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Analista de TI

Fundamentos de Sistemas Operacionais


Questões FCC 2010/2011

Prof. Marcus Belfort


professorbelfort@gmail.com

1
Roteiro de Curso
Sistemas Operacionais – Fundamentos (Prof. Marcus Belfort)
Módulo Capítulo Tempo estimado (H)
1 – Conceitos Básicos
1 2
2 – Processos e Threads
3 – Sincronização e Comunicação entre Processos
2 2
4 – Gerenciamento de Processos
5 – Gerenciamento de Memória (métodos primitivos)
3 2
6 – Memória Virtual
7 – Entrada e Saída (discos)
4 2
8 – Gerenciamento de Arquivos
9 – Recomendações para Estudo
5 2
10 – Exercícios resolvidos
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• A comunicação de uma aplicação com o subsistema de entrada e saída de
um sistema operacional é estabelecida por meio de
A. shell.
B. device drivers.
C. system calls.
D. scripting.
E. Batch.
Usuário

Shell
Aplicação (interpretador de comandos)
(não faz parte do kernel)

Modo usuário
System Calls (API´s)

Núcleo* (kernel)

Drivers

Hardware

3
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• A tendência dos sistemas operacionais é tornar o núcleo menor e mais
simples. A idéia de disponibilizar os serviços de gerência de processos,
gerência de arquivos, gerência de memória etc. em processos no espaço
do usuário, fora do núcleo, denomina-se
A. Pico-kernel.
B. Micro-kernel.
C. Nano-kernel.
D. Kernel monolítico.
E. Kernel híbrido.

4
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• No contexto da arquitetura, o Linux é um núcleo
A. bilítico.
B. trilítico.
C. quadrilítico.
D. não-referencial.
E. Monolítico.

Linux: monolítico-modular
Windows: microkernel-monolítico

5
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• No contexto de sistemas operacionais, os termos user space e kernel space
referem-se a diferentes
A. estados do sistema durante sua inicialização.
B. regiões do sistema de arquivos.
C. intervalos de tempo durante a execução do sistema.
D. políticas de acesso a dispositivos de entrada e saída.
E. regiões de memória virtual.
Usuário

Shell
Aplicação (interpretador de comandos)
(não faz parte do kernel)

Modo usuário
System Calls (API´s)

Núcleo* (kernel)

Drivers

Hardware
6
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• O sistema operacional é construído como uma série de módulos, sendo que
cada módulo é responsável por uma função. NÃO é um módulo de um
sistema operacional multiusuário:
A. Núcleo ou Kernel.
B. Gerenciador de gravação.
C. Escalonador ou Scheduler.
D. Gerenciador de arquivo.
E. Gerenciador de processo.

* PRINCIPAIS ROTINAS DO KERNEL


•Escalonador de processo
•Gerenciador de memória
•Gerenciador de E/S
•Gerenciador do sistema de arquivos
•Gerenciador de comunicação interprocessos (IPC)
7
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• O sistema operacional precisa apresentar a cada usuário uma interface que
aceita, interpreta e, então, executa comandos ou programas do usuário.
Essa interface é comumente chamada de
A. UNIX.
B. DOS.
C. MS-DOS.
D. SHELL.
E. SUN Usuário

Shell
Aplicação (interpretador de comandos)
(não faz parte do kernel)

Modo usuário
System Calls (API´s)

Núcleo* (kernel)

Drivers

Hardware

8
Capítulo 1 – Conceitos Básicos
• Todas as rotinas do sistema operacional que tem como função se
comunicar com os dispositivos de Entrada/Saída em nível de hardware, são
softwares tradutores que recebem comandos do sistema operacional para
um hardware específico. Essa é a definição de:
A. Sistema.
B. Software.
C. Ghost.
D. Drivers. Usuário
E. Backup.
Shell
Aplicação (interpretador de comandos)
(não faz parte do kernel)

Modo usuário
System Calls (API´s)

Núcleo* (kernel)

Drivers

Hardware

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Capítulo 2 – Processos e Threads
• No contexto de sistemas operacionais, sobre processos é correto afirmar:
A. Os termos processo e programa são sinônimos.
B. Todo processo utiliza o mesmo espaço de endereço.
C. A qualquer dado instante somente um processo pode executar instruções
em um computador com qualquer tipo de arquitetura.
D. Um processo não pode ter um número zero de processos-pai.
E. Um computador multiprocessador pode ter tantos processos em execução
quanto são os processadores.

nome
PID registradores
gerais
owner (UID)

prioridade de
registrador PC
execução

data/ hora
de criação Contexto de Contexto de
Software Hardware

tempo de registrador SP
processador

quotas
Programa registrador
privilégios de status
Espaço de
Endereçamento

endereços de memória
principal alocados Bloco de Controle do Processo
10
Capítulo 2 – Processos e Threads
• Nos sistemas operacionais, múltiplas execuções que ocorrem no mesmo
ambiente do processo com um grande grau de independência uma da outra
é uma característica do modelo de processo que contempla o conceito de
A. bus.
B. switch.
C. thread.
D. disk array.
E. split-cylinder.

11
Capítulo 2 – Processos e Threads
• Os bits denominados flags (bandeiras), que são usados pelo processador
durante testes de condição e ramificação de programas, estão contidos nos
registradores de
A. uso geral.
B. estado.
C. segmento.
D. dados.
E. Ponteiro.
nome
PID registradores
gerais
owner (UID)

prioridade de
execução registrador PC

data/ hora
de criação Contexto de Contexto de
Software Hardware

tempo de registrador SP
processador

quotas
Programa registrador
privilégios de status
Espaço de
Endereçamento

endereços de memória
principal alocados
12
Capítulo 3 – Sincronização e Comunicação entre Processos
• Os mecanismos IPC disponíveis, tais como Sinais, Pipes, Soquetes,
Mensagens, Memória compartilhada e Semáforos de System V, são
implementados no núcleo do Linux pelo subsistema primário
A. Sistemas de arquivos.
B. Sistema de comunicação interprocessos.
C. Gerenciador de processo.
D. Gerenciador de memória.
E. Gerenciador de E/S.

Em 1983, após acrescentar vários melhoramentos ao System III, a AT&T apresentava o novo Unix comercial, agora chamado de
System V. Hoje, o Unix System V é o padrão internacional de fato no mercado Unix. Com o System V, a AT&T introduziu três novas
formas de facilidade de comunicação entre processos (IPC): filas de mensagens, semáforos e memória compartilhada. Embora o
comitê POSIX ainda não tenha completado a padronização destas facilidades, a maioria das implementações dão suporte as
mesmas. Além disso, distribuições BSD (Berkeley Software Distribution) utilizam soquetes (API) como sua forma primária de IPC,
em vez dos elementos do System V. O Linux tem capacidade para utilizar as duas formas de IPC, tanto BSD, quanto System V.
13
Capítulo 3 – Sincronização e Comunicação entre Processos
Semáforo binário (mutex) Saída de A = Entrada B

Direta (nominada)

Indireta (buffer)

Monitor
14
Capítulo 4 – Gerenciamento de Processos
• O sistema operacional GNU/Linux trabalha com compartilhamento de
tempo, dando a impressão de estar executando simultaneamente mais de
uma tarefa, porém, o processo a ser executado pela CPU em um
determinado instante é decidido especificamente pelo
A. Shell.
B. Gerenciador preemptivo.
C. Escalonador de processos.
D. Compartilhador de tarefas.
E. Multithreading.

Nível de Alto Intermediário Baixo


ESCALONAMENTO (de admissão) (de memória) (de CPU)

Prazo de atuação Longo Médio Curto

Seleciona onde? HD Memória PRONTOS

Entra na RAM Sofrerá SWAP


Qual processo? (prontos) (out/in)
Irá executar

GM* do SO Define Reduz/Aumenta xxx


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Capítulo 4 – Gerenciamento de Processos
• Os processos no sistema operacional que possuem um timer, chamado de
quantum, onde todos os processos ganham o mesmo valor de quantum
para rodarem na CPU, caracterizam o escalonamento de processos do tipo
A. RR - Round-Robin.
B. FIFO - First in, first out.
C. FCFS - First come, first served.
D. SJF - Shortest Job First.
E. SRT - Shortest Remaining Time
FIFO:
FIFO: First
First In
In First
First Out
Out ((First
First Come
Come First
First Served
Served))

SPF:
SPF: Shortest
Shortest Process
Process First
First ((Shortest
Shortest Job
Job First
First))

RR:
RR: Round
Round Robin
Robin (alternância
(alternância circular)
circular)
∆T = quantum (time-slice ou fatia de tempo)
Linux: 100 ms (varia de 10 a 200)
Windows: 20 ms (varia se background x foreground)

SRT:
SRT: Shortest
Shortest Remaining
Remaining Time
Time
16
Capítulo 4 – Gerenciamento de Processos

por
por Prioridades
Prioridades (Filas
(Filas de
de Prioridades)
Prioridades)

Filas
Filas Múltiplas ((multinível
Múltiplas multinível com
com feedback)
feedback) 17
Capítulo 5 – Gerenciamento de Memória (métodos primitivos)
• Sobre o gerenciamento da memória real (também denominada memória
principal, memória física ou memória primária), considere:
I. O gerenciador de memória é um componente do sistema operacional que
se preocupa com o esquema de organização da memória do sistema e
com as estratégias de gerenciamento de memória.
II. Estratégias de gerenciamento de memória determinam como uma
organização de memória particular funciona sob várias cargas.
III. O baixo custo da memória principal aliado à melhoria da capacidade de
memória, na maioria dos sistemas, evidenciou a necessidade de
estratégias de gerenciamento de memória. Está correto o que consta em
A. I, II e III.
B. II e III, apenas.
C. I e II, apenas.
D. II, apenas.
E. I, apenas.

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Capítulo 6 – Memória Virtual
• Em relação à segmentação no gerenciamento de memória, é correto
afirmar:
A. Há apenas um espaço de endereço linear.
B. O espaço de endereço virtual não pode ser maior do que o tamanho da
memória.
C. O programador não precisa estar ciente de que há segmentação.
D. A segmentação não manipula tabelas de tamanhos variáveis.
E. Os segmentos não têm tamanho fixo.

19
Capítulo 6 – Memória Virtual

20
Capítulo 6 – Memória Virtual
• No contexto de gerenciamento de memória, é correto afirmar:
A. Cada entrada em uma tabela de segmentos possui a “base”, que contém o
endereço físico inicial do segmento residente na memória e o “limite”, que
especifica o tamanho do segmento.
B. O swapping é uma técnica utilizada para mudar a localização dos
processos na memória, agrupando-os em um único segmento e, assim,
otimizar a execução dos processos concorrentes.
C. O hardware MMU (Unidade de Gerência de Memória) tem como função
mapear os endereços físicos em endereços virtuais para serem vistos pela
memória.
D. Na realocação dinâmica, todas as rotinas são carregadas na memória
principal e aquelas que não são usadas são agrupadas em segmentos
contíguos da memória.
E. A alocação contígua à memória principal é dividida em duas partes: a parte
alta para o sistema operacional e o vetor de interrupções, e parte baixa
para os processos do usuário.

21
Capítulo 6 – Memória Virtual

Mem ória Virtual


Memória Virtual

22
Mem ória virtual por Segmenta
Memória ção: mapeamento
Segmentação: 23

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Mem ória virtual por Segmenta
Memória ção
Segmentação 24

•Espaço de endereçamento virtual e real é dividido em blocos


–Blocos virtuais e reais são chamados de segmentos
–Blocos têm tamanho variável (em tempo de execução)
• Segue a estrutura da aplicação: procedures, funtions...
• Facilita implementar estruturas de dados dinâmicas
• É mais lógico para os programadores e suas aplicações
• Quantidade e tamanho dos segmentos são limitados
–Bloco virtual e seu correspondente real têm tamanho igual
•Processo bastante parecido com a paginação
•Mapeamento EVÎ ER consta na Tabela de Segmentos (TS)
•Cada processo tem a sua própria TS (fica na RAM)
•Cada conversão EVÎER é uma ETS (entrada na TS = linha)
•EV é formado por dois campos:
–NSV (número de segmento virtual) e um
–Offset (deslocamento dentro do segmento)
•Cada ETS contém, ainda, outras informações importantes:
–Tamanho do segmento (já que são variáveis)
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Swapping em mem ória virtual
memória 25

•Swapping também é usada com páginas e segmentos


•Influi no número de processos que compartilham a memória
•Logo: aumenta/diminui o Grau de Multiprogramação
•Se ocorre trashing: muitos “page faults”/altas taxas de paginação
–Algumas páginas são descarregados (swap out)
–Mais tarde, essas páginas podem retornar (swap in)
•Para swap out quais páginas são escolhidas pelo SO?
1º: De processos que estão em estado de espera
2º: De processos que estão em estado de pronto
CPU
Baixo
Alto Intermediário

HD HD
RAM SWAP IN/OUT

Swapping em processos Níveis de escalonamento professorbelfort@gmail.com


Capítulo 6 – Memória Virtual
Mem ória Virtual
Memória Virtual

MMU
TLB PT

TLB = Translation Lookaside Buffer

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Capítulo 6 – Memória Virtual
Gerenciamento
Gerenciamento de
de memória
memória
(diagrama
(diagrama muito
muito bom
bom para
para entender)
entender)

PA
PA == physical
physical address
address
27
Formas de aloca ção ((particionamento
alocação particionamento da RAM) 28

•Alocação contígua simples (monoprogramação)


–Usa toda a memória livre como um bloco único
•Alocação particionada (multiprogramação)
–Estática (ou de partições fixas)
fixas
• Vários blocos de tamanhos predefinidos
• Pode ser:
–Absoluta
–Relocável
–Dinâmica (ou de partições variáveis)
veis
• Não usa o conceito de blocos
• Aloca processos de forma adjacente

•Gerenciador de memória: controla particionamento da RAM


–Quais partes estão alocadas para processos em execução?
–Quais partes estão livres para novos processos?

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Aloca ção cont
Alocação ígua simples ((monoprogramação)
contígua monoprogramação) 29

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Overlay (sobreposição)
(sobreposição) 30

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Aloca ção Particionada Est
Alocação ática
Estática 31

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Aloca ção Particionada Est
Alocação ática Absoluta
Estática 32

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Aloca ção Particionada Est
Alocação ática Reloc
Estática ável
Relocável 33

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Aloca ção Particionada Dinâmica
Alocação 34

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Aloca ção de arquivos (organização do espaço ocupado)
Alocação 35

•Alocação de arquivos em disco:


–Semelhante à alocação na RAM
–Organização dos arquivos contribuem para otimizar acessos
–Localidade (temporal e espacial) continuam valendo
•Modos de alocação mais utilizados são:
–Alocação contígua (AC)
–Alocação não contígua (ANC)
• Lista Encadeada
• Tabela na Memória (tabular)
• Indexada (i-nodes)
•Arquivos aumentam e diminuem de tamanho, por isso:
–AC foi substituída pela ANC
–Mais dinâmica e flexível

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Aloca ção cont
Alocação ígua
contígua 36

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Aloca ção cont
Alocação ígua
contígua 37

•Mantém dados de arquivos em seções adjacentes no disco


•Localização pelo endereço de início e tamanho do arquivo
•Vantagem:
–Registros sucessivamente dispostos, lógica e fisicamente
•Desvantagem:
–Fragmentação externa devido aos arquivos apagados
–Possível falta de espaço ao criar ou expandir um arquivo
•Uso:
– CD/DVD (permite organização antecipada dos dados)
– Nada impede que seja usada em HDs

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ANC por Lista Encadeada 38

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ANC por Lista Encadeada 39

•Blocos do arquivo ficam aleatoriamente dispostos no disco


•Cada setor armazena um ponteiro para o próximo
–No último setor, o ponteiro é nulo
•Mais fácil achar espaço livre para a gravação de dados
•A busca é sequencial (em uma direção)
–Fragmentação torna as buscas mais lentas
–Usar blocos de setores contíguos aumenta a eficiência
–Busca nas duas direções: lista duplamente encadeada
•Blocos grandes:
–Maior fragmentação interna
–Menos operações com E/S
•Desvantagem:
–Desperdício da área de armazenamento com os ponteiros

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ANC por Lista Encadeada usando Tabela na Memória 40

16

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ANC por Lista Encadeada usando Tabela na Memória 41

•Blocos do arquivo ficam aleatoriamente dispostos no disco


•Mantém uma Tabela de Alocação de Blocos (TAB)
–Tabela adicional mantida em disco contiguamente
–Usada em cache na RAM para acelerar acessos
–Um bloco aponta para o próximo bloco, até o último
–Facilita aumentar ou reduzir o tamanho de um arquivo
–Localiza rapidamente blocos livres contíguos (< fragmentação)
–Diminui acessos ao disco para pesquisa
•Busca é sequencial com base na TAB
•Sistema FAT (do DOS) usava essa forma de alocação

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ANC Indexada ((i-Node)
i-Node) 42

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ANC Indexada ((i-Node)
i-Node) 43

•Blocos do arquivo ficam aleatoriamente dispostos no disco


•i-Node (index node): estrutura de controle de cada arquivo
•Contém um ou mais blocos de índices que apontam para:
–Blocos físicos de dados do arquivo ou
–Outros blocos de índices (que apontam para dados ou índices)
Blocos de índices:
–São percorridos de modo sequencial nas buscas
• Bom desempenho de E/S
• Pouca sobrecarga no SO
–Podem estar na RAM para acelerar a pesquisa dos índices
–Permitem acomodar arquivos de tamanhos variados
–Podem ter até 3 níveis hierárquicos (arquivos grandes)
–Quanto mais níveis, mais acessos ao disco
•Ext2 e NTFS implementam variações dessa forma

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Capítulo 6 – Memória Virtual
• No gerenciamento de memória, são características típicas da segmentação:
A. Segmentos do programa sempre do mesmo tamanho.
B. Programas normalmente separados em módulos.
C. Segmentos de tamanho máximo inexistentes.
D. Segmentos sem possibilidade de controle pelo usuário.
E. Eliminações de qualquer tipo de fragmentações.

44
Capítulo 6 – Memória Virtual

PROTEÇÃO DE MEMÓRIA (o que significa isso?)


Espaços de endereçamento:
Paginação: Espaço linear único (proteção a cargo do programador)
Segmentação: Espaços distintos protegidos pelo processador/SO
(pag. 234 – Tanenbaum > Sistemas Operacionais Modernos)
45
Capítulo 6 – Memória Virtual
• Se um processo que utiliza memória virtual por paginação tiver um número
muito alto de falhas-de-páginas (page faults), provocando maior competição
pelo espaço disponível da memória principal, será um problema
denominado
A. swapping.
B. thrashing.
C. overhead.
D. overlay.
E. replacement.

Com qual nível de escalonamento esse problema é resolvido?

46
Capítulo 7 – Entrada e Saída (discos)
• É o tipo de escalonamento de disco que seleciona a requisição que
necessita o menor movimento do braço do disco a partir da posição
corrente; sempre escolhe o mínimo tempo de seek:
A. FIFO.
B. SCAN.
C. SSTF.
D. C-SCAN.
E. C-LOOK.

47
FCFS ((First
First Come First Served
Served)) (primeiro
(primeiro aa chegar
chegar éé atendido)
atendido)
48

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Por ordem de chegada das requisições (FIFO)


•Atende nos dois sentidos, nem sempre até os batentes
•Elevado seek time, baixo rendimento, amplos movimentos
•Justo (FIFO), não gera starvation (recomendado p/ trabalhos leves)professorbelfort@gmail.com
SSTF ((Shortest
Shortest Seek Time First
First)) (menor
(menor tempo
tempo de
de busca
busca primeiro)
primeiro)
49

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Pedidos + próximos do cabeçote primeiro


•Atende nos dois sentidos, nem sempre até os batentes
•Baixos seek time, lista de + próximos: sobrecarga
•Injusto (trilhas extremas), alta variância, gera starvation
professorbelfort@gmail.com
Scan (Varredura) ou Algoritmo do Elevador 50

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Pedidos + próximos do cabeçote primeiro (sentido preferencial)


•Atende nos dois sentidos, sempre até os batentes
•Baixos seek time, semelhante ao SSTF
•Injusto (trilhas extremas), alta variância, gera starvation
professorbelfort@gmail.com
C -Scan (Varredura Circular)
C-Scan 51

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Pedidos + próximos do cabeçote primeiro (sentido preferencial)


•Atende apenas em um sentido, sempre até os batentes
•Baixos seek time, alto rendimento, mais justo (trilhas extremas)
•Menor variância, gera starvation (melhor que SCAN e SSTF) professorbelfort@gmail.com
FScan ou Freezing Scan (varredura congelada) 52

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Atende nos dois sentidos, congelando pedidos (em cada varredura)


•Vai aos batentes, mesmo quando não é necessário

•Igual ao SCAN, porém:


•Fila de pedidos é congelada no início de cada varredura
•Novos pedidos: atendidos na próxima varredura
•Baixos seek time, alto rendimento
•Menor variância, não gera starvation professorbelfort@gmail.com
Scan N -fases
N-fases 53
37,
37,80
80
Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Igual ao SCAN, porém: atende as primeiras N requisições da fila


•Se N=1, degenera para o FIFO
•Baixos seek time, alto rendimento
•Menor variância, não gera starvation professorbelfort@gmail.com
Movimentos do Look e C -Look
C-Look 54

Fila de requisições: {33, 72, 47, 8, 99, 74, 52, 75}

•Azul (Look = SCAN): atende nos dois sentidos


•Verde (C-Look = CSCAN): atende em um sentido
•Não vai aos batentes, quando não é necessário
•Melhora o desempenho
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Capítulo 7 – Entrada e Saída (discos)
• O sistema operacional é responsável por uma ou mais das seguintes
atividades relacionadas ao gerenciamento de disco:
I. Gerenciamento do espaço livre.
II. Alocação do armazenamento.
III. Interpretação de comandos.
IV. Escalonamento do disco.
• Está correto o que se afirma em
A. I, II e III, apenas.
B. I, III e IV, apenas.
C. I, II e IV, apenas.
D. II, III e IV, apenas.
E. I, II, III e IV.

55
Capítulo 7 – Entrada e Saída (discos)
• O tempo que a cabeça de leitura demora em ir de uma trilha a outra do
disco é um fator importante no desempenho geral do disco denominado
A. taxa de transferência interna.
B. tempo de latência.
C. tempo de busca.
D. head switch time.
E. tempo de acesso.

56
ígidos: tempos de atua
Discos rrígidos: ção
atuação 57

•Tempos de acesso:
–RAM: uniforme em qualquer endereço
–HD: depende da posição do cabeçote de leitura/escrita
•HD: na operação de leitura/gravação, o cabeçote:
–1º Posiciona-se na trilha desejada (cilindro)
–2º Aguarda setor desejado passar por ele (giro do disco)

Assim:

Tresposta = Tbusca + Tlatência + Ttransmissão


Onde:
Tbusca: tempo de posicionamento na trilha (cilindro)
Tlatência: tempo de posicionamento do setor
Ttransmissão: tempo de transmissão dos dados

professorbelfort@gmail.com
Capítulo 8 – Gerenciamento de Arquivos
• Em relação ao sistema de arquivos, é INCORRETO afirmar:
A. File Control Block é o rótulo criado pelo sistema operacional ao armazenar
os dados nos espaços disponíveis do disco.
B. A lista contendo a posição de cada arquivo é identificada como Master File
Table.
C. O sistema de arquivos, normalmente, consiste em uma coleção de arquivos
e uma estrutura de diretórios, que organiza e fornece informação sobre
todos os arquivos do sistema.
D. O Master Boot Record é um arquivo de dados interligado com a BIOS que
tem como uma de suas funções o reconhecimento do sistema de arquivos.
E. Uma partição admite a coexistência de até oito tipos de sistemas de
arquivos.

58
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• Considere as afirmativas abaixo sobre RAID.
I. No RAID 1, um mesmo dado é escrito em dois discos diferentes
(espelhamento). Se um disco falhar, o dado estará disponível no outro
disco.
II. O RAID 5 pode ser implementado com, no mínimo, 2 discos.
III. Os dados de paridade do RAID 1 ficam armazenados em um único disco.
IV. No RAID 5, os dados de paridade são distribuídos em todos os discos do
array, sendo que um disco nunca armazena a paridade de um dado que
está armazenado nele. Está correto o que se afirma APENAS em
A. I e II.
B. I e III.
C. I e IV.
D. II e III.
E. II e IV.

59
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• Desde a última reformulação da política de backups, realizada pela
empresa JáVai, há alguns meses, a rotina baseia-se em backups normais e
incrementais. Se dados forem perdidos, o processo de recuperação
necessitará
A. apenas do último backup incremental.
B. pelo menos do último backup normal.
C. do primeiro backup normal realizado após a reformulação.
D. do último backup normal e do último backup incremental.
E. do primeiro backup normal realizado após a reformulação e do último
backup incremental.

60
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• É correto afirmar:
A. "Windows 98" e "Windows 2000" são sistemas operacionais baseados no
mesmo núcleo (kernel).
B. Windows NT, Linux e Solaris são sistemas operacionais que implementam
multitarefas (multitasking) de maneira preemptiva.
C. Linux e Solaris são sistemas operacionais Unix, com o mesmo núcleo
(kernel).
D. Dentre os sistemas Windows NT, Linux e Solaris, este último é o que
oferece maior variedade de plataformas de hardware onde pode ser
instalado.
E. Dentre os sistemas Windows NT, Solaris e Linux, este último é o único que
não oferece a possibilidade de ser instalado numa plataforma de hardware
de 64 bits.

61
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• É INCORRETO afirmar que, no GNU/Linux,
A. somente o que é usado durante o processamento é carregado para a
memória, que é totalmente liberada logo após a finalização do
programa/dispositivo.
B. drivers dos periféricos e recursos do sistema podem ser carregados e
removidos completamente da memória RAM a qualquer momento.
C. o suporte é nativo às redes TCP/IP e não depende de camadas
intermediárias para funcionar.
D. a cada nova versão do kernel diminui substancialmente a necessidade de
se reiniciar o sistema após modificar a configuração de qualquer periférico
ou parâmetro de rede.
E. sistemas operacionais como Windows, MacOS, DOS ou outro sistema
Linux podem ser executados por meio de sistemas de virtualização, tais
como Xen e VMware.

62
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• É um sistema de arquivos distribuídos que compartilha arquivos e diretórios
entre computadores conectados em rede e tem por finalidade tornar o
acesso remoto transparente para o usuário do computador, pois quando o
usuário chama um arquivo ou diretório no servidor, lhe parece estar
acessando localmente. Trata-se de
A. NTFS
B. EXT2.
C. NFS.
D. EXT3.
E. SWAP.

63
Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• No contexto da computação em cluster, é definido como a camada de
software adicionada acima do sistema operacional para prover uma
imagem única do sistema, possibilitando acesso uniforme a diferentes
modos do cluster sem o consentimento de que o sistema operacional está
executando em um modo particular:
A. Load Balancing.
B. High Availability and Failover.
C. Shareware.
D. Middleware.
E. Staffware.

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Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• O RAID (Redundant Array of Independent Drives) é um meio de se criar um
subsistema de armazenamento composto por vários discos individuais, com
a finalidade de ganhar segurança e desempenho. Das seis técnicas mais
conhecidas para distribuição dos dados pelos drives para permitir operação
paralela, duas delas necessitam que as rotações de todos os drives sejam
sincronizadas. São elas
A. RAID 2 e RAID 3
B. RAID 4 e RAID 5
C. RAID 0 e RAID 1
D. RAID 1 e RAID 4
E. RAID 3 e RAID 5

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Capítulo 9 – Exercícios Sugeridos
• O RAID (Redundant Array of Inexpensive Disks) consiste em um
controlador mais um conjunto de discos rígidos que, para o sistema
operacional, parecem um único disco que pode ser organizado em um dos
seis níveis de operação. O nível no qual o RAID duplica os dados da
primeira metade para a segunda metade do conjunto de discos é o nível
A. 0
B. 1
C. 2
D. 3
E. 5

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Fim

Boa sorte!

Dúvidas e sugestões:
Prof. Marcus Belfort
professorbelfort@gmail.com
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