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AQUISIÇÃO

ORAL E ESCRITA

Ana Carla Vogeley


Juliene Pedrosa
Aquisição Fonológica
Aquisição Fonológica
• Yavas (1988), Ingram (1989), Hernandorena
(1990), Lamprecht (1990) e Freitas (1997)
propõem três estágios na aquisição
fonológica:
• Estágio pré-lingüístico (de 0:1 até 1:0);
• Estágio da fonologia - 50 primeiras palavras
(de 1:0 a 1:6);
• Estágio de desenvolvimento fonológico (de 1:6
a 4:0).
Aquisição Fonológica
• Segundo Lamprecht (2004), entre o nascimento e a idade,
aproximadamente, de cinco anos, ocorre o processo de
maturação fonológica.

• Esse processo é gradativo, não-linear e com variações


individuais.

• O resultado desse desenvolvimento é o estabelecimento de


um sistema fonológico condizente com o alvo-adulto, que é a
fala do grupo social em que a criança está inserida.

(LAMPRECHT, 2004, p. 193)


Aquisição Fonológica
• A criança adquire pistas que facilitam seu
desenvolvimento fonológico.
• Para que realize assimilações que tornem os segmentos
mais próximos e mais parecidos, faz generalizações no
uso dos fonemas, através de traços comuns e traços
distintivos.
• Até 3m: a criança ainda não atribui valor distintivo aos
sons da língua. Sua percepção à fala do adulto é
estritamente fonética.
• + ou - 8 m: crescimento na capacidade fonológica e a
habilidade de discriminação fonética começa a diminuir -
ganho fonológico, pois começa a distinguir as diferenças
úteis no sistema fonológico - Curva em U.
Desenvolvimento fonológico pré-
linguístico
Oller (1980) e Stark (1980)
Estágio Idade Tipo
(em
meses)
Estágio 1- Estágio da 0-1 Sons vocálicos e consonantais
Fonação faríngeos e fonação com a boca
fechada.
Estágio 2- Estágio “Goo” 2-3 Consoantes velares (/k/; /g/)
Estágio 3-Estágio da 4-6 Vogais fortes e consoantes
Expansão bilabiais.
Estágio 4- Estágio 7-10 Padronizado, combinações
canônico consoantes-vogais, balbucio
reduplicado” (mama, papa), e não-
reduplicado (ada)
Estágio 5- Estágio do 11-12 Balbucio diversificado e entonação
balbucio diferenciado
Aquisição e ordenamento
de segmentos e de
estruturas
ESTÁGIO LINGUÍSTICO
Vogais: a > i, u > e, o > ɔ,  (BONILHA, 2000; RANGEL, 2002)
Oclusivas e nasais: p, t, k > b, d > g > m, n >  (FREITAS, 2004)
Fricativas: v, f > z, s > ,  (OLIVEIRA, 2002; 2004)
Líquidas: l > > r (MEZZOMO E RIBAS, 2004)
Coda ou consoante em final de sílaba (LAMPRECHT, 2004)
Ataque complexo (encontro consonantal): C2 = /r/ > /l/ (WERTZNER, 1994)
Aquisição Fonológica
• Na época de produção de fala propriamente dita (+ ou - 1 ano), a criança
entra em uma fase de conflito entre o sistema fonológico do adulto-alvo
e suas limitações na capacidade de categorização de sons, articulação,
planejamento motor, memória fonológica e processamento auditivo
(LAMPRECHT, 2004).
• Nesse momento, a criança começa a usar estratégias, como uma
tentativa de adequar as realizações do sistema-alvo ao seu sistema
fonológico. Esse é o grande salto da Teoria da Fonologia Natural – o
estudo dos processos fonológicos (STAMPE, 1973).
• Esses processos de simplificação são naturais porque derivam das
necessidades e dificuldades de articulação e de percepção do ser
humano. Além de naturais, são inatos e universais, pois são limitações
com as quais as crianças nascem e vão superando à medida em que
vão convivendo com a língua (YAVAS; HERNANDORENA;
LAMPRECHT, 1991).
Aquisição e processos
fonológicos
• Lamprecht (2004)  estratégias de reparo.
• As crianças substituem segmentos ou estruturas
silábicas que ainda não dominam por aqueles
que já adquiriram.
Processos de omissão ou estruturação silábica
(nível silábico):

Apagamentos: Outros Processos:

Ataque Simples:
líquida inicial - rato  ['atu]
Coda: fricativa final Metátese
nasal intervocálica –
dois  [„doi] verde ['vredi]
sabonete  ['eti]
devagar  [diga'va]
líquida intervocálica -
borboleta  [bobo'eta]
Coda: líquida Ataque complexo:
Epêntese
medial Redução do encontro
brabo  [ba'rabU]
carne  ['kani] blusa  ['buza]
Sílabas Átonas
Reduplicação
bicicleta  [bi'kEta]
geléia  [lE'lE]
dormindo  ['midU]
Processos de substituição (nível segmental):

Dessonorização de obstruintes Plosivização


abre  ['api] Suco  ['tuku]

Anteriorização Posteriorização
queijo  ['kezu] sapato [ʃa'patu]

Substituição de líquida não-lateral por


Semivocalização de líquidas
lateral
cenoura  ['noja]
buraco  [bu'laku]
AQUISIÇÃO DO SISTEMA
DE ESCRITA
LÍNGUA PORTUGUESA:
ESCRITA
A língua portuguesa utiliza um sistema alfabético ortográfico
porque busca representar os sons através de um sistema
fonográfico já normatizado pela ortografia, que, consoante
Lemle (1988), apresenta o seguinte mapeamento:

1. Uma letra representando um som na fala (P  /p/);

2. Mais de uma forma escrita para um único som (S, SS, C, Ç,


SC, SÇ, XC, X  /s/) ou mais de um som representado por
uma única forma escrita (/e/ e //  E);

3. A representação escrita das variações da fala (t  /t/ ~ /t/).


QUADRO 1: Relação Biunívoca entre
Grafema e Fonema

LETRA SOM EXEMPLO


A /a/ Aluno, cadeado
B /b/ Bola, cabo
D /d/ Dama, cedo
F /f/ Fato, garfo
H  Hora, história
J // Janela, caju
K /k/ Kilograma, kiwi
L /l/ Lata, mola
M /m/ Mata, cama
N /n/ Nata, cana
P /p/ Pato, capa
T /t/ Tapa, pote
V /v/ Vaca, carvão
Y /i/ Yago
QUADRO 2: Relação Não-Biunívoca entre Grafema e
Fonema
SOM LETRA E EXEMPLOS
CONTEXTO DE USO
[ã] Ã  vogal nasalizada Anão, então, sã, anã
A + Consoante Nasal Antes, cantam
[õ] Õ  vogal nasalizada Corações, peões
O + Consoante Nasal Ontem, decompor, som, tom
/s/ C  antes de E ou I Ceifar, mercearia, cidade, acima
Ç  antes de A, O, U no meio da palavra Coração, maçã
S  no início de palavras ou depois de consoante Sapo, silêncio, ânsia, consolar
SS  entre vogais Passo, assado
SC  entre vogais, sendo a segunda vogal E ou I Nascer, discípulo
SÇ  entre vogais, sendo a segunda vogal A ou O Cresça, floresço
XC  entre vogais, sendo a segunda vogal E ou I Excesso, excipiente
X  entre vogais Sintaxe, máximo, próximo
/g/ G  antes de A, O, U Galinha, gosto, gula
GU  antes de E ou I Guerreiro, guincho
// G  antes de E ou I Gengibre, girafa
J  em todos os contextos Janela, jeito, jiló, queijo, caju
/k/ C  antes de A, O, U Cadeira, louco, cuco
QU  antes de E ou I Queijo, quilo
/x/ R  na sílaba inicial da palavra Rato, reino
RR  entre vogais Carro, pirraça
// CH  em todos os contextos Chalé, cheiro, chinelo, choque, bicho, chuva
X  em todos os contextos Xadrez, xereta, xícara, queixo, xucro
/z/ Z  em todos os contextos Zagueiro, rezar, zebra, jazigo, zona, zumbi
S  entre vogais Casa, rosa, riso
X  entre vogais Exame, exercício, exílio
QUADRO 2: Relação Não-Biunívoca entre Grafema e
Fonema
LETRA SOM E EXEMPLOS
CONTEXTO DE USO
/e/  em sílaba tônica Medo, dele, cabelo, ipê
E //  em sílaba tônica Aquela, dela, belo, pé
[e]  vogal E seguida de consoante nasal Então, embolar, agenda, calendário
[ej]  vogal E seguida de consoante nasal em final de palavra Tem, também, contém, vintém, parabéns
O /o/  em sílaba tônica Bolo, agogô, tijolo
//  em sílaba tônica Bola, mole, cipó
I /i/  em qualquer sílaba Pipa, catita, saci, lidar, citar
[]  vogal I seguida de consoante nasal Ímpar, capim, pingo, motim
U /u/  em qualquer sílaba Uva, Urubu, caju
[U]  vogal U seguida de consoante nasal Umbu, atum, mundo
C /s/  antes de E ou I Ceifar, mercearia, cidade, acima
/k/  antes de A, O, U Carro, coragem, culinária
QU /k/  antes de E ou I Querido, aquela, quilo
/kw/  antes de A, E, I Aquarela, sequela, tranquilo
G /g/  antes de A, O, U Galinha, gosto, gula
//  antes de E ou I Gengibre, girafa
R /r/  entre vogais Caro, pirar
/x/  entre vogais Carro, pirraça
S /s/  no início de palavras ou depois de consoante Sapo, silêncio, ânsia, consolar
/z/  entre vogais Casa, rosa, riso
W /w/  no início de palavras Wattímetro, William
/v/  no início de palavras Wanderléia
X /s/  entre vogais Sintaxe, máximo, próximo
/z/  entre vogais Exame, exercício, exílio
//  em todos os contextos Xadrez, xereta, xícara, queixo, xucro
/ks/  entre vogais e após vogal em final de palavra Sexo, táxi, fax, látex
Quadro 3: Relação dos aspectos variáveis da fala com a
escrita - Consoantes
PROCESSOS LETRA SOM EXEMPLOS
[]  entre vogais Mulher, velho
SIMPLIFICAÇÃO LH [li]  antes de [a, o, u] Palha, piolho
DA PALATAL: [l]  antes de [e] , [I] Colher, mulher, molhe
LATERAL E [j]  entre vogais Palhaço, espelho
NASAL []  entre vogais Manhã, sonho
NH [n]  antes de [i] Companhia
Nasalização da vogal anterior + [] Dinheiro, galinha, caminhão
[t]  em todos os contextos Tudo, contigo, mato
PALATALIZAÇÃO T [t]  precedido de [j] ou seguido de [i]/[] Destino, pente, muito
[d]  em todos os contextos Dado, cadeado, dito
D [d]  precedido de [j] ou seguido de [i]/[] Ditado, desde, doido
[], [w]  meio e final de palavra Caldo, mel, anel
CONSOANTES EM VOGAL + L []  precedido por [u] no meio da palavra e no final da palavra Multa, sul
POSIÇÃO DE [h]  antes de consoante surda e final absoluto de palavra Carta, amor feliz, mar#, amar#
CODA VOGAL + R []  antes de consoante sonora Carga, mar negro
[]  final de palavra Agir#, amor#, ser feliz
VOGAL + M Campo, passagem
(antes de P e B)
VOGAL + N Vogal Nasalizada Canto, pólen, ontem
(antes das demais
consoantes)
VOGAL + X [s], []  antes d consoante surda Expectativa, texto

[s], [], [h]  antes de consoante surda ou em final absoluto de palavra Deste, desfazer, mas foi, mas#
VOGAL + S [z], [], []  antes de consoante sonora Desde, desligar, mas menina
[]  em final absoluto de palavra Mas, dois, três
[s], [], [h]  antes de consoante surda ou em final absoluto de palavra Dez casas, dez#
VOGAL + Z [z], [], []  antes de consoante sonora Dez dias
[]  em final absoluto de palavra Dez, arroz, faz, vez
Quadro 3: Relação dos aspectos variáveis da fala com a
escrita - Vogais

PROCESSOS LETRA SOM EXEMPLOS

VOGAL Ditongo  em todos os contextos Leite, cai, viu, sou


MONOTONGAÇÃO +SEMIVOGAL Monotongo  em contextos propícios ao Caixa, feira, couro, outro
E DITONGAÇÃO apagamento da semivogal
Vogal  em todos os contextos Arroz, luz, paz, mas, três
VOGAL Vogal + [j]  seguido por contexto coronal Arroz, luz, paz, mas, três
[e]  em sílabas átonas Felicidade, elefante
[]  em sílabas átonas Festa, elefante
ALÇAMENTO E E []  em sílabas átonas Pente, feliz
SEMIVOCALIZAÇÃO [j]  junto a uma vogal para formar um ditongo Põe, corações, mãe
DAS VOGAIS nasal
[o]  em sílabas átonas bobagem, joelho
[] em sílabas átonas coruja, colher (subst.)
O [U]  em sílabas átonas Bobo, coruja, ovo
[w]  junto a uma vogal para formar um Mão, pão, chão
ditongo nasal
[i]  em sílabas tônicas e átonas Lidar, fino, cabide, saci
I [j]  junto a uma vogal para formar um ditongo Boi, cai, fui, beijo
[u]  em sílabas tônicas e átonas Urubu, angu, tatu
U [w]  junto a uma vogal para formar um Mau, céu, sou
ditongo
Consciência Fonológica
• Consciência no nível das sílabas: manipulação oral da estrutura
silábica – segmentação da palavra em sílaba. A criança adquire mais
cedo esse nível de consciência, sendo capaz de perceber a
quantidade de sílabas da palavra, como por exemplo, as palavras
PICOLÉ e SAPO que podem ser segmentadas oralmente em
unidades menores.
• Consciência no nível intrassilábico: manipulação de unidades
menores do que uma sílaba. A criança consegue manipular palavras
que possuem os mesmos sons iniciais (aliterações) e palavras que
possuem os mesmos sons finais (rimas).
Consciência Fonológica
• Consciência no nível dos fonemas: envolve a capacidade de
identificar e manipular as unidades de som da palavra menores
do que a sílaba, os sons das letras – um único segmento: o
fonema. Ao segmentar a palavra MALA, a criança consegue
reconhecer os vários sons que constituem a palavra: [m] [a] [l]
[a].

• Considerando a relação dos níveis de consciência fonológica


com a aquisição da escrita alfabética percebe-se que os níveis
silábico e intrassilábico já se consolidam antes ou durante o
processo de alfabetização: entretanto, o nível fonêmico,
considerado o mais complexo, será consolidado no decorrer do
processo formal do ensino da língua escrita.
Hipóteses de Escrita
• As pesquisas de Ferreiro e Teberosky (1999), pautadas na concepção piagetiana de
aprendizagem, pontuaram o percurso percorrido por crianças em processo de aquisição da
escrita alfabética, observando etapas de evolução da escrita, representadas por quatro
hipóteses, sucessivamente: hipótese pré-silábica, hipótese silábica, hipótese silábico-
alfabética e hipótese alfabética.
• Hipótese pré-silábica: dividida em dois níveis, um que inicia o processo de construção
da escrita, mediante as primeiras tentativas de escrita da criança, desde as garatujas e
grafismos que substituem as letras (nível 1) até a elaboração da hipótese de que os
símbolos que se usam para escrever são as letras, porém, ainda com modelos de escrita
com quantidade fixa de grafias e variedades de grafias (nível 2), como exemplo: escreve
IBCARI para DINOSSAURO.
• Hipótese silábica: caracterizada pela compreensão de que cada letra representa uma
sílaba, caracterizando-se por apresentar dois níveis de escrita: inicialmente sem valor
sonoro, designada de hipótese silábica quantitativa, na qual já é capaz de perceber a pauta
sonora, atribuindo uma letra para cada sílaba, porém essas letras não representam os sons
da palavra, como por exemplo: escreve A M para GATO. Logo em seguida, evolui para o
segundo nível, a hipótese silábica qualitativa, em que a criança ativa o processamento
fonológico, percebe a relação entre o oral e o escrito, construindo a hipótese de que os
sons da fala podem ser representados pela escrita, escrevendo, como por exemplo: A O
para GATO.
Hipóteses de Escrita
• Hipótese silábico-alfabética: fase de transição de passagem da hipótese
silábica para alfabética: a criança já é capaz de analisar a palavra de
diferentes pontos de vista, ora representa a sílaba apenas com uma letra
correspondente ao valor sonoro, ora representa a sílaba por todas as letras que
a compõem, como por exemplo: a criança escreve K M LO para CAMELO.
É uma fase conflituosa para a criança, que analisa mais profundamente as
unidades sonoras da palavra, ela já percebe que não basta apenas uma letra
para representar a sílaba.
• Hipótese alfabética: o processo de evolução da escrita finaliza com a
aquisição da escrita alfabética, quando a criança já compreende a
correspondência entre os caracteres da escrita os valores sonoros menores
que a sílaba (fones/fonemas) e sistematicamente analisa os fonemas das
palavras que vai escrever.
Já consolidada a escrita alfabética simultaneamente com o desenvolvimento
da consciência fonológica resta à criança enfrentar as dificuldades do sistema
ortográfico, visto que as dificuldades do sistema alfabético de escrita, no
sentido estrito, já foram superadas.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=N0jC-gZ9QUY (Alfabetização – Fases da Escrita)

 http://www.youtube.com/watch?v=Ne0ImYjWuf8 (Alfabetização – apropriação do sistema alfabético – Parte 01)

 http://www.youtube.com/watch?v=XOzoVHyiDew (Fala e Escrita – Parte 01)


http://www.youtube.com/watch?v=6y9xK-9bbcw (Fala e Escrita – Parte 02)
http://www.youtube.com/watch?v=UqSfGyR1ERA (Fala e Escrita – Parte 03)

http://www.youtube.com/watch?v=Gb_HDtzgmGo (Alfabetização e Letramento – Parte 01)


http://www.youtube.com/watch?v=M-VMUXdzbR8 (Alfabetização e Letramento – Parte 02)

http://www.youtube.com/watch?v=NCo5ybibn5Q (Construção da Escrita: primeiros passos – Parte 01)


http://www.youtube.com/watch?v=icFlW3OjesE (Construção da Escrita: primeiros passos – Parte 02)
http://www.youtube.com/watch?v=fXG_LUhZnA8 (Construção da Escrita: primeiros passos – Parte 03)
http://www.youtube.com/watch?v=LjHqG3r2_9w (Construção da Escrita: primeiros passos – Parte 04)
http://www.youtube.com/watch?v=YZ4ZcH0Gay4 (Construção da Escrita: primeiros passos – Parte 05)

http://www.youtube.com/watch?v=oXoGEHyGQzY (Construção da Escrita – Parte 01)


http://www.youtube.com/watch?v=BAzeoLfQerM (Construção da Escrita – Parte 02)
http://www.youtube.com/watch?v=3iNn-XsuH-4 (Construção da Escrita – Parte 03)
http://www.youtube.com/watch?v=nm2eUG5fBE0 (Construção da Escrita – Parte 04)
http://www.youtube.com/watch?v=sW7-fPifdQY (Construção da Escrita – Parte 05)
http://www.youtube.com/watch?v=Od6yqMsOYpM (Construção da Escrita – Parte 06)

http://www.youtube.com/watch?v=0YY7D5p97w4 (Emília Ferreiro 1)


http://www.youtube.com/watch?v=V2myaSubdbo (Emília Ferreiro 2)

http://www.youtube.com/watch?v=-YP-7l6oAZM (Magda Soares 1)


http://www.youtube.com/watch?v=Q9_SQLyzvGo (Magda Soares 2)
http://www.youtube.com/watch?v=PsJHA0AbNE4 (Magda Soares 3)

http://www.plataformadoletramento.org.br/hotsite/aprendizado-inicial-da-escrita/
(Programa de avaliação da escrita inicial)