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Aula 01

Lei de Acesso à Informação p/ CLDF (Vários Cargos) - Pós-Edital

Professores: Herbert Almeida, Time Herbert Almeida


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AULA 01
LEI DISTRITAL N¼ 4.990/2012 Ð
LEI DISTRITAL DE ACESSO Ë
INFORMA‚ÌO

SUMÁRIO
Sum‡rio .......................................................................................... 1
Lei de Acesso ˆ Informa•‹o................................................................ 2
1 Ð Introdu•‹o ................................................................................. 4
2 Ð Abrang•ncia ............................................................................... 5
3 Ð Diretrizes ................................................................................... 7
4 Ð Do acesso a informa•›es e da sua divulga•‹o ................................. 9
5 Ð Procedimento de Acesso ˆ Informa•‹o ......................................... 15
6 Ð Restri•›es de acesso ˆ informa•‹o .............................................. 20
7 Ð Responsabilidade dos agentes pœblicos ........................................ 28
8 Ð Fiscaliza•‹o Legislativa ............................................................. 30
9 Ð Disposi•›es Finais e Transit—rios ................................................. 31
10 Ð Quest›es de assuntos variados ................................................. 31
11 Ð Quest›es Extras ...................................................................... 44
12 - Lista das Quest›es de Aula........................................................ 60
13 Ð Gabarito ................................................................................. 73
14 - Considera•›es Finais ................................................................ 73

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APRESENTAÇÃO E CRONOGRAMA DE AULAS


LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO
Ol‡ concurseiros e concurseiras.
ƒ com muita satisfa•‹o que estamos lan•ando o curso sobre a Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o (v‡rios cargos) no concurso da C‰mara Legislativa do Distrito
Federal - CLDF.
De imediato, vejamos as caracter’sticas deste material:
ü ser‡ feita uma abordagem completa e objetiva da norma;
ü grande quantidade de quest›es comentadas;

ü refer•ncias atualizadas, com ampla pesquisa na doutrina e


jurisprud•ncia recente;
ü contato direto com o professor atravŽs do f—rum de dœvidas.
Caso ainda n‹o me conhe•am, meu nome Ž Herbert Almeida, sou Auditor de
Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Esp’rito Santo
aprovado em 1¼ lugar no concurso para o cargo. AlŽm disso, obtive o 1¼
lugar no concurso de Analista Administrativo do TRT/23¼ Regi‹o/2011.
Meu primeiro contato com a Administra•‹o Pœblica ocorreu atravŽs das For•as
Armadas. Durante sete anos, fui militar do ExŽrcito Brasileiro, exercendo
atividades de administra•‹o como Gestor Financeiro, Pregoeiro, Respons‡vel pela
Conformidade de Registros de Gest‹o e Chefe de Se•‹o. Sou professor de Direito
Administrativo e Administra•‹o Pœblica aqui no EstratŽgia Concursos e
palestrante da Turma EstratŽgica.
AlŽm disso, no Tribunal de Contas, participo de atividades relacionadas com o
Direito Administrativo.
Ademais, os concursos pœblicos em que fui aprovado exigiram diversos
conhecimentos, inclusive sobre Direito Administrativo. Ao longo de meus
estudos, resolvi diversas quest›es, aprendendo a forma como cada organizadora
aborda os temas previstos no edital. Assim, pretendo passar esses
conhecimentos para encurtar o seu caminho em busca de seu objetivo. Ent‹o, de
agora em diante, vamos firmar uma parceria que levar‡ voc• ˆ aprova•‹o no
concurso pœblico da CLDF
Observo ainda que o nosso curso contar‡ com o apoio da Prof». Leticia Cabral,
que nos auxiliar‡ com as respostas no f—rum de dœvidas. A Prof. Leticia Ž
advogada e trabalha tambŽm como assessora de Procurador do Estado em
Vit—ria-ES. Atualmente tambŽm Ž aluna do mestrado em Direito Processual na
UFES (Universidade Federal do Esp’rito Santo).
Com isso, daremos uma aten•‹o mais completa e pontual ao nosso f—rum. Para
maximizar o seu aprendizado, nosso curso estar‡ estruturado em duas aulas,
sendo esta aula inicial e mais uma, vejamos o cronograma:

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AULA CONTEÚDO DATA

Lei federal nº 12.527/2011, que regula o acesso a


Aula 1 informações em âmbito nacional. Lei distrital nº 4.990/2012, Disponível
que regula o acesso a informações no Distrito Federal.

Aten•‹o! Este curso Ž completo em pdf. N‹o teremos videoaulas.


Por fim, se voc• quiser receber dicas di‡rias de prepara•‹o para concursos e de
Direito Administrativo, siga-me nas redes sociais (n‹o esque•a de habilitar as
notifica•›es no Instagram, assim voc• ser‡ informado sempre que eu postar uma
novidade por l‡):

! @profherbertalmeida!
! /profherbertalmeida/!
! @profherbertalmeida!
Sem mais delongas, espero que gostem do material e vamos ao nosso curso.

Observa•‹o importante: este curso Ž protegido por direitos autorais


(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a
legisla•‹o sobre direitos autorais e d‡ outras provid•ncias.

Grupos de rateio e pirataria s‹o clandestinos, violam a lei e prejudicam os


professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe
adquirindo os cursos honestamente atravŽs do site EstratŽgia Concursos ;-)

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LEI DISTRITAL NO 4.990, DE 12 DE


DEZEMBRO DE 2012 – LEI DE ACESSO A
INFORMAÇÃO
Em rela•‹o ˆ nossa aula, temos algumas observa•›es. O edital exigiu
simultaneamente a Lei Federal 12.527/2011 e a Lei Distrital 4.990/2012.
Optamos por fazer a an‡lise das duas normas em uma œnica aula, dando
prioridade aos t—picos da legisla•‹o distrital, que possuem maior
probabilidade de serem exigidos na prova. No entanto, Ž imprescind’vel
que, alŽm da leitura desta aula, voc• leia as duas leis ÒsecasÓ, j‡ que
v‡rias quest›es podem simplesmente reproduzir o conteœdo das citadas
leis.
Vamos l‡! Bons estudos!

1 – INTRODUÇÃO
Segundo a Controladoria-Geral da Uni‹o1 (CGU), a informa•‹o sob a
guarda do Estado Ž sempre pœblica, devendo o acesso a ela ser
restringido apenas em casos espec’ficos. Isto significa que a informa•‹o
produzida, guardada, organizada e gerenciada pelo Estado em nome da
sociedade Ž um bem pœblico. O acesso a esses dados Ð que comp›em
documentos, arquivos, estat’sticas Ð constitui-se em um dos fundamentos
para a consolida•‹o da democracia, ao fortalecer a capacidade dos
indiv’duos de participar de modo efetivo da tomada de decis›es que os
afeta.
Nesse contexto, foi elaborada a Lei 12.527/2011, conhecida como Lei
de Acesso ˆ Informa•‹o Ð LAI, representa uma mudan•a de paradigma
em matŽria de transpar•ncia pœblica, pois estabelece que o acesso Ž a
regra e o sigilo, a exce•‹o. Qualquer cidad‹o poder‡ solicitar acesso ˆs
informa•›es pœblicas, ou seja, ˆquelas n‹o classificadas como sigilosas,
conforme procedimento que observar‡ as regras, prazos, instrumentos de
controle e recursos previstos. A Lei de Acesso ˆ Informa•‹o surgiu para
regulamentar o artigo 5¼, XXXIII2, alŽm do inciso II3, ¤ 3¼, artigo 37, e o
¤ 2¼4 do art. 216, tudo da Constitui•‹o Federal, com o objetivo de

1
BRASIL/CGU, 2011, p. 9.
2
Art. 5º [...] XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de
responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado;
3
Art. 37. [...], §3º [...] II - o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos
de governo, observado o disposto no art. 5º, X e XXXIII;
4
Art. 216. [...] § 2º - Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação
governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.

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garantir ao cidad‹o o exerc’cio do seu direito de acesso ˆ


informa•‹o.
Tal Lei foi elaborada pela Uni‹o, constituindo-se em lei nacional, pois
apresenta normas gerais sobre o acesso ˆ informa•‹o, tendo aplica•‹o,
portanto, para a administra•‹o direta e indireta de todos os Poderes
de todos os entes da Federa•‹o (Uni‹o, estados, Distrito Federal e
munic’pios).
Portanto, a Lei de Acesso ˆ Informa•‹o aplica-se, por exemplo, a —rg‹os
da Uni‹o, dos estados, do Distrito Federal e dos munic’pios, como ˆs
suas secretarias ou a entidades da administra•‹o indireta (autarquias,
empresas pœblicas, etc.).
Por outro lado, os entes da Federa•‹o podem elaborar normas pr—prias,
constituindo-se em regras espec’ficas, limitadas aos respectivos ‰mbitos.
ƒ a’ que entra a Lei Distrital 4.990/2012, que institui os procedimentos
a serem observados pelo Distrito Federal, visando a garantir o acesso a
informa•›es. Anota-se que tal Lei foi elaborada com fundamento nas
regras constitucionais de acesso ˆ informa•‹o e tambŽm com fundamento
na pr—pria Lei 12.527/2011. Portanto, no que se refere ao acesso ˆ
informa•‹o no ‰mbito do DF temos a aplica•‹o da Lei 12.527/2011 como
lei de normas gerais, aplicando-se em conjunto com a Lei 4.990/2012,
como lei de normas espec’ficas para o DF.
A partir de agora, para fins did‡ticos, quando utilizarmos a express‹o ÒLei
de Acesso ˆ Informa•‹oÓ estaremos tratando da Lei Distrital 4.990/2012.5
Eventualmente, quando precisarmos nos referir ˆ legisla•‹o federal,
adotaremos ˆ express‹o ÒLei 12.527/2011Ó. Ent‹o, vamos nesta!

2 – ABRANGÊNCIA
Conforme vimos, a LDAI Ž uma lei de normas espec’fica, restrita ao
‰mbito do Distrito Federal. Nesse contexto, subordinam-se ao regime da
Lei 4.990/2012:
a)! os —rg‹os pœblicos integrantes da administra•‹o direta dos Poderes
Executivo e Legislativo, incluindo o Tribunal de Contas do Distrito Federal;
b)! as autarquias, as funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as
sociedades de economia mista e as demais entidades controladas direta
ou indiretamente pelo Distrito Federal.

A Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o aplica-se ˆ


administra•‹o DIRETA e INDIRETA do Distrito
Federal.

AlŽm disso, as disposi•›es da LDAI aplicam-se ˆs entidades privadas sem


fins lucrativos que recebam, para realiza•‹o de a•›es de interesse

5
TambŽm adotaremos as express›es ÒLei 4.990Ó, ÒLei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹oÓ ou ainda
ÒLDAIÓ, tudo para se referir ˆ Lei Distrital 4.990/2012Ó.

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pœblico, recursos pœblicos diretamente do or•amento ou mediante


subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de parceria, conv•nios,
acordo, ajustes ou outros instrumentos cong•neres. Nesse caso, essas
entidades dever‹o atentar para as disposi•›es da Lei, naquilo que for
referente ˆ parcela dos recursos pœblicos recebidos, ˆ sua
destina•‹o e ˆ contrapartida, sem preju’zo das presta•›es de contas a que
estejam legalmente obrigadas. Explicando melhor, as entidades privadas
sem fins lucrativos (como as organiza•›es sociais) que recebam recursos
pœblicos dever‹o cumprir as determina•›es da Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o, mas somente no limite dos recursos transferidos. Dessa
forma, se a organiza•‹o social recebesse recursos de outras origens,
somente seria obrigada a seguir a LDAI nas atividades realizadas com os
recursos pœblicos, desobrigando-se de seguir as normas de acesso ˆ
informa•‹o em atividades realizadas exclusivamente com recursos de
outras origens.

Subordinam-se ao regime da LDAI:

a)! os —rg‹os pœblicos integrantes da administra•‹o direta dos Poderes


Executivo e Legislativo, incluindo o Tribunal de Contas do Distrito
Federal;

b)! as autarquias, as funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as


sociedades de economia mista e as demais entidades controladas
direta ou indiretamente pelo Distrito Federal;
c)! entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para realiza•‹o de
a•›es de interesse pœblico, recursos pœblicos diretamente do or•amento
ou mediante subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de parceria,
conv•nios, acordo, ajustes ou outros instrumentos cong•neres, naquilo
que for referente ˆ parcela dos recursos pœblicos.

Vamos resolver algumas assertivas que nos ajudar‹o a fixar melhor o


conteœdo.

1.! (Procurador da Fazenda Nacional/2015) A respeito da Lei n.


12.527/2011, conhecida como Lei de Acesso ˆ Informa•‹o,
analise a afirmativa abaixo, classificando-a em verdadeira (V) ou
falsa (F).
( ) Trata-se de uma lei que contŽm normas gerais e, sob este
aspecto, de car‡ter nacional.
Coment‡rio: observe que, no enunciado, estamos tratando da Lei
12.527/2011, que reflete normas gerais sobre o acesso ˆ informa•‹o,
aplicando-se, dessa forma, a todos os entes da Federa•‹o, motivo pelo

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qual Ž uma lei nacional.


Gabarito: correta.

2.! (TEFC/TCU/2012) As entidades privadas sem fins lucrativos


que recebam recursos pœblicos diretamente do or•amento ou
mediante subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de
parceria, conv•nios, acordo, ajustes ou outros instrumentos
cong•neres est‹o obrigadas a divulgar o montante e a
destina•‹o de todos os recursos que movimentam, uma vez que
est‹o sujeitas ˆs disposi•›es da referida lei.
Coment‡rio: o item est‡ errado, pois as entidades privadas sem fins
lucrativos que recebam recursos pœblicos est‹o obrigadas a divulgar o
montante, a destina•‹o e a contrapartida somente dos recursos que
receberam do poder pœblico. Assim, se essas entidades receberem
recursos de doa•›es de terceiros, n‹o precisar‹o divulgar a destina•‹o
desses montantes.
Gabarito: errado.

3 – DIRETRIZES
A Lei de Acesso ˆ Informa•‹o apresentou uma sŽrie de diretrizes que
fundamentam as suas regras b‡sicas e auxiliam na sua interpreta•‹o.
Nesse contexto, os procedimentos constantes da LAI destinam-se a
assegurar o direito fundamental de acesso ˆ informa•‹o e devem
ser executados em conformidade com os princ’pios b‡sicos da
administra•‹o pœblica e com as seguintes diretrizes (art. 3¼) Ð
coment‡rios em preto, quando necess‡rio:

a)! observ‰ncia da publicidade como preceito geral e do sigilo como


exce•‹o;
b)! divulga•‹o de informa•›es de interesse pœblico, independentemente de
solicita•›es Ð essa Ž a base da denominada transpar•ncia ativa,
segundo a qual a administra•‹o dever‡ divulgar na internet e em outros
meios informa•›es de interesse geral, independentemente de qualquer
solicita•‹o;
c)! utiliza•‹o de meios de comunica•‹o viabilizados pela tecnologia da
informa•‹o Ð como, por exemplo, a utiliza•‹o dos portais de
transpar•ncia;
d)! fomento ao desenvolvimento da cultura de transpar•ncia na
administra•‹o pœblica;
e)! desenvolvimento do controle social da administra•‹o pœblica Ð ˆ medida
que as informa•›es s‹o disponibilizadas, a sociedade ter‡ melhores
condi•›es de exercer o controle sobre a administra•‹o pœblica.

AlŽm disso, o art. 5¼ da LDAI disp›e que Ž dever do Estado garantir o


direito de acesso ˆ informa•‹o. Tal acesso ser‡ franqueada, mediante

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procedimentos objetivos e ‡geis, de forma transparente, clara e em


linguagem de f‡cil compreens‹o.

3.! (Assessor Jur’dico/CM-Caieira/2015) A Lei de Acesso ˆ


Informa•‹o tem como diretrizes, entre outras, a observ‰ncia da
publicidade como preceito geral e do sigilo como exce•‹o, bem
como a divulga•‹o de informa•›es de interesse pœblico,
independentemente de solicita•›es.
Coment‡rio: sem maiores dificuldades, podemos identificar o item
como correto, uma vez que s‹o diretrizes da Lei de Acesso ˆ
Informa•›es:
a)! observ‰ncia da publicidade como preceito geral e do sigilo como
exce•‹o;
b)! divulga•‹o de informa•›es de interesse pœblico, independentemente de
solicita•›es;
c)! utiliza•‹o de meios de comunica•‹o viabilizados pela tecnologia da
informa•‹o;
d)! fomento ao desenvolvimento da cultura de transpar•ncia na
administra•‹o pœblica;
e)! desenvolvimento do controle social da administra•‹o pœblica.
Gabarito: correto.

3.1 – DEFINIÇÕES
O art. 4¼ da Lei de Acesso ˆ Informa•‹o apresenta algumas defini•›es que
costumam ser cobradas em concursos. N‹o s‹o dif’ceis de compreender e,
normalmente, s‹o cobradas de forma literal. Assim, vamos apenas
reproduzir o conteœdo da Lei. Para os efeitos da LDAI, considera-se (art.
4¼):

a)! informa•‹o: dados, processados ou n‹o, que podem ser utilizados para
a produ•‹o e a transmiss‹o de conhecimento, contidos em qualquer meio,
suporte ou formato;
b)! documento: unidade de registro de informa•›es, qualquer que seja o
suporte ou o formato;
c)! informa•‹o sigilosa: aquela submetida temporariamente ˆ restri•‹o de
acesso pœblico em raz‹o de sua imprescindibilidade para a seguran•a da
sociedade e do Estado;
d)! informa•‹o pessoal: aquela relacionada ˆ pessoa natural identificada ou
identific‡vel;
e)! tratamento da informa•‹o: conjunto de a•›es referentes ˆ produ•‹o, ˆ
recep•‹o, ˆ classifica•‹o, ˆ utiliza•‹o, ao acesso, ˆ reprodu•‹o, ao

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transporte, ˆ transmiss‹o, ˆ distribui•‹o, ao arquivamento, ao


armazenamento, ˆ elimina•‹o, ˆ avalia•‹o, ˆ destina•‹o ou ao controle
da informa•‹o;
f)! disponibilidade: qualidade da informa•‹o que pode ser conhecida e
utilizada por indiv’duos, equipamentos ou sistemas autorizados;
g)! autenticidade: qualidade da informa•‹o que tenha sido produzida,
expedida, recebida ou modificada por determinado indiv’duo,
equipamento ou sistema;
h)! integridade: qualidade da informa•‹o n‹o modificada, inclusive quanto ˆ
origem, ao tr‰nsito e ao destino;
i)! primariedade: qualidade da informa•‹o coletada na fonte, com o
m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem modifica•›es.

4 – DO ACESSO A INFORMAÇÕES E DA SUA DIVULGAÇÃO


A legisla•‹o de acesso ˆ informa•‹o trouxe um conjunto de procedimentos
e regras a serem observadas na disponibiliza•‹o de informa•›es. Nesse
contexto, o acesso ˆ informa•‹o passa a ser garantido por v‡rios meios,
como a disponibiliza•‹o de of’cio de informa•›es na internet
(transpar•ncia ativa), a prote•‹o e o zelo com as informa•›es, os
procedimentos para que as pessoas tenham acesso ˆs informa•›es n‹o
disponibilizadas de of’cio (transpar•ncia passiva), os ritos para
classifica•‹o de informa•›es protegidas por sigilo, as san•›es aplic‡veis
aos agentes pœblicos que desobservarem as normas de transpar•ncia,
entre outros t—picos.
No que se trata da transpar•ncia, os —rg‹os e entidades do Poder Pœblico
Distrital, observadas as normas e procedimentos espec’ficos aplic‡veis,
devem assegurar a gest‹o transparente da informa•‹o, propiciando
amplo acesso a ela e sua divulga•‹o. AlŽm disso, os —rg‹os e entidades
devem proteger as informa•›es, garantindo-se sua disponibilidade,
autenticidade e integridade. No que se refere ˆs informa•›es sigilosas e
pessoais, os —rg‹os e entidades pœblicos devem proteg•-las, observando,
alŽm da disponibilidade, autenticidade e integridade, a eventual restri•‹o
de acesso (art. 6¼).
Conforme j‡ anotado, o direito ao acesso ˆ informa•‹o Ž bem amplo, j‡
que a regra Ž a transpar•ncia, ressalvando-se o sigilo apenas para casos
espec’ficos. Com efeito, alŽm da pr—pria divulga•‹o da informa•‹o, h‡
relevante preocupa•‹o na Lei de Acesso ˆ Informa•‹o de efetivamente
concretizar o direito ao acesso, assegurando-se n‹o s— a pr—pria
informa•‹o, como tambŽm os meios de a alcan•ar, como o direito de
receber orienta•›es, por exemplo.
Nesse contexto, o acesso ˆ informa•‹o compreende, entre outros, o
direito de obter (art. 7¼):

a)! orienta•‹o sobre os procedimentos para a consecu•‹o de acesso Ð


incluindo ainda as orienta•›es sobre o local onde poder‡ ser encontrada

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ou obtida a informa•‹o almejada;


b)! informa•‹o contida em registros ou documentos produzidos ou
acumulados por seus —rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos
pœblicos;
c)! informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou entidade privada
decorrente de qualquer v’nculo com seus —rg‹os ou entidades, mesmo
que esse v’nculo j‡ tenha cessado;
d)! informa•‹o prim‡ria, ’ntegra, aut•ntica e atualizada;6
e)! informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades,
inclusive as relativas ˆ sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os;
f)! informa•‹o pertinente a administra•‹o do patrim™nio pœblico,
utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•›es, contratos
administrativos, conv•nios e instrumentos cong•neres; e
g)! informa•‹o relativa: (i) ˆ implementa•‹o, ao acompanhamento e aos
resultados de programas, projetos e a•›es dos —rg‹os e das entidades
pœblicas, bem como ˆs metas e aos indicadores propostos; (ii) ao
resultado de inspe•›es, auditorias, presta•›es e tomadas de
contas realizadas pelos —rg‹os de controle interno e externo, incluindo
presta•›es de contas relativas a exerc’cios anteriores.

Ademais, o direito de acesso ˆ informa•‹o compreende tambŽm o direito


de acesso aos documentos, ou ˆs informa•›es neles contidas, utilizados
como fundamento da tomada de decis‹o e do ato administrativo,
que dever‡ ser assegurado com a edi•‹o do ato decis—rio respectivo (art.
7¼, ¤ 3¼). Por exemplo: se uma autoridade negar um benef’cio a um
servidor, no momento que adotar a decis‹o, dever‡ assegurar o acesso ao
servidor de toda a documenta•‹o que fundamentou essa decis‹o. Esse Ž
um meio leg’timo de controle sobre os atos administrativos, j‡ que as
autoridades ter‹o que disponibilizar os documentos que fundamentam
suas decis›es.
Veremos adiante, entretanto, que o direito de acesso ˆ informa•‹o n‹o Ž
irrestrito, pois algumas informa•›es podem ser classificadas em algum
grau de sigilo. Dessa forma, o acesso ˆ informa•‹o ora disciplinado n‹o
compreende as informa•›es referentes a projetos de pesquisa e
desenvolvimento cient’ficos ou tecnol—gicos cujo sigilo seja
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade, do Estado ou do Distrito
Federal (art. 7¼, ¤ 1¼).
Portanto, nem sempre as pessoas ter‹o acesso ˆs informa•›es, uma vez
que estas, em alguns casos, poder‹o ser protegidas por algum grau de
sigilo. PorŽm, se a informa•‹o for apenas parcialmente sigilosa, o
cidad‹o ter‡ direito de acessar a parte n‹o sigilosa desta informa•‹o. Vale
dizer, quando n‹o for autorizado acesso integral ˆ informa•‹o

6
Relembrando as defini•›es constantes no art. 4¼: (i) autenticidade: qualidade da informa•‹o
que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indiv’duo,
equipamento ou sistema; (ii) integridade: qualidade da informa•‹o n‹o modificada, inclusive
quanto ˆ origem, ao tr‰nsito e ao destino; (iii) primariedade: qualidade da informa•‹o coletada
na fonte, com o m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem modifica•›es.

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parcialmente sigilosa, Ž assegurado o acesso ˆ parte n‹o sigilosa por


meio de certid‹o, extrato ou c—pia com oculta•‹o da parte sob sigilo (art.
7¼, ¤ 2¼).
AlŽm disso, a autoridade n‹o pode simplesmente negar o acesso ˆ
informa•‹o, sem motiv‡-lo, uma vez que a LDAI disp›e que a negativa de
acesso ˆs informa•›es objeto de pedido formulado aos —rg‹os e ˆs
entidades pœblicos, quando n‹o fundamentada, sujeita o respons‡vel
a medidas disciplinares (art. 7¼, ¤ 4¼).
Da mesma forma, a Lei de Acesso ˆ Informa•‹o possui mecanismos para
evitar que as informa•›es sejam deliberadamente destru’das. Assim, se
for informado o extravio da informa•‹o solicitada, pode o interessado
requerer ˆ autoridade competente a imediata abertura de sindic‰ncia
para apurar o desaparecimento da respectiva documenta•‹o (art.
7¼, ¤ 5¼). Com efeito, ocorrendo o extravio, o respons‡vel pela guarda da
informa•‹o extraviada deve, no prazo de dez dias, justificar o fato e
indicar testemunhas que comprovem sua alega•‹o (art. 7¼, ¤ 6¼).

4.1 – TRANSPARÊNCIA ATIVA E PASSIVA


O cidad‹o poder‡ ter acesso a informa•›es disponibilizadas diretamente
pelos —rg‹os, independentemente de qualquer solicita•‹o, ou por meio de
requerimentos formulados aos —rg‹os e entidades do Poder Pœblico. Essas
duas formas de se obter o acesso ˆ informa•‹o podem ser classificadas
como transpar•ncia ativa e transpar•ncia passiva.
A transpar•ncia ativa, disciplinada basicamente nos arts. 8¼ e 9¼, trata
das informa•›es que devem ser disponibilizadas independentemente de
requerimentos, por todos os meios leg’timos de divulga•‹o, sendo
obrigat—ria a disponibiliza•‹o na internet, como ocorre nos portais de
transpar•ncia.
Por outro lado, a transpar•ncia passiva, disciplinada nos arts. 10 a 18,
Ž aquela que depende de algum requerimento para ser disponibilizada.
Nesse caso, o interessado formula um pedido, que dever‡ ser atendido
pela autoridade respons‡vel.

Disponibilizada independentemente
Ativa de requerimento, por todos os meios
legítimos, inclusive pela internet
Transparência
Informação disponibilizada em
Passiva decorrência de requerimento
formulado por interessado

Vamos estudar a transpar•ncia passiva em cap’tulo pr—prio, ao


abordarmos o procedimento de acesso ˆ informa•‹o.

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Tratando-se, ent‹o, da transpar•ncia ativa, o art. 8¼ da Lei de Acesso ˆ


Informa•‹o disp›e que Ž dever dos —rg‹os e entidades pœblicas
promover, independentemente de requerimentos, a divulga•‹o em
local de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es
de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas.

Seguindo a transpar•ncia ativa, os —rg‹os


e entidades pœblicos devem divulgar,
independentemente de requerimento,
no m’nimo o seguinte (art. 8¼, par‡grafo
œnico):
a)! registro das compet•ncias e da estrutura organizacional,
endere•os, telefones e correio eletr™nico institucional das respectivas
unidades e hor‡rios de atendimento ao pœblico;
b)! registro de quaisquer repasses ou transfer•ncias de recursos
financeiros;
c)! registro das despesas;
d)! resultados de inspe•›es e auditorias, presta•›es de contas e
tomadas de contas especiais realizadas pelos —rg‹os de controle
interno e externo, incluindo presta•‹o de contas relativas a exerc’cios
anteriores;
e)! informa•›es concernentes a procedimentos licitat—rios, inclusive
aos respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos
celebrados;
f)! dados gerais para o acompanhamento de programas, a•›es,
projetos e obras, com informa•›es sobre sua execu•‹o, metas e
indicadores, em linguagem de f‡cil compreens‹o;
g)! respostas a perguntas mais frequentes feitas pela sociedade;
h)! dados e execu•‹o de programas de desenvolvimento social e
habitacional;
i)! critŽrios de aloca•‹o e de uso dos recursos decorrentes de fundos
pœblicos;
j)! contratos de gest‹o firmados com entidades qualificadas como
organiza•›es sociais;
k)! informa•›es sobre controle e fiscaliza•‹o de recursos pœblicos
destinados a organiza•›es n‹o governamentais;
l)! valores e critŽrios de transfer•ncia de recursos financeiros ˆs
unidades escolares e ˆs diretorias regionais de ensino, por meio de suas
respectivas unidades executoras;
m)! rela•‹o de reclama•›es contra fornecedores de produtos e de servi•os;
n)! relat—rios com avalia•›es e dados da execu•‹o e da utiliza•‹o das
gratuidades concedidas pelo Sistema de Transporte Pœblico
Coletivo do Distrito Federal ˆs pessoas com defici•ncia e a seus
acompanhantes;
o)! relat—rios com avalia•‹o e dados da execu•‹o do Passe Livre

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Estudantil.
p)! rela•‹o dos cargos em comiss‹o e de provimento efetivo ocupados
e vagos em cada —rg‹o ou entidade.

Para o cumprimento dessa obriga•‹o de transpar•ncia ativa, os —rg‹os e


entidades pœblicas devem utilizar a divulga•‹o em s’tios oficiais na
Rede Mundial de Computadores Ð internet7, sendo que a estrutura e
o conjunto de informa•›es pœblicas a serem disponibilizadas no s’tio dos
—rg‹os e das entidades devem observar o modelo padronizado definido
pelos —rg‹os competentes do Distrito Federal (art. 9¼, caput e ¤ 2¼).
Com efeito, O Poder Executivo disponibilizar‡ aos cidad‹os certid›es
referentes ˆ administra•‹o pœblica, em seu s’tio oficial, sem
qualquer custo (art. 13). Contudo, a Lei n‹o define exatamente a
finalidade e o conteœdo dessas certid›es.
AlŽm disso, a LDAI determina que os —rg‹os e entidades da administra•‹o
pœblica devem realizar, dentro de suas ‡reas de compet•ncia, audi•ncias
ou consultas pœblicas, incentivando a participa•‹o popular. As
audi•ncias e as consultas s‹o meios de trazer a sociedade para se
informar, discutir e ajudar a decidir sobre temas relevantes, como ocorre
por exemplo na realiza•‹o de licita•›es de imenso vulto (conforme
previsto no art. 39 da Lei de Licita•›es e Contratos Ð Lei 8.666/1993).

4.2 – SERVIÇO DE INFORMAÇÕES AO CIDADÃO – SIC


Como forma de assegurar o acesso a informa•›es, os —rg‹os e entidades
do poder pœblico devem criar servi•o de informa•›es ao cidad‹o Ð
SIC, em local com condi•›es apropriadas para (art. 10):
a)! atender e orientar o pœblico quanto ao acesso a informa•›es;
b)! protocolizar documentos e requerimentos de acesso a informa•›es;
c)! informar sobre a tramita•‹o de documentos nas suas respectivas unidades.
No ‰mbito do Poder Executivo, o Servi•o de Informa•›es ao Cidad‹o Ð
SIC, funciona nas ouvidorias de cada —rg‹o (art. 12, caput).

7
Esses portais da transpar•ncia dever‹o atender, entre outros, aos seguintes requisitos (art. 9¼,
¤ 1¼): (i) conter ferramenta de pesquisa de conteœdo que permita o acesso ˆ informa•‹o de forma
objetiva, transparente, clara e em linguagem de f‡cil compreens‹o; (ii) possibilitar a grava•‹o de
relat—rios em diversos formatos eletr™nicos, inclusive abertos e n‹o propriet‡rios, de modo a
facilitar a an‡lise das informa•›es; (iii) possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos
em formatos abertos, estruturados e leg’veis por m‡quina; (iv) divulgar em detalhes os formatos
utilizados para estrutura•‹o da informa•‹o; (v) garantir a autenticidade e a integridade das
informa•›es dispon’veis para acesso; (vi) manter atualizadas as informa•›es dispon’veis para
acesso; (vii) indicar local e instru•›es que permitam ao interessado comunicar-se, por via
eletr™nica ou telef™nica, com o —rg‹o ou a entidade detentora do s’tio; (viii) adotar as medidas
necess‡rias para garantir a acessibilidade de conteœdo para pessoas com defici•ncia, nos termos
do art. 17 da Lei federal n¼ 10.098, de 19 de dezembro de 2000, e do art. 9¼ da Conven•‹o sobre
os Direitos das Pessoas com Defici•ncia, aprovada pelo Decreto Legislativo n¼ 186, de 9 de julho
de 2008; (ix) conter os seguintes instrumentos de acesso ˆs informa•›es arquiv’sticas do —rg‹o ou
da entidade: - C—digo de Classifica•‹o de Documentos de Arquivo das atividades-meio e das
atividades-fim; - Tabela de Temporalidade e Destina•‹o de Documentos das atividades-meio e das
atividades-fim; - Vocabul‡rio Controlado de termos relativos aos documentos de arquivo das
atividades-meio e das atividades-fim.

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Prev• ainda a LDAI que os recursos humanos, tecnol—gicos, log’sticos e


or•ament‡rios para a implanta•‹o dos Servi•os de Informa•›es ao
Cidad‹o s‹o disponibilizados pelos respectivos —rg‹os e entidades (art.
12, ¤ 1¼).
Por fim, fica a Ouvidoria-Geral do Distrito Federal, no Poder
Executivo, respons‡vel por orientar o funcionamento dos Servi•os de
Informa•›es ao Cidad‹o, incluindo a elabora•‹o de fluxo interno para
recep•‹o e tratamento dos pedidos, bem como o treinamento de
servidores (art. 12, ¤ 2¼).

4.! (Estat’stico/TJ-SP/2015 Ð adaptada) Nos termos do que


disp›e a Lei Distrital n¼ 4.990/2012, promover a divulga•‹o em
local de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de
informa•›es de interesse coletivo ou geral por eles produzidas
ou custodiadas depende de requerimentos para ser
implementada pelos —rg‹os pœblicos.
Coment‡rio: segundo a Lei Distrital n¼ 4.990/2012, Ž dever dos —rg‹os
e entidades pœblicas, independentemente de requerimentos, promover a
divulga•‹o em local de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de
informa•›es de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou
custodiadas. Essa Ž a denominada transpar•ncia ativa.
Gabarito: errado.

5.! (Analista de Controle Externo/TCE-CE/2015 Ð adaptada) A


Lei Distrital de Acesso ˆ informa•‹o, Lei Distrital n¼ 4.990/2012,
regula como direito obter tanto informa•‹o sobre atividades
exercidas pelos —rg‹os e entidades, quanto informa•‹o contida
em registros ou documentos, produzidos ou acumulados por seus
—rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos,
entre outras.
Coment‡rio: o direito de obter informa•‹o, disciplinado na Lei
12.527/2011, compreende, entre outros, os direitos de obter (art. 7¼):
I Ð orienta•‹o sobre os procedimentos para a consecu•‹o de acesso, bem como
sobre o local onde pode ser encontrada ou obtida a informa•‹o almejada;
II Ð informa•‹o contida em registros ou documentos, produzidos ou
acumulados por —rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos
pœblicos;
III Ð informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou jur’dica em virtude
de qualquer v’nculo com —rg‹os ou entidades pœblicas, mesmo que esse v’nculo
j‡ tenha cessado;
IV Ð informa•‹o prim‡ria, ’ntegra, aut•ntica e atualizada;
V Ð informa•‹o sobre atividades exercidas por —rg‹os ou entidades,

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inclusive as relativas ˆ sua pol’tica, ˆ sua organiza•‹o e aos seus servi•os;


VI Ð informa•‹o pertinente a administra•‹o do patrim™nio pœblico, utiliza•‹o de
recursos pœblicos, licita•›es, contratos administrativos, conv•nios e instrumentos
cong•neres;
VII Ð informa•‹o relativa:
a) ˆ implementa•‹o, ao acompanhamento e aos resultados de programas,
projetos e a•›es dos —rg‹os e das entidades pœblicas, bem como ˆs metas e aos
indicadores propostos;
b) ao resultado de inspe•›es, auditorias, presta•›es e tomadas de contas
realizadas pelos —rg‹os de controle interno e externo, incluindo presta•›es de
contas relativas a exerc’cios anteriores.

Gabarito: correto.

6.! (AUFC/TCU/Auditoria Governamental/2015) Com base na Lei


Distrital n¼ 4.990/2012 (Lei de Acesso ˆ Informa•‹o), o
fornecimento de informa•›es pœblicas est‡ condicionado ˆ
solicita•‹o da pessoa interessada.
Coment‡rio: a transpar•ncia, com base na Lei de Acesso ˆ Informa•‹o,
poder‡ ser ativa (independe de requerimento) e passiva (depende de
requerimento). Portanto, nem sempre o fornecimento de informa•›es
pœblicas depender‡ de solicita•‹o.
Gabarito: errado.

5 – PROCEDIMENTO DE ACESSO À INFORMAÇÃO


5.1 – PEDIDO DE ACESSO
Qualquer interessado poder‡ apresentar pedido de acesso a informa•›es
aos —rg‹os e entidades abrangidos pela Lei Distrital 4.990/2012, por
qualquer meio leg’timo, devendo o pedido conter (a) a identifica•‹o do
requerente e (b) a especifica•‹o da informa•‹o requerida (art. 14,
caput).
A Lei 12.527/2011 disp›e que a identifica•‹o do requerente n‹o pode
conter exig•ncias que inviabilizem a solicita•‹o (LAI, art. 10, ¤ 1¼).
Com efeito, de acordo com a LDAI, s‹o vedadas quaisquer exig•ncias
relativas aos motivos determinantes da solicita•‹o de informa•›es de
interesse pœblico (art. 10, ¤ 3¼). A ideia, por conseguinte, Ž evitar que a
administra•‹o atrapalhe o pedido de acesso. Assim, em que pese se exija
a identifica•‹o, os elementos que ser‹o cobrados n‹o podem inviabilizar a
solicita•‹o; da mesma forma, n‹o se pode cogitar a apresenta•‹o dos
motivos determinantes, ou seja, o pedido simplesmente conter‡ a
identifica•‹o e a informa•‹o solicitada, sem qualquer justificativa ou
motiva•‹o do pedido.
Imagine o seguinte: voc• comparece a um —rg‹o do Distrito Federal e
solicita que lhe seja entregue informa•›es sobre o pagamento de verbas
indenizat—rias para autoridades que ocupam cargos pol’ticos. O —rg‹o, no

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entanto, devolve o seu requerimento dizendo que voc• deveria dizer o


motivo de tal solicita•‹o, de tal forma a justificar ou n‹o a sua
disponibiliza•‹o. Essa Ž a conduta vedada! Voc• n‹o precisar explicar o
motivo, basta que se identifique e espec’fico a informa•‹o requerida.
Na verdade, as regras da LDAI destinam-se a facilitar o acesso ˆ
informa•‹o, de tal forma que os —rg‹os e entidades do poder pœblico
devem viabilizar alternativa de encaminhamento de pedidos de acesso
por meio de seus s’tios oficiais na internet (art. 14, ¤ 3¼).
Ademais, a identifica•‹o do solicitante Ž feita com a indica•‹o do nome
completo, do nœmero de qualquer documento oficial e da informa•‹o de
contato, sendo facultada a inclus‹o de endere•o eletr™nico para o
recebimento das informa•›es solicitadas (art. 14, ¤ 1¼). Em se tratando
de requerente menor de idade e n‹o possuir documento oficial, deve ser
informado o nœmero do documento dos pais ou dos respons‡veis (art. 14,
¤ 2¼).
Em regra, o —rg‹o ou entidade pœblica dever‡ autorizar ou conceder o
acesso imediato ˆ informa•‹o dispon’vel (art. 15, caput). PorŽm,
caso n‹o seja poss’vel autorizar ou conceder o acesso de imediato, o
—rg‹o ter‡ um prazo de atŽ vinte dias, prorrog‡veis de forma
justificada e cientificando-se o requerente por mais dez dias, para (art.
15, ¤¤ 1¼ e 2¼):
a)! comunicar a data, local e modo para se realizar a consulta, efetuar a
reprodu•‹o ou obter a certid‹o;
b)! indicar as raz›es de fato ou de direito da recusa, total ou parcial, do
acesso pretendido Ð Ž o caso aplicado quando a informa•‹o for negada,
devendo o —rg‹o apresentar as devidas justificativas; ou
c)! comunicar que n‹o possui a informa•‹o e indicar, se for do seu
conhecimento, o —rg‹o ou a entidade que a detŽm, ou, ainda, remeter o
requerimento a esse —rg‹o ou entidade, cientificando o interessado da
remessa de seu pedido de informa•‹o Ð este dispositivo tem a finalidade de
facilitar o acesso ˆ informa•‹o, exigindo que o —rg‹o tome outras medidas
que possam auxiliar o cidad‹o a obter a informa•‹o.

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Disponibilização
imediata!
Comunicar como
obter a
Pedido
informação!
de Ou!
acesso!
Quando não for
Indicar as razões
possível acesso 20 dias p/!
da recusa!
imediato!

Prorrogáveis Comunicar que


por mais 10! não possui a
informação!

Sem preju’zo da seguran•a e da prote•‹o das informa•›es e do


cumprimento da legisla•‹o aplic‡vel, o —rg‹o ou entidade poder‡ oferecer
meios para que o pr—prio requerente possa pesquisar a informa•‹o de que
necessitar (art. 15, ¤ 3¼). Por exemplo: o —rg‹o pode disponibilizar um
computador para a consulta no banco de dados, ou pode facultar o acesso
ao arquivo do —rg‹o, desde que tais medidas n‹o causem preju’zo ˆ
seguran•a e ˆ prote•‹o das informa•›es.
Quando n‹o for autorizado o acesso por se tratar de informa•‹o total ou
parcialmente sigilosa, o requerente dever‡ ser informado sobre a
possibilidade de recurso, prazos e condi•›es para sua interposi•‹o,
devendo, ainda, ser-lhe indicada a autoridade competente para sua
aprecia•‹o (art. 15, ¤ 4¼).
Com efeito, caso a informa•‹o solicitada esteja dispon’vel ao pœblico em
formato impresso, eletr™nico ou em qualquer outro meio de acesso
universal, ser‹o informados ao requerente, por escrito, o lugar e a
forma pela qual se poder‡ consultar, obter ou reproduzir a referida
informa•‹o, procedimento esse que desonerar‡ o —rg‹o ou entidade
pœblica da obriga•‹o de seu fornecimento direto, salvo se o requerente
declarar n‹o dispor de meios para realizar por si mesmo tais
procedimentos (art. 15, ¤ 6¼).
AlŽm disso, se houver anu•ncia do interessado, a informa•‹o
armazenada em formato digital ser‡ fornecida nesse formato (art. 15, ¤
5¼).
Para evitar cobran•as, a LDAI disp›e que o servi•o de busca e
fornecimento da informa•‹o Ž gratuito, salvo nas hip—teses de
reprodu•‹o de documentos pelo —rg‹o ou entidade pœblica consultada,
situa•‹o em que poder‡ ser cobrado exclusivamente o valor
necess‡rio ao ressarcimento do custo dos servi•os e dos materiais
utilizados (art. 16, caput). Ainda assim, a pessoa cuja situa•‹o econ™mica
n‹o lhe permita faz•-lo sem preju’zo do sustento pr—prio ou da fam’lia,

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estar‡ isenta de ressarcir os custos mencionados (art. 16, par‡grafo


œnico).
Exemplo: Paulo compareceu a um —rg‹o e solicitou c—pia da ata de uma
sess‹o pœblica em que se realizou um processo licitat—rio; nesse caso, o
—rg‹o n‹o pode cobrar uma taxa pela busca e fornecimento da
informa•‹o, mas emitir‡ um boleto para que Paulo pague os custos da
impress‹o ou xerox do documento; porŽm, se Paulo for uma pessoa
bastante pobre, de tal forma que o pagamento desses custos cause
preju’zo para o sustento de sua fam’lia, ele ficar‡ isento da cobran•a do
ressarcimento dos cursos de reprodu•‹o gr‡fica.
Prosseguindo, o artigo 17 da Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o
estabelece que, quando se tratar de acesso ˆ informa•‹o contida em
documento cuja manipula•‹o possa prejudicar sua integridade,
dever‡ ser oferecida a consulta de c—pia, com certifica•‹o de que esta
confere com o original. Na impossibilidade de obten•‹o de c—pias, o
interessado poder‡ solicitar que, ˆs suas expensas e sob supervis‹o
de servidor pœblico, a reprodu•‹o seja feita por outro meio que n‹o
ponha em risco a conserva•‹o do documento original.
Por exemplo: a pessoa solicita a informa•‹o contida em um documento
hist—rico, cujo estado de conserva•‹o seja cr’tico. Nesse caso, retirar o
documento do local de conserva•‹o e coloc‡-lo em uma copiadora poder‡
danificar ainda mais o documento. PorŽm, existe uma tŽcnica de fotoc—pia
bastante avan•ada, que a Administra•‹o n‹o disp›e, mas que permite que
o documento seja copiado sem lhe causar qualquer dano. Em tal situa•‹o,
o solicitante, se assim desejar, poder‡ fazer a c—pia do documento,
utilizando-se desse equipamento avan•ado, porŽm Ž o pr—prio solicitante
que ser‡ encarregar‡ do pagamento dos custos dessa reprodu•‹o com
tecnologia avan•ada, devendo todo o procedimento ser supervisionado por
um servidor pœblico.
Por fim, Ž direito do requerente obter o inteiro teor de decis‹o de negativa
de acesso, por certid‹o ou c—pia (art. 18).

5.2 – RECURSOS
No caso de indeferimento de acesso ˆs informa•›es ou ˆs raz›es da
negativa do acesso, pode o interessado interpor recurso contra a
decis‹o no prazo de dez dias, a contar da sua ci•ncia (art. 19). Nesse
caso, o recurso deve ser dirigido ˆ autoridade hierarquicamente superior ˆ
que exarou a decis‹o impugnada, que deve se manifestar no prazo de
cinco dias.
PorŽm, se o recurso for indeferido, mantendo a negativa de acesso ˆ
informa•‹o, o requerente pode recorrer ˆ Secretaria de Estado de
Transpar•ncia e Controle, que deve deliberar, no prazo de cinco dias,
se (art. 20):
a)! o acesso ˆ informa•‹o n‹o classificada como sigilosa for negado;

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b)! a decis‹o de negativa de acesso ˆ informa•‹o total ou parcialmente


classificada como sigilosa n‹o indicar a autoridade classificadora ou a
hierarquicamente superior a quem possa ser dirigido pedido de acesso
ou desclassifica•‹o;
c)! os procedimentos de classifica•‹o de informa•‹o sigilosa estabelecidos
na LDAI n‹o tiverem sido observados;
d)! estiverem sendo descumpridos prazos ou outros procedimentos
previstos na LDAI.
Contudo, o somente pode ser dirigido ˆ Secretaria de Estado de
Transpar•ncia e Controle depois de submetido ˆ aprecia•‹o de pelo
menos uma autoridade hierarquicamente superior ˆquela que
exarou a decis‹o impugnada (art. 20, ¤ 1¼). Logo, n‹o cabe recurso
diretamente ˆ Secretaria da Transpar•ncia, uma vez que, antes disso, o
recurso deve ser direcionado para pelo menos uma autoridade
9 exarou a decis‹o recorrida.
hierarquicamente superior ˆquela que
Ainda sobre os recursos, disp›e o art. 21 que, negado o pedido de
desclassifica•‹o de informa•‹o protocolado em —rg‹o ou entidade,
pode o requerente recorrer ao Secret‡rio de Estado da ‡rea. Para
entender melhor o tema, veremos adiante que as informa•›es podem ser
classificadas, quando ao grau de sigilo, em ultrassecreta, secreta e
reservada. PorŽm, em determinadas situa•›es, Ž poss’vel solicitar que a
informa•‹o seja desclassificada, ou seja, que o sigilo da informa•‹o seja
retirado (veremos isso ainda nesta aula). Portanto, o que o dispositivo
est‡ informando Ž que cabe recurso contra o pedido de desclassifica•‹o.
Contudo, esse recurso somente pode ser dirigido ˆ autoridade mencionada
depois de submetido ˆ aprecia•‹o de pelo menos uma autoridade
hierarquicamente superior ˆ autoridade que exarou a decis‹o impugnada.
ƒ importante que voc• fique ligado na diferen•a entre os recursos
constantes no art. 20 e no 21. Naquele, o recurso vai para a Secretaria
de Estado de Transpar•ncia e Controle, aplicando-se em situa•›es em
que h‡ desobedi•ncia da LDAI, como o indeferimento de acesso ˆ
informa•‹o n‹o sigilosa, irregularidades na classifica•‹o da informa•‹o e
inobserv‰ncia de prazos.
O segundo, por sua vez, vai para o Secret‡rio de Estado da ‡rea
correspondente (exemplo: se o ato impugnado ocorreu no ‰mbito da
Secretaria de Saœde, esse recurso vai para o Secret‡rio de Saœde),
aplicando-se no caso de negativa do pedido de desclassifica•‹o de
informa•‹o.
Por fim, disp›e o art. 22 da LDAI que os procedimentos de revis‹o de
decis›es denegat—rias proferidas nos recursos e de revis‹o de
classifica•‹o de documentos sigilosos s‹o objeto de regulamenta•‹o
pr—pria pela C‰mara Legislativa do Distrito Federal e pelo Tribunal de
Contas do Distrito Federal, em seus respectivos ‰mbitos, assegurado ao
solicitante, em qualquer caso, o direito de ser informado sobre o
andamento de seu pedido.

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RECURSOS
Quando: Indeferimento de acesso a:
§ Informações
§ Razões de negativa de acesso
Prazo para 10 dias
interposição
Para quem Autoridade hierarquicamente superior à que exarou a 5 dias para se
decisão impugnada manifestar
Se indeferido o recurso acima, cabe recurso à Secretaria de Estado de Transparência e Controle
Prazo para apreciar: 5 dias
Objeto:
c
§ indeferimento de acesso à informação não classificada;
§ a decisão de negativa de acesso não indicar a autoridade classificadora ou a
hierarquicamente superior a quem possa ser dirigido pedido de acesso ou
desclassificação;
§ os procedimentos de classificação não tiverem sido observados;
§ estiverem sendo descumpridos prazos.
Recurso contra negativa de pedido de desclassificação de informação
Autoridade: Secretário de Estado da área correspondente

6 – RESTRIÇÕES DE ACESSO À INFORMAÇÃO


6.1 – DISPOSIÇÕES GERAIS
Apesar de a regra ser a disponibiliza•‹o das informa•›es, a Lei de Acesso
ˆ Informa•‹o estabelece algumas situa•›es que as informa•›es ter‹o
acesso restrito durante um per’odo de tempo.
Inicialmente, o art. 23 da LDAI estabelece que n‹o poder‡ ser negado
acesso ˆ informa•‹o necess‡ria ˆ tutela judicial ou administrativa de
direitos fundamentais. AlŽm disso, tambŽm n‹o poder‹o ser objeto de
restri•‹o de acesso as informa•›es ou documentos que versem sobre
condutas que impliquem viola•‹o dos direitos humanos praticada
por agentes pœblicos ou a mando de autoridades pœblicas (art. 23,
par‡grafo œnico).
Com efeito, as disposi•›es da LDAI n‹o excluem as demais hip—teses
legais de sigilo e de segredo de justi•a, nem tampouco as hip—teses
de segredo industrial decorrentes da explora•‹o direta de atividade
econ™mica pelo Distrito Federal ou por pessoa f’sica ou jur’dica que tenha
qualquer v’nculo com o poder pœblico (art. 22).
Por exemplo: o processo judicial Ž regulado por legisla•‹o pr—pria. Dessa
forma, se o juiz decretar o sigilo de um processo, as pessoas n‹o poder‹o

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alegar viola•‹o ˆ Lei de Acesso ˆ Informa•‹o, uma vez que a legisla•‹o do


processo judicial Ž espec’fica, e permite a manuten•‹o do sigilo em
determinadas hip—teses.
Agora, vamos tratar das duas exce•›es ao acesso ˆ informa•‹o: (a)
informa•›es classificadas em grau de sigilo; (b) informa•›es
pessoais sobre intimidade, vida privada, honra e imagem.

6.2 – CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO QUANTO AO GRAU E PRAZO DE SIGILO


Uma informa•‹o pœblica somente pode ser classificada como sigilosa
quando considerada imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade ou do
Estado.
Nessa linha, disp›e o art. 25 da LDAI que s‹o consideradas
imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou do Estado e, portanto,
4
pass’veis de classifica•‹o, as informa•›es cuja divulga•‹o ou acesso
irrestrito possam:
a)! p™r em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do territ—rio
nacional;
b)! prejudicar ou p™r em risco a condu•‹o de negocia•›es ou as rela•›es
internacionais do Pa’s, ou as informa•›es que tenham sido fornecidas em
car‡ter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais;
c)! p™r em risco a vida, a seguran•a ou a saœde da popula•‹o;
d)! oferecer elevado risco ˆ estabilidade financeira, econ™mica ou monet‡ria do
Pa’s;
e)! prejudicar ou causar risco a planos ou opera•›es estratŽgicos das For•as
Armadas;
f)! prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e de desenvolvimento
cient’fico ou tecnol—gico, assim como a sistemas, bens, instala•›es ou ‡reas
de interesse estratŽgico nacional;
g)! p™r em risco a seguran•a de institui•›es ou de altas autoridades distritais,
nacionais ou estrangeiras e de seus familiares;
h)! comprometer atividades de intelig•ncia, bem como de investiga•‹o ou
fiscaliza•‹o em andamento, relacionadas com a preven•‹o ou a repress‹o
de infra•›es.
Portanto, as informa•›es enquadradas em alguma dessas hip—teses
poder‹o ser classificadas em algum grau de sigilo. Por exemplo: se as
For•as Armadas estiverem elaborando um plano de prote•‹o ˆ Amaz™nia,
a divulga•‹o desse plano certamente colocar‡ em risco opera•›es
estratŽgicas das For•as Armadas. Logo, tal plano poder‡ ser classificado
em algum grau de sigilo.
Dessa forma, observado o seu teor e considerando a sua
imprescindibilidade ˆ seguran•a da sociedade ou do Distrito Federal, a
informa•‹o poder‡ ser classificada como ultrassecreta, secreta ou
reservada, cada uma com um prazo distinto de restri•‹o. Nessa linha, os

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prazos m‡ximos de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o vigoram a partir


da data de sua produ•‹o e s‹o os seguintes:
a)! ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
b)! secreta: 15 (quinze) anos; e
c)! reservada: 5 (cinco) anos.

Quanto ao grau de sigilo, as informa•›es podem


ser ultrassecretas (atŽ 25 anos), secretas (atŽ
15 anos) e reservadas (atŽ cinco anos).

Alternativamente aos prazos previstos acima, poder‡ ser estabelecida


como termo final de restri•‹o de acesso a ocorr•ncia de determinado
evento, desde que este ocorra antes do transcurso do prazo m‡ximo de
5
classifica•‹o. Nessa hip—tese, transcorrido o prazo de classifica•‹o ou
consumado o evento que defina o seu termo final, a informa•‹o tornar-se-
‡, automaticamente, de acesso pœblico (art. 26, ¤¤ 4¼ e 5¼).
Por exemplo: imagine que esteja sendo realizada uma atividade de
intelig•ncia, buscando analisar causas de criminalidade no ‰mbito do
Distrito Federal. Assim, a autoridade competente resolveu classificar a
informa•‹o como reservada, mas estabeleceu tambŽm que a informa•‹o
poder‡ ser divulgada t‹o logo a atividade de intelig•ncia seja conclu’da.
Nesse caso, a classifica•‹o tem um evento como termo final (conclus‹o da
atividade de intelig•ncia) e um prazo m‡ximo de dura•‹o (prazo de cinco
anos no caso de informa•‹o reservada). Assim, a informa•‹o ser‡
divulgada assim que ocorrer o evento ou o prazo de cinco anos, o que vier
antes.
As informa•›es que possam colocar em risco a seguran•a do
Presidente e do Vice-Presidente da Repœblica, do Governador e do
Vice-Governador, dos respectivos c™njuges ou descendentes s‹o
classificadas como reservadas e ficam sob sigilo atŽ o tŽrmino do
mandato em exerc’cio ou do œltimo mandato, em caso de reelei•‹o (art.
26, ¤ 2¼). Note, ent‹o, que a informa•‹o que coloque em risco alguma
dessas autoridades (ou seus familiares pr—ximos) ficar‡ classificada
durante o prazo de dura•‹o do mandato, n‹o se aplicando o prazo geral
de cinco anos para informa•›es reservadas.
Ademais, a classifica•‹o da informa•‹o em determinado grau de sigilo
dever‡ observar o interesse pœblico da informa•‹o e, alŽm disso, dever‡
utilizar o critŽrio menos restritivo poss’vel, considerando:
a)! a gravidade do risco ou dano ˆ seguran•a da sociedade, do Estado e do
Distrito Federal;
b)! o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ou o evento que defina seu termo
final.

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CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Grau de sigilo e prazo § ultrassecreta: 25 anos;
§ secreta: 15 anos
§ reservada: 5 anos
Alternativa Fixação de evento como termo final, situação em que a informação
tornar-se-á de acesso público com a ocorrência do termo final ou
ultrapassado o prazo da classificação, o que ocorrer antes.
Caso especial Informação que colocar em risco: ® Informação reservada
§ Presidente ou Vice-Presidente ® Ficará em sigilo até o término
§ Governador ou Vice-Governador dos mandatos
§ cônjuges ou descendentes
Critério de classificação
Menos restritivo § gravidade do risco ou dano à segurança
possível, considerando:
§ o prazo máximo de restrição de acesso ou o evento que defina seu
termo final.

Agora, vamos ver como o tema pode aparecer em sua prova!

7.! (Cespe Ð AJ/CNJ/2013) Informa•›es classificadas como


sigilosas por serem imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou
do Estado se subdividem, quanto ao grau de sigilo, em:
ultrassecretas, secretas e confidenciais.
Coment‡rio: consoante o art. 24 da Lei 12.527/2011, a informa•‹o em
poder dos —rg‹os e entidades pœblicas, observado o seu teor e em raz‹o
de sua imprescindibilidade ˆ seguran•a da sociedade ou do Estado,
poder‡ ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada, sendo
que o prazo m‡ximo de restri•‹o, de acordo com a classifica•‹o, ser‡ o
seguinte:
Ü ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
Ü secreta: 15 (quinze) anos; e
Ü reservada: 5 (cinco) anos.
Assim, o item est‡ errado, pois a Lei n‹o existe grau de sigilo
ÒconfidencialÓ.
Gabarito: errado.

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6.3 – PROTEÇÃO E CONTROLE DE INFORMAÇÕES SIGILOSAS


Uma informa•‹o n‹o Ž classificada como sigilosa simplesmente porque
uma autoridade n‹o deseja divulg‡-la, mas sim porque a sua divulga•‹o
poder‡ ser danosa para a sociedade ou para o Estado. Dessa forma, uma
vez classificada como sigilosa, a informa•‹o deve ser protegida, evitando
que pessoas n‹o autorizadas tenham acesso ao seu conteœdo.
Nessa linha, estabelece a LDAI que Ž dever do Distrito Federal controlar
o acesso a informa•›es sigilosas produzidas por seus —rg‹os e por
suas entidades, assegurando a sua prote•‹o (art. 27).
Dessa forma, o acesso e o tratamento de informa•‹o classificada como
sigilosa ficam restritos a pessoas que tenham necessidade de
conhec•-la, seja porque s‹o devidamente credenciadas na forma do
regulamento8, sem preju’zo das atribui•›es dos agentes pœblicos
autorizados por lei (art. 27, ¤ 1¼).
Assim, a pessoa que tiver acesso ao conteœdo da informa•‹o classificada
como sigilosa passa a ter a obriga•‹o de resguardar o sigilo (art. 27, ¤
2¼). Anota-se que o Estatuto dos Servidores do DF disp›e que Ž dever do
servidor guardar sigilo sobre assunto da reparti•‹o (LC 840/2011 art.
180), X), enquanto a pr—pria LDAI disp›e que configura conduta il’cita do
agente pœblico Òdivulgar ou permitir a divulga•‹o ou acessar ou permitir
acesso indevido ˆ informa•‹o sigilosa ou ˆ informa•‹o pessoalÓ (art. 35,
IV).
Segundo a LDAI, as autoridades pœblicas devem adotar as provid•ncias
necess‡rias para que o pessoal a elas subordinado hierarquicamente
conhe•a as normas e observe as medidas e os procedimentos de
seguran•a para o tratamento de informa•›es sigilosas (art. 28,
caput).
Esse dever de orienta•‹o e fiscaliza•‹o n‹o se aplica apenas ˆ
Administra•‹o Pœblica. Isso porque pode ocorrer que, em alguns casos,
pessoas particulares tenham acesso ao conteœdo de informa•›es
classificadas como sigilosas. Dessa forma, a LDAI estabelece que a
pessoa f’sica ou jur’dica que, em raz‹o de qualquer v’nculo com o
Poder Pœblico, executar atividades de tratamento de informa•›es sigilosas
deve adotar as provid•ncias necess‡rias para que seus empregados,
prepostos ou representantes observem as medidas e os procedimentos de
seguran•a das informa•›es resultantes da aplica•‹o da Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o (art. 28, par‡grafo œnico).
ƒ dif’cil de imaginar a ocorr•ncia dessa situa•‹o que acabamos de
mencionar, j‡ que se imagina que os —rg‹os e entidades pœblicos devem
adotar procedimentos para evitar que pessoas privadas tenham acesso ao
conteœdo de informa•›es sigilosas, em qualquer caso. PorŽm, imagine

8
Art. 27. [...] ¤ 3¼ Cabe ao regulamento dispor sobre procedimentos e medidas a serem
adotados para o tratamento de informa•‹o sigilosa, de modo a proteg•-la contra perda, altera•‹o
indevida, acesso, transmiss‹o e divulga•‹o n‹o autorizados.

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uma situa•‹o excepcional em que uma empresa seja contratada para


realizar a migra•‹o dos processos de um —rg‹o do f’sico (do ÒpapelÓ) para
um sistema informatizado. Nesse caso, Ž poss’vel que, no carregamento
do banco de dados, a empresa contratada acabe tenho contato, ainda que
de forma bem restrita, ao conteœdo de informa•›es sigilosas. Em tal
situa•‹o, a empresa dever‡ adotar as medidas para que seus empregados
adotem os procedimentos constantes da LDAI.

6.4 – PROCEDIMENTOS DE CLASSIFICAÇÃO, RECLASSIFICAÇÃO E DESCLASSIFICAÇÃO


Um aspecto relevante trata da compet•ncia das autoridades para proceder
a classifica•‹o do sigilo de informa•›es. Quando maior o grau de sigilo,
mais elevada dever‡ ser a autoridade competente na estrutura
administrativa.
No ‰mbito do Poder Executivo, a classifica•‹o do sigilo de informa•›es Ž
de compet•ncia:
a)! no grau ultrassecreto:
Ü do Governador;
Ü do Vice-Governador;
Ü de secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente;
b)! no grau de secreto:
Ü das autoridades referidas na letra ÒaÓ acima;
Ü dos titulares de autarquia, funda•‹o, empresa pœblica ou sociedade de
economia mista;
c)! no grau de reservado:
Ü das autoridades referidas nas letras ÒaÓ e ÒbÓ acima;
Ü das autoridades que exer•am fun•›es de subsecret‡rio ou de hierarquia
equivalente.
A compet•ncia para classificar as informa•›es nos graus de ultrassecreto
ou de secreto pode ser delegada pela autoridade respons‡vel a agente
pœblico, vedada a subdelega•‹o (art. 29, par‡grafo œnico).
Por exemplo: um secret‡rio de Estado poderia delegar ao seu
subsecret‡rio a compet•ncia para classificar uma informa•‹o como
ultrassecreta ou reservada, mas o subsecret‡rio n‹o poderia subdelegar
essa atribui•‹o para outro agente pœblico.
Observa-se que a LDAI n‹o disp›e sobre a compet•ncia para a
classifica•‹o de informa•›es no ‰mbito do Poder Legislativo ou do Tribunal
de Contas do Distrito Federal, nos quais as compet•ncias de classifica•‹o
devem contar em atos pr—prios.
A classifica•‹o de informa•‹o em qualquer grau de sigilo deve ser
formalizada em decis‹o que contenha, no m’nimo, os seguintes elementos
(art. 30):
a)! assunto sobre o qual versa a informa•‹o;

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b)! fundamento da classifica•‹o, observados os critŽrios constantes na


LDAI9;
c)! indica•‹o do prazo de sigilo, contado em anos, meses ou dias, ou do
evento que defina o seu termo final, conforme limites previstos na
LDAI;
d)! identifica•‹o da autoridade que a classificou.

A decis‹o que classificar a informa•‹o deve conter,


no m’nimo, o assunto da informa•‹o, o
fundamento da classifica•‹o, a indica•‹o do
prazo ou evento como termo final e a
autoridade que a classificou.

A decis‹o que fizer a classifica•‹o dever‡ ser mantida no mesmo grau de


sigilo da informa•‹o classificada (art. 30, par‡grafo œnico). Por exemplo:
imagine que o Secret‡rio de Seguran•a Pœblica e Paz Social fa•a a
classifica•‹o de uma informa•‹o (que chamaremos de ÒXÓ) no grau de
secreto. O ato de classifica•‹o (a decis‹o administrativa) ser‡ chamado de
ato ÒYÓ. Nesse caso, tanto a informa•‹o (X) quanto a decis‹o de classific‡-
la (Y) ser‹o mantidas no grau de secreto.
AlŽm disso, a LDAI exige que autoridade m‡xima de cada —rg‹o ou
entidade publique, anualmente, em seu s’tio oficial na Rede Mundial de
Computadores, os seguintes dados e informa•›es administrativas, nos
termos do regulamento (art. 32, caput):
a)! rol das informa•›es que tenham sido desclassificadas nos œltimos doze
meses;
b)! rol de documentos classificados em cada grau de sigilo, com
identifica•‹o para refer•ncia futura;
c)! relat—rio estat’stico contendo a quantidade de pedidos de informa•‹o
recebidos, atendidos e indeferidos, bem como informa•›es genŽricas sobre
os solicitantes.
AlŽm de publicar essas informa•›es na internet, os —rg‹os e as entidades
devem manter exemplar da publica•‹o para consulta pœblica em suas
sedes (art. 32, ¤ 1¼). Por fim, os —rg‹os e as entidades devem manter
extrato com a lista de informa•›es classificadas, acompanhadas da data,
do grau de sigilo e dos fundamentos da classifica•‹o (art. 32, ¤ 2¼).
Agora, vamos ver uma quest‹o.

9
Em especial o que consta no art. 25 da LDAI, que disp›e sobre as informa•›es que se enquadram
no conceito de imprescindibilidade ˆ seguran•a da sociedade ou do Estado.

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8.! (Cespe Ð AJ/CNJ/2013 Ð adaptada) No ‰mbito da


administra•‹o pœblica distrital, a classifica•‹o de informa•›es
como ultrassecretas Ž de compet•ncia exclusiva e indeleg‡vel
das seguintes autoridades: do Governador; do Vice-Governador;
de secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente.
Coment‡rio: vejamos o que a LDAI estabelece sobre este assunto:
Art. 29. A classifica•‹o do sigilo de informa•›es, no Poder Executivo, Ž de
compet•ncia:
I Ð no grau ultrassecreto:
a) do Governador;
b) do Vice-Governador;
c) de Secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente;
II Ð no grau de secreto:
a) das autoridades referidas no inciso I;
b) dos titulares de autarquia, funda•‹o, empresa pœblica ou sociedade de
economia mista;
III Ð no grau de reservado:
a) das autoridades referidas nos incisos I e II;
b) das autoridades que exer•am fun•›es de subsecret‡rio ou de hierarquia
equivalente.
Par‡grafo œnico. A compet•ncia prevista nos incisos I e II pode ser delegada pela
autoridade respons‡vel a agente pœblico, vedada a subdelega•‹o.

A rela•‹o de autoridades competente para classificar a informa•‹o como


ultrassecreta est‡ correta. No entanto, o item est‡ errado, pois a
compet•ncia pode ser delegada.
Gabarito: errado.

6.5 – INFORMAÇÕES PESSOAIS


O tratamento de informa•›es pessoais deve ser feito de forma
transparente e com respeito ˆ intimidade, vida privada, honra e
imagem das pessoas, bem como ˆs liberdades e ˆs garantias individuais
(art. 33).
PorŽm, as informa•›es pessoais relativas ˆ intimidade, ˆ vida privada, ˆ
honra e ˆ imagem ter‹o seu acesso restrito, independentemente de
classifica•‹o de sigilo e pelo prazo m‡ximo de 100 anos a contar da sua
data de produ•‹o, a agentes pœblicos legalmente autorizados e ˆ
pessoa a que elas se referirem.
Essas informa•›es, entretanto, poder‹o ter autorizada sua divulga•‹o ou
acesso por terceiros diante de previs‹o legal ou consentimento
expresso da pessoa a que elas se referirem. Nesse caso, todavia, a

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pessoa que obtiver acesso ˆs informa•›es responder‡ por seu uso


indevido (art. 33, ¤¤ 1¼, II, e 2¼).
AlŽm disso, ser‡ dispensado o consentimento da pessoa nos casos em
que as informa•›es forem necess‡rias (art. 33, ¤ 3¼):

a)! ˆ preven•‹o e diagn—stico mŽdico, quando a pessoa estiver f’sica ou


legalmente incapaz, e para utiliza•‹o œnica e exclusivamente para o
tratamento mŽdico;
b)! ˆ realiza•‹o de estat’sticas e pesquisas cient’ficas de evidente
interesse pœblico ou geral, previstos em lei, sendo vedada a identifica•‹o
da pessoa a que as informa•›es se referirem;
c)! ao cumprimento de ordem judicial;
d)! ˆ defesa de direitos humanos; ou
e)! ˆ prote•‹o do interesse pœblico e geral preponderante.

AlŽm disso, a restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o relativa ˆ vida privada,


honra e imagem de pessoa n‹o poder‡ ser invocada com o intuito de
prejudicar processo de apura•‹o de irregularidades em que o titular
das informa•›es estiver envolvido, bem como em a•›es voltadas para a
recupera•‹o de fatos hist—ricos de maior relev‰ncia (art. 33, ¤ 4¼).
PorŽm, Ž proibida a utiliza•‹o de aparelhos que permitam realizar
escutas telef™nicas, salvo em casos autorizados pela justi•a (art. 34).
Por fim, estabelece a LDAI que cabe ao regulamento dispor sobre os
procedimentos para o tratamento de informa•‹o pessoal (art. 33, ¤ 5¼).

7 – RESPONSABILIDADE DOS AGENTES PÚBLICOS


A LAI apresenta dispositivos que implicam responsabiliza•‹o dos agentes
pœblicos ou militares que n‹o cumpram atentamente ˆs disposi•›es da Lei
de Acesso ˆ Informa•‹o. Assim, constituem condutas il’citas que
ensejam responsabilidade do agente pœblico ou militar:
a)! recusar-se a fornecer informa•‹o requerida nos termos da LDAI,
retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornec•-la
intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa;
b)! utilizar indevidamente, bem como subtrair, destruir, inutilizar, desfigurar,
alterar ou ocultar, total ou parcialmente, informa•‹o que se encontre sob
sua guarda ou a que tenha acesso ou conhecimento em raz‹o do exerc’cio
das atribui•›es de cargo, emprego ou fun•‹o pœblica;
c)! agir com dolo ou m‡-fŽ na an‡lise das solicita•›es de acesso ˆ
informa•‹o;
d)! divulgar ou permitir a divulga•‹o ou acessar ou permitir acesso indevido
ˆ informa•‹o sigilosa ou ˆ informa•‹o pessoal;
e)! impor sigilo ˆ informa•‹o para obter proveito para si ou para terceiro, ou
para fins de oculta•‹o de ato ilegal cometido por si ou por outrem;
f)! ocultar da revis‹o de autoridade superior competente informa•‹o sigilosa
para beneficiar a si ou a outrem, ou em preju’zo de terceiros;

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g)! destruir ou subtrair, por qualquer meio, documentos concernentes a


poss’veis viola•›es de direitos humanos por parte de agentes do Estado.

O problema Ž que a Lei Distrital 4.990/2012


n‹o estipulou quais san•›es ser‹o aplicadas
aos agentes pœblicos ou militares que
cometerem alguma dessas condutas il’citas.
Na Lei 12.527/2011, consta que as condutas ser‹o consideradas
transgress›es militares mŽdias ou graves e, no caso dos servidores
federais, ser‹o infra•›es administrativas pun’veis com, no m’nimo,
suspens‹o.
Com base nisso, o Decreto Distrital 34.276/2013, que regulamenta a
LDAI no ‰mbito do Poder Executivo do Distrito Federal, estabelece que
as condutas il’citas ser‹o consideradas:
a)! para fins dos regulamentos disciplinares dos militares, transgress›es
militares mŽdias ou graves, segundo os critŽrios neles estabelecidos,
desde que n‹o tipificadas em lei como crime ou contraven•‹o penal; ou
b)! para fins do disposto na Lei Complementar 840/2011, infra•›es
administrativas, que dever‹o ser apenadas, no m’nimo, com
suspens‹o, segundo os critŽrios estabelecidos na referida Lei.

AlŽm disso, sabe-se que pessoas f’sicas ou entidades privadas podem,


eventualmente, tratar de informa•›es pœblicos. Dessa forma, a pessoa
f’sica ou entidade privada que detiver informa•›es em virtude de v’nculo
de qualquer natureza com o poder pœblico e deixar de observar o
disposto na LDAI estar‡ sujeita ˆs seguintes san•›es (art. 36):

I.! advert•ncia;
II.! multa;
III.! rescis‹o do v’nculo com o Poder Pœblico;
IV.! suspens‹o tempor‡ria do direito de participar de licita•‹o e impedimento
de contratar com a administra•‹o pœblica por prazo n‹o superior a dois
anos;
V.! declara•‹o de inidoneidade para licitar ou contratar com a administra•‹o
pœblica, atŽ que seja promovida a reabilita•‹o perante a pr—pria
autoridade que aplicou a penalidade.

As san•›es previstas nos incisos I, III e IV poder‹o ser aplicadas


juntamente com a do inciso II (multa). Assim, a multa pode ser aplicada
de forma cumulativa com as san•›es de advert•ncia, rescis‹o do v’nculo e
suspens‹o tempor‡rio. Vale dizer: pode ser aplica a multa somada a uma
dessas san•›es. Por exemplo: a empresa poder‡ ser suspensa
temporariamente (inciso IV) e sofrer uma multa (inciso II).
PorŽm, n‹o Ž poss’vel, por exemplo, que uma pessoa privada sofra a
san•‹o de advert•ncia e rescis‹o do v’nculo com o Poder Pœblico, pois
esse caso n‹o se enquadraria nas hip—teses de acumula•‹o das san•›es.

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Para aplicar qualquer san•‹o, deve ser assegurado o direito de defesa do


interessado, no respectivo processo, no prazo de 10 dias (art. 36, ¤ 1¼).
Ademais, a reabilita•‹o referida no inciso V ser‡ autorizada somente
quando o interessado efetivar o ressarcimento ao —rg‹o ou entidade dos
preju’zos resultantes e ap—s decorrido o prazo da san•‹o aplicada com
base no inciso IV (art. 36, ¤ 2¼). Isso significa que a reabilita•‹o somente
poder‡ ocorrer se houver o ressarcimento e tiver passado o prazo de no
m’nimo dois anos.
A aplica•‹o da san•‹o de declara•‹o de inidoneidade Ž de compet•ncia
exclusiva da autoridade m‡xima do —rg‹o ou entidade pœblica, facultada
a defesa do interessado, no respectivo processo, no prazo de 10 dias da
abertura de vista (art. 36, ¤ 3¼).

8 – FISCALIZAÇÃO LEGISLATIVA
O Cap’tulo VI da Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o trata da realiza•‹o
da fiscaliza•‹o legislativa que a C‰mara Legislativa realiza sobre as
atividades do Poder Executivo. Nesse caso, n‹o estamos falando
especificamente da fiscaliza•‹o da atividade de acesso ˆ informa•‹o, mas
sim da fiscaliza•‹o das atividades em geral, realizadas pelo Executivo.
Nessa linha, os requerimentos de informa•‹o aprovados pelo Poder
Legislativo devem ser respondidos pelas autoridades distritais
respons‡veis, no prazo m‡ximo de trinta dias, sob pena de crime de
responsabilidade, da seguinte forma: (i) as p‡ginas dos documentos
encaminhados devem ser numeradas; (ii) os documentos encaminhados
devem estar leg’veis; (iii) as respostas devem conter informa•›es precisas
e, quando necess‡rio, serem respaldadas com relat—rios, tabelas, quadros
informativos e demais documentos afetos aos questionamentos.
Da mesma forma, as indica•›es10 aprovadas pelo Poder Legislativo
devem ser respondidas pelas autoridades distritais respons‡veis no prazo
m‡ximo de trinta dias (art. 39).
Por fim, as auditorias instauradas pela Secretaria de Estado de
Transpar•ncia e Controle do Distrito Federal devem ser encaminhadas
ˆ C‰mara Legislativa do Distrito Federal, trimestralmente, contendo os
seguintes dados:
a)! nome do servidor, da empresa ou do terceiro auditado;
b)! extrato do processo, contendo o objeto da auditoria;
c)! fase da tramita•‹o.

10
De acordo com o Regimento Interno da C‰mara Legislativa do DF, Òindica•‹o Ž a proposi•‹o
por meio da qual a C‰mara Legislativa sugere a outro Poder a execu•‹o de medidas que n‹o se
incluam na compet•ncia do LegislativoÓ (art. 143).

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9 – DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIOS


Em geral, Ž incomum a cobran•a de quest›es em rela•‹o ao cap’tulo
sobre as disposi•›es finais e transit—rias de leis. Mesmo assim, sugerimos
que seja feita a leitura dos artigos deste cap’tulo, em especial para
eventuais quest›es literais.
Por ora, destacamos apenas alguns dispositivos mais relevantes.
Nessa linha, o art. 41 prescreve que o tratamento de informa•‹o sigilosa
resultante de tratados, acordos ou atos internacionais dever‡ atender
ˆs normas e ˆs recomenda•›es constantes desses instrumentos.
O art. 42 criou, na Casa Militar, o Nœcleo de Seguran•a e
Credenciamento Ð NSC, que tem por objetivos: (i) promover e propor a
regulamenta•‹o do credenciamento de seguran•a de pessoas f’sicas,
empresas, —rg‹os e entidades para tratamento de informa•›es sigilosas;
(ii) garantir a seguran•a de informa•›es sigilosas.
Por sua vez, o art. 44 disp›e que —rg‹os e as entidades pœblicas devem
proceder ˆ reavalia•‹o das informa•›es classificadas como
ultrassecretas e secretas no prazo m‡ximo de dois anos, contado do
termo inicial de vig•ncia da LDAI. Nesse caso, as informa•›es classificadas
como secretas ou ultrassecretas n‹o reavaliadas no prazo previsto ser‹o
consideradas de acesso pœblico.
Por fim, prev• que o art. 46 da LDAI que a Secretaria de Transpar•ncia
e Controle do Distrito Federal fica respons‡vel, no Poder Executivo:
a)! pela promo•‹o de fomento ˆ cultura da transpar•ncia na administra•‹o
pœblica e ˆ conscientiza•‹o do direito fundamental de acesso ˆ informa•‹o;
b)! pelo treinamento de agentes pœblicos no que se refere ao desenvolvimento
de pr‡ticas relacionadas ˆ transpar•ncia na administra•‹o pœblica;
c)! pela padroniza•‹o dos procedimentos necess‡rios ˆ aplica•‹o da LDAI;
d)! pelo monitoramento da aplica•‹o da LDAI no Poder Executivo, concentrando
e consolidando a publica•‹o de informa•›es estat’sticas;
e)! pelo encaminhamento ˆ C‰mara Legislativa do Distrito Federal de relat—rio
anual com informa•›es atinentes ˆ implementa•‹o da LDAI.
-------
Com isso, fechamos o conteœdo te—rico da Lei Distrital de Acesso ˆ
Informa•‹o. Agora, vamos resolver mais algumas quest›es de prova.

10 – QUESTÕES DE ASSUNTOS VARIADOS


9.! (Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) Considerando a
Lei n.¼ 12.527/2011 Ñ Lei de Acesso ˆ Informa•‹o (LAI) Ñ,
assinale a op•‹o correta.
a) Devido ao seu car‡ter confidencial, informa•›es a respeito de viola•›es
de direitos humanos praticadas por agentes do Estado s‹o mantidas sob
sigilo pelo per’odo m’nimo de quinze anos.

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b) A busca e o fornecimento da informa•‹o devem ser gratuitos, com


exce•‹o de documentos que tenham custos de produ•‹o. Nesses casos, os
custos devem ser pagos pelo requerente, que poder‡ ser isento se,
comprovadamente, n‹o tiver condi•›es financeiras para arcar com os
custos de obten•‹o da informa•‹o.
c) Ap—s a correta peti•‹o, o —rg‹o ou entidade que recebeu o pedido tem
atŽ trinta dias para apresentar resposta por escrito, conforme a instru•‹o
do peticion‡rio.
d) Apenas as entidades da administra•‹o direta est‹o obrigados a
fornecer informa•›es solicitadas por pessoas nascidas no Brasil, desde que
o pedido seja feito por meio leg’timo e traga discriminada a identifica•‹o
de quem apresentou o pedido e a especifica•‹o da informa•‹o que foi
pedida.
e) N‹o h‡ previs‹o de recursos nos casos de respostas negativas de
acesso ˆ informa•‹o ou nos casos em que o —rg‹o peticionado se recuse a
responder o porqu• de o acesso ˆ informa•‹o ter sido negado.
Coment‡rio:
a) o tema Ž abordado no art. 23 da LDAI:
Art. 23. N‹o pode ser negado acesso ˆ informa•‹o necess‡ria ˆ tutela judicial ou
administrativa de direitos fundamentais.
Par‡grafo œnico. As informa•›es ou os documentos que versem sobre condutas que
impliquem viola•‹o dos direitos humanos praticada por agentes pœblicos ou
a mando de autoridades pœblicas n‹o podem ser objeto de restri•‹o de
acesso.

Portanto, as informa•›es sobre viola•‹o dos direitos humanos n‹o


possuem restri•‹o de acesso Ð ERRADA;
b) a resposta est‡ de acordo com o art. 16 da LDAI:
Art. 16. O servi•o de busca e o fornecimento da informa•‹o s‹o gratuitos, salvo nas
hip—teses de reprodu•‹o de documentos pelo —rg‹o ou pela entidade do Poder
Pœblico consultado, situa•‹o em que deve ser cobrado exclusivamente o valor
necess‡rio ao ressarcimento do custo dos servi•os e dos materiais utilizados.
Par‡grafo œnico. Est‡ isento de ressarcir os custos previstos no caput todo aquele
cuja situa•‹o econ™mica n‹o lhe permita faz•-lo sem preju’zo do sustento pr—prio
ou da fam’lia, declarada nos termos da Lei federal n¼ 7.115, de 29 de agosto de
1983.

O art. 16 trata especificamente do comprometimento do sustento da


fam’lia, o que n‹o deixa de ser uma falta de condi•›es financeiras,
conforme descrito na quest‹o Ð CORRETA;
c) na verdade, uma vez apresentado o pedido de acesso, o —rg‹o ou
entidade dever‡ disponibilizar a informa•‹o imediatamente. PorŽm, se n‹o
for poss’vel a disponibiliza•‹o imediata, o —rg‹o ou entidade ter‡ o prazo
de 20 dias, prorrog‡vel justificadamente por mais 10, para (art. 15, ¤ 1¼):
(i) comunicar a data, local e modo para se realizar a consulta, efetuar a
reprodu•‹o ou obter a certid‹o; (ii) indicar as raz›es de fato ou de direito
da recusa, total ou parcial, do acesso pretendido; ou (iii) comunicar que

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n‹o possui a informa•‹o, indicar, se for do seu conhecimento, o —rg‹o ou


a entidade que a detŽm, ou, ainda, remeter o requerimento a esse —rg‹o
ou entidade, cientificando o interessado da remessa de seu pedido de
informa•‹o. Portanto, o prazo inicial n‹o Ž de 30 dias, nem tampouco isso
depender‡ de Òinstru•‹o do peticion‡rioÓ Ð ERRADA;
d) a LDAI disp›e que qualquer interessado poder‡ apresentar pedido de
acesso a informa•›es aos —rg‹os e entidades pœblicos, por qualquer meio
leg’timo, devendo o pedido conter a identifica•‹o do requerente e a
especifica•‹o da informa•‹o requerida (art. 14). Com efeito, s‹o
obrigados a fornecer informa•›es (arts. 1¼ e 2¼): (i) os —rg‹os pœblicos
integrantes da administra•‹o direta dos Poderes Executivo e Legislativo,
incluindo o Tribunal de Contas do Distrito Federal; (ii) as autarquias, as
funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as sociedades de economia
mista e as demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo
Distrito Federal; (iii) entidades privadas sem fins lucrativos que recebam,
para realiza•‹o de a•›es de interesse pœblico, recursos pœblicos
diretamente do or•amento ou mediante subven•›es sociais, contrato de
gest‹o, termo de parceria, conv•nios, acordo, ajustes ou outros
instrumentos cong•neres, naquilo que for referente ˆ parcela dos recursos
pœblicos Ð ERRADA;
e) no caso de indeferimento de acesso a informa•›es ou ˆs raz›es da
negativa do acesso, poder‡ o interessado interpor RECURSO contra a
decis‹o no prazo de 10 (dez) dias a contar da sua ci•ncia (art. 19) Ð
ERRADA.
Gabarito: alternativa B.

10.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016) De acordo com a Lei de Acesso


ˆ Informa•‹o de 2011, uma vez informado o extravio da
informa•‹o solicitada, o interessado poder‡ requerer ˆ autoridade
competente a imediata abertura de sindic‰ncia para apurar o
desaparecimento da respectiva documenta•‹o. Nesta situa•‹o, o
—rg‹o, ou entidade pœblica, respons‡vel pela guarda da
informa•‹o extraviada, dever‡
a) reconhecer o fato publicamente em 5 dias e justificar e identificar
testemunhas que comprovem sua alega•‹o 10 dias ap—s o
reconhecimento.
b) justificar o fato e indicar testemunhas que comprovem sua alega•‹o no
prazo de 5 dias.
c) justificar o fato em atŽ 10 dias e indicar testemunhas que comprovem
sua alega•‹o no prazo de 20 dias, ap—s a justificativa.
d) reconhecer o fato publicamente em 5 dias e justificar e identificar
testemunhas que comprovem sua alega•‹o 5 dias ap—s o reconhecimento.
e) justificar o fato e indicar testemunhas que comprovem sua alega•‹o no
prazo de 10 dias.

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Coment‡rio: disp›e o art. 7¼, ¤ 5¼, da LDAI que informado do extravio


da informa•‹o solicitada, pode o interessado requerer ˆ autoridade
competente a imediata abertura de sindic‰ncia para apurar o
desaparecimento da respectiva documenta•‹o. Nesse caso, o respons‡vel
pela guarda da informa•‹o extraviada deve, no prazo de dez dias,
justificar o fato e indicar testemunhas que comprovem sua
alega•‹o (art. 7¼, ¤ 6¼).
Gabarito: alternativa E.

11.!(Cespe Ð TCE-SC/2016) No caso de indeferimento de acesso a


informa•›es, o recurso dever‡ ser apresentado inicialmente ˆ
autoridade que exarou a decis‹o impugnada, cabendo recurso em
segunda inst‰ncia ˆ autoridade hierarquicamente superior.
Coment‡rio: no caso de indeferimento de acesso ˆs informa•›es ou ˆs
raz›es da negativa do acesso, pode o interessado interpor recurso contra
a decis‹o no prazo de dez dias, a contar da sua ci•ncia. Tal recurso deve
ser dirigido ˆ autoridade hierarquicamente superior ˆ que exarou a
decis‹o impugnada, que deve se manifestar no prazo de cinco dias (art.
19).
Gabarito: errado.

12.!(FCC Ð Analista/PGE-MT/2016 Ð adaptada) Em 2012, foi


publicada a Lei Distrital n¼ 4.990, a chamada ÒLei de acesso ˆ
informa•‹oÓ. Essa lei regulamenta um direito fundamental de
receber informa•›es, previsto no inciso XXXIII do art. 5¼,
Constitui•‹o Federal, que disp›e que todos t•m direito a receber
dos —rg‹os pœblicos informa•›es de seu interesse particular,
a) exclusivamente, que ser‹o prestadas no prazo da lei, sob pena de
responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ
seguran•a da sociedade e do Estado.
b) ou de interesse coletivo ou geral, que ser‹o prestadas no prazo da lei,
sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado.
c) ou de interesse coletivo ou geral, que ser‹o prestadas no prazo da lei,
sob pena de responsabilidade, sendo vedadas as informa•›es sigilosas.
d) que ser‹o prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja concedido judicialmente.
e) ou de interesse coletivo ou geral, desde que justificadas, que ser‹o
prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas
aquelas cujo sigilo seja definido pelo Presidente da Repœblica.
Coment‡rio: a quest‹o tomou por base o conteœdo do art. 5¼, XXXIII, da
Constitui•‹o Federal, que Ž o fundamento para a edi•‹o da Lei de Acesso
ˆ Informa•‹o. O dispositivo constitucional estabelece que Òtodos t•m
direito a receber dos —rg‹os pœblicos informa•›es de seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que ser‹o prestadas no

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prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo


seja imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do EstadoÓ.
A op•‹o A est‡ errada, pois excluiu as informa•›es de interesse coletivo
ou geral. O erro da letra C Ž que existe a possibilidade de sigilo. J‡ a letra
D Ž errada, pois alŽm das ordens judiciais (previstas em legisla•‹o
pr—pria), Ž poss’vel classificar a informa•‹o como sigilosa na via
administrativa, nas hip—teses constantes na Lei de Acesso ˆ Informa•‹o.
Por fim, o erro na letra E Ž que n‹o Ž apenas o Presidente de classifica as
informa•›es como sigilosas. Na verdade, o que importa aqui n‹o Ž a
autoridade em si, mas o fato de o sigilo ser imprescind’vel ˆ seguran•a da
sociedade e do Estado.
Gabarito: alternativa B.

13.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016) A informa•‹o em poder dos


—rg‹os e entidades pœblicas, cumprido o seu teor e em virtude de
sua imprescindibilidade ˆ seguran•a do Estado ou da sociedade,
poder‡ ser classificada como reservada, secreta ou ultrassecreta.
Conforme a Lei no 12.527/2011, os prazos m‡ximos de restri•‹o
ao acesso destes tipos de informa•‹o s‹o, respectivamente,
a) 5, 15 e 25 anos.
b) 10, 15 e 20 anos.
c) 5, 10 e 15 anos.
d) 10, 20 e 30 anos.
e) 5, 15 e 30 anos.
Coment‡rio: os prazos de classifica•‹o s‹o de: (i) 5 anos Ð reservada;
(ii) 15 anos Ð secreta; e 25 anos Ð ultrassecreta.
Gabarito: alternativa A.

14.!(Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) No que se refere


ˆ classifica•‹o da informa•‹o, conforme estabelecido na LAI,
assinale a op•‹o correta.
a) Conforme o valor estratŽgico da informa•‹o, o prazo de sigilo, ap—s seu
tŽrmino, poder‡ ser renovado por mais dez anos.
b) Devido ˆ dificuldade operacional, n‹o Ž poss’vel acessar dados relativos
a metas e indicadores de resultados de projetos, programas e pol’ticas
pœblicas financiadas com recursos estatais.
c) Informa•›es cuja dissemina•‹o coloque em risco a defesa e a soberania
nacional, alŽm da integridade do territ—rio brasileiro, s‹o pass’veis de
classifica•‹o como sigilosas.
d) Em raz‹o de seu valor estratŽgico, as informa•›es sigilosas s‹o
classificadas como secretas, limitadas ou reguladas.
e) Para os munic’pios, o menor prazo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o
Ž de oito anos; para os estados e a Uni‹o, esse prazo Ž de dezesseis anos.

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Coment‡rio:
a) essa alternativa exige conhecimento da pr—pria Lei 12.527/2011.
Assim, n‹o se assuste se n‹o souber a resposta. A LAI somente prev•
possibilidade de renova•‹o da informa•‹o ultrassecreta, por meio de
avalia•‹o da Comiss‹o Mista de Reavalia•‹o de Informa•›es, sempre por
prazo determinado, enquanto o seu acesso ou divulga•‹o puder ocasionar
amea•a externa ˆ soberania nacional ou ˆ integridade do territ—rio
nacional ou grave risco ˆs rela•›es internacionais do Pa’s (Lei
12.527/2011, art. 35, ¤ 1¼, III) Ð ERRADA;
b) pelo contr‡rio, a LDAI exige a disponibiliza•‹o dessas informa•›es (art.
7¼, VII, ÒaÓ) Ð ERRADA;
c) de acordo com o art. 25 da LAI, s‹o consideradas imprescind’veis ˆ
seguran•a da sociedade ou do Estado e, portanto, pass’veis de
classifica•‹o as informa•›es cuja divulga•‹o ou acesso irrestrito possam,
entre outras coisas, Òp™r em risco a defesa e a soberania nacionais ou a
integridade do territ—rio nacionalÓ (art. 25, I) Ð CORRETA;
d) inicialmente, uma informa•‹o n‹o Ž sigilosa simplesmente pelo seu
Òcar‡ter estratŽgicoÓ. Na verdade, elas receber‹o grau de sigilo Òem raz‹o
de sua imprescindibilidade ˆ seguran•a da sociedade ou do EstadoÓ. Claro
que, de acordo com o art. 25 da LAI, existem informa•›es de ‡reas de
Òinteresse estratŽgico nacionalÓ ou de car‡ter estratŽgico para as For•as
Armadas que ser‹o dadas como imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade
ou do Estado, mas n‹o Ž esse o elemento que determina todas as
classifica•›es de grau de sigilo. Ademais, as informa•›es sigilosas ser‹o
classificadas em ultrassecretas, secretas e reservadas (art. 26, ¤ 1¼) Ð
ERRADA;
e) n‹o h‡ prazo diferenciado para os entes da Federa•‹o. Os prazos s‹o
os mesmos para todos os entes: (i) ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
(ii) secreta: 15 (quinze) anos; e (iii) reservada: 5 (cinco) anos Ð ERRADA.
Gabarito: alternativa C.

15.!(Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) A respeito de


responsabilidades dos agentes pœblicos, conforme disposto na LAI,
assinale a op•‹o correta.
a) ƒ permitido ao agente pœblico usar de suas prerrogativas para destruir
documentos referentes a viola•›es de direitos humanos por parte de
agentes do Estado.
b) ƒ l’cito que o agente pœblico se negue a fornecer, de forma deliberada,
informa•›es que impliquem preju’zo financeiro para o ente estatal onde a
informa•‹o se localiza.
c) Caracteriza conduta il’cita por parte do agente pœblico se recusar a
fornecer a informa•‹o requisitada, ou demorar para atender ao pedido de
acesso ˆ informa•‹o ou, ainda, fornecer aos cidad‹os informa•›es
incompletas, imprecisas ou incorretas.

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d) Informa•›es pessoais relativas ˆ intimidade, vida privada, honra e


imagem n‹o podem ser divulgadas pelo agente pœblico,
independentemente de consentimento expresso da pessoa a que elas se
referirem.
e) Caracteriza conduta il’cita por parte do agente pœblico controlar o
acesso a informa•›es sigilosas e pessoais de terceiros.
Coment‡rio:
a) Ž conduta vedada Òdestruir ou subtrair, por qualquer meio, documentos
concernentes a poss’veis viola•›es de direitos humanos por parte de
agentes do EstadoÓ (art. 35, VII) Ð ERRADA;
b) o servidor dever‡ liberar o acesso ˆ informa•‹o, mesmo que dela possa
surgir um preju’zo financeiro ao Estado Ð ERRADA;
c) a LDAI considera conduta il’cita praticada pelo servidor pœblico ou
militar, entre outras, Òrecusar-se a fornecer informa•‹o requerida nos
termos desta Lei, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou
fornec•-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisaÓ
(art. 35, I) Ð CORRETA;
d) como regra, as informa•›es pessoais relativas ˆ intimidade, vida
privada, honra e imagem n‹o podem ser divulgadas. Contudo, a LAI
disp›e que essas informa•›es poder‹o ter autorizada sua divulga•‹o ou
acesso por terceiros diante de previs‹o legal ou consentimento expresso
da pessoa a que elas se referirem (art. 33, ¤ 1¼, II) Ð ERRADA;
e) na verdade, Ž dever do Estado controlar o acesso e a divulga•‹o de
informa•›es sigilosas produzidas por seus —rg‹os e entidades,
assegurando a sua prote•‹o (art. 27, caput) Ð ERRADA.
Gabarito: alternativa C.

16.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016 Ð adaptada) A reten•‹o de


informa•›es, por parte de pessoa f’sica ou entidade privada que
possuir qualquer tipo de v’nculo com o poder pœblico, est‡ sujeita
a san•›es previstas na Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o.
Dentre as san•›es previstas, est‡ a rescis‹o do v’nculo com o
poder pœblico, que pode ser aplicada juntamente com penalidade
de
a) reabilita•‹o perante a pr—pria autoridade que aplicou a penalidade.
b) advert•ncia.
c) declara•‹o de inidoneidade para licitar ou contratar com a
Administra•‹o pœblica.
d) suspens‹o para participar em licita•›es pœblicas.
e) multa.
Coment‡rio: em regra, n‹o Ž poss’vel que seja aplicada mais de uma
san•‹o. PorŽm, a pena de multa pode ser aplicada de forma cumulativa
com uma das seguintes san•›es: (i) advert•ncia; (ii) rescis‹o do v’nculo

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com o Poder Pœblico; (iii) suspens‹o tempor‡ria do direito de participar de


licita•‹o e impedimento de contratar com a administra•‹o pœblica por
prazo n‹o superior a dois anos.
Logo, Ž a pena de multa (letra E) que pode ser aplicada em conjunto com
a rescis‹o do v’nculo com o poder pœblico.
Gabarito: alternativa E.

17.!(Cespe Ð AJ/CNJ/2013) Os —rg‹os ou entidades pœblicas


dever‹o autorizar ou conceder acesso imediato a toda e qualquer
informa•‹o contida em seus arquivos, quando requerida pelo
cidad‹o.
Coment‡rio: seria invi‡vel impor ˆ Administra•‹o que disponibilizasse
toda e qualquer informa•‹o imediatamente. Isso porque nem sempre a
informa•‹o estar‡ dispon’vel, sendo necess‡rio fazer consultas, coletar
dados, formatar os documentos, etc. AlŽm disso, nem toda informa•‹o Ž
de acesso pœblico, pois, como vimos, existem informa•›es que n‹o podem
ser disponibilizadas (informa•›es pessoais relativas ˆ intimidade e
informa•›es imprescind’veis ˆ seguran•a nacional).
Nessa linha, os art. 15 da LDAI estabelece que o —rg‹o ou entidade
pœblica dever‡ autorizar ou conceder o acesso imediato ˆ informa•‹o
dispon’vel. Caso n‹o seja poss’vel conceder o acesso imediato, o —rg‹o ou
entidade que receber o pedido dever‡, em prazo n‹o superior a 20 (vinte)
dias: I - comunicar a data, o local e o modo para se realizar a consulta,
efetuar a reprodu•‹o ou obter a certid‹o; II - indicar as raz›es de fato ou
de direito da recusa, total ou parcial, do acesso pretendido; III -
comunicar que n‹o possui a informa•‹o solicitada e indicar, se for do seu
conhecimento, o —rg‹o ou a entidade que a detŽm, ou, ainda, remeter o
requerimento a esse —rg‹o ou entidade, cientificando o interessado da
remessa de seu pedido de informa•‹o.
Portanto, o item est‡ errado.
Gabarito: errado.

18.!(Cespe Ð AJ/CNJ/2013) O acesso ˆ informa•‹o compreende,


entre outros direitos: orienta•‹o sobre como e onde obt•-la e
acesso imediato ˆ informa•‹o contida em documentos produzidos,
acumulados ou custodiados por —rg‹os pœblicos, pessoa f’sica ou
entidade privada que tenham v’nculos com o poder pœblico, ainda
que esses documentos tenham sido recolhidos a arquivos pœblicos.
Coment‡rio: segundo o art. 7¼ da LAI, o acesso ˆ informa•‹o de que trata
esta Lei compreende, entre outros, os direitos de obter:
I - orienta•‹o sobre os procedimentos para a consecu•‹o de acesso, bem como
sobre o local onde poder‡ ser encontrada ou obtida a informa•‹o almejada;
II - informa•‹o contida em registros ou documentos, produzidos ou acumulados por
—rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos;

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III - informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou jur’dica em virtude de


qualquer v’nculo com —rg‹os ou entidades pœblicas, mesmo que esse v’nculo j‡
tenha cessado; [...]

Assim, em linhas gerais o item est‡ correto. Contudo, muita discuss‹o


ocorreu em torno do Òacesso imediatoÓ, pois, como vimos no item acima,
isso se aplica ˆs informa•›es dispon’veis. Ocorre que aqui a banca utilizou
a regra geral, que Ž a disponibiliza•‹o do acesso imediato.
Com efeito, na quest‹o anterior t’nhamos outros erros e, alŽm disso, a
assertiva mencionava Òtoda e qualquer informa•‹oÓ, demonstrando a
inten•‹o do avaliador em verificar o conhecimento do candidato sobre as
exce•›es. Nesta quest‹o, porŽm, a banca foi na regra geral e, por isso, a
assertiva Ž correta.
Gabarito: correto.

19.!(Cespe - TEFC/TCU/2012) Os —rg‹os e entidades pœblicas t•m


o dever de promover a divulga•‹o, em local de f‡cil acesso, no
‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de interesse
coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas,
independentemente de requerimentos.
Coment‡rio: cobran•a literal do art. 8¼ da LDAI:
Art. 8¼ Para a implementa•‹o desta Lei, os —rg‹os e as entidades do Distrito
Federal devem promover, independentemente de requerimentos, a divulga•‹o, no
‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de interesse coletivo ou geral por
eles produzidas ou custodiadas.

Dessa forma, os —rg‹os ou entidades pœblicas devem agir ativamente em


prol da transpar•ncia, divulgando informa•›es independentemente de
requerimento. Assim, o item est‡ correto.
Gabarito: correto.

20.!(Cespe Ð AJ/TJ-AL/2012) Assinale a op•‹o em que s‹o


apresentadas informa•›es que n‹o se submetem ˆ Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o brasileira.
a) Informa•‹o sobre projetos de pesquisa relacionados ao
desenvolvimento cient’fico ou tecnol—gico, assim como a sistemas, bens,
instala•›es ou ‡reas de interesse estratŽgico nacional.
b) Informa•‹o resultante de inspe•›es, auditorias, presta•›es e tomadas
de contas realizadas pelos —rg‹os de controle interno e externo, incluindo
presta•›es de contas relativas a exerc’cios anteriores.
c) Informa•‹o contida em registros ou documentos, produzidos ou
acumulados por seus —rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos
pœblicos.
d) Informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades,
inclusive as relativas a sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os.
e) Informa•‹o referente ˆ implementa•‹o, ao acompanhamento e aos

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resultados dos programas, projetos e a•›es dos —rg‹os e entidades


pœblicas, bem como ˆs metas e aos indicadores propostos.
Coment‡rio: para fixar, vamos dar uma olhada no conteœdo do artigo 7¼
da LAI:
Art. 7¼ O acesso ˆ informa•‹o de que trata esta Lei compreende, entre outros, o
direito de obter:
I - orienta•‹o sobre os procedimentos para a consecu•‹o de acesso, bem como
sobre o local onde pode ser encontrada ou obtida a informa•‹o almejada;
II - informa•‹o contida em registros ou documentos, produzidos ou acumulados por
—rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos; [op•‹o C]
III - informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou jur’dica em virtude de
qualquer v’nculo com —rg‹os ou entidades pœblicas, mesmo que esse v’nculo j‡
tenha cessado;
IV - informa•‹o prim‡ria, ’ntegra, aut•ntica e atualizada;
V - informa•‹o sobre atividades exercidas por —rg‹os ou entidades, inclusive as
relativas ˆ sua pol’tica, ˆ sua organiza•‹o e aos seus servi•os; [op•‹o D]
VI - informa•‹o pertinente a administra•‹o do patrim™nio pœblico, utiliza•‹o de
recursos pœblicos, licita•›es, contratos administrativos, conv•nios e instrumentos
cong•neres;
VII - informa•‹o relativa:
a) ˆ implementa•‹o, ao acompanhamento e aos resultados de programas, projetos
e a•›es dos —rg‹os e das entidades pœblicas, bem como ˆs metas e aos indicadores
propostos; [op•‹o E]
b) ao resultado de inspe•›es, auditorias, presta•›es e tomadas de contas realizadas
pelos —rg‹os de controle interno e externo, incluindo presta•›es de contas relativas
a exerc’cios anteriores. [op•‹o B]
¤ 1¼ O acesso ˆ informa•‹o previsto no caput n‹o compreende as informa•›es
referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou tecnol—gicos
cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade, do Estado ou do Distrito
Federal. [op•‹o A]

Complementando, o artigo 25 da LDAI apresenta as informa•›es que s‹o


consideradas imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou do Estado e,
portanto, pass’veis de classifica•‹o, entre as quais se encontram as
informa•›es cuja divulga•‹o possa:
Art. 25. [...]
VI - prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e de desenvolvimento
cient’fico ou tecnol—gico, assim como a sistemas, bens, instala•›es ou ‡reas de
interesse estratŽgico nacional;

Percebe-se, portanto, que n‹o se submetem ˆ LDAI as informa•›es


referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou
tecnol—gicos cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do
Estado.
Gabarito: alternativa A.

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21.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) O servi•o de busca, fornecimento e


reprodu•‹o da informa•‹o concedido pela entidade pœblica ou
—rg‹o consultado Ž gratuito.
Coment‡rio: vamos ao texto da LAI:
Art. 16. O servi•o de busca e o fornecimento da informa•‹o s‹o gratuitos, salvo nas
hip—teses de reprodu•‹o de documentos pelo —rg‹o ou pela entidade do Poder
Pœblico consultado, situa•‹o em que deve ser cobrado exclusivamente o valor
necess‡rio ao ressarcimento do custo dos servi•os e dos materiais utilizados.
Par‡grafo œnico. Est‡ isento de ressarcir os custos previstos no caput todo aquele
cuja situa•‹o econ™mica n‹o lhe permita faz•-lo sem preju’zo do sustento pr—prio
ou da fam’lia, declarada nos termos da Lei federal n¼ 7.115, de 29 de agosto de
1983.

Percebe-se que o servi•o de busca e fornecimento Ž gratuito, mas os


custos de reprodu•‹o n‹o. Nessa œltima hip—tese, poder‡ ser cobrado
exclusivamente o valor necess‡rio ao ressarcimento do custo dos servi•os
e dos materiais utilizados. No caso de pessoas reconhecidamente pobres,
h‡ a possibilidade de n‹o ser cobrado os custos de reprodu•‹o das
informa•›es.
Gabarito: errado.

22.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) N‹o Ž facultado ao cidad‹o o


acesso a informa•›es sobre administra•‹o do patrim™nio pœblico,
utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•›es e contratos
administrativos.
Coment‡rio: o acesso ˆ informa•‹o de que trata a LDAI compreende,
entre outros, os direitos de obter informa•‹o pertinente a administra•‹o
do patrim™nio pœblico, utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•›es, contratos
administrativos, conv•nios e instrumentos cong•neres (art. 7¼, VI).
Gabarito: errado.

23.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) Segundo a lei de acesso ˆ


informa•‹o, a autenticidade Ž a qualidade da informa•‹o coletada
na fonte, com o m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem
modifica•›es.
Coment‡rio: a quest‹o apresentou o conceito de primariedade, que Ž a
qualidade da informa•‹o coletada na fonte, com o m‡ximo de
detalhamento poss’vel, sem modifica•›es (art. 4¼, IX). A autenticidade Ž
a qualidade da informa•‹o que tenha sido produzida, expedida, recebida
ou modificada por determinado indiv’duo, equipamento ou sistema (art.
4¼, VII).
Gabarito: errado.

24.!(Cespe - Analista Administrativo/ANP/2013) Na divulga•‹o de


informa•›es de interesse coletivo ou geral, produzidas ou
custodiadas por —rg‹os e por entidades pœblicas, deve constar, no
m’nimo, o registro das receitas dessas institui•›es.

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Coment‡rio: essa Ž uma quest‹o bem interessante. O art. 8¼ da LDAI


estabelece uma longa lista com as informa•›es m’nimos que devem ser
divulgadas independentemente de requerimentos. S‹o as chamadas
informa•›es de interesse coletivo ou geral, que devem ser divulgadas de
of’cio, formando o que a doutrina chama de transpar•ncia ativa. Ocorre
que o art. 8¼ exige, entre outras, a divulga•‹o do Òregistro de quaisquer
repasses ou transfer•ncias de recursos financeirosÓ, do Òregistro das
despesasÓ, os ÒcritŽrios de aloca•‹o e de uso dos recursos decorrentes de
fundos pœblicosÓ, as Òinforma•›es sobre controle e fiscaliza•‹o de recursos
pœblicos destinados a organiza•›es n‹o governamentaisÓ, porŽm n‹o
exige a divulga•‹o de of’cio do registro das receitas das institui•›es.
Contudo, deve-se ficar claro que este dispositivo trata daquelas
informa•›es que devem ser divulgadas independentemente de
requerimento. Nada impede que um cidad‹o solicite que um —rg‹o
informe sobre as receitas arrecadadas. De qualquer forma, o item est‡
errado.
Gabarito: errado.

25.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) A classifica•‹o


de sigilo no grau ultrassecreto Ž de compet•ncia do primeiro
escal‹o do governo, incluindo-se os titulares de autarquias, as
funda•›es ou as empresas pœblicas e as sociedades de econ™mica
mista.
Coment‡rio: a classifica•‹o no grau de ultrassecreto poder‡ ser feita
pelas seguintes autoridades:
a) do Governador;
b) do Vice-Governador;
c) de Secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente.
Os titulares de autarquias, as funda•›es ou as empresas pœblicas e as
sociedades de economia mista s— podem classificar as informa•›es atŽ o
grau de secreto.
Gabarito: errado.

26.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) O acesso ˆ


informa•‹o, contida em documento cuja manipula•‹o possa
prejudicar sua integridade dever‡ ser feito por c—pia com
certifica•‹o de que confere com o original.
Coment‡rio: segundo o art. 17 da LDAI, quando se tratar de acesso ˆ
informa•‹o contida em documento cuja manipula•‹o possa prejudicar sua
integridade, dever‡ ser oferecida a consulta de c—pia, com certifica•‹o de
que esta confere com o original.
Na impossibilidade de obten•‹o de c—pias, o interessado poder‡ solicitar
que, ˆs suas expensas e sob supervis‹o de servidor pœblico, a reprodu•‹o

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seja feita por outro meio que n‹o ponha em risco a conserva•‹o do
documento original.
Gabarito: correto.

Tendo em vista que a Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o Ž um


instrumento que auxilia o exerc’cio de um direito constitucional
dos cidad‹os, o de acesso ˆs informa•›es pœblicas, julgue os itens
a seguir.
27.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) As empresas
pœblicas n‹o s‹o subordinadas ˆ referida lei porque se inserem em
um contexto de competitividade do mercado privado.
Coment‡rio: subordinam-se ˆ LDAI:
a)! os —rg‹os pœblicos integrantes da administra•‹o direta dos Poderes
Executivo e Legislativo, incluindo o Tribunal de Contas do Distrito Federal;
b)! as autarquias, as funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as
sociedades de economia mista e as demais entidades controladas direta ou
indiretamente pelo Distrito Federal.
c)! entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para realiza•‹o de
a•›es de interesse pœblico, recursos pœblicos diretamente do or•amento ou
mediante subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de parceria,
conv•nios, acordo, ajustes ou outros instrumentos cong•neres, naquilo que
for referente ˆ parcela dos recursos pœblicos.
Assim, o item est‡ errado, pois as empresas pœblicas s‹o subordinadas ˆ
Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o.
Gabarito: errado.

28.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) As disposi•›es


da lei em apre•o s‹o aplicadas atŽ mesmo ˆs entidades privadas
sem fins lucrativos que recebam recursos pœblicos mediante termo
de parceria, conv•nios, acordos e outros instrumentos cong•neres.
Coment‡rio: vejamos o artigo 2¼ da LDAI:
Art. 2¼ Aplicam-se as disposi•›es desta Lei, no que couber, ˆs entidades privadas
sem fins lucrativos que recebam, para realiza•‹o de a•›es de interesse pœblico,
recursos pœblicos diretamente do or•amento ou mediante subven•›es sociais,
contrato de gest‹o, termo de parceria, conv•nios, acordos, ajustes ou outros
instrumentos cong•neres.
Par‡grafo œnico. A publicidade a que est‹o submetidas as entidades citadas no
caput refere-se ˆ parcela dos recursos pœblicos recebidos, ˆ sua destina•‹o e ˆ
contrapartida, sem preju’zo das presta•›es de contas a que estejam legalmente
obrigadas.

Portanto, a Lei 4.990/2012 aplica-se ˆs entidades privadas sem fins


lucrativos que recebam recursos pœblicos por meio de termo de parceria,
conv•nios, acordos e outros instrumentos cong•neres.
Gabarito: correto.

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29.!(Cespe Ð TA/Ancine/2012) O prazo limite de restri•‹o ao


acesso a informa•›es classificadas como secretas em poder de
entidade pœblica, como a ANCINE, por exemplo, Ž de, no m‡ximo,
cinco anos.
Coment‡rio: os prazos de restri•‹o ao acesso de informa•›es dependem
do tipo de classifica•‹o:
a)! ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos;
b)! secreta: 15 (quinze) anos; e
c)! reservada: 5 (cinco) anos.
Como a informa•‹o da quest‹o foi classificada como secreta, o prazo de
restri•‹o Ž de atŽ 15 anos. Logo, o item est‡ errado.
Gabarito: errado.

30.!(Cespe Ð ATA/MJ/2013) Considere que determinado cidad‹o


tenha apresentado peti•‹o no MinistŽrio da Justi•a insurgindo-se
contra o fato de n‹o ter sido divulgado no s’tio oficial do —rg‹o na
Internet programa elaborado com vistas ao combate ˆs drogas.
Nesse caso, tem raz‹o o requerente, haja vista que a divulga•‹o
do programa no s’tio Ž obrigat—ria.
Coment‡rio: o requerente tem raz‹o na situa•‹o, uma vez que os —rg‹os
e entidades pœblicas devem disponibilizar dados gerais para o
acompanhamento de programas do governo. Nessa linha, vejamos o que
estabelece o art. 8¼ da LAI:
Art. 8¼ Para a implementa•‹o desta Lei, os —rg‹os e as entidades do Distrito
Federal devem promover, independentemente de requerimentos, a divulga•‹o, no
‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de interesse coletivo ou geral por
eles produzidas ou custodiadas.
Par‡grafo œnico. Na divulga•‹o das informa•›es a que se refere o caput, devem
constar, no m’nimo:
VI - dados gerais para o acompanhamento de programas, a•›es, projetos e obras,
com informa•›es sobre sua execu•‹o, metas e indicadores, em linguagem de f‡cil
compreens‹o; e

Gabarito: correto.

11 – QUESTÕES EXTRAS
31.!(FCC Ð Juiz de Direito/TJ-SC/2017) A Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o Pœblica Ð Lei Federal n¡ 12.527/2011
a) n‹o se aplica a todos os entes da Administra•‹o Pœblica, visto que Ž
incompat’vel com o regime das empresas pœblicas e sociedades de
economia mista, regidas por lei pr—pria (Lei Federal n¡ 13.303/2016).
b) postula que, segundo o princ’pio acessorium sequitur principale,
quando n‹o for autorizado acesso integral ˆ informa•‹o por ser ela
parcialmente sigilosa, as demais partes tornam-se tambŽm de acesso
restrito.

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c) aponta como dever dos —rg‹os e entidades pœblicas promover a


divulga•‹o de informa•›es de interesse coletivo ou geral por eles
produzidas ou custodiadas, por s’tio oficial na internet; todavia, os
Munic’pios de menos de cem mil habitantes est‹o dispensados da
exig•ncia.
d) prev• prazo de trinta dias, prorrog‡vel justificadamente por mais 20
(vinte) dias, para que seja disponibilizada informa•‹o requerida pelo
cidad‹o.
e) cria hip—tese de responsabilidade objetiva pela divulga•‹o indevida de
informa•›es, sendo que tal responsabilidade tambŽm Ž aplic‡vel aos
particulares que, em virtude de v’nculo com —rg‹o ou entidade pœblica,
tenham acesso a informa•›es sigilosas.
Coment‡rio:
a) a LAI Ž uma lei nacional, tendo aplica•‹o, portanto, para a
administra•‹o direta e indireta de todos os Poderes de todos os entes da
Federa•‹o (Uni‹o, estados, Distrito Federal e munic’pios). Assim, incluem-
se as autarquias, as funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as
sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou
indiretamente pela Uni‹o, Estados, Distrito Federal e Munic’pios.
Acrescenta-se que a Lei Distrital 4.990/2012 (LAI-DF), que regulamento o
acesso ˆ informa•‹o no ‰mbito do Distrito Federal, tambŽm disp›e que o
seu regime alcan•a, alŽm da administra•‹o direta, Òas autarquias, as
funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as sociedades de economia
mista e as demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo
Distrito FederalÓ (LAI-DF, art. 1¼, par‡grafo œnico, II) Ð ERRADA;
b) na realidade, a LAI diferencia que, quando n‹o for autorizado acesso
integral ˆ informa•‹o por ser ela parcialmente sigilosa, Ž assegurado o
acesso ˆ parte n‹o sigilosa por meio de certid‹o, extrato ou c—pia com
oculta•‹o da parte sob sigilo (art. 7¼, ¤2¼) Ð ERRADA;
c) o art. 8¼ da LAI determina que Ž dever dos —rg‹os e entidades pœblicas
promover, independentemente de requerimentos, a divulga•‹o em local
de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de
interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas. Os
Munic’pios com popula•‹o de atŽ 10.000 (dez mil) habitantes ficam
dispensados da divulga•‹o obrigat—ria na internet, mantida, contudo, a
obrigatoriedade de divulga•‹o, em tempo real, de informa•›es relativas ˆ
execu•‹o or•ament‡ria e financeira (art. 8¼, ¤4¼) Ð ERRADA;
d) o acesso deve ser, em regra, imediato; n‹o sendo poss’vel, o —rg‹o
tem prazo n‹o superior a 20 dias (prorrog‡veis por mais 10), para
fornecer a informa•‹o ou explicar a impossibilidade do fornecimento (art.
11, ¤1¼; LAI-DF, art. 15) Ð ERRADA;
e) isso mesmo. Na forma do art. 34, os —rg‹os e entidades pœblicas
respondem diretamente pelos danos causados em decorr•ncia da
divulga•‹o n‹o autorizada ou utiliza•‹o indevida de informa•›es sigilosas
ou informa•›es pessoais, cabendo a apura•‹o de responsabilidade

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funcional nos casos de dolo ou culpa, assegurado o respectivo direito de


regresso Ð CORRETA.
Gabarito: alternativa E.

32.!(FCC Ð Economista/ARTESP/2017) Nos termos da Lei n¡


12.527/2011, que regula o acesso ˆ informa•›es, e d‡
provid•ncias correlatas, Òa qualidade da informa•‹o n‹o
modificada, inclusive quanto ˆ origem, tr‰nsito e destinoÓ,
denomina-se
a) integridade.
b) primariedade.
c) autenticidade.
d) disponibilidade.
e) secundariedade.
Coment‡rio:
na forma do art. 4o, para os efeitos desta Lei, considera-se:
VI - disponibilidade: qualidade da informa•‹o que pode ser conhecida e utilizada
por indiv’duos, equipamentos ou sistemas autorizados;
VII - autenticidade: qualidade da informa•‹o que tenha sido produzida, expedida,
recebida ou modificada por determinado indiv’duo, equipamento ou sistema;
VIII - integridade: qualidade da informa•‹o n‹o modificada, inclusive quanto ˆ
origem, tr‰nsito e destino;
IX - primariedade: qualidade da informa•‹o coletada na fonte, com o m‡ximo de
detalhamento poss’vel, sem modifica•›es.

Assim, o enunciado se refere ao conceito de integridade, conforme


alternativa A. Anota-se que, na LAI-DF, os conceitos tambŽm est‹o
descritos no art. 4¼.
Gabarito: alternativa A.

33.!(FCC Ð Juiz Substituto/TJ-PI/2015) ƒ norma CONTRçRIA ao


regime da Lei Federal n¡ 12.527/2011 − Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o:
a) A restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o relativa ˆ vida privada, honra e
imagem de pessoa n‹o poder‡ ser invocada com o intuito de prejudicar
processo de apura•‹o de irregularidades em que o titular das informa•›es
estiver envolvido, bem como em a•›es voltadas para a recupera•‹o de
fatos hist—ricos de maior relev‰ncia.
b) As informa•›es que puderem colocar em risco a seguran•a do
Presidente e Vice-Presidente da Repœblica e respectivos c™njuges e
filhos(as) ser‹o classificadas como secretas e ficar‹o sob sigilo
permanente enquanto durarem suas vidas.
c) N‹o poder‡ ser negado acesso ˆ informa•‹o necess‡ria ˆ tutela judicial
ou administrativa de direitos fundamentais.

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d) As informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que


impliquem viola•‹o dos direitos humanos praticada por agentes pœblicos
ou a mando de autoridades pœblicas n‹o poder‹o ser objeto de restri•‹o
de acesso.
e) S‹o consideradas imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou do
Estado e, portanto, pass’veis de classifica•‹o de sigilo as informa•›es cuja
divulga•‹o ou acesso irrestrito possam prejudicar ou causar risco a
projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’fico ou tecnol—gico.
Coment‡rio:
quest‹o f‡cil, as alternativas trazem basicamente o texto da Lei. Vejamos:
a) A restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o relativa ˆ vida privada, honra e
imagem de pessoa n‹o poder‡ ser invocada com o intuito de prejudicar
processo de apura•‹o de irregularidades em que o titular das informa•›es
estiver envolvido, bem como em a•›es voltadas para a recupera•‹o de
fatos hist—ricos de maior relev‰ncia (art. 31, ¤ 4¼; LAI-DF, art. 33, ¤ 4¼) Ð
CORRETA;
b) As informa•›es que puderem colocar em risco a seguran•a do
Presidente e Vice-Presidente da Repœblica e respectivos c™njuges e
filhos(as) ser‹o classificadas como secretas reservadas e ficar‹o sob sigilo
permanente enquanto durarem suas vidas atŽ o tŽrmino do mandato em
exerc’cio ou do œltimo mandato, em caso de reelei•‹o (art. 24, ¤ 2¼). Tal
disposi•‹o possui reda•‹o semelhante na LAI-DF, porŽm com aplica•‹o ao
Governador e ao Vice-Governador:
Art. 26 [...] ¤ 2¼ As informa•›es que possam colocar em risco a seguran•a do
Presidente e do Vice-Presidente da Repœblica, do Governador e do Vice-
Governador, dos respectivos c™njuges ou descendentes s‹o classificadas como
reservadas e ficam sob sigilo atŽ o tŽrmino do mandato em exerc’cio ou do
œltimo mandato, em caso de reelei•‹o.

Portanto, as informa•›es ser‹o classificadas como reservadas, mas


apenas durante o per’odo dos mandatos Ð ERRADA;
c) N‹o poder‡ ser negado acesso ˆ informa•‹o necess‡ria ˆ tutela judicial
ou administrativa de direitos fundamentais (art. 21, caput; LAI-DF, art.
23) Ð CORRETA;
d) As informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que
impliquem viola•‹o dos direitos humanos praticada por agentes pœblicos
ou a mando de autoridades pœblicas n‹o poder‹o ser objeto de restri•‹o
de acesso (art. 21, par‡grafo œnico; LAI-DF, art. 23, par‡grafo œnico) Ð
CORRETA;
e) S‹o consideradas imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou do
Estado e, portanto, pass’veis de classifica•‹o de sigilo as informa•›es cuja
divulga•‹o ou acesso irrestrito possam prejudicar ou causar risco a
projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’fico ou tecnol—gico (art. 23,
VI; LAI-DF, art. 25, VI) Ð CORRETA.
Gabarito: alternativa B.

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34.!(FCC Ð Administrador/DPE-SP/2015) Os seguintes —rg‹os


subordinam-se ˆ Lei de Acesso ˆ Informa•‹o (Lei n¡ 12.527 de 18
de novembro de 2011), EXCETO
a) empresas privadas.
b) MinistŽrio Pœblico.
c) entidades privadas sem fins lucrativos.
d) C‰mara Municipal.
e) MinistŽrio do Planejamento, Or•amento e Gest‹o.
Coment‡rio:
s‹o subordinados ˆ Lei 12.527/2011 os —rg‹os pœblicos integrantes da
administra•‹o direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as
Cortes de Contas, e Judici‡rio e do MinistŽrio Pœblico, bem como as
autarquias, as funda•›es pœblicas, as empresas pœblicas, as sociedades de
economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente
pela Uni‹o, Estados, Distrito Federal e Munic’pios. Enfim, toda a
Administra•‹o Pœblica submete-se ao regime da Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o.
Ademais, tambŽm devem observar as normas da Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o as entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para
realiza•‹o de a•›es de interesse pœblico, recursos pœblicos diretamente do
or•amento ou mediante subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de
parceria, conv•nios, acordo, ajustes ou outros instrumentos cong•neres
(art. 2¼).
Por outro lado, n‹o h‡ disposi•‹o expressa na LAI determinando a sua
aplica•‹o ˆs empresas privadas.
Tais regras constam nos arts. 1¼ e 2¼ da LAI-DF.
Gabarito: alternativa A.

35.!(FCC Ð Analista Previdenci‡rio/MANAUSPREV/2015) Pela Lei


de Acesso ˆ Informa•‹o, de 2011, NÌO s‹o pass’veis de
classifica•‹o, do ponto de vista da seguran•a da sociedade e do
Estado, aquelas informa•›es que
a) comprometem institui•›es ou altas autoridades nacionais ou
estrangeiras e seus familiares.
b) prejudicam ou causam risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento
cient’fico ou tecnol—gico.
c) p›em em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do
territ—rio brasileiro.
d) oferecem elevado risco ˆ estabilidade financeira, econ™mica ou
monet‡ria do pa’s.
e) facilitam atividades de investiga•‹o ou fiscaliza•‹o na preven•‹o ou
repress‹o de infra•›es.

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Coment‡rio:
por for•a do art. 23 s‹o consideradas imprescind’veis ˆ seguran•a da
sociedade ou do Estado e, portanto, pass’veis de classifica•‹o as
informa•›es cuja divulga•‹o ou acesso irrestrito possam:
p™r em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do
territ—rio nacional [alternativa C];
prejudicar ou p™r em risco a condu•‹o de negocia•›es ou as rela•›es
internacionais do Pa’s, ou as que tenham sido fornecidas em car‡ter
sigiloso por outros Estados e organismos internacionais;
p™r em risco a vida, a seguran•a ou a saœde da popula•‹o;
oferecer elevado risco ˆ estabilidade financeira, econ™mica ou monet‡ria
do Pa’s [alternativa D];
prejudicar ou causar risco a planos ou opera•›es estratŽgicos das For•as
Armadas;
prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento
cient’fico ou tecnol—gico, assim como a sistemas, bens, instala•›es ou
‡reas de interesse estratŽgico nacional [alternativa D];
p™r em risco a seguran•a de institui•›es ou de altas autoridades nacionais
ou estrangeiras e seus familiares [alternativa A]; ou
comprometer atividades de intelig•ncia, bem como de investiga•‹o ou
fiscaliza•‹o em andamento, relacionadas com a preven•‹o ou repress‹o
de infra•›es.
Desse modo, as œnicas informa•›es que n‹o s‹o pass’veis de
classifica•‹o, entre as alternativas, s‹o aquelas que facilitam atividades de
investiga•‹o ou fiscaliza•‹o na preven•‹o ou repress‹o de infra•›es
(alternativa E).
Na LAI-DF, tais informa•›es constam 25.
Gabarito: alternativa E.

36.!(FCC Ð Juiz Substituto/TJ-AL/2015) Invocando a Lei n¡


12.527/11, que trata do acesso ˆ informa•‹o pœblica, um cidad‹o
pleiteia ˆ Administra•‹o pœblica de um Estado-membro da
Federa•‹o Brasileira o acesso a determinado documento.
Raciocinando por hip—tese, seria um argumento compat’vel com a
referida lei, para que o Estado negasse o pedido,
a) tratar-se de documento contendo informa•›es referentes a projetos de
pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou tecnol—gicos cujo sigilo seja
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado.
b) n‹o aplicar-se a lei, por ser federal, ˆ Administra•‹o pœblica de um
Estado.
c) n‹o haver o interessado indicado o motivo de seu pedido.
d) tratar-se de documento utilizado como fundamento de um ato

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decis—rio, de modo que a publicidade deste œltimo ato dispensa a


publicidade do documento que lhe dera fundamento.
e) tratar-se de documento contendo informa•›es pertinentes ˆ
Administra•‹o do patrim™nio pœblico.
Coment‡rio:
n‹o seria nem preciso conhecer a letra da norma para responder a essa
quest‹o. Veja bem, se o documento contŽm informa•›es referentes a
projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou tecnol—gicos cujo
sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado, n‹o faria
sentido que o Estado atendesse ao pedido do cidad‹o, n‹o Ž mesmo?
Sendo assim, podemos assinalar a alternativa A como nossa resposta.
Vejamos as demais alternativas:
b) mesmo que a Lei 12.527/2011 seja federal, os procedimentos nela
previstos devem ser observados pela Uni‹o, Estados, Distrito Federal e
Munic’pios, com o fim de garantir o acesso a informa•›es previsto no
inciso XXXIII do art. 5¼, no inciso II do ¤ 3¼ do art. 37 e no ¤ 2¼ do art.
216 da Constitui•‹o Federal (art. 1¼, caput) Ð ERRADA;
c) nada disso. S‹o vedadas quaisquer exig•ncias relativas aos motivos
determinantes da solicita•‹o de informa•›es de interesse pœblico. Posto
isso, o fato de o interessado n‹o ter indicado o motivo n‹o gera motivo
para a negativa do Estado (art. 10, ¤ 3¼; LAI-DF, art. 14, ¤ 4¼) Ð
ERRADA;
d) o direito de acesso aos documentos ou ˆs informa•›es neles contidas
utilizados como fundamento da tomada de decis‹o e do ato administrativo
ser‡ assegurado com a edi•‹o do ato decis—rio respectivo (art. 7¼, ¤ 3¼;
LAI-DF, art. 7¼, ¤ 3¼) Ð ERRADA;
e) a informa•‹o pertinente ˆ administra•‹o do patrim™nio pœblico,
utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•‹o, contratos administrativos Ž item
constante do rol de informa•›es cujo cidad‹o tem direito a obter (art. 7¼,
caput e VI; LAI-DF, art. 7¼, VI) Ð ERRADA.
Gabarito: alternativa A.

37.!(FCC Ð Juiz Substituto/TJ-SC/2015) Vigora no Brasil,


disciplinando o direito constitucional de acesso ˆ informa•‹o, a Lei
no 12.527/11. ƒ ideia ESTRANHA ao regime dessa lei a
a) cria•‹o, pelo acesso ˆ informa•‹o classificada como sigilosa, da
obriga•‹o para aquele que a obteve de resguardar o sigilo.
b) possibilidade de que qualquer interessado possa apresentar pedido de
acesso a informa•›es aos —rg‹os e entidades competentes, devendo o
pedido conter a identifica•‹o do requerente, a especifica•‹o da informa•‹o
requerida e os motivos determinantes da solicita•‹o de informa•›es de
interesse pœblico.
c) inclus‹o, no sentido de acesso ˆ informa•‹o, do direito de obter

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informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou entidade privada


decorrente de qualquer v’nculo com seus —rg‹os ou entidades, mesmo
que esse v’nculo j‡ tenha cessado.
d) observ‰ncia da publicidade como preceito geral e do sigilo como
exce•‹o.
e) classifica•‹o da informa•‹o sigilosa, em regra geral, segundo os
seguintes critŽrios: ultrassecreta − 25 anos; secreta − 15 anos; e
reservada − 5 anos.
Coment‡rio:
a) aquele que obtiver o acesso ˆ informa•‹o classificada como sigilosa
tem o dever de resguardar o sigilo (art. 25, ¤ 2¼; LAI-DF, art. 27, ¤ 3¼) Ð
CORRETA;
b) n‹o se pode fazer a exig•ncia dos motivos determinantes da solicita•‹o
(art. 10, ¤ 3¼; LAI-DF, art. 14, ¤ 4¼) Ð ERRADA;
c) segundo a LAI, o acesso ˆ informa•‹o compreende o direito de obter
Òinforma•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou entidade privada
decorrente de qualquer v’nculo com seus —rg‹os ou entidades, mesmo
que esse v’nculo j‡ tenha cessadoÓ (art. 7¼, III) Ð CORRETA;
d) uma das diretrizes do acesso ˆ informa•‹o Ž a Òobserv‰ncia da
publicidade como preceito geral e do sigilo como exce•‹oÓ (art. 3¼, I) Ð
CORRETA;
e) esses s‹o, de fato, os prazos m‡ximos de restri•‹o de acesso ˆ
informa•‹o, nos termos do art. 24, ¤ 1¼, da LAI (LAI-DF, art. 26, ¤ 1¼) Ð
CORRETA.
Gabarito: alternativa B.

38.!(FCC Ð Analista de Controle Externo/TCE-CE/2015) A Lei de


Acesso ˆ informa•‹o, Lei n¡ 12.527/2011,
a) autoriza o —rg‹o pœblico a fazer exig•ncias ao requerente referente aos
motivos determinantes da solicita•‹o de informa•›es de interesse pœblico.
b) n‹o abrange as entidades privadas sem fins lucrativos que recebem
recursos pœblicos.
c) n‹o prev• o desenvolvimento do controle social como uma diretriz.
d) abrange somente a Administra•‹o direta e indireta do Poder Executivo.
e) regula como direito obter tanto informa•‹o sobre atividades exercidas
pelos —rg‹os e entidades, quanto informa•‹o contida em registros ou
documentos, produzidos ou acumulados por seus —rg‹os ou entidades,
recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos, entre outras.
Coment‡rio:
a) s‹o vedadas quaisquer exig•ncias relativas aos motivos determinantes
da solicita•‹o de informa•›es de interesse pœblico (art. 10, ¤ 3¼; LAI-DF,
art. 14, ¤ 4¼) Ð ERRADA;

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b) aplicam-se as disposi•›es da LAI, no que couber, ˆs entidades privadas


sem fins lucrativos que recebam, para realiza•‹o de a•›es de interesse
pœblico, recursos pœblicos diretamente do or•amento ou mediante
subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de parceria, conv•nios,
acordo, ajustes ou outros instrumentos cong•neres (art. 2¼) Ð ERRADA;
c) o desenvolvimento do controle social da administra•‹o pœblica Ž citado
no art. 3¼ como uma das diretrizes da Lei 12.527/2011, junto ˆ
observ‰ncia da publicidade como preceito geral e do sigilo como exce•‹o;
ˆ divulga•‹o de informa•›es de interesse pœblico, independentemente de
solicita•›es; ˆ utiliza•‹o de meios de comunica•‹o viabilizados pela
tecnologia da informa•‹o; e ao fomento ao desenvolvimento da cultura de
transpar•ncia na administra•‹o pœblica Ð ERRADA;
d) a LAI abrange os —rg‹os pœblicos integrantes da administra•‹o direta
dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e
Judici‡rio e do MinistŽrio Pœblico, as autarquias, as funda•›es pœblicas, as
empresas pœblicas, as sociedades de economia mista e demais entidades
controladas direta ou indiretamente pela Uni‹o, Estados, Distrito Federal e
Munic’pios (art. 1¼, par‡grafo œnico) Ð ERRADA;
e) agora sim. O acesso ˆ informa•‹o compreende, entre outros, os
direitos de obter informa•‹o contida em registros ou documentos,
produzidos ou acumulados por seus —rg‹os ou entidades, recolhidos ou
n‹o a arquivos pœblicos, assim como informa•‹o sobre atividades
exercidas pelos —rg‹os e entidades, inclusive as relativas ˆ sua pol’tica,
organiza•‹o e servi•os (art. 7¼, II e V, respectivamente) Ð CORRETA.
Gabarito: alternativa E.

39.!(FCC Ð Julgador Administrativo Tribut‡rio do Tesouro


Estadual/SEFAZ-PE/2015) Suponha que a Secretaria da Fazenda
tenha contratado uma consultoria especializada para revisar seu
fluxo de processos, objetivando diminuir o intervalo de tempo
verificado entre as autua•›es e o encaminhamento para
ajuizamento das correspondentes execu•›es fiscais. Determinado
cidad‹o solicitou c—pia do procedimento de contrata•‹o da
consultoria, do respectivo contrato e tambŽm dos estudos
realizados pela consultoria. De acordo com a legisla•‹o que
disciplina o acesso ˆ informa•‹o,
a) a Administra•‹o est‡ obrigada a disponibilizar apenas as informa•›es
relativas ao processo de contrata•‹o.
b) o acesso ˆs informa•›es solicitadas independe de justificativa, sendo
necess‡ria, contudo, a identifica•‹o do requerente.
c) o acesso ˆs informa•›es requeridas pode ser negado, justificadamente,
pela autoridade respons‡vel, se julgar que as mesmas possuem car‡ter
reservado.
d) o resultado dos estudos n‹o pode ser objeto de requerimento de
informa•‹o, haja vista envolver trabalho realizado por empresa privada.

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e) todas as informa•›es dever‹o ser disponibilizadas no prazo m‡ximo de


15 dias, vedada a cobran•a de taxas ou ressarcimento de custo de
servi•os.
Coment‡rio:
vamos analisar a situa•‹o. O que o cidad‹o deseja Ž acesso ao
procedimento de contrata•‹o, ao contrato e aos estudos realizados
durante a consultoria. Isso nada mais Ž do que pedir acesso ˆ informa•‹o
pertinente ˆ administra•‹o do patrim™nio pœblico, utiliza•‹o de recursos
pœblicos, licita•‹o, contratos administrativos (art. 7¼, VI).
Dessa maneira, j‡ sabemos que a informa•‹o solicitada n‹o pode ser
negada, pois o acesso Ž liberado por direito (alternativas C e D Ð
ERRADAS).
A alternativa A est‡, tambŽm, incorreta, pois a disponibiliza•‹o da
informa•‹o n‹o fica restrita ao processo de contrata•‹o, todas as
informa•›es dever‹o ser fornecidas ao cidad‹o.
Finalmente, a alternativa E apresenta dois erros:
i) o —rg‹o ou entidade pœblica dever‡ autorizar ou conceder o acesso
imediato ˆ informa•‹o dispon’vel. Caso isso n‹o seja poss’vel, o prazo
para a resolu•‹o da quest‹o n‹o poder‡ ser superior a 20 dias,
prorrog‡veis por mais 10, mediante justificativa expressa, da qual ser‡
cientificado o requerente (art. 11, caput e ¤¤ 1¼ e 2¼; LAI-DF, art. 15);
ii) o servi•o de busca e fornecimento da informa•‹o Ž gratuito, salvo nas
hip—teses de reprodu•‹o de documentos pelo —rg‹o ou entidade pœblica
consultada, situa•‹o em que poder‡ ser cobrado exclusivamente o valor
necess‡rio ao ressarcimento do custo dos servi•os e dos materiais
utilizados (art. 12; LAI-DF, art. 16) Ð ERRADA.
Portanto, de acordo com a legisla•‹o que disciplina o acesso ˆ informa•‹o,
o acesso ˆs informa•›es solicitadas independe de justificativa, sendo
necess‡ria, contudo, a identifica•‹o do requerente (art. 10, caput e ¤ 3¼;
LAI-DF, art. 14) Ð alternativa B: CORRETA.
Gabarito: alternativa B.

40.!(FCC Ð Analista do CNMP/CNMP/2015) Considere as seguintes


informa•›es de um —rg‹o ou entidades integrantes da
Administra•‹o direta dos Poderes Executivo, Legislativo (incluindo
Cortes de Contas), Judici‡rio e do MinistŽrio Pœblico:
I. Registro de compet•ncias e estrutura organizacional, endere•os e
telefones das respectivas unidades e hor‡rios de atendimento ao pœblico;
II. Registros de quaisquer repasses ou transfer•ncias de recursos
financeiros;
III. Registros das despesas;
IV. Informa•›es concernentes a procedimentos licitat—rios, inclusive os
respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos

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celebrados;
V. Dados gerais para o acompanhamento de programas, a•›es, projetos e
obras de —rg‹os e entidades; e
VI. Respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.

Estas informa•›es devem ser disponibilizadas ao cidad‹o


a) mediante requerimento.
b) independente de requerimento, na sede do —rg‹o ou entidade.
c) mediante requerimento, com a garantia de que o cidad‹o n‹o a
divulgar‡ a terceiros.
d) independente de requerimento, com a garantia de que o cidad‹o n‹o a
divulgar‡ a terceiros.
e) independente de requerimentos, em local de f‡cil acesso.
Coment‡rio:
nossa resposta Ž encontrada no art. 8¼ da LAI (mesmo artigo na LAI-DF):
Art. 8o ƒ dever dos —rg‹os e entidades pœblicas promover,
independentemente de requerimentos, a divulga•‹o em local de f‡cil
acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de interesse coletivo ou
geral por eles produzidas ou custodiadas.
¤ 1o Na divulga•‹o das informa•›es a que se refere o caput, dever‹o constar, no
m’nimo:
I - registro das compet•ncias e estrutura organizacional, endere•os e telefones das
respectivas unidades e hor‡rios de atendimento ao pœblico; [afirmativa I]
II - registros de quaisquer repasses ou transfer•ncias de recursos
financeiros; [afirmativa II]
III - registros das despesas; [afirmativa III]
IV - informa•›es concernentes a procedimentos licitat—rios, inclusive os respectivos
editais e resultados, bem como a todos os contratos celebrados; [afirmativa IV]
V - dados gerais para o acompanhamento de programas, a•›es, projetos e obras de
—rg‹os e entidades; [afirmativa V] e
VI - respostas a perguntas mais frequentes da sociedade [afirmativa VI].

Podemos perceber que todas as informa•›es est‹o contidas no art. 8¼ e,


como indicado no caput do artigo, devem ser disponibilizadas ao cidad‹o
independente de requerimentos, em local de f‡cil acesso (alternativa E).
Gabarito: alternativa E.

41.!(FCC Ð Analista do CNMP/CNMP/2015) Determinado cidad‹o


solicitou perante empresa estatal, com base na legisla•‹o federal
que disciplina o acesso ˆ informa•‹o (Lei federal no
12.527/2011), rela•‹o dos contratos celebrados pela empresa nos
œltimos 5 anos, bem como esclarecimentos quanto ˆ exist•ncia ou
n‹o de prŽvio procedimento licitat—rio e dos pagamentos

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realizados. De acordo com a referida legisla•‹o, as informa•›es


requeridas
a) poder‹o ser negadas, a critŽrio da autoridade competente, caso
vislumbre raz›es de interesse pœblico ou seguran•a nacional pertinentes e
suficientes para manter o car‡ter reservado.
b) somente dever‹o ser disponibilizados na medida do leg’timo interesse
do requerente, devidamente justificado.
c) n‹o ser‹o disponibilizadas quando, no per’odo abrangido, j‡ tenham
sido objeto de publica•‹o nos ve’culos oficiais.
d) dever‹o ser disponibilizadas, observando-se, se houver, sigilo relativo a
segredo industrial decorrente da explora•‹o direta de atividade econ™mica
pela estatal.
e) dever‹o ser disponibilizadas, excetuadas aquelas que digam respeito a
pagamentos a particulares, eis que protegidas pelo sigilo fiscal.
Coment‡rio:
vimos h‡ pouco uma quest‹o semelhante. Logo, sabemos que Ž permitido
pedir acesso ˆ informa•‹o pertinente ˆ administra•‹o do patrim™nio
pœblico, utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•‹o, contratos
administrativos (art. 7¼, VI). AlŽm disso, Ž poss’vel verificar no enunciado
que n‹o se trata de nenhuma quest‹o imprescind’vel ˆ seguran•a da
sociedade ou do Estado, merecedora de acesso restrito.
Assim, erradas as alternativas A e C.
A alternativa B est‡ incorreta, porque j‡ sabemos que n‹o Ž necess‡rio
apontar os motivos para o requerimento.
J‡ a alternativa E versa sobre situa•‹o n‹o apontada na Lei 12.527/2011.
Logo, em aten•‹o ao art. 22 da LAI, as informa•›es requeridas dever‹o
ser disponibilizadas, observando-se, se houver, sigilo relativo a segredo
industrial decorrente da explora•‹o direta de atividade econ™mica pela
estatal.
Na LAI-DF, por sua vez, consta o seguinte:
Art. 24. O disposto nesta Lei n‹o exclui as demais hip—teses legais de sigilo e de
segredo de justi•a, nem as hip—teses de segredo empresarial decorrentes da
explora•‹o direta de atividade econ™mica pelo Distrito Federal ou por pessoa f’sica
ou jur’dica que tenha qualquer v’nculo com o Poder Pœblico.

Gabarito: alternativa D.

42.!(FCC Ð Auditor de Controle Externo/TCM-GO/2015) A Lei


Federal n¼ 12.527/2011 destina-se a assegurar o direito
fundamental de acesso ˆ informa•‹o. No entanto, reservou um
cap’tulo espec’fico para regular as hip—teses de restri•‹o de
acesso ˆ informa•‹o e os respectivos procedimentos. Nos termos
desse cap’tulo espec’fico da Lei de Acesso ˆ Informa•‹o,
a) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como

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reservada ser‡ de 10 (dez) anos, a partir da data de sua produ•‹o.


b) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
ultrassecreta ser‡ de 30 (trinta) anos, a partir da data de sua produ•‹o.
c) as informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que
impliquem viola•‹o dos direitos humanos poder‹o ser objeto de restri•‹o
de acesso mediante decis‹o conjunta do Presidente da repœblica e do
Presidente do Congresso Nacional.
d) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
secreta ser‡ de 15 (quinze) anos, a partir da data de sua produ•‹o.
e) a classifica•‹o do sigilo de informa•‹o no grau de ultrassecreto, no
‰mbito da Administra•‹o Pœblica Federal, Ž de compet•ncia exclusiva do
Presidente da Repœblica e do Presidente do Congresso Nacional.
Coment‡rio:
a) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
reservada ser‡ de 10 (dez) 5 (cinco) anos, a partir da data de sua
produ•‹o (art. 24, ¤ 1¼, III) Ð ERRADA;
b) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
ultrassecreta ser‡ de 30 (trinta) 25 (vinte e cinco) anos, a partir da data
de sua produ•‹o (art. 24, ¤ 1¼, I) Ð ERRADA;
c) as informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que
impliquem viola•‹o dos direitos humanos n‹o poder‹o ser objeto de
restri•‹o de acesso mediante decis‹o conjunta do Presidente da repœblica
e do Presidente do Congresso Nacional (art. 21, par‡grafo œnico) Ð
ERRADA;
d) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
secreta ser‡ de 15 (quinze) anos, a partir da data de sua produ•‹o (art.
24, ¤ 1¼, II) Ð CORRETA;
e) a classifica•‹o do sigilo de informa•‹o no grau de ultrassecreto, no
‰mbito da Administra•‹o Pœblica Federal, Ž de compet•ncia exclusiva do
Presidente da Repœblica e do Presidente do Congresso Nacional Ð No
‰mbito da Administra•‹o Pœblica Federal, a classifica•‹o do sigilo de
informa•‹o no grau de ultrassecreto Ž de compet•ncia do Presidente da
Repœblica, do Vice-Presidente da Repœblica, dos Ministros de Estado e
autoridades com as mesmas prerrogativas, dos Comandantes da Marinha,
do ExŽrcito e da Aeron‡utica e dos Chefes de Miss›es Diplom‡ticas e
Consulares permanentes no exterior (art. 27, I). Anota-se, todavia, que
esse dispositivo da LAI cuidou especificamente do ‰mbito do Poder
Executivo federal, de tal forma que as autoridades competentes para
classificar a informa•‹o em outros Poderes devem estar previstas em atos
pr—prios de cada Poder.
Anota-se, demais, que a compet•ncia para classificar a informa•‹o em
secreta e ultrassecreta Ž pass’vel de delega•‹o pela autoridade
respons‡vel a agente pœblico, inclusive em miss‹o no exterior, vedada a
subdelega•‹o (art. 27, ¤ 1¼).

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Na LAI-DF, por sua vez, consta o seguinte:


Art. 29. A classifica•‹o do sigilo de informa•›es, no Poder Executivo, Ž de
compet•ncia:
I Ð no grau ultrassecreto:
a) do Governador;
b) do Vice-Governador;
c) de Secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente;
II Ð no grau de secreto:
a) das autoridades referidas no inciso I;
b) dos titulares de autarquia, funda•‹o, empresa pœblica ou sociedade de economia
mista;
III Ð no grau de reservado:
a) das autoridades referidas nos incisos I e II;
b) das autoridades que exer•am fun•›es de subsecret‡rio ou de hierarquia
equivalente.
Par‡grafo œnico. A compet•ncia prevista nos incisos I e II pode ser delegada pela
autoridade respons‡vel a agente pœblico, vedada a subdelega•‹o.

Portanto, a LAI-DF tambŽm n‹o trouxe o regramento para os demais


Poderes. De qualquer forma, o item est‡ incorreto, uma vez que a
compet•ncia Ž pass’vel de delega•‹o e pode ser exercida por outras
autoridades descritas na LAI e na LAI-DF Ð ERRADA.
Gabarito: alternativa D.

43.!(FCC Ð Auditor Fiscal da Fazenda Estadual/SEFAZ-PI/2015)


Determinado cidad‹o solicitou ˆ dirigente de —rg‹o integrante da
Administra•‹o pœblica informa•›es sobre ato praticado pela
referida autoridade, consistente na contrata•‹o de institui•‹o
especializada para a realiza•‹o de auditorias em contratos
celebrados pelo referido —rg‹o. De acordo com as disposi•›es da
Lei n¡ 12.527/2011, que disciplina o acesso ˆ informa•‹o, a
referida autoridade administrativa
a) somente poder‡ negar a disponibiliza•‹o de informa•›es que considere
estratŽgicas para a Administra•‹o, mediante despacho fundamentado da
autoridade m‡xima da correspondente inst‰ncia administrativa.
b) estar‡ obrigada a disponibilizar apenas as informa•›es que forem
pertinentes ao interesse do requerente, conforme justificado no
correspondente requerimento.
c) n‹o estar‡ obrigada a disponibilizar as informa•›es, se entender,
fundamentadamente, que as mesmas s‹o de car‡ter sigiloso.
d) estar‡ obrigada a disponibilizar, exclusivamente, as informa•›es
relativas ˆ contrata•‹o, porŽm n‹o o resultado dos estudos.
e) n‹o poder‡ negar a disponibiliza•‹o das informa•›es relativas ˆ
contrata•‹o, bem assim dos resultados das auditorias realizadas.

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Coment‡rio:
repetir para fixar! O acesso ˆ informa•‹o de que trata a LAI compreende,
entre outros, os direitos de obter informa•‹o pertinente ˆ administra•‹o
do patrim™nio pœblico, utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•‹o, contratos
administrativos.
Com esse foco, a autoridade administrativa n‹o poder‡ negar a
disponibiliza•‹o das informa•›es relativas ˆ contrata•‹o, bem assim dos
resultados das auditorias realizadas.
Gabarito: alternativa E.

44.!(FCC Ð AFR-SP/SEFAZ-SP/2013) De acordo com as disposi•›es


do Decreto Estadual no 58.052, de 16 de maio de 2012, que
regulamenta a Lei Federal no 12.527, de 18 de novembro de 2011,
o acesso do cidad‹o aos documentos, dados e informa•›es dos
—rg‹os e entidades da Administra•‹o Pœblica Estadual NÌO
compreende
a) informa•›es referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento
cient’ficos ou tecnol—gicos cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da
sociedade e do Estado.
b) informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades quanto
ˆ sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os.
c) dado ou informa•‹o relativo a acompanhamento e resultados de
programas, projetos e a•›es dos —rg‹os e entidades pœblicas, no que diz
respeito a metas e indicadores propostos.
d) dados ou informa•›es utilizados como fundamento da tomada de
decis‹o de ato administrativo discricion‡rio editado pelos —rg‹os e
entidades.
e) informa•›es relacionadas, indiretamente, com o interesse do
requerente, a critŽrio da Comiss‹o de Avalia•‹o de Documentos e Acesso
− CADA.
Coment‡rio:
em que pese o enunciado falar em um Decreto Estadual, n‹o se assuste,
pois a resposta da quest‹o encontra-se no artigo 7¼ da Lei 12.527/2011,
vejamos:
Art. 7o O acesso ˆ informa•‹o de que trata esta Lei compreende, entre outros, os
direitos de obter:
[...]
V - informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades,
inclusive as relativas ˆ sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os;
[...]
VII - informa•‹o relativa:

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a) ˆ implementa•‹o, acompanhamento e resultados dos programas,


projetos e a•›es dos —rg‹os e entidades pœblicas, bem como metas e
indicadores propostos;
[...]
¤ 1o O acesso ˆ informa•‹o previsto no caput n‹o compreende as informa•›es
referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou
tecnol—gicos cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do
Estado.Ó (grifos nossos)

Perceba que com o conhecimento da LAI j‡ poder’amos concluir que a


alternativa Ž a letra A. As op•›es D e E s‹o encontradas no Decreto
Estadual mencionado acima, contudo, como n‹o constituem exce•›es
previstas na Lei, podemos concluir que devem ser fornecidas.
Gabarito: alternativa A.

45.!(FCC Ð TRT-6/2012) De acordo com a Lei no 12.527, de 18 de


novembro de 2011, a qualidade da informa•‹o coletada na fonte,
com o m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem modifica•›es, Ž
identificada como
a) objetividade.
b) autenticidade.
c) integridade.
d) primariedade.
e) disponibilidade.
Coment‡rio:
vejamos algumas defini•›es presentes na Lei 12.527/2011:
autenticidade: qualidade da informa•‹o que tenha sido produzida,
expedida, recebida ou modificada por determinado indiv’duo, equipamento
ou sistema;
integridade: qualidade da informa•‹o n‹o modificada, inclusive quanto ˆ
origem, tr‰nsito e destino;
primariedade: qualidade da informa•‹o coletada na fonte, com o m‡ximo
de detalhamento poss’vel, sem modifica•›es; e
disponibilidade: qualidade da informa•‹o que pode ser conhecida e
utilizada por indiv’duos, equipamentos ou sistemas autorizados.
A Lei de Acesso ˆ Informa•‹o nem fala sobre o conceito de objetividade.
Do exposto, conclu’mos que o gabarito Ž a letra D.
Gabarito: alternativa D.

46.!(FCC Ð TRT-6/2012) A Lei no 12.527 de 2011, que regula o


direito ˆ informa•‹o produzida em —rg‹os pœblicos integrantes da
administra•‹o direta dos Poderes Executivo, Legislativo e
Judici‡rio, afirma que o cidad‹o tem o direito fundamental de
acesso ˆ informa•‹o, definida como dados, processados ou n‹o,

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que podem ser utilizados para produ•‹o e transmiss‹o de


conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato. O
sigilo, ou seja, a restri•‹o tempor‡ria de acesso pœblico, Ž
garantido ˆ informa•‹o cuja preserva•‹o do conhecimento geral Ž
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado. Fora nessa
exce•‹o, as demais informa•›es de interesse pœblico e sem
classifica•‹o sigilosa t•m a publicidade como preceito geral. Elas,
portanto, devem ser divulgadas
a) pelos departamentos de comunica•‹o dos —rg‹os pœblicos.
b) mediante solicita•‹o de pessoa f’sica ou jur’dica interessada.
c) por iniciativa do —rg‹o pœblico e independentemente de solicita•›es.
d) quando h‡ disponibilidade de tecnologias da informa•‹o.
e) nos —rg‹os em que j‡ existe controle social da administra•‹o.
Coment‡rio:
nos termos do artigo 8¼ da LAI, Ž dever dos —rg‹os e entidades pœblicas
promover, independentemente de requerimentos, a divulga•‹o em local
de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de
interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas. Assim, as
informa•›es devem ser divulgadas por iniciativa do —rg‹o pœblico e
independentemente de solicita•›es.
Gabarito: alternativa C.

12 - LISTA DAS QUESTÕES DE AULA


1.! (Procurador da Fazenda Nacional/2015) A respeito da Lei n.
12.527/2011, conhecida como Lei de Acesso ˆ Informa•‹o, analise
a afirmativa abaixo, classificando-a em verdadeira (V) ou falsa
(F).
( ) Trata-se de uma lei que contŽm normas gerais e, sob este
aspecto, de car‡ter nacional.
2.! (TEFC/TCU/2012) As entidades privadas sem fins lucrativos
que recebam recursos pœblicos diretamente do or•amento ou
mediante subven•›es sociais, contrato de gest‹o, termo de
parceria, conv•nios, acordo, ajustes ou outros instrumentos
cong•neres est‹o obrigadas a divulgar o montante e a destina•‹o
de todos os recursos que movimentam, uma vez que est‹o sujeitas
ˆs disposi•›es da referida lei.
3.! (Assessor Jur’dico/CM-Caieira/2015) A Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o tem como diretrizes, entre outras, a observ‰ncia da
publicidade como preceito geral e do sigilo como exce•‹o, bem
como a divulga•‹o de informa•›es de interesse pœblico,
independentemente de solicita•›es.
4.! (Estat’stico/TJ-SP/2015 Ð adaptada) Nos termos do que
disp›e a Lei Distrital n¼ 4.990/2012, promover a divulga•‹o em

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local de f‡cil acesso, no ‰mbito de suas compet•ncias, de


informa•›es de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou
custodiadas depende de requerimentos para ser implementada
pelos —rg‹os pœblicos.
5.! (Analista de Controle Externo/TCE-CE/2015 Ð adaptada) A Lei
Distrital de Acesso ˆ informa•‹o, Lei Distrital n¼ 4.990/2012,
regula como direito obter tanto informa•‹o sobre atividades
exercidas pelos —rg‹os e entidades, quanto informa•‹o contida em
registros ou documentos, produzidos ou acumulados por seus
—rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos, entre
outras.
6.! (AUFC/TCU/Auditoria Governamental/2015) Com base na Lei
Distrital n¼ 4.990/2012 (Lei de Acesso ˆ Informa•‹o), o
fornecimento de informa•›es pœblicas est‡ condicionado ˆ
solicita•‹o da pessoa interessada.
7.! (Cespe Ð AJ/CNJ/2013) Informa•›es classificadas como
sigilosas por serem imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou
do Estado se subdividem, quanto ao grau de sigilo, em:
ultrassecretas, secretas e confidenciais.
8.! (Cespe Ð AJ/CNJ/2013 Ð adaptada) No ‰mbito da
administra•‹o pœblica distrital, a classifica•‹o de informa•›es
como ultrassecretas Ž de compet•ncia exclusiva e indeleg‡vel das
seguintes autoridades: do Governador; do Vice-Governador; de
secret‡rio de Estado ou autoridade equivalente.
9.! (Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) Considerando a
Lei n.¼ 12.527/2011 Ñ Lei de Acesso ˆ Informa•‹o (LAI) Ñ,
assinale a op•‹o correta.
a) Devido ao seu car‡ter confidencial, informa•›es a respeito de viola•›es
de direitos humanos praticadas por agentes do Estado s‹o mantidas sob
sigilo pelo per’odo m’nimo de quinze anos.
b) A busca e o fornecimento da informa•‹o devem ser gratuitos, com
exce•‹o de documentos que tenham custos de produ•‹o. Nesses casos, os
custos devem ser pagos pelo requerente, que poder‡ ser isento se,
comprovadamente, n‹o tiver condi•›es financeiras para arcar com os
custos de obten•‹o da informa•‹o.
c) Ap—s a correta peti•‹o, o —rg‹o ou entidade que recebeu o pedido tem
atŽ trinta dias para apresentar resposta por escrito, conforme a instru•‹o
do peticion‡rio.
d) Apenas as entidades da administra•‹o direta est‹o obrigados a
fornecer informa•›es solicitadas por pessoas nascidas no Brasil, desde que
o pedido seja feito por meio leg’timo e traga discriminada a identifica•‹o
de quem apresentou o pedido e a especifica•‹o da informa•‹o que foi
pedida.
e) N‹o h‡ previs‹o de recursos nos casos de respostas negativas de

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acesso ˆ informa•‹o ou nos casos em que o —rg‹o peticionado se recuse a


responder o porqu• de o acesso ˆ informa•‹o ter sido negado.
10.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016) De acordo com a Lei de Acesso
ˆ Informa•‹o de 2011, uma vez informado o extravio da
informa•‹o solicitada, o interessado poder‡ requerer ˆ autoridade
competente a imediata abertura de sindic‰ncia para apurar o
desaparecimento da respectiva documenta•‹o. Nesta situa•‹o, o
—rg‹o, ou entidade pœblica, respons‡vel pela guarda da
informa•‹o extraviada, dever‡
a) reconhecer o fato publicamente em 5 dias e justificar e identificar
testemunhas que comprovem sua alega•‹o 10 dias ap—s o
reconhecimento.
b) justificar o fato e indicar testemunhas que comprovem sua alega•‹o no
prazo de 5 dias.
c) justificar o fato em atŽ 10 dias e indicar testemunhas que comprovem
sua alega•‹o no prazo de 20 dias, ap—s a justificativa.
d) reconhecer o fato publicamente em 5 dias e justificar e identificar
testemunhas que comprovem sua alega•‹o 5 dias ap—s o reconhecimento.
e) justificar o fato e indicar testemunhas que comprovem sua alega•‹o no
prazo de 10 dias.
11.!(Cespe Ð TCE-SC/2016) No caso de indeferimento de acesso a
informa•›es, o recurso dever‡ ser apresentado inicialmente ˆ
autoridade que exarou a decis‹o impugnada, cabendo recurso em
segunda inst‰ncia ˆ autoridade hierarquicamente superior.
12.!(FCC Ð Analista/PGE-MT/2016 Ð adaptada) Em 2012, foi
publicada a Lei Distrital n¼ 4.990, a chamada ÒLei de acesso ˆ
informa•‹oÓ. Essa lei regulamenta um direito fundamental de
receber informa•›es, previsto no inciso XXXIII do art. 5¼,
Constitui•‹o Federal, que disp›e que todos t•m direito a receber
dos —rg‹os pœblicos informa•›es de seu interesse particular,
a) exclusivamente, que ser‹o prestadas no prazo da lei, sob pena de
responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ
seguran•a da sociedade e do Estado.
b) ou de interesse coletivo ou geral, que ser‹o prestadas no prazo da lei,
sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado.
c) ou de interesse coletivo ou geral, que ser‹o prestadas no prazo da lei,
sob pena de responsabilidade, sendo vedadas as informa•›es sigilosas.
d) que ser‹o prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja concedido judicialmente.
e) ou de interesse coletivo ou geral, desde que justificadas, que ser‹o
prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas
aquelas cujo sigilo seja definido pelo Presidente da Repœblica.

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13.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016) A informa•‹o em poder dos


—rg‹os e entidades pœblicas, cumprido o seu teor e em virtude de
sua imprescindibilidade ˆ seguran•a do Estado ou da sociedade,
poder‡ ser classificada como reservada, secreta ou ultrassecreta.
Conforme a Lei no 12.527/2011, os prazos m‡ximos de restri•‹o
ao acesso destes tipos de informa•‹o s‹o, respectivamente,
a) 5, 15 e 25 anos.
b) 10, 15 e 20 anos.
c) 5, 10 e 15 anos.
d) 10, 20 e 30 anos.
e) 5, 15 e 30 anos.
14.!(Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) No que se refere
ˆ classifica•‹o da informa•‹o, conforme estabelecido na LAI,
assinale a op•‹o correta.
a) Conforme o valor estratŽgico da informa•‹o, o prazo de sigilo, ap—s seu
tŽrmino, poder‡ ser renovado por mais dez anos.
b) Devido ˆ dificuldade operacional, n‹o Ž poss’vel acessar dados relativos
a metas e indicadores de resultados de projetos, programas e pol’ticas
pœblicas financiadas com recursos estatais.
c) Informa•›es cuja dissemina•‹o coloque em risco a defesa e a soberania
nacional, alŽm da integridade do territ—rio brasileiro, s‹o pass’veis de
classifica•‹o como sigilosas.
d) Em raz‹o de seu valor estratŽgico, as informa•›es sigilosas s‹o
classificadas como secretas, limitadas ou reguladas.
e) Para os munic’pios, o menor prazo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o
Ž de oito anos; para os estados e a Uni‹o, esse prazo Ž de dezesseis anos.
15.!(Cespe Ð Analista de Controle/TCE-PR/2016) A respeito de
responsabilidades dos agentes pœblicos, conforme disposto na LAI,
assinale a op•‹o correta.
a) ƒ permitido ao agente pœblico usar de suas prerrogativas para destruir
documentos referentes a viola•›es de direitos humanos por parte de
agentes do Estado.
b) ƒ l’cito que o agente pœblico se negue a fornecer, de forma deliberada,
informa•›es que impliquem preju’zo financeiro para o ente estatal onde a
informa•‹o se localiza.
c) Caracteriza conduta il’cita por parte do agente pœblico se recusar a
fornecer a informa•‹o requisitada, ou demorar para atender ao pedido de
acesso ˆ informa•‹o ou, ainda, fornecer aos cidad‹os informa•›es
incompletas, imprecisas ou incorretas.
d) Informa•›es pessoais relativas ˆ intimidade, vida privada, honra e
imagem n‹o podem ser divulgadas pelo agente pœblico,
independentemente de consentimento expresso da pessoa a que elas se

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referirem.
e) Caracteriza conduta il’cita por parte do agente pœblico controlar o
acesso a informa•›es sigilosas e pessoais de terceiros.
16.!(FCC Ð TŽcnico/PGE-MT/2016 Ð adaptada) A reten•‹o de
informa•›es, por parte de pessoa f’sica ou entidade privada que
possuir qualquer tipo de v’nculo com o poder pœblico, est‡ sujeita
a san•›es previstas na Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o.
Dentre as san•›es previstas, est‡ a rescis‹o do v’nculo com o
poder pœblico, que pode ser aplicada juntamente com penalidade
de
a) reabilita•‹o perante a pr—pria autoridade que aplicou a penalidade.
b) advert•ncia.
c) declara•‹o de inidoneidade para licitar ou contratar com a
==9c45==

Administra•‹o pœblica.
d) suspens‹o para participar em licita•›es pœblicas.
e) multa.
17.!(Cespe Ð AJ/CNJ/2013) Os —rg‹os ou entidades pœblicas
dever‹o autorizar ou conceder acesso imediato a toda e qualquer
informa•‹o contida em seus arquivos, quando requerida pelo
cidad‹o.
18.!(Cespe Ð AJ/CNJ/2013) O acesso ˆ informa•‹o compreende,
entre outros direitos: orienta•‹o sobre como e onde obt•-la e
acesso imediato ˆ informa•‹o contida em documentos produzidos,
acumulados ou custodiados por —rg‹os pœblicos, pessoa f’sica ou
entidade privada que tenham v’nculos com o poder pœblico, ainda
que esses documentos tenham sido recolhidos a arquivos pœblicos.
19.!(Cespe - TEFC/TCU/2012) Os —rg‹os e entidades pœblicas t•m
o dever de promover a divulga•‹o, em local de f‡cil acesso, no
‰mbito de suas compet•ncias, de informa•›es de interesse
coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas,
independentemente de requerimentos.
20.!(Cespe Ð AJ/TJ-AL/2012) Assinale a op•‹o em que s‹o
apresentadas informa•›es que n‹o se submetem ˆ Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o brasileira.
a) Informa•‹o sobre projetos de pesquisa relacionados ao
desenvolvimento cient’fico ou tecnol—gico, assim como a sistemas, bens,
instala•›es ou ‡reas de interesse estratŽgico nacional.
b) Informa•‹o resultante de inspe•›es, auditorias, presta•›es e tomadas
de contas realizadas pelos —rg‹os de controle interno e externo, incluindo
presta•›es de contas relativas a exerc’cios anteriores.
c) Informa•‹o contida em registros ou documentos, produzidos ou
acumulados por seus —rg‹os ou entidades, recolhidos ou n‹o a arquivos

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pœblicos.
d) Informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades,
inclusive as relativas a sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os.
e) Informa•‹o referente ˆ implementa•‹o, ao acompanhamento e aos
resultados dos programas, projetos e a•›es dos —rg‹os e entidades
pœblicas, bem como ˆs metas e aos indicadores propostos.
21.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) O servi•o de busca, fornecimento e
reprodu•‹o da informa•‹o concedido pela entidade pœblica ou
—rg‹o consultado Ž gratuito.
22.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) N‹o Ž facultado ao cidad‹o o
acesso a informa•›es sobre administra•‹o do patrim™nio pœblico,
utiliza•‹o de recursos pœblicos, licita•›es e contratos
administrativos.
23.!(Cespe Ð APGI/INPI/2013) Segundo a lei de acesso ˆ
informa•‹o, a autenticidade Ž a qualidade da informa•‹o coletada
na fonte, com o m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem
modifica•›es.
24.!(Cespe - Analista Administrativo/ANP/2013) Na divulga•‹o de
informa•›es de interesse coletivo ou geral, produzidas ou
custodiadas por —rg‹os e por entidades pœblicas, deve constar, no
m’nimo, o registro das receitas dessas institui•›es.
25.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) A classifica•‹o
de sigilo no grau ultrassecreto Ž de compet•ncia do primeiro
escal‹o do governo, incluindo-se os titulares de autarquias, as
funda•›es ou as empresas pœblicas e as sociedades de econ™mica
mista.
26.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) O acesso ˆ
informa•‹o, contida em documento cuja manipula•‹o possa
prejudicar sua integridade dever‡ ser feito por c—pia com
certifica•‹o de que confere com o original.
Tendo em vista que a Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o Ž um
instrumento que auxilia o exerc’cio de um direito constitucional
dos cidad‹os, o de acesso ˆs informa•›es pœblicas, julgue os itens
a seguir.
27.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) As empresas
pœblicas n‹o s‹o subordinadas ˆ referida lei porque se inserem em
um contexto de competitividade do mercado privado.
28.!(Cespe Ð Analista Administrativo/ANTT/2013) As disposi•›es
da lei em apre•o s‹o aplicadas atŽ mesmo ˆs entidades privadas
sem fins lucrativos que recebam recursos pœblicos mediante termo
de parceria, conv•nios, acordos e outros instrumentos cong•neres.
29.!(Cespe Ð TA/Ancine/2012) O prazo limite de restri•‹o ao
acesso a informa•›es classificadas como secretas em poder de

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entidade pœblica, como a ANCINE, por exemplo, Ž de, no m‡ximo,


cinco anos.
30.!(Cespe Ð ATA/MJ/2013) Considere que determinado cidad‹o
tenha apresentado peti•‹o no MinistŽrio da Justi•a insurgindo-se
contra o fato de n‹o ter sido divulgado no s’tio oficial do —rg‹o na
Internet programa elaborado com vistas ao combate ˆs drogas.
Nesse caso, tem raz‹o o requerente, haja vista que a divulga•‹o
do programa no s’tio Ž obrigat—ria.
31.!(FCC Ð Juiz de Direito/TJ-SC/2017) A Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o Pœblica Ð Lei Federal n¡ 12.527/2011
a) n‹o se aplica a todos os entes da Administra•‹o Pœblica, visto que Ž
incompat’vel com o regime das empresas pœblicas e sociedades de
economia mista, regidas por lei pr—pria (Lei Federal n¡ 13.303/2016).
b) postula que, segundo o princ’pio acessorium sequitur principale,
quando n‹o for autorizado acesso integral ˆ informa•‹o por ser ela
parcialmente sigilosa, as demais partes tornam-se tambŽm de acesso
restrito.
c) aponta como dever dos —rg‹os e entidades pœblicas promover a
divulga•‹o de informa•›es de interesse coletivo ou geral por eles
produzidas ou custodiadas, por s’tio oficial na internet; todavia, os
Munic’pios de menos de cem mil habitantes est‹o dispensados da
exig•ncia.
d) prev• prazo de trinta dias, prorrog‡vel justificadamente por mais 20
(vinte) dias, para que seja disponibilizada informa•‹o requerida pelo
cidad‹o.
e) cria hip—tese de responsabilidade objetiva pela divulga•‹o indevida de
informa•›es, sendo que tal responsabilidade tambŽm Ž aplic‡vel aos
particulares que, em virtude de v’nculo com —rg‹o ou entidade pœblica,
tenham acesso a informa•›es sigilosas.
32.! (FCC Ð Economista/ARTESP/2017) Nos termos da Lei n¡
12.527/2011, que regula o acesso ˆ informa•›es, e d‡
provid•ncias correlatas, Òa qualidade da informa•‹o n‹o
modificada, inclusive quanto ˆ origem, tr‰nsito e destinoÓ,
denomina-se
a) integridade.
b) primariedade.
c) autenticidade.
d) disponibilidade.
e) secundariedade.
33.! (FCC Ð Juiz Substituto/TJ-PI/2015) ƒ norma CONTRçRIA ao
regime da Lei Federal n¡ 12.527/2011 − Lei de Acesso ˆ
Informa•‹o:

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a) A restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o relativa ˆ vida privada, honra e


imagem de pessoa n‹o poder‡ ser invocada com o intuito de prejudicar
processo de apura•‹o de irregularidades em que o titular das informa•›es
estiver envolvido, bem como em a•›es voltadas para a recupera•‹o de
fatos hist—ricos de maior relev‰ncia.
b) As informa•›es que puderem colocar em risco a seguran•a do
Presidente e Vice-Presidente da Repœblica e respectivos c™njuges e
filhos(as) ser‹o classificadas como secretas e ficar‹o sob sigilo
permanente enquanto durarem suas vidas.
c) N‹o poder‡ ser negado acesso ˆ informa•‹o necess‡ria ˆ tutela judicial
ou administrativa de direitos fundamentais.
d) As informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que
impliquem viola•‹o dos direitos humanos praticada por agentes pœblicos
ou a mando de autoridades pœblicas n‹o poder‹o ser objeto de restri•‹o
de acesso.
e) S‹o consideradas imprescind’veis ˆ seguran•a da sociedade ou do
Estado e, portanto, pass’veis de classifica•‹o de sigilo as informa•›es cuja
divulga•‹o ou acesso irrestrito possam prejudicar ou causar risco a
projetos de pesquisa e desenvolvimento cient’fico ou tecnol—gico.
34.! (FCC Ð Administrador/DPE-SP/2015) Os seguintes —rg‹os
subordinam-se ˆ Lei de Acesso ˆ Informa•‹o (Lei n¡ 12.527 de 18
de novembro de 2011), EXCETO
a) empresas privadas.
b) MinistŽrio Pœblico.
c) entidades privadas sem fins lucrativos.
d) C‰mara Municipal.
e) MinistŽrio do Planejamento, Or•amento e Gest‹o.
35.! (FCC Ð Analista Previdenci‡rio/MANAUSPREV/2015) Pela Lei
de Acesso ˆ Informa•‹o, de 2011, NÌO s‹o pass’veis de
classifica•‹o, do ponto de vista da seguran•a da sociedade e do
Estado, aquelas informa•›es que
a) comprometem institui•›es ou altas autoridades nacionais ou
estrangeiras e seus familiares.
b) prejudicam ou causam risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento
cient’fico ou tecnol—gico.
c) p›em em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do
territ—rio brasileiro.
d) oferecem elevado risco ˆ estabilidade financeira, econ™mica ou
monet‡ria do pa’s.
e) facilitam atividades de investiga•‹o ou fiscaliza•‹o na preven•‹o ou
repress‹o de infra•›es.

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36.! (FCC Ð Juiz Substituto/TJ-AL/2015) Invocando a Lei n¡


12.527/11, que trata do acesso ˆ informa•‹o pœblica, um cidad‹o
pleiteia ˆ Administra•‹o pœblica de um Estado-membro da
Federa•‹o Brasileira o acesso a determinado documento.
Raciocinando por hip—tese, seria um argumento compat’vel com a
referida lei, para que o Estado negasse o pedido,
a) tratar-se de documento contendo informa•›es referentes a projetos de
pesquisa e desenvolvimento cient’ficos ou tecnol—gicos cujo sigilo seja
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado.
b) n‹o aplicar-se a lei, por ser federal, ˆ Administra•‹o pœblica de um
Estado.
c) n‹o haver o interessado indicado o motivo de seu pedido.
d) tratar-se de documento utilizado como fundamento de um ato
decis—rio, de modo que a publicidade deste œltimo ato dispensa a
publicidade do documento que lhe dera fundamento.
e) tratar-se de documento contendo informa•›es pertinentes ˆ
Administra•‹o do patrim™nio pœblico.
37.! (FCC Ð Juiz Substituto/TJ-SC/2015) Vigora no Brasil,
disciplinando o direito constitucional de acesso ˆ informa•‹o, a Lei
no 12.527/11. ƒ ideia ESTRANHA ao regime dessa lei a
a) cria•‹o, pelo acesso ˆ informa•‹o classificada como sigilosa, da
obriga•‹o para aquele que a obteve de resguardar o sigilo.
b) possibilidade de que qualquer interessado possa apresentar pedido de
acesso a informa•›es aos —rg‹os e entidades competentes, devendo o
pedido conter a identifica•‹o do requerente, a especifica•‹o da informa•‹o
requerida e os motivos determinantes da solicita•‹o de informa•›es de
interesse pœblico.
c) inclus‹o, no sentido de acesso ˆ informa•‹o, do direito de obter
informa•‹o produzida ou custodiada por pessoa f’sica ou entidade privada
decorrente de qualquer v’nculo com seus —rg‹os ou entidades, mesmo
que esse v’nculo j‡ tenha cessado.
d) observ‰ncia da publicidade como preceito geral e do sigilo como
exce•‹o.
e) classifica•‹o da informa•‹o sigilosa, em regra geral, segundo os
seguintes critŽrios: ultrassecreta − 25 anos; secreta − 15 anos; e
reservada − 5 anos.
38.! (FCC Ð Analista de Controle Externo/TCE-CE/2015) A Lei de
Acesso ˆ informa•‹o, Lei n¡ 12.527/2011,
a) autoriza o —rg‹o pœblico a fazer exig•ncias ao requerente referente aos
motivos determinantes da solicita•‹o de informa•›es de interesse pœblico.
b) n‹o abrange as entidades privadas sem fins lucrativos que recebem
recursos pœblicos.

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c) n‹o prev• o desenvolvimento do controle social como uma diretriz.


d) abrange somente a Administra•‹o direta e indireta do Poder Executivo.
e) regula como direito obter tanto informa•‹o sobre atividades exercidas
pelos —rg‹os e entidades, quanto informa•‹o contida em registros ou
documentos, produzidos ou acumulados por seus —rg‹os ou entidades,
recolhidos ou n‹o a arquivos pœblicos, entre outras.
39.! (FCC Ð Julgador Administrativo Tribut‡rio do Tesouro
Estadual/SEFAZ-PE/2015) Suponha que a Secretaria da Fazenda
tenha contratado uma consultoria especializada para revisar seu
fluxo de processos, objetivando diminuir o intervalo de tempo
verificado entre as autua•›es e o encaminhamento para
ajuizamento das correspondentes execu•›es fiscais. Determinado
cidad‹o solicitou c—pia do procedimento de contrata•‹o da
consultoria, do respectivo contrato e tambŽm dos estudos
realizados pela consultoria. De acordo com a legisla•‹o que
disciplina o acesso ˆ informa•‹o,
a) a Administra•‹o est‡ obrigada a disponibilizar apenas as informa•›es
relativas ao processo de contrata•‹o.
b) o acesso ˆs informa•›es solicitadas independe de justificativa, sendo
necess‡ria, contudo, a identifica•‹o do requerente.
c) o acesso ˆs informa•›es requeridas pode ser negado, justificadamente,
pela autoridade respons‡vel, se julgar que as mesmas possuem car‡ter
reservado.
d) o resultado dos estudos n‹o pode ser objeto de requerimento de
informa•‹o, haja vista envolver trabalho realizado por empresa privada.
e) todas as informa•›es dever‹o ser disponibilizadas no prazo m‡ximo de
15 dias, vedada a cobran•a de taxas ou ressarcimento de custo de
servi•os.
40.! (FCC Ð Analista do CNMP/CNMP/2015) Considere as seguintes
informa•›es de um —rg‹o ou entidades integrantes da
Administra•‹o direta dos Poderes Executivo, Legislativo (incluindo
Cortes de Contas), Judici‡rio e do MinistŽrio Pœblico:
I. Registro de compet•ncias e estrutura organizacional, endere•os e
telefones das respectivas unidades e hor‡rios de atendimento ao pœblico;
II. Registros de quaisquer repasses ou transfer•ncias de recursos
financeiros;
III. Registros das despesas;
IV. Informa•›es concernentes a procedimentos licitat—rios, inclusive os
respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos
celebrados;
V. Dados gerais para o acompanhamento de programas, a•›es, projetos e
obras de —rg‹os e entidades; e

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VI. Respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.

Estas informa•›es devem ser disponibilizadas ao cidad‹o


a) mediante requerimento.
b) independente de requerimento, na sede do —rg‹o ou entidade.
c) mediante requerimento, com a garantia de que o cidad‹o n‹o a
divulgar‡ a terceiros.
d) independente de requerimento, com a garantia de que o cidad‹o n‹o a
divulgar‡ a terceiros.
e) independente de requerimentos, em local de f‡cil acesso.
41.! (FCC Ð Analista do CNMP/CNMP/2015) Determinado cidad‹o
solicitou perante empresa estatal, com base na legisla•‹o federal
que disciplina o acesso ˆ informa•‹o (Lei federal no
12.527/2011), rela•‹o dos contratos celebrados pela empresa nos
œltimos 5 anos, bem como esclarecimentos quanto ˆ exist•ncia ou
n‹o de prŽvio procedimento licitat—rio e dos pagamentos
realizados. De acordo com a referida legisla•‹o, as informa•›es
requeridas
a) poder‹o ser negadas, a critŽrio da autoridade competente, caso
vislumbre raz›es de interesse pœblico ou seguran•a nacional pertinentes e
suficientes para manter o car‡ter reservado.
b) somente dever‹o ser disponibilizados na medida do leg’timo interesse
do requerente, devidamente justificado.
c) n‹o ser‹o disponibilizadas quando, no per’odo abrangido, j‡ tenham
sido objeto de publica•‹o nos ve’culos oficiais.
d) dever‹o ser disponibilizadas, observando-se, se houver, sigilo relativo a
segredo industrial decorrente da explora•‹o direta de atividade econ™mica
pela estatal.
e) dever‹o ser disponibilizadas, excetuadas aquelas que digam respeito a
pagamentos a particulares, eis que protegidas pelo sigilo fiscal.
42.! (FCC Ð Auditor de Controle Externo/TCM-GO/2015) A Lei
Federal n¼ 12.527/2011 destina-se a assegurar o direito
fundamental de acesso ˆ informa•‹o. No entanto, reservou um
cap’tulo espec’fico para regular as hip—teses de restri•‹o de
acesso ˆ informa•‹o e os respectivos procedimentos. Nos termos
desse cap’tulo espec’fico da Lei de Acesso ˆ Informa•‹o,
a) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
reservada ser‡ de 10 (dez) anos, a partir da data de sua produ•‹o.
b) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
ultrassecreta ser‡ de 30 (trinta) anos, a partir da data de sua produ•‹o.
c) as informa•›es ou documentos que versem sobre condutas que

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impliquem viola•‹o dos direitos humanos poder‹o ser objeto de restri•‹o


de acesso mediante decis‹o conjunta do Presidente da repœblica e do
Presidente do Congresso Nacional.
d) o prazo m‡ximo de restri•‹o de acesso ˆ informa•‹o classificada como
secreta ser‡ de 15 (quinze) anos, a partir da data de sua produ•‹o.
e) a classifica•‹o do sigilo de informa•‹o no grau de ultrassecreto, no
‰mbito da Administra•‹o Pœblica Federal, Ž de compet•ncia exclusiva do
Presidente da Repœblica e do Presidente do Congresso Nacional.
43.! (FCC Ð Auditor Fiscal da Fazenda Estadual/SEFAZ-PI/2015)
Determinado cidad‹o solicitou ˆ dirigente de —rg‹o integrante da
Administra•‹o pœblica informa•›es sobre ato praticado pela
referida autoridade, consistente na contrata•‹o de institui•‹o
especializada para a realiza•‹o de auditorias em contratos
celebrados pelo referido —rg‹o. De acordo com as disposi•›es da
Lei n¡ 12.527/2011, que disciplina o acesso ˆ informa•‹o, a
referida autoridade administrativa
a) somente poder‡ negar a disponibiliza•‹o de informa•›es que considere
estratŽgicas para a Administra•‹o, mediante despacho fundamentado da
autoridade m‡xima da correspondente inst‰ncia administrativa.
b) estar‡ obrigada a disponibilizar apenas as informa•›es que forem
pertinentes ao interesse do requerente, conforme justificado no
correspondente requerimento.
c) n‹o estar‡ obrigada a disponibilizar as informa•›es, se entender,
fundamentadamente, que as mesmas s‹o de car‡ter sigiloso.
d) estar‡ obrigada a disponibilizar, exclusivamente, as informa•›es
relativas ˆ contrata•‹o, porŽm n‹o o resultado dos estudos.
e) n‹o poder‡ negar a disponibiliza•‹o das informa•›es relativas ˆ
contrata•‹o, bem assim dos resultados das auditorias realizadas.
44.! (FCC Ð AFR-SP/SEFAZ-SP/2013) De acordo com as
disposi•›es do Decreto Estadual no 58.052, de 16 de maio de
2012, que regulamenta a Lei Federal no 12.527, de 18 de
novembro de 2011, o acesso do cidad‹o aos documentos, dados e
informa•›es dos —rg‹os e entidades da Administra•‹o Pœblica
Estadual NÌO compreende
a) informa•›es referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento
cient’ficos ou tecnol—gicos cujo sigilo seja imprescind’vel ˆ seguran•a da
sociedade e do Estado.
b) informa•‹o sobre atividades exercidas pelos —rg‹os e entidades quanto
ˆ sua pol’tica, organiza•‹o e servi•os.
c) dado ou informa•‹o relativo a acompanhamento e resultados de
programas, projetos e a•›es dos —rg‹os e entidades pœblicas, no que diz
respeito a metas e indicadores propostos.
d) dados ou informa•›es utilizados como fundamento da tomada de

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decis‹o de ato administrativo discricion‡rio editado pelos —rg‹os e


entidades.
e) informa•›es relacionadas, indiretamente, com o interesse do
requerente, a critŽrio da Comiss‹o de Avalia•‹o de Documentos e Acesso
− CADA.
45.! (FCC Ð TRT-6/2012) De acordo com a Lei no 12.527, de 18 de
novembro de 2011, a qualidade da informa•‹o coletada na fonte,
com o m‡ximo de detalhamento poss’vel, sem modifica•›es, Ž
identificada como
a) objetividade.
b) autenticidade.
c) integridade.
d) primariedade.
e) disponibilidade.
46.!(FCC Ð TRT-6/2012) A Lei no 12.527 de 2011, que regula o
direito ˆ informa•‹o produzida em —rg‹os pœblicos integrantes da
administra•‹o direta dos Poderes Executivo, Legislativo e
Judici‡rio, afirma que o cidad‹o tem o direito fundamental de
acesso ˆ informa•‹o, definida como dados, processados ou n‹o,
que podem ser utilizados para produ•‹o e transmiss‹o de
conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato. O
sigilo, ou seja, a restri•‹o tempor‡ria de acesso pœblico, Ž
garantido ˆ informa•‹o cuja preserva•‹o do conhecimento geral Ž
imprescind’vel ˆ seguran•a da sociedade e do Estado. Fora nessa
exce•‹o, as demais informa•›es de interesse pœblico e sem
classifica•‹o sigilosa t•m a publicidade como preceito geral. Elas,
portanto, devem ser divulgadas
a) pelos departamentos de comunica•‹o dos —rg‹os pœblicos.
b) mediante solicita•‹o de pessoa f’sica ou jur’dica interessada.
c) por iniciativa do —rg‹o pœblico e independentemente de solicita•›es.
d) quando h‡ disponibilidade de tecnologias da informa•‹o.
e) nos —rg‹os em que j‡ existe controle social da administra•‹o.

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13 – GABARITO
1. C 11. E 21. E 31. E 41. D
2. E 12. B 22. E 32. A 42. D
3. C 13. A 23. E 33. B 43. E
4. E 14. C 24. E 34. A 44. A
5. C 15. C 25. E 35. E 45. D
6. E 16. E 26. C 36. A 46. C
7. E 17. E 27. E 37. B
8. E 18. C 28. C 38. E
9. B 19. C 29. E 39. B
10. E 20. A 30. C 40. E

14 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com isso, n—s fechamos a nossa aula e o nosso conteœdo. Ao longo desta
aula n—s abordamos a Lei Distrital de Acesso ˆ Informa•‹o.
Foi um prazer trabalhar com voc•s!

@profherbertalmeida
prof.herbertalmeida@gmail.com

F—rum de Dœvidas do Portal do Aluno


/profherbertalmeida

Um forte abra•o e bons estudos a todos! Herbert Almeida

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