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Terapia em Disfagia

Estratégias x Aplicação Prática

1. Estratégia: Cabeça para trás


a) Objetivo imediato: Indicado para pacientes com dificuldade no
controle oral e no transporte do bolo alimentar.
b) Objetivo a longo prazo: estratégia compensatória.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Fase faríngea preservada.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sugere-se a aplicação dessa manobra apenas
para pacientes com alterações na fase oral da deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Esta posição ajuda
na elevação da laringe e fecha o espaço da valécula, aumentando a
propulsão do alimento, favorecendo pacientes que aspiram após a
deglutição.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA:
Para as perguntas e e f, considerar que o paciente apresenta apenas alterações em
fase oral, e através dessa manobra ocorrerá uma facilitação do ato de deglutir,
tendo em vista que, o uso da gravidade auxiliará na propulsão do bolo alimentar
para a faringe. Manobra indicada, em sua maioria, para pacientes com câncer de
cabeça e pescoço.

2. Estratégia: Queixo no peito


a) Objetivo imediato: Indicado para pacientes que apresentem falta de
controle oral, o que leva a um escape posterior do bolo alimentar para
faringe, bem como para pacientes que apresentem atraso no
desencadeamento do reflexo faríngeo, redução do fechamento das
vias aéreas, diminuição da retração da base da língua. Portanto, seu
objetivo imediato é diminuir o risco de penetração ou aspiração
durante a deglutição.
b) Objetivo a longo prazo: estratégia compensatória.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Observado escape prematuro do bolo
alimentar, incoordenação entre as fases oral e faríngea, penetração e
ou aspiração durante/antes a deglutição.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sugere-se a aplicação dessa manobra quando
observados sinais clínicos de penetração e ou aspiração durante e ou
antes deglutição, tal como: tosse, pigarro, ausculta positiva,
desconforto, queda de saturação etc.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Com o auxílio da
manobra o paciente terá mais tempo para organizar o bolo alimentar
dentro da cavidade oral, coordenar as fases da deglutição, essa
manobra aumenta o espaço da valécula (abre a valécula), coloca a
epiglote em uma posição que oferece mais proteção, diminui o
tamanho da entrada para as vias aéreas.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: o paciente apresentar maior coordenação
entre as fases oral e faríngea, diminuindo ou descartando a presença
de sinais clínicos de penetração e ou aspiração antes ou durante a
deglutição.

3. Estratégia: Cabeça inclinada (para o lado bom).


a) Objetivo imediato: O paciente direciona o bolo alimentar para o lado
não afetado. A “cabeça inclinada para o lado bom” faz com que o bolo
desça pelo lado melhor em pacientes que apresentam fraqueza
unilateral da faringe ou alteração unilateral da cavidade oral.
b) Objetivo a longo prazo: estratégia compensatória.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Sugere-se essa manobra para pacientes que
apresentem na avaliação instrumental algum comprometimento
unilateral da região oral ou faríngea.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes:
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL:
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA:

objetiva isolar comprometimentos laterais de parede faringeal e prega vocal,


favorecendo com que o bolo desça pelo lado bom ou em que o fechamento da
rima glótica esteja compensado. O paciente deve manter o queixo virado para o
lado comprometido, da prega vocal ou da parede faríngea que estiver
comprometida, durante a deglutição do bolo.

4. Estratégia: Rotação de cabeça (para o lado ruim).


a) Objetivo imediato: objetiva isolar comprometimentos laterais de
parede faringeal e prega vocal, favorecendo com que o bolo desça
pelo lado bom ou em que o fechamento da rima glótica esteja
compensado.
b) Objetivo a longo prazo: estratégia compensatória.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Sugere-se essa manobra para pacientes que
apresentem na avaliação instrumental, principalmente, paralisia
unilateral de prega vocal.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes:
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL:
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA:

5. Estratégia: Manobra de Shaker


a) Objetivo imediato: Sugere-se a manobra de Shaker, a fim de
favorecer, uma redução e ou eliminação das aspirações/penetrações
pós deglutição, resultantes de resíduos causados por uma elevação e
anteriorização do osso hióide.
b) Objetivo a longo prazo: Fortalecimento dos músculos supra-hióideos,
aumentando a excursão anterior do osso hióide, e consequentemente,
maior abertura da transição faringoesofágica.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Indicado para pacientes que apresentem
resíduos na região dos recessos piriformes, bem como na transição
faringoesofágico.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Durante a avaliação clínica os aspectos
sugestivos para aplicação da manobra são sinais clínicos de
penetração e ou aspiração após a deglutição, com redução da
anteriorização e elevação do osso hióide.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Na avaliação
instrumental, após a aplicação da manobra, observa-se a redução ou
eliminação dos resíduos, o mesmo para o risco de penetração e
aspiração.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: O paciente não apresentará sinais clínicos,
como tosse, pigarro, ausculta positiva, queda de saturação após a
deglutição.

6. Estratégia: Chin Tuck Against Resistance (CTAR).


a) Objetivo imediato: A manobra objetiva de imediato maior elevação e
anteriorização do osso hióide.
b) Objetivo a longo prazo: Fortalecer a musculatura supra-hióidea e
favorecer a abertura da transição faringoesofágica.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes:. Indicado para pacientes que apresentem
resíduos na região dos recessos piriformes, bem como na transição
faringoesofágico.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Durante a avaliação clínica os aspectos
sugestivos para aplicação da manobra são sinais clínicos de
penetração e ou aspiração após a deglutição, com redução da
anteriorização e elevação do osso hióide.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Na avaliação
instrumental, após a aplicação da manobra, observa-se a redução ou
eliminação dos resíduos, o mesmo para o risco de penetração e
aspiração.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: O paciente não apresentará sinais
clínicos, como tosse, pigarro, ausculta positiva, queda de saturação
após a deglutição.
7. Estratégia: Manobra de Mendelsohn
a) Objetivo imediato: Promove a coordenação entre as fases oral e
faríngea da deglutição.
b) Objetivo a longo prazo: Favorece o fortalecimento da musculatura
supra-hióidea, auxilia na movimentação da laringe, fechamento da
região supraglótica para a proteção das vias aéreas, aumentar a
abertura da transição faringoesofágica e melhora a coordenação entre
as fases oral e faríngea.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: O paciente apresenta diminuição da elevação
laríngea, com redução da abertura cricofaríngea e uma deglutição
incoordenada.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Indicado quando o paciente apresenta
incoordenação da deglutição, geralmente com sinais clínicos de
penetração e ou aspiração durante ou após a deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Será possível
verificar maior movimentação da laringe, fechamento supraglótico
eficiente, com maior abertura do esfíncter esofágico superior e
coordenação da deglutição.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: ausência de sinais durante a deglutição.

8. Estratégia: Manobra de Masako


a) Objetivo imediato: A manobra em questão não deve ser realizada
com alimentos, pois diminui a proteção das vias aéreas durante a
realização.
b) Objetivo a longo prazo: Promove o fortalecimento da parede
posterior da faringe. Aumentando a abertura do esfíncter esofágico
superior, prolongando a elevação laríngea, além de resultar em um
maior contato da faringe com a base da língua.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: O paciente apresenta uma movimentação
ineficiente da parede posterior da faringe.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Na avaliação clínica será possível verificar uma
ejeção do bolo com dificuldade, com sinais clínicos após a deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Na avaliação
instrumental será possível verificar maior movimentação da parede
posterior da faringe, a qual será projetada com maior facilidade em
direção a língua.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução ou eliminação de sinais clínicos
de penetração ou aspiração.

9. Estratégia: Manobra de Deglutição com esforço


a) Objetivo imediato: Consiste na contração dos músculos envolvidos
na deglutição para aumentar a pressão oral e faríngea na passagem
do bolo; intensifica a propulsão oral.
b) Objetivo a longo prazo: Aumento da força de alguns grupos
musculares que podem aumentar a elevação laríngea, a contração das
paredes da faringe e a abertura da transição faringoesofágica.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Indicado quando os pacientes apresentam
resíduos orais.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sinais clínicos de penetração e ou aspiração
após a deglutição, com presença de resíduos orais.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Redução de resíduos
orais, aumento do tempo de duração da excursão anterior do osso
hióide, aumento de duração do fechamento do vestíbulo laríngeo e da
abertura do esfíncter esofágico superior.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução ou eliminação de sinais clínicos
de penetração ou aspiração após a deglutição, assim como dos
resíduos antes presentes.

10. Estratégia: Breath Hold


a) Objetivo imediato: Coordenação voluntária: respiração/deglutição.
Fechamento voluntário das pregas vocais.
b) Objetivo a longo prazo: Promover a coordenação entre as funções
de respiração e deglutição.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Indicado quando os pacientes apresentam
incoordenação entre as funções de deglutição e respiração, logo, por
consequência penetração e ou aspiração durante a deglutição.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sinais clínicos de penetração e ou aspiração
durante a deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Coordenação entre
as funções, fechamento das pregas vocais adequado.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução ou eliminação de sinais clínicos
de penetração ou aspiração durante a deglutição, assim como dos
resíduos antes presentes.

11. Estratégia: Supra-glótica e Super supra-glótica


a) Objetivo imediato: Prolonga o tempo de obstrução do ar antes,
durante e depois da deglutição, exercendo muita força intensifica a
proteção das vias aéreas e o fechamento da glote. Promove também o
fechamento voluntário das pregas vocais e pregas ariepiglóticas.
Estabilização da coluna aérea, protegendo a via aérea inferior durante
a deglutição.
b) Objetivo a longo prazo: Coordenação entre a respiração e
deglutição.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Indicado quando os pacientes apresentam
incoordenação entre as funções de deglutição e respiração, logo, por
consequência penetração e ou aspiração durante a deglutição.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sinais clínicos de penetração e ou aspiração
antes e ou durante a deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Coordenação entre
as funções, fechamento das pregas vocais adequado.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução ou eliminação de sinais clínicos
de penetração ou aspiração antes e ou durante a deglutição, assim
como dos resíduos antes presentes.
12. Estratégia: Alteração de volume - AUMENTO
a) Objetivo imediato: O aumento do volume promove diminuição do
tempo de trânsito oral e faríngeo, maior pressão de propulsão na
faringe e língua, maior extensão da elevação hióidea.
b) Objetivo a longo prazo:
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: aumento do tempo de trânsito oral e faríngeo,
extensão reduzida da elevação do osso hióide, abertura ineficiente do
ESS.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Na avaliação clínica pode ser observado
trânsito oral lentificado, com a possibilidade de sinais clínicos após a
deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: diminuição do tempo
de trânsito oral e faríngeo, maior pressão de propulsão na faringe e
língua, maior extensão da elevação hióidea.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução dos sinais clínicos de penetração
e ou aspiração.

13. Estratégia: Alteração de volume - REDUÇÃO


a) Objetivo imediato: A diminuição do volume promove um melhor
controle motor oral e menor exigência de propulsão e condução do
bolo alimentar.
b) Objetivo a longo prazo:
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: aumento do tempo de trânsito oral e faríngeo e
controle oral comprometido.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Na avaliação clínica pode ser observado
trânsito oral lentificado, com a possibilidade de sinais clínicos durante
e ou após a deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: diminuição do tempo
de trânsito oral e faríngeo, maior possibilidade de controle do bolo
alimentar e coordenação entre as fases oral e faríngea.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Redução dos sinais clínicos de penetração
e ou aspiração.

14. Estratégia: Mudança de temperatura e sabor.


a) Objetivo imediato: Essa estratégia fornece um maior número de
informações para o desencadeamento da deglutição. Portanto, diminui
o tempo de resposta do reflexo faríngeo, promover maior controle oral
e a coordenação entre as fases da deglutição.
b) Objetivo a longo prazo:
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Para pacientes que apresentem o tempo de
trânsito oral lento, atraso e diminuição do reflexo faríngeo.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Trânsito oral lentificado, sinais clínicos de
penetração e ou aspiração, controle oral ineficiente, coordenação entre
as fases da deglutição alterada.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Aumento no número
de deglutições secas, redução da penetração e aspiração laríngea,
diminuição no tempo de trânsito oral e no disparo da deglutição.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Aumento no número de deglutições secas,
redução dos sinais clínicos de penetração e aspiração laríngea,
diminuição no tempo de trânsito oral.

15. Estratégia: Adaptação de utensílios. (Copo com alça ou recorte para o nariz,
canudo, pratos antiderrapantes, talheres pesados, colheres tortas).
- Indicar quando há comprometimento motor associado, como em pacientes
com Parkinson. Incoordenação motora, tosse antes da deglutição e prejuízo
do controle oral.
- O uso desses utensílios melhoram a coordenação e reduzem a taquifagia.

16. Estratégia: Deglutições múltiplas ou deglutições secas


a) Objetivo imediato: Limpar os resíduos.
b) Objetivo a longo prazo:
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Quando apresentar resíduos em cavidade oral
e faringe, sinais de penetração e ou aspiração após a deglutição.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sinais clínicos de penetração e ou aspiração,
como tosse, pigarro, desconforto, queda de saturação após a
deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Aumento no número
de deglutições secas, redução da penetração e aspiração laríngea e
dos resíduos associados.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Aumento no número de deglutições secas,
redução dos sinais clínicos de penetração e aspiração laríngea.

17. Estratégia: IOPI


a) Objetivo imediato:
b) Objetivo a longo prazo: Aumentar a força de língua e a propulsão do
bolo alimentar.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Resíduo na cavidade oral, valécula e propulsão
do bolo alimentar ineficiente.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes: Sinais clínicos de penetração e ou aspiração,
como tosse, pigarro, desconforto, queda de saturação após a
deglutição.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Redução de resíduos
em valécula e cavidade oral, melhor propulsão do bolo.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Aumento da força de língua, redução da
presença de resíduos em cavidade oral, bem como dos redução dos
sinais clínicos de penetração e aspiração laríngea.

18. Estratégia: Contra resistência de língua com gaze


a) Objetivo imediato:
b) Objetivo a longo prazo: Melhorar a ejeção do bolo, aumentar a força
de língua, melhor controle na fase oral.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Resíduo na cavidade oral, valécula e propulsão
do bolo alimentar ineficiente.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes:Dificuldade de engolir sólido e sensação de
alimento parado, resíduo na cavidade oral, tosse antes e durante a
deglutição, falta de controle na fase oral.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Redução de resíduos
em valécula e cavidade oral, melhor propulsão do bolo, redução dos
sinais clínicos de penetração e ou aspiração.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Aumento da força de língua, redução da
presença de resíduos em cavidade oral, bem como dos redução dos
sinais clínicos de penetração e aspiração laríngea.

19. Estratégia: Sucção de língua no palato


a) Objetivo imediato:
b) Objetivo a longo prazo: Melhorar a ejeção do bolo e fortalecer a
língua.
c) Indicar quando na avaliação INSTRUMENTAL os seguintes sinais
estiverem presentes: Resíduo na cavidade oral, valécula e propulsão
do bolo alimentar ineficiente.
d) Indicar quando na avaliação CLÍNICA os seguintes sinais
estiverem presentes:Dificuldade de engolir sólido e sensação de
alimento parado, resíduo na cavidade oral, tosse antes e durante a
deglutição, falta de controle na fase oral.
e) Após ou durante a aplicação, a estratégia demonstrará eficiência
terapêutica, se na avaliação INSTRUMENTAL: Redução de resíduos
em valécula e cavidade oral, melhor propulsão do bolo, redução dos
sinais clínicos de penetração e ou aspiração.
f) Após ou durante a aplicação, demonstrará eficiência terapêutica,
se na avaliação CLÍNICA: Aumento da força de língua, redução da
presença de resíduos em cavidade oral, bem como dos redução dos
sinais clínicos de penetração e aspiração laríngea.

20. Estratégia: Firmeza glótica


Indicar em caso de soprosidade e TMF reduzido, aspiração laríngea por falta de
coaptação glótica, queixa para deglutição de líquidos, tosse antes, durante e após a
deglutição. O uso do exercício melhora coaptação glótica