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Introdução

O ser humano na qualidade de pessoa possui características inerentes à sua propria essência
tais como sentimentos (generosidade, amor, compaixão, raiva e outros) que moldam e
determinam a sua personalidade e o fazem diferente dos outros.
Na realidade, personalidade é um conjunto traços distintinvos que moldam, influenciam e
determinam a vida humana diferindo cada indivíduo de outros.
E o professor como ser humano possui uma personalidade, ou seja, caracteristicas inerentes à
sua própria essencia que o tornam diferente dos outros e determinam sua vida ou acções.
A personalidade do professor, assim como de qualquer ser humano, interfere de forma
positiva ou negativa tanto na vida pessoal como na vida profissional. O “eu” do professor
deve ser algo esmerado, com o intuito de que tal procedimento o torne um ser com auto –
estima elevada e desta forma possa contribuir com o desenvolvimento humano, físico e
espiritual de seus discentes. (SOUSA et all, 1989: 10).
Portanto, é no ambito do trabalho do professor como um agente de Processo de Ensino e
Aprendizagem e como um ser que possui sua própria individualidade que dita e determina as
suas accoes que o presente trabalho se assenta, a saber, estudar a personalidade do professor
nas actividades do Processo Educativo.
Objectivos

Geral

 Estudar os conceitos de personalidade do professor e avaliação no processo de Ensino


e Aprendizagem.

Específicos

 Analisar os conceitos de personalidade e avaliação;


 Apresentar o conceito de personalidade do professor no PEA;
 Estabelecer o conceito de avaliação no PEA.

Metodologia

Revisao Bibliográfica

No pensar de Rudio (1980) “Não se pode fazer pesquisa válida sem consultar livros e outras
obras, em cada uma das fases do processo”.

Assim sendo, com base na revisao bibliográfica fez-se o levantamento de conteúdos teóricos
em diversas referências bibliográficas que abordam sobre o tema ou assunto em estudo para a
leitura, análise e reflexão dos mesmos visando compor a parte teórica do trabalho para a
validade, confidencialidade e integridade do trabalho.
Personalidade

A palavra personalidade provém latim personare que literalmente significa “que serve para
fazer soar” e do grego prósopon tendo o sentido de pessoa e significa literalmete “máscara”,
isto é, aquilo que um determinado actor punha em seu rosto numa peça teatral.
Assim sendo, a personalidade como um traço humano designa todos os papeis representados
pelo homem no teatro da vida quotidiana numa relacao com o mundo e consigo mesmo.

A personalidade consiste na organização dinâmica e característica do indivíduo, das suas


estruturas ou sistemas psicológicos e da sua interação com o meio, considerando-se a
individualidade do organismo estruturado e a natureza do ambiente circundante (VALLE,
2003).
Personalidade é a totalidade do ser humano, tal como parece aos outros e a si próprio, na sua
unidade, singularidade, interioridade, autonomia e valor em si.

 Singularidade – o ser humano é uno, original, individual, irrepetível e insubstituível;


 Unidade – o ser humano é composto de diversificadas partes (corpo físico, razão,
emoções, entre outros aspectos) que formam um todo coeso ou completo;
 Interioridade – o ser humano é um espaço de reserva e de intimidade inacessível ou
inviolável, ou seja, é um ser moralmente consciente;
 Autonomia – o ser humano na qualidade de pessoa é livre para agir e tomar decisões,
isto é, governa e determina a si mesmo;
 Valor em si – o ser humano é um valor absoluto e, como tal, não pode ser usado
como um meio ao serviço de um fim. Pois fora a isso estar-se-ia a coisificar a pessoa.

Personalidade do professor

Por personalidade do professor, refere-se a toda gama de características pessoais que


podem afectar o modo como este realiza suas tarefas, partindo dos seus sentimentos,
emoções, pensamentos, atitudes, comportamentos, motivos, tomadas de decisão e até o seu
projecto de vida.
Características da personalidade do professor

O Professor como um verdadeiro professor

Segundo Lichtenberg, et all (1998), verdadeiro professor é todo aquele que deseja comunicar-
se com outras pessoas e que considera não só a escola, mas toda a comunidade como seu
local de trabalho. É todo aquele que procura entrar em diálogo com outras pessoas e com elas
criar actividades e desenvolvimento. O verdadeiro professor é aquele que pode influenciar
ampla e positivamente a comunidade local (LICHTENBERG, et all, 1998). É todo aquele que
está sempre em interacção com os seus alunos e com a população local.

O Professor como um bom professor

O bom professor é aquele que valoriza as potencialidades do aluno. Este precisa sentir que é
aceite, amado e respeitado. Sua actividade deve ser uma manifestação de ternura e vigor.

O bom professor na construção de colectivo em sala de aulas, educa para a responsabilidade


desenvolvendo a auto-estima e a auto-confiança. O bom professor não sabe apenas mediar o
conhecimento, mas é o motivador, articulador, doador e esclarecedor. É alguém que leva o
aluno a reconstruir suas estruturas e construir outras novas, não levando simplesmente à
memorização e acumulação passiva da informação. É aquele que cria e aplica actividades
interessantes, ricas e variadas, em função das características, necessidades e realidade dos
alunos.construindo um clima de estimulação, cooperação, autonomia, confiança, parceria e
sucesso do aluno.

Qualidades do Professor como um bom professor


São aspectos que caracterizam um bom professor:

 Criar condições para que a aprendizagem ocorra por meio de materiais didácticos
eficientes, perguntas ou tarefas individuais ou colectivas de elevada expectativa para
aprendizagem e expressão de opinião ou sentimentos;
 Possuir formação, certificação e instrução formal para o professorado (normativa,
alternativa ou provisória) dentro das suas áreas de domínios;
 Ser uma pessoa dedicada, justa e respeitadora;
 Dedicar tempo extra à preparação e reflexão pedagógica na revisão constante de seu
trabalho;
 Minimizar o tempo lectivo através de uma gestão e organização eficazes da sala de aulas;
 Melhora o processo de instrução diversificando as estratégias, actividade e tarefas
pedagógicas;
 Apresentar os conteúdos aos estudantes de uma forma expressiva, susceptível de
desenvolver a sua compreensão;
 Define actividades para serem feitas independentemente;
 Faz avaliação (sistemática, contínua) para consolidar a aprendizagem;
 É humilde e sente necessidade de crescimento pessoais, por que compreende a grande
responsabilidade da função que exerce;

Interacção do Professor com o aluno


 Um eficiente e bom professor é amistoso, simpático, de trato fácil e acessível
(profissionalmente aberto e não confinado ou isolado) para os seus alunos;
 Demonstra interesse pelas vidas dos seus alunos, respeitando-os individualmente criando
um saudável sentido lúdico e vontade de brincar com os seus alunos;
 Promove o crescimento dos alunos, explorando, de uma forma integrada, as suas
potencialidades ao nível intelectual, físico, emocional e cívico;
 Ajuda os alunos a desenvolverem a sua identidade própria, aprenderem mais sobre a
herança cultural do seu país, respeitando a diversidade cultural, linguística e étnica;
 Engaja os alunos na busca de soluções honestas para os diferentes problemas;

 Selecciona e organiza conteúdos, escolher métodos e organizar e dirigir o trabalho da


turma.

Atitudes do Professor face à profissão docente


 Um verdadeiro professor conhece, aceita e faz cumprir a responsabilidade dos alunos;
 Participa num ambiente de trabalho escolar e colaborativo;
 Estabelece elevadas expectativas para si próprio e para seus alunos;
 Está convencido do valor do seu trabalho. Seu desejo é exercer cada vez melhor a
profissão que exerce.

O Professor na concretização das aulas:

 Define os objectivos adequados ao nível dos alunos;


 Lecciona conteúdos do programa;
 Discerne o conteúdo essencial do acessório;
 Prepara o material a utilizar na aula com cuidado e com antecedência;
 Planifica o trabalho para casa numa perspectiva de criação nos alunos de hábitos de
trabalho (BERNARDO, 2012: 6).

Organização das aulas do professor


 Um professor verdadeiro tem materiais preparados antes da aula;
 Reforça os procedimentos capazes de apoiar o conhecimento aos alunos sobre o que fazer
e quando o fazer com o mínimo de repetições das orientações;
 Providencia espaços de aprendizagem para armazenar os materiais de forma eficaz;
 Solicita, convida e estimula o aluno.

O Professor como o controlador da aprendizagem dos alunos na utilização das suas


conclusões para implementar o seu progresso
 O Professor deve acompanhar a aprendizagem dos alunos utilizando mecanismos de pré e
pós-avaliação, fornecendo um feedback oportuno e informativo; o que implica
eventualmente voltar a explicar aos alunos a matéria que ainda não consigam dominar na
perfeição;
 Identificar potenciais concepções erróneas que podem ocorrer durante a instrução e
supervisionar os alunos de modo a poderem descobrir sinais dessas mesmas concepções;
 Demonstrar a eficácia através de todas as capacidades dos seus alunos, no contexto da
aula, independentemente da diversidade académica;
Avaliação
Conceito

Avaliar vem do latim a+valere e significa atribuir valor ou merito a uma pessoa ou objecto.
Ou seja, avaliar é emitir um juízo ou proferir uma sentença; é dizer se algo é bom ou mau,
bonito ou feio.

Para Kraemer (2006), avaliação vem do latim, e significa valor ou mérito ao objecto em
pesquisa, junção do acto de avaliar ao de medir os conhecimentos adquiridos pelo individuo.
É um instrumento valioso e indispensável no sistema escolar, podendo descrever os
conhecimentos, atitudes ou aptidões que os alunos apropriaram. Sendo assim a avaliação
revela os objectivos de ensino já atingidos num determinado ponto de percurso e também as
dificuldades no processo de ensino aprendizagem.

Segundo Libânio (1994) avaliação é um instrumento permanente do trabalho docente, tendo


como propósito observar se o aluno aprendeu ou não, podendo assim reflectir sobre o nível de
qualidade do trabalho escolar, tanto do aluno quanto do professor, gerando mudanças
significativas.

Para Luckesi, "A avaliação só nos propiciará condições para a obtenção de uma melhor
qualidade de vida se estiver assentada sobre a disposição para acolher, pois é a partir daí que
podemos construir qualquer coisa que seja.”

Portanto, conclui-se que avaliação no ambito escolar é um processo que consiste em


determinar até que ponto os alunos e o professor atingiram os seus objectivos no decurso do
processo de aprendizagem. Ou seja, é um processo contínuo do trabalho docente que visa
verificar o grau de assimilação dos conteúdos ministrados ao aluno e como consequencia sua
qualidade como professor no processo de ensino.

Métodos de avaliação
Os métodos de avaliacao são:

 Formal - consiste na redução periódica de testes;


 Informal - consiste numa avaliação levada a cabo no dia-a-dia muitas vezes
realizadas de uma forma casual, na sala de aula ou fora dela.
Formas ou tipos de avaliação
Os tipos ou formas de avaliacao são:

 Diagnóstica - consiste em verificar as experiências que os alunos têm sobre a matéria a


ser leccionada; é uma avaliação que se realiza no início do processo educativo (inicio do
ano lectivo, semestre, unidade temática, tema ou aula). Determina a situação em que se
encontra inicialmente o aluno, ou então as causas das dificuldades de aprendizagem com
vista a sua correcção, ou as capacidades do aluno a potenciar com novos métodos.
 Prognóstica - consiste em prever o sucesso ou fracasso do aluno numa determinada
matéria; é uma avaliação que tem a função de dar uma orientação escolar e profissional
do aluno. Um exemplo é o exame de admissão a um curso ou emprego.
 Formativa: (Inclui a diagnostica e a contínua / permanente) - é uma avaliação feita
durante a aula; tem a função de informar o professor, aluno, encarregados de educação
sobre o nível de realização dos objectivos do programa do ensino. Permite verificar o
progresso dos alunos em relação aos objectivos propostos, possibilitando a correcção de
eventuais desvios, ou seja, pretende averiguar se aprendizagem está a decorrer como o
previsto. É uma avaliação que incide sobre segmentos curtos da matéria.
 Sumativa ou somativa: é uma avaliação feita com base nos testes e exames. Visa
realizar um balanço do aproveitamento do aluno no fim de uma unidade de ensino, de um
período escolar, do ano lectivo ou curso, face aos quais o aluno obtém uma classificação,
um certificado ou um diploma. Esta avaliação deve ser conjugada com a formativa. A
avaliação sumativa incide sobre segmentos já vastos da matéria; selecciona pontos
relevantes desses segmentos para a avaliação.
 Avaliação Aferida - Pode ser de âmbito nacional, regional e local e consiste na
elaboração de provas escritas a realizar pelos alunos. É concebida e coordenada pelo
Ministério da Educação e tem como objectivo medir o grau de cumprimento dos
objectivos curriculares, controlar a qualidade do sistema educativo, fundamentar
mudanças na organização do ensino e contribuir para a sua credibilidade. Pode realizar-se

Funções de avaliação

 A avaliação para fins de diagnósticos - visa verificar os pré-requisitos que os alunos


têm em relação a matéria que está para ser leccionada;
 Avaliação para fins de prognósticos - visa prever o sucesso ou insucesso do aluno na
aprendizagem de uma determinada matéria;
 Avaliação para fins de recuperação - visa identificar os alunos que não acompanham
devidamente a matéria e que precisam um apoio especial/ trabalho de recuperação.

Instrumentos de avaliação

 Observação por parte do professor;


 Entrevista;
 Questionário;
 Tarefas e testes elaborados pelo professor (T.P.C., trabalhos de investigação, portefólios,
testes orais e escritos);
 Exames, um meio mais formal e público de medir o nível alcançado por cada aluno em
relação aos objectivos do curso;

Instrumentos de registo dos dados de avaliação

 Pautas;
 Verbetes;
 Cadernetas;
 Certificados ou diplomas;
 Ficha de desempenho do aluno.

Tipos de perguntas de avaliação

Testes subjectivos

 Perguntas abertas - são aquelas perguntas nas quais o aluno desenvolve a sua própria
resposta. Como por exemplo quando se diz: “faça uma composição sobre o Dia da
Independência Nacional”.

Vantagem

 Permitem avaliar as atitudes, a capacidade de redigir, organizar ideias, caligrafia e


capacidade de argumentação;
 Permitem avaliar as seis categorias do domínio cognitivo (conhecimento, compreensão,
aplicação, análise, síntese e avaliação).

Desvantagem

 Avalia-se poucos conteúdos (faz-se poucas perguntas);


 Perde-se muito tempo na correcção das provas;
 Maior subjectividade por parte do professor na correcção (a correcção depende muito do
professor);
 Para corrigir este tipo de perguntas numa prova, corrige-se pergunta por pergunta e não
prova por prova.

Testes objectivos
Perguntas fechadas (testes objectivos) - são aquelas que as respostas possíveis estão
previstas no teste.

 Teste de completar ou de lacunas: consiste no enunciado de um princípio, lei, ideia no


qual se suprime um ou dois termos essenciais.
 Teste de alternativas (de “certo” ou “errado”): Consiste numa série de afirmações, das
quais umas são certas, outras erróneas. Ao lado de cada afirmação de escrevem-se em
colunas paralelas, as palavras “certo” ou “errado”.
 Teste de múltipla escolha: consiste numa afirmação incompleta seguida de 3, 4 ou 5
complementos, ou numa pergunta seguida de 3, 4 ou 5 respostas para o aluno escolher.
Cada uma das respostas, ou complementos deverá ser precedido de um parêntese () vazio
e o aluno escreve um sinal X no respectivo parêntese.
 Teste de Conjugadas ou de Correspondência: consiste em duas séries de dados
correspondentes entre si e dispostos em colunas paralelas e, o aluno faz correspondência
através de setas ou colocação de números.
 Testes de seriação: consiste em apresentar uma série de dados, ou factos em ordem
caótica para o examinando colocá-los na devida ordem ou sequência lógica, cronológica
ou de importância, grandeza ou extensão.
 Teste de cancelamento ou exclusão: consiste em apresentar uma lista de dados de uma
mesma categoria, classe ou função de permeio com outros elementos estranhos; cabe ao
examinando identificar estes últimos e riscá-los.

Vantagem

 Poupa se tempo na correcção das provas. Pode se corrigir a computador;


 Garante maior objectividade na correcção das provas (a correcção não depende do
professor);
 Permite avaliar maior volume de conteúdos, pois apresenta muitas questões.
Desvantagens

 É difícil elaborar um teste que desafia as capacidades dos alunos. É preciso que o
professor seja muito experiente;
 O aluno tem maior possibilidade de acertar por sorte;
 Não permite avaliar todas as categorias de domínio cognitivo (conhecimento,
compreensão, aplicação análise síntese avaliação).

Nota: A avaliação pode ser quantitativa ou qualitativa. É quantitativa quando o resultado


de avaliação é expresso (quantificado) em números (0, 5, 10, 15, 20 valores). E é qualitativa
quando o resultado é expresso em conceitos (excelente, muito bom, bom, satisfatório, não
satisfatório).
Conclusão
Conclui-se a asserção do presente trabalho frisando-se que a personalidade é um traço
característico e distintivo da espécie humana, que dita, determina ou influencia as suas
acções, hábitos, costumes ou comportamento. E o professor na qualidade de pessoa possui
personalidade que molda e determina a sua vida, seja ela individual ou profissional. A
profissão do professor é cheia de grandes pressões na medida em que este é espelho e
expectativa de alunos, pais e encarregados de educacao e da sociedade no geral e portanto, é
necessario que sua personalidade seja exemplar, boa como convém a profissao que exerce.

No tocante ao processo de elaboração das avaliações, convém ao professor ter bastante


cuidado e rigor, considerando e prevendo o resultado psicológico do aluno, uma vez que a
maneira pela qual serão dirigidas as questões poderá influenciar o real objectivo de uma
avaliacao que é prescrutar e sondar a qualidade e os objectivos alcançados tanto pelos alunos
quanto pelo próprio professor.
Referências Bibliográficas

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