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Sandra Regina de Siqueira BRAGA

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Agradecimentos

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part1c1par , .

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Lui z Zorzi '-' , pela _ con 1ança e, . pnnc1palmente _ . , pelo co nvite de

da organizaçao deste material tao importante para a área de sele -

adaptação de proreses au mv as , f.5 colabor adoras e amigas Edilene Boéchat , Elisabena

No e rni Yo shida, Diva Ko b ara , Katy a Fre ire , C arla C ieri , G isele Ferrar /

Tanit Sanchez, qu e fizeram parte da realização deste trabalho co m mu ir~

empenho e res pon sabilid ade . Aos diretores das empres as forn ecedoras de próteses audit ivas da Audibel/Philips, Orosonic/Bernafon, Microsom/Unitron, Widex, Danavox , Ori con -Tele x,CAS Sie mens , pel a dispo nib ilid ade no forn eci mento de inform ações importa ntes para o conce údo de alguns

Rad ini

capítu los . A rod os que dir eta

laboração deste material.

ou indir etamente colaboraram para a

Sandra Regina S. Braga

-------- Colaboradores

CARLA CIERI

fonoaudi ó loga , Mestre e m Di stúrbios d a Co municação pela Po ntifíci a Universidade Cató li ca d e São Paul o (PU C-S P)

Espe ciali sta em Dist~rb io s da

Fonoaudiologia C línica (CEFAC) Especialista em Gerontologia S~~ial pe!o SEDES Sapie nrae. Fonoaudióloga do Centro Audm vo W 1dex.

Co mun icação pelo Centro de Especialização em

DIVA YUMIKO KOBATA

Fonoaudióloga, Especialista em Audiologia pelo Centro de Estudo dos Distúrbios

da Audição (CEDIAU-SP), Mestre em Fonoaudiologia pela

Universidade C atólica de São Paulo (PUC-SP) Fonoaudióloga Clínica na Área de Audiologia

C línica Fonoaudiológica da Pontifícia

EDILENE MARCHINI BOÉCHAT

Fonoaudióloga, Doutora pela Faculdade de Fisioparologia da Universidade de São

Paulo (USP) Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Professora do Coggeae Professora do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC)

ELISABETTA RADINI

Fonoaudióloga, Especialist a em Audiologia pela Po ntifícia Universidade Cató li ca de São Paulo (PUC-SP) Mestre em Distúrbios d a Co muni cação pela Pontifícia Un ive rsidade Ca tó li ca de São Paulo (PUC-S P) Gerente de Produtos do Centro Auditivo Oto-Sonic

GISELE MUNHÓES DOS SANTOS FERRARI

Fo~oaudió logaga , Mestranda e m C iências pela Fisiopato log ia Experimental da Un1vers1dad e de São Pa ul o (USP) Espec!al!za nd a em Audio logia C líni ca e Saúde do Trabalhador pelo Centro de Es pec ialt zação e m Fo n oa udi o log ia C líni ca (CEFAC)

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co Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ) da Fundação

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-- Sumário

Capítulo 1. Considera ç õe s bá si c as sobr e o processo de seleçã o e adaptação de

próteses auditivas

•. • • • • • • • • • • • • •• • • • • •• • • •• •• •

Capítulo 11 . Componentes das p r ó t e ses au d itiv as

Capitulo

Capitulo

Capitulo

Ili. Moldes e Pré -Moldagem

IV . Compressão : Defin i ção , caracte rí stic as e apli cações clíni ca s

V. Regras de prescrição de Gan ho

Capitulo VI. A tecnologia nas Próteses Aud itiv as

Capitulo VII . Amplificação em crianças

Capítulo VIII . Adaptação de Próteses Audit iv as em Idosos

Capitulo IX. Protocolo de Avaliação e Val idação da Prót ese Audit iva

11

17

23

35

43

51

59

67

81

Capitulo

X. Problemas

comuns relacionados à adap t ação ao uso da amp lifi cação . 89

Capítulo

XI. A influênc i a da prótese audi t iva no

contro l e do zu mbi do

91

Capítulo XII. Sistema de freqüênc i a mod ul ada : o que é , como e qua ndo in di car

95

Anexo

1

103

Anexo

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105

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Capítulo I

CONSIDERAÇÕ_ES BÁSICAS SOBRE o PROCESSO DE INDICAÇAO, SELEÇÃO E ADAPTAÇÃO DE PRÓTESES AUDITIVAS

Sandra Regina de Siqueira Braga

INTRODUÇÃO

A audi ção pode ser considerada como uma capacidade de extrema

importância para a co muni cação entre as pessoas , garantindo

sociedade em que vivemos. Quando exis te um a deficiência auditiva, o que ocorre na grande maioria dos casos é um isolamento dos indivíduos que a apresentam , sendo que estes muitas

vezes são vistos como incapazes de desempenhar determinadas funções devido à presença deste problema]

a participação na

É importante salientar que , o diagnóstico da perda au diti va é responsabilidade

do médico otorrinolaringologi s t a , que por inte rm édio da ava liaç ão

ocorrinolaringológica e de exames audiológicos irá constatar se a deficiência realmente existe e encaminhar o paciente para o tratamento ideal.

A perda a uditiva pode ser classificada de acordo com vário s fato

• Momento que ocorre (antes, durante ou após o nascimento);

• Origem do problema

• Local onde ocorre (ouvido externo, médio ou interno) e

· Grau da deficiência auditiva < 2 :

(h ereditária ou não);

res Ol :

- Normal - O a 25dBNa (decibéis Nível de audição)

- Leve (26 a 40dBNa)

- Moderada (41 a 55dBNa)

- Severa (56 a 70dBNa) - Profunda (7 1 a dBNa) Uma d as possíveis solu ções existentes para minimizar as dificuldades auditivas

advindas da presença de uma deficiência auditiva, quando não há opção de tratamento

auditiva, também

medi cam entoso ou cirúrgico para solução do problema, é a prótese

chamad a d e aparelho d e amplifi cação so n o ra individual (AASI) , cujo uso deve ser

ind icado pelo méd ico otorrinolaringologista. j

uso da prótese auditiva tem como finalidade primária a amplificaçao

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so nora , ela for m a mais adequada possível , incluindo não só sinais de fala mas sons amb ie nt a is , si nai s d e p e ri go (Exe mpl o : alarmes co ntr a in cêndios) e de alerta (Exemplo :

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uso e cu i dado s com a pr ótese

auditiva, de acordo com uma expectativa realista frente às dificuldades características quanto ao tipo e grau de perda auditiva, explorando , conforme a necessidade, 0 uso

de acessórios e recursos auxiliares . Validação: uso de questionários de auto -avaliação , escalas de benefício 5 durante o processo de adaptação objetivando a satisfação do usuário . Finalizado este processo , o paciente deverá, conforme o caso , ser orient ado quanto à necessidade de outros atendimentos , tais como terapias para reabilitação auditiva e treinamento auditivo. Vários são os fatores que podem interferir no uso , na escolha e nas orientações que serão fornecidas ao paciente candidato ao uso de próteses auditivas . Durante o atendimento, é importante considerar alguns aspectos que podem se r facilitadores no que diz respeito à adaptação ao uso da amplificaç ão que ser:i fo rnecida pela prótese auditiva ao usuário .

O principal objetivo do(a) fononoaudiólogo(a) , ao atender o futuro usuário de prótese auditiva , deve ser ajudá-lo a ouvir melhor, por intermédio da amplificação. Para tanto , é importante que haja uma orientação adequada e que o(a) :º~ o noaudiólogo(a) saiba ouvir o paciente, sendo esta a melhor forma de se chegar

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ecessa1 ias para uma a aptaçao _ adequada ('i l .

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prúrc.se.s a udttt vas , o qual se ra d1v1d1do d a seguinte form a:

ANAMNESE DETALHADA

f src procedi mento tem como objetivo abordar, de forma informal , aspectos pcrnnentes à história audiológica do paciente, tais como causa e tempo de existência da perda auditiva , prese nça d e infecções (Exemplo : otites médias) , tontura , zumbido , desconforto auditivo frente a sons de forte intensidade, se o paciente fo i subm etido , 1 algum tipo de cir urgia relacionada ao ouvido , se teve alguma experiência com prótese auditiva anteriormente e dificuldades auditivas específicas. Neste momento é importante atentar para informações de "presença ou não de infecções e desconforto auditivo" , que podem facilitar na escolha do tipo de prótese auditiva e amplificação a ser indicada.

ANÁLISE DOS DADOS AUDIOLÓGICOS

Tipo e grau da perda auditiva: avaliar se a perda é condutiva, sensório- neural ou mista, já que este aspecto muitas vezes pode limitar a escolha de um ou outro tipo de amplificação, sistemas de compressão específicos, tipo de prótese auditiva, tipo de molde , entre outros . Configuração do audiograma: este aspecto é importante, pois, de acordo com cada configuração audiométrica podem ser indicados modelos de prótese auditivas

que garantam uma qualidade sonora e um desempenho melhor modelos .

e aj ustes específicos em relação a outros

Limiares de desconforto : é muito importante que os limiares de desconforto au ditivo para tom puro e para a fala sejam determinados , pois , é a partir destes dados que o(a) fonoaudiólogo(a) limitará o máximo de amplificação e a quantidade de energia acústica que chegará na orelha do paciente, sem lhe causar desconforto auditivo. O limiar de desconforto é pesquisado utilizando a técnica ascendente (Gl, nas freqü ências de 500 a 4000 Hz para tom puro , para se estabelecer o campo din âmico de audição de cada paciente e facilitar a determinação da saída máxima do aparelho .

Tipo de adaptação: escolha quanto ao uso de uma ou duas próteses auditivas.

O que se observa , quando se tra ta d e um a p e rda bilateral , é uma tend ência à adaptação

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ESCOLHA DO MOLDE

N es ta etap a , o (a) fonoaudiólogo (a) fará a seleção d o t ipo d e molde que 0 usuário fará uso de acordo com o tipo de prótese auditiva escolhida. N o caso da prótese ser do tipo retroauricular, os moldes pod em ser de tip os

e m a teriais diversos, modificados de acordo com as necessidades particulares de cada

audiograma. Se a prótese for do tipo intra-aural (intra-canais; micro-canais ou intra- auriculares), escolhe-se o material da caixa ou cápsula, conforme são determinados pelos fabricantes . As modificações possíveis de serem realizadas (Exemplo : ven tilações), dependem da necessidade de cada paciente.

ORIENTAÇÕES E CUIDADOS

Antes da experimentação da prótese auditiva escolhida, é fundamental que o paciente conheça o funcionamento e os cuidados necessários para o bom uso da mesma. Os cuidados básicos são os seguintes: não molhar a prótese, checar a d urabilidade da bateria de acordo com o tipo e modelo e não esquecê-la d entro da p ró tese qu a ndo esta não estiver em uso , não deixá - la cair e evitar dei- la próxima de crian ças e an1ma1s .

.

.

.

EXPERIÊNCIA DOMICILIAR

Es te estágio tem como objetivo oferece r ao futuro usu ário d a p ró rese audi,ri: 3

primeiro estagio d iária.

É important e, n es t e mom e nto , tamb é m ori e nt a r

um a vivên cia com a amplifi cação de adaptação em casa e verifi car

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15

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lwu ,·cr dúvidas refe rent es ao uso ou fun cionam ento da prót ese audi tiva, bem como ,H) t1torri nolaringo logista responsável. Deve-se mencionar também so bre a necessidade

de

un l de, no 1nín i mo , cinco anos .

se realiza r revi sões e limpezas na prótese a cada seis meses , para qu e haja um a vida

5an ws TMM e R usso IC P. A p ráti ca da audiologia clínica. São Paulo : Cortez; 1986 .

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aid fittings. San Diego : Singul ar; 1999 .

- Capítulo II

-

Capítulo II

coMPONENTES DAS PROTESES AUDITIVAS

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A dehcie nc1a aud1t1va limita muito a comun icação human a. A fim de

mi nimizar a dificulda de auditiva, hoje em dia existem tratament os clínico s e cirúrgico s . Emcasos em que estes tratamentos são inviáveis, as próteses auditivas se tornam um

forte aliado . Os sistemas de amplificação das próteses auditivas têm sido desenvolvidos e aprimorados cada vez mais, partindo da época dos transistores, chegando nos dias de hoje. aos aparelhos de tecnologia digital. Além da tentativa de se obter aparelhos cada vez mais potentes , com maior

número de controles em busca de melhores ajustes e modificações para tornar mais fácil a adaptação a cada deficiente auditivo em particular, existia a preocupação da adaptação da prótese esteticamente aceitável. Temos no mercado nos dias de hoje , as próteses auditivas adaptadas na orelha, como as retroauriculares ou as intra-aurais

(intra-auriculares,

intra-canais, micro-canais),

ou as convencionais (caixa) .

TIPO DE PROCESSAMENTO DE SINAL: ANALÓGICO E DIGITAL

As próteses auditivas são classificadas quanto à tecnologia utilizada para a

sua classifi cação, em três categorias : analógicas,

(temas que serão discutidos no capítulo sobre tecnologia) . Componentes das Próteses Auditivas A prótese auditiva, como dissemos, tem como função principal a a_mplificação sonora da forma mais adequada e satisfatória possível. Para que este s1st ema funcione da melhor forma possível, se faz necessário a existência de alguns componentes indispensáveis, que serão apresentados a seguir :

digitais e

híbridos analógico/ digitais

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de grande ca pa ci dade , em fo r m a d e botão , em diversos tamanh os (basicamen te 6 75 · L\ 312 , 1Oe 5; em ord em d ecrescente d e t~manho) (Figura 1) , conforme a necessidad~ de corrente da prótese . De forma geral, quanto menor a pilha, menor a sua capacídadt e, assim a sua d u ra bil idade . As próteses auditivas convencion ais utilizam-se de pi lhas co muns do tipo AA ou AAA. As pilhas especiais têm a va n tagem de poss uir uma tensão p raticamente constante durante toda sua vida út il, cessan do de atua r abrupta mente . Assim o desempenho da prótese não varia com o d esgaste da pilh a. Estas pilhas fornecem uma tensão entre 1,3 V e 1,5 V( 4 )_

pilhas fornecem uma tensão entre 1,3 V e 1,5 V( 4 )_ Pilha 675 Retroaur ic
pilhas fornecem uma tensão entre 1,3 V e 1,5 V( 4 )_ Pilha 675 Retroaur ic
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Pilha 675 Retroaur ic ular

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Pilha 13 -re t roauncu · ar

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Pilha 312

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Pilha 230 ou 10 Micro-canal ou CIG

Figura 1. Tipos de pilhas utilizadas nas próteses auditivas encontradas no mercado brasileiro (cedido pela Otosonic).

CARACTERÍSTICAS ELETROACÚSTICAS PARA A SELEÇÃO DA PRÓTESE AUDITIVA

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um ganho diferencia do d e acordo com a necessidade do usuário . Assim

nod;m receber uma ênfase diferenciada nas baixas ou nas altas freqüências . Exis~em Yários métodos prescritivos em uso clínico atualmente.

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AJUSTES BÁSICOS DISPONÍVEIS

Os ajustes citados a seguir podem ser encontrados em próteses auditivas de tecnologia analógica e digital, sendo que nestes últimos existe uma maior variedade

de co ntroles , de acordo

com o número de algoritmos e da disponibilidade dos softwares

utilizados por cada fabricante . Controle de Ganho: controle o ganho ideal para o paciente de acordo com sua perda auditiva , sendo determinado de acordo com as limitações permitidas pelo catálogo da prótese auditiva indicada. Controle de Tonalidade: tem a função de alterar o ganho em função da freqüê n ci a ou a resposta de freqüência da prótese auditiva , fazendo com que haja um d es taque para os sons agudos e/ ou graves , de acordo com a necess idade individual do usuário . Controle de Saída: regula o nível de pressão sonora que será transmitido ao usuário da prótese auditiva, tornando os sons audíveis. Devemos observar o nível de desconforto do paciente, evitando uma superamplificação dos sons, controlando a saída máxima . O nível d e saída máximo deve ser ajustado logo abaixo do limiar de d esco nforto , permitindo a maior área din â mic a possível (preve nindo a saturaç ão

'.reqüence da prótese) . Isto pode ser feito através de sistemas tipo corte de pico~ de

intensidade ou através d e co mpress ão do sinal. Esta característica é definida

em decibel

nível de pressão so nora (dBNPS) , em uma fr eqü ê ncia em parti cular ou em um gráfico em função da freqü ên cia {I J.

Controle Automatic Gain Control (AGC-I - Input Control}- 0 controle

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