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Monarquia

 INTRODUÇÃO

Monarquia é o nome dado ao regime político (forma de governo) comandado


por um monarca (rei, imperador, príncipe, etc.) que exerce de modo hereditário
e vitalício, sem qualquer consulta ao povo. A monarquia surgiu a partir da prática
da agricultura e o estabelecimento das cidades que permitiu a um grupo restrito
acumular riquezas e recursos, reter o poder em suas mãos, e passá-lo a seus
herdeiros. Tal sistema de governo predominou em todas as sociedades
humanas até o final do século XIX, momento em que o regime republicano (A
República) passa a ser preferido pela maioria dos países.

 DESENVOLVIMENTO

Para Dario, um só homem é melhor, pois somente um será melhor dentre


todos. É desse homem que se trata, do melhor de todos, o qual com seu
discernimento, governaria o povo de modo irrepreensível como nenhum outro
poderia. Afirma também que somente quando alguém assume a defesa do povo
e acaba com essa estrutura viciosa das outras formas pondo fim as tramas da
máfia e facções tornando-lhes um lugar na admiração popular, o governo se
estabiliza. A monarquia que é o governo de um só, cujo caráter e valor está na
unidade, tem-se uma degeneração que é para a tirania.

Chama-se tirania o governo conduzido por um tirano (aquele que usurpa o


poder soberano de um estado, ou seja, um governante injusto que coloca sua
vontade e autoridade acima das leis), na tirania, certa parte da população é
oprimida e tem seu livre arbítrio retirado, transformando-se em peças em um jogo
de poder. Uma forma comum de implantação do modelo tirânico de
governo começa com o controle e distribuição de falsas informações. Outras
formas básicas da tirania é a instituição da prática de espionagem e vigilância
interna, supressão de pesquisadores e denunciantes, além a criação de uma
classe de funcionários acima da lei. A solução nesses casos é sempre detectar
as tendências para a tirania e suprimi-las antes que elas se desenvolvam e
acabem firmemente estabelecidas. As pessoas nunca devem concordar em
qualquer violação da constituição.

 LEVIATÃ

Podemos citar também, Thomas Hobbes, primeiro filosofo a articular uma


teoria detalhada sobre o contrato social, com sua obra leviatã, publicada em
1651, cujo tema central é a conservação do absolutismo e a elaboração desse
contrato social em que, no estado da natureza, o ser humano tem direito a tudo.
Contudo, o homem renuncia à sua liberdade individual para garantir poder a
outro homem. As pessoas abdicam de suas próprias vontades em favor de “um
homem ou uma assembleia de homens, como representantes de suas pessoas”.
Em outras palavras Hobbes acreditava que era necessária a existência de
um governante forte o bastante para o representante apaziguar os conflitos
humanos.

 CONCLUSÃO
Concluo concordando com o pensamento de Dário, onde um homem
só é melhor, pois somente dele virá as melhores escolhas. Onde
dificultaria a degeneração para tirania, caso ele imponha total controle
sobre o seu povo e seus servos.