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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

FACULDADE DE ENGENHARIA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

PROTEÇÃO DE SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA II

RELÉS DE DISTÂNCIA

Sergio Léon Escalante

Diogo Cardoso

Diovani Montovani

Fernando Veloso

Stênio Pacheco

Rio de Janeiro, 01 de julho de 2015.


UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

FACULDADE DE ENGENHARIA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

RELÉS DE DISTÂNCIA

Trabalho acadêmico apresentado como parte


dos requisitos necessários para conclusão da
disciplina de Proteção de Sistemas de Energia
Elétrica II.

Sergio Léon Escalante


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................................. 4
1TEMPO DE OPERAÇÃO ........................................................................................................... 5
2 PROTEÇÃO POR ZONAS – AJUSTES .................................................................................... 5
3 DESCRIÇÃO DO CIRCUITO DE DISPARO ........................................................................... 7
4 CARACTERÍSTICA DE OPERAÇÃO DIRECIONAL NO PLANO R-X ................................... 7
5 REPRESENTAÇÃO DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO E DA CARGA NO PLANO R-X ................... 8
6 TIPOS DE RELÉS DE DISTÂNCIA ....................................................................................... 10
7 RELÉS TIPO IMPEDÂNCIA .................................................................................................. 10
7.1Princípio de Funcionamento .................................................................................................. 10
7.2Proteção por Zonas ................................................................................................................ 12
8 RELÉS TIPO IMPEDÂNCIA MODIFICADO ........................................................................ 12
9 RELÉS TIPO REATÂNCIA .................................................................................................... 13
9.1Princípio de Funcionamento .................................................................................................. 13
9.2Unidade de Partida ................................................................................................................. 14
9.3Proteção por Zonas ................................................................................................................ 14
10 RELÉS TIPO ADMITÂNCIA OU MHO .............................................................................. 15
10.2Princípio de Funcionamento ................................................................................................ 15
10.2Proteção por Zonas .............................................................................................................. 16
11 RELÉS TIPO MHO MODIFICADO OU DESLOCADO ..................................................... 17
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................................... 18
LISTA DE FIGURAS
Figure 1 - Ligações do Relé de Distância. [CAMINHA] ................................................................... 4

Figure 2 – Curvas ação do Relé. [CAMINHA] ................................................................................. 5

Figure 3 - – Tempo de operação de um relé de distância tipo YTG-14 da GEC. [CAESCAES.


ALLAN] ................................................................................................................................... 5

Figure 4 -– Tempo de operação de um relé de distância tipo YTG-14 da GEC. [CAESCAES.


ALLAN] ................................................................................................................................... 6

Figure 5 – Circuito de disparo. [CAMINHA] ................................................................................... 7

Figure 6 – PLANO R-X. [CAMINHA] ................................................................................................ 8

Figure 7 - Representação da LT e da Carga no Plano R-X. [CAMINHA] ......................................... 9

Figure 8 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X ........................... 11

Figure 9 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X ........................... 11

Figure 10 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X........................... 12

Figure 11– Relé de Impedância Modificado. [kindermann] ........................................................ 13

Figure 12– Relé de Reatância. [KINDERMANN] ........................................................................... 14

Figure 13– Relé de Reatância. [KINDERMANN] ........................................................................... 15

Figure 14 – Relé de Reatância. [CaesCaes] .................................................................................. 16

Figure 15– Relé de Reatância. [KINDERMANN] ........................................................................... 17

Figure 16 – Relé Mho Modificado [CAMINHA] ............................................................................ 17

3
INTRODUÇÃO

Os relés de distância são relés que operam quando a impedância ou reatância


da linha, desde o relé até o ponto de curto-circuito, é menor que o valor de ajuste. Sua
operação depende de uma relação entre corrente e tensão, a qual varia com o tipo do
relé de distância considerado.

Como consequência da característica citada acima, a operação destes relés não


depende da magnitude da corrente de curto-circuito, desde que esta seja superior a um
determinado valor mínimo. Sua operação depende apenas da localização do defeito ao
longo da linha, isto é, da distância do relé ao ponto de falta.

Assim, para o ajuste dos relés de distância não são necessários estudos de
curto-circuito, em condição de geração máxima e mínima. Por outro lado, os
problemas de coordenação destes relés são muito reduzidos, em comparação com os
problemas relacionados com o uso de relés de sobre corrente.

Outra vantagem do uso dos relés de distância em relação aos relés de sobre
corrente é que o seu ajuste não depende da corrente de carga. Podem ser usados
mesmo quando a corrente de falta é inferior à carga.

De forma simplificada, mostramos as ligações de corrente e tensão de um relé


de distância na figura abaixo. Estes relés medem a impedância vista do secundário dos
transformadores de corrente e de potencial.

Figure 1 - Ligações do Relé de Distância. [CAMINHA]

4
1 TEMPO DE OPERAÇÃO

O tempo de operação dos relés de distância varia muito pouco com o valor da
corrente ou com a localização da falta. Na prática, para correntes acima de
determinado valor, considera-se o tempo de operação do relé constante de zero até
100% do ajuste e que a partir de 100% do ajuste o tempo passa a ser infinito.

Para correntes menores, o tempo de operação pode ser ligeiramente aumentado.


Os tempos de operação máximos e mínimos são normalmente fornecidos pelo
fabricante.

Figure 2 – Curvas ação do Relé. [CAMINHA]

Figure 3 - – Tempo de operação de um relé de distância tipo YTG-14 da GEC.


[CAESCAES. ALLAN]

2 PROTEÇÃO POR ZONAS – AJUSTES

A fim de prover proteção principal e de retaguarda, cada terminal de linha


possui, normalmente, zonas de proteção.

5
Os relés de distância são ajustados com base na impedância de sequência
positiva desde o ponto de localização do relé até onde se deseja que o relé opere. A
impedância ou distância para o qual o relé é ajustado é chamada de alcance do relé.

De uma maneira geral os relés de distância, tanto para faltas entre fases, como
para faltas envolvendo terra, poderão ser ajustados segundo os critérios abaixo.
Lembramos, porém, que estes critérios não constituem uma regra rígida e sim uma
filosofia que poderá ser adaptada dependendo de cada situação particular.

O relé de 1ª zona é ajustado entre 80 e 90% da linha. Um valor típico é 85%.


Seu tempo de operação é dito instantâneo, pois opera com alta velocidade e não possui
retardo intencional. A margem de 10 a 20% dada é necessária para incluir os erros dos
TCs, TPs, dos próprios relés e provenientes da assimetria da corrente.

O relé de 2ª zona deve cobrir o restante da linha protegida, mesmo para faltas
com resistência de arco. O relé deve ultrapassar, tanto quanto possível, a barra remota,
porém sem alcançar o início da 2ª da menor linha remota. O ajuste mínimo deve ser de
120% da linha protegida. Possui uma temporização da ordem de 18 a 40 ciclos.

ZONA AJUSTE T. OPERAÇÃO


(ciclos)

Z1 85% ZAB 1a2

Z2 máx. ZAB + 70% ZBC 18 a 30

Z2mín. 120% ZAB 18 a 30

Z3 115% (ZAB + ZBD) 40 a 60

Na prática, os relés das 3 zonas são de alta velocidade, acrescentando-se


temporizadores para as zonas 2 e 3. Abaixo temos uma figura que mostra um
diagrama tempo-distância típico.

Figure 4 -– Tempo de operação de um relé de distância tipo YTG-14 da GEC.


[CAESCAES. ALLAN]

6
3 DESCRIÇÃO DO CIRCUITO DE DISPARO

Se a falta for na zona 1, operarão os relés Z1, Z2 e Z3. O circuito de disparo se


completará, por D, Z1 e 52a, sem nenhum retardo intencional. Será acionada a
bandeirola T1.

Figure 5 – Circuito de disparo. [CAMINHA]

Se a falta for na zona 2, operarão os relés Z2 e Z3. Os temporizadores TD2 e


TD3 serão iniciados. Após o tempo t2, o temporizador da zona 2 fechará seu contato e
o circuito de disparo se completará por D, Z2, TD2 e 52a. Será operada a bandeirola
T2 [6].

Para faltas na zona 3 será operado o temporizador TD3, completando-se o


circuito de disparo por D, Z3, TD3 e 52a. A bandeirola T3 indicará que operou a
proteção de 3ª zona[6].

A unidade direcional só é necessária quando a característica do relé de


distância não for inerentemente direcional.

4 CARACTERÍSTICA DE OPERAÇÃO DIRECIONAL NO PLANO R-X

A equação de torque da unidade direcional é:

T = K1 . V. I . cos (θ –  ) – K2

7
Para: T = 0, temos:

V. I . cos (θ –  ) – K2

V2 K2
. cos(   ) 
Ou Z K1

K1 2
Z  .V . cos(   )
K2

Esta equação representa um círculo de raio K1/K2 . V2, passando pela


origem. Haverá um círculo para cada valor de V.

O raio do círculo é normalmente tão grande que podemos considerar a


característica de operação do relé como sendo uma reta passando pela origem, e
perpendicular à reta de máximo torque.

Figure 6 – PLANO R-X. [CAMINHA]

5 REPRESENTAÇÃO DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO E DA CARGA NO


PLANO R-X

A impedância vista pelos relés de distância durante um curto-circuito é a


impedância da linha desde o relé até o ponto de falta, referida ao secundário do TC e
TP. O ângulo é o ângulo da linha.

Assim:

ZSEC  ZPRI . RTC


RTP

8
Onde:

RTC = relação do TC

RTP = relação do TP

Para se ter um valor aproximado da impedância primária, pode-se admitir que:

Zpri. = 0,8 ohms/mi ou 0,5 ohms/km (para condutores singelos).

Zpri. = 0,56 ohms/mi ou 0,35 ohms/km (para condutores geminados).

A impedância da carga é vista pelo relé de distância como uma corrente e uma
tensão.

No caso de a tensão secundária ligada ao relé ser 66,4 volts e a relação do TC


ter sido escolhida em função da máxima carga, a impedância vista pelo relé durante a
máxima carga será:

VSEC 66,4
ZSEC    13,4ohms
ISEC 5
O ajuste dos relés de distância não deverá nunca atingir o valor da impedância
da carga.

Uma vez que o fator de potência da carga é normalmente próximo de 1, valor


unitário, a impedância da carga é representada por uma área limitada pela impedância
de carga máxima (ZC) e pelas impedâncias das cargas inferiores à máxima, variando
entre os limites de f. p. indutivo e capacitivo.

Figure 7 - Representação da LT e da Carga no Plano R-X. [CAMINHA]

9
6 TIPOS DE RELÉS DE DISTÂNCIA
Existem diversos tipos de relés de distância, de acordo com sua característica
de operação no plano R-X. Os tipos mais conhecidos são:

- Tipo impedância

- Tipo impedância modificado

- Tipo reatância

- Tipo admitância ou mho

- Tipo mho modificado

7 RELÉS TIPO IMPEDÂNCIA

7.1 Princípio de Funcionamento


Consideremos um relé do tipo haste em balanço, no qual são ligados corrente e
tensão secundárias de uma linha de transmissão, Temos:

A equação de torque deste relé será do tipo:

T = K1. I2 – K2 . V2 – K3

No ponto de equilíbrio:

K2 . V2 = K1 . I2 – K3

Dividindo por K2 I2 vem:

V 2 K1 K3
2
 
I K 2 K 2.I 2

V
Sendo Z = I e desprezando-se o termo em K3 (restrição da mola) para
correntes maiores, vem:

K1
Z  cte.
K2

Assim, a sua característica de operação no plano R-X será um círculo com


centro na origem, pois qualquer que seja o ângulo entre tensão e corrente, o limite de
operação do relé corresponderá a um valor Z constante. A característica de operação
no plano V-I está mostrada na Figura 9.

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Figure 8 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X

Figure 9 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X

O relé operará para qualquer Z interno ao círculo, qualquer que seja o ângulo θ.
Para valores de Z externos ao círculo, o torque será negativo.

Para correntes muito pequenas, não é possível desconsiderar a influência da


mola, e a expressão Z fica:

K1 K3
Z= -
K 2 K 2. I 2
Isto é, para correntes baixas, o raio do círculo diminui. Há, portanto, um sub-
alcance. Na Figura 9 está mostrada a característica de operação no plano V-I. Como se
pode ver, a característica tende para uma reta cuja inclinação é o ângulo.

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K1
tg 1
K2
O efeito da mola define a menor corrente capaz de operar o relé com restrição
zero.

7.2 Proteção por Zonas


Abaixo a figura mostra as 3 zonas de um relé de impedância aplicado no
terminal A da linha AB. A unidade direcional é necessária para impedir a operação do
relé para defeitos à esquerda do terminal A. As zonas 1 e 2 fornecem proteção à linha
AB. A proteção de retaguarda das linhas remotas (linha BC, por exemplo) é efetuada
pelas zonas 2 e 3. O tempo de operação, ajustes e circuito de disparo são conforme
descrito anteriormente.

Figure 10 – Característica de Operação do Relé de Impedância no Plano R-X

8 RELÉS TIPO IMPEDÂNCIA MODIFICADO

São semelhantes aos anteriores, sendo porém o centro do círculo deslocado em


relação à origem. Obtém-se o deslocamento somando à tensão outra parcela
proporcional à corrente. A equação de torque ficará:

T = K1 I2 – K2 (V + C.I)2 – K3 ; (V + C.I é uma soma vetorial)

Pequenas variações podem ocorrer na parcela CI, devido à saturação de


componentes do circuito. Por isto, a unidade direcional é necessária.

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Figure 11– Relé de Impedância Modificado. [kindermann]

9 RELÉS TIPO REATÂNCIA

9.1 Princípio de Funcionamento

Um relé de reatância é, basicamente, um relé de sobrecorrente com restrição


direcional. Por construção, faz-se o ângulo do relé  = 90º. Assim, cos (θ –  ) = sen θ.
A equação de torque ficará então:

T = K1 I2 – K2 V.I sen θ – K3

O ângulo θ é positivo quando I está atrasada em relação a V.

No ponto de balanço, o torque será zero. Assim:

K1 I2 – K2 V.I sen θ – K3 = 0

Dividindo-se por I2:

K 1  K 2. V . sen   K23
I I

Sendo:

V . sen  Z . sen  X
I

K1 K3
X 
vem, K 2 K 2. I 2

Ou, desprezando-se K3:

13
K1
X   cte.
K2
A característica de operação será, portanto, uma reta horizontal, passando pela
ordenada: X = K1/K2.

Figure 12– Relé de Reatância. [KINDERMANN]

A componente resistiva de Z não tem efeito sobre o relé, pois para qualquer
ponto abaixo da reta característica, o relé irá operar. O efeito da mola faz baixar a reta
que representa a característica de operação para correntes muito pequenas.

9.2 Unidade de Partida

Os relés tipo reatância necessitam ser supervisionados por outro relé chamado
de unidade de partida, para evitar que operem para a corrente de carga ou para faltas
no sentido inverso. Para esta função usa-se uma unidade tipo admitância ou mho, a
qual é também usada como 3ª zona, e cujo princípio de funcionamento será
apresentado a seguir.

9.3 Proteção por Zonas

A Figura 1.13 mostra as 3 zonas de um relé tipo reatância com unidade de


partida. O relé está localizado no terminal A da linha AB.

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Figure 13– Relé de Reatância. [KINDERMANN]

Os tempos de operação, os ajustes e o circuito de disparo são conforme descrito


anteriormente.

10 RELÉS TIPO ADMITÂNCIA OU MHO


10.2 Princípio de Funcionamento
Um relé tipo admitância ou MHO é basicamente um relé direcional com
restrição por tensão. Em consequência, sua equação de torque será:

T = K1 . V . I. cos (θ –  ) – K2 V2 – K3

Os ângulos θ e  são positivos quando I está atrasada em relação a V. No


ponto de equilíbrio:

K2 V2 = K1 V . I. cos (θ –  ) – K3

Dividindo por K2 V. I:

V K1 K3
 . cos(   ) 
I K2 K 2..V .I

Desprezando o efeito da mola e considerando-se V/I = Z

K1
Z . cos(   )
K2

Esta equação é semelhante àquela deduzida para os relés direcionais, porém


não possui o fator V2.

Assim, pode-se ver que a característica de operação dos relés tipo admitância é
independente da tensão, desde que esta tensão seja superior ao mínimo necessário para
operar o relé.

15
Pela equação de torque do relé pode-se notar, que quando a tensão tende a zero,
os termos que representam o torque de operação (K1 . V. I. cos (θ –  ) e de restrição
(K2 V2) tendem também a se anular, prevalecendo o conjugado da mola (K3).
Entretanto, em condições normais do sistema de transmissão, poderá ocorrer a
operação indevida do relé, em consequência de curto-circuito ou queima de um fusível
no circuito de tensão, já que a restrição diminui proporcionalmente ao quadrado da
tensão, enquanto que a diminuição do torque é linear com a tensão[6].

A Figura a seguir mostra a característica de operação de um relé mho no plano


R-X. Os valores de impedância produzirão torque positivo quando internos ao círculo
e negativo quando externos.

Figure 14 – Relé de Reatância. [CaesCaes]

10.2 Proteção por Zonas

Está mostrado na Figura baixo um relé tipo mho com 3 zonas de proteção. Os
tempos de operação, ajustes e circuito de disparo seguem o descrito anteriormente.

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Figure 15– Relé de Reatância. [KINDERMANN]

11 RELÉS TIPO MHO MODIFICADO OU DESLOCADO

Usando-se uma parcela de corrente para reforçar a restrição, a equação de


torque fica:

T = K1 VI cos (θ – ς) – K2 (V + CI)2 – K3

O efeito é o deslocar o círculo em direção à origem.

Este relé é utilizado na função de bloqueio dos relés de distância durante


oscilações de potência, conforme será explicado mais adiante. É utilizado também
como proteção de 3ª zona, substituindo o relé mho para operar durante curto-circuitos
muito próximos ou no próprio barramento. Sua característica de operação está
mostrada na Figura.

Figure 16 – Relé Mho Modificado [CAMINHA]

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] – CAMINHA, Amadeu C. Introdução à proteção dos sistemas elétricos. São


Paulo, Editora Edgard Blucher Ltda. 1ª reimpressão,1978.

[2] – ELGERD, Olle. Introdução ao sistema de energia elétrica.

[3] – SCHNEIDER. MiCOM P43x. Acessado 03-04-2015 em: http://www.schneider-


electric.com

[4] – KINDERMANN, Geraldo.

[5] – GUIMARÃES, Ademir Carnevalli. Proteção de Sistemas Elétricos.

[6] – CaesCaes, Allan. Proteção de Sistemas Elétricos.

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