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Manual de Orientação e

Procedimentos

Consórcio de Imóveis

Versão: Jan/2019

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SUMÁRIO
1 - Objetivo..................................................................................................................................……. 2

2 - Etapas dos processos de Imóveis ...........................................................................................……. 2

3- Primeira Etapa - Análise Cadastral ............................................................................................……2

3.1 - Documentos para Consorciado Pessoa Física .................................................................….. 2

3.2 - Documentos para Consorciado Pessoa Jurídica ...........………………..………………..............….. 3

4 - Segunda Etapa - Laudo de Avaliação do Imóvel (Laudo Técnico) .............................................…. 5

5 - Terceira Etapa - Análise Jurídica do Processo ..........................................................................….. 6

5.1- Consorciado / Comprador “Pessoa Física”........................................................................…. 6

5.2- Consorciado / Comprador “Pessoa Jurídica” .....................................................................… 6

5.3- Vendedor / Pessoa Física ..........…...................................................................................…… 7

5.4- Vendedor / Pessoa Jurídica ................................................................................................….8

5.5- Imóvel Rural .........…............................................................................................................10

5.6- Imóvel Urbano ...............................................................................................................….. 12

5.7- Construção .....................................................................................................................…. 13

5.8- Reforma ..........................................................................................................................… 15

5.9- Quitação de Financiamento de Imóvel ….........................................................................… 16

6 - Quarta Etapa - Formalização da Escritura ………..……………………......…………...............................…16

7- Quinta Etapa - Liberação do Pagamento......................………….………………………................……...... 17

8 - Transferência de cota não contemplada ou contemplada “sem o bem pago”.……..................… 18

9- Transferência de cota contemplada com bem entregue (Cessão de Direitos) .......................….. 18

10 - Substituição de Garantia .....................................................................................................…….18

11 - Emissão do Instrumento de Liberação da Alienação Fiduciária .............................................…18

12 - Garantias aceitáveis ........................................................................................................………. 19

13 - Utilização do FGTS .....................................................................................................................19

14 - Observações ....................................………………………........………………………................................20

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1 - O OBJETIVO deste manual é orientar o parceiro e o consorciado sobre os procedimentos ne-
cessários, para que o mesmo possa utilizar sua carta de crédito.

2 - ETAPAS a serem seguidas:

Etapa 1 - ANÁLISE CADASTRAL


Etapa 2 - LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DO IMÓVEL
Etapa 3 - ANÁLISE JURÍDICA DO PROCESSO
Etapa 4 - FORMALIZAÇÃO DA ESCRITURA
Etapa 5 - LIBERAÇÃO DO PAGAMENTO

ATENÇÃO
A documentação solicitada nas etapas, deverão ser encaminhadas (conforme ori-
entação) desde que estejam LEGÍVEIS, evitando re-trabalho e morosidade
no andamento do processo.

3 - ETAPA 1 - ANÁLISE CADASTRAL

Encaminhar ao consorciado a “Ficha Cadastral”, orientando-o para preenchê-la por completo,


assinar nos campos indicados e devolvê-la digitalizada junto com os documentos elencados a se-
guir (não é necessário reconhecer firma neste documento).

3.1 - DOCUMENTOS PARA CONSORCIADO PESSOA FÍSICA

** É obrigatório a apresentação dos 06 itens **

1) FICHA CADASTRAL: preenchida por completa e assinada;


2) DOCUMENTO PESSOAIS:
“CPF e RG ou CNH” (dentro do prazo de validade), inclusive do cônjuge se for casado;
3) COMPROVANTE DE ENDEREÇO no nome,
Exemplo: conta de água, luz ou telefone) com emissão máxima de 60 dias;
4) COMPROVAÇÃO DE PATRIMÔNIO (Bens Móveis e Imóveis):
Se possuir bens no nome e não estiverem declarado (s) no Imposto de Renda de Pessoa Fí-
sica (IRPF), deverá apresentar cópia da (s) matricula (s) atualizada (s) se for imóveis, e cópia
do (s) documento (s) do (s) veículos (DUT);
5) CONFORME O ESTADO CIVIL apresentar:

 SOLTEIRO: Certidão de Nascimento. Se possuir mais de 16 e menos de 18


anos, será necessário a cópia da Escritura de Emancipação registrada no Cartório de Regis-
tro Civil competente;

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 CASADO: Certidão de Casamento. Se for casado no “regime da comunhão de
bens”, após 26 de dezembro de 1.977, ou da “separação de bens” (convencional), apresen-
tar também cópia da Escritura de Pacto Antenupcial devidamente registrada no Cartório de
Registro de Imóveis competente;
 SEPARADO JUDICIALMENTE, DIVORCIADO ou VIÚVO: Certidão de Casamento
(com data de expedição atual) com as averbações competentes;

6) COMPROVAÇÃO DE RENDA (inclusive do cônjuge se casado for) conforme atividade profis-


sional:
 ASSALARIADO: Últimos 03 contracheques e cópia completa/atualizada da
CTPS “Carteira de Trabalho por Tempo de Serviço;
 APOSENTADO ou PENSIONISTA: Extratos dos 3 últimos meses do benefício do
INSS ou Previdência Particular;
 SÓCIO DE EMPRESA (EMPRESÁRIO): Última declaração de Imposto de Renda
Pessoa Física (IRPF) completa, inclusive com protocolo de entrega. Caso a empresa tenha
menos de 01 (um) ano de fundação, o sócio proprietário deverá nos apresentar o Extrato
Bancário da sua conta (PF) dos últimos 06 meses comprovando entradas da sua atividade.
 AUTÔNOMO / PROFISSIONAL LIBERAL / PRODUTOR RURAL: Última declaração
de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) completa, inclusive com protocolo de entrega.
Caso não declare IRPF, deverá apresentar o Extrato Bancário dos últimos 06 meses com-
provando entradas da sua atividade.

3.2 - DOCUMENTOS PARA CONSORCIADO PESSOA JURÍDICA

EMPRESA (independente do Porte) ou INSTITUIÇÃO (Igreja, Cooperativa, Sindicato)

** É obrigatório a apresentação dos 06 itens **

1. FICHA CADASTRAL: preenchida por completa e assinada;

2. Se o Consorciado for:
EMPRESA: Contrato Social Consolidado ou Contrato Social e suas alterações, devi-
damente registradas na junta comercial mencionando a administração do atual
quadro societário;
INSTITUIÇÃO: Estatuto e Última Ata da assembleia mencionando a administração
do atual quadro dos responsáveis pela Instituição.

3. COMPROVANTE ENDEREÇO (água, luz ou telefone) no nome com emissão máxima de 60 dias;

4. Relação de faturamento dos últimos 12 (doze) meses, assinado pelo contador;

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5. DIPJ “Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica”, atualizada com protocolo de entrega,
ou
SPED “Sistema Público de Escrituração Contábil” – atualizada, especificamente:
- DRE - Contas Referenciais;
- Balanço Patrimonial - Contas Referenciais;
- Demonstrativo do Balancete Contábil;
- Recibo de entrega da Declaração.

Observação: SPED é instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armaze-


namento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal dos
empresários e das pessoas jurídicas, inclusive imunes ou isentas, mediante fluxo único, computa-
dorizado, de informações.

6. Comprovação de Patrimônio:

 Se for bem Imóvel: apresentar cópia da (s) matricula (s) atualizada (s);
 Se for bem Móvel (Veiculo): apresentar cópia do (s) documento (s) ATUAL (DUT).

OBSERVAÇÕES:

I. Se a empresa / Instituição possuir menos de 1 (um) ano de atividade, “obrigatoria-


mente” deverá apresentar o extrato bancário dos últimos 06 meses.
II. Se a empresa for representada por procurador, a procuração deverá ser pública, fei-
ta em Cartório de Notas, com poderes específicos.
III. Inicialmente não será necessário apresentar o cadastro dos sócios como fiadores,
sendo necessário será solicitado no decorrer da análise.

Após o recebimento do processo cadastral, o parceiro deverá fazer uma prévia conferência para
verificar se não possui pendências; caso possua, solicitará ao consorciado e só encaminhará para
análise de crédito do Consórcio Canopus, após a apresentação de todos os documentos, evitando
retrabalho e morosidade, pois o processo poderá ficar parado aguardando a documentação.

Importante que todos documentos estejam legíveis. Conferido o processo cadastral e não pos-
suindo pendências, digitalize-os para análise do crédito no e-mail abaixo, informando: Grupo e
Cota.

imoveis@consorciocanopus.com.br
O prazo de retorno da análise do cadastro será de até “02 (dois) dias úteis”, sendo informado na
agenda do sistema NEWCON e ao solicitante da análise via e-mail.

Observação: A Administradora poderá solicitar outros documentos complementares para compor


o processo cadastral, para dirimir dúvidas e/ou comprovar informações declaradas.

Após aprovação do cadastro, iniciaremos a “Etapa 2”.

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4 - ETAPA 2 - LAUDO DE AVALIAÇÃO DO IMÓVEL (LAUDO TÉCNICO)

Após a aprovação do cadastro e definição sobre o imóvel pretendido, o consorciado providenciará


os seguintes documentos:

 Matrícula do imóvel atualizada, com data de expedição não superior a 30 dias;

 Certidão de valor venal ou cópia do carnê de IPTU do ano corrente;

Somente após estar de posse dos documentos acima elencados, o consorciado deverá solicitar a
avaliação do imóvel a uma das empresas especializadas em laudo técnico de imóvel (opções
abaixo) que são devidamente credenciadas pelo Consórcio Canopus:

- LAUTEC (11) 4007-2155


- FBTEC (21) 2221-0031
- PROVALE (11) 5512-0658
- AVALOR 0800-006-0608

As despesas referentes à avaliação do imóvel serão de responsabilidade do consorciado, devendo


ser pagas com seus recursos próprios, não podendo utilizar do crédito da cota para esta finalidade.

O consorciado poderá utilizar até 10% do crédito para pagamento de:

 Reembolso de registro e/ou ITBI (*) ou


 Abater crédito na ordem inversa.

(*) ITBI - Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. É um tributo municipal que deve ser pago na
aquisição do imóvel e a oficialização do processo de compra e venda só será feita após o seu acerto.

O Laudo de avaliação sendo disponibilizado e não possuindo pendências, digitalize-o (versão


“PDF”) para análise no e-mail abaixo, informando Grupo e Cota:

imoveis@consorciocanopus.com.br

O prazo de retorno da análise do imóvel será de até “02 (dois) dias úteis”, sendo informado na
agenda do sistema NEWCON e ao solicitante da análise via e-mail.

Observações: A Administradora poderá solicitar outros documentos complementares para compor


a análise do laudo de avaliação.

Após análise e aprovação imóvel, o departamento de Imóveis, encaminhará ao consorcia-


do/solicitante, a relação de documentos necessários para análise jurídica do processo - “Etapa 3”.

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5 - ETAPA 3 - ANÁLISE JURÍDICA DO PROCESSO

O consorciado deverá providenciar os seguintes documentos, de acordo com a situação em que se


enquadra:
5.1. Consorciado / Comprador “Pessoa Física”;
5.2. Consorciado / Comprador “Pessoa Jurídica”;
5.3. Vendedor / Pessoa Física;
5.4. Vendedor / Pessoa Jurídica;
5.5. Imóvel Rural;
5.6. Imóvel Urbano;
5.7. Construção;
5.8. Reforma;
5.9. Quitação de Financiamento Imobiliário.

5.1. CONSORCIADO / COMPRADOR “PESSOA FÍSICA”


 Pedido de Pagamento (impresso fornecido pela Canopus), devidamente assinado pelo consorciado
e regularmente preenchido com todas as informações.

OBSERVAÇÃO: Nos processos de “REFORMA” ou “CONSTRUÇÃO” (neste último caso, na situação


em que o consorciado já for o proprietário do imóvel - terreno, onde a construção será edificada),
deverá o consorciado apresentar, em nome do mesmo, toda a documentação especificada nos
Itens: VENDEDOR - “Pessoa Física” ou “Jurídica” - abaixo referidos.

5.2. CONSORCIADO / COMPRADOR “PESSOA JURÍDICA”

 Pedido de Pagamento (impresso fornecido pela Canopus), devidamente assinado pelo con-
sorciado e regularmente preenchido com todas as informações.

 Certidão atualizada da Junta Comercial ou Certidão do Cartório de Registro Civil das Pesso-
as Jurídicas competente que comprove os poderes de representação, com a indicação dos repre-
sentantes legais da consorciada, número e data do último arquivamento.

 Certidão da Fazenda Estadual (somente para o Estado de Minas Gerais) - Área Administra-
tiva, da Secretaria da Fazenda Estadual, referindo-se especialmente a débitos de ICMS, dentre
outros, constando a finalidade de: i) para a venda e compra de imóveis ou, ii) quando for o caso,
para alienação fiduciária ou hipoteca, do consorciado, a ser obtida na Delegacia da Fazenda Esta-
dual (Em alguns Estados já está disponibilizado pela Secretaria competente a emissão da certidão em questão através
da Internet).

 Ressalva: Referida “dispensa” dependerá da peculiaridade de cada região, uma vez


que em determinadas regiões a apresentação da certidão em questão é requisito obri-
gatório para o registro da Escritura.

 Certidão Negativa de Débito (ou Positiva com efeitos de Negativa) do INSS em conjunto
com a Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal.

ATENÇÃO: Quando tratar-se de consorciada “PESSOA JURÍDICA”, deverão ser enviadas as certi-
dões em nome de referida consorciada com o CNPJ da Matriz.
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5.3. VENDEDOR (PESSOA FÍSICA)

1) FICHA CADASTRAL: preenchida por completa e assinada;


É a mesma ficha do Consorciado Pessoa Física

2) DOCUMENTOS PESSOAIS:
“CPF e RG ou CNH” (dentro do prazo de validade), inclusive do cônjuge se for casado;

3) CONFORME O ESTADO CIVIL apresentar:


 SOLTEIRO: Certidão de Nascimento. Se possuir mais de 16 e menos de 18
anos, será necessário a cópia da Escritura de Emancipação registrada no Cartório de Regis-
tro Civil competente. Se for menor de 16 anos, apresentar Alvará Judicial autorizando a
venda;
 CASADO: Certidão de Casamento. Se for casado no “regime da comunhão de
bens”, após 26 de dezembro de 1.977, ou da “separação de bens” (convencional), apresen-
tar também cópia da Escritura de Pacto Antenupcial devidamente registrada no Cartório de
Registro de Imóveis competente;
 SEPARADO JUDICIALMENTE, DIVORCIADO ou VIÚVO: Certidão de Casamento
(com data de expedição atual) com as averbações competentes;

4) Certidão de distribuições Cíveis em Geral e de Execuções Fiscais, da Justiça Comum, pelo


período de 10 (dez) anos, inclusive do respectivo cônjuge, se casado for, a ser obtida no Fórum;
5) Certidão de distribuições Cíveis, Criminais e Fiscais, da Justiça Federal, inclusive do res-
pectivo cônjuge, se casado for, a ser obtida na sede da Justiça Federal.- (Obs.: Em alguns Estados
já está disponibilizado pela Justiça Federal a emissão da certidão em questão através da Internet).
6) Certidão de distribuições de Ações Trabalhistas, da Justiça do Trabalho, pelo período de
05 (cinco) anos, inclusive do respectivo cônjuge, se casado for, a ser obtida na Junta de Conciliação
e Julgamento;
7) Certidão da Fazenda Estadual (somente para o Estado de Minas Gerais) - Área Adminis-
trativa, da Secretaria da Fazenda Estadual, referindo-se especialmente a débitos de ICMS, dentre
outros, constando a finalidade de - para a venda e compra de imóveis ou, quando for o caso, para
alienação fiduciária ou hipoteca, do consorciado, a ser obtida na Delegacia da Fazenda Estadual.
(Obs.: Em alguns Estados já está disponibilizado pela Secretaria competente a emissão da certidão
em questão através da Internet).
8) Certidão Negativa de Débito (ou positiva com efeitos de Negativa) do INSS em conjunto
com a Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal.

OBSERVAÇÕES:

A. Caso o vendedor, ou os “proprietários antecessores” do imóvel (quando for o caso) partici-


pe, ou já tenha participado de alguma forma, do “quadro social” de qualquer “pessoa jurídica”,
dependendo dos critérios específicos de avaliação de riscos estabelecidos pela administradora,
deverão os mesmos (vendedores e/ou proprietários antecessores) apresentarem, em nome da
respectiva “pessoa jurídicas”, toda a documentação especificada no Item VENDEDOR (A) (ES) -
PESSOA JURÍDICA.

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B. No caso do vendedor possuir o imóvel a menos de 01 (um) ano, contados do registro do tí-
tulo aquisitivo no Cartório de Registro de Imóveis competente, deve ser apresentada as mesmas
certidões em nome do proprietário anterior do imóvel. Se mencionado prazo se findar com o pro-
cesso de análise documental já em andamento na Canopus, em qualquer de seus escritórios,
mesmo assim as certidões deverão ser apresentadas.

C. Quando o nome do vendedor, constante da Carteira de Identidade (RG), do CPF/MF, esti-


ver grafado de forma diferente da certidão de casamento ou de nascimento, conforme o caso, as
certidões solicitadas e constantes desta relação deverão vir com o nome grafado de todas as for-
mas em referidos documentos. O mesmo se aplica com relação ao proprietário anterior do imóvel,
e ao próprio consorciado, quando for o caso.

D. Se o domicílio do vendedor for diverso do local onde se localiza o imóvel, as certidões aci-
ma, inclusive do respectivo cônjuge, se casado for, deverão ser repetidas na cidade do local do
imóvel. O mesmo se aplica com relação ao proprietário anterior do imóvel, quando for o caso.

E. Tratando-se o vendedor de “Espólio” devidamente autorizado por Alvará Judicial para pro-
ceder a venda do imóvel, deverão ser apresentadas todas as certidões acima mencionadas em
nome da pessoa física do falecido e em nome do Espólio do (Exemplo: todas as certidões do José
da Silva e do Espólio de José da Silva);

F. Quando a (o) vendedora (o) ou seu respectivo cônjuge tiver o seu nome alterado, em vir-
tude de casamento, separação ou divórcio, as certidões dos nrºs “4”, “5” e “6”, deverão ser apre-
sentadas grafadas com os dois nomes (solteira e casada);

G. Quando constar das certidões a existência de alguma ação, enviar correspondente certidão
esclarecedora (Objeto e Pé) a ser obtida junto ao cartório onde se processa referida ação, a qual
deverá informar, dentre outras:

 Posição atualizada;
 Valor da causa;
 Objeto da ação;
 Se tem penhora - descrever o bem que se encontra penhorado e o valor estimado
do mesmo, bem como se o credor já se manifestou aceitando; Esclarecimentos em for-
ma de “extrato simplificado”, emitido através da “Internet”, não serão aceitos;

5.4. VENDEDOR “PESSOA JURÍDICA” – (Empresa ou Instituição)


1) FICHA CADASTRAL PESSOA JURÍDICA: preenchida por completa e assinada;

2) Se o VENDEDOR for:
EMPRESA: Contrato Social Consolidado ou Contrato Social e suas alterações, devida-
mente registradas na junta comercial mencionando a administração do atual quadro
societário;

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INSTITUIÇÃO: Estatuto e Última Ata da assembleia mencionando a administração do
atual quadro dos responsáveis pela Instituição.

3) Certidão Atualizada da Junta Comercial ou Certidão do Cartório de Registro Civil das Pesso-
as Jurídicas competente, quando for o caso, que comprove os poderes de representação, com a
indicação dos representantes legais da vendedora, o número e data do último arquivamento;

4) Certidão de Distribuições Cíveis, Criminais e Fiscais, da Justiça Federal, da vendedora, a ser


obtida na sede da Justiça Federal. (Obs.: Em alguns Estados já está disponibilizado pela Justiça Fe-
deral a emissão da certidão na Internet);

5) Certidão de Distribuições Cíveis em geral e de Execuções Fiscais, da Justiça Comum, pelo


período de 10 (dez) anos, a ser obtida no Fórum da sede da vendedora;

6) Certidão de Distribuições Cíveis em geral, da Justiça Comum, constando Falência e Concor-


data, pelo período de 10 (dez) anos, a ser obtida no Fórum da cidade da sede da vendedora;

7) Certidão de distribuições de Ações Trabalhistas, da Justiça do Trabalho, pelo período de 05


(cinco) anos, a ser obtida na competente Vara Trabalhista.

8) Apresentar certidão da Fazenda Estadual (somente para o Estado de Minas Gerais) - Área
Administrativa, da Secretaria da Fazenda Estadual, referindo-se especialmente a débitos de ICMS,
dentre outros, constando a finalidade de “para a venda e compra de imóveis ou, quando for o ca-
so, para alienação fiduciária ou hipoteca, da vendedora”, a ser obtida na Delegacia da Fazenda
Estadual. (Obs.: Em alguns Estados já está disponibilizado pela Secretaria competente a emissão
da certidão na Internet).

9) Certidão Negativa de Débito (ou Positiva Com Efeitos de Negativa) do INSS em conjunto
com a Certidão Negativa de Débitos da Receita Federal.

10) Certidão de Regularidade do FGTS da Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br);

OBSERVAÇÕES:

A. Quando tratar-se de vendedora “PESSOA JURÍDICA”, deverão ser enviadas as certidões


em nome de referida vendedora com o CNPJ da Matriz.

B. No caso da vendedora possuir o imóvel a menos de 01 (um) ano, contados do registro do


título aquisitivo no Cartório de Registro de Imóveis competente, devem ser apresentadas as mes-
mas certidões em nome do proprietário anterior do imóvel. Se mencionado prazo se findar com o
processo de análise documental já em andamento no Consórcio Canopus, em qualquer de seus
escritórios, mesmo assim as certidões deverão ser apresentadas.

C. Se a sede da vendedora for diverso do local onde se localiza o imóvel, as certidões acima
deverão ser repetidas na cidade do local do imóvel. O mesmo se aplica com relação ao proprietá-

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rio anterior do imóvel, quando for o caso, se o domicílio do mesmo for diverso do local onde se
localiza o imóvel;

D. Quando constar das certidões a existência de alguma ação, enviar correspondente certidão
esclarecedora (Objeto e Pé) a ser obtida junto ao cartório onde se processa referida ação, a qual
deverá informar, dentre outras:
 Posição atualizada;
 Valor da causa;
 Objeto da ação;
 Se tem penhora - descrever o bem que se encontra penhorado e o valor esti-
mado do mesmo, bem como se o credor já se manifestou aceitando; Esclarecimen-
tos em forma de “extrato simplificado”, emitido através da “Internet”, não serão
aceitos;

5.5. IMÓVEL RURAL: SOMENTE ACEITAMOS SE APRESENTAR UM IMÓVEL URBANO COMO “GA-
RANTIA ADICIONAL”.
Documentos para apresentar do imóvel Rural:

a) Cópia da Escritura Pública de Venda e Compra ou do Título aquisitivo competente, em que


o vendedor figura como adquirente do imóvel, devidamente registrada no Cartório de Re-
gistro de Imóveis competente;
b) Cópia do Certificado de Cadastro do INCRA/CCIR, do último exercício ou do exercício ime-
diatamente anterior, devidamente quitado, a ser obtida junto ao INCRA;
c) Cópia da Certidão Negativa de Débitos de Imóvel Rural, em nome do atual proprietário, a
ser obtida junto a Secretaria da Receita Federal, relativa ao imóvel, ou, na falta desta,
apresentar os comprovantes de pagamento do ITR dos últimos 5 (cinco) exercícios;
d) Cópia do comprovante (Recibo) de Entrega da Declaração do ITR do último exercício, jun-
tamente com a respectiva Declaração do ITR (DIAC / DIAT);
e) Certidão Negativa de Débitos do IBAMA;
f) Laudo de Avaliação elaborado por empresa especializada, e credenciada pelo Consórcio
Canopus conforme lista disponível na Etapa nrº 02

O QUE SIGNIFICA?
INCRA: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.
CCIR: Certificado de Cadastro do Imóvel Rural.
ITR: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, é um tributo federal que se cobra anualmente das propriedades
rurais.
DIAC: Documento de Informação e Atualização Cadastral do ITR, integrante da DITR, destinado à coleta de informa-
ções cadastrais do imóvel rural e de seu titular.
DITR: Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, que deve ser entregue por toda pessoa física ou
jurídica que seja proprietária, titular do domínio útil (enfiteuta ou foreira) ou possuidora a qualquer título, inclusive a
usufrutuária, de imóvel rural.
IBAMA : Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, que é um órgão federal respon-
sável pelas políticas de proteção do meio ambiente no Brasil.

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SOBRE O IMÓVEL URBANO QUE FICARÁ COMO GARANTIA, APRESENTAR:

1) Cópia da Escritura Pública de Venda e Compra ou do Título aquisitivo competente, em que


o vendedor figura como adquirente do imóvel, devidamente registrado no Cartório de Registro de
Imóveis competente;

2) Certidão Negativa de Débitos (referindo-se aos tributos em geral, IPTU), a ser obtida junto
a Prefeitura Municipal do local do imóvel, com expressa menção do imóvel (nº. do cadastro) na
certidão. (Obs.: Em algumas cidades as respectivas Prefeituras Municipais já estão disponibilizadas
a emissão da certidão em questão através da Internet).

3) Certidão de Valor Venal do atual exercício, devidamente quitado até a parcela correspon-
dente ao mês da venda do imóvel ao consorciado contemplado;

4) Planta do imóvel, devidamente aprovada pela Prefeitura Municipal, ou, em sua falta, Certi-
dão da Prefeitura informando que o “prédio” está construído no terreno objeto da venda ou alie-
nação.

5) Laudo de Avaliação elaborado por empresa especializada, e credenciada pelo Consórcio


Canopus conforme lista disponível na Etapa nrº 02, para se apurar inicialmente, o valor de merca-
do do imóvel em situação normal.

OBSERVAÇÕES:

A. As despesas com o laudo de avaliação é do consorciado.

B. Não será aceito a formalização, através do consórcio, de transação envolvendo imóvel que
esteja em comum, “dentro de maior área”. Em tais casos, o interessado deverá primeiramente
efetivar a “divisão” da área pretendida e registrar o seu respectivo título no Cartório de Registro
de Imóveis competente, possibilitando assim a abertura de Matrícula autônoma, com a perfeita
descrição das linhas e divisas perimetrais da respectiva área e suas medidas e confrontações.

C. Desde de janeiro de 2.002, com a aprovação da Lei nº. 10.267 (28/08/01), regulamentada
pelo Decreto Presidencial nº. 4.449 (30/10/2.002) - que teve a redação de alguns de seus disposi-
tivos alterada pelo Decreto nº. 5.570 (31/10/2.005), tornou-se obrigatório o “georreferenciamento
dos imóveis rurais”. Assim, todo e qualquer registro público de terras, seja por (I.) desmembra-
mento, parcelamento ou remembramento; (II.) Transferência de área total, ou (III.) Criação ou
alteração da descrição do imóvel, resultante de qualquer procedimento judicial ou administrativo,
não poderá ser feito pelo Oficial do Registro de Imóveis sem que a área em questão tenha seus
vértices georreferenciados ao “Sistema Geodésico Brasileiro”, com a devida e regular certificação -
expedida pelo INCRA, do “Memorial Descritivo” assinado por profissional habilitado e credenciado
por referida autarquia federal.

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D. Verificar se nas Matrículas dos respectivos imóveis constam averbadas a “Área de Reserva
Legal Florestal”, nos termos da Lei nº. 4.771/65 - que instituiu o Código Florestal, uma vez que
referida averbação é uma determinação (imposição) legal prevista na supracitada Lei, que objetiva a
preservação e proteção da fauna, da flora, bem como a conservação da biodiversidade, que inde-
pende da vontade do proprietário ou do registrador de imóveis, ante o seu caráter imperativo e
abstrato.

5.6. IMÓVEL URBANO

1) Cópia da Escritura Pública de Venda e Compra ou do Título aquisitivo competente, em que


o vendedor figura como adquirente do imóvel, devidamente registrado no Cartório de Registro de
Imóveis competente;

2) Certidão Negativa de Débitos (referindo-se aos tributos em geral, IPTU), a ser obtida junto
a Prefeitura Municipal do local do imóvel, com expressa menção do imóvel (nº. do cadastro) na
certidão. (Obs.: Em algumas cidades as respectivas Prefeituras Municipais já estão disponibilizadas
a emissão da certidão em questão através da Internet).

3) Certidão de Valor Venal do atual exercício, devidamente quitado até a parcela correspon-
dente ao mês da venda do imóvel ao consorciado contemplado;

4) Planta do imóvel, devidamente aprovada pela Prefeitura Municipal, ou, em sua falta, Certi-
dão da Prefeitura informando que o “prédio” está construído no terreno objeto da venda ou alie-
nação.

5) Laudo de Avaliação elaborado por empresa especializada, e credenciada pelo Consórcio


Canopus conforme lista disponível na Etapa nrº 02, para se apurar inicialmente, o valor de merca-
do do imóvel em situação normal.

OBSERVAÇÕES:

A. Caso haja dúvida quanto à localização do imóvel, valor de mercado do mesmo, ou estado
de conservação, além de outras questões que possam suscitar dúvidas quanto aperfeiçoamento
do processo de aquisição junto ao consórcio, apresentar “Laudo de Avaliação, Vistoria e Constata-
ção”, elaborado por “perito” de consenso entre a CANOPUS e o consorciado, sob às expensas dele,
consorciado.

B. Não será aceito a formalização, através do consórcio, de transação envolvendo imóvel que
esteja em comum, “dentro de maior área”. Em tais casos, o interessado deverá primeiramente
efetivar a “divisão” da área pretendida e registrar o seu respectivo título no Cartório de Registro
de Imóveis competente, possibilitando assim a abertura de Matrícula autônoma, com a perfeita
descrição das linhas e divisas perimetrais da respectiva área e suas medidas e confrontações.

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C. No caso do imóvel tratar-se de “unidade autônoma” situada em condomínio (vertical ou
horizontal), tais como terreno, casa, apartamento, vaga de garagem, sala comercial, etc, apresen-
tar certidão de Quitação de Despesas Condominiais, a ser obtida junto ao síndico do respectivo
condomínio, com “firma reconhecida” do mesmo, juntamente com “Xerox autenticada” da Ata da
Assembleia de eleição do referido síndico, devidamente “registrada” no registrador público com-
petente;

D. Quando o imóvel estiver registrado em uma Circunscrição Imobiliária por mais de 20 anos,
mas pertencer “atualmente” a uma outra Circunscrição, apresentar também a Certidão Negativa
de Ônus Reais e Alienações e de Ações Reais e Pessoais Reipersecutórias a ser obtida junto a “atu-
al” Circunscrição, onde a escritura a ser lavrada deverá ser registrada a partir de então;

E. No caso de imóvel “foreiro” a particular ou ao Município, deverão ser apresentados os


comprovantes de recolhimento do “foro” dos últimos 03 (três) anos e do “Laudêmio”.

F. Imóveis localizados em “Terrenos de Marinha e seus Acrescidos”. No caso de imóvel “forei-


ro” à União (com Título de Aforamento), deverão ser apresentados os comprovantes de recolhi-
mento do foro dos últimos 03 (três) anos, do Laudêmio, bem como a certidão expedida pela Secre-
taria de Patrimônio da União (SPU).- Nos terrenos de marinha tidos como “ocupados” por particu-
lares, devem ser regularizadas essas ocupações junto ao órgão competente para tal, ou seja, a
Secretaria do Patrimônio da União (SPU), de modo que tais terrenos recebam o Título de Afora-
mento.

5.7. CONSTRUÇÃO (SOMENTE COM IMÓVEL DE PROPRIEDADE DO CONSORCIADO)

Tratando-se de utilização do crédito para “CONSTRUÇÃO”, apresentar os documentos abaixo es-


pecificados, bem como as certidões da pessoa do consorciado e respectivo cônjuge (se pessoa
física e casado for o mesmo), iguais as exigidas do VENDEDOR - PESSOA “FÍSICA” ou “JURÍDICA”,
conforme o caso;

Providência para o consorciado apresentar:

1) Planta (projeto) do imóvel devidamente aprovada pelos Poderes Públicos competentes;


2) Alvará de Construção;
3) Memorial Descritivo e Cronograma Físico-Financeiro da obra, devidamente assinados pelo
Engenheiro responsável.
4) “ART” (Anotação de Responsabilidade Técnica), devidamente preenchida com as informa-
ções necessárias, "quitada" e "assinada" pelo profissional (engenheiro) responsável pela obra
(construção), documento este emitido pelo CREA do Estado onde se localiza o respectivo imóvel.

OBSERVAÇÕES:

A. Caso o consorciado “pessoa física” ou “pessoa jurídica” seja o proprietário do imóvel (ter-
reno) onde a “construção” será edificada, com o respectivo “título aquisitivo” devidamente regis-
trado no Cartório de Registro de Imóveis competente, deverá ser apresentado, em nome do mes-

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mo e do cônjuge, se “pessoa física” e casado for, toda a documentação especificada nos Itens
VENDEDOR - “PESSOA FÍSICA” ou “JURÍDICA”, acima referidos, conforme tratar-se ele, consorcia-
do, de “pessoa física” ou “pessoa jurídica”. Obs.: o mesmo se aplica com relação ao proprietário
anterior do imóvel, no caso do consorciado “pessoa física” ou “pessoa jurídica” possuir o imóvel a
menos de 01 (um) ano, contados do registro do “título aquisitivo” no Cartório de Registro de Imó-
veis competente.

B. Se o domicílio / sede do consorciado for diverso do local onde se localiza o imóvel, as certi-
dões competentes, inclusive do cônjuge do mesmo - se “pessoa física” e casado for, deverão ser
repetidas na cidade do local do imóvel. O mesmo se aplica com relação ao proprietário anterior do
imóvel, quando for o caso.

C. O crédito ficará depositado e será aplicado financeiramente, nos termos da legislação con-
sorcial vigente e somente será liberado em parcelas, conforme a execução do Cronograma Físico-
Financeiro e apresentação de fotos atualizadas da obra, devidamente vistoriado pela Credora Fi-
duciária (Canopus) da seguinte forma (os percentuais supra poderão variar em função do tipo da
obra, estágio da obra e Memorial Descritivo):

 1ª Parcela: 20% pagamento de taxas legais, projetos e fundações;


 2ª Parcela: 22% alvenaria e estrutura;
 3ª Parcela: 08% cobertura;
 4ª Parcela: 20% reboco externo e interno;
 5ª Parcela: 15% pisos e azulejos, louças e metais;
 6ª Parcela: 07% pinturas;
 7ª Parcela: 08% retenção a ser liberada após a apresentação da CND/INSS, Ha-
bite-se, Certidão de averbação da construção na Matrícula e fotos
internas e Externas.

D. A liberação (pagamento) do valor do crédito destinado especificamente a “construção”, se-


rá feita somente “após” o registro da respectiva Escritura no Cartório de Registro de Imóveis com-
petente e apresentação da Planta do imóvel devidamente aprovada pela Prefeitura Municipal, em
parcelas, de acordo com o “cronograma físico-financeiro” da obra assinado pelo engenheiro res-
ponsável, mediante comprovação do estágio da obra, por documentos (fotos da obra) encami-
nhados pelas empresas credenciadas da Administradora ou por funcionários autorizados da Cano-
pus, cujas liberações serão proporcionais ao crédito do consorciado e não ao custo efetivo da
obra, quando for superior ao crédito. A liberação da última parcela, conforme já mencionado,
ocorrerá mediante entrega pelo Consorciado do Habite-se, da CND/INSS, da Certidão de averba-
ção da construção na Matrícula e fotos internas e externas do imóvel.

E. Toda e qualquer liberação de parcelas, dependerá sempre da pontualidade do consorcia-


do, com suas obrigações perante o grupo a que pertence.

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F. A não utilização da totalidade do crédito na construção, fará com que o saldo remanescen-
te seja utilizado para pagamento das prestações vincendas da cota, na ordem inversa de venci-
mento.

G. Despesas com a Construção: todas as despesas suportadas com a construção, desde a ela-
boração do projeto até a expedição do Habite-se, pagamento de contribuições ao INSS, averbação
no Cartório de Registro de Imóveis, encargos trabalhistas e previdenciários e outros de direito, são
de responsabilidade única e exclusiva do Consorciado.

5.8. REFORMA (SOMENTE EM IMÓVEL DE PROPRIEDADE DO CONSORCIADO)

Tratando-se de utilização do crédito para “CONSTRUÇÃO”, apresentar certidões da pessoa do con-


sorciado e respectivo cônjuge (se pessoa física e casado for o mesmo), iguais as exigidas do VEN-
DEDOR - PESSOA “FÍSICA” ou “JURÍDICA”, conforme o caso;

PROVIDÊNCIA PARA O CONSORCIADO APRESENTAR:

1) Documentação competente do imóvel, especificada nesta relação;


2) Planta (projeto) atual e com as modificações e acréscimos a serem efetuados no imóvel,
devidamente aprovados pelos poderes públicos competentes;
3) Certidão da Prefeitura Municipal informando que o imóvel (prédio) a ser “reformado” está
construído no terreno objeto da transação.

RECOMENDAÇÕES GERAIS (PRAZO DE VALIDADE DAS CERTIDÕES):


1) A certidão Negativa de Ônus e Alienações têm o prazo de validade de trinta (30) dias, a
contar da data da emissão;
2) As certidões do INSS (site:- www.previdencia social.gov.br ou www.dataprev.gov.br), da
Secretaria da Receita Federal (site:- www.receita.fazenda.gov.br), da Fazenda Estadual, da Fa-
zenda Nacional - Certidão Quanto à Dívida Ativa da União (site:- www.pgfn.fazenda.gov.br), e a
CRF - Certidão de Regularidade do FGTS (site:- www.caixa.gov.br) - terão obedecidos os prazos
inseridos nas mesmas, no campo "validade".

3) As demais certidões referentes a pessoa do vendedor ou do consorciado, este último


quando já for proprietário do imóvel, terão o prazo de validade de sessenta (60) dia, contados
da data de emissão das mesmas, quando o órgão emissor respectivo não estabelecer prazo
inferior.

OBSERVAÇÕES:
A. Quando qualquer uma das partes for representada por procurador, enviar, primeiramente,
para evitar contratempos de última hora, junto com os demais documentos competentes, “cópia
autenticada” da respectiva Procuração outorgada, a qual só será admitida por Instrumento Públi-
co, para análise da extensão dos poderes outorgados e validade da mesma. Se a data da outorga

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do instrumento em referência não for “atual” (dentro de 90 dias), apresentar certidão atualizada
do mesmo, a ser obtida junto ao cartório onde este foi lavrado.

B. Quando em determinadas regiões se fizer necessário, para a lavratura e registro das escri-
turas competentes, a apresentação de outros documentos e/ou certidões não especificadas nesta
relação, consorciado ou quem de direito deverá providenciar a extração e apresentação do mes-
mo para análise.

5.9. QUITAÇÃO DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEL

Tratando-se de utilização do crédito para “QUITAÇÃO DE FINANCIMANTO IMOBILIÁRIO DE IMÓVEL


DO CONSORCIADO, OU DO VENDEDOR”, apresentar certidões da pessoa do consorciado e respec-
tivo cônjuge (se pessoa física e casado for o mesmo), iguais as exigidas do VENDEDOR - PESSOA
“FÍSICA” ou “JURÍDICA”, conforme o caso.

PROVIDÊNCIA PARA O CONSORCIADO APRESENTAR:

a.) Procuração e Substabelecimentos da Instituição Credora;


b.) Informar a qualificação completa do(s) procurador(es) que representarão a Instituição Cre-
dora;
c.) Extrato fornecido pela Instituição Credora (Financeira), informando:
 O valor total para quitação do financiamento em nome do consorciado ou do vendedor;
 A data com prazo máximo de Quitação.

Conferidos os documentos e não possuindo pendências, digitalize-os (versão “PDF”) para análise
no e-mail abaixo, informando Grupo e Cota:

imoveis@consorciocanopus.com.br

O prazo de retorno da análise será de até “dois dias úteis”, informaremos na agenda do sistema e
ao solicitante da pré-análise via e-mail.

Observação: A Administradora poderá solicitar outros documentos complementares para compor


o processo.

Após apresentação de todos os documentos e certidões, iniciaremos a “Etapa 4”.

6 - ETAPA 4 - FORMALIZAÇÃO DA ESCRITURA

Prazo para envio da Escritura: “Até 07 dias úteis” após o recebimento de todos os documentos
solicitados.

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Após a apresentação e análise dos documentos solicitados, o Setor de Imóveis confecciona a escri-
tura, envia ao consorciado (via “correio”) as vias originais da mesma e documentos necessários,
onde o próprio consorciado é o responsável pela assinatura da escritura, reconhecimento das as-
sinaturas por autenticidade, bem como pelo registro da mesma no cartório.
Todos os envolvidos (consorciados e vendedores) devem:

 Assinar as 4 (quatro) vias da escritura;

 Rubricar todas as páginas “frente e verso”;

 Reconhecer firma “por autenticidade” nas 4 vias que já irão reconhecidas pelo Consórcio
Canopus.

Após assinatura, o cliente deverá levar a escritura para registro no Cartório de Registro de Imó-
veis competente para dar entrada no registro.

DESPESAS QUE O CONSORCIADO TERÁ QUE RECOLHER:

 Despesas decorrentes de reconhecimento de firma das assinaturas das partes envolvidas


na Escritura (deverá ser paga com recursos próprios).

 Despesas na elaboração do “Instrumento Particular” (deverá ser paga com recursos pró-
prios), através de depósito bancário, conforme os dados abaixo:
Banco: BRADESCO Agência: 2647-6 Conta Corrente Nrº: 5100-4
Favorecido: CANOPUS ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS S.A
CNPJ: 683187730001-54

Em seguida, digitalize o comprovante do depósito e encaminhe ao Setor de Imóveis


no e-mail abaixo, que aguardará a confirmação do Setor Financeiro. Na ocasião in-
forme também o Grupo e cota do processo no assunto do e-mail.
imoveis@consorciocanopus.com.br
 Despesas com o registro da respectiva Escritura junto ao Cartório de Registro de Imóveis
competente (deverá ser paga com recursos próprios).
 Recolhimento de tributos relacionados com a Escritura, especialmente do ITBI (Imposto de
Transmissão de Bens Imóveis), pago à Prefeitura Municipal da localidade do imóvel (deverá ser
paga com recursos próprios).

7 - ETAPA 5 - LIBERAÇÃO DO PAGAMENTO AO VENDEDOR DO IMÓVEL (OU AO CONSORCIADO,


NOS CASOS DE CONSTRUÇÃO OU REFORMA).
O pagamento do crédito, será realizado via transação bancária, conforme dados informados no
pedido de faturamento (totalmente preenchido e assinado pelo consorciado), após apresentação
dos seguintes documentos no setor de imóveis:
 Matrícula do imóvel registrada no Cartório de Registro de Imóveis competente,
 Escritura registrada original,
 Cópia dos comprovantes de pagamento das taxas de: Formalização de escritura, ITBI e registro.

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Prazo para pagamento do crédito: “Até 2 (dois) dias úteis, contados da data do recebimento da
documentação acima no setor de imóveis.

8 -TRANSFERÊNCIA DE COTA NÃO CONTEMPLADA ou CONTEMPLADA “SEM O BEM


PAGO”

Nestas duas situações, será necessário providenciar a documentação do cessionário (novo cliente)
de acordo com os procedimentos informando na Etapa Nr 01.

É importante que todos os documentos estejam legíveis. Conferido o processo cadastral e não
possuindo pendências, digitalize-os e envie para análise do crédito no e-mail abaixo, informando:
Grupo e Cota.

imoveis@consorciocanopus.com.br

O prazo de retorno da análise do cadastro será de até “02 (dois) dias úteis”, sendo informado na
agenda do sistema NEWCON e ao solicitante da análise via e-mail.

Observação: A Administradora poderá solicitar outros documentos complementares para compor


o processo cadastral, para dirimir dúvidas e/ou comprovar informações declaradas.

O Processo sendo aprovado pela administradora, estaremos providenciando o termo de transfe-


rência de Cota e encaminhando para que seja colhida as assinaturas dos envolvidos (cedente e
cessionário) e demais orientações necessárias.

9 - TRANSFERÊNCIA DE COTA CONTEMPLADA “COM BEM PAGO” (CESSÃO DE DI-


REITOS)
A análise dos documentos e confecção da escritura de cessão é realizada pelo Setor de Imóveis,
onde serão necessários os documentos elencados nas Etapas 1, 2, 3 e 4.

10 - SUBSTITUIÇÃO DE GARANTIA
O consorciado poderá substituir a garantia, apresentando outro imóvel e toda a documentação
pertinente, onde serão necessários os documentos elencados nas Etapas 2, 3 e 4, que serão anali-
sados e conduzida pelo Setor de Imóveis, orientando as etapas sucessivas depois de aprovado.

11 - EMISSÃO DO INSTRUMENTO DE LIBERAÇÃO DA ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA


Após a quitação da cota, o Consórcio Canopus providenciará a emissão do Termo de Liberação da
Alienação Fiduciária, para que o consorciado se dirija ao Cartório de Registro de Imóveis onde está
registrada a sua escritura e solicite o cancelamento da alienação fiduciária.

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12 - GARANTIAS ACEITÁVEIS

a. Aquisição de imóvel residencial ou comercial;


b. Aquisição de terreno urbano;
c. Aquisição de terreno urbano e construção de imóvel residencial ou comercial;
d. Construção de imóvel residencial ou comercial, em terreno próprio, livre de ônus;
e. Reforma e/ou ampliação de imóvel urbano próprio, residencial ou comercial;
f. Aquisição de imóvel rural, sendo que a garantia deve ser obrigatoriamente imóvel urbano;
g. Aquisição de imóvel na planta, sendo que a garantia deve ser obrigatoriamente outro imó-
vel urbano.

13 - UTILIZAÇÃO DO FGTS

Se pretender utilizar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) no consórcio, o con-
sorciado deverá verificar se está se enquadrado nas normas para utilização, seguem normas:

PARA O COMPRADOR:

 Ter no mínimo 03 (três) anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os perío-
dos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em empresas diferentes;
 Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qual-
quer parte do país;
 Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de
imóvel residencial urbano ou de parte residencial de imóvel misto, concluído ou em construção,
localizado no município de sua atual residência, ou onde exerce a sua ocupação laboral principal,
incluindo os municípios limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana.

PARA O IMÓVEL:

 Valor da avaliação deve ser de até R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais)
para todos os estados brasileiros;
 Ser de propriedade do consorciado o terreno objeto da construção do imóvel, no caso
de construção sem aquisição de terreno;
 Ser residencial urbano;
 Destinar-se à moradia;
 Apresentar plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção;
 Estar matriculado no Cartório de Registro de Imóveis competente, e sem registro de
gravame que resulte em impedimento à sua comercialização;
 Não ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior, há menos de 03 (três)
anos, contados a partir da data do efetivo registro na matrícula do imóvel.

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NÃO PODERÁ SER UTILIZADO O FGTS PARA:
 Aquisição de imóvel comercial;
 Reformar ou aumentar imóvel;
 Comprar terrenos sem construir ao mesmo tempo;
 Comprar material de construção;
 Aquisição de terrenos ou imóveis residenciais para familiares, dependentes e terceiros.

CASO ESTEJA ENQUADRADO NAS NORMAS, O CONSORCIADO PODERÁ UTILIZAR


O SEU FGTS PARA:
 Oferta de lance;
 Complemento para compra do imóvel;
 Quitação ou amortização do saldo devedor;
 Amortização de prestações (até o limite de 80% da parcela).

A operacionalização do processo com utilização do FGTS será realizada pelo agente financeiro CO-
BANSA. A Cobansa, na qualidade de agente financeiro liberador dos recursos do FGTS, fará o sa-
que dos recursos do FGTS da conta do consorciado, transferindo para o vendedor do imóvel, nos
casos de compra de imóvel, ou ao próprio consorciado, nos casos de construção.

O consorciado deverá entrar em contato com a COBANSA através do Telefone (11) 3995-0218 ou
do e-mail atendimento.fgts@cobansa.com, para solicitar a utilização dos recursos do FGTS.

A Cobansa fará uma análise do processo para certificação do enquadramento nas normas, e seu
prazo de retorno é de 15 (quinze) dias úteis contados do pedido de utilização do FGTS.

Ocorrerão dois processos separados: um com Canopus e outro com a Cobansa. A Canopus seguirá
os trâmites normais obedecendo as etapas 1, 2, 3 e 4, já elencadas no início do manual, enquanto
a Cobansa analisará se o consorciado está enquadrado nas normas para utilização do FGTS.

Estando aprovado o processo para utilização do FGTS pela Cobansa, e já cumpridas as etapas aci-
ma, a Cobansa comparecerá na nossa Escritura, assinando como Interveniente, e, após o prazo de
03 (três) dias úteis contados da apresentação à Cobansa de uma via da Matrícula do imóvel com-
provando o registro da Escritura no Cartório de Registro de Imóveis competente, a Cobansa reali-
zará o saque dos recursos do FGTS da conta do consorciado, transferindo para o vendedor do imó-
vel, nos casos de compra de imóvel, ou ao próprio consorciado, nos casos de construção.

14 – OBSERVAÇÕES

É proibido o consorciado contemplado adquirir bem imóvel nas seguintes condições:

 de seus ascendentes, descendentes, cônjuge ou parente até o 2º (segundo) grau;


 de propriedade de empresa da qual seja sócio ou acionista, seja o consorciado pessoa física
ou jurídica;
 dos ascendentes, descendentes, cônjuge ou parente até 2º (segundo) grau do sócio ou aci-
onista, que participe do capital social da consorciada pessoa jurídica.

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