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DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Ano XIII – nº 196 – Porto Alegre, quinta-feira, 23 de agosto de 2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

PUBLICAÇÕES JUDICIAIS

SECRETARIA DO PLENÁRIO, CORTE ESPECIAL E SEÇÕES


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0536/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

4ª SEÇÃO

00001 REVISÃO CRIMINAL Nº 0000208-05.2018.4.04.0000/PR


RELATORA : CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REQUERENTE : LADIMIR LUIZ THOMAZONI reu preso
ADVOGADO : Samuel Camargo Falavinha
: Julio Cesar Henrichs
REQUERIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

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EMENTA

PROCESSO PENAL. REVISÃO CRIMINAL. ARTIFOS 621 E 626 DO CPP.


TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS. NOVATIO LEGIS IN MELLIUS.
COMBINAÇÃO DE LEIS. AFASTAMENTO. REVISÃO DA PENA. DECISÃO
MAIS FAVORÁVEL APLICADA. MODIFICAÇÃO DO REGIME PRISIONAL
DIANTE DA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 2º,
§ 1º, DA LEI 8.072/90. LIMINAR CONCEDIDA PELO STF PARA O JUÍZO
DE EXECUÇÃO ADEQUAR O REGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA.
CASO CONCRETO. AUSÊNCIA DE INTERESSE DE AGIR. NÃO
CONHECIMENTO DA PRETENSÃO REVISIONAL.

1. Não é possível a conjugação de partes mais benéficas das normas, para criar-
se uma terceira lei, sob pena de violação aos princípios da legalidade e da separação de
Poderes. O juiz, contudo, deverá, no caso concreto, avaliar qual das leis é mais favorável ao
réu e aplicá-la em sua integralidade (cf. RE 600817, Relator Min. Ricardo Lewandowski,
Tribunal Pleno, DJe 30-10-2014). 2. Assim, acaso constatada a combinação de leis, não há
anulação, mas, apenas, eventual revisão da dosimetria aplicada. 3. Ainda que se verifique a
impossibilidade da combinação de leis, o montante final de pena fixado na ação fez coisa
julgada material, não havendo motivos para declarar a aventada nulidade e afastar aquele
percentual de 1/6 (um sexto) imposto pela transnacionalidade do delito, montante esse que
foi extremamente mais benéfico ao requerente. 4. No ponto, efetivamente é caso de não
conhecimento da revisão criminal, pois falta ao autor o interesse de agir. 5. No tocante ao
pedido de alteração do regime prisional fechado para outro menos gravoso forte na
declaração de insconstitucionalidade do § 1º do art. 2º da lei dos crimes hediondos (Lei
8.072/90), a defesa técnica do requerente noticiou que obteve liminar no Habeas Corpus nº
155421 MC/PR junto ao Supremo Tribunal Federal para que o juízo da execução proceda
nova fixação do regime inicial para cumprimento da pena. 6. Esta circunstância leva à
compreensão de que também carece o requerente do próprio interesse processual para
ajuizamento da ação revisional. 7. Revisão criminal não conhecida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Quarta Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por voto de desempate, não
conhecer da revisão criminal, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
integram o presente julgado.

Porto Alegre, 16 de agosto de 2018.


00002 REVISÃO CRIMINAL Nº 0000130-45.2017.4.04.0000/PR
RELATORA : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REQUERENTE : MARCOS ANTONIO CAMARGO
ADVOGADO : Rogerio Oscar Botelho
: Anne Carolina Stipp Amador

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REQUERIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

EMENTA

PROCESSO PENAL. REVISÃO CRIMINAL. AÇÃO DE IMPROBIDADE


ADMINISTRATIVA IMPROCEDENTE. SENTENÇA PENAL CONDENATÓRIA.
CONTRARIEDADE A TEXTO EXPRESSO DE LEI E EVIDÊNCIA DOS AUTOS.
INOCORRÊNCIA.

1. Sendo taxativas as hipóteses de revisão criminal, incabível o reexame do


julgado quando demonstrada mera intenção do postulante em obter nova apreciação das
matérias decididas, eis que a revisão criminal não se presta como espécie de segunda
apelação. 2. O julgado improcedente na ação civil pública necessariamente não vincula a
mesma solução no que tange ao feito criminal, tampouco induz ao afastamento da perda do
cargo público, tendo em conta o princípio da independência entre as esferas.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não conhecer
do recurso, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 16 de agosto de 2018.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0537/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

7ª E 8ª TURMAS

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00001 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0001814-42.2008.4.04.7106/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : EVERSON LEMOS WAYSS
ADVOGADO : Fabricio Schorn Rodrigues
: Gustavo Rossato Moreira

EMENTA

PENAL. IMPORTAÇÃO IRREGULAR DE AGROTÓXICOS DE ORIGEM


ESTRANGEIRA. ART. 56 DA LEI Nº 9.605/98. TIPICIDADE,
MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADOS. SENTENÇA
ABSOLUTÓRIA REFORMADA. PRESCRIÇÃO PELA PENA APLICADA.

1. A conduta de importar substância agrotóxica se amolda ao tipo penal do


artigo 56 da Lei nº 9.605/98.
2. Trata-se de crime formal, que se consuma com a mera prática de qualquer das
condutas descritas no tipo penal, independentemente da efetiva produção de resultado
nocivo.
3. Em que pese a ausência de exame pericial, os demais elementos probatórios
demonstram, de forma segura, que o acusado foi flagrado introduzindo em território nacional
os defensivos agrícolas de origem estrangeira, em desacordo com as exigências legais.
4. Comprovadas a tipicidade, materialidade e autoria, deve a sentença ser
reformada para condenar o denunciado pela prática do crime previsto no art. 56 da Lei nº
9.605/98.
5. Considerando o decurso do prazo prescricional aplicável à pena cominada, é
reconhecida, de ofício, a prescrição da pretensão punitiva e, consequentemente, declarada
extinta a punibilidade do acusado, com fundamento no art. 107, inc. IV, do Código Penal.
6. Apelação criminal provida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 8a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação criminal, para o fim de condenar o acusado pela prática do delito
previsto no art. 56 da Lei nº 9.605/98 e, considerando o decurso do prazo prescricional,
declarar, de ofício, extinta a punibilidade do acusado, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 15 de agosto de 2018.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

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Boletim Nro 0542/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2009.70.00.014624-3/PR


RELATOR : Des. Federal FERNANDO QUADROS DA SILVA
APELANTE : MARIA CLEDI DE ALMEIDA FALCAO LOPES
ADVOGADO : Daniele Carvalho
: Raphael Gouveia Rodrigues
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. REVISÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.


SENTENÇA ANTERIOR AO CPC DE 2015. DECADÊNCIA. PENSÃO POR
MORTE. LEGITIMIDADE. DECADÊNCIA. INOCORRÊNCIA.

1. Tema nº 313 do STF: O prazo decadencial de dez anos, instituído pela


Medida Provisória 1.523, de 28.06.1997, tem como termo inicial o dia 1º de agosto de 1997,
por força de disposição nela expressamente prevista. Tal regra incide, inclusive, sobre
benefícios concedidos anteriormente, sem que isso importe em retroatividade vedada pela
Constituição.
2. Em decorrência do princípio da actio nata, o pensionista somente possui
legitimidade para pleitear a revisão do benefício original após o óbito do instituidor e
deferimento da pensão por morte, estando impedido de promover a revisão do benefício em
data anterior, razão porque o prazo decenal tem início apenas a contar da concessão da
pensão por morte.
3. Na oportunidade em que preenchidos os requisitos para pensão por morte, o
INSS avalia os elementos e critérios de cálculo a serem utilizados, podendo rever e corrigir
eventuais equívocos quanto à renda mensal inicial, inclusive com relação ao benefício
originário, no que se refere a matérias não examinadas anteriormente, o que autoriza sua
revisão.
4. Caso de readequação do valor da renda mensal inicial, não fluindo o prazo
decadencial.

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ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia Turma Regional suplementar do Paraná do Tribunal Regional Federal da 4ª Região,
por unanimidade, dar provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Curitiba, 01 de agosto de 2018.
Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0543/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

1ª SEÇÃO / 2ª SEÇÃO / CORTE ESPECIAL JUDICIAL

00001 AGRAVO INTERNO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0011327-


70.2012.4.04.0000/PR
RELATORA : Desembargadora Federal Maria de Fátima Freitas
Labarrère
AGRAVANTE : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
AGRAVADO : MARIO JOSE GISI
ADVOGADO : Rene Ariel Dotti

EMENTA

PROCESSUAL. AGRAVO INTERNO CONTRA DECISÃO DE NEGATIVA DE


SEGUIMENTO DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TEMA STF Nº 96. DESNECESSÁRIO
AGUARDAR TRÂNSITO EM JULGADO DO PARADIGMA. ART. 1.040 DO CPC.
Mantida a decisão agravada.

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ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao agravo interno, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre/RS, 09 de agosto de 2018.


00002 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
2004.72.00.014421-6/SC
RELATORA : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
EMBARGANTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : SINTRAJUSC SINDICATO DOS TRABALHADORES NO PODER JUDICIARIO
FEDERAL EM SANTA CATARINA
ADVOGADO : Pedro Mauricio Pita da Silva Machado
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 3A VF DE FLORIANÓPOLIS

EMENTA

PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO INTERNO EM


EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. SISTEMÁTICA DA
REPERCUSSÃO GERAL. PROCESSAMENTO DO RECURSO. DECISÃO FINAL DO E. STF.

Cabendo a esta Vice-Presidência cumprir as disposições do Ministro(a)


Relator(a) e, se tratando os Temas do STF de nºs 660 e 913 de representativos em que negada
a repercussão geral, outra alternativa não houve, diante do comando do art. 1.035, § 8º, do
CPC, além de negar seguimento ao recurso.

Acolhidos em parte os embargos de declaração, sem efeitos infringentes.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, acolher em
parte os embargos de declaração, sem efeitos infringentes, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre/RS, 09 de agosto de 2018.


Boletim

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Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0544/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

1ª SEÇÃO / 2ª SEÇÃO / CORTE ESPECIAL JUDICIAL

00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0018815-47.2010.4.04.0000/PR


RELATOR : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
RECTE : BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN
RECDO : ANTONIO OSVALDO TEIXEIRA DE FREITAS e outros
: AGUIDA BERNARDI DA VEIGA
: BERNARDINO JERONIMO STROPARO
ADVOGADO : Clea Mara Luvizotto
INTERESSADO : BANCO BANESTADO S/A - CREDITO IMOBILIÁRIO

EMENTA

AGRAVO INTERNO. APLICAÇÃO DO ACÓRDÃO PARADIGMA A PARTIR


DA PUBLICAÇÃO. DESNECESSIDADE DE TRÂNSITO EM JULGADO.
Está previsto nas regras processuais vigentes, em especial o artigo 1.040, I, do
CPC, que, uma vez publicado o acórdão paradigma, o presidente ou o vice-presidente do
tribunal de origem negará seguimento ao recurso especial ou extraordinário, se o acórdão
recorrido coincidir com a orientação do tribunal superior. Desse modo, não há necessidade
de se aguardar o trânsito em julgado do recurso paradigma.
Mantida a decisão agravada.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao agravo interno, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre/RS, 09 de agosto de 2018.
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Expediente

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Expediente SPLE Nro 196/2018

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Secretaria dos Órgãos Julgadores

AUTOS COM DESPACHO


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.71.00.040179-0/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : FRIGORIFICO MERCOSUL LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Schwengber
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Intime-se a parte impetrante para que se manifeste sobre os embargos de


declaração opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de
efeitos infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.71.04.005119-4/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : TELHA CERTA IND/ E COM/ LTDA/ e outro
ADVOGADO : Michel de Oliveira Braz
: Nildo Pedrotti
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

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Intimem-se as partes para que se manifestem sobre os embargos de declaração
opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de efeitos
infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.71.04.000822-7/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : BIGOLIN MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
LTDA/
ADVOGADO : Wernerson Hosang e outro
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Intime-se a parte impetrante para que se manifeste sobre os embargos de


declaração opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de
efeitos infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.72.03.001794-5/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : IND/ E COM/ MOVEIS MARX LTDA/
ADVOGADO : Georges Henrique Locatelli
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Intime-se a parte impetrante para que se manifeste sobre os embargos de


declaração opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de
efeitos infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.72.05.003218-6/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : HUNTER AUTOMATED DO BRASIL LTDA/
ADVOGADO : Edgar Jacobsen Neto

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: Giovani Berri
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Intime-se a parte impetrante para que se manifeste sobre os embargos de


declaração opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de
efeitos infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.71.04.001320-0/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : POLINA POLINA DISTRIBUIDOR DE ALMENTOS LTDA/
ADVOGADO : Darcio Vieira Marques e outros
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Intime-se a parte autora para que se manifeste sobre os embargos de declaração


opostos pela parte contrária, tendo em vista a possibilidade de atribuição de efeitos
infringentes.

Após, retornem para julgamento.

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018.


Expediente

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Expediente Nro 197/2018

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

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00001 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5010874-77.2018.4.04.0000/SC
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/SC
AGRAVADO : GIOVANDRO YURI ROSA
: YURI DEDETIZACOES E SERVICOS LTDA ME
: IVONETE CORREA ROSA

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5010874-
77.2018.4.04.0000, em que figura como agravante CONSELHO REGIONAL DE
ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/SC, e como agravados GIOVANDRO YURI ROSA
(679.175.699-34), YURI DEDETIZACOES E SERVICOS LTDA ME (CNPF nº
78.514.783/0002-08) e IVONETE CORREA ROSA (656.390.229-49), interposto contra
decisão proferida na Execução Fiscal nº 5003334-09.2014.4.04.7213, em trâmite perante a 1ª
Vara Federal de Rio do Sul/SC. E, não tendo sido encontrados os agravados nos endereços
indicados e sendo desconhecidos seus domicílios atuais, INTIMA-OS, através deste, para
que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresentem, querendo, contrarrazões ao agravo de
instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo Civil. Ressalta-se que a
tramitação do feito é na forma eletrônica e que os referidos documentos encontram-se
disponíveis na página da internet - https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número
do processo e a respectiva chave, a qual deverá ser obtida junto à Secretaria dos Órgãos
Julgadores (SOJ) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso
da Rocha, 300 - Bairro Praia de Belas - CEP 90010-395 - Porto Alegre (RS) - Telefone:
(51)3213-3592 - e-mail: soj@trf4.jus.br. Porto Alegre, 20/08/2018.
00002 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5024822-86.2018.4.04.0000/SC
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA
CATARINA - CRMV/SC
AGRAVADO : TIMBA AVIARIO E PET SHOP LTDA. ME

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5024822-
86.2018.4.04.0000, em que figura como agravante CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA
VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV/SC, e como agravada TIMBA
AVIARIO E PET SHOP LTDA. ME (CNPJ nº 07.281.396/0001-31), interposto contra decisão
proferida na Execução Fiscal nº 5006543-83.2018.4.04.7200, em trâmite perante a 9ª Vara
Federal de Florianópolis/SC. E, não tendo sido encontrada a agravada no endereço indicado e
sendo desconhecido seu domicílio atual, INTIMA-A, através deste, para que, no prazo de 15
(quinze) dias, apresente, querendo, contrarrazões ao agravo de instrumento, nos termos do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 12 / 527


art. 1.019 do Código de Processo Civil. Ressalta-se que a tramitação do feito é na forma
eletrônica e que os referidos documentos encontram-se disponíveis na página da internet -
https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número do processo e a respectiva chave, a
qual deverá ser obtida junto à Secretaria dos Órgãos Julgadores (SOJ) do Tribunal Regional
Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300 - Bairro Praia de Belas -
CEP 90010-395 - Porto Alegre (RS) - Telefone: (51)3213-3592 - e-mail: soj@trf4.jus.br.
Porto Alegre, 20/08/2018.
00003 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5028515-78.2018.4.04.0000/SC
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA
CATARINA - CRMV/SC
AGRAVADO : FABRICIO DO NASCIMENTO PIMENTEL

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5028515-
78.2018.4.04.0000, em que figura como agravante CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA
VETERINÁRIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRMV/SC, e como agravado(a)
FABRICIO DO NASCIMENTO PIMENTEL (CNPJ nº 02.346.127/0001-92), interposto contra
decisão proferida na Execução Fiscal nº 5006545-53.2018.4.04.7200, em trâmite perante a 9ª
Vara Federal de Florianópolis/SC. E, não tendo sido encontrado(a) o(a) agravado(a) no
endereço indicado e sendo desconhecido seu domicílio atual, INTIMA-O(A), através deste,
para que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresente, querendo, contrarrazões ao agravo de
instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo Civil. Ressalta-se que a
tramitação do feito é na forma eletrônica e que os referidos documentos encontram-se
disponíveis na página da internet - https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número
do processo e a respectiva chave, a qual deverá ser obtida junto à Secretaria dos Órgãos
Julgadores (SOJ) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso
da Rocha, 300 - Bairro Praia de Belas - CEP 90010-395 - Porto Alegre (RS) - Telefone:
(51)3213-3592 - e-mail: soj@trf4.jus.br. Porto Alegre, 20/08/2018.
00004 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5014542-56.2018.4.04.0000/RS
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª REGIÃO - CRECI/RS
AGRAVADO : ALMIR ORLANDO ALVES

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5014542-
56.2018.4.04.0000, em que figura como agravante CONSELHO REGIONAL DE
CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª REGIÃO - CRECI/RS, e como agravado(a) ALMIR
ORLANDO ALVES (CPF nº 484.220.880-53), interposto contra decisão proferida na

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Execução Fiscal nº 5079263-28.2016.4.04.7100, em trâmite perante a 19ª Vara Federal de
Porto Alegre/RS. E, não tendo sido encontrado(a) o(a) agravado(a) no endereço indicado e
sendo desconhecido seu domicílio atual, INTIMA-O(A), através deste, para que, no prazo de
15 (quinze) dias, apresente, querendo, contrarrazões ao agravo de instrumento, nos termos do
art. 1.019 do Código de Processo Civil. Ressalta-se que a tramitação do feito é na forma
eletrônica e que os referidos documentos encontram-se disponíveis na página da internet -
https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número do processo e a respectiva chave, a
qual deverá ser obtida junto à Secretaria dos Órgãos Julgadores (SOJ) do Tribunal Regional
Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300 - Bairro Praia de Belas -
CEP 90010-395 - Porto Alegre (RS) - Telefone: (51)3213-3592 - e-mail: soj@trf4.jus.br.
Porto Alegre, 20/08/2018.
00005 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5018659-90.2018.4.04.0000/RS
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
AGRAVADO : RUDHMARH REPRESENTACOES LTDA
: RUDINEI PEREIRA DA ROSA

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5018659-
90.2018.4.04.0000, em que figura como agravante UNIÃO - FAZENDA NACIONAL, e como
agravados FRUDHMARH REPRESENTACOES LTDA (03.323.666/0001-79) e RUDINEI
PEREIRA DA ROSA (CPF nº 516.806.960-68), interposto contra decisão proferida na
Execução Fiscal nº 5026808-57.2014.4.04.7100, em trâmite perante a 23ª Vara Federal de
Porto Alegre/RS. E, não tendo sido encontrados os agravados nos endereços indicados e
sendo desconhecidos seus domicílios atuais, INTIMA-OS, através deste, para que, no prazo
de 15 (quinze) dias, apresente, querendo, contrarrazões ao agravo de instrumento, nos termos
do art. 1.019 do Código de Processo Civil. Ressalta-se que a tramitação do feito é na forma
eletrônica e que os referidos documentos encontram-se disponíveis na página da internet -
https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número do processo e a respectiva chave, a
qual deverá ser obtida junto à Secretaria dos Órgãos Julgadores (SOJ) do Tribunal Regional
Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300 - Bairro Praia de Belas -
CEP 90010-395 - Porto Alegre (RS) - Telefone: (51)3213-3592 - e-mail: soj@trf4.jus.br.
Porto Alegre, 20/08/2018.
00006 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5028531-32.2018.4.04.0000/RS
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª REGIÃO - CRECI/RS
AGRAVADO : LUCIA CHRISTELLO DE OLIVEIRA

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 14 / 527


neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5028531-
32.2018.4.04.0000, em que figura como agravante a CONSELHO REGIONAL DE
CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª REGIÃO - CRECI/RS e, agravada LUCIA CHRISTELLO DE
OLIVEIRA (CPF nº 315.387.460-34), interposto contra decisão proferida na Execução Fiscal
nº 50012949420174047101, em trâmite perante a 1ª Vara Federal de Rio Grande/RS. E, não
tendo sido encontrado o agravado no endereço indicado e sendo desconhecido seu domicílio
a tu a l, INTIMA-O, através deste, para que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresente
contrarrazões ao agravo de instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo
Civil, ressaltando que a tramitação do mesmo é na forma eletrônica e que os referidos
documentos encontram-se disponíveis na página da internet -
https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número do processo e a respectiva chave, a
qual deverá ser obtida na Secretaria dos Órgãos Julgadores do Tribunal Regional Federal da
4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, 4º andar, tel. (51) 3213-3592, e-
mail: soj@trf4.gov.br, nesta Capital . Porto Alegre, 14/08/2018.

00007 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5026151-36.2018.4.04.0000/RS


RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA 7ª REGIÃO -
CRP/RS
AGRAVADO : CLAUDIA BOHNS SILVA

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5026151-
36.2018.4.04.0000, em que figura como agravante a CONSELHO REGIONAL DE
PSICOLOGIA 7ª REGIÃO - CRP/RS e, agravada CLAUDIA BOHNS SILVA (CPF nº
57224544000), interposto contra decisão proferida na Execução Fiscal nº
50004878620134047110, em trâmite perante a 1ª Vara Federal de Pelotas/RS. E, não tendo
sido encontrado o agravado no endereço indicado e sendo desconhecido seu domicílio atual,
INTIMA-O, através deste, para que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresente contrarrazões ao
agravo de instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo Civil, ressaltando que
a tramitação do mesmo é na forma eletrônica e que os referidos documentos encontram-se
disponíveis na página da internet - https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número
do processo e a respectiva chave, a qual deverá ser obtida na Secretaria dos Órgãos
Julgadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da
Rocha, nº 300, 4º andar, tel. (51) 3213-3592, e-mail: soj@trf4.gov.br, nesta Capital . Porto
Alegre, 14/08/2018.

00008 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5026154-88.2018.4.04.0000/RS


RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA 7ª REGIÃO -
CRP/RS
AGRAVADO : DORIS HELENA ROCHA ABREU

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 15 / 527


EDITAL

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ


MUNIZ, DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5026154-
88.2018.4.04.0000, em que figura como agravante a CONSELHO REGIONAL DE
PSICOLOGIA 7ª REGIÃO - CRP/RS e, agravada DORIS HELENA ROCHA ABREU (CPF nº
30171113004) interposto contra decisão proferida na Execução Fiscal nº
50013803820174047110, em trâmite perante a 1ª Vara Federal de Pelotas/RS. E, não tendo
sido encontrado o agravado no endereço indicado e sendo desconhecido seu domicílio atual,
INTIMA-O, através deste, para que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresente contrarrazões ao
agravo de instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo Civil, ressaltando que
a tramitação do mesmo é na forma eletrônica e que os referidos documentos encontram-se
disponíveis na página da internet - https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número
do processo e a respectiva chave, a qual deverá ser obtida na Secretaria dos Órgãos
Julgadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da
Rocha, nº 300, 4º andar, tel. (51) 3213-3592, e-mail: soj@trf4.gov.br, nesta Capital . Porto
Alegre, 14/08/2018.

00009 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5026763-71.2018.4.04.0000/RS


RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA 7ª REGIÃO -
CRP/RS
AGRAVADO : ISABELA DEBELUCK

EDITAL

O DESEMBARGADOR FEDERAL SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ, DO TRIBUNAL


REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que tramita
neste Tribunal, perante a egrégia Segunda Turma, o Agravo de Instrumento nº 5026763-
71.2018.4.04.0000, em que figura como agravante a CONSELHO REGIONAL DE
PSICOLOGIA 7ª REGIÃO - CRP/RS e agravada ISABELA DEBELUCK (CPF nº
56127790034) e interposto contra decisão proferida na Execução Fiscal nº
50006189120134047100, em trâmite perante a 16ª Vara Federal de Porto Alegre/RS. E, não
tendo sido encontrado o agravado no endereço indicado e sendo desconhecido seu domicílio
a tu a l, INTIMA-O, através deste, para que, no prazo de 15 (quinze) dias, apresente
contrarrazões ao agravo de instrumento, nos termos do art. 1.019 do Código de Processo
Civil, ressaltando que a tramitação do mesmo é na forma eletrônica e que os referidos
documentos encontram-se disponíveis na página da internet -
https://eproc.trf4.jus.br/eproc2trf4/, digitando o número do processo e a respectiva chave, a
qual deverá ser obtida na Secretaria dos Órgãos Julgadores do Tribunal Regional Federal da
4ª Região, na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, 4º andar, tel. (51) 3213-3592, e-
mail: soj@trf4.gov.br, nesta Capital . Porto Alegre, 14/08/2018.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 16 / 527


2ª SEÇÃO
Pauta

2ª Seção

PAUTA DE JULGAMENTOS

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


ORDINÁRIA do dia 13 de setembro de 2018, quinta-feira, às 14:00, podendo, entretanto,
nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou
constantes de Pautas já publicadas.

0000001 AGRAVO INTERNO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELAÇÃO CÍVEL


5021649-90.2015.404.7200 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE
AGRAVANTE : SINDICATO DOS TRABALHADORES NO PODER JUDICIÁRIO FEDERAL EM SANTA
CATARINA
ADVOGADO : PEDRO MAURICIO PITA DA SILVA MACHADO
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
AGRAVADA : DECISÃO

0000002 AGRAVO DE INSTRUMENTO 2009.04.00.002818-9 - 200571000356532/RS


INCIDENTE : Embargos de Declaração
RELATOR(A) : Des. Federal MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE
AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
AGRAVADO : CLARICE LAGO DOS REIS
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

0000003 AGRAVO INTERNO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AGRAVO DE


INSTRUMENTO 5003571-51.2014.404.0000 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE
AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
AGRAVADO : ELZA SIRLEY AMARAL DE ARAUJO
ADVOGADO : GLÊNIO LUIS OHLWEILER FERREIRA
AGRAVADO : ERICO MARTINS DA ROSA
ADVOGADO : GLÊNIO LUIS OHLWEILER FERREIRA

0000004 EMBARGOS INFRINGENTES 2001.70.00.005147-6 - 200170000051476/PR


INCIDENTE : Embargos de Declaração
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
EMBARGANTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
EMBARGADO : ALICE GUIMARAES DA SILVA
ADVOGADO : Jose Luis Wagner

0000005 AÇÃO RESCISÓRIA 0000666-90.2016.404.0000 - 200870000124401/PR


RELATOR(A) : Des. Federal CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JÚNIOR
AUTOR : HELENA ALVES DA SILVA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 17 / 527


AUTOR : LUIZ HENRIQUE RIBEIRO DA FONSECA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : MARIA DAS GRACAS WERGLES MARTINS
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : NEIDE LUCI MARCOVICZ
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : NILZE CORDEIRO CONDE
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : RODINEI AUGUSTO DA SILVEIRA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : ROSANGELA RODRIGUES MENDES
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : TEREZINHA MONTEIRO CAVALCANTE VALVERDE
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : THELMA REGINA FRANCO DE OLIVEIRA ZAWADZKI
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
AUTOR : VALDOMIRO JOSE VAINER
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
REU : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

0000006 AÇÃO RESCISÓRIA 0005958-32.2011.404.0000 - 200872000058603/SC


RELATOR(A) : Des. Federal CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JÚNIOR
AUTOR : SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVICO PUBLICO FEDERAL DE SANTA
CATARINA - SINTRAFESC
ADVOGADO : Gustavo Antonio Pereira Goulart
REU : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre - RS, 22 de agosto de 2018.

Des. Federal MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE


Presidente da 2ª Seção

SECRETARIA DE RECURSOS
Expediente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 18 / 527


Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 045/2018

(Localizador: PE30C4)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS
EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2000.04.01.097540-8/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ASSOCIACAO DA ESCOLA INTERNACIONAL DE CURITIBA
ADVOGADO : Pedro Henrique Xavier e outro
: Luciano Giacomet e outro
00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2005.71.00.037248-3/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : DANA ALBARUS S/A IND/ E COM/
ADVOGADO : Aloisio Augusto Mazeu Martins e outros
: Michelle Sopper e outro
: Ane Streck Silveira e outro
: Branca Finamor de Oliveira Adaime e outro
00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2006.71.00.033061-4/RS
RECTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO
ALEGRE - UFCSPA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MOACYR SAFFER e outros
ADVOGADO : Grace Andreia Esteves Bortoluzzi
00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2006.71.00.033061-4/RS
RECTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO
ALEGRE - UFCSPA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MOACYR SAFFER e outros
ADVOGADO : Grace Andreia Esteves Bortoluzzi
00005 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2006.71.02.003537-3/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA -
UFSM
ADVOGADO : Mariluce Barcellos Brum
RECDO : MARIA FRANCISCA FERNANDES
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2007.04.00.027181-6/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 19 / 527


UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : WILMA COSTA BARBOSA e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
: Jose Luis Wagner e outro
00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2007.70.02.004378-5/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : COML/ DESTRO LTDA/
ADVOGADO : Jefferson Kaminski e outros
00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.017800-6/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELZA BEDUARCZUK PIO GONCALVES e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
INTERESSADO : MOACIR ALVES DE MENEZES
00009 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.043934-3/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : DMW CONSULTORIA EMPRESARIAL S/S LTDA/
ADVOGADO : Franciane Woutheres Bortolotto e outros
: Marcelo Romano Dehnhardt e outro
RECDO : POSTO APACHE LTDA/
ADVOGADO : Franciane Woutheres Bortolotto e outros
00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.000267-0/RS
RECTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS DO RIO GRANDE DO SUL - SINDISERF/RS
ADVOGADO : Luciane Moreira Fin e outros
: Lauro Wagner Magnago e outro
: Luciana Gil Cotta e outro
RECDO : HAMILTON FERNANDES SOUZA
: HONORIO SCHENINI
: IRENO ALBERTO LOPES DA COSTA
: JOSÉ ANTONIO PIRES FEIJO
: LUIS ALBERTO MARTINS CASTANHEIRA
ADVOGADO : Airton Tadeu Forbrig
00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.031256-6/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : JOEL COSTA DA SILVA espólio
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
RECDO : GERTRUDES SILVEIRA DA SILVA
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima
00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019061-29.2009.4.04.7000/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 20 / 527


RECDO : PEDRO KOZAK espólio - e outros
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outro
: Mauro Cavalcante de Lima e outro
00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0021214-35.2009.4.04.7000/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARIA DO CARMO DOS SANTOS COSTA
OLIVEIRA
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0005724-50.2011.4.04.0000/RS
RECTE : FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA -
IBGE
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELEUSA BRITO MONTARDO e outro
: VICIA RAMOS DOS SANTOS
ADVOGADO : Marcelo Lipert e outros
00015 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0005724-50.2011.4.04.0000/RS
RECTE : FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA -
IBGE
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELEUSA BRITO MONTARDO e outro
: VICIA RAMOS DOS SANTOS
ADVOGADO : Marcelo Lipert e outros
00016 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0012408-54.2012.4.04.0000/RS
RECTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE -
FURG
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : LUIS FERNANDO GOMES DE LIMA e outro
: ROGERIO ADAYR DA SILVA SILVEIRA
ADVOGADO : Alexandre Duarte Lindenmeyer e outros
00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0013335-20.2012.4.04.0000/PR
RECTE : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SINDICATO DOS TRABALHADORES FEDERAIS DA SAUDE TRABALHO
PREVIDENCIA E ACAO SOCIAL NO PARANA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outros
RECDO : CARMEM MARIA GERBER VARGAS e outros
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECDO : DORA LUCIA MORAES E SILVA
: LEONI MARLENE TEDESCO MAITO
: MARIA JOSE IEGER CELINSKI
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 046/2018

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 21 / 527


(Localizador: PE25C1)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS
EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0000558-36.2009.4.04.7201/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADALBERTO BRASIL
ADVOGADO : Marcos Valerio Forner
00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0020422-32.2014.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTÔNIO CARLOS ALEGRI
ADVOGADO : Francisco Vital Pereira e outros
00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0000559-56.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PAULO DE JESUS SILVA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001031-57.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OSONIA VERESILMA SCHUSTER
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
: Imilia de Souza e outro
00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005438-09.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTONIO GERALDO DE OLIVEIRA RAMOS
ADVOGADO : Rodrigo Godinho e outros
00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0007161-63.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GILMAR FLECK
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa
00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0012412-62.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 22 / 527


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OSMAR DE OLIVEIRA PEREIRA
ADVOGADO : Alda Cristina de Souza Freitas
00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0013820-88.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SILVIO PINTO PEREIRA
ADVOGADO : Alda Cristina de Souza Freitas e outros
00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0016945-64.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOÃO JAQUES
ADVOGADO : Valdir Bianco e outro
00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0017826-41.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MOISÉS MARCOS TRAGANCIN
ADVOGADO : Olir Marino Savaris
00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0018523-62.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECTE : LUIS CARLOS DA ROSA
ADVOGADO : Alesandra Flores Martins
00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0000514-18.2016.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADAIR DA SILVA
ADVOGADO : Nilzo Buzzanello e outros
00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0002739-11.2016.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADIR COLDEBELLA
ADVOGADO : Fernando Augusto de Souza de Lima
: Wilson Martins dos Santos e outro
: Fernando Marcelo Hemckemaier e outro
: Shirlei Spengler e outro
: Marina Picini e outro
00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005562-55.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SAUL CEZAR QUEVEDO
ADVOGADO : Nilton Garcia da Silva
: Gelci Renate Nyland Pilla e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 23 / 527


00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0013054-98.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LEANDRO LUIS DA SILVA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
00016 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0000626-50.2017.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOAO MARIA GARCIA DA ROSA
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller e outros
00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001940-31.2017.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ITAIR DUARTE MARCELLO
ADVOGADO : Tatiana Della Giustina Borges
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3178/2018
(Localizador: PE11C45)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2004.71.00.017740-2/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : LITICIA IVONE SKRZEK e outros
ADVOGADO : Marcelo Lipert e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto pelo recorrente com fundamento


no art. 102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta
Corte.
A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou entendimento no sentido
de ser dispensável aguardar o trânsito em julgado para a aplicação da sistemática da
repercussão geral, como também, ser irrelevante a pendência de embargos de declaração no
paradigma. Precedentes: (RE 989413 AgR-ED-ED, Relatora: Min. CÁRMEN LÚCIA
(Presidente), Tribunal Pleno, DJe-261 PUBLIC 17-11-2017); (RE 593849 ED-segundos,
Relator: Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, DJe-263 PUBLIC 21-11-2017).

O Supremo Tribunal Federal, em repercussão geral, apreciou o assunto ora


tratado e fixou a tese a ser aplicada:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 24 / 527


Tema STF nº 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes
sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da
Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

Tese

I - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em
que disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, aos quais
devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera
seu crédito tributário, em respeito ao princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput); quanto às condenações oriundas de relação jurídica não-tributária, a fixação dos
juros moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é
constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto no art. 1º-F da Lei nº
9.494/97 com a redação dada pela Lei nº 11.960/09;

II - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte
em que disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública
segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao
impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII), uma vez
que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da
economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.

O acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:


DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS
MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE
CORREÇÃO MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE
PROPRIEDADE (CRFB, ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE
MEIOS E FINS. INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO
DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS
MORATÓRIOS DE CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO
ORIUNDAS DE RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO
ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E
DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º, CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput), no seu núcleo essencial, revela que o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação
dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a
condenações da Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de
relação jurídico-tributária, os quais devem observar os mesmos juros de mora pelos
quais a Fazenda Pública remunera seu crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa
da tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
legal supramencionado. 2. O direito fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII)
repugna o disposto no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, porquanto a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda
Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança não se qualifica como
medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a
promover os fins a que se destina. 3. A correção monetária tem como escopo preservar o
poder aquisitivo da moeda diante da sua desvalorização nominal provocada pela
inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto instrumento de troca, só tem valor na
medida em que capaz de ser transformada em bens e serviços. A inflação, por

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 25 / 527


representar o aumento persistente e generalizado do nível de preços, distorce, no tempo,
a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW, N.G. Macroeconomia. Rio
de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R.
Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10; BLANCHARD, O.
Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção monetária e a
inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de adequação
lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de capturar a
segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem consubstanciar
autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente provido.

(RE 870947/SE, Relator: Min. LUIZ FUX, Órgão Julgador:Tribunal Pleno, Public
20.11.2017).

Em relação ao tema, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2004.71.00.017740-2/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : LITICIA IVONE SKRZEK e outros
ADVOGADO : Marcelo Lipert e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 26 / 527


dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 27 / 527
Intimem-se.

00003 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2004.71.11.004927-3/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : DEIVISON DUTRA DE MORAIS
ADVOGADO : Clodomiro Pereira Marques

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade
dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 28 / 527
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2007.04.00.016583-4/PR


RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARISOL DOMINGUEZ MURO e outros
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2007.04.00.016583-4/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARISOL DOMINGUEZ MURO e outros
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 29 / 527


DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00006 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2007.04.00.027040-0/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARTHA MUZIKA FACKES e outros
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
: Jose Luis Wagner e outro

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2007.04.00.027040-0/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARTHA MUZIKA FACKES e outros
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
: Jose Luis Wagner e outro

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.001065-0/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : LECI COSTA BERTE
ADVOGADO : Thiago Cecchini Brunetto e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.018016-5/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : JOAO JORGE KLEIN e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 30 / 527


DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00010 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.027077-4/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CATARINA ANTUNES DE OLIVEIRA e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.027077-4/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CATARINA ANTUNES DE OLIVEIRA e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00012 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.036112-3/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
RECDO : JORGE PATRICIO FAGUNDES PIRES e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00013 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.041549-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ROSEMARI DE FATIMA ROSSI
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 31 / 527


Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de
lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.041549-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ROSEMARI DE FATIMA ROSSI
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00015 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.044802-2/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ANTERIO DANERIS GONCALVES FILHO e outro
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira
: Raquel Paese e outro

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00016 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.044920-8/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARCO TULIO MENNA BARRETO DE MELLO e
outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.044920-8/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARCO TULIO MENNA BARRETO DE MELLO e
outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 32 / 527


Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.
00018 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.045014-4/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CLAUDIO LUIZ DE MATTOS SOUZA e outros
ADVOGADO : Tiago Gornicki Schneider e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00019 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.045014-4/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CLAUDIO LUIZ DE MATTOS SOUZA e outros
ADVOGADO : Tiago Gornicki Schneider e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00020 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.70.00.012762-1/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MUNICÍPIO DE CURITIBA/PR
ADVOGADO : Eros Sowinski

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto pela União - Advocacia Geral da


União, com fundamento no art. 102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de
Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,


apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF 339 - Obrigatoriedade de fundamentação das decisões judiciais

Tema STF 909 - Preenchimento dos pressupostos necessários ao gozo da imunidade


tributária recíproca pela Rede Ferroviária Federal S/A - RFFSA.

Relativamente ao primeiro Tema, nº 339, o(s) acórdão(s) do(s) aludido(s)


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 33 / 527
paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

Questão de ordem. Agravo de Instrumento. Conversão em recurso extraordinário (CPC,


art. 544, §§ 3° e 4°). 2. Alegação de ofensa aos incisos XXXV e LX do art. 5º e ao inciso
IX do art. 93 da Constituição Federal. Inocorrência. 3. O art. 93, IX, da Constituição
Federal exige que o acórdão ou decisão sejam fundamentados, ainda que sucintamente,
sem determinar, contudo, o exame pormenorizado de cada uma das alegações ou provas,
nem que sejam corretos os fundamentos da decisão. 4. Questão de ordem acolhida para
reconhecer a repercussão geral, reafirmar a jurisprudência do Tribunal, negar
provimento ao recurso e autorizar a adoção dos procedimentos relacionados à
repercussão geral. (AI 791292 QO-RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em
23/06/2010, DJe-149 DIVULG 12-08-2010 PUBLIC 13-08-2010 EMENT VOL-02410-06
PP-01289 RDECTRAB v. 18, n. 203, 2011, p. 113-118)

Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
Novo CPC).

Quanto ao terceiro Tema, nº 909, a irresignação não merece acolhida. O


Supremo Tribunal Federal, ao examinar o Tema nº 909, recusou o recurso ante a ausência de
repercussão geral da matéria. O acórdão restou assim ementado:

PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. REDE FERROVIÁRIA FEDERAL


S/A (RFFSA). PREENCHIMENTO DOS PRESSUPOSTOS NECESSÁRIOS AO GOZO DA
IMUNIDADE TRIBUTÁRIA RECÍPROCA (ART. 150, VI, A, DA CF/88). MATÉRIA
INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. 1. Possui natureza
infraconstitucional a controvérsia relativa ao preenchimento, pela Rede Ferroviária
Federal S/A (RFFSA), dos pressupostos necessários ao gozo da imunidade tributária
recíproca (art. 150, VI, a, da CF/88). 2. É cabível a atribuição dos efeitos da declaração
de ausência de repercussão geral quando não há matéria constitucional a ser apreciada
ou quando eventual ofensa à Carta Magna ocorra de forma indireta ou reflexa (RE
584.608-RG, Rel. Min. ELLEN GRACIE, DJe de 13/3/2009). 3. Ausência de repercussão
geral da questão suscitada, nos termos do art. 1.035 do CPC/2015. (STF, RE 959489/SP,
Tribunal Pleno, Rel. Min. Teori Zavaski, DJe 18/08/2016)

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.035, § 8º,
do Novo CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00021 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.70.00.015661-0/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 34 / 527


ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MUNICÍPIO DE CURITIBA/PR
ADVOGADO : Marli Terezinha D'avila

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte, versando
s o b r e "Preenchimento dos pressupostos necessários ao gozo da imunidade tributária
recíproca pela Rede Ferroviária Federal S/A - RFFSA.".

O E. STF, em decisão proferida no RE nº 1.106.212/PR, determinou o retorno do


feito a esta Corte, para o fim de seja observada a sistemática da repercussão geral, com base
no Tema 909.

A irresignação não merece acolhida. O Supremo Tribunal Federal, ao examinar


o Tema nº 909, recusou o recurso ante a ausência de repercussão geral da matéria. O acórdão
restou assim ementado:

PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. REDE FERROVIÁRIA FEDERAL


S/A (RFFSA). PREENCHIMENTO DOS PRESSUPOSTOS NECESSÁRIOS AO GOZO DA
IMUNIDADE TRIBUTÁRIA RECÍPROCA (ART. 150, VI, A, DA CF/88). MATÉRIA
INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. 1. Possui natureza
infraconstitucional a controvérsia relativa ao preenchimento, pela Rede Ferroviária
Federal S/A (RFFSA), dos pressupostos necessários ao gozo da imunidade tributária
recíproca (art. 150, VI, a, da CF/88). 2. É cabível a atribuição dos efeitos da declaração
de ausência de repercussão geral quando não há matéria constitucional a ser apreciada
ou quando eventual ofensa à Carta Magna ocorra de forma indireta ou reflexa (RE
584.608-RG, Rel. Min. ELLEN GRACIE, DJe de 13/3/2009). 3. Ausência de repercussão
geral da questão suscitada, nos termos do art. 1.035 do CPC/2015. (STF, RE 959489/SP,
Tribunal Pleno, Rel. Min. Teori Zavaski, DJe 18/08/2016)

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.035, § 8º,
do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00022 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2008.71.07.003624-2/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : EMÍLIA ALVES GUTIER
ADVOGADO : Leomar Renato Meneguzzi

DECISÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 35 / 527
Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a
servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E.
3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito
das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras
específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não
se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei
11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2
Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda
Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de
correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006,
que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a
remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 36 / 527
dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A
correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos
tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não
havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao
mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na
legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua
cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação da coisa julgada. Não obstante
os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo
com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual
coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00023 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.012769-6/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : DANIEL AMARAL FERREIRA
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00024 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.012769-6/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : DANIEL AMARAL FERREIRA
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00025 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.015071-2/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELSA RIBEIRO FLORES
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 37 / 527


DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00026 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.015071-2/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELSA RIBEIRO FLORES
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.


00027 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.030662-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CARMEM DE BAUMONT PHILIPPSEN e outros
: CRISTIANO SILVA DE MELO
: EDSON ALCIR CARDOSO DA ROSA
: ELENA DE FATIMA LUCIANO GOTTLIEB
: JOSTER DOS SANTOS CARVALHO
: LETICIA ARGEMI DE LIMA
: NAGILA VARGAS SANTOS
: REILSON ALISCANTE BARROSO
: SIMONE NETO WESTPHALEN
: TANIA LOPES PEREIRA
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00028 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.030662-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : CARMEM DE BAUMONT PHILIPPSEN e outros
: CRISTIANO SILVA DE MELO
: EDSON ALCIR CARDOSO DA ROSA
: ELENA DE FATIMA LUCIANO GOTTLIEB
: JOSTER DOS SANTOS CARVALHO
: LETICIA ARGEMI DE LIMA
: NAGILA VARGAS SANTOS
: REILSON ALISCANTE BARROSO
: SIMONE NETO WESTPHALEN
: TANIA LOPES PEREIRA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 38 / 527


ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00029 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.034906-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SONIA IZABEL MESSINGER MANDELLI
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00030 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.034906-1/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SONIA IZABEL MESSINGER MANDELLI
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00031 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 2009.04.00.042734-5/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ADIAL RIBEIRO GODOY
: MARIA CELINA CORAIOLLA
: TEREZA DUBESKI PATCZYK
: WALDOMIRO GOMES
ADVOGADO : Luciana Gil Cotta e outros
: Jose Luis Wagner e outros

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00032 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0003526-06.2012.4.04.0000/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARCIA SALETE ZAMPESE

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 39 / 527


ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00033 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0000369-88.2013.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SANDRA LIMA LINDNER
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

Ausentes os fundamentos de contrariedade à lei federal ou de interpretação de


lei federal divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal, não admito o recurso especial.
00034 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0000369-88.2013.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SANDRA LIMA LINDNER
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3179/2018
(Localizador: FN02C4)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2003.70.00.032682-6/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : SOC/ CIVIL BENEFICENTE MATER DEI
ADVOGADO : Macazumi Furtado Niwa

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 40 / 527


Por esses motivos, não admito o recurso extraordinário.
00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2003.71.00.073504-2/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : SLC ALIMENTOS S/A
ADVOGADO : Humberto Bergmann Avila e outros

DECISÃO

Ante o exposto, reconsidero a decisão das fls. 412/413 e não admito o recurso
extraordinário ofertado pela União nas fls. 359/365.
00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2007.71.02.003178-5/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ENY COM/ DE CALCADOS LTDA/
ADVOGADO : Rosane Beatriz Jachimovski Danilevicz e outro

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0012733-83.2009.4.04.7000/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : HIGI SERV/ LIMPEZA E CONSERVACAO
LTDA/
ADVOGADO : Jose Paulo Damaceno Pereira

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 41 / 527


DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0014235-57.2009.4.04.7000/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : BODIPASA BOMBAS DIESEL PAULISTA
LTDA/
ADVOGADO : Josue Dyonisio Hecke

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 42 / 527


Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento
acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0028776-95.2009.4.04.7000/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : HIGI SERV CARGO SERVICOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AEREO
LTDA/
ADVOGADO : Jose Paulo Damaceno Pereira

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0002520-15.2009.4.04.7001/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : FEDERACAO DAS INDS/ DO ESTADO DO PARANA -
FIEP
ADVOGADO : Marco Antonio Guimaraes e outros
: Fernanda Ehalt Vann e outro
: Maria Lucia Wood Saldanha e outro
: Fabio Dias Vieira e outro
: Valeria da Silveira Muller e outro

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 43 / 527


A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0002198-86.2009.4.04.7003/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : FEDERACAO DAS INDS/ DO ESTADO DO PARANA -
FIEP
ADVOGADO : Marco Antonio Guimaraes

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 44 / 527


Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2009.70.09.001062-5/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : FEDERACAO DAS INDS/ DO ESTADO DO PARANA -
FIEP
ADVOGADO : Marco Antonio Guimaraes

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0015720-83.2009.4.04.7100/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : DANA INDS/ LTDA/
ADVOGADO : Claudio Otavio Melchiades Xavier

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 45 / 527


O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos
recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00011 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0001632-19.2009.4.04.7107/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : IRAPURU TRANSPORTES LTDA/
ADVOGADO : Paulo Cesar Guillet Stenstrasser

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0003289-93.2009.4.04.7107/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ACRILYS DO BRASIL CHAPAS ACRÍLICAS
LTDA/
ADVOGADO : Paulo Cesar Guillet Stenstrasser

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 46 / 527


DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0003347-96.2009.4.04.7107/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL) e
outro
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : TONDO S/A
ADVOGADO : Paulo Cesar Guillet Stenstrasser

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 47 / 527


Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento
acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0002920-96.2009.4.04.7108/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE COMPONENTES PARA COURO,
CALÇADOS E ARTEFATOS - ASSINTECAL
ADVOGADO : Carolina Dutra de Deus

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00015 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0010543-32.2009.4.04.7200/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CIA/ BRASILEIRA DE ALUMINIO
ADVOGADO : Paulo Ayres Barreto
: Carla de Lourdes Gonçalves
: Sergio Mello Almada de Cillo

DECISÃO

A União interpôs recurso especial, com fulcro no art. 105, inciso III, alínea 'a',
da Constituição Federal, pleiteando a reforma do acórdão desta Corte ante a legitimidade da
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 48 / 527
incidência da contribuição previdenciária na remuneração do aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957, sob o rito dos


recursos repetitivos, editou o Tema 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
inexigibilidade de contribuição previdenciária na rubrica aviso prévio indenizado, nestes
termos:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a


título de aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0012585-86.2015.4.04.9999/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ALICIO ANGELO LUNARDI e outro
ADVOGADO : Arno Varlei Mello Berger

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00017 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011106-24.2016.4.04.9999/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : OMAR KERKHOFF
ADVOGADO : Rodrigo Hendges

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00018 RECURSO ESPECIAL EM REMNEC Nº 0003179-70.2017.4.04.9999/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : SOC/ BENEFICIENTE ROQUE GONZALES
ADVOGADO : Fabio Adriano Sturmer Kinsel e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, III, a, da

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 49 / 527


CF, contra Acórdão de Turma deste Tribunal, assim ementado:

TRIBUTÁRIO. ART. 195, § 7º, DA CARTA POLÍTICA. IMUNIDADE.


CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS. ART. 55 DA LEI Nº 8.212/91. LEI Nº 12.101/09.
REQUISITOS. RESTITUIÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. SUCUMBÊNCIA.
1. O art. 195, § 7º, da CF, cuida de hipótese de imunidade, passível de esmiuçamento por
lei ordinária, desnecessária a via complementar para tal desiderato.
2. A Lei nº 9.732/98, que deu nova feição aos requisitos insculpidos no art. 55 da Lei nº
8.212/91, foi objeto de ADIn, já havendo pronunciamento do e. Supremo Tribunal
Federal a respeito do tema, tendo o Plenário daquela Corte suspendido a eficácia do
artigo 1º, na parte que alterou a redação do artigo 55, inciso III, da Lei nº 8.212/91, e
acrescentou-lhe os §§ 3º, 4º e 5º, bem como dos artigos 4º, 5º e 7º do citado diploma
legal (ADIn - Medida Liminar - 2.028-5, Rel. Min. Moreira Alves, DJ de 16/06/2000).
3. A e. Corte Especial deste Tribunal, em julgamento da Arguição de
Inconstitucionalidade nº 2002.71.00.005645-6, em sessão realizada na data de 22 de
fevereiro de 2007 (DJU de 29/03/2007), sob a relatoria da Desª. Federal Marga Inge
Barth Tessler, entendeu pela constitucionalidade da exigência dos requisitos específicos
quanto à constituição e ao funcionamento das entidades beneficentes de assistência social
previstos no art. 55 da Lei nº 8.212/91 e alterações dadas pelos arts .5º da Lei nº
9.429/96, 1º da Lei nº 9.528/97 e 3º da MP nº 2.187/01, para que a entidade assistencial
faça jus à imunidade conferida pelo art. 195, §7º, da CF/88.
4. A demandante perfaz as exigências trazidas pelo art. 55 da Lei 8.212/91, gozando,
portanto, do benefício imunizatório em relação ao PIS.
5. O art. 55 da Lei nº 8.212/91 foi expressamente revogado pela Lei nº 12.101/09, a qual
passou a reger integralmente a matéria. Tal norma prevê, em seus artigos, novos
requisitos para a concessão do certificado de entidade beneficente. Para as entidades que
já possuem certificado válido (renovado), em seu art. 24, determina a verificação dos
requisitos da nova lei no momento da próxima renovação.
6. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal foi reafirmada na sessão plenária de
13.02.2014 quanto à imunidade tributária das entidades filantrópicas em relação ao
Programa de Integração Social. A matéria foi discutida no julgamento do RE nº 636941,
que teve repercussão geral reconhecida, concluindo-se que entidades filantrópicas fazem
jus a imunidade sobre contribuição para PIS.
7. A modalidade de restituição dos valores indevidamente recolhidos tem assento no art.
165 do CTN, que assegura ao contribuinte o direito à devolução total ou parcial do
tributo, seja em decorrência de pagamento indevido ou a maior.
8. A atualização monetária incide desde a data do pagamento indevido do tributo
(Súmula 162-STJ), até a sua efetiva restituição ou compensação. Para os respectivos
cálculos, devem ser utilizados, unicamente, os indexadores instituídos por lei para
corrigir débitos e/ou créditos de natureza tributária. No caso, incidente a SELIC,
instituída pelo art. 39, § 4º, da Lei n.º 9.250/95, índice que já engloba juros e correção
monetária.
9. Ônus sucumbenciais mantidos, conforme fixados em sentença.

A Recorrente, em síntese, pede a reforma do acórdão para afastar a negativa de


vigência, restaurando a vigência dos arts. 20, 30, I, a e b, 55 da Lei 8.212/91, e arts. 1º, 29 e
31 da Lei nº 12.101/09, limitando o direito à imunidade a partir da concessão do certificado
ou, quando muito, da data do protocolo do pedido de certificação, julgando, ao final,
improcedente a ação, com os reflexos de sucumbência.

Embora tenha a recorrente alegado negativa de vigência ao artigo 1.022 do


Código de Processo Civil, cumpre registrar que, no acórdão hostilizado, bem como no
julgamento dos embargos declaratórios, a Turma abordou todas as questões necessárias à
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 50 / 527
solução da causa, afastando, assim, a hipótese de violação ao apontado dispositivo.

O recurso não merece trânsito pela alínea a da norma precitada, uma vez que a
questão suscitada implica revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso
especial, nos termos da Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a
pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial.

Nessa direção, os seguintes precedentes:

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. VIOLAÇÃO AO ART. 535, DO


CPC. INOCORRÊNCIA. VERIFICAÇÃO DA INCIDÊNCIA DA SÚMULA N.
106/STJ.MATÉRIA DE FATO. ÓBICE DA SÚMULA N. 7/STJ.

1. O acórdão proferido pela Corte de Origem manifestou-se expressamente a respeito da


não incidência da Súmula n. 106/STJ ao atribuir a demora na citação à "falta de
oferecimento, por parte do credor, de informações necessárias à localização do
executado". Não houve, portanto, violação ao art. 535, do CPC.

2. Impossível rever o pressuposto fático fixado na origem a teor da Súmula n. 7/STJ.

3. Agravo regimental não provido.(AgRg no Ag 1392028/SC, Rel. Ministro MAURO


CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 01/03/2012, DJe 09/03/2012)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO NO RECURSO ESPECIAL. TRIBUTÁRIO.


EXECUÇÃO FISCAL. NULIDADE DA CDA. VÍCIO FORMAL. REEXAME DE PROVA.
SÚMULA 7/STJ. PRECEDENTES DA 1a. SEÇÃO. ARTS. 255, §§ 1º E 2º DO RISTJ E 541
DO CPC. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL NÃO DEMOSTRADO. AGRAVO REGIMENTAL
DESPROVIDO.

1. No caso dos autos, o recorrente pleiteia a nulidade da CDA, pois o título não atenderia
às determinações legais; no entanto, o Tribunal a quo, após a análise do conjunto fático e
das alegações da executada, concluiu pela higidez do título executivo. Assinale-se ser
desnecessária a apresentação do demonstrativo de cálculo, em execução fiscal, uma vez
que a Lei 6.830/80 dispõe, expressamente, sobre os requisitos essenciais para a instrução
da petição inicial e não elenca o demonstrativo de débito entre eles (REsp. 1.138.202/ES,
Rel. Min. LUIZ FUX, DJe 01.02.2010, submetido ao regime do art. 543-C do CPC).

2. Para se chegar à conclusão diversa da firmada pelas instâncias ordinárias seria


necessário o reexame das provas carreadas aos autos, o que, entretanto, encontra óbice
na Súmula 7 desta Corte, segundo a qual a pretensão de simples reexame de prova não
enseja recurso especial. Precedentes.

3. Por fim, quanto à alínea c, o sugerido dissídio jurisprudencial não foi analiticamente
demonstrado de acordo com o art. 255, §§ 1o.e 2o. do RISTJ e 541, parágrafo único do
Estatuto Processual Civil

4. Agravo Regimental desprovido.

(AgRg no AREsp 23.739/SC, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA
TURMA, julgado em 01/12/2011, DJe 10/02/2012)

Ademais, o Superior Tribunal de Justiça é pacífico no sentido do não cabimento


do recurso especial contra acórdão apoiado em fundamento constitucional (Súmula 126 STF),
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 51 / 527
ou seja, tal qual o presente, referentemente à imunidade prevista no art. 195, § 7º, da CF,
verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. PIS.


CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. IMUNIDADE DAS ENTIDADES BENEFICENTES.
ACÓRDÃO COM FUNDAMENTAÇÃO EXCLUSIVAMENTE CONSTITUCIONAL.
INVIABILIDADE DE ANÁLISE POR ESTA CORTE. COMPETÊNCIA DO STF.
AGRAVO DE INSTRUMENTO DA FAZENDA NACIONAL DESPROVIDO.
1. Cinge-se a controvérsia sobre a inexigibilidade de contribuição ao PIS das entidades
beneficentes de assistência social na forma do § 7º. do artigo 195 da CF/88.
2. Não obstante a combativa argumentação, o fato é que o entendimento perfilhado pelo
aresto impugnado adotou fundamentação exclusivamente constitucional para o deslinde
da controvérsia, calcada na interpretação do art. 195, § 7º. da CF/88. Resta, portanto,
inviável a alteração do decisum em Recurso Especial, sob pena de usurpação da
competência da Suprema Corte. Nesse sentido é a jurisprudência do STJ.
3. Ainda que se alegue que há fundamento infraconstitucional suficiente, o que se afirma
apenas para argumentar e evitar futuros questionamentos, incidiria, ao caso, a Súmula
126/STF, em razão da não interposição de Recurso Extraordinário.
4. Agravo Regimental de Fazenda Nacional desprovido.
(AgRg no Ag 1396938/RS, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO,
PRIMEIRA TURMA, julgado em 21/06/2012, DJe 29/06/2012)

PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. PIS. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA


SOCIAL. MATÉRIA ANALISADA PELA CORTE DE ORIGEM À LUZ DO ART. 195, § 7º,
DA CONSTITUIÇÃO. IMPOSSIBILIDADE DE APRECIAÇÃO. COMPETÊNCIA DO STF.

1. Esta Corte possui o entendimento segundo o qual "no que tange à questão da
imunidade tributária à entidade filantrópica, de que para examinar a matéria
infraconstitucional exige imiscuir-se no entendimento assentado na origem, de que o art.
55 da Lei 8.212/91 seria apto a regulamentar o art. 195, § 7º, da Constituição Federal, no
que se refere aos parâmetros para a fruição da imunidade relativa à contribuição ao
PIS." (AgRg no REsp 1256738/RS, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA,
julgado em 15/08/2013, DJe 22/08/2013)

2. A matéria refoge da competência desta Corte, porquanto o instrumento utilizado não


comporta esta análise. A competência do Superior Tribunal de Justiça refere-se à matéria
infraconstitucional. A discussão sobre preceitos da Carta Maior cabe à Suprema Corte, ex
vi do art. 102 da Constituição Federal. Agravo regimental improvido. (AgRg no AREsp
341188/PR, Relator Ministro HUMBERTO MARTINS, Órgão Julgador SEGUNDA
TURMA, Data do Julgamento 03/12/2013, Data da Publicação/Fonte DJe 10/12/2013)

De se observar, ademais, que a questão debatida já foi analisada perante o STF,


no RE 636.941/RS, submetido à sistemática da repercussão geral, sob o Tema 432 (Imunidade
tributária das entidades filantrópicas em relação à contribuição para o PIS), cuja ementa é a
seguinte:

TRIBUTÁRIO. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. REPERCUSSÃO GERAL. REPERCUSSÃO


GERAL CONEXA. RE 566.622. IMUNIDADE AOS IMPOSTOS. ART. 150, VI, C, CF/88.
IMUNIDADE ÀS CONTRIBUIÇÕES. ART. 195, § 7º, CF/88. O PIS É CONTRIBUIÇÃO
PARA A SEGURIDADE SOCIAL (ART. 239 C/C ART. 195, I, CF/88). A CONCEITUAÇÃO E
O REGIME JURÍDICO DA EXPRESSÃO "INSTITUIÇÕES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E
EDUCAÇÃO" (ART. 150, VI, C, CF/88) APLICA-SE POR ANALOGIA À EXPRESSÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 52 / 527


EDUCAÇÃO" (ART. 150, VI, C, CF/88) APLICA-SE POR ANALOGIA À EXPRESSÃO
"ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSITÊNCIA SOCIAL" (ART. 195, § 7º, CF/88). AS
LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS AO PODER DE TRIBUTAR SÃO O CONJUNTO DE
PRINCÍPIOS E IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS (ART. 146, II, CF/88). A EXPRESSÃO
"ISENÇÃO" UTILIZADA NO ART. 195, § 7º, CF/88, TEM O CONTEÚDO DE
VERDADEIRA IMUNIDADE. O ART. 195, § 7º, CF/88, REPORTA-SE À LEI Nº 8.212/91,
EM SUA REDAÇÃO ORIGINAL (MI 616/SP, Rel. Min. Nélson Jobim, Pleno, DJ
25/10/2002). O ART. 1º, DA LEI Nº 9.738/98, FOI SUSPENSO PELA CORTE SUPREMA
(ADI 2.028 MC/DF, Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000). A SUPREMA CORTE
INDICIA QUE SOMENTE SE EXIGE LEI COMPLEMENTAR PARA A DEFINIÇÃO DOS
SEUS LIMITES OBJETIVOS (MATERIAIS), E NÃO PARA A FIXAÇÃO DAS NORMAS DE
CONSTITUIÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DAS ENTIDADES IMUNES (ASPECTOS
FORMAIS OU SUBJETIVOS), OS QUAIS PODEM SER VEICULADOS POR LEI
ORDINÁRIA (ART. 55, DA LEI Nº 8.212/91). AS ENTIDADES QUE PROMOVEM A
ASSISTÊNCIA SOCIAL BENEFICENTE (ART. 195, § 7º, CF/88) SOMENTE FAZEM JUS À
IMUNIDADE SE PREENCHEREM CUMULATIVAMENTE OS REQUISITOS DE QUE
TRATA O ART. 55, DA LEI Nº 8.212/91, NA SUA REDAÇÃO ORIGINAL, E AQUELES
PREVISTOS NOS ARTIGOS 9º E 14, DO CTN. AUSÊNCIA DE CAPACIDADE
CONTRIBUTIVA OU APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA SOLIDARIEDADE SOCIAL DE
FORMA INVERSA (ADI 2.028 MC/DF, Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000).
INAPLICABILIDADE DO ART. 2º, II, DA LEI Nº 9.715/98, E DO ART. 13, IV, DA MP Nº
2.158-35/2001, ÀS ENTIDADES QUE PREENCHEM OS REQUISITOS DO ART. 55 DA
LEI Nº 8.212/91, E LEGISLAÇÃO SUPERVENIENTE, A QUAL NÃO DECORRE DO VÍCIO
DE INCONSTITUCIONALIDADE DESTES DISPOSITIVOS LEGAIS, MAS DA
IMUNIDADE EM RELAÇÃO À CONTRIBUIÇÃO AO PIS COMO TÉCNICA DE
INTERPRETAÇÃO CONFORME À CONSTITUIÇÃO. EX POSITIS, CONHEÇO DO
RECURSO EXTRAORDINÁRIO, MAS NEGO-LHE PROVIMENTO CONFERINDO
EFICÁCIA ERGA OMNES E EX TUNC. 1. A imunidade aos impostos concedida às
instituições de educação e de assistência social, em dispositivo comum, exsurgiu na
CF/46, verbis: Art. 31, V, "b": À União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
é vedado (...) lançar imposto sobre (...) templos de qualquer culto, bens e serviços de
partidos políticos, instituições de educação e de assistência social, desde que as suas
rendas sejam aplicadas integralmente no país para os respectivos fins. 2. As CF/67 e
CF/69 (Emenda Constitucional nº 1/69) reiteraram a imunidade no disposto no art. 19, III,
"c", verbis: É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios (...)
instituir imposto sobre (...) o patrimônio, a renda ou os serviços dos partidos políticos e de
instituições de educação ou de assistência social, observados os requisitos da lei. 3. A
CF/88 traçou arquétipo com contornos ainda mais claros, verbis: Art. 150. Sem prejuízo
de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao
Distrito Federal e aos Municípios: (...) VI. instituir impostos sobre: (...) c) patrimônio,
renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais
dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins
lucrativos, atendidos os requisitos da lei;(...) § 4º. As vedações expressas no inciso VI,
alíneas "b" e "c", compreendem somente o patrimônio, a renda e os serviços, relacionados
com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas; Art. 195. A seguridade
social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei,
mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (...) § 7º. São isentas de
contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que
atendam às exigências estabelecidas em lei. 4. O art. 195, § 7º, CF/88, ainda que não
inserido no capítulo do Sistema Tributário Nacional, mas explicitamente incluído
topograficamente na temática da seguridade social, trata, inequivocamente, de matéria
tributária. Porquanto ubi eadem ratio ibi idem jus, podendo estender-se às instituições de
assistência stricto sensu, de educação, de saúde e de previdência social, máxime na
medida em que restou superada a tese de que este artigo só se aplica às entidades que
tenham por objetivo tão somente as disposições do art. 203 da CF/88 (ADI 2.028 MC/DF,
Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000). 5. A seguridade social prevista no art. 194,
CF/88, compreende a previdência, a saúde e a assistência social, destacando-se que as
duas últimas não estão vinculadas a qualquer tipo de contraprestação por parte dos seus
usuários, a teor dos artigos 196 e 203, ambos da CF/88. Característica esta que distingue
a previdência social das demais subespécies da seguridade social, consoante a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 53 / 527
a previdência social das demais subespécies da seguridade social, consoante a
jurisprudência desta Suprema Corte no sentido de que seu caráter é contributivo e de
filiação obrigatória, com espeque no art. 201, todos da CF/88. 6. O PIS, espécie tributária
singular contemplada no art. 239, CF/88, não se subtrai da concomitante pertinência ao
"gênero" (plural) do inciso I, art. 195, CF/88, verbis: Art. 195. A seguridade social será
financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante
recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, e das seguintes contribuições sociais:I - do empregador, da empresa e da
entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 20, de 1998) a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho
pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem
vínculo empregatício; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita
ou o faturamento; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) c) o lucro;
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)II - do trabalhador e dos demais
segurados da previdência social, não incidindo contribuição sobre aposentadoria e
pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. 201;
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) III - sobre a receita de
concursos de prognósticos. IV - do importador de bens ou serviços do exterior, ou de
quem a lei a ele equiparar. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)...
7. O Sistema Tributário Nacional, encartado em capítulo próprio da Carta Federal,
encampa a expressão "instituições de assistência social e educação" prescrita no art. 150,
VI, "c", cuja conceituação e regime jurídico aplica-se, por analogia, à expressão
"entidades beneficentes de assistência social" contida no art. 195, § 7º, à luz da
interpretação histórica dos textos das CF/46, CF/67 e CF/69, e das premissas fixadas no
verbete da Súmula n° 730. É que até o advento da CF/88 ainda não havia sido cunhado o
conceito de "seguridade social", nos termos em que definidos pelo art. 203, inexistindo
distinção clara entre previdência, assistência social e saúde, a partir dos critérios de
generalidade e gratuidade. 8. As limitações constitucionais ao poder de tributar são o
conjunto de princípios e demais regras disciplinadoras da definição e do exercício da
competência tributária, bem como das imunidades. O art. 146, II, da CF/88, regula as
limitações constitucionais ao poder de tributar reservadas à lei complementar, até então
carente de formal edição. 9. A isenção prevista na Constituição Federal (art. 195, § 7º)
tem o conteúdo de regra de supressão de competência tributária, encerrando verdadeira
imunidade. As imunidades têm o teor de cláusulas pétreas, expressões de direitos
fundamentais, na forma do art. 60, § 4º, da CF/88, tornando controversa a possibilidade
de sua regulamentação através do poder constituinte derivado e/ou ainda mais, pelo
legislador ordinário. 10. A expressão "isenção" equivocadamente utilizada pelo legislador
constituinte decorre de circunstância histórica. O primeiro diploma legislativo a tratar da
matéria foi a Lei nº 3.577/59, que isentou a taxa de contribuição de previdência dos
Institutos e Caixas de Aposentadoria e Pensões às entidades de fins filantrópicos
reconhecidas de utilidade pública, cujos membros de sua diretoria não percebessem
remuneração. Destarte, como a imunidade às contribuições sociais somente foi inserida
pelo § 7º, do art. 195, CF/88, a transposição acrítica do seu conteúdo, com o viés do
legislador ordinário de isenção, gerou a controvérsia, hodiernamente superada pela
jurisprudência da Suprema Corte no sentido de se tratar de imunidade. 11. A imunidade,
sob a égide da CF/88, recebeu regulamentação específica em diversas leis ordinárias, a
saber: Lei nº 9.532/97 (regulamentando a imunidade do art. 150, VI, "c", referente aos
impostos); Leis nº 8.212/91, nº 9.732/98 e nº 12.101/09 (regulamentando a imunidade do
art. 195, § 7º, referente às contribuições), cujo exato sentido vem sendo delineado pelo
Supremo Tribunal Federal. 12. A lei a que se reporta o dispositivo constitucional contido
no § 7º, do art. 195, CF/88, segundo o Supremo Tribunal Federal, é a Lei nº 8.212/91 (MI
616/SP, Rel. Min. Nélson Jobim, Pleno, DJ 25/10/2002). 13. A imunidade frente às
contribuições para a seguridade social, prevista no § 7º, do art. 195, CF/88, está
regulamentada pelo art. 55, da Lei nº 8.212/91, em sua redação original, uma vez que as
mudanças pretendidas pelo art. 1º, da Lei nº 9.738/98, a este artigo foram suspensas (ADI
2.028 MC/DF, Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000). 14. A imunidade tributária e
seus requisitos de legitimação, os quais poderiam restringir o seu alcance, estavam
estabelecidos no art. 14, do CTN, e foram recepcionados pelo novo texto constitucional de
1988. Por isso que razoável se permitisse que outras declarações relacionadas com os
aspectos intrínsecos das instituições imunes viessem regulados por lei ordinária, tanto
mais que o direito tributário utiliza-se dos conceitos e categorias elaborados pelo
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 54 / 527
mais que o direito tributário utiliza-se dos conceitos e categorias elaborados pelo
ordenamento jurídico privado, expresso pela legislação infraconstitucional. 15. A
Suprema Corte, guardiã da Constituição Federal, indicia que somente se exige lei
complementar para a definição dos seus limites objetivos (materiais), e não para a fixação
das normas de constituição e de funcionamento das entidades imunes (aspectos formais
ou subjetivos), os quais podem ser veiculados por lei ordinária, como sois ocorrer com o
art. 55, da Lei nº 8.212/91, que pode estabelecer requisitos formais para o gozo da
imunidade sem caracterizar ofensa ao art. 146, II, da Constituição Federal, ex vi dos
incisos I e II, verbis: Art. 55. Fica isenta das contribuições de que tratam os arts. 22 e 23
desta Lei a entidade beneficente de assistência social que atenda aos seguintes requisitos
cumulativamente: (Revogado pela Lei nº 12.101, de 2009) I - seja reconhecida como de
utilidade pública federal e estadual ou do Distrito Federal ou municipal; (Revogado pela
Lei nº 12.101, de 2009); II - seja portadora do Certificado e do Registro de Entidade de
Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Assistência Social, renovado a
cada três anos; (Redação dada pela Lei nº 9.429, de 26.12.1996).... 16. Os limites
objetivos ou materiais e a definição quanto aos aspectos subjetivos ou formais atende aos
princípios da proporcionalidade e razoabilidade, não implicando significativa restrição
do alcance do dispositivo interpretado, ou seja, o conceito de imunidade, e de redução
das garantias dos contribuintes. 17. As entidades que promovem a assistência social
beneficente, inclusive educacional ou de saúde, somente fazem jus à concessão do
benefício imunizante se preencherem cumulativamente os requisitos de que trata o art. 55,
da Lei nº 8.212/91, na sua redação original, e aqueles prescritos nos artigos 9º e 14, do
CTN. 18. Instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos são entidades
privadas criadas com o propósito de servir à coletividade, colaborando com o Estado
nessas áreas cuja atuação do Poder Público é deficiente. Consectariamente, et pour
cause, a constituição determina que elas sejam desoneradas de alguns tributos, em
especial, os impostos e as contribuições. 19. A ratio da supressão da competência
tributária funda-se na ausência de capacidade contributiva ou na aplicação do princípio
da solidariedade de forma inversa, vale dizer: a ausência de tributação das contribuições
sociais decorre da colaboração que estas entidades prestam ao Estado. 20. A Suprema
Corte já decidiu que o artigo 195, § 7º, da Carta Magna, com relação às exigências a que
devem atender as entidades beneficentes de assistência social para gozarem da imunidade
aí prevista, determina apenas a existência de lei que as regule; o que implica dizer que a
Carta Magna alude genericamente à "lei" para estabelecer princípio de reserva legal,
expressão que compreende tanto a legislação ordinária, quanto a legislação
complementar (ADI 2.028 MC/DF, Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000). 21. É
questão prejudicial, pendente na Suprema Corte, a decisão definitiva de controvérsias
acerca do conceito de entidade de assistência social para o fim da declaração da
imunidade discutida, como as relativas à exigência ou não da gratuidade dos serviços
prestados ou à compreensão ou não das instituições beneficentes de clientelas restritas.
22. In casu, descabe negar esse direito a pretexto de ausência de regulamentação legal,
mormente em face do acórdão recorrido que concluiu pelo cumprimento dos requisitos
por parte da recorrida à luz do art. 55, da Lei nº 8.212/91, condicionado ao seu
enquadramento no conceito de assistência social delimitado pelo STF, mercê de suposta
alegação de que as prescrições dos artigos 9º e 14 do Código Tributário Nacional não
regulamentam o § 7º, do art. 195, CF/88. 23. É insindicável na Suprema Corte o
atendimento dos requisitos estabelecidos em lei (art. 55, da Lei nº 8.212/91), uma vez que,
para tanto, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional, situação em que a
afronta à Constituição seria apenas indireta, ou, ainda, o revolvimento de provas,
atraindo a aplicação do verbete da Súmula nº 279. Precedente. AI 409.981-AgR/RS, Rel.
Min. Carlos Velloso, 2ª Turma, DJ 13/08/2004. 24. A pessoa jurídica para fazer jus à
imunidade do § 7º, do art. 195, CF/88, com relação às contribuições sociais, deve atender
aos requisitos previstos nos artigos 9º e 14, do CTN, bem como no art. 55, da Lei nº
8.212/91, alterada pelas Lei nº 9.732/98 e Lei nº 12.101/2009, nos pontos onde não
tiveram sua vigência suspensa liminarmente pelo STF nos autos da ADI 2.028 MC/DF,
Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000. 25. As entidades beneficentes de assistência
social, como consequência, não se submetem ao regime tributário disposto no art. 2º, II,
da Lei nº 9.715/98, e no art. 13, IV, da MP nº 2.158-35/2001, aplicáveis somente àquelas
outras entidades (instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico e as
associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os
coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos) que
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coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos) que
não preenchem os requisitos do art. 55 da Lei nº 8.212/91, ou da legislação superveniente
sobre a matéria, posto não abarcadas pela imunidade constitucional. 26. A
inaplicabilidade do art. 2º, II, da Lei nº 9.715/98, e do art. 13, IV, da MP nº 2.158-
35/2001, às entidades que preenchem os requisitos do art. 55 da Lei nº 8.212/91, e
legislação superveniente, não decorre do vício da inconstitucionalidade desses
dispositivos legais, mas da imunidade em relação à contribuição ao PIS como técnica de
interpretação conforme à Constituição. 27. Ex positis, conheço do recurso extraordinário,
mas nego-lhe provimento conferindo à tese assentada repercussão geral e eficácia erga
omnes e ex tunc. Precedentes. RE 93.770/RJ, Rel. Min. Soares Muñoz, 1ª Turma, DJ
03/04/1981. RE 428.815-AgR/AM, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, 1ª Turma, DJ
24/06/2005. ADI 1.802-MC/DF, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, Pleno, DJ 13-02-2004.
ADI 2.028 MC/DF, Rel. Moreira Alves, Pleno, DJ 16-06-2000. (RE 636941, Relator(a):
Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, julgado em 13/02/2014, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-
067 DIVULG 03-04-2014 PUBLIC 04-04-2014).

Por fim, quanto ao mérito, o STJ possui o entendimento já pacificado de acordo


com o acórdão, de modo que incide a Súmula 83 do STJ no caso, conforme se depreende dos
seguintes precedentes:

TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.


ENTIDADE FILANTRÓPICA. DECISÃO QUE RECONHECE A IMUNIDADE TRIBUTÁRIA.
EFEITOS EX TUNC À DATA EM QUE A ENTIDADE REUNIA OS PRESSUPOSTOS
LEGAIS PARA SUA CONCESSÃO. PRECEDENTES DO STJ. RESPONSABILIDADE NA
DEMORA DA PRÁTICA DE ATOS PROCESSUAIS. ART. 543-C DO CPC. QUESTÃO
DECIDIDA PELA SISTEMÁTICA DE JULGAMENTO DE RECURSOS REPETITIVOS (REsp
1.102.431/RJ). REEXAME DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. INVIABILIDADE.
SÚMULAS 7 E 83, AMBAS DO STJ. AGRAVO NÃO PROVIDO.

1. "O STJ consolidou seu entendimento no sentido de que o certificado que reconhece a
entidade como filantrópica, de utilidade pública, tem efeito ex tunc, por se tratar de ato
declaratório, consoante orientação consagrada pelo Supremo Tribunal Federal no
julgamento do Recurso Extraordinário n. 115.510/RJ" (AgRg no AREsp 291.799/RJ, Rel.
Min. HUMBERTO MARTINS, Segunda Turma, DJe 1º/8/13).

2. A imunidade concedida às entidades reconhecidas como filantrópicas retroage à data


em que preencheu os pressupostos legais para sua concessão.

3. A verificação da documentação acostada aos autos na instância ordinária a fim de


afirmar a data em que a entidade preencheu os requisitos legais para concessão da
imunidade revela-se inviável por demandar o reexame de prova, providência vedada pela
Súmula 7/STJ.

4. A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento

do REsp 1.102.431/RJ, Rel. Min. LUIZ FUX, DJe 1º/2/10, submetido à norma do art. 543-
C do CPC, decidiu que "a verificação de responsabilidade pela demora na prática dos
atos processuais implica indispensável reexame de matéria fático-probatória, o que é
vedado a esta Corte Superior, na estreita via do recurso especial, ante o disposto na
Súmula 07/STJ".

5. Agravo regimental não provido. (AgRg no AREsp 4224/GO, Relator Ministro ARNALDO
ESTEVES LIMA, Órgão Julgador T1 - PRIMEIRA TURMA, Data do Julgamento
01/04/2014, Data da Publicação/Fonte DJe 08/04/2014)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 56 / 527


TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. DECISÃO ADMINISTRATIVA QUE RECONHECE A
IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. EFEITOS EX TUNC. RETROAÇÃO DOS EFEITOS A PARTIR
DA DATA EM QUE PREENCHIDOS OS REQUISITOS LEGAIS. PRECEDENTES DO STJ.
AGRAVO REGIMENTAL IMPROVIDO.

I. In casu, a discussão trazida aos autos diz respeito tanto aos efeitos que devem ser
conferidos à decisão administrativa que reconhece a imunidade tributária à entidade
filantrópica, quanto à época em que houve a comprovação dos requisitos, para o gozo da
aludida imunidade.

II. Partindo-se da premissa fática delineada pela Corte de origem, constata-se que,
conquanto a entidade filantrópica tivesse preenchido os requisitos do art. 14 do CTN,
desde a data da sua criação, o Município de Niterói pretendia que os efeitos da
imunidade tributária fossem reconhecidos apenas a partir da data em que houve o
reconhecimento da imunidade, pela autoridade administrativa.

III. De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a decisão


administrativa que reconhece a imunidade tributária tem natureza declaratória e, por
conseguinte, produz efeitos ex tunc, de forma a autorizar a retroação dos seus efeitos, a
partir do momento em que preenchidos os requisitos legais, para a concessão da
imunidade.

IV. Por outro lado, tendo a Corte a quo expressamente consignado que a entidade
filantrópica havia preenchido os requisitos previstos no art. 14 do CTN, desde a sua
criação, somente com o reexame do conjunto fático-probatório seria possível afastar tal
entendimento.

Incidência, no caso, do óbice da Súmula 7 do STJ.

V. Agravo Regimental improvido. (AgRg no AREsp 194981/RJ, Relator(a) Ministra


ASSUSETE MAGALHÃES, Órgão Julgador T2 - SEGUNDA TURMA, Data do Julgamento
23/06/2015, Data da Publicação/Fonte DJe 01/07/2015)

TRIBUTÁRIO. ENTIDADE FILANTRÓPICA. IMUNIDADE. CERTIFICADO. NATUREZA


DECLARATÓRIA DO ATO. EFEITOS EX TUNC. CRÉDITOS PRETÉRITOS.
INEXIGIBILIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 83/STJ.

1. O STJ consolidou seu entendimento no sentido de que o certificado que reconhece a


entidade como filantrópica, de utilidade pública, tem efeito ex tunc, por se tratar de ato
declaratório, consoante orientação consagrada pelo Supremo Tribunal Federal no
julgamento do Recurso Extraordinário n. 115.510/RJ.

2. O ato declaratório da concessão de isenção tem efeito retroativo à data em que a


pessoa reunia os pressupostos legais para o reconhecimento dessa qualidade.

3. A alegação de que o contribuinte não preenche os requisitos à concessão da isenção


reveste-se de inovação recursal, bem como destoa-se de toda a lógica firmada no
processo, que se funda exatamente no efeito - ex tunc ou ex nunc - em que deve ser
acolhido o reconhecimento pela Administração Pública ao preenchimento dos requisitos
para o gozo de benefício tributário. Portanto, o preenchimento dos requisitos foi
reconhecido pela Administração Pública. Outrossim, o acolhimento da referida tese, em
detrimento do que concluiu a Corte de origem, encontra óbice na Súmula 7 do STJ.
Agravo regimental improvido. (AgRg no AREsp 291799/RJ, Relator Ministro HUMBERTO
MARTINS, Órgão Julgador T2 - SEGUNDA TURMA, Data do Julgamento 25/06/2013,
Data da Publicação/Fonte DJe 01/08/2013)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 57 / 527


Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3180/2018
(Localizador: PE15C45)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2004.71.00.024785-4/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : ANTONIO AUGUSTO ROESCH DA SILVA e
outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

A parte autora opõe embargos declaratórios em face de decisão proferida por


esta Corte, que ora recebo como pedido de reconsideração.

Passo, pois, à nova análise do recurso extraordinário.

Inicialmente revogo a decisão da fl. 812.

Trata-se de recurso extraordinário interposto pelo INSS com fundamento no art.


102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou entendimento no sentido
de ser dispensável aguardar o trânsito em julgado para a aplicação da sistemática da
repercussão geral, como também, ser irrelevante a pendência de embargos de declaração no
paradigma. Precedentes: (RE 989413 AgR-ED-ED, Relatora: Min. CÁRMEN LÚCIA
(Presidente), Tribunal Pleno, DJe-261 PUBLIC 17-11-2017); (RE 593849 ED-segundos,
Relator: Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, DJe-263 PUBLIC 21-11-2017).

O Supremo Tribunal Federal, em repercussão geral, apreciou o assunto ora


tratado e fixou a tese a ser aplicada:
Tema STF nº 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes
sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da
Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

Tese

I - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 58 / 527


I - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em
que disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, aos quais
devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera
seu crédito tributário, em respeito ao princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput); quanto às condenações oriundas de relação jurídica não-tributária, a fixação dos
juros moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é
constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto no art. 1º-F da Lei nº
9.494/97 com a redação dada pela Lei nº 11.960/09;

II - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte
em que disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública
segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao
impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII), uma vez
que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da
economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.

O acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:


DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS
MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE
CORREÇÃO MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE
PROPRIEDADE (CRFB, ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE
MEIOS E FINS. INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO
DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS
MORATÓRIOS DE CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO
ORIUNDAS DE RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO
ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E
DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º, CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput), no seu núcleo essencial, revela que o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação
dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a
condenações da Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de
relação jurídico-tributária, os quais devem observar os mesmos juros de mora pelos
quais a Fazenda Pública remunera seu crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa
da tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
legal supramencionado. 2. O direito fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII)
repugna o disposto no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, porquanto a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda
Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança não se qualifica como
medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a
promover os fins a que se destina. 3. A correção monetária tem como escopo preservar o
poder aquisitivo da moeda diante da sua desvalorização nominal provocada pela
inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto instrumento de troca, só tem valor na
medida em que capaz de ser transformada em bens e serviços. A inflação, por
representar o aumento persistente e generalizado do nível de preços, distorce, no tempo,
a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW, N.G. Macroeconomia. Rio
de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R.
Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10; BLANCHARD, O.
Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção monetária e a
inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de adequação
lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de capturar a
segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem consubstanciar

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 59 / 527


autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente provido.

(RE 870947/SE, Relator: Min. LUIZ FUX, Órgão Julgador:Tribunal Pleno, Public
20.11.2017).

Em relação ao tema, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2004.71.00.024785-4/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : ANTONIO AUGUSTO ROESCH DA SILVA e
outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DESPACHO

A parte autora opõe embargos declaratórios em face de decisão proferida por


esta Corte, que ora recebo como pedido de reconsideração.

Passo, pois, à nova análise do recurso extraordinário.

Inicialmente revogo a decisão da fl. 812.

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 60 / 527


dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 61 / 527
Intimem-se.

00003 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2005.71.00.001851-1/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : JORGE ANIR LOPEZ DE HARO LOPES e outro
ADVOGADO : Laura Agrifoglio Vianna e outro
: Cristiano Borges Castilhos e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905- 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a
servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 62 / 527
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E.
3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito
das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras
específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não
se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei
11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2
Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda
Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de
correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006,
que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a
remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação
dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária. A
correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos
tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não
havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao
mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na
legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua
cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação da coisa julgada. Não obstante
os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo
com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual
coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM EINF Nº 2005.71.11.001337-4/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : SANDRO LUIS NOPES
ADVOGADO : Luiz Fernando Iser e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 63 / 527


correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a
servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E.
3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito
das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras
específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não
se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei
11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2
Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda
Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de
correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006,
que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a
remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação
dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária. A
correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos
tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não
havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao
mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na
legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua
cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação da coisa julgada. Não obstante
os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo
com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual
coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 64 / 527


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00005 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM AC Nº


2006.71.00.031711-7/RS
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : CINTIA LACROIX FARINA e outros
ADVOGADO : Danyele Grace da Rolt e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 65 / 527


poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 CondenaçAs condenações
judiciais referentes a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes
encargos: (a) até julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples);
correção monetária: índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com
destaque para a incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a
junho/2009: juros de mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de
julho/2009: juros de mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção
monetária: IPCA-E. 3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas. No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital. 3.2 Condenações judiciais de natureza previdenciária. As
condenações impostas à Fazenda Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à
incidência do INPC, para fins de correção monetária, no que se refere ao período
posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto
aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança
(art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações
judiciais de natureza tributária. A correção monetária e a taxa de juros de mora
incidentes na repetição de indébitos tributários devem corresponder às utilizadas na
cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo disposição legal específica, os juros de
mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra
isonômica e havendo previsão na legislação da entidade tributante, é legítima a utilização
da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação
da coisa julgada. Não obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e
compensação da mora, de acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda
Pública, cumpre ressalvar eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de
índices diversos, cuja constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2007.70.01.007032-9/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
RECDO : PAULINA RODRIGUES DA COSTA
ADVOGADO : Odilon Alexandre Silveira Marques Pereira
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 66 / 527


Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a
servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E.
3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito
das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras
específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não
se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei
11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2
Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda
Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de
correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006,
que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a
remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação
dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária. A
correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos
tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não
havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao
mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 67 / 527


legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua
cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação da coisa julgada. Não obstante
os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo
com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual
coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2007.71.00.015825-1/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : VERALICE MARIA GONÇALVES
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

A parte autora opõe embargos declaratórios em face de decisão proferida por


esta Corte, que ora recebo como pedido de reconsideração.

Passo, pois, à nova análise do recurso extraordinário.

Inicialmente revogo a decisão da fl. 562.

Trata-se de recurso extraordinário interposto pelo INSS com fundamento no art.


102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou entendimento no sentido
de ser dispensável aguardar o trânsito em julgado para a aplicação da sistemática da
repercussão geral, como também, ser irrelevante a pendência de embargos de declaração no
paradigma. Precedentes: (RE 989413 AgR-ED-ED, Relatora: Min. CÁRMEN LÚCIA
(Presidente), Tribunal Pleno, DJe-261 PUBLIC 17-11-2017); (RE 593849 ED-segundos,
Relator: Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, DJe-263 PUBLIC 21-11-2017).

O Supremo Tribunal Federal, em repercussão geral, apreciou o assunto ora


tratado e fixou a tese a ser aplicada:
Tema STF nº 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes
sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da
Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

Tese

I - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em
que disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, aos quais

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 68 / 527


inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, aos quais
devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera
seu crédito tributário, em respeito ao princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput); quanto às condenações oriundas de relação jurídica não-tributária, a fixação dos
juros moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é
constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto no art. 1º-F da Lei nº
9.494/97 com a redação dada pela Lei nº 11.960/09;

II - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte
em que disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública
segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao
impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII), uma vez
que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da
economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.

O acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:


DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS
MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE
CORREÇÃO MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE
PROPRIEDADE (CRFB, ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE
MEIOS E FINS. INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO
DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS
MORATÓRIOS DE CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO
ORIUNDAS DE RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO
ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E
DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º, CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput), no seu núcleo essencial, revela que o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação
dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a
condenações da Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de
relação jurídico-tributária, os quais devem observar os mesmos juros de mora pelos
quais a Fazenda Pública remunera seu crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa
da tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
legal supramencionado. 2. O direito fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII)
repugna o disposto no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, porquanto a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda
Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança não se qualifica como
medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a
promover os fins a que se destina. 3. A correção monetária tem como escopo preservar o
poder aquisitivo da moeda diante da sua desvalorização nominal provocada pela
inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto instrumento de troca, só tem valor na
medida em que capaz de ser transformada em bens e serviços. A inflação, por
representar o aumento persistente e generalizado do nível de preços, distorce, no tempo,
a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW, N.G. Macroeconomia. Rio
de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R.
Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10; BLANCHARD, O.
Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção monetária e a
inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de adequação
lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de capturar a
segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem consubstanciar
autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente provido.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 69 / 527


(RE 870947/SE, Relator: Min. LUIZ FUX, Órgão Julgador:Tribunal Pleno, Public
20.11.2017).

Em relação ao tema, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2007.71.00.015825-1/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : VERALICE MARIA GONÇALVES
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

A parte autora opõe embargos declaratórios em face de decisão proferida por


esta Corte, que ora recebo como pedido de reconsideração.

Passo, pois, à nova análise do recurso extraordinário.

Inicialmente revogo a decisão da fl. 563.

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade
dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 70 / 527


pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00009 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 2008.04.00.042246-0/RS


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 71 / 527
00009 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 2008.04.00.042246-0/RS
AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
AGRAVADO : ELOIZA LUZ MACHADO e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

A parte autora requereu novo exame de admissibilidade de seu recurso


extraordinário que havia sido sobrestado no aguardo de julgamento do RE 579431, em
repercussão geral.

A 3ª Turma desta Corte (fl. 373) adequou o acórdão em consonância ao


julgamento do Tema STF 96 (RE 579431).

Nestes termos, declaro prejudicado o recurso extraordinário interposto pela


demandante (fls. 241-279).

Intimem-se.

00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.042246-0/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELOIZA LUZ MACHADO e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros

DECISÃO

Diante do exposto, não admito o recurso extraordinário.


00011 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM
APELRE Nº 2008.71.00.028870-9/RS
EMBARGANTE : JANDIRA LAINI BRANDAO
ADVOGADO : Sonia Michel Antonelo Pereira
EMBARGADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos contra a decisão das fls. 521 e


verso, em que acolhidos os aclaratórios das fls. 504/508 como pedido de reconsideração da
decisão da fl. 501 (a qual foi tornada sem efeito) e julgado prejudicado o recurso
extraordinário do INSS, sob o fundamento de que "o E. STJ, em decisão proferida no AREsp
nº 201.823/RS (fls. 482v/485) decidiu por 'dar provimento ao recurso especial (art. 544, § 4º,
II, c, do CPC) e julgar improcedente a demanda, nos termos do artigo 269, IV, do CPC.
Invertida a sucumbência, condeno o autor ao pagamento de honorários advocatícios, os quais

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 72 / 527


arbitro no valor de R$ 700,00 (setecentos reais), e custas, observando que o autor litigou sob
o amparo da Lei n. 1.060/50'".

Em seus embargos de declaração, sustenta a parte Jandira Laini Brandão que a


decisão proferida no AREsp nº 201.823/RS foi reformada e que ao agravo de instrumento
interposto pelo INSS contra negativa de seguimento de seu recurso especial, por fim, foi
negado provimento.

O INSS foi intimado para responder aos aclaratórios.

É o relatório.

Assiste razão à parte embargante.

Em decisão proferida no AREsp nº 201.823/RS, em 01/06/2017, transitada em


julgado em 31/08/2017, o E. STJ decidiu:

"Não obstante, extrai-se do acórdão a quo que, indeferido administrativamente


o requerimento apresentado pela autora em 9/2/1996, o benefício previdenciário somente lhe
foi concedido em sede de ação rescisória, cujo trânsito em julgado se deu em 25/6/2007.
Assim, ajuizada a ação revisional em 14/11/2008, não há falar em transcurso do prazo
decadencial decenal.
De toda sorte, evidencia-se que o fundamento alusivo à data em que concedido
o benefício previdenciário à autora, nos termos já citados, não foi impugnado nas razões do
recurso especial, situação que dá ensejo à aplicação da Súmula 283/STF.
Ante o exposto, nego provimento ao agravo".

Dessa forma, diferente do que constou na decisão embargada, não resulta


prejudicado o recurso extraordinário, eis que prevaleceu a decisão de não admissão do
recurso especial do INSS, diante da negativa de provimento do agravo de instrumento da
autarquia, ao final.

Entretanto, conforme já destacou o E. STJ, ao decidir no ARE nº 201.823/RS,


"extrai-se do acórdão a quo que, indeferido administrativamente o requerimento apresentado
pela autora em 9/2/1996, o benefício previdenciário somente lhe foi concedido em sede de
ação rescisória, cujo trânsito em julgado se deu em 26/6/2007. Assim, ajuizada a ação
revisional em 14/11/2008, não há falar em transcurso do prazo decadencial decenal".

Além disso, ressaltou o Ministro-Relator, "evidencia-se que o fundamento


alusivo à data em que concedido o benefício previdenciário à autora, nos termos já citados,
não foi impugnado nas razões do recurso especial, situação que dá ensejo à aplicação da
súmula 283/STF".

A respeito, o Supremo Tribunal Federal, ao apreciar recurso submetido à


sistemática da repercussão geral, fixou a seguinte tese a ser aplicada:
Tema STF 313 - I - Inexiste prazo decadencial para a concessão inicial do benefício
previdenciário;
II - Aplica-se o prazo decadencial de dez anos para a revisão de benefícios concedidos,
inclusive os anteriores ao advento da Medida Provisória 1.523/1997, hipótese em que a
contagem do prazo deve iniciar-se em 1º de agosto de 1997.
E o acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 73 / 527
RECURSO EXTRAODINÁRIO. DIREITO PREVIDENCIÁRIO. REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS). REVISÃO DO ATO DE CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO. DECADÊNCIA. 1. O direito à previdência social constitui direito
fundamental e, uma vez implementados os pressupostos de sua aquisição, não deve ser
afetado pelo decurso do tempo. Como consequência, inexiste prazo decadencial para a
concessão inicial do benefício previdenciário. 2. É legítima, todavia, a instituição de
prazo decadencial de dez anos para a revisão de benefício já concedido, com fundamento
no princípio da segurança jurídica, no interesse em evitar a eternização dos litígios e na
busca de equilíbrio financeiro e atuarial para o sistema previdenciário. 3. O prazo
decadencial de dez anos, instituído pela Medida Provisória 1.523, de 28.06.1997, tem
como termo inicial o dia 1º de agosto de 1997, por força de disposição nela
expressamente prevista. Tal regra incide, inclusive, sobre benefícios concedidos
anteriormente, sem que isso importe em retroatividade vedada pela Constituição. 4.
Inexiste direito adquirido a regime jurídico não sujeito a decadência. 5. Recurso
extraordinário conhecido e provido. (RE 626489, Relator(a): Min. ROBERTO
BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 16/10/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-
184 DIVULG 22-09-2014 PUBLIC 23-09-2014)
Portanto, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese apresentada nos autos
em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão recursal do INSS,
manejada em seu recurso extraordinário, não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, acolho os embargos de declaração, corrigindo erro material na
decisão embargada, eis que resultou improvido o recurso especial do INSS, e nego
seguimento ao recurso extraordinário do INSS, nos termos supra.

Intime-se.

00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.012138-4/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional do INSS
RECDO : GLENIO PANZENHAGEN
ADVOGADO : Bernadete Lermen Jaeger

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, ao apreciar recurso submetido à sistemática da
repercussão geral, fixou a seguinte tese a ser aplicada:
Tema STF 96 - "Incidem os juros da mora no período compreendido entre a data da
realização dos cálculos e a da requisição ou do precatório".
E o acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:
JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU
PRECATÓRIO. Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da
requisição ou do precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal
Pleno, julgado em 19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-
2017 PUBLIC 30-06-2017)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 74 / 527


Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.038458-9/RS


RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : NYLDO FORTES AYRES espólio
ADVOGADO : Rogerio Viola Coelho e outros
: Simone Paulino Ribeiro Chandelier e outro

DECISÃO

Ante o exposto, não conheço o recurso especial interposto da inadmissão do


primeiro apelo nobre.
00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.038458-9/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : NYLDO FORTES AYRES espólio
ADVOGADO : Rogerio Viola Coelho e outros
: Simone Paulino Ribeiro Chandelier e outro

DECISÃO

Ante o exposto, não conheço o recurso extraordinário interposto da negativa de


seguimento pela nova sistemática da repercussão geral.
00015 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.039754-7/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELIS REGINA SCOTTI MARTINS e outros
: LORENA FRATINI
: RUBEM MANOEL DE BRAGA
: UBIRAJARA MACIEL DA COSTA
: VANIA REGINA GUIMARAES PINTO
: VIVIANE CARRION CASTANHO
ADVOGADO : Rogerio Viola Coelho e outros

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 75 / 527


Ante o exposto, não conheço o recurso especial interposto da inadmissão do
primeiro apelo nobre.
00016 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.039754-7/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ELIS REGINA SCOTTI MARTINS e outros
: LORENA FRATINI
: RUBEM MANOEL DE BRAGA
: UBIRAJARA MACIEL DA COSTA
: VANIA REGINA GUIMARAES PINTO
: VIVIANE CARRION CASTANHO
ADVOGADO : Rogerio Viola Coelho e outros

DECISÃO

Ante o exposto, não conheço o recurso extraordinário interposto da negativa de


seguimento pela nova sistemática da repercussão geral.
00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2009.70.00.007913-8/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUCI TEREZINHA CESCHIN
ADVOGADO : Renilde Paiva Morgado Gomes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.248.120/PR, conforme acórdão, deu provimento ao recurso especial do INSS, para
reconhecer a decadência do direito de revisão do benefício previdenciário.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do CPC.
Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto, confiram-se
os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO CÓDIGO DE
PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA
PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do recurso especial, é de ser
reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto. (Primeira Turma, RE
376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em 05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO. SUBSTITUIÇÃO DO


ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior Tribunal de Justiça

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 76 / 527


ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior Tribunal de Justiça
substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos termos do art. 512 do
CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF, no caso, está
prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do provimento do
recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido. (Segunda Turma, RE
506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em 12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO SIMULTANEA.


PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA.
PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART. 512. Provido o recurso especial
interposto contra acórdão de segunda instância, o recurso extraordinário
simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu objeto, posto que a
decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do Superior Tribunal
de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se refere o art. 512 do
Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira Turma, AI
142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1008 do CPC, julgo prejudicado o recurso


extraordinário.

Intimem-se.

00018 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0013760-83.2009.4.04.7200/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : JUDITE DE FIGUEIREDO PATRICIO
ADVOGADO : Rodrigo Pessi Martins

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 77 / 527


art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária.<br/><br/>3. Índices aplicáveis a depender da natureza da
condenação.<br/>3.1 Condenações judiciais de natureza administrativa em
geral.<br/>As condenações judiciais de natureza administrativa em geral, sujeitam-se
aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção
monetária de acordo com os índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal,
com destaque para a incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período
posterior à vigência do CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora
correspondentes à taxa Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c)
período posterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de
remuneração da caderneta de poupança; correção monetária com base no IPCA-E.
3.1.1 Condenações judiciais referentes a servidores e empregados públicos. As
condenações judiciais referentes a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos
seguintes encargos: (a) até julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização
simples); correção monetária: índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça
Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b)
agosto/2001 a junho/2009: juros de mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E;
(c) a partir de julho/2009: juros de mora: remuneração oficial da caderneta de
poupança; correção monetária: IPCA-E. 3.1.2 Condenações judiciais referentes a
desapropriações diretas e indiretas. No âmbito das condenações judiciais referentes a
desapropriações diretas e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros
moratórios e compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da
Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora
nem para remuneração do capital. 3.2 Condenações judiciais de natureza previdenciária.
As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à
incidência do INPC, para fins de correção monetária, no que se refere ao período
posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto
aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança
(art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações
judiciais de natureza tributária. A correção monetária e a taxa de juros de mora
incidentes na repetição de indébitos tributários devem corresponder às utilizadas na
cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo disposição legal específica, os juros de
mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra
isonômica e havendo previsão na legislação da entidade tributante, é legítima a utilização
da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação
da coisa julgada. Não obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e
compensação da mora, de acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda
Pública, cumpre ressalvar eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de
índices diversos, cuja constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00019 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000932-28.2009.4.04.7209/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 78 / 527


RECDO : ADRIANO TECILLA
ADVOGADO : Vorlei Alves

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o recurso especial representativo da
controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:
Tema STJ 905- 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não
cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que
declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com
base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo
Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos
até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na
aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos
casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório. 2. Juros de mora: o
art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que
estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no
índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações
impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação
jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1
Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de
natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do
CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa
Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência
da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a
servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E.
3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito
das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras
específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não
se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 79 / 527


11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2
Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda
Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de
correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006,
que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a
remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação
dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária. A
correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos
tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não
havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao
mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na
legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua
cumulação com quaisquer outros índices. 4. Preservação da coisa julgada. Não obstante
os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo
com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual
coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00020 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0012232-51.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LOURDES SARTORIO
ADVOGADO : Cristina Dias Ferreira

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto pelo INSS, com fundamento no art.


102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,


apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes sobre
as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da Lei
9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS


MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 80 / 527


MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE CORREÇÃO
MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE PROPRIEDADE (CRFB,
ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE MEIOS E FINS.
INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO DA CADERNETA DE
POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS MORATÓRIOS DE
CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO ORIUNDAS DE
RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À
ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º,
CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio
constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º, caput), no seu núcleo essencial, revela que o
art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que
disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, os quais
devem observar os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera seu
crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa da tributária, a fixação dos juros
moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é constitucional,
permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto legal supramencionado. 2. O direito
fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII) repugna o disposto no art. 1º-F da Lei
nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, porquanto a atualização
monetária das condenações impostas à Fazenda Pública segundo a remuneração oficial
da caderneta de poupança não se qualifica como medida adequada a capturar a
variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina. 3. A
correção monetária tem como escopo preservar o poder aquisitivo da moeda diante da
sua desvalorização nominal provocada pela inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto
instrumento de troca, só tem valor na medida em que capaz de ser transformada em bens
e serviços. A inflação, por representar o aumento persistente e generalizado do nível de
preços, distorce, no tempo, a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW,
N.G. Macroeconomia. Rio de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e
STARTZ, R. Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10;
BLANCHARD, O. Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção
monetária e a inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de
adequação lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de
capturar a segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem
consubstanciar autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente
provido.

Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

É bem verdade que existe pequena diferença, mas desfavorável ao órgão


recorrente.

Eventualmente, poder-se-ia perquirir ter o STF acenado no paradigma pela


incidência do IPCA-E. Não obstante, a diferença entre esse índice e o aplicado pela Turma é
mínima - e desfavorável ao órgão recorrente. De fato, o acumulado do IPCA-E no período
(2011/2017) é superior ao IPCA em apenas 0,3%. Se considerado o INPC, a diferença é de
0,88% no mesmo intervalo.

Assim, diante da vedação da reformatio in pejus, deve ser mantido o acórdão no


tópico, sendo inviável o prosseguimento do recurso especial e/ou extraordinário, tendo em
conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
CPC).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 81 / 527


Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00021 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0012232-51.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LOURDES SARTORIO
ADVOGADO : Cristina Dias Ferreira

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade
dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 82 / 527
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00022 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº


0016470-16.2012.4.04.9999/RS
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : MANOEL ALFREDO MATIAS
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke
: Jose Luiz Wuttke
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 5A VARA DA COMARCA DE SAO
LEOPOLDO/RS

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 83 / 527


Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,
inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, ao apreciar recurso submetido à sistemática da
repercussão geral, fixou a seguinte tese a ser aplicada:
Tema STF 555 - I - O direito à aposentadoria especial pressupõe a efetiva exposição do
trabalhador a agente nocivo à sua saúde, de modo que, se o EPI for realmente capaz de
neutralizar a nocividade não haverá respaldo constitucional à aposentadoria especial; II
- Na hipótese de exposição do trabalhador a ruído acima dos limites legais de tolerância,
a declaração do empregador, no âmbito do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP),
no sentido da eficácia do Equipamento de Proteção Individual - EPI, não descaracteriza
o tempo de serviço especial para aposentadoria.
E o acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. DIREITO CONSTITUCIONAL
PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL. ART. 201, § 1º, DA
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. REQUISITOS DE CARACTERIZAÇÃO. TEMPO
DE SERVIÇO PRESTADO SOB CONDIÇÕES NOCIVAS. FORNECIMENTO DE
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI. TEMA COM REPERCUSSÃO
GERAL RECONHECIDA PELO PLENÁRIO VIRTUAL. EFETIVA EXPOSIÇÃO A
AGENTES NOCIVOS À SAÚDE. NEUTRALIZAÇÃO DA RELAÇÃO NOCIVA ENTRE
O AGENTE INSALUBRE E O TRABALHADOR. COMPROVAÇÃO NO PERFIL
PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP OU SIMILAR. NÃO
CARACTERIZAÇÃO DOS PRESSUPOSTOS HÁBEIS À CONCESSÃO DE
APOSENTADORIA ESPECIAL. CASO CONCRETO. AGENTE NOCIVO RUÍDO.
UTILIZAÇÃO DE EPI. EFICÁCIA. REDUÇÃO DA NOCIVIDADE. CENÁRIO
ATUAL. IMPOSSIBILIDADE DE NEUTRALIZAÇÃO. NÃO DESCARACTERIZAÇÃO
DAS CONDIÇÕES PREJUDICIAIS. BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO DEVIDO.
AGRAVO CONHECIDO PARA NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO
EXTRAORDINÁRIO. 1. Conduz à admissibilidade do Recurso Extraordinário a
densidade constitucional, no aresto recorrido, do direito fundamental à previdência social
(art. 201, CRFB/88), com reflexos mediatos nos cânones constitucionais do direito à vida
(art. 5º, caput, CRFB/88), à saúde (arts. 3º, 5º e 196, CRFB/88), à dignidade da pessoa
humana (art. 1º, III, CRFB/88) e ao meio ambiente de trabalho equilibrado (arts. 193 e
225, CRFB/88). 2. A eliminação das atividades laborais nocivas deve ser a meta maior
da Sociedade - Estado, empresariado, trabalhadores e representantes sindicais -, que
devem voltar-se incessantemente para com a defesa da saúde dos trabalhadores, como
enuncia a Constituição da República, ao erigir como pilares do Estado Democrático de
Direito a dignidade humana (art. 1º, III, CRFB/88), a valorização social do trabalho, a
preservação da vida e da saúde (art. 3º, 5º, e 196, CRFB/88), e o meio ambiente de
trabalho equilibrado (art. 193, e 225, CRFB/88). 3. A aposentadoria especial prevista no
artigo 201, § 1º, da Constituição da República, significa que poderão ser adotados, para
concessão de aposentadorias aos beneficiários do regime geral de previdência social,
requisitos e critérios diferenciados nos "casos de atividades exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, e quando se tratar de
segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar". 4. A
aposentadoria especial possui nítido caráter preventivo e impõe-se para aqueles
trabalhadores que laboram expostos a agentes prejudiciais à saúde e a fortiori possuem
um desgaste naturalmente maior, por que não se lhes pode exigir o cumprimento do
mesmo tempo de contribuição que aqueles empregados que não se encontram expostos a
nenhum agente nocivo. 5. A norma inscrita no art. 195, § 5º, CRFB/88, veda a criação,
majoração ou extensão de benefício sem a correspondente fonte de custeio, disposição
dirigida ao legislador ordinário, sendo inexigível quando se tratar de benefício criado
diretamente pela Constituição. Deveras, o direito à aposentadoria especial foi outorgado
aos seus destinatários por norma constitucional (em sua origem o art. 202, e atualmente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 84 / 527


o art. 201, § 1º, CRFB/88). Precedentes: RE 151.106 AgR/SP, Rel. Min. Celso de Mello,
julgamento em 28/09/1993, Primeira Turma, DJ de 26/11/93; RE 220.742, Rel. Min.
Néri da Silveira, julgamento em 03/03/98, Segunda Turma, DJ de 04/09/1998. 6.
Existência de fonte de custeio para o direito à aposentadoria especial antes, através dos
instrumentos tradicionais de financiamento da previdência social mencionados no art.
195, da CRFB/88, e depois da Medida Provisória nº 1.729/98, posteriormente convertida
na Lei nº 9.732, de 11 de dezembro de 1998. Legislação que, ao reformular o seu modelo
de financiamento, inseriu os §§ 6º e 7º no art. 57 da Lei n.º 8.213/91, e estabeleceu que
este benefício será financiado com recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei nº 8.212/91, cujas alíquotas serão acrescidas de doze, nove ou
seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo segurado a serviço da
empresa permita a concessão de aposentadoria especial após quinze, vinte ou vinte e
cinco anos de contribuição, respectivamente. 7. Por outro lado, o art. 10 da Lei nº
10.666/2003, ao criar o Fator Acidentário de Prevenção-FAP, concedeu redução de até
50% do valor desta contribuição em favor das empresas que disponibilizem aos seus
empregados equipamentos de proteção declarados eficazes nos formulários previstos na
legislação, o qual funciona como incentivo para que as empresas continuem a cumprir a
sua função social, proporcionando um ambiente de trabalho hígido a seus trabalhadores.
8. O risco social aplicável ao benefício previdenciário da aposentadoria especial é o
exercício de atividade em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física
(CRFB/88, art. 201, § 1º), de forma que torna indispensável que o indivíduo trabalhe
exposto a uma nocividade notadamente capaz de ensejar o referido dano, porquanto a
tutela legal considera a exposição do segurado pelo risco presumido presente na relação
entre agente nocivo e o trabalhador. 9. A interpretação do instituto da aposentadoria
especial mais consentânea com o texto constitucional é aquela que conduz a uma
proteção efetiva do trabalhador, considerando o benefício da aposentadoria especial
excepcional, destinado ao segurado que efetivamente exerceu suas atividades laborativas
em "condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física". 10.
Consectariamente, a primeira tese objetiva que se firma é: o direito à aposentadoria
especial pressupõe a efetiva exposição do trabalhador a agente nocivo à sua saúde, de
modo que, se o EPI for realmente capaz de neutralizar a nocividade não haverá respaldo
constitucional à aposentadoria especial. 11. A Administração poderá, no exercício da
fiscalização, aferir as informações prestadas pela empresa, sem prejuízo do inafastável
judicial review. Em caso de divergência ou dúvida sobre a real eficácia do Equipamento
de Proteção Individual, a premissa a nortear a Administração e o Judiciário é pelo
reconhecimento do direito ao benefício da aposentadoria especial. Isto porque o uso de
EPI, no caso concreto, pode não se afigurar suficiente para descaracterizar
completamente a relação nociva a que o empregado se submete. 12. In casu, tratando-se
especificamente do agente nocivo ruído, desde que em limites acima do limite legal,
constata-se que, apesar do uso de Equipamento de Proteção Individual (protetor
auricular) reduzir a agressividade do ruído a um nível tolerável, até no mesmo patamar
da normalidade, a potência do som em tais ambientes causa danos ao organismo que
vão muito além daqueles relacionados à perda das funções auditivas. O benefício
previsto neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de
que trata o inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas
serão acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida
pelo segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. O benefício previsto
neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas serão
acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo
segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. 13. Ainda que se

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 85 / 527


pudesse aceitar que o problema causado pela exposição ao ruído relacionasse apenas à
perda das funções auditivas, o que indubitavelmente não é o caso, é certo que não se
pode garantir uma eficácia real na eliminação dos efeitos do agente nocivo ruído com a
simples utilização de EPI, pois são inúmeros os fatores que influenciam na sua
efetividade, dentro dos quais muitos são impassíveis de um controle efetivo, tanto pelas
empresas, quanto pelos trabalhadores. 14. Desse modo, a segunda tese fixada neste
Recurso Extraordinário é a seguinte: na hipótese de exposição do trabalhador a ruído
acima dos limites legais de tolerância, a declaração do empregador, no âmbito do Perfil
Profissiográfico Previdenciário (PPP), no sentido da eficácia do Equipamento de
Proteção Individual - EPI, não descaracteriza o tempo de serviço especial para
aposentadoria. 15. Agravo conhecido para negar provimento ao Recurso Extraordinário.
(ARE 664335, Relator(a): Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, julgado em 04/12/2014,
ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-029 DIVULG 11-02-2015 PUBLIC 12-02-2015)
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, complementando a decisão das fls. 237/238, nego seguimento
ao recurso extraordinário, com base no Tema STF nº 555, também.
Intimem-se.

00023 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0021255-84.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA EDNA RODRIGUES CHINELATTO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,
apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 96 - Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da
conta de liquidação e a expedição do requisitório
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU
PRECATÓRIO. Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da
requisição ou do precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal
Pleno, julgado em 19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-
2017 PUBLIC 30-06-2017)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Ressalvo que eventual alegação sobre a impossibilidade de expedição de
precatório complementar está inserida no julgamento do tema nº 96, conforme decisão do
Ministro Alexandre de Moraes no RE nº 1.041.476/PR, devolvendo os autos a esta Corte para
observância do tema aludido.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 86 / 527


Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00024 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001011-03.2014.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CIRCE DE BARROS REZENDE
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,
apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 96 - Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da
conta de liquidação e a expedição do requisitório
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU
PRECATÓRIO. Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da
requisição ou do precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal
Pleno, julgado em 19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-
2017 PUBLIC 30-06-2017)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Ressalvo que eventual alegação sobre a impossibilidade de expedição de
precatório complementar está inserida no julgamento do tema nº 96, conforme decisão do
Ministro Alexandre de Moraes no RE nº 1.041.476/PR, devolvendo os autos a esta Corte para
observância do tema aludido.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00025 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005832-50.2014.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VANDERLEI SANTINI
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 87 / 527
inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,
apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 96 - Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da
conta de liquidação e a expedição do requisitório
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU
PRECATÓRIO. Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da
requisição ou do precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal
Pleno, julgado em 19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-
2017 PUBLIC 30-06-2017)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Ressalvo que eventual alegação sobre a impossibilidade de expedição de
precatório complementar está inserida no julgamento do tema nº 96, conforme decisão do
Ministro Alexandre de Moraes no RE nº 1.041.476/PR, devolvendo os autos a esta Corte para
observância do tema aludido.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00026 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM REOAC Nº 0020096-72.2014.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VALDEMAR GIL
ADVOGADO : Mônica Morgan Veronezi

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto pelo INSS, com fundamento no art.


102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,


apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes sobre
as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da Lei
9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS


MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 88 / 527
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE CORREÇÃO
MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE PROPRIEDADE (CRFB,
ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE MEIOS E FINS.
INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO DA CADERNETA DE
POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS MORATÓRIOS DE
CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO ORIUNDAS DE
RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À
ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º,
CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio
constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º, caput), no seu núcleo essencial, revela que o
art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que
disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, os quais
devem observar os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera seu
crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa da tributária, a fixação dos juros
moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é constitucional,
permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto legal supramencionado. 2. O direito
fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII) repugna o disposto no art. 1º-F da Lei
nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, porquanto a atualização
monetária das condenações impostas à Fazenda Pública segundo a remuneração oficial
da caderneta de poupança não se qualifica como medida adequada a capturar a
variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina. 3. A
correção monetária tem como escopo preservar o poder aquisitivo da moeda diante da
sua desvalorização nominal provocada pela inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto
instrumento de troca, só tem valor na medida em que capaz de ser transformada em bens
e serviços. A inflação, por representar o aumento persistente e generalizado do nível de
preços, distorce, no tempo, a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW,
N.G. Macroeconomia. Rio de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e
STARTZ, R. Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10;
BLANCHARD, O. Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção
monetária e a inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de
adequação lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de
capturar a segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem
consubstanciar autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente
provido.

Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

É bem verdade que existe pequena diferença, mas desfavorável ao órgão


recorrente.

Eventualmente, poder-se-ia perquirir ter o STF acenado no paradigma pela


incidência do IPCA-E. Não obstante, a diferença entre esse índice e o aplicado pela Turma é
mínima - e desfavorável ao órgão recorrente. De fato, o acumulado do IPCA-E no período
(2011/2017) é superior ao IPCA em apenas 0,3%. Se considerado o INPC, a diferença é de
0,88% no mesmo intervalo.

Assim, diante da vedação da reformatio in pejus, deve ser mantido o acórdão no


tópico, sendo inviável o prosseguimento do recurso especial e/ou extraordinário, tendo em
conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 89 / 527


Intimem-se.

00027 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001226-42.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CASTURINA DA SILVA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,
apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 96 - Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da
conta de liquidação e a expedição do requisitório
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU
PRECATÓRIO. Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da
requisição ou do precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal
Pleno, julgado em 19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-
2017 PUBLIC 30-06-2017)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Ressalvo que eventual alegação sobre a impossibilidade de expedição de
precatório complementar está inserida no julgamento do tema nº 96, conforme decisão do
Ministro Alexandre de Moraes no RE nº 1.041.476/PR, devolvendo os autos a esta Corte para
observância do tema aludido.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 6015/2018

(Localizador: PE04C2)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 90 / 527


Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA À(S)


PARTE(S) AGRAVADAS(S) PARA OFERECER(EM) RESPOSTA(S).
.
00001 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM APELRE Nº 0011546-
65.2008.4.04.7100/RS
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : PEDRO ADILSON BALD e outros
ADVOGADO : Cristiano Borges Castilhos e outros
: Laura Agrifoglio Vianna e outro
: Lucio Roca Braganca e outro
00002 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM EINF Nº
2009.70.00.005523-7/PR
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : TADEU WOLANSKI
ADVOGADO : Jovelino Artifon
00003 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM AC Nº 0000717-19.2012.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : ALCINO OLAVO KOCH
ADVOGADO : Angelo Assmann e outro
00004 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM AC Nº 0005076-75.2013.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : FLORINA CECILIA BRIXNER
ADVOGADO : Adriano Jose Ost e outro
00005 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM AC Nº 0010621-92.2014.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : JARBAS ODILON TOIGO
ADVOGADO : Wagner Segala
00006 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM APELRE Nº 0010669-
51.2014.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : FLAVIO MARCHALEK
ADVOGADO : Jair de Souza Santos
00007 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AC Nº
0019007-14.2014.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 91 / 527


AGRTE : JULIANA GODINHO DA SILVA
ADVOGADO : Junio Schardosim Peres
AGRDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : BIANCA FERRAZ DA SILVA SANTOS
ADVOGADO : Felipe Rodrigues de Bitencourt e outro
00008 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AR Nº
0000089-49.2015.4.04.0000/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : AURI ALTAMIR LAZZAROTTO
ADVOGADO : Alvadi Antônio Griseli
00009 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AC Nº
0000841-94.2015.4.04.9999/SC
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : NERI INHAIA
ADVOGADO : Lisandra Carla Dalla Vecchia Martins
00010 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM APELRE Nº
0019969-03.2015.4.04.9999/SC
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : ZULMIRA DEEKE
ADVOGADO : Glauco Humberto Bork e outro
00011 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AC Nº
0010771-05.2016.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : NEURO SARTORI
ADVOGADO : Reinaldo Jose Cornelli
00012 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM APELRE Nº
0012826-26.2016.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : DILSON JAIR BARTZ
ADVOGADO : Ana Carolina Alves
00013 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AC Nº
0002327-46.2017.4.04.9999/SC
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : ANAIR TEIXEIRA DA SILVA
ADVOGADO : Claudiomir Giaretton
00014 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM AC Nº

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 92 / 527


0003325-14.2017.4.04.9999/RS
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
AGRDO : VANDERLEI MACHADO MENGUE
ADVOGADO : Cesar Augusto Ramos Grazziotin
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 8029/2018
(Localizador: FN01C5)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2001.72.09.001162-3/SC
RECTE : COM/ E IND/ BREITHAUPT S/A
ADVOGADO : Joao Joaquim Martinelli e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : SERVICO BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE SANTA
CATARINA - SEBRAE/SC
ADVOGADO : Paulo Ricardo Brinckmann Oliveira e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, cuja a
ementa estampa:

EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL. ADESÃO A PARCELAMENTO. DESISTÊNCIA DA


AÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. MINORAÇÃO. 1. O STJ, na sistemática do art.
543-C do CPC, definiu que o art. 6º, § 1º, da Lei nº 11.941, de 2009, só dispensou dos
honorários advocatícios o sujeito passivo que desistir de ação judicial em que requeira 'o
restabelecimento de sua opção ou a sua reinclusão em outros parcelamentos'. Nas demais
hipóteses, à míngua de disposição legal em sentido contrário, aplica-se o artigo 26, caput,
do Código de Processo Civil, que determina o pagamento dos honorários advocatícios
pela parte que desistiu do feito. 2. Honorários advocatícios reduzidos, em atenção às
diretrizes contidas no art. 20, §§ 3º e 4º, do CPC.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 93 / 527


00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2001.72.09.001162-3/SC
RECTE : COM/ E IND/ BREITHAUPT S/A
ADVOGADO : Joao Joaquim Martinelli e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
INTERESSADO : SERVICO BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE SANTA
CATARINA - SEBRAE/SC
ADVOGADO : Paulo Ricardo Brinckmann Oliveira e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, cuja a
ementa estampa:

EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL. ADESÃO A PARCELAMENTO. DESISTÊNCIA DA


AÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. MINORAÇÃO. 1. O STJ, na sistemática do art.
543-C do CPC, definiu que o art. 6º, § 1º, da Lei nº 11.941, de 2009, só dispensou dos
honorários advocatícios o sujeito passivo que desistir de ação judicial em que requeira 'o
restabelecimento de sua opção ou a sua reinclusão em outros parcelamentos'. Nas demais
hipóteses, à míngua de disposição legal em sentido contrário, aplica-se o artigo 26, caput,
do Código de Processo Civil, que determina o pagamento dos honorários advocatícios
pela parte que desistiu do feito. 2. Honorários advocatícios reduzidos, em atenção às
diretrizes contidas no art. 20, §§ 3º e 4º, do CPC.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00003 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0001667-73.2009.4.04.7108/RS


APELANTE : SINDICATO DAS INDÚSTRIAS METAL-MECÂNICA E ELETRO-ELETRÔNICAS DE
CANOAS E NOVA SANTA RITA - SIMECAN
ADVOGADO : Marco Antonio Aparecido de Lima
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
REMETENTE : JUÍZO FEDERAL DA 1A VF DE NOVO HAMBURGO

DECISÃO

A União interpôs recurso especial insurgindo-se contra o seguinte acórdão:

TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA INCIDENTE SOBRE AVISO PRÉVIO


INDENIZADO. ILEGALIDADE. DECRETO 6.727/09. COMPENSAÇÃO.

Ainda que operada a revogação da alínea "f" do § 9º do art. 214 do Decreto 3.038/99, a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 94 / 527


Ainda que operada a revogação da alínea "f" do § 9º do art. 214 do Decreto 3.038/99, a
contribuição não poderia ser exigida sobre a parcela paga ao empregado a título de
aviso prévio, porquanto a natureza de tais valores continua sendo indenizatória, não
integrando, portanto, o salário-de-contribuição.

Sustentou a recorrente a incidência de contribuição previdenciária no aviso


prévio indenizado e no décimo terceiro salário proporcional.
Argumentou, no tocante à compensação, que o aproveitamento do crédito
deverá obedecer à limitação de 30% do valor a ser recolhido em cada competência.
Admitido, retornou do Superior Tribunal de Justiça com determinação de
aguardar o julgamento do recurso repetitivo 1.230957/RS.
Decido.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957 sob o rito dos
recursos repetitivos, editou o Tema nº 478 uniformizando a jurisprudência quanto à
contribuição previdenciária no aviso prévio indenizado:

Tema 478 - Não incide contribuição previdenciária sobre os valores pagos a título de
aviso prévio indenizado, por não se tratar de verba salarial.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).
Diante do preenchimento dos requisitos, quanto às questões remanescentes que
não se amoldam àquela sedimentada no Tema STJ nº 478, admito o recurso especial.
Intimem-se.
00004 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0023389-50.2014.4.04.9999/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ELZA DIAS REGHELIN e outro
ADVOGADO : Ricardo Barbosa Alfonsin e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00005 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0000323-60.2017.4.04.0000/RS
RECTE : REJANE BRAYER PEREIRA
ADVOGADO : Lauvir de Quevedo Barboza e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
INTERESSADO : AGROPECUARIA HYANDU LTDA - ME
: JESUS LEONARDO BRAYER PEREIRA

DECISÃO

Por esses motivos, admito o recurso especial.


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 95 / 527


Expediente Recursos Nro 8030/2018
(Localizador: PE10C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2007.70.00.007501-0/PR
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARIA TEREZINHA GELENSKI sucessão
: JORGE AIRTON BARBOSA sucessão
: PAULO ROBERTO BARBOSA sucessão
ADVOGADO : Ana Carolina Galleas Levandoski
RECDO : MAGDALENA BARBOSA espólio
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00002 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.029140-6/RS
RECTE : FAUSTA URBANA SERISSOLA
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.029140-6/RS
RECTE : FAUSTA URBANA SERISSOLA
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00004 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2009.72.01.001603-8/SC
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : 4B BRASIL LTDA/
ADVOGADO : Claudiomiro Filippi Chiela
: Reni Donatti e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 96 / 527


DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.72.01.001603-8/SC
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : 4B BRASIL LTDA/
ADVOGADO : Claudiomiro Filippi Chiela
: Reni Donatti e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00006 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0003952-62.2010.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DELAIDI MIOTO RAMPAZZO
ADVOGADO : Sergio Menegaz

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso especial representativo da


controvérsia, pacificou o assunto ora tratado nos seguintes termos:

Tema STJ nº 692 - "A reforma da decisão que antecipa a tutela obriga o autor da ação a
devolver os benefícios previdenciários indevidamente recebidos."

Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do Novo
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado,
conforme ementa a seguir:

ADMINISTRATIVO. DEVOLUÇÃO DE VALORES DE BENEFÍCIO RECEBIDOS EM


DECORRÊNCAI DE DECISÃO JUDICIAL PRECÁRIA. PENSÃO ESPECIAL. SÍNDROME
DE TALIDOMIDA. PENSIONAMENTO DE NATUREZA CIVIL. NATUREZA
ADMINISTRATIVA. JUÍZO DE RETRATAÇÃO.

O pensionamento postulado/concedido aos usuários de talidomida, nos termos da Lei


7.070/82, ainda que seja pago pelo INSS, possui natureza administrativa.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 97 / 527


Em se tratando de verbas de natureza administrativa, não se aplica a orientação
consolidada pelo STJ (Tema 692), que é restrita a benefícios previdenciários.

Ademais, a 4ª Turma adotou o posicionamento do STF segundo o qual as normas insertas


nas Leis n.ºs 8.112/1990 e 8.213/1991 devem ser interpretadas em consonância com os
princípios gerais de direito, de modo que os valores de natureza alimentar não são
passíveis de restituição.

Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa


aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, c, ou do art. 1.041
do Novo CPC.

Ante o exposto, admito o recurso especial.

Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0009716-19.2011.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOAO MARIA FRANCA
ADVOGADO : Sergio Paulo Franca de Almeida

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, a e c, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da
matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.
Ante o exposto, admito o recurso especial.
Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0007798-43.2012.4.04.0000/PR


RECTE : REDRAM CONSTRUTORA DE OBRAS LTDA/
ADVOGADO : Carlos Alberto Farracha de Castro e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES -
DNIT
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00009 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0000423-54.2013.4.04.0000/RS
RECTE : SÉRGIO LUIZ PINTO DA COSTA e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 98 / 527


: VLADIMIR SOARES AQUINO
: LUIZ FERNANDO DOS SANTOS PEREIRA
: VILSON VALERIO JUSTIN
: NILTON VALDETAR GOMES DOS SANTOS
: PAULO RICARDO SARMENTO DENIZ
: JAIRO SOARES DA FONSECA
: JOSÉ ANTÔNIO MALHEIROS MONTEIRO
: CILESIA DE VARGAS VEIGA
: OLMIRO JOSÉ CARPES
ADVOGADO : Maristela Pinto da Mota e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Em seu recurso especial, a recorrente busca o reconhecimento da "possibilidade


de execução dos juros moratórios devidos entre a data de elaboração dos cálculos de
liquidação que instruiu a execução e a data de inscrição do precatório no orçamento, relativo
às parcela incontroversa".

Haja vista a inexistência de controvérsia ou tema repetitivo a justificar a


suspensão do recurso especial da parte recorrente, o recurso merece prosseguir, tendo em
conta o devido prequestionamento da matéria relativa aos dispositivos supostamente
contrariados. Além disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, torno sem efeito a decisão de suspensão e admito o recurso


especial.

Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0018642-57.2014.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : Remi Rodrigues Filho
ADVOGADO : Daniel Domiciano de Bem

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00011 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000399-21.2016.4.04.0000/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : FLAVIA ALICE RENTSCH
ADVOGADO : Denise Gomes Siqueira de Grandi e outro
: Ronaldo Luiz Ponzi e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 99 / 527


DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AR Nº 0000399-21.2016.4.04.0000/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : FLAVIA ALICE RENTSCH
ADVOGADO : Denise Gomes Siqueira de Grandi e outro
: Ronaldo Luiz Ponzi e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10089/2018
(Localizador: BX04C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº
2001.04.01.020943-1/RS
EMBARGANTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO
ALEGRE - UFCSPA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBARGADO : PEDRO ALVES D'AZEVEDO e outro
ADVOGADO : Rogerio Viola Coelho e outros

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos por UFCSPA, contra a decisão das


fls. 147 e verso, lançada nos seguintes termos:

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102, inciso III, da
Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral, apreciou


o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF nº 45 - Possibilidade de execução provisória de obrigação de fazer contra a


Fazenda Pública

O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 100 / 527


RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL. DIREITO
CONSTITUCIONAL FINANCEIRO. SISTEMÁTICA DOS PRECATÓRIOS (ART. 100,
CF/88). EXECUÇÃO PROVISÓRIA DE DÉBITOS DA FAZENDA PÚBLICA. OBRIGAÇÃO
DE FAZER. SENTENÇA COM TRÂNSITO EM JULGADO. EMENDA CONSTITUCIONAL
30/2000.

1. Fixação da seguinte tese ao Tema 45 da sistemática da repercussão geral: "A execução


provisória de obrigação de fazer em face da Fazenda Pública não atrai o regime
constitucional dos precatórios."

2. A jurisprudência do STF firmou-se no sentido da inaplicabilidade ao Poder Público do


regime jurídico da execução provisória de prestação de pagar quantia certa, após o
advento da Emenda Constitucional 30/2000. Precedentes.

3. A sistemática constitucional dos precatórios não se aplica às obrigações de fato


positivo ou negativo, dado a excepcionalidade do regime de pagamento de débitos pela
Fazenda Pública, cuja interpretação deve ser restrita. Por consequência, a situação rege-
se pela regra geral de que toda decisão não autossuficiente pode ser cumprida de
maneira imediata, na pendência de recursos não recebidos com efeito suspensivo.

4. Não se encontra parâmetro constitucional ou legal que obste a pretensão de execução


provisória de sentença condenatória de obrigação de fazer relativa à implantação de
pensão de militar, antes do trânsito em julgado dos embargos do devedor opostos pela
Fazenda Pública.

5. Há compatibilidade material entre o regime de cumprimento integral de decisão


provisória e a sistemática dos precatórios, haja vista que este apenas se refere às
obrigações de pagar quantia certa.

6. Recurso extraordinário a que se nega provimento.

Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a
pretensão recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em conta a


sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

Sustenta a parte embargante a existência de vício na aplicação, à hipótese em


exame, do Tema STF nº 45, pois seria ele pertinente a obrigação de fazer, ao passo que, no
caso, a discussão seria referente a obrigação de pagar.

Foram apresentadas contrarrazões.

É o relatório.

Sem razão a parte embargante.

Na ementa do acórdão de mérito do paradigma do Tema STF nº 45 (RE nº


573.872/RS) se verifica a pertinência da aplicação do Tema impugnado, ao caso em exame:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 101 / 527


RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL. DIREITO
CONSTITUCIONAL FINANCEIRO. SISTEMÁTICA DOS PRECATÓRIOS (ART. 100,
CF/88). EXECUÇÃO PROVISÓRIA DE DÉBITOS DA FAZENDA PÚBLICA. OBRIGAÇÃO
DE FAZER. SENTENÇA COM TRÂNSITO EM JULGADO. EMENDA CONSTITUCIONAL
30/2000. 1. Fixação da seguinte tese ao Tema 45 da sistemática da repercussão geral: "A
execução provisória de obrigação de fazer em face da Fazenda Pública não atrai o
regime constitucional dos precatórios." 2. A jurisprudência do STF firmou-se no sentido
da inaplicabilidade ao Poder Público do regime jurídico da execução provisória de
prestação de pagar quantia certa, após o advento da Emenda Constitucional 30/2000.
Precedentes. 3. A sistemática constitucional dos precatórios não se aplica às obrigações
de fato positivo ou negativo, dado a excepcionalidade do regime de pagamento de
débitos pela Fazenda Pública, cuja interpretação deve ser restrita. Por consequência, a
situação rege-se pela regra regal de que toda decisão não autossuficiente pode ser
cumprida de maneira imediata, na pendência de recursos não recebidos com efeito
suspensivo. 4. Não se encontra parâmetro constitucional ou legal que obste a pretensão
de execução provisória de sentença condenatória de obrigação de fazer relativa à
implantação de pensão de militar, antes do trânsito em julgado dos embargos do devedor
opostos pela Fazenda Pública. 5. Há compatibilidade material entre o regime de
cumprimento integral de decisão provisória e a sistemática dos precatórios, haja vista
que este apenas se refere às obrigações de pagar quantia certa. 6. Recurso
extraordinário a que se nega provimento.

(RE 573872, Relator(a): Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, julgado em 24/05/2017,
PROCESSO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-204 DIVULG 08-09-
2017 PUBLIC 11-09-2017)

Desse modo, não se verifica a ocorrência de vício suscitada.

Diante do exposto, rejeito os embargos de declaração.

Intimem-se.

00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2006.70.00.028357-9/PR


RECTE : BEATRIZ DE BRITO MARTINS e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Ao publicar acórdão em recurso submetido à sistemática dos repetitivos, o E.


STJ fixou a seguinte tese a ser aplicada:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 102 / 527
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A
modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade
dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Remetam-se, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para eventual juízo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 103 / 527


de retratação, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2006.70.00.028357-9/PR


RECTE : BEATRIZ DE BRITO MARTINS e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Tendo em vista que o entendimento adotado por esta Corte sobre "Validade da
correção monetária e dos juros moratórios incidentes sobre as condenações impostas à
Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da Lei 9.494/1997, com a redação dada
pela Lei 11.960/2009." parece divergir da solução que lhe emprestou o STF ao apreciar o(s)
Tema(s) nº(s) 810 da repercussão geral, remetam-se os autos à Turma/Seção deste Regional
para eventual juízo de retratação, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
CPC.

00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.70.00.028357-9/PR


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
APELANTE : BEATRIZ DE BRITO MARTINS e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outros
APELADO : (Os mesmos)

DESPACHO

Revogo as decisões de fls. 1602 e 1603, que suspendeu o Recurso Especial (fls.
1281/1286) e sobrestou o Recurso Extraordinário (fls. 1288/1291) do INSS, tendo em vista
que a questão referente à atualização do débito exequendo, juros de mora e correção
monetária, a partir da vigência da Lei nº 11.960/09, já foi objeto de retratação, conforme
decisão de fls. 1388/1391.

00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.71.08.002715-0/RS


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
APELADO : CARLOS ALBERTO KOAKOSKI
ADVOGADO : Clarissa Santos Lucena

DECISÃO

Assiste razão ao INSS em sua manifestação da fl. 266, haja vista seu recurso
especial ter sido admitido na decisão das fls. 221/222, ao passo que no E. STJ foi examinado

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 104 / 527


o recurso especial da parte apelada, apenas.

Ante o exposto, devolva-se o feito ao E. STJ. No retorno, venham os autos


conclusos para o exame dos aclaratórios da autarquia, fl. 268.

Intimem-se.

00006 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.ESPECIAL EM Agrext Nº


2009.04.00.008128-3/SC
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
AGRDO : SINDICATO DOS TRABALHADORES EM SAUDE E PREVIDENCIA DO SERVICO
PUBLICO FEDERAL NO ESTADO DE SANTA CATARINA - SINDPREVS/SC
ADVOGADO : José Augusto Pedroso Alvarenga e outros

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 105 / 527


EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL
RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00007 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


2009.04.00.022256-5/SC
AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
AGRDO : SINDICATO DOS TRABALHADORES EM SAUDE E PREVIDENCIA DO SERVICO
PUBLICO FEDERAL NO ESTADO DE SANTA CATARINA - SINDPREVS/SC
ADVOGADO : Jose Augusto Pedroso Alvarenga

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 106 / 527


PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00008 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019658-


95.2009.4.04.7000/PR
EMBARGANTE : CLENIR LUCELIA OSIK DE LIMA e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
: Jose Luis Wagner
EMBARGADO : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos por Clenir Lucélia Osik de Lima e

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 107 / 527


outros contra a decisão das fls. 547 e verso, assim exarada:

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III, da
Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais) representativo(s) da


controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:

Tema STJ 880 - "A partir da vigência da Lei n. 10.444/2002, que incluiu o § 1º ao art.
604, dispositivo que foi sucedido, conforme Lei n. 11.232/2005, pelo art. 475-B, §§ 1º e
2º, todos do CPC/1973, não é mais imprescindível, para acertamento de cálculos, a
juntada de documentos pela parte executada ou por terceiros, reputando-se correta a
conta apresentada pelo exequente, quando a requisição judicial de tais documentos
deixar de ser atendida, injustificadamente, depois de transcorrido o prazo legal. Assim,
sob a égide do diploma legal citado, incide o lapso prescricional, pelo prazo respectivo
da demanda de conhecimento (Súmula 150/STF), sem interrupção ou suspensão, não se
podendo invocar qualquer demora na diligência para obtenção de fichas financeiras ou
outros documentos perante a administração ou junto a terceiros."

Em relação à vexata quaestio o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a
pretensão recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta a


sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

Sustenta a parte embargante ser o caso da aplicação da tese firmada no Tema


STJ 880 em seu favor, em razão do trânsito em julgado do título antes da entrada em vigor da
Lei nº 10.444/2002, ou seja, o prazo prescricional iniciaria em 08/08/2002, com a entrada em
vigor da referida lei, considerando-se, porém, a autuação da Medida Cautelar de Protesto
Interruptivo (processo 2007.70.00.001922-4/PR), em 19/01/2007, o que teria acrescentado
mais dois anos e meio, a partir daquela data, para promover a execução. Requer seja afastada
condenação na multa (fls. 491/493v).

A parte embargada foi intimada para responder, mas não veio aos autos.

É o relatório. Decido.

A questão suscitada, pertinente ao alegado protesto interruptivo, fato que a


recorrente alega incidir na contagem do prazo prescricional, não está contida no julgamento
do representativo da controvérsia do Tema STJ nº 880.

Assim, o recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido


prequestionamento da matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, acolho os embargos de declaração para admitir o recurso


especial de Clenir Lucélia Osik de Lima e outros.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 108 / 527


Intime-se.

00009 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº


0018112-19.2010.4.04.0000/RS
EMBARGANTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBARGADO : JAINA MARIA DA ROCHA FAGUNDES e outros
ADVOGADO : Raquel Carvalho Coelho e outros

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos por UFRGS, contra a decisão das


fls. 156 e verso, lançada nos seguintes termos:

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102, inciso III, da
Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral, apreciou


o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF nº 45 - Possibilidade de execução provisória de obrigação de fazer contra a


Fazenda Pública

O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL. DIREITO


CONSTITUCIONAL FINANCEIRO. SISTEMÁTICA DOS PRECATÓRIOS (ART. 100,
CF/88). EXECUÇÃO PROVISÓRIA DE DÉBITOS DA FAZENDA PÚBLICA. OBRIGAÇÃO
DE FAZER. SENTENÇA COM TRÂNSITO EM JULGADO. EMENDA CONSTITUCIONAL
30/2000.

1. Fixação da seguinte tese ao Tema 45 da sistemática da repercussão geral: "A execução


provisória de obrigação de fazer em face da Fazenda Pública não atrai o regime
constitucional dos precatórios."

2. A jurisprudência do STF firmou-se no sentido da inaplicabilidade ao Poder Público do


regime jurídico da execução provisória de prestação de pagar quantia certa, após o
advento da Emenda Constitucional 30/2000. Precedentes.

3. A sistemática constitucional dos precatórios não se aplica às obrigações de fato


positivo ou negativo, dado a excepcionalidade do regime de pagamento de débitos pela
Fazenda Pública, cuja interpretação deve ser restrita. Por consequência, a situação rege-
se pela regra geral de que toda decisão não autossuficiente pode ser cumprida de
maneira imediata, na pendência de recursos não recebidos com efeito suspensivo.

4. Não se encontra parâmetro constitucional ou legal que obste a pretensão de execução


provisória de sentença condenatória de obrigação de fazer relativa à implantação de
pensão de militar, antes do trânsito em julgado dos embargos do devedor opostos pela
Fazenda Pública.

5. Há compatibilidade material entre o regime de cumprimento integral de decisão


provisória e a sistemática dos precatórios, haja vista que este apenas se refere às
obrigações de pagar quantia certa.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 109 / 527
obrigações de pagar quantia certa.

6. Recurso extraordinário a que se nega provimento.

Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a
pretensão recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em conta a


sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

Sustenta a parte embargante a existência de vício na aplicação, à hipótese em


exame, do Tema STF nº 45, pois seria ele pertinente a obrigação de fazer, ao passo que, no
caso, a discussão seria referente a obrigação de pagar.

Foram apresentadas contrarrazões.

É o relatório.

Sem razão a parte embargante.

Na ementa do acórdão de mérito do paradigma do Tema STF nº 45 (RE nº


573.872/RS) se verifica a pertinência da aplicação do Tema impugnado, ao caso em exame:

RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL. DIREITO


CONSTITUCIONAL FINANCEIRO. SISTEMÁTICA DOS PRECATÓRIOS (ART. 100,
CF/88). EXECUÇÃO PROVISÓRIA DE DÉBITOS DA FAZENDA PÚBLICA. OBRIGAÇÃO
DE FAZER. SENTENÇA COM TRÂNSITO EM JULGADO. EMENDA CONSTITUCIONAL
30/2000. 1. Fixação da seguinte tese ao Tema 45 da sistemática da repercussão geral: "A
execução provisória de obrigação de fazer em face da Fazenda Pública não atrai o
regime constitucional dos precatórios." 2. A jurisprudência do STF firmou-se no sentido
da inaplicabilidade ao Poder Público do regime jurídico da execução provisória de
prestação de pagar quantia certa, após o advento da Emenda Constitucional 30/2000.
Precedentes. 3. A sistemática constitucional dos precatórios não se aplica às obrigações
de fato positivo ou negativo, dado a excepcionalidade do regime de pagamento de
débitos pela Fazenda Pública, cuja interpretação deve ser restrita. Por consequência, a
situação rege-se pela regra regal de que toda decisão não autossuficiente pode ser
cumprida de maneira imediata, na pendência de recursos não recebidos com efeito
suspensivo. 4. Não se encontra parâmetro constitucional ou legal que obste a pretensão
de execução provisória de sentença condenatória de obrigação de fazer relativa à
implantação de pensão de militar, antes do trânsito em julgado dos embargos do devedor
opostos pela Fazenda Pública. 5. Há compatibilidade material entre o regime de
cumprimento integral de decisão provisória e a sistemática dos precatórios, haja vista
que este apenas se refere às obrigações de pagar quantia certa. 6. Recurso
extraordinário a que se nega provimento.

(RE 573872, Relator(a): Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, julgado em 24/05/2017,
PROCESSO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-204 DIVULG 08-09-
2017 PUBLIC 11-09-2017)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 110 / 527


Desse modo, não se verifica a ocorrência de vício suscitada.

Diante do exposto, rejeito os embargos de declaração.

Intimem-se.

00010 AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº 0002623-


05.2011.4.04.0000/RS
AGRAVANTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -
UFRGS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
AGRAVADO : NYDIA DE LA CONCEPCION MACHADO MEJIA
ADVOGADO : Wanda Marisa Gomes Siqueira e outros

DECISÃO

Considerando que o Superior Tribunal de Justiça em EDcl no AgRg no Recurso


Especial nº 1.267.900/RS, decidiu por dar provimento ao REsp da UFRGS e julgar
improcedente o pedido autoral, inclusive com ônus de sucumbência (fls. 733/34), resta
prejudicado o presente Agravo em Recurso Extraordinário.

Intimem-se.

Após, dê-se baixa e arquivem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10090/2018
(Localizador: FN02C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 96.04.16267-5/RS
APELANTE : BIER SCHARLAU E CIA/ LTDA/
ADVOGADO : Adelmir Pompilio Grendene e outros
APELADO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.


00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2008.71.00.008129-5/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 111 / 527


ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CLAUDIO ROBERTO DIAS DE SOUZA
ADVOGADO : Carlos Renato da Silva Martini

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 878 - Discute-se a regra geral de incidência do imposto de renda sobre
juros de mora, com foco nos juros incidentes sobre benefícios previdenciários pagos em
atraso.
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2008.71.00.011295-4/RS


RECORRENTE : LEONEL ANTONIO VIEIRA DA CRUZ
ADVOGADO : Carlos Renato da Silva Martini e outro
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)


acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0020225-29.2009.4.04.7000/PR
RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : RENAULT DO BRASIL S/A
ADVOGADO : Henrique Gaede

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Constitucionalidade da incidência do Imposto de renda -
Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre a taxa
Selic (juros de mora e correção monetária) recebida pelo contribuinte na repetição do
indébito. - Tema(s) nº(s) 962) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo
Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se
possa dar cumprimento ao seu art. 1.040, é preciso aguardar a publicação do acórdão do
recurso representativo da controvérsia.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 112 / 527


Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.72.08.001330-0/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CISA TRADING S/A
ADVOGADO : Bruno Pinho Siqueira
: Jailson Fernandes e outro

DECISÃO

Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10091/2018
(Localizador: BX04C1)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2005.71.00.017083-7/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : CARLOS ALBERTO MORSCH e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ 905 - 1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada
pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações
judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza.<br/>1.1
Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária.<br/>No presente
julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção
monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização
monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a
correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às
situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é
legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno
inflacionário.<br/>1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão.<br/>A

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 113 / 527


modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária
dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta
de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade
dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a
rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se
descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou
pagamento de precatório.<br/><br/>2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com
redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de
mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da
caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública,
excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária.<br/><br/>3.
Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação.<br/>3.1 Condenações
judiciais de natureza administrativa em geral.<br/>As condenações judiciais de natureza
administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002:
juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos
no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a
partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à
vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a
cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei
11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de
poupança; correção monetária com base no IPCA-E. <br/>3.1.1 Condenações judiciais
referentes a servidores e empregados públicos.<br/>As condenações judiciais referentes
a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até
julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples); correção monetária:
índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a
incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de
mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de
mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-
E.<br/>3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e
indiretas.<br/>No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas
e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e
compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97
(com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para
remuneração do capital.<br/>3.2 Condenações judiciais de natureza
previdenciária.<br/>As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza
previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no
que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A
na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da
caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n.
11.960/2009).<br/>3.3 Condenações judiciais de natureza tributária.<br/>A correção
monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários
devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo
disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art.
161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da
entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação
com quaisquer outros índices.<br/><br/>4. Preservação da coisa julgada.<br/>Não
obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de
acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar
eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja
constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto.
Em relação à questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 114 / 527


Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta
a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2005.71.00.017083-7/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : CARLOS ALBERTO MORSCH e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto pela União Federal com


fundamento no art. 102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão
Colegiado desta Corte.
A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou entendimento no sentido
de ser dispensável aguardar o trânsito em julgado para a aplicação da sistemática da
repercussão geral, como também, ser irrelevante a pendência de embargos de declaração no
paradigma. Precedentes: (RE 989413 AgR-ED-ED, Relatora: Min. CÁRMEN LÚCIA
(Presidente), Tribunal Pleno, DJe-261 PUBLIC 17-11-2017); (RE 593849 ED-segundos,
Relator: Min. EDSON FACHIN, Tribunal Pleno, DJe-263 PUBLIC 21-11-2017).

O Supremo Tribunal Federal, em repercussão geral, apreciou o assunto ora


tratado e fixou a tese a ser aplicada:
Tema STF nº 810 - Validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes
sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da
Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.

Tese

I - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em
que disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da Fazenda Pública, é
inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-tributária, aos quais
devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a Fazenda Pública remunera
seu crédito tributário, em respeito ao princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput); quanto às condenações oriundas de relação jurídica não-tributária, a fixação dos
juros moratórios segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança é
constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto no art. 1º-F da Lei nº
9.494/97 com a redação dada pela Lei nº 11.960/09;

II - O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte
em que disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública
segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao
impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII), uma vez
que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da
economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.

O acórdão do recurso paradigma restou assim ementado:


DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS
MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA FAZENDA
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 115 / 527
PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº
11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE
REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO DE
CORREÇÃO MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE
PROPRIEDADE (CRFB, ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE
MEIOS E FINS. INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO
DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS
MORATÓRIOS DE CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO
ORIUNDAS DE RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO
ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E
DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º, CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput), no seu núcleo essencial, revela que o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação
dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a
condenações da Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de
relação jurídico-tributária, os quais devem observar os mesmos juros de mora pelos
quais a Fazenda Pública remunera seu crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa
da tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
legal supramencionado. 2. O direito fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII)
repugna o disposto no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, porquanto a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda
Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança não se qualifica como
medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a
promover os fins a que se destina. 3. A correção monetária tem como escopo preservar o
poder aquisitivo da moeda diante da sua desvalorização nominal provocada pela
inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto instrumento de troca, só tem valor na
medida em que capaz de ser transformada em bens e serviços. A inflação, por
representar o aumento persistente e generalizado do nível de preços, distorce, no tempo,
a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW, N.G. Macroeconomia. Rio
de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R.
Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10; BLANCHARD, O.
Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção monetária e a
inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de adequação
lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de capturar a
segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem consubstanciar
autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente provido.

(RE 870947/SE, Relator: Min. LUIZ FUX, Órgão Julgador:Tribunal Pleno, Public
20.11.2017).

Em relação ao tema, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2005.71.00.017083-7/RS


APELANTE : CARLOS ALBERTO MORSCH e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 116 / 527


ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira
APELANTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Luis Antonio Alcoba de Freitas
APELADO : (Os mesmos)

DESPACHO

Revogo a decisão de fl. 473 que admitiu o RE do particular (fls. 313/336), tendo
em vista que a questão referente à atualização do débito exequendo, juros de mora e correção
monetária, a partir da vigência da Lei nº 11.960/09, já foi objeto de retratação, conforme
decisão de fls. 368/371.
Intimem-se.

00004 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


2009.04.00.005936-8/PR
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : ZOE SABOIA MONTANHA
ADVOGADO : Carlos Andre Guimaraes Pangracio
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 117 / 527


AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO
EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00005 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


2009.04.00.026333-6/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : ALEXANDRE LOBATO
ADVOGADO : Carlos Augusto Meier

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 118 / 527
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00006 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


2009.04.00.036076-7/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : MARCIANO RECKELBERG

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 119 / 527


ADVOGADO : Vanessa Maria Sens Reckelberg

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 120 / 527


AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00007 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


2009.04.00.040475-8/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : MARGARETE SECCO
ADVOGADO : Marcelo Beal Cordova

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 121 / 527


EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL
RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00008 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


0004873-45.2010.4.04.0000/PR
AGRTE : ANGELA CELIA STINGHEN DA SILVA
ADVOGADO : Joao Rodrigo Stinghen Alvarenga e outro
AGRDO : ELIANE ALVARENGA DE PALMER PAIXÃO e outro
ADVOGADO : Claudia Regina Furtado e outro
AGRDO : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 122 / 527


AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO
EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00009 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


0004898-58.2010.4.04.0000/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : ADRIANA TAMY SAITO
ADVOGADO : Fernanda Recco

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 123 / 527


Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código
de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 124 / 527


Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00010 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


0026236-88.2010.4.04.0000/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : CELIO ZANDONAI
ADVOGADO : Paulo Nestor Reimer

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO


EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 125 / 527


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00011 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE REC.EXTRAOR. EM Agrext Nº


0034410-86.2010.4.04.0000/SC
AGRTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
AGRDO : RICARDO JOSE REIMER
ADVOGADO : Paulo Nestor Reimer

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto com apoio no art. 544 do Código


de Processo Civil, com a redação anterior à Lei nº 12.322/2010, contra decisão que não
admitiu recurso extraordinário em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, conforme decisão transitada em


julgado, atendeu a pretensão recursal do ora agravante no julgamento do Recurso Especial,
paralelamente interposto ao extraordinário, versando sobre a mesma matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO


EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL PROVIDO:
DENEGAÇÃO DO MANDADO DE SEGURANÇA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PREJUDICADO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. MULTA APLICADA NO
PERCENTUAL DE 1%, CONFORME O § 4º DO ART. 1.021 DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. (AG.REG. NOS
EMB.DECL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 1.069.871 RIO GRANDE DO SUL
RELATOR :MINISTRO PRESIDENTE 15 de junho de 2017 - Ministra CÁRMEN LÚCIA)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 126 / 527


AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO
EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO EM VIRTUDE DE PROVIMENTO DO RECURSO
ESPECIAL. PERDA DE OBJETO. O Superior Tribunal de Justiça, em decisão transitada
em julgado, deu provimento ao recurso especial, determinando o retorno dos autos à
origem, para que o tribunal a quo aprecie eventual ocorrência de prescrição da ação
considerado o prazo de cinco anos do recebimento das restituições. Recurso
extraordinário prejudicado, por perda de seu objeto. Agravo regimental a que se nega
provimento" (AI n. 651.966-AgR, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Segunda Turma,
DJe 17.9.2012).

EMB. DECL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL


RELATORA :MIN. ROSA WEBER EMBTE.(S) :SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS
DO RIO GRANDE DO SUL - SINDSERF/RS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO RECEBIDOS
COMO AGRAVO REGIMENTAL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL
PROVIDO. DECISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRANSITADA EM
JULGADO. SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. ART. 512 DO CPC. PERDA
DO OBJETO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
PREJUDICADO. ACÓRDÃO RECORRIDO PUBLICADO EM 24.10.2005. Substituído, a
teor do art. 512 do CPC, por decisão trânsita em julgado do Superior Tribunal de Justiça,
o acórdão do Tribunal de Justiça estadual contra o qual manejado o recurso
extraordinário cujo destrancamento o agravo de instrumento perseguia, configurou-se a
perda superveniente do objeto do apelo extremo. Precedentes. Embargos de declaração
recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento (EMB.DECL. NO
AGRAVO DE INSTRUMENTO 782.308 RIO GRANDE DO SUL RELATORA:MIN. ROSA
WEBER 28 de outubro de 2014)

Ante o exposto, forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o presente
agravo de instrumento.

Intime-se.
Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

00012 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº


0003405-75.2012.4.04.0000/RS
EMBARGANTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
EMBARGADO : HOSPITAL MUNICIPAL DE NOVO HAMBURGO
ADVOGADO : Heloisa Helena de Castro Taufer e outros
: Jose Luiz Borges Germano da Silva e outro

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos por União/Autarquia, contra


decisão que negou seguimento a recurso extraordinário, com base na aplicação da
sistemática da repercussão geral e Tema STF nº 45 (Possibilidade de execução provisória de
obrigação de fazer contra a Fazenda Pública.).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 127 / 527


Sustenta a parte embargante a existência de vício na aplicação, à hipótese em
exame, do Tema STF nº 45, pois seria ele pertinente a obrigação de fazer, ao passo que, no
caso, a discussão seria referente a obrigação de pagar.

Foram apresentadas contrarrazões.

É o relatório.

No processo do qual se origina o presente agravo de instrumento, a apelação


cível nº 5011547-96.2012.4.04.7108, foi proferido julgamento e anulada a sentença,
determinando-se o retorno dos autos à origem, conforme inteiro teor no evento 14 das fases
processuais da ação originária, julgamento este que ocorreu em 25/02/2014.

Opostos recursos especiais, o E. STJ negou seguimento aos recursos.

Ou seja, o recurso extraordinário da União perdeu objeto, porque a sentença que


estava sendo executada foi anulada neste Tribunal.

Dessa forma reconsidero as decisões de admissibilidade pendentes para


declarar prejudicado o recurso extraordinário da União.

Restam prejudicados, portanto, os aclaratórios das fls. 197/199.


Intime-se.

00013 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0008387-35.2012.4.04.0000/PR


AGRAVANTE : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
AGRAVADO : GILMAR ANTONIO COZER e outros
: INEZ MARCOLINA
: JOAO BAPTISTA FERREIRA DA CUNHA
: LAURITA MARIA NERES DE SOUZA
: LINDA SIZUKO KOSUGI DE OLIVEIRA
: MAXIMO LUIZ DE LARA
: OLGA ALEGRE
: WALTER DOS SANTOS
: MARIA ISABEL DA FONSECA MARTINS
: MIRNALUCI PAULINO RIBEIRO GAMA
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outros

DECISÃO

Em que pese à petição de Gilmar Antonio Cozer e Outros, mantenho o


sobrestamento do feito pelo Tema STF 558 (fls.519), porquanto a matéria, cuja repercussão
foi reconhecida em 21/06/2012, encontra-se pendente de julgamento, conforme consulta do
andamento processual do RE nº 678.360/RS, junto ao site do STF.
(http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=4219076 ).

Intime-se.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 128 / 527
00014 PETIÇÃO EM PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO ATIVO AO RECURSO
ESPECIAL EM AÇÃO RESCISÓRIA Nº 0000063-80.2017.4.04.0000/RS
REQUERENTE : CATARINA LIRA VENANCIO
ADVOGADO : Lucia Helena Villar Pinheiro
INTERESSADO : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
INTERESSADO : ROBERTO LANSINI

DECISÃO

Catarina Lira Venâncio peticiona à fl. 725, pedindo reabertura de prazo.


Contudo, a abertura de novo prazo se torna desinfluente, já que o incidente processual de
efeito suspensivo ao recurso se exaure com o deferimento ou indeferimento do pedido (tutela
provisória). Ver MC 11282/SP, MC 22348 e MC 3.963/SP.
Ante o exposto, indefiro o pedido.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10092/2018
(Localizador: BX03C1)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 2005.04.01.000092-4/RS
RECTE : COOPERATIVA DE CREDITO RURAL OURO BRANCO LTDA/ - SICREDI
TEUTONIA
ADVOGADO : Clairton walter e outros
: Kathia Raquel Ruppenthal e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Devolvidos os autos a esta Corte em função de eventual prejudicialidade


referente ao Tema 536 (STF), verifica-se incidir na hipótese do art. 1032, parágrafo único do
CPC.

Assim, inexistindo recurso extraordinário no presente feito, não há como


sobrestar o recurso especial com base em tema alusivo ao Supremo Tribunal Federal.

Ante o exposto, devolvam-se os autos ao E. STJ, com as homenagens de estilo.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 129 / 527


Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.70.09.000653-8/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CLINICA SABEDOTTI LTDA/
ADVOGADO : Daniel Prochalski

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

Remetidos os autos para juízo de retratação, manteve-se o julgamento


anteriormente proferido.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o prequestionamento da matéria


relativa aos dispositivos supostamente contrariados, não envolvendo exame de provas. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.

Intimem-se.

00003 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 2008.70.09.000653-8/PR


APELANTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
APELANTE : CLINICA SABEDOTTI LTDA/
ADVOGADO : Daniel Prochalski
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 2A VF DE PONTA GROSSA

DECISÃO

Tendo em vista a existência de recursos especiais devidamente admitidos, ainda


não apreciados, remetam-se os autos ao Superior Tribunal de Justiça.

Intimem-se.

00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 2008.71.00.013328-3/RS


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 130 / 527


APELADO : RUTE VIEGAS PEREIRA
ADVOGADO : Decio Scaravaglioni
REMETENTE : JUÍZO FEDERAL DA 20A VF DE PORTO ALEGRE

DECISÃO

O recurso especial de Rute Viegas Pereira foi admitido, sobrevindo decisão do


E. STJ (fls. 385/386) no RESp nº 1.638.678/RS, no sentido de se aplicar a sistemática dos
recursos repetitivos com base no Tema STJ nº 966 (Incidência ou não do prazo decadencial
previsto no caput do artigo 103 da Lei 8.213/1991 para reconhecimento de direito adquirido
ao benefício previdenciário mais vantajoso.), o qual aguarda julgamento de mérito.

Por isso, encontrava-se o feito sobrestado, com base no Tema STJ nº 966.

Entretanto, vem a parte autora, através da petição das fls. 388/389, impugnar a
suspensão do feito com base no Tema acima referido, sustentando ser ele inaplicável à
hipótese em discussão, uma vez que pleiteou ao INSS, em 1999, a revisão do benefício
previdenciário e obteve concessão do pedido. Posteriormente, foi o pedido cancelado, porque
o empregador não tinha recolhido as contribuições previdenciárias.

Com efeito, a autora recorreu administrativamente, e seu recurso administrativo


foi definitivamente julgado em 10/11/2006 (fl. 92). Já a presente ação foi ajuizada em
06/06/2008.

Ante o exposto, submeta-se os fatos supra e a petição das fls. 388/389 à superior
consideração do E. STJ.

Intimem-se.

00005 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº


2009.70.00.005322-8/PR
EMBARGANTE : JOSE MACARIO DE PAULA
ADVOGADO : Paulo Roberto Belila
EMBARGADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 11A VF DE CURITIBA

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração, fls. 462/469, opostos por Jose Macário de


Paula contra a decisão da fl. 459, lançada nos seguintes termos:

Aguarde-se o trânsito em julgado do REsp nº 1.407.532/PR, interposto pelo INSS (fls. 329-
340), em tramitação no Superior Tribunal de Justiça. Após, voltem os autos conclusos
para análise da petição de fls. 376-382.

Publique-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 131 / 527


Em suas razões, a parte embargante busca manifestação acerca de alegada
omissão quanto à determinação de se aguardar o trânsito em julgado, além de pretender
manifestação quanto ao requerido na petição das fls. 376/382, em que busca seja levantado o
sobrestamento determinado na fl. 372 e restabelecida pensão por morte de ex-combatente e
correções.

É o relatório. Decido.

Tendo em vista o trânsito em julgado havido em 17/05/2017 (fl. 510), da


decisão que negou provimento ao recurso especial do INSS (fls. 480/486v), resultam
prejudicados os aclaratórios no ponto em que impugnada a determinação para se aguardar o
trânsito em julgado.
Quanto à pretensão de que sejam examinadas as questões de que trata a petição
das fls. 376/382, pertinentes ao restabelecimento de benefício e pagamento de correções, não
cabe a esta Vice-Presidência decidir, haja vista sua jurisdição e competência serem restritas à
admissibilidade de recursos excepcionais, o que impossibilita o exame de questões de mérito
ou pertinentes a execução provisória de decisão judicial.
Com efeito, nos termos da Portaria nº 1.345/2017 desta Vice-Presidência, a
secretaria processante está, inclusive, autorizada a encaminhar diretamente ao juízo de
origem pedidos pertinentes a "Requerimento e manifestações acerca da implantação de
benefício previdenciário ou requerimento de averbação de tempo de serviço", além de
"Pedidos relativos a depósitos (realização, suficiência, alteração de contas, levantamento,
etc").
Ante o exposto, rejeito os embargos de declaração.

Intimem-se.

00006 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2009.71.11.000151-1/RS


APELANTE : FAMILIA KROTH IND/ E COM/ DE CARNES LTDA/
ADVOGADO : Luciano Manica
APELADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DESPACHO

Após a decisão de negativa de seguimento do Recurso Extraordinário ofertada


pela parte (fl. 292), vieram os autos conclusos com pedido da Fazenda Nacional de translado
da referida decisão para o processo em apenso.
Defiro o pedido de translado.

Em nada sendo requerido, dê-se baixa na distribuição e arquive-se.

Intimem-se.

00007 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM


REOAC Nº 0010213-04.2014.4.04.9999/RS
EMBARGANTE : ADEMIR JOSE DE BASTIANI
ADVOGADO : Alexia Rubia Baratto Giacometti

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 132 / 527


EMBARGADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de embargos de declaração opostos por Ademir Jose de Bastiani, contra


a decisão das fls. 150/151, em que negado seguimento ao recurso extraordinário do INSS.

Em seus aclaratórios, a parte embargante sustenta que a decisão das fls. 150/151
"se limitou a negar seguimento ao Recurso Extraordinário, deixando de analisar o pedido
quanto ao restabelecimento do pagamento do benefício do Embargante, pagamento das
parcelas não pagas e conversão em Aposentadoria por Invalidez, sendo o despacho omisso
nestes pontos".

É o relatório. Decido.

Sem razão a parte embargante.

A jurisdição desta Vice-Presidência é adstrita ao juízo de admissibilidade de


recursos excepcionais, de maneira que questões afetas ao mérito não lhe cabem decidir.

Dessa forma, ao se pronunciar sobre a admissibilidade do recurso


extraordinário do INSS, não caberia pronunciamento pela Vice-Presidência sobre
implantação e pagamento de benefício, mas sim ao Juízo de Origem, competente para a
execução provisória do julgado.

A respeito, incide o disposto no art. 2º, I, da Portaria nº 1.345/2017, desta Vice-


Presidência.

Ante o exposto, rejeito os aclaratórios e determino à Secretaria Processante, em


tempo e modo oportunos, o encaminhamento do pedido das fls. 143/149 ao Juízo de Origem.
Intime-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0020708-10.2014.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE KOTKOSKI
ADVOGADO : Francisco Vital Pereira

DECISÃO

Na decisão da fl. 255 foi homologada "a renúncia da parte autora ao direito à
incidência dos índices de atualização do débito nos parâmetros fixados no acórdão, devendo
ser pagos nos termos do recurso extraordinário". Na mesma decisão foi declarado
prejudicado o recurso extraordinário do INSS.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 133 / 527


Ante o exposto, reconsidero a decisão das fls. 276/277, ratificando a decisão da
fl. 255 e declarando prejudicados os embargos de declaração das fls. 280 e verso.

Intimem-se.

00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0022806-65.2014.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : IARA BEATRIS STUDER SCHWABE
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte, versando
acerca de: "Fornecimento de Equipamento de Proteção Individual - EPI como fator de
descaracterização do tempo de serviço especial." e "Validade da correção monetária e dos
juros moratórios incidentes sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme
previstos no art. 1º-F da Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.".

O Supremo Tribunal Federal, ao apreciar recurso submetido à sistemática da


repercussão geral, fixou as seguintes teses a serem aplicadas:
Tema STF 555 - I - O direito à aposentadoria especial pressupõe a efetiva exposição do
trabalhador a agente nocivo à sua saúde, de modo que, se o EPI for realmente capaz de
neutralizar a nocividade não haverá respaldo constitucional à aposentadoria especial; II
- Na hipótese de exposição do trabalhador a ruído acima dos limites legais de tolerância,
a declaração do empregador, no âmbito do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP),
no sentido da eficácia do Equipamento de Proteção Individual - EPI, não descaracteriza
o tempo de serviço especial para aposentadoria.</p><p class="paragrafoPadrao"

Tema STF 810 - 1) O art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a condenações da
Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de relação jurídico-
tributária, aos quais devem ser aplicados os mesmos juros de mora pelos quais a
Fazenda Pública remunera seu crédito tributário, em respeito ao princípio constitucional
da isonomia (CRFB, art. 5º, caput); quanto às condenações oriundas de relação jurídica
não-tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97 com a redação dada pela Lei nº 11.960/09; e 2) O art. 1º-
F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que
disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública
segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao
impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII), uma
vez que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da
economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.
E os acórdãos dos recursos paradigmas restaram assim ementados:
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. DIREITO CONSTITUCIONAL
PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL. ART. 201, § 1º, DA
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. REQUISITOS DE CARACTERIZAÇÃO. TEMPO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 134 / 527


DE SERVIÇO PRESTADO SOB CONDIÇÕES NOCIVAS. FORNECIMENTO DE
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI. TEMA COM REPERCUSSÃO
GERAL RECONHECIDA PELO PLENÁRIO VIRTUAL. EFETIVA EXPOSIÇÃO A
AGENTES NOCIVOS À SAÚDE. NEUTRALIZAÇÃO DA RELAÇÃO NOCIVA ENTRE
O AGENTE INSALUBRE E O TRABALHADOR. COMPROVAÇÃO NO PERFIL
PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP OU SIMILAR. NÃO
CARACTERIZAÇÃO DOS PRESSUPOSTOS HÁBEIS À CONCESSÃO DE
APOSENTADORIA ESPECIAL. CASO CONCRETO. AGENTE NOCIVO RUÍDO.
UTILIZAÇÃO DE EPI. EFICÁCIA. REDUÇÃO DA NOCIVIDADE. CENÁRIO
ATUAL. IMPOSSIBILIDADE DE NEUTRALIZAÇÃO. NÃO DESCARACTERIZAÇÃO
DAS CONDIÇÕES PREJUDICIAIS. BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO DEVIDO.
AGRAVO CONHECIDO PARA NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO
EXTRAORDINÁRIO. 1. Conduz à admissibilidade do Recurso Extraordinário a
densidade constitucional, no aresto recorrido, do direito fundamental à previdência social
(art. 201, CRFB/88), com reflexos mediatos nos cânones constitucionais do direito à vida
(art. 5º, caput, CRFB/88), à saúde (arts. 3º, 5º e 196, CRFB/88), à dignidade da pessoa
humana (art. 1º, III, CRFB/88) e ao meio ambiente de trabalho equilibrado (arts. 193 e
225, CRFB/88). 2. A eliminação das atividades laborais nocivas deve ser a meta maior
da Sociedade - Estado, empresariado, trabalhadores e representantes sindicais -, que
devem voltar-se incessantemente para com a defesa da saúde dos trabalhadores, como
enuncia a Constituição da República, ao erigir como pilares do Estado Democrático de
Direito a dignidade humana (art. 1º, III, CRFB/88), a valorização social do trabalho, a
preservação da vida e da saúde (art. 3º, 5º, e 196, CRFB/88), e o meio ambiente de
trabalho equilibrado (art. 193, e 225, CRFB/88). 3. A aposentadoria especial prevista no
artigo 201, § 1º, da Constituição da República, significa que poderão ser adotados, para
concessão de aposentadorias aos beneficiários do regime geral de previdência social,
requisitos e critérios diferenciados nos "casos de atividades exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, e quando se tratar de
segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar". 4. A
aposentadoria especial possui nítido caráter preventivo e impõe-se para aqueles
trabalhadores que laboram expostos a agentes prejudiciais à saúde e a fortiori possuem
um desgaste naturalmente maior, por que não se lhes pode exigir o cumprimento do
mesmo tempo de contribuição que aqueles empregados que não se encontram expostos a
nenhum agente nocivo. 5. A norma inscrita no art. 195, § 5º, CRFB/88, veda a criação,
majoração ou extensão de benefício sem a correspondente fonte de custeio, disposição
dirigida ao legislador ordinário, sendo inexigível quando se tratar de benefício criado
diretamente pela Constituição. Deveras, o direito à aposentadoria especial foi outorgado
aos seus destinatários por norma constitucional (em sua origem o art. 202, e atualmente
o art. 201, § 1º, CRFB/88). Precedentes: RE 151.106 AgR/SP, Rel. Min. Celso de Mello,
julgamento em 28/09/1993, Primeira Turma, DJ de 26/11/93; RE 220.742, Rel. Min.
Néri da Silveira, julgamento em 03/03/98, Segunda Turma, DJ de 04/09/1998. 6.
Existência de fonte de custeio para o direito à aposentadoria especial antes, através dos
instrumentos tradicionais de financiamento da previdência social mencionados no art.
195, da CRFB/88, e depois da Medida Provisória nº 1.729/98, posteriormente convertida
na Lei nº 9.732, de 11 de dezembro de 1998. Legislação que, ao reformular o seu modelo
de financiamento, inseriu os §§ 6º e 7º no art. 57 da Lei n.º 8.213/91, e estabeleceu que
este benefício será financiado com recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei nº 8.212/91, cujas alíquotas serão acrescidas de doze, nove ou
seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo segurado a serviço da
empresa permita a concessão de aposentadoria especial após quinze, vinte ou vinte e
cinco anos de contribuição, respectivamente. 7. Por outro lado, o art. 10 da Lei nº
10.666/2003, ao criar o Fator Acidentário de Prevenção-FAP, concedeu redução de até
50% do valor desta contribuição em favor das empresas que disponibilizem aos seus

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 135 / 527


empregados equipamentos de proteção declarados eficazes nos formulários previstos na
legislação, o qual funciona como incentivo para que as empresas continuem a cumprir a
sua função social, proporcionando um ambiente de trabalho hígido a seus trabalhadores.
8. O risco social aplicável ao benefício previdenciário da aposentadoria especial é o
exercício de atividade em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física
(CRFB/88, art. 201, § 1º), de forma que torna indispensável que o indivíduo trabalhe
exposto a uma nocividade notadamente capaz de ensejar o referido dano, porquanto a
tutela legal considera a exposição do segurado pelo risco presumido presente na relação
entre agente nocivo e o trabalhador. 9. A interpretação do instituto da aposentadoria
especial mais consentânea com o texto constitucional é aquela que conduz a uma
proteção efetiva do trabalhador, considerando o benefício da aposentadoria especial
excepcional, destinado ao segurado que efetivamente exerceu suas atividades laborativas
em "condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física". 10.
Consectariamente, a primeira tese objetiva que se firma é: o direito à aposentadoria
especial pressupõe a efetiva exposição do trabalhador a agente nocivo à sua saúde, de
modo que, se o EPI for realmente capaz de neutralizar a nocividade não haverá respaldo
constitucional à aposentadoria especial. 11. A Administração poderá, no exercício da
fiscalização, aferir as informações prestadas pela empresa, sem prejuízo do inafastável
judicial review. Em caso de divergência ou dúvida sobre a real eficácia do Equipamento
de Proteção Individual, a premissa a nortear a Administração e o Judiciário é pelo
reconhecimento do direito ao benefício da aposentadoria especial. Isto porque o uso de
EPI, no caso concreto, pode não se afigurar suficiente para descaracterizar
completamente a relação nociva a que o empregado se submete. 12. In casu, tratando-se
especificamente do agente nocivo ruído, desde que em limites acima do limite legal,
constata-se que, apesar do uso de Equipamento de Proteção Individual (protetor
auricular) reduzir a agressividade do ruído a um nível tolerável, até no mesmo patamar
da normalidade, a potência do som em tais ambientes causa danos ao organismo que
vão muito além daqueles relacionados à perda das funções auditivas. O benefício
previsto neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de
que trata o inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas
serão acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida
pelo segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. O benefício previsto
neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas serão
acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo
segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. 13. Ainda que se
pudesse aceitar que o problema causado pela exposição ao ruído relacionasse apenas à
perda das funções auditivas, o que indubitavelmente não é o caso, é certo que não se
pode garantir uma eficácia real na eliminação dos efeitos do agente nocivo ruído com a
simples utilização de EPI, pois são inúmeros os fatores que influenciam na sua
efetividade, dentro dos quais muitos são impassíveis de um controle efetivo, tanto pelas
empresas, quanto pelos trabalhadores. 14. Desse modo, a segunda tese fixada neste
Recurso Extraordinário é a seguinte: na hipótese de exposição do trabalhador a ruído
acima dos limites legais de tolerância, a declaração do empregador, no âmbito do Perfil
Profissiográfico Previdenciário (PPP), no sentido da eficácia do Equipamento de
Proteção Individual - EPI, não descaracteriza o tempo de serviço especial para
aposentadoria. 15. Agravo conhecido para negar provimento ao Recurso Extraordinário.
(ARE 664335, Relator(a): Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, julgado em 04/12/2014,
ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-029 DIVULG 11-02-2015 PUBLIC 12-02-2015)

e DIREITO CONSTITUCIONAL. REGIME DE ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 136 / 527


JUROS MORATÓRIOS INCIDENTE SOBRE CONDENAÇÕES JUDICIAIS DA
FAZENDA PÚBLICA. ART. 1º-F DA LEI Nº 9.494/97 COM A REDAÇÃO DADA
PELA LEI Nº 11.960/09. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA UTILIZAÇÃO DO
ÍNDICE DE REMUNERAÇÃO DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO CRITÉRIO
DE CORREÇÃO MONETÁRIA. VIOLAÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL DE
PROPRIEDADE (CRFB, ART. 5º, XXII). INADEQUAÇÃO MANIFESTA ENTRE
MEIOS E FINS. INCONSTITUCIONALIDADE DA UTILIZAÇÃO DO RENDIMENTO
DA CADERNETA DE POUPANÇA COMO ÍNDICE DEFINIDOR DOS JUROS
MORATÓRIOS DE CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA, QUANDO
ORIUNDAS DE RELAÇÕES JURÍDICO-TRIBUTÁRIAS. DISCRIMINAÇÃO
ARBITRÁRIA E VIOLAÇÃO À ISONOMIA ENTRE DEVEDOR PÚBLICO E
DEVEDOR PRIVADO (CRFB, ART. 5º, CAPUT). RECURSO EXTRAORDINÁRIO
PARCIALMENTE PROVIDO. 1. O princípio constitucional da isonomia (CRFB, art. 5º,
caput), no seu núcleo essencial, revela que o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação
dada pela Lei nº 11.960/09, na parte em que disciplina os juros moratórios aplicáveis a
condenações da Fazenda Pública, é inconstitucional ao incidir sobre débitos oriundos de
relação jurídico-tributária, os quais devem observar os mesmos juros de mora pelos
quais a Fazenda Pública remunera seu crédito; nas hipóteses de relação jurídica diversa
da tributária, a fixação dos juros moratórios segundo o índice de remuneração da
caderneta de poupança é constitucional, permanecendo hígido, nesta extensão, o disposto
legal supramencionado. 2. O direito fundamental de propriedade (CRFB, art. 5º, XXII)
repugna o disposto no art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº
11.960/09, porquanto a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda
Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança não se qualifica como
medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a
promover os fins a que se destina. 3. A correção monetária tem como escopo preservar o
poder aquisitivo da moeda diante da sua desvalorização nominal provocada pela
inflação. É que a moeda fiduciária, enquanto instrumento de troca, só tem valor na
medida em que capaz de ser transformada em bens e serviços. A inflação, por
representar o aumento persistente e generalizado do nível de preços, distorce, no tempo,
a correspondência entre valores real e nominal (cf. MANKIW, N.G. Macroeconomia. Rio
de Janeiro, LTC 2010, p. 94; DORNBUSH, R.; FISCHER, S. e STARTZ, R.
Macroeconomia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009, p. 10; BLANCHARD, O.
Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall, 2006, p. 29). 4. A correção monetária e a
inflação, posto fenômenos econômicos conexos, exigem, por imperativo de adequação
lógica, que os instrumentos destinados a realizar a primeira sejam capazes de capturar a
segunda, razão pela qual os índices de correção monetária devem consubstanciar
autênticos índices de preços. 5. Recurso extraordinário parcialmente provido.
Em relação ao que trata o Tema STF nº 555, o Órgão julgador desta Corte
decidiu a hipótese apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de
forma que a pretensão recursal não merece trânsito.

Quanto ao de que trata o Tema STF nº 810, eventualmente, poder-se-ia perquirir


ter o STF acenado no paradigma pela incidência do IPCA-E. Não obstante, a diferença entre
esse índice e o aplicado pela Turma é mínima - e desfavorável ao órgão recorrente. De fato, o
acumulado do IPCA-E no período (2011/2017) é superior ao IPCA em apenas 0,3%. Se
considerado o INPC, a diferença é de 0,88% no mesmo intervalo.

Assim, diante da vedação da reformatio in pejus, deve ser mantido o acórdão no


tópico, sendo inviável o prosseguimento do recurso especial e/ou extraordinário, tendo em
conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
CPC).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 137 / 527


Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, reconsidero a decisão da fl. 347 e nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0022806-65.2014.4.04.9999/RS


APELANTE : IARA BEATRIS STUDER SCHWABE
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
PAROBE/RS

DECISÃO

Tendo em vista que a petição da fl. 375 não foi assinada, intime-se para
regularização.

00011 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003327-52.2015.4.04.9999/RS


RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : ALUIR AMADEU PECH
ADVOGADO : Silvana Afonso Dutra

DECISÃO

Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)


acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003327-
52.2015.4.04.9999/RS
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : ALUIR AMADEU PECH
ADVOGADO : Silvana Afonso Dutra

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


Expediente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 138 / 527


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Expediente Recursos Nro 10093/2018
(Localizador: BX07C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0000201-62.2005.4.04.7212/SC
RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : BRF - BRASIL FOODS S/A
ADVOGADO : Alberto Daudt de Oliveira
RECORRIDO : SADIA S/A
ADVOGADO : Waldir Siqueira e outro
: Flavio Pigatto Monteiro e outro
INTERESSADO : SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA - SESI/DN
: SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDL/ - SENAI/SC
ADVOGADO : Elizabeth Homsi
INTERESSADO : AGENCIA DE PROMOCAO DE EXPORTACOES DO BRASIL APEX-BRASIL
ADVOGADO : Ana Paula Rodrigues Guimarães e outros
INTERESSADO : FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO - FNDE
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
INTERESSADO : SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - SENAR
INTERESSADO : SERVICO BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS -
SEBRAE
ADVOGADO : Paulo Ricardo Brinckmann Oliveira
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZACAO E REFORMA AGRARIA - INCRA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
: Roberto Porto e outro
INTERESSADO : AGENCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDL/ ABDI
ADVOGADO : Adriana Diaferia e outros

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.343.542/SC, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso
extraordinário, que se encontra sobrestado, em face de possível prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, suspendo o recurso


especial.

Intimem-se.

00002 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0000201-62.2005.4.04.7212/SC


RECORRENTE : BRF - BRASIL FOODS S/A
ADVOGADO : Alberto Daudt de Oliveira
RECORRENTE : SADIA S/A
ADVOGADO : Waldir Siqueira e outro
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 139 / 527
ADVOGADO : Waldir Siqueira e outro
: Flavio Pigatto Monteiro e outro
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
INTERESSADO : SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA - SESI/DN
: SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDL/ - SENAI/SC
ADVOGADO : Elizabeth Homsi
INTERESSADO : AGENCIA DE PROMOCAO DE EXPORTACOES DO BRASIL APEX-BRASIL
ADVOGADO : Ana Paula Rodrigues Guimarães e outros
INTERESSADO : FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO - FNDE
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
INTERESSADO : SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - SENAR
INTERESSADO : SERVICO BRASILEIRO DE APOIO AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS -
SEBRAE
ADVOGADO : Paulo Ricardo Brinckmann Oliveira
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZACAO E REFORMA AGRARIA - INCRA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
: Roberto Porto e outro
INTERESSADO : AGENCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDL/ ABDI
ADVOGADO : Adriana Diaferia e outros

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.343.542/SC, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso
extraordinário, que se encontra sobrestado, em face de possível prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, suspendo o recurso


especial.

Intimem-se.

00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2009.72.01.000359-7/SC


APELANTE : JOSE FRANCISCO DOS ANGELOS
ADVOGADO : Rafael Tadeo dos Santos
APELADO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Frediani Bartel e outros

DECISÃO

Vem a parte autora, na petição das fls. 310/317, renovar pedido para
prosseguimento do feito, de forma a ser negado seguimento ao recurso especial da Caixa e
determinado o retorno dos autos ao juízo federal de origem, para início da fase de
cumprimento de sentença, sustentando que não se aplicaria ao caso a decisão de
sobrestamento proferida no RE nº 626.307/SP.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 140 / 527


O recurso especial da Caixa foi admitido e, no E. STJ, foi autuado sob o número
1.360.726/SC.

Na decisão proferida peno E. STJ no REsp nº 1.360.726/SC, fls. 210/211, houve


o reconhecimento daquela Corte de ser aplicável à hipótese os Temas STJ nºs 302, 303 e 304,
que já têm trânsito em julgado.

Porém, na referida decisão, destacou o Ministro-Presidente a determinação de


"suspensão dos processos que se refiram à incidência dos expurgos inflacionários advindos
dos Planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II sobre os depósitos de caderneta de poupança",
conforme decisão dos Ministros Dias Toffoli, nos REs nº 591.797/SP e 626.307/SP, e Gilmar
Mendes, no AI nº 754.745/SP, ressaltando o Ministro-Presidente na decisão do REsp nº
1.360.726 que "referido comando deverá ser observado pelo eg. Tribunal de origem".

Dessa forma, considerando que os Temas 264, 264 e 285, correspondentes aos
paradigmas REs nºs 591.797/SP, 626.307/SP e AI nº 754.745/SP acima citados, ainda
aguardam julgamento de mérito e publicação dos correspondentes acórdãos, é caso de ser
mantida a suspensão.

Ante o exposto, mantenho a suspensão, na forma como já constou na decisão da


fl. 291.

Intime-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0010527-86.2010.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA DE FATIMA DA SILVA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro

DECISÃO

Em nova análise, verifico que o recurso extraordinário da autarquia refere-se ao


Tema 558.

O objeto do recurso (Compensação de precatórios com débitos líquidos e


certos, inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra o credor original pela Fazenda
Pública devedora. - Tema nº 558) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo
Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para
que se possa dar cumprimento ao seu art. 1.040, é preciso aguardar a publicação do acórdão
do recurso representativo da controvérsia.
Diante do exposto, reconsidero as decisões da fl. 201 e determino o
sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002042-29.2012.4.04.9999/PR


APELANTE : MARLENE ROMANO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 141 / 527


ADVOGADO : Arielton Tadeu Abia de Oliveira e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Na petição das fls. 154/155 a parte apelante requer seja levantado o


sobrestamento do feito e prosseguimento da ação, "pela ausência do exercício de atividade
nociva posterior a concessão". O INSS, fl. 171, manifestou concordância, desde que a parte
apelante concordasse, em tese, com a constitucionalidade do art. 57, § 8º, da Lei nº
8213/1991 e todos os efeitos financeiros. Intimada a se manifestar, a parte apelante não
concordou com a parte que trata dos efeitos financeiros.

No caso dos autos, verifica-se que a questão objeto do Tema nº 709 do STF e do
recurso extraordinário do INSS foi expressamente enfrentada no voto condutor do
acórdão/embargos de declaração, de modo que há interesse recursal da Autarquia
Previdenciária, recorrente, no ponto.

A mensuração da real aplicabilidade ou não do Tema ao caso concreto depende


do exame das razões a serem expendidas quando do julgamento do mérito do paradigma, uma
vez que o juízo de admissibilidade realizado nesta Vice-Presidência se reveste do caráter da
precariedade, isto é, se dará em definitivo no âmbito do E. STF.

Além disso, o interesse no prosseguimento do recurso extraordinário cabe ao


INSS (recorrente) e não à parte recorrida.

Logo, em não prosperando a concordância entre as partes, é caso de ser mantido


o sobrestamento, nos termos em que determinado.

Ante o exposto, mantenho o sobrestamento do recurso extraordinário do INSS.

Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006658-13.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LARA HUBNER FONTANIVE
ADVOGADO : Rubem Jose Zanella

DECISÃO

Acolho o pedido de reconsideração da fl. 196 e passo a novo exame de


admissibilidade do recurso extraordinário do INSS.

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 142 / 527


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Possibilidade de percepção do benefício da aposentadoria
especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades laborais
nocivas à saúde. - Tema(s) nº(s) 709) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo
Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para
que se possa dar cumprimento ao seu art. 1.040, é preciso aguardar a publicação do acórdão
do recurso representativo da controvérsia.
Diante do exposto, reconsidero a decisão da fl. 193 e determino o
sobrestamento do presente recurso com base no Tema STF nº 709.
Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002091-31.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : SEBASTIAO MEYER BARBOSA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco

DECISÃO

Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)


acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10094/2018
(Localizador: BX06C4)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0005853-30.2004.4.04.7201/SC
RECTE : ANSELMO BATSCHAUER
: LUIS BATSCHAUER
ADVOGADO : Regiane da Silva Souza
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM ACR Nº 0005853-30.2004.4.04.7201/SC
RECTE : ANSELMO BATSCHAUER
: LUIS BATSCHAUER
ADVOGADO : Regiane da Silva Souza
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 143 / 527


DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00003 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0002043-70.2006.4.04.7106/RS
APELANTE : EDUARDO DA VEIGA ALVES
ADVOGADO : Cecilia Luiza Martini
: Giovani Dias Martini
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 12001/2018

(Localizador: PE07C3)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA


AOS RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES
AOS EMBARGOS:

.
00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AC Nº 2003.72.03.001721-6/SC
EMBGTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
EMBGDO : EUCLECIO LUIZ PELIZZA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 144 / 527


ADVOGADO : Gian Carlo Possan e outro
00002 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AI Nº 2007.04.00.030849-9/PR
EMBGTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ -
UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBGDO : MARIO GASPARIM espólio
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
: Jose Luis Wagner e outro
00003 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AI Nº 2009.04.00.025661-7/SC
EMBGTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBGDO : U1000D EVENTOS LTDA/
ADVOGADO : Alceu Xenofontes Lenzi e outros
EMBGDO : MAURÍCIO JOSÉ DE OLIVEIRA ME
ADVOGADO : Marcio Cristiano Dornelles Dias
: Ruy Rodrigues Neto e outro
EMBGDO : FAMAI
EMBGDO : MUNCIPIO DE ITAJAI
ADVOGADO : Diogo Marcel Reuter Braun
EMBGDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
00004 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AI Nº 0009865-78.2012.4.04.0000/PR
EMBGTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBGDO : ALCIONI MARISA DE FREITAS e outros
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima e outros
EMBGDO : ALESSANDRA LEMES
: ALESSANDRA ORCIUCH
: ALFREDO CESAR HAUSER ZENI
: ALIETE BROTO
: ALINA ROSA WINKELMANN
: ANA CRISTINA FERREIRA RAMOS
: ANA CRISTINA GUIMARAES DA SILVA
: ANA MARIA SCHERER
: ANA TERESA MADER SUNYÉ MAJELLA
: ANA TEREZA NAKONECZNYJ
: ANDRÉA ROSELI MOREIRA CRUZ JANKOSKI
: ANÉLIA BORSUK CZARNY
: ANGELO AUGUSTO PIASSETTA
: ANITA DA COSTA PAVARIN
: ANTONIO ADILSON LOVATO
: ANTONIO JOSÉ DE JESUS
: APARECIDA CAETANO
: APARECIDA FERREIRA BENÍCIO
: ARI FERNANDO MAZETTO
ADVOGADO : Mauro Cavalcante de Lima
00005 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM REMNEC Nº 0016618-85.2016.4.04.9999/SC
EMBGTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
EMBGDO : RAFAEL DOS PRAZERES NOGAROLI

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 145 / 527


ADVOGADO : Roberto Krobel
EMBGDO : AUTO POSTO ORLANDO LTDA/
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 15007/2018
(Localizador: BX09C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO ESPECIAL EM AGRAVO DE
INSTRUMENTO Nº 2007.04.00.004149-5/RS
EMBARGANTE : ADAO NUNES ROSA e outros
ADVOGADO : Claudio Hiran Alves Duarte
INTERESSADO : BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN

DECISÃO

De pronto, convém consignar o incabimento ou impertinência dos embargos de


declaração em juízo prelibatório. Confira-se:

AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. OFENSA À SÚMULA


123 DO STJ. PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DO AGRAVO. EMBARGOS DE
DECLARAÇÃO OPOSTOS CONTRA DECISÃO DENEGATÓRIA. DESCABIMENTO.
LAPSO NÃO INTERROMPIDO. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO.
1. Cumpre referir que cabe à presidência da Corte local examinar a admissibilidade do
recurso especial, o que, por vezes, implica um exame superficial do próprio mérito, não
significando invasão de competência. Assim dispõe a Súmula 123/STJ: "a decisão que
admite, ou não, o recurso especial deve ser fundamentada, com o exame dos seus
pressupostos gerais ou constitucionais." 2. Tanto o Superior Tribunal de Justiça como o
Supremo Tribunal Federal possuem orientação consolidada no sentido de que o único
recurso cabível da decisão que inadmite recurso especial é o agravo previsto no art. 544
do CPC/1973, de modo que os embargos de declaração subsequentemente opostos ao
primeiro juízo de admissibilidade proferido pela Corte a quo não têm o condão de
interromper o prazo para a interposição do agravo, por serem manifestamente
incabíveis. Precedentes.
3. Agravo interno a que se nega provimento.
(AgInt no AREsp 893.672/SP, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA
TURMA, julgado em 04/08/2016, DJe 15/08/2016)

Ademais, a autarquia interpôs o recurso especial apontando violação ao art.


1.022 do CPC, cuja jurisdição para dizer se há irregularidades em relação ao referido
dispositivo processual é subjetivamente do STJ, portanto em qualquer seara que se busque
fundamentos a reverter o juízo positivo de admissibilidade esbarra nos fundamentos ora
delineados, denotando-se intento protelatório.

Assim, alerto para o comando do art. 1.026, § 2º, do CPC.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 146 / 527


Ante o exposto, rejeito os embargos de declaração.
Intimem-se.

00002 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO


CÍVEL Nº 2007.71.00.006099-8/RS
EMBARGANTE : PAULO ROBERTO FIGUEIREDO MADRUGA e outros
ADVOGADO : Claudio Hiran Alves Duarte
INTERESSADO : BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN

DECISÃO

De pronto, convém consignar o incabimento ou impertinência dos embargos de


declaração em juízo prelibatório. Confira-se:

AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. OFENSA À SÚMULA


123 DO STJ. PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DO AGRAVO. EMBARGOS DE
DECLARAÇÃO OPOSTOS CONTRA DECISÃO DENEGATÓRIA. DESCABIMENTO.
LAPSO NÃO INTERROMPIDO. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO.
1. Cumpre referir que cabe à presidência da Corte local examinar a admissibilidade do
recurso especial, o que, por vezes, implica um exame superficial do próprio mérito, não
significando invasão de competência. Assim dispõe a Súmula 123/STJ: "a decisão que
admite, ou não, o recurso especial deve ser fundamentada, com o exame dos seus
pressupostos gerais ou constitucionais." 2. Tanto o Superior Tribunal de Justiça como o
Supremo Tribunal Federal possuem orientação consolidada no sentido de que o único
recurso cabível da decisão que inadmite recurso especial é o agravo previsto no art. 544
do CPC/1973, de modo que os embargos de declaração subsequentemente opostos ao
primeiro juízo de admissibilidade proferido pela Corte a quo não têm o condão de
interromper o prazo para a interposição do agravo, por serem manifestamente
incabíveis. Precedentes.
3. Agravo interno a que se nega provimento.
(AgInt no AREsp 893.672/SP, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA
TURMA, julgado em 04/08/2016, DJe 15/08/2016)

Ademais, a autarquia interpôs o recurso especial apontando violação ao art.


1.022 do CPC, cuja jurisdição para dizer se há irregularidades em relação ao referido
dispositivo processual é subjetivamente do STJ, portanto em qualquer seara que se busque
fundamentos a reverter o juízo positivo de admissibilidade esbarra nos fundamentos ora
delineados, denotando-se intento protelatório.

Assim, alerto para o comando do art. 1.026, § 2º, do CPC.

Ante o exposto, rejeito os embargos de declaração.


Intimem-se.

Expediente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 147 / 527


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Expediente Recursos Nro 25024/2018
(Localizador: PE01C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0003904-60.2007.4.04.7105/RS
RECTE : BERENICE MORAES
ADV. (DT) : Douglas Helfenstein Copetti
ADVOGADO : Defensoria Pública da União e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

<Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.> Ante o exposto,


não admito o recurso especial. Intimem-se.
00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.002907-4/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
RECDO : IRACEMA RIBEIRO FELIN
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O STF, por meio do RE nº 652.060, devolveu os autos a este Tribunal para a


aplicação da sistemática da repercussão geral relativa ao Tema nº 96.

O paradigma de repercussão geral apreciou a questão assim:

Tema STF 96 - Incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da


conta de liquidação e a expedição do requisitório

O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:

JUROS DA MORA - FAZENDA PÚBLICA - DÍVIDA - REQUISIÇÃO OU PRECATÓRIO.


Incidem juros da mora entre a data da realização dos cálculos e a da requisição ou do
precatório. (RE 579431, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Tribunal Pleno, julgado em
19/04/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-145 DIVULG 29-06-2017 PUBLIC 30-06-
2017)

Em relação à referida questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


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apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2008.04.00.002907-4/RS


RECTE : IRACEMA RIBEIRO FELIN
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 260.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.142.821/RS, conforme acórdão transitado em julgado em 13.12.2017, conheceu em parte do
recurso especial do particular e, nesta extensão, o proveu para determinar a incidência dos
juros de mora até o efetivo pagamento dos valores devidos.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1008 do CPC.
Assim, entende-se que o presente recurso extraordinário perdeu o seu objeto.

Ante o exposto, julgo prejudicado o recurso por perda superveniente de objeto.

Intimem-se.

00004 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM AI Nº 2008.04.00.002907-4/RS


AGRTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
AGRDO : IRACEMA RIBEIRO FELIN
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira e outro

Intima(m)-se o(s) agravado(s) para, no prazo legal, oferecer(em) resposta(s)


ao(s) agravo(s) regimental.

00005 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0000593-33.2008.4.04.7103/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 149 / 527


RECTE : HELIO BORSTMANN
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto por HELIO BORSTMANN, com apoio


no art. 105, inciso III, alínea "a", da Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão
Colegiado desta Corte, ementado nos seguintes termos:

PENAL. PROCESSO PENAL. CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA. ARTIGO 1º, I, DA


LEI Nº 8.137/90. MATERIALIDADE. AUTORIA. DOLO. COMPROVAÇÃO.

1. Comprovados a materialidade, a autoria e o dolo no cometimento do crime previsto no


art. 1º, I, da Lei 8.137/90, mantém-se a condenação do réu responsável pela prática dos
atos ilícitos, aplicando-se as respectivas penas.

2. O elemento subjetivo é o dolo genérico, não se exigindo prova de especial fim de agir.

3. A alegação de culpa exclusiva de terceiro deve ser provada pela defesa, por se tratar
de alegação excludente que atrai o ônus probatório, nos termos do artigo 156 do Código
de Processo Penal.

4. Absolve-se o corréu em relação a qual as provas não permitem formulação de juízo


seguro, acima de uma dúvida razoável, de sua autoria ou participação no cometimento do
delito.

Sustenta, em síntese, que a manutenção da prestação pecuniária em R$


50.000,00 (cinqüenta mil reais) é desproporcional e ofende ao disposto no artigo 45, §1º, do
Código Penal.

O art. 105, III, da CF, assim dispõe:

Compete ao Superior Tribunal de Justiça: (...) julgar em recurso especial, as


causas decididas em única ou última instância, pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos
Tribunais dos Estados (...) quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal,
ou negar-lhes vigência; b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei
federal; c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro
Tribunal.

A pretensão não merece trânsito uma vez que a questão relativa ao valor da
prestação pecuniária não foi objeto do recurso de apelação, não tendo sido devidamente
prequestionada no acórdão em debate, o que atrai a incidência da Súmula nº 211 do STJ
(Inadmissível recurso especial quanto à questão que, a despeito da oposição de embargos
declaratórios, não foi apreciada pelo Tribunal a quo).

Neste sentido:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE DROGAS. AUTO DE


CONSTATAÇÃO PRELIMINAR. NULIDADE. NÃO OCORRÊNCIA. QUESTÃO SUPERADA.
JUNTADA DO LAUDO DEFINITIVO. Eventual nulidade no laudo de constatação

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 150 / 527


JUNTADA DO LAUDO DEFINITIVO. Eventual nulidade no laudo de constatação
preliminar fica superada com a juntada aos autos do laudo definitivo. REGIME INICIAL
DE CUMPRIMENTO. PENA INFERIOR A QUATRO ANOS. QUANTIDADE E NATUREZA
DAS DROGAS APREENDIDAS. REGIME SEMIABERTO. Caso em que embora fosse
admissível a estipulação do regime aberto em razão do quantum da pena aplicada, qual
seja, 2 (dois) anos e 6 (seis) meses de reclusão, a natureza, a quantidade e a variedade
dos entorpecentes apreendidos justificam a escolha do regime semiaberto, nos termos da
jurisprudência pacificada nesta Corte acerca do tema.DETRAÇÃO. MATÉRIA NÃO
DEBATIDA NA INSTÂNCIA A QUO. PREQUESTIONAMENTO. AUSÊNCIA.1. Não se
conhece do recurso especial quando o tema não foi objeto de discussão na instância de
origem porque sequer suscitado nas razões de apelação, tendo sido alvo de insurgência,
tão somente, no âmbito de embargos de declaração e o recurso especial não apontou
afronta ao art. 619 do Código de Processo Penal de modo a acusar eventual negativa de
prestação jurisdicional pela instância a quo.2. Incidência da Súmula n. 211 do STJ,
diante da ausência de prequestionamento.3. Agravo desprovido.(AgRg no REsp
1653604/SP, Rel. Ministro JORGE MUSSI, QUINTA TURMA, julgado em 03/08/2017, DJe
09/08/2017)

PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO RECEBIDO COMO AGRAVO REGIMENTAL.


AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO DA MATÉRIA. SÚMULA N. 211 DO STJ.
DECISÃO MANTIDA. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO.

1. É possível receber o pedido de reconsideração como agravo regimental, dada a


identidade do prazo recursal e a inexistência de erro grosseiro.

2. De acordo com reiterada jurisprudência desta Corte, para que se atenda ao requisito
do prequestionamento, é necessário que a questão haja sido objeto de debate pelo
Tribunal de origem, à luz da legislação federal indicada, com emissão de juízo de valor
acerca do dispositivo legal apontado como violado, o que não ocorreu nos autos.

3. Agravo regimental não provido.

(RCD no AREsp 665.236/RS, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA,
julgado em 18/04/2017, DJe 26/04/2017)

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2008.72.03.000425-6/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CPL ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO
LTDA/
ADVOGADO : Gian Carlo Possan

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso estava sobrestado (fl. 343).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 151 / 527


O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o(s) recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:

Tema STJ 137 - Para as ações ajuizadas a partir de 9.6.2005, aplica-se o art. 3º, da Lei
Complementar n. 118/2005, contando-se o prazo prescricional dos tributos sujeitos a
lançamento por homologação em cinco anos a partir do pagamento antecipado de que
trata o art. 150, § 1º, do CTN.

Em relação à vexata quaestio o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STJ, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso especial, tendo em conta


a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.72.03.000425-6/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : CPL ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO
LTDA/
ADVOGADO : Gian Carlo Possan

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso estava sobrestado (fl. 344).

O Supremo Tribunal Federal, em recurso paradigma de repercussão geral,


apreciou o assunto ora tratado:

Tema STF 4 - Termo a quo do prazo prescricional da ação de repetição de indébito


relativa a tributos sujeitos a lançamento por homologação e pagos antecipadamente.

O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:

DIREITO TRIBUTÁRIO - LEI INTERPRETATIVA - APLICAÇÃO RETROATIVA DA LEI


COMPLEMENTAR Nº 118/2005 - DESCABIMENTO - VIOLAÇÃO À SEGURANÇA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 152 / 527


COMPLEMENTAR Nº 118/2005 - DESCABIMENTO - VIOLAÇÃO À SEGURANÇA
JURÍDICA - NECESSIDADE DE OBSERVÂNCIA DA VACACIO LEGIS - APLICAÇÃO DO
PRAZO REDUZIDO PARA REPETIÇÃO OU COMPENSAÇÃO DE INDÉBITOS AOS
PROCESSOS AJUIZADOS A PARTIR DE 9 DE JUNHO DE 2005. Quando do advento da
LC 118/05, estava consolidada a orientação da Primeira Seção do STJ no sentido de que,
para os tributos sujeitos a lançamento por homologação, o prazo para repetição ou
compensação de indébito era de 10 anos contados do seu fato gerador, tendo em conta a
aplicação combinada dos arts. 150, § 4º, 156, VII, e 168, I, do CTN. A LC 118/05, embora
tenha se auto-proclamado interpretativa, implicou inovação normativa, tendo reduzido o
prazo de 10 anos contados do fato gerador para 5 anos contados do pagamento indevido.
Lei supostamente interpretativa que, em verdade, inova no mundo jurídico deve ser
considerada como lei nova. Inocorrência de violação à autonomia e independência dos
Poderes, porquanto a lei expressamente interpretativa também se submete, como qualquer
outra, ao controle judicial quanto à sua natureza, validade e aplicação. A aplicação
retroativa de novo e reduzido prazo para a repetição ou compensação de indébito
tributário estipulado por lei nova, fulminando, de imediato, pretensões deduzidas
tempestivamente à luz do prazo então aplicável, bem como a aplicação imediata às
pretensões pendentes de ajuizamento quando da publicação da lei, sem resguardo de
nenhuma regra de transição, implicam ofensa ao princípio da segurança jurídica em seus
conteúdos de proteção da confiança e de garantia do acesso à Justiça. Afastando-se as
aplicações inconstitucionais e resguardando-se, no mais, a eficácia da norma, permite-se
a aplicação do prazo reduzido relativamente às ações ajuizadas após a vacatio legis,
conforme entendimento consolidado por esta Corte no enunciado 445 da Súmula do
Tribunal. O prazo de vacatio legis de 120 dias permitiu aos contribuintes não apenas que
tomassem ciência do novo prazo, mas também que ajuizassem as ações necessárias à
tutela dos seus direitos. Inaplicabilidade do art. 2.028 do Código Civil, pois, não havendo
lacuna na LC 118/08, que pretendeu a aplicação do novo prazo na maior extensão
possível, descabida sua aplicação por analogia. Além disso, não se trata de lei geral,
tampouco impede iniciativa legislativa em contrário. Reconhecida a inconstitucionalidade
art. 4º, segunda parte, da LC 118/05, considerando-se válida a aplicação do novo prazo
de 5 anos tão-somente às ações ajuizadas após o decurso da vacatio legis de 120 dias, ou
seja, a partir de 9 de junho de 2005. Aplicação do art. 543-B, § 3º, do CPC aos recursos
sobrestados. Recurso extraordinário desprovido. (RE 566621, Relator(a): Min. ELLEN
GRACIE, Tribunal Pleno, julgado em 04/08/2011, REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO
DJe-195 DIVULG 10-10-2011 PUBLIC 11-10-2011 EMENT VOL-02605-02 PP-00273)

Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.72.03.000425-6/SC


RECTE : CPL ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO
LTDA/
ADVOGADO : Gian Carlo Possan
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 153 / 527


DECISÃO

Tendo em vista a existência de recurso extraordinário devidamente admitido (fl.


342/342v.), remetam-se os autos ao Supremo Tribunal Federal.

Intimem-se.

00009 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM APELRE Nº 2008.72.03.000425-6/SC


AGRTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
AGRDO : CPL ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO
LTDA/
ADVOGADO : Gian Carlo Possan

Intima(m)-se o(s) agravado(s) para, no prazo legal, oferecer(em) resposta(s)


ao(s) agravo(s) regimental.

00010 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM APELRE Nº 2008.72.03.000425-6/SC


AGRTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
AGRDO : CPL ASSESSORIA E DESENVOLVIMENTO
LTDA/
ADVOGADO : Gian Carlo Possan

Intima(m)-se o(s) agravado(s) para, no prazo legal, oferecer(em) resposta(s)


ao(s) agravo(s) regimental.

00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0019524-68.2009.4.04.7000/PR


RECTE : ENGERAMA ENG/ E EMPREENDIMENTOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário contra julgamento do Órgão Colegiado em


que a empresa autora pleiteou a declaração de inexigibilidade de contribuição previdenciária
patronal na remuneração dos primeiros dias de afastamento dos empregados, anteriores à
obtenção de auxílio acidente, e sobre o salário maternidade.

Decido.

Em relação ao salário maternidade, a matéria está inserida no contexto do Tema


72 (Inclusão do salário maternidade na base de cálculo da Contribuição Previdenciária
incidente na remuneração), pendente de análise da repercussão geral.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 154 / 527


Para dar cumprimento ao art. 1.040, necessária a publicação do acórdão.

Conforme orientação do Supremo Tribunal Federal, basta ao sobrestamento do


recurso extraordinário que apenas uma das matérias nele abordadas esteja abrangida pela
sistemática da repercussão geral.

O exame de admissibilidade, ao final, há de considerar toda a impugnação


contida na peça recursal, de forma a observar a atualidade da situação de cada tema.

Determino o sobrestamento do presente recurso pelo Tema 72.

Intimem-se.

00012 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0019524-68.2009.4.04.7000/PR


APELANTE : ENGERAMA ENG/ E EMPREENDIMENTOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outro
APELANTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 5A VF DE CURITIBA

DECISÃO

A União interpôs recurso extraordinário, com fundamento no art. 102, inciso III,
da Constituição Federal, insurgindo-se contra julgamento do Órgão Colegiado em que
declarada a inexigibilidade de contribuição previdenciária sobre a remuneração paga pelo
empregador durante os primeiros quinze dias de afastamento, anteriores à concessão do
auxílio-doença, e sobre o aviso prévio indenizado.

O recurso estava sobrestado.

Decido.

O Supremo Tribunal Federal editou os Temas nº 482 e 759 firmando o


entendimento sobre a ausência de repercussão geral no tocante à incidência de contribuição
previdenciária na remuneração dos primeiros quinze dias de afastamento por incapacidade e
do aviso prévio indenizado:

REPERCUSSÃO GERAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA.


INCIDÊNCIA SOBRE VALORES PAGOS PELO EMPREGADOR NOS PRIMEIROS
QUINZE DIAS DE AUXÍLIO-DOENÇA. AUSÊNCIA DE MATÉRIA CONSTITUCIONAL.
INEXISTÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. I - A discussão sobre a incidência, ou não,
de contribuição previdenciária sobre valores pagos pelo empregador nos primeiros
quinze dias de auxílio-doença situa-se em âmbito infraconstitucional, não havendo
questão constitucional a ser apreciada. II - Repercussão geral inexistente. (RE 611505
RG, Relator(a): Min. AYRES BRITTO, Relator(a) p/ Acórdão: Min. RICARDO
LEWANDOWSKI, julgado em 30/09/2011, DJe-211 DIVULG 24-10-2014 PUBLIC 28-10-
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 155 / 527
LEWANDOWSKI, julgado em 30/09/2011, DJe-211 DIVULG 24-10-2014 PUBLIC 28-10-
2014 EMENT VOL-02753-01 PP-00001)

PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. AVISO PRÉVIO


INDENIZADO. INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. NATUREZA
JURÍDICA DA VERBA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE
REPERCUSSÃO GERAL. 1. A controvérsia relativa à incidência de contribuição
previdenciária sobre as verbas pagas a título de aviso prévio indenizado, fundada na
interpretação da Lei 8.212/91 e do Decreto 6.727/09, é de natureza infraconstitucional. 2.
É cabível a atribuição dos efeitos da declaração de ausência de repercussão geral
quando não há matéria constitucional a ser apreciada ou quando eventual ofensa à Carta
Magna ocorra de forma indireta ou reflexa (RE 584.608 RG, Min. ELLEN GRACIE, DJe
de 13/03/2009). 3. Ausência de repercussão geral da questão suscitada, nos termos do
art. 543-A do CPC. (ARE 745901 RG, Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI, julgado em
04/09/2014, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-181 DIVULG 17-09-2014 PUBLIC 18-09-
2014)

Diante do exposto, nego prosseguimento ao recurso, com fulcro na sistemática


prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.035, § 8º, do CPC).

Intimem-se.

00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0019524-68.2009.4.04.7000/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : ENGERAMA ENG/ E EMPREENDIMENTOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outro

DECISÃO

A União interpôs recurso extraordinário com fundamento no art. 102, inciso III,
da Constituição Federal.

Relativamente à incidência da contribuição previdenciária no terço


constitucional de férias, o Plenário Virtual, em 23-2-2018, reconheceu a existência de
repercussão geral da questão constitucional suscitada em recurso paradigma (Discute-se, à
luz dos arts. 97, 103-A, 150, § 6º, 194, 195, inc. I, al. a e 201, caput e § 11, da Constituição da
República, a natureza jurídica do terço constitucional de férias, indenizadas ou gozadas,
para fins de incidência da contribuição previdenciária patronal):

Tema 985 - Natureza jurídica do terço constitucional de férias, indenizadas ou gozadas,


para fins de incidência da contribuição previdenciária patronal.

Para dar cumprimento ao art. 1.040, necessária a publicação do acórdão.

Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso


extraordinário.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 156 / 527


00014 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0019524-68.2009.4.04.7000/PR
APELANTE : ENGERAMA ENG/ E EMPREENDIMENTOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outro
APELANTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 5A VF DE CURITIBA

DECISÃO

A empresa autora interpôs recurso especial, com fulcro nas alíneas "a" e "c" do
inciso III do artigo 105 da CF/88, pleiteando a declaração de inexigibilidade de contribuição
previdenciária patronal incidente no pagamento dos primeiros quinze dias de afastamento
dos empregados, anteriores à obtenção do auxílio acidente, na remuneração a título de férias
usufruídas e de salário maternidade, ao fundamento de tratar-se de verbas de natureza
indenizatória.

Decido.

O recurso estava sobrestado.

O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp. 1.230.957 e o REsp. 1.358.281,


sob o rito dos recursos repetitivos, editou o Temas 739 uniformizando a jurisprudência na
seguinte questão:

Tema STJ 739 - O salário-maternidade possui natureza salarial e integra,


consequentemente, a base de cálculo da contribuição previdenciária.

Assim, como o Órgão Colegiado decidiu em consonância ao entendimento


acima exposto, nego seguimento ao recurso (art. 1.030, I, b, do CPC).

Com referência ao pedido de não ser compelida ao recolhimento da


contribuição previdenciária patronal nos quinze primeiros dias de afastamento dos
empregados acidentados (antes da eventual obtenção do auxílio-acidente), o voto condutor
manteve a sentença quanto ao fundamento de que, não sendo verba paga pelo empregador,
mas suportada pela Previdência Social, não há falar em incidência de contribuição
previdenciária.
Diante do exposto, é pacífico no Superior Tribunal de Justiça o entendimento da
obrigatoriedade de demonstração de que o julgado violou preceitos de lei federal ou deu à lei
federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. Nesse ponto, não
admito o recurso especial.

Entretanto, com relação à matéria remanescente (férias usufruídas), preenchidos


os requisitos de admissibilidade e o devido prequestionamento dos dispositivos
supostamente contrariados, admito o recurso especial.

Intimem-se.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 157 / 527
00015 AGRAVO (INOMINADO, LEGAL) EM APELRE Nº 0019524-
68.2009.4.04.7000/PR
AGRTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
AGRDO : ENGERAMA ENG/ E EMPREENDIMENTOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outro

Intima(m)-se o(s) agravado(s) para, no prazo legal, oferecer(em) resposta(s)


ao(s) agravo(s) regimental.

00016 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0011468-


26.2011.4.04.0000/RS
RECORRENTE : JOAO AFONSO VARGAS LEAES
ADVOGADO : Carlo Rosito da Silva e outro
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
: Arodi de Lima Gomes

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00017 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0011468-26.2011.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
: Arodi de Lima Gomes e outro
RECDO : JOAO AFONSO VARGAS LEAES
ADVOGADO : Carlo Rosito da Silva e outro

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00018 AGRAVO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE RECURSO ESPECIAL EM AI Nº
0011468-26.2011.4.04.0000/RS
AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
: Arodi de Lima Gomes e outro
AGRAVADO : JOAO AFONSO VARGAS LEAES
ADVOGADO : Carlo Rosito da Silva e outro

O processo está com vista ao(s) agravado(s) para, oferecer(em) resposta,


podendo instruí-la com cópias das peças que entender(em) conveniente(s).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 158 / 527


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 40001/2018
(Localizador: BX09C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2006.72.08.005196-8/SC
RECTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SECCAO DE SANTA
CATARINA
ADVOGADO : Cynthia da Rosa Melim e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº


1.036.677/SC, determinou a aplicação da sistemática da repercussão geral, considerando o
decidido no AI nº 791.292, no ARE nº 748.371 e no RE nº 741, vinculados respectivamente
aos Temas nºs 339, 660 e 741.

O STF, ao examinar o Tema nº 660 e 741, recusou o recurso ante a ausência de


repercussão geral das matérias. Os acórdãos restaram assim ementados:

Alegação de cerceamento do direito de defesa. Tema relativo à suposta violação aos


princípios do contraditório, da ampla defesa, dos limites da coisa julgada e do devido
processo legal. Julgamento da causa dependente de prévia análise da adequada
aplicação das normas infraconstitucionais. Rejeição da repercussão geral. (ARE 748371
RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em 06/06/2013, ACÓRDÃO
ELETRÔNICO DJe-148 DIVULG 31-07-2013 PUBLIC 01-08-2013)

PROCESSUAL CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. LIMITAÇÕES AO EXERCÍCIO DA


ADVOCACIA. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO
GERAL. 1. Tem natureza infraconstitucional a controvérsia a respeito da conformação
das prerrogativas do exercício da advocacia, originada que está na Lei 8.906/94, cujo
art. 7º assegura ao advogado, dentre outros direitos, o livre exercício da profissão em
todo o território nacional, o livre ingresso em repartições públicas para a prática de ato
ou colheita de prova ou de informação útil ao exercício da atividade profissional, o
exame, em qualquer órgão dos Poderes Judiciário e Legislativo ou da Administração
Pública em geral, de autos referentes a processos findos ou em andamento e a vista de
processos judiciais ou administrativos de qualquer natureza, em cartório ou na repartição
competente, bem como sua retirada pelo prazo legal. Portanto, não há questão

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 159 / 527


competente, bem como sua retirada pelo prazo legal. Portanto, não há questão
constitucional a ser analisada. 2. A norma constitucional que preconiza a harmonia e
independência entre os Poderes da União, pela sua generalidade, é insuficiente para
infirmar o específico juízo formulado pelo acórdão recorrido no caso. Incidência do óbice
da Súmula 284/STF. 3. Incabível, em recurso extraordinário, apreciar violação ao art. 5º,
II, da CF/88, que pressupõe intermediário exame e aplicação de normas
infraconstitucionais pertinentes (AI 796.905-AgR, Rel. Min. LUIZ FUX, Primeira Turma,
DJe de 21.5.2012; AI 622.814-AgR, Rel. Min. DIAS TOFFOLI, Primeira Turma, DJe de
08.3.2012; ARE 642.062-AgR, Rel. Min. ELLEN GRACIE, Segunda Turma, DJe de
19.8.2011). 4. É cabível a atribuição dos efeitos da declaração de ausência de
repercussão geral quando não há matéria constitucional a ser apreciada ou quando
eventual ofensa à Carta Magna se dê de forma indireta ou reflexa (RE 584.608 RG, Min.
ELLEN GRACIE, Pleno, DJe de 13/03/2009). 5. Ausência de repercussão geral da questão
suscitada, nos termos do art. 543-A do CPC.(RE 769254 RG, Relator(a): Min. TEORI
ZAVASCKI, julgado em 12/06/2014, PROCESSO ELETRÔNICO DJe-148 DIVULG 31-07-
2014 PUBLIC 01-08-2014 )

O STF, em recurso paradigma de repercussão geral, apreciou o assunto ora


tratado:

Tema STF nº 339 - Obrigatoriedade de fundamentação das decisões judiciais.

O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:

Questão de ordem. Agravo de Instrumento. Conversão em recurso extraordinário (CPC,


art. 544, §§ 3° e 4°). 2. Alegação de ofensa aos incisos XXXV e LX do art. 5º e ao inciso
IX do art. 93 da Constituição Federal. Inocorrência. 3. O art. 93, IX, da Constituição
Federal exige que o acórdão ou decisão sejam fundamentados, ainda que sucintamente,
sem determinar, contudo, o exame pormenorizado de cada uma das alegações ou provas,
nem que sejam corretos os fundamentos da decisão. 4. Questão de ordem acolhida para
reconhecer a repercussão geral, reafirmar a jurisprudência do Tribunal, negar
provimento ao recurso e autorizar a adoção dos procedimentos relacionados à
repercussão geral. (AI 791292 QO-RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em
23/06/2010, DJe-149 DIVULG 12-08-2010 PUBLIC 13-08-2010 EMENT VOL-02410-06
PP-01289 RDECTRAB v. 18, n. 203, 2011, p. 113-118)

Em relação ao tópico, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual.

Ante o exposto, com apoio nos arts. 1.035, § 8º, e 1.040, I, do Novo CPC, nego
seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00002 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2007.04.00.041033-6/RS


RECTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 160 / 527


RECDO : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
INTERESSADO : INGÁ - INSTITUTO GAÚCHO DE ESTUDOS AMBIENTAIS
: UNIAO PELA VIDA - UPV
: PROJETO MIRA-SERRA
: IGRE - AMIGOS DA AGUA
: CONRAD - CONSELHO REGIONAL DE RADIOFUSÃO
: SAALVE - SOCIEDADE AMIGOS DA AGUA LIMPA E DO VERDE
INTERESSADO : ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PROCURADOR : Luis Fernando Marcondes Farinatti
INTERESSADO : FUNDACAO ESTADUAL DE PROTECAO AMBIENTAL HENRIQUE LUIS ROESSLER
FEPAM
ADVOGADO : Paulo Regis Rosa da Silva e outros
INTERESSADO : STORA ENSO BRASIL LTDA/ e outro
ADVOGADO : Carolina Altafani de Azevedo e outros
INTERESSADO : VCP - VOTORANTIN CELULOSE E PAPEL
ADVOGADO : Caio Marcio Zogbi Vitoria e outros
INTERESSADO : ARACRUZ CELULOSE S/A
ADVOGADO : Oscar Graca Couto e outros
INTERESSADO : BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO SOCIAL - BNDES
ADVOGADO : Ricardo Athanasio Felinto de Oliveira
INTERESSADO : AZENGLEVER AGROPECUARIA LTDA/

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2007.04.00.041033-6/RS
RECTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECDO : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
INTERESSADO : INGÁ - INSTITUTO GAÚCHO DE ESTUDOS AMBIENTAIS
: UNIAO PELA VIDA - UPV
: PROJETO MIRA-SERRA
: IGRE - AMIGOS DA AGUA
: CONRAD - CONSELHO REGIONAL DE RADIOFUSÃO
: SAALVE - SOCIEDADE AMIGOS DA AGUA LIMPA E DO VERDE
INTERESSADO : ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PROCURADOR : Luis Fernando Marcondes Farinatti
INTERESSADO : FUNDACAO ESTADUAL DE PROTECAO AMBIENTAL HENRIQUE LUIS ROESSLER
FEPAM
ADVOGADO : Paulo Regis Rosa da Silva e outros
INTERESSADO : STORA ENSO BRASIL LTDA/ e outro
ADVOGADO : Carolina Altafani de Azevedo e outros
INTERESSADO : VCP - VOTORANTIN CELULOSE E PAPEL
ADVOGADO : Caio Marcio Zogbi Vitoria e outros
INTERESSADO : ARACRUZ CELULOSE S/A
ADVOGADO : Oscar Graca Couto e outros
INTERESSADO : BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO SOCIAL - BNDES

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 161 / 527


ADVOGADO : Ricardo Athanasio Felinto de Oliveira
INTERESSADO : AZENGLEVER AGROPECUARIA LTDA/

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0000233-84.2007.4.04.7216/SC
RECTE : EDIO JOEL DEL CASTANHEL e outro
ADVOGADO : Evaldo de Freitas Fenilli e outros
: Patricia de Freitas Fenilli e outro
: Alexandre Reis de Farias e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre "Indeferimento de produção de provas no âmbito de processo judicial." e "Violação
dos princípios do contraditório e da ampla defesa quando o julgamento da causa depender
de prévia análise da adequada aplicação das normas infraconstitucionais. Extensão do
entendimento ao princípio do devido processo legal e aos limites da coisa julgada".
Nesses pontos, a irresignação não merece acolhida, porquanto o Supremo
Tribunal Federal, ao examinar os Temas nºs 424 e 660, recusou o recurso ante a ausência de
repercussão geral das matérias. Os acórdãos restaram assim ementados:
Tema STF 424 - RECURSO. Agravo convertido em Extraordinário. Inadmissibilidade
deste. Produção de provas. Processo judicial. Indeferimento. Contraditório e ampla
defesa. Tema infraconstitucional. Precedentes. Ausência de repercussão geral. Recurso
extraordinário não conhecido. Não apresenta repercussão geral recurso extraordinário
que, tendo por objeto a obrigatoriedade de observância dos princípios do contraditório e
da ampla defesa, nos casos de indeferimento de pedido de produção de provas em
processo judicial, versa sobre tema infraconstitucional. (ARE 639228 RG, Relator(a):
Min. MINISTRO PRESIDENTE, julgado em 16/06/2011, DJe-167 DIVULG 30-08-2011
PUBLIC 31-08-2011 EMENT VOL-02577-02 PP-00222) e

Tema STF 660 - Alegação de cerceamento do direito de defesa. Tema relativo à suposta
violação aos princípios do contraditório, da ampla defesa, dos limites da coisa julgada e
do devido processo legal. Julgamento da causa dependente de prévia análise da
adequada aplicação das normas infraconstitucionais. Rejeição da repercussão geral.
(ARE 748371 RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em 06/06/2013,
ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-148 DIVULG 31-07-2013 PUBLIC 01-08-2013).

Por outro lado, a Suprema Corte apreciou a "Obrigatoriedade de


fundamentação das decisões judiciais" (Tema 339), em recurso paradigma de repercussão
geral no RE nº 791.292, restando o aludido acórdão ementado como segue:

Tema STF 339 - Questão de ordem. Agravo de Instrumento. Conversão em recurso

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 162 / 527


Tema STF 339 - Questão de ordem. Agravo de Instrumento. Conversão em recurso
extraordinário (CPC, art. 544, §§ 3° e 4°). 2. Alegação de ofensa aos incisos XXXV e LX
do art. 5º e ao inciso IX do art. 93 da Constituição Federal. Inocorrência. 3. O art. 93, IX,
da Constituição Federal exige que o acórdão ou decisão sejam fundamentados, ainda que
sucintamente, sem determinar, contudo, o exame pormenorizado de cada uma das
alegações ou provas, nem que sejam corretos os fundamentos da decisão. 4. Questão de
ordem acolhida para reconhecer a repercussão geral, reafirmar a jurisprudência do
Tribunal, negar provimento ao recurso e autorizar a adoção dos procedimentos
relacionados à repercussão geral. (AI 791292 QO-RG, Relator(a): Min. GILMAR
MENDES, julgado em 23/06/2010, DJe-149 DIVULG 12-08-2010 PUBLIC 13-08-2010
EMENT VOL-02410-06 PP-01289 RDECTRAB v. 18, n. 203, 2011, p. 113-118)

Em relação a esta questão, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a nova sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do
CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.

Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0033177-54.2010.4.04.0000/PR


RECTE : OLANDIL BOMBONATO MENIN e outro
: OLIRA DE OLIVEIRA MENIN
ADVOGADO : Roberto Cesar Ristow e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZACAO E REFORMA AGRARIA -
INCRA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : UMBERTO BASTO SACCHELLI
ADVOGADO : Afonso Cesar Dias Collin

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

SECRETARIA DA 7ª TURMA
Pauta

7ª Turma

PAUTA DE JULGAMENTOS

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


ORDINÁRIA do dia 11 de setembro de 2018, terça-feira, às 13:30, podendo, entretanto, nessa

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 163 / 527


mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou constantes de
Pautas já publicadas.

0000001 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5007340-90.2017.404.7104 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : JONAS BRITTO BUKOSKI
ADVOGADO : Assis Dal Lago Júnior
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000002 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5002103-78.2017.404.7103 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : GUSTAVO ALVES RODRIGUES
ADVOGADO : MIGUEL SALDANHA MADEIRA
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000003 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5014882-53.2017.404.7107 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : ROBERTO PAULO PAGNO
ADVOGADO : DEOCLECIO LORENO VEDANA
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000004 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5001552-65.2017.404.7017 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : SIDNEI DURVAL DE PAULO
ADVOGADO : EVANDRO DA MATTAS
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000005 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5004244-25.2017.404.7118 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADO : SILVESTRE ALVES DE OLIVEIRA
PROCURADOR : FABRÍCIO VON MENGDEN CAMPEZATTO (DPU) DPU074

0000006 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5024922-41.2018.404.0000 (Processo Eletrônico -


TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : JOSÉ ROBERTO MOREIRA
ADVOGADO : ANA CAROLINA KROEFF
ADVOGADO : MILENA CRISTINA TOMELIN
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000007 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5008899-67.2017.404.7206 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : RODRIGO ALEXANDRE
ADVOGADO : Thiago Fernandes dos Santos
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000008 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5024869-12.2018.404.7000 (Processo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 164 / 527


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO
AGRAVADO : DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL - DEPEN
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000009 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5005632-83.2018.404.7002 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : ANTONIO MARCELINO DA SILVA
ADVOGADO : GERMANO MARQUES RODRIGUES JUNIOR
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000010 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5013204-27.2017.404.7002 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
AGRAVANTE : CLEITON RENATO DUTRA
ADVOGADO : OTAVIO BONA MARQUES DE MELO
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000011 RECURSO CRIMINAL EM SENTIDO ESTRITO 5001778-48.2018.404.7110


(Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
RECORRENTE : NIVER ALEJANDRO NUNEZ OLIVERA
ADVOGADO : GILMAR PACHECO BARBOSA
RECORRIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000012 APELAÇÃO CRIMINAL 5002206-07.2016.404.7108 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MOACIR ANTONIO DA SILVA
ADVOGADO : FÁBIO BIER
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000013 APELAÇÃO CRIMINAL 5004626-62.2014.404.7008 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MARCO AURELIO VANZIN
ADVOGADO : PRISCILA SERRA MARCONDES DE SOUZA
ADVOGADO : LUIZ GUILHERME LEITE MENDES
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000014 APELAÇÃO CRIMINAL 5000445-52.2018.404.7016 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : GUSTAVO FRANCISCO DA SILVA
ADVOGADO : EMANOEL SILVEIRA DE SOUZA
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000015 APELAÇÃO CRIMINAL 5004817-36.2016.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : FLORENTINA FERRANDO RIBATSKI
ADVOGADO : Renato João Tauille Filho
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000016 APELAÇÃO CRIMINAL 5059202-49.2016.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 165 / 527


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : LEONARDO FERNANDEZ ALVES
ADVOGADO : CARLOS EDUARDO BARCELOS ALVES
ADVOGADO : GUSTAVO SATT CORRÊA
APELADO : ROSANE MARIA BARCELOS ALVES
ADVOGADO : CARLOS EDUARDO BARCELOS ALVES
ADVOGADO : GUSTAVO SATT CORRÊA

0000017 APELAÇÃO CRIMINAL 5009333-57.2011.404.7112 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : RUY LEONCIO DZJOBGINSKI
ADVOGADO : MURILO HENNEMANN SILVA

0000018 APELAÇÃO CRIMINAL 5005273-64.2017.404.7004 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : EBER GONCALVES DANTAS
ADVOGADO : FRANCISLEIDI DE FATIMA MOURA NIGRA
ADVOGADO : DAVID RICARDO SILVA TRINDADE
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000019 APELAÇÃO CRIMINAL 5000682-78.2017.404.7127 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : RAFAEL LEITES DA SILVA
ADVOGADO : CASSIA JULIANA VARGAS DORNELLES
APELANTE : ERIK MEDEIROS DA CONCEICAO
PROCURADOR : EDUARDO TERGOLINA TEIXEIRA (DPU) DPU212
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : JHONATAN FELIX MACHADO
ADVOGADO : LUIS RONALDO FORTES DE BARCELLOS
ADVOGADO : HENRIQUE BISCHOFF HARTMANN
ADVOGADO : DALTRO PELINSON DOS SANTOS

0000020 APELAÇÃO CRIMINAL 5050448-21.2016.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : LUIZ ANTONIO MELO TRINDADE
ADVOGADO : ALEXANDRE MANSUR DE FREITAS
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000021 APELAÇÃO CRIMINAL 5017585-97.2016.404.7201 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : ANDERSON ANTONIO DA SILVA
ADVOGADO : LUIZ CARLOS GUIESELER JUNIOR
ADVOGADO : MICHELE PINHEIRO HILGENBERG
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000022 APELAÇÃO CRIMINAL 5001598-15.2016.404.7203 (Processo Eletrônico - TRF)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 166 / 527


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : MARLI PIMENTEL
ADVOGADO : ERNANI MACEDO
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000023 APELAÇÃO CRIMINAL 5002102-79.2016.404.7216 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
REVISOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : MARIA ISABEL TEODORO DOS SANTOS
ADVOGADO : LEILA CAROLINA LUCHEZI

0000024 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5007639-15.2018.404.7110 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
AGRAVANTE : RODRIGO FERREIRA MARTINEZ
PROCURADOR : RICARDO HENRIQUE ALVES GIULIANI (DPU) DPU109
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000025 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5003203-04.2018.404.7016 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
AGRAVANTE : FELIPE ALVES TEIXEIRA
ADVOGADO : KATHERINE MARIA CARDOSO LOPES
ADVOGADO : LUZIA PATRICIA DA SILVA
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000026 MANDADO DE SEGURANÇA (TURMA) 5024652-17.2018.404.0000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
IMPETRANTE : MARCOS BAPTISTA LOPEZ DALMAU
ADVOGADO : ADRIANO TAVARES DA SILVA
ADVOGADO : THIAGO SILVA SCHÜTZ
ADVOGADO : CARLA CRISTINA MARTINS
IMPETRADO : Juízo Substituto da 1ª VF de Florianópolis
INTERESSADO : A APURAR
ADVOGADO : FRANCISCO YUKIO HAYASHI
ADVOGADO : GUSTAVO COSTA FERREIRA
ADVOGADO : Danilo Tavares Paiva
ADVOGADO : MAICON HAMILTON ADAO
ADVOGADO : GILBERTO LUCIANO DOS SANTOS
ADVOGADO : rodrigo pereira maus
ADVOGADO : JACINTO NELSON DE MIRANDA COUTINHO
ADVOGADO : Edward Rocha de Carvalho
ADVOGADO : Bruna Araujo Amatuzzi
ADVOGADO : ANA MARIA LUMI KAMIMURA MURATA
ADVOGADO : GABRIELLA SAAD AZEVEDO
INTERESSADO : EDUARDO LOBO
ADVOGADO : MARLOM FORMIGHERI
ADVOGADO : GABRIEL ANNONI CARDOSO
INTERESSADO : FUNDAÇÂO DE AMPARO À PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA - FAPEU
INTERESSADO : FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS SÓCIO ECONÔMICAS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 167 / 527


INTERESSADO : FUNDACAO JOSE ARTHUR BOITEUX
INTERESSADO : GILBERTO DE OLIVEIRA MORITZ
ADVOGADO : ADRIANO ZANOTTO
ADVOGADO : JOAO CARLOS CASTILHO
ADVOGADO : Luiz Fernando Chaves da Silva
INTERESSADO : MARIA BERNADETE DOS SANTOS MIGUEZ
ADVOGADO : CARLOS AUGUSTO RIBEIRO DA SILVA
INTERESSADO : POLÍCIA FEDERAL/SC
INTERESSADO : ROBERTO MORITZ DA NOVA
ADVOGADO : ALEXANDRE SALUM PINTO DA LUZ
INTERESSADO : TAISA DIAS
ADVOGADO : DIVALDO LUIZ DE AMORIM
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
INTERESSADO : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000027 RECURSO CRIMINAL EM SENTIDO ESTRITO 5010035-83.2018.404.7200


(Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECORRIDO : EDIO SILVA
ADVOGADO : GUSTAVO HERMES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Antônio Carlos Brasil Pinto

0000028 RECURSO CRIMINAL EM SENTIDO ESTRITO 5045657-38.2018.404.7100


(Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECORRIDO : CLAUDIOMIRO DE MAGALHAES GUTERRA

0000029 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5029284-38.2018.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
AGRAVANTE : JOSÉ ANCIOTO NETO
ADVOGADO : Elias Mattar Assad
ADVOGADO : FLAVIO WARUMBY LINS
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000030 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5004468-71.2018.404.7200 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
AGRAVANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADO : VALDECI DA SILVA
PROCURADOR : ALEXANDRE VARGAS AGUIAR (DPU) DPU251
INTERESSADO : LUCETE ADRIANA EGER
ADVOGADO : LUCETE ADRIANA EGER

0000031 APELAÇÃO CRIMINAL 5013124-22.2015.404.7200 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : WILSON WILL
ADVOGADO : CALUTO JUAREZ ZANDONAI

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 168 / 527


0000032 APELAÇÃO CRIMINAL 5011618-23.2015.404.7002 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : MAIKO JOSE DOS SANTOS
ADVOGADO : LUCAS ANDRE ALVES DE MELLO
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000033 APELAÇÃO CRIMINAL 5011253-95.2017.404.7002 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : EMERSON KULKA
PROCURADOR : ALEXANDRE VARGAS AGUIAR (DPU) DPU251
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000034 APELAÇÃO CRIMINAL 5008522-25.2014.404.7005 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : JOSE NANDI RECH
ADVOGADO : DIMITRY DA SILVA OPPA
ADVOGADO : Fernanda Eliza da Silva Oppa
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000035 APELAÇÃO CRIMINAL 5007997-57.2016.404.7107 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : KATLEN VANESSA DA COSTA BITENCOURT
ADVOGADO : vitor hugo gomes
ADVOGADO : FRANCIELE CECONI DE SOUZA
ADVOGADO : REGINALDO LEONEL FERREIRA
APELANTE : RAUL LEVIS
ADVOGADO : RUDIMAR LUIS BROGLIATO
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000036 APELAÇÃO CRIMINAL 5006510-45.2017.404.7001 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : MARCOS ALBERTO COSTA DE SOUZA
ADVOGADO : marcos vieira de camargo
ADVOGADO : IGOR MOSCOVITS QUEIROZ
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000037 APELAÇÃO CRIMINAL 5004047-09.2017.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : SILVIA MARIA XAVIER CABRAL
ADVOGADO : MARCO AURÉLIO LEITE DOS SANTOS
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000038 APELAÇÃO CRIMINAL 5001792-51.2012.404.7010 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : GLAYSON FERNANDES SILVEIRA
ADVOGADO : WILSON SOARES DE SOUZA
APELANTE : LEONTINA LUIZA BERTELLI

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 169 / 527


ADVOGADO : Robervani Pierin do Prado
ADVOGADO : Priscilla Paula de Oliveira Prado
APELANTE : MARCIO FERNANDO CALDERARI
ADVOGADO : BENO FRAGA BRANDÃO
ADVOGADO : Felipe Américo Moraes
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : NILSON BATISTA SORIANO
ADVOGADO : EDSON HENRIQUE DO AMARAL
ADVOGADO : RICARDO MALUF WIDERSKI
INTERESSADO : SEBASTIANA ARAUJO PERCILIANO
ADVOGADO : Ramonn Luiz Silva Domingues
INTERESSADO : WILLIAM REBECCHI
ADVOGADO : WANDERSON MOREIRA ELIZIARIO

0000039 APELAÇÃO CRIMINAL 5000475-89.2015.404.7017 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : MARCOS ABRAO
PROCURADOR : RICARDO HENRIQUE ALVES GIULIANI (DPU) DPU109
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000040 APELAÇÃO CRIMINAL 5000389-70.2014.404.7012 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REVISOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
APELANTE : CLEVERSON PEIXOTO DOS SANTOS
ADVOGADO : ELIANDRA CRISTINA WINCK
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : OS MESMOS

0000041 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5022724-80.2018.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
AGRAVANTE : JOAO PINTO CARIOCA
ADVOGADO : LUIZ HENRIQUE BALDISSERA
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000042 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL 5008222-06.2018.404.7205 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
AGRAVANTE : RONEI FARIA BASTOS
ADVOGADO : JOAO DAVID DE BORBA
AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000043 RECURSO CRIMINAL EM SENTIDO ESTRITO 5006242-48.2018.404.7003


(Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
RECORRENTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECORRIDO : JOSE ENOS FURLAN
ADVOGADO : RAILDE APARECIDA DOS SANTOS

0000044 REMESSA NECESSÁRIA CRIMINAL 5000254-13.2018.404.7111 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
PARTE AUTORA : ODAIR JOSE FISCHER

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 170 / 527


ADVOGADO : SAMIRA GABRIELA GELESKI AHMAD RAJAB
PARTE RÉ : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000045 APELAÇÃO CRIMINAL 5002014-89.2016.404.7103 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELANTE : SILVANO JOSE ODY
ADVOGADO : HÉLIO SOUZA FUQUES
APELADO : OS MESMOS
APELADO : VERA LUCIA DE ALMEIDA SILVA
ADVOGADO : FATIMA BOGER FUQUES

0000046 APELAÇÃO CRIMINAL 5005608-82.2014.404.7200 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : CARLOS ALBERTO VENTURA
ADVOGADO : CELSO SOUZA LINS
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000047 APELAÇÃO CRIMINAL 5009847-12.2017.404.7205 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : TIAGO RODRIGUES DOS SANTOS
ADVOGADO : RODRIGO FERNANDO NOVELLI
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000048 APELAÇÃO CRIMINAL 5013181-65.2014.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : ANTONIO DOS SANTOS
ADVOGADO : PEDRO NICOLAIO
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000049 APELAÇÃO CRIMINAL 5005855-32.2015.404.7005 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : LUIZ CARLOS FERREIRA
PROCURADOR : FABRÍCIO VON MENGDEN CAMPEZATTO (DPU) DPU074
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000050 APELAÇÃO CRIMINAL 5001163-04.2017.404.7010 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : LADIMIR BRANDAO DA ROSA
ADVOGADO : CAROLINE BITTENCOURT DA SILVEIRA
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000051 APELAÇÃO CRIMINAL 5002073-83.2016.404.7004 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : IVAN GOMES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : RODRIGO ALEXANDRE SOARES BARBOSA
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000052 APELAÇÃO CRIMINAL 5001904-60.2016.404.7210 (Processo Eletrônico - TRF)


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 171 / 527
RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : JEFERSON ANTONIO CADORE
ADVOGADO : Henrique Colussi Gomes
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000053 APELAÇÃO CRIMINAL 5002018-35.2016.404.7004 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : FERNANDO MARTIM DE ARAUJO
PROCURADOR : EDUARDO TERGOLINA TEIXEIRA (DPU) DPU212

0000054 APELAÇÃO CRIMINAL 5011419-04.2015.404.7001 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : LUCAS LEAO ANICIAS
PROCURADOR : EDUARDO TERGOLINA TEIXEIRA (DPU) DPU212
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : DALVA DOMINGAS DE SOUZA
PROCURADOR : FABRÍCIO VON MENGDEN CAMPEZATTO (DPU) DPU074

0000055 APELAÇÃO CRIMINAL 5008100-28.2015.404.7001 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : LUCAS LEAO ANICIAS
PROCURADOR : EDUARDO TERGOLINA TEIXEIRA (DPU) DPU212

0000056 APELAÇÃO CRIMINAL 5003443-39.2017.404.7206 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : ALDIMUR SCHU
ADVOGADO : ALINE LETÍCIA DE BARROS
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000057 APELAÇÃO CRIMINAL 5000975-24.2016.404.7211 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : CELSO JUNIOR DALMORA
ADVOGADO : WANDRESSA ALVES RANGAO
APELADO : CRISTIANO CORREAS
ADVOGADO : WANDRESSA ALVES RANGAO
APELADO : NILZA MAGUEROSKI DOS SANTOS
ADVOGADO : ANTONIO RUBIANO SCHMITZ
ADVOGADO : ANDRE LUIZ SANTINI
ADVOGADO : LORIAN JOSE BRESSAN
APELADO : WILLIAM DIEGO ZERWES SPINDLER
ADVOGADO : WANDRESSA ALVES RANGAO

0000058 APELAÇÃO CRIMINAL 5005149-94.2016.404.7205 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 172 / 527


APELANTE : JEFFERSON FABIANO FLORIANO
ADVOGADO : MARISETE MEZACASA
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000059 APELAÇÃO CRIMINAL 5000535-67.2016.404.7004 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : JOSE EDENILSON RAMOS
ADVOGADO : EDSOM EIJI HATAOKA
ADVOGADO : marcos aurélio comunello
ADVOGADO : REBEKA MOSCOVITS QUEIROZ
ADVOGADO : EDILAINE VILLALBA ORTIZ COMUNELLO
ADVOGADO : IGOR MOSCOVITS QUEIROZ
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : REGINALDO VETORATO DA SILVA
ADVOGADO : José da Silveira

0000060 APELAÇÃO CRIMINAL 5000576-34.2016.404.7004 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUIZ CARLOS CANALLI
REVISOR(A) : Des. Federal CLÁUDIA CRISTINA CRISTOFANI
APELANTE : ADRIEL RODRIGO DOS SANTOS CORDEIRO
ADVOGADO : lourenço cesca
ADVOGADO : HASAN VAIS AZARA
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre, 22 de agosto de 2018.

Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE


Presidente da 7ª Turma

SECRETARIA DE REGISTROS E INFORMACOES PROCESSUAIS


Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5021853-74.2018.4.04.9999/RS (originário: processo


nº 00037316520168160052/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

PARTE AUTORA : EVA DE NAZARETT GALVAO

ADVOGADO : Marco Marcelo Ramalho

PARTE AUTORA : EVA DE NAZARETT GALVAO

ADVOGADO : Ailton Woichicoski

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 173 / 527


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032263-21.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00088099120178160056/PR)
RELATOR : MARCELO DE NARDI

AGRAVANTE : ELETRO SOLDA PARANAENSE LTDA

ASSISTENTE - ADVOGADO : Leticia Fernandes Barbosa

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5020951-24.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00005807620158210088/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : SONIA WEBER

ADVOGADO : Karina Weber Cardozo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 174 / 527


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021749-82.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00017532920168160060/PR)
RELATOR : MÁRCIO ANTONIO ROCHA

APELANTE : EDILENA ALMEIDA DA ROSA

ADVOGADO : João Morais Do Bonfim

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032097-86.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00014005720178210078/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

AGRAVANTE : PAULO ROBERTO CARRARO

ADVOGADO : Dirceu Vendramin Lovison

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 175 / 527


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021750-67.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


03005595320178240256/SC)
RELATOR : CELSO KIPPER

APELANTE : LOURDES DORNHAUSER CENTA

ADVOGADO : Evandro Marcelo De Oliveira

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032107-33.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 03026209120188240015/SC)
RELATOR : CELSO KIPPER

AGRAVANTE : SIMONE RECK

ADVOGADO : Francisco Vital Pereira

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 176 / 527
ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032108-18.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00014765620138160112/PR)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

AGRAVADO : TERESINHA CARPENEDO HILGER

ADVOGADO : Oscar Gomes Figueiredo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032113-40.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 03026234620188240015/SC)
RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

AGRAVANTE : IRIO BOJARSKI

ADVOGADO : Francisco Vital Pereira

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 177 / 527
Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação
dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032124-69.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00032283420138210109/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

AGRAVANTE : ALBERTO ZANELLA ZILLI

ADVOGADO : Henrique Oltramari

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021755-89.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00015651120128240074/SC)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ADELGUNDA PAUL

ADVOGADO : Glauco Humberto Bork

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 178 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032129-91.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00014873820188160168/PR)
RELATOR : LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO

AGRAVANTE : SOLANGE MARIA CASSANIGA

ADVOGADO : Epaminondas Caetano Junior

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021757-59.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


03007752820158240080/SC)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : SIRLEI FERNANDES NASCIMENTO

ADVOGADO : Claudiomir Giaretton

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 179 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032137-68.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00044281120178210053/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

AGRAVANTE : ADEMIR ANGELO CASAGRANDE

ADVOGADO : Jorge Calvi

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032139-38.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00044261220138160056/PR)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

AGRAVADO : LUIZ CARLOS BOLOGNA

ADVOGADO : Luciano Gilvan Benassi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 180 / 527
dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021761-96.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00034587420168160153/PR)
RELATOR : MÁRCIO ANTONIO ROCHA

APELANTE : FRANCIANE PEREIRA RODRIGUES

ADVOGADO : Carlos Alberto Dos Santos

APELANTE : FRANCIANE PEREIRA RODRIGUES

ADVOGADO : Viviane Nunes Meira Dos Santos

APELANTE : FRANCIANE PEREIRA RODRIGUES

ADVOGADO : Michel Casari Biussi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021764-51.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


03018642620168240024/SC)
RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : ANTENOR SILVA

ADVOGADO : Miguel Telles De Camargo

APELANTE : ANTENOR SILVA

ADVOGADO : Rizoni Maria Baldissera Bogoni

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 181 / 527


APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5020891-51.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00017276620168210068/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELANTE : EDI CARLOS HAEFLIGER

ADVOGADO : Vicente Fleck De Oliveira

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5020933-03.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00014034920148210132/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 182 / 527


APELANTE : LEONEL ANTUNES GONCALVES

ADVOGADO : Imilia De Souza

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021105-42.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00029603220178210014/RS)
RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : ANDRE GRESPAN

ADVOGADO : Humberto Reis De Souza

APELADO : CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 5ª REGIÃO - CRQ/RS

PROCURADOR : Sheila Mendes Podlasinski

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5020925-26.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00068889820128210132/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : JOSE CLAUDEMIR GONCALVES

ADVOGADO : Imilia De Souza

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 183 / 527


APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021128-85.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00139900520148210003/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : LUCIA MATOS DE OLIVEIRA

ADVOGADO : Jean Paulo Tomaz Santana

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5020886-29.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00078786220128210044/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : OSNI LUIS FRAPORTI

ADVOGADO : Adriano Scaravonatti

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 184 / 527


PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5020988-51.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00078956220118210132/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : MOACIR ANTONIO BARBIERI

ADVOGADO : Imilia De Souza

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021113-19.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00102835920168210132/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELANTE : TERESINHA NINGERT DE SOUZA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 185 / 527


ADVOGADO : Douglas Trevisol Pinheiro

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5020997-13.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00467419520048210035/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : CARMEM RODRIGUES DA CUNHA

ADVOGADO : Luiz Carlos Fink

APELANTE : MARIA ERNESTINA RODRIGUES DA CUNHA

ADVOGADO : Luiz Carlos Fink

APELANTE : JULIO CESAR RODRIGUES DA CUNHA

ADVOGADO : Luiz Carlos Fink

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ANGELINA VIEIRA HOMEM

PROCURADOR : Daniel Mourgues Cogoy

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 186 / 527


APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021038-77.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº
00022110520168210158/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : LOURDES DE LIMA GONCALVES

ADVOGADO : Maristela Trento

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021767-06.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


03022730220168240024/SC)
RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : SERLI APARECIDA PIRES DA SILVA

ADVOGADO : Julio Cesar Legnani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021770-58.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 187 / 527


03027676120168240024/SC)
RELATOR : CELSO KIPPER

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : EVANDRA MARCIA MATHIAS

ADVOGADO : Maria Salete De Melo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032160-14.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00023486620188210109/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

AGRAVANTE : EDISON ANTONIO WERLE

ADVOGADO : Felipe Formagini

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032166-21.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00002068719908160084/PR)
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 188 / 527
nº 00002068719908160084/PR)
RELATOR : LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO

AGRAVANTE : ISAURA BRISOLLA DE OLIVEIRA

ADVOGADO : Marcos Aurelio Cerdeira

AGRAVANTE : DEONILDA BERTELLI FERREIRA

ADVOGADO : Marcos Aurelio Cerdeira

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021851-07.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00057014120168160104/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : EVA VIANA

ADVOGADO : Ana Gracieli Antoniazzi Terlecki

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 189 / 527


APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021849-37.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº
00004781920008160056/PR)
RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : ARACI FIGUEIRO GOES

ADVOGADO : Marlon Peterson Santos

APELADO : ARACI FIGUEIRO GOES

ADVOGADO : Paulo Pimenta

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021858-96.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00007854720138160175/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : DONIZETE JORDAO DA SILVA

ADVOGADO : Ivan Rogerio Da Silva

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 190 / 527


AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032275-35.2018.4.04.0000/RS (originário: processo
nº 00009937720188210058/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

AGRAVADO : CLARI ANA MATE MINOZZO

ADVOGADO : Avelino Beltrame

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021860-66.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00002377120038160078/PR)
RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : EDERSON JORGE ZAMPOLI

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 191 / 527


AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032268-43.2018.4.04.0000/RS (originário: processo
nº 03021246220188240015/SC)
RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

AGRAVANTE : CELIA APARECIDA REZENDE

ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021857-14.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00017031220168160057/PR)
RELATOR : MÁRCIO ANTONIO ROCHA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MARIA RIBEIRO

ADVOGADO : Helio Aparecido Zago Filho

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032272-80.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 192 / 527
nº 00075853720188210059/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

AGRAVANTE : JONARA ADRIANA DALPIAZ

ADVOGADO-TITULAR : Teodoro Matos Tomaz

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021828-61.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00014651420098160097/PR)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : GISLAINE NUNES DA SILVA

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021829-46.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00016026420188160134/PR)
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 193 / 527
00016026420188160134/PR)
RELATOR : MÁRCIO ANTONIO ROCHA

APELANTE : INDALECIO ALVES DA SILVA

ADVOGADO : Vera Diana Tomacheski

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021830-31.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00023016520168160121/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : MIGUEL FERNANDES FERREIRA DE SOUZA

ADVOGADO : Antônio Carlos São João

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021833-83.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00006482720178160110/PR)
RELATOR : LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 194 / 527


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : LEONILDA WURFEL

ADVOGADO : Rafael Dall Agnol

APELADO : LEONILDA WURFEL

ADVOGADO : Rodrigo Dall Agnol

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021834-68.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00013153220118160107/PR)
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : IRACEMA MARTA DE MACEDO

APELADO : LEONILA MARTA DE MACEDO

APELADO : CILSO XAVIER DE MACEDO

APELADO : APARECIDO XAVIER DE MACEDO

ADVOGADO : Edson Jose Pereira Da Silva

APELADO : APARECIDO XAVIER DE MACEDO

ADVOGADO : Rubens De Oliveira

APELADO : EDIMA MARTA DE MACEDO

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 195 / 527
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5021837-23.2018.4.04.9999/RS (originário: processo


nº 00013336020168160145/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

PARTE AUTORA : MARINA DE SOUZA OLIVEIRA

ADVOGADO : Paloma Leila De Andrade Fernandes

PARTE AUTORA : MARINA DE SOUZA OLIVEIRA

ADVOGADO : José Antonio Iglecias

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021838-08.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00053166920168160112/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MARIA SALETE KRIESER

ADVOGADO : Rafael Hamm Faro

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 196 / 527
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5021841-60.2018.4.04.9999/RS (originário: processo


nº 00015405920168160145/PR)
RELATOR : MÁRCIO ANTONIO ROCHA

PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

PARTE AUTORA : MARIA NILZA CASSIANO DA SILVEIRA

ADVOGADO : Paloma Leila De Andrade Fernandes

PARTE AUTORA : MARIA NILZA CASSIANO DA SILVEIRA

ADVOGADO : José Antonio Iglecias

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021842-45.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00007616320178160115/PR)
RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : CELIO CLARET DA SILVA

ADVOGADO : Dione Maria Pereira

APELADO : CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 9ª REGIÃO - CRQ/PR

PROCURADOR : Renato Antunes Villanova

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 197 / 527
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021845-97.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00005583720178160104/PR)
RELATOR : LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO

APELANTE : NELSO KULCKAMP

ADVOGADO : João Morais Do Bonfim

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021848-52.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00005518820008160056/PR)
RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : ARACI FIGUEIRO GOES

ADVOGADO : Marlon Peterson Santos

APELADO : ARACI FIGUEIRO GOES

ADVOGADO : Paulo Pimenta

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 198 / 527
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021772-28.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


03029004020158240024/SC)
RELATOR : CELSO KIPPER

APELANTE : VALDECIR DE SOUZA

ADVOGADO : Mauri Raul Costa Junior

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021775-80.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 03003592820158240026/SC)
RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ANA FERNANDES DE LARA

ADVOGADO : Gerson Kamer

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 199 / 527
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021776-65.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00011851220138160062/PR)
RELATOR : RÔMULO PIZZOLATTI

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : N L BOMBONATO & CIA LTDA

ADVOGADO : Luiz Carlos Kuhn

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5021175-59.2018.4.04.9999/RS (originário: processo


nº 00023050420158210120/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

PARTE AUTORA : LUIS CARLOS PONTIN

ADVOGADO : Vagner Luiz Copatti

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 200 / 527
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021172-07.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00002469720168210123/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ELUIDES LUIZA DE CAMPOS

ADVOGADO : Eunice Cristiane Garcia

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021169-52.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00034448620148210132/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : JORGE ALVES PRESTES

ADVOGADO : Rafael Fernando Pires Fincato

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 201 / 527


Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021145-24.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00028452920148210042/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MARIA SOLANGE DE LIMA BRAGA

ADVOGADO : William Ferreira Pinto

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021156-53.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00013504320128210163/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

APELANTE : LEOPOLDINA SILVEIRA DOS SANTOS

ADVOGADO : Scharles Ernesto Augustin

APELANTE : EVERTON DOS SANTOS RODRIGUES

ADVOGADO : Scharles Ernesto Augustin

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 202 / 527


eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021151-31.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00068070520158210049/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : ALFONSO BELMIRO GRENDENE SCAPIN

ADVOGADO : Juliano Bossoni

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021152-16.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00007192220118240076/SC)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : ADILSON DE SOUZA VALERIM

ADVOGADO : Jamilto Colonetti

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 203 / 527
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021144-39.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00015984020128210088/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : AUREO MOREIRA DA MOTTA

ADVOGADO : Vanderlei Ribeiro Fragoso

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021158-23.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00044522820118210157/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : SANDRO LAERCIO DA SILVA

ADVOGADO : Imilia De Souza

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 204 / 527


as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021178-14.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00002243120168210158/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : ORAIDE TURA RIGON

ADVOGADO : Sidnei Fiorentin

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032182-72.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00011470920118240042/SC)
RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

AGRAVANTE : ADENAU ALVADIR SCHIELKE

ADVOGADO : Jalusa Roselle Giusti

AGRAVANTE : ADENAU ALVADIR SCHIELKE

ADVOGADO : João Paulo Tesseroli Siqueira

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 205 / 527
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032186-12.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 03022588020168240073/SC)
RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

AGRAVANTE : DIETER KLEMZ

ADVOGADO : Jeferson Ferrazza Pereira

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032191-34.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 03014909420188240135/SC)
RELATOR : CELSO KIPPER

AGRAVANTE : AIRTON LOPES

ADVOGADO : Josiel Luiz Bendin Schramm

AGRAVANTE : AIRTON LOPES

ADVOGADO : Débora Salau Do Nascimento

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 206 / 527
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032192-19.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00048554120128160079/PR)
RELATOR : ALEXANDRE ROSSATO DA SILVA ÁVILA

AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

AGRAVADO : TRANSPORTES RIO BONITO LTDA

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032193-04.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00015164620178210116/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

AGRAVANTE : PEDRO BORTOLINI

ADVOGADO : Maria Elisabete Scaravonatto

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 207 / 527


Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032194-86.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 03005135620148240034/SC)
RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

AGRAVANTE : VISAO SOLUCOES IMOBILIARIAS LTDA

ADVOGADO : Cesar José Poletto

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021138-32.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00017976120138210077/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : JOSE FERNANDO PEREIRA

ADVOGADO : Cássio André Machry

APELANTE : JOSE FERNANDO PEREIRA

ADVOGADO : Paulo Roberto Harres

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 208 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021077-74.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00043524720148210067/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : RUI CESAR PEGLOW KLUMB

ADVOGADO : Robert Veiga Glass

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021305-49.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00020585320168210034/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : MIGUEL ESPINDOLA SOARES

ADVOGADO : Mauro Antonio Wolkmer

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 209 / 527
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021185-06.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 05002766220128240081/SC)
RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELANTE : IVANICE TRESSOLDI PICCINATTO

ADVOGADO : Daniel Girardini

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021132-25.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00033454820168210035/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : ANTONIO FERREIRA PRUDENCIO

ADVOGADO : Mauro Sergio Murussi

APELANTE : ANTONIO FERREIRA PRUDENCIO

ADVOGADO : Francisca Veridiana Batista Goncalves

APELANTE : ANTONIO FERREIRA PRUDENCIO

ADVOGADO : Martin Daniel Murussi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 210 / 527


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021108-94.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00016727420158210093/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELANTE : ALDANIRA DOS SANTOS QUINTEIRO

ADVOGADO : Janassana Indiara Almeida De Oliveira

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021140-02.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00020325620168210163/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : EUSEBIO PACHECO DE SOUZA

ADVOGADO : Indira Girardi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 211 / 527


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021106-27.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00009387820018240078/SC)
RELATOR : SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ

APELANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

PROCURADOR : Vera Lucia Bicca Andujar

APELADO : ALTAMIR PAGNAN

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021176-44.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00012843920168210158/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : ANDREZA FERREIRA DE SOUZA

ADVOGADO : Luiz Gilberto Gatti

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 212 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021153-98.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00012766220168210158/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : NELSON MULLER TELES

ADVOGADO : Jose Carlos Alves

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5032202-63.2018.4.04.0000/RS (originário: processo


nº 00015556620188210097/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

AGRAVANTE : NADIA LAZARD DUVERT

ADVOGADO : Ramon Bornholdt Dos Santos

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 213 / 527
dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021246-61.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00057162220158210034/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : PERI ANTUNES RIBAS

ADVOGADO : Luís Roger Vieira Azzolin

APELANTE : PERI ANTUNES RIBAS

ADVOGADO : Rosane Teresinha Carvalho Teixeira

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021022-26.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00016311620118210104/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : ENIO BATISTA DOS SANTOS

ADVOGADO : Jair De Souza Santos

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 214 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021233-62.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00021428120178210046/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ADAO VILMAR DA SILVA

ADVOGADO : Liana Aparecida Zani Da Costa

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021162-60.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00096627020138210034/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : TELMA NASCIMENTO PINHEIRO

ADVOGADO : Luís Roger Vieira Azzolin

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 215 / 527
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021137-47.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00031732220158210042/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : PAULO ELEN COUTO DE OLIVEIRA

ADVOGADO : Robert Veiga Glass

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021129-70.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00002609120158210034/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

APELANTE : ROBERTO XAVIER JULHANO

ADVOGADO : Luís Roger Vieira Azzolin

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 216 / 527


que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021236-17.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00023353420118210070/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : LOIVA TEREZINHA SILVEIRA DA SILVA

ADVOGADO : Imilia De Souza

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021298-57.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00043868120168210057/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : LAURENTINO FERREIRA DRUM

ADVOGADO : Ulisses Melo

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 217 / 527
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021203-27.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00013246420158210155/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : CLEONICE WEIDE DA SILVEIRA

ADVOGADO : Oneide Smit

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021014-49.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00006314720098210137/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MANOEL ORLANDO DE SOUZA

ADVOGADO : André Ernani Bortolotti

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 218 / 527


as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021779-20.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00023842120168160141/PR)
RELATOR : LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MARIA CONCEICAO DOS SANTOS

ADVOGADO : Neimar José Pompermaier

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021780-05.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00012502220178160141/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELANTE : VALDIR HEINZ

ADVOGADO : Márcio Roberto Zanetti

APELANTE : VALDIR HEINZ

ADVOGADO : Airton Panissão Teixeira

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 219 / 527


estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021781-87.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00023695220168160141/PR)
RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : VALDECIR SOARES DOS SANTOS

ADVOGADO : Neimar José Pompermaier

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema eproc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021040-47.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00095368920148210032/RS)
RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : ROSARIA TOLEDO DE SOUZA AMADOR

ADVOGADO : Vinicius Karaim Silveira De Souza

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 220 / 527


que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5021219-78.2018.4.04.9999/RS (originário: processo


nº 00052730220158210057/RS)
RELATOR : ARTUR CÉSAR DE SOUZA

PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

PARTE AUTORA : VILSON FRANCISCON

ADVOGADO : Tobias Franciscon

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021261-30.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00009857420168210057/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : NAIR NEPOMUCENO DE SOUZA

ADVOGADO : Debora Nadin

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 221 / 527
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5021218-93.2018.4.04.9999/RS (originário: processo nº


00012785020158210034/RS)
RELATOR : ALTAIR ANTONIO GREGORIO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : MARIA MARLENE SCHMIDT

ADVOGADO : Stéfano Heineck Brasil

APELADO : MARIA MARLENE SCHMIDT

ADVOGADO : Leonardo Heineck Brasil

APELADO : MARIA MARLENE SCHMIDT

ADVOGADO : Francisco Carlos Marques Brasil

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5020976-37.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00025787820148210132/RS)
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : VALDEMIR MACHADO ZANG

ADVOGADO : Imilia De Souza

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 222 / 527


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,
ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021157-38.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00025917220138210048/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : JOVELINO ANTONIO CASAGRANDE

ADVOGADO : Aldo Belusso

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021250-98.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00185083320178210003/RS)
RELATOR : GISELE LEMKE

APELANTE : JAIR RODRIGUES DA SILVA

ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 223 / 527


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5021223-18.2018.4.04.9999/RS (originário:


processo nº 00005379620158210070/RS)
RELATOR : OSNI CARDOSO FILHO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Alexandre Azambuja Cassepp

APELADO : ROMOLO JESUS DE MORAES FREITAS

ADVOGADO : Fabiano Tacachi Matte

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar eletronicamente, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados
que eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo
eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento,
na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas
as intimações serão real