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Texto REINO VEGETAL BIOLOGIA PROF MOISES

Assim como os animais, as plantas também passam por ciclos evolutivos. Atualmente, existem quatro
principais ramificações para classificar o reino Plantae, sendo divididas entre vasculares e avasculares, por
exemplo. Essa principal diferenciação entre elas ocorre devido à presença ou ausência de vasos condutores
de seiva, que são os responsáveis por espalhar substâncias úteis à sobrevivência da planta.

Devido à falta de vascularização, isto é, vasos condutores de seiva, as briófitas


são plantas pequenas e encontradas em locais úmidos. Um dos motivos de viverem nesse tipo de ambiente
é porque não possuem raízes profundas e necessitam absorver substâncias, como água, por contato direto.
O transporte de nutrientes das briófitas ocorre a partir do processo de difusão das células, ou seja, transporte
de substâncias pela membrana plasmática sem gasto de energia. Um exemplo de briófitas são os musgos,
muito encontrados no bioma tundra.

Reprodução das briófitas

A maior parte das briófitas são plantas sexuadas com fase gametofítica, ou seja, que produzem gametas.
Os gametófitos masculinos (anterozóides) são liberados e, por meio de pequenos flagelos e com a ajuda
da água, chegam até as plantas femininas. Quando os anterozóides fecundam as oosferas, os gametas
femininos, forma-se o zigoto. Conforme o zigoto se desenvolve, surgem os esporófitos, que quando
atingem certo nível de maturidade, caem no chão, se fixam e dão origem

As angiospermas são as primeiras plantas a possuir raiz, caule e folhas e, por isso, dependem de
vascularização para sobreviver. Os vasos condutores permitiram que as plantas aumentassem o seu porte
e se adaptassem ao ambiente terrestre. Normalmente as pteridófitas possuem pequenas folhas, os folíolos.
Apesar da evolução, ainda dependem de locais úmidos e com sombra para sobreviver. Um grande exemplo
desse grupo são as samambaias.

Reprodução das pteridófitas

Apesar de as pteridófitas já serem plantas vasculares, ainda dependem da água para se reproduzir. Na parte
inferior das folhas, em época reprodutiva, formam-se pequenas bolinhas que contém os esporos, conhecidas
como soros. Quando os esporos estão maduros, os soros se rompem, derrubando o material reprodutivo de
dentro. Ao cair no solo fértil e úmido, os esporos se transformam em protalos, plantas que podem possuir o
gameta masculino (anterozóides) ou o feminino (oosferas). Com a ajuda da água, os dois gametas se
encontram, formam o zigoto e uma nova planta se desenvolve.

As gimnospermas são as primeiras plantas que não necessitam de água para se reproduzir. São compostas
por raiz, caule, folha, flores secas e sementes, sendo que os dois últimos surgiram justamente nessa etapa
evolutiva. Possuem diversos tamanhos e são muitos tipos de planta, desde arbustos até grandes árvores.
O que mais diferencia as gimnospermas do restante das plantas é a presença de sementes secas, “nuas”,
que não estão encerradas em frutos. Vivem preferencialmente em ambientes de clima frio ou temperado,
como os pinheiros, as araucárias ou as sequoias.Reprodução das gimnospermas
Esse tipo de planta necessita da ajuda de agentes polinizadores, como aves, insetos, vento e chuva para se
reproduzir. As gimnospermas possuem sexos separados, sendo que cada árvore pode ser ao mesmo tempo
masculina e feminina. Enquanto o estróbilo masculino produz pólen, o feminino produz os óvulos. Quando
os agentes polinizadores se alimentam do pólen e derrubam fragmentos nos estróbilos femininos, ocorre a
fecundação e o ciclo para uma nova planta.

As gimnospermas são as primeiras plantas que não necessitam de água para


se reproduzir. São compostas por raiz, caule, folha, flores secas e sementes, sendo que os dois últimos
surgiram justamente nessa etapa evolutiva. Possuem diversos tamanhos e são muitos tipos de planta, desde
arbustos até grandes árvores. O que mais diferencia as gimnospermas do restante das plantas é a presença
de sementes secas, “nuas”, que não estão encerradas em frutos. Vivem preferencialmente em ambientes
de clima frio ou temperado, como os pinheiros, as araucárias ou as sequoias.
Reprodução das gimnospermas
Esse tipo de planta necessita da ajuda de agentes polinizadores, como aves, insetos, vento e chuva para se
reproduzir. As gimnospermas possuem sexos separados, sendo que cada árvore pode ser ao mesmo tempo
masculina e feminina. Enquanto o estróbilo masculino produz pólen, o feminino produz os óvulos. Quando
os agentes polinizadores se alimentam do pólen e derrubam fragmentos nos estróbilos femininos, ocorre a
fecundação e o ciclo para uma nova planta.
Possuem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. As angiospermas são as primeiras plantas que evoluíram
ao ponto de ter frutos. São estruturas complexas compostas por diversos órgãos, sendo eles de suporte,
proteção e reprodução. Os frutos são uma ótima evolução, pois protegem as sementes e ajudam na
dispersão desse tipo de planta na natureza. Com isso, as angiospermas estão no último nível de evolução
das plantas.
Reprodução das angiospermas
A reprodução das angiospermas é bem parecida com a do grupo anterior, as gimnospermas. As sementes
presentes no interior do fruto necessitam ser polinizadas. Também dependem de agentes polinizadores para
se reproduzir, porém com maior sucesso devido às flores e aos frutos, que atraem as abelhas e outros
animais devido aos odores agradáveis, às cores vibrantes e também ao néctar, que serve de alimento. As
sementes podem variar entre monocotiledôneas e dicotiledôneas.Cada um dos tipos de plantas possui
diferentes especificações quanto à sua estrutura, sendo de extrema importância conhecê-las para

compreender todo o ciclo de vida pelo qual passam.