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MANUAL

ELÉTRICO/AUTOMAÇÃO
ÍNDICE

1. QUADRO ELÉTRICO EVAPORADOR.................................................................... 4

2. PERIFERICOS DO QUADRO LÉTRICO.................................................................. 4


2.1 MOTOR ELTÉTRICO WEG....................................................................................... 4
2.2 MOTOR ELETRÔNICO EBM.................................................................................... 4
2.3 TRANSDUTOR DE TEMPERATURA E UMIDADE............................................... 4
2.4 SONDA DE TEMPERATURA...................................................................................... 4
2.5 TRANSMISSOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL SIMVA........................................ 4
2.6 TERMOSTATO DE SEGURANÇA.............................................................................. 5
2.7 PRESSOSTATO DIFERENCIAL PARA FILTROS.................................................. 5
2.8 TRASNDUTOR DIFERENCIAL PARA FILTROS................................................... 5
2.9 TRASNDUTOR DIFERENCIAL PARA ÁGUA GELADA...................................... 5
2.10 RESISTÊNCIA DE AQUECIMENTO........................................................................ 5
2.11 TANQUE DE UMIDIFICAÇÃO................................................................................. 5
2.12 INSTALAÇÃO DO QUADRO ELÉTRICO................................................................... 5
2.13
2.10 CONDENSADORA................................................................................................... 5

3. RECOMENDAÇÕES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS..................................... 5

4. AUTOMAÇÃO............................................................................................................ 6
4.1 IHM INTERFACE HOMEM MÁQUINA................................................................. 6
4.2 LEITURAS IHM LED.................................................................................................. 7
4.2.1 TELA PRINCIPAL MODELOS HFE E TFA................................................................ 7
4.2.2 TELA PRINCIPAL MODELO HFE E TED.............................................................. 7
4.2.3 TELA MODULAÇÃO DAS SAÍDAS....................................................................... 7
4.2.4 TEMPERATURA E PRESSÃO AG E PRESSÃO DE FILTROS............................. 7
4.2.5 INVERSOR COMP. 1................................................................................................ 7
4.2.6 INVERSOR COMP. 2................................................................................................ 8
4.2.7 TANQUE DE UMIDIFICAÇÃO................................................................................ 8
4.3 ACESSO AS CONFIGURAÇÕES............................................................................. 8
4.4 SETPOINT................................................................................................................. 8
4.4.1 TEMPERATURA AMBIENTE.................................................................................. 8
4.4.2 UMIDADE RELATIVA............................................................................................. 8
4.4.3 VAZÃO DE AR......................................................................................................... 8
4.4.4 TEMPERATURA E PRESSÃO AG.......................................................................... 9
4.4.5 SATURAÇÕES DE FILTROS.................................................................................. 9
4.4.6 SATURAÇÕES DE FILTROS.................................................................................. 9
4.5 MANUTENÇÃO........................................................................................................ 9
4.6 CONFIGURAÇÃO..................................................................................................... 9
4.6.1 LIGAR/DESLIGAR EQUIPAMENTO...................................................................... 9
4.6.2 QUANTIDADE DE COMPRESSORES..................................................................... 9
4.6.3 COMPRESSORES INVERTER................................................................................. 10
4.6.4 LÓGICA CARTER..................................................................................................... 10
4.6.5 REAQUECIMENTO.................................................................................................. 10
4.6.6 TANQUE DE UMIDIFICAÇÃO............................................................................... 10
4.6.7 SELEÇÃO DO VENTILADOR NO VAPORADOR................................................ 10
4.6.8 SENSORES TEMPERATURA PRESSÃO DA AG................................................. 10
4.6.9 VENTILADOR EVAPORADOR PID....................................................................... 10
4.6.10 VENTILADOR EVAPORADOR HZ......................................................................... 11
4.6.11 SENSOR SIMVA....................................................................................................... 11
4.6.12 OPÇÕES VAZÃO...................................................................................................... 11
4.6.13 INVERTER 1 HZ....................................................................................................... 11
4.6.14 INVERTER 2 HZ....................................................................................................... 11
4.6.15 COMPRESSORES FIXOS......................................................................................... 11
4.6.16 COMPRESSORES TEMPO....................................................................................... 11
4.6.17 COMPRESSORES STATUS..................................................................................... 12
4.6.18 INVERTER 1 DELTA T............................................................................................ 12
4.6.19 INVERTER 2 DELTA T............................................................................................ 12
4.6.20 VARIADOR DE POTÊNCIA................................................................................... 12
4.6.21 TEMPERATURA AMBIENTE................................................................................. 12
4.6.22 COMPRESSOR EMERGÊNCIA.............................................................................. 12
4.6.23 UMIDADE RELATIVA............................................................................................ 12
4.6.24 TANQUE UMIDIFICAÇÃO TEMPO...................................................................... 13
4.6.25 PRESSÃO DIFERENCIAL AG................................................................................. 13
4.6.26 TRANSDUTOR DE DIFERENCIAL FILTROS................................................... 13
4.6.27 VAZÃO MÍNIMA............................................................................................. 13

5. LÓGICA DO CONTROLE DA AUTOMAÇÃO................................................... 13


5.1 CONTROLES DO RESFRIAMENTO E DESUMIDIFICAÇÃO............................ 13
5.2 AQUECIMENTO.............................................................................................. 14
5.3 UMIDIFICAÇÃO.............................................................................................. 14
5.4 AQUECIMENTO DO ÓLEO DO COMPRESSOR INVERTER............................ 14

6. DESCRIÇÃO DAS FALHAS E ALARMES CRITICOS....................................... 14


6.1 VAZÃO ABAIXO DO MÍNIMO PARA PARTIDA DA MÁQUINA..................... 14
6.2 FILTRO SATURADO................................................................................................ 14
6.3 MARCHA NÃO CONFIRMADA DOS COMPRESSORES...................................... 15
6.4 VÁLVULA SOLENOIDE OU SENSOR DO TANQUE COM DEFEITO................ 15
6.5 TERMOSTATO DE SEGURANÇA........................................................................... 15
6.6 NÍVEL BAIXO NO RESERVATÓRIO DA UMIDIFICAÇÃO................................ 15
6.7 BLOQUEIO EXTERNO............................................................................................. 15
6.8 FALHA NOS SENSORES.......................................................................................... 15

7. STARTUP.................................................................................................................... 15
1. QUADRO ELÉTRICO EVAPORADOR

Neste quadro possui uma automação para o controle da climatização do ambiente a ser
climatizado, em campo é necessário fazer suas interligações elétricas nas peças periféricas,
conforme o esquema elétrico em anexo neste manual e conforme as configurações do
equipamento, seguindo todas as recomendações contendo neste manual.

Este manual é genérico, sendo necessário verificar a Folha de Dados e esquema elétrico, para
verificar a sua configuração.

2. PERIFERICOS DO QUADRO ELÉTRICO

2.1 MOTOR ELTÉTRICO WEG

Motor elétrico trifásico de alto rendimento, rotor do tipo gaiola, totalmente fechado com
ventilação externa, assíncrono de indução, grau de proteção IP-55, isolamento classe B e fator
de serviço 1,15. Este equipamento quando havendo o controle de vazão é controlado pelo
inversor de freqüência.

2.2 MOTOR ELETRÔNICO EBM

Os ventiladores eletrônicos ebm-papst possuem baixa dissipação de calor, comutação


eletrônica silenciosa, baixo nível de ruído, proteção contra falta de fase e bloqueio do rotor,
alarme, controle de velocidade, totalmente programáveis através de porta RS485, reduzidos
consumo de energia, pois tem perdas pela laminação e escorregamento reduzidas, não geram
defasagem na rede elétrica evitando o detrimento do fator de potência, possui expectativa de
vida útil elevada, não necessita de manutenção, além de seu design compacto e aerodinâmico
altamente evoluído

2.3 TRANSDUTOR DE TEMPERATURA E UMIDADE

Sensor de medição da Temperatura e Umidade.

Instalação Física do sensor para duto: Este sensor dever ser instalado no duto de retorno
secção mais próxima do ambiente condicionado.
Não deve ser instalado no duto de retorno na secção próxima à caixa de mistura do
condicionador.

2.4 SONDA DE TEMPERATURA

Sensor de medição do diferencial das temperaturas de Carter, Sucção e Água Gelada.

2.5 TRANSMISSOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL SIMVA

Sensor de medição do diferencial de Pressão no bocal do ventilador, com a finalidade de


manter a vazão de ar conforme o projeto.

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2.6 TERMOSTATO DE SEGURANÇA

O termostato de segurança tem como aplicação de detectar um super aquecimento na linha do


duto desligando o sistema de aquecimento evitando um possível incêndio, quando há falha do
ventilador ou qualquer irregularidade. Sua temperatura de corte é de 74°C e caso ele seja
ativado o seu rearme é manual.

2.7 PRESSOSTATO DIFERENCIAL PARA FILTROS

O Pressostato diferencial possui uma regulagem em pascais para o controle de sujividade dos
filtros. De fabrica é setado o seu setpoint.

2.8 TRASNDUTOR DIFERENCIAL PARA FILTROS

Transdutor diferencial para filtros tem a função de visualização via automação a sua pressão.

2.9 TRASNDUTOR DIFERENCIAL PARA ÁGUA GELADA

Sensor de medição da vazão de Água Gelada.

2.10 RESISTÊNCIA DE AQUECIMENTO

As resistências elétricas tipo "U'" aletado são interligadas em fábrica formando triângulo
equilibrado, no suporte das resistências são fixadas em bornes para ligação das mesmas
cabendo somente a instaladora alimentá-las. A função das resistências pode ser de
aquecimento ou reaquecimento.

2.11 TANQUE DE UMIDIFICAÇÃO

No tanque de umidificação possui uma resistência elétrica de imersão e dois níveis de água
que são interligadas em fábrica, no suporte fixado em bornes para ligações das mesmas.

2.12 VÁLVULA DE TRÊS VIAS ÁGUA GELADA

As resistências elétricas de imersão são interligadas em fábrica, no suporte das resistências


são fixadas em bornes para ligação das mesmas cabendo somente a instaladora alimentá-las.

2.13 CONDENSADORA

As condensadoras têm a sua alimentação separada do quadro elétrico da evaporadora, as


mesmas deverão ter suas proteções e cabeamentos elétricos conforme norma vigente.
Verificar no esquema elétrico as interligações com o quadro elétrico da evaporadora. E para
um funcionamento ideal o equipamento deverá estar atuando com o superaquecimento e sub-
resfriamento dentro do limite estipulado pelo fabricante.

3. RECOMENDAÇÕES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

 As instalações dos sensores e periféricos deverão seguir as orientações do fabricante e as


normas vigentes nas instalações, orientamos especialmente atenção quanto à polarização

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na alimentação e sinais assim como respeitar os limites do range de trabalho do
equipamento.

 Os cabos devem ser identificados com anilhas e terminais (preferencialmente tubular) nas
extremidades e seguir um bom padrão de acabamento interno e externo aos quadros
elétrico.

 A utilização dos cabos com shield (sinais analógicos de comunicação e sensores) deverão
obrigatoriamente seguir a orientação do projeto elétrico.

 A infra-estrutura (eletroduto) deverá ser dedicada ao sistema de automação,


individualizando os circuitos analógicos e digitais dos circuitos de potência como
alimentação do motor e resistências, pois geram campos eletromagnéticos ou fontes
geradoras de harmônica.

 O não seguimento dessas orientações poderá o não funcionamento correto do produto,


danificar o quadro elétrico, a queima dos sensores e atuadores.

 E se caso não seguido essas orientações e as demais no manual, o técnico autorizado no


startup poderá optar a não ligar o equipamento.

4. AUTOMAÇÃO

Neste quadro elétrico possui toda uma Engenharia de Automação para o controle de
ambientes hospitalares, ambientes laboratoriais com elevado grau de tratamento de ar.
Tendo vantagens e benefícios como: Otimização funcional devido à maior precisão e
repetibilidade dos controladores eletrônicos obtêm maior linearidade dos parâmetros
controlados, gerando assim maior confiabilidade do processo; Vida útil dos equipamentos;
Economia de energia; Custos Operacionais; Indicação de falhas e Comunicação canal serial
padrão com protocolo aberto (RS485 /Modbus-RTU) para interface com sistema de
supervisão, permitindo que o sistema seja gerenciado de forma gráfica, por um computador
instalado na própria planta ou à distância.

4.1 IHM INTERFACE HOMEM 1 – Alarme: Quando o sistema tiver


MÁQUINA algum alarme está tecla irá piscar o led em
vermelho, para visualizar os alarmes
aperte o botão uma vez, use as setas para
baixo e para cima para visualizar os
demais alarmes e para resetar os alarmes
aperte mais 2 vezes o botão alarme.
2 – Prg: Este botão é para acessar as
configurações e setagem do sistema.
3 – Esc: Botão para cancelar ou votar a
tela anterior ou a principal.
4 – Seta para cima: Botão para mudar as
A IHM tem a função de leituras das telas principais, mudar o cursor e
variáveis controladas, falhas, alterações de aumentar valores das variáveis.
setpoints e configurações. O manuseio é 5 – Enter: Botão de entrar e confirmar
bem simples conforme a explicação de setagem.
cada tecla abaixo:

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6 – Seta para baixo: Botão para mudar as preenchimento com e pingo em cima está
telas, diminuir os valores das variáveis. em aquecimento.

4.2. LEITURAS IHM LED 4.2.3 Tela Modulação das Saídas

4.2.1 Tela principal modelos HFE e


TFA

Nas modulações de saídas temos a


modulação do ventilador e dependendo do
modelo e quantidades, temos as
Nesta tela temos as leituras e status do modulações dos compressores inverter e
controle de climatização, leituras como: variador de potência.
temperatura ambiente, vazão do
equipamento, umidade relativa, status do 4.2.4 Temperatura e pressão AG e
equipamento, porcentagem de abertura da pressão de Filtros
válvula água gelada, resistência de
aquecimento, umidificação e o ventilador
(quando os ícones de fogo, vapor e
ventilador estiver em movimento indica
que eles estão ligados e quando estiverem
parados estão desligados).

4.2.2 Tela principal modelo HFE e TED


No modelo HFE, e opcional para o TFA
tem as leituras de temperatura e pressão
da água gelada. Caso haja o transdutor
diferencial para saturação dos filtros
teremos a leitura de saturação.

4.2.5 Inversor Comp. 1

Para esta tela, mudará o ícone da válvula


de água gelada para os status dos
compressores e dependendo do modelo do
equipamento pode ter até quatro
compressores. “Os ícones dos
compressores têm seis estágios: sem
preenchimento ele está desligado, sem
preenchimento e piscando está em tempo Temperaturas do Carter e Sucção do
mínimo desligado, com preenchimento compressor inverter 1 e o delta T das duas
está ligado, com preenchimento e temperaturas. Quando o Estado estiver em
piscando está em tempo mínimo ligado, aquecimento terá que esperar o Delta T
com o ícone “!” ele está em falha e sem for maior que 8°C para liberar o
compressor.

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4.2.6 Inversor Comp. 2

Selecione a opção Setpoint e aperte a tecla


Temperaturas do Carter e sucção do
“Enter” para entrar.
compressor inverter 2 e o delta T das duas
Quando inserido a senha de usuário irá
temperaturas.
direto às opções do Setpoint.
4.2.7 Tanque de umidificação
4.4.1 Temperatura Ambiente

Quando o equipamento possuir o tanque


de umidificação terá a tela dos níveis da Ajustes da temperatura ambiente.
água no tanque, sendo: Nível baixo, alto
ou ok. 4.4.2 Umidade Relativa

4.3 ACESSO AS CONFIGURAÇÕES

Ajustes da umidade relativa do ambiente.

4.4.3 Vazão de Ar

Aperte a tecla Prg para entrar em senha,


há dois níveis de acesso:
-Usuário 0255: tem acesso apenas aos
setpoits.
-Mestre 2200: tem acesso a todas as
configurações do equipamento.
Aperte a tecla enter para confirmar.
Ajustes da vazão de ar do ambiente.
4.4 SETPOINT

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4.4.4 Temperatura e Pressão AG 4.6 CONFIGURAÇÃO

Quando possuir no equipamento, ajustes Em Configurações é feito em fabrica e


da temperatura e pressão da AG. ajustado em campo as configurações de
cada equipamento. Nesta opção é também
4.4.5 Saturações de filtros recomenda a não modificar sem a
aprovação da assistência técnica
autorizada ou do fabricante.

4.6.1 Ligar/Desligar equipamento

Ajustes dos setpoints de reforço.

4.4.6 Saturações de filtros

Selecione On para ligar e Off para


desligar o equipamento via Ihm, e com a
chave seletora em automático.

4.6.2 Quantidade de compressores

Ajustes para alarmes de filtro sujos.

4.5 MANUTENÇÃO

Seleção de quantidade de compressores no


equipamento, quando possuir. E se caso
tiver sistema operante reserva nos
compressores será selecionado
Ativo/Reserva.
Na opção de Manutenção não acessar e
alterar os dados sem uma aprovação da
assistência técnica autorizada ou do
fabricante.

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4.6.3 Compressores Inverter Habilitação do controle do tanque
umidificação quando houver no
equipamento.

4.6.7 Seleção do Ventilador no


Evaporador

Quando o equipamento possuir


compressores inverters será selecionado a
opção Sim.

4.6.4 Lógica Carter


No controle ventilador no evaporador
dependendo do modelo ventilador será
selecionado o fabricante do mesmo.

4.6.8 Sensores Temperatura Pressão da


AG

Está de proteção do aquecimento do óleo


do motor dos compressores

4.6.5 Reaquecimento

Para os modelos HFE e TFA quando


houver este controle da água gelada será
selecionada a opção em “Sim”.

4.6.9 Ventilador Evaporador PID

Quando houver o reaquecimento no


equipamento será selecionada a
quantidade dos estágios de aquecimento e
habilitação do variador de potência.

4.6.6 Tanque de Umidificação

Controle do PID no ventilador evaporador

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4.6.10 Ventilador Evaporador Hz
Rotações mínimas e máximas no inverter
1.

4.6.14 Inverter 2 Hz

Rotações mínimas e máximas no


evaporador.

4.6.11 Sensor SIMVA


Rotações mínimas e máximas no inverter
2.

4.6.15 Compressores Fixos

Inserir os dados dos Simva conforme


projeto do equipamento, os dados se
encontram no manual.

4.6.12 Opções vazão Estes diferenciais são utilizados apenas


quando o equipamento tiver dois
compressores inverter e mais
compressores fixos.

4.6.16 Compressores tempo

Se no equipamento contiver o controle de


vazão será selecionado a opção “Sim” e
dependendo da vazão do equipamento
será ajustado a vazão mínima e tempo
para desabilitar o equipamento.
Conforme fabricante dos compressores o
4.6.13 Inverter 1 Hz tempo mínimo e máximo de partida de
compressores são 180s.

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Tempo para a confirmação do status dos
compressores. Configuração do variador de potência.

4.6.17 Compressores Status 4.6.21 Temperatura Ambiente

Habilitação de status dos compressores. Diferencial para o alarme de temperatura e


o setpoint de temperatura mínima para o
4.6.18 Inverter 1 Delta T funcionamento da abertura da válvula de
três vias ou dos compressores.

4.6.22 Compressor Emergência

Configuração do setpoint do Delta T e


proteção de aquecimento do compressor
quando desligado.
Caso haja uma falha no sensor de
4.6.19 Inverter 2 Delta T temperatura, habilitar esta opção e colocar
o tempo de funcionamento dos
compressores sem o controle por
temperatura.

4.6.23 Umidade Relativa

Configuração do setpoint do Delta T e


proteção de aquecimento do compressor
quando desligado.

4.6.20 Variador de Potência

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Dados do sensor de umidade e o
diferencial para o alarme de umidade.

4.6.24 Tanque Umidificação Tempo

Quando o equipamento possuir o


transdutor diferencial de pressão dos
filtros será selecionado em “Sim” e
configurado o seu range de
funcionamento.
Tempo para falha no tanque de
umidificação caso não chegue ao nível 4.6.27 Vazão Mínima
alto.

4.6.25 Pressão Diferencial AG

Setpoint de vazão mínima do


equipamento.

Configuração do sensor de pressão


diferencial da água gelada e o setpoint de
alarme.

5. LÓGICA DO CONTROLE DA AUTOMAÇÃO

5.1 CONTROLES DO RESFRIAMENTO E DESUMIDIFICAÇÃO

O controle de resfriamento e desumidificacão será feito pela abertura da válvula, nos modelos
HFE e TFA (no TFA é opcional) e ou por compressores sendo no máximo 4 estágios podendo
ter: 2 compressores inverter e mais 2 fixos ou 4 compressores fixos, para os modelos HFE e
TED. Sempre dependendo da configuração do equipamento.

As atuações destes equipamentos são tanto pela temperatura e ou umidade, verificando


sempre qual está mais fora do seu setpoint.

O controle da válvula de água gelada é pela a sua abertura variando de 0 a 100% da sua
abertura.

Os Compressores Inverter variam de 30 Hz a 90 Hz.

E os Compressores Fixos apenas Liga/Desliga.

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5.2 AQUECIMENTO

O controle do aquecimento será opcional, e pode ser de um dos três tipos:


– 1 Estágio de Resistência: o controle irá acionar um estágio de resistência em função da
temperatura ambiente.
– 2 Estágios de Resistência: o controle irá acionar dois estágios de resistência em função da
temperatura ambiente.
– Variador de Potência: o controle irá modular o variador de potência em função da
temperatura ambiente.

5.3 UMIDIFICAÇÃO

O controle da umidificação é opcional. O controle irá ligar/desligar a umidificação em função


da umidade ambiente. E com o controle de umidificação configurado também será habilitada
a monitoração dos níveis do reservatório, caso seja detectado nível baixo o controle será
desabilitado até que volte o nível alto e caso passe o tempo de enchimento do tanque sem que
chegue o sinal do nível alto a válvula solenóide será também desabilitada.

5.4 AQUECIMENTO DO ÓLEO DO COMPRESSOR INVERTER

Quando o equipamento possuir o Inversor Inverter nas condensadoras, para o funcionamento


do compressor é necessário que o óleo do motor esteja na temperatura ideal para trabalho, está
temperatura é determinada pelo delta T de 8K entre a sucção e o Carter do compressor.

O aquecimento é feito pelo próprio inversor de freqüência e ou com Cinta de Resistência de


Carter, para os compressores de 20 TR terá apenas a opção de aquecimento por Cinta de
Resistência.

Na automação possui uma lógica para fazer essa proteção, monitorando a alimentação do
inverter ou da automação, caso algum desses dois caso fique sem energia por uma hora e meia
em alimentação 220V ou uma hora em alimentação 380V, ele desabilita os compressores e
habilita a lógica do aquecimento do Carter e habilita novamente os compressores quando o
Delta T for maior que 8°K.

Ressaltando que o aquecimento do óleo do motor é muito importante, pois se não estiver na
temperatura de operação terá liquido no compressor e ele irá danificar o mesmo sendo
considerado mau uso e perderá a garantia do mesmo.

6. DESCRIÇÃO DAS FALHAS E ALARMES CRITICOS

6.1 VAZÃO ABAIXO DO MÍNIMO PARA PARTIDA DA MÁQUINA

Quando o controlador aciona a saída digital para partida do ventilador de insuflamento e


dentro do tempo pré-determinado o mesmo não fica acima do mínimo de vazão do
equipamento. E quando ativo o alarme é necessário desligar o equipamento.

As possíveis causas são: ventilador girando no sentido errado; sem alimentação no ventilador;
ligação errada no sensor de vazão Simva; ventilador com defeito.

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6.2 FILTRO SATURADO

Ele é ativado quando chega ao nível de saturação do filtro de ar. Prever a troca do mesmo.

6.3 MARCHA NÃO CONFIRMADA DOS COMPRESSORES

A automação envia o sinal para ligar o compressor e fica esperando o sinal de retorno via
entradas digitais ou modbus, caso não tenha essa confirmação ele gera este alarme e desabilita
os compressores.

Verificar as conexões elétricas e o funcionamento dos compressores.

6.4 VÁLVULA SOLENOIDE OU SENSOR DO TANQUE COM DEFEITO

Caso passe o tempo de enchimento do reservatório e não tem a confirmação do nível alto ele
gera este alarme.

Verificar se há água no sistema e verifique o funcionamento do sensor nível alto.

6.5 TERMOSTATO DE SEGURANÇA


Quando a entrada digital de termostato de segurança estiver acionada. O aquecimento será
bloqueado.

Verificar se os cabos estão ligados e verificar o termostato foi atuado. Se caso ele for atuado é
muito importante antes de ligar novamente o equipamento verificar a causa do ocorrido.

6.6 NÍVEL BAIXO NO RESERVATÓRIO DA UMIDIFICAÇÃO


Quando as entradas digitais de nível baixo e alto no reservatório da umidificação estiverem
acionadas e já estiver corrido o tempo para alarme. A umidificação será bloqueada.

6.7 BLOQUEIO EXTERNO


Quando a entrada digital de bloqueio externo estiver acionada e já estiver corrido o tempo
para alarme. Bloqueia da maquina.

6.8 FALHA NOS SENSORES


Quando os sensores não estiverem corretamente conectados ou a ligação errado. É muito
importante verificar a ligação antes de energizar o equipamento, pois se tiver invertido poderá
danificar o sensor.

7. STARTUP

 Quando o equipamento contendo o Startup o cliente deverá agendar no mínino com


quinze dias de antecedência pelo telefone (11) 4591-7020.

 Para o agendamento do startup o equipamento deverá estar totalmente instalado (elétrica


hidráulica e tubulações).

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 Assim que solicitado o cliente deverá enviar fotos via email, para analisar as instalações
dos equipamentos.

 O cliente não poderá energizar o quadro elétrico antes do startup sem a autorização do
fabricante ou da Assistência Técnica Autorizada,

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