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Introdução

Decretos Ministerial: -

Artigo 1 – Ocluadores tem todo direito de manifestar e usufruir
de seus poderes livremente.
Artigo 2 – Qualquer Ocluador que seja; esta proibido de usar seus
poderes contra qualquer ser-vivo, antes que tenha em mente a com-
provação de sua própria defesa.
Capítulo 1 - O que é um Ocluador?

Muitos perguntam, poucos sabem. Mas na verdade um Ocluador


é um bruxo ou uma bruxa que adere por formas naturais, o poder de
manipular os quatro elementos da natureza – Terra, fogo, ar e água.
Embora que sejam incomuns algumas entre muitas famílias mágicas,
acaba tendo um Ocluador em sua linhagem, e em muitos casos, estes
são expulsos ou banidos das mesmas.
A primeira vista um Ocluador é aparentemente um bruxo (a) comum,
mas como sempre aparências enganam, os poderes destes se manifes-
tam através das reações sentimentais – amor, raiva, prazer e etc. - fluin-
do sem controle de seus corpos, podendo motivar terríveis destruições.


Capítulo 2 - O Perigo!

Os poderes de um Ocluador não se limitam, andam sempre cres-


cendo e crescendo, conforme sua desenvoltura. Mas há contra indi-
cações, o uso abusivo destes poderes podem levar o individuo a uma
possessão de criaturas em seu corpo, tendo como fim a perda total das
características humanas.
Quando o bruxo (a) é elevado a esta forma animalesca, ele (a) per-
de toda sua adaptação, seguindo somente seus instintos destrutivos e
selvagens.
Capítulo 3 – Criaturas

Como discutido no capítulo anterior – a possessão é o ponto auge,


onde o individuo perde todas suas características humanos, tornando-
se enfim um animal.
Para cada elemento de manipulação a uma criatura que basica-
mente se esconde dentro de cada Ocluador, usando cada oportunidade
para se libertar. As criaturas ali habitantes, ocupam pequenos e impor-
tantes espaços dentro de cada individuo, tendo controle total de algu-
mas partes de seu ser.

A Fênix – elemento fogo; este magnífico pássaro costuma freqüente-


mente agir através da manifestação da RAIVA e PAIXÃO. Quando doma-
dos por estes sentimentos, o Ocluador fluentemente começa a liberar
fagulhas de fogo, caso os sentimentos se tornem fortes, das simples
fagulhas pode surgir um incêndio mortal e indestrutível.

O Sereiano – elemento água; estas criaturas aquáticas costumam se


proliferarem através da TRISTEZA e SAUDADES. Assim como o uso conti-
nuo da raiva e da paixão, estes sentimentos podem levar ao Ocluador, a
possessão de um Sereiano, quando em média, vivido freqüentemente.

A Quimera – elemento ar; selvagem e quase indomável, esta besta


alada procura se afugentar através do PODER, ou seja, sua possessão
pode ocorrer quando o individuo automaticamente se deixa levar pelo
simples prazer de poder. Embora que mais difícil, desta se apossar dos
ocluadores, sempre é bom se tomar cuidado.

O Gigante – elemento terra; forte e irracional este monstro meramen-


te grande se aloja dentro da FÚRIA e PENA, facilmente podem se apos-
sar com um deslize do Ocluador. A maioria dos casos os indivíduos com
este poder, foram possuídos por gigantes.
Capítulo 4 – Como surgiu?

Comprova-se que, o poder Ocluador é na verdade hereditário,


passando de antepassados para futuroscintes, sendo enfim um dom
ou uma maldição de família. O primeiro relato deste poder foi descrito
em 1525 – quando Arthur Krowesley matou sua mulher e filhos em um
incêndio – de antemão todos pensaram que pudesse ser um acidente
doméstico, mas com estudos e investigações mais afundo, peritas do
ministério da magia, comprovaram que o próprio Arthur havia matado
sua família.
Posto em interrogatório, Arthur descreveu não saber o que se pas-
sava com seu corpo, somente dizia que chamas e labaredas surgiam
do nada, quando ficava irritado. Nenhuma providencia foi tomada, e o
ministro levou sua confissão como calunia para fugir da prisão.
Arthur morreu aos 65 anos, na própria Azkaban – após levar um
Avada de fugitivos da prisão. Dois anos mais tarde mais um caso de po-
deres sobrenaturais surgiu no sul da Europa, e desde então, alquimistas
e estudiosos levaram a confirmação mais a fundo.
Slayzer Bells, antigo alquimista e descendente do ocluadorismo,
observou e estudou mais de perto seus poderes e os relatou em peque-
nos maços de pergaminhos. Entregues ao ministério da magia, Slayzer
se tornou famoso e ganhou vários prêmios por seus estudos, desde
então, o poder sobrenatural se tornou existente e registrado perante a
nação mágica.
Capítulo 5 – A Lei

Mesmo com este poder registrado e catalogado dentre os artifí-


cios mágicos, o ministério da magia decretou que o mesmo seria peri-
goso demais, para se tornar uma prática comum e por sua vez baniu o
uso do mesmo.
Logo veio a revolta, na época havia uma média de Seis a Oito oclu-
adores, que protestaram contra a nova lei, no entanto nada resolveu os
inconformados foram presos e somente soltos depois de Três anos de
detenção ministerial.
A lei perdurou por 120 longos anos, e em 1875, Katarinne Esmel-
bder; subsecretária do ministério da magia revisou e modificou a lei,
tendo como decreto final o seguinte –

Artigo 1 – Ocluadores tem todo direito de manifestar e usufruir de seus


poderes livremente.
Artigo 2 – Qualquer Ocluador que seja; esta proibido de usar seus po-
deres contra qualquer ser-vivo, antes que tenha em mente a comprova-
ção de sua própria defesa.

Capítulo 6 – As mentiras

Invejas e intrigas; alguns bruxos e bruxas que por sua vez não her-
daram este poder se revoltaram contra os ocluadores, como um rito de
exigência das mesmas manifestações. Embora que soubessem que o
poder não era um tipo de vírus, mas sim algo sanguíneo, “os rebeldes”
protestaram e varias mentiras sobre ocluadores começaram a surgir.
A manifestação fez com que ocluadores se distanciassem do res-
to da população mágica, tendo enfim uma tripartição de toda nação.
Nada fez o ministério em conta disso, e o caso continuo aos delírios.

Um pouco mais tarde, uma famosa escritora de livros “Rosmerta Van-
dergueld”, relatou em uma de suas edições que os ocluadores haviam
começado a se revoltar contra os rebeldes, e muitos dos mesmos esta-
vam sendo mortos por eles. Tudo não passou de uma mentira; alguns
aurores da antiga formação de elite entrarão no caso e descobriram
que ocluadores não tinha nada a ver com as mortes dos rebeldes. Des-
de então mesmo com todo esclarecimento, os indivíduos com os pode-
res sobrenaturais, voltaram a serem rejeitados.

Capítulo 7 – Romero Stepherson

Após algum tempo de confusões e indiferenças, as coisas começa-


ram a se amenizar, e tanto bruxo (as) e ocluadores finalmente voltaram
a se aceitar.
Em 1915 mais um Ocluador foi encontrado dentre a suíça, Rome-
ro Stepherson, professor de aparatações. O mesmo foi convocado pelo
ministério, para formalizar sua aceitação de uso de poder devido à lei.
Com os tempos calmos e sem mais discordâncias, Romero foi con-
tratado para trabalhar para o ministério da magia Europeu, que logo o
instalou com suas devidas condições. Em mais tardar, Romero Stepher-
son – foi o primeiro Ocluador a ser possuído por uma das criaturas,
assim complicando toda a situação. Irracional e sem controle de suas
atitudes, Romero matou mais de 231 cidadãos bruxos e logo mais foi
morto a comando do ministério.
10-03-1917; esta data ficou marcada depois do trágico aconteci-
mento envolvendo tantas mortes – desde esta época, o relatório de
Slayzer Bells fora incrementado e concluído a respeito dos ocluadores.
Capítulo 8 – ICIPO

Em 1985, foi fundado o ICIPO (Instituto de Controle dos Indivíduos


com Poder Ocluador). Constituído para orientar os novos ocluadores
que foram surgindo, o instituto não deu muito certo, na verdade o mes-
ma fora denunciado por abusos de poder e controle contra estes indiví-
duos.
Novamente fora mais uma tentativa falida do ministério, de man-
ter ordem no caso destes seres. Com o local fechado o mesmo foi doa-
do para uma instituição de caridade de “Jovens bruxas costureiras”, que
teve muito mais aproveito das instalações.

Capítulo 9 – Aceitação

Foi no inicio de 2001, que as historias de ocluadores foram esque-


cidas toda sociedade bruxa, foi deferida como uma só, ocluadores se
tornou bruxos e bruxas tão normais quanto qualquer outro.
A aceitação foi total nesta década. Logo mais a “RAÇA” começou
a desaparecer, não por assassinatos, mas sim por mortes naturais (é o
que achamos). Os últimos relatos de ocluadores foram de jovens alunos
da escola de magia e bruxaria de Hogwarts e nada mais.
Ocluador ou não, todos tomaram direitos e deveres iguais perante
toda sociedade, as regras bases do mundo da magia se tornou uma só
e finalmente a paz tornou-se válida.
P.S: Esta versão do livro “Ocluadorismo” é uma adaptação ordena-
da pelo Ministério da Magia. O verdadeiro relatório de Slayzer Bell’s,
nunca e jamais será divulgado para nenhum bruxo ou ser vivo que
exista na face da terra.