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MANUTENÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE

COMPUTADORES
Sumário
Introdução e Teoria: ...................................................................................................................... 4
Objetivo do curso: ..................................................................................................................... 4
Conhecendo um pouco da história dos computadores ............................................................ 4
Diferença entre Hardware e Software ...................................................................................... 9
Periféricos ............................................................................................................................... 10
Periféricos no Gabinete........................................................................................................... 11
Energia e Fontes de Alimentação:............................................................................................... 12
Tipos de Correntes Elétricas .................................................................................................... 12
Eletricidade Estática ................................................................................................................ 12
Aterramento ............................................................................................................................ 12
Dispositivos de segurança ....................................................................................................... 14
Fonte de alimentação.............................................................................................................. 15
Placa Mãe: ................................................................................................................................... 21
Placa-mãe / Motherboard / Mainboard ................................................................................. 21
Barramentos (FSB)................................................................................................................... 21
Componentes Eletrônicos ....................................................................................................... 25
Fabricantes de Placa-mãe e CD de instalação ......................................................................... 27
Placas Controladoras:.................................................................................................................. 28
Conhecendo um pouco mais sobre placas controladoras ...................................................... 28
Placa de Vídeo ......................................................................................................................... 29
Placa de Rede .......................................................................................................................... 50
Placa de Modem...................................................................................................................... 51
Placa de Som ........................................................................................................................... 51
Processadores: ............................................................................................................................ 52
Processador ............................................................................................................................. 52
Clock e Overclock .................................................................................................................... 54
Processadores multinúcleos (dual core, core2duo, quad core) .............................................. 55
Soquete / Instalando o Processador ....................................................................................... 55
Cooler / Water Cooler / Cooling.............................................................................................. 56
Memórias: ................................................................................................................................... 57
Memória RAM ......................................................................................................................... 57
Como funciona ........................................................................................................................ 58
Largura e velocidade do barramento ...................................................................................... 58
Falando um pouco mais sobre Memória Cache ...................................................................... 59
Desempenho da Memória RAM .............................................................................................. 59
Um pouco sobre tipos de Memória RAM................................................................................ 59
Dual Channel ........................................................................................................................... 60
Memória ROM ......................................................................................................................... 60
Memórias Auxiliares................................................................................................................ 61
Memórias Auxiliares e Interfaces ............................................................................................ 62
Inicialização: ................................................................................................................................ 64
Inicialização / BOOT (CMOS, BIOS | POST | Setup) ................................................................ 64
Como funciona o boot de um computador............................................................................. 64
BIOS, a peça-chave .................................................................................................................. 65
Setup e seus menus................................................................................................................. 67
Sistemas Operacionais ............................................................................................................ 70
Partições e Preparação do HD para receber o Sistema Operacional: ......................................... 72
Partições .................................................................................................................................. 72
Partições existentes ................................................................................................................ 72
Formatação ............................................................................................................................. 72
Sistema de arquivos ................................................................................................................ 73
Conhecendo o MS-DOS, o F-disk e alguns comandos Básicos ................................................ 73
O F-disk .................................................................................................................................... 73
Comandos básicos do MS-DOS ............................................................................................... 74
Como fazer instalação limpa do Windows 10 ............................................................................. 75
Instalação de Drivers: .................................................................................................................. 79
Drivers X Drive ......................................................................................................................... 79
Identificando e Instalando Drivers .......................................................................................... 80
Introdução e Teoria:
Objetivo do curso

Histórico dos Computadores

Diferença entre Hardware e Software

Periféricos

Periféricos no Gabinete

Objetivo do curso:
Estudarmos e entendermos os conceitos de hardware, para compreendermos melhor como o
computador funciona e resolvermos problemas que possam surgir, como identificação e troca
de peças com defeito, uma atualização “UPGRADE” de memória ou processador ou demais
componentes.

Teremos estudos teóricos e práticos, não entraremos no assunto solda de placas, pois isto
exigiria um alto conhecimento e experiência em eletrônica, nosso curso é de Montagem e
Manutenção de Micros.

Conhecendo um pouco da história dos computadores


A história do computador teve seu início com o matemático grego Pitágoras que desenvolveu
uma espécie de calculadora chamada “ábaco”, esse foi o primeiro instrumento conhecido para
efetuar cálculos, que é muito conhecida pelos chineses.

1ª Geração – Válvulas Termoiônicas (1943 – 1957):

ENIAC – Eletronic Numeric Integrator And Calculator, capaz de fazer quinhentas multiplicações
por segundo. Foi projetado para calcular trajetórias balísticas. Também foram criados nesta
geração o MARKI e o EDVAC.

4
2ª Geração – Transistores (1958 – 1963):

Pesquisas realizadas por William Shockley levam ao surgimento de um novo componente que
revolucionou a eletrônica: o Transistor, usados nos computadores da IBM 1401 E IBM 360.

5
3ª Geração – Circuitos integrados (1964 – 1969):

Um componente eletrônico de aproximadamente cinco milímetros quadrados de área,


contendo diversos transistores e outros componentes eletrônicos, usado no computador PDP-
5.

6
4ª Geração – Circuito integrados (1970 – 1980):

Os componentes desta fase apresentam mais 100.000 elementos diversos. É nesta fase de
desenvolvimento da microeletrônica surgem os primeiros microprocessadores usados nos
computadores (PDP-8, ALTAIR 8800, IBM PC/XT, OSBURN I).

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5ª Geração – Inteligência Artificial (1980 – 1990):

Em 1981 os japoneses anunciaram o início de pesquisas destinadas à produção de um


computador de quinta geração, máquinas capazes de entender diversos idiomas, diagnosticar
doenças, fazer análises econômicas, interpretar gráficos, jogar cartas, xadrez etc...

Macintosh

Lisa

6ª Geração – Reconhecimento de escrita e voz (1990 – Atual):

Os computadores utilizam sistemas de reconhecimento de escrita, voz, formas, inteligência


artificial (A.I), robótica.

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Diferença entre Hardware e Software
Hardware: são todas as partes físicas (que podemos tocar), elétricas e mecânicas de um
computador, são todas as peças que o compõe.

Software: parte lógica (não podemos tocar), são os programas utilizados no computador
independentes de sua função.

9
Periféricos
Entrada: Responsáveis por enviar dados para dentro do computador – Exemplos: Teclado,
mouse.

Saída: Responsáveis por devolver as informações do computador ao usuário – Exemplos:


Caixas de som, impressora, monitor.

Entrada/Saída: Responsável pelas duas funções.

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Periféricos no Gabinete
Conhecendo as conexões de periféricos em um gabinete

1. CABO DE ENERGIA
2. CHAVE DE VOLTAGEM
3. CONEXÃO PS2 – Conexão para Teclado
4. CONEXÃO PS2 – Conexão para Mouse
5. PORTA SERIAL - Conexão para Mouse e impressoras (especial cupom fiscal)
6. PORTA PARALELA - Conexão para impressoras matriciais
7. CONEXÃO VGA - Conexão de vídeo para monitor
8. PORTAS USB – Conexão universal de vários componentes
9. CONEXÃO RJ45 – Conexão para cabo de rede
10. CONEXÃO P2 – Conexão rosa Microfone – Conexão verde Fone de ouvido – Conexão
Azul WebCam

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Energia e Fontes de Alimentação:
Tipos de correntes elétricas

Eletricidade estática

Aterramento

Dispositivo de segurança

Fonte de alimentação (AT e ATX)

Tipos de Correntes Elétricas


Sabemos que todos os aparelhos eletrônicos necessitam de eletricidade para funcionar, e a
eletricidade é fornecida para nossas casas pela rede elétrica comercial na forma de uma
tensão alternada de 110V ou 220V. Mas os computadores precisam ser alimentados com uma
corrente contínua, que normalmente é muito baixa do fornecido pela rede elétrica, de 3V a
12V.

Eletricidade Estática
É a carga elétrica em todos os corpos que contém massa segunda a física, é gerada através do
atrito.

Aterramento
O uso do aterramento ou Fio terra é imprescindível para dar segurança ao equipamento contra
as descargas elétricas e eletricidade-estática.

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Dispositivos de segurança
Filtro de Linha

O filtro de linha é um acessório muito útil para proteger os aparelhos eletrônicos de possíveis
danos causados pela tensão elétrica. Como o
nome já sugere, ele funciona fazendo uma
filtragem contra picos de tensão. Sua função é
evitar a passagem de altas correntes para os
equipamentos que estão conectados a ele. Caso
isso aconteça, o fusível do filtro de linha
“queima” e, assim, há o corte da energia que
alimenta o mesmo, evitando que chegue até os
equipamentos eletrônicos e os danifique. Ele
impede que essa carga muito alta chegue até o
seu computador, por exemplo. Os fusíveis são
peças simples e de custo baixo, você pode
trocá-las sem grandes preocupações em
seguida. Existem diversos modelos de filtro de
linha no mercado. Muitas pessoas tendem a confundi-los com as extensões.

Estabilizador

Os estabilizadores são equipamentos desenvolvidos com a função de proteger os nossos


eletrodomésticos e outros aparelhos eletrônicos. É comum passarmos por picos de luz em
nossa casa - aqueles momentos em que a
luz vai e volta durante alguns minutos -,
além de variações e quedas bruscas de
energia. Essas atividades podem causar
alguns danos aos aparelhos que ficam
ligados diretamente à tomada. Uma das
consequências mais comum é a queima do
eletrodoméstico. Para evitar que esse tipo
de dano aconteça na sua casa ou no local
onde você trabalha, o mais indicado é que
você recorra a um estabilizador de
energia. A sua principal função é proteger
esses aparelhos que ficarão ligados a ele das variações da tensão que a rede elétrica recebe. As
tomadas levam uma energia, como o nome já sugere, estabilizada, diferente daquela que vem
diretamente da rua. O produto é composto normalmente por um fusível de proteção, chave
seletora, tomadas de saída para que você ligue os aparelhos e um botão para ligar e desligar.
Em alguns modelos, você vai encontrar também uma proteção para linha telefônica. Seu
funcionamento se dá a partir da capacidade de nivelar a tensão elétrica e a voltagem a rede:
quando há uma tensão, os estabilizadores regulam a voltagem sobre cada aparelho. No caso
de ocorrer uma queda, o aparelho aumenta a tensão. Assim, eles mantêm longe os danos. O
estabilizador para computador é uma das maiores buscas. Em escritórios e ambientes
comerciais, por exemplo, os computadores são aparelhos que ficam ligados durante todo o
tempo de trabalho. Um mau funcionamento ou até um dano definitivo podem causar prejuízo

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a toda a empresa, por isso a importância de ter o produto por perto. Você também pode usar
em casa para proteger sua geladeira, televisão e outros aparelhos. Em nosso catálogo, você
encontra opções diferentes de potência: 300V, 400V, 500V, 700, 1000V e 2000V. Para escolher
o ideal, você deve somar as potências dos equipamentos que serão ligados e a potência do
mesmo deve ser superior ao resultado da soma. Você pode verificar o número na embalagem
do produto para adquirir aquele que responde às suas necessidades. Outro detalhe importante
é quanto a sua tensão elétrica: você pode levar para casa o modelo de 220V ou o estabilizador
bivolt, que responde tanto a 127V quanto a 110V - não deixe de conferir qual é a tensão
elétrica da sua casa. Alguns modelos também contam com proteção contra raios!

No-break

Trata-se de um dispositivo de
proteção dos equipamentos
eletrônicos que, em caso de apagões,
fornece energia aos produtos por
períodos determinados – isso varia de
acordo com cada versão, entre elas
Nobreak de 1200VA, 1400VA, entre
outros. Indicados para computadores,
impressoras, aparelhos de som e
televisores, o nobreak, quando
também assume a função de
Estabilizador, evita a queima de
aparelhos durante tempestades,
queda de energia e variações da
voltagem nas redes elétricas.

Fonte de alimentação
A fonte de alimentação é o
dispositivo responsável por
converter corrente alternada, que
chega pela rede elétrica, em
corrente contínua e alimentar o
computador e todos os seus
componentes internos.

Existem dois tipos de fontes de


alimentação: fontes lineares e
fontes chaveadas.

Fontes lineares

São as fontes de alimentação utilizadas para aplicações de baixo consumo.

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Possuem componentes maiores e trabalham com a frequência da rede elétrica que é de 60Hz.

Fontes chaveadas

Estas fontes são utilizadas em computadores e outros equipamentos eletrônicos que


necessitam de uma maior potência. Utilizam componentes que tem a função de aumentar a
frequência para a casa dos kHz. Tais componentes são menores, o que possibilita produzir
fontes menores e com maior eficiência.

Uma boa fonte de alimentação é fundamental para garantir o bom funcionamento do


computador e prolongar a vida útil dos componentes. Este componente é relativamente
barato e não deve ser economizado na hora da compra. Um bom dimensionamento da fonte
garante a compra adequada e a eficiência da sua função, evitando problemas futuros ou até
mesmo a necessidade da troca por falta de potência.

Existem diversos padrões de fontes de alimentação. Eles definem o tamanho físico e os tipos
de conectores que serão utilizados. Os padrões mais comuns e por nós estudados são:

Padrão AT: padrão já antigo e não mais utilizado nos computadores atuais, mas ainda podem
ser encontrados em alguns equipamentos mais antigos. O acionamento desta fonte dá-se por
meio de hardware, ou seja, é necessário um botão de liga e desliga para que o acionamento
ocorra.

Padrão ATX: fonte utilizada nos computadores atuais. Seu acionamento é via software, ou
seja, pode ser acionada através de programas. Como exemplo, podemos citar uma Lan House
que pode ligar todos os seus computadores à distância, sem a necessidade de ser feito
máquina a máquina.

Principais diferenças: plugue de encaixe com a placa mãe e a capacidade de ser gerenciada
por um software, ou seja, o seu sistema operacional pode ou não pode desligar o seu
computador automaticamente.

AT: Plugues de encaixe com a placa


mãe (P8 e P9).

Nunca podem ser invertidos,


havendo a inversão, a fonte pode
queimar e também provocar a
queima da placa mãe e demais peças
ligadas a ela.

Observação: Este padrão de fonte já não é utilizado no mercado mais.

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ATX: Plugues de encaixe com a placa mãe é um somente, de formato único (colmeia), que
impede o encaixe errado na placa mãe.

Modelo de fontes: Nominal e Real.

Observação: Este padrão de fonte é o utilizado no mercado atualmente.

Conectores da fonte de alimentação

Tanto as fontes AT como as fontes ATX possuem diversos conectores. Alguns destes
conectores são utilizados por ambos os padrões. Abaixo, citamos alguns modelos e suas
devidas funções.

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1 – Conector SATA: utilizado nas fontes ATX e serve para fornecer corrente elétrica para os
dispositivos SATA. Caso a fonte não tenha este conector é possível utilizar um adaptador.

2 – Conector Molex: encontrado tanto nas fontes AT quanto nas ATX. Possui 4 pinos em forma
de trapézio e é utilizado para fornecer corrente elétrica para os discos rígidos mais antigos,
bem como drives ópticos e placas de vídeo.

3 – Conector Berg: encontrado também nas fontes AT e ATX. Parecido com os conectores
moles, porém em tamanho reduzido. Serve para fornecer corrente elétrica para as unidades de
disquetes.

4 e 5 – Conectores ATX: encontrado nas fontes ATX. Possuem 20 ou 24 pinos que servem para
alimentar a placa-mãe e todos os seus componentes. Placas mãe com conector de 24 pinos são
chamadas de ATX12V 2.x e as placas que possuem 20 pinos são chamadas de ATX12V 1.x ou
simplesmente ATX.

6 – Conectores P8 e P9: encontrados nas fontes AT. Tem a mesma função do conector ATX,
porém, possuem 12 pinos divididos em dois conectores. Estes conectores possuem dois fios
pretos cada um, que devem ser ligados lado a lado na placa-mãe.

7 – Conector EPS 12V 8 pinos: encontrado nas fontes ATX. Este conector vai encaixado à placa-
mãe e sua função é fornecer corrente elétrica para o processador.

8 – Conector EPS 12V 4 pinos: encontrado nas fontes ATX. Este conector vai encaixado à placa-
mãe e sua função também é fornecer corrente elétrica para o processador.

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9 – Conector PCI-E: encontrado nas fontes ATX. É utilizado para fornecer corrente para os
dispositivos PCI-Express, principalmente para placas de vídeo. É encontrado com 6 ou pinos.

Diferenciando uma Fonte AT de uma Fonte ATX

Visualizando uma fonte AT e uma ATX juntas, podemos, em um primeiro momento, não
conseguir diferenciarmos uma da outra, principalmente se já estiverem instaladas em um
gabinete.

Se visualizarmos, ambas as fontes por trás do gabinete, realmente teremos grandes


dificuldades. A forma mais eficiente de fazer esta identificação é visualizando os cabos e
conectores que alimentam a placa-mãe e os dispositivos. Podemos perceber a grande
semelhança entre as duas fontes nas imagens abaixo.

Agora, observemos as mesmas fontes só que com foco nos cabos. A fonte AT possui um cabo
preto extra, localizado mais ao centro da fonte onde na sua extremidade, fica localizado o
botão Power, responsável por ligar e desligar o computador. Já na fonte ATX, este cabo foi
retirado, pois a fonte é acionada através da placa-mãe e não mais pelo botão Power.

Após analisarmos os cabos e conectores é que podemos fazer a identificação de qual padrão
trata-se a fonte.

Potência da fonte

Podemos traduzir a potência da fonte como sendo a força que a fonte tem para alimentar
todos os componentes do computador.

As fontes trazem rotuladas em uma etiqueta, colada em sua carcaça, a potência máxima
teórica suportada por ela. Mas nem sempre esses valores correspondem à potência real.

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Para dimensionarmos a fonte ideal para um computador, é necessário somarmos todo o
consumo dos componentes deste computador e comprar uma fonte, normalmente com valor
superior a este encontrado. Como exemplo, um computador, que somando todos os
consumos tem potência máxima de 290 w, deve receber uma fonte com valor igual ou
superior que o valor encontrado, neste caso igual ou superior a 290 w. O ideal seria a compra
de uma fonte com potência superior, pois se necessário acrescentar mais algum dispositivo,
está fonte teria potência de sobra para alimenta-lo junto, não sendo necessária a substituição
do equipamento.

Ventilação Segundo

Outra função da fonte é auxiliar na refrigeração interna do computador. A fonte de


alimentação fica posicionada na parte superior do gabinete para facilitar a remoção do ar
quente, já que o ar quente é mais leve e tende a subir. Na parte traseira da fonte existe uma
ventoinha que tem como função remover o ar quente do computador e ao mesmo tempo
auxiliar na refrigeração dos componentes da fonte. Existem algumas fontes de alimentação
que possuem mais de uma ventoinha. Quanto mais ventoinhas a fonte tiver, melhor será a
refrigeração, mas em contra partida, maior será o ruído emitido por ela.

NOTA: Existem sites com calculadora virtual para ajudar a calcular a potência da fonte ideal,
que precisamos para um computador. Estas calculadoras baseia seus cálculos nos
componentes e peças inclusas no gabinete, como placa mãe, processador, memórias, placa de
vídeo, placa de rede e outros.

Exemplo deste link abaixo:

https://outervision.com/power-supply-calculator

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Placa Mãe:
Placa On-board e Off-board

Barramentos (FSB)

Componentes Eletrônicos

Fabricantes e CD de instalação

Placa-mãe / Motherboard / Mainboard


É uma das mais importantes peças que compõe um computador, é nela que as demais peças
são encaixadas para assim funcionarem em conjunto.

Modelos de placas  Onboard: Som, rede e vídeo principalmente são integrados.

Offboard: Som, rede e vídeo principalmente não são integrados.

Barramentos (FSB)
É uma via de comunicação, ele é responsável pela ligação entre os componentes da placa-mãe.

Definição de Barramento: Conjunto de trilhas e circuitos elétricos que conduzem os dados


entre os componentes.

Barramento Local Frontal (FSB): responsável por fazer a comunicação entre o processador e a
memória RAM, é o barramento mais rápido que temos em um computador. Componente
responsável por controlar o barramento local é o Chipset ou ponte norte (north bridge).

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Barramento de Expansão: Também consiste nos encaixes na placa-mãe que se chamam
“Slots”, utilizados para fazer a comunicação de uma placa de expansão (vídeo, som, rede e
etc.) com a placa-mãe. Componente responsável por controlar os Barramentos de Expansão é
o Chipset ou ponte sul.

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Identificação de componentes e exemplos do que podemos conectar neles:

ISA: Placas de expansões, placa de vídeo, placa serial, placa de rede, placa de áudio.

PCI: Placas de expansões, placa de vídeo, placa serial, placa de rede, placa de áudio, placa USB.

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Socket

Identificação de componentes e exemplos do que podemos conectar neles:

Slot de Expansão de Memória: Utilizamos para conectar placa de memórias.

Interfaces IDE: Utilizamos para conectar drive de CD/DVD ou HD’s.

Slot AGP: Utilizamos somente para placa de vídeo. Era utilizado antigamente.

Slot AMR: Utilizamos para placa de áudio, placa de fax modem.

Sockte: Utilizamos para encaixe do processador – Observação: cada sockte tem sua
numeração e através dela sabemos quais processadores ele aceita.

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PCI Express 1x

16x

SATA
Identificação de componentes e exemplos do que podemos conectar neles:

Slot PCI Express 1x: Utilizamos para conectar placa de áudio, placa de fax modem, paca de
rede, placa usb, placa serial.

Slot PCI Express 16x: Utilizamos para conectar principalmente placa de vídeo, mas podemos
conectar outras como placa de áudio, placa de fax modem, paca de rede, placa usb, placa
serial, placa de porta paralela e outras.

Componentes Eletrônicos
Transistor: São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais
elétricos.

Resistores: Transformar energia elétrica em energia térmica. Oferece uma oposição à


passagem de corrente elétrica, através de seu material.

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Capacitores: Armazena energia num campo elétrico.

Chip: É um circuito eletrônico integrado, composto por dispositivos semicondutores.

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Fabricantes de Placa-mãe e CD de instalação
Os fabricantes líderes de mercado são:

Também temos alguns fabricantes com custo menor no mercado, o que pode nos atender
bem, dependendo da necessidade do cliente:

Portas USB frontal

É importante termos cuidado ao utilizar a porta usb frontal de um computador.

Devido a sua fragilidade de instalação, podendo ser confundida as conexões por algumas
pessoas (técnico), podem acarretar a queima do dispositivo que for conectado.

Existem alguns tipos de conexões dos cabos usb, como o tipo socket e o tipo pinos (que é o
mais complicado de instalar).

No tipo pinos é recomendado seguir as instalações propostas no manual da placa mãe, através
de um gabarito de instalções.

Abaixo segue os tipos de conexões citamos e também podemos perceber um gabarito de


conexão proposto por um manual de placa mãe...

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Placas Controladoras:
Conhecendo um pouco mais sobre placas controladoras

Placa de Vídeo

Placas de Rede

Placa de Modem

Placa de Som

Conhecendo um pouco mais sobre placas controladoras


Cada uma delas tem uma função específica, umas são responsáveis pela reprodução do som,
outras pela conexão com a internet, por exibição de vídeos de alta qualidade e etc.

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Placa de Vídeo
Antigamente as placas de vídeo não exibiam gráficos como vemos hoje, tinham um padrão
MDA (Monochrome Display Adapter), os dados eram exibidos em modo de texto e
monocromático (preto e branco).

Os gráficos e cores só chegaram com o surgimento do padrão CGA (Color Graphics Adapter).

Depois surgiram o padrão EGA que trabalhava com 16 cores simultâneas e uma paleta de cores
de 64 cores.

Assim surgiu também o padrão VGA (Vídeo Graphics Array) que trabalha com 16 cores
simultâneas e uma paleta de cores de 262.144 cores.

Atualmente utilizamos o padrão Super VGA (SVGA) que é capaz de trabalhar com altas
resoluções e uma quantidade gigantesca de cores simultâneas.

Alguns dos principais fabricantes no mercado atual:

Um pouco sobre a evolução das Placas de Vídeo

A qualidade das imagens dos games atuais é tão impressionante que parecem cenas reais. Isso
somente é possível devido à evolução das placas de vídeo: elas estão cada vez mais potentes, e
incorporam tecnologias que permitem a criação de efeitos especiais complexos.

Mas quando os computadores deixaram de ser simples "máquinas de escrever" eletrônicas e


se tornaram estações gráficas capazes de rodar jogos quase reais? É exatamente o que
descobriremos sobre a evolução das placas de vídeo.

A primeira era das placas de vídeo (até a chegada da 3DFX)

A primeira GPU (processador gráfico dedicado especificamente a tarefas gráficas) foi a S3 Trio,
lançado pela antiga fabricante de chips S3. A novidade da época é que, pela primeira vez, um
chip de vídeo reunia os três componentes básicos de vídeo nos computadores: o processador
propriamente dito, o RAMDAC (conversor entre os sinais digitais dos chips e os sinais
analógicos do monitor) e o gerador de frequência.

A S3 Trio teve diferentes versões voltadas para placas de vídeo e para placas mãe com vídeo
on-board.

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Na mesma época (início da década de 90),
a ATI também apresentou suas primeiras
placas de vídeo, com recursos parecidos
com a linha da S3. Estas tecnologias foram
sendo aperfeiçoadas, fazendo com que as
placas de vídeo começassem a utilizar
memória dedicada apenas para seu
processamento.

A segunda geração de placas de vídeo surgiu em 1995, com a linha S3 ViRGE, sucessora da
linha S3 Trio. A S3 lançara a primeira família de placas de vídeo 3D, mas o seu poder de
processamento não era muito superior ao dos demais chips 3D que haviam no mercado.

No mesmo ano, a recém lançada NVIDIA lança seu primeiro chip gráfico, o NV1, que não foi
bem aceito no mercado, pois ele era muito caro. O NV1 também tentou ser uma central
multimídia completa, com áudio próprio (embutido na placa de vídeo) e até mesmo entrada
para joysticks do Sega Saturn (que perdeu mercado para o Sony Playstation).

Com isso, começaram a aparecer no mercado as primeiras placas de vídeo que realmente
otimizavam tarefas gráficas.

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Entre 1995 e 1996, a ATI lança sua primeira linha de placas de vídeo 3D: a linha Rage, que
começou com os chips da linha antiga Mach, mas com recursos básicos de processamento 3D.
Em 1996, novos competidores entram no mercado, como a 3DFX, a Imagination Tecnologies e
a Rendition.

De longe, a empresa mais bem sucedida foi a 3DFX com sua Voodoo 1, que aliava as duas
maiores qualidades de qualquer produto: bom desempenho e baixo preço. Finalmente,
podemos dizer que as placas de vídeo 3D apresentavam realmente processamento 3D!

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A segunda era das placas de vídeo (ascensão e queda da 3DFX)

Em 1997, apareceram no mercado diversos adversários da Voodoo 1. A ATI lançou as linhas


Rage II e Rage Pro, mas ambas não conseguem ameaçar a primeira placa 3D da história a
suportar a nova tecnologia 3D da Microsoft (Direct 3D): a NVIDIA Riva 128, que se tornou a
melhor placa de vídeo 3D do mercado.

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No ano seguinte, a NVIDIA lançou a Riva 128 ZX, versão melhorada da Riva 128 original, e que
tinha até 8MB de memória dedicada de vídeo (apenas para comparar, atualmente existem
placas de 8GB e até 16GB de memória dedicada).

Após o fiasco da Voodoo Rush, que tinha desempenho inferior à Voodoo 1, a 3DFX lançou a
verdadeira sucessora da Voodoo1: a Voodoo 2 e a Voodoo Banshee (versão enfraquecida da
Voodoo 2, com menor custo).

Até mesmo a Intel tentou entrar o mercado, mas logo desistiu e passou fabricar apenas chips
de vídeo on-board. A NVIDIA respondeu ao lançamento da Voodoo 2 com a linha Riva TNT, que
não fez muito sucesso por causa de problemas de aquecimento, mas ela serviu como base
para as placas de vídeo que a sucederam.

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Após diversos fabricantes desistirem de criar placas de vídeo, em 1999 haviam apenas três
grandes competidores no mercado de placas de vídeo 3D: ATI, NVIDIA e 3DFX, com as linhas
Rage 128, Riva TNT2 e Voodoo 3, respectivamente.

A ATI Rage 128 recebeu diferentes versões e foi atualizada para a Rage 128 PRO, com melhor
processamento do Direct 3D e na codificação/decodificação de vídeos. Os chips da Rage 128
PRO foram usados como base para a criação da Rage Fury MAXX, onde dois chips ocuparam a
mesma placa e cada um renderizava um frame diferente.

Como não havia softwares compatíveis com esta tecnologia, ela foi comercialmente ignorada,
embora a idéia de se usar dois chips de vídeo na mesma placa seja utilizada até hoje.

Já a linha Riva TNT2 da NVIDIA apresentou poucas diferenças entre seus modelos, mas a
empresa conseguiu emplacar um dos modelos mais potentes até então: a Riva TNT2 Ultra.

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A Voodoo 3 dividiu com a Riva TNT2 o posto de melhor placa de vídeo, mas ela foi a última
placa de vídeo de sucesso da 3DFX, pois no ano seguinte a empresa foi comprada pela NVIDIA.

Bye bye 3DFX

A 3DFX saiu do mercado por dois motivos: perda de mercado, e atraso no lançamento de
novos produtos. As duas linhas sucessoras da Voodoo 3 (Voodoo 4 e Voodoo 5) foram lançadas
muito tarde, e com isso a ATI e NVIDIA ganharam muito mercado.

E quando as Voodoo foram finalmente lançadas, elas não eram tão avançadas quanto os
modelos atuais da ATI e NVIDIA. Estas, por exemplo, já utilizavam as rápidas memórias DDR,
enquanto as novas Voodoo ainda não tinham suporte a esta tecnologia.

De qualquer modo, as contribuições tecnológicas da 3DFX são importantes até hoje. A


empresa foi responsável, por exemplo, pela tecnologia SLI, que permite que duas placas de
vídeo sejam interligadas, aumentando muito o processamento gráfico. Esta tecnologia é
utilizada atualmente nos melhores modelos das placas de vídeo da NVIDIA (SLI) e da ATI
(CrossFire).

Além disso, o chip VSA-100 da 3DFX foi criado para que placas de vídeo pudessem ser
fabricadas com até 32 chips funcionando em paralelo, mas de forma que cada processador

35
renderizasse uma parte diferente da imagem em questão (abordagem mais inteligente que a
usada pela ATI, já que era compatível com as tecnologias da época).

Um dos projetos mais famosos da 3DFX engavetados devido a sua falência é a Voodoo 5 6000,
com quatro processadores VSA-100 na mesma placa, sendo que até hoje nenhuma placa de
vídeo foi lançada com mais de dois processadores.

A terceira era das placas de vídeo (ATI x NVIDIA Round 1)

A primeira placa de vídeo que marcou o final do reinado da 3DFX foi a NVIDIA Geforce 256, em
1999, e ela foi a primeira placa de vídeo totalmente compatível com o Direct 3D 7.

Foram lançadas duas versões desta placa: com memória SDR e com memória DDR. Nesta
última, o processador gráfico poderia demonstrar toda a sua potência, sendo 50% mais rápido
do que a antecessora Riva TNT2. Como o preço da Geforce 256 era muito alto, poucos
aproveitaram o seu potencial.

No ano seguinte, a ATI lança uma rival à altura da Geforce 256: a Radeon 7000 (codinome
R100), que foi lançada em duas versões diferentes (com e sem entrada/saída de vídeo) e
ambas eram melhores que a Geforce 256.

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A NVIDIA obviamente não ficou parada e lançou a Geforce 2 GTS, superando a ATI. Com a
Geforce 2, a NVIDIA resolveu atacar vários segmentos do mercado, lançando versões de baixo
custo e desempenho (linha Geforce 2 MX), versões custo/benefício (linha Geforce 2 TI) e
versões de alto desempenho e preço (linha Geforce 2 GTS).

A reação da ATI foi imediata: o chip R100 foi rebatizado comercialmente como Radeon 7200
para competir com a Geforce 2 TI, e o chip RV100 (versão rebaixada) foi lançado como Radeon
7000 para competir com a Geforce 2 MX.

37
Em 2001, aproveitando a liderança no mercado, a Geforce rebaixou todas as placas Geforce 2
para o seguimento de baixo custo, e lançou a nova linha Geforce 3, superada rapidamente pelo
novo chip R200 da ATI, que foi utilizado na linha Radeon 8500. Ambas eram compatíveis com
Direct3D 8, mas as placas da ATI eram muito mais rápidas.

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A NVIDIA tentou contra-atacar em 2002 com a nova linha Geforce 4, mas a versão de alto
desempenho (Geforce 4 TI) não conseguiu cumprir seu objetivo, por ser menos potente do que
a Radeon 8500. Enquanto isso, a linha de baixo custo da NVIDIA (Geforce 4 MX) foi um sucesso
comercial por causa do seu preço baixo.

Mesmo tendo melhores placas de vídeo que a rival, a ATI resolveu lançar um novo chip, para
aumentar sua relação custo/benefício: o R300. Ele era compatível com Direct3D 9, e foi
utilizado na linha Radeon 9XXX. O R300 tinha um desempenho 100% superior ao R200, e o seu
projeto foi tão eficiente, que até mesmo as primeiras placas da geração seguinte (no caso,
Radeon X300, X550 e X600) utilizavam ele.

A NVIDIA tentou contra-atacar com a linha Geforce FX 5XXX, mas o resultado foi
decepcionante: com a exceção do modelo de baixo custo Geforce FX 5200 (que se tornou a
placa de vídeo mais vendida da história), todos os outros modelos não foram bem aceitos

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comercialmente por um motivo muito simples: todos eram menos potentes que os rivais da
ATI.

Pela primeira vez, a NVIDIA perdia uma batalha no mercado de placas de vídeo, e uma mesma
empresa (ATI) apresentava a melhor placa de vídeo da geração (ATI Radeon 9800 XT) e a
melhor placa de vídeo custo/benefício (ATI Radeon 9600Pro).

A quarta era das placas de vídeo (ATI x NVIDIA Round 2)

Movida pelo embalo de sua geração atual, a ATI resolveu continuar apostando no Direct3D 9
em sua nova linha de placas de vídeo. Em 2004, o R420 foi usado para equipar as placas de
vídeo da linha Radeon X700, X800 e X850. A médio prazo, a decisão da ATI se mostrou
precipitada, pois o mercado se moveu rapidamente para o recém lançado Direct3D 9.0c.

Embora a placa mais potente da época fosse a X850XT PE, a ATI novamente perdeu espaço
para a NVIDIA devido ao uso do bom e velho R300 nas placas custo/benefício, que não era
páreo para a linha Geforce 6XXX.

Embora esta linha tivesse suporte apenas parcial ao Direct3D 9.0c, era mais do que as rivais da
ATI ofereciam. Além disso, a Geforce 6600GT é considerada até hoje uma das melhores de sua
categoria. Esta geração marcou o ‘resgate’ da tecnologia SLI criada pela 3DFX, pois ela estava
presente em alguns modelos da NVIDIA.

40
No ano seguinte, a ATI se rende ao Direct3D 9.0c com a linha Radeon X1XXX. A NVIDIA, para
não ficar para trás, lançou a série Geforce 7XXX com suporte melhorado ao mesmo Direct3D
9.0c.

Esta geração foi marcada pro preços bem elevados das placas de vídeo, mas pouca diferença
de desempenho, exceto pela Radeon X1950 XTX, que perdia apenas para a Geforce 7950GX2
(que utilizava duas placas de vídeo ligadas em modo SLI).

Em 2006, a NVIDIA resolveu tentar liderar de forma absoluta o mercado de placas de vídeo
com seu chip G80 (linha Geforce 8XXX), que foi mal recebida pelos críticos, mas fez muito
sucesso por ter baixo custo.

Os dois pontos fracos desta geração da NVIDIA foram o altíssimo custo das placas de alto
desempenho (até US$ 700,00 por uma Geforce 8800 Ultra!) e as melhorias muito modestas
das outras placas, se comparadas com as gerações anteriores.

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No ano seguinte, a empresa resolveu lançar uma revisão do chip G80 para o mercado de
usuários comuns, mas os engenheiros da NVIDIA fizeram um trabalho tão bom no chip G92
que todas as placas lançadas com base nele eram melhores que suas ‘rivais’ com o chip G80.

Enquanto isso, a ATI atrasou o lançamento de suas placas de vídeo em cerca de seis meses,
pois foi adquirida pela AMD. O problema é que, além do atraso, o chip R600 (linha Radeon HD
2XXX) não era melhor que o G80, e consumia muito mais energia.

Em 2007, a ATI fez uma revisão no chip R600,e lançou a Rv670, que consumia menos energia e
era muito mais barata do que a R600. O resultado foi tão bom, que ela foi usada na nova linha
Radeon HD 3XXX.

Os chips revisados das duas gigantes (Rv670 da ATI e G92 da NVIDIA) foram os grandes
responsáveis pela queda de preço das placas de vídeo, e com isso o consumidor comum teve
acesso a placas de vídeo muito poderosas.

Antes de lançar novas tecnologias, a NVIDIA resolveu aumentar a produção de chips G92 e
lançar uma versão do mesmo com menos recursos (G94) para atacar a ATI no mercado de
placas de vídeo baratas.

A Geforce 9600GT (chip G94) foi lançada e fez muito sucesso por ser barata e ter desempenho
superior à Radeon HD 3870 (um modelo de alto desempenho). Isto obrigou a ATI a cortar o
preço de seus produtos para se manter competitiva.

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A quinta era das placas de vídeo (ATI x. NVIDIA Round 3 – hoje)

Antes de lançar novas tecnologias, a ATI resolveu fazer pequenas melhorias no chip Rv670 para
permitir que mais de um processador pudesse ser utilizado em uma única placa de vídeo.
Como resultado, a Radeon HD3870X2 foi a placa de vídeo mais potente do mercado. Mas isso
durou dois meses, pois a NVIDIA contra-atacou com a Geforce 9800GX2, utilizando o conceito
de duas placas de vídeo em uma.

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Em 2008, a NVIDIA e a ATI finalmente lançaram seus novos chips: o GT200 e Rv770. O GT200 já
nasceu com problemas, pois consumia muita energia sem ter uma potência que justificasse
estes gastos. A ATI, por outro lado, lançou o Rv700 (Radeon HD 4850/Radeon HD 4870) alguns
meses depois, sendo um sucesso de público e crítica.

Desta vez, foi a NVIDIA que se viu obrigada a baixar o preço de suas placas para permanecer
competitiva, mas nem isso foi capaz de tomar a coroa da ATI no mercado de placas de alto
desempenho e de custo/benefício.

Em compensação, no atual mercado de baixo custo, a NVIDIA ainda é líder devido à demora da
ATI em lançar novos modelos para esta lucrativa fatia. Temos os modelos Radeon
HD4650/4670 enfrentando as Geforce 9500GT/9600GSO, mas ainda não há rival direto para a
9800GT.

A cada ano a ATI e NVIDIA se degladiam para ter a melhor placa de vídeo do mercado, e no
final o consumidor ganha com isso, pois as placas de vídeo se tornam cada vez mais potentes e
mais baratas.

Atualmente há muitos games que exigem placas de vídeo topo-de-linha para funcionarem
satisfatoriamente com qualidade máxima, mas por mais que as placas de vídeo evoluam, isso

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ainda não é suficiente: se você configurar o jogo Crysis com qualidade máxima no maior
monitor do mercado (30", com resolução 2560x1600 pixels), ainda não existe nenhuma placa
de vídeo no mercado que permita jogá-lo com velocidade aceitável - mesmo que você
interligue duas ou três placas de vídeo.

Alguns pontos principais e diferenciais sobre as Placas de Vídeo

Placa de Vídeo AGP

Acelerated Graphics Port, é um barramento especial para placa de vídeo que era muito
utilizado antigamente, tinha a capacidade de dobrar a taxa de transferência em (1x, 2x, 4x e
8x) de dados em relação ao PCI, por exemplo. Essas velocidades tem frequência e voltagem
diferentes e por isso estas placas não são tão utilizadas atualmente.

Placa de Vídeo 3D

O barramento AGP surgiu por causa das placas 3D, já que o PCI tem uma velocidade mais
baixa.

Atualmente temos os barramentos de expansão PCI Express que tem uma velocidade de 16x.

Principais fabricantes de placas de vídeo: ATI, nVidia, SiS e Intel.

Tecnologia Crossfire (ATI) e SLI (NVIDIA) possibilita a utilização de duas placas de vídeo.

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46
O que devemos observar na hora de compramos uma Placa de Vídeo?

Para comprarmos uma placa vídeo temos que observar sua velocidade de transmissão de
dados que é medida em bits, quanto de memória a placa tem e principalmente o barramento
dela.

Além disso temos que analisar bem os conectores de vídeo que precisamos, pois temos várias
opções no mercado e com qualidades superiores uns aos outros.

VGA

A sigla significa Vídeo Graphics Array e é provavelmente o


conector de exibição mais antiga que ainda pode ser visto em
uma série de dispositivos. Mas atualmente está perdendo
espaço para outro tipo de conector(HDMI) que está se tornando
padrão principalmente em notebooks, por razões óbvias claro, o
HDMI é uma alternativa de alta qualidade que transfere áudio e
vídeo pelo mesmo cabo.

DVI

Digital Visual Interface é o único a seguir o legado do


conector VGA, mas tomando o caminho digital. DVI,
criado pelo Digital Display Working Group, foi
introduzido no ano de 1999. Os 29 pinos do conector
aumenta os traços visuais superando conector VGA,
mas mantendo os parafusos de fixação.

Interface DVI pode empurrar fluxos de vídeo digital não


comprimido a um dispositivo receptor. No caso de
sinais digitais, ele pode suportar WUXGA (1920x 1200)
resolução @60Hz através de uma única ligação, e
WQXGA (2560 x 1600) @60Hz via Dual Link.

DVI também suporta saída de vídeo analógica que o torna compatível (usando um adaptador)
com a interface VGA. DVI pode ser relativamente mais recente do que VGA, é, principalmente,
encontrou seu lugar em monitores de computador. No entanto, a tecnologia também está à
beira da extinção.

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DISPLAYPORT

Lançado em 2006, DisplayPort é muito mais jovem em


comparação com VGA e DVI, e até mesmo HDMI. Ele é
compatível com essas interfaces. Assim como DVI, que
se destina principalmente para ser uma interface de
conexão do computador.

De acordo com as mais recentes especificações do


DisplayPort 1.4, ele pode suportar HDR e até a saída de
vídeo 8K em dispositivos compatíveis. Ele também
implanta algo conhecido como exibição de compressão
de vídeo, que é reivindicada para fornecer vídeo sem
perda visual através de uma conexão DisplayPort. A
Nvidia GeForce GTX 1080 é a primeira placa gráfica do
mundo a contar com DisplayPort 1.4.

HDMI

High-Definition Multimedia Interface é uma interface de


vídeo proprietário. Você pode encontrar portas HDMI em
quase todos os produtos eletrônicos que tem suporte a
vídeo, incluindo televisores, monitores, DVRs, sistemas de
música. etc. HDMI 2.0 suporta resoluções de saída de vídeo
de até 4K (4096 x 20160p @60Hz). versão futura ou seja
HDMI 2.1 pode chegar com suporte para uma resolução de
8k.

Um hub HDMI ou splitter pode ser usada para fornecer


saída de vídeo para vários monitores. Mas encadeamento
no caso de HDMI não é uma tarefa fácil, em comparação com DisplayPort. Desde então, a
liberação de HDMI 1.3, começou a apresentar uma ligação Ethernet (capaz de transferir dados
a 100 Mbps) no próprio cabo. Outra característica notável é HDMI ARC (Audio Return
Channel), que permite transferência de áudio de uma fonte (televisão etc) para um receptor
(por exemplo, Home Theater). Anteriormente, ele foi feito usando um cabo de áudio do tipo
P2.

THUNDERBOLD

É uma interface multiuso concebido pela Intel, que é destinado a


saída de vídeo, bem como os dispositivos de armazenamento de
conexão. Diferente de exibição, você pode encontrar uma série de
discos rígidos e SSDs usando a porta Thunderbolt para conexão.
Thunderbolt não está presente em muitos dispositivos nos últimos
cinco anos de existência. A Apple foi rápida e colocou portas
Thunderbolt em seus Macbook Air e Pro laptops.

As versões anteriores do Thunderbolt (1 & 2) Interface utilizou o


conector mini DisplayPort. No caso de raio 3, USB Tipo-C é utilizado como o conector.

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ThunderBold 3 suporta uma largura de banda máxima teórica de 40Gbit/s, capaz de empurrar
dois fluxos de vídeo em monitores 4K ao mesmo tempo. A porta Thunderbolt única pode
conectar até 6 dispositivos através de ligação em cadeia ou de um hub. Ao utilizar o conector
tipo-C, também pode aproveitar o recurso de fornecimento de energia USB que pode ser
usado para carregar um dispositivo conectado usando até 100 watts de potência.

MHL

Mobile-High Definition Link é uma interface criada para


dispositivos portáteis, incluindo telefones celulares. MHL
pode ser pensado como uma versão reduzida de HDMI. Foi
proposto pela primeira vez pelo Silicon Image, que também
teve uma contribuição significativa para o desenvolvimento
de HDMI.

A versão inicial do MHL foi capaz de fornecer saída de vídeo


1080p, juntamente com oito canais de áudio. Ele também
tinha características como HDCP e pode ser usado para
controlar dispositivos compatíveis com CEC.

MHL 3 introduziu suporte para 4K 30fps vídeos juntamente com HDCP 2.2 e melhorou 7,1
áudio surround. Em dispositivos móveis, ele usa o micro-porta USB 2.0 para conectar a um
dispositivo de vídeo usando um adaptador MHL para HDMI.

A última versão, superMHL, adiciona suporte para 8K vídeos em 120fps, Dolby Atmos, HDR,
etc. Ele também traz um novo conector superMHL reversível em cena. Além disso, você pode
conectar vários monitores para uma única porta superMHL. Assim como HDMI, DisplayPort, e
Thunderbolt, não há um modo alternativo MHL para USB Tipo-C.

Conclusão sobre as conexões de vídeo:

Estas foram algumas das interfaces projetadas para transmitir áudio/vídeo de um dispositivo
para outro. Pode se dizer que o VGA e DVI, era a maioria de seu território a décadas atrás, e
que atualmente está sendo substituída pela tecnologia recente, ou seja, HDMI e DisplayPort.

Se tentarmos comparar DisplayPort e HDMI, O DisplayPort pode ser superior em suas


especificações, mas a realidade é que HDMI já conquistou a maioria do mercado. E agora, os
fabricantes de DisplayPort começaram a expandir sua tecnologia ao consumidor, fazendo
parcerias com montadoras de laptops. Atualmente o DisplayPort está presentes apenas em
monitores e placas de vídeos de ótima qualidade.

Thunderbolt da Intel ainda está para impressionar. Algumas empresas de renome como a
Apple incentivam a conexão Thunderbolt em seus dispositivos. Da mesma forma, MHL surgiu a
pouco tempo, mas focando os pequenos dispositivos.

Observação...
Alguns conectores que estão aos poucos desaparecendo do mercado.

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Vídeo Composto Super Vídeo

Placa de Rede
Responsável por fazer a comunicação entre os PCs.

Tipos: Ethernet (10/100 ou 10/100/1000 mbps).

Conector: RJ-45.

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Placa de Modem
Transforma a linguagem digital dos computadores em sinais analógicos de linha telefônica.

Conector: RJ-11.

Placa de Som
Responsáveis pela reprodução de som dos computadores.

Características de uma placa de som:

• Conversor A/D e D/A.

• Sintetizador: imita os sons dos instrumentos musicais.

• Taxa de amostragem: Está diretamente

ligado com a qualidade do sinal sonoro digitalizado.

• Digitalização com 8 ou 16 bits.

• Digitalização mono ou estério.

• Mixer: capaz de captar sons vindos

• de várias entradas analógicas.

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Processadores:
Processador

Clock / Overclock

Processadores Multinúcleos

Socket

Cooler / Water Cooler / Cooling

Processador
É um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão do computador.
Popularmente também é chamado de CPU (Central Process Unit), podem ser de 32 e 64 bits.

Os maiores fabricantes de processadores é a Intel e a AMD.

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Atualmente contamos com a 9ª geração de processadores intel Core i3, i5, i7, e i9, já os
processadores AMD estamos na 3ª geração e são denominados de RYZEN 3, 5, e 7.

Uma outra curiosidade sobre os processadores é que eles possuíam vários pinos, banhado a
ouro, pois o ouro é o melhor condutor de energia para contato com a placa mãe, como
observamos o exemplo abaixo...

Caso um pino desse amasse e não conseguisse desamassa-lo ou desentorta-lo, podíamos


considerar que perdemos o processador.

Atualmente os processadores são chamados de pastilha, pois não tem estes pinos que citamos
mais, mas não pense que ficamos livres deles, pois no socket encontramos vários, como
veremos a seguir.

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Clock e Overclock
Clock: mede a rapidez com que um CPU processa as informações. Quanto maior a velocidade
mais rápido é o processador.

Pronuncia Símbolo Veloc. Ciclo por Segundos

Hertz Hz 1

Kilo Hertz KHz 1000

Mega Hertz MHz 1 milhão

Giga Hertz GHz 1 bilhão

Overclock: técnica utilizada para aumentar a velocidade de um processador processar as


informações. Configuramos essa opção no setup do computador.

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Processadores multinúcleos (dual core, core2duo, quad core)
Atualmente os processadores costumam não só ter um núcleo de processamento (CPU), mas
sim ter 2, 3, 4 e etc.

Existem também computadores que tem mais de um processador, estes são chamados de
Sistema de Múltiplos Processadores.

Soquete / Instalando o Processador


É o nome dado ao suporte de encaixe do processador na placa mãe.

Até os PC 386 os processadores eram diretamente soldados na placa-mãe, o que


impossibilitava a troca de processadores, a partir do PC 486 adotou-se o padrão de soquete.

Observação: Existe ainda um tipo de soquete que não é comum, chamado Slot.

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Cooler / Water Cooler / Cooling
Cooler: dispositivo composto de uma ventoinha acoplada a um dissipador de calor de alumínio
ou cobre que surgiu a partir dos 486 e é utilizado para dissipar o calor (resfriar) do
processador.

Cooling: nome dado ao processo de dissipação de calor de sistemas e componentes


eletrônicos.

Tipos de Dissipadores: Ativos (com ventoinha) e Passivos (sem ventoinha).

Pasta Térmica: é utilizada no encaixe entre o processador e o cooler já que o encaixe deles não
é perfeito, existem áreas onde não há contato entre eles.

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Memórias:
Memória RAM

Como Funciona

Largura e velocidade do barramento

Falando um pouco mais sobre Memória Cache

Desempenho da Memória RAM

Um pouco sobre tipos de Memória RAM e Dual Channel

Memória ROM

Memórias Auxiliares

Interfaces

Memória RAM
O nome vem do inglês: Random Acces Memory (memória de acesso aleatório), é chamada
também de Memória Principal.

A memória RAM é um tipo de tecnologia que permite o acesso aos arquivos armazenados no
computador. Diferentemente da memória do HD, a RAM não armazena conteúdos
permanentemente. É responsável, no entanto, pela leitura dos conteúdos quando requeridos,
ou seja, de forma não-sequencial.

Muito utilizada pelo processador para ajudar no processamento e acessar temporariamente


programas e dados, ela é indispensável para o funcionamento do computador.

Existem vários tipos de RAM: SIMM 30 e 72 vias e DIMM de 168 vias, FPM, EDO, SDRAM,
RDRAM.

Atualmente utilizamos o padrão DDR-SDRAM (DDR, DDR2, DDR3 e DDR4) com 240 vias.

Alguns fabricantes: Kingston, Corsair, Avant, OCZ, G.Skill, Patriot.

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Como funciona
Quanto maior a memória RAM, maior sua capacidade de trabalho. A capacidade da memória
RAM é medida pelo fluxo de bits suportados nas operações, ou seja, para se acessar uma
grande quantidade de informações no HD de uma só vez, como muitos programas atuais
exigem, é necessário uma grande quantidade de memória RAM. São estes, portanto, os
megabites ou gigabites que aparecem nas configurações.

A memória RAM é um chip semelhante a um micro-processador, composto por milhões de


transistores e capacitores. O capacitor é uma peça capaz de armazenar elétrons. Quando ele
está carregado, o sistema faz uma leitura com base no famoso código binário de “zeros e uns”.
Cada leitura dessa em zero ou um significa um bit de informação. Essa leitura é feita de forma
muito rápida, são muitas em poucos milésimos de segundos. É assim que a memória RAM
processa todas as ações executadas pelo usuário.

Largura e velocidade do barramento


Outras características que influenciam na capacidade de processamento da memória RAM são
a largura e a velocidade do barramento, que é um conjunto de “fios” responsáveis pela
conexão da memória com os outros componentes.

A largura nos diz o número de bits que podem ser enviados ao CPU simultaneamente. A
velocidade é o número de vezes que esse grupo de bits pode ser enviado a cada segundo.

A memória comunica-se com o CPU, trocando dados, e completa o que se conhece como ciclo
de barramento. É esse período que apresenta o desempenho da memória que, pode ser de
100MHz e 32bits, por exemplo. Isto singnifica que tal memória é capaz de enviar 32bits de
dados ao processador 100 milhões de vezes por segundo. No entanto, existe um efeito
chamado latência, que atrasa a taxa de transferência de dados de forma significativa quando
se envia o primeiro bit.

Ao se comprar uma memória deve-se ficar atento para essa questão da taxa de transferência.
Não adianta a memória ter uma frequência alta e a frequência do sistema ser menor, pois a
taxa do sistema vai limitar a da memória RAM. Portanto, para um sistema que rode a 100MHz
e 32bits, compre uma memória com os mesmos aspectos.

Isso acontece porque o CPU não dá conta de processar os dados na mesma valocidade que
estes são enviados. Fato que explica a presença de memória nos processadores mais

58
modernos, a memória Cache, a qual armazena os dados mais acessados, encurtando o
processo e acelerando a leitura dos dados.

Falando um pouco mais sobre Memória Cache


É uma memória mais rápida do que os outros tipos de memória. Encontramos a memória
cachê em vários componentes do computador, entre eles HD, gravador de CD/DVD e
principalmente Processadores.

Tipos de Memória Cachê em um processador: L1, L2 e L3.

Desempenho da Memória RAM


Muitos sistemas não têm a memória necessária para executar certos aplicativos, jogos e
programas. É possível dizer que um dos motivos para isso é a baixa quantidade de memória
RAM. O número de informações que o programa exige que sejam acessadas ao mesmo tempo
do HD não é suportada pela configuração e o sistema fica lento.

Vale ressaltar, no entanto, que há muitos outros fatores que podem implicar nessa velocidade,
dentre eles a velocidade do processador e da placa de vídeo, os quais possuem suas próprias
memórias também. Caso da memória Cache, explicada acima.

Um pouco sobre tipos de Memória RAM


DRAM

Existem dois tipos básicos de memórias RAM. O mais barato e comum deles é a DRAM ou
memória dinâmica de acesso aleatório. Nesse tipo, um transistor e um capacitor unem-se para
formar uma célula de memória, que é responsável por um bit de dados. Enquanto o capacitor
conserva o bit de informação, o transistor age como um controle, que permite ao chip ler o
capacitor ou mudar seu estado.

A DRAM costuma ser uma memória mais lenta, pois passa por um processo de refrescamento
dos dados, o que leva tempo e deixa a memória lenta.

59
SRAM

O segundo tipo é o SRAM ou, memória estática de acesso aleatório. Essa possui um circuito em
uma forma conhecida como Flip-flop, que contém quartro ou seis transistores e fios. A
vantagem desse tipo é que não há necessidade de ser refrescada. Sendo assim, é mais rápida
que o primeiro tipo. No entanto, ocupa também bem mais espaço em um chip que uma célula
de memória dinâmica. O que resulta na menor quantidade de memória que se pode ter por
chip, fazendo da SRAM um componente bem mais caro.

Dual Channel
As memórias têm evoluído muito e agregado cada vez mais funcionalidades para aplicarem
suas capacidades e o Dual Channel é uma delas.

A característica dá a possibilidade do chipset ou o processador de comunicarem-se com duas


vias de memória ao mesmo tempo. O resultado é o fornecimento do dobro de largura de
dados do barramento.

DDR

A DDR ou, Double Data Rate (taxa dupla de transferência) é mais um para a lista dos
aperfeiçoamentos na engenharia das memórias RAM. Essa funcionalidade possibilita a
transferência de dois dados simultaneamente.

Memória ROM
O nome vem do inglês: Read Only Memory (Memória apenas de leitura).

Tipos de memória ROM:

PROM: pode ser gravada por um dispositivo especial, mas não podem mais ser apagadas ou
modificadas após a gravação.

Exemplo: CD-ROM; DVD-ROM

EPROM: pode ser gravada e regravada por um dispositivo especial, quando expostas à luz
ultravioleta.

Exemplo: CD-RW; DVD-RW

EEPROM: podem ser atualizadas via software.

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Exemplo: BIOS

Memórias Auxiliares
São memórias não voláteis (não precisam de energia para manter os dados guardados) de
armazenamento.

Comparando com a memória RAM que é uma memória volátil (precisa de energia para manter
os dados guardados), as memórias auxiliares existem para os dados não se perderem.

Memória Flash: é uma memória de acesso rápido e permanente – exemplo: Pen-drive.

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Sistema Binário

bit bit 0 ou 1

byte B 8 bits

Kilobyte KB 1024 B

Megabyte MB 1024 KB

Gigabyte GB 1024 MB

Terabyte TB 1024 GB

Petabyte PB 1024 TB

Exabyte EB 1024 PB

Zetabyte ZB 1024 EB

Yotabyte YB 1024 ZB

Memórias Auxiliares e Interfaces


Os HDs são também memórias auxiliares e para transmitir os dados entre um e outro e entre
os componentes de maneira segura eles, os HDs tem interfaces ou cabos corretos para
conexões.

Interfaces de HDs: IDE, SCSI, SATA.

HD IDE

HD SATA

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Instalando as Memórias

Devemos tomar muito cuidado ao pegarmos nas memórias, seja ela de notebook ou desktop,
pois caso nosso corpo esteja carregado com eletricidade estática podemos queima-las.

Mais um aspecto importante nas memórias RAM, ao qual deve-se ficar atento, principalmente
se for adquirir novas, é o seu módulo. Isto é, o formato dos conectores da placa de memóra.
Isso acontece porque as placas-mães devem ter compatibilidade com o conector na memória.

O modelos para desktops que ficaram mais conhecidos são: o SIMM, single in-line memory
module; o DIMM, dual in-line memory module e o RIMM, Rambus in-line memory module.

Já o modelo SODIMM serve para notebooks. Essas são memórias que se diferenciam
essencialmente nos modos como organizam os pinos nos conectores e transmitem os dados.

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Inicialização:
Inicialização / BOOT (CMOS, BIOS | POST | Setup)

Como funciona o boot de um computador

BIOS, a peça-chave

Setup e seus menus

Sistemas Operacionais

Inicialização / BOOT (CMOS, BIOS | POST | Setup)


Podemos conhecer também o processo de inicialização do micro como Boot.

O BIOS entra em funcionamento e é acionado o POST que por sua vez aciona o SETUP e as
configurações que determinamos, esse é um resumo da inicialização.

Como funciona o boot de um computador


Do momento em que você liga o seu computador até o instante em que o sistema operacional
carrega muita coisa ocorre. Nesses preciosos segundos, uma série de processos — que juntos
são chamados de boot — trabalham como engrenagens para inicializar a máquina e fazê-la
funcionar a todo vapor.

Antes de tudo, os componentes obviamente necessários para fazer a “mágica” acontecer são
os cabos, a fonte (no caso de um notebook, quem cumpre essa função é a bateria), a
eletricidade e a correta disposição das peças de hardware.

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Se você já abriu seu gabinete, provavelmente percebeu que a placa-mãe possui um pequeno
LED que indica a energia em standby. Quando o botão de ligar é pressionado, a fonte leva
eletricidade para a placa-mãe, que em seguida ativa o processador e o cooler.

BIOS, a peça-chave
Logo após, quem entra em ação é o BIOS (Basic Input/Output System — Sistema Básico de
Entrada/Saída em português), um sistema operacional pré-gravado no chipset que garante a
tradução dos códigos de hardware para a tela — sua interface de configuração (Setup Utillity)
é azul na maioria das vezes, sendo facilmente reconhecida (o que não quer dizer que seja
facilmente entendida!) por muitos usuários.

O Setup também em sua maioria, só conseguimos configurar com auxilio do teclado, não
sendo possível utilização do mouse, mas atualmente temos os novos Setup Gráficos, onde
conseguimos até configura-lo utilizando o mouse junto com o teclado.

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Imagine que o BIOS sempre será o primeiro a acordar e a trabalhar assim que você põe o PC
para funcionar. É ele que passa as primeiras ordens para o processador, além de verificar quais
itens estão instalados na máquina.

O BIOS também é responsável por carregar a memória RAM, placa de vídeo, teclado, cachê
básico e, por fim, possibilitar a inicialização do sistema operacional. Acompanhe em ordem
cronológica as etapas que ele percorre:

1. Acessa a memória CMOS, um circuito integrado que grava informações referentes ao


hardware. Nela, o BIOS estabelece reconhecimento e comunicação com peças como placas de
vídeo e memória RAM.

2. A segunda fase, conhecida como Power-on Self Test (POST) nada mais é do que um
conjunto de teste que a BIOS realiza para saber se tudo está se inicializando da maneira
correta. Quando alguns componentes essenciais estão faltando, alguns beeps ou mensagens
na tela alertam o usuário.

3. A etapa seguinte consiste na procura de alguma fonte para inicializar o sistema


operacional. Tal fonte é configurável e pode ser um disco rígido (padrão), CD-ROM, pendrive,
disquete, entre outros.

4. Agora, o BIOS lê o setor zero (que contém apenas 512 bytes, denominado Master Boot
Record) do HD. Essa área contém um código que alavanca a inicialização do sistema

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operacional. Outros dispositivos de boot (CDs, disquetes etc.) têm a capacidade de emular
esse setor zero.

5. No caso do Windows, o Master Boot Record (MBR) verifica qual partição do HD está ativa
(configurada como Master) e inicializa o “setor um” dela — essa área tem um código com a
simples missão de carregar o setor dois.

6. A etapa seguinte consiste na leitura de um arquivo de configuração de boot, o Boot Loader


(quando falamos do Windows, trata-se do NTLDR).

7. A partir dele, é inicializado o núcleo (kernel). Assim como o BIOS estabelece a ligação entre
hardware e sistema, o kernel serve para firmar uma comunicação estável entre hardware e
software. Nessa fase, é ele quem assume o controle do computador.

8. O kernel carrega os arquivos principais e informações básicas do sistema operacional


(incluindo o registro), além de relacionar os componentes de hardware com as respectivas
DLLs e drivers.

9. No entanto, o kernel não carrega todos os processos para não sobrecarregar o sistema —
somente as operações essenciais são colocadas em atividade para possibilitar o início do
Windows.

10. A tela de escolha de usuários é exibida e, após o logon, os programas relacionados para
começar junto com o sistema são carregados.

Setup e seus menus


Lembrando que temos programas de Setup tanto em modo texto (o mais utilizado
atualmente), quanto em modo gráfico...

Modo Texto

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Modo Texto

Modo Texto

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Modo Gráfico

Vamos agora conhecer um pouco mais das opções que encontramos nos menus.

3 8

5 9

6 10
7 11

1- Permite alterar informações como data e hora.


2- Define a ordem de boot da máquina, ou seja, se o sistema vai ser carregado a partir do
disket, CD/DVD, Pen-drive, do HD ou algum outro dispositivo suportado.

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3- É responsável pela configuração do chipset da placa mãe, nessa opção você pode
alterar a velocidade de acesso às memórias e a quantidade de memória RAM que o
barramento AGP pode utilizar para armazenar texturas de vídeo.
4- Nesta opção podemos desabilitar portas e dispositivos onboard da placa-mãe.
5- Permite configurar o gerenciamento de energia do computador, alterar o tipo de fonte
utilizada, a maneira como o computador desliga, proteção contra temperaturas altas
do processador e demais opções de energia, além de podermos monitorar a
temperatura do processador e placa-mãe.
6- Podemos configurar a maneira como o sistema irá reconhecer as placas de expansão.
7- Nos fornece diversas informações sobre o CPU, como temperatura, voltagem e etc.
8- Esta opção permite voltar as configurações originais de fábrica (padrões) do Setup
para todas as opções.
9- Podemos definir uma senha para que o Setup não seja acessado por pessoas não
autorizadas, também podemos definir uma senha para que o computador continue o
processo de boot somente se for digitado a senha.
10- Salvar as configurações feitas no Setup e sair.
11- Sair do Setup sem salvar as configurações feitas.

Observação: A aparência do Setup pode mudar conforme o modelo da placa-mãe, não se tem
uma aparência padrão, como vimos em imagens anteriores.

Sistemas Operacionais
Os sistemas operacionais são interfaces que permitem aos usuários interagir com o
computador sem que seja necessário saber “falar a língua” dele. É o programa responsável por
gerenciar as tarefas do computador.

Em geral, como é de conhecimento, tais sistemas já vêm instalados ou pré-instalados na


máquina, influenciando não apenas na experiência que o usuário virá a ter com a sua nova
aquisição, mas, também, no preço final do produto.

Microsoft Windows, soberano no universo desktop...

No que diz respeito ao sistema operacional mais utilizado em desktops, estudo aponta que
tanto o mercado brasileiro quanto o europeu ainda são dominados pelo Microsoft Windows.
Seu maior rival, o Mac OS, da Apple, pode até possuir a segunda maior fatia nos dois
mercados, mas ainda não coloca em risco a soberania do Windows, com 96,42% de presença
no Brasil e 85,8% na Europa. Conforme observado no gráfico a seguir, os sistemas Linux e
Chrome OS possuem ainda menos representatividade, no que diz respeito à sua utilização para
compras online.

Vejamos os gráficos abaixo com as plataformas mais utilizadas...

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Android: maior presença em território nacional e europeu, para tablets e smartphones.

Quando o assunto muda para sistemas operacionais utilizados em dispositivos móveis, porém,
fica aparente a desvantagem do Windows ante os predominantes Android e iOS. Para se ter
uma ideia, 79,56% das compras online efetuadas em território nacional foram realizadas por
meio do Android, bem como 57% das aquisições no mercado europeu. O iOS, por sua vez, tem
maior presença fora do país, representando 42,23% da fatia na Europa, contra 19,24% no
Brasil. Somados, Windows e Linux não demonstram 2% em cada mercado.

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Partições e Preparação do HD para receber o Sistema
Operacional:
Partições

Partições existentes

Formatação

Sistema de arquivos

Conhecendo o MS-DOS, o F-disk e alguns comandos Básicos

Partições
Particionar significa “partir”, ou seja, dividir virtualmente o HD em duas ou mais partes.

Através das partições podemos ter sistemas operacionais diferentes em um mesmo


computador e ainda separar a parte do S.O da parte onde ficará armazenado os documentos
pessoais, como música, fotos, vídeos e etc.

Partições existentes
1º- Primária.  só podemos criar o máximo de 4 primárias ou 3 primárias e 1 estendida.

2º- Estendida  podemos criar 1.

3º- Lógica  número indefinido.

Formatação
As formatações são utilizadas para preparar um disco rígido para o uso, apagando todos os
dados e informações presentes, e recriando as estruturas de arquivos necessárias para receber
novas informações.

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Formatação Física: é feita uma vez na vida útil do HD, na fábrica, e sua finalidade é preparar o
disco para as demais formatações e usos. Nesta formatação é criada a estrutura de trilhas,
setores e divisões no HD. Após a formatação física, o HD está pronto para ser formatado
logicamente.

Formatação Lógica: é feita pelo usuário em caso de instalação do Sistema Operacional, ou


para limpar uma partição.

Sistema de arquivos
Durante a formatação e o particionamento de um HD, é preciso escolher o sistema de arquivos
que será utilizado pelo sistema operacional. Este sistema nada mais é do que a maneira com a
qual os dados serão armazenados e manipulados no disco. Cada sistema operacional possui
sistemas de arquivos diferentes. O Windows, por exemplo, trabalha com FAT16, FAT32 e NTFS,
enquanto o Linux utiliza EXT2, EXT3, EXT4, ReiserFS, XFS, JFS e muitos outros.

Mas como saber qual sistema de arquivos usar? Os mais utilizados, no caso do Windows, são
NTFS e FAT32. Embora o FAT32 mostra-se mais rápido, o NTFS é mais seguro, permite
trabalhar com grande volume de arquivos e possibilita a criação de permissões de acesso aos
arquivos de forma mais elaborada, fugindo do padrão usado desde os tempos do MS-DOS
(somente leitura, sistema, oculto e arquivo).

O FAT16 é o mais antigo dos três sistemas utilizados pelo Windows, e atualmente é pouco
usado.

Para o sistema operacional Linux, o sistema mais usado é o EXT4. A principal característica
deste sistema é o uso do recurso de journaling, que consiste em um “jornal” (diário) das
alterações realizadas, permitindo que o sistema seja reparado de forma muito rápida após o
desligamento incorreto.

Na dúvida, é recomendado usar o NTFS, pois, como visto, é mais seguro e é o que permite
trabalhar com o maior volume de dados.

Conhecendo o MS-DOS, o F-disk e alguns comandos Básicos


É quase impossível falar de formatações e não falar do MS-DOS, primeiro sistema operacional
utilizado pela gigante Microsoft.

O MS-DOS é nada mais que Microsoft DOS, um sistema operacional originalmente sem
interface gráfica, que utilizava linhas de comando. Tanto o Windows 95, quanto o 98, eram
baseados no DOS, ou seja, eram instalados por cima dele, não funcionando isoladamente.

Já com o XP, a Microsoft deixou de lado os sistemas operacionais baseados em DOS. Nele,
através do prompt de comando, emula-se parcialmente o DOS.

O F-disk
Mesmo existindo meios mais eficientes para criar e excluir partições em HDs, o
comando fdisk é usado até nos dias de hoje, uma vez que é possível utilizá-lo a partir de um
simples disquete de boot (inicialização), geralmente para o Windows 98.

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Para acessarmos o Fdisk basta digitarmos do Prompt do MS-DOS Fdisk e teclar Enter.

Comandos básicos do MS-DOS

COMANDO FUNÇÃO

DIR Exibe o conteúdo do diretório

COPY Faz a cópia de um arquivo

EDIT Editor de textos do MS-DOS

FORMAT Formata o disco selecionado

MD Cria um diretório

CD Serve para trocar de diretório

CLS Limpa o conteúdo da tela

DEL Deleta os arquivos de um diretório ou do disco

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Como fazer instalação limpa do Windows 10
Passo 1. Caso ainda não tenha baixado o sistema operacional, devemos baixa-lo na internet e
escolher a opção 32 ou 64 bits antes de começarmos.

Caso você deseje a versão original e não corra o risco de baixar outras versões não seja
original, é recomendado fazer o download direto do site da Microsoft, ou uma outra opção é
comprar o DVD original em uma loja física ou virtual oficial.

Passo 2. Após terminar o download, grave o arquivo baixado em um DVD ou crie um pen drive
de boot. Feito isso, inicie o computador usando o DVD de instalação do Windows 10 ou o pen
drive.

Passo 3. A instalação do sistema será iniciada. Selecione as configurações de teclado e moeda


e clique em “Avançar”.

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Passo 4. Em seguida, clique em “Instalar agora”.

Passo 5. É necessário aceitar os termos de contrato para continuar. Para isso, marque a opção
à esquerda e clique em “Avançar”.

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Passo 6. Clique em “Personalizada: Instalar apenas o Windows (avançado)”.

Passo 7. Em seguida, selecione a partição que você deseja instalar o sistema. Caso necessário,
use as opções para formatar, excluir e criar novas partições.

Feito isso, clique em “Avançar” e aguarde. O computador será reiniciado várias vezes durante
a instalação.

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Passo 8. Quando a instalação for concluída, o assistente de configuração aparecerá. Clique em
“Usar configurações expressas” para continuar – caso queira alterar algo, clique em
“Personalizar”.

Passo 9. Entre com seu endereço de e-mail e senha da sua conta Microsoft. Por fim, clique em
“Avançar” e aguarde. Após alguns minutos o sistema estará pronto para ser usado.

Há também a opção de avançar sem uma conta Microsoft, mas é aconselhável fazer, para você
conseguir aproveitar todos os serviços gratuitos disponibilizados pelo sistema operacional.

Pronto! Agora o Windows 10 estará instalado e você poderá experimentar os novos recursos
antes da maioria dos usuários.

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Instalação de Drivers:
Drivers X Drive

Identificando e Instalando Drivers

Drivers X Drive
Drivers: são um conjunto de rotinas que permite o Sistema Operacional acessar o periférico
(hardware), ou seja, é um software que gerencia um hardware.

Os drivers funcionará adequadamente apenas junto com o dispositivo para qual foi
desenvolvido. Também podem alterar de S.O para S.O e de placa a placa.

Drive: quando nos referimos a um leitor/gravador de CD/DVD, um Pen-Drive, Leitor de


Disquete, dentre outros hardware.

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Identificando e Instalando Drivers
Pressionando o conjunto de teclas abaixo:

Abriremos o gerenciador de sistemas o qual nos permitirá visualizar os drivers que já estão
instalados e os que faltam instalar.

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Observação: quando aparece um ponto de exclamação ou interrogação no driver é porque
tem algo errado, pode ser que não foi reconhecido ou não foi instalado corretamente. A
solução para este problema é reinstalar o driver ou atualiza-lo.

Para reinstalar ou atualizar os drivers, podemos baixa-los na internet, utilizar programas de


pacotes de drivers ou até mesmo usar o CD/DVD que veio junto com a placa ou dispositivo que
você está tentando instalar. Caso esse dispositivo seja USB, há uma grande possibilidade dele
ser plug and play, é uma das expressões da língua inglesa muito usada na informática que
significa “ligar e usar”, o que facilita, pois na maioria dos casos, eles são reconhecidos pelo
sistema e instalam os drivers sozinhos.

Outras maneiras de abrir o gerenciador de dispositivos...

Clique no menu iniciar e digite gerenciador de dispositivos, em seguida ele aparecerá na parte
de cima do menu.

Outra opção, clique do lado do menu iniciar na pesquisa do Windows e digite gerenciador de
dispositivo, como nos exemplos a seguir.

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Aparecerá acima como segue o exemplo.

Após isso é só clicar para abrir.

Digite aqui gerenciador de dispositivo.

Outra opção é abrir o meu iniciar ou uma pasta qualquer, procurar meu computador
(Computador) clicar com o botão direito e acessar propriedades.

O gerenciador aparecerá no canto do lado direito, então é só clicar para acessar.

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FONTES DE PESQUISAS

http://producao.virtual.ufpb.br/books/camyle/introducao-a-computacao-
livro/livro/livro.chunked/ch01s02.html

https://www.leroymerlin.com.br/filtros-de-linha-

http://jefersonmarques.yolasite.com/resources/Unidade%204%20-
%20Fontes%20de%20Alimenta%C3%A7%C3%A3o.pdf

https://outervision.com/power-supply-calculator

https://www.acemprol.com/evolucao-das-placas-de-video-t9533.html

https://tutorti.com.br/portal/diferencie-os-principais-conectores-de-videos/

https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/02/o-que-e-memoria-ram-e-qual-sua-
funcao.html

https://www.tecmundo.com.br/aumentar-desempenho/11266-como-funciona-o-boot-de-um-
computador.htm

https://e-tinet.com/linux/sistemas-operacionais-os-melhores/

https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/pesquisa-mostra-sistemas-operacionais-e-
navegadores-mais-utilizados-por-e-consumidores/

https://www.tecmundo.com.br/particao/869-como-criar-particoes-no-hd.htm

https://www.hardware.com.br/comunidade/msdos/822423/

https://www.infowester.com/tutfdisk.php

https://queconceito.com.br/plug-and-play

https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2015/01/como-fazer-instalacao-limpa-
do-windows-10.html

Instrutor Responsável pelo desenvolvimento: Sérgio Antônio de Oliveira Júnior.

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