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SINOPSE

DO

SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE

ÁGUA DO

DISTRITO FEDERAL

DRSA/SPCA
Dezembro, 2002

Décima Primeira Edição


Fornecimento de Dados

Os dados constantes neste documento foram fornecidos pelas seguintes Unidades


Administrativas da Empresa : SPEA, SPOT, SPMA, SPHI, SPCO, ASRU e ASPL,
dentre outras.

Edição do SIÁGUA

Superintendência de Planejamento, Programação e Controle do Sistema de Água -


SPCA
Coordenadoria de Programação e Controle do Sistema de Água – COPG
Coordenadoria de Planejamento Operativo do Sistema de Água - COPE
ÍNDICE
página
Apresentação......................................................................................................................... 6

Seção 1 - Síntese dos Resultados

Mapa do Sistema de Abastecimento de Água do DF (Integrado) 10


Mapa do Sistema de Abastecimento de Água do DF................................................................................................................. 11
Resumo de Unidades Operacionais 18
Sistema Produtor de Água do DF................................................................................................................................... 19
Sistema Distribuidor de Água do DF............................................................................................................................. 20
Gráficos.....................................................................................................................................................................................
22

Seção 2 - Sistemas de Produção de Água

Sistema Integrado Santa Maria / Torto


Descrição...........................................................................................................................................................
30
Tabelas de Dados...........................................................................................................................................
34
Sistema Integrado Rio Descoberto
Descrição...........................................................................................................................................................
35
Tabelas de Dados...........................................................................................................................................
37
Sistema Integrado Sobradinho / Planaltina
Descrição...........................................................................................................................................................
38
Tabelas de Dados...........................................................................................................................................
41
Sistema Brazlândia
Descrição...........................................................................................................................................................
42
Tabelas de Dados...........................................................................................................................................
44
Sistema São Sebastião
Descrição...........................................................................................................................................................
45
Tabelas de Dados...........................................................................................................................................
46

Seção 3 - Distribuição de Água nas Regiões Administrativas

RA I - Brasília.........................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
48
RA II - Gama...........................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
49
RA III - Taguatinga.................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
50
RA IV - Brazlândia..................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
51
RA V - Sobradinho..................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
52
RA VI - Planaltina...................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
53
RA VII - Paranoá....................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
54
RA VIII - Núcleo Bandeirante
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
55
RA IX - Ceilândia....................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
56
RA X - Guará..........................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
57
RA XI - Cruzeiro.....................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
58
RA XII - Samambaia................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
59
RA XIII - Santa Maria.............
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
60
RA XIV - São Sebastião..........
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
61
RA XV - Recanto das Emas.....
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
62
RA XVI - Lago Sul...................
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
63
RA XVII - Riacho Fundo.........
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
64
RA XVIII - Lago Norte............
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
65
RA XIX - Candangolândia......
Tabela de Dados.............................................................................................................................................
66

Seção 4 - Manutenção em Redes de Água

Serviços Prestados.............................................................................................................................................................
68
Gráficos.....................................................................................................................................................................................
70

Seção 5 - Programas da DRSA

Monitoramento dos Recursos Hídricos do DF e Goiás


Descrição...........................................................................................................................................................
74
Mapa da Rede Hidrometeorológica ........................................................................................................ 75
Tabela/ Estações Pluviométricas - Informações Gerais............................................................................ 76
Tabela/ Estações Fluviométricas - Informações Gerais............................................................................. 77
Licenciamento Ambiental
Descrição...........................................................................................................................................................
81
Programa de Proteção dos Mananciais
Descrição...........................................................................................................................................................
83
Tabela/ Proteção dos Mananciais - Informações Gerais........................................................................... 86
Controle de Qualidade da Água
Descrição...........................................................................................................................................................
87
Mapa/ Balneabilidade do Lago Paranoá.................................................................................................. 90
Tabela/ Controle Limnológico - Características da Amostragem................................................................ 91
Tabela/ Controle de Qualidade da Água Tratada - Mapeamento da Amostragem.............. 92
Tabela/ Controle de Qualidade da Água Bruta -IQA das Captações........................................................... 94

Seção 6 - Informações Gerais

Siglas e Logradouros...........................................................................................................................................................
96
Abreviações............................................................................................................................................................................
97
Glossário..................................................................................................................................................................................
98
6

APRESENTAÇÃO

O "SIÁGUA" - Sinopse do Sistema de Abastecimento de Água do Distrito Federal,


relatório da Diretoria do Sistema de Água da CAESB (DRSA), tem por objetivo
fornecer ao público um panorama global, atualizado periodicamente, de todo o Sistema
de Abastecimento de Água das áreas urbanas do DF, bem como das mais relevantes
ações a ele relacionadas. Não tem a pretensão de explorar pormenores, os quais, se
eventualmente necessários, poderão ser obtidos junto às diversas áreas técnicas da
DRSA.

A apresentação do relatório se faz por meio convencional (encadernação em papel), via


“CD rom”, via Internet para o público externo e via Intranet para o público interno. O
Siágua é composto de seis grandes seções, a saber:

Seção 1 - Síntese dos resultados da DRSA;


Seção 2 -Sistemas de Produção de Água;
Seção 3 - Distribuição de Água nas Regiões Administrativas do DF;
Seção 4 - Serviços de Manutenção em Redes de Água;
Seção 5 - Programas da DRSA;
Seção 6 - Informações gerais
.
Para efeito didático, o Sistema de Abastecimento de Água foi dividido em duas partes,
Sistema Produtor e Sistema Distribuidor, sendo entendidos da seguinte forma:
• Sistema Produtor: Captação, Elevação, Adução de Água Bruta e Tratamento de
Água;
• Sistema Distribuidor: Reservação, Elevação, Adução de Água Tratada, Rede de
Distribuição e ligações prediais.

A seção referente à Manutenção de redes enfoca, sob a forma de tabelas e gráficos, os


principais serviços demandados, tais como intervenções em redes, ramais, ligações
prediais e hidrômetros, pesquisa de ligações irregulares, pesquisa de vazamentos não
visíveis e abastecimento com caminhões-pipa.

A seção referente ao Licenciamento Ambiental enfoca as ações e definições relativas


às licenças prévias (LP´s), de instalação (LI´s) e de operação (LO´s), desenvolvidas
pela CAESB, junto aos órgãos governamentais competentes.

Ao longo dos três últimos anos, objetivando atualizar-se como empresa e administrar
os seus recursos com foco no cliente, a CAESB investiu de forma determinada na
implantação de seu Programa de Qualidade, efetuando a revisão de seus métodos de
trabalho e estabelecendo novas técnicas de gestão. Quanto à Diretoria do Sistema de
7

Água, salienta-se que, desde o mês de maio de 2000, o programa de melhoria dos
processos (relacionados à norma ISO 14.000), que já havia sido iniciado na ETA Rio
Descoberto, foi estendido às demais áreas.

Com relação às mais relevantes atividades desenvolvidas ao longo do ano de 2.002,


destaca-se a conclusão das seguintes obras: implantação de rede de abastecimento de
água, adutora e booster na Vila São José, em Brazlândia; serviços de
impermeabilização e substituição de equipamentos na ETA-RD; redes de abastecimento
de água no Centro Urbano de Santa Maria, nos Bairros Residencial Oeste e São
Bartolomeu, em São Sebastião, no Parque Ermida Dom Bosco e obras de recuperação
da Barragem do Rio Descoberto.
.
Além dessas obras contratadas, obras e serviços em rede foram executados diretamente
pela Companhia neste ano de 2002, totalizando 84,7 kilômetros de extensão.

No ano de 2001 foi assinado o contrato de financiamento junto ao BID – Banco


Interamericano de Desenvolvimento – para execução das obras referentes ao Programa
de Saneamento Básico do DF, quadriênio 2001-2004. Os empreendimentos
relacionados para execução nesse programa, a serem iniciados em 2003 são:

a) implantação: elevatória e adutora de água tratada do Sistema Pipiripau,


Reservatórios Mestre D'Armas e Apoiado nº 06 de Sobradinho, ETA Contagem –
Paranoazinho e Rede de Distribuição de Água no Bairro Mestre D'Armas, em
Planaltina; e

b) melhorias no sistema existente: melhoria e ampliação da ETA Brasília, setorização,


adequação e substituição de redes de abastecimento de água do Lago Sul e de
Planaltina; automação da ETA Pipiripau, melhorias na Adutora de Água Bruta
Contagem – Paranoazinho e ampliação do Reservatório Buritis, formando o Centro de
Reservação de Planaltina.
SEÇÃO 1

Síntese dos Resultados


MAPAS
Sistema de Abastecimento de Água do D.F.
Sistema Integrado da Produção de Água Potável
Barrocão
Capão da Onça
E
Brazlândia T
R L Fumal Brejinho
Mestre D'Armas E E
Lago Santa Maria Poços Corguinho T
Sobradinho E R
L E
Paranoazinho R R T
R Planaltina
Lago Descoberto R R E
Pipiripau
Contagem R

Poços E
Torto T
Incra 8
Pedras R Quinze
E
E Varjão
Vale do Amanhecer
R
E vazão de transfervazência Lago Norte
T SOF Norte
média em 2000:
615 l/s
Taquari
R L E
R
Taguatinga
L T Paranoá
Cruzeiro R R L

Ceilândia R L
R
R
Cachoeirinha
Brasília T E
R
L
Guará Lago Paranoá
Samambaia R
R
R L Candangolândia
R
Riacho Fundo N. Bandeirante
L R
R Riacho Fundo II

Lago Sul Legenda


R. das Emas R
T E Sistema Torto / Santa Maria
Olho D'Água Poços Sistema Rio Descoberto
Ponte de Terra
R
Sistema Sobradinho / Planaltina
R
São Sebastião Sistema Brazlândia
Cabeça do Veado Sistema São Sebastião
Catetinho Baixo
Crispim L Captação
R R E Elevatória de Água Bruta
Gama Alagado
Sítio do Gama

UTS - Unidade de Tratamento Simplificado


R T ETA - Estação de Tratamento de Água
Santa Maria R Reservatório Apoiado
L Reservatório Elevado
Ponto de Transferência para o
Novo Gama - GO (SANEAGO)

10
SPOT (Dezembro/02)
11
AGRUPAMENTOS DE CONDOMÍNIOS 12
Bairro Mestre D'Armas - Planaltina
nome do parcelamento
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS VI
COND. COOHAPLAN
COND. SETOR MANSOES ITIQUIRA
COND. NOVA ESPERANÇA
PARK MONACO
COND. VILA NOVA ESPERANÇA
MODULOS RURAIS MESTRE D'ARMAS
RESID. SARANDI
COND. RESIDENCIAL NOVA PLANALTINA
ESTANCIA PLANALTINA
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS II
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS III
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS IV
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS V
EXPANSAO DA VILA NOVA ESPERANÇA
ESTANCIA MESTRE D'ARMAS I
SETOR DE MANSOES MESTRE D'ARMAS I
COND. RURAL RECANTO DO SOSSEGO

Bairro Arapoanga - Planaltina


nome do parcelamento
COND. VILA FELIZ
QUINTAS DO AMANHECER III
COND. PORTAL DO AMANHECER I
COND. RECANTO FELIZ
ARAPOANGA , MANSOES
COND. RESIDENCIAL SANDRAY
MESTRE D'ARMAS ETAPA II - (REPARCELAMENTO CH. 16)
COND. PORTAL DO AMANHECER S/N
COND. RESIDENCIAL VENEZA II

Agrupamento 1 - Planaltina
nome do parcelamento
COND. MANSOES DO AMANHECER
QUINTAS DO AMANHECER I
COND. MORADA NOBRE
CHACARA MESTRE D'ARMAS 1 ETAPA
QUINTAS DO AMANHECER II
VALE DO SOL
AGRUPAMENTOS DE CONDOMÍNIOS 13
Agrupamento 2 - Planaltina
nome do parcelamento
COND. PORTAL V
COND. FLAMBOYANT
COND. VILA DIMAS
COND. PROJETO SETE
COND. RESIDENCIAL PRADO
RESID. SAO FRANCISCO
COND. MESTRE D'ARMAS ETAPA III
COND. ESPERANÇA
COND. PORTAL DO AMANHECER V
COND. RURAL SAN SEBASTIAN
COND. PORTAL DO AMANHECER III
COND. RESIDENCIAL VENEZA I

Agrupamento 3 - Planaltina
nome do parcelamento
RESID. SAMAUMA
LOT. RURAL FAZ. MESTRE D'ARMAS
COND. NOSSO LAR
COND. CACHOEIRA

Agrupamento 4 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. PETROPOLIS
COND. NOVA COLINA
COND. LARA
ASSOCIACAO CONDOMINIO RECANTO DA SERRA
MORADA COLONIAL/GLEBA 207
COND. SAL DA TERRA
COND. NOVO SETOR DE MANSOES
COND. BELA VISTA SERRANA
COND. UBERABA
COND. ASA BRANCA
COND. ALTO DA BOA VISTA
COND. COLINA NOVA DIGUINEIA
AGRUPAMENTOS DE CONDOMÍNIOS 14
Agrupamento 5 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. RECANTO DO MENE
COND. RURAL RIO NEGRO
COND. SOBRADINHO NOVO ETAPA I ( SERRA AZUL )
VILA RABELO - SERRA VERDE - MIRANTE DA SERRA E VAL
COND. SOBRADINHO
COND. MANSOES SOBRADINHO (MINI CHACARAS)
VALE DAS ACACIAS
COND. ALVORECER DOS PASSAROS MOD A CASA 7
COND. VALE DA LUA
COND. VALE DO SOL
COND. SOBRADINHO NOVO ETAPA II
COND. RESIDENCIAL E COMERCIAL
COND. VALE DAS SUCUPIRAS
QMS 44
QMS 60 "B"
FIBRAL FRIG. INDL. BSB- LTDA
COND. VERDE VALE
COND. CONTAGEM
COND. MANSOES SOBRADINHO
COND. SMS. QDA. COMERCIAL/RESIDENCIAL

Agrupamento 6 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. HALLEY
COND. JARDIM AMERICA
COND. RESIDENCIAL MEUS SONHOS
COND. RESID. MANSOES SOBRADINHO II
COND. RECANTO DOS NOBRES
COND. VIVENDAS PARAISO
COND. VIVENDAS CAMPESTRE
COND. SERRA DOURADA
RESID. SOBRADINHO
COND. RESIDENCIAL SOL NASCENTE
COND. CARAVELO
COND. RESIDENCIAL VILLA RICA
COND. VILA VERDE
COND. RESIDENCIAL MORADA
VILA CENTRO SUL
COND. RESIDENCIAL VIVENDAS ALVORADA
COND. VIVENDAS DA SERRA
COND. RURAL VIVENDAS ALVORADA
COND. NOVO HORIZONTE
COND. SERRA DOURADA ETAPA I
COND. RESIDENCIAL PLANALTO
COND. BEIJA FLOR
SOB. II IMOVEL
COND. BOA SORTE
COND. VERSALHES RESIDENCIAL
GRANJA SOFHIA
COND. RESIDENCIAL PETROPOLIS
COND. RESID. MANSOES SOBRADINHO (SOB. III IMOVEL)
AGRUPAMENTOS DE CONDOMÍNIOS 15
Agrupamento 7 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. JARDIM EUROPA
COND. VIVENDAS COLORADO
COND. RURAL MANSOES COLORADO
COND. VIVENDAS COLORADO II
COND. JARDIM EUROPA II
COND. VIVENDAS LAGO AZUL
COND. VIVENDAS FRIBURGO
COLORADO VILLE
COND. RURAL VIVENDAS DA SERRA (SOLAR DE ATHENAS)
COND. VIVENDAS BELA VISTA

Agrupamento 8 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. IMPERIO DOS NOBRES
RESID. NOVO HORIZONTE
COND. MANSOES ENTRE LAGOS
COND. RURAL RESIDENCIAL ITAPUA
COND. RURAL RESIDENCIAL - RK
CHACARAS RURAIS EULER PARANHOS / Q - 12
CHACARAS RURAIS EULER PARANHOS /Q - 4 E 6
COND. RESIDENCIAL SERRA VERDE

Agrupamento 9 - Sobradinho
nome do parcelamento
COND. MORADA DOS NOBRES
COND. VIVENDA SERRANAS
COND. BIANCA
COND. MANSOES PETROPOLIS
COND. 2001
PARQUE COLORADO

Setor Hab. Jardim Botânico - São Sebastião


nome do parcelamento
COND. ESTANCIA JARDIM BOTANICO
COND. VILLAGE ALVORADA I
COND. LAGO SUL
COND. RURAL SAN DIEGO
COND. MIRANTE DAS PAINEIRAS
COND. JARDIM BOTANICO VI
COND. JARDINS DO LAGO Q. 2
COND. MANSOES CALIFORNIA
COND. PORTAL DO LAGO SUL
COND. RURAL VILLAGE ALVORADA II
COND. PARQUE JARDIM PAINEIRAS
COND. QUINTAS BELA VISTA
COND. SOLAR DE BRASILIA
COND. ECOLOGICO VILLAGE III
COND. QUINTAS DO SOL
COND. RURAL JARDIM BOTANICO V
COND. JARDIM BOTANICO I
LOTEAMENTO RESIDENCIAL JARDIM DOS EUCALIPTOS
(Em fev/2002 ainda não habitado)
AGRUPAMENTOS DE CONDOMÍNIOS 16
Agrupamento 10 - São Sebastião
nome do parcelamento
COND. RURAL CHACARAS OURO VERMELHO
COND. SAO MATEUS
COND. RURAL CHACARAS ITAIPU
COND. RURAL ITAIPU
COND. RURAL QUINTAS INTERLAGOS
COND. BELVEDERE GREEN
COND. VERDE
COND. QUINTAS DOS IPES - CHACARAS
MANSOES SERRANA - CHACARAS
COND. SERRANA - CHACARAS
ESTANCIA SANTA PAULA - CHACARAS

Setor Hab. São Bartolomeu - Paranoá


nome do parcelamento
MANSOES ITAIPU
QUINTAS ALVORADA I
COND. QUINTAS DA ALVORADA II
COND. RURAL SOLAR DA SERRA
ESTANCIA QUINTAS DA ALVORADA
VILLE DE MONTAGNE
COND. QUINTAS DA ALVORADA III

Agrupamento 11 - Paranoá
nome do parcelamento
COND. PRIVE MORADA SUL
COND. LAGO SUL II
SITIO SANTOS DUMMONT - CHACARA
FORQUILHA ENCRAVADA II - CHACARAS
CHACARAS INTERLAGOS - CHACARAS
SITIO DAS OLIVEIRAS - CHACARAS
CHACARAS PARANOA I
CHACARAS PARANOA II E III - CHACARAS
TABELAS
18

Resumo das Unidades Operacionais


Quantidade Quantidade
Unidade Operacional
Existente em Operação
Captações 28 25
Elevatórias de Água Bruta (EAB) 13 12
Elevatórias de Água Tratada (EAT e ERE's) 23 20
Booster's 8 8
Reservatórios Apoiados (RAP) 31 30
Reservatórios Elevados (REL) 30 28
Reservatório de Equalização (REQ) 1 0
Poços (EPO) (1) 33 32
Centro Operacional Sul (COS) 1 1
Unidades de Tratamento Simplificado (UTS) 8 7
Estações de Tratamento de Água (ETA) 8 8
Unidades de Cloração de Poços (UCP) (1) 15 15
Centro de Controle (CECOP) 1 1
Total 200 187
referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(1) Não incluem os quantitativos do Arapoanga referentes a essas Unidades
19

Sistema Produtor de Água do Distrito Federal

Disponibilidade Produção População (3)


Hídrica (1) (2) Regiões Administrativas
Sistema Sub Sistema / Manancial %
Abastecidas
Total Atendida %
(l/s) (l/s)
RA I Brasília
RA VII Paranoá
Cabeça do Veado 1, 2, 3 e 4 RA XI Cruzeiro
Torto / Santa
Cachoeirinha RA XVI Lago Sul/
Maria 2.104 1.681 80% 428.938 415.947 96,97%
(integrado) Santa Maria MUDB
Taquari 1 e 2 RA XVIII Lago Norte/
Torto Vila Varjão

RA II Gama
RA III Taguatinga
Alagado RA VIII Núcleo Bandeirante/
Catetinho Baixo 1 e 2 SMPW
Crispim RA IX Ceilândia
Rio Descoberto RA X Guará I e II
5.389 3.663 68% 1.350.572 1.302.309 96,43%
(integrado) Descoberto RA XII Samambaia
Olho D'Água RA XIII Santa Maria
Pedras RA XV Recanto das Emas
Ponte de Terra 2 RA XVII Riacho Fundo I e II
RA XIX Candangolândia

Brejinho
Contagem
Corguinho
Fumal RA V Sobradinho/
Sobradinho /
Mestre D'Armas 1.021 399 39% Sobradinho II 254.988 159.052 62,38%
Planaltina
Paranoazinho
Pipiripau 1ª etapa RA VI Planaltina/
Quinze Vale do Amanhecer
Poços Sobradinho
Poços Arapoanga

Brazlândia Capão da Onça 136 96 71% RA IV Brazlândia 55.694 54.560 97,96%


Barrocão
Poços Incra 8

São Sebastião Poços 133 86 65% RA XIV São Sebastião 51.760 43.450 83,95%

TOTAIS 8.783 5.925 67% TOTAIS 2.141.952 1.975.318 92,22%

(1) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT


(2) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT
(3) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
Sistema Distribuidor de Água do Distrito Federal
EXTENSÃO CONSUMO DE
REGIÃO ADMINISTRATIVA NÍVEL LIGAÇÕES ATIVAS RESERVATÓRIOS ÁGUA
POPULAÇÃO POPULAÇÃO ECONOMIAS DE REDES
ATENDI- (Vol.Utilizado)
TOTAL ATENDIDA ATIVAS E Volume Vol. em
MENTO Com Hidrôm. Sem Hidrôm. Quant. (1)
Nº Localidade ADUTORAS Instalado Operação
Habitantes Habitantes % un un un m un m³ m³ m³/mês
I Brasília 242.001 241.909 99,96 17.999 121 87.101 705.216 2 90.000 90.000 2.828.223
II Gama 143.492 137.806 96,04 21.216 5 36.179 277.123 3 15.850 13.600 627.990
III Taguatinga 261.144 229.310 87,81 39.892 242 77.985 578.850 2 25.500 25.500 1.379.613
IV Brazlândia 55.694 54.560 97,96 8.642 772 12.724 105.991 2 3.110 3.110 167.489
V Sobradinho 118.943 69.641 58,55 13.987 3 20.335 226.738 6 9.035 9.035 341.604
VI Planaltina 136.045 89.411 65,72 19.502 4815 28.800 215.259 24 7.545 7.545 358.696
VII Paranoá 54.705 48.276 88,25 8.493 0 12.118 77.632 2 5.290 5.290 134.040
VIII N. Bandeirante 37.101 36.930 99,54 7.951 0 13.009 197.149 1 3.000 3.000 295.420
IX Ceilândia 401.780 398.978 99,30 62.742 41 99.086 597.593 4 115.500 115.500 1.376.059
X Guará 121.697 119.940 98,56 18.673 1 35.510 314.575 - - - 779.088
XI Cruzeiro 66.507 66.507 100,00 4.839 4 30.103 123.114 3 50.050 50.050 490.047
XII Samambaia 182.709 182.616 99,95 36.073 580 44.741 461.548 3 24.682 24.682 644.248
XIII Santa Maria 101.449 97.959 96,56 22.154 34 25.338 251.730 3 16.281 15.982 357.976
XIV São Sebastião 51.760 43.450 83,95 10.247 36 12.160 145.337 1 4.000 4.000 157.566
XV R. das Emas 60.031 58.702 97,79 21.948 723 25.551 249.081 2 7.950 - 356.005
XVI Lago Sul 34.792 33.537 96,39 8.724 1 9.138 340.627 2 9.500 9.500 512.507
XVII Riacho Fundo 24.948 24.158 96,83 10.237 217 12.405 120.343 2 5.125 5.125 188.162
XVIII Lago Norte 30.933 25.718 83,14 6.314 2 6.565 228.649 1 10.000 10.000 294.082
XIX Candangolândia 16.221 15.910 98,08 3.287 0 4.161 44.325 - - - 70.411
TOTAL DF 2.141.952 1.975.318 92,22 342.920 7.597 92 5.260.880 63 402.418 391.919 11.359.226
(1) Média mensal de 2002 referência: Dez/02 - fonte: ASPL,SPOT,GEO, SPCO

20
GRÁFICOS
22

Nível de Abastecimento %
Região Administrativa

Brasília 99,96

Gama 96,04

Taguatinga 87,81

Brazlândia 97,96

Sobradinho 58,55

Planaltina 65,72

Paranoá 88,25

N. Bandeirante 99,54

Ceilândia 99,30

Guará 98,56

Cruzeiro 100,00

Samambaia 99,95

Santa Maria 96,56

São Sebastião 83,95

R. das Emas 97,79

Lago Sul 96,39

Riacho Fundo 96,83

Lago Norte 83,14

Candangolândia 98,08

Fonte: ASPL
Dados referentes a Dez/02
23

Nível de Abastecimento
Distrito Federal

93 97 97 99
93 92 92,22
100 88 91
Nível de Abastecimento (%)

80

60

40

20

0
1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Evolução do Nível de Abastecimento de Água

A partir de 1999 passou-se a considerar população total do DF


Fonte: ASPL
Dados de Dez/02
Fonte: ASPL

População Abastecida
Região Administrativa

Brasília 241.909

Gama 137.806

Taguatinga 229.310

Brazlândia 54.560

Sobradinho 69.641

Planaltina 89.411

Paranoá 48.276

N. Bandeirante 36.930

Ceilândia 398.978

Guará 119.940

Cruzeiro 66.507

Samambaia 182.616

Santa Maria 97.959


São Sebastião 43.450

R. das Emas 58.702

Lago Sul 33.537

Riacho Fundo 24.158

Lago Norte 25.718

Candangolândia 15.910
Fonte: ASPL
Dados referentes a Dez/02
Quantidade de Ligações em Mil
Ligações em Mil

0
50
100
150
200
250
300
350
400
178,6
158,5
17,2

1.990
157,5 1,00

1990
1,9
180,7
160

1.991
Total
160,8 0,60 18,2

1991
1,9 226,3
204,9
18,9

1.992
187,4 0,60

1992
1,9 238,3
215
Domiciliar

1.993
193,8 0,2 19,6

1993
1,8 243,2
218,3
21,2

1.994
197,6 1,90

1994
1,9 260,7
Comercial

234,2
22,6

1.995
199,7 2,00

1995
1,9
280,6
253,4
Público

2,00 23,3

1.996
1996
274,4
1,9 290,2
261,6

Distrito Federal
24,8
Distrito Federal

1.997
1,80

1997
289,8 2 303,8
Ligações Ativas

Evolução das Ligações de Água


Industrial

274,4

Evolução de Instalação de Hidrômetros


2,00 25,5

1.998
1998
305,5 1,9
314,0

Hidrômetros Instalados
284,2
1,80 26,249

1.999
1999
311,9 1,7
325,1
292,6
28,7

2.000
2000

353,7 1,90
1,8 331,6
297,7
30,1
1,90

2.001
2001

345,2 1,8
350,5
314
2,00 32,8

Fonte: SPCO
2.002
2002

Fonte: SPCO

359,6 1,7
0
50
100
150
200
250
300
350
400
24
25

Extensão de Rede de Água


Distrito Federal
6000

5.261
5000
Extensão de Rede Km

5.034
4.612

4.704
4.562
4000

4.354
4.144
3.854
3.696
3000 3.455
3.359
3.155
2.672

2000

1000

0
1.990 1.991 1.992 1.993 1.994 1.995 1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002
Fonte: GEO
Evolução de Implantação de Redes de Abastecimento de Água
Nota: A partir de 2000 passou-se a considerar dados apurados pelo Geoprocessamento

Reservação Instalada
Distrito Federal

402,42

400
391,15
397,2
395,367
383,7

383,6
358,5
Volume de Resevação em Mil m3

337,5

300
296,3
296,3

296,3
296,3

200
196,3

100

0
1.990 1.991 1.992 1.993 1.994 1.995 1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002

Evolução do Volume de Reservação de Água

Fonte: SPOT
Volume de Água Produzido/Utilizado
Distrito Federal

Produzido Utilizado

15,30
16

14,90
14,80
14,40
14,40

14,30

15,10
14,90
14,50

15,17
14,70
Volume Mensal em Milhões de m3

14,29
13,9
14

12

11,9

11,8
11,3

11,4
11,3
10,4
10
10,4

10,9

10,8
10,2

10,1

10,4
9,9

0
1.990 1.991 1.992 1.993 1.994 1.995 1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002

Evolução Média Mensal dos Volumes de Água Produzidos e Utilizados

Fonte: SPOT

26
27
Índice Per Capita de Produção
Região Administrativa

Brasília e Cruzeiro 397


Gama 216
Taguatinga 223
Brazlândia 189
Sobradinho 203
Planaltina 212
Paranoá 145
Núcleo Bandeirante 408
Ceilândia 171
Guará 290
Samambaia 169
Santa Maria 171
São Sebastião 183
Recanto das Emas 293
Lago Sul 716
Riacho Fundo 203
Lago Norte 499
Candangolândia 226

0 200 400 600 800


Índice: l/hab./dia Fonte: SPOT
Ref.: Média de 2002

Índice Per Capita de Consumo


Região Administrativa
Brasília 390

Gama 152
Taguatinga 201
Brazlândia 102
Sobradinho 164
Planaltina 134
Paranoá 93
N. Bandeirante 267
Ceilândia 115
Guará 217
Cruzeiro 246
Samambaia 118
Santa Maria 122
São Sebastião 121
R. das Emas 202
Lago Sul 509
Riacho Fundo 260
Lago Norte 381
Candangolândia 148

0 100 200 300 400 500 600 700


Índice: l/hab./dia Fontes: ASPL, SPOT
Ref.: Média de 2002
INVESTIMENTOS NO SISTEMA DE
ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO D.F.
(R$/mil)
24.720
25.000 21.107
20.517
19.226 19.097
20.000
15.481
13.790
15.000

8.449
10.000

5.000

-
1.995 1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002
Fonte: DVCO/SPFI/DRFC

28
SEÇÃO 2

Sistemas de Produção
de Água
30

SISTEMA INTEGRADO SANTA MARIA -TORTO

Barragem Santa Maria – Vista do Vertedouro

Barragem do Torto
31

O Sistema Integrado Santa Maria/Torto, com capacidade disponível mínima de produção de água de
2.104 l/s, abastece atualmente cerca de 21% da população atendida do Distrito Federal. É o segundo
maior sistema produtor, sendo responsável por aproximadamente 25% do total de água de abastecimento
produzida pela CAESB. Entretanto, no ano de 2002, uma vazão média de 463 l/s foi transferida do
Sistema Rio Descoberto, para suprir adequadamente a área coberta pelo Sistema Santa Maria/Torto,
conforme vem ocorrendo sistematicamente, com valores médios variáveis, ao longo dos últimos anos ,
reforçando a produção do sistema Torto- Santa Maria, face ao aumento da demanda que se tem
verificado na área abastecida pelo sistema.

O Sistema é composto por duas captações de maior porte (Santa Maria e Torto) e outras sete pequenas
captações, que abastecem as seguintes Regiões Administrativas:

ü Regiões Administrativas de Brasília, Lago Norte, Lago Sul, Cruzeiro e Paranoá (Captações Santa
Maria-Torto);
ü Região Administrativa do Paranoá (Captações Taquari 1 e 2 e Cachoeirinha);e
ü R.A. do Lago Sul (Captações Cabeça do Veado 1, 2, 3 e 4)

As qualidades físico-química e bacteriológica das águas captadas nos mananciais citados é considerada
“Muito Boa a Ótima”, segundo o IQA médio levantado pelo Laboratório de Controle de Qualidade de
Água da CAESB, salientando-se que o Lago Santa Maria, o maior desse sistema , estando situado dentro
do Parque Nacional de Brasília, protegido pelo IBAMA, apresenta água de excelente qualidade sob o
enfoque bacteriológico e com índices bastantes aceitáveis no que diz respeito aos parâmetros físico-
químicos. Vale ressaltar que as águas provenientes de todos esses mananciais são adequadamente tratadas
nas respectivas unidades de tratamento do sistema.

A estação de tratamento de água de Brasília, a maior entre as estações desse sistema, com sua
capacidade total implantada em 1967, portanto, há mais de 30 anos, sofreu grandes reformas emergenciais
a partir de 1986, tendo sido alterado o processo de tratamento e recuperados os filtros, o sistema de
comando, os painéis elétricos e o canal de entrada da água bruta, entre outros itens, de modo que sua
capacidade nominal de tratamento é de até 2800 l/s.

Está previsto alteração no processo de tratamento atualmente empregado nessa ETA, visando sua
adequação frente a qualidade liminológica do Lago Santa Maria. Para tanto, foi elaborado projeto de
recuperação, melhoria e ampliação da capacidade da ETA-Brasília, que, além de modificar o processo de
tratamento ali empregado, deverá, também, dotar a Unidade de mecanismos de controle mais modernos,
nos moldes da ETA-Rio Descoberto.

Cabe salientar que, em 1998, deu-se início, nessa unidade de tratamento, a aplicação de um produto à
base de fosfatos (o orto-polifosfato), com a finalidade principal de reduzir as reclamações de coloração da
água (“água vermelha”), assim como reduzir o nível de incrustação das redes de distribuição. Vale
ressaltar que o referido produto não tem cheiro, gosto ou cor, sendo amplamente encontrado em alimentos
e refrigerantes, sem qualquer efeito tóxico para o organismo humano.
32

Estação de Tratamento de Água de Brasília (ETA BS-1 ) - Visão


dos filtros

Estação de Tratamento de Água do Lago Sul (ETA LS-1) – Visão aérea


dos filtros

Estação de Tratamento de Água do Paranoá (ETA PR-1) – Vista Geral

O Sistema conta, ainda, com as estações de tratamento do Paranoá e do Lago Sul, que tratam as
águas das captações Cachoeirinha e Cabeça do Veado I, II, III e IV, respectivamente; as quais estão
operando normalmente e atendem aos padrões de potabilidade estabelecidos. A Unidade de
Tratamento Simplificado Taquari processa a desinfecção e fluoretação das águas daquela captação,
exceto nos períodos chuvosos, em que se verifica a piora na qualidade da água e a captação é, então,
temporariamente desativada.
33

Vista de uma das câmaras do Reservatório Apoiado – Plano Piloto 1


(RAP-PP1)

O sistema de distribuição coberto pela área de abastecimento Santa Maria-Torto tem apresentado, apesar
de algumas redes serem bastante antigas, de forma geral, desempenho normal, não impondo limitações ao
abastecimento, exceto interrupções por serviços rotineiros de manutenção.. Ressalva deve ser feita, no
entanto, às redes existentes do Lago Sul, que, devido à ocorrência de problemas de incrustações e de
setorização, tem o abastecimento comprometido com relação à qualidade e pressão. Com a liberação de
recursos do BID, iniciarão as obras de setorização, adequação e substituição dessas redes..
34
SISTEMA INTEGRADO SANTA MARIA/TORTO
Produção e Tratamento
CAPTAÇÕES

Equipamentos (1) Produção (3)


Disponibilidade Hídrica
Potência (2) Situação
Identificação Tipo de captação Instalada (Poços) (m3/mês) (l/s)
(HP) (l/s)

Santa Maria/CAP-SM1 Barragem de Acumulação - 1.260 Em operação 3.528.011 1.342


Torto/CAP-TO1 Barragem de Nível - 630 Em operação 421.365 159
Taquari 1/CAP-TQ1 Barragem de Nível - Em operação
21 83.509 32
Taquari 2/CAP-TQ2 Barragem de Nível - Em operação
Cachoeirinha/CAP-CH1 Barragem de Nível - 39 Em operação 84.069 32
Cabeça do Veado 1/CAP-CV1 Barragem de Nível - Em operação
Cabeça do Veado 2/CAP-CV2 Barragem de Nível - Em operação
154 304.862 116
Cabeça do Veado 3/CAP-CV3 Barragem de Nível - Em operação
Cabeça do Veado 4/CAP-CV4 Barragem de Nível - Em operação
Total 2.104 4.421.816 1.681
(1) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(2) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(3) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA BRUTA

Equipamentos (1) Produção (3)

Potência por Situação


Vazão máx. da EAB Altura Manométrica
Identificação Nº de Bombas Bomba (m³/mês) (l/s)
(l/s) Total (mca)
(CV)

Torto/EAB-TO1 4 1.750 1.076,05 151 Em operação


3.949.376 1.501
Santa Maria/EAB-SM1 3 1.780 1.239,33 126 Em operação
B1=107
Cachoeirinha/EAB-CH1 4 50 35,99 Em operação 84.069 32
B2, B3 = 116
B1, B2 = 20
Cabeça do Veado 1/EAB-CV1 4 125,15 31 Em operação 304.862 116
B3, B4 = 40
Total 15 - 2.476,52 - 4.338.307 1.649

UNIDADES DE TRATAMENTO DE ÁGUA

Equipamentos (1) Produção (3)


Vazão Nom. Situação
Identificação Tipo (m3/mês) (l/s)
(l/s)
Tratamento das Captações Torto e Santa Maria através do
Brasília/ETA-BS1 2800 Em Operação 3.626.208 1399
processo de filtração direta
Tratamento das Captações I e II, através de processo
Taquari/UTS-TQ1 16 Em Operação 82.944 32
simplificado (cloração e fluoretação)
Tratamento da Captação Cachoeirinha através do
Paranoá/ETA-PR1 60 Em Operação 77.760 30
processo convencional, compacta, tipo Copas (3 módulos)
Tratamento das Captações I, II, III e IV, através de
Lago Sul/ETA-LS1 190 Em Operação 279.936 108
processo de filtração direta
Tratamento das Captações I e II, através do processo de
Taquari/ETA-TQ1 (30) Em Projeto
filtração ascendente (substituirá a UTS-Taquari)
Total 3066 4.066.848 1.569

ADUTORAS DE ÁGUA BRUTA


Extensões
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Por Gravidade/recalque 40.563
fonte: SPEA - SPMA - SPOT referência: Dez/02

Nota: os valores entre parênteses não são considerados nas respectivas totalizações.
35

SISTEMA INTEGRADO RIO DESCOBERTO

Barragem do Rio Descoberto

O Sistema Integrado Rio Descoberto, com capacidade mínima de produção de água de 5.389 l/s,
abastece atualmente cerca de 67% da população atendida do Distrito Federal. A captação do Rio
Descoberto, maior manancial de abastecimento do DF, contribui com 97% da produção do Sistema Rio
Descoberto, o qual corresponde a 62% do total da água de abastecimento produzida pela CAESB em
2002. Esse Sistema, composto por 9 captações, está agrupado da seguinte maneira:

ü Captação Rio Descoberto abastece as áreas urbanas das Regiões Administrativas de Taguatinga,
Ceilândia, Samambaia, Gama, Núcleo Bandeirante (SMPW), Santa Maria, Recanto das Emas,
Riacho Fundo (I e II), Candangolândia, Guará (I e II), além de fornecer água para o Sistema
Integrado Santa Maria/Torto, abrangendo as RA’s de Brasília, Lago Sul e Cruzeiro;

ü Captações Alagado, Ponte de Terra 2 e 3, Olho D’água e Crispim complementam o abastecimento do


Descoberto na RA do Gama; e

ü Captações Catetinho Baixo 1 e 2 abastecem o Setor de Mansões Park Way (Núcleo Bandeirante).

A CAESB tem desenvolvido enorme esforço nos últimos anos, com grandes investimentos, para criar
condições e efetivamente proteger os mananciais de abastecimento, buscando melhorar ou manter os
padrões de qualidade “in natura” das águas captadas.
Esse esforço é registrado principalmente no Lago Descoberto, maior manancial em atividade no Distrito
Federal. O IQA médio classifica as águas como “boas” a “muito boas”. Entretanto, as atividades rurais, o
uso de agrotóxicos e movimentação do solo, e a progressiva ocupação urbana, especialmente nas margens
36

do estado de Goiás, têm provocado níveis consideráveis de cargas poluidoras, o que vem dificultar e
poderá comprometer o controle da qualidade dessas águas.

Estação de Tratamento de Água do Rio Descoberto (ETA RD-1)

No Sistema Descoberto, é importante destacar a Estação de Tratamento de Água do Rio Descoberto,


ETA-RD1, com capacidade nominal de 6.000 l/s, a qual apresenta alto índice de automatização,
proporcionando otimização de recursos e uma maior confiabilidade. A água de lavagem dos filtros, cerca
de 170 l/s, é, continuamente e de forma total, reaproveitada no processo e o lodo produzido é
adequadamente desidratado mecanicamente, em centrífugas, e atualmente utilizado em recuperação de
áreas degradadas.

As demais unidades de tratamento do sistema – as Unidades de Tratamento Simplificado Catetinho Baixo,


no SMPW, Alagado e Ponte de Terra, no Gama, que realizam a desinfecção, fluoretação e correção de
pH das águas das captações de mesmo nome – operam normalmente, com restrições nos períodos
chuvosos, quando podem ser temporariamente desativadas. A captação Olho D`Água encontra-se
desativada, desde 1999, por problemas operacionais.

As redes de distribuição abastecidas pelo Sistema Produtor do Rio Descoberto têm apresentado
desempenho normal, não apresentado restrições ao abastecimento, exceto interrupções devido a serviços
rotineiros de manutenção.
Atualmente vem sendo implantado sistema de gestão ambiental nas unidades de captação, bombeamento,
tratamento e reservação do Sistema Descoberto, visando a certificação dessas áreas no ISO 14.001.
37
SISTEMA INTEGRADO RIO DESCOBERTO
Produção e Tratamento
CAPTAÇÕES

Equipamentos (1) Produção (3)


Disponibilidade Hídrica
Potência (2) Situação
Identificação Tipo de captação Instalada (Poços) (m3/mês) (l/s)
(HP) (l/s)

Rio Descoberto/CAP-RD1 Barragem de Acumulação 5.100 Em Operação 9.350.526 3.558


Pedras/CAP-CP1 Barragem de Nível 100 Não operando
Catetinho Baixo 1/CAP-CB1 Barragem de Nível Em Operação
55 91.332 35
Catetinho Baixo2/CAP-CB2 Barragem de Nível Em Operação
Ponte de Terra 2/CAP-PT2 Barragem de Nível Em Operação
37
Ponte de Terra 3/CAP-PT3 Barragem de Nível Não operando 23.607 9
Olho D'Água/CAP-OD1 Barragem de Nível 24 Não operando
Alagado/CAP-AL1 Barragem de Nível 48 Em Operação 86.724 33
Crispim/CAP-CR1 Barragem de Nível 25 Em Operação 74.050 28
Total 5.389 9.629.902 3.663
(1) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(2) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(3) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA BRUTA

Equipamentos (1) Produção (3)

Potência por Altura Situação


Nº de Vazão máx. da
Identificação Bomba Manométrica (m³/mês) (l/s)
Bombas EAB (l/s)
(CV) Total (mca)

11.000 285
5.500 270
Rio Descoberto/EAB-RD1 5 11.000 6.000,00 285 Em operação 9.350.526 3.558,25
5.500 270
11.000 285
Currais/Pedras/EAB-CP1 3 600 395,05 155 Não operando

Total 8 6.395,05 9.350.526 3.558,25

UNIDADES DE TRATAMENTO DE ÁGUA

Equipamentos (1) Produção (3)


Vazão Nom. Situação
Identificação Tipo (m3/mês) (l/s)
(l/s)
Tratamento das Captações Rio Descoberto e Pedras
Descoberto/ETA-RD1 6.000 Em Operação 9.272.483 3.528
pelo processo de filtração direta, precedido de floculação.
Tratamento da Captação Catetinho Baixo 2, através de
Catetinho Baixo/UTS-CB1 processo simplificado (cloração, fluoretação e correção 35 Em Operação 91.332 35
de pH)
Tratamento da Captação Ponte da Terra 2 através de Em Operação
Ponte de Terra/UTS-PT1 30 23.607 9
processo simplificado (cloração, fluoretação) Diurna
Tratamento das Captações Ponte de Terra 3 e Olho
Olho D'Água/UTS-OD1 D'Água, através de processo simplificado (cloração e 25 Não Operando
fluoretação)
Tratamento da Captação Alagado, através de processo
Alagado/UTS-AL1 40 Em Operação 86.724 33
simplificado (cloração, fluoretação e correção de pH)
Tratamento das Captações Taquara e Catetinho Baixo
Taquara/ETA- (250) Em Projeto
através de processo convencional
Tratamento das Captações Taquara e Catetinho Baixo
Gama/ETA-GA1 (265) Em Projeto
através de processo convencional
Total 6.130 9.474.146 3.605

ADUTORAS DE ÁGUA BRUTA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Por Gravidade/recalque 40.294
fonte: SPEA - SPMA - SPOT referência: Dez/02

Nota: os valores entre parênteses não são considerados nas respectivas totalizações.
38

SISTEMA INTEGRADO SOBRADINHO / PLANALTINA

Ribeirão Pipiripau

O Sistema Integrado Sobradinho/Planaltina, com capacidade de produção de 824 l/s, abastece


atualmente cerca de 8% da população atendida do Distrito Federal. É o terceiro Sistema Produtor,
representando aproximadamente 7% do total da água de abastecimento produzida pela CAESB.

Por se tratar de uma região com baixa disponibilidade hídrica, em franca expansão populacional,
principalmente devido ao aumento acentuado de condomínios habitacionais de características urbanas,
a CAESB tem investido grande soma de recursos de maneira a aumentar a capacidade de produção de
água e, por outro lado, flexibilizar ao máximo a operação dos sistemas existentes. Foi necessária,
inclusive, a reativação de 4 poços em Sobradinho, com a finalidade de suprir o déficit ocasionado pela
forte estiagem ocorrida na segunda metade de 1998, os quais permanecem em operação. Por outro
lado, a modalidade do tratamento atual, em unidades de tratamento simplificado, para as captações
Contagem, Paranoazinho e Corguinho, faz com que haja limitações na produção, devido à queda da
qualidade da água desses mananciais, principalmente em períodos chuvosos.

O sistema é composto atualmente por 8 captações superficiais e 14 poços profundos, dos quais 10
abastecem o Condomínio Arapoanga. A captação Pipiripau entrou em operação em 15 de agosto de
2000, após a conclusão da 1ª etapa, apresentando a produção média mensal de 41 l/s em 2.002.
As captações desse sistema abastecem as seguintes Regiões Administrativas:
39

ü Região Administrativa de Sobradinho (Captações Paranoazinho, Contagem e os poços profundos


EPO SO1, SO2, SO3, SO5) ;

ü Região Administrativa de Planaltina (Captação Quinze abastece o Vale do Amanhecer); e

ü Regiões Administrativas de Sobradinho e Planaltina de modo integrado, inclusive o Condomínio


Arapoanga (Captações Corguinho, Mestre D’Armas, Brejinho, Pipiripau e Fumal).

A qualidade das águas dos mananciais desse sistema integrado tem variado de “Boa” a “Muito Boa”,
com quedas em períodos chuvosos, excetuando-se a Captação Mestre D’Armas, a qual tem sua
operação comprometida face a ocupação urbana próxima à captação.

Captação Quinze
40

Estação de Tratamento de Água Vale do Amanhecer (ETA-VA1) – Vista Geral

Os poços profundos possuem unidades de cloração, inicialmente utilizando hipoclorito de sódio


aplicado por bombas dosadoras, as quais estão sendo substituídas por sistemas de geração de cloro
“in loco”.

O tratamento das águas das captações Paranoazinho e Contagem é realizado em Unidades de


Tratamento Simplificado (UTS’s), que operam normalmente, exceto nos períodos chuvosos. As águas
da captação Quinze são tratadas na ETA Vale do Amanhecer (ETA-VA1), que também opera
normalmente. As águas do Mestre D’Armas são tratadas na ETA Planaltina (ETA-PL1), tratamento
que é temporariamente interrompido quando se observa queda na qualidade da água captada, em
especial elevados teores de turbidez, com valores superiores a capacidade de tratamento daquela
unidade. A Estação de Tratamento Pipiripau (ETA-PI1) trata as águas das captações do Pipiripau,
Fumal e Brejinho, possuindo um sistema de reaproveitamento total da vazão destinada à lavagem de
filtros. As águas das captações Contagem e Paranoazinho serão tratadas futuramente pela ETA
Contagem/Paranoazinho, ainda em projeto.

Os sistemas de distribuição que atendem essas áreas têm apresentado desempenho normal, com
algumas restrições à distribuição, devido a racionamento no ano de 2002 em período de estiagem.
41
SISTEMA INTEGRADO SOBRADINHO/PLANALTINA
Produção e Tratamento
CAPTAÇÕES
Equipamentos (1) Disponibilidade Hídrica
Produção (3)
Potência Instalada (2) Situação
Identificação Tipo de captação (m3/mês) (l/s)
(Poços) (HP) (l/s)
Paranoazinho/CAP-PR1 Barragem de Nível 35,00 Em Operação 109.786 42
Contagem/CAP-CT1 Barragem de Nível 54,00 Em Operação 201.322 77
Corguinho/CAP-CG1 Barragem de Nível 43,00 Em Operação 157.543 60
Mestre D'Armas/CAP-MD1 Barragem de Nível 150,00 Em Operação 53.852 20
Brejinho/CAP-BJ1 Barragem de Nível 55,00 Em Operação 21.965 8
Quinze/CAP-QZ1 Barragem de Nível 112,00 Em Operação 51.881 20
Sobradinho 1/EPO-SO1 Subterrânea 15,0 Em Operação
Sobradinho 2/EPO-SO2 Subterrânea 12,5 Em Operação
18,02 23.049 9
Sobradinho 3/EPO-SO3 Subterrânea 8,0 Em Operação
Sobradinho 3/EPO-SO5 Subterrânea 6,0 Em Operação
Arapoanga/EPO-AR1 a AR10 Subterrânea Não Disponível 39,61 Em Operação
Fumal/CAP-FU1 Barragem de Nível 135,00 Em Operação 319.763 122
Pipiripau/CAP-PI1 Barragem de Nível 379,00 Em Operação 108.821 41
Total 1.020,63 1.047.982 399
(1) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(2) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(3) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA BRUTA


Equipamentos (1) Produção (3)
Potência por Situação
Vazão máx. da EAB Altura Manométrica
Identificação Nº de Bombas Bomba (m³/mês) (l/s)
(l/s) Total (mca)
(CV)
Brejinho/EAB-BJ1 3 75 106,50 65 Em operação 21.965 8,39
Corguinho/EAB-CG1 2 15 126,73 151 Em operação 157.543 59,95
Fumal/EAB-FU1 4 200 170,00 100 Em operação 319.763 121,62
Mestre D'Armas/EAB-MD1 2 125 70,60 147 Em operação 53.852 20,39
Quinze/EAB-QZ1 3 25 49,92 33 Em operação 108.821 19,72
Pipiripau 1ª Etapa/EAB-PI1 2 800 519,00 114 Em operação 51.881 41,29
Pipiripau 2º Etapa/EAB-PI1 (1) 800 (221) 114 Em projeto
Total 16 - 1.042,75 - 713.825 271,36

UNIDADES DE TRATAMENTO DE ÁGUA


Equipamentos (1) Produção (3)
Vazão Nom. Situação
Identificação Tipo de Tratamento (m3/mês) (l/s)
(l/s)
Tratamento das Captações Corguinho e Mestre D'Armas
Planaltina/ETA-PL1 através do processo de filtração direta fluxo ascendente, 60 Em Operação 69.783 27
padrão Saneago
Tratamento da Captação Paranoazinho, através de
Paranoazinho/UTS-PZ1 62 Em Operação 109.786 42
processo simplificado (cloração, fluoretação)
Tratamento das Captações Contagem e Gorguinho através
Sobradinho 1/UTS-SO1 do processo simplificado (cloração, fluoretação e correção 35 Em Operação 235.022 89
de pH), entrada do RAP-5, Sobradinho
Tratamento da Captação Contagem e Paranoazinho, na
Sobradinho 2/UTS-SO2 55 Em Operação 97.996 37
entrada do RAP-1 de Sobradinho (cloração e fluoretação)
Pontos de Cloração nos poços: SO1, SO2 e SO5
Poços Sobradinho/UCP's 10 Em Operação 23.049 9
Tratamento da Captação Quinze, através de processo
Vale do Amanhecer/ETA-VA1 54 Em Operação 49.287 19
convencional, compacta, padrão Copasa
Tratamento das captações Pipiripau, Fumal e Brejinho (filtração
Pipiripau 1ª etapa/ETA-PT1 400 Em Operação 438.735 167
ascendente/descendente)
Poços Arapoanga/UCP's Pontos de Cloração no poço: AR1 Não disponível Em Operação
Tratamento das captações Pipiripau, Fumal e Brejinho (filtração
Pipiripau 2ª etapa/ETA-PT1 (400) Em Projeto
ascendente/descendente)
Contagem/Paranoazinho/ ETA- Filtração ascendente. (160) Em Projeto
Total 550 1.023.658 390

ADUTORAS DE ÁGUA BRUTA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Por Gravidade/recalque 38.189
fonte: SPEA - SPMA - SPOT referência: Dez/02

Nota: os valores entre parênteses não são considerados nas respectivas totalizações.
42

SISTEMA BRAZLÂNDIA

O Sistema Brazlândia compreende dois sistemas independentes de abastecimento; um sistema de


captações superficiais, que abastece a cidade de Brazlândia, com disponibilidade hídrica de 176 l/s e um
sistema de poços tubulares profundos, que abastece o Núcleo Habitacional INCRA 8, com capacidade
operacional de 9,7 l/s. Esses dois sistemas abastecem cerca de 2% da população atendida do Distrito
Federal, representando aproximadamente 2% do volume total de água produzida em 2002 pela CAESB.

O sistema que se destina ao abastecimento exclusivo de Brazlândia é formado pelas captações Barrocão
(Descoberto Montante) e Capão da Onça, cujas vazões são aduzidas para a Estação de Tratamento de
Brazlândia.

Manancial Capão da Onça

A qualidade das águas dos mananciais desse sistema tem variado, em média, de “Boa” a “Muito Boa”,
segundo o Índice de Qualidade da Água aferido pelo Laboratório de Qualidade de Água da CAESB,
com quedas de qualidade, ocorrendo geralmente nos períodos chuvosos, principalmente no Barrocão.

A Estação de Tratamento de Água de Brazlândia é composta por 3 módulos de tratamento convencional


de 55 l/s cada, incluindo medição de vazão na entrada, floculação, decantação, filtração, desinfecção final
e reaproveitamento de água de lavagem dos filtros. Entrou em operação total no ano de 1998 e o
processo de reaproveitamento da água de lavagem dos filtros, implantado pelos próprios técnicos da área
operacional, tem sido conduzido de forma bastante satisfatória.
43

Estação de Tratamento de Água de Brazlândia (ETA-BZ1) (Vista dos floculadores e


decantadores)

O sistema de distribuição de Brazlândia tem apresentado desempenho normal, sem restrições à


distribuição, exceto interrupções ocorridas devido aos serviços rotineiros de manutenção.

Centro de Reservação de Brazlândia - Reservatórios Apoiado e Elevado de Brazlândia (RAP/REL- BZ 1)


44
SISTEMA INTEGRADO BRAZLÂNDIA
Produção e Tratamento
CAPTAÇÕES

Equipamentos (1) Disponibilidade Hídrica


Produção (3)
Potência (2) Situação
Identificação Tipo de captação Instalada (Poços) (m3/mês) (l/s)
(HP) (l/s)
Capão da Onça/CAP-CO1 Barragem de Nível - 26,00 Em operação 126.251 48
Barrocão/CAP-BC1 Barragem de Nível - 100,00 Em operação 111.991 42
Incra 8-01/EPO-I81 Subterrânea 8,0
Incra 8-02/EPO-I82 Subterrânea 6,0 9,72 Em operação 15.641 6
Incra 8-03/EPO-I83 Subterrânea 2,5
Total 135,72 253.979 96
(1) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(2) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(3) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA BRUTA

Equipamentos (1) Produção (3)

Potência por Situação


Vazão máx. da EAB Altura Manométrica
Identificação Nº de Bombas Bomba (m³/mês) (l/s)
(l/s) Total (mca)
(CV)

Barrocão/EAB-BC1 3 125 101,13 94,6 Em operação 111.991 42,47


Total 3 - 101,13 - 111.991 42,47

UNIDADES DE TRATAMENTO DE ÁGUA

Equipamentos (1) Produção (3)


Vazão Nom. Situação
Identificação Tipo (m3/mês) (l/s)
(l/s)
Tratamento das Captações Capão da Onça e Barrocão através de
Brazlândia/ETA-BZ1 processo convencional, compacta, padrão COPASA (3 módulos). 165 Em Operação 231.226 88

INCRA 8/UCP-IN8-01 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em Operação


INCRA 8/UCP-IN8-02 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em Operação 15.641 6
INCRA 8/UCP-IN8-03 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em Operação
Total 165 246.867 94

ADUTORAS DE ÁGUA BRUTA


Extensões
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)

Por Gravidade/recalque 5.628


fonte: SPEA - SPMA - SPOT referência: Dez/02

Nota: os valores entre parênteses não são considerados nas respectivas totalizações.
45

SISTEMA SÃO SEBASTIÃO

Vista Aérea da cidade de São Sebastião

O Sistema de abastecimento de São Sebastião foi concebido, em uma primeira fase, com base
na utilização de captação de águas subterrâneas, em conformidade com estudos geofísicos do
subsolo da região realizados pela CAESB.

A atual capacidade de produção dos poços totaliza o valor de 199 l/s, sendo que, em 2002, foi
produzida uma vazão média de 87 l/s, representando aproximadamente 1% da vazão total
produzida pela CAESB no ano. Esse sistema abastece cerca de 2% da população atendida do
Distrito Federal.

O Sistema é constituído por 16 poços tubulares profundos em operação, distribuídos ao longo


da cidade. As duas unidades de tratamento, em fase de implantação, contarão com sistema de
cloração, utilizando equipamento de geração de cloro “in loco” e sistema de fluoretação,
utilizando-se como agente fluoretante o ácido fluossilícico.
Foram implantados, inicialmente, 8 pontos de cloração, em 8 dos 16 poços existentes, para
desinfecção provisória de toda a água produzida.

Atualmente, parte da água recalcada é distribuída diretamente na rede e, por essa razão, têm-
se verificado problemas no abastecimento de alguns setores da cidade, tais como pressões
baixas e falta de água.
46
SISTEMA INTEGRADO SÃO SEBASTIÃO
Produção e Tratamento
CAPTAÇÕES

Equipamentos (1) Disponibilidade Hídrica


Produção (3)
Potência Instalada (2) Situação
Identificação Tipo de captação (Poços) (m3/mês) (l/s)
(HP) (l/s)
S. Sebastião 1/EPO-SS1 Subterrânea 53 17,00 Em operação 28.084 10,7
S. Sebastião 2/EPO-SS2 Subterrânea 47 12,15 Em operação 21.012 8,0
S. Sebastião 5/EPO-SS5 Subterrânea 12 2,00 Em operação 4.456 1,7
S. Sebastião 6/EPO-SS6 Subterrânea 35 11,00 Em operação 22.191 5,6
S. Sebastião 7/EPO-SS7 Subterrânea 30 6,00 Em operação 8.224 3,1
S. Sebastião 8/EPO-SS8 Subterrânea 34 5,00 Em operação 9.019 3,4
S. Sebastião 9/EPO-SS9 Subterrânea 4 0,00 Não operando
S. Sebastião 10/EPO-SS10 Subterrânea 29 7,10 Em operação 13.712 5,2
S. Sebastião 11/EPO-SS11 Subterrânea 28 5,50 Em operação 8.761 3,3
S. Sebastião 12/EPO-SS12 Subterrânea 89 28,80 Em operação 44.388 16,9
S. Sebastião 13/EPO-SS13 Subterrânea 25 6,75 Em operação 12.468 4,7
S. Sebastião 14/EPO-SS14 Subterrânea 8 1,80 Em operação 3.390 1,3
S. Sebastião 15/EPO-SS15 Subterrânea 29 9,44 Em operação 18.388 7,0
S. Sebastião 16/EPO-SS16 Subterrânea não disponível 0,00 Em execução
S. Sebastião 17/EPO-SS17 Subterrânea não disponível 0,00 Em execução
S. Sebastião 18/EPO-SS18 Subterrânea não disponível 0,00 Em execução
Vila S. José 1/EPO-VJ1 Subterrânea 17 5,00 Em operação 12.588 4,8
Vila S. José 2/EPO-VJ2 Subterrânea 10 2,00 Em operação 2.508 1,0
Vila S. José 3/EPO-VJ3 Subterrânea 18 11,00 Em operação 22.189 8,4
Vila Nova 1/EPO-VN1 Subterrânea 11 2,40 Em operação 3.403 1,3
Total 132,94 234.781 86,4
(1) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(2) Disponibilidade Hídrica - referência: Dez/02 - fonte: SPOT
(3) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

UNIDADES DE TRATAMENTO DE ÁGUA

Equipamentos (1) Produção (3)


Vazão Nom. Situação
Identificação Tipo (m3/mês) (l/s)
(l/s)
Tratamento de água proveniente dos poços na saída do Obra em
Setor Oeste/UTS-SS1 (208,3)
Centro de Reservação Oeste andamento
Tratamento de água proveniente dos poços na saída do Obra em
Setor Leste/UTS-SS2 (95,9)
Centro de Reservação Leste andamento
São Sebastião/UCP-SS1 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 28.084 10,7
São Sebastião/UCP-SS2 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 21.012 8,0
São Sebastião/UCP-SS6 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 22.191 5,6
São Sebastião/UCP-SS8 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 9.019 3,4
São Sebastião/UCP-SS12 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 44.388 16,9
São Sebastião/UCP-SS13 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 12.468 4,7
São José/UCP-SJ1 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 12.588 4,8
São José/UCP-SJ3 Uniddade de cloração de poço Não disponível Em operação 22.189 8,4
Total 171.939 62,5

Nota: os valores entre parênteses não são considerados nas respectivas totalizações.
SEÇÃO 3

Distribuição de Água
nas Regiões
Administrativas
48
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA I - Brasília

ATENDIMENTO / CONSUMO

População (1) Consumo (2)


Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Brasília 242.001 241.909 99,96% 3.132.627 2.828.223 9,70%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 308 8.548 8.856 110 8.548 8.658 77.639
Comercial 556 8.462 9.018 7 8.462 8.469 8.469
Industrial 169 153 322 1 153 154 154
Pública 2 836 838 3 836 839 839
Total Instalado 1.035 17.999 19.034 121 17.999 18.120 87.101
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade Situação Área de Influência
Identificação Tipo
Câmaras Total
Asa Norte, Vila Planalto, Vila Roriz
Plano Piloto 1/RAP-PP1 2 Apoiado 30.000 Em operação

Asa Sul, Parte do Lago Sul e


Plano Piloto 2/RAP-PP2 4 Apoiado 60.000 Em operação
Esplanada dos Ministérios
Total 90.000 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA

Equipamentos (3) Produção (4)

Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação


Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)

4 250 225 62 Em operação 262.853 100,02


P. Piloto1/EAT-PP1

3 160 194 45 Não operando


P. Piloto2/EAT-PP2
Total 262.853 100,02
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)

Redes / Adutoras 3.774 (a) 675.125


fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Adutora de reforço - Projeto Orla - Polo 2 (942m) / Rede - Projeto Orla - Polo 8 (2.262m) / Adutora de reforço - SHN (570m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
49
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA II - Gama

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Central, Norte, Sul, Oeste, Leste
143.492 137.806 96,04% 896.673 627.990 30,00%
Industrial, Rural
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 296 19.186 19.482 4 19.186 19.190 34.148
Comercial 486 1.867 2.353 1 1.867 1.868 1.868
Industrial 28 51 79 0 51 51 51
Pública 16 112 128 0 112 112 112
Total Instalado 826 21.216 22.042 5 21.216 21.221 36.179
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Parte dos setores Oeste, Norte
Gama 1/RAP - GA1 2 Apoiado 10.000 Em operação
e Indústria
Central, Sul, Oeste e Parte dos
Gama 2/RAP - GA2 2 Apoiado 3.600 Em operação
Setores Leste, Norte e Indústria
Regularização de Vazão das
Gama 1/REQ-GA1 1 Apoiado 2.250 Não operando
localidades do Gama, Santa
Maria, SMPW, Sítio do Gama,
Gama 2/REQ-GA2 1 Apoiado (2.250) Em projeto Recanto das Emas e Riacho
Total 15.850 - Fundo
- II
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)

Redes / Adutoras 10.500 (a) 271.855

fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02


(a) Rede - "ADE" Setor de Múltiplas Atividades.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
50
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA III - Taguatinga

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Taguatinga 261.144 229.310 87,81% 1.749.591 1.379.613 21,15%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 489 33.788 34.277 200 33.788 33.988 71.839
Comercial 975 5.472 6.447 34 5.472 5.506 5.506
Industrial 76 442 518 7 442 449 449
Pública 10 190 200 1 190 191 191
Total Instalado 1.550 39.892 41.442 242 39.892 40.134 77.985
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Núcleo Bandeirante, Parte do
SMPW, Candangolândia, Santa
Taguatinga Sul/RAP-TS1 2 Apoiado 25.000 Em operação
Maria, Recanto das Emas e Águas
Claras
Taguatinga Sul, Riacho Fundo,
Taguatinga Sul/REL-TS1 1 Elevado 500 Em operação Recanto das Emas, Católica, Areal,
Bairro de Águas Claras
Águas Claras/RAP-AC1 3 Apoiado (4.000) Em Projeto Zona alta
Águas Claras/RAP-AC2 3 Apoiado (9.000) Em Projeto Zona baixa
Taguatinga Sul/RAP-TS2 3 Apoiado (6.000) Em Projeto Zona média
Total 25.500 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)

Taguatinga Sul/EAT-TS1 3 550 534,9 56,0 Em operação 1.998.068 760,3


Taguatinga Sul/ERE-TS1 3 100 191,3/205,9 35,0 Em operação 441.911 156,7
Taguatinga Sul/EAT-TS2 4 800 394,0 62,3 Em operação 924.515 351,8
Total 3.364.494 1.268,8
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 2.837 (a) 723 (b) 573.144
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Adensamento da Quadra QS-11 (617m) / Rede - Quadras 209, 210 e 104 Bairro Águas Claras (2.220m).
(b) Rede - Av. Pau Brasil e Rua 24-Norte - Águas Claras.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
51
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA IV - Brazlândia

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Brazlândia 55.694 54.560 97,96% 246.867 167.489 32,20%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 927 8.098 9.025 765 8.098 8.863 12.173
Comercial 108 465 573 7 465 472 472
Industrial 19 21 40 0 21 21 21
Pública 3 58 61 0 58 58 58
Total Instalado 1.057 8.642 9.699 772 8.642 9.414 12.724
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Câmaras
Capacidade Total Situação Área de Influência
Identificação Tipo
(m3)

Setor Tradicional, parte do Setor


Brazlândia/RAP-BZ1 3 Apoiado 3.000 Em operação
Norte, parte do Setor Veredas
Vila São José, parte do Setor
Brazlândia/REL-BZ1 1 Elevado 110 Em operação Norte. Setor de Oficinas, parte do
Setor Veredas
Total 3.110
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Brazlândia/ERE-BZ1 2 50 65,5 35/32 Em operação 118.036 44,9
Brazlândia/EBO-BZ1 1 Não disponível Não disponível Não disponível Em operação
Total 118.036 44,9
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 2.466 (a) 100.363
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Áreas "B" e "C".

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
52
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA V - Sobradinho

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Sobradinho, Sobradinho II, III e IV e
118.943 69.641 58,55% 505.798 341.604 32,50%
Área Rural
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 299 12.562 12.861 1 12.562 12.563 18.908
Comercial 472 1.281 1.753 2 1.281 1.283 1.283
Industrial 44 63 107 0 63 63 63
Pública 3 81 84 0 81 81 81
Total Instalado 818 13.987 14.805 3 13.987 13.990 20.335
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Parte das Quadras 2, 4, 6, 8, 11,
Sobradinho/RAP-SO1 2 Apoiado 1.500 Em Operação
13 e Setor de Grandes Áreas
Sobradinho/RAP-SO2 2 Apoiado 500 Em Operação Quadras 3, 4, 5, 7, 9 e 10
Sobradinho/RAP-SO2 (Novo) 2 Apoiado (2000) Em Projeto Quadras 3, 4, 5, 7, 9 e 10
Parte das Quadras 8 e 13;
Sobradinho/RAP-SO3 2 Apoiado 1.500 Em Operação
Quadras 12, 15 e 17
Quadra 1; Setor Industrial; parte
Sobradinho/RAP-SO4 2 Apoiado 500 Em Operação
da Quadra 2
Setor Central; parte das Quadras
Sobradinho/RAP-SO5 2 Apoiado 5.000 Em Operação
2, 6 e 8; Quadras 13 e 18
Sobradinho/RAP-SO6 2 Apoiado (2000) Em Projeto

Sobradinho/REL-SO1 1 Elevado 35 Em Operação Parte da Quadra 18


Total 9.035
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Sobradinho/ERE-SO1 2 5 8,7 12 Em operação 42.565 16,20
Total 42.565 16,20
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 12.504 (a) 210.193
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Reforço de adutora e rede - Expansão do Setor Oeste / Adutora - ETA-PI1 ao RAP-SO5 (3.300m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
53
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA VI - Planaltina

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Planaltina, Vale do Amanhecer e Área
135.045 89.411 65,72% 517.801 358.696 30,70%
Rural
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 4.806 18.011 22.817 4.806 18.011 22.817 27.300
Comercial 535 1.392 1.927 7 1.392 1.399 1.399
Industrial 13 18 31 1 18 19 19
Pública 1 81 82 1 81 82 82
Total Instalado 5.355 19.502 24.857 4.815 19.502 24.317 28.800
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
Capacidade Total Situação Área de Influência
Identificação N.º de Câmaras Tipo
(m3)

Planaltina/RAP-PL1(c1 e c2) 2 Apoiado 500 Em operação Parte do Setor Residencial Leste e


Planaltina/RAP-PL1(c3) 1 Apoiado 550 Em operação Buritis 3
Setor Central, Tradicional Sul,
Buritis/RAP-BU1 2 Apoiado 4.500 Em operação
Norte e Vila Vicentina
Vale do Amanhecer/RAP-VA1 2 Apoiado 1.200 Em operação Vale do Amanhecer
Buritis/RAP-BU1 (ampliação) 2 Apoiado (10.000) Em projeto Planaltina
Mestre-D'Armas/RAP-MD1 2 Apoiado (1.200) Em projeto Bairro Mestre D'Armas
Arapoanga/REL-AR1a AR20 Não disponível Elevado 795 Em operação Condomínio Arapoanga
Total 7.545
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Planaltina/EAT-PL1 2 100 100 33,5 Em operação 28.199 10,73
Planaltina/EBO-PL1 1 100 40 Não disponível Em operação
Buritis/EBO-BU1 1 15 14 26 Em operação
Embrapa/EAT-PL2 3 600 343 190 Em projeto
Total 28.199 10,73
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 91.330 (a) 75.186 (b) 193.615
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Bairro Mestre D'Armas (64.707m) / Rede - Setor de Desenvolvimento Econômico (864m) / Rede - Bairro N. S. De Fátima (12.229m) /
Adutora - ETA-PI1 ao RAP-SO5 (13.530m).
(b) Rede - Bairro Arapoanga.
Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
54
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA VII - Paranoá

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Paranoá e Área Rural 54.705 48.276 88,25% 201.622 134.040 33,50%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 265 7.864 8.129 0 7.864 7.864 11.489
Comercial 67 583 650 0 583 583 583
Industrial 10 4 14 0 4 4 4
Pública 5 42 47 0 42 42 42
Total Instalado 347 8.493 8.840 0 8.493 8.493 12.118
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Transferência da ETA para RAP-
Paranoá/RAP-PR1 2 Apoiado 290 Em operação
PR2
Paranoá/RAP-PR2 2 Apoiado 5.000 Em operação Toda a área do Paranoá
Total 5.290
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
B1 = 37,5 B1 = 58,0
Paranoá/EAT-PR1 Em operação 73.818 28,09
2 75 B 2 = 40,6 B 2 = 56,1
Total 73.818 28,09
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 4.264 (a) 2.415 (b) 73.692
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Adutora - EAT-LN1 ao RAP-PR2.
(b) Rede - Vila Telebrasília

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
55
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA VIII - Núcleo Bandeirante

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Núcleo Bandeirante 37.101 36.930 99,54% 454.862 295.420 35,10%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 474 7.518 7.992 0 6.812 6.812 11.870
Comercial 284 1.034 1.318 0 1.034 1.034 1.034
Industrial 15 27 42 0 14 14 14
Pública 7 0 7 0 91 91 91
Total Instalado 780 8.579 9.359 0 7.951 7.951 13.009
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
SMPW/RAP-PW1 3 Apoiado 3000 Em operação Aeroporto e parte do SMPW
Total 3.000
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Naõ Naõ disponível Naõ disponível
SMPW/EBO-PW1
3 disponível Em operação
Naõ Naõ disponível Naõ disponível
SMPW/EBO-PW2
1 disponível Em operação

Total
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 2.712 (a) 919 (b) 195.469
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - "Setor Residencial Park Way" (1.836m) / Rede - "ADE" Núcleo Bandierante (876m).
(b) Rede - Setor de Mansões Park Way, Quadra 24.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
56
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA IX - Ceilândia

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Ceilândia 401.780 398.978 99,30% 1.981.461 1.376.059 30,60%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 658 59.489 60.147 26 59.489 59.515 95.818
Comercial 600 2.795 3.395 5 2.795 2.800 2.800
Industrial 155 299 454 10 299 309 309
Pública 4 159 163 0 159 159 159
Total Instalado 1.417 62.742 64.159 41 62.742 62.783 99.086
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de
Capacidade Total Situação Área de Influência
Identificação Tipo
(m3)
Câmaras
2 Apoiado 20.000 Em operação Parte da Ceilândia; Parte de
Ceilândia/RAP-CE1
2 Apoiado 20.000 Em operação Taguatinga
Ceilândia/REL-CE1 1 Elevado 500 Em operação Parte da Ceilândia
Taguatinga Centro; Parte de
2 Apoiado 25.000 Em operação
Taguatinga Norte e Ceilândia;
M Norte/RAP-MN1
Águas Claras, Guará e Lúcio
2 Apoiado 20.000 Em operação
Costa
2 Apoiado 10.000 Em operação Parte de Taguatinga Norte; Parte
M Norte/RAP-MN2
2 Apoiado 20.000 Em operação de Ceilândia
Total 115.500 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Ceilândia/ERE-CE1 3 200 342,0 27 Em operação 407.218 154,95
M Norte/EAT-MN1 3 375 233,9 45 Em operação
1.367.095 520,20
M Norte/EAT-MN3 3 375 385,0 59 Em operação
M Norte/EAT-MN2 3 200 385,0 26 Em operação
713.121 271,11
M Norte/EAT-MN4 3 150 305,0 Não disponível Em operação
1 100 86,8
M Norte/EAT-MN5 35 Em operação 381.340 154,11
1 160 95,4
M Norte/EAT-MN6 3 100 684,0 Não disponível Em operação 410.340 156,36
Total 3.279.114 1.256,73
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 22.793 (a) 569.953
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Setor de Indústria - 1º e 2º Etapas(14.243m) / Rede - Setor de Material de Construção (8.550m)

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
57
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA X - Guará

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Guará I, Guará II e Lúcio Costa 121.697 119.940 98,56% 1.062.511 779.088 22,10%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 198 15.449 15.647 1 15.449 15.450 32.286
Comercial 362 2.984 3.346 0 2.984 2.984 2.984
Industrial 19 119 138 0 119 119 119
Pública 7 121 128 0 121 121 121
Total Instalado 586 18.673 19.259 1 18.673 18.674 35.510
fonte: SPCO - referência: Dez/02

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 4.475 (a) 80.990 (b) 314.575
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - "ADE' Setor Complementar de Indústria e Abastecimento - 1º Etapa.
(b) Adutora (12.350m) e Rede (68.640m) - "ADE" SCIA 2ª Etapa e Cidade Estrutural.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
58
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XI - Cruzeiro

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Cruzeiro Novo, Cruzeiro Velho e
66.507 66.507 100,00% 542.791 490.047 9,70%
Setor Sudoeste
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 16 2.715 2.731 0 2.715 2.715 27.975
Comercial 980 2.006 2.986 3 2.006 2.009 2.009
Industrial 37 118 155 1 118 119 119
Pública 0 0 0 0 0 0 0
Total Instalado 1.033 4.839 5.872 4 4.839 4.843 30.103
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Cruzeiro/REL-CZ1 1 Elavado 50 Em operação Parte alta do Setor Sudoeste
Cruzeiro, HFA, Áreas

Octogonais, Setor Sudoeste (parte

baixa), Zona Alta (RA de

Cruzeiro/RAP-CZ1 4 Apoiado 50.000 Em operação Brasília), RCG, SAI, SAAN,

SMU, SOFN, SGO, SLU, IML,

Polícia Militar, Parque da Cidade,

Torre de TV e SIG
Total 50.050
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Cruzeiro/ERE-CZ1 3 15 Não disponível Não disponível Em operação 2.575 0,98
Total 2.575 0,98
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 2.967 (a) 123.114
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Quadra SQSW 300 - Sudoeste / Rede - Setor Central do Cruzeiro (771m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
59
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XII - Samambaia

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Samambaia 182.709 182.616 99,95% 917.026 644.248 24,70%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 886 34.783 35.669 540 34.783 35.323 43.411
Comercial 320 934 1.254 20 934 954 954
Industrial 171 270 441 16 270 286 286
Pública 6 86 92 4 86 90 90
Total Instalado 1.383 36.073 37.456 580 36.073 36.653 44.741
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
2 10.000 Em operação Parte de Samambaia Sul
Samambaia Sul/RAP-SA1 1 Apoiado 7.000 Em operação Parte de Samambaia Norte
1 (7.000) Em projeto
1 7.000 Em operação Parte de Samambaia Norte
Samambaia Norte/RAP-SA2 Apoiado
1 (7.000) Em projeto
Samambaia Norte/RAP-SA3 4 Apoiado (28.000)Em projeto Parte de Samambaia Norte
Samambaia Sul/REL-SA1 1 Elevado 682 Em operação Zona Alta Samambaia
Total 24.682 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
1 15 291,7 26,9
Samambaia/ERE-SA1 Em operação 44.361 16,56
1 100 200,0 27,0
Total 44.361 16,56
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA


Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 66.604 (a) 461.548
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Adensamento das Quadras 100-pares (4.614m) / Rede -Faixa Central (linhão) (23.894m) / Rede -Centro Urbano (38.096m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
60
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XIII - Santa Maria

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Samambaia 101.449 97.959 96,56% 507.607 357.976 29,50%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 463 21.136 21.599 24 21.136 21.160 24.310
Comercial 447 949 1.396 7 949 956 956
Industrial 18 23 41 2 23 25 25
Pública 6 46 52 1 46 47 47
Total Instalado 934 22.154 23.088 34 22.154 22.188 25.338
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Santa Maria/RAP-ST1 2 Apoiado 14.000 Em operação Santa Maria e DVO Gama
Santa Maria/REL-ST1 1 Elevado 299 Não operando(*) Zona Alta
Sítio Gama/RAP-SG1 2 Apoiado 1.870 Em operação Transferência para o REL-SG1
Sítio Gama/REL-SG1 1 Elevado 112 Em operação Sítio do Gama
Total 16.281
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Santa Maria/ERE-ST1 2 40 119,34 15,80 Não operando(*) 0,00 0,00
Total 0,00 0,00
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 858 (a) 251.730
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Quadras CL-404 e CL-407.
(*) Pendências de obra

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
61
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XIV - São Sebastião

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
São Sebastião 51.760 4.350 83,94% 228.687 157.566 31,10%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 655 9.820 10.475 30 9.820 9.850 11.727
Comercial 153 400 553 6 400 406 406
Industrial 0 2 2 0 2 2 2
Pública 1 25 26 0 25 25 25
Total Instalado 809 10.247 11.056 36 10.247 10.283 12.160
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
São Sebastião/RAP-SS1 2 Apoiado 4.000 Em operação Setor Oeste
São Sebastião/RAP-SS2 2 Apoiado (2.000) Em Execução Setor Leste
Total 4.000 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
São Sebastião/EBO-SS1 2 5 6,4 40,0 Em operação
São Sebastião/EBO-SS2 2 5 10,0 10,0 Em projeto
Total
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 1.676 (a) 145.337
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Quadras 01 e 02 Setor Vila Nova.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
62
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XV - Recanto das Emas

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Recanto das Emas 60.031 58.702 97,79% 508.647 356.005 30,00%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 1.649 26.293 27.942 640 21.433 22.073 24.953
Comercial 245 512 757 80 458 538 538
Industrial 35 20 55 3 17 20 20
Pública 1 40 41 0 40 40 40
Total Instalado 1.930 26.865 28.795 723 21.948 22.671 25.551
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Câmaras Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
(m3)
Recanto das Emas/RAP-RE1 1 Apoiado 7.500 Não operando(*) Recanto das Emas
Recanto das Emas/REL-RE1 1 Elevado 450 Não operando(*) Quadras 200, 400, 600 e 800
Total 7.950 - -
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Rec. das Emas/ERE-RE1 3 60 115 27,7 Não operando(*)
Rec. das Emas/EBO-RE1 1 Não disponível Não disponível Não disponível Em operação
Rec. das Emas/EBO-RE2 1 Não disponível Não disponível Não disponível Em operação
Total
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 6.202 (a) 249.081
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Adutora de reforço - Quadras 508 a 511 (2.249m)/ Rede - diversas quadras (1.799m) / Rede - Quadras 602, 603, 802 e 803 (2.154m).

(*) Pendências de obra

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
63
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XVI - Lago Sul

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Lago Sul 34.792 33.537 96,39% 747.845 512.507 31,50%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 257 8.030 8.287 1 8.030 8.031 8.444
Comercial 2.315 662 2.977 0 662 662 662
Industrial 16 32 48 0 32 32 32
Pública 1 0 1 0 0 0 0
Total Instalado 2.589 8.724 11.313 1 8.724 8.725 9.138
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Lago Sul/RAP-LS1 2 Apoiado 4.500 Em operação Parte do Lago Sul
Lago Sul/RAP-LS2 2 Apoiado 5.000 Em operação Zona Alta do Lago Sul
Total 9.500
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Lago Sul/EAT-LS1 3 150 90,6/77,0/88,1 85,5 Em operação 112.387 42,77
Lago Sul/EBO-LS1 1 40 45,0 35,0 Desativado
Total 112.387 42,77
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 2.181 (a) 337.095
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - QI-11 Comercial (720m) / Adutora - QI-28 ao Condomínio Village (1.461m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
64
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XVII - Riacho Fundo

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Riacho Fundo 24.948 24.158 96,83% 285.088 188.162 34,00%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 631 9.781 10.412 212 9.781 9.993 11.944
Comercial 156 446 602 4 446 450 450
Industrial 15 67 82 1 10 11 11
Pública 0 0 0 0 0 0 0
Total Instalado 802 10.294 11.096 217 10.237 10.454 12.405
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Riacho Fundo/RAP-RF1 2 Apoiado 5.000 Em operação Zona Baixa
Riacho Fundo/REL-RF1 1 Elevado 125 Em operação Zona Alta
Total 5.125
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
Identificação AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Riacho Fundo/ERE-RF1 2 25 47,2/99,7 21,97/99,7 Em operação 20.910 8,07
Total 20.910 8,07
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 10.638 (a) 120.343
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - "ADE" Setor Placa da Mercedes - 2º Etapa.

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
65
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XVIII - Lago Norte

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Lago Norte e Área Rural 30.933 6.317 83,14% 464.402 294.082 36,70%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 170 6.014 6.184 0 6.014 6.014 6.263
Comercial 90 264 354 2 264 266 266
Industrial 18 36 54 0 36 36 36
Pública 0 0 0 0 0 0 0
Total Instalado 278 6.314 6.592 2 6.314 6.316 6.565
fonte: SPCO - referência: Dez/02

RESERVATÓRIOS
Equipamentos (3)
N.º de Capacidade
Situação Área de Influência
Identificação Tipo Total
Câmaras (m3)
Lago Norte/RAP-LN1 2 Apoiado 10.000 Em operação SHIN, MILN e Vila Varjão
Total 10.000
(3) Equipamentos - referência: Dez/02 - fonte: SPOT

ELEVATÓRIAS DE ÁGUA TRATADA


Equipamentos (3) Produção (4)
Nº de Potência por Vazão Máx. da Situação
AMT (mca) (m3/mês) (l/s)
Bombas Bomba (cv) EAT (l/s)
Lago Norte/EAT-LN1 3 125 3,33 143,00 Em operação 104.640 39,82
Total 104.640 39,82
(4) Produção - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 114.799 (a) 225.649
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02
(a) Rede - Quadras QI-02 e QI-02 (1.236m) / Rede - Setor Habitacional Taquari (104.900m) / Adutora - RAP-LN1 à EAT-LN1 (8.663m).

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
66
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
RA XIX - Candangolândia

ATENDIMENTO / CONSUMO
População (1) Consumo (2)
Total Volume Volume
Setor Abastecida % de
Distribuído Utilizado % Perdas
(habitantes) Atendimento
(habitantes) (m³/mes) (m³/mes)
Candangolândia 16.221 3.944 98,09% 110.191 40.411 36,10%
(1) População - referência: Dez/02 - fonte: ASPL
(2) Consumo - referência: média mensal de 2002 - fonte: SPOT

LIGAÇÕES / ECONOMIAS
N.º de Ligações Reais N.º de Ligações Ativas
N.º de
Tipo Sem Com Hidrôm. Com Hidrôm.
Total Sem Hidrôm. Total Economias
Hidrôm.
Domiciliar 41 2.364 2.405 0 3.070 3.070 3.944
Comercial 32 211 243 0 211 211 211
Industrial 3 6 9 0 6 6 6
Pública 0 0 0 0 0 0 0
Total Instalado 76 2.581 2.657 0 3.287 3.287 4.161
fonte: SPCO - referência: Dez/02

REDES DE DISTRIBUIÇÃO E ADUTORAS DE ÁGUA TRATADA

Extensão
Tipo
Projetadas (m) Em Execução (m) Implantadas (m)
Redes / Adutoras 44.325
fonte: SPEA - SPMA - GEO referência: Dez/02

Nota: os quantitativos entre parênteses não estão considerados nas respectivas totalizações
SEÇÃO 4

Manutenção em Redes
de Água
SERVIÇOS PRESTADOS
Serviços em Redes de Abastecimento de Água
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Conserto em rede - PVC/PBA 1.345 1.888 2.205 2.477 2.280 2.266 2.622 2.555
Conserto em rede - FºFº/fibrocimento 1.469 1.664 2.060 1.193 1.004 624 539 523
Conserto em registro de rede 767 834 852 655 466 587 725 701
Instalação e/ou substituição de registro de rede 147 232 160 218 138 98 85 85
TOTAIS 3.728 4.618 5.277 4.543 3.888 3.575 3.971 3.864

Serviços em Ramais
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Conserto de cavaletes 22.648 31.833 30.447 15.021 36.921 38.829 42.704 41.915
Substituição de registro em cavalete 7.212 7.641 8.288 8.492 7.804 6.457 7.756 7.574
Conserto em ramais de politileno/PVC/FFº 31.659 29.138 27.544 27.860 24.726 22.220 25.907 25.408
Verificação de falta d'água ou pressão dinâmica 1.747 1.481 1.918 2.568 3.889 1.607 3.257 3.207
Verificação de prévias diversas (vistoria) 1.799 1.099 1.448 1.488 1.302 1.379 2.472 2.433
TOTAIS 65.065 71.192 69.645 55.429 74.642 70.492 82.096 80.537

Novos Ramais
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Remanejamento ou substituição de ramais 1.757 2.056 4.674 4.294 3.311 3.964 4.415 4.319
Execução de ramais prediais 4.526 8.936 4.526 6.122 7.651 9.137 7.419 7.312
TOTAIS 6.283 10.992 9.200 10.416 10.962 13.101 11.834 11.631

Cortes e Religações de Ramais


1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Instalação e substituição de hidrômetros 2.345 6.758 4.664 3.109 3.987 3.701 2.042 2.017
Cortes ou religações de ramais 7.442 9.945 18.211 22.481 18.397 18.403 22.693 22.223
TOTAIS 9.787 16.703 22.875 25.590 22.384 22.104 24.735 24.240

Melhorias em Redes de Água


1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Instalação e reparos de acessórios (1) 21 8 34 45 10 0 4 120
Instalação e remanejamento de hidrantes 22 26 32 21 44 9 8 8
Serviços de manutenção preventiva (2) 4.572 3.206 2.683 5.320 4.344 4.083 15.826 479
Interligação de adutoras e redes 591 977 719 444 631 704 521 10.527
TOTAIS 5.206 4.217 3.468 5.830 5.029 4.796 16.359 11.134
(1) Caps, mrdidores de vazão, ventosas e registros.
(2) Limpeza em caixas de registro; locação de redes e atualização cadastral de registros.
Nota: As unidades não indicadas são número de serviços executados.

68
SERVIÇOS PRESTADOS
Serviços Complementares
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Serviços de verificação de qualidade da água * * * * * * 635 6960
Descargas programadas na rede * * * * * * 2756 2870
Serviços de manutenção civil (1) 10.720 11.161 17.286 21.147 26.265 26.323 33.668 18.558
Outros serviços (2) 4.144 4.846 4.923 7.384 12.599 9.522 14.560 33.819
TOTAIS 14.864 16.007 22.209 28.531 38.864 35.845 51.619 62.207

Execução de Redes
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Implantação, remanejamento e substituição de rede (m) 23.677 97.520 97.659 47.136 36.821 58.850 60.372 84.701
TOTAL 23.677 97.520 97.659 47.136 36.821 58.850 60.372 84.701

Ligações Irregulares
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Receita recuperada acumulada (R$) 11.090 10.535 11.491 479.265 132.447 159.393 75.585 23.168
Receita por multas, serviços e consumo estimado (R$) 232.765 267.136 220.840 93.376 696.936 1.052.811 391.948 269.681
Pesquisa sistemática de ligações irregulares (3) 15.113 20.188 23.213 19.040 15.978 9.977 30.769 36.442
Pesquisa em campo por suspeitas e denúncias 475 1.075 1.963 2.672 4.768 5.694 3.663 3.045
Pesquisa com resultado procedente 317 369 567 1.719 2.875 3.487 1.507 1.097

Vazamentos Não Visíveis


1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
Pesquisa sistemática em pontos sondados (3) * * * 2.918 10.047 2.103 3.818 2.302
Pesquisa com resultado procedente * * * 45 190 71 152 68
Recuperação de vazamentos (l/dia) * * * 540.324 1.613.395 1.398.736 1.175.042 1.303.573

Abastecimento por Caminhões-Pipa


1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
3
Volume distribuído (m ) 604.880 833.120 795.770 704.950 910.050 714.150 750.190 711.245
(1) Reparos em calçadas, caixas de registros, muros e muretas.
(2) Serviços de pré-operação em redes, manobras, escavações e compactações de vala.
(3) Pesquisas realizadas em áreas pré-determinadas.
* Dado não disponível.
Nota: As unidades não indicadas são número de serviços executados.

69
70

SERVIÇOS EM REDES
3.000

2.477 2.622
2.500 2.555
2.280 2.266
2.205
Nº de Serviços Executados

1.888
2.000
2.060

1.469 1.664
1.500

1.345
1.193
1.000
1.004
834 852 624 725
767 701
500 655 539 523
587
466

0
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Conserto em rede de PVC/PBA


Conserto em rede de FºFº/fibrocimento
Conserto em registro de rede

SERVIÇOS EM RAMAIS
45.000
42.704

40.000 41.915
36.921
38.829
35.000
31.833 30.447
Nº de Serviços Executados

30.000 31.659
27.860
29.138 25.907 25.408
27.544
25.000
24.726
22.648 22.220
20.000

15.000
15.021
10.000
8.288 8.492 7.804
7.712 7.641 6.457 7.574
5.000 7.756

0
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Conserto de cavalete
Conserto em ramais de politileno/PVC/FºFº
Substituição de registro em cavalete
71

NOVOS RAMAIS

7.312
2002
7.419
2001

9.137
2000

7.651
1999

6.122
1998

4.526
1997

8.936
1996

4.526
1995

0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 10.000

Nº de Serviços

Novos Ramais Implantados pela Superintendência de Manutenção de Redes de Água

CORTE E RELIGAÇÃO

350,5
2002 22,22 (6,3%)

331,6
2001 22,69 (6,8%)
325,1
2000 18,40 (5,6%)

314,0
1999 18,39 (5,9%)

303,8
1998 22,48 (7,4%)
290,2
1997 18,21 (6,3%)
280,6
1996 9,94 (3,5%)

260,7
1995 7,44 (2,9%)

0 50 100 150 200 250 300 350 400

Nº de Ramais (x 1000)
Total de ramais ativos
Ramais cortados/religados
72

PESQUISA EM RAMAIS IRREGULARES

39.487
2002 1.097 (2,78%)

34.432
2001 1.507 (4,37%)
15.671
2000 3.487 (22,25%)
20.746
1999 2.875 (13,9%)
21.712
1998 1.719 (7,9%)

25.176
1997 567 (2,3%)

21.263
1996 369 (1,7%)

15.588
1995 317 (2,0%)

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000

Ramais Pesquisados Nº de Ramais


Ligações Irregulares

ABASTECIMENTO COM CAMINHÕES-PIPA

950 190.000

910,05 (0,50%)
900
186.056
183.600 185.000
850 833,12 (0,47%)
181.200
795,77 (0,48%)
800
(0,43%) 180.000
178.800
750,19
750 177.600 176.400

175.000
700 714,15 711,24
704,95 (0,39%) (0,40%) (0,38%)
173.662
650
170.000
600 604,88
(0,33%)
166.800
550 165.000
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Volume Distribuído Caminhão Pipa (x 1000 m3)


Volume Produzido (x 1000 m3)
SEÇÃO 5

Programas da DRSA
74

Monitoramento de Recursos Hídricos do DF e


Região do Entorno

O monitoramento de Recursos Hídricos do Distrito Federal e Região do Entorno é


realizado pela CAESB, através da Divisão de Controle dos Recursos Hídricos / SPHI /
DRSA, constituindo uma Rede Hid rometeorológica.

Rede Hidrometeorológica é um complexo de instalações destinadas a produzir


informações hidrológicas e meteorológicas, e monitorá- las, com o fim de subsidiar o
planejamento, projeto e operação dos sistemas de saneamento básico de determinada
região (abastecimento de água e esgotamento sanitário), além de dar suporte aos estudos
sobre a qualidade da água dos lagos, estudos sobre impacto ambiental, bem como para a
obtenção da Outorga de Uso de Recursos Hídricos e de Licenças Ambientais junto aos
órgãos governamentais competentes. Compreende estações pluviométricas,
fluviométricas e climatológicas.

Estações Pluviométricas medem a quantidade de chuva precipitada na região, cuja


unidade é o milímetro de lâmina d’água. Para tanto, são utilizados equipamentos
coletores denominados “pluviômetros” e “pluviógrafos”.

Estações Fluviométricas são seções transversais de cursos d’água (rios), destinadas a


determinar vazões ao longo do tempo, traduzidas em metros cúbicos por segundo (m³/s)
ou litros por segundo (l/s). Para tanto, utilizam- se aparelhos especificados em função da
dimensão do curso d’água e da precisão desejada.

Estações Climatológicas registram parâmetros variados, representativos do clima


regional.

A Rede Hidrometeorológica atual da CAESB constitui-se de 20 Estações


Pluviométricas, 75 Estações Fluviométricas e 3 Estações Climatológicas, localizadas
nas bacias hidrográficas dos rios Descoberto, Paranoá, São Bartolomeu, Corumbá,
Maranhão e Preto. A CAESB possui também dados de 15 estações fluviométricas
desativadas.

As medições em cursos d’água do Distrito Federal e Região do Entorno são realizadas


com a ajuda de aparelho denominado molinete fluviométrico, o qual determina a
velocidade da corrente d’água na seção considerada.

Nas Estações Climatológicas da CAESB, os parâmetros medidos são: precipitação,


evaporação, temperatura do ar (mínima e máxima) e velocidade do vento.
ESTAÇÕES PLUVIOMÉTRICAS DA CAESB - DADOS GERAIS
LEGENDA: P-Pluviométrica; PR-Pluviográfica; PE-Pluviométrica Evaporimétrica; PRE-Pluviográfica Evaporimétrica; PCD-Plataforma de Coleta de Dados
ALTITUDE INÍCIO-FIM DE
CÓDIGO (ANEEL) NOME DA ESTAÇÃO LATITUDE LONGITUDE
(m) OPERAÇÃO
01547008 ETE SUL (P) 15º 59' 39" 47º 54' 40" 1.005 1971 -
01547009 ETE NORTE (P) 15º 44' 36" 47º 52' 38" 1.002 1971 -
01547010 CONTAGEM (PR) 15º 39' 11" 47º 52' 44" 1.242 1970 -
01547011 COLÉGIO AGRÍCOLA (P) 15º 39' 26" 47º 41' 47" 956 1971 -
01547012 PAPUDA (PR) 15º 57' 33" 47º 39' 40" 860 1971 -
01547013 TAQUARA (PRE) 15º 37' 56" 47º 31' 13" 1.053 1971 -
01547014 ÁREA ALFA (P) 15º 58' 45" 47º 58' 30" 1.206 1972 -
01547015 SOBRADINHO (P) 15º 39' 40" 47º 48' 42" 1.040 1972 -
01547017 SANTA MARIA (PR) 15º 40' 12" 47º 57' 09" 1.078 1978-
01547018 JOCKEY CLUBE (P) 15º 48' 21" 47º 59' 53" 1.103 1978 -
01547019 CABEÇA DE VEADO (P) 15º 53' 27" 47º 50' 44" 1.080 1978 -
01547020 BARRAGEM PARANOÁ (PR) 15º 47' 48" 47º 47' 01" 1.010 1978 -
01547021 BARREIRO (PR) 15º 50' 19" 47º 37' 38" 998 1978 -
01547022 RIO PRETO (PR) 15º 47' 32" 47º 25' 58" 890 1978 -
01547027 PIPIRIPAU MONTANTE CAPTAÇÃO (PCD) 15º 39' 18" 47º 35' 50" 967 1999-
01547030 LABORATÓRIO R-1 (P) 15º 46' 33" 47º 54' 21" 1.149 1999-
01548005 GAMA (PR) 15º 56' 42" 48º 03' 00" 1.212 1970 -
01548006 TAGUATINGA (P) 15º 47' 34" 48º 07' 03" 1.269 1971 -
01548007 BRAZLÂNDIA (PR) 15º 41' 03" 48º 12' 27" 1.098 1971 -
01548008 DESCOBERTO (PRE) 15º 46' 49" 48º 13' 49" 1.061 1978 -
01548009 JATOBAZINHO (PE) 15º 42' 43" 48º 05' 33" 1.205 1978 -
01548010 GM-3 (RIACHO FUNDO) (PR) 15º 53' 09" 48º 02' 37" 1.185 1978 -
01548013 FAZENDA SANTA ELIZA (PR) 15º 35' 48" 48º 02' 35" 1.205 1988 -
01548016 DESCOBERTO JUSANTE (PCD) 15º 46' 48" 48º 13' 58" 1.007 1998-
01548030 MACACOS CIDADE ECLÉTICA (P) 15º 53' 26" 48º 24' 28" 895 2002-
fonte: SPHI - referência: dez/2002

76
ESTAÇÕES FLUVIOMÉTRICAS DA CAESB - DADOS GERAIS
LEGENDA: R-Linígrafo; D-Descarga; F-Leitura de régua; Q-Qualidade; PCD-Plataforma de Coleta de Dados

LONGITUDE ALTITUDE ÁREA DE DRENAGEM


CÓDIGO (ANEEL) ESTAÇÃO CURSO D'ÁGUA LOCALIZAÇÃO LATITUDE SUL
OESTE
INÍCIO/FIM DE OPERAÇÃO

(metros) (km²)

20001000 Maranhão JUS.(Fazenda Chibata) (D) Rio Maranhão DF-205 15º30' 47º44' 792 517,0 1986
20001090 Contagem MONT. Captação (D/Q) Ribeirão Contagem EPCT-001 15º39' 47º53' 5,1 2001
20001100 Contagem JUS. Captação (D/Q) Ribeirão Contagem EPCT-002 15º39' 47º52' 5,2 1983
20001500 Palma JUS. Salina Rio Palma 15º26' 47º58' 2003
20010000 Sal (Fazenda Roda Velha) (D/Q) Rio do Sal GO-424 15º21' 48º03' 699 390,0 1989/1999
20016000 Verde (Cocalzinho) (D/Q) Rio Verde GO-230 15º32' 48º35' 630 865,0 1989/1999
42450800 Jardim (D) Rio Jardim DF-100 15º58' 47º23' 522,0 1993/1997
60430000 Corumbá (Alexânia)(ANEEL)(F/D/Q) Rio Corumbá BR-060 16º08' 48º36' 2.009,0 1964
60431100 Sapezal (Alexânia)(D) Córrego Sapezal BR-060 16º06' 48º26' 1999
60432000 Antas (Anápolis)(ANEEL)(F/D) Rio Antas BR-060 16º17' 48º53' 150,0 1978
60432490 Macacos (Águas Lindas)(D) Rio do Macaco GO- ? 15º47' 48º21' 956 98,0 2000
60432500 Macacos (Cidade Eclética) (D/Q) Rio do Macaco GO-014 15º53' 48º24' 896 211,0 1987
60432600 Antas MONT. Corumbá (Abadiânia)(D/Q) Rio Antas GO- ? 16º19' 48º35' 716,0 1999
60433000 Areias (Fazenda São Bento)(F/D/Q) Rio Areias GO- 16º 03' 48º21' 856 1.115,0 1989
60434000 Capão da Onça MONT. Captação (D/Q) Córrego Capão da Onça DF-430 15º39' 48º09' 1.162 8,2 1982
60434500 Capão da Onça Brazlândia (F/D/Q) Córrego Capão da Onça DF-415 15º38' 48º10' 1.099 33,3 1992
60434550 Barrocão MONT. Captação (D/Q) Córrego Barrocão DF-415 15º37' 48º10' 9,8 1997
60434560 Lajinha MONT. Chácara 89 (D/Q) Córrego Lajinha 15º42' 48º14' 15,8 2002
60435000 Descoberto (Chácara 89) (F/R/D/Q) Rio Descoberto DF-180 15º42' 48º14' 1.035 115,0 1977
60435100 Chapadinha (Aviário) (F/D/Q) Córrego Chapadinha DF-180 15º42' 48º12' 1.036 21,0 1978
60435150 Olaria (F/D/Q) Córrego Olaria BR-080 15º42' 48º11' 1.035 12,6 1983
60435200 Rodeador (F/R/D/Q) Ribeirão Rodeador DF-445 15º43' 48º09' 1.035 112,0 1977
60435300 Capão Comprido (F/D/Q) Córrego Capão Comprido DF-180 15º44' 48º10' 1.037 16,0 1979
60435320 Pedras MONT. Captação (D/Q) Córrego Pedras BR-070 15º46' 48º06' 28,5 1993
60435350 Currais MONT. Captação (D/Q) Córrego Currais BR-070 15º46' 48º06' 25,4 1993
60435400 Ribeirão das Pedras (F/R/D/Q) Ribeirão das Pedras DF-180 15º45' 48º09' 1.036 75,9 1978
60435410 Coqueiro Braço Esquerdo (D/Q) Córrego Coqueiro 15º44' 48º13' 3,4 2002
60435420 Coqueiro Braço Direito (D/Q) Córrego Coqueiro 15º44' 48º13' 4,8 2002
60435430 Rocinha ou Queimado (Águas Lindas) (D/Q) Córrego Rocinha 15º45' 48º13' 4,4 2002
60435500 Descoberto Barragem (Lago) (F/Q) Rio Descoberto (Lago) BR-070 15º46' 48º13' 1.033 437,0 1987
60436000 Descoberto JUS. Barragem (F/R/D/Q/PCD) Rio Descoberto BR-070 15º46' 48º13' 1.007 437,0 1978
60436100 Descoberto MONT. Melchior (D) Rio Descoberto GO-014 15º55' 48º16' 592,0 1993
60443000 Descoberto (ANEEL)(F/D/Q) Rio Descoberto BR-060 16º05' 48º18' 1.089,0 1978

77
ESTAÇÕES FLUVIOMÉTRICAS DA CAESB - DADOS GERAIS
LEGENDA: R-Linígrafo; D-Descarga; F-Leitura de régua; Q-Qualidade; PCD-Plataforma de Coleta de Dados

LONGITUDE ALTITUDE ÁREA DE DRENAGEM


CÓDIGO (ANEEL) ESTAÇÃO CURSO D'ÁGUA LOCALIZAÇÃO LATITUDE SUL
OESTE
INÍCIO/FIM DE OPERAÇÃO

(metros) (km²)

60443500 Olho D'Água JUS. Captação (D/Q) Córrego Olho D'Água 15º57' 48º04' 2,3 1983
60443600 Ponte de Terra 1 (D/Q) Córrego Ponte de Terra 15º59' 48º03' 5,7 1983
60443700 Ponte de Terra 2 (D/Q) Córrego Ponte de Terra 15º59' 48º03' 6,6 1993
60443800 Ponte de Terra 3 (D/Q) Córrego Ponte de Terra 15º59' 48º03' 8,1 1993
60443900 Crispim (Skol) (D/Q) Córrego Crispim DF-485 3,0 1983
60443950 Monjolo (Ferro Velho)(D) Córrego Monjolo 15º57' 48º06' 30,6 1995
60443960 Estiva (Vargem da Benção) (D) Córrego Estiva VC-337 23,2 1995
60443970 Santa Maria SANEAGO (D) Córrego Santa Maria DF-290 16º02' 48º00' 14,6 1995
60443980 Ponte Alta (D) Ribeirão Ponte Alta DF-290 16º00' 48º07' 893 174,0 1995
60444000 Alagado JUS. Captação (D/Q) Córrego Alagado 16º00' 48º01' 12,9 1995
60444100 Alagado MONT. Corumbá (D/Q) Rio Alagado GO-020 16º12' 48º10' 520,3 1999
60445000 Corumbá (ANEEL)(F/R/D/Q) Rio Corumbá GO-010 16º21' 48º05' 8.034,0 1973
60469000 Brejinho MONT. Captação (D/Q) Córrego Brejinho BR-020 15º35' 47º39' 16,1 1983
60469500 Cascarras (Águas Emendadas) (D/Q) Córrego Cascarras BR-020 15º34' 47º38' 13,2 1990
60469600 Fumal MONT. Captação (D/Q) Córrego Fumal BR-020 15º35' 47º39' 942 33,9 1978
60469610 Fumal JUS. Captação (D) Córrego Fumal BR-020 1996
60470000 Fumal Monteiro (F/D/Q) Córrego Fumal BR-020 15º35' 47º40' 47,8 1978/1992
60470300 Mestre D'Armas MONT. Captação (D/Q) Riberião Mestre D'Armas BR-020 15º36' 47º41' 53,8 1992
60471000 Mestre D'Armas (F/D/Q) Ribeirão Mestre D'Armas BR-020 15º36' 47º41' 49,0 1977/1994
60471100 Corguinho MONT. Captação (D/Q) Corguinho BR-020 15º37' 47º44' 8,5 1983
60471200 Mestre D'Armas JUS. Vale Amanhecer (F/D/Q) Ribeirão Mestre D'Armas 15º43' 47º39' 908 208,0 1989
60472000 Taquarinha (F/D) Córrego Taquarinha VC-133 15º38' 47º30' 10,7 1992/1997
60472100 Taquara MONT. Taquarinha (F/D) Córrego Taquara VC-133 10,4 1992/1997
60472200 Taquara JUS. (Chácara 70) (F/D) Córrego Taquara VC-127 15º37' 47º32' 1.018 36,0 1992
60472240 Pipiripau Mont. Canal (F/D) Ribeirão Pipiripau 15º38' 47º34' 980 191,7 1997
60472250 Canal Santos Dumont (D) Canal Santos Dumont DF-230 15º39' 47º35' 1991
60472300 Pipiripau MONT. Captação (PCD)(F/D/Q/PCD) Ribeirão Pipiripau DF-230 15º39' 47º35' 967 195,0 1996
60472350 Capão Grande JUS. Canal (D) Córrego Capão Grande DF-230 15º38' 47º35' 20,1 1991
60473000 Pipiripau FRINOCAP(F/R/D/Q) Ribeirão Pipiripau DF-130 15º39' 47º37' 925 221,0 1971
60473100 Quinze MONT. Captação (D/Q) Córrego Quinze DF-130 15º41' 47º38' 34,9 1995
60473110 Quinze Canal Vale JUS. Barragem (D) Córrego Quinze 1997/2000
60473115 Quinze JUS. Captação (D) Córrego Quinze DF-130 1996
60473500 Paranoazinho MONT. Captação (D/Q) Córrego Paranoazinho EPCT-001 15º40' 47º51' 4,8 1983

78
ESTAÇÕES FLUVIOMÉTRICAS DA CAESB - DADOS GERAIS
LEGENDA: R-Linígrafo; D-Descarga; F-Leitura de régua; Q-Qualidade; PCD-Plataforma de Coleta de Dados

LONGITUDE ALTITUDE ÁREA DE DRENAGEM


CÓDIGO (ANEEL) ESTAÇÃO CURSO D'ÁGUA LOCALIZAÇÃO LATITUDE SUL
OESTE
INÍCIO/FIM DE OPERAÇÃO

(metros) (km²)

60474000 Sobradinho (Chácara Quilombo) (F/D/Q) Ribeirão Sobradinho DF-440 15º43' 47º43' 104,0 1979/1996
60474100 Sobradinho JUS. (F/D/Q) Ribeirão Sobradinho DF-330 15º43' 47º41' 900 125,0 1993
60476100 São Bartolomeu (F/R/D/Q) Rio São Bartolomeu DF-250 15º44' 47º40' 885 684,0 1978
60476150 São Bartolomeu MONT. Rio Paranoá(F/D) Rio São Bartolomeu DF-250 15º48' 47º31' 870 722,0 1993/1999
60477030 Milho Cozido MONT. Santa Maria (D/Q) Córrego Milho Cozido 15º39' 48º01' 1.072 33,9 1985
60477050 Vargem Grande MONT. Santa Maria (D/Q) Córrego Vargem Grande 15º40' 48º01' 1.075 11,3 1982
60477070 Santa Maria MONT. Lago (D/Q) Córrego Santa Maria 15º41' 48º01' 1.080 34,6 1982
60477100 Santa Maria Barragem (Lago)(F/Q) Lago Santa Maria Barragem 15º40' 47º57' 1.076 101,0 1987
60477200 Três Barras JUS. Santa Maria (F/R/D) Córrego Três Barras 15º40' 47º57' 1.049 39,6 1979
60477300 Torto Granja (F/R/D) Ribeirão do Torto 15º41' 47º55' 1.037 210,0 1971
60477400 Torto MONT. Paranoá (F/R/D/Q) Ribeirão do Torto EPPR-005 15º42' 47º52' 1.007 236,0 1976
60477530 Taquari MONT. Captação (D/Q) Córrego Taquari EPPR-005 15º44' 47º48' 5,4 1981
60477540 Bananal Parque Nacional (D) Ribeirão Bananal 15º43' 47º55' 1997
60477600 Bananal (F/R/D/Q) Ribeirão Bananal EPIA-003 15º43' 47º54' 1.008 134,0 1971
60478200 Riacho Fundo MONT. Zoológico(F/R/D) Ribeirão Riacho Fundo EPIA-003 15º51' 47º56' 172,0 1979/1993
60478400 Riacho Fundo Ponte Aeroporto (F/D/Q) Ribeirão Riacho Fundo EPAR-047 15º51' 47º55' 1.006 215,0 1988
60478440 Catetinho 1 (D/Q) Córrego Catetinho Captação 1 0,2 1986/1986
60478450 Catetinho 2 (D/Q) Córrego Catetinho Captação 2 15º57' 47º59' 1,4 1986
60478460 Catetinho 3 (D/Q) Córrego Catetinho Captação 3 15º57' 47º58' 1,9 1986
60478470 Catetinho 4 (D/Q) Córrego Catetinho Captação 4 9,1 1993/1993
60478480 Tapera (Gama-Fazenda UNB)(D/Q) Córrego Tapera 4,6 1997
60478490 Taquara (Gama-Fazenda UNB)(D/Q) Córrego Taquara 42,2 1995
60478500 Gama Base Áerea (F/R/D/Q) Ribeirão do Gama 15º52' 47º53' 1.011 136,0 1971
60478560 Cabeça de Veado 1 (D/Q) Córrego Cabeça de Veado Captação 1 15º53' 47º50' 8,4 1993
60478570 Cabeça de Veado 2 (D/Q) Córrego Cabeça de Veado Captação 2 15º53' 47º50' 4,4 1993
60478580 Cabeça de Veado 3 (D/Q) Córrego Cabeça de Veado Captação 3 15º53' 47º50' 1,5 1993
60478590 Cabeça de Veado 4 (D/Q) Córrego Cabeça de Veado Captação 4 15º52' 47º50' 21,5 1993
60478600 Cabeça de Veado Dom Bosco (F/R/D/Q) Córrego Cabeça de Veado 15º51' 47º51' 1.004 33,0 1971
60479200 Paranoá Barragem (CEB)(F/Q) Lago Paranoá 15º47' 47º47' 1.000 1.015,0 1978
60480000 Paranoá JUS. Barragem (F/R/D/Q) Rio Paranoá 15º47' 47º45' 885 1.015,0 1971/1995
60480100 Cachoeirinha MONT. Captação (Goianos)(D/Q) Córrego Cachoeirinha 15º46' 47º45' 9,1 1986
60480320 Papuda MONT. Córrego da Onça (D) Córrego Papuda 15º55' 47º47' 11,1 1993/1998
60480340 Onça MONT. Córrego Papuda (D) Córrego da Onça 15º55' 47º46' 4,8 1993/1998

79
ESTAÇÕES FLUVIOMÉTRICAS DA CAESB - DADOS GERAIS
LEGENDA: R-Linígrafo; D-Descarga; F-Leitura de régua; Q-Qualidade; PCD-Plataforma de Coleta de Dados

LONGITUDE ALTITUDE ÁREA DE DRENAGEM


CÓDIGO (ANEEL) ESTAÇÃO CURSO D'ÁGUA LOCALIZAÇÃO LATITUDE SUL
OESTE
INÍCIO/FIM DE OPERAÇÃO

(metros) (km²)

60480360 Papuda JUS. Córrego da Onça (D) Córrego Papuda 15º55' 47º46' 16,7 1993/1998
60490000 São Bartolomeu ) (F/R/D/Q) Rio São Bartolomeu BR-251 15º56' 47º40' 845 2.148,0 1970
JUS. = Jusante MONT. = Montante fonte: SPHI - referência: dez/2002

80
81

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Estão sujeitas a licenciamento ambiental, junto aos órgãos governamentais, em conformidade com a
legislação pertinente, tanto as atividades que resultem na "utilização de recursos naturais" quanto as
que causem "danos ao meio ambiente".

As ações desenvolvidas pela CAESB, em função de suas características e diversidade, se enquadram


em ambos os casos.

O processo de licenciamento é conduzido junto aos órgãos competentes, ou seja, a Secretaria de Meio
Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH / DF), responsável local, e o Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), quando a jurisdição for federal.

O licenciamento é dividido basicamente em três instâncias: Licença Prévia (LP), Licença de Instalação
(LI) e Licença de Operação (LO). A "LP" aprova a localização do empreendimento e sua viabilidade
ambiental. A "LI" autoriza a implantação e estabelece as medidas de controle ambiental. A "LO"
autoriza o início de funcionamento, com as devidas condicionantes para a fase de operação.

Durante o processo de licenciamento, em função da atividade planejada, pode ser exigido Estudo
Prévio de Impacto Ambiental (EPIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).

O processo de licenciamento exige, da CAESB, além dos estudos necessários e da elaboração de


instrumentos legais para a apreciação dos Poderes Executivo e Legislativo, um gerenciamento
adequado, pois toda permissão é concedida por um prazo definido, necessitando, por força da
legislação, de renovação periódica, podendo conter condições específicas a serem observadas e sob
fiscalização dos Órgãos Ambientais já citados, Órgãos do Poder Judiciário, entidades civis e em última
análise, pela própria comunidade.

Com a criação da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central, através de Decreto Federal de 10
de janeiro de 2002, os procedimentos de licenciamento ambiental de empreendimentos envolvendo
recursos hídricos foram alterados, passando o IBAMA a ser o Órgão Licenciador ou, definindo as
condições de licenciamento, repassar à SEMARH a expedição da licença e a fiscalização sobre o
empreendimento.

Situadas na APA do Planalto Central, as pequenas captações tiveram as renovações das Licenças de
Operação de seus subsistemas requeridas.
De acordo com a Resolução CONAMA n°237, as LO desses subsistemas estão com prazo de vigência
prorrogados até manifestação definitiva do órgão ambiental.
Foram concedidas LO para o Sistema de Abastecimento de Água do Rio Descoberto, desde a captação
até a distribuição, para a ETA- Brasília e para o SAA do Vale do Amanhecer, através do Córrego
Quinze.
Tramitam na SEMARH os processos referentes a requerimento de licenças para Captação Barrocão,
SAA do Fumal e SAA do Conjunto Habitacional Privê.
82

Os licenciamentos referentes aos poços de São Sebastião foram juntados, compreendendo o SAA de
São Sebastião, incluindo reservatórios, equipamentos e redes de abastecimento.
Os processos de licenciamento dos poços isolados (INCRA 8, Águas Claras, Pólo JK e Sobradinho II)
foram arquivados, passando a serem acompanhados através da Outorga do Direito de Uso de Recursos
Hídricos, pela SEMARH.
Assumindo o abastecimento do Bairro Arapoanga em Planaltina, a CAESB perfurou o poço AR -10,
outorgado pela SEMARH.
Para os demais poços do Arapoanga cabe ao empreendedor inicial transferir licenciamento ambiental
e outorga à CAESB.
Os empreendimentos inclusos no Programa de Saneamento do Distrito Federal, com recursos do BID,
encontram-se com situação ambiental regularizada, quer por licenciamento, quer por autorizações .

Nos casos em que o impacto ambiental provocado por determinados empreendimentos é considerado
temporário ou de pequena monta, o texto legal dispensa o empreendedor do licenciamento ambiental.
Neste caso, atendendo a requerimento do interessado, o órgão ambiental analisa a concessão de
"Autorização Ambiental", documento menos restritivo e de trâmite mais simplificado. Ainda assim, no
caso da CAESB, o assunto é permanentemente acompanhado por técnicos especializados da própria
Companhia.

A CAESB gerencia as licenças ambientais de 19 captações superficiais e do SAA de São Sebastião


(20 poços), incluindo estações elevatórias, equipamentos, adutoras e redes, além da ETA-Brasília.

No interesse de outros órgãos, tais como a TERRACAP , o DER e a própria SEMARH/DF, a CAESB
atua, ainda, quando solicitada, como consultora e examinadora em matéria de Meio Ambiente e
Recursos Hídricos, compondo Comissões de Acompanhamento, Avaliação e Recebimento de EPIAs
RIMAs, inclusive pronunciando-se oficialmente quanto à viabilidade de abastecimento público de
água e de esgotamento sanitário a inúmeros empreendimentos de interesse do Governos do Distrito
Federal.

Com a promulgação da Lei nº 2725 de 13/06/2001, a nova lei das águas do DF, seguida do Decreto nº
2.358 de 31/08/2001 e da Portaria-SEMARH nº 20 de 11/09/2001, fez-se obrigatório o requerimento
da outorga de direito de uso de recursos hídricos à SEMARH.

A CAESB detém a outorga do direito de uso de recursos hídricos para 32 poços, sendo 20 em São
Sebastião, 04 em Águas Claras, 02 no Pólo JK/Santa Maria, 03 no INCRA-8 e 01 no Bairro
Arapoanga, incluindo poços em operação ou tidos como reserva técnica, as quais serão objeto de
renovação em 2003.

As captações superficiais encontram -se outorgadas na esfera federal, exceto o do córrego


Cachoeirinha, na Região Administrativa do Paranoá, para a qual a CAESB protocolou documentação
requerendo a concessão de outorga pela SEMARH.
83

Programa de Proteção dos Mananciais

A qualidade da água distribuída à população depende de uma série de serviços requeridos ao longo
dos processos de captação e tratamento. Assim, a água captada de manancial localizado em bacia
hidrográfica bem protegida, com vegetação natural preservada, com pouca ou nenhuma atividade
antrópica e sem as conseqüências daí advindas (loteamentos, desmatamentos, erosão, criação de
animais, cultivo agrícola, extração de areia e cascalho, deposição de lixo, etc), será facilmente tratável
e, provavelmente, o custo da tarifa será reduzido em função dos processos simplificados envolvidos
no tratamento.

Dessa forma, a implantação de Programas de Proteção de Mananciais constitui-se em importante


medida desenvolvida pelas Companhias de Saneamento, principalmente quando se trabalha, como no
Distrito Federal, com rios de reduzida vazão, subsolo com baixa produção hídrica, ocupação
intensiva do solo e crescente pressão no sentido da invasão de áreas de preservação ambiental.

A CAESB executa um trabalho contínuo, destinado à proteção de suas fontes de água, envolvendo
atividades de educação ambiental, planejamento e manejo das bacias hidrográficas, além de obras e
serviços especiais, como a recuperação de áreas degradadas, prevenção e combate a incêndios
florestais, cercamento, sinalização e fiscalização nas áreas das bacias hidrográficas das captações.

Algumas bacias hidrográficas de captação foram ao longo do tempo protegidas por unidades de
conservação como o Parque Nacional de Brasília, Estação Ecológica de Águas Emendadas, Área de
Proteção Ambiental do Descoberto, Estação Ecológica do Jardim Botânico entre outras; mais
recentemente, através do PDOT-DF – Plano de Ordenamento Territorial do DF- as pequenas
captações foram protegidas pela criação das Áreas de Proteção de Mananciais. Estes instrumentos
legais constituem-se em mais uma forma de se obter a almejada proteção de nossas águas.

Para tanto, em alguns casos são formadas parcerias com outros órgãos como a EMATER, a
SEMARH e o IBAMA, as quais se revestem de grande validade, posto que garantem tanto a
otimização dos custos relativos às ações ambientais como a integração interinstitucional, objetivando a
solução de problemas ambientais diversificados, os quais poderiam vir a comprometer tanto a
quantidade quanto a qualidade da água a ser disponibilizada, pela Companhia, para o abastecimento
público.
84

Obras de conservação dos solos nas Áreas de Proteção de Mananciais (APM’s)

Baciões e Terraços na Captação Taquari (Lago Norte)

Construção de Bacião na Captação Ponte de Terra (Gama)


85

Recuperação, Sinalização e Cercamento de Áreas de Proteção de Mananciais (APM’s)

Cercamento e Sinalização da Captação Lago Descoberto (Ceilândia)

Reflorestamento da Captação do Fumal (Planaltina)


86
Proteção dos Mananciais
Informações Gerais
Área da Bacia
Localidade Ocupação
Captações RA Bacia Hidrográfica de Captação Unidade de Conservação Situação Fundiária
Atendida Predominante
(km2)

Agrícola/ Urbano / Desapropriamento


Alagado II Ribeirão Ponte Alta 12,9 Área de Proteção de Mananciais Gama
Chácaras de Recreio (Arrend.FZDF)

Área de Proteção Ambiental do Rio


Lago do Rio Agrícola / Cerrado / Particular / Desapropriada
Brazlândia IV 36,5 Descoberto e Área de Proteção de Brazlândia
Descoberto Reflorestamento em comum / Desapropriada
Mananciais

Estação Ecológica de Águas Em processo de


Brejinho VI Rio São Bartolomeu 19,2 Emendadas e Áreas de Proteção de Planaltina Cerrado / Agrícola desapropriação/
Mananciais Desapropriada

Área de Proteção Ambiental Gama /


Cabeça do Veado XVI Lago do Paranoá 21,5 Cabeça de Veado e Estação Brasília Cerrado Desapropriada
Ecológica do Jardim Botânico

Área de Proteção Ambiental do Rio Agrícola /


Cachoeirinha (Córrego Desapropriada em comum/
VII Rio São Bartolomeu 9,2 São Bartolomeu e Área de Proteção Paranoá Reflorestamento /
dos Goianos) Particular
de Mananciais Loteamento / Indústria
Área de Proteção Ambiental do Rio
Lago do Rio Reflorestamento /
Capão da Onça IV 8,1 Descoberto e Área de Proteção de Brazlândia INCRA / Desapropriada
Descoberto Cerrado / Agrícola
Mananciais

Área de Proteção Ambiental Gama/


Cerrado / Agrícola /
Catetinho VIII Lago do Paranoá 8,5 Cabeça de Veado e Área de Brasília Desapropriada
Área de Lazer
Proteção de Mananciais
Área de Proteção Ambiental
Cafuringa, Parque Nacional de
Contagem V Rio Maranhão 6,4 Sobradinho Cerrado / Agrícola Desapropriada pela União
Brasília e Área de Proteção de
Mananciais
Processo de
V Planaltina / Cerrado /
Corguinho Rio São Bartolomeu 11,3 Área de Proteção de Mananciais Desapropriação /
(VI) Sobradinho Reflorestamento
Desaproprida Pela União

Cerrado / Agrícola /
Crispim II Ribeirão Ponte Alta 3,1 Área de Proteção de Mananciais Gama Desapropriada
Área de Lazer

Área de Proteção Ambiental do Rio Cerrado / Agrícola /


Currais (desativada Lago do Rio Taguatinga /
III 25,4 Descoberto e Área de Proteção de Reflorestamento / Desapropriada
temporariamente) Descoberto Ceilândia
Mananciais Urbano

Brasília e
Lago do Rio Área de Proteção Ambiental do Rio Particular / Desapropriada
Descoberto IV 444 Cidades Agrícola / Urbano
Descoberto Descoberto em comum / Desapropriada
Adjacentes

Estação Ecológica de Águas


Fumal VI Rio São Bartolomeu 28,5 Emendadas e Áreas de Proteção de Planaltina Cerrado / Agrícola Desapropriada
Mananciais
Estação Ecológica de Águas
Agrícola / Loteamento/
Mestre D'Armas VI Rio São Bartolomeu 52,3 Emendadas e Áreas de Proteção de Planaltina Desapropriada/ Particular
Cerrado
Mananciais
Agrícola / Cerrado /
Desapropriada / Doada à
Olho D'Água II Ribeirão Ponte Alta 2,3 Área de Proteção de Mananciais Gama Chácaras de Recreio /
CAESB (está invadida)
Loteamento
Área de Proteção Ambiental
Cafuringa, Parque Nacional de
Paranoazinho V Rio São Bartolomeu 5,1 Sobradinho Cerrado Desapropriada/ Particular
Brasília e Área de Proteção de
Mananciais
Área de Proteção Ambiental do Rio
Lago do Rio Taguatinga / Reflorestamento /
Pedras III 28,5 Descoberto e Área de Proteção de Desapropriada
Descoberto Ceilândia Cerrado
Mananciais

Área de Proteção Ambiental do Rio


Planaltina/ Cerrado / Agrícola /
Pipiripau VI Rio São Bartolomeu 187,9 são Bartolomeu e Área de Proteção Desapropriada/ Particular
Sobradinho Urbano / Núcleo Rural
de Mananciais

Agrícola / Chácaras de Desapropriada am comum


Ponte de Terra II Ribeirão Ponte Alta 9,8 Área de Proteção de Mananciais Gama
Recreio (a área está invadida)

Área de Proteção Ambiental do Rio


Vale do
Quinze VI Rio São Bartolomeu 39 São Bartolomeu e Área de Proteção Cerrado / Agrícola Desapropriada/ Particular
Amanhecer
de Mananciais

Parque Nacional de Brasília e Área Desapropriamento e Em


Santa Maria I Lago do Paranoá 101 Brasília Cerrado
de Proteção de Mananciais desapropriação - União

Área de Proteção Ambiental do Lago


Reflorestamento /
Taquari VII Lago do Paranoá 5,4 do Paranoá e Área de Proteção de Paranoá Desapropriada em comum
Cerrado
Mananciais

Parque Nacional de Brasília e Área Desapropriamento / Em


Torto I Lago do Paranoá 210 Brasília Cerrado
de Proteção de Mananciais desapropriação - União

fonte: SPHI - referência: dez/2002


87

Controle de Qualidade da Água

Laboratório de Controle de Qualidade de Água da CAESB

A CAESB possui um amplo e moderno Laboratório de Controle de Qualidade da Água, equipado


com sofisticados aparelhos e instalações, onde, através de técnicos especializados nas áreas de
Química e Biologia, e seguindo apropriadas metodologias, executa rigoroso controle de qualidade de
todos os mananciais utilizados para o abastecimento público, bem como da água distribuida no Distrito
Federal, garantindo desta forma, excelentes níveis de potabilidade à população.

O laboratório de Controle da Qualidade de Água em 20 de fevereiro de 2002, através da BVQI do


Brasil Sociedade Certificadora, obteve a aprovação de sua certificação nas normas de qualidade, NBR
ISSO: 2000. Ainda em dezembro do mesmo ano recebem a Certificação de Proficiência Analítica,
para os elementos cádmio, cobalto, cobre, cromo, ferro, prata e zinco em água, expedida pelo PEP –
CETIND que é um provedor de ensaio de proficiência analítica, habilitado pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária – ANVISA.

Os controles são mantidos em três níveis distintos, a saber:

ü Controle Limnológico / Balneabilidade;


ü Controle de Água Bruta;
ü Controle de Água Tratada.

a) CONTROLE LIMNOLÓGICO / BALNEABILIDADE:

Por definição, Limnologia é a parte da Biologia que trata das águas doces e de seus organismos,
notadamente sob o ponto de vista ecológico.
88

Quanto a este aspecto, objetivando controlar o ecossistema local através do conhecimento dos
diferentes níveis de poluição, a CAESB executa um programa contínuo e sistemático de observação e
avaliação das características limnológicas dos Lagos Paranoá, Descoberto e Santa Maria, respectivos
rios tributários, além dos mananciais passíveis de aproveitamento futuro, como os rios São Bartolomeu
e Corumbá, através de uma rede de monitoramento composta de 105 pontos de amostragem, com
coletas semanais, mensais, bimestrais e semestrais, onde são analisados, em média, 6 parâmetros
físico-químicos e biológicos por amostra, inclusive metais pesados e pesticidas, gerando
aproximadamente 1.760 determinações/mês. A tabela da página 91 apresenta a forma da amostragem
atualmente realizada neste controle limnológico.

Especificamente quanto ao Lago Paranoá, por sua destacada posição no contexto urbanístico local,
além dessa avaliação, é mantido o programa semanal de monitoramento de sua balneabilidade,
definindo áreas próprias para a recreação e o lazer, com base no que estabelece a Resolução nº
274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), de 18/06/86, divulgado pela
CAESB, com a mesma freqüência, através de mapa indicativo, via Internet.

Vista Aérea do Lago Paranoá

b) CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA BRUTA

Denomina-se Água Bruta aquela destinada ao abastecimento público que ainda não sofreu nenhum
processo de tratamento. A coleta de amostras é realizada sempre próxima aos pontos de captação
propriamente ditos. Também, neste caso, diversos parâmetros são analisados, seguindo-se uma
sistemática de controle que conduz ao Índice de Qualidade da Água (IQA).
89

O IQA avalia, de forma simplificada, a qualidade da água bruta destinada ao abastecimento público. É
o resultado da combinação dos seguintes parâmetros: cor, turbidez, amônia, ferro total, cloreto,
demanda química de oxigênio (DQO), potencial hidrogeniônico (pH) e coliformes totais.

Laboratório – vista interna

c) CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA TRATADA

Este controle é realizado com base na Portaria nº 1469/2000 do Ministério da Saúde. Desde 1998 a
CAESB vem atendendo a 100% de suas exigências no que se refere ao número mínimo de amostras
coletadas em função das populações abastecidas, atingindo o patamar de 1.297 amostras/mês,
procedentes de 406 pontos de coletas estrategicamente estabelecidos na rede de distribuição. Os
resultados das análises deste controle estão disponíveis no Relatório de Atividades – Sistema
Distribuidor, elaborado periodicamente pela Divisão de Monitoramento da Qualidade da Água
(DVMQ). A tabela das páginas 92 e 93 apresenta a forma da amostragem atualmente realizada para
efetivar este controle.

Laboratório de Controle de Qualidade de Água da CAESB – Sala de Cromatografia


90

SITUAÇÃO DA BALNEABILIDADE
DO LAGO PARANOÁ
Período de amostragem: 03 a 30 de dezembro de 2002

RIB
EIR
ÃO
DO
TORTO
ÃO
RIBEIRNAL ÁREA DE
BANA LAZER NORTE

EMBRAPA

UnB

ESTAÇÃO DE
TRATAMENTO DE
ESGOTOS NORTE

M
TÊ IN
NI AS
S
CL B.

CONG BE DO
RESSO
UB
E
CENTRO

CLU
OLÍMPICO

P
P
P

IATE CLUBE

FUZILEIROS
NAVAIS
CLUBE
DA CLUBE DA
MARINHA CBDF AERONÁUTICA
PALÁCIO DA
ALVORADA ERMIDA
DOM BOSCO RIO
PARANOÁ
ACADEMIA
DE TÊNIS

CLUBE DAS
NAÇÕES
CLUBE DO
ASBAC EXÉRCITO
COTA P

SEDER CASSAB
MIL

ASSEFE S
DO
AABR LA
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O

SLU
ÃO
NT
NIPO PO
RIACHO BRASILEIRO
FUNDO
ESTAÇÃO DE
TRATAMENTO DE
ESGOTOS SUL
DO
ÃO
IR
BE
RI
MA
GA CLASSIFICAÇÃO

EXCELENTE

MUITO BOA

SATISFATÓRIA

POR MEDIDA DE SEGURANÇA,AS ÁREAS PRÓXIMAS AOS LANÇAMENTOS


DOS EFLUENTES DAS ETES SÃO PERMANENTEMENTE IMPRÓPRIAS IMPRÓPRIA
(RESOLUÇÃO N.274 CONAMA, 2000 -ART. 02 PAR. 04)

DRSA/SPHI/DVMQ
Controle Limnológico
Mapeamento da Amostragem
Nº de
Nº de Amostras
Local Programa Nº de Pontos Determinações Frequência
mensais
mensais
Lago 6 10 182* Mensal
Bacia do Lago Tributários 5 05 75* Mensal
Paranoá Balneabilidade 28 136 272 Semanal
Programa Controle Floração de Algas 11 43 86 Semanal
Bacia do Lago 5 9 175* Mensal
Descoberto Tributários 5 6 65* Mensal
Bacia do Santa Lago 1 5 89 Mensal
Maria Tributários 3 3 43 Mensal
Bacia do São
Rio e Tributários 4 2 53* Bimestral
Bartolomeu
Bacia do Corumbá Tributários 14 7 188* Bimestral
TOTAL 82 226 1228 -
(*) Inclui análises de metal pesado e pesticida fonte: SPHI - referência: 2002

91
Controle de Qualidade da Água Tratada
Mapeamento da Amostragem
CONTROLE
Sistema Produtor Sistema Distribuidor
Tratamento
R.A Sistema Produtor Unidades de (na saída da ETA) (na rede)
Tratamento Nº Pontos Nº Amostras/Mês Nº Determ./Mês Nº Pontos Nº Amostras/Mês Nº Determ./Mês
Adotado

I Santa Maria/Torto ETA- BsB (FD) 2 40 320


38 124 1017
Brasília Descoberto ETA-RD (FD) 1 20 140
II Descoberto ETA -RD FD * * *
Alagado UTS Alagado UTS 1 20 120
Ponte de Terra UTS Ponte de Terra UTS 1 20 100 25 89 730
Gama
Olho D'Água UTS Olho D'Água UTS 1 20 120
Crispim
III
Descoberto ETA-RD FD * * * 37 124 1017
Taguatinga
IV Capão da Onça
ETA Brazlândia C 1 20 140 16 47 385
Brazlândia Barrocão
V Corguinho UTS-Sobradinho (SO-1) UTS 1 20 120
Sobradinho Paranoazinho UTS-Paranoazinho UTS 1 20 120 18 69 566
Contagem UTS-Sobradinho (SO-2) UTS 1 20 100
VI Mestre D'Armas
ETA-Planaltina FD - Asc 1 20 140
Corguinho
Brejinho
Planaltina/Vale do 19 74 607
Fumal ETA-Pipiripau DF 1 20 140
Amanhecer
Pipiripau
Quinze (Vale) ETA-Vale do Amanh. C 1 20 140
VII Cachoeirinha ETA-Paranoá C 1 20 140
Taquari UTS-Taquari UTS 1 20 100 14 48 394
Paranoá
Torto/Santa Maria ETA - BsB FD * * *
VIII Descoberto ETA-RD FD * * *
N. Bandeirante Catetinho Baixo 13 42 344
UTS-Catetinho UTS 1 20 120
e MSPW (MSPW)
IX
Descoberto ETA-RD FD * * * 47 146 1197
Ceilândia

92
Controle de Qualidade da Água Tratada
Mapeamento da Amostragem
CONTROLE
Sistema Produtor Sistema Distribuidor
Tratamento
R.A Sistema Produtor Unidades de (na saída da ETA) (na rede)
Tratamento Nº Pontos Nº Amostras/Mês Nº Determ./Mês Nº Pontos Nº Amostras/Mês Nº Determ./Mês
Adotado

X
Descoberto ETA-RD FD * * * 24 96 787
Guará I e II
XI Sta Maria/Torto ETA-BsB FD * * *
16 60 492
Cruzeiro Descoberto ETA-RD FD * * *
XII
Descoberto ETA-RD FD * * * 32 109 894
Samambaia
XIII
Descoberto ETA-RD FD * * * 20 86 705
Santa Maria
XIV
Poços Profundos Unidade de Cloração Desinfecção ** ** ** 13 43 353
São Sebastião
XV
Descoberto ETA-RD FD * * * 15 55 551
Rec. das Emas
XVI Sta Maria/Torto ETA-RD FD * * *
12 38 312
Lago Sul Cabeça do Veado ETA-Lago Sul FD 1 20 140
XVII
Descoberto ETA-RD FD * * * 11 31 254
Riacho Fundo
XVIII
Sta Maria/Torto ETA-BsB FD * * * 12 37 303
Lago Norte
XIX
Descoberto ETA-RD FD * * * 8 22 180
Candangolândia
TOTAIS 17 340 2.200 390 1.340 11.088
fonte: SPHI/SPOT - refência: média mensal de 2002.
Legenda:
Nº Determ. = número de determinações dos Parâmetros Físico-Químicos, Metal Pesado, Pesticida, Bacteriológicos e Biológicos Analisados.
ETA-RD = Estação de Tratamento de Água-Rio Descoberto
ETA-BsB = Estação de Tratamento de Água-Brasília
FD = Filtração Direta
FD Asc.= Filtração Direta Ascendente
UTS = Unidade Tratamento Simplificado
C = Convencional
DF = Dupla Filtração
* Controle já computados em outra RA
** Controle nâo efetuado

93
SEÇÃO 6

Informações Gerais
95

SIGLAS E LOGRADOUROS

ADE – Área de Desenvolvimento Econômico


CL – Comércio Local
CLSW – Comércio Local do Setor Sudoeste
HFA – Hospital das Forças Armadas
IML – Instituto Médico Legal
MLN – Mansões do Lago Norte
SAAN – Setor de Armazenagem e Abastecimento
SCIA – Setor Complementar de Indústria e Abastecimento
SHIN – Setor de Habitações Individuais Norte
SIA – Setor de Indústrias e Abastecimento
SIG – Setor de Indústrias Gráficas
SLU – Serviço de Limpeza Urbana
SMPW – Setor de Mansões Park Way
SMU – Setor Militar Urbano
SOFN – Setor de Oficinas Norte
SPS – Setor Policial Sul
SQSW – Super Quadras Sudoeste
RCG – Regimento de Cavalaria de Guarda
TS – Taguatinga Sul
PRES - Presidência
DRSA - Diretoria do Sistema de Água
ASPL - Assessoria de Planejamento, Coordenação e Desenvolvimento/PRES
SPCA - Superintendência de Planejamento e Controle do Sistema de Água
SPHI - Superintendência de Recursos Hídricos
SPEA - Superintendência de Expansão do Sistema de Água
SPOT - Superintendência de Operação e Tratamento do Sistema de Água
SPMA - Superintendência de Manutenção de Redes de Água
SPMI - Superintendência de Manutenção Industrial do Sistema de Água
SPCO - Superintendência Comercial/DRFC
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ABREVIAÇÕES
Equipamentos Localidades
CAP Captação BJ Brejinho
CR Caixa de Reunião BS Brasília
CT Caixa de Transição BU Buriti
EAB Elevatória de Água Bruta BC Barrocão
EAT Elevatória de Água Tratada CA Catetinho Alto
EBO Elevatória Booster CB Catetinho Baixo
EPO Elevatória de Poço Profundo CC Cascarra
ERE Elevatória/Reservatório Elevado CE Ceilândia
ETA Estação de Tratamento de Água CG Corguinho
RAP Reservatório Apoiado CH Cachoeirinha
REL Reservatório Elevado CO Capão da Onça
REQ Reservatório de Equalização CP Currais e Pedras
UCP Unidade de Cloração de Poço CS Currais
UTS Unidade de Tratamento Simplificado CT Contagem
CV Cabeça do Veado
CZ Cruzeiro
FU Fumal
GA Gama
LN Lago Norte
LS Lago Sul
MD Mestre D'Armas
MN M-Norte
OD Olho D'Água
PD Pedras
PL Planaltina
PP Plano Piloto
PR Paranoá
PT Ponte de Terra
PW MSPW
QZ Quinze
PZ Paranoazinho
RE Recanto das Emas
RD Rio Descoberto
SA Samambaia
SM Santa Maria (captação)
ST Santa Maria (cidade)
SS São Sebastião
SO Sobradinho
TG Taguatinga
TO Torto
TQ Taquari
TS Taguatinga Sul
VA Vale do Amanhecer
PI Pipiripau
97

GLOSSÁRIO
1 – Água Bruta

Água proveniente de manancial, conduzida para a unidade de tratamento e posterior


abastecimento.

2 – Água Tratada

Água conduzida para abastecimento, após passar pelo processo de tratamento.

3 – Índice de Perdas de Água Produzida

Estabelece o percentual de perdas de água do Sistema Distribuidor, pela relação


entre o Volume Produzido e o Volume Utilizado. Estabelece o percentual de perdas
físicas de água tratada.

4 – IQA – Índice da Qualidade da Água

Índice calculado considerando os seguintes parâmetros: coliformes totais, turbidez,


cor, amônia, ferro total, cloreto, pH e DQO. Índice que considera também as
peculiaridades regionais.
n
IQA = ∑ qi* wi
i=1
n = número de parâmetros
qi = valor do índice na curva de qualidade para o parâmetro i
wi = peso do parâmetro i.

O índice varia de 0 a 100 e a água é enquadrada, segundo a classificação proposta


por Ramech, em seis classes distintas conforme a qualidade.

5 - Ligações Ativas

Ligações efetivamente em funcionamento.

6 - Ligações Reais

Ligações implantadas, ativas e inativas.

7 - Economia

É uma unidade de consumo de água.

8 – Disponibilidade Hídrica

É a vazão disponibilizada para captação segundo a legislação ambiental vigente.


Equivale a:
98

a) vazão Q7,10 em barragens de nível;


b) vazão regularizada em barragens de regularização; e
c) vazão operacional em poços profundos.

9 - Vazão Mínima - Q7,10

Vazão mínima de 7 dias consecutivos com tempo de recorrência de 10 anos.

10 - Vazão Regularizada

Vazão seguramente disponível para abastecimento, proveniente de reservatório de


acumulação ou regularização, projetado e construído especificamente para esse fim.

11 - Volume Captado

Volume de água bruta retirado dos mananciais e utilizado nos sistemas de


abastecimento

12 - Volume Consumido

Volume obtido pelas ligações ativas, somando-se os volumes micromedidos,


presumidos quando não é possível verificar a medição e estimados, quando na
ausência de micromedidores.

13 - Volume Produzido

Volume de água tratada, disponibilizado para consumo, medido nas saídas das
unidades de tratamento (ETA e UTS).

14 – Volume Utilizado

Volume resultante da soma do volume consumido com outros volumes de uso geral,
tais como: volume utilizado por caminhões-pipa, hidrojateamento, limpa-fossas,
Corpo de Bombeiros, etc.

15 – Índice Per Capta de Produção

Relação entre o volume de água produzido e a população residente, não sendo


considerada a população equivalente aos consumos comercial, institucional e
industrial.

16 – Índice Per Capta de Consumo

Relação entre o volume de água consumido e a população residente, não sendo


considerada a população equivalente aos consumos comercial, institucional e
industrial.
99

CONTATO

Disponibilizamos, para o recebimento de sugestões, idéias ou maiores


esclarecimentos, a área responsável pela edição deste SIÁGUA, o qual será de grande
importância na melhoria contínua de nosso trabalho.
Nosso endereço é: SCS Quadra 04 Bloco A, nº 67/97, Edifício CAESB, em
Brasília – DF, CEP: 70.300-904.
Nosso telefone é: (00xx) (61) 325-7156.
Teremos prazer em atendê-lo.

Rachel Albertini Paiva Xavier


Superintendente
C 737 sia Companhia de Saneamento do Distrito Federal
Siágua : Sinopse do Sistema de Abastecimento de Água . 2002 . 11.ed.
Brasília : CAESB, 2002 .
1v. : il.
1. Sistema de Abastecimento de Água
2. Água . 3. Saneamento. 6. Distrito Federal
7. Brasília. 4. Abastecimento
5. Saneamento básico
AT 628.1 (817.4) DEZ 2002.