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Exercício Avaliativo 2 https://mooc.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?

attempt=3729561

Painel / Meus cursos / Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos


/ Módulo 2 - Contrato Administrativo / Exercício Avaliativo 2

Iniciado em sexta, 9 ago 2019, 11:19

Estado Finalizada

Concluída em sexta, 9 ago 2019, 12:06

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Em um contrato de prestação de serviços de limpeza e conservação com


Correto
vigência inicial de 12 meses, o órgão público contratante solicitou da
empresa, no décimo mês de iniciada a execução, manifestação por
Atingiu 1,00 de 1,00 escrito quanto ao interesse na prorrogação do contrato, conforme
previsto no edital. A empresa concordou com a prorrogação, mas fez
um pedido de reajuste de preço, indicando a variação do salário mínimo
como o indexador de correção dos valores do contrato.
Com base no que foi estudado, escolha a opção correta.

 
a. O contrato pode ser prorrogado e o reajuste concedido, pois
nos contratos de fornecimento de mão-de-obra, o salário mínimo
pode ser usado como referência de valor.
b. O contrato pode ser prorrogado, mas o pedido da empresa não
pode ser atendido, pois nos contratos de natureza continuada o
instituto de ajuste dos preços é a repactuação. Essa é a
alternativa correta. A prorrogação de contratos de natureza
continuada é possível e tem amparo legal, conforme art. 57, inciso
II, da Lei 8.666/1993. Ela é uma das exceções à regra de duração
dos contratos vinculados à vigência dos respectivos créditos
orçamentários. A revisão do contrato deve se dar por repactuação
dos preços, com base nos elementos fornecidos pela empresa
contratada nos quais estejam demonstradas as variações dos
custos desde o orçamento ou da última repactuação.
c. O contrato não pode ser prorrogado, pois o art. 57 da Lei
8.666/1993 impõe que a vigência dos contratos administrativos
deverá ser a mesma dos créditos orçamentários pelos quais as
despesas foram realizadas, obedecendo ao princípio da anualidade
adotado no orçamento público no Brasil.
d. O contrato pode ser prorrogado, devendo a Administração, de
ofício (ou seja, por iniciativa própria), conceder o reajuste. Deve
verificar, no entanto, a variação dos insumos que compõe o preço
do serviço, em vez de utilizar a variação do salário mínimo, ante a
impossibilidade de usá-lo como indexador.
e. O contrato não pode ser prorrogado, pois a prorrogação
implicaria em aceitação do pedido de reajuste com base no salário
mínimo, o que acarretaria em uma contratação a preços maiores do
que o praticado no mercado em razão de os índices de correção do
salário mínimo serem maiores do que a inflação do período.

O ajuste dos preços de contratos de natureza continuada se dá,


ordinariamente, por meio do instituto da repactuação, quando a
empresa pleiteia a alteração de preços com base na apresentação da
variação dos preços dos insumos desde a data-base da proposta até a
data do pedido.
Lembrando que não cabe à administração verificar, de ofício (por
iniciativa própria), a variação de custos dos insumos do serviço, sendo
obrigação da empresa contratada demonstrar essa variação, por meio
da apresentação de planilha com essa variação, quando do pleito de
repactuação de preços do contrato.

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Já para os demais contratos, quando previsto no edital, e sua execução


se estender por mais de 12 meses, aplica-se o instituto do
reajustamento de preços, que consiste na aplicação de um índice
setorial, previamente definido, sobre o valor original da contratação. O
mecanismo objetiva, em verdade, à manutenção do valor contratado ao
longo da vigência do ajuste, ou seja, os efeitos da inflação do setor são
anulados por meio da correção do valor inicial do contrato.
Conforme voto condutor do Acórdão 1105/2008-TCU-Plenário, a "diferença
entre repactuação e reajuste é que este é automático e deve ser realizado
periodicamente, mediante a simples aplicação de um índice de preço, que
deve, dentro do possível, refletir os custos setoriais. Naquela [repactuação],
embora haja periodicidade anual, não há automatismo, pois é necessário
demonstrar a variação dos custos do serviço"
Gabarito: O contrato pode ser prorrogado, mas o pedido daempresa
não pode ser atendido, pois nos contratos de natureza continuada
o instituto de ajuste dos preços é a repactuação.
Essa é a alternativa correta. A prorrogação de contratos denatureza
continuada é possível e tem amparo legal, conforme art. 57, inciso
II, da Lei 8.666/1993. Ela é uma das exceções à regra de duração dos
contratos vinculados à vigência dos respectivos créditos
orçamentários. A revisão do contrato deve se dar por repactuação
dos preços, com base nos elementos fornecidos pela empresa
contratada nos quais estejam demonstradas as variações dos
custos desde o orçamento ou da última repactuação.

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Uma das características mais marcantes do contrato administrativo é a


Correto
presença de cláusulas exorbitantes, em que o princípio da supremacia
do interesse público sobre o privado é explicitado em disposições
Atingiu 1,00 de 1,00 contratuais como possibilidade de rescisão unilateral, imposição de
sanções e modificação unilateral.
No entanto, há também disposições que protegem o particular
contratado na relação com o Poder Público.
Uma empresa que tenha firmado contrato com a administração pública
possuirá nesse contrato quais das prerrogativas listadas abaixo?

 
a. Extinção unilateral do contrato por descumprimento de
cláusulas contratuais.
b. Modificação unilateral do contrato com acréscimo ou redução
de quantitativos nos limites permitidos.
c. Paralisação dos trabalhos e rescisão do contrato quando houver
atrasos de pagamento superiores ao prazo estipulado em contrato.
d. Manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do contrato.
Essa é a resposta correta. A relação estabelecida quando da
contratação, expressa na justa remuneração do objeto contratado,
deve se manter ao longo da vigência do ajuste. Em que pese a
possibilidade de alteração unilateral dos contratos administrativos
pela Administração, a manutenção desse equilíbrio se constituiu
em uma garantia para o contrato, evitando que a remuneração
projetada seja corroída ou pelo tempo ou em consequência de
possíveis alterações.
e. Fiscalização da execução do contrato.

Os contratos administrativos possuem características que privilegiam o


atendimento do que a doutrina chama de 'pedras de toque' do direito
administrativo, quais sejam: o princípio da supremacia do interesse
público e o princípio da indisponibilidade do interesse público. É por
meio das cláusulas exorbitantes, ausentes nos contratos regidos
exclusivamente pelo direito privado, que o Estado exerce essas
prerrogativas quando figura no polo de contratante com o particular
contratado.
Além disso, algumas características identificam o contrato
administrativo, a exemplo da indicação do ato autorizativo, processo
licitatório ou de contratação direta que o precedeu, sujeição às normas
da Lei 8.666/1993 e publicação na imprensa oficial como forma de
eficácia de suas disposições, dentre outras.
Gabarito: Manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do
contrato.
Essa é a resposta correta. A relação estabelecida quando da
contratação, expressa na justa remuneração do objeto contratado,
deve se manter ao longo da vigência do ajuste. Em que pese a
possibilidade de alteração unilateral dos contratos administrativos
pela Administração, a manutenção desse equilíbrio se constituiu
em uma garantia para o contrato, evitando que a remuneração

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projetada seja corroída ou pelo tempo ou em consequência de


possíveis alterações.

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Em um contrato de reforma de um imóvel onde funciona o arquivo


Incorreto
morto de órgão público, decidiu-se pela paralisação do contrato, em
razão de não haver mais o interesse na reforma que demandou a
Atingiu 0,00 de 1,00 contratação, haja vista que uma nova avaliação do estado da edificação
demonstrou que a reforma seria antieconômica, em razão da idade
avançada do imóvel (que implicava em constantes intervenções), da
localização inadequada, e da digitalização de documentos em curso no
órgão, o que diminuiria significativamente a demanda por espaço físico
para arquivo.
O contrato firmado teve valor de R$ 300.000,00. Até o último boletim de
medição já tinha sido executado e pago o equivalente a R$ 215.000,00.
Usando a prerrogativa dada pela Lei 8.666/1993, expressa na
possibilidade de alteração unilateral dos contratos até os limites
permitidos no art. 65, a Administração informou a supressão dos
serviços restantes e deu por encerrado o contrato.
De acordo com o que foi estudado no curso, indique a alternativa
correta.

 
a. O procedimento da Administração está correto, pois os
contratos decorrentes de reforma de edifícios poderão ter
supressões unilaterais de serviços de até 50% do valor inicial do
contrato.
b. A Administração deveria ter utilizado a prerrogativa dada pelo
inciso XII do art. 78 da Lei 8.666/1993 e rescindido unilateralmente o
contrato, invocando razão de interesse público, evitando assim
pedidos de ressarcimento de prejuízos pelo contratado. Essa
resposta está errada. Primeiro que o motivo que seria alegado pela
Administração não pode ser considerado como relevante e de
amplo conhecimento, pois o que houve foi falha no planejamento.
Além disso, os prejuízos causados ao particular pela supressão de
serviços, bem como o custo de desmobilização, se comprovado,
devem ser ressarcidos pela Administração, conforme previsto no §
2º do art. 79 da Lei 8.666/1993.
c. A empresa poderá pedir o ressarcimento do valor restante do
contrato, em função da alteração unilateral do contrato, conforme
previsto no § 4º do art. 65, da Lei 8.666/1993.
d. O procedimento teria sido correto apenas se a alteração fosse
consensual.
e. A administração deverá pagar, a título de indenização, o valor
restante para ficar dentro do limite de 25% autorizado para as
supressões unilaterais, que importa em R$ 10.000,00, evitando
assim o pedido de ressarcimento da empresa em face da rescisão
do contrato.

Quem contrata gostaria que não houvesse alteração do contrato


inicialmente firmado, com vistas a executar o orçamento na forma como
foi planejado e receber a obra de acordo com o cronograma
estabelecido. No entanto, as alterações são corriqueiras e vão desde a
necessidades técnicas surgidas ao longo da execução, até problemas de

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má qualidade dos projetos ou falha no planejamento orçamentário-


financeiro do contratante.
O legislador não descuidou de prever tais ocorrências, permitindo que
os contratos administrativos tivessem a possibilidade de promover
alterações, mas impuseram algumas condições para minimizar a
possibilidade de favorecimentos indevidos ou de arbitrariedades que
prejudicassem indevidamente o interesse do contratado.
Apesar de ser uma das cláusulas exorbitantes, a alteração unilateral dos
contratos administrativos conta com mecanismos de proteção para o
particular e para a própria Administração, pois se não houvesse limites,
poderia ensejar condutas impróprias, por exemplo, de modo a
inviabilizar o cumprimento do contrato pelo particular.
Gabarito: O procedimento teria sido correto apenas se a alteração
fosse consensual.
Essa é a resposta correta. O inciso II, do § 2º, do art. 65 da Lei
8.666/1993 autoriza a supressão de valores em percentuais acima
do definido no § 1º. Ou seja, para as supressões, decorrente de
alteração unilateral (como foi o caso), o limite é de 25%. Se for por
acordo entre as partes, pode-se exceder esse limite.

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Durante o trabalho de inspeção anual realizado pela Controladoria do


Correto
município, em janeiro de 2014, foi constatada a existência do Contrato
de Limpeza nº 001/2009 (Tomada de Preços nº 10/08), assinado e
Atingiu 1,00 de 1,00 publicado no dia 01 de janeiro de 2009, com gastos mensais de R$
10.833,00 e prorrogável até 60 meses.
Em sua última prorrogação, o contrato de limpeza foi prorrogado até o
final de 2014, sem qualquer justificativa, bem como as sucessivas
prorrogações foram feitas de forma automática.
Diante do exposto e com base na legislação vigente, marque abaixo a
alternativa que melhor descreve a conclusão que se poderia chegar.

 
a. O contrato não pode ser enquadrado como serviço continuado
e a vigência deveria ser anual.
b. O contrato não poderia ser prorrogado até dezembro de 2013.
c. A vigência deveria ter sido de apenas um ano.
d. As sucessivas prorrogações deveriam ser precedidas da
comprovação da vantajosidade para Administração, bem como não
houve justificativa e demonstração da situação excepcional para
prorrogação acima de 60 meses. Este item está correto! As
sucessivas prorrogações deveriam ser justificadas por escrito e
previamente autorizadas pela autoridade competente (art. 57, §2º
da Lei 8.666/93), demonstrada nos autos do processo a
vantajosidade da prorrogação e a compatibilidade do preço com o
mercado. A prorrogação após sessenta meses é uma
excepcionalidade prevista no § 4º do art. 57, que demanda uma
justificativa e autorização da autoridade superior.
e. Quando justificadas por escrito, previamente autorizadas pela
autoridade competente, demonstrada a vantajosidade da
prorrogação e a compatibilidade do preço com o mercado, não há
limite de prazo para as prorrogações. Por isso, não há
irregularidades na situação descrita.

A duração dos contratos administrativos é o período estipulado para


que os contratos possam produzir direitos e obrigações entre as partes.
A regra é que o prazo de vigência seja limitado ao exercício em que
foram iniciados, adstrito à vigência dos créditos orçamentários,
conforme previsto no art. 57, caput, da Lei 8.666/93. O inciso II do citado
artigo prevê que à prestação de serviços a serem executados de forma
contínua, poderão ter a sua duração prorrogada por iguais e sucessivos
períodos com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas
para Administração Pública, limitada a sessenta meses.
Toda prorrogação de prazo deverá ser justificada por escrito e
previamente autorizada pela autoridade competente para celebrar o
contrato.
Já o parágrafo 4º estabelece em caráter excepcional, devidamente
justificado e mediante autorização superior, que o prazo de sessenta
meses poderá ser prorrogado em até doze meses.
Alerta: é importante verificar se o valor total do contrato, incluindo as

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prorrogações, fica dentro do limite da modalidade de licitação utilizada


para a contratação. No caso de Pregão, não há limite de valores
máximos, ou seja, as contratações de objetos de qualquer valor podem
ser feitos pela modalidade Pregão.
Gabarito: As sucessivas prorrogações deveriam ser precedidas da
comprovação da vantajosidade para Administração, bem como não
houve justificativa e demonstração da situação excepcional para
prorrogação acima de 60 meses.
Este item está correto! As sucessivas prorrogações deveriam ser
justificadas por escrito e previamente autorizadas pela autoridade
competente (art. 57, §2º da Lei 8.666/93), demonstrada nos autos do
processo a vantajosidade da prorrogação e a compatibilidade do
preço com o mercado. A prorrogação após sessenta meses é uma
excepcionalidade prevista no § 4º do art. 57, que demanda uma
justificativa e autorização da autoridade superior.

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A formalização do contrato é definida pela lei 8.666/93, porém há casos


Correto
nos quais não há necessidade de um contrato formal e escrito.
Marque a alternativa incorreta, ou seja, aquela em que NÃO é
Atingiu 1,00 de 1,00
obrigatória a formalização do contrato escrito.

 
a. Toda a contratações realizadas por meio de concorrências e
tomadas de preços.
b. Toda contratação de serviço que envolva a assistência técnica
pelo período de um ano.
c. Toda contratação realizada na modalidade convite. A
alternativa está incorreta. De acordo com a lei 8.666/93, há
obrigatoriedade para todas as contratações realizadas nas
modalidades concorrência e tomadas de preços, sendo que há
casos de contratações por convite em que poderá não haver
necessidade de contrato formal. Por exemplo, no caso de entrega
imediata e integral de bens que não demandem obrigação futura
(garantia, assistência técnica etc.)
d. Toda contratação feita por meio da modalidade Pregão para
entrega de bens no valor de R$92.000.
e. Toda aquisição de materiais de consumo com entregas
mensais.

A lei 8.666/93 em seu art. 62 determina que: "o instrumento de contrato


é obrigatório nos casos de concorrência e de tomada de preços, bem
como nas dispensas e inexigibilidades cujos preços estejam
compreendidos nos limites destas duas modalidades de licitação e
facultativo nos demais em que a Administração puder substitui-lo por
outros instrumentos hábeis, tais como carta-contrato, nota de empenho
de despesa, autorização de compra ou ordem de execução de serviço".
Ainda, segundo o acordão TCU 2.720/2011 - 1ª câmara, nas contratações
em que houver obrigação futura ou entrega parcelada do objeto ou
serviço, há obrigatoriedade da formalização contratual.
Gabarito: Toda contratação realizada na modalidade convite.
A alternativa está incorreta. De acordo com a lei 8.666/93, há
obrigatoriedade para todas as contratações realizadas nas
modalidades concorrência e tomadas de preços, sendo que há
casos de contratações por convite em que poderá não haver
necessidade de contrato formal. Por exemplo, no caso de entrega
imediata e integral de bens que não demandem obrigação futura
(garantia, assistência técnica etc.)

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A Administração pública contratou, mediante prévio procedimento


Correto
licitatório, o fornecimento de 10 (dez) trens para operar em nova linha
de metrô, com entrega programada de 8 (oito) trens em 24 (vinte e
Atingiu 1,00 de 1,00 quatro) meses, quando a linha entraria em operação, e os outros 2
(dois) em 36 (trinta e seis) meses. Iniciada a operação da linha, o poder
público verificou que a demanda de passageiros ficou bem abaixo das
projeções iniciais, razão pela qual não haveria mais necessidade dos 2
(dois) trens adicionais, mas apenas os 8 (oito) já entregues.
Diante da situação verificada, marque a alternativa que melhor descreve
a conduta que a Administração deverá tomar:

 
a. Pode reduzir unilateralmente o contrato, ficando o contratado
obrigado a aceitar a redução do objeto. Essa é a alternativa
correta. Uma das principais peculiaridades dos contratos
administrativos é permitir a alteração contratual de forma
unilateral dentro de certos limites, desde que respeitado o objeto
deste e o seu equilíbrio financeiro, assim como haver a
comprovação da existência de motivos de interesse público.
b. Não pode reduzir ou alterar o objeto do contrato, sob pena de
afronta ao instrumento convocatório.
c. Somente pode reduzir o objeto do contrato, até o montante de
25% do valor inicial atualizado, com a anuência do contratado.
d. Somente poderá reduzir o objeto do contrato se o contratado
ainda não tiver adquirido os trens e sempre limitada a 50%
(cinquenta por cento) do valor inicial atualizado do contrato.
e. Não poderá reduzir quantitativamente o contrato, salvo por
motivo de força maior, regularmente comprovado, assegurada ao
contratado a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.

Embora os contratos administrativos possam ser alterados, tanto


unilateralmente como por meio de acordo entre as partes, resta
importante ressaltar que as alterações devem ser realizadas com a
devida formalização.
Além disso, as alterações devem sempre ser vistas como exceções, uma
vez que o planejamento eficiente e adequado das licitações, associado a
estudos prévios sobre as reais demandas existentes, reduzem
significantemente as demandas por alterações contratuais.
Gabarito: Pode reduzir unilateralmente o contrato, ficando o
contratado obrigado a aceitar a redução do objeto.
Essa é a alternativa correta. Uma das principais peculiaridades dos
contratos administrativos é permitir a alteração contratual de
forma unilateral dentro de certos limites, desde que respeitado o
objeto deste e o seu equilíbrio financeiro, assim como haver a
comprovação da existência de motivos de interesse público.

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Uma licitação para a contratação de serviço de vigilância armada previa


Correto
que a data-base da proposta deveria ser a da última convenção ou
acordo coletivo da categoria profissional de vigilantes, que fora em
Atingiu 1,00 de 1,00 1º/1/2011. A data da sessão de abertura da licitação foi em 1º/3/2011. A
data do contrato e do início da execução dos serviços foi em 1º/5/2011.
A finalidade da repactuação é ajustar os preços dos contratos aos
praticados no mercado, por meio da correção dos valores dos custos
dos insumos incidentes sobre o serviço prestado.
Com base nessas informações, escolha a alternativa correta, acerca da
possibilidade de repactuação dos preços do contrato.

 
a. Desde que prevista no edital, a repactuação pode dar-se a partir
de 1º/1/2012. A alternativa está correta. A previsão no edital
da possibilidade de repactuação é condição primeira para sua
concessão. Quanto à data da repactuação, deve contar o prazo de
12 meses da data da apresentação da proposta ou da data a que
esta se referir. No caso do exemplo acima, o próprio edital fixou a
data-base em 1º/1/2011, data da convenção coletiva da categoria
profissional dos vigilantes. Assim, após o prazo de 12 meses dessa
data, pode-se pleitear a repactuação de preços.
b. A repactuação poderá ser feita a partir de 1º/1/2012, mas os
efeitos financeiros só ocorrerão a partir de 1º/3/2012, quando a
proposta completará 12 meses, que é o prazo mínimo para a
ocorrência de reajuste de preços dos contratos administrativos.
c. A repactuação só poderá ser feita a partir de 1/5/2012, pois a
partir de então o contrato terá 12 meses, prazo mínimo para
repactuações.
d. A repactuação só poderá ser feita a partir de 1º/3/2012, mas os
efeitos financeiros só ocorrerão a partir de 1º/5/2012, quando o
contrato completar 12 meses de vigência.
e. A repactuação só pode ser feita a partir de 1º/3/2012, pois
completará um ano da data das propostas.

A data-base das propostas deve ser o marco temporal para as


repactuações, pois os valores colocados nas composições dos preços
dos serviços tiveram como referencial essa data. Em regra, ela pode ser
a data da apresentação da proposta ou uma outra data. Na contratação
de serviços de natureza continuada, pode-se adotar a data da última
convenção ou acordo coletivo conhecida da categoria profissional
contratada em razão de ser o principal custo dentre os insumos que
compõem o preço ofertado.
Com a fixação da data-base das propostas a data da última convenção
coletiva da categoria, evita-se, por exemplo, que na formulação das
propostas sejam inseridos custos ainda não conhecidos, onerando-as e
tornando a contratação mais cara para a Administração Pública.
Explica-se: se não fosse permitida a fixação da data da última convenção
coletiva da categoria profissional como a data-base do contrato, as
empresas participantes da licitação teriam que estimar de quanto seria

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o próximo aumento do salário normativo e inseri-lo no preço a ser


ofertado, de modo que, quando da sua entrada em vigor, pudessem
suportar a variação de custos decorrente do aumento salarial. Como
essa estimativa é feita com base em informações passadas e em
indicadores econômicos, e levando em consideração princípios da
atividade privada como otimização dos lucros e prudência contábil,
naturalmente, essas estimativas seriam feitas a maior, onerando as
propostas. Com a possibilidade de apropriar os custos de uma aumento
salarial na planilha de preços contratados em valores de fato havidos e
quando de sua efetiva ocorrência (na data de entrada em vigor dos
novos salários normativos), as propostas refletem de forma mais
precisas os custos da contratação, evitando prejuízos para a
Administração e para as empresas eventualmente contratadas.
Atenção: não há impedimento legal, nem na jurisprudência do TCU, de
que o edital determine que a data da apresentação da proposta seja a
data-base do contrato (vide, por exemplo., o Acórdão 1563/2004-TCU-
Plenário), mas a adoção da data da convenção coletiva da categoria
profissional se mostra mais vantajosa para a Administração e para a
gestão do contrato.
Por fim, lembrar que o prazo de 12 meses da data-base da categoria
profissional vale como marco para a primeira repactuação. Para as
eventuais repactuações posteriores, conta-se 12 meses a partir da data
da última repactuação.
Gabarito: Desde que prevista no edital, a repactuação pode dar-se a
partir de 1º/1/2012.
A alternativa está correta. A previsão no edital da possibilidade de
repactuação é condição primeira para sua concessão. Quanto à
data da repactuação, deve contar o prazo de 12 meses da data da
apresentação da proposta ou da data a que esta se referir. No caso
do exemplo acima, o próprio edital fixou a data-base em 1º/1/2011,
data da convenção coletiva da categoria profissional dos vigilantes.
Assim, após o prazo de 12 meses dessa data, pode-se pleitear a
repactuação de preços.

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A lei 8.666/1993 prevê duas formas de formalização das alterações


Correto
contratuais: a lavratura de termo aditivo e o apostilamento. Usa-se uma
ou outra forma de acordo com a alteração contratual havida, de modo
Atingiu 1,00 de 1,00 que se atenda aos princípios da publicidade, da economicidade e da
eficiência.
Isto posto, assinale a alternativa em que o instrumento utilizado está de
acordo com a alteração efetuada no contrato.

 
a. Termo aditivo, no caso de suplementação de dotação
orçamentária da despesa havida com o contrato até o limite do valor
corrigido.
b. Apostilamento, quando da prorrogação de prazo de vigência do
contrato de natureza continuada.
c. Termo aditivo, no caso de alteração do razão social da empresa
contratada. Essa é a resposta correta. A razão social é
elemento essencial do contrato, de modo que, se houve alteração
admitida, há que se adotar as formalidade do aditamento,
inclusive com a respectiva publicação.
d. Apostilamento, no caso de alteração do valor do contrato em
razão do aumento de quantitativo de serviços, dentro dos limites
legais.
e. Termo aditivo, no caso de alteração do valor do contrato por
aplicação da cláusula de reajuste.

A escolha dentre as opções de formalização, além do caráter


obrigatório, em face de disposições legais que regram a matéria, tem
que ser vista também sob o ponto de vista do controle social em
articulação com princípios administrativos como o princípio da
economicidade, da eficiência e da formalidade moderada.
Simples alterações ou correções de erros materiais, sem impacto na
execução do contrato, se fossem feitas por meio das formalidades
exigidas para os termos aditivos, além de ferir a eficiência
administrativa, imporiam à Administração gastos com publicação de
extratos que em nada contribuiriam para o controle social que o
princípio da publicidade visa privilegiar. No caso de apostilamento,
basta o registro em adendo ao próprio termo de contrato ou
documento que o vincule.
De modo diverso, quando a alteração muda as condições iniciais
pactuadas, que foram amplamente conhecidas na fase da licitação, há
que se formalizar por meio de termo aditivo e proceder a
correspondente publicação.
Segundo a Lei no 8.666/1993, a apostila pode ser utilizada nos seguintes
casos:
variação do valor contratual decorrente de reajuste previsto no
contrato;
atualizações, compensações ou penalizações financeiras
decorrentes das condições de pagamento;
empenho de dotações orçamentárias suplementares até o limite do

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valor corrigido.

Gabarito: Termo aditivo, no caso de alteração do razão social da


empresa contratada.
Essa é a resposta correta. A razão social é elemento essencial do
contrato, de modo que, se houve alteração admitida, há que se
adotar as formalidade do aditamento, inclusive com a respectiva
publicação.

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Acerca dos prazos de duração dos contratos, marque a alternativa


Correto
correta.

Atingiu 1,00 de 1,00


 
a. Os prazos de duração dos contratos de natureza continuada
poderão ter suas vigências prorrogadas por iguais e sucessivos
períodos, até o limite de 60 meses, findo os quais, em hipótese
alguma, poderão ser novamente prorrogados.
b. As obras contempladas em projetos de programas constantes
do Plano Plurianual poderão ser prorrogados além do exercício
financeiro em que foram iniciadas, desde que essa prorrogação
tenha sido prevista no instrumento convocatório. Essa é a
resposta correta. A regra geral dos contratos administrativos
impõe que a vigência dos ajustes coincida com os créditos
orçamentários, mas as obras que integram os programas
constantes dos Planos Plurianuais constam das exceções a essa
regra, conforme inciso I, do art. 57, da Lei 8.666/1993.
c. Os contratos de aluguel de equipamentos de informática estão
dentre as exceções do art. 57, da Lei 8.666/1993, razão pela qual a
vigência desses contratos não está adstrita ao respectivo crédito
orçamentário, podendo ser prorrogados por até 60 meses.
d. A possibilidade de prorrogação da vigência de um contrato
administrativo atende ao critério qualitativo, ou seja, depende do
objeto do ajuste, podendo variar de um mínimo de 12 meses até os
de prazo indeterminado, sempre com vistas à obtenção das
melhores condições de execução.
e. Os prazos de todos os contratos administrativos devem
coincidir com o dos créditos orçamentários das despesas incorridas
por esses contratos

Os prazos de vigência dos contratos administrativos estão disciplinados


no art. 57 da Lei 8.666/1993, devendo-se atentar para as quatro
exceções à regra geral quanto à vinculação aos créditos orçamentários
(incisos I a V)*:
             - projetos com produtos contemplados no Plano Plurianual (PPA)
             - serviços de natureza continuada
             - aluguel de equipamento e utilização de programas de
informática
             - material de segurança e defesa nacional, inovação e
complexidade                      tecnológica
                     * o inciso III foi vetado quando da sanção da Lei
Esses créditos são condições para a contratação pública, ou seja, não se
pode sequer licitar sem que se tenha os recursos orçamentários
necessários para cobrir as despesas decorrentes da contratação. Os
créditos orçamentários são definidos e fixados na lei orçamentária
anual (LOA) que tem vigência coincidente com o ano civil, que vai de 1º
de janeiro a 31 de dezembro.
Assim, a regra é que os contratos devem respeitar a mesma vigência do
crédito orçamentário que irá 'cobrir' as despesas decorrentes da
contratação, daí o que a Lei chamou de vinculação (adstrito) aos

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respectivos créditos orçamentários.


Para os contratos decorrentes das situações elencadas nos incisos I, II,
IV e IV a Lei abriu exceções, disciplinando os prazos de vigência de
acordo com suas peculiaridades ou necessidades.
Gabarito: As obras contempladas em projetos de programas
constantes do Plano Plurianual poderão ser prorrogados além do
exercício financeiro em que foram iniciadas, desde que essa
prorrogação tenha sido prevista no instrumento convocatório.
Essa é a resposta correta. A regra geral dos contratos
administrativos impõe que a vigência dos ajustes coincida com os
créditos orçamentários, mas as obras que integram os programas
constantes dos Planos Plurianuais constam das exceções a essa
regra, conforme inciso I, do art. 57, da Lei 8.666/1993.

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Uma das características dos contratos administrativos é a possibilidade


Incorreto
de ser alterado, unilateralmente pela Administração Pública. Uma
dessas alterações unilaterais permitidas é a de quantitativos do objeto
Atingiu 0,00 de 1,00 contratado.
No entanto, essas alterações encontram limites quantitativos e
qualitativos, além de decorrências para as partes contratantes como
consequência dessas alterações.
Acerca do tema, indique a alternativa correta.

 
a. Os acréscimos e supressões, quando resultante de acordo entre
as partes poderão ser firmados livremente, desde que essa
possibilidade tenha sido prevista anteriormente no edital.
b. Em nenhuma hipótese pode haver acréscimos acima do limite
de 25% inicialmente contratado, ainda que por acordo entre as
partes. Essa resposta está errada. O limite de acréscimos até
25% é para os contratos de obras, serviços e compras. Para os
contratos de reforma de edifício ou de equipamento esse limite é
de 50%, que nos casos de acréscimos não podem ser excedidos.
c. Nos contratos de reforma de edifício, o contratado está
obrigado a aceitar supressões até o limite de 50%.
d. Os acréscimos e supressões de até 25% são alterações
unilaterais, das quais o contratado não pode se esquivar de cumprir,
sob pena de caracterizar descumprimento de obrigação
previamente assumida.
e. Nos casos de acréscimos dento dos limites autorizados pela Lei,
a Administração deverá indenizar o contratado pelos prejuízos
porventura causados, desde que devidamente comprovados.

As alterações quantitativas dos contratos administrativos, de natureza


unilateral e de cumprimento obrigatório pelo contratado, inserem-se no
âmbito das cláusulas exorbitantes desses contratos, pois impõem ao
particular contratado a execução do que fora pactuado em condições
diversas da que avença inicial previa, aumentando ou diminuindo as
quantidades de bens e serviços do contrato. Cabe lembrar que os
ajustes quantitativos nos contratos também refletirão nos valores a
serem pagos ao contratado, na mesma proporção dos aumentos e das
supressões.
O legislador, no entanto, impôs algumas limitações, de modo a proteger
o interesse público, evitando assim que se desvirtuasse o objeto licitado.
Ou seja, se não houvesse essa limitação, um determinado bem ou
serviço poderia ser licitado em certo quantitativo e majorado
posteriormente à assinatura do contrato, indefinidamente, desvirtuando
e contornando a obrigação constitucional de licitar. Por outro lado,
poderia inviabilizar a execução do contrato caso as quantidades
suprimidas ou acrescidas fossem de tal monta que impedisse a
contratada de cumprir as novas exigências.
Importa mencionar também que a cláusula exorbitante de alteração
unilateral encontra proteção para o particular contratado na previsão de

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ressarcimento para os casos de aquisição de materiais necessários à


execução do contrato prévia à supressão. Ou seja, a Administração ao
suprimir quantitativos não pode impor ao particular o ônus de arcar
com o prejuízo causado por essa supressão, devendo pagar pelo
materiais adquirido e indenizar por eventuais prejuízos comprovados
pelo particular.
Gabarito: Os acréscimos e supressões de até 25% são alterações
unilaterais, das quais o contratado não pode se esquivar de
cumprir, sob pena de caracterizar descumprimento de obrigação
previamente assumida.
Essa é a resposta correta. Ainda que impactem a execução do
contrato, implicando muitas vezes na necessidade de alocação de
mais material e/ou mão de obra, ou sua redução, o contratado não
pode recusar o seu cumprimento. Cabe lembrar que os ajustes
quantitativos nos contratos também refletirão nos valores a serem
pagos ao contratado.

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