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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ

DIRETORIA DE ENSINO
CAMPUS TERESINA CENTRAL
DEPARTAMENTO DE INDÚSTRIA, SEGURANÇA E PRODUÇÃO CULTURAL
COORDENAÇÃO DO CURSO BACHARELADO EM ENGENHARIA MECÂNICA
CURSO: ENGENHARIA MECÂNICA
ALUNOS: ANDRÉ FELIPE, CARLOS ANDRÉ AQUINO ARÀUJO E ERICK
BAPTISTA SOARES DA SILVA

ESTAMPAGEM PROFUNDA

EM ATENDIMENTO À DISCIPLINA:
TECNOLOGIA MECÂNICA II
PROFESSOR: DR. JOSÉ FRANCISCO
DOS
REIS SOBRINHO

TERESINA-PI
JULHO/2019
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 3
2 OBJETIVOS .................................................................................................................. 3
3.1 CORTE ........................................................................................................................ 4
3.1.1 FORÇA NECESSÁRIA PARA O CORTE ....................................................... 4
3.2 DOBRAMENTO......................................................................................................... 5
3.2.1 DETERMINAÇÃO DA POSIÇÃO DA LINHA NEUTRA (LN) ................... 5
3.2.2 CÁLCULO DO DESENVOLVIMENTO.......................................................... 5
3.2.3 RAIO MÍNIMO DE DOBRAMENTO .............................................................. 6
3.2.4 FORÇA DE DOBRAMENTO ............................................................................ 6
3.2.6 SUJEITADOR ..................................................................................................... 6
3.3 ESTIRAMENTO ........................................................................................................ 6
3.4 ESTAMPAGEM PROFUNDA OU EMBUTIMENTO .......................................... 7
3.4.1 VARIÁVEIS IMPORTANTES .......................................................................... 8
3.4.1.1 FORÇA DE SUJEIÇÃO .............................................................................. 8
3.4.1.2 FOLGA ENTRE PUNÇÃO E MATRIZ .................................................... 9
3.4.1.3 VELOCIDADE DE EMBUTIMENTO ...................................................... 9
3.4.1.4 LUBRIFICAÇÃO ......................................................................................... 9
3.4.1.5 DIÂMETRO DO BLANK – CÁLCULO ................................................. 10
3.4.1.6 ESTÁGIOS DE REPUXO ......................................................................... 10
4-METODOLOGIA ........................................................................................................... 11
5-RESULTADO .................................................................................................................. 13
6-AGRADECIMENTOS .................................................................................................... 14
7-REFERÊNCIAS .............................................................................................................. 14
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1 INTRODUÇÃO

Desde o surgimento da Revolução industrial a necessidade de produção de produtos,


cada vez mais rápida, tem se tornado uma necessidade crescente. E com o surgimento das
máquinas modernas os processos de conformação mecânica se tornaram mais ageis e
eficientes.
A estampagem profunda é um método que permite a conformação de peças com
profundidades maiores do que em outros processos. Essa é muito usado na fabricação de
panelas, carenagem de automóveis e em muito processos que necessitam de características
determinadas com alta produção.

2 OBJETIVOS
- Construir uma ferramenta de estampagem
- Realizar Estampagem
-Avaliar o processo e o produto final da conformação

3 FUNDAMENTAÇÃO
Segundo CHIAVERINI(1986) a estampagem (figura 1) é um processo de
conformação mecânica, realizado geralmente a frio, que compreende um conjunto de
operações, por intermédio das quais uma chapa plana é submetida a transformações de
modo a adquirir uma nova forma geométrica, plana ou oca.

Figura 1. Ferramenta de Estampagem

Fonte: CHIAVERINI/Borges
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A Estampagem pode ser classificada através do tipo de operação empregada, como:


• Estampagem profunda;
• Corte;
• Estiramento;
• Dobramento.

As ferramentas básicas utilizadas em uma processo de estapagem de peças metálicas


são o punção e a matriz. O punção, normalmente é o elemento móvel, e a ferramenta
convexa que se acopla com a matriz côncava. Como é necessário um alinhamento acurado
entre a matriz e o punção, é comum mantê-los permanentemente montados em uma porta
matriz, que pode ser rapidamente inserida na prensa. Geralmente, para evitar a formação de
rugas na chapa a conformar usam-se elementos de fixação ou a ação de grampos para
comprimir o "blank" contra a matriz. A fixação é conseguida por meio de um dispositivo
denominado antirrugas ou prensa-chapas (IFSP)

3.1 CORTE

Conforme Mesquita os principais parâmetros a serem considerados nas operações


de corte por estampagem são:
- Aproveitamento máximo da chapa (layout de tira)
-Folgas entre punção (macho) e matriz
- Forças envolvidas na operação de corte
-Dimensionamento da matriz

O processo de estampagem por corte é usado na obtenção de formas geométricas em


chapas por meio de uma ferramenta de corte, ou punção de corte, por intermédio de uma
prensa exercendo pressão na chapa apoiada numa matriz.stampagem por corte.(IFSP)

3.1.1 FORÇA NECESSÁRIA PARA O CORTE

Segundo Penteado a força de corte é dado pela formula:


Fc = e.L.Ks (Equação I)

Onde:
Fc-Força de corte(kgf)
e-espessura da chapa (mm)
L-perimetro de corte(mm)
Ks-Tensão de ruptura ao cisalhamento (kgf/mm^2)
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Figura 2.Tensão de Ruptura ao cisalhamento

Fonte:(Penteado)

3.2 DOBRAMENTO

O dobramento: é a deformação plástica de metais sobre um eixo linear com pouca


ou nenhuma mudança na área superficial. O dobramento é a operação onde ocorre uma
deformação por flexão. (Ponomarov)

3.2.1 DETERMINAÇÃO DA POSIÇÃO DA LINHA NEUTRA (LN)

A determinação da linha neutra é importante para o calculo do desenvolvimento, e


pode ser obtida pela formula da figura 4.

Figura 3. valores práticos para localização da LN,em função da espessura da chapa

Fonte: Penteado

3.2.2 CÁLCULO DO DESENVOLVIMENTO


Para obter-se uma peça dobrada temos que partir de um esboço plano, cortado com
dimensões adequadas, denominado desenvolvimento da peça. Este desenvolvimento é
calculado, baseado na linha neutra da peça, pois essa não muda de comprimento após a
deformação da chapa. Assim, para o cálculo do desenvolvimento, basta determinar o
comprimento da mesma.(Penteado)
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3.2.3 RAIO MÍNIMO DE DOBRAMENTO


Quanto menor o raio de dobramento maiores serão as tensões a que o material ficará
submetido. Para que não haja início de trinca ou esmagamento, as tensões máximas de
tração e compressão atingidas nas partes externas e internas da curvatura nunca devem
atingir a tensão limite de ruptura. Assim, o raio mínimo de dobramento deve ser limitado de
forma a evitar esta ocorrência. Existem fórmulas empíricas para a determinação do raio
mínimo, mas na prática utilizam-se valores obtidos experimentalmente. Para o aço doce
recomenda-se Rmin > e, onde e é a espessura da chapa.(Penteado)

3.2.4 FORÇA DE DOBRAMENTO

De acodo com Penteado a força de dobramento é dado pela formula:

σf
𝐹𝑑 = 𝑏. 𝑒. 3 (Equação II)

3.2.5 FOLGA ENTRE PUNÇÃO E MATRIZ


Normalmente costuma- se acrescentar 10% da espessura para compensar essas
tolerâncias. Usando-se esse critério a folga será igual a 1,1e (Penteado)

3.2.6 SUJEITADOR

Normalmente, o valor dessa força de sujeição pode ser considerado como sendo 0,3
Fd (Penteado)

3.3 ESTIRAMENTO
É a operação que consiste na aplicação de forças de tração, de modo a esticar o
material sobre uma ferramenta ou bloco (matriz). Neste processo, o gradiente de tensões é
pequeno, o que garante a quase total eliminação do efeito mola.Como predominam tensões
trativas, grandes deformações de estiramento podem ser aplicadas apenas para materiais
muito dúcteis. Para estes materiais, almeja-se altos valores de coeficiente de encruamento.
(CIMM)
O diâmetro do punção de embutimento deve ser igual ao diâmetro interno (ou
diâmetros) do copo, calculados na aula passada. A altura do punção deverá ser
no mínimo igual à altura de embutimento para garantir a formação completa do
copo.A extremidade do punção deve ser suavizada por um raio de arredondamento que
não pode ser muito pequeno a fim de evitar a ruptura do fundo do copo, nem
muito grande a fim de evitar a formação de rugas.É indicado que o raio do punção tenha um
valor entre 10 e 30% do diâmetro do punção, sendo o menor limite para processos em que a
relação d/s (diâmetro do punção/espessura) seja grande, próxima de 500, enquanto o limite
superior seria indicado para relações d/s próximas de 50. (Projeto de ferramentas para
conformação)
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Figura 4. Conformação de um blank circular

FONTE:(Marciniak e Duncan (1992))

3.4 ESTAMPAGEM PROFUNDA OU EMBUTIMENTO


As condições de estampagem são típicas quando se parte de um esboço circular, ou
disco, e se atinge a forma final de um copo. O disco metálico, por meio da ação do punção
na sua região central, deforma-se em direção à cavidade circular da matriz, ao mesmo
tempo em que a aba ou flange, ou seja, a parte onde não atua o punção mas somente o
sujeitador, movimenta-se em direção à cavidade. ( ETTORE BRESCIANI FILHO)
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Figura 5. Sujeitador, movimenta-se em direção à cavidade

Fonte: Ettore Bresciani Filho

A operação de embutimento consiste em transformar uma chapa plana de espessura


“t” num corpo côncavo.A distinção entre estampagem rasa (shallow) e profunda é
arbitrária. A estampagem rasa geralmente se refere à conformação com profundidade
menor do que a metade do seu diâmetro.(IFSP)

3.4.1 VARIÁVEIS IMPORTANTES

3.4.1.1 FORÇA DE SUJEIÇÃO

Deve-se ainda estudar a pressão a ser aplicada no prensa-chapas,se esta for muito
pequena, surgem rugas nas laterais da peça;se, por outro lado, for muito elevada, pode
ocorrer a ruptura da peça na prensa.(IFSP)

𝐹𝑠 = 𝑃. 𝑆 (𝐸𝑞𝑢𝑎çã𝑜 𝐼𝐼𝐼)

𝑑
[(𝐵0𝑚𝑎𝑥 − 1)2 + 200 . 𝑡] 𝑠𝑖𝑔𝑚𝑎𝑟
𝑃= (𝐸𝑞𝑢𝑎çã𝑜 𝐼𝑉)
400
𝜋
𝑆 = ( ) [𝐷2 − (𝑑𝑚 + 2𝑟𝑚 )2 ] (𝐸𝑞𝑢𝑎çã𝑜 𝑉)
4

A força de sujeição é regulada segundo o aspecto da peça embutida (IFSP):


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- Peça sem rugas e com aspecto brilhante: força correta


- Superfície lisa e brilhante mas com traços/marcas no bordo da peça: força pequena
- Estiramento do fundo antes de se completar o embutimento: força excessiva
- Formação de rugas em um só lado do disco: força distribuída irregularmente sendo menor
na região das rugas

3.4.1.2 FOLGA ENTRE PUNÇÃO E MATRIZ


A folga entre o punção e a matriz tem uma função muito importante, pois dela
depende o aspecto da peça acabada, a força necessária para o corte e o desgaste da
ferramenta. Quando a folga é correta, os inícios das fraturas que começam no canto de corte
do punção e da matriz, depois de prolongarem-se, encontrar-se-ão no mesmo ponto,
produzindo uma peça sem rebarbas. Essa folga depende do material, bem como de sua
espessura. (Penteado)
A folga deverá ser tal que permita o escoamento uniforme da chapa sem que haja
formação de rugas ou diminuição na sua espessura. A folga corresponde ao valor da
espessura do material mais um coeficiente determinado empiricamente, figura 6.

Figura 6. Folga entre a matriz e punção

Fonte-IFSP

3.4.1.3 VELOCIDADE DE EMBUTIMENTO

De acordo com IFSP a velocidade de embutimento é: Aço inoxidável: 200 mm/s,


Aço doce: 280 mm/s e Alumínio e ligas: 500 mm/s.

3.4.1.4 LUBRIFICAÇÃO

Na estampagem profunda o copo é mais profundo do que a metade do seu diâmetro.


Para melhorar o rendimento do processo, é importante que se tenha boa lubrificação. Com
isto reduzem-se os esforços de conformação e o desgaste do ferramental. Os óleos
indicados normalmente são para extrema pressão, devendo garantir boa proteção contra a
corrosão da chapa, ser de fácil desengraxe e não levar à oxidação do material (devido às
reações de subprodutos dos gases formados no aquecimento do metal.Aço inoxidável: Água
grafitada,Aço doce: Mistura com 25% grafite, 25% de sebo de boi derretido e 50% de óleo
de toucinho e Alumínio e ligas: Óleo grafitado ou vaselina (IFSP).
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3.4.1.5 DIÂMETRO DO BLANK – CÁLCULO


Segundo Chiaverini(1986), para matriz circular e blank circular o diametro do blank
é dado pela fórmula:

𝐷 = √𝑑 2 + 4𝑑ℎ (Equação VI)

3.4.1.6 ESTÁGIOS DE REPUXO


Às vezes, o diâmetro do "blank“ é muito superior ao diâmetro da peça a estampar ,
sendo que esta deve atingir uma profundidade de corpo muito elevada.
Nestes casos, a fabricação poderá exigir uma sequência de operações de estampagem,
utilizando uma série de ferramentas, com diâmetros decrescentes (da matriz e do
punção)(IFSP).
O número de operações depende do material da chapa e das relações entre o disco
inicial (D) e os diâmetros das peças estampadas (d) A relação entre o diâmetro do blank (D)
e o diâmetro do punção (d) é denominada Severidade do repuxo ou Grau Máximo de
Embutimento (βo)
D
βo = (Equação VII)
d

A severidade máxima (β 0 máx.) é a condição limite para determinar se o repuxo


pode ser feito numa única operação. Se β 0 ≤ β 0 máx. - Uma operação de repuxo Se β 0 >
β 0 máx. - Mais de uma operação de repuxo. Para se determinar o número de estágios,
deve-se considerar uma redução de 40% do diâmetro do blank no primeiro estágioNos
demais, a redução deve ser de 20% até que se obtenha o diâmetro desejado (IFSP)

Figura 7 - Grau máximo de Embutimento

Fonte: IFSP
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4-METODOLOGIA

Seguindo os métodos utilizados na fundamentação foi definido as seguintes


características para a matriz, optou-se por usar um formato cilíndrico para o produto final.
Os materiais utilizados para fabricação da matriz estão especificados na tabela 1.

Tabela 1. Lista de materiais e equipamentos


Material Descrição Quantidade
115mm X
Chapa AISI 1020 80mm 2
Fuso M10 1,25 60mm 4
Porca sextavada M10 Auto travante 8
Barra redonda AISI 1020 45mm X 60mm 1
Equipamentos
Torno mecânico 1
Furadeira de bancada 1
Fresadora universal 1
Broca HSS 10mm 1
Fresa HSS 18mm 1

O material a ser estampado é o alumínio que tem suas características obtidas para o
processo de estampagem indicadas na tabela 2.

Tabela 2. Dados de estampagem


Parâmetro Dado
Espessura da chapa 1,6 mm
Diâmetro de punção 41 mm
Folga entre punção e matriz 1,76 mm
Diâmetro do Blank 86 mm
Profundidade de estampagem 35 mm
Força de corte 336 kgf
Força de dobramento 336 kgf
Estágio de repuxo 2,1
500
Velocidade de embutimento mm/s
Lubrificação Vaselina

O modelo de matriz foi preconcebido e desenhado em CAD (desenho assistido por


computador) com base nas limitações de materiais e operações de usinagem disponíveis,
além de se adequar as características do material a ser estampado e os dados de
estampagem. O modelo é apresentado na figura 8.
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Figura 8. Modelo em CAD.

Fonte: Próprios autores

A matriz foi construída no laboratório de usinagem e soldagem do IFPI,


executando-se as operações:
• Desbaste, faceamento e arredondamento da punção em torno mecânico;
• Aplainamento e esquadrejamento da matriz em fresadora;
• Furação das guias da punção em furadeira de bancada;
• Soldagem da punção na matriz de guia;
• Acabamento superficial com lixa para metais.

O processo de estampagem foi executado utilizando uma prensa hidráulica como


fonte de força e os resultados indicados na próxima seção.
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5-RESULTADO
O esquema de montagem do Blank na matriz e o execução da estampagem está
indicado na figura 9.

Figura 9. Esquema de montagem

Fonte: Próprios autores

A primeira execução de estampagem resultou no produto da figura 10.

Figura 10. Estampagem da primeira amostra

Fonte: Próprios autores.

Na primeira amostra o Blank foi levado ao cisalhamento devido a descentralização


da punção, o erro foi corrigido e executado uma nova estampagem. O resultado está
ilustrado na figura 11.
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Figura 11. Estampagem da segunda amostra

Fonte: Próprios autores.

Na segunda execução o Blank não cisalhou, no entanto a profundidade desejada não


foi alcançada. Porem o resultado foi satisfatório, levando em consideração que o processo
foi executado e produto final teve um acabamento aceitável.

6-AGRADECIMENTOS
Gostaríamos de agradecer aos técnicos de laboratório pela disponibilidade e auxilio
nas atividade de laboratório, à equipe IFPI Baja por disponibilizar materiais e ferramentas e
por fim ao professor Dr. Francisco José Reis Sobrinho pela sugestão e incentivo de projeto
na disciplina de tecnologia mecânica II, permitindo aos alunos colocar em prática os
conhecimento adquiridos ao longo da disciplina.

7-REFERÊNCIAS

http://menesul.com.br/baixar/apostila_aco_inox_estampagem.pdf
Borges,M.Estampagem Profunda.Disponivel
em:<http://mmborges.com/processos/Conformacao/cont_html/estampagem.htm> acesso
em:Julho/2019
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/4696/000503391.pdf?sequence=1&isAl
lowed=y
http://revistavincci.satc.edu.br/ojs/index.php/Revista-Vincci/article/view/73/15
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica.São Paulo: McGraw Hill.1986.
CIMM. Métodos de Conformação, Máquinas e Ferramentas.Disponível em:
<http://www.cimm.com.br/portal/material_didatico/6482-metodos-de-conformacao-
maquinas-e-ferramentas#.ViwmfX6rTIV>.Acesso em:
DALEFFE, A.Estudo do Processo de Estampagem Incremental em Chapa de Alumínio
Puro.Programa de Pós-Graduação em Engenharia Minas, Metalúrgica e de Materiais.Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2008.
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Pedrolo,C.INFOESCOLA.Alumínio. Disponível em:


<<http://www.infoescola.com/elementos-quimicos/aluminio/ >>.Acesso em: 30 de set. de
2015.
INFOSOLDA. Ensaio Mecânico: Tração. Disponível
em:<http://www.infosolda.com.br/var/www/html/infosolda.com.br/web/biblioteca-
digital/livros-senai/ensaios-nao-destrutivos-e-mecanicos/209-ensaio-mecanico-
tracao.html>.Acesso em: 8 de out. de 2015.
TABELA. Tabela Periódica Completa.Disponível em:
<http://www.tabelaperiodicacompleta.com/elemento-quimico/aluminio>.Acesso em: 1out.
de 2015.
Estapagem.Instituto Federal de Educação,Ciência e Tecnologia de São Paulo.
CONFORMAÇÃO PLÁSTICA DOS METAIS. ETTORE BRESCIANI FILHO
(Coordenação e Revisão)IRIS BENTO DA SILVA (Pesquisa e Atualização de
Bibliografia)GILMAR FERREIRA BATALHA (Transcrição Digital e Revisão do
Original)SÉRGIO TONINI BUTTON (Revisão Geral da Edição Digital)20116 a Edição
(Primeira digital).

Conformação plástica dos metais / coord. rev. E. Bresciani Filho; pesq. atual. I.B. Silva;
transc. dig. G.F. Batalha; rev. ed. dig. S.T. Button. – 1. ed. dig. -- São Paulo : EPUSP,
2011.

PROCESSOS DE ESTAMPAGEM.

Mesquita, E. L. A., Estampagem dos aços inoxidáveis. ACESITA.1987. São Paulo.


Disponível em: http://menesul.com.br/baixar/apostila_aco_inox_estampagem.pdf. Acesso:
Julho/2019
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estampagem
https://www.cimm.com.br/portal/material_didatico/6485-estiramento#.XTGGI-hKiUl
https://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/5840793/LOM3004/Aula10CM.pdf
PROJETO DE PEÇA OBTIDA POR ESTAMPAGEM PROFUNDA. EM908 – OITAVA AULA.
Engenharia Mecânica - V. Ponomarov.Conformação de chapas corte, dobramento,
embutimento, estiramento. Universidade Federal de Uberlândia