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Lista final 2º fase

DUDU

1. (Ufjf-pism 3 2018) Em um determinado experimento sobre ondas estacionárias emprega-se


um longo tubo oco de vidro, um alto-falante, cuja frequência do som pode ser sintonizada, e um
êmbolo móvel. Uma onda sonora produzida na extremidade aberta do tubo propaga-se por ele
até atingir a extremidade oposta, onde é refletida de volta na parede do êmbolo. Ao retornar, a
onda refletida interfere com a onda incidente e então, dependendo da frequência do som
produzido, forma-se um modo de vibração harmônico. No interior do tubo sonoro, se
desprezarmos o que ocorre nas extremidades, a amplitude do deslocamento de ar da onda
sonora estacionária pode ser representada pela figura.

Aparecem regiões de amplitude máxima (os ventres) intercalados por regiões de amplitude
mínima (os nós). Devido às condições desse experimento, para um tubo de comprimento ,
com uma extremidade aberta e a outra fechada, as frequências de ressonância, ou frequências
das ondas estacionárias observadas, correspondem aos comprimentos de onda dados por:
4
λm  (com m  1, 3, 5 etc.). Considere que a velocidade de som no ar seja v  340 m s.
m

a) Considerando que o tubo descrito acima tem 125 cm de comprimento, calcule a frequência
fundamental da onda estacionária gerada dentro dele.
b) Para outro experimento, agora num tubo de comprimento L, observa-se a onda estacionária
da figura abaixo.

O valor do deslocamento X(t) das moléculas de ar na posição de um dos ventres dentro do


tubo pode ser representado pelo gráfico abaixo. Nesta situação, determine o comprimento
do tubo utilizado nesta experiência.
2. (Famerp 2017) A figura representa o diagrama de fluxo de energia de uma máquina térmica
que, trabalhando em ciclos, retira calor (Q1) de uma fonte quente. Parte dessa quantidade de
calor é transformada em trabalho mecânico ( τ) e a outra parte (Q2 ) transfere-se para uma
fonte fria. A cada ciclo da máquina, Q1 e Q2 são iguais, em módulo, respectivamente, a
4  103 J e 2,8  103 J.

Sabendo que essa máquina executa 3.000 ciclos por minuto, calcule:

a) o rendimento dessa máquina.


b) a potência, em watts, com que essa máquina opera.

3. (Ufjf-pism 3 2017) O Efeito Fotoelétrico foi descoberto por Heinrich Rudolf Hertz (1857-
1894), nos anos de 1886 e 1887. Hertz percebeu que uma descarga elétrica entre dois
eletrodos, dentro de uma ampola de vidro, era facilitada pela incidência de radiação luminosa
no eletrodo negativo, provocando a emissão de elétrons de sua superfície. A explicação
satisfatória para esse efeito foi dada em 1905, por Albert Einstein, e em 1921 deu ao cientista
alemão o prêmio Nobel de Física. Analisando o efeito fotoelétrico, quantitativamente, Einstein
propôs que a energia do fóton incidente é igual à energia necessária para remover um elétron
mais a energia cinética do elétron emitido. Com base nestas informações, calcule os itens
abaixo.

a) Considerando que a energia de um fóton incidente é definida por E  h  f, onde


h  6,6  1034 Js é a constante de Planck e que o comprimento de onda de um fóton é
dado por λ  396 nm, obtenha a energia do fóton.
b) Sabendo que a massa de um elétron é de aproximadamente 9,1 1031 kg e que a
velocidade dos elétrons emitidos de uma placa metálica incidente por uma radiação com
λ  396 nm é de 900,00 km s, CALCULE o valor da energia necessária para remover o
elétron da placa.

4. (Pucrj 2016) Um ciclo termodinâmico, para um mol de um gás monoatômico, consiste em 4


processos: AB  isobárico; BC  isocórico; CD  isobárico; DA  isocórico, representados
no diagrama PV da figura. Sabe-se que PA  3,0  105 Pa, PC  1,0  105 Pa,
VD  8,3  103 m3 , VB  2,0 VA . Considere a constante universal dos gases R  8,3 J / K  mol.

a) Calcule as temperaturas máxima e mínima em que opera o ciclo.

b) Calcule o trabalho realizado pelo gás em um ciclo.

5. (Fmj 2016) Um gás ideal, contido num recipiente dotado de êmbolo móvel, descreve um
ciclo térmico ADCBA, como mostra o gráfico.

O processo entre A e D e entre C e B são isotérmicos. Com base no gráfico e sabendo que
a temperatura em A é 200 K, determine:

a) os trechos do ciclo ADCBA onde o processo é isocórico e onde é isobárico.


b) o volume do gás ideal no ponto D e a temperatura da isoterma que liga os pontos B e C,
em Kelvin.

6. (Ufu 2016) Assim como uma lâmpada, o Sol também tem associado a ele um valor de
potência. Um método usado para determinar a potência do Sol é calcular quanta energia a
Terra recebe dele por unidade de tempo. Para tal, pode-se usar uma lata cilíndrica de alumínio,
pintada na cor preta, que funcionará como um corpo negro. Em uma situação experimental, foi
usada uma lata cuja face que recebe diretamente os raios solares possui as dimensões da
sombra projetada sobre o suporte, conforme esquema a seguir. O recipiente foi totalmente
preenchido com 500 ml de água pura à temperatura de 25 C e exposto ao Sol durante 5
minutos. Após esse tempo, a água atingiu 26 C.

Com base nas informações, faça o que se pede.

a) Considerando que a massa de alumínio da lata é muito menor do que a da água nela
contida, despreze o calor recebido pelo recipiente e considere que a elevação de
temperatura do líquido se deu unicamente pelo calor recebido do Sol. A partir dos dados
indicados, calcule quantos joules de energia a água recebeu por segundo. Considere o calor
específico da água: 1cal / g  C e que 1cal  4,2J

b) Considerando a área da lateral da lata que os raios solares atingiram diretamente, calcule
quantos joules de energia cada centímetro dessa área recebeu a cada segundo.

c) A Terra pode ser considerada envolta em uma esfera imaginária, cujo raio é a distância entre
nosso planeta e o Sol, ou seja, 150.000.000 km. Cada centímetro quadrado dessa esfera
imaginária recebe a mesma quantidade de joules de energia por segundo recebida por cada
centímetro quadrado da lateral da lata. A partir de tais informações, calcule quantos joules
de energia por segundo o Sol emite. Considere π  3.

7. (Unesp 2016) Durante a análise de uma lente delgada para a fabricação de uma lupa, foi
construído um gráfico que relaciona a coordenada de um objeto colocado diante da lente (p)
com a coordenada da imagem conjugada desse objeto por essa lente (p’). A figura 1
representa a lente, o objeto e a imagem. A figura 2 apresenta parte do gráfico construído.

Considerando válidas as condições de nitidez de Gauss para essa lente, calcule a que
distância se formará a imagem conjugada por ela, quando o objeto for colocado a 60 cm de
seu centro óptico. Suponha que a lente seja utilizada como lupa para observar um pequeno
objeto de 8 mm de altura, colocado a 2 cm da lente. Com que altura será vista a imagem
desse objeto?

8. (Fuvest 2016) O nível de intensidade sonora , em decibéis (dB), é definido pela expressão
  10 log10 (I I0 ), na qual I é a intensidade do som em W m2 e I0  1012 W m2 é um valor
de referência. Os valores de nível de intensidade sonora   0 e   120 dB correspondem,
respectivamente, aos limiares de audição e de dor para o ser humano. Como exposições
prolongadas a níveis de intensidade sonora elevados podem acarretar danos auditivos, há uma
norma regulamentadora (NR-15) do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, que
estabelece o tempo máximo de 8 horas para exposição ininterrupta a sons de 85 dB e
especifica que, a cada acréscimo de 5 dB no nível da intensidade sonora, deve-se dividir por
dois o tempo máximo de exposição. A partir dessas informações, determine

a) a intensidade sonora Id correspondente ao limiar de dor para o ser humano;


b) o valor máximo do nível de intensidade sonora  em dB, a que um trabalhador pode
permanecer exposto por 4 horas seguidas;
c) os valores da intensidade I e da potência P do som no tímpano de um trabalhador quando o
nível de intensidade sonora é 100 dB.

Note e adote:
π  3 e Diâmetro do tímpano  1cm

9. (Unifesp 2015) Em um copo, de capacidade térmica 60cal / C e a 20C, foram colocados


300mL de suco de laranja, também a 20C, e, em seguida, dois cubos de gelo com 20 g
cada um, a 0C. Considere os dados da tabela:

densidade da água líquida 1g / cm3


densidade do suco 1g / cm3
calor específico da água líquida 1cal / (g  C)
calor específico do suco 1cal / (g  C)
calor latente de fusão do gelo 80cal/ g

Sabendo que a pressão atmosférica local é igual a 1atm, desprezando perdas de calor para o
ambiente e considerando que o suco não transbordou quando os cubos de gelo foram
colocados, calcule:

a) o volume submerso de cada cubo de gelo, em cm3 , quando flutua em equilíbrio assim que é
colocado no copo.
b) a temperatura da bebida, em C, no instante em que o sistema entra em equilíbrio térmico.

10. (Ufjf-pism 2 2015) O gráfico abaixo mostra o comprimento de um bastão feito de um


material desconhecido em função da temperatura. A 0 C o comprimento inicial do bastão é
200 mm. A tabela ao lado mostra os coeficientes de dilatação linear de alguns materiais.
Coeficiente de dilatação
Material
linear (em C1)
Latão 20  106
Vidro comum 8  106
Vidro pirex 5  106
Porcelana 3  106
Concreto 12  10 6

Com base nesses dados, responda o que se pede.

a) De que material o bastão é feito? Justifique sua resposta com cálculos.


b) Qual é o comprimento do bastão a uma temperatura de 210 C?

11. (Pucrj 2015) Um recipiente isolado contém uma massa de gelo, M  5,0 kg, à temperatura
T  0C. Por dentro desse recipiente, passa uma serpentina pela qual circula um líquido que se
quer resfriar. Suponha que o líquido entre na serpentina a 28C e saia dela a 8C. O calor
específico do líquido é cL  1,0 cal / (g  C), o calor latente de fusão do gelo é LF  80 cal g e o
calor específico da água é CA  1,0 cal (g  C).

a) Qual é a quantidade total de líquido (em kg) que deve passar pela serpentina de modo a
derreter todo o gelo?
b) Quanto de calor (em kcal) a água (formada pelo gelo derretido) ainda pode retirar − do
líquido que passa pela serpentina − até que a temperatura de saída se iguale à de entrada
(28C)?

12. (Ufu 2015) Uma pessoa projeta em uma tela a imagem de uma lâmpada, porém, em um
tamanho quatro vezes maior do que seu tamanho original. Para isso, ela dispõe de um espelho
esférico e coloca a lâmpada a 60cm de seu vértice.

A partir da situação descrita, responda:


a) Que tipo de espelho foi usado e permitiu esse resultado? Justifique matematicamente sua
resposta.
b) Se um outro objeto for colocado a 10cm do vértice desse mesmo espelho, a que distância
dele a imagem será formada?

Gabarito:

Resposta da questão 1:
a) Considerando o primeiro tubo, o comprimento de onda da frequência fundamental
apresentada corresponde ao quádruplo do comprimento do tubo, ou seja, temos a
representação da quarta parte da onda no tubo, assim:
λ
 L  λ  4  1,25 m  λ  5m
4

Substituindo os valores para a equação que relaciona a velocidade da onda com sua
frequência, temos:
v 340 m s
v  λf  f    f  68 Hz
λ 5m

b) Através do gráfico temos o período T da onda:


T  1ms  103 s
Com o inverso do período obtemos a sua frequência:
1 1
f   f  1000Hz
T 103 s

O comprimento de onda será:


v 340 m s
v  λf  λ    λ  0,340m
f 1000 m

Através da figura representativa do experimento, temos uma relação entre o comprimento do


tubo e o comprimento de onda, que representa:
7
L λ
4

Assim:
7
L   0,340m  L  0,595m
4

Resposta da questão 2:
a) Pelo Teorema de Carnot, temos:
Q2 2,8  103
η  1  1
Q1 4  103
η  1  0,7  0,3
 η  30%

b) Trabalho da máquina:
τ  Q1  Q2  4  103  2,8  103
τ  1,2  103 J

Período de um ciclo:
1
T  T  2  102 s
3000
60

Sendo assim, a potência com a qual a máquina opera é de:


τ 1,2  103
Pot  
T 2  102
 Pot  6  104 W

Resposta da questão 3:
a) Teremos:
Efóton  h f
 c 34 3  108
 c  Efóton  h  6,6  10   Efóton  5  1019 J.
c  λ f  f  λ 396  109
 λ

b) Sendo E0 a energia necessária para arrancar o elétron, de acordo com a equação do efeito
fotoelétrico, vem:
 
2
mv 2 9,1 1031  9  105
Ecin  Efóton  E0  E0  Efóton   5  1019  
2 2

E0  5  1919  3,7  1019  E  1,3  1019 J.

Resposta da questão 4:
a) Completando o gráfico com as informações das transformações:
PA  PB  3,0  105 Pa, PC  PD  1,0  105 Pa, VD  VA  8,3  103 m3 e VB  VC  2,0 VA .

Podemos calcular as temperaturas mínima (ponto D) e máxima (ponto B), usando a equação
de Clapeyron para gases ideais:
PV
PV  nRT  T 
nR

Portanto, para a temperatura mínima:


PD VD 1,0  105 Pa  8,3  103 m3
TD    TD  100 K
nR 1mol  8,3 J / K  mol

E a temperatura máxima é:
P V 3,0  105 Pa  2  8,3  103 m3
TD  B B   TD  600 K
nR 1mol  8,3 J / K  mol

b) O trabalho W realizado pelo gás no ciclo é dado pela área no gráfico:


  
W  ΔP  ΔV  3,0  105 Pa  1,0  105 Pa  2  8,3  103 m3  8,3  103 m3  W  1660 J

Resposta da questão 5:
a) O trecho isocórico, isto é, na qual o volume é constante corresponde pelo gráfico ao
segmento de reta vertical DC, já o trecho isobárico em que a pressão é constante pertence
ao segmento de reta BA.

b) Para calcular o volume do ponto D, usamos a equação geral dos gases aplicada na
isoterma AD :
p V 6 kPa  0,5 L
p A VA  pD VD  VD  A A   VD  1,5 L
pD 2 kPa

A temperatura da isoterma BC pode ser calculada usando, por exemplo, a isobárica BA :


VA VB V T 1 L  200 K
  TB  B A   TB  TC  400 K
TA TB VA 0,5 L

Resposta da questão 6:
a) Teremos:
500 mL  500 g
Q  m  c  Δθ
Q  500  1 (26  25)
Q  500 cal
Q  500  4,2  Q  2.100 J

1min 60 s
5 min x
x  300 s

Q 2.100
P P P7J s
Δt 300

b) Teremos:
Aret  b  h  A ret  7  8  A ret  56 cm2
P 7
I I  I  0,125 J s  cm2
A 56

Ou seja, cada centímetro quadrado dessa área recebeu 0,125 J de energia a cada segundo.

Resposta da questão 7:
1
- Analisando o gráfico dado, nota-se que: p  10cm  p'     0. Aplicando esses
p'
resultados na equação dos pontos conjugados:
1 1 1 1 1
     0  f  10cm.
f p p' f 10

Para p  60cm :
1 1 1 pf 60  10
   p'    p'  12cm.
f p p' pf 50

- Para p  2cm :
pf 2  10
p'    p'   2,5cm.
pf 8

Aplicando a equação do aumento linear transversal:


h' p' h'   2,5  20
A     h'   h'  10mm.
h p 8 2 2

Resposta da questão 8:
Nota: de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI), quando uma unidade provém
de nome próprio, o plural se faz acrescentando apenas "s". Assim, o correto é decibels.

I
a) Dados: β  10 log10 ; β  120dB; I 0  1012 W/m2 .
I0
Substituindo valores e aplicando a definição de logaritmo:
I I
10 log10  120  1012   I  1012  1012 
12 12
10 10

I  1 W/m2 .
b) Recomenda-se que a exposição ininterrupta a um nível de intensidade sonora de β  85dB
não dure mais que 8 horas. O texto mostra que a norma regulamentadora especifica que
com um acréscimo de 5dB, o tempo de exposição deve ser reduzido pela metade. Para que
o tempo de exposição seja de 4 horas, o máximo nível de intensidade sonora deve ser,
então, β  90dB.

c) Dados: π  3; D  1 cm  102 m; β  100dB.


Aplicando novamente a definição:
I I
10 log10  100  1010   I  1010  1012  I  102 W/m2 .
12 12
10 10

Da definição de intensidade sonora:

 
2
P π D2 3 102
2
I  P  IA  I  10   P  0,75  10 6 W 
A 4 4

P  7,5  10 7 W.

Resposta da questão 9:
a) Teremos:

Como se trata de uma situação de equilíbrio, o empuxo e o peso têm mesma intensidade.
m 20
E  P  dsuco Vi g  m g  Vi    Vi  20 cm3 .
dsuco 1

b) Como os sistema é termicamente isolado, o somatório dos calores trocados é nulo.


Qcopo  Qsuco  Qgelo  Qágua  0 

 C Δθ copo  m c Δθsuco  m L f gelo  m c Δθ água 0

60  θ  20   300 1θ  20   40  80   40 1θ  0   0  20  


3 θ  60  15 θ  300  160  2 θ  20 θ  200 

θ  10 °C.

Resposta da questão 10:


a) Aplicando a expressão da dilatação linear para os dados mostrados no gráfico:
L0 200,1  200,0 0,1
ΔL  L0 α ΔT  α     α  5  106 C1.
L0 ΔT 200 100  0  2  10 4

Consultando a tabela, conclui-se que o bastão é de vidro pirex.

b) Aplicando novamente a expressão da dilatação linear:


ΔL  L0 α ΔT  L  200  200  5  106  210  0   L  0,21  200 

L  200,21 mm.

Resposta da questão 11:


a) Neste caso o calor latente é igual ao calor sensível do líquido.
Qlat  Qsens
mg  Lf  mliq  cliq  ΔTliq

Isolando a massa do líquido e substituindo os valores:


mg  L f
mliq 
c liq  ΔTliq
5 kg  80 cal / g
mliq   mliq  20 kg
1 cal / g  C   28  8  C

b) O calor trocado pela água resultante do derretimento do gelo é dado pelo calor sensível.
Qsens  m  c  ΔT
Qsens  5 kg  1 cal / g  C   28  0  C
Qsens  140 kcal

Resposta da questão 12:


a) Como a imagem é projetada em uma tela, ela é real, invertida e maior o espelho esférico
usado é côncavo.

Justificativa:

O aumento da imagem ou ampliação (A) é representado por:


i d
A  i (1)
o do

Em que i é a altura da imagem, o altura do objeto, di é a distância da imagem em relação


ao vértice, do é a distância do objeto em relação ao vértice do espelho.

Temos a informação de que a imagem é quatro vezes maior que o objeto e que a distância
do objeto é de 60 cm.

Substituindo na equação (1), obtemos a distância da imagem:


di
4  di  240 cm
60 cm

1 1 1
Aplicando a equação de Gauss:   (2)
f di do

onde f é a distância focal do espelho e substituindo os valores di e do , calculamos f :


1 1 1 1 5
     f  48 cm
f 240 60 f 240

Confirmando assim o espelho côncavo, pois f  0.

b) Tendo a distância focal e sabendo que agora o objeto será colocado a 10 cm do vértice do
espelho, ou seja, entre o vértice e o foco, podemos concluir que a imagem será virtual sendo
que a distância da imagem deverá ser negativa de acordo com as convenções de sinais
adotadas para espelhos esféricos. Neste caso, a equação de Gauss (2) é suficiente para
apresentar a solução.
1 1 1
 
f di do
1 1 1 1 1 1 480
      di    12,6 cm
48 di 10 48 10 di 38

Sendo assim, a imagem está a 12,6 cm do vértice do espelho para “dentro do espelho”, sendo
uma imagem virtual.