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Contribuição da psicologia direcionadas ao paciente com diagnóstico de

Alzheimer
Arele Figueira Lages1
Eliana dos Santos Martins2
Sacha Monique Pinto Castro3
Juliana Portela4

Introdução: No Brasil teve uma crescente significativa no número de idosos e


deste modo cresceu também o número de ocorrências de doenças
predominantes nessa fase da vida, entre elas está a doença de Alzheimer,
classificada no grupo de demências. O Alzheimer é uma doença degenerativa
que causa alterações no tecido cerebral associado ao envelhecimento
comprometendo a memória e outras funções cognitivas, alterando o processo de
envelhecimento normal e limitando habilidades funcionais e comuns do paciente.
Objetivos: Descrever dois tipos tratamentos paliativos ministrados por
profissionais da área da psicologia, que podem atenuar a evolução dos sintomas
da doença de Alzheimer em seus aspectos comportamentais e cognitivos com
intuito de melhorar a qualidade de vida do paciente diagnosticado com a doença.
Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura, no qual foram encontrados
4 artigos, delimitou-se a pesquisa no período de 2006 a 2018, no idioma
português. Foram utilizadas as seguintes bases de dados cientificas: Google
Acadêmico e SciElo, para a busca utilizaram se os descritores: Alzheimer,
Doença de Alzheimer em Idosos, Intervenções Psicológica para Doença de
Alzeimer. Resultados: Existem inúmeros métodos de intervenções, entretanto
as estratégias pesquisadas centraram-se na terapia de orientação da realidade
que consiste na demonstração de informações da realidade de forma constante
e sistemática, isso cria estímulos ambientais. Essa técnica resulta em melhoras
na atenção, interesse pelo meio, desempenhos sociais e intelectuais e na
verbalização. Outra estratégia é a terapia de reminiscência que estimula
emoções vividas anteriormente por meio de fotografias, objetos, músicas e
dentre outros e como resultado geram maior socialização e diversão na terapia.

1 Acadêmica do 5º semestre de psicologia no Instituto Esperança de Ensino Superior. E-mail:


arelelila@gmail.com
2 Acadêmica do 2º semestre de psicologia no Instituto Esperança de Ensino Superior. E-mail:

elliana_martins@hotmail.com
3 Acadêmica do 2º semestre de psicologia no Instituto Esperança de Ensino Superior. E-mail:

sachamonique96@gmail.com
4 Enfermeira, Mestra em Biociências.
Conclusão: Apesar da doença de Alzheimer não ter cura, o uso das diferentes
intervenções citadas aliadas a administração de medicamentos recomendados
por médicos, considerando a individualidade de cada paciente, podem ajudar a
retroceder os sintomas por estímulos as capacidades cognitivas ainda restantes
no cérebro e pela reabilitação das capacidades em queda, bem como pelo
incentivo as interações sociais e programas de lazer. Isso melhora a vida do
paciente e das pessoas ao seu redor, é nesse aspecto que as intervenções
psicológicas são cruciais.

Palavras-chaves: Demência, métodos de intervenção e funções e estímulos


ambientais.