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Precisamos corrigir o título: a rigor, a pesquisa não revela isso...

Há muita
literatura falando sobre a relação do bruxismo e o stress...
Mas a pesquisa fala sobre a eficiência dos florais na redução dos sintomas
relacionados à DTM ( em termos éticos, fica melhor... )
Pesquisa revela que bruxismo está atrelado a traumas emocionais
Psicóloga Salma Cortez afirma que expectativa de perfeição também pode acarretar DTM

Uma pesquisa inédita publicada pela psicóloga Salma Cortez, em parceria com
bucomaxilo Marcello Chelotti, mostra que o Bruxismo, associado ao ranger de dentes,
e a tensão refletida na região maxilar ou bucal, associada à Disfunção
Temporomandibular (DTM) podem ter como causa a cobrança pela perfeição exercida
na infância.

Supervisionada e financiada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo, esta pesquisa


qualitativa considerou a interface entre a Psicologia Alquímica, o tratamento Alquímico
através dos compostos florais e a Odontologia, no que se refere à Dor Orofacial. A partir
disso, o estudo analisou os resultados do atendimento de 19 voluntários que passaram
por:

 Bateria inicial de testes comportamentais e de inteligência, devidamente


validados pelo Conselho Regional de Psicologia, no início e ao término
do tratamento;
 Anamnese para avaliação da sintomatologia associada à DTM.

O tratamento ao longo de 6 meses, incluiu a toma de florais alquímicos do


Sistema Joel Aleixo e a aplicação de protocolo odontológico conservador – baseado em
termoterapia, massagem autoaplicada, exercícios de realinhamento e fortalecimento da
musculatura da ATM.

Os voluntários compareciam a consultas mensalmente através dasas quais eram


acompanhados em sua evolução comportamental e sintomatologia de DTM, com
mensuração dos níveis de dor, após o que recebiam a ministração dos compostos florais
para o mês seguinte.

O resultado inicial da pesquisa foi apresentado em Setembro de 2016, durante


o III Congresso de Alquimia e apontando a melhora significativa dos sintomas da DTM
e bruxismo nos voluntários, após o terceiro mês de tratamento.

De acordo com Salma, as patologias são uma manifestação de repressões e


cobranças que sofremos desde a infância em busca pela perfeição e as restrições
impostas as crianças para alcançar patamares inatingíveis: “O que vemos na prática
clínica é que as pessoas que portam DTM normalmente foram meninos e meninas
bonzinhos, que aprenderam a se comportar de maneira adequada, a assumir
responsabilidades e, acima de tudo, a ser corretos aos olhos dos outros, sem considerar
a si mesmos no processo”.

“Em grande parte dos casos de DTM e bruxismo, os pacientes relatam a


ausência do lúdico e do comportamento espontâneo na infância. Por outro lado, trazem
consigo a sensação de inadequação, nunca estão suficientemente felizes com suas
realizações e estão constantemente em busca de serem aceitos pelos outros. Nessas
situações, ocorre a cisão no laríngeo, que trava o fluxo energético que tensiona a coluna
cervical, a nuca, o pescoço e o maxilar, sobrecarregando os músculos temporais e
dando origem a dores terríveis. O corpo fica tenso, a musculatura dói, o maxilar trava”,
explica Cortez.

Embora os sintomas e características possam acompanhar o indivíduo ao longo


de toda a vida, e a busca por procedimentos convencionais que amenizem os sintomas
pareça inacabável, a pesquisa comprova que a restauração do equilíbrio interior é capaz
de desviar o foco energético: “O resgate da autenticidade é o principal desafio do
perfeccionista. Ele precisa aprender a não se autojulgar e a enxergar o próprio corpo
como veículo de expressão de si mesmo. Aquietar a mente, fechar os olhos, respirar e
se concentrar no coração, são exercícios que nos levam a serenidade e traz à tona o
lado positivo do perfeccionismo”, garante Salma.

Ainda segundo a psicóloga, atingir a serenidade é apenas o início transformação.


O processo inclui a percepção de quanto os julgamentos podem nos causar dor e
sofrimento e entender que eles são capazes de desencadear doenças como gastrite,
bruxismo, DTM, dor nas costas e dor de cabeça, entre outros: “Somente a medida que
o paciente vai se tornando menos reativo às críticas, ou seja, mais sereno, ele
conseguirá reduzir a angustia e a tensão resultante da busca pela perfeição e ter uma
perspectiva mais ampla do mundo. Esse trabalho de religação com nossa natureza
essencial não é fácil nem rápido, mas é uma necessidade”, finaliza Cortez.

Salma Cortez é formada em psicologia pela USP, mestre em Reiki e membro da


SBDORF (Sociedade Brasileira de Dor Orofacial). Terapeuta especializada em
tratamento da DTM, desenvolvimento da qualidade de vida e aprofundamento do
autoconhecimento por meio dos Florais Joel Aleixo e da EFT (Emotional Freedom
Techniques ).

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