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Faculdade Antônio Meneghetti

FORMAÇÃO EMPRESARIAL II
Atividade Avaliativa 3

Nome do aluno: Juliana Xavier


Número da Matrícula: 02922
Professor: Ricardo Schaefer

Santa Maria, 07 de Abril de 2017.


Verticalmente estruturada. Foi essa a principal característica do legado do maior
grupo de empresas do ramo têxtil da América Latina, quando Flávio Rocha sucedeu. Na
época, seu pai, Sr. Nevaldo Rocha, que até hoje adota o modelo de gestão mais
tradicional, através do zelo, trabalho e perseverança, gestionava um quadro de
colaboradores de alta efetividade; todas as empresas da rede, isoladas, funcionavam
perfeitamente.
Houve uma vultuosa inversão de trajeto que ruminava o negócio da família, no
ano de 1979, quando os irmãos Rocha, decidiram ampliar seu exercício também para o
setor de varejo. Flávio Rocha, que acessório ao seu progenitor, possui um estilo de gestão
mais intrépido, liberal e revolucionário, toma parte nos negócios da família nesse período,
no momento do marco dessa fundição. Rocha filho passa a adotar, até os dias atuais, um
modelo de gestão integrado/horizontal no grupo de empresas, onde existe a valorização
da participação dos colaboradores, e estes sentem-se parte adicional da equipe.
Duas pessoas distintas e dois modelos de gestão empresariais desiguais, porém
com um mesmo propósito: “Dar acesso à moda. ” Os dois perfis empresariais acabam por
ser simétricos, pois laboram adjacentemente a fim de crescerem na solução fast fashion e
no market share.
A intenção de disseminar o gosto, o modo de agir, o comportamento e as
tendências de tecidos e cores da estação à sociedade é, sem dúvida, o fator crucial pelo
qual a rede de empresas Guararapes/Riachuelo não para de desenvolver-se; este propósito
é exalado diariamente através da missão da empresa, que não almeja somente vender, mas
como Flávio Rocha cita, deseja também; “[...] colaborar para o desabrochar da autoestima
desses 40 milhões de novos consumidores, de descobrir a moda como uma ferramenta
transformadora.”
Pode-se assemelhar a cultura de gestão horizontal implementada por Flávio
Rocha em 1979 e ainda adotada atualmente, com o padrão de negócios da empresa
multinacional de projeto, desenvolvimento de comercialização de softwares, eletrônicos
e computadores pessoais, Apple; que possui há quase 6 anos, empregou na companhia, a
gestão e organização horizontal em seu modelo de negócio. Atualmente, os times de
serviço de produtos de hardware e software trabalham juntos, para que os componentes
eletrônicos desenvolvidos, tais como IPhone, IPad, IPod e o Mac, provenham de uma
mesma linha de montagem e que estes estejam em sincronia, até chegarem a final
apresentação aos usuário.
Em contrapartida, o modelo que antes era utilizado por Nevaldo Rocha,
assemelha-se ao padrão utilizado atualmente pela empresa também do ramo de
desenvolvimento de comercialização de softwares, eletrônicos e computadores pessoais,
a Microsoft Corporation. A estratégia da Microsoft quando foi iniciada a transição para
a integração vertical, há aproximadamente 15 anos, era avolumar de maneira significativa
a administração sobre a incorporação do seu software, com dispositivos novos, que
fossem capazes de abrir novos mercados, ou seja, ampliar a gama de produtos para outros
segmentos, e esta estratégia teve o resultado pretendido; com tal força, que a Microsoft
produz atualmente uma extensa variedade de produtos e serviços.
Detecta-se que ambas as estratégias empresariais, tomadas a uma gestão sólida
de negócios, mostram-se eficazes em diferentes ramificações da economia.