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ANÁLISE AMBIENTAL NÚMERO

Determinação da Dureza Total da água NÃO


PREENCHER
PALAVRAS-CHAVE: REVISÃO
ATÉ 5 PALAVRAS-CHAVE 00

ELABORADO VERIFICADO APROVADO Nº PÁG.


NOME DO PROFESSOR NÃO PREENCHER ANNE CAROLINNE
MAX BARBOSA VERIFI
CAR05
Data: Data: Data:

SUMÁRIO
1. PRINCÍPIO DA PRÁTICA
2. INTRODUÇÃO
3. OBJETIVO
4. CAMPO DE APLICAÇÃO
5. MATERIAL
6. PROCEDIMENTO
7. ALTERAÇÕES
8. INTERFERENTES
9. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES PARA OS TÉCNICOS
10. DESCARTE DE RESÍDUOS;
11. NORMAS DE SEGURANÇA;
12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS;

1. PRINCÍPIO DA PRÁTICA
Tradicionalmente, a dureza é expressa não como concentração molar de íons e sim
como a massa em miligramas (por litro) de carbonato de cálcio que contém o mesmo número total
de íons divalentes (2+). A dureza é uma característica importante das águas naturais, pois os íons
cálcio e magnésio formam sais insolúveis na água com os ânions dos sabões, formando uma espécie
de nata na água de lavagem.
2. INTRODUÇÃO

Originalmente, a dureza da água era entendida a ser uma medida da capacidade da água
precipitar sabão. Sabão é precipitado principalmente pelos íons presentes do cálcio e do
magnésio. Outros cátions polivalentes podem também precipitar sabão, mas eles freqüentemente se
apresentam em formas complexas, muitas vezes com constituintes orgânicos, e o seu papel na
dureza d’água pode ser mínimo e difícil de definir. Segundo Baird, os químicos analíticos usam
com frequencia o índice de dureza como medida de certos cátions importantes presentes em
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amostras de águas naturais, dado que este índice mede a concentração total de íons Ca 2+ e Mg2+, as
duas espécies que são as principais responsáveis pela dureza da água de abastecimento. Em termos
químicos, a dureza da água é definida como:
Dureza = [Ca2+] + [Mg2+]
A dureza da água pode ser determinada mediante a titulação de uma amostra com ácido
etilenodiaminotetracético (EDTA), uma substância que forma complexos muito estáveis com íons
metálicos, com exceção dos metais alcalinos.

3. OBJETIVO
Determinar a dureza total da água em amostras de interesse ambiental
o
4. CAMPO DE APLICAÇÃO
O Aluno utilizará os conceitos e aplicações da prática, em Análise Ambiental, como umas
das áreas de atuação do Biomédico como Analista Ambiental.

5. MATERIAL
 Proveta;
 Erlenmeyer 250 mL
 Pipeta volumétrica 50 mL
 Proveta 100 mL
 Suporte universal
 Funil
 Bureta 25 mL
 Béqueres
 EDTA 0,01 M
 Solução tampão pH 10 (67,5 g NH4Cl e 570 mL NH4OH diluídos para 1litro);
 Indicador Eriocrome Black T
 Solução inibidora de Na2S a 5% (usando Na2S 9H2O)

6. PROCEDIMENTO
1) Transferir 25 mL da amostra p/ Erlenmeyer e completar para 50 mL com água destilada;
2) Adicione 1 mL do solução tampão;
3) Adicione 1 mL da solução inibidora (Na2S) e 1 a 2 gotas do indicador (Eriocrome Black T) e
agite;
4) Titule lentamente com solução EDTA até o matiz vermelho desaparecer e surgir a cor azul.

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Dureza total em mg/L CaCO3 = mL EDTA x 1000 x Fc


mL da amostra

7. ALTERAÇÕES
Resultados podem ter valores distintos devido as amostras serem distintas.

8. INTERFERENTES
Caso haja algum interferente, no experimento, o aluno comunicará ao professor ou ao
técnico para sanar o interferente.
9. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES PARA OS TÉCNICOS
Todas as soluções serão feitas pelos alunos.

10. DESCARTE DE RESÍDUOS;

Para descarte ,de resíduos químicos, da presente aula prática as soluções tampão será
neutralizada.

11. NORMAS DE SEGURANÇA;


Não é permitido fumar, beber ou ingerir qualquer alimento no laboratório.
Usar jaleco e sapatos fechados.
Não é permitida a entrada no laboratório portando bolsas.
Não é permitido o uso de aparelhos eletrônicos no laboratório.
Em caso de quebra de qualquer material deve ser imediatamente comunicado ao
funcionário do laboratório para que o usuário seja orientado quanto ao descarte do
material de forma correta e segura.
Em caso de incêndio o laboratório está equipado com extintores de incêndio
estrategicamente posicionados no ambiente. Os extintores devem ser do tipo pó
químico pressurizado (tipo BC), podendo ser utilizados em casos de acidentes
elétricos ou em materiais inflamáveis.
Em caso de acidentes com corrosivos seguir as orientações do POP específico para
esse tipo de acidente.
Em caso de queimadura seguir as orientações do POP específico para esse tipo de
acidente.
Em caso de acidentes com perfuro cortante seguir as orientações do POP específico
para esse tipo de acidente.
Em caso de inalação de gases ou vapores seguir as orientações do POP específico
para esse tipo de acidente.
Caso haja o contato com algumas substâncias nocivas a saúde o indivíduo deve
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acionar o chuveiro lava olhos a lavar-se de forma abundante e encaminha-se a um


pronto socorro para posteriores avaliações e cuidados.
Ocorrências internas tais como acidentes e o favorecimento de situações de risco
devem ser registradas no Livro de Ocorrências Internas. Constando o relato do fato
com data, hora e o responsável pelo registro.

12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS;

 AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION. Standard Methods for the


Examination of Water and Wastewater. 20th edition. APHA, 1998.

 BAIRD, Colin. Química Ambiental. 2 ed. Editora Bookman, 2002.

 Guia de neutralização e destinação de resíduos químicos perigosos do IBILCE-


UNESP. Disponível em: http://www.qca.ibilce.unesp.br/prevencao/protocolo.htm
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