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Respostas dos Exercícios

Capítulo 1

1.

2.
a) Conjunto de componentes/elementos relacionados entre si para executar uma
determinada tarefa
b) Conjunto de procedimentos ou atuações que produzem em um processo a ação e o
desempenho desejado.
c) Atividade definida em um sistema, que a partir de informações de entrada, obtêm-
se informações transformadas na saída, isto é, entidade dinâmica capaz de efetuar
transformações de energia a partir da entrada, obtendo uma forma de energia
transformada na saída.
d) Valor preestabelecido (desejado) para a variável controlada.
3.
Século IXX – controle de velocidade de máquinas a vapor de James Watt.

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No início do século 20 - controles eram totalmente manuais do tipo on-off
- Indicadores locais de temperatura e pressão
- Atuadores pneumáticos de válvulas;
Entre 1915 e 1930 - surgiram os primeiros controles proporcionais e registradores
gráficos montados em campo.
Após 1930 - surgiram os controles de ganho ajustável mais derivativos
- sala de controle central
- transmissores pneumáticos utilizando pressão proporcional;
Após a II Guerra Mundial - surgiram medidas analíticas em linha e analisadores de
gás, tudo isso graças ao início do processo de miniaturização dos instrumentos;
Final dos anos 40 - com o impulso produzido pelo advento dos transistores, utilização
de controladores eletrônicos analógicos e transmissão de sinais em correntes, surgindo o
padrão de sinal em corrente.
Final dos anos 50 - surgimento do circuito integrado, foram utilizados os primeiros
sistemas de controle por computador.
- Padrões de transmissão de sinais analógicos em tensão e transmissão digital.
No início dos anos 60 - grande evolução dos sensores e do chamado controle digital
direto (DDC-Direct Digital Control).
No final dos anos 60 - surgiram nas indústrias automotivas os primeiros controladores
programáveis para substituir quadros de comando elétrico.
Com introdução dos microprocessadores (1971),- Controladores
Lógicos Programáveis (CLP’s) passaram a ser utilizados em diversos tipos de
aplicações para automação de processos industriais e não industriais.
Em 1976 - os CLP’s foram utilizados como parte de um controle integrado de
manufatura (CIM).
Uma década após a MODICON (Empresa americana pioneira na fabricação de CLP’s)
ter introduzido os CLP’s em sua fabricação, iniciou-se a utilização de redes industriais de
comunicação que permitiram a interface entre diversos dispositivos, somado ao rápido
desenvolvimento dos microprocessadores e microcomputadores elevando a eficiência,
confiabilidade e uma redução substancial dos preços.
Nos anos 80, houve uma grande migração para os controles distribuídos.
Nos anos 90, com o desenvolvimento dos CLP’s e dos componentes de rede, levou a
tendência de utilizar os SISTEMAS DIGITAIS DE CONTROLE DISTRIBUÍDO (SDCD)
como a melhor solução para sistemas integrados.

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Os sistemas integrados (CIM - Controle Integrado de Manufatura) possibilitaram a
interligação dos níveis de gerenciamento, controle e supervisão dos sistemas de automação de
forma hierárquica com a utilização de algoritmos complexos, distribuição do controle e
centralização de macrodecisões, possibilitando o gerenciamento do processo tanto técnico
como administrativamente.
Atualmente não se pode falar em CIM, SDCD e CLP’s sem ressaltar a importância dos
programas de supervisão e aquisição de dados e controle (SCADA - Supervisory Control
And Data Aquisition), redes industriais de comunicação padronizadas (FIELD BUSES), e os
protocolos abertos (MODBUS, PROFIBUS, FOUDATION etc.). A integração destas tecnologias
(SCADA, CLP e fieldbus) substitui com uma série de vantagens os SDCD convencionais.

4.
Para o controle de temperatura de uma estufa a resistência elétrica, temos:
Variável Controlada - Variável que se deve manter em um valor desejado,
variável de saída do processo - Temperatura
Variável Manipulada - Variável que recebe a ação controladora, ou seja, é
variável de saída do atuador – Potencia dissipada pela resistência.
Atuador (ativador) - Elemento que modifica a variável controlada – Chave que libera ou
não corrente para a resistência.
Variável Secundária - A que interfere na variável controlada (distúrbio) – Vazão de ar
quente ou variação na tensão de alimentação.
Meio controlador – Estufa
Agente de controle – Resistência.

5.
- Malha aberta: A ação de controle não depende das informações de saída.
Este tipo de controle é chamado controle com ajuste manual.
Ex. : Uma fonte de alimentação regulada com transistor é, na realidade, um sistema de
controle de malha aberta; se a corrente da carga variar, a tensão na saída pode variar até
algumas dezenas de mV, devido à variação na tensão Vbe. A entrada, neste sistema, é a
tensão de referência fornecida pelo diodo zener, na base do transistor; A saída, nesse mesmo
sistema, no emissor é, aproximadamente 0,7V menor. O transistor, que é o controlador,
amplifica a corrente, fornecendo à carga mais corrente que poderia ser obtida sobre o zener,
na base.

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- Malha fechada: A ação de controle depende de informações da reação da saída
(realimentação).
Ex.: O operador de um reservatório verifica se o nível máximo foi atingido (set-point)
através de uma régua de nível, que é o sensor. O sinal de erro é a diferença entre o nível
máximo, que é a entrada desejada, e a saída, que é o nível atual. A comparação entre ambos é
feita na mente do operador, que age abrindo ou fechando o registro conforme o erro seja para
mais (excesso do fluído) ou menos. Ele é ao mesmo tempo o comparador, o controlador e o
atuador neste sistema elementar.

6.
Estabilidade: - capacidade de atingir a posição de equilíbrio e nela permanecer. Um
sistema é estável se suas saídas mantém um certo valor em um tempo finito depois que a
entrada é aplicada, quando a saída do sistema permanece constante e não muda em função
do tempo.
Exatidão: - Indica quanto a variável medida esta próxima da real. A exatidão indica a
aproximação com que a variável controlada esta em relação ao valor desejado, a diferença
chama-se erro. Esta característica era chamada de precisão (hoje esse termo está associado
a repetitividade).
Velocidade de resposta: - Capacidade do sistema para atingir uma nova posição de
equilíbrio no menor intervalo de tempo.
Sensibilidade: - A mínima variação que pode ser lida (medida) pelo sistema.

7.
Pressão: 0,21 a 1,05kgf/cm2 – 3 a 15 PSI.
Tensão: 0 a 10V
Corrente: 4 a 20mA

8.

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Resposta dos Exercícios ... || 5
1. Conceitos de instrumentação

1.
a) Um transdutor para controle industria deve ter sensibilidade, exatidão, precisão,
linearidade em uma ampla faixa de medida, estabilidade, alta velocidade de
resposta, além de baixo custo, robustez, grande vida útil, etc.
b) Válvulas (Pneumáticas, Hidráulicas), Relés (Estático, Eletromecânico) e Cilindro
(Pneumáticos, Hidráulicos).

2.
Sensor: Termo empregado para dispositivos sensíveis a alguma forma de energia
sensibilizante. Esta energia sensibilizante (luz ,calor, movimento) traz informação sobre uma
grandeza que precisamos medir (temperatura, pressão, velocidade, corrente, aceleração,
posição, etc.).
Transdutor: É a denominação de um dispositivo completo, usado para transformar uma
grandeza qualquer em outra que pode efetivamente ser utilizada pelo dispositivo de controle.
Neste sentido podemos considerar um transdutor como uma interface entre o sensor e o
circuito de controle ou eventualmente entre o controle e o atuador. Os transdutores
transformam uma grandeza física (temperatura, pressão, etc) em um sinal de tensão ou
corrente que pode ser facilmente interpretado por um sistema de controle. Muitas vezes os
termos “sensor” e “transdutor” são usados indistintamente, pois um dispositivo que contenha o
elemento sensor e o transdutor integrados costuma ser chamado simplesmente de transdutor.
Neste caso, o transdutor é o instrumento completo englobando sensor e todos os circuitos de
interface capaz de ser usado numa aplicação industrial.
Transmissor: Dispositivo que prepara o sinal de saída de um transdutor para utilização a
distância, fazendo certas adequações ao sinal. Estas adequações são chamadas padrões de
transmissões de sinais.

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3.
Digital ou Binária: a saída do dispositivo (transdutor ou sensor) é discreta, ou seja, só
assume valores “0” ou “1” lógicos (também denominadas saída liga-desliga ou On-Off). Este
tipo de sensor só é capaz de indicar se uma grandeza física atingiu um valor pré-determinado
(ex: Pressostatos, termostatos, chaves de nível, fluxostatos, etc.).

Existem sensores digitais cujas saídas são codificadas (BCD, código Gray, etc.) ou
simplesmente uma seqüência de pulsos cuja freqüência nos informa quantitativamente a
grandeza medida.
Analógicas : o transdutor possui uma saída contínua. Neste caso a saída do transdutor é
quase uma réplica da grandeza física de entrada.

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4.
Segundo o capítulo 6.11 do dicionário internacionais de termos fundamentais e gerais
de metrologia, baseado na 211ª edição do documento elaborado pelo Bureau Internacional de
Pesos e Medidas (BIPM), pela IEC e pela ISO, entre outras organizações internacionais,
Calibração (calibration, étalonnage) é atualmente sinônimo de aferição e é definido como
sendo o conjunto de operações que estabelece, sob condições especificas a relação entre os
valores indicados por um instrumento de medição e os valores correspondentes das grandezas
estabelecidas por padrões. Em uma palavra: comparar com um padãro.

Capítulo 2 - Sensores de presença


1. c) Emissor e receptor.
2. V, V, V, V, V
3. Reflexão Difusa: Retro-Transmissão e Barreira de Luz.
4. Não utilizam elementos sensores físicos.
5. Vida útil é afetada pelo número de comutações.
6. V, V, V
7. Identificar objetos.
8. Controle de qualidade.
9. Seleciona fluxo.
10. V, F, V, F, F
11. a, b
12. Somatório: 3

Capítulo 3 -Sensores de posição


1. b.
2. b.
3. a.
4. b.
5. e.
6. c.Assinale a opção verdadeira em relação aos tipos de instalação.

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7. b.
8. d.
9. e.
10. a.
11. b.
12. c.

Capítulo 4 - Sensores Ópticos


1. Quando a luz incide em determinadas substâncias, suas resistências elétricas são
alteradas devido à quantidade de luz que recebem, ocorrendo a criação de portadores de
carga que promovem a condução da corrente elétrica.
2. Quando um fotorresistor é mantido no escuro por certo período de tempo antes do uso,
sua condutância será maior se for comparado com um fotorresistor mantido num certo
nível de luz.
3. O LDR é um dispositivo lento. Enquanto outros tipos de sensores como os fotodiodos e
os fototransistores podem perceber variações muito rápidas de luz, em freqüências que
chegam em dezenas ou mesmo centenas de megahertz, o LDR tem um "tempo de
recuperação" muito longo.
4. No fotodiodo energia luminosa desloca elétrons para a banda de condução, reduzindo a
barreira de potencial pelo aumento do número de elétrons, que podem circular se
aplicada polarização reversa.
O fototransistor é um transistor cuja junção coletor-base fica exposta à luz e atua como
um fotodiodo. O transistor amplifica a corrente através do circuito eletrônico e fornece
alguns mA com alta luminosidade.
A taxa de comutação do fototransistor é menor que a do fotodiodo.
5. Os materiais usados na fabricação dos fotodiodos são semicondutores (pn), como o
germânio e o silício. Sua sensibilidade luminosa se baseia no efeito fotoelétrico, no valor
da resistência no sentido de bloqueio na camada semicondutora modificada pela
incidência da luz. Para que o efeito fotoelétrico seja influenciado o menos possível por
fontes externas de luz, o fotodiodo é encapsulado de maneira que a luz incida na área
fotossensível apenas através de uma pequena abertura (de um mm de diâmetro).Quando
uma junção é atingida pela energia luminosa, é produzida uma corrente chamada
fotocorrente

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6. VLSI significa em inglês ‘Very Large Scale Integration’. No caso da produção de
dispositivos CCD, está relacionado a produção de milhares de transistores em um chip de
silício, formando uma rede interligada.
7. É o armazenamento e transporte executado por elementos separados sem uma camada
de depleção.
8. Os dispositivos CMOS podem ser produzidos utilizando a mesma tecnologia de
fabricação de transistores e diodos, tornando a manufatura destes componentes mais
flexível, barateando o custo de produção. Os dispositivos CCD utilizam tecnologia
dedicada, tornando seu processo de manufatura rígido, aumentando o custo de
fabricação.
9. As válvulas de ultra-violeta são sensíveis aos raios ultravioleta que se fazem presentes
sempre que existe fogo.
10. A eficiência do processo é baixa devido à pouca transparência da junção (somente as
camadas superficiais são iluminadas).

Capítulo 6 - Sensores de Aceleração


1. c.
2. d.
3. d.
4. a.
5. c.
6. c.
7. a.
8. b.
9. a.
10. b.

Capítulo 9 -Sensores de Nível


1. São utilizados para o controle de líquidos ou grãos sólidos, contidos em reservatórios,
silos, tanques abertos, tanques pressurizados na indústria.
2. São utilizados na medição de nível fixo, quando a saída do sensor muda de estado que o
nível atinge um valor pré-determinado; ou medição contínua, quando o sensor indica o
valor em tempo real do nível monitorado.

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3. Sensores de nível do tipo flutuadores podem ser ampolas acionados por mercúrio, por
chaveamento de reed-switch ou bóia e por potenciômetro.
4. Nos flutuadores acionados por mercúrio o chaveamento ocorre pelo deslocamento do
mercúrio dentro de uma ampola que contem dos eletrodos de contato. Quando a ampola
se encontra na posição de repouso, o mercúrio aciona os eletrodos. Neste caso o nível
medido é fixo.
Nos flutuadores com acionamento por reed-switch, uma bóia com material magnético é
acoplada a uma haste que contém vários reed-switch, quando o nível muda, a posição da
bóia é alterada, chaveando diferentes elementos. Neste caso o nível pode ser medido em
valores discretos.
Nos flutuadores do tipo bóia, uma bóia é ligada a uma chave, que é acionada em função
do nível do material. Neste caso, o nível a ser medido é fixo.
No caso dos flutuadores potenciométricos, uma bóia é acoplada a um potenciômetro, que
tem seu valor de resistência alterado em função do nível medido pela bóia. Neste caso o
nível a ser medido é contínuo.
5. O eletrodo metálico pode ser aplicado na determinação de cotas no líquido a ser medido.
6. Boa precisão e repetibilidade, fácil instalação, possui diafragma com proteção de
sobrecarga e não requer nenhum líquido de transmissão.
7. Sobre a MEDIÇÃO DE NÍVEL CAPACITIVA, explique seu princípio de funcionamento,
suas vantagens e aplicações.
8. O sensor de nível vibratório é composto por uma haste piezoelétrica que vibra. Assim que
o produto entra em contato com a haste vibratória, a vibração é amortecida e aciona um
relé de saída.
Este tipo de sensor tem como vantagem a utilização em líquidos de baixa densidade e
não requer ajuste de funcionamento.
Ele pode ser aplicado na detecção de líquidos em áreas perigosas. As chaves são
utilizadas para pós e granulados quando outros métodos falham devido à aderência ou
ao baixo peso (por exemplo: gesso, cal, plástico em pó, açúcar, farinha, etc.).
9. Um emissor laser num dos lados do recipiente de modo que o raio atinja a superfície do
líquido em ângulo, sendo então refletido para um detector. Variações na posição do nível
modificam a direção do raio refletido e alteram o ponto que atinge o sensor,
correspondendo a nova posição a um sinal de nível, obtido pelos circuitos eletrônicos de
detecção. É um medidor de nível contínuo sem contato..
10. Strain-gage um transdutor que utiliza as variações resistivas dos resistores submetidos à
carga. Quando uma carga é aplicada na coluna suporte, a coluna é comprimida, sofrendo

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um aumento da área da seção transversal e uma diminuição no seu comprimento,
diminuindo o valor da resistência.
11. O sensor ultra-sônico é baseado no princípio da reflexão das ondas sonoras. Quando
uma onda sonora atravessa um meio capaz de absorver som e incide em outro meio
como uma barreira, somente uma pequena porção é absorvida e a maior parte da onda é
refletida pela barreira. A reflexão das ondas é um eco.
Ele pode ser aplicado em medições de nível precisa, porém que não podem ter contato
com o material.
Tem como principais vantagens: não utiliza partes móveis sujeitas a desgaste; sua
instalação é simples e total ausência de manutenção; sua instalação pode ser feita em
qualquer posição e para vários níveis; não sofre interferência de turbulências, vibrações
ou trepidações; e apresenta custo relativamente baixo.
A principal desvantagem é a utilização de dispositivos automáticos de compensação de
temperatura, quando está sujeito a variações acentuadas, pois variações na densidade
do meio de propagação interfere no valor medido.
12. Um conjunto de pás é acionado por um eixo ligado a um motor que fica montado sobre
uma placa ligada à base do instrumento por um sistema de mola e um eixo de torção. Se
as pás giram livremente, o sistema de torção não é acionado. Se as pás encontram
obstáculos, então o conjunto em que é montado o motor, ao tentar girar as pás, causa o
torque suficiente para vencer a força da mola e girando toda a base (apenas o suficiente
para atuar uma microchave ou outra forma de sinalização).

Capítulo 10 - Sensores de vazão


1. Sensor de vazão magnético indutivo- a condutividade do fluido pode influenciar na
medição; Efeito de coriolis - A medição da vazão mássica varia com a viscosidade
2. Um obstáculo, denominado elemento primário, introduzido em uma tubulação na qual
escoa um fluido, causa uma queda de pressão que varia com a vazão. Os tipos de
elementos primários mais utilizados são: Placa de Orifício; Tubo Venturi; Bocal; Tubo de
Pitot.
3. V, F, F, V
4. Esse dispositivo possibilita medição direta da diferença entre pressão dinâmica e
estática, bem como velocidade de fluxo e, conseqüentemente, vazão.
5. A perda de carga permanente é bem menor que nas placas de orifício chegando aos 10%
6. b.

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7. Trata-se de um transmissor que emite um feixe de luz que é refletida pelas paletas da
turbina e lidos por um foto-sensor. O número de pulsos recebidos pelo foto-receptor é
proporcional à velocidade da turbina, que é proporcional à vazão.
8. Vazão mássica, pois baseia-se no princípio da variação da viscosidade
9. Os medidores de vazão ultra-sônicos são instrumentos que operam a partir de
transdutores colocados externamente à tubulação, Possuem dois princípios de
funcionamento de acordo com as formas de aplicação dos ultra-sons: o efeito Doppler e
o do tempo de trânsito. Vantagens: Não é necessário a introdução de nenhum sensor em
contato com o fluxo e dispensa o seccionamento e parada das linhas. Desvantagens:
Preço elevado.
10. Engrenagens ovais (deslocamento positivo).

Capítulo 11 -Sensores de Tensão, Corrente e Potência


1. Consiste em uma resistência de baixo valor colocada em série com o circuito do qual se
pretende medir a corrente. Mede-se então a queda de tensão entre os terminais do
dispositivo.
2. Pelo fato do campo magnético necessário para gerar nas laterais da placa uma diferença
de potencial (Lei de Lorentz), depende diretamente na corrente no circuito a ser medido.
3. Para que se tenha uma tensão induzida no secundário do transformador CC, é
necessário que se aplique uma tensão variável que será responsável por um campo
magnético que irá ser influenciado pelo campo gerado pela corrente CC, resultando em
uma variação na tensão induzida nos secundário.
4. O inconveniente dos relés é que são sensíveis à temperatura do ambiente, que pode ser
evitada por um parafuso de regulação ou por meio de uma segunda lâmina bimetálica
compensatória, não aquecida, que vem disposta no lado inverso daquela que determina
o funcionamento do relé.
5. F, V, F, F, F.
6. A corrente I1 é fixada pela carga ligada ao circuito externo: se I2 = 0, isto é, secundário
aberto, não haverá o efeito desmagnetizante dessa corrente e a corrente de excitação Io
passa a ser a própria corrente I1, originando, em conseqüência, um fluxo "" muito
elevado no núcleo. Conseqüência dessa imprecaução: Aquecimento excessivo causando
a destruição do isolamento, podendo provocar contato do circuito primário com o
secundário e com a terra; Uma FEM induzida E2 de valor elevado, com iminente perigo
para o operador. Quanto ao T.P., não existe nenhum tipo de perigo em deixar o
secundário aberto.
7. d.

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8. TC enrolado: cujo enrolamento primário, constituído de uma ou mais espiras, envolve
mecanicamente o núcleo do transformador. Buchas de transformadores e disjuntores; TC
barra: seu primário é constituído por uma barra, montada permanentemente pelo núcleo
do transformador. Medição em baixa tensão; TC janela: sem primário próprio, construído
com uma abertura no núcleo, por onde passa um condutor do circuito primário, formando
uma ou mais espiras. Aplicação: Medição em baixa tensão; TC bucha: tipo especial de
TC, projetado para ser instalado sobre uma bucha de um equipamento elétrico, sendo
parte integrante dele. Aplicação: Buchas de transformadores e disjuntores; TC de núcleo
dividido: tipo especial, em que parte do núcleo é separável ou basculante, para facilitar o
enlaçamento do condutor primário. Aplicação: Amperímetro tipo "alicate" e medidores de
grandezas instantâneos.
9. O TP esta especificado corretamente, visto que a tensão de fase é 2,2kV. O TC deverá
ser especificado uma relação de no mínimo 100/5A.
10. Os transdutores de potência ativa (watt) e reativa (VAr) convertem a potência C.A. em
uma saída proporcional(4 á 20mA) para serem usados com equipamentos de indicação,
registradores, e em sistema de controle ligados a entradas digitais de CLPs. Em
aplicações industriais a medição separadamente das grandezas elétricas certamente não
é uma boa solução técnica/econômica. Nessas aplicações a melhor opção é a utilização
de medidores microprocessados que fazem a medição de todas as grandezas elétricas
de que se necessita para um controle industrial.

Capítulo 12 -Sensores de Umidade, Gases e pH


1. A manutenção dos níveis de umidade, na maioria desses processos, pode significar um
aumento na qualidade do produto, maior produtividade e menores custos de produção.
2. Em qualquer situação em que o excesso de umidade pode induzir ou influenciar química,
física ou biologicamente nos processos, é muito importante assegurar uma contínua e
precisa monitoração e controle da umidade relativa do ar.
3. Medições de Bulbo Úmido/Bulbo Seco (Psicrométricas), ponto de orvalho do tipo de sal
saturado e sensores elétricos de umidade relativa.
4. As principais desvantagens do psicrômetro são: A precisão é baixa a menos de 20% de
UR, não funcionando abaixo de 10% de UR;Tem a tendência para congelar abaixo de
0C; Não se presta a ambientes pequenos e fechados.
5. A umidade é um importante parâmetro de muitos processos industriais, uma vez que o
vapor d'água contido no ar, ou em um gás, pode alterar as especificações de um produto
ou serviço afetando a sua qualidade e, conseqüentemente, a sua aceitação pelo
mercado.
- Alguns trabalhos laboratoriais e processos industriais

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- Controle ambiental incluem, entre outras, o conforto, a saúde, a conservação de
produtos, o controle da estática em equipamentos eletrônicos, etc.
- Controle de centrais de processamento de dados. Níveis de 40 a 60% de umidade
relativa são especificados pela maioria dos fabricantes de computadores.
- Secagem industrial. Em uma indústria de papel, um controle permanente das condições
ambientais evita, de um lado.
6. Sensor de óxido de alumínio - são pequenos e prestam-se a uso local; O higrômetro
eletrolítico - constitui melhor escolha para controle “em linha” ou para um sistema de
sensor múltiplo; Higrômetros óticos de condensação - aplicações em que se requer a
precisão máxima na determinação do teor de vapor d'água em uma faixa razoavelmente
ampla de ponto de orvalho.
7. Os que seguem detalhados aparelhos de medições de gases, pelos quais se mede a
concentração de um componente gasoso, e os que permitem análises quantitativas e
qualitativas de misturas de matérias conhecidas e desconhecidas.
8. Eles são divididos em dois grupos:in loco; extrativos.
9. Analisadores de gases por absorção de radiação infravermelha não dispersiva NDIR
(normalmente usados em gases heteroatômicos, por exemplo: CO,CO2, H2S, CnHm);
Analisadores de gases pelo método paramagnético (oxigênio); Analisadores de gases
pelo método da condutibilidade térmica TCD, normalmente usados para gases como: H 2,
CH4, SO2, etc.; Analisadores de gases por ionização de chama (normalmente para gases
compostos de hidrocarbonetos); Analisadores de gases por célula eletroquímica (O 2 de
um modo geral); e Analisadores de gases por quimiluminescência: NO, NO2, NOx.
10. Eletrodos de leitura direta; medidores do tipo potenciométrico.

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