


desses valores:
N

NOTA 16 - ·Essas fórmulas devem prevalecer somente


- para vasos soldados, usar a eficiência
H

quando a eflciênciia da junta circunferenclal for menor do


especificada pelas regras dadas em UW-
EC

que a metade da eficiência da junta longitudinal, ou quando


·12. estiver sendo investigado o efeito de cargas suplementares
(OG-22), causando flexão longitudinal ou tração, em con~
- para os ligamentos entre aberturas, usar
IM

junto com a pressão interna. Os subparágrafos L~2(a) e {b)


a eficiência calculada pelas regras dadas apresentam um exemplo Ilustrativo dessa investigação.
em UG-53.
EN

UG-28 ESPESSURA DE CASCOS E TUBOS


(c) Cascos cilíndricos - A espessura mínima
SUJEITOS A PRESSÃO EXTERNA
TO

ou a pressão máxima de trabalho admissível de


cascos cilíndricos deve ser a maior espessura ou (a) As regras para o projeto de cascos e tubos
a menor pressão, conforme determinadas em (1) sob pressão externa, dadas nesta Divisão, são li-
e (2) abaixo: mitadas a cascos cilíndricos (com ou sem anéis
de reforço), tubos e cascos esféricos. A Fig. UG-28
(1) Tensão circunferencial (junta longitudinal)
apresenta três formas típicas de cascos cilíndri-
- Quando a espessura não exceder a metade do
cos. Os gráficos usados para a determinação das
raio interno, ou quando P não exceder o valor
espessuras mínimas requeridas desses componen-
0,385SE, devem ser aplicadas as seguintes fór-
tes são dados no Apêndice 5.
mulas:
PR SEI (b) Os símbolos definidos abaixo são os usa-
I=--'----- ou p =---- (1) dos nos procedimentos descritos neste parágrafo:
SE-0,6P R+ 0,61
A =fator determinado na Fig. 5-UG0-28. O do
(2) Tensão longitudinal (junta circunferencial) Apêndice 5, e usado para a entrada no grá-
(Nota 16) - Quando a espessura não exceder a fico ·aplicável de material do Apêndice 5.
metade do raio interno, ou quando P não exceder Para o caso de cilindros com valores da
o valor 1,25SE, devem ser aplicadas as seguintes r.elação D,/t menores do que 1O, ver UG-28
fórmulas: (c) (2).

18

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública- - - - - - - - - - - - - - - - -


·---·------·
UG-28

~rh==~==~~==~~==~~~r4:h/3
h • ,-;.~o úmf>- ,.. ,. .• ..j
,-~
11.- ~ L --:;J:; - L -i~
I

-+------+-
Do
j
N
O

FIG. UG-28 Representação diagramática das vanaveis envolvidas no


R

projeto de vasos cilíndricos sujeitos à pressão externa


M
A
PA

B =fator determinado no gráfico aplicável de anel de reforço e a linha de tangência


material do Apêhdice 5, para a temperatura do tampo conformado, acrescida de 1/3
R

máxima de projeto do metal, em MPa [ver da profundidade do tampo conformado


A

UG-20(c)]. (excluindo-se os tampos e seções côni-


C

cos); essas distâncias devem ser medi-


D, = diâmetro externo do anel do casco cilíndrico
das paralelamente ao eixo do vaso;
O

ou do tubo, mm
N

(5) a distância entre o primeiro anel de re-


E = módulo de elasticidade do material na tem- forço no cilindro e a junção cone-cilin-
H

peratura de projeto, em MPa (para esse v·a- dro; ·


EC

lor, ver os gráficos aplicáveis de materiais


no Apêndice 5. É permitida a interpolação (6) o comprimento equivalente dos tampos
e seções cônicos, conforme prescrito
IM

entre linhas, para as temperaturas interme-


diárias). em UG-33(b) e (f). Ver o parágrafo 1-8
EN

para o projeto do cone.


L =comprimento total, mm, de um tubo entre
espelhos, ou comprimento de projeto de uma P =pressão externa de projeto, em MPa [ver
TO

seção do vaso, tomado como o maior entre Nota em UG-28(1)]


os seguintes valores:
P, = valor calculado da pressão externa de traba-
(1) a distância entre as linhas de tangência lho admissível, em função do valor atribuldo
dos tampos, acrescida de 1/3 da profun~ para t, em MPa [ver Nota em UG-28(f)].
didade (altura) de cada tampo contar"
mado, se não forem aplicados anéis de R, = raio externo do casco esférico na condição
reforço (excluindo-tampos e seções cô- corrolda, mm
nicos);
I = espessura mm1ma requerida do casco cilln-
(2) a distância entre as junções cone-cilin~ drico ou tubo, ou do casco esférico, exclusi-
dro, para os vasos com um cone ou com va a margem de corrosão, mm
tampos cônicos, se não forem aplicados
anéis de reforço; (c) Cascos cilíndricos e tubos - A espessura
(3) a maior distância centro a centro, entre minima requerida de um casco cillndrico ou de
dois .anéis de reforço adjacentes; um tubo, sob pressão externa, sem costura ou
com juntas longitudinais de topo, deve ser deter-
(4) a distância entre o centro do primeiro minada de acordo com o seguinte procedimento:

19

(- )-Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno


--·--·-------------· - - - - - - - (- -) -Pública
-- ---·--···-·-------
UG-28

(1) Cilindros com valor da relação 0,/t igual ou (2) Cilindros com valor da relação D.lt menor
maior do que 10: do que 10:

Etapa 1 - Atribuir um valor para t e determinar Etapa 1 - Usando-se o mesmo procedimento


as relações LID. e D.f!. descrito em UG-2B(c) (1), obter o valor de B. Para
os valores de D.lt menores do que 4, o valor do
Etapa 2 - Entrar na Fig. 5-UG0-28.0 do Apên- fator A pode ser calculado pela fórmula
dice 5 com o valor LID. determinado na Etapa 1.
Para os valores de LID. maiores do que 50, en- 1'1
trar no gráfico com o valor LID. = 50. Para va- A=----
lores de LID. menores do que 0,05, entrar no grá- (D/!)2
fico com o valor de LID. = 0,05.
Etapa 3 - Mover horizontalmente até à linha Para valores de A maiores do que 0,1 O, usar o
correspondente ao valor de D.ft determinado na valor de A= 0,10.
Etapa 1. É permitida a interpolação para os va- Etapa 2 - Usando-se o valor de B obtido na
lores intermediários de D.lt. Deste ponto de inter- Etapa 1, calcular um valor P., pela fórmula
seção, mover verticalmente para baixo, a fim de
se determinar o valor do fator A. r 2,167
J
Etapa 4 - Com o valor de A determinado na P., = L (D,ft)
- 0,0833 B
N

Etapa 3, entrar no gráfico apicável de material


do Apêndice 5, para o material sob considera-
O

ção. Mover verticalmente até à interseção com a Etapa 3 - Calcular um valor P.2 através da
R

linha de material/temperatura, para a tempera- fórmula


M

tura de projeto (ver UG-20). É permitida a interpo-


A

lação, entre linhas, para temperaturas interme- pa2 = -2S- [ l-


diárias. D/t
PA

Quando os valores de A caírem à direita da ex-


tremidade da linha material/temperatura, assumir onde S é o menor entre os dois seguintes valo-
R

uma interseção com a projeção horizontal da ex- res: duas vezes o valor da tensão máxima admis-
A

tremidade superior da linha material/temperatura. sível na temperatura de projeto do metal indicada


Para os valores de A que cairem à esquerda da na Tabela aplicável da Subseção 5, ou 0,9 vezes
C

linha material/temperatura, ver a Etapa 7. a resistência ao escoamento do material na tem-


O

Etapa 5 - Da interseção obtida na Etapa 4, mo- peratura de projeto. Os valores da resistência ao


N

ver horizontalmente para a direita, a fim de deter- escoamento são obtidos dos gráficos aplicáveis
H

minar o valor do fator B. de pressão externa, da seguinte forma:


EC

Etapa 6 - Usando-se o valor de B, calcular o (a) Para uma dada curva de temperatura, de-
valor da pressão externa máxima admissivel, P., terminar o valor de B que corresponda ao lado
IM

através da fórmula direito do ponto terminal da curva;


EN

(b) A resistência ao escoamento é o dobro do


48
pa = ---- valor de B obtido em (a) acima.
TO

3 (D,ft) Etapa 4 - O menor dos valores entre P., (cal-


cultado na Etapa 2) e Pa2 (calculado na Etapa 3)
deve ser usado para a pressão externa má-
Etapa 7 - Para os valores de A que caírem à xima admissível P•. Comparar P. com P. Se
esquerda da linha aaplicável material/tempera-
P. for menor do que P, escolher um valor maior
tura, o valor de P. pode ser calculado pela fórmula para t, e repetir o procedimento descrito até que
seja obtido um valor de Pa igual ou maior do que P.
2AE (d) Cascos esféricos - A espessura mínima re-
pa = - - - - querida para um casco esférico sob pressão ex-
3 (D/l)
terna, sem costura ou de construção soldada com
juntas de topo, deve ser determinada de acordo
Etapa 8 - Comparar o valor calculado de P. com o seguinte procedimento:
nas Etapas 6 ou 7 com P. Se P. for menor do que Etapa 1 - Atribuir um valor para t e calcular o
P, escolher um valor maior para t, e repetir o pro- valor do fator A pela fórmula
cedimento de cálculo até que seja obtido um va-
lor de P. igual ou superior a P. O Subparágrafo 0,125
L-3(a) apresenta um exemplo ilustrativo do em- A=----
prego desse procedimento. (R,ft)

20

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-28 - UG-29

Etapa 2 - Usando-se o valor de A calcul.ado (g) Quando existir uma junta sobreposta longi-
na Etapa 1, entrar no gráfico aplicável de mate~ tudinal em um casco cilíndrico ou qualquer junta
rial do Apêndice 5, para o material em considera- sobreposta em um casco esférico, ambos sob
ção. Mover verticalmente até à interseção com a pressão externa, a espessura do casco deve ser
linha material/temperatura, para a temperatura de determinada conforme as regras deste parágrafo,
projeto (ver UG-20). É permitida a interpolação, usando-se 2P ao invés de P, nos cálculos para a
entre linhas, para temperaturas intermediárias. determinação da espessura requerida.
Quando os valores de A caírem à direita da ex- (h) As juntas circunferenciais em cascos cilín-
tremidade da linha material/temperatura, assumir dricos podem ser de qualquer dos tipos permiti-
uma interseção com a projeção horizontal da ex- dos pelo Código e devem ser projetadas para as
tremidade superior da linha material/temperatura. cargas impostas.
Para os valores de A que caírem à esquerda da
linha material/temperatura, ver a Etapa 5. (i) As partes das câmaras de pressão de vasos
sujeitos a uma pressão de colapso, que possuam
Etapa 3 - A partir da interseção obtida na um formato diferente de um cilindro ou de um
Etapa 2, mover horizontalmente para a direita e tampo conformado circular, e tàmbém as camisas
ler o valor do fator B. de vasos cilíndricos que se estendem somente
sobre uma parte da circunferência, devem ser to-
Etapa 4 - Usando-se o valor de B obtido na talmente estafadas, de acordo com os requisitos
Etapa 3, calcular o valor da pressão externa má-
N

de UG-47 a UG-50, ou devem ser submetidas a


xima admissível P•• pela fórmula um teste de prova, conforme UG-101 (p).
O

(j) Quando necessário, os vasos devem ser pre-


R

'8
pa = - - - - vistos com reforços ou outros meios adicionais de
M

(R/I) suporte, a fim de serem evitadas sobretensões ou


A

disrtorções significativas sob a ação de cargas


Etapa 5 - Para os valores de A que caírem à externas listadas em UG-22, outras que a pressão
PA

esquerda da linha aplicável material/temperatura, e a temperatura.


o valor de P. pode ser calculado usando-se a se-
R

guinte fórmula
UG-29 ANÉIS DE REFORÇO PARA CASCOS CI-
A

0,0625E LíNDRICOS SUJEITOS À PRESSÃO EX-


C

TERNA
(R/1)2
O

(a) Exceto conforme assinalado em (f), o mo-


N

Etapa 6 - Comparar o valor de P. obtido nas mento de inércia requerido para um anel de re-
H

Etapas 4 ou 5 com P. Se P. for menor do que P, forço circunferencial não deve ser inferior ao de-
EC

selecionar um valor maior para t, e repetir o pro- terminado por uma das duas fórmulas seguintes:
cedimento descrito acima, até que seja obtido um
valor de P. igual ou maior do que P. O subpará- + A,fL,) A]
IM

1, [ 0 0 2 L, (t /14
grafo L-3(b) apresenta um exemplo ilustrativo do
uso desse procedimento. + AJL) A]
EN

1,' [ 0 0 2 L, (t /10,9
(e) A pressão de projeto ou a pressão máxima
de trabalho admissível (PMTA) não deve ser infe- onde:
TO

rior à diferença máxima prevista na pressão de


I, =momento de inércia requerido da seção
operação, que possa ocorrer entre os lados exter-
transversal do anel de reforço, em relação
no e interno do vaso, em qualquer ocasião.
ao seu eixo neutro paralelo ao eixo do cas-
(f) Os vasos destinados para serviços sob pres- co, mm 4
sões externas iguais ou inferiores a 103 kPa, e
que devam ser estampados com o símbolo do 1,' = momento de inércia requerido da seção
Código, indicando a conformidade com as regras transversal combinada anel-casco, em rela-
para pressão externa, devem ser projetados para ção ao seu eixo neutro paralelo ao eixo do
uma pressão externa máxima admissível de 103 casco, mm 4
kPa ou 25% maior do que a pressão externa má-
xima possível, a que for menor. = momento de inércia disponfvel da seção
transversal do anel de reforço, em relação
NOTA - Um vaso projetado e fabricado de acordo com ao seu eixo neutro paralelo ao eixo do cas-
os requisitos do Código para serviços sob pressão externa, co, rnm 4
e cuja pressão externa de projeto seja igual ou inferior a
103 kPa não precisa ser projetado de acordo com as regras I' =momento de inércia disponfvel da seção
do Cócti'go para as condições de pressão externa., Todavia, transversal combinada anel-casco, em rela-
a estampagem com o símbolo do Código não pode indicar
ção ao seu eixo neutro paralelo ao eixo do
nenhum valor de pressão externa, a menos que sejam aten-
didos os requisitos do Código para pressão externa. casco, mm 4

21

----·--··-( ) Confidencial
---·----- (X)
--Restrita
- ( ) Uso interno ( ) Pública
---------

UG-29

A largura do casco, considerada como con- Etapa 1 - Presumindo que o casco tenha sido
tribuindo para o momento de inércia da se- projetado, sendo, portanto, conhecidos os valores
ção combinada, não deve ser maior do que de D, L, e t, escolher um elemento estrutural para
o valor 1,10y\D,t ; metade dessa largura ser usado como anel de reforço, determinando-se
deve estar situada em cada lado do cen- a área A, da sua seção transversal. Em seguida,
tróide do anel. calcular o fator B pela fórmula
As mesmas partes das chapas do casco não
devem ser consideradas como áreas de con- 3 ( PD, )
8---
tribuição para mais do que um anel de re- 4 t + AJL!l
forço.
Etapa 2 - Entrar com o valor de B determina-
NOTA DE ADVERT~NCIA - Os anéis de reforço podem do na Etapa 1 no lado direito do gráfico aplicá-
estar sujeitos a uma flambagem lateral. ,Esta possibilidade vel de material do Apêndice 5, para o material em
deve ser considerada, em aditamento aos requisitos para
I, e 1,' [ver UG-2(g)l.
consideração. Se forem utilizados materiais dife-
rentes para o casco e o anel de reforço, usar o
Se for necessário colocar os anéis de reforço gráfico de material que resultar no maior valor de
de tal forma que as seções efetivas máximas per- A, a ser determinado de acordo com a Etapa 4,
missíveis do casco se sobreponham sobre um ou abaixo.
N

sobre ambos os lados de um reforço, a seção efe- Etapa 3 - Mover horizontalmente para a es-
tiva do casco para esse reforço deve ser encur- querda, até à linha material/temperatura, para a
O

tada de um valor correspondente a 50% de cada temperatura de projeto do metal. Para os valores
R

sobreposição. de B que cairem- abaixo da extremidade esquerda


M

da linha material/temperatura, ver a Etapa 5.


A,= área da seção transversal do anel de refor-
A

Etapa 4 - Mover verticalmente para a parte in-


ço, mm2
ferior do gráfico e ler o valor de A.
PA

A =fator determinado no gráfico aplicável do


Etapa 5 - Para os valores de B que caírem
Apêndice 5, para o material usado no anel
abaixo da extremidade esquerda da linha mate-
R

de reforço, correspondente ao fator B abai-


rial/temperatura, para a temperatura de projeto,
A

xo, e para a temperatura de projeto referen-


o valor de A pode ser calculado, usando-se a fór-
te ao casco em consideração.
C

mula:
B =fator determinado no gráfico aplicável do
O

28
Apêndice 5, para o material usado no anel A=--
N

de reforço, em MPa [ver UG-20(c)]. E


H

L, = metade da distância entre a linha do centro Etapa 6a - Nos casos onde somente o anel de
EC

do anel de reforço e a linha de suporte se- reforço for considerado, calcular o momento de
guinte em um dos lados, acrescida da me- inércia requerido, usando-se a fórmula para 1,
IM

tade da distância entre a linha de centro e a dada acima.


linha de suporte seguinte no outro lado do
EN

anel de reforço, ambas as medidas tomadas Etapa 6b - Nos casos onde for considerada a
paralelamente ao eixo do cilindro, mm seção combinada anel-casco, calcular o momento
de inércia, requerido, usando-se a fórmula para
TO

Considera-se como uma linha de suporte:


1,', dada acima.
(1) um anel de reforço que atenda aos re- Etapa 7a - Nos casos onde somente for consi-
quisitos deste parágrafo; derado o anel de reforço, calcular o momento de
(2) a ligação circunferencial à camisa de inércia disponível, I, definido acima.
uma seção encamisada de um casco ci- Etapa 7b - Nos casos onde for considerada a
líndrico; seção combinida anel-casco, calcular o momento
(3) a linha circunferencial em um tampo, to- de inércia disponível, I', definido acima.
mada a 1/3 da profundidade do tampo, NOTA - Quando o anel de reforço não for fixado ao
medida a partir da linha de tangência do cas·co, ou quando o anel de reforço for fixado ao casco,
tampo, conforme indicado na Fig. UG-28; com o projetista optando pela consideração exclusiva do
a:nel de reforço, devem ser consideradas as Etapas 6a e
(4) uma junção cone-cilindro. 7a~ Quando o anel de reforço for fixado ao casco, conside~
rando-se o momento de inércia da seção combinada anel-
P, D, E e t têm as mesmas definições dadas em casco, devem ser· consideradas as Etapas 6b e 7b.
UG-28(b).
Etapa 8 - Se o momento de inércia requerido
A adequabilidade do momento de inércia para for maior do que o momento de inércia dispo-
um anel de reforço deve ser determinada de acor- nível para a seção escolhida, para os casos onde
do com o seguinte procedimento: o anel de reforço não for fixado ao casco, ou

22

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FIG. UG-29.1

A&rQ;rc (neM d'tn· txcecler 8 v~­


z~s ~ U}usuMot ~ ob l'.9$Co)

Est~ se~ o'~~ ter o mo~»to de ÚJ~r.


ct'ii N?~r(do farri c Mn~l,excefo .se foHm
Akr'tur.t - ' \atemkÓ()s os re7uisitos úe UG~2?(c}
\~ --- -c:/=--:o:.--,..
/\ 9-~-- 1- - -1$
\

/~~t-~
fl_f
ik + /;;r +
N
O
R
M
A

Esta ser;.ào déY'e ter o munro mo-


PA

mento de inef.ci~ r~~r·itfo j:>i1rii. o a.net


O comprimento de ~q.:;fruer abertura em um c.uco nJb su_Portado
n.§o o'eve exceder o comfirinNnfo of .arco ino'iG:;tt'o n«. Ng. f/G-29.2
R
A
C

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O
N
H
EC
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EN

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TO

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Es't:z .u~ão ~ve ter o mesmo momGnto
O ~f>'Tte
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de lnàcia. rerVeriáo ~r.- o IM~t.

FIG. UG-29.1 Diversos arranjos de ane1s de reforço para vasos cilín-


dricos sujeitos à pressão externa

23

( ) Confidencial (X) Restrita ----------


( ) Uso interno
- - - - ... ( ) Pública
-~~-·~·--~-----

Fig .. UG-29.2

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A
C
O

FIG. UG-29.2 Arco máximo de casco não suportado devido a aberturas


N

nos anéis de reforço aplicados em cascos de vasos cilín-


H

dricos sujeitos à pressão externa


EC
IM

quando a seção combinada anel-casco não for ao casco, conforme a Fig. UG-29.1(C), devem ser
considerada, proceder da seguinte forma: deve feitas de forma que seja mantido o momento de
EN

ser escolhida uma nova seção de anel, com um inércia requerido para a seção combinada anel-
momento de inércia maior, devendo o anel ser casco.
TO

fixado ao casco, ou considerar a seção combinada (c) Os anéis de reforço colocados no interior
nos casos onde o anel for fixado ao casco. Se o de um vaso podem ser arranjados de acordo com
momento de inércia requerido for maior do que o as indicações (E) e (F) da Fig. UG"29.1, contanto
momento .rle inércia disponivel, para os casos que o momento de inércia requerido do anel, em
onde for considerada a seção combinada anel- (E), ou da seção combinada, em (F), seja mantido
casco, deve ser selecionada uma nova seção com dentro das seções indicadas. Quando a abertura
um momento de inércia maior. Se o momento de em (A) ou (E) não exceder oito vezes a espes-
inércia requerido for menor do que o momento de sura da chapa do casco, pode ser usado o mo-
inércia da seção escolhida na Etapa 1, esta seção mento de inércia da seção combinada anel-casco.
deve ser considerada satisfatória.
O subparãgrafo L-5 apresenta um exemplo ilus- Qualquer abertura no trecho do anel de reforço
trativo do uso desse procedimento. que suporta o casco, tal como as indicadas na
Fig. UG-29.1(0) e (E), não deve exceder o com-
(b) Os anéis de reforço devem estender-se ao primento de arco prescrito na Fig. UG-29.2, exceto
longo de toda a circunferência do cilindro. Quais- se for providenciado um reforço adcional, confor-
quer juntas entre as extremidades ou seções des- me mostrado na Fig. UG-29.1 (C), ou exceto:
ses anéis, conforme as Figs. UG-29.1 (A) e (8), e
qualquer ligação entre partes adjacentes de um (1) quando o comprimento do arco não supor-
anel de reforço, situado externa ou internamente tado não exceder 90°;

24

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


Ffg. UG-30 - UG-30
(2) quando os arcos não suportados do casco pelo menos, sobre 1/3 da circunferência, conforme Indicado
em anéis de reforço adjacentes estejam defasa- no detalhe (KJ da Flg. UG-29.1.
dos de 180° entre si; e Também deve ser dada uma atenção especial ao perigo
de cargas altamente concentradas que podem ser Impostas,
(3) quando a dimensão L, definida em UG-28(b), quando um vaso for suportado por outro vaso, ou quando o
for tomada como a maior entre as seguintes: a casco do vaso deva suportar ou manter suspensos grandes
distância entre anéis de reforço alternados, ou a pesos (ver Apêndice G).
distância entre a linha de tangência do tampo e (f) Quando barras de fechamento ou outros
o segundo anel de reforço, acrescida de 1/3 da anés forem fixados ao casco interno e à camisa
profundidade do tampo. externa de um vaso, com a pressão sendo apli-
(d) Quando em um vaso forem utilizadas estru- cada no espaço entre a camisa e o casco interno
turas internas planas, perpendiculares ao eixo esse tipo de construção deve ter um reforço ine~
longitudinal do cilindro (tais como bandejas vai~ rente adequado e, em conseqüência, as regras
vuladas ou com borbulhadores, ou chicanas), elas deste parágrafo não são aplicáveis.
também podem ser consideradas como anéis de
reforço, desde que sejam projetadas para desem- UG-30 FIXAÇÃO DE ANÉIS DE REFORÇO NO
penhar tal função. CASCO

(e) Quaisquer estais ou suportes internos, uti- (a) Os anéis de reforço, quando usados, devem
N

lizados como reforços do casco, devem ser posi- ser colocados na parte interna ou na parte ex-
O

cionados contra o casco do vaso, por intermédio terna de um vaso, e devem ser fixados no casco
por soldagem, brasagem ou aparafusamento. A
R

de anéis substancialmente contínuos.


brasagem pode ser usada se o vaso não for pos-
M

NOTA - Deve ser dada uma atenção especial à ques- teriormente tratado para alfvio de tensões. O anel
A

tão referente ao uso de braçadeiras ou pernas como su- de reforço deve ficar em c,ontato com o casco.
portes de vasos; o arranjo dessas braçadeiras ou 'pernas
PA

pode causar cargas concentradas ImpostaS ao casco. Os (b) Os anéis de reforço podem ser fixados no
vasos verticais devem ser suportados por meio de anéis casco tanto por soldagem contínua, como por sol-
flnnemente fixado no casco (ver G-3). Os vasos horizontais,
R

exceto quando suportados nas extremidades ou perto delas


dagem intermitente. O comprimento total da sol-
A

(tampos) ou nos próprios anéis de reforço, devem ser su- dagem intermitente, em cada lado do anal de re-
portados por melo de estruturas adequadas, estendendo-se, forço, deve ser:
C
O
N

-e-- _L
H

7 X t., 4spaçamenfo
EC

-6--- máxtmo
IM

J
EN

I
TO

o á 11.io in/<- IJt.


I.
l'ior a -t
Ver l/G-.30

: ~--...

le>/\,'',,,Jt
Li_gações soldãdas

FJG. UG-30 Alguns métodos aceitáveis para a fixação de ane1s de re-


·forço em cascos de vasos cilíndricos sujeitos à pressão
externa

25
- - ---· ··-· ( ) Confidencial
·-- (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
----------·---
UG-31 - UG-32

(1) não menor do que a metade da circunferên- deste parágrafo (Nota 18) (ver UG-16). Adicional-
cia externa do casco, para os anéis aplicados ex- mente, deve ser feita a previsão para qualquer
ternamente; e das outras cargas listadas em UG-22.
(2) não inferior a 1/3 da circunferência do cas- (b) A espessura de um tampo elíptico ou tories-
co para os anéis aplicados internamente. férico não estaiado não deve ser inferior, em ne-
A Fig. UG-30 ilustra alguns arranjos e espaça- nhum caso, à espessura requerida para um tampo
mentos aceitáveis para as soldas intermitentes. hemisférico sem costura, dividida pela eficiência
Essas soldas, quando efetuadas em lados opos- da junta tampo-casco.
tos do anel de reforço, podem ser alinhadas ou (c) Os símbolos definidos abaixo são os usa-
alternadas, conforme detalhes da Fig. UG-30. dos nas fórmulas incluídas neste parágrafo:
(c) Todas as soldas de fixação de anéis de re- t = espessura mínima requerida do tampo após
forço devem atender aos requisitos desta Divisão, a conformação, exclusiva a margem de cor-
para o tipo do vaso em construção. rosão, mm
P = pressão de projeto, MP a (ver UG-21) (ou a
UG-31 TUBOS E TUBOS DE CONDUÇÃO QUAN· pressão máxima de trabalho admissível para
DO UTILIZADOS COMO TUBOS OU CAS· vasos existentes; ver UG-98)
COS DE VASOS DE PRESSÃO
N

D =diâmetro interno da parte cilíndrica (saia) do


O

tampo; ou o comprimento interno do eixo


(a) Pressão interna - A espessura de parede
maior de um tampo elíptico; ou o diâmetro
R

requerida para os tubos e tubos de condução, sob


interno de um tampo cônico no ponto consi-
M

pressão interna, deve ser determinada conforme derado, medido perpendicularmente ao eixo
as regras para cascos, dadas em UG-27. Nas fór-
A

longitudinal, mm (esses valores devem ser


mulas de UG-27 devem ser usados os valores
considerados exclusiva a margem de cor-
PA

aplicáveis de tensões para tubos e tubos de con-


rosão)
dução soldados, ao invés do fator SE. Nenhum
D, = diâmetro interno da parte cônica de um tam-
R

aumento nesses valores de tensões deve ser con-


siderado em função dos resultados de um exame po toricônico, no seu ponto de tangência
A

radiográfico. com a curva de concordância, medido per-


C

pendicularmente ao eixo do cone, mm


(b) Pressão externa - A espessura requerida
O

para os tubos e tubos de condução, sob pressão D, = D - 2r(1 - cos a)


N

externa, deve ser determinada de acordo com as


regras dadas em UG-28.
H

r = raio interno da concordância, mm


EC

(c) A espessura determinada conforme (a) ou S =valor da tensão máxima admissível, confor-
(b) deve ser aumentada, quando for necessário, me especificada pela Subseção C, MPa, ex-
para atender aos seguintes requisitos:
IM

ceto conforme limitada em UG-24, UG-32(e)


e UW-12
(1) Deve ser aplicada uma espessura de pare-
EN

de adicional, quando for prevista a ocorrência de E = a menor eficiência de qualquer junta do tam·
corrosão, erosão ou desgaste provocado por ope- po; para os tampos hemisféricos, deve ser in-
TO

raçôes de limpeza. cluída a junta tampo-casco; para os vasos


(2) Quando as extremidades dos tubos são ros- soldados, deve ser usada a eficiência espe-
cadas, deve ser prevista uma espessura de pa- cificada em UW-12
rede adicional, igual a 0,8p, em mm (onde p é
L = raio interno da calota esférica, mm
igual ao passo da rosca, em mm).
a = metade do ângulo do vértice do cone, na li·
NOTA - Os requisitos para mandrilagem, expansão ou nha de centro do tampo (ver Fig. 1-4), em
outras formas de fixação dos tubos nos espelhos, podem
exigir uma espessura de parede adicional, bem ocmo uma graus.
escolha cuidadosa de materiais, devido à possível relaxação
provocada pelas tensões derivadas da expansão diferencial. (d) Tampos elípticos - A espessura requerida
de um tampo abaulado de formato elíptico, no
UG-32 TAMPOS CONFORMADOS, PRESSÃO qual a metade do eixo menor (profundidade in·
NO LADO CôNCAVO terna do tampo menos o comprimento da parte
cilíndrica do tampo) é igual a 1/4 do diâmetro
(a) A espessura requerida no ponto de menor interno da parte cilíndrica (saia) do tampo, deve
espessura, após a conformação (Nota 17) de tam- ser determinada por:
pos elípticos, toriesféricos, hemisféricos, cônicos
PD 28Et
e toricônicos, sujeitos à pressão no lado côncavo, 1=----- ou P=---- (1)
deve ser calculada pelas fórmulas apropriadas 2SE- 0,2P D + 0,2!

26.

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-32

(e) Tampos toriesféricos - A espessura reque- grafo, devem ser estaiados como se fossem su-
rida de um tampo toriesférico, no qual o raio de perfícies planas, de acordo com as prescnçoes
concordância é igual a 6% do raio interno da ca- de UG-47 para chapas planas nervuradas e es-
lota esférica, e o raio interno da calota esférica taiadas.
iguala o diâmetro externo da saia do tampo [ver (j) O raio interno da calota esférica, em um tam-
(j)], deve ser determinada por: po não estaiado, não deve ser maior do que o
diâmetro externo da saia do tampo. O raio interno
. 0,885'PL SEI
da concordância de um tampo toriesférico não
1=----- ou P=----- (2)
SE- 0,1P 0,885L + 0,1! deve ser menor do que 6% do diâmetro externo
da saia do tampo, porém, em nenhum caso, deve
Os tampos toriesféricos feitos de materiais com ser menor do que 3 vezes a espessura do tampo.
resistência à tração mínima especificada superior (k) Podem ser usados tampos abaulados com
a 551 MPa, devem ser projetados usando-se o va- saia reversa, contanto que a pressão máxima de
lor de S igual a 138 MPa, à temperatura ambiente, trabalho admissível (PMTA), para o tampo, seja
reduzindo-se esse valor proporcionalmente à re- estabelecida de acordo com os requisitos de UG-
dução nos valores das tensões máximas admis- -101.
síveis, em função das temperaturas para o mate-
rial, conforme indicadas nas tabelas apropriadas (I) Todos os tampos conformados, mais espes-
da Subseção C. sos do que o casco e com o lado côncavo sob
N

pressão, previstos para serem ligados aos cascos


(f) Tampos hemisféricos - Quando a espes- por soldagem de topo, devem ter uma saia cujo
O

sura de um tampo hemisférico não exceder 0,356L, comprimento seja suficiente para atender aos re-
R

ou o valor de P não exceder 0,665SE, devem ser quisitos da Fig. UW-13.1, onde é requerida uma
M

aplicadas as seguintes fórmulas: transição cônica. Quando o espessura do tampo


A

PL 2SEt for igual ou menor do que a espessura do casco,


1=----- ou P=---- (3) não é necessária uma saia integral. A espessura
PA

2SE- 0,2P L + 0,21 mínima da saia deve ser a que for requerida para
um casco cilíndrico de mesmo diâmetro.
(g) Tampos cõnicqs (sem curva de transição)
R

- A espessura requerida de tampos cônicos ou (m) Os tampos com o lado côncavo sob pres-
A

de seções cônicas de cascos, com o semi-ângulo são, previstos para serem ligados aos cascos por
C

do véritce, a, não superior a 30°, deve ser deter- brasagem, devem ter uma saia com comprimento
minada pelas fórmulas suficiente para atender aos requisitos da Parte UB,
O

referentes às juntas circunferenciais.


N

PD 2SEtcosa
1 = - - - - - ou p = - - - - - (4) (n) Qualquer conicidade em uma junta soldada,
H

2 cosa (SE-0,6P) D + 1,2tcosa situada em um tampo conformado, deve estar de


EC

acordo com UW-9. A conicidade em juntas cir-


Quando for requerido pelas regras de 1-5(d) e
cunferenciais soldadas, ligando tampos confor-
(e), deve ser previsto um anel de compressão.
IM

mados a cascos principais, deve atender aos re-


(h) Tampos toricõnicos - A espessura reque- quisitos de UW13, para o tipo respectivo de junta.
EN

rida da parte cônica de um tampo toricônico, com


(o) Se um tampo toriesférico, elíptico ou hemis-
o raio da concordância não inferior a 6% do diâ-
férico, tiver uma superfície plana ou um trecho
TO

metro externo da saia do tampo, nem inferior a


plano, o diâmetro desse trecho não deve exceder
3 vezes a espessura da concordância, deve ser
o diâmetro permitido para tampos planos, con-
determinada pelas fórmulas (4), dadas em (g) aci-
forme calculado pela fórmula dada em UG-24,
ma, usando-se 0 1 em lugar de D.
usando-se C = 0,25.
A espessura requerida da concordância deve
ser determinada pelas fórmulas (3) do item 1-4(d), (p) As aberturas em tampos conformados, sob
nas quais pressão interna, devem atender aos requisitos de
D, UG-36 a UG-46.
L=--- (q) Uma camisa estaiada que envolva comple-
2cosa.
tamente um tampo conformado interno, ou qual-
Os tampos to ri cônicos podem ser usados, opcio- quer dos tipos incluídos neste parágrafo, também
nalmente, quando o ângulo a for menor ou igual deve atender aos requisitos de UG-47(c).
a 30°, e são obrigatórios para os projetos de tam-
NOTA 17 - ?ara assegurar que um tampo acabado não
pos cônicos quando o ângulo a exceder 30o, ex- apresente qualquer espessura menor do que a mfnima re~
ceto quando o projeto estiver de acordo com querida, é usual empregar~se chapas mais grossas, para
1-5(e). compensar uma possível redução de espessura, durante o
(i) Os tampos elípticos, toriesféricos, hemisfé- processo de conformação. O pescoço de uma abertura com
flange integral, em um tampo conformado, terã a sua es~
ricos, cônicos ou toricônicos, com espessura me- pessura reduzida durante a operação de rebordeamento.
nor do que a requerida pelas regras deste pará- Essa redução de espessura é permitida, contanto que a es~

l_____ .- - ·- - -·- - - - - --------·-


27

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


--· - - - - - - - -
UG-32 - UG-33

pessura final do pescoço não seja inferior à espessura re- L =comprimento axial do cone ou seção côni-
querida para um casco cilfndrico sujeito à pressão interna ca (ver Fig. UG-33.1) (Nota 19), mm
e! ou à pressão externa, conforme for aplicâvel, com diâme-
tro igual ao diâmetro mãxlmo da abertura [ver UG-3~(a} e D, = diâmetro externo da extremidade menor da
UG-46(j)]. seção cônica em consideração, mm
NOTA 18 - 0- parágrafo 1-4 fornece as fórmulas em DL = diâmetro externo da extremidade maior da
função de dimensões externas e para tampos de outras pro- seção cônica em consideração, mm
porções, juntamente com exemplos ilustrativos.
h, = metade do comprimento do eixo externo
menor do tampo eliptico, ou a altura exter-
UG-33 TAMPOS CONFORMADOS, PRESSÃO na do tampo eliptico, medida a partir da li-
NO LADO CONVEXO nha de tangência (linha de dobramento do
tampo), mm
(a) A espessura requerida no ponto de menor K, =fator que depende da relação D,/2h, do
espessura, após a conformação ·de tampos elip• tampo eliptico (ver Tabela UG-33.1)
ticos ou toriesféricos, sujeitos à pressão no lado
R, = para tampos hemisféricos, o raio externo
convexo, deve ser a maior entre as seguintes:
na condição corroida, mm
(1) Espessura conforme calculada pelo proce- R, = para tampos elipticos, o raio externo de
dimento prescrito em UG-32 para os tampos com uma esfera equivalente, tomado como K,D,
o lado côncavo sob pressão, usando-se uma pres- na condição corroida, mm
N

são de projeto 1,67 vezes a pressão de projeto do R, = para tampos toriesféricos, o raio externo da
O

lado convexo, e assumindo-se uma eficiência de parte correspondente à calota esférica do


R

junta E = 1,0, em todos os casos; ou tampo, na condição corroida, mm


M

(2) Espessura conforme calculada pelo proce- t = espessura minima requerida do tampo após
A

dimento apropriado, dado em (d) ou (e). a conformação, exclusive a margem de cor-


rosão, mm
PA

Na verificação do projeto existente de um tam-


po eliptico ou toriesférico, para determinar a sua a = metade do ângulo do vértice dos tampos e
PMTA, essa pressão deve ser determinada inver- seções cônicos, em graus.
R

tendo-se os procedimentos descritos em (1) e (2),


A

NOTA 19 - A junção cone-cilindro deve ser designada


adotando-se o menor dos valores obtidos. · como linha de suporte, usando-se as regras de 1-8.
C

A espessura requerida de tampos hemisféricos,


O

com o la do convexo sujeito à pressão, deve ser


TABELA UG-33.1
N

determinada de acordo com as regras dadas em


(c) abaixo.
H

VALORES DO FATOR K, PARA O CÁLCULO DO


A espessura requerida em tampos e seções cô-
EC

RAIO DE UMA ESFERA EQUIVALENTE AO TAM·


nicos, com o lado convexo sob pressão, deve ser
PO ELíPTICO SUEITO À PRESSÃO NO LADO
determinada de acordo com as regras dadas em
IM

CONVEXO
(f).
Adicionalmente, deve ser feita uma previsão
EN

t permtida a interpolação para valores intermediários


para qualquer outra carga externa listada em UG-
·22.A Fig. 1-4 indica as dimensões principais de
TO

D/2h0 3,0 2,8 2,6 2,4 2,2


tampos típicos [ver UG-32(a), Nota 17].
K, 1,36 1,27 1,18 1,08 0,99
(b) A nomenclatura definida abaixo é a usada D/2h 0 2,0 1,8 1,6 1,4 1,2 1,0
nas fórmulas deste parágrafo. Os simbolos A, B, K, 0,90 0181 0,73 0,65 0,57 0,50
E e P têm as mesmas definições dadas em UG-28
(b).
(c) Tampos hemi&féricos- A espessura reque-
D, = diâmetro externo da saia do tampo, mm rida de um tampo hemisférico sujeito à pressão
D, = relação entre o eixo maior e o eixo menor no lado convexo, deve ser determinada da mesma
do tampo eliptico, que é igual ao diâmetro forma descrita em UG-28(d) para a determinação
2h, externo da saia do tampo dividido pelo do- da espessura para um casco esférico. Em L-6(c)
bro da altura externa do tampo (ver Tabela é apresentado um exemplo ilustrativo desse pro-
UG-33.1) cedimento.
t. = espessura efetiva da seção cônica, mm (d) Tampos elipticos - A espessura requerida
(t. =!cosa) de um tampo eliptico sujeito à pressão no lado
convexo, tanto sem costura como de construção
L. = comprimento equivalente da seção cônica, soldada com juntas de topo, não deve ser infe-
mm rior à espessura que for determinada pelo seguin-
L. = (L/2) (1 + D,/DL) te procedimento:

2.8.

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública ·~------ ······~--~·-·----


FIG. UG-33.1

-~ Parte de vm cone
I
I tL
I
I +

(a) (b)
N
O
R
M
A
PA
R
A
C
O
N
H
EC

(c) Cdl lei


IM
EN
TO

FIG. UG-33.1 Comprimento L de algumas seções cônicas típicas

29

------- ( ) Confidencial (X) Restrita ----------


-------~----- ---------------- ( ) Uso interno- -( -)-Pública
-----~-- ---------
UG-33

Etapa 1 - Adotar um valor para t e calcula,r o Etapa 5 - A partir da interseção obtida· na Eta-
valor do fator A, usando-se a fórmula pa 4, mover horizontalmente para a direita e ler
o valor do fator B.
0,125
A= Etapa 6 - Usando esse valor de B, calcular o
valor da pressão máxima de trabalho admissivel
Pao aplicando-se a seguinte fórmula
Etapa 2 - Usando-se o valor de A obtido na
Etapa 1, seguir o mesmo procedimento descrito 48
para cascos esféricos, em UG-28(d), Etapas 2 a Pa=----
6. Em L-6(a) é apresentado um exemplo ilustrati-
vo do uso desse procedimento.
Etapa 7 - Quando o valor de A cair à esquer-
"(e) Tampos toriesféricos - A espessura reque- da da linha material/temperatura aplicável, o va-
rida de um tampo toriesférico sujeito à pressão lor de Pa pode ser calculado, usando-se a fórmula
no lado convexo, tanto sem costura como de.
construção soldada com juntas de topo, não deve 2AE
ser inferior à espessura determinada pelo. proce- pa = -----
dimento para tampos elfpticos, dado em (d), usan- 3 (D, ltJ
do-se o valor apropriado de R•. Em L-6(b) é apre-
Etapa 8 - Comparar o valor de Pa obtido nas
N

sentado um exemplo ilustrativo da aplicação des-


se procedimento. Etapas• 6 ou 7, com P. Se Pa for menor do que P,
O

escolher um valor maior para t, e repetir o pro-


(f) Tampos e seções cônicos - A espessura
R

cedimento descrito acima, até que seja obtido um


requerida de um tampo ou seção cônica, sujeito
M

valor de Pa igual ou maior do que P. Em L-6(d)


à pressão no lado convexo, tanto sem costura
é dado um exemplo ilustrativo do uso des.se pro-
A

como de construção soldada com juntas de topo,


deve ser determinada de acordo com os seguin- cedimento.
PA

tes subparágrafos: Etapa 9 - Prever um reforço adequado para a


junção cone-cilindro, de acordo com 1-8.
R

(1) Quando a for igual ou menor do que 60o: (b) Cones com valores da relação DL/t, < 10:
A

(a) Cones com valores da relação DLI, ;;. 1O: Etapa 1 - Usando-se o mesmo procedimento
C

dado no item UG-33(f) (1) (a). obter o valor do fa-


O

Etapa 1 - Adotar um valor para t, e determinar tor B. Para os valores da relação DL/!, inferiores
N

os valores das relações L./DL e DL/I,. a 4, o valor do fator A pode ser calculado de
H

. Etilpa 2 - Entrar na Fig. 5-UG0-28. O do Apên- acordo com a fórmula


EC

dice 5, com um valor de LID. equivalente ao va-


lor de L,/DL determinado na Etapa 1. Para os va- 1.1
A=----
lores de L,/DL maiores do que 50, entrar no grá-
IM

fico com o valor de L,/ DL = 50.


EN

Etapa 3 - Mover horizontalmente para a linha .Para valores de A maiores do que 0,10, deve-se
do valor de D./t equivalente ao valor de DL/I, usar A= 0,10.
TO

determinado na Etapa 1. É permitida a interpola-


Etapa 2 - Usando o valor de B obtido na Etapa
ção para os valores intermediários da relação
1, calcular o valor Palo pela fórmula
DL/I,. Deste ponto de interseção, mover vertical-
mente para baixo, a fim de determinar o valor do 2,167
fator A. Pa,= - -
[ (D, /t,)
Etapa 4 - Usando o valor de A obido na Etapa
3, entrar no gráfico aplicável de material do Apên-
dice 5, para o material em consideração. Mover Etapa 3 - Calcular o valor de P" usando a
verticalmente até uma interseção com a linha ma- fórmula

]
terial/temperatura, para a temperatura de projeto 2$ 1
(ver UG-20). É permitida a interpolação, entre li- pa2 = [ 1-
DL /te DL /te
nhas, para as temperaturas intermediárias.
onde:
Quando o valor de A cair à direita da extremi-
dade da linha material/temperatura, assumir uma S =o menor entre os dois valores seguintes:
interseção com a projeção horizontal da extremi-
dade superior da linha material/temperatura. Para duas vezes o valor da tensão máxima ad-
os valores de A que caírem à esquerda da linha missivel na temperatura de projeto do me-
material/temperatura, ver a Etapa 7. tal, tomado da Tabela aplicável da Subse-

30

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


--- -------- - .
UG-33 - UG-34
ção C, ou 0,9 vezes a resistência ao escoa- são exter.(la, a espessura deve ser determinada
mento do material na temperatura de pro- pelas regras deste parágrafo, exceto que o valor
jeto, em MPa 2P deve ser usado, ao invés de P, nos cálculos
para a determinação da espessura requerida.
Os valores da resistência ao escoamento s'ão
(i) O comprimento requerido da saia dos tam-
obitdos a partir dos gráficos aplicáveis de pressão
pos com pressão no lado convexo, deve atender
externa, da seguinte forma: às prescrições de UG-32(1) e (m), para os tampos
(a) para uma dada curva de temperatura, deter- com pressão no lado côncavo.
minar o valor B que corresponde ao lado direito (j) As aberturas nos tampós sujeitos à pressão
do ponto terminal da curva; no lado convexo devem atender aos requisitos de
(b) a resistência ao escoamento é o dobro do UG-36 a UG-46.
valor B obtido em (a) acima.
UG-34 TAMPOS PLANOS NAO ESTAlADOS
Etapa 4 -. Para a pressão externa máxima ad- E TAMPAS
missivel, P•• deve ser usado o menor dos valores
calculados de P., (Etapa 2) e Pao (Etapa 3). Com- (a) A espessura minima de tampos planos não
parar P. cbm P. Se P. for menor do que P, esco- estalados, tampas e flanges cegos, deve estar de
lher um valor maior para t, e repetir o procedi- acrdo com os requisitos dados neste parágrafo.
N

mento descrüo acima até que seja obtido um va- Esses requisitos aplicam-se aos tampos circula-
lor de P. igual ou maior do que P. res e não circulares (Nota 20) e às tampas. Al-
O

guns tipos aceitáveis de tampos planos e tampas


R

Etapa 5 - Prever um reforço adequado na jun- são mostrados na Fig. UG-34. Nessa figura, as
M

ção cone-cilindro, de acordo com 1-8.


dimensões das partes componentes e as dimen-
A

(2) Quando o ângulo a do cone for maior do sões das soldas não incluem o excesso de metal
que 60°, a espessura do cone deve ser a mesma requerido para a margem de corrosão.
PA

espessura requerida para um tampo plano sob (b) Os simbolos usados neste parágrafo e na
pressão externa, cujo diâmetro seja igual ao maior Fig. UG-34 têm as seguintes definições:
R

diâmetro do cone (ver UG-34).


C = fator adimensional que depende do método
A

(3) A espessura de um cone excêntrico deve


de fixação do tampo, das dimensões do cas-
ser considerada como a maior das duas espessu-
C

co e de outros itens, conforme relacionados


ras obtidas, efetuando-se os cálculos com ambos
O

em (d) abaixo. Os fatores para as tampas


os ângulos a do cone, isto é, o menor e o maior.
soldadas incluem também um fator de 0,667,
N

(g) A espessura requerida de um tampo toricô- que eleva a tensão admissivel, para tais
H

nico sujeito à pressão no lado convexo, tanto sem construções, a um valor igual a 1 ,5S
EC

costura como de construção soldada com juntàs D = maior vão de tampos e tampas não circula-
de topo, não deve ser inferior à espessura deter- res, medido perpendicularmente ao merior
IM

minada em UG-33(1), com a exceção de que L, vão, mm


deve ser determinado de acordo com os seguin-
d = diâmetro, ou vão menor, medido conforme
EN

tes critérios:
indicado na Fig. UG-34, mm
E = eficiência de junta, da Tabela UW-12, de
TO

(1) Para o croqui (c) na Fig. UG-33.1:


qualquer solda Categoria A, conforme defi-
Le = r1 sln6 1 + -- (
L o, + O,) nida em UW-3(a) (1)
2 o,. ha= braço de momento da gaxeta igual à dis-
tância radial entre a linha de centro dos pa-
(2) Para o croqui (d) na Fig. UG-33.1: rafusos e a linha de reação da gaxet1!, con-
forme indicado na Tabela 2-5.2,mm

L,= r2
O,
--
o,
sln6 2
L
+ --
2
(o, +OLO,) L perímetro do tampo não circular aparafusa-
do, medido ao longo dos centros dos furos
de parafusos, mm
(3) Para o croqui (e) na Fig. UG-33.1: - comprimento da saia dos tampos flangeados,
medido a partir da linha de tangência da

Le = r1 sin 6 1 + r2
Des
-- sin 62 + -- (.o, '+
L o.) concordância, conforme indicado na Fig.
UG-34(a) e (c), mm
DL B 2. o,, m = relação t,/t, adimensional
(h) Quando forem usadas juntas sobrepostas na P pressão de projeto [ver 3-1(b)], MPa
fabricação de tampos conformados, ou para as r = raio interno do canto de um tampo confor-
juntas longitudinais de tampos cônicos· sob pres- mado por flangeamento ou .forjamento, mm

31

- - - · · - -(· -)· ·Confidencial


· · · - - - - - - - - - -(X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
--------------
UG-34

S = valor da tensão admissível, MPa, tirado das de borda Fig. UG-340) e (k), quando então a es-
Tabelas aplicáveis de valores de tensão, na pessura deve ser calculada pela fórmula
Subseção C
t espessura mínima requerida do tampo plano t = d y' CP/SE + 1,9WhG/SEd3 (2)
ou tampa ,exclusiva a margem de corrosão,
Quando for usada a fórmula (2), a espessura t
mm
deve ser calculada para as condições de opera-
t, = distância mínima entre a extremidade bise- ção e para as condições de assentamento da jun-
fada do vaso, antes da soldagem, e a face ex- ta, devendo ser adotado o maior dos dois valores
terna do tampo, conforme indicada na Fig. obtidos. Para as condições de operação, o valor
UG-34(h) e (i), mm de P deve ser o da pressão de projeto, devendo
t, = espessura real do flange de um tampo forja- ser usados os valores de S na temperatura de
do, considerada na extremidade maior, ex- projeto, e os valores de W da fórmula (3) do sub-
clusiva a margem de corrosão, conforme in- parágrafo 2-5(e) do Apêndice 2. Para as condições
dicada na Fig. UG-34(b), mm de assentamento da junta, P é igual a zero, de-
vendo ser usados os valores de S na temperatura
t, = espessura real do tampo plano ou tampa, ambiente, e os valores de W da fórmula (4) do
exclusiva a margem de corrosão, mm subparágrafo 2-5(e) do Apêndice 2.
t" = distância mínima entre a superffcie externa
N

do tampo plano e a borda preparada para (3) Os tampos planos não estaiados, tampas e
O

solda, medida conforme indicado na Fig. flanges cegos podem ser quadrados, retangula-
res, elípticos, oblongos, segmentares, ou de ou-
R

UW-13.2, mm
tras formas não circulares. Para esses casos, a
M

t, = espessura requerida do casco sem costura, espessura deve ser calculada pela fórmula
A

para a pressão aplicada, mm


PA

t, = espessura real do casco, exclusíve a mar- t d y' ZCP/SE (3)


gem de corrosão, mm
onde
R

tw = espessura da solda de ligação da borda de 2,4d


A

um tampo à parte interna de um vaso, con- z= 3,4 - (4)


forme indicada na Fig. UG-34(g), mm D
C

t, tamanho da garganta da solda de fechamen-


O

to, conforme indicado na Fig. UG-34(r), mm limitando-se o valor máximo de Z, que não pre-
N

cisa ser maior do que 2,5.


W = carga total nos parafusos, N, dada para tam-
H

pos circulares pelas fórmulas {3) e (4) do A fórmula (3) não é aplicável aos tampos, tam-
EC

Apêndice 2,2-5(e) pas e flanges cegos não circulares. fixados por


parafusos, causando um momento de borda [Fig.
Z = fator de tampos e tampas não circulares, que UG-34(j) e (k)].
IM

depende da relação entre o vão maior, con- Para os tampos não circulares desse tipo, a
forme dado em (c) abaixo, adimensional.
EN

espessura requerida deve ser calculada pela fór-


mula
(c) A espessura de tampos planos não estaia-
TO

dos, tampas e flanges cegos, deve atender a um


t = d y Z:CP/SE + 6WhG/SELd2 (5)
dos seguintes três requisitos (Nota 21):
Quando for usada a fórmula (5), a espessura t
(1) Os flanges cegos circulares de materiais deve ser calculada da mesma forma especificada
ferrosos, conforme o padrão ANSI B16.5 e o sub- acima para a fórmula (2).
parágrafo UG-11 (a) (2), são aceitáveis para os diâ-
metros e as classes pressão-temperatura das Ta- (d) Para os tipos de construção mostrados na
belas 2 do padrão ANSI B16.5, quando forem dos Fig. UG-34, os valores mínimos de C, a serem
tipos indicados na Fig. UH-34{j) e (k). usados nas fórmulas (1), (2), (3) e (5), são os se-
guintes:
(2) A espessura mínima requerida de tampos Croqui (a): C= 0,17 para os tampos circulares
circulares não estaiados, tampas e flanges cegos, flangeados e para os tampos não circulares forja-
deve ser calculada pela fórmula dos, de construção integral com o casco ou sol-
dados de topo ao casco, com um raio interno de
t = dy'CP/SE (1) canto não inferior a 3 vezes a espessura reque-
rida do tampo, para qualquer comprimento de
flange, e onde a soldagem atenda a todos os re-
exceto quando o tampo, a tampa ou o flange cego quisitos para juntas circunferenciais, dados na
for fixado por parafusos, causando um momento Parte UW.

32

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


- - - - - - - - - - - - - - - ~ ~-~---------- -----~--------- . -------- - ~-~----
---------

FIG. UG-34

f-- C..nfro "'" "'*'< t,


:... t L
: t
,. mln. a 9.6' 1111'1
pllrfl. t~ é&!Jmm;
r 111tn. = ~.rst:s
pan t:, >Mmm,
f>cnm ,., ,,_<lu c • 0,30
C•0,17~ c & 0,17 C• 0 133m
.ser maior ob pe 10 MJrJ
C• 0,10 C mCn. • 0,20 C"'0,20ou0,1.3
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t...,.:2tr mln.;nio~M1,.,n,~ 1,2Sts ~~ fr~d.~


t ~~ná>=...-<>'<>rt .
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' . 1/4t fs_l ;rota-. 4-cpci'om~l


mín.
T 1/l#(opcü,,..t
'
-~os·1'»8X:
N
O

C e O, 13 CrD?uis (e). (f),{g)·7i1mft8s circvl~ra.C=t?~ m,Cmln. ::o~zo


R

(d) l";m,IJVSIIÍ() cin::u/ilrr!S ,C= o_39


(e)
M

(f)
A

Y~r• 1ig.UW•/3.2(ajo~ (9).


PA

e"nt!lusiv~Jrtlra oç o'et.lhe&
t/aju,fa soldad.z -
R

o,~M~
I"'
A
C

t, '
~
O

d
N

c ... 0,33 C:~:0,33m c= o,3 c•o,.~3


H

(h) Cmín. • 0,.20 (U.e Eq. 2 0<15) <u~ Eq. 2 .,. Sl


EC

(;) . lj) (k)


IM

I!lth«.-
EN
TO

c .. 0,30 c.::.o,so
(m) (o)

~ C= 0,75
C= 0,33
t,mút.:f«<~~
o ~~ foT ,.,·"r
c .. 0,25 NOTA -~alfth~ II6.ZNs r0·
, t:l$ /ti!T.il t:u6as:11er 7:1~/.l US-43 (r)
(p) (q)

FIG. UG-34 Alguns tipos aceitáveis de tampos planos não estaiados


e laJ!Ipas
As ilustrações supra são apenas -diagramáticas~ Também são aceitáveis
outros .projetos que atendam aos . requisitos do parágrafo UG-34.

33

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


--- --~----
----------------------~-----

UG-34

C= 0,10 para os tampos circulares, de acordo da junta roscada contra rupturas por cisalhamen-
com o projeto acima, quando o comprimento do to, tração ou compressão, resultantes da força
flange não for inferior a atuante na extremidade e devida à pressão, deve
ser baseado em um fator de segurança igual a 4,
2 no mlnimo, e na resistência das partes roscadas,
I = (1,1 - 0,8 -t-,- ) y'dt,;' (6) que deve ser igual ou maior do que a resistência
t.2 das partes roscadas de tubos de condução de
mesmo diâmetro. Pode ser aplicada uma solda-
C = O, 1O para os tampos circulares, quando o gem de vedação, se for desejada.
comprimento do flange (i) for menor do que o
requerido na fórmula (6), porém com a espes- Croqui (d): C= 0,13 para tampos planos circu-
sura do casco não inferior a lares integrais com o casco, desde que: a dimen-
são d não exceda 600 mm; a relação entre a es-
t, = 1,12t~ov'1,1- 1/VCIÇ (7) pessura do tampo e a dimensão d seja igual ou
maior do que 0,05, porém não superior a 0,25; a
para um comprimento mínimo de 2 y'"(lt,;. espessura do tampo, t1, seja igual ou maior do
que a espessura do casco t,; o raio interno de
Quando for usado C= 0,10, a conicidade míni- canto seja igual ou maior do que 0,25t; e a cons-
ma deve ser 1 :3. trução seja efetuada por meio de técnicas espe-
N

Croqui (b-1): C= 0,17 para os tampos circula- ciais de recalcamento e repuxamento da extremi-
dade do casco, tais como as que são aplicadas
O

res forjados e tampos não circulares forjados, de


construção integral com o casco ou soldados de em extremidades fechadas de cabeçotes.
R

topo ao casco, quando a espessura do flange não


M

,Croquis (e), (f) e (g): C = 033 m porém não in-


for inferior a duas vezes a espessura do casco,
ferior a 0,20, para tampos circulares soldados à
A

e o raio interno do canto não for menor do que


parte interna dos cascos, atendendo aos requisi-
três vezes a espessura do flange, e onde a solda-
PA

tos prescritos para os respectivos tipos de vasos


gem atenda a todos os requisitos para juntas cir-
soldados. Se for usado um valor de m menor do
cunferenciais, dados na Parte UW.
R

que 1,O para o cálculo t, a espessura do casco


A

Croqui (b-2): C= 0,33 m, porêm não inferior a t, deve ser mantida ao longo de uma distância
0,20, para os tampos circulares forjados e tampos mínima igual a 2 v'd'C medida a partir da face
C

não circulares forjados, de construção integral interna do tampo. A espessura mínima de gargan-
O

com o casco ou soldados de topo ao casco, quan- ta das soldas em ângulo, nos croquis (e) e (f)
N

do a espessura do flange l]ão for inferior à es- deve ser 0,7t,. A espessura de solda, tw, no cro-
qui (g), não deve ser menor do que ·duas vezes a
H

pessura do casco, e o raio interno do canto não


for inferior aos seguintes valores: espessura requerida de um casco sem costura, ou
EC

menor do que 1,25 vezes a espessura nominal do


rmln = 10 mm para t,"" 38 mm casco, porém não precisa ser maior do que a es-
IM

pessura do tampo; a solda deve ser depositada


rmln = 0,25t, para t, > 38 mm, porém em um chanfro para soldagem, com a raiz da
EN

rmln não precisa ser maior do que solda na face interna do tampo, conforme o refe-
19 mm rido croqui.
TO

C= 0,33 para tampos não circulares, soldados


A soldagem deve atender a todos os requisitos
à parte interna dos cascos, e atendendo aos re-
para juntas circunferenciais, dados na Parte UW.
quisitos prescritos para os respectivos tipos de
Croqui (c): C= 0,13 para os tampos circulares vasos soldados. A espesura mínima da garganta
soldados ou brasados ao casc"o, por meio de jun- das soldas em ângulo, nos croquis (e) e (f), deve
tas sobrepostas, com o raio interno de canto não ser 0,7t,. A espessura de solda, tw. no croqui (g),
inferior a 3t, I não inferior ao requerido pela fór- não deve ser menor do que duas vezes a espes-
mula (6), e com a soldagem devendo atender aos sura nominal do casco, porém não precisa ser
requisitos do parágrafo UW-13. maior do que a espessura do tampo; a solda deve
C = 0,20 para os tampos circulares e não circu- ser depositada em um chanfro para soldagem,
lares soldados ou brasados ao casco, por meio de com a raiz da solda na face interna do tampo,
juntas sobrepostas, com o raio interno de canto conforme indicado no referido croqui.
não inferior a 3t, para qualquer comprimento I. A Croqui (h): C= 0,33 para chapas circulares sol-
soldagem deve atender aos requisitos do parágra- dadas à extremidade do casco, quando t, for igual
fo UW-13. a 1,25t, no mínimo, e quando os detalhes de sol-
C= 0,30 para os tampos circulares flangeados da atenderem aos requisitos do subparágrafo UW-
rosqueados sobre a extremidade do vaso, com o ·13(e) e da Fig. UW-13.2(a) a (g), inclusive. Ver
raio interno do canto não inferior a 3!. O projeto também UG-93(d) (3).

34

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública -- - - - - - - ----------- -


UG-34 - UG-35

Croqui (i): C= 0,33 m porém não menor do que empregada uma rosca comca, própria de tubos
0,20, para chapas circulares, se for empregada de condução, devem ser também atendidos os re-
uma solda interna em ângulo com uma espes- quisitos da Tabela UG-43. Pode ser aplicada uma
sura mínima de garganta igual a 0,7t, e se os de- soldagem de selagem, se for desejada.
talhes da solda externa atenderem aos requisitos
do subparágrafo UW-13(e} e da Fig. UW-13.2(a} a Croqui (r): C = 0,33 para chapas circulares ten-
(g}, inclusive, dos quais a solda interna pode ser do uma dimensão d não maior do que 460 mm,
considerada para contribuir com uma espessura inseridas em um vaso conforme indicado nesse
igual a t,, para a soma das dimensões a e b. Ver croqui, e atendendo a todos os requisitos para os
também UG-93(d} (3}. tipos respectivos de vasos soldados. A extremi-
dade do vaso deve ser dobrada conforme indica-
Croquis (j) e (k): C = 0,3 para tampos circula- do no croqui, com um ângulo mínimo de 30°, po-
res e não circulares e tampas aparafusadas ao rém não maior do que 45°. O dobramento pode
casco, conforme indicado. Para esses casos, deve ser efetuado a frio, desde que essa operaçã·o não
ser ausada a fórmula (2} ou a fórmula (5}, devido cause danos ao metal. A garganta da solda não
ao momento extra aplicado à tampa pelo aparafu- deve ser menor do que a espessura do tampo pla-
samento. no ou casco, a que for maior.
Quando a chapa da tampa for ranhurada para
a aplicação de uma junta periférica, conforme in- Croqui (s): C20,33 para chapas circulares bise-
N

dicada no croqui (k} ,a espessura efetiva da cha- ladas, tendo um diâmetro d não maior do que
460 mm, inseridas em um vaso conforme indica-
O

pa da tampa, sob a ranhura ou entre a ranhura


e a borda externa da chapa da tampa, não deve do no croqui (s}; a extremidade do vaso deve ser
R

ser menor do que dobrada conforme indicado, com um ângulo mí-


M

nimo de 30o, porém não maior do que 45°, e o


A

d V 1,9Wha/ Sd 3 rebaixo feito no casco para o assentamento da


chapa circular não deve exceder 20% da espes-
PA

para tampos e tampas circulares, nem menor do sura do casco. A altura do bisei efetuado não
que deve ser inferior a 75% da espessura da chapa
R

d V 6Wha/SLd2 circular. O dobramento deve ser feito quando


A

toda a circunferência do cilindro estiver unifor-


para tampos e tampas circulares. memente aquecida, à temperatura apropriada de
C

forjamento, para o material utilizado. Para este


O

Croquis (m), (n) e (o): C + 0,3 para uma chapa tipo de construção, a relação t,/ d não deve ser
N

circular inserida numa das exeremidadas de um menor do que a relação P/S, nem inferior a 0,05.
vaso e mantida nessa posição por um dispositivo A pressão máxima admissível para este tipo de
H

de travamento mecânico, e quando for aplicado construção não deve exceder o valor P = 58/ d.
EC

um fator de segurança igual a 4, no mínimo, para Para este tipo de construção não é permitida a
assegurar uma resistência adequada contra rup- usinagem a partir de uma chapa laminada. ·
IM

turas (causadas por cisalhamento, tração, com-


pressão, ou deformação radial, incluindo o alar- NOTA 20 - Deve ser dada uma consideração especial
EN

gamento cõnico da extremidade, resultantes da ao projeto de cascos, pescoços de bocais ou flanges, nos
pressão exercida ou da dilatação térmica dife- quais são fixados tampos ou tampas não circulares.
TO

rencial}. Pode ser aplicada uma soldagem de se-


NOTA 21 - Essas fórmulas proporcionam uma construM
lagem, se for desejada. ção segura, sob o aspecto referente às tensões. Entretanto,
podem ser necessãrias espessuras maiores, se a ocorrência
Croqui (p): C= 0,25 para tampas circulares e de deflexão causar vazamentos nas juntas roscadas ou en-
não circulares aparafusadas a cascos, flanges ou gaxetadas.
chàpas laterais, empregando-se juntas que abran-
jam toda a face de contato. UG-35 OUTROS TIPOS DE FECHOS
Croqui (q): C= 0,75 para chapas circulares ros-
queadas na extremidade de um vaso com um diâ- (a} Tampos esféricos abaulados - As regras
metro interno d não maior do que 300 mm; ou par o projeto de tampos circulares abaulados es-
para tampos tendo um flange integral rosqueado fericamente, com flanges para aparafusamento,
sobre a extremidade de um vaso com um diâme- são dadas em 1-6.
tro interno d não maior do que 300 mm; e para (b} Fechos de ação rápida (fechos de abertura
todos os outros casos, quando o projeto da junta rápida) - Os fechos que não os do tipo multia-
roscada, contra rupturas por cisalhamento, tra- parafusado, projetados para proporcionar o aces-
ção, compressão ou deformação radial, incluindo so ao espaço interno de um vaso de pressão,
o alargamento cônico, resultantes da pressão exer- devem ter um mecanismo ou dispositivo de trava-
cida e da dilatação térmica diferencial, for basea- mento de tal forma projetado que, a ruptura de
do em um fator de segurança igual a 4. Se for qualquer um dos elementos ou componentes do

35

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-35 - UG-36

mecanismo ou dispositivo de travamento não re- com um dispositivo indicador de pressão, que
sulte na ruputra de todos os outros elementos do possa ser facilmente visto pelos operadores si-
mecanismo ou dispositivo e, conseqüentemente, tuados na área de serviço.
na soltura do fecho. Os fechos de ação rápida
devem ser projetados e instalados de tal forma ABERTURAS E REFORÇOS (Nota 22)
que possa ser verificado, por uma observação vi-
sual externa, se os elementos de retenção encon- (No Apêndice· L são apresentados exemplos ti-
tram-se em boas condições e se os seus elemen~ picos de aplicações dessas regras).
tos de travamento, quando o fecho estiver na sua
posição de trabalho, encontram-se totalmente apli~ NOTA 22 - As prescrições que regulam a aplicação de
cados. aberturas, conforme dadas nesta Divisão, são baseadas na
intensificação de tensões criadas pela existência de um
Os fechos de ação rápida que são mantidos em furo em uma seção que, de outra forma (sem o furo), seria
posição por dispositivos de travamento, e ·que são simétrica. Essas regras são baseadas nas experiências com
soltos por uma rotação parcial ou por um movi- vasos projetados com fatores de segurança Iguais a 4 e a
5, aplicados à resistência ·à ruptura do material do casco.
mento limitado do próprio fecho ou do mecanis-
As cargas externas, tais como as devidas à dilatação tér-
mo de travamento, e os fechos que não são ope- mica ou ao peso não suportado de tubulações conectadas,
rados manualmente, devem ser projetados de for- não foram consideradas. Esses fatores devem ser devida-
ma que sejam atendidas as seguintes condições: mente considerados nos casOs de projetos não usuais ou
sob condições de cargas cíclicas.
N

(1) O fecho e os seus elementos de retenção


O

devem estar totalmente instalados em suas posi- UG-36 ABERTURAS EM VASOS DE PRESSÃO
R

ções de operação, antes que o vaso seja pres-


surizado. (a) Formato das aberturas (Nota 23)
M

(2) A pressão que tende a forçar a abertura do


A

(1) As aberturas em partes cilíndricas ou com-


fecho deve ser suprimida, antes que o fecho pos- cas de vasos de pressão, ou em tampos confor-
PA

sa ser totalmente aberto para acesso. mados, devem ser preferencialmente circulares
(3) Nos casos em que a conformidade com (1) elípticas ou oblongas (Nota 24). Qua~do a maio;
R

e (2) não seja inerente no projeto do fecho e de dimensão de uma abertura elíptica ou ablonga ex-
A

seus elementos de retenção, deve ser prevista a ceder o dobro da dimensão menor, o reforço atra-
adição de dispositivos que atendam a essas con- vés da dimensão menor deve ser aumentado, con-
C

dições, quando o vaso for instalado. forme for necessário, para evitar uma deformação
O

excessiva causada pelo momento de torção.


É reconhecidamente impraticável a descrição
N

detalhada dos requisitos que possam abranger a (2) As aberturas podem ter formatos diferentes
H

multiplicidade de dispositivos usados para aces- dos indicados em (1), e todos os cantos devem
EC

so rápido, evitar operações descuidadas ou, ainda, ser arredondados com raios apropriados. Entre-
impedir o uso inadequado ou parcial, ou mesmo a tanto, quando essas aberturas apresentarem for-
IM

desconsideração dos dispositivos de segurança. matos com proporções que impeçam a elabora-
Os dispostivos que proporcionarem as proteções ção de cálculos com a necessária garantia de
EN

descritas em (1), (2) e (3) atenderão aos objetivos precisão, ou quando existirem dúvidas quanto à
desta Divisão. segurança operacional de um vaso com tais aber-
TO

Os fechos de ação rápida que são mantidos em turas, a parte afetada do vaso deve ser subme-
posição por meio de dispositivos ou mecanismos tida a um teste hidrostático de prova, conforme
de travamento que requ~iram operação manual, e prescrito em UG-101.
que são projetados para que ocorra o vazamento
NOTA 23 - A abertura feita para um tubo de condução
do conteúdo do vaso antes que se verifique o des- ou para um bocal circular, cujo eixo não seja perpendicular
prendimento dos elementos de travamento e a à parede do vaso ou do tampo, pode ser consideracfa -como
soltura do fecho, não precisam satisfazer às pres- uma abertura elíptica, para efeito de projeto.
crições de (1 ), (2) e (3), porém tais fechos devem NOTA 24 - Uma abertura oblonga é aquela formada por
ser equipados com dispositivos de alarme visual dois lados paralelos e extremidades semicirculares.
e/ou auditivo, que sirvam para avisar o operador
nos casos de pressurização do vaso antes que o (b) Dimensões das aberturas
fecho e os seus elementos de retenção estejam
totalmente instalados em suas posições, e tam- (1)As aberturas em cascos cilindricos, devida-
bém para avisar o operador se alguma tentativa mente reforçadas, não estão limitadas dimensio-
estiver sendo efetuada para operar o dispositivo nalmente, exceto quanto às prescrições para pro-
ou mecanismo de travamento, antes do vaso ser jeto, descritos a seguir. As regras dos parágrafos
despressurizado. UG-36 a UG-43 aplicam-se às aberturas cujas di-
Quando instalados, todos os vasos que possui- mensões não excedam as seguintes: para vasos
rem fechos de ação· rápida, devem ser providos com diâmetro igual ou menor do que 1530 mm,

36

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-------------------- -
UG-36

metade do diâmetro do vaso, porém não superior (e) Seções de redução sob pressão interna
a 51 O mm; para vasos com diâmetro maior do que
1530 mm, 1/3 do diâmetro do vaso, porém não (1) As fórmulas e regras deste parágrafo são
superior a 1020 mm. Para as aberturas que exce- aplicáveis às seções concêntricas de redução,
derem esses limites, devem ser atendidas as re- nas quais todas as cargas longitudinais são to-
gras suplementares do parágrafo 1-7 (Apêndice 1), talmente transmitidas através da parede da seção
em adição aos requisitos dos parágrafos UG-36 de redução. As regras deste parágrafo não são
a UG-43. aplicáveis quando as cargas forem parcialmente
transmitidas, ou quando forem totalmente trans-
(2) As aberturas em cascos esféricos e em tam- mitidas por outros elementos, tais como cascos
pos conformados, devidamente reforçadas, não
internos, estais ou tubos.
precisam ser limitadas dimensionalmente, porém
quando a abertura em uma extremidade fechada (2) A espessura de cada elemento de uma re-
de um cilindro for maior do que a metade do diâ- <fução, conforme definidos em (4) abaixo, quando
metro interno do casco, recomenda-se que o fe- submetido à pressão interna, não deve ser menor
chamento seja feito por uma seção de curva re- do que a espessura calculada pela fórmula apli-
versa, conforme indicada na Fig. UG-36(c) e (d) cável. Adicionalmente, devem ser consideradas
ou por uma seção cônica ou por um cone, com quaisquer outras cargas conforme listadas em
um raio de concordância na extremidade maior, UG-22, nos casos em que tais cargas sejam pre-
N

conforme indicado na Fig. UG-36(a) e (b), ejou vistas.


O

com um raio de alargamento na extremidade me- (3) Neste parágrafo (ver Fig. UG-36) são usados
nor. O projeto deve atender a todos os requisitos os símbolos definidos em UG-32(c) ou abaixo.
R

das regras para seções de redução [ver (e)], na


M

medida em que essas regras sejam aplicáveis. t = espessura mínima requerida do elemento
A

de redução em consideração, após a con-


formação, exclusiva a margem de corro-
PA

(c) Resistência e projeto de aberturas acabadas


são, mm
RL = raio interno do cilindro maior, mm
R

(1) Todas as referências dimensionais constan-


tes deste e dos parágrafos seguintes, aplicam-se R, raio interno do cilindro menor, mm
A

à construção acabada, após a dedução concer- rL raio interno da concordância ao cilindro


C

nente ao material adicionado como margem de maior, mm


O

corrosão. Para efeito de projeto, nenhum metal


adicionado como margem de corrosão, pode ser a metade do ângulo do vértice do elemen-
N

to cônico, em graus
considerado como reforço.
H

r, = raio da superfície interna do alargamen-


(2) Todas as aberturas devem ser reforçadas
EC

to da extremidade menor, mm
para atender aos requisitos do parágrafo UG-37,
excetuados os casos incluídos em (3) abaixo. (4) Elementos de uma redução - Pode ser usa-
IM

(3) Aberturas simples em vasos não sujeitos a da uma redução de transição entre seções, cons-
EN

flutuações rápidas de pressão não requerem ou- tituída de um ou mais elementos, praa unir duas
tros reforços, além dos inerentes à própria cons- seções cilíndricas de um casco, com diâmetros
trução, desde que sejam observadas as seguintes diferentes, porém com um eixo longitudinal co-
TO

condições: mum, desde que sejam atendidos os requisitos


(a) conexões soldadas ou brasadas, fixadas de deste parágrafo.
acordo com as regras aplicáveis e não maiores (a) Seção cônica - A espessura requerida de
do que uma seção cônica, ou a pressão máxima admis-
sível para tal seção com uma dada espessura,
NPS 3 - em cascos ou tampos com espessura deve ser determinada pelas fórmulas do subpará-
igual ou menor do que 10 mm grafo UG-32(g).
NPS 2 - em cascos ou tampos com espessura (b) Concordância tangente ao cilindro maior -
maior do que 10 mm Quando for usada uma concordância na extremi-
dade maior de uma seção de redução, o seu for-
(b) conexões rosqueadas, aparafusadas ou ex- mato deve ser idêntico ao de um trecho de um
pandidas, para as quais os respectivos furos aber- tampo eliptico, hemisférico ou toriesférico. A es-
tos no casco ou tampo não excedam o furo cor- pessura e outras dimensões dessa concordância
respondente ao NPS 2. devem atender aos requisitos das fórmulas apro-
priadas e das prescrições do parágrafo UG-32_-
(d) Aberturas em juntas soldadas - as pres-
crições adicionais que regulam a aplicação de (5) Combinação de elementos para compor uma
aberturas em juntas soldadas, são dadas em redução - Quando os elementos descritos em (4)
UW-14. acima, possuindo espessuras diferentes, forem

37

( ) Confidencial
-------------- (X) Restrita
--------··------ - ( ) Uso interno ( ) Pública
- - - - -
UG-36 - Figura UG-36

'--._«
F'
j--RL---1
la i lbl (el

'L. n.io dev~ ser mei')Or do 7ut! o mdior y.;/or en~ o,t2(kl r r) oa.Sé ;l'lão ha' refUislto
N

c'imension«l jdr<i 1
O
R
M
A
PA
R
A
C
O

«1 > «2; -em COl'lSt:?JêncC~.usar o(( I').!ZS fo'rm<~las


o'.: caí'cv/o
N
H

lei
EC

FIG. UG-36 Grandes aberturas em tampos de vasos - curva reversa


IM

e seções cônicas de redução do casco


EN

combinados para compor uma redução, as juntas, Quando requerido pelas regras do parágrafo 1-5
TO

incluindo a conicidade introduzida nas chapas, (Apêndice 1), deve ser previsto um anel de re-
conforme requerida em UW-9(c), devem situar-se forço na extremidade menor do elemento cônico
inteiramente dentro dos limites do elemento de de redução.
menor espessura que estiver. sendo unido. (c) Reduções com curvas reversas, Fig. UG-
(a) A redução pode ser uma simples seção cô- 36(c) e (d), podem ser formadas com elementos
nica, Fig. UG-36(a), sem concordância, contanto diferentes do que os indicados em UG-36(e)(4)
que o semi-ângulo do vértice, a, não exceda 30°, [ver U-2(g)].
exceto conforme prescrito em 1-5(e). Quando re- (f) Reduções sujeitas à pressão externa - No
querido pelas regras do parágrafo 1-5, deve ser projeto de reduções sujeitas à pressão externa,
previsto um anel de reforço em uma ou em am- devem ser obedecidas as regras dadas no subpa-
bas as extremidades da redução. rágrafo UG-33(f), onde aplicáveis.
(b) Uma redução toricônica, Fig. UG-36(b), po- (g) Seções cônicas oblíquas de casco, sujeitas
de ser conformada como uma parte de um tampo à pressão interna - Pode ser utilizada uma re-
toricônico, UG-32(h), uma parte de um tampo he- dução de transição entre seções, constituída de
misférico mais uma seção cônica, ou uma parte uma seção cônica oblíqua de casco, para ligar
de um tampo elíptico mais uma seção cônica, duas seções cilíndricas de casco com diâmetros
desde que o semi-ângulo do vértice, a, não ex- e eixos diferentes, contanto que sejam atendidos
ceda 30°, exceto conforme prescrito em 1-5(e). os seguintes requisitos:

38
( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
UG-36 - UG-37

(1) A espessura requerida deve ser determi- F = fator de correção para compensar a varia-
nada pelas fórmulas dadas em UG-32(g); ção nas tensões devidas à pressão, nos
(2) O ângulo a, a ser usado no cáculo, deve diversos planos referidos ao eixo longitu-
ser o maior ângulo compreendido entre o cone final do casco. Deve ser usado um valor
oblíquo e a seção cilíndrica ligada [ver Fig. UG- igual a 1,O para todas as configurações,
-36(e)], e não deve ser maior do que 30°. exceto para as aberturas integralmente re-
forçadas em cascos cilíndricos e cones,
(3) As dimensões diametrais, a serem utilizadas onde podem ser usados os valores da
nas fórmulas de cálculo, devem ser medidas per- Fig. UG-37. O reforço integral permite sol-
pendicularmente ao eixo do cilindro, ao qual o das de penetração total e exclui quaisquer
cone é ligado. chapas separadas de reforço ou ligações
(4) Quando requerido pelo parágrafo 1-5, deve feitas por soldas em ângulo (ver Nota na
ser previsto um anel de reforço em uma ou em Fig. UW-16.1, referente aos croquis que
ambas as extremidades da redução. exemplificam reforços integrais).
t, = espessura requerida de um casco sem
UG-37 REFORÇOS REQUERIDOS PARA AS costura, baseada na tensão circunferen-
ABERTURAS FEITAS EM CASCOS E cial, ou de um tampo conformado, calcu-
TAMPOS CONFORMADOS lada pelas regras desta Divisão para a
pressão de projeto, exceto que:
(a) Generalidades - As regras deste parágrafo
N

(1) quando a abertura e o seu reforço si-


são aplicáveis a todas as aberturas não enqua-
O

tuarem-se inteiramente dentro da ca-


dradas entre as seguintes: lota esférica de um tampo toriesférico,
R

(1) Aberturas pequenas abrangidas por t, é a espessura requerida por 1-4(d),


M

UG-36(c)(3); adotando-se E=1 e M=1;


A

(2) Aberturas em tampos planos, abrangidas (2) quando a aberfura situar-se em um


por UG-39; cone, t, é a espessura requerida para
PA

um cone sem costura, de diâmetro D,


(3) Aberturas projetadas como seções de medido onde o eixo do bocal trans-
R

redução, abrangidas por UG-36(e);


põe a parede interna do cone;
A

(4) Aberturas de grandes dimensões em (3) Quando a abertura e seu reforço si-
tampos, abrangidas por UG-36(b)(2); tuarem-se em um tampo elíptico, loca-
C

(5) Furos para tubos, com ligamentos entre lizados inteiramente dentro de um cír-
O

os mesmos, de acordo com as regras dadas culo que tenha o seu centro coinci-
N

em UG-53. dente com o centro do tampo, ,e cujo


H

diâmetro seja igual a 80% do diâmetro


Os reforços devem ser providenciados na quan-
EC

do casco, t, é a espessura requerida


tidade necessária e distribuídos de tal forma que para uma esfera sem costura de raio
os requisitos de área para reforço sejam atendi- K1 D, onde D é o diâmetro do casco
IM

dos, em qualquer plano passando pelo centro da e K1 é um fator dado pela Tabela
abertura e perpendicular à superfície do vaso.
EN

UG-37;
Para uma abertura circular em um casco cilín- (4) quando a abertura for efetuada em um
drico, o plano contendo o eixo do casco é o pla- vaso construído de acordo com UW-
TO

no da maior carga devida à pressão. Não menos -12(c), o valor de S utilizado para o
do que metade do reforço requerido deve situar- cálculo de t, deve ser 80% do valor
-se em cada lado da linha de centro das aber- da tensão admissível, prescrita na
turas isoladas. Subseção C para o material empre-
(b) Projeto para pressão interna - A área total gado.
da seção transversal de reforço, A, requerida em
TABELA UG-37
qualquer plano passando pela abertura, para um
casco ou tampo conformado, sob pressão interna, VALORES DO FATOR K1 PARA O CALCULO
não deve ser inferior a DO RAIO DE UMA ESFERA EQUIVALENTE
A = dt,F Raio da esfera equivalente = K1 D; relação
onde entre eixos = D/2h. Para definições, ver 1-4(b)
d = diâmetro acabado de uma abertura cir-
É permitida a interpolação para valores intermediários
cular ou dimensão acabada (comprimen-
to da corda) de uma abertura no plano em D/2h 3,0 2,8 2,6 2,4 2,2
consideração, para as aberturas elípticas K1 1,36 1,27 1,18 1,08 0,99
ou oblongas, na condição de corrosão D/2h 2,0 1,8 1,6 1,4 1,2 1,0
K1 0,90 0,81 0,73 0,65 0,57 0,50
máxima, mm

39

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-----··---

UG-37 - UG-38

1,00 UG-38 ABERTURAS COM REBORDOS EM

0,95
h-'-'\·
1-+- ; ' .

-I- t Í /'t"
,, ~ixo
. lo"91&-
CASCOS E TAMPOS CONFORMADOS

(a) As aberturas com rebordos em cascos E>


~+-)
c'tnr~! do c;sco
' tampos conformados, feitas por meio de repuxa-
menta da chapa para o lado interno ou para o
0,90
-- - -~-d\' i= -- -- ---·- --=J=t·+-
-- --.-~=;t::-t+-l\;1=-
-- __ j_.J..._ -- .-t-
- -I- =i:- -
-j-
.. f- -
lado externo, devem atender aos requisitos do
parágrafo UG-37. A espessura do flange rebor-

0,85 -;-· 4~- ~F - -- - -+ --:-- 1- --


dado deve também atender aos requisitos de
UG-27 ejou de UG-28, conforme aplicáveis, onde
r-·.~J·-~L --t·- ~· _J
~J-_ 1--- =.:-_f_:_
-- .. _f !:=:1 .:-:,.:-:
'
--.__ ..:::;:_:f--- t\'.t:: =
-~ L, conforme usado em UG-28, é a profundidade
J... ~
:.i::. -.:::r:.t: =· mfnima do flange, conforme indicada na Fig. UG-
- - -~--~-+w
·+-
.J+·i-- f-:_ -- r-r:- ~
0,80

1- - ___,_ -··
-- - =J- _,_ --
::-:
. -
1-
1---
---=~-=
= :~.-:. =-- -=-1:.: =-
-38. A espessura mlnima do flange rebordado em
um vaso sujeito a ambas as pressões, interna e

!,.
~
0,75
==------
=r-=1==,~.-=- -+- -::'
1-- - -1-
!·--·
-- ·\
.·=~~ ~ -~ ~=~~~
externa, deve ser a maior das duas espessuras,
conforme acima determinadas.
(b) A profundidade mfnima do flange de uma
== -·-IA-
0,70 abertura com rebordo, que exceda 150 mm em
- -
. r~
~ 1_:-:+.-.:·.~
c-· 1--.-· I--!
~ - .. ----. -·+ qualquer dimensão interna, quando não estaiada
N

~ ·- ·j- - ·-- -I-- - por um tubo ou um rebordo, deve ser igual a 3t,
~ 0,65
ou (t, + 76) mm, o que for menor, onde t, é a
O

=~ ·-1 ·+-
-,--
·-H--· -~ .--- I-+ espessura requerida do casco ou tampo. A pro-
R

-
-+- -t--+- . . -+ ·--=t=
~~-~= '---·:-·- fundidade do flange deve ser determinada colo-
1·-j -'j-- -1-
M

0,60

~f
·±
r-r -,- -
i== _·_:q.· cando-se uma régua no lado oposto à abertura
A

- -~~_,- -:;'I.. com rebordo, e ao longo do eixo maior da aber-


+- ,. !···+ -
-~-T
0,55 ·i tura, medindo-se a distância entre a régua e a
PA

_, __ -H-t-·
r-.:J.:- +--- -, --1 'l~ ['" borda da abertura com rebordo (ver Fig. UG-38).
-~-
-+-j-
-r- - ·-~-~~~f=-
Jt +-- - -- . -,--1- ~- .t..
-+--.- ;-- -·. -,
R

--~- - ! -- - .
-- --~- (c) Não á requisitos de profundidade mínima
0,50
A

o 10 20 3o oro so 60 10 ao 90 do flange, para as aberturas cujos rebordos são


feitos para o lado externo.
C

A·ngulo 6, em graus, entre o plano e o eixo longitudinal


(d) A largura mínima da superfície de contato
O

FIG. UG-37 Gráfico para a determinação do va- para uma junta em uma abertura com rebordo
N

lor do fator F, conforme requerido auto-vedante, deve estar de acordo com UG-46(j).
H

no parágrafo UG-37
EC
IM

(c) Projeto para pressão externa


EN

(1) O reforço requerido para as aberturas feitas


em vasos de uma única parede, sujeitos à pres-
TO

são externa, não precisa ser superior a 50% do


reforço requerido em (b) acima, onde t, é a es- Quando d exceder 150 mm, a
pessura de parede requerida pelas regras aplicá- profundidade mfnima do flange
deve ser o menor dos dois
veis aos vasos sujeitos à pressão externa. +
valores: 3tr e {tr 76) mm
(2) O reforço requerido para a aberturas em
cada casco de um vaso de paredes múltiplas,
deve estar de acordo com (1) acima, quando o
vaso estiver sujeito à pressão externa, e com (b)
acima, quando o vaso estiver sujeito à pressão

fE-
interna, independentemente da existência ou não
de um bocal comum, fixado a mais de um casco
por meio de soldas de resistência.
-3--'. -.,---
',

(d) Projeto para pressões intema e externa al- - ___ / )


ternadas - Os reforços requeridos para as aber- --·-
turas em vasos sujeitos a pressões interna e ex-
terna alternadas, devem atender aos requisitos de
(b) acima, para pressão interna, e de (c) acima, FIG. UG-38 Profundidade mm1ma para o flange
para pressão externa. das aberturas com rebordo

40

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UG-39 - UG-40

UG-39 REFORÇOS REQUERIDOS PARA AS UG-40 LIMITES DE REFORÇO


ABERTURAS FEITAS EM TAMPOS
PLANOS (a) Os contornos da área da seção transversal,
em qualquer plano normal à parede do vaso pas-
(a) Generalidades - As regras deste parágrafo sando pelo centro da abertura, dentro do qual
são aplicáveis a todas as aberturas, com exce- deve localizar-se o metal para ser considerado
ção das aberturas de pequenas dimensões, abran- como tendo valor para reforço, são designados
gidas por UG-36(c)(3). · como os limites de reforço, para o referido plano.
(b) Os tampos planos que possuam uma aber- (b) Os limites de reforço, medidos paralela-
tura com um diâmetro que não exceda metade mente à parede do vaso, devem estar a uma dis-
do diâmetro do tampo ou o vão menor, conforme tância, em cada lado do eixo da aberutra , igual
definido em UG-34, devem ter uma área total da ou maior do que os seguintes valores:
seção transversal de reforço, A, não menor do
que a área calculada pela fórmula (1) o diâmetro da abertura acabada, na condi-
ção corroída;
A= 0,5 dt (2) o raio da abertura acabada, na condição
corroída, mais a espessura de parede do vaso, e
onde d é definido em UG-37 e t em UG-34. mais a espessura de parede do bocal;
N

(c) Os tampos planos que possuam uma aber- (c) Os limites de reforço, medidos perpendi-
O

tura com um diâmetro maior do que a metade do cularmente à parede do vaso, devem acompanhar
R

diâmetro do tampo ou maior do que o menor vão, o contorno da superfície, a uma distância de
M

conforme definido em UG-34, devem ser projeta- cada superfície igual ao menor dos seguintes va-
dos da seguinte forma:
A

lores:
(1) Quando a abertura for isolada, circular, cen- (1) 2,5 vezes a espessura nominal do casco,
PA

trada em relação ao tampo, e quando a junção menos a margem de corrosão;


casco-tampo for conformada de forma integral ou (2) 2,5 veezs a espessura de parede do bocal,
R

fixada por uma solda de penetração total, similar menos a margem de corrosão, e mais a espes-
A

às junções mostradas na Fig. UG-34(a), (b-1), (b-2), sura de qualquer reforço acrescentado, exclusiva
C

(d) ou (g), o tampo deve ser calculado de acordo o metal de solda depositado no lado do casco
com o parágrafo 14-20 (Apêndice 14) e fatores
O

em consideração.
correlatos do Apêndice 2. A abertura no tampo
N

pode ter um bocal conformado de forma integral (d) O metal contido nos limites de reforço e
H

ou fixado integralmente por meio de uma solda que pode ser considerado como tendo valor para
reforço deve incluir:
EC

de penetração total, ou pode ser uma abertura


sem bocal ou pescoço a ela fixado. (1) o metal na parede do vaso, além da espes-
sura total requerida para resistir à pressão e para
IM

(2) A espessura do tampo não deve ser cal-


culada de acordo com as regras dadas em UG-34. servir como margem de corrosão. A área na pa-
EN

A espessura que atenda a todos os requisitos do rede do vaso, disponível como reforço, é o maior
parágrafo 14-20 também atende aos requisitos dos valores de A 1 dados pelas fórmulas
TO

do Código.
A 1 = (E t - Ft,) d
(3) Para a(s) abertura(s) de tipo(s) diferente(s)
dos descritos em (1) acima, não há regras especíc ou
ficas para o cálculo dos tampos. Em conseqüên~
cia, devem ser atendidas as exigências de UG- A1 = 2(E t - Ft,) (t - t.)
·2(g).
(2) o metal na parede do bocal, além da es-
(d) Como uma alternativa ao item (b) acima, a pessura total requerida para resistir à pressão e
espessura dos tampos planos e das tampas pode para servir como margem de corrosão, que se
ser aumentada da seguinte forma, para propor- estender para fora da parede do vaso. A área má-
cionar o reforço necessário: xima na parede do bocal, disponível como refor-
ço, é o menor dos valores de A2 dados pelas fór-
(1) Na fórmula (1) ou (3) de UG-34(c), usar 2C
ou 0,75 ao invés de C, o que for menor, exceto que, mulas
para os croquis (b-1), (b-2), (e), (f), (g) e (i) da
Fig. UG-34, deve-se usar 2C ou 0,50, o que for A2 = (t. - t,.) 5t
menor.
ou
(2) Na fórmula (2) ou (5) de UG-34(c), dobrar o
valor sob o sinal de raiz quadrada. A2 = (t. - t,..) (5t. + 2t,)

41

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------·-- ... --~~-~-----····----------

UG-40 - UG-41

Todo o metal na parede do bocal, que se es· t,. = espessura requerida para a parede de
tender para dentro da parede do vaso, pode ser um bocal sem costura, mm
incluído, após ter sido feita a dedução corres- tx = espessura nominal de parede do bocal
pondente à margem de corrosão, em todas as que penetra no casco ou tampo, menos
superfícies expostas. Nenhum desconto deve ser a margem de corrosão, mm [ver Fig. UG-
considerado, devido ao fato de que a pressão ·40(e)]
diferencial, atuando em um bocal que se estenda
para dentro, pode causar uma tensão oposta à d = diâmetro, no plano em consideração,
tensão no casco, em torno da abertura. da abertura acabada em sua condição
corroída, mm [ver UG-37(b), Fig. UG-40
Os símbolos incluídos nas fórmulas supra têm e Fig. UW-16.1]
as seguintes definições:

A1 = área correspondente à espessura em ex- (3) metal adicionado como reforço, e metal nas
cesso na parede do vaso, disponível para soldas de ligação do próprio reforço.
reforço, mm 2 (ver Figs. L-7 e UG-40) (e) Com exceção dos flanges ifxados por pri-
A2 = área correspondente à espessura em ex- sioneiros, o material dos flanges fixados por es-
cesso na parede do bocal, disponível tojos, dentro dos limites de reforço, não deve ser
para reforço, mm2 (ver Figs. L-7 e UG-40) considerado como tendo valor para reforço.
E1 = 1, quando a abertura for feita em uma
N

chapa maciça ou em uma junta de topo UG-41 RESISTÊNCIA DO REFORÇO


O

Categoria B; ou
R

E1 = eficiência de junta obtida da Tabela UW- (a) O material usado para reforço deve ter um
M

12, quando qualquer parte da abertura valor de tensão admissível igual ou maior do que
A

passar através de qualquer outra junta o valor da tensão admissível do material da pa-
soldada. Os valores listados na coluna rede do vaso, exceto que quando tal material não
PA

(c) da Tabela UW-12 podem ser multi- for disponível, pode ser usado um material com
plicados por 1,25, quando o vaso for fa- resistência menor, contanto que a área de reforço
R

bricado conforme UW-12(c), porém não seja aumentada na proporção inversa da relação
A

devem exceder os valores corresponden- entre os valores das tensões admissíveis dos dois
tes da Tabela UW-12, coluna (b) materiais, a fim de compensar o valor menor da
C

F - fator de correção para compensar a va- tensão admissível do material do reforço. Não
O

riação nas tensões devidas à pressão, deve ser atribuído nenhum crédito (para reforço)
N

nos diferentes planos referidos ao eixo à resistência adicional de qualquer reforço, cujo
H

longitudinal do casco. Deve ser usado material apresente um valor de tensão admissível
EC

um valor igual a 1,00 para todas as con- superior ao valor da tensão admissível do mate-
figurações, exceto que a Fig. UG-37 pode rial do vaso. O metal de solda depositado exter-
ser usada para as aberturas integralmen- namente, tanto sobre a parede do vaso como em
IM

te reforçadas, em cascos cilíndricos e qualquer elemento usado como reforço, deve ser
EN

cones considerado como reforço, com um valor de ten-


L = comprimento da parede do bocal com es- são admissível equivalente ao do menos resisten-
te dos materiais ligados por solda. O metal de
TO

pessura txo medido a partir da superfície


externa do casco ou tampo, mm [ver solda das ligações vaso-bocal ou reforço-bocal,
Fig. UG-40(e)] situado dentro da parede do vaso ou dentro do
t. = comprimento ao longo do pescoço do reforço, pode ser considerado como reforço, com
bocal, determinado pela junção do bocal um valor de tensão admissível igual ao ·da parede
com a superfície externa do casco, e do vaso ou do reforço, respectivamente.
pelo vértice de um ângulo de 30°, for- (b) Em cada lado do plano definido em UG-
mado por raios situados inteiramente ·40(a), a resistência da ligação entre a parede do
dentro do reforço integral (ver Fig. UG- vaso e o reforço, ou entre quaisquer duas partes
"40) do reforço aplicado, deve ser, no mínimo, igual
t = espessura nominal de parede do vaso, ao menor dos seguintes valores:
menos a margem de corrosão, mm
(1) a resistência em tração, da seção trans-
t, = espessura requerida de um casco ou versal do elemento de reforço em consideração,
tampo sem costura, conforme definida ou,
em UG-37, mm (2) a resistência em tração, da área definida
t. = espessura nominal de parede do bocal, em UG-37, menos a resistência em tração da área
independente da forma do produto utili- de reforço, considerada como integral na pa-
zado, menos a margem de corrosão, mm rede do vaso, conforme permitido por UG-40(d)(1).

42

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FIG. UG-40

1----+d

t •o
n

(b • 1) (h- 2) (c)
N
O
R

1-+-+-d
M
A
PA

L_
R
A
C
O

(e) (e- 1) (e- 2)


N

(di
NQTAS:
H

Sei.< 2,St'x.vsaroc~i {e-1)


EC

s~ L a- 2,5 fx ,US«r () cro~l r~-Z)


IM
EN
TO

·~t-:-1
H.d
CI) <•I (h) (I)

FIG. UG-40 Algumas configurações representativas indicando a dimen-


são 1, dos reforços para as a~erturas

43

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--------- ----------· - - - -
UG-41 - UG-42 - Figura UG-42

(c) A resistência da junta de ligação deve ser (1) A área de sobreposição deve ser distribulda
considerada para todo o seu comprimento, em proporcionalmente entre as duas aberturas, de
cada lado do plano da área de reforço, definido acordo com a relação entre os seus diâmetros.
em UG-40. Para as aberturas oblongas, deve ser (2) ·se a área de reforço entre as duas aber-
também considerada a resistência da junta de li- turas for menor do que 50% do total requerido
gação em um ·lado do plano transversal aos lados para as duas aberturas, devem ser aplicadas as
paralelos da abertura, passando pelo centro da regras suplementares do parágrafo 1-7 (Apêndi-
extremidade semicircular da abertura. ce 1).
(d) Para requisitos detalhados referentes a re- (3) Uma série de aberturas, todas na mesma li·
forços soldados e brasados, ver parágrafos apro- nha de centro, deve ser tratada como pares su-
priados nas Partes pertinentes a essas matérias cessivos de aberturas.
(ver UW-15 e UB-19).
(b) Quando mais de duas aberturas forem es-
paçadas conforme (a) acima ver Fig. UG-42(b),
UG-42 REFORÇO PARA ABERTURAS
devendo ter um reforço combinado, a distância
MOLTIPLAS
mlnima entre centros de quaisquer duas dessas
(a) Quando quaisquer duas aberturas forem es- aberturas deve ser 1,33 vezes o seu diâmetro mé-
paçadas por uma distância menor do que duas dio, e a área de reforço entre quaisquer duas
vezes o diâmetro médio, de forma que os seus li- aberturas deve ser, no mlnimo, 50% do total re-
N

mites de reforço se sobreponham [ver Fig. UG- querido para as mesmas. Se a distância entre
O

·42(a)], as duas aberturas devem ser reforçadas centros de duas dessas aberturas for menor do
R

no plano ligando os seus centros, de acordo com que 1,33 vezes .o seu diâmetro médio, nenhum
crédito para reforço deve ser considerado para
M

as regras dadas em UG-37 a UG-41, e com um re-


forço combinado cuja área- não deve ser menor qualquer material entre essas aberturas. As aber-
A

do que a soma das áreas requeridas para cada turas, nessas condições, devem ser reforçadas
PA

abertura. Nenhum trecho da seção transversal conforme a prescrições de (c) abaixo.


deve ser considerado como aplicável a mais de (c) Como alternativa, qualquer quantidade de
R

uma abertura, nem deve ser considerado mais do aberturas adjacentes, com qualquer .tipo de arran-
que uma vez na área combinada.
A

jo, pode ser reforçada considerando-se uma aber-


C
O
N
H
EC

\
IM

\ Limites o'< reforço


EN

\._ A6f!r'fqr.,;s '·


'\
TO

/
----· -
/ \
I
'' ' I
I
'
f
I A6erfur«s
/ I
/
/

{il) ])q;,~ -'6erturilS rom e4~çam<:n"to m~nor {b) ~ de o'U..;JS i1&1"tU/'Iti13 t:.om -e~çwmento meJ'HJr
o'o ?ve dv~.s vezes o .Hu t:lidinet~ ...,.a"' o'o ~ dQ.i!S veztM o ~a d~me"tro mMo

FIG. UG-42 Exemplos de aberturas .múltiplas

44

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UG-42 - UG-43

tura ideal, que circunscreva todas essas abertu- cificado na Tabela UG-43, e após a margem refe-
ras. Os limites de reforço para essa abertura rente à curvatura da parede do vaso. A rosca de-
ideal devem ser os dados em UG-40(b)(1) e UG- ve ser do tipo cônico padronizado para tubos
-40(c)(1). As paredes dos bocais das aberturas de condução, exceto que também pode ser usada
reais não devem ser consideradas como tendo al- uma rosca paralela, de resistência igual ou maior,
gum valor para reforço. Quando o diâmetro da se forem previstos outros meios de vedação para
abertura ideal exceder os limites dados em UG- evitar possíveis vazamentos. Pode ser usado um
-36(b)(1), devem ser também aplicadas as regras ressalto aplicado ou uma chapa ou, ainda, uma
suplementares do parágrafo 1-7. conexão apropriadamente fixada, para proporcio-
(d) Quando um grupo de aberturas for reforça- nar a espessura de metal e o número de fios de
do por uma seção mais espessa, soldada de topo rosca requeridos na Tabela UG-43, ou para for-
ao casco ou tampo, as bordas dessa seção inse- necer reforço, quando necessário.
rida devem ser biseladas, para que se tenha uma As conexões roscadas maiores do que NPS 4
transição cônica, conforme prescrita em UW-9(c). não devem ser· usadas em vasos que contenham
(e) Quando uma série de duas ou mais aber- liquidas com ponto de fulgor abaixo de 44°C, ou
turas em um casco cilíndrico apresentar um ar- vapores inflamáveis, ou líquidos inflamáveis em
ranjo de acordo com uma figura regular, o .re- temperaturas acima· das respectivas temperaturas
forço das aberturas pode ser proporcionado pelas de ebulição, sob pressão atmosférica.
N

regras de ligamentos, dadas no parágrafo UG-53. As conexões roscadas maiores do que NPS 3
O

não devem ser usadas quando a pressão máxima


de trabalho admissivel ·exceder 860 kPa, exceto
R

UG-43 MÉTODOS PARA A FIXAÇÃO DE que essa restrição (NPS 3) não é aplicável para
M

TUBULAÇõES E PESCOÇOS DE os bujões de fechamento usados para as aber-


A

BOCAIS NAS PAREDES DOS VASOS turas de inspeção, extremidades fechadas, ou


para .finalidades similares, ou para aberturas in-
PA

(a) Generalidades - Os bocais podem ser fi- tegralmente forjadas em tampos de vasos que
xados ao casco ou aos tampos de um vaso por atendam aos requisitos de UF-43.
R

qualquer um dos métodos de ligação dados neste (f) Conexões expandidas - Os tubos, tubos de
A

parágrafo, exceto conforme limitados em UG-36.


condução ou peças forjadas, podem ser fixados
C

(b) Conexões soldadas - A ligação por solda- na parede de um vaso, mediante a sua inserção
gem deve ser feita de acordo com os requisitos
O

através de uma abertura não reforçada e de sua


de UW-15 e UW-16. expansão dentro da parede do casco, desde que
N

(c) Conexões brasadas - A ligação por bra- o diâmetro do inserto não seja maior do que
H

sagem deve ser feita de acordo com os requisitos NPS 2. Os tubos, tubos de condução ou peças
EC

de UB-17 a UB-19. forjadas, com diâmetro extreno não superior a


150 mm, podem ser fixados na parede de um vaso,
(d) Conexões fixadas por prisioneiros - A li-
IM

mediante a sua inserção através de uma abertura


gação pode ser feita por meio de prisioneiros. O reforçada e de sua expansão (mandrilagem) den-
vaso deve ter uma superfície plana usinada no
EN

tro da parede do casco.


casco ou sobre um ressalto aplicado no casco,
ou sobre uma chapa ou conexão apropriadamente
TO

Tais conexões devem ser:


fixada no casco. Os furos broqueados, a serem
roscados, não devem penetrar no trecho corres- (1) firmemente mandriladas e rebordadas; ou
pondente a 1/4 da espessura de parede do casco, (2) mandriladas, rebordadas e soldadas para ve-
medido a partir da superfície interna do casco, dação, ao longo da borda revirada; ou
após a dedução da margem de corrosão, a me-
nos que essa espessura mínima requerida seja (3) mandriladas e alargadas conicamente para
mantida, mediante a adição de metal à superffície um diâmetro 3,2 mm maior, no mínimo, do que o
interna do vaso. Os furos roscados devem tam- diâmetro do furo; ou
bém atender aos requisitos de UG-43(g). As co- (4) mandriladas, alargadas cenicamente e sol-
nexões fixadas por prisioneiros devem atender dadas; ou
aos requisitos para reforço, ,prescristos nos pa- (5) mandriladas e soldadas, sem alargamento
rágrafos UG-36 a UG-42.
cônico ou rebordeamento, desde que:
(e) Conexões roscadas - Os tubos, tubos de
condução e outras conexões tubulares roscadas, (a) as extremidades estendam-se para dentro do
casco, não menos do que 4,8 mm, porém não·mais
em conformidade com o padrão ANSI para Ros-
cas de Tubos de Condução (ANSI 82.1 ), podem do que 10 mm;
ser rosqueados em furos roscados na parede do (b) a garganta da solda em ângulo seja igual
vaso, contanto que o rosqueamento abranja o ou maior do que 4,8 mm, porém não maior do
número mínimo de fios de rosca, conforme espe- que 8 mm.

45

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-43 - UG-44

Quando o diâmetro externo do tubo ou tubo de o padrão apropriado. Os flanges e as conexões


condução não exceder 38 mm, o casco pode ser flangeadas, que estiverem de acordo com outros
biselado ou rebaixado em uma profundidade padrões, também são aceitáveis, desde que te-
igual, no mínimo, à espessura do tubo ou tubo nham sido projetados de acordo com as regras
de condução; em seguida, o tubo ou tubo de con- do Apêndice 2, para as condições de projeto do
dução pode ser mandrilado e soldado. Em ne- vaso e que sejam usados dentro das classes de
nhum caso, entretanto, a extremidade do tubo ou pressão assim determinadas.
tubo de condução deve estender-se para dentro
do casco, em uma distância maior do que 10 mm. (a) ANSI 816.5 · - Flanges e conexões flangea-
É permitida a execução de ranhuras nas aber- das de aço-carbono para tubulações, [ver
turas onde os tubos ou tubos de condução devem UG-11(a)(2)]
ser fixados de acordo com este parágrafo. (b) ANSI 816.9 - Conexões de aço-carbono fa·
As conexões expandidas não devem ser usadas bricadas para soldagem de topo
como um método de ligação aos vasos utilizados
para o processamento ou armazenagem de gases (c) ANSI 816.11 - Conexões forjadas de aço-
e liquides inflamáveis e/ou nocivos, exceto se elas -carbono, roscadas e para soldagem de en-
forem soldadas para vedação. caixe
(d) ANSI 816.15- Conexões roscadas de bron-
(g) Quando forem previstos furos roscados para ze fundido, Classes 125 e 250
N

prisioneiros, as roscas devem ser completas e lim-


O

(e) ANSI 816.20 - Juntas de anel e ranhuras


pas; os prisioneiros devem ser rosqueados em um
para flanges de aço-carbono para tubula-
R

comprimento não inferior ao maior dos valores,


ções
M

entre d, e
(f) ANSI 816.24 - Flanges e conexões de bron-
A

valor da tensão máxima admissivel do mate- ze para tubulações, Classes 150 e 300
PA

rial do prisioneiro na temperatura de projeto


0,75 d, X - - - - - - - - - - - - - -
(g) ANSI 816.28 - Joelhos e curvas de retor-
valor da tensão máxima admissivel do mate- no de aço-carbono, raio curto, fabricados
R

rial roscado na temperatura de projeto para soldagem de topo


A

onde d, é o diâmetro nominal do prisioneiro, ex- NOTA - As classes de pressão dessas conexões devem
C

ceto que o comprimento de rosqueamento não ser 80% das classes de pressão calculadas para tubos de
condução retos sem costura de mesma bitola, de mesma
O

precisa exceder 1,5 d,. espessura nominal e de material equivalente, de acordo com
N

as regras desta Divisão, a menos que a classe de pressão


UG-44 FLANGES E CONEXõES PARA de 100% tenha sido estabelecida pelo fabricante da cone-
H

TUBULAÇõES xão conforme o parágrafo 9 do padrão ANSI/ASME 816.9.


EC

Os padrões seguintes, abrangendo flanges e co- (h) API 605 - 2a. edição - Flanges de aço-
-carbono de grandes dimensões.
IM

nexões para tubulações, são aceitáveis para uso


sob as regras desta Divisão, de acordo com os (i) ANSI 816.42 - Flanges e conexões flan-
EN

requisitos do parágrafo ·UG-11. As classes de geadas de ferro dúctil para tubulações,


pressão-temperatura devem estar de acordo com Classes 150 e 300.
TO

TABELA UG-43

NOMERO M!NIMO DE FIOS DE ROSCA QUE DEVEM SER UTILIZADOS


PARA A FIXAÇÃO DE CONEXõES TUBULARES ROSCADAS

Bitola da conexão tubular 1/2 e 3/4 1,11/4 e 11/2 2 21/2 e 3 4-6 8 10 12


NPS

N.O de fios de rosca utili- 6 7 8 8 10 12 13 14


zados na fixação

Espessura mínima requeri- 11 16 18 25 32 38 41 45


da da chapa, mm.

46

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UG-45 - UG-46

UG-45 ESPESSURA DOS PESCOÇOS DE Quando a especificação de material não estipular ~m peso
BOCAIS de série ("schedule weight") de acordo com o padrao ANSI
836.10, deve ser usado o peso de série indicado. como re-
gular, se esta condição estiver clara'!le_nte erescn~a na es-
(a) A espessura de parede de um pescoço de pecificação; entretanto, se esta cond1çao nao est1ver pr~s­
crita, deve ser usada a espessura correspondente ao ma1or
bocal ou de outra conexão não deve ser menor número de série ("schedule number"), mesmo que essa es-
do que a espessura calculada para as cargas pessura seja menor do que a espessura cor!espondente ao
aplicáveis listadas em UG-22, mais a espessura peso de série, indicado como regular no padrao ANSI 836.10.
adicionada para a margem de corrosão e, exceto
somente para as aberturas de acesso e de ins-
peção, não deve ser menor do que a menor das UG-46 ABERTURAS PARA INSPEÇÃO (Nota 26)
seguintes espessuras:
(1) Para os vasos sujeitos apenas à pressão (a) Todos os vasos para uso Com ar compri-
interna, a espessura requerida para pressão in- mido, e os vasos sujeitos à corrosão interna, ou
terna (assumindo E = 1,0) do casco ou tampo, no tendo partes sujeitas à erosão ou à abrasão .~e­
qual será fixada a conexão, mais a margem de cânica (ver UG-25), exceto conforme perm1t1do
corrosão aplicada no casco ou tampo adjacente diferentemente neste parágrafo, devem ser pro-
à conexão, porém, em nenhum caso, menor do vidos com bocas de visita, bocas de inspeção,
que a espessura mínima especificada em UG- ou outras aberturas de inspeção, para exame e
N

·16(b), para o material. limpeza.


O

A expressão "ar comprimido"', conforme usada


(2) Para os vasos sujeitos apenas à pressão ex- neste parágrafo, não pretende incluir o ar que te-
R

terna, a espesura obtida usando-se ~ p_ressão nha sido desumidificado, a fim de que o seu ponto
M

externa de projeto (como uma pressao mterna de orvalho atmosférico seja igual ou menor do
equivalente) na fórmula de cálculo para pressão
A

que -40°C.
interna, do casco ou tampo, no qual será fixada
As aberturas de inspeção podem ser omitidas
PA

a conexão acrescida da margem de corrosão


nos vasos abrangidos em UG-46(b), e também no
aplicada n~ casco ou tampo adjacente à conexão,
lado do casco de trocadores de calor com espe-
R

porém, em nenhum caso, menor do que a es-


lhos fixos. Quando as aberturas de inspeção não
A

pessura mínima especificada em UG-16(b), para o forem aplicadas, o Relatório de Dados do Fabri-
material. cante deve incluir uma das seguintes notações,
C

(3) Para os vasos projetados para ambas as na parte correspondente às observações:


O

pressões, interna e externa, a maior espessura (1) "UG-46(b)", quando forem utilizados furos
N

determinada pelo requisitos prescritos em (1) e indicadores, ao invés de aberturas de inspeção;


H

(2) acima.
(2) "UG-46(a)", quando as aberturas de inspe-
EC

(4) A espessura mínima (Nota 25) de parede de


ção forem omitidas em trocadores de calor com
um tubo de condução padronizado, mais a mar- espelhos fixos;
IM

gem de corrosão da conexão; para os bocais de


(3) "UG-46(c)", "UG-46(d)" ou "UG-46(e)",
tamanhos maiores do que o maior tubo de con-
quando a previsão para inspeção for efetuada de
EN

dução incluído no padrão ANSI 836.10, a espes- acordo com um desses subparágrafos;
sura de parede desse tubo de condução, acres-
(4) A declaração "Para serviço não corrosivo".
TO

cida da margem de corrosão.


(b) Quando forem empregados furos indicado-
(b) Quando a abertura for efetuada em um res, de acordo com UG-25, as aberturas de ins-
vaso fabricado conforme o subparágrafo UW- peção, conforme requeridas em (a) acima, podem
·12(c), o valor de S usado no cálculo da espes- ser omitidas nos vasos com diâmetro interno
sura do casco ou tampo, para as condições (a) (1), igual ou menor do que 914 mm, sujeitos somente
(a) (2) e (a) (3), deve ser igual a 80% do valor à corrosão, desde que· os furos indicadores es-
da tensão admissível prescrita para o material, na tejam espaçados na razão de 1 furo por metro
Tabela aplicável da Subseção C. quadrado (ou fração) de área da superfície in-
(b) O valor da tensão admissível para cisalha- terna do vaso onde se prevê a ocorrência de cor-
mento, em um pescoço de bocal, deve ser igual rosão com um mínimo de 4 furos indicadores,
a 70% do valor da tensão admissível para tração, unifor~emente espaçados. Esta prescrição não é
referente ao material do bocal. aplicável aos vasos para serviço com ar compri-
mido.
NOTA 25 - A espessura mínima para todos os materiais (c} Os vasos com diâmetro interno acima de
é a espessura nominal de parede listada na Tabela 2 do 305 mm, para serviço com ar comprimido, .e que
padrão ANSI 836.10, menos 12,5%. Para diâmetros diferen- contenham, como um requisito inerente de ope-
tes dos d.âmetros listados nessa Tabela, a espessura mí-
nima deve ser a espessura nominal de parede do tubo de ração, outras substâncias que impeçam a ocor-
condução de diâmetro imediatamente superior, menos 12,5%. rência de corrosão, não neces!\itam de aberturas

47

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


· · - - - - - - · · - - ·-------- -

UG-46

destinadas somente pára inspeção, desde que o mas dimensões das aberturas de inspeção reque~
vaso contenha aberturas apropriadas, através das ridas;
quais a inspeção possa ser convenientemente· efe- (6) Pode ser usada uma abertura única, com
tuada e que tais aberturas sejam equivalentes, tampa removível, em substituição a todas as pe-
em q~antidade e em dimensões, aos requis~tos quenas aberturas de inspeção, conta!'lto. que te-
para aberturas de inspeção, conforme prescntas nha dimensões adequadas e que seja mstalada
em (f). em uma posição conveniente, de forma a propor-
(d) Para os vasos com diâmetro interno igual cionar, no mínimo, ,uma vista igualmente abran-
ou menor do que 305 mm, podem ser omitidas gente do interior do vaso;
as aberturas destinadas somente para· inspeção, (7) As conexões flangeadas, das quais possam
se forem previstas, pelo menos, duas conexões ser removidos instrumentos e tubulações, ou aces-
tubulares desmontáveis, não menores do que sórios similares, podem ser utilizadas em substi-
NPS 11/2. tuição às aberturas de inspeção requeridas, des-
(e) Os vasos com diâmetro interno acima de de que:
305 mm, porém inferior a 406 mm, devem ter, no (a) tenham, pelo menos, o mesmo tamanho das
mínimo, duas aberturas para inspeção ou duas aberturas requeridas; e
aberturas para bujões roscados não menores do
que NPS 1 1/2, exceto quando esses vasos forem (b) sejam dimensionadas e localizadas para
N

instalados de tal forma que a inspeção di:>s mes- permitir uma vista da parte interna do vaso, no
O

mos não possa ser efetuada sem que sejam re- mínimo igual à vista que seria proporcionada pe-
las aberturas de insp.eção requeridas.
R

movidos de suas posições de serviço; para esses


M

casos, podem ser omitidas as aberturas de ins-


peção, desde que os vasos sejam providos, no (g) Quando forem requeridas aberturas de ins-
A

mínimo, com duas conexões tubulares desmon- peção ou de acesso, elas devem atender, no mí-
nimo, aos seguintes requisitos:
PA

táveis, não menores do que NPS .1 1/2.


(1) As bocas de visita, elípticas ou oblongas,
(f) Todos os vasos que requeiram aberturas de
não devem ser menores do que 280 mm x 380 mm.
R

acesso ou de inspeção devem ser equipados da ou 250 mm x 400 mm. As bocas de visita circula-
A

seguinte forma (Nota 27): res devem ter um diâmetro interno não inferior a
C

(1) Todos so vasos com diâmetro interno me- 381 mm.


O

nor do que 457 mm, porém maior do que 305 mm,


(2) As bocas de inspeção não devem ser me-
devem ter, pelo menos, duas bocas de inspeção
N

ou duas aberturas roscadas para inspeção, bu- nores do que 51 mm x 76 mm, porém o seu ta-
H

jonadas, não menores do que NPS 1/2; manho deve ser compatível com as dimensões do
EC

vaso e a sua própria localização.


(2) Todos os vasos com diâmetro interno igual
ou maior do que 457 mm e até 914 mm, inclusive, (b) Todas as aberturas de acesso e de inspe-
IM

ção, em um casco ou em um tampo não estaiado,


devem ter uma boca de visita ou, pelo menos,
devem ser projetadas de acordo com as regras
duas bocas de inspeção, ou duas aberturas ros-
EN

para aberturas, dadas nesta Divisão.


cadas para inspeção, bujonadas, não menores do
que NPS 2; (i) Quando for utilizada uma abertura roscada
TO

para fins de inspeção ou limpeza, o bujão ou tam-


(3) Todos os vasos com diâmetro interno acima pão de fechamento deve ser de material apro-
de 914 mm, devem ter unia boca de visita, ex- priado para pressão, não devendo ser utilizado
ceto os vasos cujos formatos ou aplicações im- nenhum material em temperatura superior à má-
peçam ou tornem impraticável a instalação des- xima temperatura que lhe é permitida nesta Di-
sas bocas; esses vasos, entretanto, devem ter, no visão. A rosca deve ser do tipo padrão para ros-
mínimo, duas bocas de inspeção de 102 mm x ca cônica de tubos de condução, exceto que tam-
x 152 mm, ou duas aberturas iguais, de área equi- bém é permitido o uso de rosca paralela que
valente; tenha, no mínimo igual resistência, se forem pre-
(4) Quando forem permitidas bocas de inspe- vistos outros meios. de vedação, para evitar pos-
ção ou aberturas. rosca das para inspeção, ao in1 síveis vazamentos.
vés de uma boca de .visita, deve ser instalada (j) As bocas de visita, nas quais a pressão in-
uma boca de inspeção ou uma abertura roscada terna força a tampa contra uma junta plana, de-
para inspeção em cada tampo, ou no próprio vem ter uma largura mínima da superfície de as-
casco, nas proximidades de cada tampo; sentamento da junta igual a 17 mm.
(5) As aberturas com tampas removíveis, des-
NOTA 26 - Todas as dimensões dadas, para os vasos
tinadas a outras finalidades, podem ser usadas onde são requeridas aberturas de inspeção, são nominais.
em substituição. às aberturas de inspeção reque~
ridas, desde que possuam, pelo menos, as mes• NOTA 27 - Os diâmetros indicados são nominais.

48

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----~~~--~··~ ------

UG-47

SUPERFICIES NERVURADAS E ESTAlADAS · (b) A espessura mfnima das chapas nas quais
os estais podem ser fixados (que não sejam cha-
UG-47 SUPERFICIES NERVURADAS E pas de cascos internos cilíndricos ou esféricos),
ESTAlADAS deve ser 8 mm, exceto para os casos de cons-
· (a) A espessura mfnima e a pressão máxima trução soldada, abrangidos pelo parágrafo UW-19.
de trabalho admissivel para as chapas planas ner- (c) Se uma camisa estaiada estender-se com-
vuradas e estaiadas, e para as partes que, .em pletamente em torn? de um vaso cilíndrico ou
função destas regras, requeiram estaiamento ê:o- esférico, ou cobrir completamente um tampo con-
mo se fossem chapas planas coin nervuras ou formado, ela deve atender aos requisitos prescri-
estais de diâmetro uniforme e simetricamente tos em {a) acima, devendo também atender aos
espaçados, devem ser calculadas pelas seguintes requisitos aplicáveis para cascos e tampos, pres-
fórmulas: critos em UG-27(c) e {d), e UG-32.
p {d) Quando duas chapas forem conectadas por
t =· p~ (1) estais, porém somente uma delas requerendo o
se estaiamento, o valor de C deve ser regulado pela
t2 SC espessura da chapa que requerer o estaiamento.
p (2)
p (e) As proporções dimensionais aceitáveis para
onde as extremidades de estais passantes com arrue-
N

t = espessura mínima da chapa, exclusive a las, estão indicadas na Fig. UG-47{a). Ver o pa-
O

margem de corrosão, mm rágrafo UG-83.


R

P = pressão de projeto ·(ou PMTA), MPa


M

S = valor da tensão máxima admissível, MPa,


A

dada na Tabela aplicável da Subseção· C


p = espaçamento máximo, mm. O espaçamen-
PA

to máximo é a maior distância entre as Não menor do que 2,5 vezes o


linhas retas paralelas passando através diâmetro nominal do estai, po~
R

rém deve ser 4/10 do espaça-


dos centros dos estais, nas diferentes fi- mento dos estais, se C =
3,2
A

leiras. Devem ser considerados cada um


dos três conjuntos de retas paralelas, si-
C

tuadas nos planos horizontal, vertical e Não menor do que 0,5 t, se


O

C~ 2,8; não menor do que t,


inclinado, respectivamente
se C=3,2
N

C = 2,1 para estais soldados ou rosqueados


H

através de chapas com espessura não su- (a)


EC

perior a 11 mm, com as extremidades re-


bitadas contra as chapas
C = 2,2 para estais soldados ou rosqueados
IM

através de chapas com espessura maior


EN

do que 11 mm, com a extremidades re-


bitadas contra as chapas
C = 2,5 para estais rosqueados através de
TO

chapas e fixados com porcas aplicadas


em ambas as superfícies da chapa, sem Não menos do que
a utilização de arruelas; e para estais ros- 1,5 vezes o diâme-
queados nas chapas, conforme indicado tro externo da par-
na Fig. UG-47(b) te roscada do estai.
C = 2,8 para estais com cabeças não meno-
res do que 1,3 vezes o diâmetro dos estais
(Ver UG-'113)
rosqueados através de chapas, ou feitos
(b)
para um ajuste cônico e com as cabeças
formadas nos estais antes de serem ins- ·
!alados, sem que sejam rebitados poste- FIG. UG-47 Proporções dimensionais aceitáveis
riormente; essas cabeças devem ser feitas para as extremidades de estais
de forma que tenham um contato efetivo
com a chapa ·
C 3,2 para estais fixados com porcas inter-
na e externa e com arruela externa, onde (f) .O espaçamento max1mo deve ser 216 mm,
o diâmetro das arruelas não seja inferior exceto que para os estais soldados, o espaça-
a 0,4 p e cuja espessura não seja menor mento pode ser maior, desde que não exceda
do que t. 15 vezes o diâmetro do estai.
49

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----------- . ( ) Pública
·-··~~-~---~~-·~
-------- ----

UG-47 - UG-53

(g) Quando o estaiamento dos cascos for assi- LIGAMENTOS


métrico, devido à interferência de cobrejuntas ou
de outros acessórios aplicados, é permitido con- UG-53 LIGAMENTOS
siderar a carga suportada por cada estai como a
área calculada, tomando-se a distância do centro (a) Os símbolos usados nas fórmulas e gráficos
do espaçamento, em um lado do estai, até o cen- deste parágrafo têm as seguintes definições:
tro do espaçamento, no outro lado.
p = espaçamento longitudinal dos furos para
tubos, mm
UG-48 ESTAIS ROSCADOS Pr = comprimento unitário de ligamento (es-
paçamento entre furos correspondentes
(a) As extremidades dos estais roscados pas- em uma série de grupos simétricos de
santes, quando forem instalados, devem esten- furos), mm
der-se além da chapa, em uma distância não me-
p' = espaçamento diagonal dos furos para tu-
nor do que dois fios de rosca; após a instalação,
bos, mm
as extremidades devem ser rebitadas sobre as
chapas, ou recalcadas por um processo ·equiva- d = diâmetro dos furos para tubos, mm
lente sem que as chapas sejam excessivamente n número de furos para tubos, no compri-
arranhadas, ou então fixadas por meio de porcas, mento Pr
N

através das quais os estais roscados devem se


O

estender. (b) Quando um casco cilíndrico for perfurado


para a instalação de tubos em linhas pararelas
R

(b) As extremidades dos estais de aço-carbono


recalcadas para a abertura de rosca, devem ser ao eixo do casco, ocupando praticamente todo o
M

totalmente recozidas, após o recalcamento. comprimento do casco, conforme indicado nas


A

(c) Os requisitos para estais soldados são da- Figs. UG-53.1 a UG-53.3, a eficiência dos liga-
mentos entre furos deve ser determinada da se-
PA

dos no parágrafo UW-19.


guinte forma:
R

UG-49 LOCALIZAÇÃO DOS ESTAIS (1) Quando o espaçamento dos furos for o mes-
A

mo em cada fileira (ver Fig. UG-53,1), a eficiên-


cia de ligamento deve ser calculada pela fór-
C

(a) quando a borda de uma chapa plana estala-


mula
da for flangeada, a distância entre o centro dos
O

estais mais externos e a parte interna do flange p-d


N

eficiência de ligamento =
(aba) não deve ser maior do que o espaçamento p
H

dos estais, acrescido do raio interno do flange.


EC

(2) Quando o espaçamento dos furos for dife-


UG-50 DIMENSõES DOS ESTAIS rente em cada fileíra (ver Figs. UG-53.2 e UG-
IM

·53.3), deve ser usada a fórmula


(a) A área requerida de um estai, em sua se-
EN

ção transversal mínima (Nota 28), exclusive qual- Pr- nd


eficiência de ligamento =
quer margem de corrosão, deve ser obtida divi-
TO

dindo-se a carga no estai, calculada de acordo Pr


com (b), pelo valor da tensão admissível para o (c) A resistência dos ligamentos entre furos,
material usado, conforme dada na Tabela apli- inedidos circunferencialmente, deve ser, pelo me-
cável da Subseção C, multiplicando-se o resul- nos, 50% da resistência dos ligamentos de di-
tado por 1,10. mensões similares situados em uma linha paralela
(b) Carga suportada pelos estais - A área su- ao eixo do casco cilíndrico.
portada por um estai deve ser calculada na base
(d) Quando um casco cilíndrico for perfurado
das dimensões totais do espaçamento, deduzin-
para a instalação de tubos, de forma a produzir
do-se a área ocupada pelo estai. A carga supor-
ligamentos diagonais, conforme mostrados na
tada pelo estai é o produto da área suportada
Fig. UG-53.4, a eficiência desses ligamentos deve
pelo estai pela pressão máxima de trabalho ad-
ser a eficiência obtida pelo diagrama da Fig. UG-
missíveL
·53.5. O espaçamento dos tubos deve ser medido
(c) Os estais fabricados a partir de partes li- na chapa plana, antes da calandragem, ou na li-
gadas por soldagem, devem ser verificados quan- nha mediana da chaá, após a calandragem.
to à sua resistência, devendo ser usada uma efi-
Para usar o diagrama da Fig. UG-53.5, calcular
ciência de junta igual a 60%, para a solda.
o valor de p' /P e, também, a eficiência do figa-
NOTA 28 - A seção transversal mínima é, usualmente, mente longitudinal. Em seguida, localizar, no dia-
considerada na raiz da rosca. grama, a linha vertical correspondente à eficiên-

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-------~---------
UG-53

cia longitudinal do ligamento, e seguir vertical- casco, seja com espaçamento uniforme ou com
mente essa linha até o ponto de interseção com espaçamento não uniforme, deve ser calculada
a linha diagonal representando a relação p'/p. pelas duM seguintes regras, devendo satisfazer
Projetar horizontalmente esse ponto .de interse- aos requisitos de ambas (Nota 29).
ção para a esqúerda, e ler a eficiência diagonal (1) Para um comprimento igual· ao diâmetro in-
do ligamento, na escala situada na borda es- terno do casco, e para a posição que proporcio-
querda do diagrama. A espessura do casco e a nar a eficiência mfnima, a eficiência média não
PMTA devem ser baseadas no ligamento que deve ser inferior à eficiência na qual a PMTA es-
apresentar a menor efi~iência. tiver baseada. Quando o diâmetro do casco ex-
(e) Quando os furos para tubos, em um casco ceder 1520 mm, o comprimento deve ser tomado
cilfndrico, forem arranjados em grupos simétricos igual a 1520 mm, para a aplicação desta regra.
que se estendam por uma distância maior do que (2) Para um comprimento igual ao raio interno
o diâmetro interno do casco, ao longo de linhas do casco, e para a posição que proporcionar a
paralelas ao eixo do casco, mantendo o mesmo eficiência mínima, a eficiência média não deve
espaçamento para cada grupo, a eficiência para ser menor do que 80% da eficiência na qual a
um dos grupos não deve ser menor do que a efi- PMTA estiver baseada. Quando o raio interno do
ciência na qual a PMTA estiver baseada. casco exceder 762 mm, o comprimento deve ser
(f) A eficiência média de ligamento de um cas- tomado igual a 762 mm, para a aplicação desta
co cilíndrico, no qual os furos para tubos são ar- regra.
N

ranjados ao longo de linhas parafelas ao eixo do


O
R

133 170 133 . 170 133 PO 1:?3


M

133 133 133 1:?3 133 133 133 mm mrn IT:Ill m:n mm nun :nm
mm
A

nHn n;•n nln'l >nn1 mm rr:m


PA
R
A

p 1 • 303 mm
C

Làthil longltdo'eíMt
O
N

FIG. UG-53.1 Exemplo de espaçamento FIG. UG-53.2 Exemplo de espaçamento


H

de tubos com a distância de tubos com a distância


entre furos mantida cons-
EC

entre furos desigual em


tante em c<ida fileira cada segunda fileira
IM
EN
TO

FIG. UG-53.3 Exemplo de espaçamento FIG. UG-53.4 Exemplo de espaçamento


de tubos com a distância de tubos com os furos si-
entre furos variando em tuados em linhas diagonais
cada segunda e terceira fi-
leiras

51

( ) Confidencial (X) Restrita


----- ·-
-----~------·--··· ( ) Uso interno ( ) Pública
FIG. UG-53.5

70
N
O
R
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A
C
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N
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20 30 40 50 60
TO

70 80 90

NOTAS-
{I)A$ e?uações dadas nas N~s (2), (a) e (4) s.io /'ãrã vso ~úm.;/ do u.suclrlo do Coa.q;o.Ouso o'•ssa.s
~!JUii1Çõe8 .é termdio'o /'•;r,~ Y«loN.S a/~'nz dos iJ.6r.:r~"o'o$ _Pe/Q Jl-g. t/G'-$.3.5

(.3) Cvrva c'ci coqo'<."ç.io o'e ~at ejtClênei• o'e lij.runentos de";,gonals e ci'rcunft:rei7Ciai.s
'.

E.jiciincia ú,;,J""'"I,% =
200
M +
100
-z (loo- Etonç.) ~ , onúe M • [{loo-E1., )j{ax>-(),SEto=.J} 2
(t+M) 9 '

(oj<) E.j<ciinci<> lonyefvd<nó!l,% = Elong. =[(f't -<1}/lt]too

FIG. UG-53,5 Diagrama para a determinação da eficiência dos ligamen-


tos longitudinais e diagonais entre abertura& feitas em
cascos cilíndricos
52

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FIG. UG-53.6

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NOTA.S'
(f) A e~(,Jé/~ d~ na J/ota. {e) é para uso opcional do u.su.ií-tO o'o Q:fe*jo. O uso dessa e?vaç.io e' J'T()iÓitlo
pwra. vv/ore.s ~ituao'o.s alem das foixiilS t.:m:kt:~das nos eixos diiS abscis~s ~ ordenad<TS.

sec2B + I - ( Jec8)Y3+seci!e '


% = t>'/d
0,015 + o,oos ~ec 8
2

FIG. UG-53.6- Diagrama para a determinação da eficiência longitudinal equivalente de ligamentos diagonais
entre aberturas feitas em cascos cilíndricos

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FIG. UG·53.5
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TO

NOTAS'
(/)As lt;Vaçõe.s daó~ IJ<'S Notas (2), {.3)-e (4) .são #I'~ uso oj>cional cfo vsv3Í"~'o do Cbó'&o· O uso de.ss.iiS e?Uações .e
permitido para Vãlore-.s Hlem tfoJ d,ran~~ ~/c; h.!J.UG-S-3.5

J + 0,25- (1-o,o1Et0 , 9.} Vo,7.5+J


0,003 7.$ + ~c::t?S <.7

Eficib>eiil aliiJ.goM!, % = __,a"'w""M~+~ICK>~-::2~('~""~-:_<E~,•.,.•.,9,.Ju'0'!.t..:+..:M::!...._ _


(HM)

(~) E/<ciência {cn_9<fu<linal, % = Etong. = { (p,- <l)/p 1} {00

FIG. UG-53.5- Diagrama para a determinação da eficiência dos ligamentos longitudinais e diagonais
entre aberturas feitas em cascos cilíndricos.

52

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FIG. UG-53.6

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N
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TO

o
o 10 20 30 40 50 60 70 80 90

NOTAS-
(t) A e!/"açaõ dada "" lv'oZ:. (2) e" j>ara vso opcional do vsvaÍv:o do Cód.yo. O vso des.s>~ e9""'aão e'proi6ido
para V'.iW,.es sitwdos t:~leín. d~s /aixt:i's i'nd&'c.~o'.;ts HtOs l*ixos elas dbci'ss•s e orden~cb.s.

(2) Eficiência lonyi.tudinat e!/"i.ya/ente,

sec 2B _,. f-(- s~c8_) v


;6 = _ _ _ _ _.t.f>:.t.?.-!:'d--<..1---:::------
..i ..,_sec 26'

tJ,OI.S + O,tJOS.sl!c 20

FIG. UG-53.6 Diagrama para a determinação da eficiência longitudinal


equivalente de ligamentos diagonais entre aberturas feitas
em cascos cilindrico&

53

( ) Confidencial
------ (X)
--Restrita
- - - - -(-) -
Uso
- -interno
- ( ) Pública
-~~----~~~

UG-53 -- UG-77

(g) Para os furos não alinhados, colocados (b) As tubulações externas conectadas a um
longitudinalmente ao longo de um casco cilíndri- vaso de presso devem ser instaladas de forma a
co, devem ser aplicadas as regras acima para o não causar sobretensões na parede do vaso (ver
cálculo da eficiência, com a exceção de que deve UG-22 e UG-82).
ser usada a largura longitudinal equivalente de (c) O Apêndice G fornece uma orientação para
um ligamento diagonal. Para se obter essa lar- o projeto de ligações.
gura, o espaçamento longitudinal de dois furos
que tenham um ligamento diagonal, deve ser mul-
FABRICAÇÃO
tiplicado pela eficiência do ligamento diagonal.
A eficiência a ser usada para os ligamentos dia- UG-75 GENERALIDADES
gonais é dada na Fig. UG-53.6.
(h) Quando os ligamentos ocorrerem em cas- A fabricação de vasos de pressão e de compo-
cos cilíndricos, produzidos a partir de tubos ou nentes de vasos deve atender aos requisitos ge-
tubos de condução de construção soldada, e a rais de fabricação, descritos nos parágrafos se-
sua eficiência calculada for menor do 85% (lon- guintes, e aos requisitos específicos para Fabri-
gitudinal) ou 50% (circunferencial), a eficiência cação, dados nas Partes aplicáveis das Subse-
a ser usada nas fórmulas do parágrafo UG-27 de- ções B e C.
ve ser a eficiência de ligamento calculada. Neste
caso, o valor apropriado de tensão, dado pelas UG-76 CORTE DE CHAPAS E DE OUTROS
N

Tabelas aplicáveis da Subseção C, deve ser mul- MATERIAIS


O

tiplicado pelo fator 1,18.


(a) Chapas, bordas de tampos e outras partes
R

(i) No Apêndice L são apresentados exemplos podem ser cortadas para a forma e as dimensões
M

ilustrativos da aplicação das regras deste pará- desejadas, mediante a aplicação de meios me-
grafo.
A

cânicos, tais como usinagem, cisalhamento, es-


merilhamento, ou por corte a oxigênio~ ou a arco
PA

NOTA 29 - As regras deste parágrafo aplicam-se aos


ligamentos entre furos para tubos e não a aberturas iso- elétrico. Após o corte a oxigênio ou a arco elé-
ladas. Essas regras podem, em alguns casos, resultar em trico, toda a escória e toda a descoloração pre-
R

eficiências menores do que as que se obtêm para grupos judicial do material fundido durante o corte, de-
simétricos, que se estendam por uma distância maior do
A

que o diâmetro Interno do casco, conforme o item (e) acima. vem ser removidas por meios mecânicos, antes
Quando se verificar essa diferença, devem prevalecer as das operações subseqüentes de fabricação ou do
C

eficiências calculadas pelas regras dadas em (b) acima. próprio uso.


O

(b) As extremidades dos bocais ou os pesco-


N

UG-54 SUPORTES
ços de bocas de visita, que permanecerem não
H

soldados no vaso acabado, podem ser cortados


(a) Todos os vasos devem ser convenientemen-
EC

por cisalhamento, desde que seja prevista a re-


te suportados; os elementos de suporte devem moção adicional de material, suficiente para que
ser dispostos ejou fixados na parede do vaso, seja obtido um acabamento fino, utilizando-se um
IM

de forma a suportar as cargas máximas impostas método adequado.


(ver UG-22 e UG-82).
EN

(c) as bordas externas expostas devem ser


(b) O Apêndice G contém regras sugeridas chanfradas ou arredondadas.
para o projeto de suportes.
TO

UG-77 IDENFICAÇÃO DE MATERIAL


UG-55 ORELHAS PARA A FIXAÇÃO DE (ver UG-85)
PLATAFORMAS, ESCADAS E
OUTROS ACESSóRIOS NAS (a) As chapas (e outras formas e produto, tais
PAREDES DOS VASOS como tubos de condução, forjados e fundidos)
para as partes de pressão devem, de preferência,
(a) As orelhas ou os grampos podem ser sol- ser dispostas de tal forma que, quando o vaso
dados, brasados ou aparafusados nas superfícies estiver terminado, fique permanentemente visível
externa ou interna do vaso, para suportar esca- um conjunto completo das marcações originais
das, plataformas, tubulações, motores ou maqui- de identificação, conforme requerido nas especi-
naria, e para a fixação de camisas de isolamento ficações de material. Nos casos em que as mar-
(ver UG-22). O material das orelhas ou dos gram- cações originais de identificação devam ser ine-
pos não precisa estar de acordo com as especi- vitavelmente removidas pelos cortes e recortes a
ficações dos materiais aos quais serão ligados, serem efetuados, ou que as chapas (e outras for-
ou com epecificações de materiais permitidos por mas de produto) sejam divididas em duas ou
esta Divisão; todavia, se forem ligados ao vaso mais partes, um conjunto dessas marcações deve
por soldagem, deve ser de qualidade própria para ser transferido corretamente pelo fabricante do
soldagem [ver UG-5(b), UG-11(c) e UW-5(a)]. vaso, para uma posição onde sejam visíveis no

54

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-77 - UG-80

vaso acabado ou, como alternativa, deve ser em- UG-79 CONFORMAÇÃO DE SEÇõES DO
pregada uma marcação codificada, rastreável até CASCO E DE TAMPOS
às marcações originais requeridas, a fim de asse-
gurar a identificação de cada chapa (e de cada (a) Todas as chapas para as seções do casco
peça das outras formas de produto) durante :Is e para os tampos devem ser conformadas para o
fases de fabricação, bem como a identificação formato requerido, por qualquer processo que
subseqüente, nas marcações aplicadas no vaso não afete indevidamente as propriedades físicas
acabado. Essas transferências de marcações de- do material. Existem limites para o trabalho a
vem ser feitas antes dos cortes, podendo o fabri- frio de todos os aços-carbono e aços de baixa
cante, entretanto, transferi-las imediatamente após liga [ver UCS-79(d) e UHT-79(a)].
os cortes, desde que o controle dessas transfe- (b) Se as chapas forem submetidas à operação
rências esteja detalhado, por escrito, no seu Sis- de calandragem, as bordas adjacentes das juntas
tema de Controle da Qualidade (ver 10-6). Exceto longitudinais dos cascos colíndricos devem ser
conforme indicado em (b), os materiais podem ser inicial e apropriadamente encurvadas, mediante
marcados por qualquer método aceito pelo ins- uma calandragem preliminar ou por conformação
petor. O inspetor não precisa testemunhar a (em prensa, por exemplo), a fim de evitar a pre-
transferência das marcações, porém deve certifi- sença indesejável de trechos planos ao longo das
car-se de que a transferência foi corretamente juntas acabadas (ver UG-80).
efetuada (ver UHT-86).
N

(b) Quando as condições de serviço proibirem UG-80 OVALIZAÇÃO PERMISSíVEL EM


O

a estampagem em baixo relevo para a identifica- CASCOS CILINDRICOS, CôNICOS


R

ção do material, e quando for especificado pelo E ESFÉRICOS


M

usuário, o produtor dos materiais e o fabricante


do vaso devem marcar os dados requeridos nas (a) Pressão interna - O casco de um vaso
A

chapas (e nas outras formas de produto), de for- acabado deve ser substancialmente circular. A di-
PA

ma a permitir uma identificação positiva, durante ferença entre os diâmetros máximo e mínimo, em
a respectiva entrega. A marcação deve ser regis- qualquer seção transversal do casco, não deve
trada, de forma que cada chapa (e cada peça
R

exceder a 1,0% do diâmetro nominal na se·ção


das outras formas de produto) seja identificada transversal considerada. Os diâmetros podem ser
A

de forma positiva, na posição que ocupar no vaso medidos no lado interno ou no lado externo do
C

acabado, a fim de atender às exigências do ins- vaso. Quando os diâmetros forem medidos no
O

petor. A transferência de marcações para os ma- lado externo do vaso, deve ser aplicada a corre-
teriais, a serem divididos em duas ou mais partes, ção referente à espessura da chapa, na seção
N

deve ser efetuada conforme o item (a) acima. transversal considerada (ver Fig. UG-80.2).
H

(c) Quando o material for conformado em per- Para as seções transversais contendo uma aber-
EC

fis ou outras peças, por qualquer fabricante que tura, ou que estejam situadas a uma distância
não o do vaso de pressão acabado, e as marca- não maior do que um diâmetro interno, medida
IM

ções originais, conforme requeridas pela especi- do centro da abertura, a diferença permitida nos
ficação aplicável de materiÇI.I, forem inevitavel- diâmetros internos, conforme descrita acima,
EN

mente removidas, ou que o material seja dividido pode ser aumentada para 2% do diâmetro inter-
em duas ou mais partes, um conjunto dessas no da abertura. Para todas as outras seções trans-
TO

marcações deve ser transferido, com exatidão, versais, incluindo a junção tampo-casco, a dife-
pelo referido fabricante. A identificação de acor- rença entre os diâmetros máximo e mínimo não
do com UG-93, em conjunto com os requisitos deve exceder 1,0%.
acima enunciados para uma marcação modifi- Para os vasos com juntas longitudinais sobre-
cada, deve ser considerada suficiente para iden- postas, a diferença permitida nos diâmetros in-
tificar esses perfis. Os Relatórios Parciais de Da- ternos pode ser aumentada pela espessura no-
dos do Fabricante e a estampagem das partes minal da chapa.
não são requisitos aplicáveis, a menos que a fa-
bricação dos perfis ou das outras partes inclua (b) Pressão externa - O casco de um vaso
operações de soldagem, exceto conforme as isen- acabado que operará sob pressão externa, deve
ções descritas no parágrafo UG-11. atender aos seguintes requisitos, em qualquer de
suas seções transversais:
UG-78 REPARO DE DEFEITOS NOS MATERIAIS (1) As mesmas limitações de ovalização pres-
critas em (a);
Os defeitos nos materiais podem ser reparados, (2) O desvio máximo da forma circular verda-
desde que seja obtida a aprovação prévia do ins- deira, para mais ou para menos, medido radial-
petor, para o método e extensão dos reparos. Os mente no lado interno ou no lado externo do vaso,
materiais defeituosos que não puderem ser satis- não deve exceder o desvio máximo permissível,
fatoriamente reparados, devem ser rejeitados. e, obtido da Fig. UG-80.1

55

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


- -------------------

UG-80 - UG-81

Usar espessuras diferentes, t é a espessura nominal da


e = 1,0t ou chapa mais fina, menos a margem de corrosão.
e = 0,2t
(4) para os cones e seções cônicas, o valor de
respectivamente, para os pontós que se situarem t deve ser determinado conforme (3) acima, ex-
acima ou abaixo -das curvas da Fig. UG-80.1. As ceto que o valor de t em (a), (b) e (c), deve ser
medições devem ser feitas usando-se um gabarito substituído por t., conforme definido em UG-33(b).
circular segmentar, preparado com o raio interno
ou com o raio externo de projeto (dependendo (5) Os requisitos de (b) (2) acima devem ser
da posição utilizada para as medições), e um com- atendidos em qualquer plano perpendicular ao
primento de corda igual ao dobro do compri- eixo de revolução, para cilindros e cones, e no
mento de arco obtido da Fig. UG-29.2. Os valores plano de qulaquer grande círculo, para esferas.
de L e D,. nas Figs. UG-29.2 e UG-80.1, devem Para os cones e seções cônicas, deve ser efetua-
da uma verificação nas posições (1), (2) e (3) de
ser determinados como se segue:
(b) (2) (b) acima e em outras posições, conforme
(a) para cilindros, L e D, são definidos em for necessário, para que os fabricantes e inspe-
UG-28(b); tores certifiquem-se de que os requisitos aplicá-
(b) para cones e seções cônicas, os valores de veis estão atendidos.
L e D, a serem usados nas figuras, são dados (6) As medições devem ser efetuadas na su-
abaixo, em termos das definições estabelecidas
N

perfície do metal base, e não nas soldas ou ou-


em UG-33(b). Em todos os casos abaixo: tras partes salientes do material.
O

+
R

L. = 0,5L (1 D,jD,) (7) As dimensões de um vaso acabado podem


ser corrigidas para os requisitos deste parágrafo,
M

(1) na extremidade de maior diâmetro por qualquer processo que não prejudique a re-
A

sistência do material.
L = L,
PA

(8) Não são permitidas dobras agudas nem tre-


D, = D, chos planos, exceto se a existência de tais irre-
R

gularidades estiver prevista no projeto.


(2) na extremidade de menor diâmetro
A

(9) Os vasos fabricados de tubos de condução


podem apresentar variações permissíveis no diâ-
C

L = L. (D,jD,)
metro (medidas externamente), de acordo com
O

D, = D, as variações permitidas pela especificação que


N

abranger a fabricação do tubo de condução uti-


(3) na seção de diâmetro médio
H

lizado.
EC

L = L. [ 2Dt/(D, + D,) ] (1 O) Em L-4 é apresentado um exemplo ilus-


D, = 0,5 (D, + D,) trativo do uso dessas regras para vasos sujeitos
IM

à pressão externa.
(4) em qualquer seção transversal com um diâ-
EN

metro externo Dx
UG-81 TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS PARA
TAMPOS CONFORMADOS
TO

L = L. (D,jD,)
Do= Dx
(a) A superfície interna de um tampo toriesfé-
rico, toricônico, hemisférico ou elíptico, não deve
(c) para esferas, L é a metade do diâmetro ex-
desviar-se para o lado externo do perfil especi-
terno D,.
ficado em mais do que 1,25% de D, nem para o
(3) Para cilindros e esferas, o valor de t ·deve lado interno em mais do que 0,625% de D sendo
ser determinado da seguinte forma: D o diâmetro interno nominal do casco do vaso,
no ponto de junção com o tampo. Esses desvios
(a) para vasos com juntas de topo,- t é a es- devem ser medidos perpendicularmente ao perfil
pessura nominal da chapa, menos a margem de especificado, e não devem ser abruptos. O raio
corrosão. da concordância não deve ser menor do que o
(b) para vasos com juntas longitudinais sobre- especificado.
postas, t é a espessura nominal da chapa e o (b) Os tampos hemisféricos ou qualquer parte
desvio permissível é esférica de um tampo toriesférico ou elíptico, pro-
jetado para pressão externa, deve, em adição às
t +e prescrições de (a) acima, atender às tolerâncias
(c) nos casos em que o casco, em qualquer especificadas para esferas em UG-80(b), usando-
seção transversal, for constituído de chapas com -se o valor 0,5 para a relação L/D,.

56

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


FIG. UG-80.1 - FIG. UG-80.2

10?0

---
I
900 '
800 '
700 ............__
600
..............

~
500

400
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A

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PA

~ ~"-......... r-..
40

- •• Q~Ot-
R

30 ~
~
"'
A

r-
o, 10
C

0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,8 1,0 2 3 4 5 6 7 8 9 10


O

ComJrimmfo é ji'Ojdo + .lJiâmefro e><ferno, L/IJ0


N
H

FIG. UG-80.1 Desvio máximo permissivel "e" em relação à forma


EC

circular, para vasos sujeitos à pressão externa


IM
EN
TO

FIG. UG-80.2 Exemplo de diferenças entre


diâmetros máximos e minimos
de cascoS! cilíndricos, cônicos
e esféricos

57

_._ _________________________________ _
~---------~---··---

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno


---- -- -~-- ------ --~-------~-

( ) Pública
--·~---------·-----------.
··--------··- ~~~~~~--~~-

UG·81 - UG-84

(c) As medições para a determinação dos des- alargados para o seu diâmetro final. Os furos,
vios especificados em (a) acima, devem ser efe- subseqüentemente, devem ser roscados de forma
tuadas sobre a superfície do metal base, e não correta, em todo o comprimento.
sobre as soldas.
(d) As saias dos tampos devem ser suficiente- UG-84 TESTES DE IMPACTO CHARPY
mente circulares, de forma que a diferença entre
os diâmetros máximo e mínimo não exceda 1:% UG-84(a) Generalidades - Os testes de im-
do diâmetro nominal .. pacto Charpy, de acordo com as prescrições
deste parágrafo, devem ser feitos nas juntas sol-
(e) Quando a saia de qualquer tampo confor- dadas e em todos os materiais para cascos, tam-
mado não estalado for usinada, para obter-se um pos, bocais e outras partes do vaso sujeitas a
ajuste forçado em um casco, interna ou externa- tensões devidas à pressão, para os quais são re-
mente, a espessura não deve ser reduzida para queridos testes de impacto pelas regras da Sub-
menos de 90% da espessura requerida para o
seção C.
disco (em bruto) empregado na conformação do
tampo (ver UW-13), ou para menos da espessura
UG-84(b) Procedimentos de teste
do casco, no ponto de junção. Quando essa usi-
nagem for efetuada, a transição da espessura (b) (1) Os procedimentos e os equipamentos
usinada para a espessura original do tampo con- para os testes de impacto devem estar de acor-
formado não deve ser brusca, porém deve ser
N

do com os parágrafos aplicáveis da especifica-


cônica, ao longo de uma distância mínima igual ção SA-370.
O

a três vezes a diferença entre essas espessuras.


R

(b) (2) A temperatura do teste de impacto não


M

deve ser maior do que a temperatura mais baixa


UG-82 FIXAÇÃO DE ORELHAS, ALÇAS E prevista dentro do ciclo de operação do vaso. A
A

CONEXõES temperatura do teste pode ser menor do que a


PA

mínima especificada na Especificação de Mate-


Todos os acessórios, tais como orelhas, alças, rial da Seção 11 (abrangida pela SA-370).
suportes, bocais tipo sela, estruturas de bocas de
R

visita, reforços em torno de aberturas, e outros, UG-84(c) Corpos de prova para os testes de
A

devem ser conformados e ajustados, para que impacto


C

acompanhem razoavelmente a curvatura do cas-


(c) (1) C.ada conjunto de corpos de prova para
O

co, ou a superfície na qual serão fixados.


testes de impacto deve consistir de três corpos
N

(a) Quando partes pressurizadas, tais como bo-


cais tipo sela, estruturas de bocas de visita e re- de prova.
H

forços em torno de aberturas, estenderem-se so- (c) (2) Os corpos de prova para testes de im-
EC

bre soldas sujeitas à pressão, os trechos dessas pacto devem ser do tipo Charpy com entalhe V,
soldas, a serem cobertos, devem ser esmerilha- e devem concordar com a Fig. UG-84, em todos
IM

dos até que seja obtido o faceamento com o me- os detalhes. Os corpos de prova de tamanho pa-
tal base. drão normal (10 mm x 10 mm), quando obteníveis,
EN

devem ser usados para espessuras iguais ou


(b) Quando partes não pressurizadas, tais co-
maiores do que 11 mm, exceto conforme permi-
mo orelhas, alças, suportes, pernas e selas de su-
TO

porte, estenderem-se sobre soldas sujeitas à pres- tido diferentemente em (c) (2) (a) abaixo.
são, os trechos dessas soldas a serem cobertos,
Smm
~, ~
devem ser esmerilhados até que seja obtido o :.......~~- 55mm
faceamento com o metal base ou, alternativa-
mente, as referidas partes devem ser entalhadas
ou recortadas, para que sejam evitadas as inter- ....-----/""'..-~===~~ G. 10mm•
ferências com tais soldas.
0,2Smm~f
• Ver UG-84 (c), para a espessura / '\.
UG·83 FUROS PARA ESTAIS ROSCADOS de corpos de prova subdimensionados ,. ' - 45" / " '

Os furos para estais roscados devem ser bro- FIG. UG·84 Corpos de Prova do tipo viga sim-
queados para o seu diâmetro final, ou punciona- ples para o teste de impacto (Teste
dos para um diâmetro não maior do que o diâ- tipo Charpy)
metro final do furo menos 6 mm, para as chapas
com espessura superior a 8 mm, e menos 3 mm
para as chapas com espessura igual ou menor (c) (2) (a) Para materiais que normalmente ab-
do que 8 mm. Os furos obtidos por esses puncio- sorvem energia acima de 244 J, quando testados
namentos devem, em seguida, ser broqueados ou usando-se corpos de prova de tamanho normal

58

( )--
Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública
--··----~--~~~~-
UG-84

(10 mm x 10 mm) e à temperatura especificada de peratura mínima de projeto. Quando b maior cor-
teste, podem ser utilizados corpos de prova sub- po de prova obtenível possuir uma largura, ao
dimensionados (10 mm x 6,7 mm), ao invés dos longo do entalhe, menor do que 8 mm, o teste
corpos de prova de tamanho normal. Entretanto, deve ser efetuado a uma temperatura menor do
quando essa opção for empregada, o valor de que a temperatura mínima de projeto, de acordo
aceitação deve ser 102 J mínimo, para cada cor- com a redução indicada na abela UG-84.2, para
po de prova, devendo ser relatada a expansão a respectiva largura do corpo de prova [Este úl-
lateral em múltiplos de 0,0254 mm (0,0254 mm timo requisito não é aplicável quando for empre-
corresponde a 1 mil = milésimo de polegada). gada a opção descrita em (c) (2) (a) acima].
(c) (3) Para materiais que não permitem a ob- (b) Para materiais com espessura menor do
tenção de corpos de prova de tamanho normal que 10 mm - Quando o maior corpo de prova
(10 mm x 10 mm), devido ao formato ou à espes- obtenível para o teste de· impacto Charpy, com
sura do material, os corpos de prova devem entalhe V, possuir uma largura, ao longo do en-
ser os de maior subdimensionamento (10 mm x talhe, igual ou maior do que 80% da espessura
6,7 mm), quando possíveis, ou então, corpos de do material, o teste Charpy desse corpo de
prova que tenham a espessura total do material, prova deve ser efetuado a uma temperatura não
e que possam ser usinados para a remoção de ' maior do que a temperatura mínima de projeto.
irregularidades superficiais [o critério para a tem-. Quando o maior corpo de prova obtenível pos-
N

peratura de teste, descrito em (c) (5) (b), deve ser· suir uma largura, ao longo do entalhe, menor do
O

aplicado aos materiais da Tabela UCS-23, com, : que 80% da espessura do material, o teste Char-
resistência à tração mínima especificada inferior·
R

py, para materiais da Tabela UCS-23 com resistên-


a 655 MPa, quando a largura ao longo do entalhe cia à tração mínima especificada menor do que
M

for menor do que 80% da espessura do material]. 655 MPa, deve ser efetuada a uma temperatura
A

Alternativamente, tais materiais podem ter a sua menor do que a temperatura mínima de projeto;
espessura reduzida para produzir o maior cor-
PA

essa redução de temperatura deve ser igual à di-


po de prova Charpy subdimensionado (1 O mm x ferença (ver Tabela UG-84.2) entre a redução de
6,7 mm). Os testes de impacto não são requeri- temperatura correspondente à espessura efetiva
R

dos quando o maior corpo de prova Charpy obte- e a redução de temperatura correspondente à es-
A

nível possuir uma largura, ao longo do entalhe,


pessura do corpo de prova Charpy efetivamente
menor do que 2,5 mm.
C

testado [Este último requisito não é aplicável


O

(c) (4) (a) Os requisitos mínimos aplicáveis de quando for utilizada a opção descrita em (c) (2) (a)
energia absorvida, para todos os tamanhos de acima]. Para os materiais da Tabela UCS-23 com
N

corpos de prova, devem ser os que estão indi- resistência à tração mínima especificada igual
H

cados na Tabela UG-84.1, multiplicados pela re- ou maior do que 655 MPa, para os materiais da
EC

lação entre a largura efetiva do corpo de prova, Tabela UHT-23, e para os materiais da Tabela
ao longo do entalhe, e a largura de um corpo de UHA-23, o teste deve ser efetuado a uma tempe-
IM

prova de tamanho normal (1 O mm x 1O mm), ex- ratura não maior do que a temperatura mínima de
ceto conforme disposto diferentemente em (c) (2) projeto.
EN

(a) acima.
(c) (6) Quando o valor médio dos três corpos
(b) A expansão lateral mínima aplicável, opos- de prova for igual ou maior do que o valor mí-
TO

ta ao entalhe, para todos os tamanhos de corpos nimo permitido para um único corpo de prova, e
de prova de materiais da Tabela UCS-23, com re- o valor de mais de um corpo de prova for inferior
sistência à tração minima especificada igual ou ao valor médio requerido, ou quando o valor para
maior do que 655 MPa, e de materiais da Tabela um corpo de prova for menor do que o valor mí-
UHA-23, deve ser conforme requerida em UHT- nimo permitido para um único corpo de . prova,
-6(a) (3) e UHT-6(a) (4). Devem ser aplicáveis to- deve ser efetuado um releste, usando-se três cor-
dos os requisitos de UHT-6(a) (3) e UHT-6(a) (4). pos de prova adicionais. O valor para cada um
dos corpos de prova desse releste deve ser igual
(c) (5) Para todos os testes de impacto Charpy ou maior db que o valor médio requerido.
deve ser observado o seguinte critério para a de-
É permitido um restaste, quando um resultado
terminação da temperatura de teste:
errático for causado por um corpo de prova de-
(a) Para materiais com espessura igual ou feituoso, ou quando ocorrer alguma incerteza re-
maior do que 10 mm - Quando o maior corpo ferente ao procedimento de teste. Deve ser tam-
de prova obtenível para o teste de impacto Char- bém permitido um releste, porém com corpos de
py, com entalhe V, possuir uma largura ao longo prova de tamanho normal (10 x mm x 10 mm),
do entalhe igual ou maior do que 8 mm, o teste quando for utilizada a opção de UG-84(c) (2) (a)
Charpy usando tal corpo de prova deve ser efe- para o teste inicial, não tendo sido obtido o valor

c'i
tuado a uma temperatura não maior do que a tem- de aceitação (102 J mínimo).

59

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-----------

UG-84

UG-84( d) Testes de .impacto dos materiais (b) os materiais dos quais foram retirados os
corpos de prova sejam tratados termicamente, em
(d) (1) Os relatórios ou certificados de testes separado, de tal forma que sejam representativos
de impacto efetuados pelo produtor dos materiais, do material no vaso acabado (ver UG-85).
devem constituir evidências aceitáveis, de que o
material atende aos requisitos deste parágrafo, (d) (2) O fabricante do vaso pode efetuar tes-
desde que: tes de impacto para comprovar a adequabilidade
de um material, não submetido aos testes de im-
(a) os corpos de prova sejam representativos
pacto pelo produtor do material, contanto que a
do material entregue [ver UG-66(d)] e que o ma-
quantidade de testes e o método de retirada dos
terial não seja submetido a um tratamento tér-
corpos de prova sejam conforme especificados
mico, durante ou após a fabricação, que reduza
pelo produtor do material.
significativamente as suas propriedades de im-
pacto; ou

TABELA UG-84.1

REQUISITOS MíNIMOS PARA O TESTE DE IMPACTO CHARPY


N

ENTALHE-V DE AÇOS-CARBONO E AÇOS DE BAIXA LIGA


O

LISTADOS NA TABELA UCS-23


R
M

Energia absorvida no teste de impacto


A

Charpy entalhe-V, J
Resistência à tração
PA

mlnima especificada Aços totalmente Aços não totalmente


desoxidados desoxidados
R

450 MPa Média para 3 corpos de prova 18 14


A

ou menos Mínimo para 1 corpo de prova 14 10


C

Acima e 450 MPa e até Média para 3 corpos de prova 20 18


O

515 MPa, inclusive Mínimo para 1 corpo de prova 16 14


N

Acima e 515 MPa e até Média para 3 corpos de prova 27


H

655 MPa, exclusiva Mínimo para 1 corpo de prova 20


EC

Igual ou maior do que Mínimo para 3 corpos de prova Expansão lateral


655 MPa (Nota 1) 0,381 mm
IM

NOTA
EN

(1} Para os materiais de aparafusamento situados neste nível de res;stência, com diâmetro igual ou menor do que M52 x 5,
podem ser aplicados os requisitos da especificação SA-320; para diâmetros acima de M52 x 5, devem ser aplicados
TO

os requisitos desta Tabela. [Tamanho Nominal de ParaWso {M) - designação para a especificação das dimensões de
parafusos. As dimensões reais estão listadas nos padrões ANSI 818 - Séries Métricas].

UG-84(e) Requisitos de procedimento va de impacto, retirados de uma dessas peças,


escolhida aleatoriamente, desde que a mesma
(e) (1) Requisitos de procedimento para a for- especificação, a mesma corrida de material e o
ma de produto - Os testes de impacto para cada mesmo processo de produção, incluindo o trata-
forma de produto devem estar de acordo com os mento térmico, tenham sido utilizados para todo
requisitos das especificações listadas na Tabela o lote. Quando as peças forem excessivamente
UG-84.3, em todos os aspectos, exceto que de- pequenas, não permitindo a- retirada de três cor-
vem ser usados corpos de prova do tipo Charpy pos de prova, mesmo os de dimensões mínimas
com entalhe V [ver UG-84(c)]. [ver Fig. UG-84 e UG-84(c)], os testes de im-
pacto não são necessários.
(e) (2) Peças de pequenas dimensões - O fa-
bricante de peças pequenas, fundidas ou forjadas, (e) (3) Vasos de pequenas dimensões - Para
pode certificar um lote não maior do que 20 pe- os vasos pequenos que não excedam as limita-
ças dimensionalmente ·iguais, através do relatório ções de volume definidas em U-1 (j), um conjunto
dos resultados de um conjunto de corpos de pro- de corpos de prova de impacto, do material, pode

60

~~~~- ( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


------~--- -~~~~~~--~---------- ···-----~---~~~~
UG-84

representar todos os vasos (em quantidade não UG-84(h) Testes de impacto para os procedi-
superior a 100) produzidos de material da mesma mentos de soldagem
corrida, ou todos os vasos tratados em uma mes-
ma carga de tratamento térmico, adotando-se a (h) (1) Generalidades - Para os vasos de aço-
quantidade menor entre essas duas indicadas. -carbono, de construção soldada, a resistência ao
impacto das soldas e das zonas termicamente
UG-84(f) Testes de impacto das soldas afetadas das chapas para testes de qualificação
dos procedimentos, deve ser determinada de
(f) (1) Para os vasos de aço-carbono de cons- acordo com UG-84(g) e com os seguintes sub-
trução soldada, a resistência ao impacto das sol- parágrafos:
das e das zonas termicamente afetadas das cha-
pas para os testes de qualificação dos procedi- (h) (2) Casos de exigência - Os testes de im-
mentos de soldagem, e das chapas para os testes pacto para qualificação dos procedimentos de
de impacto do vaso (chapas para os testes de soldagem, devem ser efetuados quando os pará-
impacto da produção), deve er determinada con- grafos UCS-66, UHA-51 ou UHT-6 prescreverem
forme requerido neste subparágrafo. que a soldagem dos materiais base usados deva
ser submetida aos testes de impacto.
(f) (2) Todas as chapas de teste devem ser sub-
metidas ao tratamento térmico, incluindo taxas Se os testes de impacto forem requeridos para
N

de resfriamento e tempos acumulados na tempe- o metal de solda depositado, estando o material


O

ratura ou temperaturas de tratamento (ver UG-85, base isento desses testes (como em UHA-51), de-
R

UCS-85, UHT-81 e UHT-82; os requisitos de trata- vem ser preparadas ·chapas para testes do pro-
M

mento térmico desses parágrafos devem ser apli- cedimento de soldagem. O material da chapa de
cados às chapas para testes de soldas), essen- teste deve ser do mesmo P-N9 e do mesmo Gru-
A

cialmente o mesmo estabelecido pelo fabricante po-N9 usados no vaso. Deve ser retirado um con-
PA

para utilização na fabricação efetiva. junto de corpos de prova para impacto, com o
entalhe situado no metal de solda; a zona ter-
R

UG-84(g) Localização, orientação, temperatura, micamente afetada não necessita ser submetida
e valores para os testes de impacto de soldas -
A

aos testes de impacto.


Todos os testes de impacto de soldas devem es-
C

tar de acordo com os seguintes requisitos: Quando o procedimento de soldagem empre-


O

gado na soldagem de produção for utilizado so-


(g) (1) Cada conjunto de corpos de prova para mente para soldas em ângulo, esse procedimento
N

os testes de impacto do metal de solda deve ser deve ser qualificado através de um teste de qua·
H

retirado através da solda, com o entalhe situado lificação de solda em chanfro. A chapa ou o tubo
EC

no metal de solda. Cada corpo de prova deve ser de condução, utilizado para os testes de qualifi-
orientado de forma que o entalhe seja normal à
cação ,deve ser do mesmo P-N9 e do mesmo Gru-
IM

superfície do matéria!, e que uma face do corpo


po-N9 do material do vaso, quando os testes de
de prova esteja situada a uma distância não maior
impacto constituírem um requisito. Este teste de
EN

do que 1,6 mm, em relação à superfície do ma-


terial. qualificação do procedimento de soldagem é adi-
cional aos requisitos da Seção IX, QW-202.2, para
TO

(g) (2) Cada conjunto de corpos de prova, para


os testes de impacto da zona termicamente afe- os materiais P-N911.
tada, deve ser retirado através da solda; o com- (h) (3) Material com espessura maior do que
primento dos corpos de prova deve ser suficien-
38 mm - Quando os testes de procedimento fo-
te para que o entalhe, após o ataque químico,
possa ser posicionado na zona afetada pelo ca- rem efetuados em materiais com espessura su-
lor. O entalhe deve ser efetuado aproximadamente perior a 38 mm, dois conjuntos de corpos de
perpendicular à superfície do material, de tal for- prova para impacto devem ser retirados da sol-
ma que seja incluído, na fratura resultante, a da, com um dos conjuntos situado nas proximi-
maior quantidade possível de material da zona dades (não mais distante do que 1,6 mm) da su-
termicamente afetada. perfície de um· dos lados do material, e o outro
conjunto situado aproximadamente a meia dis-
(g) (3) .A temperatura de teste para as soldas e tância entre o centro da espessura e a superfície
zonas termicamente afetadas não deve ser maior do lado oposto [para outros detalhes, ver UG-
do que a temperatura requerida para os materiais -84(g) (1 )] .
base.
(g) (4) Os valores de impacto devem ser, no (h) (4) Variáveis essenciais - Para os testes de
mínimo, tão elevados quanto os requeridos para impacto, são requeridas as variáveis essenciais
os materiais base. adicionais especificadas na Seção IX, QW-250.

61

- --·~-· ( ) Confidencial (X) Restrita


-····~"c·.~·------- --- (-
) Uso
-- interno
---- (-
) Pública
----------
----··~-~-· --~

UG-84

TABELA UG-84.2 utilizado na fabricação do vaso ou de um grupo


de vasos, conforme descrito no subparágrafo (3)
REDUÇÃO DE TEMPERATURA PARA O TESTE abaixo. A chapa para os testes de impacto do
DE tMPACTO CHARPY, ABAIXO DA TEMPE- vaso deve pertencer a uma das corridas de aço
RATURA MíNIMA DE PROJETO usadas na fabricação do vaso ou grupo de vasos.
Para as juntas Categoria A, a chapa de teste deve
Para os materiais da Tabela UCS-23 com resistência à ser, onde for praticável, soldada como uma ex-
tração mínima especificada inferior a 655 MPa, quando tensão da extremidade de uma junta de produ-
a largura do corpo de prova subdimensionado para o
teste de impacto Charpy for menor do que 80% da
ção, de tal forma que a solda na chapa de teste
espessura do material. represente, o mais aproximadamente possível, a
qualidade e o tipo de soldagem das juntas do
vaso. Para as juntas Categoria B, soldadas com
Espessura real do material [ver UG-84(c)(5)(b)], ou largura, um procedimento diferente do utilizado nas jun-
ao longo do entalhe, do corpo de prova para impacto (Nota 1) tas Categoria A, a chapa de teste deve ser sol-
Espessura, mm Redução de temperatura, oc dada de acordo com as condições da soldagem
de produção do vaso, empregando-se o mesmo
tipo de equipamento, o mesmo posicionamento
10 {corpo de prova normal) o para a soldagem e os mesmos procedimentos
9 o destinados às juntas de produção; essa chapa de
N

8 o teste deve ser soldada simultaneamente com as


O

7,5 (corpo de prova 3/4) 5


soldas de produção, ou imediatamente antes do
7 8
R

início da soldagem de produção.


6,67 (corpo de prova 2/3) 10
M

6 15 (i) (2) Casos de exigência - As chapas para


A

5 (corpo. de prova 1/2) 20 os testes de impacto do vaso (produção) devem


4 30 ser preparadas e testadas, quando os parágrafos
PA

3,33 (corpa de prova 1/3) 35 UCS-66, UHA-51 ou UHT-6 prescreverem que a


3 40 soldagem dos materiais base usados deva ser
R

2,5 (corpo de prova 1/4) 50


submetida aos testes de impacto.
A

Se os testes de impacto forem requeridos para


C

NOTA: o metal de solda, estando o material base isento


desses testes (como em UHA-51), devem ser pre-
O

(1) É permitida a interpolação linear, para os valores inter-


mediários. paradas chapas para testes de impacto do vaso.
N

O material da chapa de teste deve ser do mesmo


H

P-N9 e do mesmo Grupo-N9 utilizados no vaso.


TABELA UG-84.3
EC

Deve ser retirado um conjunto de corpos de pro-


va para impacto, com o entalhe situado no metal
ESPECIFICAÇõES PARA MATERIAIS SUJEI-
IM

de solda; a zona termicamente afetada não ne·


TOS AOS TESTES DE IMPACTO, EM VARIAS cessita ser submetida aos testes de impacto.
FORMAS DE PRODUTO
EN

(i) (3) Quantidade requericla de chapas para os


testes de impacto do vaso -
TO

Forma de produto Especificação


(a) Para cada vaso, deve ser preparada uma
chapa de teste, para cada procedimento de sol··
Chapa Suplemento (5) de SA-20 dagem utilizado nas juntas Categorias A e B, ex-
Tubo de condução SA-333 ceto se o vaso estiver incluído entre os vasos
Tubo SA-334 definidos em (b) ou (c) abaixo. Adicionalmente,
Forjado SA-350
devem ser aplicados os seguintes requisitos às
Fundido SA-352
Materiais para aparafusamento SA-320
juntas Categorias A e B:
(e barras) (1) Se for efetuada a soldagem automática ou
semi-automática, a chapa de teste deve ser sol-
dada em cada posição empregada na soldage'm
UG-84(i) Chapas para os testes de impacto do do vaso.
vaso (produção) (2) Se também for empregada a soldagem ma-
nual, a chapa de teste deve ser soldada somente
(i) (I) Generalidades - Adicionalmente aos re- na posição plana, exceto se a soldagem for efe-
quisitos do item (h) acima, os testes de impacto tuada em outras posições, quando então a chapa
das soldas e das zonas termicamente afetadas de teste precisa ser soldada somente na posição
devem ser efetuados de acordo com o item (g), plana, exceto se a soldagem for efetuada em
para cada procedimento de soldagem qualificado outras posições, quando então a chapa de tes-

62

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-------------------·---··--· - - - - - - - .. ·---··
UG-84 - UG-90

te precisa ser soldada somente na posição ver- o símbolo "UM" do Código, devem atender aos
tical (onde os maiores trechos das camadas requisitos gerais de inspeção, testes e exames
de solda são depositados na posição vertical dos parágrafos seguintes e, adicionalmente, aos
descendente). A chapa de teste soldada vertical- requisitos específicos para Inspeção, Testes e
mente qualifica a soldagem manual em todas as Exames, dados nas Partes aplicáveis das Sub-
posições. seções B e C.
(b) Para diversos vasos ou partes de vasos, (b) O fabricante é responsável pelo forneci-
soldados dentro de um período de três meses, no mento, ao inspetor, de todas as informações es-
mesmo local, com espessuras de chapa não va- pecificadas e pela garantia de que o controle
riando mais do que 6 mm ou 25%, o que for da qualidade, o exame detalhado e os testes re-
maior, e com materiais de mesma especificação queridos por esta Divisão, são efetuados nos es-
e grau, deve ser preparada uma chapa de teste tágios de fabricação considerados necessários,
para cada 122 m de juntas soldadas pelo mesmo para que possam ser aceitos como válidos (ver
procedimento. 10-7). Essa responsabilidade deve incluir os se-
(c) Para vasos de pequenas dimensões, não guintes itens, sem que a eles esteja limitada:
excedendo as limitações de volume definidas em (1) Certificado de Autorização do Comitê
U-1 (j). fabricados de uma mesma corrida de ma- ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão, con-
terial que requeira testes de impacto, deve ser cedendo ao fabricante a autorização para fabri-
preparada uma junta soldada para teste com ma-
N

car a classe do vaso que estiver sendo construí-


terial da mesma corrida, soldada com os mes-
O

do [UG-116(n)];
mos eletrodos e com o mesmo procedimento de
R

soldagem; essa 'junta pode representar um lote (2) Desenhos e cálculos de projeto para o vaso
M

formado por 100 vasos ou menos, ou cada carga ou suas partes [U-2(b)];
de tratamento térmico, o que apresentar o menor (3) Identificação para todos os materiais utill-
A

número de vasos. zados na fabricação do vaso ou de suas par-


PA

tes (UG-93);
UG-84(j) Rejeição - Se a chapa de teste do (4) Quaisquer Relatórios Parciais de Dados,
R

vaso falhar no atendimento aos requisitos de im- quando requeridos por UG-120(c);
A

pacto, .as soldas representadas pela chapa de


(5) Acesso para o inspetor às instalações da
teste devem ser consideradas inaceitáveis. São
sua fábrica que estejam envolvidas no forneci-
C

permitidos, entretanto, o retratamento térmico e o


mento ou na fabricação dos materiais para em-
O

releste correspondente.
prego no vaso, mantendo o inspetor informado
N

sobre o andamento dos trabalhos, possibilitando,


UG-85 TRATAMENTO TÉRMICO
H

dessa forma, que as inspeções requeridas sejam


EC

Quando os tratamentos térmicos estipulados efetuadas na seqüência apropriada (UG-92);


pela especificação de material não forem efetua- (6) Evidência dos exames efetuados em todos
IM

dos pelo produtor do material, eles podem ser os materiais, antes da fabricação, para compro-
realizados pelo fabricante do vaso ou por tercei- var que eles possuem as espessuras requeridas
EN

ros, sob controle do fabricante do vaso, o qual (UG-27); para detectar defeitos inaceitáveis [UG-
deve colocar a letra "T", em seguida à letra "G", ·93(d) e UG-46]; para verificar se os materais são
TO

constante da marcação da chapa efetuada na usi- materiais aceitáveis por esta Divisão (UG-4); e para
na (ver SA-20). a fim de indicar que o tratamento verificar se foi mantida a rastreabilidade (UG-77)
térmico requerido pela especificação de material até à identificação do material (UG-93);
foi realmente realizado. O fabricante do vaso tam- (7) Documentação dos testes de impacto,
bém deve documentar, de acordo com UG-93(b), quando tais testes forem requeridos (UG-84);
que o tratamento térmico especificado foi efe-
(8) Anuência prévia do inspetor para quais-
tuado
quer reparos (UG-78, UF-37 e UF-38);
Os parágrafos UCS-85, UHT-5(e) e UHT-81 for-
necem requisitos para o tratamento térmico dos (9) Exame das seções do casco e dos tampos,
corpos de prova. para confirmar que foram conformadas correta-
mente para as formas especificadas, dentro ·d"3s
tolerâncias permissíveis (UG-79, UG-80, UG-81,
INSPEÇÃO, TESTES E EXAMES UF-13, UF-27, UF-29 e UW-13);
UG-90 GENERALIDADES
(1 O) Qualificação dos procedimentos de sol-
dagem ejou brasagem, antes que sejam empre-
(a) A inspeção e os testes e exames de vasos gados na fabricação [UG-84((h), UW-28(b) e
de pressão, a serem marcados com o símbolo UW-47];
"U" do Código, bem como a inspeção e os tes- (11) Qualificação de todos os soldadores, ope-
tes de vasos de pressão, a serem marcados com radores de equipamentos automáticos para sol-

63

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública------··-·--·-·-·


UG-90

dagem, e soldadores de brasagem, antes que trução do vaso atendem aos requisitos de UG-4
sejam empregados nas soldagens ou brasagens a UG-14 (UG-93);
de produção (UW-29 e UB-43); (d) Verificar se todos os procedimentos de sol-
(12) Exame de todas as partes antes de se- dagem ejou brasagem estão qualificados (UW-28
rem ligadas, para assegurar que foram correta- e UB-31);
mente ajustadas para soldagem ou brasagem, e (e) Verificar se todos os soldadores, operado-
que as superfícies a serem ligadas foram de- res de equipamentos automáticos de soldagem,
vidamente limpas, tendo sido observadas as to- soldadores de brasagem e operadores de equi-
lerâncias de alinhamento (UG-80, UW-31, UW-32, pamentos automáticos de brasagem, estão quali-
UW-33 e UB-17); ficados (UW-29 e UB-32);
(13) Exame das partes, de acordo com o pro- (f) Verificar se foram efetuados todos os trata-
gresso de fabricação, para verificar: a 'marca- mentos térmicos, incluindo o tratamento térmico
ção dos materiais (UG-94); a não evidência de após a soldagem (UG-85, UW-40, UW-49 e UF-52);
defeitos superficiais (UG-95); a manutenção das
(g) Verificar se as imperfeições dos materiais,
dimensões geométricas (UG-96 e UF-30); reparadas por soldagem, foram, de fato, repara-
(14) Providenciar registros de todos os tra- das de forma aceitável [UG-78, UW-52(d) (2) (c),
tamentos térmicos efetuados no vaso ou partes UF-37 e UF-47(c)];
do vaso (UW-49 e UF-31);
(h) Verificar se foram efetuados os exames não
N

(15) Providenciar registros dos exames não destrutivos e os testes requeridos, e se os re-
O

destrutivos realizados no vaso ou partes do vaso, sultados são aceitáveis (UG-84, UW-50, UW-51,
R

incluindo as chapas radiográficas, se o exame UW-52 e UB-44);


M

radiográfico for realizado;


(i) Efetuar a inspeção visual do vaso, para con-
(16) Submeter o vaso ao teste hidrostático ou
A

firmar que os números de identificação do ma-


pneumático requerido, providenciando junto ao terial foram corretamente transferidos (UG-77,
PA

inspetor para que a inspeção 'requerida seja efe- UG-94 e UG-95);


tuada durante esse teste (UG-99, UG-100 e
(j) Efetuar as inspeções internas e externas, e
R

UW-50);
testemunhar os testes hidrostáticos e pneumáticos
A

(17) Aplicar a estampagem requerida ejou a (UG-96, UG-97, UG-99, UG-100 e UG-101);
placa de identificação no vaso, certificando-se de
C

(k) Verificar se a marcação requerida foi devi-


que a aplicação foi efetuada no vaso correspon-
O

damente aplicada, incluindo a estampagem re-


dente (UG-116, UG-118 e UG-119); querida em UG-119(a), e se as placas de identi-
N

(18) Preparar o Relatório de Dados do Fabri- ficação foram aplicadas nos vasos correspon-
H

cante, providenciando para que esse Relatório dentes;


EC

seja certificado pelo inspetor (UG-120); (I) Assinar o Certificado de Inspeção no Re-
(19) Providenciar a conservação adequada das latório de Dados do Fabricante, quando o vaso,
IM

radiografias (UW-51), dos relatórios dos exames de acordo com o seu conhecimento, experiência
ultra-sônicos (12-4), e os Relatórios de Dados do e convicção, estiver terminado e em conformi-
EN

Fabricante (UG-120). dade com todas as disposições desta Divisão.


TO

(c) (1) O inspetor deve efetuar todas as inspe- (2) Nos casos em que a fabricação de uma
ções que foram especificamente definidas como quantidade relativamente grande de vasos de
de sua responsabilidade, bem como quaisquer pressão tornar impraticável ao inspetor, o cum-
outras que considerar necessárias, para certifi- primento pessoal de cada um dos seus deveres
car-se de que os vasos, para os quais autorizou conforme requeridos (Nota 30), o fabricante, em
a estampagem com o símbolo do Código, foram colaboração com o inspetor, deve preparar um
projetados e construídos de acordo com os re- procedimento de inspeção e controle da quali-
quisitos desta Divisão. As inspeções, verificações dade, estabelecendo com os detalhes necessá-
e ações de responsabilidade do inspetor devem rios, o método pelo qual os requisitos (Nota 30)
incluir as seguintes, sem que estejam a elas limi- desta Divisão serão atendidos. Este procedimen-
tadas: to deve ser incluído no sistema escrito de Con-
trole da Qualidade do próprio fabricante [ver
(a) Verificar se o fabricante possui um Certi-
ficado de Autorização válido [UG-116(n)], e se ele U-2(h)]; tal procedimento deve ser submetido à
agência de inspeção, para dela receber a neces-
está trabalhando de acordo com um Sistema de
sária aceitação. Em sgeuida, a agência de ins-
Controle da Qualidade [U-2(h)];
peção deve submetê-lo à jurisdição legal concer-
(b) Verificar se os cálculos de projeto aplicá- nente [ver U-2(h)] e ao vistoriador designado
veis encontram-se disponíveis [U-2(b), U-2(c)]; pela ASME, dos quais deve obter a aceitação,
(c) Verificar se os materiais usados na cons~ por escrito. As vistorias conjuntas requeridas por

64

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


--------- - - - - - - - - - -

UG-90 - UG-93

U-2:(h) devem incluir um vistoriador designado e de testes. O fabricante deve manter o inspetor
pela ASME. O procedimento de inspeção deve informado sobre o progresso do trabalho, notifi-
ser usado nas instalações e oficinas do fabri- cando-o, com antecipação razoável, sobre as da-
cante, pela agência de inspeção à qual foi sub- tas em que os vasos estarão prontos para os tes-
metido para aceitação, devendo ser seguido por tes e inspeções finais requeridos.
um inspetor pertencente a essa agência de ins-
peção. Quaisquer modificações introduzidas nes- UG-93 INSPEÇÃO DE MATERIAIS
se procedimento de inspeção e controle da qua-
lidade, que afetem os requisitos desta Divisão, (a) Exceto conforme prescrito de outra forma
estão sujeitas a uma vistoria e à aceitação pelas em UG-5, UG-10 ou UG-11, os requisitos para a
partes requeridas para uma vistoria conjunta. O aceitação de materiais fornecidos pelo produtor,
Relatório de Dados para esse vaso deve incluir, em conformidade com uma especificação de ma-
na parte reservada às "Observações", a seguinte terial da Seção 11, são os seguintes:
declaração: "Construído de acordo com as pres-
crições de UG-90(c) (2)". (1) Para chapas, o fabricante do vaso deve ob-
ter o relatório de testes do material, ou o certifi-
NOTA 30 - Ver os subparágrafos UG-90(b) e UG- cado de conformidade, conforme previsto na es-
~90(c} .(1),
para os sumários das responsabilidades do fa~
bricante e dos deveres do inspetor. pecificação de material; o inspetor deve examinar
o relatório de testes do material ou o certificado
N

UG-91 O INSPETOR de conformidade, e determinar se o documento


O

examinado realmente representa o material, e se


estão atendidos os requisitos da especificação de
R

(a) Todas as referências a "Inspetor", ao longo


material.
M

do texto desta Divisão, devem ser entendidas


como a "Inspetor Autorizado", conforme definido (2) Para todas as outras formas de produto, o
A

neste parágrafo. Todas as inspeções requeridas material deve ser aceito como estando de acordo
com a respectiva especificação, se esta estipular
PA

por esta Divisão da Seção VIII devem ser proces-


sadas por um inspetor empregado por um Estado a marcação de cada peça com a designação da
própria especificação, incluindo o Grau, Tipo e
R

ou Municipio dos Estados Unidos, ou por uma


Provincia do Canadá; por um inspetor regularmen- Classe, conforme aplicável, e se cada peça tiver
A

te empregada por uma Companhia de Seguros, sido marcada de acordo com os requisitos do pa-
C

autorizada a contratar seguros para caldeiras e rágrafo UG-94.


O

vasos de pressão; ou por um inspetor contratado (3) Se a especificação de material não estabe-
seguidamente por uma empresa, para fazer ins- lecer a marcação de cada peça, conforme indica-
N

peções de vasos que serão de seu uso exclusivo, do 'em (a) (2) acima, o material deve ser aceito
H

não devendo ser revendidos [ver UG-116(a) (1 )]. como estando de acordo com a respectiva espe-
EC

O inspetor não deve pertencer ao quadro de fun- cificação, desde que sejam atendidos os seguin-
cionários do fabricante. Todos os inspetores de- tes requisitos:
IM

vem ser qualificados por um exame escrito, sob


as regras de qualquer Estado norte-americano, (a) Cada feixe, carregamento, engradado, cai-
EN

ou de qualquer Província do Canadá, onde o Có- xa, etc., deve ser marcado pelo produtor ou for-
digo ASME tenha sido adotado. necedor do material, com a designação da espe-
TO

(b) Adicionalmente aos deveres especificados, cificação, incluindo o Grau, Tipo e Classe, con-
o inspetor tem a obrigação de monitorar o Siste- forme aplicável;
ma de Controle da Qualidade do Fabricante, con- (b) O manuseio e a armazenagem do material,
forme requerido no Apêndice 1O. pelo fabricante do vaso, devem ser documenta-
dos no seu Sistema de Controle da Qualidade,
UG-92 ACESSO PARA O INSPETOR de tal forma que o inspetor possa determinar que
esse material é o mesmo identificado conforme
O fabricante do vaso, quando solicitado, deve (a) (3) (a) acima. Não é requerida a rastreabilida-
tomar as providências necessárias para que o ins- de para um lote especifico, uma encomenda ou
petor tenha livre acesso às instalações de todos corrida. A rastreabilidade é requerida somente
os seus fornecedores, que estejam relacionados para a especificação de material, Grau, Tipo e
com o fornecimento ou com a fabricação de ma- Classe, se aplicável.
teriais para o vaso. (b) Exceto conforme previsto de outra forma
Ao inspetor deve ser permitido livre acesso, a em UG-5, UG-10 e UG-11, quando alguns requi-
qualquer tempo, durante os trabalhos de fabrica- sitos da especificação de material da Seção 11
ção do caso, a todas as partes das instalações do tiverem sido atendidos por outra(s) organização
fabricante que estiverem envolvidas com a cons- (ões) [ver UG-84(d) e UG-85], o fabricante do vaso
trução do vaso e, também, ao local onde os vasos deve obter os relatórios suplementares de testes
serão instalados, durante o período de montagem dos materiais ou os certificados suplementares de

65

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-93 - UG-96

conformidade; ·o inspetor deve examinar esses (c) A borda periférica externa da chapa plana,
documentos, determinar se eles realmente repre- após a soldagem, conforme indicada na Fig. UW-
sentam o material, e se estão atendidos os requi- -13.2(e). (f) e (g), se a distância entre a borda da
sitos da especificação de material. solda acabada e a borda periférica da chapa pla-
(c) Quando os requisitos ou prescrições desta na for menor do que a espessura da chapa plana,
Divisão, aplicáveis aos materiais, excederem ou conforme definida em UF-34(b);
suplementarem os requisitos da especificação de (d) A superfície periférica interna da chapa pla-
material da Seção 11 (ver UG-24, UG-84 e UG-85), na, após a soldagem, conforme indicada na Fig.
o fabricante do vaso deve obter os relatórios su- UW-13.2(m) e (n).
plementares de testes dos materiais ou os certi- (e) Nenhum exame é requerido na chapa plana,
ficados de conformidade; o inspetor deve exami" conforme indicado na Fig. UW-13.2(h), (i). (j), (k)
nar esses documentos, determinar se eles real" e (1).
mente representam o material, e se estão atendi- (e) O inspetor deve certificar-se de que a es-
dos os requisitos ou prescrições desta Divisão. pessura e outras dimensões de material atendem
(d) Todos os materiais, a serem usados na cons- as requisitos desta Divisão. ·
trução de um vaso de pressão, devem ser examic (f) O inspetor deve certificar-se de que os re-
nados antes da fabricação, com o propósito de
quisitos de inspeção e de marcação, prescritos no
se detectar, na extensão que for possível, os deJ
parágrafo UG-24, foram observados para os fun-
feitos que possam afetar a segurança do vaso.
N

didos, aos quais tenha sido atribuído um fator de


O

(1) Deve ser prestada uma atenção especial qualidade superior a 80%.
aos cortes das bordas e de outras partes de cha-
R

pas laminadas; esses cortes podem revelar a exis-


M

UG-94 MARCAÇÃO DOS MATERIAIS


tência de defeitos graves de laminação, trincas
A

por cisalhamento ,e outros defeitos inaceitáveis. O inspetor deve inspecionar os materiais usa-
(2) Os materiais, a serem testados conforme os
PA

dos na construção do vaso, a fim de verificar se


requisitos de UG-84, devem ser inspecionados eles portam a identificação requerida pela espe-
para a detecção de trincas superficiais. cificação aplicável de material, exceto conforme
R

(3) Quando uma parte pressurizàda deva ser prescrito de outra forma em UG-5, UG-1 O ou UG-
A

soldada a uma chapa plana com espessura maior -11. Quando as marcas de identificação forem co-
C

do que 13 mm, para formar uma junta de canto bertas ou apagadas. ou o material for dividido em
duas ou mais partes, as marcas devem ser cor-
O

conforme UW-13(e), a preparação da junta de sol-


dagem na chapa plana deve ser examinada, an- retamente transferidas pelo fabricante, conforme
N

tes da soldagem, conforme indicado em (d) (4), especificado em UG-77(a) (ver UG-85).
H

pelos métodos de partículas magnéticas ou de


EC

líquidos penetrantes. Após a soldagem, a borda UG-95 EXAME DAS SUPERFICIES DURANTE A
periférica da chapa plana e qualquer superfície FABRICAÇÃO
IM

remanescente exposta, referente à preparação da


junta para soldagem, devem ser reexaminadas pe- Paralelamente ao avanço da fabricação, todos
EN

los métodos de partículas magnéticas ou de líqui- os materiais usados devem ser examinados para
dos penetrantes, conforme indicado em (d) (4). a verificação de defeitos que possam ser revela-
dos durante as fases de fabricação; este exame
TO

Quando a chapa for de material não magnético,


deve ser usado somente o método de líquido pe- pode também ser utilizado para determinar se o
netrante. Os requisitos deste parágrafo não devem trabalho está sendo corretamente realizado.
ser aplicados às juntas soldadas, quando 80% ou
uma percentagem maior das cargas de pressão UG-96 VERIFICAÇÃO DIMENSIONAL DE
for suportada por tubos, estais ou nervuras de PARTES COMPONENTES
reforço.
(4) Para a Fig. UW-13.2, a preparação da junta (a) O fabricante deve examinar as partes sujei-
para soldagem e as bordas periféricas da chapa tas à pressão, para certificar-se de que elas estão
plana que compõem uma junta de canto, devem de acordo com o formato prescrito e que aten-
ser examinadas como se segue: dem aos requisitos de espessura, após a confor-
mação. O fabricante do vaso deve fornecer gaba-
(a) A preparação da borda de solda referente às ritos preparados com precisão, conforme reque-
preparações típicas de juntas para solda em cha- ridos pelo inspetor, para os seus trabalhos de ve-
pas planas, conforme indicadas na Fig. UWc rificação (ver UG-80).
-13.2(b). (c), (d), (f) e (n); (b) Antes da fixação de bocais, estruturas de
(b) A borda periférica externa da chapa plana, bocas de visita, reforços de bocais e outros aces-
após a soldagem, conforme indicada na Fig. UW- sonos ou pertences, na superfície interna ou na
-13.2(a). (b), (c) e (d); superfície externa do vaso, essas peças devem

66

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-96 - UG-99

ser examinadas para que seja verificada a sua (b) Exceto conforme permitido d.e outra forma
conformação correta, em relação à curvatura do em (a) e (k), os vasos projetados pa~a pressão
vaso (ver UG-82). interna devem ser submetidos a uma pressão de
(c) O inspetor deve certificar-se de que os re- teste hidrostático que deve ser, em cada ponto
quisitos dimensionas descritos acima estão aten~ do vaso, igual ou maior do que 1,5 vezes a PMTA
didos; essa comprovação inclui as medições di- (Nota 31) a ser marcada no vaso, multiplicando-se
mensionais que ele considerar necessárias. o valor obtido pela menor relação (para os mate-
riais usados na fabricação do vaso) entre o valor
UG-97 INSPEÇÃO DURANTE A FABRICAÇÃO da tensão S para a temperatura de teste, e o va-
lor da tensão S para a temperatura de projeto
(a) Quando as condições de construção permi- (ver UG-21). Devem ser também consideradas to-
tirem a entrada no vaso, deve ser efetuado um das as cargas que possam ocorrer durante o ~este.
exame interno, tão completo quanto for possível; (c) Mediante· um acordo prévio entre o usuário
antes do fechamento final do vaso. ' e o fabricante, pode ser aplicado um teste hidros-
(b) O inspetor deve efetuar uma inspeção ex- tático baseado em uma pressão calculada. A.pres~
terna do vaso acabado, quando da realização do são de teste hidrostático no topo do vaso. deve
teste hidrostático ou pneumático final. · ser a menor das pressões de teste obtidas multi"
(c) Todas as soldas, incluindo as soldas de bo~ plicando-se pelo fator 1,5 o valor básico [confor-
cais, em vasos que receberão um revestimento me definido em 3-1(e)] para a presão de teste
N

homogêneo de chumbo (internamente), devem ser calculada para cada elemento pressurizado, de-
O

inspecionados visualmente pelo lado interno do duzindo-se desse valor a altura de carga ·hidros-
R

vaso, antes do revestimento ser aplicado. Deve tática para o respectivo elemento. Quando essa
ser feito um exame visual do revestimento, após
M

pressão for utilizada, deve ser reservado ao ins-


a sua aplicação, para que seja verificada a exisc petor o direito de requerer do fabricante ou proje-
A

tência ou não de defeitos que possam prejudicar tista, o fornecimento dos cálculos efetuados para
a integridade do revestimento, sujeitando o vaso
PA

a determinação da pressão de teste hidrostático,


aos efeitos da corrosão. para cada parte do vaso.
R

UG-98 PRESSÃO MÁXIMA DE TRABALHO (d) Os requisitos de (b) representam a mínima


A

ADMISSIVEL (PMTA) pressão de teste hidrostáitco padrão, requerida


por esta Sivisão. Os requisitos de (c) representam
C

(a) Para um vaso, a PMTA é a pressão máxima uma pressão especial de teste, baseada em cálcu-
O

permissível no topo do vaso, na sua posição nor- los. Pode ser usado qualquer valor intermediário
N

mal de operação e à temperatura de operação de pressão. Esta Divisão não especifica um limite
especificada para essa pressão. A PMTA do vaso
H

superior para a pressão de teste hidrostático. En-


é o menor dos valores determinados para a PMTA
EC

tretanto, se a pressão de teste hidrostático exce-


das partes essenciais do vaso, de acordo com as der, intencional ou acidentalmente, o valor deter-
regras descritas em (b) abaíxo, e ajustado para minado conforme as prescrições de (c), de tal
IM

ualquer diferença na altura de carga (hidráulica) forma que o vaso seja submetido a uma deforma-
que possa existir entre a parte considerada e o
EN

ção permanente visível, o inspetor deve ter o di-


topo do vaso [ver 3-1(a)]. reito de rejeitar o vaso.
(b) A PMTA para uma parte do vaso é a pres-
TO

(e) As unidades combinadas [ver UG-19(a) e


são máxima, interna ou externa, incluindo a al-
tura de carga, conforme determinada pelas regras UG-21] devem ser testadas de acordo com um dos
e fórmulas desta Divisão, em conjunto com o efei- seguintes métodos:
to de qualquer combinação de cargas listadas ern (1) As câmaras de pressão de unidades combi-
UG-22 (que provavelmente venha a ocorrer), para nadas, projetadas para operações independen-
a temperatura coincidente de operação designa-' tes, devem ser testadas hidrostaticamente como
da, excluindo qualquer espessura de metal espe- vasos separados, isto é, cada câmara deve ser
cificada como margem de corrosão (ver UG-25).
testada sem que a câmara adj.acente seja pres-
(c) A PMTA pode ser determinada para mais surizada.
de uma temperatura designada de operação, usan~
do-se para cada temperatura, o valor da tensão (2) Quando as câmaras de pressão de unida-
admissível aplicável. des combinadas tiverem os seus elementos co-
muns projetados para a máxima pressão diferen-
UG-99 TESTE HIDROSTÁTICO PADRÃO cial que possa ocorrer durante a~ condições de
partida, de operação e de parada, e essa má-
(a) Todos os vasos te·rminados, exceto os que xima pressão diferencial for menor do que a maior
forem testados de acordo com os requisitos de pressão nas câmaras adjacentes, os elementos
UG-100 e UG-101, devem ser bem sucedidos no comuns devem ser submetidos a uma pressão de
teste hidrostático prescrito neste parágrafo. teste' hidrostático igual ou maior do que 1,5 vezes

67

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-~---~---~

UG-99 UG-100

a pressão diferencial a ser marcada na unidade, recomenda-se que a inspeção do vaso, requerida
corrigida para a temperatura de teste, conforme por UG-99(g), sofra um retardamento até que a
UG-99(b). temperatura seja reduzida para 49°C ou menos.
Em seguida ao teste dos elementos comuns e
NOTA DE PRECAUÇÃO - Recomenda-se a instalação,
da sua inspeção, conforme requerida em UG-99(g), no sistema de teste de pressão, de uma pequena válvufa de
as câmaras adjacentes devem ser submetidas si- alfvio de líquido, ajustada para 1,33 vezes a pressão de tes-
multaneamente ao teste hidrostático [ver UG-99(b) te; essa válvula será de grande utilidade nos casos em que
ou UG-99(c)]. Devem ser tomados os cuidados os vasos, enquanto pressurlzados para testes, possam ser
aquecidos significativamente, numa eventual ausência dos
necessários para limitar a pressão diferencial en- operadores do testefi
tre as câmaras ao valor da pressão usada no tes-
te dos elementos comuns. (i) Devem ser previstos respiros em todos os
A marcação estampada no vaso e o Relatório pontos elevados do vaso, considerados na posi-
de Dados devem descrever os elementos comuns ção em que o vaso for testado, de tal forma que
e as suas pressões diferenciais limitantes [ver sejam purgadas todas as possíveis bolhas de ar
UG--116(j) e UG-120(b)]. que se formarem enquanto o vaso estiver sendo
(f) Os vasos de uma única parede e as câma- enchido.
ras de vasos com câmaras múltiplas, projetadas (j) Antes da aplicação de pressão, deve-se exa-
somente para vácuo ou vácuo parcial, devem ser minar o equipamento de teste, para verificar se o
N

submetidos a um teste hidrostático interno ou, mesmo encontra-se em condições corretas de es-
quando esse teste não for praticável, a um teste
O

tanqueidade, e se as linhas de baixa pressão usa-


pneumático de acordo com as prescrições de UG- das para o enchimento, e outros acessórios, não
R

-100. Cada um desses tipos de teste deve ser sujeitos à pressão de teste, estão devidamente
M

efetuado a uma pressão não menor do que 1,5 desconectados.


A

vezes a diferença entre a pressão atmosférica (k) A pressão de teste para vasos esmaltados
normal e a mfnima pressão interna absoluta de deve ter um valor mínimo igual, sem necessidade
PA

projeto. de excedê-lo, ao valor da PMTA a ser marcada no


(g Em seguida à aplicação da pressão de teste vaso.
R

hidrostático, deve ser efetuada uma inspeção vi- (l) Os vasos a serem galvanizados podem ser
A

sual de todas as juntas e ligações, sob uma pres- submetidos ao teste de pressão, antes ou depois
são não menor do que 2/3 da pressão de teste.
C

da galvanização.
Essa inspeção visual das juntas e ligações, para
O

(m) Os vasos com um revestimento homogêneo


a verificação de possíveis vazamentos, pode ser
N

de chumbo (internamente), podem ser testados


dispensada, desde que:
sob pressão antes ou depois da aplicação de todo
H

(1) Seja aplicado um teste apropriado, baseado o revestimento de chumbo, incluindo o aplicado
EC

em vazamento de gás; nos bocais.


IM

(2) A Alternativa para o uso de um teste de NOTA 31 - A PM-TA pode ser admitida como a própria
vazamento de gás tenha sido objeto de acordo pressão de projeto, quando não forem efetuados cálculos
EN

entre o fabricante e o inspetor; para a sua determinação.

(3) Todas as juntas soldadas que serão enco- NOTA 32 - Para os vasos construídos de aços,
TO

bertas (escondidas) pela própria construção do cuja resistência à fratura frágil em baixa temperatura não
tenha sido mel·horada, recomenda-se que a temperatura do
vaso, tenham sido examinadas visualmente antes teste seja superior a 16°C, para que seja minimizado o
de serem encobertas; risco de fratura frágil durante o teste hidrostático ou pneu-
(4) O conteúdo do vaso não seja uma substân- mático.
cia letal.
UG-100 TESTE PNEUMÁTICO (Notas 32 e 33)
(h) Qualquer líquido não perigoso pode ser usa- (ver UW-50)
do no teste hidrostático, em qualquer tempera-
tura de teste inferior ao seu ponto de ebulição. (a) O teste pneumático descrito neste parágra-
Os líquidos combustíveis, possuindo um ponto de fo pode ser usado, como alternativa ao teste hi-
fulgor abaixo de 44°C, tais como os destilados de drostático estipulado em UG-99, nas seguintes
petróleo, somente podem ser usados em tempe- condições:
raturas de testes próximas da temperatura atmos-
férica. Recomenda-se que a temperatura do lí- (1) Para vasos cujo projeto e/ ou suportes não
quido não seja inferior a 16°C, quando for prati- permitam que sejam enchidos com água, dentro
cável (Nota 32). A pressão de teste não deve ser da segurança necessária;
aplicada, enquanto o vaso e o seu conteúdo não (2) Para vasos que não possam ser facilmente
apresentarem, aproximadamente, a mesma tempe- secados, e que devam ser usados em serviços,
ratura. Se a temperatura de teste exceder 49oc, onde não sejam tolerados traços remanescentes

68

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-------------------··-·----·-·
UG-100 - UG-101

do líquido de teste, e também para as partes des- UG-101 TESTES DE PROVA PARA ESTABELE-
ses vasos que tenham sido previamente testadas CER A PRESSAO MAXIMA DE TRABA-
hidrostaticamente, à pressão requerida em UG-99. LHO ADMISSIVEL (PMTA}

(b) Exceto para os vasos esmaltados, para os (a) Generalidades


quais a pressão mínima de teste pneumático deve
ser igual (sem que precise excedê-la) à PMTA a (1) A PMTA para vasos ou partes de vasos,
ser marcada no vaso, a pressão mínima de teste para os quais a resistência não possa ser calcu-
pneumático deve ser igual a 1,25 vezes a PMTA lada com uma garantia de precisão satisfatória
a ser estampada no vaso, multiplicando-se o re- (ver U-2), deve ser estabelecida de acordo com
sultado desse produto pela menor relação (para os requisitos deste parágrafo, usando-se um dos
os materiais usados na construção do vaso) en- procedimentos de teste, aplicável ao tipo de car-
tre o valor da tensão S para a temperatura de ga e ao material empregado na fabricação.
teste do vaso e o valor da tensão S para a tempe- (3) Estas regras prevêm dois tipos de testes
ratura de projeto (ver UG-21). A pressão de teste para determinar a pressão interna máxima de tra-
pneumático, em nenhum caso, deve exceder 1,25 balho admissível:
vezes o valor básico para a pressão de teste cal-
culada, conforme definido no sub parágrafo 3-1 (e). (a) testes baseados na resistência ao escoa-
mento, da parte a ser testada. Esses testes estão
N

(c) A pressão no vaso deve ser aumentada gra- limitados aos materiais que apresentem valores da
O

dualmente, até cerca da metade da pressão de relação entre o limite de escoamento mfnimo es-
R

teste. Após ter sido alcançado esse valor, a pres- pecificado e o limite de resistência à ruptura mí-
M

são no vaso deve ser aumentada em incrementos nimo especificado, iguais ou menores do que
de aproximadamente 1/10 da pressão de teste, 0,625.
A

até que seja alcançada a pressão requerida. Em (b) testes baseados no rompimento da parte.
PA

seguida, a pressão deve ser reduzida para um va-


lor igual a 4/5 da pressão de teste, e mantida (3) A segurança do pessoal encarregado dos
R

nesse nível durante o período de tempo suficiente testes deve merecer sérias considerações, quan-
do da realização desses testes, devendo ser toma-
A

para a inspeção do vaso.


das precauções especiais durante os testes de
C

A inspeção visual do vaso, a uma pressão igual rompimento descritos em (m) abaixo.
O

a 4/5 da pressão de teste requerida, pode ser (b) Os testes prescritos neste paráwafo podem
N

dispensada, contanto que: ser usados somente para a determinação das


H

PMTAs correspondentes aos elementos ou partes


(1) Seja aplicado um teste apropriado, baseado
EC

componentes, cujas espessuras não possam ser


em vazamento de gás;
determinadas pelas regras de projeto especifica-
(2) A alternativa para o uso de um teste de va-
IM

das nesta Divisão. As PMTAs, para todos os ou-


zamento de gás tenha sido objeto de acordo en- tros elementos ou partes componentes, não po-
EN

tre o fabricante e o inspetor; dem ser maiores do que as determinadas pelas


(3} Toda as juntas soldadas que serão encober- regras de projeto aplicáveis.
TO

tas pela montagem do vaso tiverem sido exami- (c) Os vasos ou partes de vasos, enquanto as
nadas visualmente, antes da montagem. suas PMTAs não forem estabelecidas, não devem
(4} O vaso não contenha uma substância letal. ser submetidos a uma pressão maior do que 1,5
vezes a PMTA desejada ou prevista, ajustada para
NOTA 33 - Em alguns casos, é desejável que os vasos a temperatura de operação, conforme previsto em
sejam testados quando estiverem parcialmente cheios com (k}.
líquidos. Para tais vasos, pode ser usado um teste hidros-
tático e pneumático combinado, como uma alternativa ao
(d} Quando a PMTA de um vaso ou de parte do
teste pneumático prescrito neste parágrafo, desde que o vaso for estabelecida por um teste de prova, as
nível de líquido seja ajustado, de tal forma que a tensão partes idênticas de mesmos materiais, projeto e
máxima, incluindo a tensão produzida pela pressão pneu- fabricação, não precisam ser submetidas aos tes-
mática em qualquer ponto do vaso (usualmente nas proximi- tes de prova, porém devem ser testadas hidrosta-
dades do fundo) ou nas ligações dos suportes não exceda
1,5 vezes o valor da tensão admissfvel do material, multipli- ticamente, de acordo com UG-99, ou pneumatica-
cada pela eficiência da junta aplicável. Após a ajustagem mente, de acordo com UG-100, exceto conforme
do nível de líquido para essa condição, o teste deve ser previsto de outra forma em UCI-101 e UCD-101. As
processado conforme prescrito em (b} e (c}. dimensões e a espessura mínima da estrutura a
O ar ou um gás constitui um fluido perigoso, quando ser testada, não devem variar significativamente,
utilizado como meio para os testes pneumáticos. Em conse- em relação às dimensões e à espessura mínima
qüência, recomenda-se a adoção de precauções especiais
quando ocorrer o emprego de ar ou gás para as finalidades realmente uti.lizadas. Uma parte geometricamente
de teste. semelhante pode ser qualificada por uma série de

69

~---- ( ) Confidencial --(X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


··-- ----·----- -
-- ~~--------~ -------

UG-101

testes abrangendo a completa faixa dimensional (i) Margem de corrosão - Os procedimentos


da parte pressurizada. de teste deste parágrafo fornecem a PMTA para
a espessura testada do material. Quando a es-
(e) Os testes para o estabelecimento das PMTAs
pessura testada incluir a espessura adicional con-
de vasos ou partes de vasos, devem ser testemu-
forme prescrita em UG-25, a PMTA sob a qual deve
nhados e aceitos pelo inspetor, conforme compro-
ser permitida a operação do vaso, deve ser deter-
vado pela sua assinatura aposta no Relatório do
minada multiplicando-se a PMTA obtida no teste
Fabricante referente aos testes. Esse relatório
pela relação
deve incluir detalhes suficientes para a descrição t - c
do teste, da instrumentação e dos métodos de
calibração empregados, e os resultados obtidos.
O relatório deve estar à disposição do inspetor, onde
para cada aplicação [ver U-2(b) e UG-90(b) (2)]. t espessura nominal do material, no ponto
(f) Deve ser permitido um releste em um vaso de menor resistência, mm
idêntico ou em partes idênticas de vasos, se forem c margem adicionada para corrosão, erosão
constatados erros ou irregularidades óbvios nos e abrasão, mm
resultados do teste.
(j) Determinação da resistência ao escoamento
(g) Nos testes para a determinação das tensões
N

predominantes, deve ser investigado um número e da resistência à tração


O

suficiente de pontos ou áreas do vaso, para que (1) Para os testes de prova baseados no escoa-
R

se tenha a certeza de que as medições foram efe- mento [ver (I), (n) e (o)], a resistência ao escoa-
M

tuadas nas áreas ou pontos mais críticos. Como mento (ou o ponto de escoamento para os mate-
comprovação de qu,e essas medições foram real- riais que exibem o comportamento do tipo indica-
A

mente realizadas, o inspetor pode requerer, em do por um "desvio brusco" no diagrama tensão-
PA

adõção aos procedimentos de testes dados em (n) -deformação) do material ,na parte testada, deve
e (o), a aplicação de um revestimento quebradiço ser determinada de acordo com o método esti-
em todas as áreas de prováveis altas concentra-
R

pulado na especificação de material aplicável, e


ções de tensões. Para a obtenção de uma adesão conforme descrito na especificação ASTM EB -
A

satisfatória, as superfícies devem ser apropriada- Testes de tração de materiais metálicos. Para os
C

damente limpas, antes que esse revestimento seja testes de prova baseados em rompimento, a re-
O

aplicado. A técnica de aplicação deve ser ade- sistência à tração (ao invés da resistência ao es-
quada ao material de revestimento. coamento) do material, na parte testada, deve ser
N

determinada de forma similar.


H

NOTA - As demormações devem ser medidas conforme


(2) A resistência ao escoamento ou a resistên-
EC

sejam relacionadas às tensões de membrana e às tensões


de flexão, dentro da faixa abrangida pelo subparãgrafo UG- cia à tração, determinada dessa forma, deve ser
·23(c). a média de três ou quatro corpos de prova reti-
IM

rados da parte testada, após o término do teste.


(h) Aplicação de pressão- Nos procedimentos Os corpos de prova devem ser retirados de uma
EN

descritos em (I) - Teste de revestimento quebra- posição onde a tensão ocorrida, durante o teste,
diço, (n) - Teste de medição de deformação, e não tenha excedido a resistência ao escoamento.
TO

(o) - Teste de medição de deslocamentos, a Os corpos de prova não devem ser removidos por
pressão hidrostática no vaso ou partes do vaso corte a quente, porquanto essa operação pode
deve ser aumentada gradualmente até que seja afetar a resistência do material. Se a resistência
obtida, aproximadamente, a metade da pressão ao escoamento ou a resistência à tração não for
de trabalho prevista. Em seguida, a pressão deve determinada pelo teste de corpos de prova da
ser aumentada em incrementos iguais ou inferio- parte de pressão testada, os itens (I) (n) e (o) for-
res a 1/1 O da PMTA prevista, até que seja alcan- necem métodos alternativos para a avaliação dos
çada a pressão requerida pelo procedimento de resultados dos testes efetuados para o estabele-
teste. Após a aplicação de cada um desses incre- cimento da PMTA.
mentos de pressão, a pressão deve ser mantida (3) Quando for disponível uma sobra de mate-
durante um período de tempo suficiente para que rial referente à mesma peça de material trabalha-
sejam efetuadas as observações requeridas pelo do, que tenha recebido o mesmo tratamento tér-
procedimento de teste. A pressão deve ser le- mico de alívio de tensões aplicado à parte de
vada a zero, para permitir a determinação de pressão, os corpos de prova para teste podem ser
qualquer deformação permanente, após a aplica- retirados dessa sobra de material. Os corpos de
ção de qualquer incremento de pressão que indi- prova não devem ser removidos por corte a quen-
que um aumento de deformação ou de desloca- te ou por qualquer outro processo que envolva
mento, em relação ao incremento igual de pres- um aquecimento suficiente para afetar as proprie-
são que lhe antecedeu. dades do material dos corpos de prova.

70

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


-----------------------~--~~---
I
UG-101

(k) PMTA para temperaturas mais elevadas (1) Para os aços-carbono que atenderem a uma
especificação aceitável do Código, com uma re-
A PMTA para os vasos e partes de vasos que sistência à tração mínima especificada não supe-
deverão operar em temperaturas nas quais o va- rior a 483 MPa
lor da tensão admissível do material é menor do
que o valor da tensão admissível na temperatura
de teste, deve ser determinada pela fórmula .P = 0,5H ( S )
s+ 34,5

(2) Para qualquer material aceitável listado nes-


ta Divisão:
onde
P = 0,4H
P. = PMTA na temperatura de operação, MPa
onde
P, = PMTA na temperatura de teste, MPa
s. = valor da tensão máxima admissível na H = pressão de teste hidrostático, sob a qual
temperatura de operação, conforme indi- o teste foi interrompido, MPa
cado na Tabela aplicável da Subseção Y, = resistência ao escoamento mínima especi-
C, MPa ficada, MPa
N

Y, = resistência ao escoamento média real dos


O

S, = valor da tensão máxima admissível na


corpos de prova testados, MPa
R

temperatura de teste, conforme indicado


na Tabela aplicável da Subseção C, MPa =
M

S resistência à tração mínima especificada,


MP a
A

(I) Procedimento de teste com revestimento


quebradiço Quando for empregada a fórmula (b) (1) ou a
PA

fórmula {b) (2), o material na parte de pressão não


(1) Este procedimento, sujeito às limitações de deve ter sofrido qualquer trabalho apreciável a
R

(a) (2) (a), somente pode ser usado para os vasos frio, ou outro tratamento que pudesse provocar
A

e partes de vasos sob pressão interna, fabricados um aumento da resistência ao escoamento, acima
de materiais que possuam um ponto de escoa-
C

do seu valor normal.


mento claramente determinável. As partes compo-
O

A PMTA, para outras temperaturas, deve ser


nentes que requeiram testes de prova devem ser
determinada conforme as prescrições de (k) acima.
N

cobertas com um revestimento quebradiço, de


H

acordo com (g). As partes submetidas aos testes


(m) Procedimento para o teste de rompimento
de prova devem ser examinadas entre os incre-
EC

mentos de pressão, paar a constatação de sinais (1) Este procedimento pode ser usado para os
de escoamento, conforme evidenciados pela fra-
IM

vasos ou partes de vasos sob pressão interna,


tura de tipo escamosa do revestimento quebradi- quando fabricados de qualquer material permitido,
ço, ou pela aparência de linhas de deformação. A
EN

e para uso de acordo com as regras desta Divi-


aplicação de pressão deve ser interrompida ao são. A PMTA de qualquer parte componente deve
primeiro sinal de escoamento, ou se for desejado, ser estabelecida por um testes hidrostático pro-
TO

a uma pressão mais baixa. cessado até que se obtenha a ruptura de uma
(2) A PMTA P, na temperatura de teste, em MPa, amostra que tenha as mesmas dimensões dessa
para as partes testadas conforme este parágrafo, parte componente. Deve ser determinada a pres-
são hidrostática sob a qual ocorreu a ruptura.
deve ser calculada por uma das seguintes fór-
mulas: (2) A PMTA P, na temperatura de teste, em
MPa, para as partes testadas de acordo com este
(a) Se a resistência média ao escoamento, MPa, parágrafo, deve ser carculada por uma das se-
for determinada de acordo com (j): guintes fórmulas:

Y, (a) Partes fabricadas de materiais que não se-


P = 0,5H - - jam fundidos:
Y,
B SE Bf SE
(b) Para eliminar a necessidade de retirada e P=--X ou P=--X
preparação de corpos de prova e da determina- 5 s, 5 sm
ção da resistência ao escoaomento efetiva do ma-
terial submetido ao teste, pode ser usada uma {b) Partes fabricadas de ferro fundido - ver
das seguintes fórmulas para a determinação da UCI-1 01; partes fabricadas de ferro fundido dúctil
PMTA: - ver UCD-101;

71

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


------~~~~
------------

UG-101

(c) Partes fabricadas de materiais fundidos, ex- ção ao incremento igual de pressão que lhe an-
ceto ferro fundido e ferro fundido dúctil: tecedeu. É requerida somente uma aplicação de
cada incremento de pressão.
Bf SE 'Bf SE
P=-x-- ou P=--X-- (3) Devem ser traçadas duas curvas de defor-
s s, 5 sm mação em função da pressão de teste, paralela-
mente à progressão do teste, para a linha de de-
onde formação de cada medidor, uma delas mostrando
as deformações sob pressão, e a outra, mostran-
B pressão do teste de rompimento, MPa
do a deformação permanente, quando a pressão
E = eficiência de junta soldada, se for utili- tiver sido removida. O teste pode ser interrom-
zada (ver Tabela UW-12) pido quando a pressão de teste alcançar o valor
f = fator de qualidade de fundido, conforme de H, que, de acordo com a fórmula, justificará a
especificado em UG-24 pressão de trabalho desejada, porém não deve
exceder a pressão sob a qual os pontos traçados
S = resistência à tração mínima especificada, para a linha de maior deformação comprovarem
MP a a obtenção do valor dado abaixo, para o material
s. = resistência à tração média real dos cor- usado:
pos de prova testados, MPa (a) 0,2% de deformação permanente, para as
N

Sm = resistência máxima à tração da faixa da ligas à base de alumínio e ligas de níquel;


O

especificação correspondente, MPa (b) 0,2% de deformação permanente, para os


R

aços-carbono, aços de baixa liga e aços de alta


A PMTA, para outras temperaturas, deve ser de-
liga;
M

terminada conforme as prescrições de (k) acima.


(c) 0,5% de deformação sob pressão, para as
A

(n) Procedimento do teste para a medição da ligas à base de cobre.


PA

deformação
(4) A PMTA na temperatura de teste, em MPa,
(1) Este procedimento, sujeito às limitações de para as partes testadas de acordo com este pará-
R

(a) (2) (a), pode ser usado para os vasos ou par- grafo, deve ser calculada por uma das seguintes
A

tes de vasos sob pressão interna, fabricados de fórmulas:


C

qualquer material permitido, e sob as regras desta


Divisão. As deformações devem ser medidas na (a) Se a resistência média ao escoamento for
O

direção da máxima tensão, nas partes mais inten- determinada de acordo com (j):
N

samente tensionadas [ver (g)], mediante o empre-


H

Y, )
go de medidores de deformação, de qualquer P = 0,5H ( - -
EC

tipo capaz de indicar deformações da ordem de ya


0,000 05 mm/mm (0,005%). Recomenda-se que o
(b) Se a resistência ao escoamento média real
IM

comprimento padrão (para a medição da defor-


mação) seja de tal forma estabelecido, que a de- não for determinada por testes de corpos de prova:
EN

formação máxima prevista dentro do mesmo, não P = 0,4H


exceda, em mais de 10%, a deformação média
prevista para ocorrer dentro do comprimento pa- onde
TO

drão. Os próprios testes devem revelar a confiabi- H = pressão de teste hidrostático, sob a qual
lidade dos medidores de deformação e dos mé- o teste foi interrompido, de acordo com
todos de ligação dos mesmos; os medidores de (n), (3), MPa
deformação devem ser capazes de documentar
resultados para uma faixa de valores de deforma- Y, = resistência ao escoamento mínima espe-
ção, pelo menos 50% maiores do que os previs- cificada, MPa
tos, quando usados com o mesmo acabamento
superficial do material e com a mesma configura-
Y. =resistência ao escoamento média real dos
corpos de prova testados, MPa
ção considerados [ver (e)].
(2) A pressão deve ser aplicada conforme as A PMTA, para outras temperaturas, deve ser
prescrições de (h) acima. Após a aplicação de determinada conforme as prescrições de (k) acima.
cada incremento de pressão, devem ser efetuadas (o) Procedimento de teste para a medição do
e registradas as leituras dos medidores de defor- deslocamento
mação e da pressão hidrostática. A pressão deve
ser reduzida, devendo ser determinada qualquer (1) Este procedimento, sujeito às limitações de
deformação permanente em cada medidor, após (a) (2) (a), somente pode ser usado para vasos e
a aplicação de qualquer incremento de pressão partes de vasos sob pressão interna, fabricac!os
que indique um aumento de deformação, em rela- de materiais que possuam um ponto de escoa-

72

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


I)G-101

mento claramente determinanável. O deslocamen- (b) para eliminar a necessidade .de retirada e·
to deve ser medido, nas partes mais intensamen- preparação de corpos de prova, e da determina-
te tensionadas [ver (g)], por qualquer tipo de dis- ção da resistência ao escoamento efétiva do ma-
positivo de medição capaz de medir até 0,025 mm. terial submetido ao teste, pode ser usada uma das
O deslocamento pode ser medido entre dois pon- seguintes fórmulas para a determinação da PMTA:_
tos de referência diametralmente opostos em uma
estruutra simétrica, ou entre um ponto de referên, (1) para os aços-carbono que atenderem a uma
cia e um ponto fixado como base. A pressão cieve especificação aceitável do Código, com uma resis-
ser aplicada conforme as prescrições de (h). tência à tração mínima especificada não superior
(2) Após a aplicação de cada incremento de a 483 MPa:
pressão, devem ser efetuadas e registradas as lei-
turas dos deslocamentos e da pressão hidrostática. P = 0,5H ( S )
A pressão deve ser levada a zero, devendo set s + 34,5
determinado qualquer deslocamento permanente,
após a aplicação de qualquer incremento de pres'- (2) para qualquer material aceitável listado nesta
são que indique um aumento no deslocamento me- Divisão:
dido para esse incremento, em relação ao incre-
mento igual de pressão que lhe antecedeu. É re- P = 0,4H
querida somente uma aplicação de cada incre-
N

mento de pressão. Devem ser tomados os cuida- onde


O

dos necessários para que as leituras representem H = pressão de teste hidrostático coincidente
R

somente os deslocamentos das partes nas quais com o limite proporcional do elemento de
estão sendo efetuadas medições, sem que incluam
M

menor resistência da parte componente,


quaisquer deslizamentos dos dispositivos de me-
A

dição, ou qualquer movimento dos pontos fixados MP a


PA

como base, ou das partes de pressão, como um Y, = resistência ao escoamento mínima especi-
todo. ficada, MPa
R

(3) Devem ser traçadas duas curvas de desloca-


mentos em função da pressão de teste, paralela- Y. = resistência ao escoamento média real dos
A

mente à progressão do teste, para cada ponto de corpos de prova testados, MPa
C

re•erência, uma mostrando os deslocamentos sob


S =resistência à tração mínima especificada,
O

pressão e a outra, indicando o deslocamento per-


manente, quando a pressão tiver sido removida. A MP a
N

aplicação de pressão deve ser interrompida quan~


H

do for evidente que a curva traçada pelos pontos Quando for usada a fórmula (b) (1) ou (b) (2),
EC

que representam os deslocamentos sob pressão o material na parte de pressão não deve ter so-
dexou de ser uma linha reta. frido qualquer trabalho apreciável a frio, ou ou-
IM

(4) A pressão coincidente com o limite propor- tro tratamento que pudesse provocar um aumen-
cional do material deve ser determinada, anotanc to na resistência ao escoamento, acima do seu
EN

do-se a pressão sob a qual a curva representando valor normal. A PMTA, para outras temperaturas,
os deslocamentos sob pressão deixou de ser uma deve ser determinada de acordo com as prescri-
TO

linha reta. A pressão, no limite proporcional do ma- ções de (k) acima.


terial, pode ser verificada na curva de deslocamen-
to permanente, pela localização do ponto onde o (p) Procedimento para os vasos que contenham
deslocamento permanente começa a aumentar de câmaras de formatos especiais, sujeitas ao co-
forma regular, com aumentos posteriores na presc lapso
são. A deformação permanente no inicio da curva,
resultante da equalização de tensões e de irregu" (1) As câmaras de pressão de vasos, com par-
raridades existentes no material, pode ser descon- tes que possuam um formato diferente de um ci-
siderada. lindro ou de um tampo inteiramente circular, bem
(5) A PMTA P na temperatura de teste, em MPa, como as camisas de vasos cilfndricos que se es-
para as partes testadas de acordo com este pará- tendam somente sobre um trecho da circunferên-
grafo, deve ser calculada por uma das seguintes cia, e que não sejam totalmente estaiadas con-
fórmulas: forme os requisitos de UG-28(i), devem suportar
um teste hidrostático a uma pressão não inferior
(a)' se a resistência média ao escoamento for
a 3 vezes a PMTA desejada, sem apresentar uma
determinada de acordo com (j):
deformação excessiva.

p = 0,5H ( 2)
v.
(2) A PMTA, para outras temperaturas, deve ser
determinada conforme as prescrições de (k) acima.

73

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) -


Pública
--------------
UG-102 - UG-116

UG-102 MANôMETROS PARA TESTES


(a) Deve ser conectado um manômetro indica-
dor diretamente ao vaso. Se o manômetro indica-
dor não for facilmente visível ao operador encar-
regado do controle da pressão aplicada, deve ser (a) (b)
instalado um manômetro indicador adicional em
'
uma posição que permita ao operador observá-lo,
. FIG. UG-116 Símbolos oficiais para os estampes
indicadores de Padrões ASME (Va-
durante a realização do teste. Para os vasos de
sos)
grandes dimensões, recomenda-se, em adição aos
manômetros indicadores, o uso de um manôme-
tro registrador. (2) Nome do fabricante do vaso de pressão,\ 0 -c
(b) Os manômetros de mostrador, usados nos precedido das palavras "CERTIFICADO POR"; )
testes, devem possuir uma faixa graduada cor-
respondente a cerca do .dobro da pressão máxima (3) Pressão máxima de trabalho admissível \
de teste prevista, porém, em nenhum caso, essa (PMTA) (Notas 34 e 35) I ""
faixa deve ser menor do que 1,5 vezes ou maior
.............. MPa a ............ oc .
do que 4 vezes essa pressão. Podem ser usados q 'í ~Q'-O~,,,Jq
.(!n' r,,,:, >:,c·'7,_ do Q<()~('.JJ ~\"\<:;;.~ c-t_ ____~<;l.h
manômetros de leitura digital, possuindo uma fai- :í {fl Númerto de série do fabricante;
N

xa de pressão mais ampla, contanto que as lei-


turas tenham igual ou maior grau de precisão do 6 (!5) Ano de fabricação L
O

-:------------ '/
que o obtido com manômetros de mostrador. ,/'(pl
R

Os vasos projetados para operação erp"tem-


(c) Todos os manômetros devem ser calibrados ; peratura abaixo de - 30°C, devem se~árcados
M

contra um testador padrão de peso morto, ou um confÓrme a marcação requerida por outr s seções
A

manômetro mestre de aferição. Os manômetros deste 'parágrafo, exceto para os segui tes casos:

Q~ando
devem ser recalibrados, sempre que existir algu-
PA

ma razão que provoque dúvidas sobre a precisão (1) forem requeridos testi;;' de impacto,
dos valores indicados. de acordo\com o parágrafo UG-_84:
R

. I
(a) acresc!Jntar ao item (a) (3) acima a expres-
A

UG-103 EXAMES NÃO DESTRUTIVOS são "TEMPERATURA MiNIMkADMISSíVEL", com


1
a indicação da temperatura mínima para a qual
C

Quando o exame por partículas magnéticas for


o vaso é adequ'ado; :
O

prescrito nesta Divisão, ele deve ser efetuado de ' I


acordo com o Apêndice 6. Quando o exame por (b) acrescentar as iniciais "IT", após os alga-
N

líquido penetrante for prescrito nesta Divisão, ele ris[QOS referentes à\te_mperatura mínima admissí-
H

deve ser efetuado de acordo com o Apêndice 8. vel, quando o material do vaso tiver sido bem
EC

sucedido nos testes de impacto requeridos sob


MARCAÇÃO E RELATóRIOS as prescrições do parágrafo UG-84.
(2) Quando não forem ~fetuados testes de im-
IM

UG-115 GENERALIDADES pacto, conforme UCS-66(c) (2) ou UHA-51 (b), o


EN

vaso deve ser marcado conforme a marcação re-


~A marcação e a certificação de todos os vasos
cÍe pressão, fabricados sob as regras desta Divisão, querida por/outras seções deste 'parágrafo, com a
PMTA p~rá as 'temperaturas coi~qidentes iguais
TO

~- 1 - devem atender aos requisitos dos seguintes pa-


ou supe_riores a - 30°C, e adicional~nte, devem

I
rágrafos e, em adição, aos requisitos para Mar-
ser marcados com a pressão de operação (antes
\ cação e Relatórios das Partes aplicáveis das Sub-
.seções B e C. de ser multiplicada por 2,5 para a obté~ão da
.er-.\,n:~o:«-. \~,,. ~ e c) pte?são de projeto) correspondente à menor~~-
UG-116 MARCAÇÃO REQUERIDA ; pejr'atura coincidente abaixo de - 30°C; tal u~r-
\ :9áção deve ser seguida pela designação UCS-66
(a) Cada vaso deve receber a seguinte mar- \_Q\I_UHA-51.--~-------~---~~
cação: b (j:(c} O tipo de construção utilizado para as prin-
(1) (a) O símbolo oficial do Código, "U", mos-~ cipais juntas longitudinais e/ou circunferenciais
trado na Fig. UG-116(a), nos vasos inspecionados de um vaso, deve ser indicado diretamente sob o
de acordo com os requisitos de UG-90 a UG-97 símbolo do Código, através de letras apropriadas,
(quando os vasos forem inspecionados por um (, conforme listadas abaixo:
inspetor do usuário, conforme previsto em UG-91, v _
a palavra "USUÁRIO" deve ser marcada acima Construç:o soldada a arco ou a gás W
do símbolo do Código); ou ) Construçao brasada B
(b) o símbolo oficial "UM", mostrado na Fig. Construç~o soldada por for!a~en~o • . F
UG-116(b), nos vasos fabricados de acordo com Construçao soldada por res1stencm etetnca RES
as prescrições de U-1 (j). Construção sem costura S

74

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-116

Os vasos que incorporem uma combinação des- válido e, com a anuência do inspetor, deve apli-
ses tipos de construção, devem ser marcados de car o símbolo do Código o qual, juntamente com
forma que sejam indicados todos os tipos de cons- a certificação final [ver U-1U) e UG-120], deve in-
trução utilizados. dicar que todos os requisitos aplicáveis desta Oi-
{d) Quando um vaso for destinado a um. ser- visão foram atendidos.
viço especial, cujos requisitos tenham sido aten- {1) Exceto conforme previsto em (2) abaixo, o
, didos [ver UG-120{d)], devem ser aplicadas as le- símbolo do Código deve ser alpicado após a rea-
', tras apropriadas, conforme listadas abaixo: lização do teste hidrostático ou pneumático.
'
(2) O símbolo do Código pode ser pré-aplicado
';Serviço letal L
I em uma placa de identificação. A placa de iden-/
i Caldeira não sujeita à chama UB tificação pode ser aplicada ao vaso após o tér- i \
I Vaso sujeito à chama direta DF mino da fabricação e dos exames finais, porém , ·,
1 VJs~de,pressãoi)ârãocíipação-huma~PVJ::LO-­ antes do teste hidrostático ou pneumático, con- \
i tanto que o procedimento para a seqüência d~':
i Essas letras devem ser aplicadas após os le- estampagem esteja descrito no Sistema de Con-
ilreiros prescritos em (c) acima, dos quais devem \ trole da Qualidade do fabricante, e aprovad
1
ser separadas por um hífen. Observe-se que a \_para uso.
·,marcação para indicar a conformidade para (~Aspartes dos vasos, para as quais são re-
!"SERVIÇO EM BAIXA TEMPERATURA", já está
N

queridos Relatórios Parciais de Dados [ver UG-120


'incluída em (b) acima. (c)], devem receber a seguinte marcação, a ser
O

]_ (e) a PMTA e a temperatura a serem indicadas aplicada pelo respectivo fabricante:


R

/nos vasos que incorporam combinações de tipos


M

{1) símbolo do Código, mostrado na Fig. UG-


1de construção e de materiais, devem ser basea- -116{a), acima da palavra "PARTE";
A

' das nos detalhes mais restritivos, referentes aos


,,,k) tipos de construção e aos materiais utilizados. (2) nome do fabricante da parte do vaso de
PA

pressão, precedido pelas palavras "CERTIFICADO


O · (f) Quando um vaso de construção soldada ti- POR";
ver sido radiografado total ou parcialmente, de
R

(3) número de série do fabricante.


acordo com UW-11, deve ser aplicada a seguinte
A

marcação, sob o símbolo do Código: Estes requesitos não são aplicáveis a determi-
nados itens, tais como tampas de bocas de ins-
C

(1) "RT1 ", quando o vaso atender aos requisi- peção, tampas de bocas de visita, e seus aces-
O

tos de radiografia total de UW-11(a), e quando não


sórios [ver (m) abaixo].
forem aplicadas as restrições de radiografia par-
N

cial de UW-11(a) (5); ou ,1"-U)Iodas-a:s marcações requeridas devem ser


H

I aplicadas em uma área do vaso, de fácil acesso


: (2) "RT2", quando o vaso atender aos requisi-
EC

e bastante visível, preferencialmente nas proximi-


!os de UW-11 (a) (5), e quando forem aplicados os
dad_e_s..de-uma-boc~ ~boca-de .. il}ll~ão
'requisitos de radiografia parcial do subparágrafo (ver M-3). -
IM

!UW-11(a (5) (b); ou


{k) A marcação de vasos que possuam duas
(3) "RT3", quando o vaso atender aos requisi-
EN

ou mais câmaras de pressão independentes, pro-


iI tos de radiografia por amostragem de UW-11 (b); jetadas para as mesmas ou diferentes condições
/ ou de operação, pode ser efetuada por um dos se-
TO

(4) "RT4", quando apenas uma parte do vaso guintes critérios. Cada câmara destacável deve
atender aos requisitos radiográficos de UW-11(a), ser marcada de forma que possa ser positivamen-
ou quando nenhuma das marcações "RT1 ", "RT2" te identificada com a unidade combinada.
, ou "RT3" for aplicável.

0
LA
1
;
(1) As marcações podem ser agrupadas em
exrensão-dõ-exam~- radlográfico e as eficiên.:'j uma única área do vaso, desde que indiquem,
\';C c ias de junta aplicáveis devem ser incluídas no/ claramente, os dados aplicáveis a cada câmara,
/ Relatório_de Dados do Fabricante_,____----- ---- -- incluindo a máxima pressão diferencial para os
(g) (1) As letras "HT" devem ser aplicadas abai- elementos comuns, quando essa máxima pressão
xo do símbolo do Código, quando o vaso inteiro diferencial for menor do que a maior pressão nas
"- ,;; tiver sido submetido a um tratamento térmico câmaras adjacentes.
<_· i! após a soldagem, conforme prescrito em UW-10. (2) A marcação completa requerida pode ser
-
~ ~
·~
(2) As letras "PHT" devem ser aplicadas abai- aplicada em cada câmara de pressão indepen-
'' L: xo do símbolo do Código, quando somente parte dente, desde que seja empregada uma marcação
do vaso tiver sido submetida a um tratamento tér- adicional, nos tubos, carretéis, camisas, etc., para
, mico após a soldagem, conforme prescrito em indicar, claramente, a correspondência dos dados
~W-1Q,_____ __ __ __ , marcados com as respectivas câmaras.
(h) O fabricante que completar a fabricação do {I) Nos vasos de câmaras múltiplas, somente
vaso, deve possuir um Certificado de Autorização as partes dessas câmaras que devem ser cons-

75

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública --~-(


----····-·--·- ·----- ·----·----

UG-116

!ruídas de acordo com esta Divisão (ver U-1), ne- Caldeiras e Vaso,; de Pressão. (O fabricante que
cessitam receber a marcação requerida. Entre- . receber o Certificado de -Ã-utorizâção deve solici-
tanto, recomenda-se que os fabricantes indiquem, \tar, seis meses antes da data de vencimento da
em tais vasos, as condições de serviço para as i validade, a renovação da permissão para o uso
quais foram projetadas as câmaras ou partes, em l~~~~ 0~s~~m~~s)_e a emissão_d~-~: novo Certi-
desacordo com o Código.
- ·Qualquer fabricante de Caldeiras ou Vasos de
(m) As partes de pressão removíveis devem ser Pressão, portador de um estampo "S" ou "U",
marcadas, de forma permanente, para que sejam pode solicitar ao Comitê ASME para Caldeiras e
identificáveis com o vaso ou câmara a que per-
Vasos de Pressão, a permissão para uso do es-
tencem. Esses requisitos não são aplicáveis às
tampo "UM'. Se essa permissão for concedida,
tampas de bocas de visita e de inspeção, e seus o fabricante deve comprometer-se a usar o estam-
acessórios, contanto que sejam atendidos os re- po "UM" de acordo com as disposições desta
quisitos de marcação do parágrafo UG-11. Divisão, enquanto possuir e usar, com legitimi-
(n) A permissão para o uso dos símbolos ofi- dade, o estampo "S" ou "U". Tal fabricante deve
ciais do Código, mostrados na Fig. UG-116, deve. satisfazer ao inspetor, quanto à implantação de
ser outorgada pela ASME, de acordo com as pres- um procedimento adequado para assegurar a con-
crições deste parágrafo. formidade com os requisitos do Código, da fabri-
cação dos vazos, aos quais será aplicado o sím-
N

(1) Qualquer fabricante de vasos de pressão bolo "UM". O Certificado de Autorização para o
pode solicitar ao Comitê ASME para Caldeiras e
O

uso do símbolo "UM" deve ser renovado anual-


Vasos de Pressão, a permissão para uso de estam-
R

mente. O estampo "UM' deve ser devolvido ime-


po(s) referente(s) ao(s) símbolo(s) do Código; diatamente, no caso de exigência ela ASME, ou se·
M

essa solicitação deve ser feita, por escrito, em o fabricante interromper a fabricaÇão de vasos a
A

formulários próprios da ASME (Nota 36). Se essa serem estampados com o estampo "UM", ou se o
permissão for concedida, o fabricante deve com- Certificado de Autorização tiver expirada a sua
PA

prometer-se a usar o(s) estampo(s) de acordo com validade, sem que tenha sido emitido um novo
as disposições desta Divisão, concordando com Certificado. O portador do estampo "UM" não
R

a devolução imediata do(s) estampo(s) por exi- deve permitir o seu uso a nenhum outro fabricante.
A

gência da ASME, ou se interromper a fabricação


de vasos de pressão ou, ainda, se o Certificado (3) A ASME reserva-se o direito de cancelar ou
C

de Autorização recebido da ASME tiver expirada de recusar a renovação dessas permissões, devol-
O

a sua validade, não tendo sido emitido um novo vendo os direitos pagos, proporcionalmente ao
N

Certificado. O portador desse(s) estampo(s) não período cancelado da(s) permissão(ões).


deve permitir o seu uso a nenhum outro fabri-
H

cante. (4) o Comitê ASME para Caldeiras e Vasos de


EC

Quando um fabricante produzir equipamentos Pressão pode, periodicamente e a qualquer tem-


de Código em fábricas instaladas em diferentes po, estabelecer novas disposições concernentes
IM

áreas geográficas, ele pode solicitar permissões à emissão e ao uso desse(s) estampo(s), confor-
separadas para uso do(s) estampo(s) em cada uma me julgá-las apropriadas; essas novas disposições
EN

de suas fábricas, ou uma única permissão, listan- deverão ser consideradas como obrigatórias pe-
do os endereços de todas essas fábricas. Cada los portadores de qualquer Certificado de Auto-
TO

solicitação deve identificar a agência que propor- rização válido.


cionar a Inspeção Autorizada do Código para
cada fábrica. Será preparado um Certificado de (o) Todos os estampos de aço, para a aplica-
Autorização distinto para cada fábrica e, conse- ção do(s) símbolo(s) do Código, devem ser obti-
qüentemente, cada fábrica ·será onerada pela dos na própria ASME.
ASME, com os direitos correspondentes.
NOTA 34 - Quando um vaso de pressão tiver sido pre-
(2) A permissão para o uso do(s) estampo(s) visto para operar sob mais de uma condição pressão-tempe 4

pode ser outorgada ou negada pela ASME, de ratura, podem ser acrescentados, conforme forem requeri-
dos, outros valores da pressão máxima de trabalho admis-
acordo com o seu inteiro arbítrio. Se a permis- sivel, juntamente com as temperaturas coincidentes permis-
são for concedida, tendo sido pagos os direitos síveis.
correspondentes, a ASME entregará, ao solicitan-
te, um Certificado de Autorização evidenciando a NOTA 35 - A .PMTA pode ser suposta como sendo igual
permissão para uso do(s) símbolo(s); esse Certi- à pressão de projeto, quando não tiverem sido efetuados
os cálculos para a sua determinação.
ficado terá a validade de três anos, exceto para
o Certficado relativo ao símbolo "UM". NOTA 36 - Os formulários para solicitação, bem como
as informações e instruções pertinentes, podem ser obtidos
Cada Certificado de Autorização será assinado
mediante pedido, por escrito, dirigido "To the Secretary of
pelo Presidente e pelo Secretário, ou por outro(s) ASME Boiler and Pressure Vessel Committee", 345 East 47th
membro(s) credenciados pelo Comitê ASME para Street, New York, N. Y. 10017.

76

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno


----------- ( ) Pública
-------· -------------···-------
UG-117 - UG-119

UG-117 MÉTODOS DE MARCAÇÃO espessura nominal das placas de identificação


não deve ser inferior a 0,5 mm.
· A marcação requerida deve ser estampada di-
(c) As placas de identificação podem ter as
retamente no vaso, conforme UG-118, ou incluída
marcas produzidas por fundição, gravação por
em uma placa de identificação, de acordo com
UG-119. ataque químico, alto relevo, baixo relevo, estam-
pagem ou gravação mecânica, exceto que o sím-
bolo e o número de série do fabricante devem
UG-118 ESTAMPAGEM (MARCAÇÃO
ser aplicados por estampagem (Nota 37).
ESTAMPADA)
(1) As marcações requeridas nas placas de
(a) Quando a marcação requerida em UG-116 identificação devem ser feitas com caracteres
for estampada diretamente sobre o vaso, a estam" de 4 mm de altura mínima, exceto que os caracte-
pagem deve ser efetuada com letras e algarismos res para as marcações dos dispositivos de alívio
com 8 mm de altura mínima. Essa estampagem de pressão podem ser menores.
não deve ser usada em vasos fabricados de cha- (2) Os caracteres podem ser aplicados tanto em
pas de aço com espessura inferior a 6 mm, ou de baixo relevo como em a!to relevo, a uma profun-
chapas não terrosas com espessura menor do que didade ou altura mínima de 0,1o·mm, respectiva-
13 mm, porém pode ser empregada em vasos fa~ mente, e devem ser legíveis e de boa apresenta~
bricados de chapas mais grossas. ção.
N

(b) Quando for disponível o espaço necessário, (d) A placa de identificação pode ser marca-
O

a estampagem deve ter um arranjo substancial- da antes de ser aplicada ao vaso; nesse caso, o
mente de acordo com o modelo da Fig. UG-118; fabricante deve assegurar que a placa de identi-
R

a estampagem deve ser aplicada em uma área do ficação foi aplicada no vaso certo, devendo o
M

vaso, de fácil acesso e bastante visível [ver UG- inspetor certificar-se a respeito.
A

-116(j)]. (e) A placa de identificação deve ser aplicada


diretamente no vaso, ou em uma placa intermediá-
PA

Cedijlcado por ria, ou em um suporte. O método de aplicação


da placa de identificação deve exigir, para uma
R

- - (t~;;m-. -;,;;j.i;,~,-;;t-.F - eventual remoção, a sua destruição intencional


A

ou a destruição do sistema empregado para a sua


C

_______ kPa ______"C aplicação.


O

(PMTA) (1) As placas de identificação podem ser fixa-


das por soldagem, brasagem ou solda branca.
N

W {st. soldado
il arco ou a f)iÍS)
H

(2) As placas de identificação podem ser fixa-


~T (0 riio'loyr•~ das por elementos mecânicos de fixação, fabrica-
EC

fõ<IDJ
dos de material metálico apropriado.
IIT{se tr.wt. tt:J"m. -----------------
(4no o'ef.-Ddal!'<io) (3) As placas de identificação podem ser fixa-
IM

.pis a solcl~s~m)
das por sistemas de adesivos acrílicos sensíveis
EN

FIG. UG-118 Modelo para estampagem à pressão, desde que, adicionalmente aos requi-
sitos deste parágrafo, sejam atendidas as exigên-
cias de 14-50 (Apêndice 14).
TO

UG-119 PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO (f) Uma placa de idenitficação adicional, de


acordo com os requisitos de (a) a (d), pode ser
(a) As placas de identificação devem ser apli- instalada na saia, suportes, camisa, ou outro com-
cadas nos vasos de pressão, exceto quando as ponente permanentemente ligado ao vaso. Todos
marcações forem aplicadas diretamente nos va- os dados nesta placa de identificação adicional,
sos, de acordo com UG-118. As placas de iden- incluindo o símbolo do Código, devem ser os mes-
tificação devem ser de material apropriado para mos requeridos para a placa de identificação obri-
o serviço pretendido, e devem receber uma mar- gatória. A marcação dessa placa de identifica-
cação conforme os requisitos de UG-116. O ar- ção adicional não precisa ser testemunhada pelo
ranjo da marcação deve ser substancialmente de inspetor. A placa de identificação adicional, em
acordo com o modelo apresentado na Fig. UG-118. adição às marcações supra, deve ser marcada
As placas de identificação requeridas devem ser com a palavra "DUPLICATA".
localizadas em uma área do vaso, de fácil acesso (g) Quando for empregada uma placa de iden-
e bastante visível [ver UG-116(j)]. tificação, o nome do fabricante ou a marca regis-
(b) A espessura das placas de identificação trada de sua identificação, e o número de série
deve ser suficiente para que não ocorram defor- do vaso (ou o número do Conselho Nacional, se
mações devidas à própria marcação, devendo ser for aplicável), também podem ser marcados di.~
compatível com o método de fixação adotado. A retamente no vaso, nas proximidades da placa

77

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


---·-··-···---------------------
- - ~----
-~---- -----~--------

UG-119 - UG-120

de identificação. Essa marcação, no. vaso, deve jetados para· uma pressão diferencial, essa· pres:
ser do tipo que proporcione uma visibilidade per. são limitante também deve constar do Relatório.
man,ente, sem causar· prejuízos ao vaso;. a loca- (c) Relatórios Parciais de Dados - Os Rela-
lização dessa marcação deve ser assinalada no ,tórios de Dados para as partes componentes de
Relatório de Dados. \/'asos que requeiram uma inspeção conforme as
(1) Se as limitações de espessura, conforme disposições desta Divisão, e que são produzidas
UG-118,. impedirem a marcação direta no casco por organizações não pertencentes ao fabricante
ou tampos do vaso, ela pode ser aplicada na saia, responsável pelo vaso acabado, devem ser pre-
suportes, camisa ou outro componente permanen- enchidos no Relatório Parcial de Dados, Formu-
,temente ligado ao vaso. :lário U-2 ou U-2A, pelo fabricante dos compo-
.nentes e pelo inspetor, de acordo com os re-
, r-!O~A 3Z - E~aplicável,----o-,úmero do Conselho Na- ,quisitos desta Divisão; esses Relatórios devem
cional. .:_-- . . ~
,ser enviados, em duplicata, ao fabricante respon-
UG-120~ELATõRIO DE DADOS \
sável pelo vaso acabado [ver U-2(b)]. O Formu-
lário U-2A pode ser usado para essa finalidade,
,contanto que todas as informações aplicáveis se-
· (a) O Relatório -dê Dados deve ser preenchido .jam registradas nesse Formulário; de outra forma,
pelo fabricante, no Formulário U-1 ·ou Formulário deve ser utilizado o Formulário U-2. Esses Rela-
U-1A, devendo ser assinado pelo fabricante e tórios Parciais de Dados, juntamente com a sua
N

.pelo inspetor, para cada vaso de pressão mar-


'própria inspeção, devem constituir a autoridade
O

.cado com o símbolo "U" do Código. Os Rela- final do inspetor, para que ele possa testemunhar
~tórios de dois ou mais vasos acabados no mesmo
R

'a aplicação do símbolo do Código no vaso [ver


dia, podem constar de um mesmo Formulário,
M

UG-90(c)].
contanto que sejam atendidos todos os seguintes
A

.requisitos: Quando for usado o Formulário U-2 ou U-2A,


ele deve ser anexado ao Formulário U-1 ou U-1A,
PA

(1) Os vasos devem ser idênticos; que llie for associado, pelo fabricante responsá-
(2) Os vasos devem ter sido fabricados para vel pelo vaso acabado.
R

estoque, ou para um mesmo usuário ou seu agen- (1) Os Relatórios de Dados referentes a partes
A

te credenciado; componentes de um vaso de pressão, fornecidas


(3) Os números de série devem ser consecuti- pelo fabricante ao usuário de um vaso de pres-
C

vos; ~ são existente (construído conforme o Código),


O

(4) O Sistema · de Controle da Qualidade, do para fins de substituição ou de reparo, devem ser
N

fabricante, deve incluir procedimentos para o con- elaborados no Formulário U-2 ou U-2A, pelo fa-
H

·trole, elaboração, distribuição e arquivo dos Re- bricante dos componentes e seu inspetor, de
acordo com os requisitos desta Divisão. Uma có-
EC

latórios de Dados. Uma cópia do Relatório de


Dados do Fabricante deve ser fornecida ao usuá- pia do Relatório Parcial de Dados do fabricante
dos componentes, deve ser fornecida ao usuário
IM

.rio ou a seu agente credenc'iado e, mediante so-


, licitação, ao inspetor. O fabricante deve manter, ou a seu agente credenciado, e outra cópia deve
ser mantida em arquivo, conforme as prescrições
EN

·em seus arquivos, um exemplar dos seus Rela-


·tóriós de Dados, durante um período de tempo de (a) acima.
não inferior a 5 anos ou, como alternativa, pode
TO

(2) O fabricante de partes componentes de um


registrar o vaso, preenchendo-se o Relatório de vaso de pressão deve indicar, no espaço reser-
.,Dados com o "National Board of Boiler and Pres- vado às "Observações", o grau de sua partici-
.sure Vessel lnspectors" (1055 Crupper Avenue, .pação no projeto dos componentes. Se o fabri-
.Colu111bus, Ohio 43229). ,cante dos componentes efetuar somente uma
Um Certificado de Conformidade do Fabricante, ~parte do projeto, ele deve declarar qual a parte
~conforme o Formulário U-3, deve ser preenchido .do projeto efetuada sob a sua responsabilidade.
e assinado pelo fabricante, para cada vaso de (3) Para uma orientação referente à prepara-
·pressão marcado com o símbolo "UM" do Có- ção do Relatório Parcial de Dados, ver o Apên-
digo. Esse Certificado deve ser conservado nos dice W.
.arquivos· do fabricante, durante um período de
~tempo não inferior a 5 anos; mediante solicita- (d) Esta Divisão, estabelece, em parágrafos
ção, devem ser disponíveis cópias desses Certi- tais como UW-2, UF-1, UF-32(b), UB-1, UB-22,
ficados. Vasos de pressão idênticos, produzidos 'UCS-66, UNF-56, UHA-51, UCL-27 e UHT-6, e no
no mesmo dia, podem ser incluídos em um mes- Apêndice 15, requisitos especiais para qualificar
mo Certificado. de Conformidade. •um vaso destinado a determinados "serviços es-
(b) As câmaras de unidades combinadas de- .peciais" (Parágrafos desta Divisão, tais como o
vem ser descritas em um mesmo Relatório de ~uB-2, proíbem certos tipos de construção e;ou a
Dados. Quando ós elel)'lentos comuns forem pro- :utilização de determinados materiais para alguns

( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


UG-120 - UG-125

desses serviços especiais). Os serviços especiais, pressão, para proporcionar uma proteção contra
para os quais são aplicáveis esses requisitos es- sobrepressões. Tais dispositivos suplementares
peciais, estão classificados da seguinte forma: de alívio de pressão devem ser capazes de evi-
(1) Serviço letal [para exemplo, ver UW-2(a)]; tar aumentos de pressão maiores do que 21%
acima da PMTA. Os mesmos dispositivos podem
(2) Serviço em baixa temperatura [para exem-
ser usados para atender aos requisitos de capa-
plo, ver UW-2(b) ou UCS-66]; cidade de (c) ou (c) (1), contanto que sejam aten-
(3) Caldeiras não sujeitas à chama [para exem- didos os requisitos de ajustagens de pressão do
plo, ver UW-2(c)]; subparágrafo UG-134(a).
(4) Vasos sujeitos à chama direta [para exem-
(3) Os dispositivos de alívio de pressão, des-
plo, ver UW-2(d)];
tinados principalmente para a proteção contra a
(5) Vasos de pressão para ocupação humana exposição do vaso ao fogo direto ou a outras
[para exemplo, ver 15-5(b)]. fontes inesperadas de calor externo, instalados
Quando um vaso tiver sido previsto para tais em vasos que não possuam conexões permanen·
finalidades, o serviço especial e os parágrafos tes de suprimento e usados para armazenagem
referentes aos requisitos especiais que devam ser de gases compridos liquefeitos não resfriados,
atendidos, devem ser indicados nos respectivos em temperatura ambiente (Nota 39), estão excluí-
Relatórios de Dados. dos da observância aos requisitos de (c) (1) e
(c) (2), desde que:
N

(e) Para exemplos de Formulários e orientação


O

relativa à sua preparação, ver o Apêndice W. (a) os dispositivos de alívio sejam capazes de
evitar que a pressão sofra um aumento de mais
R

de 20% acima da PMTA do vaso.


M

DISPOSITIVOS PARA ALíVIO DE PRESSÃO


(b) a pressão ajustada desses dispositivos não
A

UG-125 GENERALIDADES exceda a PMTA do vaso;


PA

(c) os vasos tenham um espaço vazio, sufi-


(a) Todos os vasos de pressão, dentro do es· ciente para evitar uma condição de conteúdo to-
copo desta Divisão, e independentemente de di-
R

talmente líquido;
mensões ou pressões, devem ser providos (Nota
A

(d) a PMTA dos vasos, nos quais esses dispo-


38) com dispositivos protetores, de acordo com
sitivos são instalados, seja maior do que a pres-
C

os requisitos dos parágrafos UG-125 a UG-136.


são de vapor do gás comprimido liquefeito ar-
Exceto conforme definido de outra forma nesta
O

mazenado na temperatura máxima prevista (No-


Divisão, devem ser aplicadas as definições re-
N

ta 40) que o gás puder atingir sob condições


ferentes a dispositivos de alívio de presão, rn-
atmosféricas; e
H

cluídas no Apêndice B do padrão ANSifASME


(e) as válvulas de alívio de pressão usadas
EC

PTC 25.3 - Válvulas de Segurança e Alívio.


para atender a essas prescrições, também aten-
(b) Uma caldeira não sujeita à chama, confor-
dam aos requisitos dos subparágrafos UG-
IM

me definida em U-1 (g), deve ser equipada com


-129(a) (5), UG-131(c) (2) e UG-134(e) (2).
os dispositivos de alívio de pressão requeridos
EN

pela Seção I do Código, na medida em que fo- (d) Os dispositivos de alívio de pressão devem
rem aplicáveis aos serviços de cada instalação ser construídos, posicionados e instalados, de tal
TO

particular. forma que sejam facilmente acessíveis para ins-


(c) Com exceção das caldeiras não sujeitas à peção e reparos, e que não possam retornar ra-
chama, todos os demais vasos de pressão de- pidamente à sua condição de inoperância (ver
vem ser protegidos por um dispositivo de alívio Apêndice M); esses dispositivos devem ser sele-
de pressão; este dispositivo deve evitar que a cionados com base nos serviços a que se desti-
pressão sofra um aumento de mais de 10% ou nam.
20 kPa, o que for maior, acima da PMTA, ex- (e) Se for instalado um manômetro indicador,
ceto conforme permitido em (1) e (2) (ver UG-134 para determinar a pressão do vaso na ou próxima
para as ajustagens de pressão). da pressão ajustada do dispositivo de alívio, esse
(1) Quando forem instalados diversos disposi- manômetro deve ser selecionado de tal forma
tivos de alívio de pressão, ajustados de acordo que o limite superior da sua graduação não seja
com UG-134(a), ,eles devem evitar que a pressão inferior a 1,25 vezes a pressão de ajuste do dis-
sofra um aumento de mais de 16% ou 30 kPa, o positivo de alívio, porém não superior ao dobro
que for maior, acima da PMTA. da PMTA do vaso. Se forem desejados, podem
(2) Nos casos em que for possível a ocorrên- ser instalados manômetros adicionais.
cia de riscos adicionais, devidos à exposição do (f) As válvulas de alívio de pressão o os dis-
vaso de pressão ao fogo direto ou a outras fon- positivos de alívio de pressão que não retornam
tes inesperadas de calor externo, devem ser ins- expontaneamente à sua posição fechada, podem
talados dispositivos suplementares de alívio de ser usados em vasos, isoladamente ou, conforme

79

~-- ( ) Confidencial (X) Restrita ( ) Uso interno ( ) Pública


~--·~--·· -~~~----~--~ ~ ~--~~-·~-----------
UG-125 - UG-127

aplicável, em combinação com válvulas de segu- sejá auto-atuante e que a válvula principal abra
rança ou válvulas de alívio e segurança. automaticamente a uma pressão não superior à
pressão de ajustagem, e que descarregue de
NOTA - O uso de alguns tipos de dispositivos que não acordo com a sua capacidade total, se falhar al-
retornam expontaneamente à sua posição fechada, pode ser
aconselhável nos vasos que contenham substâncias capazes
guma parte essencial do sistema piloto.
de tornar inoperantes as válvulas de segurança e de allívio (c) A mola em uma válvula de alívio de pres-
e segurança; nos vasos onde devam ser evitadas as perdas são, para serviços sob pressões de até 1720 kPa,
de materiais nocivos, resultantes de vazamentos; ou nos
casos em que deva ser evitada a contaminação da atmos-
inclusive, não deve ser reajustado para qualquer
fera como resultado do vazamento de fluidos nocivos. O pressão maior do que 10% acima ou menor do
uso' de discos de ruptura também pode ser aconsehável, que 1O% abaixo da pressão marcada na válvula.
especialmente nos casos em que possam ocorrer surtos sú- Para pressões superiores a 1720 kPa, a mola não
bitos de pressão. deve ser reajustada para qualquer pressão supe-
rior a 5% àcima ou inferior a 5% abaixo da pres-
(g) Os vasos que devam operar completamente são marcada na válvula.
cheios de líquido, devem ser equipados com vál-
vulas de alívio de líquido, a menos que estejam (d) As tolerâncias da pressão de ajustagem das
protegidos, de outra forma, contra sobrepressões. válvulas de alívio de pressão, para mais ou para
menos, não devem exceder 13 kPa para pressões
(h) Os dispositivos protetores requeridos em (a) até 480 kPa, inclusive, e 3% para pressões supe-
não precisam ser instalados em vasos de pressão,
N

riores a 480 kPa.


quando a fonte de pressão for externa ao vaso,
O

porém sujeita a um controle de tal forma eficien- NOTA 42 - Uma válvula de segurança é uma válvula
R

te, que a pressão no vaso não possa exceder de alfvio de pressão atuada pela pressão estática de en-
M

a PMTA na temperatura de operação, exceto con- trada, e caracterizada por uma ação de disparo ou por uma
forme permitdo em (c) acima (ver UG-98). abertura rápida. Uma válvula de alívio é uma válvula de
A

alfvio de pressão acionada pela pressão estática de entrada,


e cuja abertura é proporcional ao aumento de pressão em
PA

NOTA - As válvulas redutoras de pressão e os instru- relação à pressão de abertura. Uma válvula de alívio e se-
mentos similares de controle, mecânicos ou elétricos, exceto gurança é uma válvula de alfvio de pressão caracterizada
para as válvulas operadas por piloto, conforme permitido
R

por uma abertura rápida ou por uma ação de disparo, ou


em UG-126(b), não são considerados como tendo ação su- pela abertura proporcional ao aumento de pressão em re-
A

ficientemente positiva para evitar os excessos de pressão lação à pressão de abertura, dependendo do tipo de apli-
que possam ser desenvolvidos. cação. Uma válvula de alivio de pressão operada por piloto
C

é uma válvula de alívio de pressão, na qual o dispositivo


O

(i) As válvulas de segurança e de alívio e se- principal de alívio é combinado com uma válvula de alívio
gurança, para serviços com vapor, devem aten- de pressão auxiliar e auto-atuante, sendo por esta contro-
N

lado.
der aos requisitos de UG-131(b).
H

UG-127 DISPOSITIVOS DE ALIVIO DE PRESSÃO


EC

NOTA 38 - Os dispositivos de segurança não precisam


ser fornecidos pelo fabricante do vaso, porém a proteção SEM RETORNO ESPONTÂNEO À SUA
contra sobrepressões deve ser providenciada e instalada POSIÇÃO FECHADA
IM

antes de se colocar o vaso em operação.


(a) Dispositivos de discos de ruptura (Nota 43)
EN

NOTA 39 - Para os propósitos destas regras, são con-


siderados como gases as substâncias que possuam uma
pressão de vapor maior do que 276 kPa (absoluta) a 389C. (1) Generalidades
TO

NOTA 40 - Essa temperatura, normalmente, não deve (a) Cada disco de ruptura deve ter uma pressão
ser inferior a 460C. de ruptura estampada, dentro de uma faixa de
NOTA 41 - Uma válvula de alívio de pressão é um dis-
projeto para a sua fabricação (Nota 44), a uma
positivo de alfvio de pressão projetado para retornar auto- temperatura especificada do disco (Nota 45); cada
maticamente à sua posição fechada, e para evitar um fluxo disco de ruptura deve ser marcado com o número
posterior de fluido, após terem sido restabelecidas as con~ do lote a que pertence, e deve ser garantido