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SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

Revisão Histórico das Revisões

00 Elaboração

01 Atendendo comentários da fiscalização.

CONTROLE DA REVISÃO
Revisão Data Elaboração Verificação Aprovação - fiscalização
01 07/07/06 Gustavo Eugenio

Data de implantação 07/07/2006 DATA:


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SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

1. OBJETIVO
2. NORMAS DE REFERÊNCIA
3. PESSOAL EMPREGADO
4. EQUIPAMENTOS
5. DOCUMENTOS DE REFERÊNCA
6. CRITERIOS DE EXECUÇÃO
6.1. Generalidades
6.2. Abertura de Vala
6.3. Retirada do Revestimento
6.4. Verificações Preliminares
6.5. Execução dos Serviços de Soldagem
6.5.1. Preparação dos Serviços
6.5.2. Soldagem
6.6. Teste Pneumático
6.7. Trepanação
6.7.1. Preparação dos Serviços
6.7.2. Instalação dos Equipamentos
6.7.3. Teste de Pressão com a Máquina
6.7.4. Execução dos Serviços de Trepanação
7. REGISTROS
8. ANEXOS
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DE DUTOS EM OPERAÇÃO

1. OBJETIVO
Estabelecer os critérios mínimos para execução dos serviços de soldagem e
instalação de conexões e acessórios, assim como o trabalho de trepanação para dutos
em operação.
2. NORMAS DE REFERÊNCIA
API 1104 – Welding Pipelines and Related Facilities;
NBR 12712 – Projeto de Sistemas de Transmissão e Distribuição de Gás Combustível;
Norma Petrobras N-464 – Construção, Montagem e Condicionamento de Duto
Terrestre;
Norma Petrobras N-2163 – Soldagem e Trepanação em Equipamentos, Tubulações e
Dutos em Operação;
Especificação Técnica CONTRATANTE – ET-99999999
3. PESSOAL EMPREGADO
Encarregado de Obra
Inspetor da Qualidade – Inspetor de Soldagem N1
Inspetor da Qualidade – Líquido Penetrante
Inspetor da Qualidade – US Medição de Espessura
Técnico de Segurança
Soldador
Lixador
Revestidor
Motorista / Operador de Guincho
Operador de Retro-escavadeira
Ajudante
4. EQUIPAMENTOS
Máquina de Solda
Lixadeira
Retífica
Termômetro de contato ou Laser
Alicate Volt-amperímetro
Termo Higrômetro
Porta Eletrodos portátil, com capacidade mínima de 80ºC.
Bomba de sucção
Caminhão Munck
Retro-escavadeira
Holiday Detector
5. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
Projeto
Especificações Técnicas CONTRATANTE
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6. CRITÉRIOS DE EXECUÇÃO
6.1. Generalidades

6.1.1. Os trabalhos de soldagem e trepanação só serão executados após a realização de


reunião para análise dos trabalhos. Nesta reunião devem estar presentes:
 Construtora
 Engenharia (Projetos)
 Operação
 SMS
6.1.2. Antes de qualquer trabalho de abertura de vala para dutos em operação, o setor
responsável pela operação do duto deve ser informado e emitir parecer de
liberação da intervenção.
6.1.3. No caso da inexistência do órgão ou responsável de projeto, a reunião deve ser
realizada pelos demais, consultando-se a documentação técnica existente.
6.1.4. O resultado desta reunião deve ser registrado em ata de reunião conforme anexo
1 e 2.
6.2. Abertura de Vala

6.2.1. Os trabalhos de abertura de vala serão amparados pelo procedimento específico


“PE 008 - Abertura de Vala” em sua ultima revisão.
6.2.2. Com base no projeto, juntamente com o “As Built” do duto em operação será
determinado o local de abertura da vala.
6.2.3. A abertura da vala poderá ser feita com o auxilio de máquina retro-escavadeira,
mas para isso será necessária uma cobertura de segurança de 50 cm de solo
sobre o tubo, isto é, a máquina poderá efetuar a escavação, mas nunca poderá
estar com a caçamba a menos de 50 cm do duto. Após esta dimensão será
executado o trabalho de escavação manual. Em todo o período de escavação
será feita a sondagem com haste metálica para a localização do duto.
6.2.4. A Vala terá a dimensão necessária para o bom desenvolvimento dos trabalhos,
mas nunca será menor do que 1 metro livre para cada lateral do duto em
operação, e 50 cm livre sob a geratriz inferior do duto em questão.
6.2.5. De modo a garantirmos a segurança dos profissionais que atuarão nos trabalhos
dentro da vala, será mantida escada para acesso ou saída da mesma. Quando for
possível a escada poderá ser substituída pela parede da vala rampada.
6.3. Retirada do Revestimento

6.3.1. Para retirada do revestimento se faz necessário a locação do ponto em que será
efetuada a soldagem do acessório. Está informação será obtida através da
combinação de algumas informações:
 Local especificado pelo projeto;
 Arranjo do local a ser interligado;
 Tipo de acessório usado;
6.3.2. Será retirado o revestimento de toda a circunferência do tubo, no local a ser
executado o trabalho.
6.3.3. Inspeção por US Ultra Som, será efetuada para a verificação e confirmação de
espessura do duto em questão, assim como a localização da costura longitudinal
do tubo.
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6.4. Verificações Preliminares


6.4.1. Verificação de “As Built” da obra já construída que receberá a interligação, de
modo a adquirir todas as informações possíveis para complementar os dados já
existentes. Deverá ser verificadas, informações como profundidade da tubulação
existente, tipo de solo, existência de proteção mecânica com placas de concreto
ou tubo concretado, tipo de revestimento, diâmetro da tubulação, material do duto,
etc., e todas as informações possíveis constantes no “As Built”.
6.4.2. Verificar junto à operação do Cliente, dados de operação do duto, tais como
pressão de trabalho do duto, vazão do fluído, localização das válvulas de bloqueio
próximas ao duto, tempo em que o duto opera, e todas as informações relevantes
aos trabalhos.
6.4.3. Programar junto com o cliente o aviso do consumidor quanto ao risco de
interrupção de fornecimento do produto.
6.4.4. Solicitar junto à operação, apoio técnico para a operação do duto no período em
que executado os trabalhos de Soldagem e Trepanação. Controlar a vazão do
fluído, possibilitar o bloqueio ou purga do sistema afetado.
6.4.5. Planejar situação de emergência e acionamento de bombeiros, policia e outros se
necessário. Observar a matriz de rotinas de emergência e SMS anexo 5.
6.4.6. Providenciar junto à operação o desligamento da Proteção Catódica do duto em
operação.
6.4.7. Providenciar a separação e inspeção das peças e equipamentos a serem
utilizados no trabalho de soldagem, de acordo com o especificado em projeto.
6.4.8. Verificar e confirmar a liberação por parte do controle da qualidade quanto ao
recebimento dos materiais a serem aplicados, assim como a verificação dos
certificados de qualidade das peças, equipamentos e consumíveis a serem
aplicados.
6.4.9. Verificar e confirmar a liberação por parte do controle da qualidade quanto à
calibração dos equipamentos a serem utilizados nos trabalhos.
6.4.10. Determinar juntamente com o cliente, as condições de instalação e posição
quando não for possível atender o projeto.
6.5. Execução dos Serviços de Soldagem

6.5.1. Preparação dos serviços


6.5.1.1. Garantir a proteção dos serviços quanto à intempérie, poeira, ventos, ou qualquer
tipo de sujeira, por meio de barraca sobre o local a ser executado os serviços.
6.5.1.2. Efetuar a limpeza do local a receber a conexão ou acessório com o auxilio de
escova rotativa de modo a remover todo e qualquer tipo de oxidação. A escova a
ser utilizada deve atender as características do metal de base. Conservar o
mínimo de 200 mm de espaço limpo para cada lado da peça a ser soldada.
6.5.1.3. Efetuar a limpeza da conexão ou acessório a ser soldado. Executar um ensaio
visual detalhado na conexão a fim de visualizar qualquer tipo de imperfeição,
falhas de metalurgia, trincas, ou qualquer outro tipo de avaria.
6.5.1.4. Verificar a presença de imperfeições no metal de base.
6.5.1.5. Verificar a presença do procedimento de soldagem “EPS” adequado ao trabalho a
ser executado, assim como se todos os seus pré-requisitos estão sendo
cumpridos.
6.5.1.6. Apresentar a peça sobre o ponto a ser soldado, de modo a prever a condição que
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em que será instalada. Efetuar a verificação quanto prumo ou nivelamento e


abertura da raiz. No caso de instalação de peças ou acessórios flangeados,
verificar o alinhamento dos furos
6.5.1.7. Se necessário efetuar ponteamento da conexão com o duto a ser interligado,
seguindo as informações da EPS que orienta os serviços em questão. O
ponteamento da peça deve ser o mínimo necessário de modo a não restringir a
contração ou expansão da peça durante os trabalhos de soldagem.
6.5.2. Soldagem
6.5.2.1. O inspetor de Soldagem deve estar presente durante todo o período do trabalho a
ser executado. O inspetor de soldagem que acompanhará os trabalhos pode ter
certificação Nível 1 ou 2.
6.5.2.2. Verificação por parte do Inspetor de Soldagem, da calibração das máquinas de
solda a ser usada no trabalho. No caso de a máquina estar com a calibração
vencida, ou sem calibração, deverá ser executado a calibração da máquina. Para
a calibração da máquina de solda, o Inspetor de Soldagem deverá proceder
conforme procedimento específico para Calibração de Máquina de Solda.
6.5.2.3. Verificar o porta eletrodos quanto ao funcionamento, assim como a calibração dos
mesmos. Garantir a sua ligação e aquecimento durante todo o trabalho.
6.5.2.4. Verificar que os eletrodos foram tratados quanto à secagem atendendo ao
procedimento específico.
6.5.2.5. Certificar que o cabo de fechamento do circuito esteja em contato com o duto a
ser soldado no ponto mais próximo da solda.
6.5.2.6. Executar a soldagem seguindo fielmente a EPS qualificada para a atividade.
6.5.2.7. O Inspetor de Soldagem deve efetuar o acompanhamento da soldagem durante
todo o processo, para todos os passes, monitorando corrente, tensão, temperatura
da soldagem e umidade relativa do ar.
6.5.2.8. O Cálculo do Aporte Térmico pode ser visto no anexo 10.
6.5.3. Ensaios Não Destrutivos
6.5.3.1. Executar ensaio Visual em toda a solda de raiz executa.
6.5.3.2. Executar ensaio por Liquido Penetrante em toda solda de raiz da junta.
6.5.3.3. Executar ensaio Visual em toda a solda de acabamento executa.
6.5.3.4. Executar ensaio por Liquido Penetrante em toda solda de raiz da junta.
6.6. Teste Pneumático

6.6.1. Após a aprovação das soldas pelos ensaios não-destrutivos, deverá ser efetuado
o teste pneumático da derivação.
6.6.2. O teste Pneumático poderá ser executado com a máquina de trepanação acoplada
para verificação de possíveis vazamentos em suas conexões e no aperto dos
parafusos.
6.6.3. Será realizado o Teste Pneumático utilizando Nitrogênio a uma pressão de
28kgf/cm2 para equipamentos de 150# e 40kgf/cm² para equipamentos 300#;
6.6.4. Deverá ser instalado um manômetro calibrado com precisão de 100gr/cm² para o
monitoramento da pressão.
6.6.5. Conectar a arvore de teste no sistema. Esta conexão poderá ser feita pela rosca
do “Te” de Serviço quando se faz uso do mesmo, pelo flange em sistemas com
derivação por colar e flange, ou ainda pelo flange do ramal construído na caixa de
válvula.
6.6.6. O teste pneumático se procederá da seguinte forma:
6.6.6.1. Eleva-se a pressão até 1° Patamar (15% da pressão de teste);
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6.6.6.2. Procede-se a verificação de possíveis vazamentos com o teste de bolha em todos


componentes;
6.6.6.3. Caso surjam vazamentos durante o teste, fica a critério da fiscalização se será
necessária a purga do nitrogênio para solucionar o vazamento;
6.6.6.4. Depois de realizado o teste de bolha no 1° patamar, passa-se ao 2° Patamar (30%
da pressão de teste) e realiza-se teste de bolha novamente;
6.6.6.5. Eleva-se então a pressão até 3° patamar (60% da pressão de teste) e realiza-se
mais uma vez o teste de bolha;
6.6.6.6. Eleva-se então a pressão até 4° patamar (100% da pressão de teste) e realiza-se
mais uma vez o teste de bolha;
6.6.6.7. Deve ser mantida esta pressão durante no mínimo 1 hora para se julgar o teste
aprovado;
6.6.6.8. O teste estará aprovado se após o término do teste, a pressão não sofrer queda
superior a 0,5% da pressão de teste.
6.6.7. O cálculo de pressão para teste pode ser vistos no anexo 4.
6.7. Trepanação

6.7.1. Preparação dos Serviços


6.7.1.1. Devem ser seguidas todas as instruções operacionais constantes no manual de
operação da máquina de trepanação.
6.7.1.2. Os equipamentos de trepanação (“hot tapping machine”), além de serem testados
periodicamente, de acordo com as instruções do fabricante, devem ser testados,
também antes de cada utilização.
6.7.1.3. Os supervisores e executantes devem ter conhecimento de operação, de
manutenção e de segurança de trepanação. É recomendável que todos os
profissionais envolvidos, ainda que indiretamente, tenham noções básicas do
funcionamento e das limitações da máquina.
6.7.1.4. Antes de iniciar os trabalhos, deve ser verificado se as condições de trabalho da
linha encontram-se dentro dos limites aceitáveis da maquina de trepanação.
6.7.1.5. Garantir que os executantes tenham conhecimento sobre os serviços a serem
executados, assim como, apresentem experiência em trabalhos anteriores para o
serviço proposto.
6.7.1.6. Conhecer o tipo de acessório ou conexão a ser instalado, conhecer o sistema de
bloqueio do acessório ou conexão.
6.7.1.7. Evitar sempre que possível que os serviços de trepanação ocorram a montante de
equipamentos rotativos, ou válvulas de controle automático, salvo condições que
os equipamentos possuam equipamentos de proteção do sistema, como filtros ou
ainda se os equipamentos de trepanação possuir artifícios para a retenção do
resíduo de corte.
6.7.1.8. Garantir que o equipamento atenderá a possíveis variações de pressão,
temperatura e fluxo da linha em operação, mantendo a segurança da operação
6.7.1.9. Verificar o equipamento de trepanação a ser usado, com atenção as condições de
integridade do equipamento e das ferramentas de corte, e se apresenta condições
de uso para todo o tempo necessário aos trabalhos.
6.7.1.10. Identificar a ação do fluído que entrará em contato com as partes
do equipamento.
6.7.1.11. Inspecionar todas as ferramentas de corte da máquina para que
estejam em condições de uso garantindo sua finalidade no serviço.
6.7.1.12. Observar para compatibilidade dimensional, entre componentes
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(vedações, juntas, roscas, etc.).


6.7.1.13. Dimensionar as conexões e ferramentas de corte apropriadas
para acomodar o equipamento de trepanação de forma a permitir o avanço total,
dentro dos limites do curso da máquina.
6.7.1.14. O dimensionamento deve permitir que o avanço do conjunto de
corte alcance uma posição segura de modo a efetuar completamente o corte da
parede trepanada.
6.7.1.15. Garantir que as dimensões do sistema estejam de modo a
permitir o total fechamento do sistema quando houver o recolhimento da broca.
6.7.1.16. Inspecionar as dimensões finais do spool montado, de modo que,
exista total controle sobre o corte, garantindo que a ferramenta seja suspensa
antes de atingir o lado oposto, ou outro ponto indesejado.
6.7.1.17. Verificar a concentricidade das peças montadas no spool.
6.7.1.18. Executar a simulação da passagem da ferramenta de corte pela
sede da válvula de bloqueio do sistema, de forma a garantir que a ferramenta é
menor que a sede da válvula, evitando problemas durante o processo de
trepanação.
6.7.1.19. Calcular o avanço máximo e o recuo da ferramenta de corte e
demarcar os pontos na haste do equipamento de trepanação.
6.7.2. Instalação do Equipamento
6.7.2.1. Recuar a ferramenta de corte máquina manualmente.
6.7.2.2. Com a válvula do sistema totalmente aberta, acoplar cuidadosamente a máquina
ao spool, garantindo que será instalada de forma centrada e perfeita vedação do
acoplamento.
6.7.3. Testes de Pressão com a Máquina
6.7.3.1. Acoplar a máquina de trepanação garantindo o aperto de todas as conexões do
sistema.
6.7.3.2. Montar arvore de teste no vent da máquina para efetuar a pressurização do
sistema.
6.7.3.3. Pressurizar com Nitrogênio o sistema até atingir a pressão de 21 kgf/cm 2. Adotar o
sistema de pressurização por patamares citado nos subitens do tópico 6.6.6.
6.7.3.4. Aplicar solução de água com sabão sobre o equipamento de trepanação de modo
a garantir a total estanqueidade do sistema.
6.7.3.5. Despressurizar o sistema e retirar a arvore de teste. Fechar a válvula do vent.
6.7.4. Execução dos Serviços de Trepanação
6.7.4.1. Fechar a válvula do ramal a ser interligado
6.7.4.2. Observar para que a válvula da máquina esteja totalmente aberta, e inserir a haste
da máquina até que a ferramenta de corte encoste-se à parede da tubulação a ser
trepanada.
6.7.4.3. Iniciar o movimento de rotação juntamente com o avanço do equipamento,
mantendo a válvula de vent aberta.
6.7.4.4. Observar o momento em que a ferramenta de corte perfura a parede do duto,
através da equalização da pressão entre a “linha viva” e o ramal a ser instalado.
Este evento poderá ser observado facilmente devido a purga do gás pelo vent da
máquina de trepanação, neste instante a válvula do vent deverá ser fechada de
modo a garantir a total estanqueidade do conjunto.
6.7.4.5. Executar o processo até atingir as dimensões pré-estabelecidas que garantam a
total furação do duto a ser trepanado. O controle do avanço será total com base
nas cotas do equipamento, spool, e demais acessórios a serem utilizados.
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6.7.4.6. Garantir através das cotas o término da furação.


6.7.4.7. Recuar a ferramenta de corte da máquina até a completa saída do interior do
spool.
6.7.4.8. Purgar a linha através da válvula de purga do equipamento, de modo a eliminar
qualquer tipo de impureza do interior do sistema.
6.7.4.9. Fechar a válvula de purga da máquina.
6.7.4.10. Recuar totalmente a ferramenta de corte da máquina.
6.7.4.11. Fechar a válvula de serviço da máquina.
6.7.4.12. Retirar a ferramenta de corte da máquina.
6.7.4.13. Montar na máquina a ferramenta de plugueamento juntamente
com o plugue.
6.7.4.14. Acoplar a máquina no spool.
6.7.4.15. Abrir a válvula da máquina lentamente até sua abertura total, de
forma a equalizar a pressão entre a máquina e a rede.
6.7.4.16. Avançar a haste da máquina cuidadosamente até o plugue atingir
a rosca do te.
6.7.4.17. Iniciar cuidadosamente o rosqueamento do plugue no "te" até o
seu total travamento.
6.7.4.18. Desacoplar o plugue da máquina, e em seguida recuar a haste.
6.7.4.19. Purgar a máquina através do vent do equipamento.
6.7.4.20. Testar a estanqueidade do plugue.
6.7.4.21. Desacoplar a maquina juntamente com sua válvula. Retirar todo
o material do local.
6.7.4.22. Tamponar com o Cap roscado o te finalizando o serviço.
7. REGISTROS
O Inspetor de Qualidade deve acompanhar e registrar a atividade através do Relatório
de Soldagem de Complementos. Os registros são mantidos nos arquivos do Controle da
Qualidade e são incluídos no Data Book.
8. ANEXOS
1- Ata de Reunião – Soldagem e Trepanação em Duto em Operação Ramais de
Distribuição de Gás Natural.
2 – Ata de Reunião - Procedimento de Segurança Para Soldagem e Trepanação em
Equipamentos, Tubulações ou Dutos em Operação.
3 - Lista de Verificação Para os Serviços de Trepanação.
4 - Cálculo da Pressão de Teste Segundo a N-2163 Petrobras.
5 – Matriz de Rotinas de Emergência Para Trepanação.
6 – Check List Para Solda e Trepanação em Carga.
7 - Esquemático de Montagem Para Escavação.
8 - Esquemático de Montagem – Teste.
9 - Esquemático Máquina de Furo.
10 - Cálculo do Aporte Térmico.
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9. REGRAS DE SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO-AMBIENTE


Os procedimentos de segurança do trabalho, saúde ocupacional e preservação do meio
ambiente serão estabelecidos e transmitidos aos funcionários pelo Técnico de
Segurança do Trabalho.
Cabe ao Encarregado da Fase conhecer e fazer cumprir por toda a sua equipe estes
procedimentos, incluindo as seguintes regras gerais:
Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e os Equipamentos de Proteção
Coletivos (EPC), conforme orientação da Segurança do Trabalho.
Nos locais em que estradas de acesso interceptam a faixa colocar placas de aviso
advertindo sobre a construção do gasoduto e proibindo a presença de pessoas
estranhas.
Respeitar toda e qualquer legislação ambiental vigente no local de execução dos
serviços, de forma a minimizar os impactos ambientais negativos.
Na ocorrência de qualquer incidente que implique em dano ou risco de
comprometimento da qualidade da fauna e flora, da água, do solo ou do ar, ou mesmo
da relação das comunidades vizinhas, comunicarem à engenharia da obra para adoção
de medidas de contenção e ações corretivas.
Se forem encontrados restos de ossadas humanas, artefatos cerâmicos ou de pedra
lascada ou quaisquer vestígios relacionados a civilizações antigas, comunicar à
engenharia da obra antes de prosseguir com o trabalho.
Após conclusão da jornada de trabalho, recolher as ferramentas, equipamentos e
materiais utilizados. Logo após o almoço, recolher os restos de materiais plásticos ou de
alumínio das marmitas, de modo a evitar a contaminação de mananciais de água e/ou
contato com animais da região.
Estar atento aos riscos de acidentes e de danos à saúde provocados pelas atividades,
conforme tabela a seguir:

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS - SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL


TIPO MOTIVO CONSEQUÊNCIA

Físico Ruído Operação dos equipamentos Cansaço, irritação, dor de cabeça,


diminuição da audição e aumento da
pressão arterial
Radiação Solar Exposição aos raios solares Queimaduras e lesões na pele

Umidade Chuvas e locais alagados Doenças respiratórias e de pele

Químico Poeiras Movimentação do solo, desmatamento Doenças pulmonares

Biológico Bactérias / Vírus... Contato com águas contaminadas e Tuberculose, brucelose, malária, tifo
outros
Cobra/ Escorpião / Contato com vegetação fechada, matos Intoxicação, lesões nos tecidos e pele
Aranha

Mecânico Quedas Pisos irregulares e alturas Fraturas, escoriações, traumatismos

Ergonômico --------- Postura incômoda-inadequada Cansaço, dor muscular, problema de coluna

CONTROLE DE IMPACTO AMBIENTAL


ATIVIDADE ASPECTO IMPACTOS E RISCOS CONTROLE E MITIGAÇÃO
Emissão de gases. Poluição do ar. Soldagem com alto grau de eficiência.
Soldagem
Geração de resíduos metálicos / plásticos. Saturação de aterros. Coleta para posterior disposição.
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DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 1 - ATA DE REUNIÃO

ASSUNTO: SOLDAGEM OU TREPANAÇÃO EM EQUIPAMENTO, TUBULAÇÃO OU DUTO EM OPERAÇÃO.


Equipamento, Tubulação ou Duto:
Localização:
Participantes:
Operação:
Execução:
Insp. Equipamentos:
Segurança Industrial:
Projeto:
Data:
Serviço: Inst. Conexão Soldada Inst. Conexão Roscada Soldagem Trepanação
Preparado por:
Nota: Todos os envolvidos nos serviços devem receber cópia desta Ata.
1- A presente reunião teve o objetivo de determinar a necessidade de executar os seguintes serviços de
soldagem ou trepanação?
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

2- Com base nos itens verificados, decidiu-se (não) recomendar que os trabalhos sejam feitos com equipamentos
ou duto em operação. Nesta mesma reunião foram definidos os procedimentos que estão ANEXOS a esta ata.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

3- Existe possibilidade de isolamento, purga, esvaziamento ou outra ação que permita a eliminação dos riscos
decorrentes do conteúdo do equipamento ou duto, com impacto econômico e ambiental aceitável?

SIM NÃO
Qual?
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

4- Embora exista esta possibilidade, recomenda-se que os trabalhos sejam feitos em operação por quê?
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

5- Os técnicos envolvidos na execução dos serviços já verificaram se existe alguma pendência e quais,
apresentadas na lista de verificação sugerida para execução dos trabalhos apresentada no anexo ?
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

6- Conclusão: Será realizada a soldagem ou trepanação?

SIM NÃO
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SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

Aprovação___________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
ANEXO 2 –ATA DE REUNIÃO

Procedimento de Segurança Para Soldagem e Trepanação em Equipamentos, Tubulações ou Dutos em Operação.


EQUIPAMENTOS(S), DUTOS(S), E TUBULAÇÕES EM OPERAÇÃO:
LOCALIZAÇÃO:

DESENHO(S):
NORMA BÁSICA: PETROBRÁS N-2163

1- CONDIÇÕES GERAIS:
1.1- Produto contido pelo equipamento ou pelo duto:
Conteúdo ou vazão normal: _____________________________________________________________________
Pressão normal de operação: ____________________________________________________________________
Pressão máxima de operação: ___________________________________________________________________
Temperatura normal de operação: _______________________________________________________________
Temperatura máxima de operação: _______________________________________________________________
Toxicidade: __________________________________________________________________________________
Corrosividade: ________________________________________________________________________________
Inflamabilidade: ______________________________________________________________________________
Composição química: __________________________________________________________________________
Estado físico: ________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de Operação) – nome: ________________________________________________________

1.2- Serviços cobertos por este procedimento:


____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

1.3- Condições a serem mantidas durante a execução dos serviços:


Injeção de vapor (para regularização do fluxo): SIM NÃO
Fluxo de fluido (para retirada do calor) exceto para tanques de armazenamento: SIM NÃO
Pressão Máxima: Vazão Máxima:
Temperatura Máxima: Vazão Mínima:
Responsável (órgão de operação) – Nome: ________________________________________________________

Nota: todos os envolvidos nos serviços devem receber cópia deste procedimento

1.4- Bloqueios e alinhamentos a serem feitos no sistema:


____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de Segurança) - Nome: ________________________________________________________

1.5-Manter os suspiros e drenos de produtos inflamáveis ou tóxicos, próximos aos locais fechados, com seus
tampões instalados e com etiquetas de advertência afixadas:
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de operação) – Nome:_________________________________________________________

1.6-Medidas a serem adotadas para prevenir contaminação do pessoal com produto tóxico:
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 13/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de operação) – Nome:_________________________________________________________

1.7-Medidas que permitam acesso fácil e livre, prevendo inclusive o escape ou resgate rápido de pessoas:
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de operação) – Nome:_________________________________________________________

1.8-As pessoas envolvidas devem usar os seguintes equipamentos de proteção individual (EPI), de acordo com as
respectivas atribuições nos trabalhos a serem executados:
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

1.9-Ruas e acessórios a serem interditados:


____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de operação) – Nome: ________________________________________________________

1.10-Equipamentos de segurança que devem ficar disponíveis próximos ao local dos serviços:
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Responsável (órgão de segurança industrial) – Nome: ________________________________________________

1.11-Procedimento imediato de controle de emergência:


____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

2-EXECUCÃO DOS SERVIÇOS


2.1-Os serviços devem ser executados pela seguinte equipe:
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

2.2-Procedimentos de soldagem, eletrodos a serem empregados e amperagem das máquinas de solda:


____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________

2.3–A solda executada deve ser testada hidrostaticamente na pressão de:


Responsável (órgão de execução) – Nome:_________________________________________________________
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 14/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 3 - LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE TREPANAÇÃO:

A) Antes do Inicio da Trepanação SIM NÃO RESP. O/R


1 - Foi revistas e seguidas cada uma das instruções do fabricante?
2 - Foram avaliados os produtos contidos na tubulação ou equipamento a ser trepanado ou soldado, e
a ficha de informação de segurança dos produtos de segurança dos produtos químicos revisada
quanto aos riscos à saúde?
A) Oxigênio ou atmosfera contendo hidrocarbonetos ricos em oxigênio?
B) ar comprimido?
C) Substâncias oxidantes?
D) Substâncias tóxicas?
E) Substâncias cáusticas, nitratos ou outro?
F) Produto que possa causar fragilização do equipamento de processo ou do
3 - O(s) duto por reação a quente?
equipamentos(s),
tubulação(ões), ou G) compostos termicamente instáveis?
dutos(s), contém H) Acetileno?
algum dos
seguintes I) Hidrogênio puro ou em mistura?
produtos: J) Eteno?
K) Amônia?
L) Gás Natural?
M) Substâncias corrosivas?
N) H2O
O) Vácuo
4 - O material na tubulação ou equipamento é estável em condições de aquecimento por soldagem?
5 - A conexão foi projetada seguindo as exigências desta norma?
6 - Os flanges, parafusos, juntas, tubo e válvula a serem instaladas atendem a norma relativa à
tubulação ou equipamento a ser trepanado?
7 - A especificação do procedimento de soldagem foi desenvolvida, conforme esta norma?
8 - Foram obtidas as permissões para trabalho (trabalho a quente, acesso e outras)?
9 - Foram revistas as instruções do fabricante para garantir que o equipamento de trepanação
apresente a pressão de graduação de temperatura coerentes, adequando o curso do cortador a este
serviço?
10 - Foi realizado o teste de pressão da válvula e o seu envoltório para confirmar que vai funcionar e
encaixar corretamente?
11 - A posição exata da trepanação foi identificada e marcada na tubulação ou equipamento?
12 -A área a ser soldada foi inspecionada com us corrente parasitas, quanto à espessura, interferência
com soldas pré-existentes, dupla laminação, ataque por H2 ou outras imperfeições metalúrgicas?
13 - Foi fornecido laudo por escrito por órgão responsável pela inspeção de equipamento?
14 - Se encontradas descontinuidades ou defeitos, foi feita uma análise técnica abrangente para
determinar se e como se deve prosseguir o serviço?
A) Foi feita uma análise de criticidade do defeito?
B) O defeito apresenta algum risco de se propagar instável de se propagar
15 - Caso Positivo
instavelmente com a pressão existente?
C) É necessária alguma redução de pressão em função deste defeito?
16 - Foi determinada a metalurgia da tubulação ou equipamento, compatível com a conexão?
17 - A área selecionada suporta o peso do equipamento de trepanação?
18 - Existe meio adequado de içamento e suporte para o equipamento de trepanação e a tubulação
subseqüente?
19 - se for exigido o TTPS da área soldada, foi efetuada uma revisão adequada?
20 - Existe afastamento suficiente para instalar o equipamento de trepanação e extrair o cortador
através da válvula?
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 15/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

21 - A distância mínima dos pontos onde se realiza os trabalhos atende esta norma?
22 - Existe afastamento interno para extrair o cortador e o cupom através da válvula?
23 - A conexão de trepanação possui dimensão apropriada para operação do equipamento de
trepanação?
SIM NÃO RESP. O/R
24 - Foram efetuados testes quanto à presença de O2, gás combustível e atmosfera tóxica na área de
trepanação?
25 - Foram providenciados detector de fogo e equipamento de combate a incêndio adequados?
26 - Todos os que operam na área foram equipados com EPIs apropriados?
27 - A área a ser trepanada está localizada, abaixo do nível de líquido do equipamento ou em uma
tubulação ou equipamento no qual tenha sido determinada a vazão?
28 - Existe área de armazenamento suficiente e acesso operacional e de emergência?
29 - Foi preparado um procedimento versando sobre o isolamento da área no evento de uma falha? O
pessoal foi treinado para implementar esse procedimento?
30 - Foram definidas exigências para inspeção de solda e teste de pressão? Todo o equipamento de
teste encontra-se à mão e em boas condições de operação?
31 - Os trabalhos são executados em pontos permitidos conforme projeto do equipamento?
32 - Foram avaliadas as conseqüências dos resíduos da trepanação a montante de equipamentos
rotativos desprovidos de filtros?
B) Antes da Soldagem SIM NÃO RESP. O/R
1 - Foi utilizado procedimento de soldagem qualificado para condição operacional existente?
2 - Os soldadores têm qualificação para o procedimento de soldagem aprovado a ser utilizado?
3 - Foi exigido um pré-aquecimento da área de soldagem para remoção de umidade ou por exigência
do procedimento de soldagem selecionado?
4 - A conexão foi posicionada corretamente para não ocorrer desalinhamento do equipamento de
trepanação?
5 - Há necessidade de redução da pressão em função da presença de defeito?
6 - A espessura de parede do equipamento ou tubulação oferece risco de perfuração, considerando o
procedimento de soldagem? Foi calculada a temperatura máxima alcançada na superfície interna?
C) Antes do Corte SIM NÃO RESP. O/R
1 - A solda foi inspecionada e testada?
2 - A conexão de trepanação foi testada quanto à pressão?
3 - A válvula de trepanação, gaxeta, junta e parafusos foram testados quanto a vazamentos?
4 - As gaxetas ou vedações do equipamento de trepanação foram verificadas?
5 - A válvula de alívio foi verificada para confirmar que irá operar a contento e que não está obstruída?
6 - Todos os parafusos da ferramenta de corte estão apertados?
7 - O coletor de cupom está alojado corretamente?
8 - A válvula está centralizada no flange?
9 - A profundidade de corte é calculada de modo a evitar o corte da face oposta do tubo?
10 - A ferramenta de corte foi introduzida através da válvula, para garantir passagem livre?
11 - O equipamento de trepanação e a válvula foram purgados, se recomendado?
D) Antes de Remover o Equipamento de Trepanação SIM NÃO RESP. O/R
1 - Foram seguidas as instruções do fabricante, no sentido de certificar-se que a ferramenta de corte
esteja completamente retraída, antes do fechamento da válvula de trepanação?
2 - A válvula de trepanação foi fechada?
3 - A válvula de alívio foi aberta?
4 - Foi aliviada toda a pressão do equipamento antes da remoção dos parafusos do flange?
5 - Foram tomadas previdências para reter ou controlar qualquer líquido ou gás no equipamento de
trepanação?
E) Após Remover o Equipamento de Trepanação SIM NÃO RESP. O/R
1 - O equipamento de trepanação foi limpo (remoção de hidrocarbonetos e substâncias químicas?)
2 - Trapos, chumaços de absorção e outros materiais de limpeza foram descartados corretamente?
LEGENDA: O = Obrigatório R = Recomendado RESP. =Responsável
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 16/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 4 -CÁLCULO DA PRESSÃO DE TESTE SEGUNDO N-2163 PETROBRAS


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 17/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 5 - MATRIZ DE ROTINA DE AÇÕES DE EMERGÊNCIA PARA TREPANAÇÃO


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 18/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

HIPÓTESE ACIDENTAL: FURO NO DUTO COM VAZAMENTO DE GÁS E EVENTUAL INCÊNDIO.

O “QUE” FAZER? “QUEM” FAZ? “QUANDO” FAZ? “ONDE” FAZ? “POR QUE” FAZ? “COMO” FAZ?
Imediatamente após Para iniciar
Fiscalização, Observando os trabalhos In
Acionar emergência constatação da No local da trepanação procedimento de
Técnico Segurança loco
emergência emergência
Imediatamente após Ponto de encontro Deslocando-se até Ponto de
Todos que estiverem no Retirar pessoas da área
Evacuar área constatação da combinado no DDS no encontro combinado na reunião
local da trepanação de risco
emergência início dos trabalhos antes do início do trabalho.
Dar atendimento de 1º Observando treinamento de 1º
Imediatamente após
Socorrer vítimas Técnico de Segurança No local socorros e salvamento socorros e chamando o socorro
constatação de vítimas
de possíveis vítimas. especializado logo em seguida.
Afastar curiosos, retirar
Fechando a rua com cones,
Técnico de Segurança Imediatamente após Num raio de 20m da fontes de ignição da
Isolar área de risco placas de sinalização e fita
Fiscalização constatação emergência área de risco e evitar
zebrada.
acidentes.
Isolar trecho a Após recebimento da
Interromper fluxo do
montante da Operação informação da Caixa de válvula Conforme NS-SUL.002
gás
emergência Fiscalização
Após recebimento da
Isolar trecho a jusante informação da Caixa de válvula Interromper fluxo do
Operação Conforme NS-SUL.002
da emergência Fiscalização, Técnico de próximo gás
Segurança
Para que os clientes
Após ser avisada pela possam tomar as
Informar clientes Operação
Fiscalização Sede Canoas medidas necessárias Via telefone.
afetados
sobre a emergência. devido à interrupção do
gás.
Se houver vitimas com
Acionar integrantes Após avaliação da
Técnico de Segurança No ponto de encontro lesões graves ou em Telefone celular
externos do PAE emergência
caso de incêndio
Após a instalação by-pass Para inertizar linha e Ventar pela mangueira do by-
Ventar o gás residual
Operação a jusante da válvula da Caixa de válvula providenciar reparo do pass que deverá ser pressa
do trecho isolado
caixa de válvula tubo avariado. para fora da caixa.
Conectando cesto de nitrogênio
Pelo by-pass a jusante
CONTRARANTE / Após despressurização da Para consertar (soldar) na mangueira do by-pass.
Inertizar trecho isolado da válvula da caixa de
CONTRATADA linha tubo avariado Ventando pelo bay-pass a
válvula
montante da válvula.
Tampar o furo instalando
Providenciar concerto Após inertização da linha
CONTRATADA Local da trepanação Consertar tubo avariado braçadeira de reparo ou
do furo da linha
através de solda.
Abrir válvula Próxima Operação Após conserto da linha Caixa de válvula Equalizar rede Conforme NS-SUL.002
Pressurizar trecho da
Operação Após abertura da válvula Caixa de válvula Equalizar trecho isolado Conforme NS-SUL.002
emergência
Reunião de todos no Após o restabelecimento
Todos Ponto de encontro Avaliar situação. Discussão da situação
ponto de encontro do sistema
Verificação do perfeito Em todos dos clientes Certificar que a
Após reunião no ponto de
funcionamento do Operação do trecho envolvido na manobra não afetou as Verificação visual in loco.
encontro
sistema emergência ERPM.

NOME FUNÇÃO EMPRESA TELEFONE


Técnico de Segurança CONTRARANTE
NOME Fiscalização CONTRARANTE 999999999
Fiscalização CONTRARANTE
Operação CONTRARANTE
Operação CONTRARANTE
NOME Produção CONTRATADA 999999999
NOME Controle da Qualidade CONTRATADA 999999999
Bombeiros Corpo de Bombeiros 193

ANEXO 6 - CHECK LIST PARA SOLDA E TREPANAÇÃO EM CARGA


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 19/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ITEM DADOS DO SERVIÇO RESULTADO


1 FLUÍDO DE TRANSPORTE

2 MATERIAL DO DUTO

3 ESPESSURA DO METAL DE BASE (mm)

4 DIAMETRO DO DUTO (")

5 MAXIMA PRESSÃO DE OPERAÇÃO (kgf/cm2)

6 PRESSÃO DE OPERAÇÃO DO DUTO (kgf/cm 2)

7 TEMPERATURA DO FLUÍDO (ºC)

8 VELOCIDADE DE ESCOAMENTO DO FLUÍDO (m/s)

9 TIPO DE ACESSÓRIO OU CONEXÃO

10 DIAMETRO DO ACESSÓRIO OU CONEXÃO (")

11 DIAMETRO DO FURO (")

12 DIAMETRO INTERNO DA CONEXÃO OU ACESSÓRIO (")

13 COMPRIMENTO DO ACESSÓRIO OU CONEXÃO (mm)

14 DIAMETRO DA ROSCA DA MÁQUINA (")

15 DIAMETRO DA ROSCA DO PLUG DE FECHAMENTO DO TE (")

16 COTA ENTRE A FACE DO FLANGE E O DUTO


DOCUMENTOS
17 PROJETOS, AUTORIZAÇÃO DE OBRA, PLANO DE CONTINGÊNCIA, ETs, FICHA DE SEGURANÇA GN

18 TESTE PNEUMÁTICO / HIDROSTÁTICO – APROVADO

19 LIMPEZA, SECAGEM – POSTO DE COMBUSTIVEL – 45º, INDUSTRIAL – 5º.

20 PROCEDIMENTO DE TREPANAÇÃO – APROVADO, EM SUA ULTIMA REVISÃO.

21 ATA DE REUNIÃO PARA SOLDAGEM E TREPANAÇÃO DE DUTOS EM OPERAÇÃO


PESSOAL NOME
22 SUPERVISOR

23 ENCARREGADO DE OBRA

24 ENCARREGADO CIVIL

25 SOLDADOR

26 LIXADOR

27 ENCANADOR

28 TECNICO DE SEGURANÇA

39 INSPETOR DE SOLDAGEM NI / NII

40 INSPETOR DE ULTRA-SOM (SE O ITEM XX OK PODE SER DISPENSADO)

41 INSPETOR LÍQUIDO PENETRANTE

42 AJUDANTES
MATERIAIS RESULTADO
43 ALICATE VOLT-AMPERIMETRO PARA CORRENTE CONTÍNUA – CALIBRADO

44 TERMO-HIGROMETRO - CALIBRADO

45 TERMOMETRO DE CONTATO – CALIBRADO


MATERIAIS RESULTADO
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 20/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

46 CÁLIBRE DE SOLDA - CALIBRADO

47 PAQUÍMETRO – CALIBRADO

48 TRENA – CALIBRADA

49 MÁQUINA DE SOLDA – CALIBRADA

50 ESTUFA PORTÁTIL – CALIBRADO

51 ESTUFA DE MANUTENÇÃO

52 MANOMETRO COM ESCALA ADEQUADA AOS SERVIÇOS (TERÇO MÉDIO) – CALIBRADO

53 LÍQUIDO PENETRANTE – PENETRANTE – CERTIFICADO

54 LÍQUIDO PENETRANTE – REVELADOR – CERTIFICADO

55 ELETRODO REVESTIDO TIPO BÁSICO E7018 – CERTIFICADO

56 ARVORE DE TESTE

57 NITROGENIO

58 REGULADOR PARA NITROGENIO COM MANGUEIRA

59 LIXADEIRA

60 LIXADEIRA 4”

61 RETÍFICA MANUAL

62 MAÇARICO

63 BOTIJÃO GLP 13 KG P13

64 ESCOVA AÇO ROTATIVA PARA LIXADEIRA

65 EXTENSÃO ELÉTRICA (MÍNIMO DUAS)

66 CABOS DE SOLDA EM EXTENSÃO ADEQUADA AOS SERVIÇOS

67 CABO COM PORTA ELETRODOS

68 ARGONIO (PARA PROCESSOS TIG)

69 TOCHA PARA SOLDA TIG

70 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO

71 CAIXA DE FERRAMENTAS

72 BOMBA PARA ESGOTAMENTO

73 CAMINHÃO COM GUINCHO

74 CAMINHÃO BASCULANTE

75 MÁQUINA PARA TEPANAÇÃO COM ACESSÓRIOS

76 TE MULLER PARA O DIAMETRO – CERTIFICADO

77 WELDOLET PARA O DIAMETRO – CERTIFICADO

78 VÁLVULA ESFERA PARA O DIAMETRO – CERTIFICADO

79 JUNTA DE VEDAÇÃO PARA CLASSE DE PRESSÃO E DIAMETRO – CERTIFICADA

80 FIGURA 8 PARA CLASSE DE PRESSÃO

81 PARAFUSOS TIPO ESTOJO, ARRUELAS E PORCAS

82 RETRO-ESCAVADEIRA

83 ESCORA PARA VALA

84 CHAPA PISO EM AÇO MÍNIMO ¾”

85 PANO / ESTOPA PARA LIMPEZA RESULTADO


86 BARRACA DE SOLDA
EPI / EPC
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 21/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

87 EXTINTOR DE INCENDIO PÓ QUÍMICO

88 BOTAS DE SEGURANÇA

89 CAPACETE

90 CINTO DE SEGURANÇA

91 PLACAS DE SINALIZAÇÃO, TAPUMES, CONES, CERQUITE C/ APOIO, FITA, SINALIZAÇÃO NOTURNA

92 CORDA DE NYLON DN MÍNIMO 3/8

93 LUVA DE RASPA CANO CURTO

94 CASACO, AVENTAL, PERNEIRA, LUVA CANO ALTO DE RASPA

95 MASCARA DE SOLDA COM FILTRO 10 OU 12 E LENTES INCOLOR

96 ÓCULOS DE SEGURANÇA INCOLOR E VERDE PARA SOLDA

97 PROTETOR AURICULAR TIPO CONCHA E PLUG

98 PROTETOR FACIAL

99 UNIFORME
SERVIÇOS RESULTADO
100 REUNIÃO EMPREITEIRA –CONTRATANTE (ENGENHARIA, OPERAÇÃO, QSMS)

101 VERIFICAÇÃO E TESTE DE TODOS OS EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS E PEÇAS

102 MEDIÇÃO DE ESPESSURA POR US DA PAREDE DO DUTO

103 VERIFICAÇÃO DE CALIBRAÇÃO DE EQUIPAMENTOS A SEREM UTILIZADOS

104 MONTAGEM DA LINHA DO RAMAL ATÉ CAIXA DE VÁLVULA

105 POSICIONAMENTO DE EQUIPE DE OPERAÇÃO

106 LIBERAÇÃO – OPERAÇÃO, QSMS.


Vazão da Linha:
Máxima – 4000 m3/h Mínima – 3000 m3/h

ANEXO 7 - ESQUEMÁTICO DE MONTAGEM PARA ESCAVAÇÃO


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 22/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 8 - ESQUEMÁTICO DE MONTAGEM - TESTE


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 23/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 9 - ESQUEMÁTICO MÁQUINA DE FURO


PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 24/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO
PROCEDIMENTO EXECUTIVO PE 040 Revisão: 01 Página: 25/ 25

SOLDAGEM E TREPANAÇÃO
DE DUTOS EM OPERAÇÃO

ANEXO 10 – CÁLCULO DO APORTE TÉRMICO

Dados:

Da EPS aprovada para o serviço temos:

 Corrente máxima permitida – 105A


 Tensão Máxima Permitida – 28V
 Velocidade de Soldagem – 20 cm/min. ou 3,33 mm/seg.

Da Norma API 1104 – Apêndice B

Heat Input (KJ/mm) = (Amps. x Volts) / (Travel Speed [mm/sec.] x 1000)

105  28
 0,88 KJ/mm
3,33  1000

Aporte Térmico Máximo 0,88 KJ/mm