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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA EB

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DAS VELAS

2016 / 2017

EPE

3º CICLO
2º CICLO
1º CICLO

PROGRAMA FORMATIVO DE INSERÇÃO DE JOVENS


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

ÍNDICE

I – ENQUADRAMENTO LEGAL ..................................................................................................................................................... 5


II – PRESSUPOSTOS DA AVALIAÇÃO ............................................................................................................................................ 5
III – NORMAS PROCESSUAIS ....................................................................................................................................................... 6
IV – OBJETO DA AVALIAÇÃO ..................................................................................................................................................... 12
V – MODALIDADES DE AVALIAÇÃO ........................................................................................................................................... 13
VI – CRITÉRIOS DE PROGRESSÃO E RETENÇÃO.......................................................................................................................... 20
VII – PROFIJ .............................................................................................................................................................................. 22
VIII – ALUNOS COM PLNM ........................................................................................................................................................ 23
PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA ....................................................................................................................................... 25
IX – ALUNOS INTEGRADOS NO REE ........................................................................................................................................... 27
X - SITUAÇÕES ESPECIAIS DE CLASSIFICAÇÃO ........................................................................................................................... 27
XI - SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO ................................................................................................................................ 29
ANEXO I .................................................................................................................................................................................... 30
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE .................................................................................................................... 31
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – INGLÊS ...................................................................................................... 39
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – EDUCAÇÃO FÍSICA .................................................................................... 40
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – MÚSICA .................................................................................................... 41
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB - PORTUGUÊS ......................................................................................... 43
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB - MATEMÁTICA ....................................................................................... 52
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ESTUDO DO MEIO ................................................................................ 60
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB / UNECA TVA – INGLÊS ................................................................................. 64
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (DRAMÁTICA)....................................................... 69
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (MUSICAL) ...................................................... 71
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (PLÁSTICA)...................................................... 72
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – EXPRESSÃO FÍSICO MOTORA ............................................................... 73
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB –EMRC .................................................................................................... 74
ANEXO II ................................................................................................................................................................................... 76
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – PORTUGUÊS......................................................................................... 77
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – PORTUGUÊS......................................................................................... 81
PORTUGUÊS – ENSINO BÁSICO ................................................................................................................................................. 85
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CICLO – TEATRO ............................................................................................ 86
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – INGLÊS....................................................... 88
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – INGLÊS....................................................... 92
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – FRANCÊS ................................................. 103
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – CIÊNCIAS DA NATUREZA .................................................................... 108
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – CIÊNCIAS NATURAIS .......................................................................... 117

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICA ................................................................. 129
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – ENSINO BÁSICO – MATEMÁTICA...................................................................... 144
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – História e Geografia de Portugal ........................................................ 150
Orientações Específicas de Avaliação – 3º CEB – HISTÓRIA ..................................................................................................... 152
Orientações Específicas de Avaliação – 3º CEB – GEOGRAFIA ................................................................................................. 155
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2ºCEB – EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA (5º ANO) .................................... 158
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2ºCEB – EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA (6º ANO) .................................... 160
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3ºCEB – EDUCAÇÃO VISUAL (7º ANO) .............................................................. 162
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EDUCAÇÃO VISUAL – 3ºCEB (8º ANO) .............................................................. 164
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA ................................................................. 166
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – EDUCAÇÃO FÍSICA.............................................................................. 167
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – EDUCAÇÃO FÍSICA.............................................................................. 169
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – EDUCAÇÃO MUSICAL ......................................................................... 171
Orientações Específicas de Avaliação – 6º ANO – HISTÓRIA, GEOGRAFIA E CULTURA DOS AÇORES ....................................... 172
Orientações Específicas de Avaliação – 2º CEB – EMRC .......................................................................................................... 173
Orientações Específicas de Avaliação – 3º CEB – EMRC .......................................................................................................... 175
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º & 3º CEB – OFICINA DA LEITURA ................................................................. 177
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR JARDINAGEM e INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS
INFORMÁTICOS) – PORTUGUÊS .............................................................................................................................................. 179
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR JARDINAGEM e INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS
INFORMÁTICOS) – INGLÊS ...................................................................................................................................................... 180
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM e INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE
SISTEMAS INFORMÁTICOS) .................................................................................................................................................... 182
EDUCAÇÃO FÍSICA .................................................................................................................................................................. 182
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM) – CIDADANIA E MUNDO ATUAL ........ 183
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS) – CIDADANIA
E MUNDO ATUAL.................................................................................................................................................................... 184
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM) – CIÊNCIAS NATURAIS ....................... 186
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM) – COMPONENTE TECNOLÓGICA I E II 188
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM) – MATEMÁTICA APLICADA................ 189
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS) –
MATEMÁTICA APLICADA ........................................................................................................................................................ 191
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (OPERADOR DE JARDINAGEM) – TIC ................................................. 193
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS)............... 195
Instalação e configuração de computadores em redes locais e à rede Internet ...................................................................... 195
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS)............... 196
SISTEMAS DE GESTÃO DE BASES DE DADOS ........................................................................................................................... 196
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – PROFIJ II (INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS) - TIC ....... 197
ANEXO III ................................................................................................................................................................................ 198
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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO DE CIDADANIA – 1º CEB ...................................................................................... 199
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO DE CIDADANIA – 2º e 3º CEB .............................................................................. 200

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De acordo com o estabelecido na portaria de avaliação do ensino básico, no início de cada ano letivo
compete ao conselho pedagógico da unidade orgânica, de acordo com as orientações curriculares emanadas pela
tutela e o Currículo Regional da Educação Básica, definir os critérios de avaliação para cada ciclo e ano de
escolaridade, sob proposta dos departamentos curriculares, com exceção do Programa Formativo de Inserção de
Jovens (ProFIJ), cuja proposta é emanada dos Conselhos de Turma (CT). Nos critérios de avaliação deve ser
enunciada a descrição de um perfil de aprendizagens específicas para cada ano ou ciclo de escolaridade.
Os critérios de avaliação constituem referenciais comuns da unidade orgânica, sendo operacionalizados pelo
professor titular da turma e conselho de núcleo, no 1.º ciclo e pelo conselho de turma, no 2.º e 3.º ciclos, no âmbito
da realidade concreta de cada grupo/turma, dos interesses dos alunos e de uma avaliação fundamentada, assente
num processo transparente e aplicando instrumentos diversificados. Permitem:
a) orientar a atividade avaliativa dos professores;
b) tornar transparente, para toda a comunidade escolar, o processo de avaliação da aprendizagem, através
da explicitação dos princípios e das regras que a enquadram.
O órgão executivo da unidade orgânica assegura a divulgação dos critérios aos vários intervenientes,
nomeadamente junto dos alunos e dos encarregados de educação.

I – ENQUADRAMENTO LEGAL

 Lei de base do sistema educativo.


 Programas de todas as disciplinas do ensino básico.
 Orientações curriculares para a educação pré-escolar.
 Decreto Legislativo Regional nº21/2010/A de 24 de junho (CREB).
 Decreto Regulamentar Regional Nº 17/2011/A de 2 de agosto (Referencial do CREB).
 Metas curriculares/aprendizagem.
 Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica de Alunos (RGAPA).
 Portaria de avaliação do ensino básico.
 Portaria nº 101/2012 de 1 de outubro (PLNM).
 Portaria nº52/2016 de 16 de junho (ProFIJ).
 Projeto curricular de escola (PCE).
 Plano do ProSucesso.

II – PRESSUPOSTOS DA AVALIAÇÃO

1. A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha


sistemática de informação destinada a apoiar a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das
aprendizagens, visando:

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a) Apoiar o processo educativo de modo a promover o sucesso dos alunos, permitindo o
reajustamento do processo de ensino e aprendizagem da escola, nomeadamente quanto à seleção de metodologias
e recursos, em função das necessidades educativas;
b) Certificar as aprendizagens e as competências desenvolvidas pelo aluno, no final de cada ciclo, e à
saída do ensino básico, através da avaliação sumativa nas modalidades interna e externa;
c) Contribuir para melhorar a qualidade do sistema educativo, possibilitando a tomada de decisões
para o seu aperfeiçoamento e promovendo uma maior confiança social no seu funcionamento.
d) Promover medidas no âmbito do ProSucesso, que possam ser adotadas no acompanhamento e
desenvolvimento das aprendizagens dos alunos, incentivando a existência de outras que a unidade orgânica defina
no âmbito da sua autonomia.
2. Os domínios da avaliação definidos nos critérios de avaliação são: cognitivo (conhecimentos e
competências) psicomotor (aptidões e capacidades), que pretendem avaliar a aquisição, compreensão e aplicação
dos conhecimentos e a progressão na aprendizagem, os quais são definidos pelos departamentos curriculares
(anexos I e II) e o domínio socioafetivo (atitudes e valores) nos termos patentes no capítulo V; no caso da área de
Educação Física, os domínios objeto de avaliação são: domínio das atividades físicas, da aptidão física e o domínio
dos conhecimentos, nos termos patentes nas metas de aprendizagem dessa área.
3. A avaliação de todas as áreas curriculares contempla as aprendizagens ligadas às componentes do
currículo de caráter transversal e de natureza instrumental, nomeadamente a educação para a cidadania,
compreensão e expressão em Português e utilização das tecnologias de informação e comunicação.
4. A avaliação é da responsabilidade do professor, do conselho de núcleo, do conselho de turma, dos
órgãos de gestão da unidade orgânica e da direção regional competente em matéria de educação.
No processo de avaliação intervêm:
a) O professor;
b) O aluno;
c) O conselho de núcleo, no 1.º ciclo, ou o conselho de turma, no 2.º e 3.º ciclos;
d) O órgão executivo;
e) O Conselho Pedagógico;
f) O encarregado de educação;
g) O docente de educação especial e outros profissionais que acompanham o desenvolvimento do
processo educativo do aluno.

III – NORMAS PROCESSUAIS

As normas processuais visam clarificar e uniformizar os procedimentos corretos a utilizar na avaliação das
aprendizagens e no preenchimento de todos os documentos relacionados com o processo de avaliação.

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1. Educação pré-escolar:
a) O registo de aprendizagem é comum a todos os jardins de infância.
b) Os instrumentos de recolha de evidências, que fundamentam o preenchimento do registo de
aprendizagem, são da responsabilidade de cada educador, com o contributo dos docentes das áreas específicas (EM,
EF, TIC, Inglês).
c) No final de cada período letivo, o educador analisa os dados das observações feitas e
preenche o registo de aprendizagem, o qual é entregue individualmente aos encarregados de educação.
d) Durante o percurso da criança no jardim de infância, os registos de aprendizagem
vão sendo arquivados no seu processo individual.
e) Na Educação Pré-Escolar, os TPC devem ser solicitados tendo em conta os projetos
em curso nas turmas, a premissa do envolvimento das famílias na escola e a realização dos mesmos pela
família como um todo e não dirigidos especificamente apenas às crianças. Devem sempre ser tidas em
conta as capacidades dos alunos e as características das famílias.
2. Primeiro ciclo do ensino básico (1º CEB):
a) Deverão ser utilizados diversos métodos na recolha de informação para efeitos de avaliação,
nomeadamente:
 Observação direta (informal ou estruturada) do trabalho, da participação e
envolvimento dos alunos em contexto de sala de aula;
 Comunicação oral (apresentações e discussões orais);
 Exercícios/rotinas diárias;
 Produções escritas (relatórios, textos criativos, textos elaborados na sequência de
trabalhos de pesquisa, inquéritos e outros);
 Registos diários, semanais ou mensais (por exemplo: mapas de leitura; anotações
e/ou registos estruturados do professor…)
 Testes formativos e sumativos;
O grau de utilização de cada um destes métodos é variável de área curricular para área curricular, de acordo
com a natureza das competências a desenvolver, objetivos e/ou metas a atingir, passível de ser avaliado através de
mais do que um método e, inversamente, um mesmo método pode servir para avaliar diversas aprendizagens; a
classificação dos diversos instrumentos de avaliação deve expressar-se através da atribuição de menção qualitativa;
o aluno deve receber feedback do professor sobre estes instrumentos de avaliação.
b) Deve ser aplicado, por período letivo, nas áreas de Estudo do Meio, Português e Matemática,
um teste /prova de avaliação sumativa em todos os anos de escolaridade; a classificação do teste deve ser
expressa de forma qualitativa em todos os anos de escolaridade e no 1º ano de escolaridade não há necessidade de
se atribuir cotação aos itens apresentados no teste. Na área de Inglês só será aplicado um elemento de avaliação
escrito por período, nos 3º e 4º anos.
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c) Dever-se-á evitar que os testes/provas de avaliação sumativa sejam realizados no término
de cada período letivo, mas quando o docente considere mais pertinente a sua aplicação.
d) As datas dos instrumentos de avaliação sumativa devem ser comunicadas aos alunos; os
mesmos devem ser informados do objeto de avaliação, com 5 dias de antecedência, com registo na aplicação
TProfessor.
e) A entrega dos testes/provas de avaliação sumativa deve ser feita o mais rapidamente
possível, sendo as mesmas devidamente corrigidas, classificadas, para que os alunos compreendam o motivo de
eventuais erros e como superá-los.
f) Os instrumentos de avaliação escritos deverão ser concebidos atendendo aos seguintes
aspetos:
 Apresentação do enunciado/atividade de avaliação em texto impresso.
 Formulação clara das questões.
 Não devem ser demasiado extensos nem incidir sobre a totalidade dos conteúdos
lecionados ao longo do período.
 Registo no enunciado/atividade do resultado qualitativo da prova de acordo com as
seguintes orientações.

MENÇÃO QUALITATIVA MENÇÃO QUANTITATIVA

Insuficiente 0% a 49%

Suficiente 50% a 69%

Bom 70% a 89%

Muito Bom 90% a 100%

g) Na avaliação final do aluno, em cada período letivo, os 80% destinados a avaliar a parte
cognitiva, devem ser distribuídos equitativamente, pelos instrumentos de avaliação sumativa e formativa (40 %-
avaliação sumativa; 40 % avaliação formativa).
h) No 1º e 2º períodos letivos, em reunião de Conselho de Turma (CT) ou de Conselho de
Núcleo (CN) e em datas determinadas pelo CP e pelo CE, o professor titular de turma (PT) deverá proceder à recolha
da avaliação intermédia de cada período, a qual deve ser dada a conhecer aos encarregados de educação, através
do portal do aluno.
i) No final de cada período, a informação resultante da avaliação sumativa é registada pelo
professor titular de turma e restantes docentes do CN/CT na ficha de informação da aplicação TProfessor e entregue
ao encarregado de educação, ficando o professor com cópia da mesma para arquivo no processo individual do aluno.

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j) A marcação das fichas de avaliação tem de ser coordenada entre todos os docentes do
Conselho de Turma/Núcleo, para que não se registe mais do que uma avaliação no mesmo dia, não se podendo
realizar mais do que três por semana.
k) Na última aula de cada período, o aluno terá de estar na posse de todas as informações
avaliativas até essa data (fichas de trabalho, trabalhos de grupo, testes de avaliação, trabalhos de pesquisa, entre
outros) para que se possa autoavaliar com todos os dados referentes ao período.
l) A realização de trabalhos de casa deve obedecer aos seguintes critérios: quantidade e
tipologia do trabalho a requerer aos alunos, numa perspetiva de consolidação das aprendizagens já realizadas, dado
que os encarregados de educação (EE) não têm que ajudar os alunos a efetuá-los, mas apenas se certificar se os
mesmos são ou não realizados. No 1º CEB, os trabalhos de casa (TPC) devem ter uma periocidade de três vezes por
semana, requerendo TPC de apenas uma disciplina, excetuando situações pontuais; na eventualidade de se
requerer, no fim de semana, um quarto TPC das três disciplinas nucleares (Português, Matemática e Estudo do
Meio), o mesmo deve obedecer a um número aceitável de exercícios.
m) Os encarregados de educação deverão ter conhecimento dos instrumentos de avaliação e
certificarem-se que os alunos se preparam para os mesmos. Devem solicitar aos alunos que, todos os dias, revejam
e estudem os novos conteúdos lecionados.
n) Recomenda-se a colocação de um calendário escolar na sala de aula, com a indicação de
testes (responsabilidade do Professor Titular criar o calendário e do delegado registar os dias do testes, a partir do
3.º ano de escolaridade).
o) Os testes deverão ser assinados pelos encarregados de educação, devendo o professor
obrigatoriamente efetuar essa verificação. Em caso de situações de reincidência no incumprimento desta medida
deverão ser aplicadas, pelo professor titular da disciplina, as medidas disciplinares cometidas ao mesmo.
3. Segundo e terceiro ciclos do ensino básico (2º e 3º CEB):
a) Consideram-se instrumentos de avaliação as listas de verificação e registos diversos,
testes/provas de avaliação (escritos, orais e/ou práticos) com formato definido pela natureza da disciplina,
relatórios, portefólios, trabalhos práticos/experimentais/pesquisa/recolha de informação e trabalhos individuais
e/ou em grupo e outros considerados necessários.
b) Em cada ano escolar, os departamentos curriculares devem, para cada nível, ciclo, ano e
disciplina, planificar as atividades letivas e selecionar os instrumentos de avaliação adequados.
c) Sendo um processo contínuo e globalizante, a avaliação abrange, em cada um dos
parâmetros/domínios da avaliação, todos os registos e resultados obtidos em cada período letivo e até ao final de
cada ano escolar.
d) Os alunos devem intervir no processo avaliativo, através dos mecanismos de auto e
heteroavaliação desenvolvendo a capacidade de analisar o trabalho realizado, situando-se face às metas
estabelecidas.

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e) Deverão ser aplicados no máximo dois testes /provas de avaliação por período, devendo
cada departamento curricular explicitar, além deste instrumento, outros que considera fundamentais em cada
ano de escolaridade que permitam aferir a evolução das aprendizagens dos alunos. No caso de disciplinas ou áreas
iminentemente práticas, não tem caracter obrigatório o enunciado nesta alínea.
f) As datas da realização dos testes /provas de avaliação são sempre alvo de negociação com
os alunos, respeitando-se os períodos de maior concentração de trabalho. A marcação dos testes /provas de
avaliação tem de ser coordenada entre todos os docentes do Conselho de Turma, para que não se registe mais do
que um no mesmo dia, não se podendo realizar, ainda, mais do que três por semana.
g) As datas da realização dos testes /provas de avaliação são comunicadas aos alunos e
registadas atempadamente na aplicação TProfessor.
h) Os alunos devem ser informados por escrito do objeto da avaliação nos testes /provas de
avaliação, com registo na aplicação TProfessor.
i) Não poderão ser realizadas testes /provas de avaliação nos últimos cinco dias de aulas de
cada período, antes da reunião de avaliação.
j) A entrega dos testes /provas de avaliação e de outros instrumentos de avaliação deverá
ser feita até 15 dias após a sua realização, sendo as mesmas devidamente corrigidas, classificadas e entregues no
horário normal da turma. A correção e entrega de qualquer teste /prova de avaliação ou de outros instrumentos de
avaliação será efetuada na aula, antes da realização da prova/ instrumento seguinte, para que os alunos
compreendam o motivo de eventuais erros e como superá-los.
k) Os docentes devem utilizar o logotipo da escola como cabeçalho do teste /prova de
avaliação ou de outros instrumentos de avaliação, sendo obrigatória a comunicação dos resultados qualitativos e
quantitativos dos testes /provas de avaliação /instrumentos de avaliação. No 9º ano de escolaridade, a resolução do
teste/prova de avaliação deverá ser realizada em folha timbrada da escola.
l) Na última aula de cada período, o aluno terá de estar na posse de todas as informações
avaliativas até essa data (fichas de trabalho, trabalhos de grupo, testes de avaliação, trabalhos de pesquisa, entre
outros) para que se possa autoavaliar com todos os dados referentes ao período.
m) A realização de trabalhos de casa deve obedecer aos seguintes critérios: quantidade e
tipologia do trabalho a requerer aos alunos, numa perspetiva de consolidação das aprendizagens já realizadas, dado
que os encarregados de educação (EE) não têm que ajudar os alunos a efetuá-los, mas apenas se certificar se os
mesmos são ou não realizados.
n) Na realização dos trabalhos de casa (TPC) e atendendo às especificidades de cada nível de
ensino deve-se:
 Evitar mais que do que dois TPC diários, no cômputo da totalidade das disciplinas do
currículo do aluno, com exceção das disciplinas com uma carga horária de 90 minutos semanais;

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 Na eventualidade de se requerer, ao fim de semana, um terceiro TPC, apenas sejam
requeridos, no máximo, TPC de três disciplinas;
 Não marcar TPC na véspera dos testes/provas de avaliação;
 Os TPC são atividades de consolidação de conteúdos, de rápida resolução, não se
integrando, nos mesmos, os trabalhos pontuais para avaliação no domínio cognitivo (com ponderação especifica nos
critérios de avaliação), tais como, trabalhos de investigação, de pesquisa, experimentais, leituras obrigatórias de
obras literárias, entre outros.
 A data de entrega dos TPC deve ser registada no calendário escolar na sala de aula
(responsabilidade do Diretor de Turma criar o calendário e do delegado registar os respetivos dias).
o) Os encarregados de educação deverão ter conhecimento dos instrumentos de avaliação e
certificarem-se que os alunos se preparam para os mesmos.
p) Recomenda-se a colocação de um calendário escolar na sala de aula, com a indicação das
datas de realização dos testes/ provas de avaliação e de entrega de outros instrumentos (responsabilidade do
Diretor de Turma criar o calendário e do delegado registar os respetivos dias).
q) Os instrumentos de avaliação deverão ser assinados pelos encarregados de educação,
devendo o professor obrigatoriamente efetuar essa verificação. Em caso de situações de reincidência no
incumprimento desta medida deverão ser aplicadas pelo professor titular da disciplina, as medidas disciplinares
cometida ao mesmo.
r) Os diferentes instrumentos de avaliação deverão ser concebidos atendendo aos seguintes
aspetos:
 Apresentação do enunciado/atividade de avaliação em texto impresso.
 Formulação clara das questões.
 Registo no enunciado/atividade do resultado quantitativo e/ou qualitativo.
 Sempre que possível, nas disciplinas sujeitas a provas finais de ciclo, a elaboração,
estrutura e os critérios de correção deverão aproximar-se dos utilizados nessas provas.
s) Na avaliação de trabalhos deverá ser utilizada a seguinte escala de classificação:

Menção qualitativa + menção quantitativa

Fraco 0 – 19 %

Não Satisfaz 20 – 49%

Satisfaz 50 – 69%

Satisfaz Bem 70 – 89%

Satisfaz Muito Bem 90 – 100%

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IV – OBJETO DA AVALIAÇÃO

1) A avaliação deve:
 Compreender sempre um processo de formação global e integral do aluno;
 Ter em conta as características individuais de cada aluno;
 Incidir, essencialmente, nos progressos verificados;
 Apoiar-se em instrumentos/situações diversificadas;
 Contribuir para reajustar as metodologias e os recursos às características dos alunos/turma.
2) Na educação pré-escolar, as áreas de conteúdo são curriculares não disciplinares e articulam-se de
forma transversal, quer no processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças, quer no processo de
planeamento e avaliação da ação educativa. Existem parâmetros de avaliação específicos nos diferentes domínios
das áreas curriculares (área de formação pessoal e social; área de expressão e comunicação; área de conhecimento
do mundo) nos termos do anexo I, mas a sua leitura tem de ser feita de uma forma globalizante e contextualizada.
3) No que se refere ao Ensino Básico devem ser objeto de avaliação:
a) As aprendizagens e competências definidas na organização curricular do ensino básico na
Região Autónoma dos Açores e nas orientações nacionais, em particular sobre os programas em vigor e a
concretização dos mesmos no projeto curricular de escola.
b) Os perfis de aprendizagem esperados em cada área curricular são os constantes nas
orientações específicas de avaliação, nos termos dos anexos I e II deste documento e considerando que a
consecução dos descritores patentes nas metas curriculares /aprendizagem correspondem à obtenção do nível
cinco /menção de Muito Bom.
c) Os pesos percentuais relativos aos diversos domínios da avaliação são, no ensino regular, de
80% para o domínio cognitivo/psicomotor e de 20 % para o domínio atitudinal. Nas turmas do programa
formativo de inserção de jovens (PROFIJ), a ponderação é de 70% para o domínio cognitivo (40% prática e 30 %
conhecimentos) e de 30 % para o domínio atitudinal. Os testes de avaliação não poderão ter um peso maioritário
na avaliação do domínio cognitivo, nos termos a definir pelos Departamentos Curriculares (DC) e considerando a
primazia da avaliação formativa na aprendizagem dos alunos. Poderá o CT/CN, em casos excecionais, face aos
resultados da avaliação das aprendizagem propor ao CP alteração às percentagens aprovadas, desde que
devidamente fundamentada. Para as turmas Fénix, poderão ser propostas ponderações específicas para o
domínio cognitivo, caso se considere pertinente.
d) Face à especificidade de cada área curricular competirá aos DC propor a distribuição dos
pesos percentuais pelos domínios/instrumentos de avaliação, a aplicar obrigatoriamente em cada turma,
podendo o CT/CN em função das características do grupo-turma e dos resultados das aprendizagens, propor,
preferencialmente, no início do 2º período, uma ponderação específica dessa distribuição, a aprovar pelo CP.

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4) Os critérios de progressão e retenção, isto é, as condições globais exigíveis, no fim de cada ano de
escolaridade, para que um aluno transite ao ano seguinte encontram-se patentes neste documento.
5) Fatores de Desvalorização no Domínio da Correção Linguística
Todos os profissionais da educação devem colaborar com o professor de Português na leitura, escrita e
interpretação para a contextualização dos conteúdos, visando assim melhor compreensão dos temas propostos nas
diferentes áreas do conhecimento e do saber e valorizarem a boa utilização da língua portuguesa, corrigindo a
ortografia, a pontuação, a propriedade lexical, o registo de língua, a sintaxe, o cumprimento das regras de citação de
texto e a referência a títulos de obras e de textos, conforme orientações emanadas pelo Ministério da Educação e
Secretaria Regional da Educação e Cultura. Os descontos por aplicação dos fatores de desvalorização não serão
aplicados aos alunos com dislexia comprovada, inseridos no REE ou beneficiando das medidas de apoio educativo
e com PLNM.

V – MODALIDADES DE AVALIAÇÃO

Avaliação Diagnóstica
1. A avaliação diagnóstica tem como finalidade identificar dificuldades de aprendizagem, orientar e adaptar
o percurso escolar do aluno, conduzindo à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica. Pode ocorrer em
qualquer momento do ano letivo, quando articulada com a avaliação formativa e mediante instrumento de
diagnóstico comum, por área curricular e ano de escolaridade elaborado por cada departamento curricular.
Avaliação Formativa
1. A avaliação formativa deverá ser a principal modalidade da avaliação das aprendizagens dos alunos,
utilizando técnicas e instrumentos diversificados, adequados às finalidades que lhes presidem, se necessário com
registos estruturados, e com um objetivo muito claro: ter informação permanente sobre o desenvolvimento das
aprendizagens, para que se possam rever e melhorar os processos de trabalho e reajustar as práticas educativas
orientando-as para a promoção do sucesso educativo A avaliação tem um caráter predominantemente formativo,
assumindo um caráter contínuo e sistemático que visa a regulação do ensino e das aprendizagens recorrendo a
uma variedade de instrumentos, de acordo com a natureza das aprendizagens e do contexto em que ocorre. A
avaliação formativa pretende assim determinar “a posição do aluno durante uma unidade de ensino, no sentido de
identificar obstáculos e de lhes dar solução. Deste modo, a avaliação formativa poderá ter lugar tantas vezes quantas
o professor achar conveniente ao longo de uma unidade de aprendizagem, devendo tal avaliação, ser permanente,
contínua e sistemática.
2. A avaliação formativa tem uma função de regulação permanente do processo de ensino-
aprendizagem, isto é, visa essencialmente assegurar a todo o momento a adequação desse processo à realidade
turma, aluno, professor, recursos. Pela avaliação formativa, o professor acompanha de perto o aluno, assegura-se
das suas aprendizagens em cada momento, identifica os seus pontos fortes e fracos a fim de lhe fornecer as
orientações que se impõem e de o motivar para o prosseguimento da sua aprendizagem. As decisões que
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decorrem da avaliação formativa são de ordem pedagógica e não são definitivas. Elas visam informar o aluno, os pais
do aluno, o professor sobre o que é necessário corrigir ou melhorar e sobre as medidas a tomar para o conseguir.
3. Para a recolha de dados que permitam a regulação do processo, o professor pode recorrer a toda
uma gama de instrumentos de avaliação ao seu alcance:
 Observação direta e repetida do trabalho em aula;
 Observação dos cadernos diários;
 Correção na sala de aula de trabalhos realizados pelos alunos, individualmente ou em grupo
(comentários de textos; questionários orais e escritos; composição escrita; resumos; relatórios, experiencias,
recriações de situações de aprendizagem…. );
 Organização de debates, discussões, exposições orais;
 Redação de documentos práticos (cartas, inquéritos, fichas……);
 Comentário de um documento escrito, visual ou sonoro;
 Aplicação de breves testes escritos/questões de aula para comprovar a aquisição de
conteúdos específicos da unidade de trabalho;
 Fichas de autoavaliação e heteroavaliação fornecidas ao aluno.
4. Compete ao órgão executivo da unidade orgânica, sob proposta do professor titular, no 1.ºciclo, e do
diretor de turma, nos restantes ciclos, a partir dos dados da avaliação formativa, mobilizar e coordenar os recursos
educativos existentes na unidade orgânica com vista a desencadear as respostas adequadas às necessidades dos
alunos.
5. Compete ao conselho pedagógico apoiar e acompanhar o processo definido no número anterior.
Avaliação Sumativa:
1. A avaliação sumativa ocorre no final de cada período e ano letivo.
2. A avaliação sumativa realiza-se através de um dos seguintes processos:
a) No final de cada período letivo e ano letivo feita nos Conselhos de Núcleo e de Turma;
b) Provas de equivalência à frequência.
3. A avaliação sumativa no final de cada período letivo deve traduzir uma apreciação globalizante
sobre o desenvolvimento das competências e a aquisição das aprendizagens, a qual não se esgota na média
aritmética da classificação obtida nos instrumentos de avaliação, de modo a valorizar a evolução do aluno e a
responsabilidade com que assume o seu processo educativo, com o objetivo de informar o aluno e o encarregado
de educação, redefinir as estratégias implementadas, com vista à introdução de eventuais reajustamentos ou
apresentação de propostas para o ano letivo seguinte.
4. Compete ao professor titular de turma, no 1.º ciclo, e ao diretor de turma, nos restantes ciclos,
coordenar o processo decisório relativo à avaliação sumativa e garantir a sua natureza globalizante e o respeito
pelos critérios de avaliação.
A decisão quanto à avaliação final do aluno é da competência:

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a) Do professor titular da turma e do conselho de núcleo, no 1.º ciclo;
b) Do conselho de turma sob proposta do professor de cada disciplina, área disciplinar ou área curricular não
disciplinar, no 2 º e 3 º ciclos.
5. Para efeitos de classificação final de período dever-se-á considerar nos domínios cognitivo e
atitudinal do processo de avaliação, os seguintes indicadores gerais:
Domínio Cognitivo- Aprendizagens

 Capacidade de compreensão e de interpretação de enunciados escritos;


 Capacidade na compreensão e expressão do oral e da escrita;
 Capacidade ao nível da compreensão, aquisição e aplicação de conhecimentos;
 Capacidade em seguir raciocínios simples;
 Capacidade em intervir de forma oportuna e crítica;
 Capacidade de organização, autonomia, empenho na realização dos trabalhos, nem hábitos e
métodos de trabalho.

Domínio das atitudes e valores


Subdomínios Parâmetros
 Atitude na sala de aula com os colegas e os
professores
 Medidas disciplinares aplicadas
Comportamento
 Respeito pelas regras de funcionamento escolar
(10%- ER)
 Respeito pelo material didático/ património
(10% Profij II)
escolar
 Resolução de conflitos
 Atenção/concentração
Assiduidade/Pontualidade
 Cumprimento do dever de assiduidade
(5%-ER)
 Cumprimento do dever de pontualidade
(10% Profij II)
 Cumprimento das normas patentes no RI,
Responsabilidade Código de Conduta e restantes regulamentos aprovados
(5%-ER) pelos órgãos competentes
(10% Profij II)  Desempenho de funções específicas na turma
 Material escolar específico da disciplina

5.1. Será valorizada a evolução dos alunos ao longo do ano letivo e a perspetiva globalizante da
avaliação. Em todos os ciclos de ensino dever-se-á considerar que o aluno é avaliado individualmente, isto é, o seu
desempenho não deve ser comparado com o dos restantes elementos da turma; o aluno é avaliado
continuamente, aula a aula, daí que não se pode considerar como únicos momentos de avaliação os finais dos
períodos. Deve ser valorizada a progressão do aluno e o desempenho de um aluno que, embora revele grandes
dificuldades, demonstre esforço e interesse para as ultrapassar.
5.2. Para cada área curricular e partindo dos conteúdos programáticos e das aprendizagens específicas a
realizar pelos alunos, são propostas, pelos departamentos curriculares, orientações específicas de avaliação para

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esses domínios (anexos I e II), definindo-se perfis de desempenho, com vista a uma tentativa de uniformização dos
critérios de classificação em cada disciplina a nível de escola e, consequentemente, a uma tentativa de diminuir a
subjetividade da avaliação. No âmbito do DC, os professores que lecionam a mesma disciplina e ano de
escolaridade devem debater frequentemente o processo de avaliação dos alunos desse ano em termos de recolha
de elementos de avaliação, no sentido de possibilitar um processo de avaliação que se revele o mais possível
consensual, coerente e gerador de igualdade de oportunidades.
6. Competirá aos Conselhos de Núcleo e de Turma, com respeito pelo patente nos pontos 3 e 4 do
capítulo IV, aplicar no domínio cognitivo/ psicomotor ou outros específicos de áreas curriculares concretas os
pesos percentuais (domínios /instrumentos) e os instrumentos de avaliação definidos pelos DC na recolha de
informação para efeito de avaliação das aprendizagens, quer numa perspetiva formativa, quer sumativa que não
pode, naturalmente, limitar-se a testes escritos. Assim, é indispensável assegurar a consistência entre os processos
de avaliação, por um lado, e as aprendizagens pretendidas, por outro, através da utilização de métodos e
instrumentos de avaliação diversificados que se adequem à diferente natureza das aprendizagens e às diferentes
atividades/tarefas que os alunos realizam.
7. No domínio das atitudes e valores competirá aos Conselhos de Núcleo/Turma aplicar as
ponderações, com respeito pelo patente neste documento, tendo em conta os subdomínios e parâmetros
mencionados.
8. A informação resultante da avaliação sumativa em cada disciplina conduz à atribuição de:
a) Menções qualitativas de Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom, acompanhadas de uma
apreciação descritiva, para todas as áreas do 1º CEB;
b) Classificação quantitativa, numa escala de níveis de 1 a 5, nos 2º e 3º ciclos.
9. Nos 7.º e 8.º anos de escolaridade, a avaliação sumativa das disciplinas de Educação Tecnológica e da
área de Educação Artística, caso sejam organizadas em regime semestral, processa -se do seguinte modo:
a) O professor da disciplina entrega as propostas de avaliação do 1.º semestre ao diretor de turma e ao
conselho executivo, sendo as avaliações registadas em ata na reunião do 2.º período.
b) As propostas de avaliação referidas na alínea anterior estão sujeitas a aprovação do conselho de turma de
avaliação no final do 3.º período.
10 Na área curricular não disciplinar de Cidadania/Formação Pessoal e Social, a avaliação sumativa é
da responsabilidade do Conselho de Núcleo/Turma e deve ter em conta o trabalho realizado naquela área curricular,
nos termos do referencial da DRE, das deliberações do CP e doutras temáticas consideradas pertinentes para a
turma, nomeadamente a História, Cultura e Geografia dos Açores no 6º ano de escolaridade, tendo como objetivo
principal a Educação para Valores, apresentando-se como integradora e integrada. Integradora na medida em que
recebe contributos das diferentes áreas do saber e promove uma procura de sentidos para as múltiplas e graduais
experiências vivenciadas pelos alunos, sejam elas individuais ou coletivas; integrada porque está adaptada aos
desafios que enfrenta e aos contextos específicos em que estes se situam. A informação resultante da avaliação

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sumativa na área curricular não disciplinar deve promover e considerar a autoavaliação, expressando-se de forma
qualitativa: Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom, podendo ser acompanhada de uma apreciação descritiva,
sempre que se considere relevante.
11. Na área curricular não disciplinar, os parâmetros de avaliação definidos (anexo III) servirão de suporte às
propostas da avaliação qualitativa, a apresentar pelos professores ao Conselho de Turma, com vista a uma tentativa
de uniformização de critérios de avaliação e à consequente diminuição da subjetividade da avaliação.
12. Os resultados da avaliação sumativa poderão conduzir a reajustamentos das metas estabelecidas e/ou a
mudança das estratégias definidas para alguns alunos e do PCE.
13. A atribuição de níveis inferiores a 3, aquando da avaliação sumativa, por si só não justifica pedidos de
apoio educativo, dado que a recuperação destes alunos deve passar prioritariamente por uma diversificação de
estratégias/metodologias.
14. Decorrente de uma avaliação sumativa, serão analisados, nos Conselhos de Turma, nos Departamentos
Curriculares e no Conselho Pedagógico, os resultados escolares. Nessa análise deverá ser feita uma reflexão crítica e
tomadas medidas que permitam melhorar os progressos na aprendizagem e, consequentemente, aumentar a taxa
de sucesso escolar no final do ano letivo. Relativamente ao desempenho escolar dos alunos, o Conselho Pedagógico
definiu como taxa preocupante de insucesso, a existência de mais de 30% de níveis inferiores a 3 em cada disciplina.
15. A avaliação sumativa do final do 3.º período tem as seguintes finalidades:
a) Formalização da classificação correspondente às competências desenvolvidas e às aprendizagens
realizadas pelo aluno ao longo do ano letivo;
b) Decisão sobre a transição de ano;
c) Verificação das condições de admissão à 1.ª fase das provas finais do 3.º ciclo.

Provas de Avaliação Externa


1. - A avaliação externa das aprendizagens no ensino básico, da responsabilidade dos serviços ou organismos
do Ministério da Educação, compreende:
a) Provas de aferição;
b) Provas finais de ciclo.
2 – Sem prejuízo das especificidades de índole regional, as condições de realização da avaliação externa e os
seus efeitos na avaliação sumativa final dos alunos são objeto de regulamentação própria da competência das
entidades referidas no número anterior.
3 – As provas de aferição não integram a avaliação interna, pelo que os seus resultados não são
considerados na classificação final da disciplina.
4 – As provas finais de ciclo complementam o processo da avaliação sumativa de final do 3.ºciclo, sendo os
resultados das mesmas considerados para o cálculo da classificação final de disciplina.

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5 – As normas e procedimentos relativos à realização das provas de avaliação externa, bem como a sua
identificação e duração, são objeto de regulamento a aprovar pelos serviços ou organismos do Ministério da
Educação.
6 – As provas identificadas no número anterior realizam-se nas datas previstas no despacho que determina,
a nível nacional, o calendário de provas e exames.
7 – Estão dispensados da realização de provas de avaliação externa os alunos que se encontrem nas
condições seguintes:
a) Frequentem o Programa Oportunidade;
b) Frequentem Cursos de Formação Vocacional;
c) Frequentem o Programa Formativo de Inserção de Jovens (PROFIJ)
d) Não tenham o português como língua materna e tenham ingressado no sistema educativo português
no ano letivo correspondente ao da realização das provas finais, ou no ano letivo anterior;
e) Estejam abrangidos pelo regime jurídico da educação especial, e não sujeitos ao regime de transição
de ano escolar, nem ao processo de avaliação do regime educativo comum;
f) Se encontrem em situação considerada clinicamente muito grave.
8 – Os alunos referidos nas alíneas a), b), c), e d) do número anterior realizam, obrigatoriamente, as provas
finais do 3.º ciclo, no caso de pretenderem prosseguir estudos no nível secundário, em cursos científico-
humanísticos.
9 – Para efeitos do referido no número anterior, aos alunos mencionados nas alíneas a), b) e c), aplica-se a
fórmula constante no n.º 11.
10 – As provas finais de ciclo são classificadas na escala percentual de 0 a 100, arredondada às unidades,
sendo a classificação final da prova convertida na escala de 1 a 5 nos termos do anexo I da portaria da avaliação.
11 – Para os alunos mencionados no n.º 8 sem prejuízo do previsto para a realização das provas de
equivalência à frequência, a classificação final a atribuir às disciplinas sujeitas a provas finais é o resultado da média
ponderada, com arredondamento às unidades, entre a classificação obtida na avaliação sumativa do 3.º período da
disciplina e a classificação obtida pelo aluno na prova final, de acordo com a seguinte fórmula:
CF = (7Cf + 3Cp) /10
em que:
CF = classificação final da disciplina;
Cf = classificação de frequência no final do 3.º período;
Cp = classificação da prova final.
12 – Para efeitos do estipulado no n.º 8 e da classificação final a atribuir às disciplinas sujeitas a provas
finais, pela aplicação da fórmula prevista no n.º 11, deverá ser efetuada a conversão da classificação final anual de
0 a 20 valores e das correspondentes percentagens resultantes da avaliação externa, para a escala de níveis de 1 a
5, de acordo com a tabela de conversão constante do anexo I da portaria de avaliação.

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13 – Os resultados e desempenhos dos alunos nas provas de aferição são inscritos na ficha individual do
aluno, da responsabilidade dos serviços ou organismos do Ministério da Educação e transmitidos à escola, aos
próprios alunos e aos encarregados de educação.
14 – A ficha referida no número anterior contém a caracterização do desempenho do aluno, considerando
os parâmetros relevantes de cada uma das disciplinas e domínios avaliados.
15 – A ficha deve ser objeto de análise, em complemento da informação decorrente da avaliação interna,
pelo professor titular de turma em articulação com os restantes docentes da turma no 1.º ciclo e pelo conselho de
turma nos 2.º e 3.º ciclos, servindo de base à reformulação das metodologias e estratégias com vista ao
desenvolvimento do potencial de aprendizagem do aluno.
16 – A ficha individual de aluno é apresentada ao encarregado de educação, preferencialmente em reunião
presencial, de forma a assegurar que, da sua leitura, enquadrada pela informação decorrente da avaliação interna,
seja possível promover a regulação das aprendizagens, a partir da concertação de estratégias específicas.

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VI – CRITÉRIOS DE PROGRESSÃO E RETENÇÃO

Os critérios de avaliação de final de ciclo e de final de ano letivo constituem critérios reguladores
(referências comuns) a nível de escola, tendo em vista a uniformização de procedimentos na ponderação da situação
escolar dos alunos nos Conselhos de Núcleo e de Turma.
1) Considera-se que o aluno não desenvolve as competências, nem realiza as aprendizagens quando
tem nível inferior a três/menção qualitativa de Insuficiente em qualquer disciplina ou menção de Insuficiente na área
curricular não disciplinar.
2) As áreas de EMRC e Oficina da Leitura não são consideradas para efeitos de progressão/ retenção.

1º CICLO DO ENSINO BÁSICO


4º Ano – Ano Terminal de Ciclo
1. No final do 3º período, nas reuniões de avaliação, será tomada pelo Conselho de Núcleo/Turma, a
decisão de progressão ou de retenção dos alunos, expressa pelas menções de Aprovado ou Não Aprovado; o aluno
não é aprovado se:
a) Tiver obtido menção inferior de Insuficiente nas disciplinas de Português e de Matemática;
b) Tiver obtido menção inferior de Insuficiente nas disciplinas de Português ou de Matemática e
cumulativamente menção de Insuficiente em duas das restantes disciplinas.
6º e 9º anos – Anos Terminais de Ciclo
1. No final do 2.º e 3.º ciclos, o aluno não aprova se:
a) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática;
b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em 3 ou mais disciplinas.
Anos Não Terminais de Ciclo
1º Ano de escolaridade
1. No 1.º ano de escolaridade só há lugar a retenção se:
a) O aluno tiver ultrapassado o limite de faltas injustificadas previsto no Estatuto do Aluno do Ensino Básico
e Secundário e o professor titular de turma, em articulação com o conselho de núcleo, decida pela retenção do
aluno.
Restantes anos de escolaridade não terminais de ciclo.
1. Nos anos não terminais de ciclo, a retenção apenas poderá ocorrer quando o progresso no
desenvolvimento das aprendizagens demonstrado pelo aluno permite perspetivar que os conhecimentos e as
competências definidas para o final do ciclo não serão atingidos.
2 Em anos não terminais de ciclo, a retenção é uma medida de exceção, não havendo lugar à mesma
nas situações em que os alunos tenham apenas dois níveis inferiores a 3/duas menções de insuficiente.

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3 Nos 1.º e 2.º ciclos, a retenção traduz-se na repetição de todas as áreas curriculares ou disciplinas do
ano em que o aluno ficou retido.
4 No 3.º ciclo, quer em anos terminais, quer em anos não terminais, por decisão do conselho de
turma, a retenção pode traduzir-se:
a. Na repetição de todas as áreas curriculares ou disciplinas do ano em que o aluno ficou
retido;
b. Na repetição apenas das áreas curriculares ou disciplinas a que o aluno com idade igual ou
superior a 15 anos não obteve sucesso, mediante a anuência do encarregado de educação ou do aluno quando
maior de idade.
5. Qualquer retenção é homologada exclusivamente pelo órgão executivo da unidade orgânica,
cumprido o disposto no presente capítulo e no nº 5 do artigo 34º da Portaria nº 75/2014, de 18 de novembro.
6. Os casos de segunda retenção no mesmo ano de escolaridade são alvo de parecer do conselho
pedagógico que analisa, para o efeito, a informação disponibilizada pelo conselho de turma, cabendo a decisão
final ao órgão de gestão.
7. Na decisão de progressão/retenção, no Ensino Básico, devem ser considerados os seguintes
critérios:
a) Domínio do Português: expressão, compreensão do oral e da escrita nas várias disciplinas;
b) Competências em Matemática;
c) Educação para a Cidadania: cumprimento de normas e regras, assiduidade, atitudes,
comportamentos, respeito no relacionamento com os outros, sentido de responsabilidade (…);
d) Percurso escolar/progressão do aluno ao longo do ano/ciclo;
e) Nível de conhecimentos necessários para o ano seguinte;
f) Desempenho nas atividades de complemento curricular propostas pela escola;
g) Assiduidade;
h) Pontualidade;
i) Interesse e esforço investido;
j) Atitudes e valores demonstrados ao longo do ano;
k) Relações interpessoais na turma;
l) Fatores afetivos e socioeconómicos;
m) Participações disciplinares;
n) Idade cronológica;
o) Número de retenções.

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VII – PROFIJ

1. A avaliação sumativa ocorre no final de cada um dos três períodos letivos, de cada ano do curso,
onde serão objeto de avaliação todos os domínios e unidades de formação de curta duração, coincidindo o último
momento de avaliação com o final do curso.
2. As reuniões de avaliação bem como os respetivos registos ocorrem, em cada ano de formação, em
três momentos sequenciais coincidentes com os períodos de avaliação estabelecidos para as demais modalidades de
ensino.
3. A avaliação sumativa traduz-se numa classificação expressa na escala de 0 a 20 valores.
4. A avaliação realiza-se por domínio de formação no caso das componentes de formação
sociocultural e científica e por unidades de formação de curta duração no caso da componente de formação
tecnológica.
5. A avaliação sumativa exige pelo menos dois elementos formais de avaliação, a realizar em cada
período letivo, devendo ser de tipologia diferente.
6. A avaliação sumativa da componente de formação prática em contexto de trabalho é realizada nos
termos do regulamento deste curso.
7. A classificação do 1º e 2º período é apresentada por domínio de formação e por unidades de
formação de curta duração.
8. A classificação das componentes de formação sociocultural e científica obtém-se pela média
aritmética simples das classificações de cada um dos domínios de formação que as constituem.
9. Para o cálculo da média das componentes de formação referidas no número anterior são
considerados todos os domínios de formação que as integram.
10. A classificação da componente de formação tecnológica obtém-se pela média aritmética simples das
unidades de formação de curta duração que a integram.
11. O resultado da classificação final das diferentes componentes de formação é arredondado às
décimas, afixando-se, depois dos alunos realizarem os estágios, a pauta final do 1.º ano do curso com as notas dos
diferentes domínios, UFCD com as médias das componentes e a nota do estágio.
12. A classificação de cada ano do curso do PROFIJ nível II obtém-se pela média ponderada das
classificações obtidas em cada componente de formação, aplicando a seguinte fórmula:
CFA= (FSC+FC+2FT+FP)/5
cujo resultado será arredondado às décimas, onde:
CFA é a classificação final de ano;
FSC é a classificação final da componente de formação sociocultural;
FC é a classificação final da componente de formação científica;
FT é a classificação final da componente de formação tecnológica;
FP é a classificação final da componente de formação prática em contexto de trabalho

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13. A classificação final respeitante à conclusão dos cursos de nível II – tipo 2 obtém-se pela
média ponderada das classificações anuais obtidas em cada componente de formação, aplicando a seguinte
fórmula:
CFC= (CFA1+CFA2+CPAF)/3
cujo resultado será arredondado às unidades, onde:
CFC é a classificação final do curso;
CFA1 é a classificação final do 1.º ano;
CFA2 é a classificação final do 2.º ano;
CPAF é a classificação da Prova de Avaliação Final.

VIII – ALUNOS COM PLNM


A avaliação sumativa interna dos alunos com Português Língua Não Materna obedece às seguintes regras:
1. Os alunos estão sujeitos à avaliação em todas as áreas curriculares/disciplinas;
2. No início do ano letivo ou no momento em que se iniciam as atividades escolares, procede-se a uma
avaliação diagnóstica do aluno, com vista a determinar o seu nível de proficiência linguística em língua portuguesa,
nas competências de compreensão do oral, da leitura, da produção oral e da produção escrita.
3. A avaliação diagnóstica consiste na aplicação de um teste diagnóstico, disponibilizado pela DGIDC e
realizado e avaliado na escola, que determina a aptidão do aluno no domínio da Língua Portuguesa;
4. A aferição do nível de proficiência determina o posicionamento do aluno num dos grupos de
proficiência (iniciação, intermédio, avançado) e a decisão sobre o acompanhamento a implementar;
5. Nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, não existindo número mínimo de cinco alunos para constituição
de grupo de nível (eis) de proficiência linguística, deverá a escola, no âmbito da sua autonomia, proporcionar
atividades de apoio de PLNM.
6. Sempre que o PLNM funcione como apoio, deverão ser aplicadas estratégias adequadas ao nível
de proficiência linguística do aluno, flexibilizando-se a gestão do programa da disciplina de Português, de forma a
definir uma estratégia individualizada de desenvolvimento de competências nesta área. Deverão, ainda, ser
definidos critérios específicos de avaliação para estes alunos, aprovados em Conselho Pedagógico. No
desenvolvimento deste trabalho, quando o professor de Português da turma não é o de PLNM, deverá existir uma
estreita articulação entre ambos.
7. Ao longo do ano, de acordo com os resultados obtidos na avaliação sumativa interna, cada aluno
poderá transitar de nível de proficiência.
8. Definição de critérios de avaliação específicos, de forma a adaptar o percurso escolar do aluno às
suas necessidades.
9. Deverão ser aplicados testes intermédios para avaliar continuadamente o progresso dos alunos em
língua portuguesa na sua transversalidade.
10. Os testes intermédios são elaborados na base de um esquema programático multidisciplinar,
integrando conceitos, glossários temáticos e listas de vocabulário relativo a cada uma das áreas
disciplinares/disciplinas;

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11. Utilização do portefólio como instrumento fundamental de registo das fases de desenvolvimento,
das estratégias utilizadas, das experiências individuais e dos sucessos alcançados
12. Os alunos que não estejam inseridos em grupos de nível de PLNM têm avaliação interna a
Português, da responsabilidade do professor desta disciplina, com base na estratégia individualizada definida e
em articulação com o professor de PLNM;
13. Em PLNM, como apoio, a avaliação dos alunos inseridos no nível de proficiência de iniciação (A1,
A2), intermédio (B1) é apresentada ao conselho de turma pelo professor de PLNM, no final de cada período letivo,
através de uma síntese descritiva e com a atribuição de uma menção qualitativa, nomeadamente de Não Satisfaz,
Satisfaz e Satisfaz Bem.
14. No 1.º período, em casos excecionais e de acordo com decisão fundamentada do conselho
pedagógico, a avaliação dos alunos inseridos no nível de proficiência de iniciação poderá ter apenas um caráter
descritivo e nas disciplinas cujos conteúdos possam ser avaliados apesar das barreiras linguísticas, competindo ao
conselho de turma decidir sobre as disciplinas em que tal se revela indispensável;
15. Na avaliação sumativa dos alunos inseridos nos níveis iniciais de aprendizagem (A1 e A2), as
competências de receção deverão ser valorizadas;
16. No caso dos alunos que ingressam no 1.º ano, a avaliação deve realizar-se exclusivamente no
plano da oralidade;
17. A avaliação sumativa dos alunos inseridos no nível de proficiência intermédio deve valorizar,
progressivamente, os domínios produtivos (produção oral e escrita), do mesmo modo que à eficácia comunicativa
deverá ir sendo acrescentada a correção linguística das produções.
18. No 1.º período do ano de integração no sistema educativo português, em casos excecionais e de
acordo com decisão fundamentada do conselho pedagógico, a avaliação dos alunos inseridos no nível de
proficiência intermédio poderá ter, também, apenas uma avaliação descritiva, se o conselho de turma considerar
que o desconhecimento parcial da língua portuguesa é ainda um obstáculo ao acesso às aprendizagens nas
diferentes áreas/disciplinas;
19. Os alunos de PLNM que se encontrem nos níveis de iniciação (A1, A2) ou intermédio (B1) realizam no
9.º ano, a prova final de ciclo de PLNM, quer estejam ou não integrados em grupos de nível de proficiência
linguística.
20. Sempre que os alunos transitem para o nível avançado (B2), inclusivamente durante o ano letivo, e
se encontrem em ano de realização de provas finais de 9.º ano fazem a prova final ciclo de Português dado que
acompanham o currículo destas disciplinas.
21. Os alunos de PLNM que obtenham aprovação na disciplina de PLNM ou Português no final do ano
letivo transitam, obrigatoriamente, para o nível seguinte de proficiência linguística.

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Ano letivo 2016/2017

PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA


Critérios de Avaliação – Níveis A1, A2, B1, B2 e C1
Ponderação
A1
Reconhece palavras e expressões simples de uso corrente relativas a si próprio e aos
contextos em que se insere.
A2
Reconhece expressões e vocabulário de uso frequente relacionado com aspetos de interesse
pessoal;
Compreende o essencial num texto com frases simples, claras e curtas.
Compreensão oral

B1
Compreende o essencial de uma sequência falada;
Compreende as ideias principais das mensagens que ouve. 20%
B2
Compreende exposições longas e palestras e segue partes mais complexas da argumentação,
desde que o tema lhe seja familiar.
Compreende a maior parte dos noticiários e outros programas informativos na televisão.
Compreende a maior parte dos filmes, desde que seja utilizada a língua-padrão.
C1
Compreende uma exposição longa, mesmo que não esteja claramente estruturada ou quando
a articulação entre as ideias esteja apenas implícita.
Compreende programas de televisão e filmes sem grande dificuldade
Oralidade

A1
Pergunta e responde de forma simples sobre um assunto/ tema que lhe seja familiar;
Utiliza expressões e frases simples para descrever o quotidiano.
A2
Comunica em situações simples relativas à sua rotina diária – troca informações simples e
diretas;
Mantém uma conversa com frases de estrutura simples e vocabulário e expressões
previamente assimilados/memorizados.
B1
Expressão oral

Participa em conversas sobre assuntos do dia-a-dia ou de interesse pessoal;


Articula com facilidade expressões de uso corrente adequadas à intenção da mensagem
10%
(descreve experiências, acontecimentos, sonhos, desejos e ambições);
Explica e justifica opiniões;
Faz resumos, conta histórias e descreve reações.
B2
Exprime-se de forma clara e detalhada sobre uma vasta gama de assuntos relacionados com
os seus centros de interesse.
Explica um ponto de vista sobre um dado assunto, apresentando as vantagens e desvantagens
de diferentes opções.
C1
Apresenta descrições claras e detalhadas sobre temas complexos que integrem subtemas,
desenvolvendo aspetos particulares e chegando a uma conclusão apropriada.
A1
Lê palavras conhecidas e frases simples.
Leitura

A2
15%
Lê textos curtos e simples com alguma hesitação;
Identifica informação concreta em textos de temas relacionados com o seu quotidiano;
Compreende as frases simples e curtas que lê.

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B1
Lê com pouca hesitação;
Compreende a informação predominante do que lê.
B2
Lê artigos e reportagens sobre assuntos contemporâneos em relação aos quais os autores
Leitura

adotam determinadas atitudes ou pontos de vista particulares. 15%


Compreende textos literários contemporâneos em prosa.
C1
Compreende textos longos e complexos, literários e não literários, e distingue estilos.
Compreende artigos especializados e instruções técnicas longas, mesmo quando não se
relacionam com a sua área de conhecimento.
A1
Escreve frases simples e curtas;
Preenche espaços com dados pessoais ou informações do seu quotidiano.
A2
Escreve frases simples e curtas sobre assuntos relacionados com o meio que o rodeia.
B1
Escreve textos articulados sobre temas relacionados com assuntos conhecidos;
Descreve experiências e impressões pessoais.
B2
Escreve um texto claro e pormenorizado sobre uma vasta gama de assuntos
Escrita

Relacionados com os seus centros de interesse. 30%


Escreve cartas evidenciando o significado que determinados acontecimentos ou experiências
têm para si.
Redige um texto expositivo ou um relatório, transmitindo informação ou apresentando razões
a favor ou contra um determinado ponto de vista.
C1
Exprime-se de forma clara e bem estruturada, apresentando os seus pontos de vista com um
certo grau de elaboração.
Escreve cartas, comunicações ou relatórios sobre assuntos complexos, pondo em evidência os
aspetos mais importantes.
Escreve no estilo apropriado para o destinatário.
A1
Identifica classes de palavras: nomes; determinantes (artigos); pronomes; verbos.
Identifica flexões da língua portuguesa: singular/plural; feminino/masculino;
Reconhece noções temporais: passado (pretérito perfeito e pretérito imperfeito), presente e
futuro.
Modo Indicativo.
A2
Identifica classes e subclasses de palavras.
Reconhece noções temporais: passado (pretérito perfeito, pretérito imperfeito e pretérito
mais que perfeito), presente e futuro.
Conjuga verbos nos vários tempos do Modo Indicativo.
GRAMÁTICA

Noção de frase simples e complexa.


B1
Conhece, de forma sistematizada, aspetos fundamentais da estrutura e do uso do português
padrão.
B2
Identifica classes e subclasses de palavras.
Reconhece noções temporais
Conjuga verbos nos Modos : Imperativo e Condicional.
Distingue as orações da frase complexa.
C1
Conhece, de forma sistematizada, aspetos fundamentais da estrutura e do uso do português
padrão.
Conjuga verbos nos Modos: Conjuntivo e Infinitivo.
Conhece e distingue as formas nominais dos verbos
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IX – ALUNOS INTEGRADOS NO REE

a) Os alunos abrangidos pela modalidade de educação especial serão avaliados, salvo o disposto a alínea
seguinte, de acordo com o regime de avaliação definido no presente documento;
b) Os alunos que tenham no seu Projeto Educativo Individual (PEI), nos termos previstos no Regulamento de
Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos em vigor, devidamente explicitadas e fundamentadas, condições de
avaliação próprias, decorrentes da aplicação de qualquer medida educativa adicional da qual resultem alterações
curriculares específicas, serão avaliados nos termos definidos no referido projeto;
c) O PEI dos alunos que se encontram na situação referida no número anterior constitui a referência de base
para a tomada de decisão relativa à sua progressão ou retenção num ano ou ciclo de escolaridade, bem como para a
tomada de decisão relativa à atribuição do diploma de ensino básico.
d) Os alunos com currículos específicos individuais (CEI) não estão sujeitos ao regime de transição de ano
escolar, nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum, ficando sujeito aos critérios
específicos de avaliação definidos no respetivo PEI; a informação resultante da avaliação sumativa dos alunos
abrangidos pelo CEI ou similar expressa-se numa menção qualitativa de Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito
Bom, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno.
e) Os alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, abrangidos pela medida do
regime educativo especial de adequações no processo de avaliação ou os alunos que beneficiem de condições
especiais de avaliação consagradas nas modalidades de apoio educativo, contempladas no Regulamento de Gestão
Pedagógica e Administrativa de Alunos, realizam as provas finais de ciclo e as provas de equivalência à frequência
previstas para os restantes examinandos, podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de realização de
provas, ao abrigo da legislação em vigor.

X - Situações especiais de classificação

1 – Se por motivo da exclusiva responsabilidade do estabelecimento de ensino ou por falta de assiduidade


do aluno, motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente comprovados, não existirem em
qualquer disciplina ou área disciplinar elementos de avaliação sumativa respeitantes ao 3.º período letivo, a
classificação dessas disciplinas é a que o aluno obteve no 2.º período letivo.
2 – Nas disciplinas sujeitas a provas finais de ciclo é obrigatória a prestação de provas, salvo quando a falta
de elementos de avaliação nas referidas disciplinas for da exclusiva responsabilidade do estabelecimento de ensino,
devendo a situação ser objeto de análise casuística e sujeita a despacho do diretor regional competente da área da
educação.
3- Nos 2.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º ciclo, sempre que o aluno frequentar as aulas durante um único
período letivo, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada ou impedimento legal devidamente

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comprovados, compete ao professor titular de turma, ouvido o conselho de núcleo, a decisão acerca da transição do
aluno.
4 – No 4.º ano de escolaridade do 1.º ciclo e nos 2.º e 3.º ciclos, sempre que o aluno frequentar as aulas
durante um único período letivo, por falta de assiduidade motivada por doença prolongada ou impedimento legal
devidamente comprovados, fica sujeito à realização de uma prova extraordinária de avaliação (PEA) em cada
disciplina, exceto naquelas em que realizar, no ano curricular em causa, prova final de ciclo.
5- No caso do 4.º ano de escolaridade, é atribuída uma menção qualitativa à PEA, a qual é considerada pelo
professor titular de turma para a atribuição da menção final da disciplina.
6- Nos 2.º e 3.º ciclos, para os efeitos previstos no número 4, a classificação anual de frequência a atribuir a
cada disciplina é a seguinte:
CAF = (CF + PEA) /2
em que:
CAF = classificação anual de frequência;
CF = classificação de frequência do período frequentado;
PEA = classificação da prova extraordinária de avaliação.
7 – Nos anos de escolaridade e nas disciplinas em que houver lugar a prova final de ciclo considera-se a
classificação do período frequentado como classificação anual de frequência da disciplina, sendo a respetiva
classificação final calculada de acordo com o n.º 11 do art.º 13.ºda Portaria nº 102/2016, de 18 de outubro.
8- Sempre que a classificação do período frequentado seja inferior a 3, esta não é considerada para o cálculo
da classificação final da disciplina, correspondendo a classificação final à classificação obtida na respetiva prova final
de ciclo.
9 – A PEA deverá abranger a totalidade do programa do ano curricular em causa, sendo os procedimentos
específicos a observar no seu desenvolvimento os seguintes:
9.1 - Cabe aos departamentos curriculares, de acordo com as orientações do conselho pedagógico da escola,
estabelecer a modalidade que a PEA deve assumir, tendo em conta a natureza e especificidade de cada disciplina.
9.2 - Compete ainda aos departamentos curriculares propor ao conselho pedagógico a matriz da prova, da
qual constem os objetivos e os conteúdos, a estrutura e respetivas cotações e os critérios de classificação.
9.3 - Para a elaboração da PEA é constituída uma equipa de dois professores, em que pelo menos um deles
tenha lecionado a disciplina nesse ano letivo. O desempenho desta função não implica qualquer dispensa de
serviço docente.
9.4- A duração da PEA é de noventa minutos.
9.5 - Compete ao órgão executivo fixar a data de realização da PEA no período compreendido entre o final
das atividades letivas e 31 de julho.
9.6 - Toda a informação relativa à realização da PEA deve ser afixada pelas escolas até ao dia 15 de maio.

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9.7- Caso o aluno não compareça à prestação da prova extraordinária de avaliação, não lhe poderá ser
atribuída qualquer classificação na disciplina em causa, devendo o conselho de turma avaliar a situação, tendo em
conta o percurso global do aluno.
10- Nos 2.º e 3.º ciclos, se, por motivo da exclusiva responsabilidade da escola, apenas existirem em
qualquer disciplina, à exceção das disciplinas com prova final de ciclo em anos terminais, elementos de avaliação
respeitantes a um dos três períodos letivos, o encarregado de educação do aluno pode optar entre:
a) Ser considerada como classificação anual de frequência a obtida nesse período;
b) Não ser atribuída classificação anual de frequência nessa disciplina;
c) Realizar a PEA de acordo com o ponto 9.
11 – Nos 2.º e 3.º ciclos, sempre que, em qualquer disciplina, à exceção das disciplinas com prova final de
ciclo em anos terminais, o número de aulas ministradas durante todo o ano letivo não tenha atingido o número
previsto para oito semanas completas, o encarregado de educação do aluno pode optar entre:
a) A aprovação do aluno sem atribuição de classificação nessa disciplina;
b) A realização de PEA, correspondendo a sua classificação anual de frequência à
classificação obtida nesta prova.

XI - Situações especiais de avaliação

1- Quando um aluno revele capacidades de aprendizagem excecionais e um adequado grau de maturidade,


a par do desenvolvimento das competências previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais
rapidamente no ensino básico, nos termos estabelecidos para os alunos com aprendizagens precoces no
Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos em vigor, podendo:
a) concluir o 1.º ciclo do ensino básico em 3 anos de escolaridade;
b) transitar de ano de escolaridade antes do final do ano letivo, ao longo dos 2.º e 3.º ciclos.
2 – Um aluno retido num dos anos não terminais de ciclo, que demonstre ter adquirido os conhecimentos
e ter desenvolvido as capacidades definidas para o final do ciclo poderá concluir nos anos previstos para a sua
duração, através de uma progressão mais rápida, nos anos letivos subsequentes à retenção.

Aprovado em reunião do Conselho Pedagógico de 16 de novembro de 2016


Pelo Conselho Pedagógico
(O Presidente)

João Manuel Amaral Silva

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ANEXO I

CRITÉRIOS DE AVALIÇÃO
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
Área de Formação Pessoal e Social
Área de Expressão e Comunicação
Domínio da Educação Física
Domínio da Educação Artística
Subdomínio da Dança
Subdomínio das Artes Visuais
Subdomínio da Música
Subdomínio do Jogo Dramático / Teatro
Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita
Domínio da Matemática
Área de Conhecimento do Mundo

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE

ÁREAS DE CONTEÚDO DOMÍNIOS AS APRENDIZAGENS SÃO OBSERVADAS QUANDO


 Identifica as suas caraterísticas individuais, manifestando um sentimento positivo de identidade e tendo consciência de algumas das suas
capacidades e dificuldades.
Identidade  Reconhece laços de pertença a diferentes grupos.
Autoestima  Expressa as suas necessidades, emoções e sentimentos de forma adequada.
 Demonstra confiança em experimentar atividades novas, propor ideias e falar num grupo que lhe é familiar.
Independência  Realiza, sem ajuda, tarefas indispensáveis à vida do dia a dia.
Autonomia  Identifica os diferentes momentos da rotina diária da sala do jardim-de-infância, reconhecendo a sua sucessão, o que faz em cada um deles e para
quê.
 Encarrega-se das tarefas que se comprometeu realizar e executa-as de forma autónoma.
 Escolhe as atividades que pretende realizar no jardim-de-infância e procura autonomamente os recursos disponíveis para as levar a cabo.
 Demonstra empenho nas atividades que realiza (por iniciativa própria ou propostas pelo educador).
 Manifesta curiosidade pelo mundo que a rodeia, formulando questões sobre o que observa.
 Revela interesse e gosto por aprender, usando no quotidiano as novas aprendizagens que vai realizando.
 Conhece e pratica normas básicas de segurança (em casa, na rua, na escola e na utilização de TIC) e cuidados de saúde e higiene, compreendendo a
sua necessidade.
Cooperação
 Manifesta as suas opiniões, preferências e apreciações críticas, indicando alguns critérios ou razões que as justificam.
 Expressa as suas ideias, para criar e recriar atividades, materiais e situações do quotidiano e para encontrar novas soluções para problemas que se
Área de Formação Pessoal e Convivência colocam.
Social democrática  Aceita algumas frustrações e insucessos (perder ao jogo, dificuldades de realizar atividades e tarefas).
Cidadania  Partilha brinquedos e outros materiais com colegas.
 Dá oportunidade aos outros de intervirem nas conversas e jogos e espera a sua vez para intervir.
 Demonstra comportamentos de apoio e entreajuda, por iniciativa própria ou quando solicitado.
 Contribui para o funcionamento e aprendizagem do grupo, fazendo propostas, colaborando na procura de soluções, partilhando ideias, perspetivas
Solidariedade e saberes e reconhecendo o contributo dos outros.
Respeito pela Diferença  Participa na planificação de atividades e de projetos individuais e coletivos, explicitando o que pretende fazer, tendo em conta as escolhas dos
outros e contribuindo para a elaboração de planos comuns.
 Colabora em atividades de pequeno e grande grupo, cooperando no desenrolar da atividade e/ou na elaboração do produto final.
 Avalia, apreciando criticamente, os seus comportamentos, ações e trabalhos e os dos colegas, dando e pedindo sugestões para melhorar.
 Contribui para a elaboração das regras de vida em grupo, reconhece a sua razão e necessidade e procura cumpri-las.
 Aceita a resolução de conflitos pelo diálogo e as decisões por consenso maioritário, contribuindo com sugestões válidas.
 Escuta, questiona e argumenta, procurando chegar a soluções ou conclusões negociadas.
 Manifesta respeito pelas necessidades, sentimentos, opiniões culturas e valores dos outros (crianças e adultos), esperando que respeitem os seus.
 Manifesta atitudes e comportamentos de conservação da natureza e de respeito pelo ambiente.
 Identifica algumas manifestações do património artístico e cultural (local, regional, nacional e mundial) manifestando interesse e preocupando-se
com a sua preservação.
 Reconhece a diversidade de caraterísticas e hábitos de outras pessoas e grupos, manifestando respeito por crianças e adultos, independentemente

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de diferenças físicas, de capacidades, de género, etnia, cultura, religião ou outras.
 Reconhece que as diferenças contribuem para o enriquecimento da vida em sociedade, identificando esses contributos em situações do quotidiano.
 Aceita que meninos e meninas, homens e mulheres podem fazer as mesmas coisas em casa e fora de casa.
Desenvolvimento da Domínio da Educação Artística - Subdomínio das Artes Visuais
Área de Expressão e Capacidade de  Experimenta criar objetos, cenas reais ou imaginadas, em formato tridimensional, utilizando materiais de diferentes texturas, formas e volumes,
Comunicação Expressão e recorrendo ainda, quando possível, a software educativo.
(Competência Cultural e Comunicação  Representa vivências individuais, temas, histórias, paisagens entre outros, através de vários meios de expressão (pintura, desenho, colagem,
Artística (4) CREB) Produção e Criação modelagem, entre outros meios expressivos).
Compreensão das Artes  Descreve o que vê em diferentes formas visuais (e.g. obra de arte, objetos, natureza) através do contacto com diferentes modalidades expressivas
no Contexto (pintura, escultura, fotografia, banda desenhada, entre outras) e em diferentes contextos: físico (museus, catálogos, monumentos, galerias e outros centros
Fruição e Contemplação de cultura) e digital (Internet, CD-ROM).
Apropriação da  Identifica alguns elementos da Comunicação Visual na observação de formas visuais (obras de arte, natureza, e outros objetos culturais) e utiliza-os
Linguagem Elementar nas suas composições plásticas, e.g. cor (cores primárias e secundárias, mistura de cores); textura (mole, rugoso), formas geométricas (quadrado, retângulo,
das Artes triângulo, circulo), linhas (retas, curvas, zigzag).
Produção e Criação  Produz composições plásticas a partir de temas reais ou imaginados, utilizando os elementos da comunicação visual em conjunto ou de per si.
Desenvolvimento da  Compara formas diversificadas de representação da figura humana (proporção natural e a desproporção) em diferentes contextos: Museus, Centros
Criatividade de Arte; e em diferentes suportes: físico (catálogos, reproduções de obras de arte, ou de outras imagens); digital (Internet, CD-ROM).
 Produz plasticamente, de um modo livre ou mediado, a representação da figura humana integrada em cenas do quotidiano, histórias inventadas ou
sugeridas, utilizando diferentes modos de expressão: desenho, pintura, colagem e/ou em suportes digitais.
Reflexão e  Emite juízos sobre os seus trabalhos e sobre as formas visuais (obras de arte, natureza, objetos), indicando alguns critérios da sua avaliação.
Área de Expressão e Interpretação  Utiliza, de forma autónoma, diferentes materiais e meios de expressão (e.g. pintura, colagem, desenho, entre outros) para recriar vivências
Comunicação Desenvolvimento da individuais, temas, histórias, entre outros.
(Competência Cultural e Criatividade Domínio da Educação Artística - Subdomínio do Jogo Dramático/Teatro
Artística (4) CREB) Experimentação e
 Interage com outros em atividades de faz de conta, espontâneas ou sugeridas, recorrendo também à utilização de formas animadas (marionetas,
Criação / Fruição e
sombras…) como facilitadoras e/ou intermediárias em situações de comunicação verbal e não-verbal.
Análise
 Exprime de forma pessoal, corporalmente e/ou vocalmente, estados de espírito (alegre, triste, zangado…), movimentos da natureza (chuva, vento,
ondas do mar…), ações (cantar, correr, saltar…) e situações do quotidiano (levantar-se, lavar-se, tomar o pequeno-almoço, brincar…).
Apropriação da
 Exprime opiniões pessoais, em situações de experimentação/criação.
Linguagem Elementar
 Utiliza e recria o espaço e os objetos, atribuindo-lhes significados múltiplos em atividades “livres”, situações imaginárias e de recriação de
da Expressão Dramática
experiências do quotidiano.
Desenvolvimento da  Inventa e experimenta personagens e situações de faz de conta ou de representação, por iniciativa própria e/ou a partir de diferentes estímulos,
Capacidade de diversificando as formas de concretização.
Área de Expressão e Expressão e  Expõe e discute ideias e propõe soluções para desafios criativos, em contexto de faz de conta.
Comunicação Comunicação  Participa no planeamento (inventariação de tarefas e materiais…), no desenvolvimento (assunção de funções, que não se restringem à
(Competência Cultural e representação em cena) e na avaliação de projetos de teatro.
Artística (4) CREB) Interpretação e  Comenta os espetáculos a que assiste, recorrendo a vocabulário adequado.
Comunicação  Participa em práticas de faz de conta, espontâneas e estruturadas, e de representação, distinguindo e nomeando diferentes técnicas de
representação: teatro de ator e teatro de formas animadas (teatro de sombras; teatro de objetos; teatro de marionetas – luva, dedo, varas, fios…).
 Nomeia diferentes funções convencionais do processo de criação teatral.
 Reconhece a utilização do espaço com finalidade cénica, experimenta objetos como adereços (de cena e de guarda-roupa) e explora recursos
técnicos diversificados, específicos e/ou improvisados.

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Desenvolvimento da  Conta, reconta, inventa e recria histórias e diálogos, oralmente ou desempenhando “papéis”, e elabora guiões cénicos, com recurso a diversificados
Criatividade tipos de registo (ilustração, simbologia inventada, registo escrito pelo adulto…).
Domínio da Educação Artística - Subdomínio da Música
 Utiliza a voz falada segundo diversas possibilidades expressivas relacionadas com a altura (agudo, grave), a intensidade (forte e fraco) e o ritmo da
Apropriação da palavra (texto ritmado).
Linguagem Elementar  Reproduz motivos rítmicos em métrica binária e ternária, em simultâneo com um modelo dado e em eco, utilizando a voz, o corpo e instrumentos
da Música de percussão.
Área de Expressão e  Reproduz motivos melódicos sem texto (onomatopeias e sílabas neutras) e com texto, associados a canções.
Comunicação Perceção Sonora e  Canta canções utilizando a memória, com controlo progressivo da melodia, da estrutura rítmica (pulsação e acentuação) e da respiração.
(Competência Cultural e Musica  Interpreta canções de caráter diferente (de acordo com o texto, o ritmo ou a melodia) e em estilos diversos, controlando elementos expressivos de
Artística (4) CREB) Compreensão das Artes intensidade e de andamento (rápido, lento, em accelerando e em rallentando).
no Contexto  Utiliza percussão corporal e instrumentos musicais diversos para marcar a pulsação, a divisão e a acentuação do primeiro tempo do compasso
Culturas Musicais nos (métricas binária e ternária).
Contextos  Toca pequenos obstinados rítmicos com diferentes combinações de sons curtos e longos (padrões rítmicos) em simultâneo com música gravada e
Desenvolvimento da como acompanhamento de canções, utilizando o corpo e instrumentos de percussão.
Capacidade de  Sincroniza o movimento do corpo com a intensidade (dinâmicas forte e fraco) de uma canção ou obra musical gravada e adapta-se a mudanças de
Expressão e intensidade de forma súbita ou progressiva (dinâmicas em crescendo e em diminuendo).
Comunicação
 Sincroniza o movimento do corpo com a pulsação regular (andamentos médio, rápido e lento) e a acentuação de compasso de uma canção ou obra
Comunicação e
musical gravada e adapta-se a mudanças de pulsação de forma súbita ou progressiva.
Interpretação
 Explora as potencialidades de timbre, intensidade, altura (agudo, grave, subida e descida) e duração (sons longos e curtos) da voz, de objetos
Área de Expressão e Desenvolvimento da
sonoros e de instrumentos musicais.
Comunicação Criatividade
 Improvisa ambientes sonoros para rimas, canções, partituras gráficas e sequências de movimento, selecionando e organizando fontes sonoras
(Competência Cultural e Produção e Criação
diversificadas (corpo, voz, objetos sonoros e instrumentos de percussão).
Artística (4) CREB) Apropriação da
 Realiza ações motoras diferenciadas (andar, saltitar, correr, balançar, rodopiar...) e mobiliza diferentes qualidades de movimento como forma de
Linguagem Elementar
reação ao caráter, ao ritmo (pulsação, andamento, métricas binária e ternária), à intensidade e à organização formal (secções AB, ABA) de uma canção ou de
da Dança
obras musicais gravadas.
Conhecimento e
Vivência da Dança  Reconhece auditivamente sons vocais e corporais, sons do meio ambiente próximo (isolados e simultâneos), sons da natureza e sons instrumentais.
 Comenta a música que ouve ou a música que interpreta.
 Utiliza grafismos não convencionais para identificar, ler ou registar sequências de intensidade, movimentos sonoros e sequências de sons curtos e
Deslocamentos e longos.
Equilíbrios  Utiliza e reconhece auditivamente um repertório diversificado de canções e de música gravada de diferentes géneros, estilos e culturas, presente
em atividades do quotidiano.
Perícia e Manipulações  Recolhe e organiza informação sobre práticas musicais de diferentes culturas e comunica os resultados dos seus trabalhos de projeto.
Jogos Domínio da Educação Artística - Subdomínio da Dança
 Experimenta movimentos locomotores e não locomotores básicos e movimenta-se e expressa-se de forma coordenada, utilizando o corpo no
espaço, no tempo e com diferentes dinâmicas.
 Sincroniza-se com o ritmo da marcha/corrida e com estruturas rítmicas simples.
 Comunica através do movimento expressivo, vivências individuais, ideias, temas, histórias e mensagens do quotidiano.
 Cria e recria movimentos simples locomotores (ações), não locomotores (inações) a partir de estruturas rítmicas básicas.
 Utiliza de diferentes modos os vários segmentos do corpo em resposta aos estímulos fornecidos por um adulto (mexer a cabeça, o pé, a mão, os
dedos e o tronco).

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 Responde com uma série de movimentos a estímulos que correspondem a ações (explodir, rastejar, rebolar, balancear, girar, deslizar).
 Imita de formas variadas objetos, animais bem como situações comuns da vida real.
 Identifica movimentos básicos locomotores (andar, correr, saltitar, saltar, rodopiar) e não-locomotores (alongar, encolher, puxar, empurrar, tremer,
torcer).
 Conhece, e interpreta com o corpo, trajetórias curvas e retilíneas; movimentos no plano horizontal e vertical e de grande e pequena amplitude;
estruturas temporais lentas e rápidas e estruturas dinâmicas fortes e fracas.
 Produz composições rítmicas a partir de temas reais ou imaginados, utilizando os elementos da comunicação expressiva individualmente ou em
conjunto.
 Aprecia e comenta peças de dança do património artístico que lhe são mostradas através dos meios audiovisuais ou em espetáculos ao vivo.
 Descreve formas de movimento relacionadas com experiências diárias, animais, personagens.
 Participa em danças de grupo e comenta e discute com os colegas essas experiências artísticas.
Domínio da Educação Física
 Realiza percursos que integrem várias destrezas tais como: rastejar deitado dorsal e ventral, em todas as direções, movimentando-se com o apoio
das mãos e pés; rolar sobre si próprio em posições diferentes, nas principais direções e nos dois sentidos; fazer cambalhotas à frente mantendo a mesma
direção durante o enrolamento; saltar sobre obstáculos de alturas e comprimentos variados; saltar de um plano superior com receção equilibrada.
 Lança uma bola em distância com a mão “melhor” e com as duas mãos, para além de uma marca; lança para cima (no plano vertical) uma bola
(grande) e recebe-a com as duas mãos acima da cabeça e perto do solo; pontapeia uma bola em precisão a um alvo, com um e outro pé, mantendo o
equilíbrio; recebe a bola com as duas mãos, após lançamento à parede, evitando que caia ou toque outra parte do corpo.
 Pratica Jogos Infantis, cumprindo as suas regras, selecionando e realizando com intencionalidade e oportunidade as ações características desses
jogos, designadamente: posições de equilíbrio; deslocamentos em corrida; combinações de apoios variados; lançamentos de precisão de uma bola; pontapés
de precisão.
Área de Expressão e Compreensão de Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita
Comunicação Discursos Orais e  Faz perguntas e responde, demonstrando que compreendeu a informação transmitida oralmente.
Interação Verbal  Questiona para obter informação sobre algo que lhe interessa.
 Relata e recria experiências e papéis.
 Descreve acontecimentos, narra histórias com a sequência apropriada, incluindo as principais personagens.
Consciência Fonológica  Reconta narrativas ouvidas.
 Descreve pessoas, objetos e ações.
 Partilha informação oralmente através de frases coerentes.
(Competência em Línguas (1) Conhecimento das  Inicia o diálogo, introduz um tópico e muda de tópico.
CREB) Convenções Gráficas  Produz rimas e aliterações.
 Segmenta silabicamente palavras.
 Reconstrói palavras por agregação de sílabas.
 Reconstrói sílabas por agregação de sons da fala (fonemas).
 Identifica palavras que começam ou acabam com a mesma sílaba.
 Suprime ou acrescenta sílabas a palavras.
 Isola e conta palavras em frases.
 Reconhece algumas palavras escritas do seu quotidiano.
 Sabe onde começa e acaba uma palavra.
 Sabe isolar uma letra.
 Conhece algumas letras (e.g., do seu nome).
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 Usa diversos instrumentos de escrita (e.g.: lápis, caneta).
 Escreve o seu nome.
 Produz escrita silábica (e.g.: para gato; para bota).
 Sabe como pegar corretamente num livro.
 Sabe que a escrita e os desenhos transmitem informação.
 Identifica a capa, a contracapa, as guardas, as folhas de álbuns narrativos.
 Conhece o sentido direcional da escrita (i.e., da esquerda para a direita e de cima para baixo).
 Atribui significado à escrita em contexto.
 Sabe que as letras correspondem a sons (i.e., princípio alfabético).
 Sabe orientar um rótulo sem desenhos.
 Distingue letras de números.
 Prediz acontecimentos numa narrativa através das ilustrações.
 Usa o desenho, garatujas ou letras para fins específicos (e.g.: fazer listagens; enviar mensagens; escrever histórias).
 Identifica e produz algumas letras maiúsculas e minúsculas.
 Alarga o capital lexical, explorando o som e o significado de novas palavras.
 Usa nos diálogos palavras que aprendeu recentemente.
 Recita poemas, rimas e canções.
Domínio da matemática
Área de Expressão e Números e Operações  Classifica objetos, fazendo escolhas e explicando as suas decisões.
Comunicação  Conta quantos objetos têm uma dada propriedade, utilizando gravuras, desenhos ou números para mostrar os resultados.
(Competência Matemática  Enumera e utiliza os nomes dos números em contextos familiares.
(2) CREB)  Reconhece os números como identificação do número de objetos de um conjunto.
 Reconhece sem contagem o número de objetos de um conjunto (até 6 objetos), verificando por contagem esse número.
 Utiliza a linguagem “mais” ou “menos” para comparar dois números.
 Conta com correção até 10 objetos do dia a dia.
 Utiliza os números ordinais em diferentes contextos (até 5).
 Reconhece os números de 1 a 10.
 Utiliza o 5 como um número de referência.
 Estabelece relações numéricas entre números até 10.
 Começa a relacionar a adição com o combinar dois grupos de objetos e a subtração com o retirar uma dada quantidade de objetos de um grupo de
objetos.
Geometria e Medida
 Resolve problemas simples do seu dia a dia recorrendo a contagem e/ou representando a situação através de desenhos, esquemas simples ou
símbolos conhecidos das crianças, expressando e explicando as suas ideias.
Organização e  Exprime as suas ideias sobre como resolver problemas específicos oralmente ou por desenhos.
Tratamento de Dados  Identifica semelhanças e diferenças entre objetos e agrupa-os de acordo com diferentes critérios (previamente estabelecidos ou não), justificando
as respetivas escolhas.
 Reconhece e explica padrões simples.
 Utiliza objetos familiares e formas comuns para criar e recriar padrões e construir modelos.
 Descreve as posições relativas de objetos usando termos como acima de, abaixo de, ao lado de, em frente de, atrás de, e a seguir a.
 Compreende que os nomes de figuras (quadrado, triângulo, retângulo e círculo) se aplicam independentemente da sua posição ou tamanho.
 Descreve objetos do seu meio ambiente utilizando os nomes de figuras geométricas.
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 Usa expressões como maior do que, menor do que, mais pesado que, ou mais leve que para comparar quantidades e grandezas.
 Usa a linguagem do dia a dia relacionada com o tempo; ordena temporalmente acontecimentos familiares, ou partes de histórias.
 Conhece a rotina da semana e do dia da sua sala.
 Compreende que os objetos têm atributos medíveis, como comprimento ou volume ou massa.
 Identifica algumas transformações de figuras, usando expressões do tipo ampliar, reduzir, rodar, ver ao espelho.
 Exprime as suas ideias sobre como resolver problemas específicos oralmente ou por desenhos.
 Evidencia os atributos dos objetos utilizando linguagens ou representações adequadas.
 Coloca questões e participa na recolha dados acerca de si próprio e do seu meio circundante, e na sua organização em tabelas ou pictogramas
simples.
 Interpreta dados apresentados em tabelas e pictogramas simples, em situações do seu quotidiano.
 Exprime as suas ideias sobre como resolver problemas específicos oralmente ou por desenhos.
Mundo tecnológico e utilização das tecnologias:
Informação  Explora livremente jogos e outras atividades lúdicas acedendo a programas e a páginas da Internet a partir do ambiente de trabalho,
disponibilizadas pelo educador.
Área do Conhecimento do  Identifica informação necessária em recursos digitais off-line e on-line (jogos de pares, de sinónimos e contrários, de cores e tamanhos, etc.),
Mundo disponibilizados pelo educador a partir do ambiente de trabalho.
 Categoriza e agrupa informação em função de propriedades comuns (jogos sobre tipos de alimentos, objetos, atividades, etc.), recorrendo a fontes
Comunicação off-line e on-line disponibilizadas pelo educador a partir do ambiente de trabalho.
 Identifica as tecnologias como meios que favorecem a comunicação e o fortalecimento de relações de reciprocidade com outras pessoas
(Competência Digital (5) Produção (família/escola; comunidade/escola; escola/escola).
CREB)  Interage com outras pessoas utilizando ferramentas de comunicação em rede, com assistência do educador.
Segurança  Representa acontecimentos e experiências da vida quotidiana ou situações imaginadas, usando, com o apoio do educador, ferramentas digitais que
permitam inserir imagens, palavras e sons.
 Utiliza as funcionalidades básicas de algumas ferramentas digitais (e.g. programas de desenho) como forma de expressão livre.
 Participa na definição de regras, comportamentos e atitudes a adotar relativamente ao uso dos equipamentos e ferramentas digitais, incluindo
regras de respeito pelo trabalho dos outros.
 Cuida e responsabiliza-se pela utilização de equipamentos e ferramentas digitais, observando as normas elementares de segurança definidas em
grupo (e.g. ligar/desligar computador; cuidado com as tomadas).
 Utiliza noções espaciais relativas a partir da sua perspetiva como observador (exemplos: em cima/em baixo, dentro/fora, entre, perto/longe, atrás/à
Área do Conhecimento do frente, à esquerda/à direita.).
Mundo  Localiza elementos dos seus espaços de vivência e movimento (exemplos: sala de atividades, escola, habitação, outros) em relação a si mesma, uns
em relação aos outros e associa-os às suas finalidades.
Localização no Espaço e  Reconhece uma planta (simplificada) como representação de uma realidade.
(Competência Científica e no Tempo  Identifica elementos conhecidos numa fotografia e confronta-os com a realidade observada.
Tecnológica (3) CREB)  Descreve itinerários diários (exemplos: casa-escola; casa ou escola-casa de familiares) e não diários (exemplos: passeios, visitas de estudo).
 Reconhece diferentes formas de representação da Terra e identifica, nas mesmas, alguns lugares.
 Distingue unidades de tempo básicas (dia e noite, manhã e tarde, semana, estações do ano, ano).
 Nomeia, ordena e estabelece sequências de diferentes momentos da rotina diária e reconhece outros momentos importantes de vida pessoal e da
comunidade (exemplos: aniversários e festividades).
 Identifica algumas diferenças e semelhanças entre meios diversos e ao longo de tempos diferentes (exemplos: diferenças e semelhanças no
vestuário e na habitação em aldeias e cidades atuais, ou na atualidade e na época dos castelos, príncipes e princesas).
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Área do Conhecimento do  Representa (através de desenho ou de outros meios) lugares reais ou imaginários e descreve-os oralmente.
Mundo Conhecimento do  Identifica elementos do ambiente natural (exemplos: estados de tempo, rochas, acidentes orográficos, linhas de água, flora…) e social (exemplos:
Ambiente Natural e construções, vias e meios de comunicação, serviços…) de um lugar.
Social  Formula questões sobre lugares, contextos e acontecimentos que observa (direta ou indiretamente) no seu quotidiano.
(Competência Científica e  Estabelece semelhanças e diferenças entre materiais e entre materiais e objetos, segundo algumas propriedades simples (exemplos: textura, cor,
Tecnológica (3) CREB) cheiro, resistência, dureza, som que produzem…).
 Classifica materiais por grandes grupos (exemplos: metais, plásticos, papéis…) relacionando as suas propriedades com a função de uso dos objetos
feitos a partir deles.
 Indica, em casos particulares, em que os objetos e os seres vivos podem ser afetados por forças que atuam sobre eles e podem modificar a sua
posição (exemplos: o que acontece num balancé quando objetos iguais são colocados em diferentes posições nos braços do mesmo; o deslocamento de
objetos rolantes, revestidos com materiais distintos, largados numa rampa de inclinação variável).
 Identifica a origem de um dado material de uso corrente (animal, vegetal ou mineral).
 Identifica comportamentos distintos de materiais (exemplos: atração/não atração de materiais por um íman; conservação de um cubo de gelo;
Área do Conhecimento do separação dos componentes de uma mistura de água com areia; tipo de imagens de um objeto em diferentes tipos de espelho).
Mundo  Identifica, designa e localiza corretamente diferentes partes externas do corpo, e reconhece a sua identidade sexual.
 Identifica-se (nome completo, idade, nome de familiares mais próximos, localidade onde vive e nacionalidade), reconhecendo as suas características
individuais.
(Competência Científica e
 Expressa um sentido de conhecimento de si mesma e de pertença a um lugar e a um tempo.
Tecnológica (3) CREB) Dinamismo das Inter-
 Reconhece que o ser humano tem necessidades fisiológicas (sede, fome, repouso…), de segurança (abrigo e proteção), sociais (pertença e afeto…),
Relações Natural-Social
de estima (reconhecimento, estatuto…) e de autorrealização e que passa por um processo de crescimento e desenvolvimento, explicando semelhanças e
diferenças entre estas necessidades humanas e as de outros seres vivos.
 Identifica permanência e mudança nos processos de crescimento, associando-o a diferentes fases nos seres vivos, incluindo o ser humano (bebé,
criança, adolescente, jovem, adulto, idoso).
 Verifica que os animais apresentam características próprias e únicas e podem ser agrupados segundo diferentes critérios (exemplos: locomoção,
revestimento, reprodução…).
 Identifica as diferentes partes constituintes de vários tipos de animais e reconhece alguns aspetos das suas características físicas e modos de vida.
 Compara o processo de germinação de sementes distintas e o crescimento de plantas, através de experiências, distinguindo as diferentes partes de
uma planta.
 Identifica algumas profissões e serviços no seu meio familiar e local, ou noutros que conheça.
 Reconstrói relatos acerca de situações do presente e do passado, pessoal, local ou outro, e distingue situações reais (épocas antigas e modernas) de
ficcionais (exemplos: contos de fadas, homem aranha…).
 Antecipa ações simples para o seu futuro próximo e mais distante, a partir de contextos presentes (exemplos: o que vou fazer logo, amanhã, o que
vou fazer no meu aniversário, quando for grande…).
 Identifica informações sobre o passado expressas em linguagens diversas (exemplos: testemunhos orais, documentos pessoais, fotografias da
família, imagens, objetos, edifícios antigos, estátuas).
 Ordena acontecimentos, momentos de um relato ou imagens com sequência temporal construindo uma narrativa cronológica, mobilizando
linguagem oral e outras formas de expressão.
 Situa-se socialmente numa família (relacionando graus de parentesco simples) e também noutros grupos sociais de pertença, reconhecendo a sua
identidade pessoal e cultural.
 Descreve a importância da separação dos resíduos sólidos domésticos, identificando os materiais a colocar em cada um dos ecopontos.
 Manifesta comportamentos de preocupação com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente, indicando algumas práticas adequadas

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(exemplos: não desperdiçar água e eletricidade; não deitar papeis e outros resíduos para o chão).
 Identifica sequências de ciclos de vida de diferentes fenómenos que estão relacionados com a sua vida diária (exemplos: a noite e o dia, as estações
do ano, os estados do tempo, com a forma de vestir, com as atividades a realizar).
 Usa e justifica algumas razões de práticas de higiene corporal, alimentar, saúde e segurança.
 Reconhece a diversidade de características e hábitos de outras pessoas e grupos, manifestando atitudes de respeito pela diversidade.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

A avaliação na EPE é formativa e continua e visa, sobretudo, em colaboração estreita com os alunos refletir e definir estratégias de melhoria, colmatando os pontos fracos e
evidenciando os pontos fortes.
A avaliação pode ser feita através de:
 Observação direta:
 Comportamentos;
 Atitudes;
 Aprendizagens;
 Reflexão com os alunos sobre pontos fortes e fracos e melhorias possíveis.
 Observação indireta:
 Registos das aprendizagens (final de cada período);
 Registos de Avaliação Diagnóstico;
 Tabelas de Auto e Heteroavaliação;
 Grelhas de observação e registo;
 Registos gráficos, individuais e coletivos.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – INGLÊS

Áreas de conteúdo Domínios Critérios de avaliação Instrumentos


 Apresentação pessoal Compreensão oral: Ouvir/Ver - Evidencia atitudes positivas face à língua-cultura - Descrição de imagens.
 What’s your name? My name is… - Evidencia estratégias de autoaprendizagem (memoriza, recita,
segue instruções…) - Exercícios de pintura
 Formas de cumprimentar: Interação oral - Produz os sons específicos da língua inglesa
 Hello!/Goodbye - Intervém oportunamente, espeitando as regras da interação - Partilha de informação.
 Good morning! /Good afternoon! oral
Produção oral - Recita pequenos textos, (poemas, canções, lengalengas…) - Promoção de interação (trabalho de
 O outono - Cores - Identifica vocábulos e expressões relacionados com conteúdos pares/grupo)
trabalhados
 Os animais - Identifica e adota comportamentos da sala de aula saudações, - Audição e entoação de canções
despedidas, pedidos de desculpa
 O corpo - Identifica cores, - Participação em jogos lúdicos.
- Identifica animais de estimação, elementos da família mais
 A alimentação restrita
-Identifica partes do corpo mais comuns
 O inverno - Identifica celebrações da família, escola, amigos e associa-lhes
objetos e expressões mais correntes (dia do pai, dia da mãe,
 As profissões/família natal, páscoa, Halloween, aniversários…)

 Os números

 A primavera/verão

 Natureza/animais
 Festividades:
 Halloween
 Thanksgiving
 Christmas
 Valentine’s day
 Mother’s day
 Father’s day

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – EDUCAÇÃO FÍSICA

Domínio Meta
Dança - No final da educação pré-escolar, a criança experimenta movimentos locomotores e não locomotores básicos e movimenta-se e expressa-se de forma coordenada, utilizando o
Desenv. da Capacidade corpo no espaço, no tempo e com diferentes dinâmicas.
de Expressão e - No final da educação pré-escolar, a criança sincroniza-se com o ritmo da marcha/corrida e com estruturas rítmicas simples.
Comunicação - No final da educação pré-escolar, a criança comunica através do movimento expressivo, vivências individuais, ideias, temas, histórias e mensagens do quotidiano.
- No final da educação pré-escolar, a criança cria e recria movimentos simples locomotores (ações), não locomotores (inações) a partir de estruturas rítmicas básicas.
Dança - No final da educação pré-escolar, a criança utiliza de diferentes modos os vários segmentos do corpo em resposta aos estímulos fornecidos por um adulto (mexer a cabeça, o pé, a
Desenvolvimento da mão, os dedos e o tronco).
Criatividade - No final da educação pré-escolar, a criança responde com uma série de movimentos a estímulos que correspondem a ações (explodir, rastejar, rebolar, balancear, girar, deslizar).
- No final da educação pré-escolar, a criança imita de formas variadas objetos, animais bem como situações comuns da vida real.
- No final da educação pré-escolar, a criança identifica movimentos básicos locomotores (andar, correr, saltitar, saltar, rodopiar) e não-locomotores (alongar, encolher, puxar,
empurrar, tremer, torcer).
Dança Apropriação da
- No final da educação pré-escolar, a criança conhece, e interpreta com o corpo, trajetórias curvas e retilintas; movimentos no plano horizontal e vertical e de grande e pequena
Linguagem Elementar
amplitude; estruturas temporais lentas e rápidas e estruturas dinâmicas fortes e fracas.
da Dança / Expressões
- No final da educação pré-escolar, a criança produz composições rítmicas a partir de temas reais ou imaginados, utilizando os elementos da comunicação expressiva
individualmente ou em conjunto.
- No final da educação pré-escolar, a criança aprecia e comenta peças de dança do património artístico que lhe são mostradas através dos meios audiovisuais ou em espetáculos ao
Dança Compreensão das vivo.
Artes no Contexto - No final da educação pré-escolar, a criança descreve formas de movimento relacionadas com experiências diárias, animais, personagens
- No final da educação pré-escolar, a criança participa em danças de grupo e comenta e discute com os colegas essas experiências artísticas.
- Deslocamentos e Equilíbrios: No final da educação pré-escolar, a criança realiza percursos que integrem várias destrezas tais como: rastejar deitado dorsal e ventral, em todas as
direções, movimentando-se com o apoio das mãos e pés; rolar sobre si próprio em posições diferentes, nas principais direções e nos dois sentidos; fazer cambalhotas à frente
mantendo a mesma direção durante o enrolamento; saltar sobre obstáculos de alturas e comprimentos variados; saltar de um plano superior com receção equilibrada.
- Perícia e Manipulações: No final da educação pré-escolar, a criança em concurso individual: lança uma bola em distância com a mão “melhor” e com as duas mãos, para além de
Expressão Motora uma marca; lança para cima (no plano vertical) uma bola (grande) e recebe-a com as duas mãos acima da cabeça e perto do solo; pontapeia uma bola em precisão a um alvo, com um
e outro pé, mantendo o equilíbrio; recebe a bola com as duas mãos, após lançamento à parede, evitando que caia ou toque outra parte do corpo.
- Jogos: No final da educação pré-escolar, a criança pratica Jogos Infantis, cumprindo as suas regras, selecionando e realizando com intencionalidade e oportunidade as ações
características desses jogos, designadamente: posições de equilíbrio; deslocamentos em corrida; combinações de apoios variados; lançamentos de precisão de uma bola;
pontapés de precisão.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – EPE – MÚSICA

Domínios de Avaliação O aluno:


 Utiliza a voz falada segundo diversas possibilidades expressivas relacionadas com a altura (agudo, grave), a intensidade (forte e fraco) e o ritmo da palavra (texto
ritmado);
 Reproduz motivos rítmicos em métrica binária e ternária, em simultâneo com um modelo dado e em eco, utilizando a voz, o corpo e instrumentos de percussão.
 Reproduz motivos melódicos sem texto (onomatopeias e sílabas neutras) e com texto, associados a canções;
 Canta canções utilizando a memória, com controlo progressivo da melodia, da estrutura rítmica (pulsação e acentuação) e da respiração.
 Interpreta canções de caráter diferente (de acordo com o texto, o ritmo ou a melodia) e em estilos diversos, controlando elementos expressivos de intensidade e de
Desenvolvimento da andamento (rápido, lento, em accelerando e em rallentando);
Capacidade de Expressão  Utiliza percussão corporal e instrumentos musicais diversos para marcar a pulsação, a divisão e a acentuação do primeiro tempo do compasso (métricas binária e
e Comunicação ternária) de canções e de obras musicais gravadas;
 Toca pequenos ostinatos rítmicos com diferentes combinações de sons curtos e longos (padrões rítmicos) em simultâneo com música gravada e como
acompanhamento de canções, utilizando o corpo e instrumentos de percussão;
 Sincroniza o movimento do corpo com a intensidade (dinâmicas forte e fraco) de uma canção ou obra musical gravada e adapta-se a mudanças de intensidade de
forma súbita ou progressiva (dinâmicas em crescendo e em diminuendo);
 Sincroniza o movimento do corpo com a pulsação regular (andamentos médio, rápido e lento) e a acentuação de compasso de uma canção ou obra musical gravada e
adapta-se a mudanças de pulsação de forma súbita ou progressiva (andamentos em accelerando e rallentando).
 Explora as potencialidades de timbre, intensidade, altura (agudo, grave, subida e descida) e duração (sons longos e curtos) da voz, de objetos sonoros e de
instrumentos musicais;
 Improvisa ambientes sonoros para rimas, canções, partituras gráficas e sequências de movimento, selecionando e organizando fontes sonoras diversificadas (corpo,
Desenvolvimento da
voz, objetos sonoros e instrumentos de percussão);
Criatividade
 Decide sobre a interpretação de uma canção no que se refere a questões de caráter, de estrutura formal, de intensidade e de andamento;
 Realiza ações motoras diferenciadas (andar, saltitar, correr, balançar, rodopiar...) e mobiliza diferentes qualidades de movimento como forma de reação ao caráter, ao
ritmo (pulsação, andamento, métricas binária e ternária), à intensidade e à organização formal (secções AB, ABA) de uma canção ou de obras musicais gravadas.
Apropriação da  Reconhece auditivamente sons vocais e corporais, sons do meio ambiente próximo (isolados e simultâneos), sons da natureza e sons instrumentais;
Linguagem elementar da  Comenta a música que ouve ou a música que interpreta utilizando vocabulário musical;
Música  Utiliza grafismos não convencionais para identificar, ler ou registar sequências de intensidade, movimentos sonoros e sequências de sons curtos e longos.
 Utiliza e reconhece auditivamente um repertório diversificado de canções e de música gravada de diferentes géneros, estilos e culturas, presente em atividades do
Compreensão das Artes
quotidiano;
no Contexto
 Recolhe e organiza informação sobre práticas musicais de diferentes culturas e comunica os resultados dos seus trabalhos de projeto.
Instrumentos de Avaliação: Observação direta
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas de aprendizagem.

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

1º CEB

PORTUGUÊS / MATEMÁTICA / ESTUDO DO MEIO


EXPRESSÕES / EXPRESSÃO FÍSICO- MOTORA / INGLÊS / EMRC

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB - PORTUGUÊS

1º Ano de escolaridade
DOMÍNIOS DE
AVALIAÇÃO INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
ORALIDADE (10%)
Não respeita as regras de Respeita as regras de interação Respeita sempre as regras de
interação discursiva. discursiva com alguma regularidade. interação discursiva.
Compreensão do oral Nível
Não escuta discursos breves para Escuta, pontualmente, discursos breves
5% Intermédio Escuta discursos breves para
aprender e construir para aprender e construir
aprender e construir conhecimentos.
conhecimentos. conhecimentos.
Não produz um discurso oral com Produz um discurso oral com algumas Nível Produz um discurso oral com
correção. imperfeições. Intermédio correção.
Expressão oral
Não produz discursos com Produz, pontualmente, discursos com Produz discursos com diferentes
5% Nível
diferentes finalidades, tendo em diferentes finalidades, tendo em conta finalidades, tendo em conta a
Intermédio
conta a situação e o interlocutor. a situação e o interlocutor. situação e o interlocutor.
LEITURA E ESCRITA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
(50%)
Não conhece o alfabeto nem os Conhece o alfabeto e os grafemas com Conhece na totalidade o alfabeto e
grafemas. algumas incorreções. os grafemas.
Lê em voz alta, com algumas
Não lê em voz alta, palavras, Lê em voz alta, a totalidade das
incorreções, palavras, pseudopalavras e
pseudopalavras e texto palavras, pseudopalavras e textos.
textos.
Lê de forma pouco fluida textos
Não lê textos diversos. Lê textos diversos.
diversos.
Leitura Nível
Não se apropria de novos Apropria-se de alguns dos novos
20% Intermédio Apropria-se de novos vocábulos.
vocábulos. vocábulos
Não organiza a informação de um Organiza, razoavelmente, a informação Organiza a informação de um texto
texto lido. de um texto lido. lido.
Não relaciona o texto com Relaciona o texto, de forma pontual, Relaciona o texto com
conhecimentos anteriores nem com conhecimentos anteriores e conhecimentos anteriores e
compreende-o. compreende-o. compreende-o.
Não monitoriza a compreensão. Monitoriza, pontualmente, a Monitoriza a compreensão.

Critérios de Avaliação Página 43 de 200


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compreensão.
Não desenvolve o conhecimento Desenvolve, moderadamente, o Desenvolve o conhecimento da
da ortografia. conhecimento da ortografia. ortografia.
Escrita Não mobiliza o conhecimento da Mobiliza, ocasionalmente, o Nível Mobiliza o conhecimento da
30% pontuação. conhecimento da pontuação. Intermédio pontuação.
Não transcreve nem escreve Transcreve e escreve textos com
Transcreve e escreve textos.
textos. algumas omissões e lacunas.
INICIAÇÃO À EDUCAÇÃO
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
LITERÁRIA
Não ouve ler nem lê textos Ouve e lê textos literários,
Ouve e lê textos literários.
literários. pontualmente.
Não compreende o essencial dosCompreende, razoavelmente, o Compreende o essencial dos textos
textos escutados e lidos. essencial dos textos escutados e lidos. escutados e lidos.
Nível
5% Não lê nem aprecia textos Lê, pontualmente, e aprecia textos
Intermédio Lê para apreciar textos literários.
literários. literários.
Não lê em termos pessoais. Lê, razoavelmente, em termos pessoais. Lê em termos pessoais.
Não diz nem conta, em termos Diz e conta, com alguma regularidade, Diz e conta, em termos pessoais e
pessoais e criativos. em termos pessoais e criativos. criativos.
GRAMÁTICA INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Descobre, ocasionalmente,
Não descobre regularidades no Descobre regularidades no
regularidades no funcionamento da
funcionamento da língua. Nível funcionamento da língua.
15% língua.
Intermédio
Não compreende formas de Compreende, razoavelmente, formas de Compreende formas de organização
organização do léxico. organização do léxico. do léxico.

Critérios de Avaliação Página 44 de 200


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2º Ano de escolaridade
DOMÍNIOS DE
AVALIAÇÃO INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
ORALIDADE (10%)
Não respeita as regras de Respeita as regras de interação Respeita sempre as regras de
interação discursiva. discursiva, com alguma regularidade. interação discursiva.
Compreensão do oral
Não escuta discursos breves para Escuta, pontualmente, discursos breves Escuta discursos breves para
5%
aprender e construir para aprender e construir aprender e construir conhecimentos.
conhecimentos. conhecimentos. Nível
Não produz um discurso oral com Produz um discurso oral com algumas Intermédio Produz um discurso oral com
correção. imperfeições. correção.
Expressão oral Não produz discursos com Produz, pontualmente, discursos com Produz discursos com diferentes
5% diferentes finalidades, tendo em diferentes finalidades, tendo em conta finalidades, tendo em conta a
conta a situação e o interlocutor. a situação e o interlocutor. situação e o interlocutor.

LEITURA E ESCRITA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
(50%)
Não desenvolve a consciência Desenvolve, ocasionalmente, a Desenvolve a consciência fonológica
fonológica nem operar com consciência fonológica e opera com e opera com fonemas.
fonemas fonemas.
Não conhece o alfabeto nem os Conhece o alfabeto e os grafemas com Conhece na totalidade o alfabeto e
grafemas. algumas incorreções os grafemas.
Não lê em voz alta, palavras, Lê em voz alta, com algumas Lê em voz alta, a totalidade das
pseudopalavras e texto incorreções, palavras, pseudopalavras e palavras, pseudopalavras e textos.
textos.
Leitura Nível
Não lê textos diversos. Lê, de forma pouco fluida, textos Lê textos diversos.
20% Intermédio
diversos.
Não se apropria de novos Apropria-se de alguns dos novos Apropria-se de novos vocábulos.
vocábulos. vocábulos.
Não organiza a informação de um Organiza, razoavelmente, a informação Organiza a informação de um texto
texto lido. de um texto lido. lido.
Não relaciona o texto com Relaciona o texto, de forma pontual, Relaciona o texto com
conhecimentos anteriores nem com conhecimentos anteriores e conhecimentos anteriores e
compreende-o. compreende-o. compreende-o.
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Não monitoriza a compreensão. Monitoriza, pontualmente, a Monitoriza a compreensão.
compreensão.
Não elabora nem aprofunda Elabora e aprofunda conhecimentos, Elabora e aprofunda conhecimentos.
conhecimentos. ocasionalmente.
Não desenvolve o conhecimento Desenvolve, moderadamente, o Desenvolve o conhecimento da
da ortografia. conhecimento da ortografia. ortografia.
Não mobiliza o conhecimento da Mobiliza, ocasionalmente, o Mobiliza o conhecimento da
pontuação. conhecimento da pontuação. pontuação.
Escrita Não transcreve nem escreve Transcreve e escreve textos com Nível Transcreve e escreve textos.
30% textos. algumas omissões e lacunas. Intermédio
Não planifica a escrita de textos. Planifica, razoavelmente, a escrita de Planifica a escrita de textos.
textos.
Não rediz corretamente. Redige, com algumas omissões e Redige corretamente.
lacunas.
INICIAÇÃO À EDUCAÇÃO
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
LITERÁRIA
Não ouve ler nem lê textos Ouve e lê textos literários, Ouve e lê textos literários.
literários. pontualmente.
Não compreende o essencial dos Compreende, razoavelmente, o Compreende o essencial dos textos
textos escutados e lidos. essencial dos textos escutados e lidos. escutados e lidos.
Não lê nem aprecia textos Lê, pontualmente, e aprecia textos Lê para apreciar textos literários.
Nível
5% literários. literários.
Intermédio
Não lê em termos pessoais. Lê, razoavelmente, em termos pessoais. Lê em termos pessoais.
Não diz nem conta, em termos Diz e conta, razoavelmente, em termos Diz e conta, em termos pessoais e
pessoais e criativos. pessoais e criativos. criativos.
Não diz nem escrever, em termos Diz e escreve, razoavelmente, em Diz e escreve, em termos pessoais e
pessoais e criativos. termos pessoais e criativos. criativos.
GRAMÁTICA INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Não descobre regularidades no Descobre, ocasionalmente, Descobre regularidades no
funcionamento da língua. regularidades no funcionamento da funcionamento da língua.
Nível
15% língua.
Intermédio
Não compreende formas de Compreende, com alguma regularidade, Compreende formas de organização
organização do léxico. formas de organização do léxico. do léxico.

Critérios de Avaliação Página 46 de 200


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3º Ano de escolaridade
DOMÍNIOS DE
AVALIAÇÃO INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
ORALIDADE (10%)
Compreensão do oral Não escuta para aprender nem Escuta, pontualmente, para aprender e Escuta para aprender e construir
5% construir conhecimentos construir conhecimentos. conhecimentos.
Não produz um discurso oral com Produz um discurso oral com algumas Produz um discurso oral com
Nível
correção. imperfeições. correção.
Expressão oral Intermédio
Não produz discursos com Produz, pontualmente, discursos com Produz discursos com diferentes
5%
diferentes finalidades, tendo em diferentes finalidades, tendo em conta finalidades, tendo em conta a
conta a situação e o interlocutor. a situação e o interlocutor. situação e o interlocutor.
LEITURA E ESCRITA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
(50%)
Não lê em voz alta palavras e Lê em voz alta palavras e textos com
Lê em voz alta palavras e textos.
textos. algumas incorreções e omissões.
Lê, de forma pouco fluida, textos
Não lê textos diversos. Lê textos diversos.
diversos.
Não se apropria de novos Apropria-se de alguns dos novos
Apropria-se de novos vocábulos.
vocábulos. vocábulos
Não organiza os conhecimentos Organiza, razoavelmente, os
Leitura Nível Organiza os conhecimentos do texto.
do texto. conhecimentos do texto
20% Intermédio
Não relaciona o texto com Relaciona o texto, de forma pontual, Relaciona o texto com
conhecimentos anteriores nem com conhecimentos anteriores e conhecimentos anteriores e
compreende-o. compreende-o. compreende-o.
Monitoriza, pontualmente, a
Não monitoriza a compreensão. Monitoriza a compreensão.
compreensão.
Não elabora nem aprofunda Elabora e aprofunda conhecimentos,
Elabora e aprofunda conhecimentos.
conhecimentos. ocasionalmente.
Não desenvolve o conhecimento Desenvolve, moderadamente, o Desenvolve o conhecimento da
da ortografia. conhecimento da ortografia. ortografia.
Escrita Nível
Não mobiliza o conhecimento da Mobiliza, ocasionalmente, o Mobiliza o conhecimento da
30% Intermédio
representação gráfica e da conhecimento da representação gráfica representação gráfica e da
pontuação. e da pontuação. pontuação.
Critérios de Avaliação Página 47 de 200
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Planifica, pontualmente, a escrita de
Não planifica a escrita de textos. Planifica a escrita de textos.
textos.
Redige, com algumas omissões e
Não rediz corretamente. Redige corretamente.
lacunas
Escreve, com algumas incorreções,
Não escreve textos narrativos. Escreve textos narrativos
textos narrativos
Não escreve textos expositivos / Escreve, com algumas incorreções, Escreve textos expositivos /
informativos. textos expositivos / informativos. informativos.
Escreve, com algumas incorreções,
Não escreve textos dialogais. Escreve textos dialogais.
textos dialogais.
Escreve, com algumas incorreções,
Não escreve textos diversos. Escreve textos diversos
textos diversos
Não revê textos escritos. Revê, pontualmente, textos escritos. Revê textos escritos.
INICIAÇÃO À EDUCAÇÃO
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
LITERÁRIA
Não ouve ler nem lê textos Ouve e lê textos literários,
Ouve e lê textos literários.
literários. pontualmente.
Não compreende o essencial dos Compreende, razoavelmente, o Compreende o essencial dos textos
textos escutados e lidos. essencial dos textos escutados e lidos. escutados e lidos.
Nível
5% Não lê nem aprecia textos Lê, pontualmente, e aprecia textos
Intermédio Lê para apreciar textos literários.
literários. literários.
Não lê em termos pessoais. Lê, razoavelmente, em termos pessoais. Lê em termos pessoais.
Não diz nem escrever, em termos Diz e escreve, razoavelmente, em Diz e escreve, em termos pessoais e
pessoais e criativos. termos pessoais e criativos. criativos.
GRAMÁTICA INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Não explicita aspetos Explicita, pontualmente, aspetos
Explicita aspetos fundamentais da
fundamentais da fonologia do fundamentais da fonologia do
fonologia do português.
português português.
Não conhece propriedades das Conhece, pontualmente, as Nível
15% Conhece propriedades das palavras.
palavras. propriedades das palavras. Intermédio
Não analisa nem estrutura unidades Analisa e estrutura, com alguma
Analisa e estrutura unidades sintáticas.
sintáticas. regularidade, unidades sintáticas.
Não compreende formas de Compreende, esporadicamente, formas de Compreende formas de organização do
organização do léxico. organização do léxico. léxico.

Critérios de Avaliação Página 48 de 200


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4º Ano de escolaridade
DOMÍNIOS DE
AVALIAÇÃO INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
ORALIDADE (10%)
Não escuta para aprender nem Escuta, pontualmente, para aprender e Escuta para aprender e construir
Compreensão do oral construir conhecimentos construir conhecimentos. Nível conhecimentos.
5% Não utiliza técnicas para registar e Utiliza, pontualmente, técnicas para Intermédio Utiliza técnicas para registar e reter
reter a informação. registar e reter a informação. a informação.
Não produz um discurso oral com Produz um discurso oral com algumas Produz um discurso oral com
correção. imperfeições. correção.
Não produz discursos com Produz, pontualmente, discursos com Produz discursos com diferentes
diferentes finalidades, tendo em diferentes finalidades, tendo em conta finalidades, tendo em conta a
Expressão oral Nível
conta a situação e o interlocutor. a situação e o interlocutor. situação e o interlocutor.
5% Intermédio
Não participa em atividades de Participa, ocasionalmente, em Participa em atividades de expressão
expressão oral orientada, nem atividades de expressão oral orientada, oral orientada, respeitando regras e
respeitando regras e papéis respeitando regras e papeis específicos. papeis específicos.
específicos.
LEITURA E ESCRITA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
(50%)
Não lê textos diversos. Lê, de forma pouco fluida, textos Lê textos diversos.
diversos.
Não se apropria de novos Apropria-se de alguns dos novos Apropria-se de novos vocábulos.
vocábulos. vocábulos
Não organiza os conhecimentos Organiza, razoavelmente, os Organiza os conhecimentos do texto.
do texto. conhecimentos do texto.
Leitura Não relaciona o texto com Relaciona, razoavelmente, o texto com Nível Relaciona o texto com
20% conhecimentos anteriores nem conhecimentos anteriores e Intermédio conhecimentos anteriores e
compreende-o. compreende-o, de forma minimamente compreende-o.
satisfatória.
Não monitoriza a compreensão. Monitoriza, pontualmente, a Monitoriza a compreensão.
compreensão.
Não elabora nem aprofunda Elabora e aprofunda Elabora e aprofunda conhecimentos.
conhecimentos. conhecimentos,ocasionalmente.

Critérios de Avaliação Página 49 de 200


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Não desenvolve o conhecimento Desenvolve, moderadamente, o Desenvolve o conhecimento da
da ortografia. conhecimento da ortografia. ortografia.
Não mobiliza o conhecimento da Mobiliza, ocasionalmente, o Mobiliza o conhecimento da
representação gráfica e da conhecimento da representação gráfica representação gráfica e da
pontuação. e da pontuação. pontuação.
Não planifica a escrita de textos.
Planifica, pontualmente, a escrita de Planifica a escrita de textos.
textos.
Não rediz corretamente. Redige, com algumas omissões e Redige corretamente.
lacunas.
Escrita Não escreve textos narrativos. Escreve, com algumas incorreções, Nível Escreve textos narrativos.
30% textos narrativos Intermédio
Não escreve textos expositivos / Escreve, com algumas incorreções, Escreve textos expositivos /
informativos. textos expositivos / informativos. informativos.
Não escreve textos dialogais. Escreve, com algumas incorreções, Escreve textos dialogais.
textos dialogais.
Não escreve textos diversos. Escreve, com algumas incorreções, Escreve textos diversos.
textos diversos
Não escreve textos descritivos. Escreve, com algumas incorreções, Escreve textos descritivos.
textos descritivos
Não revê textos escritos. Revê, pontualmente, textos escritos. Revê textos escritos.
INICIAÇÃO À EDUCAÇÃO
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
LITERÁRIA
Não ouve ler nem lê textos Ouve e lê textos literários, Ouve e lê textos literários.
literários. pontualmente.
Não compreende o essencial dos Compreende, razoavelmente, o Compreende o essencial dos textos
textos escutados e lidos. essencial dos textos escutados e lidos. escutados e lidos.
Nível
5% Não lê nem aprecia textos Lê, razoavelmente, e aprecia alguns Lê para apreciar textos literários.
Intermédio
literários. textos literários.
Não lê em termos pessoais. Lê, razoavelmente, em termos pessoais. Lê em termos pessoais.
Não diz nem escrever, em termos Diz e escreve, razoavelmente, em Diz e escreve, em termos pessoais e
pessoais e criativos. termos pessoais e criativos. criativos.

Critérios de Avaliação Página 50 de 200


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GRAMÁTICA INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM


Não conhece propriedades das Conhece, esporadicamente, Conhece propriedades das palavras
palavras nem explicita aspetos propriedades das palavras e explicita e explicita aspetos fundamentais da
fundamentais da sua morfologia e
aspetos fundamentais da sua sua morfologia e do seu
do seu comportamento sintático.morfologia e do seu comportamento comportamento sintático.
sintático.
Não reconhece classes de Reconhece, ocasionalmente, classes de Nível Reconhece classes de palavras.
15%
palavras. palavras. Intermédio
Não compreende processos de Compreende, casualmente, processos Compreende processos de formação
formação nem de organização do de formação e de organização do léxico. e de organização do léxico.
léxico.
Não analisa nem estrutura Analisa e estrutura, com alguma Analisa e estrutura unidades
unidades sintáticas. regularidade, unidades sintáticas sintáticas.
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nos descritores de desempenho das
metas curriculares.
Devem ser usados variados instrumentos de avaliação: observação direta da participação e envolvimento dos alunos em contexto de sala de aula; avaliação
oral ou exposição oral dos alunos; trabalhos individuais, exercícios/rotinas diárias, atividades escritas, trabalhos de pesquisa; fichas formativas no final
da lecionação de determinado conteúdo ou domínio; grelhas de registos diários, semanais ou mensais; teste sumativo em cada período letivo.

Critérios de Avaliação Página 51 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB - MATEMÁTICA
DOMÍNIOS DE
1º ANO DE ESCOLARIDADE
AVALIAÇÃO
NÚMEROS E OPERAÇÕES
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
40%
Números Naturais Não efetua contagens. Efetua, pontualmente, contagens (até 100). Efetua contagens (até 100).
Sistema de numeração Não descodifica o sistema de numeração Descodifica, ocasionalmente, o sistema de Descodifica o sistema de numeração
decimal decimal. numeração decimal. decimal.
Não adiciona números naturais. Adiciona, esporadicamente, números naturais. Nível Adiciona números naturais.
Adição Resolve problemas de um passo, com alguma Intermédio
Não resolve problemas de um passo. Resolve problemas de um passo.
regularidade.
Não subtrai números naturais. Subtrai, ocasionalmente, números naturais Subtrai números naturais
Subtração Resolve, ocasionalmente, problemas de um
Não resolve problemas de um passo. Resolve problemas de um passo.
passo.
GEOMETRIA E MEDIDA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
30%
GEOMETRIA (10%)
Não consegue situar-se nem situar objetos Situa-se e situa objetos no espaço, com alguma
Localização e orientação Situa-se e situa objetos no espaço.
no espaço. regularidade.
no espaço
Não reconhece e não representa formas Reconhece e representa, razoavelmente, formas Reconhece e representa formas
Figuras geométricas
geométricas. geométricas. geométricas.
MEDIDA (20%) Nível
Mede, com alguma frequência, distâncias e Intermédio
Distâncias e Não mede distâncias nem comprimentos. Mede distâncias e comprimentos.
comprimentos.
comprimentos
Áreas Não mede áreas. Mede, com alguma frequência, áreas. Mede áreas.
Tempo Não mede o tempo. Mede, com alguma frequência, o tempo. Mede o tempo.
Dinheiro Não conta dinheiro. Conta, com alguma frequência, dinheiro. Conta dinheiro.
OTD
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
10%
Representação de Representa, casualmente, conjuntos e
Não representa conjuntos nem elementos. Representa conjuntos e elementos.
conjuntos elementos. Nível
Representação de Não recolhe e não representa conjuntos de Recolhe e representa conjuntos de dados, Intermédio Recolhe e representa conjuntos de
dados dados. ocasionalmente. dados.

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DOMÍNIOS DE
2º ANO DE ESCOLARIDADE
AVALIAÇÃO
NÚMEROS E OPERAÇÕES
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
40%
Não conhece os numerais ordinais até Conhece, ocasionalmente, os numerais Conhece os numerais ordinais até ao
ao vigésimo. ordinais até ao vigésimo. Nível vigésimo.
Números Naturais
Não conta até mil. Conta até mil, ocasionalmente. Intermédio Conta até mil.
Não reconhece a paridade. Reconhece, ocasionalmente, a paridade. Reconhece a paridade.
Sistema de numeração Não descodifica o sistema de Descodifica, com alguma regularidade, o Nível Descodifica o sistema de numeração
decimal numeração decimal. sistema de numeração decimal. Intermédio decimal.
Não adiciona nem subtrai números Adiciona e subtrai, esporadicamente,
Adiciona e subtrai números naturais.
naturais. números naturais.
Não resolve problemas de um ou dois Nível Resolve problemas de um ou dois
Adição e Subtração Resolve, pontualmente, problemas de um ou
passos envolvendo situações de juntar, Intermédio passos envolvendo situações de
dois passos envolvendo situações de juntar,
acrescentar, retirar, comparar e juntar, acrescentar, retirar,
acrescentar, retirar, comparar e completar.
completar. comparar e completar.
Não multiplica em multiplica números Multiplica, esporadicamente, números
Multiplica números naturais.
naturais. naturais.
Não resolve problemas de um ou dois Resolve, ocasionalmente, problemas de um Nível Resolve problemas de um ou dois
Multiplicação
passos envolvendo situações ou dois passos envolvendo situações Intermédio passos envolvendo situações
multiplicativas nos sentidos aditivo e multiplicativas nos sentidos aditivo e multiplicativas nos sentidos aditivo e
combinatório. combinatório. combinatório.
Não efetua divisões exatas de números Efetua, casualmente, divisões exatas de Efetua divisões exatas de números
naturais. números naturais. naturais.
Nível
Divisão Inteira Não resolve problemas de um passo Resolve, ocasionalmente, problemas de um Resolve problemas de um passo
Intermédio
envolvendo situações de partilha passo envolvendo situações de partilha envolvendo situações de partilha
equitativa e de agrupamento equitativa e de agrupamento equitativa e de agrupamento
Números Racionais não Nível
Não divide a unidade. Divide a unidade, esporadicamente. Divide a unidade.
negativos Intermédio
Não resolve problemas envolvendo a Resolve, ocasionalmente, problemas Resolve problemas envolvendo a
Sequências e determinação de termos de uma envolvendo a determinação de termos de Nível determinação de termos de uma
regularidades sequência, dada a lei de formação. uma sequência, dada a lei de formação. Intermédio sequência, dada a lei de formação.
Não resolve problemas envolvendo a Resolve, pontualmente, problemas Resolve problemas envolvendo a

Critérios de Avaliação Página 53 de 200


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determinação de uma lei de formação envolvendo a determinação de uma lei de determinação de uma lei de
compatível com uma sequência formação compatível com uma sequência formação compatível com uma
parcialmente conhecida. parcialmente conhecida. sequência parcialmente conhecida.
GEOMETRIA E MEDIDA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
30%
GEOMETRIA (10%)
Não consegue situar-se e situar objetos Situa-se e situa objetos no espaço, com Nível
Localização e orientação Situa-se e situa objetos no espaço.
no espaço. alguma regularidade. Intermédio
no espaço
Não reconhece e não representa formas Reconhece e representa, razoavelmente, Nível Reconhece e representa formas
Figuras geométricas
geométricas. formas geométricas. Intermédio geométricas.
MEDIDA (20%)
Não mede distâncias nem Mede, com alguma frequência, distâncias e Nível
Distâncias e Mede distâncias e comprimentos.
comprimentos. comprimentos. Intermédio
comprimentos
Nível
Áreas Não mede áreas. Mede, com alguma frequência, áreas. Mede áreas.
Intermédio
Mede, com alguma frequência, volumes e Nível
Volumes e capacidades Não mede volumes e capacidades. Mede volumes e capacidades.
capacidades. Intermédio
Nível
Massas Não mede massas. Mede, com alguma frequência, massas. Mede massas.
Intermédio
Nível
Tempo Não mede o tempo. Mede, com alguma frequência, o tempo. Mede o tempo.
Intermédio
Nível
Não conta dinheiro. Conta, com alguma frequência, dinheiro. Conta dinheiro.
Intermédio
Dinheiro Não resolve problemas de um ou dois Resolve, esporadicamente, problemas de um Resolve problemas de um ou dois
Nível
passos envolvendo medidas de ou dois passos envolvendo medidas de passos envolvendo medidas de
Intermédio
diferentes grandezas. diferentes grandezas. diferentes grandezas.
OTD 10% INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Representação de Nível
Não opera com conjuntos Opera, ocasionalmente, com conjuntos. Opera com conjuntos.
conjuntos Intermédio
Não recolhe e não representa conjuntos Recolhe e representa conjuntos de dados, Nível Recolhe e representa conjuntos de
de dados. razoavelmente. Intermédio dados.
Representação de dados
Não interpreta representações de Interpreta, na genaralidade, representações Nível Interpreta representações de
conjuntos de dados. de conjuntos de dados. Intermédio conjuntos de dados.

Critérios de Avaliação Página 54 de 200


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DOMÍNIOS DE
3º ANO DE ESCOLARIDADE
AVALIAÇÃO
NÚMEROS E OPERAÇÕES
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
40%
Não conhece os numerais ordinais até Conhece, ocasionalmente, os numerais Conhece os numerais ordinais até ao
ao centésimo. ordinais até ao centésimo. centésimo.
Nível
Números Naturais Não conta até um milhão. Conta, ocasionalmente, até um milhão. Conta até um milhão.
Intermédio
Conhece, ocasionalmente, a numeração
Não conhece a numeração romana. Conhece a numeração romana.
romana.
Sistema de numeração Não descodifica o sistema de Descodifica, ocasionalmente, o sistema de Nível Descodifica o sistema de numeração
decimal numeração decimal. numeração decimal. Intermédio decimal.
Não adiciona nem subtrai números Adiciona e subtrai, esporadicamente,
Adiciona e subtrai números naturais.
naturais. números naturais.
Não resolve problemas até três passos Nível Resolve problemas até três passos
Adição e Subtração Resolve, pontualmente, problemas até três
envolvendo situações de juntar, Intermédio envolvendo situações de juntar,
passos envolvendo situações de juntar,
acrescentar, retirar, comparar e acrescentar, retirar, comparar e
acrescentar, retirar, comparar e completar.
completar. completar.
Não multiplica em multiplica números Multiplica, esporadicamente, números
Multiplica números naturais.
naturais. naturais.
Nível
Multiplicação Não resolve problemas até três passos Resolve, ocasionalmente, problemas até três Resolve problemas até três passos
Intermédio
envolvendo situações multiplicativas passos envolvendo situações multiplicativas envolvendo situações multiplicativas
nos sentidos aditivo e combinatório. nos sentidos aditivo e combinatório. nos sentidos aditivo e combinatório.
Não efetua divisões inteiras. Efetua, casualmente, divisões inteiras. Efetua divisões inteiras.
Resolve problemas de até três
Não resolve problemas de até três Resolve, ocasionalmente, problemas de até Nível
Divisão Inteira passos envolvendo situações de
passos envolvendo situações de partilha três passos envolvendo situações de partilha Intermédio
partilha equitativa e de
equitativa e de agrupamento equitativa e de agrupamento
agrupamento
Números Racionais não Nível
Não mede com frações. Mede, com alguma frequência, com frações. Mede com frações.
negativos Intermédio

Critérios de Avaliação Página 55 de 200


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Adição e subtração de
números racionais não Não adiciona e não subtrai números Adiciona e subtrai números racionais, Nível Adiciona e subtrai números
negativos representados racionais. casualmente. Intermédio racionais.
por frações
Não representa números racionais por Representa, esporadicamente, números Representa números racionais por
dízimas. racionais por dízimas. dízimas.
Representação decimal Resolve problemas de até três
Não resolve problemas de até três Resolve, casualmente, problemas de até três Nível
de números racionais passos envolvendo números
passos envolvendo números racionais passos envolvendo números racionais Intermédio
não negativos racionais representados de diversas
representados de diversas formas e as representados de diversas formas e as
formas e as operações de adição e
operações de adição e de subtração. operações de adição e de subtração.
de subtração.
GEOMETRIA E MEDIDA
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
30%
GEOMETRIA (10%)
Não consegue situar-se e situar objetos Situa-se e situa objetos no espaço, com Nível
Localização e orientação Situa-se e situa objetos no espaço.
no espaço. alguma regularidade. Intermédio
no espaço
Não reconhece propriedades Reconhece propriedades geométricas Nível Reconhece propriedades
Figuras geométricas
geométricas. ocasionalmente. Intermédio geométricas.
Mede, com alguma frequência,
Não mede comprimentos nem áreas. Mede e comprimentos e áreas.
comprimentos e áreas.
Não relaciona as diferentes unidades de Relaciona, ocasionalmente, as diferentes Relaciona as diferentes unidades de
MEDIDA (20%) Nível
medida de comprimento do sistema unidades de medida de comprimento do medida de comprimento do sistema
Comprimentos e Áreas métrico. sistema métrico. Intermédio métrico.
Mede e relaciona, com alguma regularidade, Mede e relaciona as diferentes
Não mede e não relaciona as diferentes
as diferentes unidades de massa do sistema unidades de massa do sistema
unidades de massa do sistema métrico.
métrico. métrico.
Não mede e não relaciona as diferentes Mede e relaciona, com alguma regularidade, Mede e relaciona as diferentes
Nível
Capacidades unidades de capacidade do sistema as diferentes unidades de capacidade do unidades de capacidade do sistema
Intermédio
métrico. sistema métrico. métrico.
Não mede e não relaciona as medidas Mede e relaciona, com alguma regularidade, Mede e relaciona as medidas de
de tempo. as medidas de tempo. Nível tempo.
Tempo
Não lê e não escreve as medidas do Lê e escreve, ocasionalmente, as unidades Intermédio Lê e escreve as unidades de medida
tempo. de medida de tempo. de tempo.
Critérios de Avaliação Página 56 de 200
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Não efetua conversões de medidas de Efetua, esporadicamente, conversões de Efetua conversões de medidas de
tempo. medidas de tempo. tempo.
Tempo
Não adiciona e não subtrai medidas de Adiciona e subtrai, ocasionalmente, medidas Adiciona e subtrai medidas de
tempo. de tempo. tempo.
Não conta, não adiciona e não subtrai Conta, adiciona e subtrai, com alguma Nível Conta, adiciona e subtrai quantias de
Dinheiro
quantias de dinheiro. frequência, quantias de dinheiro. Intermédio dinheiro.
Não resolve problemas de até três Resolve, esporadicamente, problemas até Resolve problemas até três passos
Nível
passos envolvendo medidas de três passos envolvendo medidas de envolvendo medidas de diferentes
Intermédio
diferentes grandezas. diferentes grandezas. grandezas.
OTD 10% INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Representa, ocasionalmente, conjuntos de
Não representa conjuntos de dados. Representa conjuntos de dados.
dados.
Não trata conjuntos de dados. Trata, ocasionalmente, conjuntos de dados. Trata conjuntos de dados.
Resolve problemas envolvendo a
Não resolve problemas envolvendo a Resolve, ocasionalmente, problemas
análise de dados representados em
análise de dados representados em envolvendo a análise de dados
tabelas, diagramas ou gráficos e a
tabelas, diagramas ou gráficos e a representados em tabelas, diagramas ou
Representação e Nível determinação de frequências
tratamento de dados determinação de frequências absolutas, gráficos e a determinação de frequências Intermédio absolutas, moda, extremos e
moda, extremos e amplitude absolutas, moda, extremos e amplitude.
amplitude.
Resolve problemas envolvendo a
Não resolve problemas envolvendo a Resolve, ocasionalmente, problemas
organização de dados por
organização de dados por envolvendo a organização de dados por
categorias/classes e a respetiva
categorias/classes e a respetiva categorias/classes e a respetiva
representação de uma forma
representação de uma forma adequada representação de uma forma adequada
adequada

Critérios de Avaliação Página 57 de 200


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DOMÍNIOS DE
4º ANO DE ESCOLARIDADE
AVALIAÇÃO
NÚMEROS E OPERAÇÕES 40% INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Não reconhece que se poderia Reconhece, esporadicamente, que se Reconhece que se poderia
prosseguir a contagem poderia prosseguir a contagem prosseguir a contagem
indefinidamente. indefinidamente. indefinidamente.
Não sabe que o termo «bilião» e termos Sabe, ocasionalmente, que o termo Sabe que o termo «bilião» e termos
idênticos noutras línguas têm «bilião» e termos idênticos noutras idênticos noutras línguas têm
significados distintos em diferentes línguas têm significados distintos em Nível significados distintos em diferentes
Números Naturais
países. diferentes países. Intermédio países.
Efetua, com alguma regularidade,
Não efetua divisões inteiras. Efetua divisões inteiras.
divisões inteiras.
Não resolve problemas de vários passos Resolve, ocasionalmente, problemas de Resolve problemas de vários passos
envolvendo números naturais e as vários passos envolvendo números envolvendo números naturais e as
quatro operações. naturais e as quatro operações. quatro operações.
Não simplifica frações. Simplifica frações, ocasionalmente. Simplifica frações
Não multiplica e não divide números Multiplica e divide, ocasionalmente, Multiplica e divide números
racionais não negativos números racionais não negativos. racionais não negativos.
Não representa números racionais por Representa, ocasionalmente números Representa números racionais por
dízimas. racionais por dízimas. dízimas.
Números Racionais não Não resolve problemas de vários passos Resolve problemas, ocasionalmente, de Nível Resolve problemas de vários passos
negativos envolvendo números racionais em vários passos envolvendo números Intermédio envolvendo números racionais em
diferentes representações e as quatro racionais em diferentes representações e diferentes representações e as
operações. as quatro operações. quatro operações.
Resolve, ocasionalmente, problemas
Não resolve problemas envolvendo Resolve problemas envolvendo
envolvendo aproximações de números
aproximações de números racionais. aproximações de números racionais.
racionais.
GEOMETRIA E MEDIDA 30% INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
GEOMETRIA (10%)
Não consegue situar-se e situar objetos Situa-se e situa objetos no espaço, com Nível
Localização e orientação Situa-se e situa objetos no espaço.
no espaço. alguma regularidade. Intermédio
no espaço
Identifica e compara ângulos, Nível
Figuras geométricas Não identifica e não compara ângulos. Identifica e compara ângulos.
ocasionalmente. Intermédio
Critérios de Avaliação Página 58 de 200
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Não reconhece propriedades Reconhece, ocasionalmente, Reconhece propriedades
geométricas. propriedades geométricas. geométricas.
Mede, com alguma regularidade,
Não mede comprimentos nem áreas. Mede e comprimentos e áreas.
comprimentos e áreas.
Relaciona, ocasionalmente, as diferentes
Não relaciona as diferentes unidades de Relaciona as diferentes unidades de
unidades de medida de área do sistema
medida de área do sistema métrico. medida de área do sistema métrico.
métrico.
Não reconhece as correspondências Reconhece, casualmente, as Reconhece as correspondências
MEDIDA (20%) Nível
entre as unidades de medida de área do correspondências entre as unidades de entre as unidades de medida de área
Comprimentos e Áreas Intermédio
sistema métrico e as unidades de medida de área do sistema métrico e as do sistema métrico e as unidades de
medida agrárias. unidades de medida agrárias. medida agrárias.
Não mede áreas e não efetua Mede áreas e efetua conversões, com
Mede áreas e efetua conversões.
conversões alguma regularidade.
Calcula, com alguma regularidade., a área
Não calcula a área de um retângulo. Calcular a área de um retângulo.
de um retângulo.
Não reconhece o metro cúbico como o Reconhece, razoavelmente, o metro Reconhece o metro cúbico como o
volume de um cubo com um metro de cúbico como o volume de um cubo com volume de um cubo com um metro
aresta. um metro de aresta de aresta
Não reconhece a correspondência entre
Reconhece, ocasionalmente, a Nível Reconhece a correspondência entre
Volumes e capacidades o decímetro cúbico e o litro e não
correspondência entre o decímetro Intermédio o decímetro cúbico e o litro e
relaciona/ revela muita dificuldade em
cúbico e o litro e relaciona as unidades de relaciona as unidades de medida de
relacionar as unidades de medida de
medida de capacidade com as unidades capacidade com as unidades de
capacidade com as unidades de medida
de medida de volume. medida de volume.
de volume.
OTD 10% INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Não utiliza frequências relativas e Utiliza, ocasionalmente, frequências Utiliza frequências relativas e
percentagens. relativas e percentagens percentagens
Nível
Tratamento de dados Não resolve problemas envolvendo o Resolve, ocasionalmente, problemas Resolve problemas envolvendo o
Intermédio
cálculo e a comparação de frequências envolvendo o cálculo e a comparação de cálculo e a comparação de
relativas. frequências relativas. frequências relativas.
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nos descritores de desempenho das metas curriculares.
Devem ser usados variados instrumentos de avaliação: Observação direta da participação e envolvimento dos alunos em contexto de sala de aula; avaliação oral ou exposição oral dos
alunos; trabalhos individuais, exercícios/rotinas diárias, atividades escritas, trabalhos de pesquisa; fichas formativas no final da lecionação de determinado conteúdo ou domínio; grelhas de
registos diários, semanais ou mensais; teste sumativo em cada período letivo.

Critérios de Avaliação Página 59 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ESTUDO DO MEIO

DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Descreve e compara, com alguma
Não descreve nem compara e humanos de Descreve e compara, elementos físicos e
regularidade, elementos físicos e humanos
lugares e regiões, não utilizando vocabulário humanos de lugares e regiões, utilizando
de lugares e regiões, utilizando algum
adequado. algum vocabulário adequado.
vocabulário adequado.
Não distingue formas de uso do solo da sua Distingue algumas formas de uso do solo Distingue formas de uso do solo da sua
região. da sua região. região.
Não caracteriza elementos naturais e Caracteriza alguns elementos naturais e Caracteriza elementos naturais e humanos
humanos de lugares e regiões e não recolhe humanos de lugares e regiões realizando de lugares e regiões realizando recolha de
informação adequada. recolha de informação. informação.
Formula algumas questões sobre Formula questões sobre problemas
Não formula questões sobre problemas
problemas ambientais e sociais e seleciona ambientais e sociais e seleciona alguma
ambientais e sociais.
alguma informação. informação.
Não interpreta fontes sobre o passado, mas Interpreta algumas fontes e produz alguma Interpreta fontes e produz informação sobre

Nível Intermédio
CONHECIMENTO não produz informação sobre o passado. informação sobre o passado. o passado.
DO MEIO Estabelece algumas relações de
Não estabelece relações de parentesco. Estabelece relações de parentesco.
NATURAL E parentesco.
SOCIAL 30% Descreve alguns aspetos significativos da Descreve aspetos significativos da história
Não descreve aspetos significativos da história
história pessoal, familiar e alguns da pessoal, familiar e da história local e
pessoal, familiar ou local.
história local e nacional. nacional.
Reconhece e respeita algumas identidades
Não reconhece identidades sociais e culturais Reconhece e respeita identidades sociais e
sociais e culturais do passado próximo e
do passado próximo e longínquo. culturais do passado próximo e longínquo.
longínquo.
Não mobiliza conceitos substantivos Mobiliza algum vocabulário e conceitos Mobiliza vocabulário e conceitos
específicos dos diferentes conteúdos, temas e substantivos específicos dos diferentes substantivos específicos dos diferentes
problemas explorados. conteúdos, temas e problemas explorados. conteúdos, temas e problemas explorados.
Reconhece alguma da diversidade na
Não reconhece diversidade na organização da Reconhece diversidade na organização da
organização da vida em sociedade ao longo
vida em sociedade ao longo dos tempos. vida em sociedade ao longo dos tempos.
dos tempos.
Não comunica nem utiliza formas de Utiliza algumas formas de comunicação e Utiliza formas de comunicação e expressão
comunicação e expressão relacionadas com o expressão relacionadas com o meio natural relacionadas com o meio natural e social, no
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meio natural e social, no presente e no e social, no presente e no passado. presente e no passado.
passado.
Não estrutura conhecimentos sobre o meio Estrutura e comunica alguns Estrutura e comunica conhecimentos sobre
natural e social, e em estruturar e utilizar as conhecimentos sobre o meio natural e o meio natural e social, utilizando as TIC
TIC como recurso. social, utilizando as TIC como recurso. como recurso.
Sistematiza, ocasionalmente, as
Não reconhece as modificações ocorridas no modificações ocorridas no seu corpo, Sistematiza as modificações ocorridas no
seu corpo nem explica as funções principais de explicando algumas das funções principais seu corpo, explicando as funções principais
órgãos constituintes e as funções vitais de de órgãos constituintes, bem como de órgãos constituintes, bem como as
sistemas humanos. algumas das funções vitais de sistemas funções vitais de sistemas humanos.
humanos.
Identifica e verifica, com alguma
Não identifica as propriedades de diferentes
regularidade, propriedades de alguns Identifica e verifica as propriedades de
materiais nem verifica as condições em que se
materiais, condições em que se materiais, condições em que se manifestam
manifestam e as formas de alteração do seu
manifestam e algumas formas de alteração e formas de alteração do seu estado físico.
estado físico.
do seu estado físico.
Não caracteriza as modificações que ocorrem Caracteriza, ocasionalmente, modificações Caracteriza modificações que ocorrem nos
nos seres vivos nem as relaciona com as que ocorrem nos seres vivos e relaciona-as seres vivos e relaciona-as com as
manifestações de vida. com algumas manifestações de vida. manifestações de vida.
Não recolhe informação sobre as condições Relaciona, com alguma frequência, Relaciona informação que recolhe sobre as
atmosféricas nem as relaciona com os estados informação que recolhe sobre as condições condições atmosféricas com os estados de
de tempo típicos das diferentes estações do atmosféricas com os estados de tempo tempo típicos das diferentes estações do
ano. típicos das diferentes estações do ano. ano.
Não reconhece nem analisa problemas Reconhece, ocasionalmente, e analisa Reconhece e analisa problemas naturais e
naturais e sociais associados a alterações nos alguns problemas naturais e sociais sociais associados a alterações nos
ecossistemas. associados a alterações nos ecossistemas. ecossistemas.
Reconhece alguma importância na
Não reconhece a importância da preservação Reconhece a importância na preservação da
preservação da biodiversidade e dos
da biodiversidade e dos recursos para garantir biodiversidade e dos recursos para garantir
recursos para garantir a sustentabilidade
a sustentabilidade dos sistemas naturais. a sustentabilidade dos sistemas naturais.
dos sistemas naturais.
Não identifica nem descreve processos de Descreve, pontualmente, alguns processos Descreve processos de exploração,
exploração, transformação e aplicação de de exploração, transformação e aplicação transformação e aplicação de recursos
recursos naturais. de recursos naturais. naturais.

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DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não localiza elementos naturais e humanos do Localiza, ocasionalmente, elementos Localiza elementos naturais e humanos do
meio local, utilizando diferentes processos de naturais e humanos do meio local, meio local, utilizando processos de
orientação. utilizando alguns processos de orientação. orientação.
Lê, consulta e interpreta algumas formas
Não lê, não consulta e não interpreta formas Lê, consulta e interpreta formas
simplificadas de representação
simplificadas de representação cartográfica. simplificadas de representação cartográfica.
cartográfica.
Utiliza algumas unidades / convenções
Não utiliza diferentes unidades / convenções Utiliza unidades / convenções temporais e
temporais e situa, esporadicamente, no
temporais e não situa no tempo rotinas, datas, situa no tempo rotinas, datas, eventos e
tempo rotinas, datas, eventos e
eventos e personagens da História e das personagens da História e das comunidades
personagens da História e das
comunidades atuais. atuais.
comunidades atuais.
Constrói, ocasionalmente, linhas de tempo
Não constrói linhas de tempo relacionadas Constrói linhas de tempo relacionadas com
relacionadas com rotinas e datas

Nível Intermédio
com rotinas e datas significativas para a rotinas e datas significativas para a história
significativas para a história pessoal, local e
LOCALIZAÇÃO história pessoal, local e nacional. pessoal, local e nacional.
nacional.
NO ESPAÇO E NO
Identifica, casualmente, mudanças e
TEMPO 30% Não identifica mudanças e permanências ao Identifica mudanças e permanências ao
permanências ao longo do tempo pessoal,
longo do tempo pessoal, local e nacional nem longo do tempo pessoal, local e nacional,
local e nacional, reconhecendo alguns
reconhece diferentes ritmos e direções. reconhecendo ritmos e direções.
ritmos e direções.
Não reconhece, na sua representação do Reconhece, razoavelmente, a sua Reconhece, na sua representação do
espaço, a relação com a ação humana ao representação do espaço, a relação com a espaço, a relação com a ação humana ao
longo dos tempos. ação humana ao longo dos tempos. longo dos tempos.
Descreve, ocasionalmente, a constituição
Não descreve a constituição Universo e a Descreve a constituição Universo e a
Universo e a constituição do Sistema Solar,
constituição do Sistema Solar nem explica a constituição do Sistema Solar, explicando a
explicando, de forma elementar, a
importância do Sol para a vida na Terra. importância do Sol para a vida na Terra.
importância do Sol para a vida na Terra.
Descreve, genericamente, a forma e os
Não descreve a forma e os movimentos da Descreve a forma e os movimentos da Terra
movimentos da Terra e da Lua, explicando
Terra e da Lua nem explica fenómenos como e da Lua, explicando fenómenos como as
alguns fenómenos como as estações do
as estações do ano… estações do ano…
ano…

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DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não demonstra conhecimentos nem aplica Demonstra alguns conhecimentos e aplica Demonstra conhecimentos e aplica normas
normas e cuidados de saúde e segurança, a algumas normas e cuidados de saúde e e cuidados de saúde e segurança, a nível
nível individual e comunitário, com vista ao
segurança, a nível individual e comunitário, individual e comunitário, com vista ao
equilíbrio natural. com vista ao equilíbrio natural. equilíbrio natural.
Descreve, de forma elementar, o
Não descreve o funcionamento de um circuito Descreve o funcionamento de um circuito
funcionamento de um circuito elétrico e
elétrico nem classifica os materiais como bons elétrico e classifica os materiais como bons
classifica alguns materiais como bons e
e maus condutores. e maus condutores.
maus condutores.
Não reconhece a existência de relações entre Reconhece, ocasionalmente, a existência Reconhece a existência de relações entre

Nível Intermédio
DINAMISMO lugares e elementos que evidenciem a de relações entre lugares e elementos que lugares e elementos que evidenciem a
DAS INTER- existência das mesmas. evidenciem a existência das mesmas. existência das mesmas.
RELAÇÕES Deteta, algumas alterações na sua
Não deteta alterações na sua localidade e no Deteta alterações na sua localidade e no
NATURAL- localidade e no território próximo,
território próximo nem identifica aspetos território próximo, identificando aspetos
SOCIAL 20% identificando alguns aspetos positivos e
positivos e negativos. positivos e negativos.
negativos.
Refere alguns elementos da sua identidade Refere elementos da sua identidade
Não refere elementos da sua identidade
cultural, manifestando algum sentido de cultural, manifestando o sentido de
cultural nem manifesta o sentido de pertença
pertença e o respeito pela diversidade de pertença e o respeito pela diversidade de
e o respeito pela diversidade de culturas.
culturas. culturas.
Explica, genericamente, a dinâmica da
Não explica a dinâmica da terra tendo em Explica a dinâmica da terra tendo em conta
terra tendo em conta a multiplicidade de
conta a multiplicidade de transformações que a multiplicidade de transformações que
transformações que ocorrem no seu
ocorrem no seu interior e exterior. ocorrem no seu interior e exterior.
interior e exterior.
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas de aprendizagem e na realização das
aprendizagens estipuladas, de cada um dos blocos/temas do programa, a trabalhar em cada ano de escolaridade.
Devem ser usados variados instrumentos de avaliação: Observação direta da participação e envolvimento dos alunos em contexto de sala de aula; avaliação oral ou
exposição oral dos alunos; trabalhos individuais, exercícios/rotinas diárias, atividades escritas, trabalhos de pesquisa; fichas formativas no final da lecionação de
determinado conteúdo ou domínio; grelhas de registos diários, semanais ou mensais; teste sumativo em cada período letivo.

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CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB / UNECA TVA – INGLÊS

Metas de aprendizagem/curriculares
Definição MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
1º/2ºanos 3º/4ºanos
Ouvir/ver textos orais e O aluno identifica um número muito O aluno identifica um número limitado de O aluno compreende e Nível intermédio O aluno ainda O aluno não
audiovisuais de limitado de palavras isoladas e palavras e expressões básicas em utiliza em contexto, não compreende
natureza diversificada expressões básicas em enunciados enunciados simples e curtos (perguntas, palavras familiares e compreende, palavras
adequados aos simples e curtos (afirmações, instruções, diretivas, pedidos, canções, expressões correntes nem utiliza, familiares e
desenvolvimentos perguntas e instruções, entre diálogos, entre outros), relativos a si relativas ao seu algumas das expressões
intelectual, socioafetivo outros), relativos a si próprio e aos próprio e aos contextos em que está quotidiano, ao da sua palavras correntes
e linguístico do aluno. contextos em que está inserido inserido (família e escola), desde que o família e ao meio familiares e relativas ao seu
(família restrita e escola), desde que discurso seja claro, pausado, envolvente, quando lhe expressões quotidiano, ao da
Compreensão Oral

o discurso seja claro, pausado, cuidadosamente articulado e com falam de forma clara e correntes sua família e ao
cuidadosamente articulado e com repetições. pausada. relativas ao seu meio envolvente,
repetições. quotidiano, ao quando lhe falam
da sua família e de forma clara e
ao meio pausada.
envolvente, Apresenta
quando lhe desmotivação e
falam de forma falta de empenho
clara e pausada. no seu trabalho.
Para além disso,
o aluno não
coopera nas
tarefas
propostas.
Metas de aprendizagem/ curriculares
Definição MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
3º ano 4ºano
Ler textos diversificados O aluno identifica um número muito O aluno identifica um número limitado de O aluno identifica, Nível intermédio O aluno O aluno não
adequados ao limitado de palavras isoladas e palavras e expressões básicas em textos compreende e aplica identifica, mas compreende,
desenvolvimento expressões básicas que lhe sejam simples e curtos, com ajuda visual nomes familiares, não nomes familiares,
Compreensão Escrita

intelectual, socioafetivo familiares em textos muito simples e (instruções, legendas, gráficos, cartazes, palavras e frases muito compreende, palavras e frases
e linguístico do aluno. curtos, com ajuda visual (instruções, entre outros), relativos a si próprio e aos simples relativas a si nem aplica, muito simples.
legendas, cartazes, entre outros), contextos em que está inserido (família, próprio e aos contextos nomes Apresenta
relativos a si próprio e aos contextos escola e celebrações). em que está inserido familiares, desmotivação e
em que está inserido (família restrita palavras e frases falta de empenho
e escola). muito simples no seu trabalho.
relativos a si Para além disso, o
próprio e aos aluno não
contextos em coopera nas
que está tarefas propostas.
inserido.

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Metas de aprendizagem/ curriculares


Definição MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
1º/2ºanos 3º/4ºanos
-Falar/produzir textos O aluno estabelece contactos sociais em O aluno interage em situações do quotidiano Produz pequenos Produz com Não produz
orais correspondendo a contexto de sala de aula (cumprimentos, escolar previamente preparadas, estabelece enunciados/frases, Nível intermédio alguma pequenos
necessidades pedidos de ajuda e outras intervenções do contactos sociais em contexto de sala de aula sobre assuntos do autonomia enunciados,
específicas de domínio organizacional) e responde a (cumprimentos, pedidos de ajuda e outras seu interesse, pequenos nem frases
comunicação. perguntas simples, relativas a si próprio e aos intervenções do domínio organizacional) e interagindo com o enunciados / sobre assuntos
contextos em que está inserido (dados pede ou dá informações relativas a si próprio e interlocutor e frases sobre do seu
pessoais, estados de espírito, gostos), desde aos contextos em que está inserido (dados estabelecendo assuntos do seu interesse.
que o interlocutor se exprima de forma clara pessoais, estados de espírito, gostos e contatos pedindo interesse. Apresenta
e articulada, num ritmo lento, se disponha a preferências), desde que o interlocutor se e dando Mostra desmotivação e
repetir e/ou reformular e se mostre exprima de forma clara e articulada, num ritmo informações hesitações na falta de
cooperante. lento, se disponha a repetir e/ou reformular e desde que o interação oral empenho no
Pronuncia, geralmente de forma se mostre cooperante. Pronuncia, geralmente interlocutor se com o seu trabalho.
compreensível, um repertório memorizado de forma compreensível, um repertório exprima de forma interlocutor e Para além
Interação Oral

de palavras e expressões isoladas. memorizado de palavras e expressões isoladas clara e articulada, na pronuncia disso, o aluno
e de frases simples e curtas. num ritmo lento, correta do não coopera
se disponha a vocabulário. nas tarefas
repetir e/ou propostas.
reformular e se
mostre
cooperante.
Pronuncia,
geralmente de
forma
compreensível,
um repertório
memorizado de
palavras e
expressões
isoladas e de
frases simples e
curtas.

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Definição Metas de aprendizagem/ curriculares


MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
3ºano 4ºano
O aluno completa formulários simples com O aluno completa formulários simples com Escreve Nível intermédio Escreve Não escreve
Escrever/produzir dados pessoais (nome, idade, aniversário, dados pessoais (nome, idade, aniversário, pequenos pequenos pequenos
textos entre outros) e escreve palavras soltas e agregado familiar, local de residência, textos/frases, textos / textos nem
correspondendo expressões elementares memorizadas em entre outros) e escreve frases curtas com sobre frases de frases sobre
a necessidades mensagens (felicitações, entre outros). (10‐20 palavras) e simples em mensagens assuntos do forma assuntos do
específicas de (cartões de parabéns, convites, emails, seu interesse, satisfatória, seu interesse:
comunicação. entre outros), recorrendo a um repertório de forma sobre não é capaz
memorizado de palavras e expressões. autónoma, assuntos do de escrever
com sentido e seu interesse, um postal
Escrever correção apresentando simples e
pequenos textos ortográfica: por vezes curto ou uma
Interação Escrita

de caráter público escreve um alguns erros ficha, com


e social: postal simples ortográficos e dados de
— cartões de e curto, uma lexicais, ainda identificação
parabéns, ficha com não escreve pessoal
convites dados de de forma (nome,
— mensagens, identificação autónoma morada...).
instruções, ... pessoal (nome, um postal Apresenta
- emails, idade, simples e desmotivação
formulários, ... morada...). curto, uma e falta de
ficha, com empenho no
dados de seu trabalho.
identificação Para além
pessoal disso, o aluno
(nome, não coopera
morada...). nas tarefas
propostas.

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Definição Metas de aprendizagem/ curriculares


MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
3ºano 4ºano
Ouvir /falar em O aluno produz palavras e expressões O aluno exprime‐se, de forma muito Exprime-se Nível Exprime-se Exprimir-se
situações de simples memorizadas sobre si próprio e simples, para falar de si, de outras pessoas oralmente de intermédio oralmente de oralmente de
comunicação os contextos em que está inserido e de lugares (família, casa, escola). forma contínua: forma forma
diversificada. (família restrita, escola). Apoia‐se num repertório memorizado de O aluno utiliza contínua: contínua:
Pronuncia, geralmente, de forma palavras, expressões isoladas e frases expressões e O aluno é O aluno não
Produz os sons da compreensível. simples e curtas. frases simples capaz de utiliza
língua estrangeira Pronuncia, geralmente, de forma sobre si próprio, utilizar expressões e
não existentes na compreensível. sua família e o expressões e frases simples
língua meio frases simples sobre si
Materna envolvente de sobre si próprio, sua
Produção Oral

forma próprio, sua família e o


Usa estratégias contextualizada, família e o meio
interlinguais para com pronúncia meio envolvente.
superar problemas correta. envolvente, Apresenta
de expressão: de forma desmotivação
satisfatória e falta de
Pede a tradução da embora, por empenho no
palavra na língua vezes, o faça seu trabalho.
materna fora de Para além
contexto e disso, o aluno
com não coopera
pronúncia nas tarefas
incorreta de propostas.
alguns sons
específicos.

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Definição
Metas de aprendizagem/ curriculares
MUITO BOM BOM SUFICEINTE INSUFICIENTE
3ºano 4ºano
Escrever/produzir O aluno escreve palavras O aluno escreve frases simples e curtas Escreve Nível Escreve Não escreve pequenos textos
pequenos textos isoladas e expressões relativas a si próprio e aos contextos em pequenos intermédio pequenos nem frases sobre assuntos do seu
correspondendo a que está inserido (apresenta‐se, textos/frases, textos/frases interesse: não é capaz de escrever
necessidades elementares memorizadas apresenta outros, descreve espaços com sobre sobre um postal simples e curto ou uma
específicas de relativas a si próprio e aos próprios e gostos), recorrendo a um assuntos do assuntos do seu ficha, com dados de identificação
comunicação. contextos em que está inserido repertório memorizado de palavras e seu interesse, interesse de pessoal (nome, morada...).
(família restrita e escola). expressões. com correção forma Apresenta desmotivação e falta
ortográfica e satisfatória de empenho no seu trabalho.
sentido: embora, por Para além disso, o aluno não
Produção Escrita

escreve um vezes, com coopera nas tarefas propostas.


postal simples incorreções
e curto, uma ortográficas ou
ficha com falta de sentido:
dados de escreve
identificação satisfatoriamente
pessoal um postal
(nome, idade, simples e curto,
morada...). uma ficha, com
dados de
identificação
pessoal (nome,
morada...).
1º / 2º
• Exercícios de escuta ativa e produção oral; 40%
• Trabalhos (fichas de trabalho, desenhos para pintar, trabalhos manuais,…) individuais, de pares e em grupo; 40%
3º / 4º
• Ficha de avaliação; 20%
Instrumentos de
 Exercícios de escuta ativa e produção oral; 30%
Avaliação
 Trabalhos (fichas de trabalho, desenhos para pintar, trabalhos manuais,…) individuais de par e em grupo; 30%

Uneca- TVA
• Exercícios de escuta ativa e produção oral; 40%
• Trabalhos (fichas de trabalho, desenhos para pintar, trabalhos manuais,…) individuais, de pares e em grupo; 40%

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CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (DRAMÁTICA)

DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não consegue usar o corpo, a voz e o espaço em Dá uso ao corpo, voz e espaço em Dá uso ao corpo, voz e espaço em
situações diversas. situações diversas, com alguma situações diversas.
regularidade.
Desenvolvimento
Não se relacionar nem comunica com os outros. Sabe relacionar-se e comunicar com Sabe relacionar-se e comunicar com
da capacidade de Nível
outros, ocasionalmente. outros.
expressão e de Intermédio
Não lê nem comunica oralmente adequando as Ocasionalmente, lê e comunica Lê e comunica oralmente, adequando
comunicação 20%
possibilidades expressivas da voz a diferentes oralmente, adequando as possibilidades as possibilidades expressivas da voz a
contextos e situações de comunicação. expressivas da voz a diferentes contextos diferentes contextos e situações de
e situações de comunicação. comunicação.
DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não realiza nem cria dramatizações. Realiza e cria dramatizações, com alguma Realiza e cria dramatizações.
regularidade.
Apropriação da Não nomeia nem mobiliza diferentes técnicas de Nomeia e mobiliza, diferentes técnicas de Nomeia e mobiliza, diferentes técnicas
linguagem representação. representação, de forma razoável. Nível de representação.
elementar das artes Não reconhece especificidades formais do texto Reconhece, ocasionalmente, Intermédio Reconhece especificidades formais do
20% dramático convencional em produções próprias ou especificidades formais do texto texto dramático convencional em
de outrem. dramático convencional em produções produções próprias ou de outrem.
próprias ou de outrem.
DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não identifica diferentes estilos e géneros Identifica, ocasionalmente, diferentes Identifica diferentes estilos e géneros
convencionais de teatro, funções de conceção e estilos e géneros convencionais de teatro, convencionais de teatro, funções de
realização do espetáculo e recursos físicos e funções de conceção e realização do conceção e realização do espetáculo e
Compreensão das materiais que o teatro mobiliza. espetáculo e recursos físicos e materiais recursos físicos e materiais que o teatro
Nível
Artes no Contexto que o teatro mobiliza mobiliza
Intermédio
20% Não reconhece a dimensão multidisciplinar do Reconhece, pontualmente, a dimensão Reconhece a dimensão multidisciplinar
teatro nem identifica relações entre este e outras multidisciplinar do teatro, identificando do teatro, identificando relações entre
artes e áreas de conhecimento. algumas relações entre este e outras este e outras artes e áreas de
artes e áreas de conhecimento. conhecimento.

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Não pesquisa nem organiza, em vários suportes, Com alguma frequência, pesquisa e Pesquisa e organiza, em vários
informação sobre reportórios criadores e práticas organiza, em alguns suportes, suportes, informação sobre criadores
Compreensão das
teatrais de diferentes culturas e em comunicar, informação sobre criadores e práticas Nível e práticas teatrais de diferentes
Artes no Contexto
oralmente e por escrito, os seus resultados. teatrais de diferentes culturas e Intermédio culturas e comunica, oralmente e por
20%
comunica, oralmente e por escrito, os escrito, os seus resultados.
seus resultados.
DOMÍNIOS DE
INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
AVALIAÇÃO
Não cria, não explora, não apresenta nem analisa Ocasionalmente, cria, explora, Cria, explora, apresenta e analisa
personagens. apresenta e analisa personagens, em personagens, em situações distintas e
situações distintas e com diferentes com diferentes finalidades.
Desenvolvimento Nível
finalidades.
da criatividade 20% Intermédio
Não improvisa nem cria pequenas cenas a partir Ocasionalmente, improvisa e cria Improvisa e cria pequenas cenas a
de dados reais ou fictícios, sozinho e em grupo. pequenas cenas a partir de dados reais partir de dados reais ou fictícios,
ou fictícios, sozinho e em grupo. sozinho e em grupo.

Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas de aprendizagem, correspondendo a
menção de Muito Bom à consecução total do descritor.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (MUSICAL)

Domínios de
O aluno: INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM
Avaliação
 Canta sozinho e em grupo, com intencionalidade expressiva, O aluno não O aluno O aluno O aluno
canções de diferentes formas, géneros e estilos, em métrica desenvolveu a desenvolveu desenvolveu a desenvolveu
binária e ternária, utilizando a memória; maioria dos razoavelmente os maioria dos todos os domínios
 Toca sozinho e em grupo, peças de diferentes formas, domínios de domínios de domínios de de avaliação.
Desenvolvimento da
géneros, estilos e culturas, utilizando técnicas diferenciadas avaliação. avaliação. avaliação.
Capacidade de
de acordo com a tipologia musical, em instrumentos não
Expressão e
convencionais e convencionais na interpretação de música
Comunicação
instrumental ou vocal acompanhada;
 Analisa e comenta audições de música gravada e ao vivo de
acordo com os conceitos adquiridos e códigos que conhece,
utilizando vocabulário apropriado.
 Improvisa e compõe acompanhamentos e pequenas peças
musicais, utilizando a voz, o corpo e instrumentos não
convencionais e convencionais;
Desenvolvimento da
 Expressa ideias sonoras utilizando recursos técnico-artísticos
Criatividade
elementares, tendo em conta diversos estímulos e/ou
intenções;
 Cria códigos para registo gráfico de criações musicais.
 Identifica, analisa e descreve características rítmicas,
Apropriação da
melódicas, tímbricas e formais da música;
Linguagem elementar
 Utiliza notação não convencional para ler e expressar ideias
da Música
musicais.
Compreensão das  Reconhece e valoriza a música como construção social, como
Artes no Contexto património e como fator de identidade social e cultural.
Instrumentos de Avaliação: Observação direta 80%
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas de aprendizagem.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – ÁREA DAS EXPRESSÕES (PLÁSTICA)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Domínios INSUFICIENTE SUFICENTE BOM MUITO BOM
 O aluno tem  O aluno utiliza o  O aluno utiliza o vocabulário da
dificuldade em vocabulário da área área disciplinar com rigor e
expressar-se  O aluno utiliza algum disciplinar e aprecia as aprecia as formas visuais com
 Expressão oral, utilizando vocabulário oralmente, não vocabulário da área formas visuais. precisão.
da área disciplinar, na apreciação de utilizando disciplinar e na
formas visuais. 20% vocabulário da área apreciação de formas
disciplinar na visuais.
apreciação de
formas visuais.

 O aluno não explora  O aluno explora  O aluno explora


 O aluno explora plasticamente
 Exploração plástica dos elementos plasticamente os plasticamente alguns plasticamente a maioria
os elementos da linguagem
básicos da linguagem visual. 20% elementos da elementos da linguagem dos elementos da
visual.
linguagem visual. visual. linguagem visual.

 O aluno não aplica


 Aplicação de técnicas e materiais.  O aluno aplica algumas  O aluno aplica a maioria  O aluno aplica as técnicas e
as técnicas e
20% técnicas e materiais das técnicas e materiais. materiais.
materiais.
 O aluno demonstra
 O aluno não  O aluno demonstra  O aluno demonstra capacidade
capacidade criativa na
 Capacidade criativa. 20% demonstra alguma capacidade
maioria das metas
criativa em todas as metas
capacidade criativa. criativa. curriculares.
curriculares.
Instrumentos de avaliação:
1. Observação direta na sala de aula;
2. Observação e análise dos trabalhos realizados pelos alunos;
3. Análise das intervenções dos alunos às questões e solicitações dos professores.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – EXPRESSÃO FÍSICO MOTORA

Domínios Níveis
Metas de Aprendizagem
(80%) Insuficiente Suficiente Bom Muito Bom
1º / 2º Ano O aluno não cumpre as O aluno cumpre razoavelmente O aluno cumpre as habilidades O aluno cumpre as habilidades
habilidades apresentadas para as habilidades apresentadas apresentadas para um dos apresentadas para os
O aluno cumpre as habilidades apresentadas para os os Subdomínios; para os Subdomínios; Subdomínios e razoavelmente Subdomínios;
Perícias e Manipulações e Perícias e Manipulações e para outro; Perícias e Manipulações e
Subdomínios;
Deslocamentos e Equilíbrios. Deslocamentos e Equilíbrios. Perícias e Manipulações e Deslocamentos e
Perícias e Manipulações e Deslocamentos e
Deslocamentos e Equilíbrios. Equilíbrios.
Equilíbrios.
3º / 4º Ano O aluno não cumpre as O aluno cumpre razoavelmente O aluno cumpre a maioria das O aluno cumpre as habilidades
habilidades apresentadas para as habilidades apresentadas habilidades apresentadas para apresentadas para os
O aluno cumpre as habilidades apresentadas para os os Subdomínios; Jogos, para os Subdomínios; Jogos, os Subdomínios; Jogos, Subdomínios; Jogos, Ginástica e
Ginástica e um Subdomínio Ginástica e um Subdomínio Ginástica e um Subdomínio um Subdomínio entre os
Subdomínios; Jogos, Ginástica e um Subdomínio
entre os restantes. entre os restantes. entre os restantes. restantes.
entre os restantes.
Atividades Norma
Físicas 1º / 2º Ano
- Perícias e Manipulações;
- Deslocamentos e Equilíbrios.
3º / 4º Ano

- Jogos;
- Ginástica;
- 1 Subdomínio entre:
Atividades Rítmicas Expressivas;
Patinagem;
Percursos na Natureza;
Natação.
Testes e/ou trabalhos; Questionamento; Arbitragem; FitnessGram; Testes de avaliação prática; Grelhas de registo; Observação direta.
Instrumentos
Aluno com atestado médico: Testes e/ou trabalhos; Questionamento; Arbitragem.

Critérios de Avaliação Página 73 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 1º CEB – EMRC


Domínio Cognitivo/ Psicomotor

Parâmetros Critérios específicos (Metas)


 Não compreende o que são o fenómeno religioso e a experiência
religiosa.
I
 Não constrói uma chave de leitura religiosa da pessoa, da vida e da
história.
 Compreende, algumas vezes, o fenómeno religioso e a experiência
religiosa.
Religião e S
 Constrói, algumas vezes, uma chave de leitura religiosa da pessoa, da
Experiência
vida e da história.
Religiosa
 Compreende, a maioria das vezes, o que são o fenómeno religioso e a
experiência religiosa.
B
 Constrói, a maioria das vezes, uma chave de leitura religiosa da pessoa,
da vida e da história.
 Compreende o que são o fenómeno religioso e a experiência religiosa.
MB
 Constrói uma chave de leitura religiosa da pessoa, da vida e da história.
 Não identifica o núcleo central do cristianismo e do catolicismo.
 Não conhece a mensagem e cultura bíblicas.
I  Não identifica os valores evangélicos.
 Não descobre a simbólica cristã.
 Não estabelece um diálogo entre a cultura e a fé.
 Identifica, algumas vezes, o núcleo central do cristianismo e do
catolicismo.
 Conhece, algumas vezes, a mensagem e cultura bíblicas.
S
 Identifica, algumas vezes, os valores evangélicos.
 Descobre, algumas vezes, a simbólica cristã.
Cultura e Visão  Estabelece, algumas vezes, um diálogo entre a cultura e a fé.
Cristã da vida  Identifica, a maioria das vezes, o núcleo central do cristianismo e do
catolicismo.
 Conhece, a maioria das vezes, a mensagem e cultura bíblicas.
B
 Identifica, a maioria das vezes, os valores evangélicos.
 Descobre, a maioria das vezes, a simbólica cristã.
 Estabelece, a maioria das vezes, um diálogo entre a cultura e a fé.
 Identifica o núcleo central do cristianismo e do catolicismo.
 Conhece a mensagem e cultura bíblicas.
MB  Identifica os valores evangélicos.
 Descobre a simbólica cristã.
 Estabelece um diálogo entre a cultura e a fé.
 Não reconhece a proposta do agir ético cristão em situações vitais do
quotidiano.
 Não promove o bem comum e o cuidado do outro.
 Não demonstra responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o
Ética e Moral I
mundo.
 Não identifica o fundamento religioso da moral cristã.
 Não reconhece, à luz da mensagem cristã, a dignidade da pessoa
humana.

Critérios de Avaliação Página 74 de 200


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 Reconhece, algumas das vezes, a proposta do agir ético cristão em


situações vitais do quotidiano.
 Promove, algumas das vezes, o bem comum e o cuidado do outro.
 Demonstra, algumas das vezes, responsabilidade perante a pessoa, a
S
comunidade e o mundo.
 Identifica, algumas das vezes, o fundamento religioso da moral cristã.
 Reconhece, algumas das vezes, à luz da mensagem cristã, a dignidade da
pessoa humana.
 Reconhece, a maioria das vezes, a proposta do agir ético cristão em
situações vitais do quotidiano.
 Promove, a maioria das vezes, o bem comum e o cuidado do outro.
Ética e Moral  Demonstra, a maioria das vezes, responsabilidade perante a pessoa, a
B
comunidade e o mundo.
 Identifica, a maioria das vezes, o fundamento religioso da moral cristã.
 Reconhece, a maioria das vezes, à luz da mensagem cristã, a dignidade
da pessoa humana.
 Reconhece a proposta do agir ético cristão em situações vitais do
quotidiano.
 Promove o bem comum e o cuidado do outro.
MB  Demonstra responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o
mundo.
 Identifica o fundamento religioso da moral cristã.
 Reconhece, à luz da mensagem cristã, a dignidade da pessoa humana.

Instrumentos de Avaliação Ponderação específica

Ponderação geral: 80 %

 Fichas de trabalho 30%

 Outros trabalhos / Observação direta 50%

Critérios de Avaliação Página 75 de 200


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ANEXO II

CRITÉRIOS DE AVALIÇÃO
2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

PORTUGUÊS / TEATRO / INGLÊS / FRANCÊS / MATEMÁTICA / CIÊNCIAS DA NATUREZA


CIÊNCIAS NATURAIS / FÍSICO-QUÍMICA / HGP / HISTÓRIA / GEOGRAFIA /
ED. MUSICAL / ED. FÍSICA / EVT / ED. VISUAL / ED. TECNOLÓGICA
EMRC / OFICINA DA LEITURA

PROFIJ II

PORTUGUÊS / INGLÊS / TIC / MATEMÁTICA APLICADA/ CIDADANIA E MUNDO ATUAL / EF


CIÊNCIAS NATURAIS / SISTEMA DEGESTÃO DE BASES DE DADOS /INSTALAÇÃO E
CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES EM REDES LOCAIS E À REDE INTERNET / COMPONENTE
TECNOLÓGICA I E II

Critérios de Avaliação Página 76 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – PORTUGUÊS

Perfil do aluno no 2º ciclo do Ensino Básico por competência base de Português


Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não interpreta Tem em dificuldade em Interpreta, razoavelmente, Interpreta textos orais Interpreta textos orais breves com
textos orais interpretar textos orais textos orais breves. breves. diferentes graus de formalidade e
breves. breves com diferentes graus complexidade.
de formalidade e
complexidade.
Não regista, Tem dificuldades em Regista, trata e retém, Na maioria das vezes Regista, trata e retém a
trata e retém a registar, tratar e reter a razoavelmente, a informação. Regista, trata e retém a informação.
Conhecimentos ou Competência

informação. informação. informação.

Não participa Participa, com dificuldade, Participa, razoavelmente, em Participa em situações de Participa oportuna e
de interação em situações de interação situações de interação interação discursiva. construtivamente em situações de
ORALIDADE* discursiva. discursiva. discursiva. interação discursiva.

Não produz Tem dificuldade em Produz, razoavelmente, textos Produzir textos orais, Produz textos orais corretos,
textos orais produzir textos orais orais, usando vocabulário e usando vocabulário e usando vocabulário e estruturas
corretos. corretos. estruturas gramaticais e recorre estruturas gramaticais e gramaticais diversificados e
a mecanismos de coesão recorre a mecanismos de recorre a mecanismos de coesão
Tem dificuldade em discursiva coesão discursiva. discursiva.
produzir textos orais de
diferentes categorias e
Produz, razoavelmente, textos Produz textos orais de Produz textos orais (4 minutos) de
géneros e com diferentes
orais de diferentes categorias e diferentes categorias e diferentes categorias e géneros e
finalidades.
géneros e com diferentes géneros e com diferentes com diferentes finalidades.
finalidades. finalidades.
*No domínio da Oralidade, pretende‐se que os desempenhos dos alunos revelem o respeito, já constituído como rotina, pelos princípios de cortesia e de cooperação no
plano da interação verbal, assim dever-se-ão ter em consideração os subdomínios das metas para o 5º e 6º ano.

Critérios de Avaliação Página 77 de 200


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Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não lê em voz alta Tem dificuldade em ler em Lê, razoavelmente, em voz Compreende, a maioria, Lê em voz alta palavras e
palavras e textos. voz alta palavras e textos. alta palavras e textos. do sentido dos textos. textos.

Não lê textos diversos. Tem dificuldade em ler Lê, razoavelmente, textos Faz, na maioria das vezes, Lê textos diversos.
textos diversos. diversos. inferências a partir da
Não compreende o informação contida no Compreende o sentido
sentido dos textos. Tem dificuldade em Compreende, texto. dos textos.
compreender o sentido razoavelmente, o sentido
Não faz inferências a partir dos textos. dos textos. Organiza, na maioria das Faz inferências a partir da
da informação contida no vezes, a informação informação contida no
texto. Tem dificuldade em fazer Faz, razoavelmente, contida no texto. texto.
inferências a partir da inferências a partir da
Conhecimentos ou Competência

Não organiza a informação informação contida no informação contida no Na maioria das vezes, Organiza a informação
contida no texto. texto. texto. avalia criticamente textos. contida no texto.

Não avalia criticamente Tem dificuldade em Organiza, razoavelmente, Desenvolve, na maioria Avalia criticamente textos.
textos. organizar a informação a informação contida no das vezes, o conhecimento
Leitura e escrita * contida no texto. texto. da ortografia. Desenvolve o
Não desenvolve o conhecimento da
conhecimento da Tem dificuldade em avaliar Avalia, razoavelmente, Planifica, na maioria das ortografia.
ortografia. criticamente textos. criticamente textos. vezes, a escrita de textos.
Planifica a escrita de
Não planifica a escrita de Tem dificuldade em Desenvolve, Na maioria das vezes, textos.
textos. desenvolver, o razoavelmente, o redige corretamente. Redigir corretamente.
Redigir corretamente. conhecimento da conhecimento da
ortografia. ortografia. Escreve textos narrativos.,
Não escreve textos informativos, expositivos,
narrativos., informativos, Tem dificuldades em Planifica, razoavelmente, a descritivos e de opinião.
expositivos, descritivos e planificar a escrita de escrita de textos.
de opinião. textos. Redigir corretamente. Escreve textos diversos.
Redigir corretamente.
Não escreve textos Escreve, razoavelmente, Revê textos escritos.
diversos. Tem dificuldades em textos narrativos.,
escrever textos informativos, expositivos,
Não revê textos escritos. narrativos., informativos, descritivos e de opinião.
Critérios de Avaliação Página 78 de 200
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expositivos, descritivos e
de opinião. Escreve, razoavelmente,
textos diversos.
Tem dificuldades em
escrever textos diversos. Revê, razoavelmente,
textos escritos.
Tem dificuldades em rever
textos escritos.

*Leitura e Escrita continuam associadas no 2.º Ciclo. Neste domínio, considera‐se a pertinência de uma prática que confirme a automatização das habilidades de
identificação das palavras escritas e do seu uso com correção ortográfica, e da produção escrita de respostas e pequenos textos, assim dever-se-ão ter em consideração os
subdomínios das metas para o 5º e 6º ano.

Critérios de Avaliação Página 79 de 200


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Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não explicita aspetos Tem dificuldades Explicita, Explicita, na maioria das Explicita aspetos
fundamentais da explicitar aspetos razoavelmente, aspetos vezes aspetos fundamentais da
morfologia e da fundamentais da fundamentais da fundamentais da morfologia e da
Conhecimentos ou Competência

lexicologia. morfologia e da morfologia e da morfologia e da lexicologia.


lexicologia. lexicologia. lexicologia.
Não conhece classes de Conhece classes de
palavras. Tem dificuldade em Conhece, Conhece a maioria das palavras.
Gramática* conhecer classes de razoavelmente, classes classes de palavras.
Não analisa e estrutura palavras. de palavras. Analisa e estrutura
unidades sintáticas. Analisa e estrutura, na unidades sintáticas.
Tem dificuldade em Analisa e estrutura, maioria das vezes,
Analisar e estruturar razoavelmente, unidades sintáticas.
unidades sintáticas. unidades sintáticas.

*No final deste Ciclo, pretende‐se que os alunos dominem o essencial dos termos gramaticais adequados a este nível de ensino, tenham já um conhecimento reflexivo e
explícito das regras gerais da língua e das suas ocorrências mais frequentes, e apliquem esse conhecimento fazendo um bom uso do português nas diversas situações de
oralidade, de leitura e de escrita, assim dever-se-ão ter em consideração os subdomínios das metas para o 5º e 6º ano.

Critérios de Avaliação Página 80 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – PORTUGUÊS


Perfil do aluno no 3º ciclo do Ensino Básico por competência base de Português
Domínios de Avaliação Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Não interpreta textos Tem em dificuldade em Interpreta, razoavelmente, Interpreta textos orais breves, Interpreta textos orais
orais breves. interpretar textos orais textos orais breves. na maioria das vezes, com breves com diferentes
breves. diferentes graus de formalidade graus de formalidade e
Não regista, trata e e complexidade. complexidade.
retém a informação. Tem dificuldades em Regista, trata e retêm, Na maioria das vezes regista,
registar, tratar e reter a razoavelmente a informação. trata e retêm a informação. Regista, trata e retém a
Não participa de informação. informação.
interação discursiva. Participa, razoavelmente, em Participa de interação
Participar, com dificuldade, situações de interação discursiva.
em situações de interação discursiva. Participa oportuna e
Conhecimentos ou Competência

Não produz textos discursiva. Produz, razoavelmente, textos construtivamente em


orais corretos. orais corretos, usando, situações de interação
Tem dificuldade em razoavelmente, vocabulário e Produzir textos orais, usando, discursiva.
produzir textos orais estruturas gramaticais na maioria das vezes,
ORALIDADE* corretos, usando diversificados e recorrendo, vocabulário e estruturas Produz textos orais
vocabulário e estruturas razoavelmente, a mecanismos gramaticais diversificados e corretos, usando
Ponderação: gramaticais diversificados e de coesão discursiva. recorre, na maioria das vezes, a vocabulário e estruturas
recorrendo a mecanismos Produz, razoavelmente, textos mecanismos de coesão gramaticais diversificados
de coesão discursiva. orais de diferentes categorias discursiva. e
Não reconhece a e géneros e com diferentes recorre a mecanismos de
variação da língua. (8º Tem dificuldade em finalidades. coesão discursiva.
e 9º anos) produzir textos orais de Produz textos orais, na maioria
diferentes categorias e das vezes, de diferentes
géneros e com diferentes Reconhece, razoavelmente, a categorias e géneros e com
finalidades. variação da língua. (8º e 9º diferentes finalidades. Produz textos orais (4 / 5/
anos) 6minutos) de diferentes
Tem dificuldade em Reconhece, na maioria das categorias e géneros e
reconhecer a variação da vezes, a variação da língua. (8º com diferentes finalidades.
língua. (8º e 9º anos) e 9º anos)
Reconhece a variação da
língua. (8º e 9º anos)

No domínio da Oralidade, reforça‐se o ensino formal e o treino de capacidades quer de compreensão quer de produção textual, de acordo com o predomínio de elementos
que surgirão também em outros domínios, assim dever-se-ão ter em conta os subdomínios das metas para 7º, 8º e 9º ano.

Critérios de Avaliação Página 81 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não lê em voz alta. Tem dificuldade em ler voz Lê, razoavelmente, em voz Lê, interpreta e aprecia a Lê em voz alta.
alta. alta. maioria dos textos

Não lê, não interpreta e não Tem dificuldade em ler Lê, interpreta e aprecia, Interpreta, na maioria das Lê, interpreta e aprecia
aprecia textos diversos. interpretar e apreciar textos razoavelmente, textos vezes, textos de diferentes textos diversos.
diversos. diversos. categorias, géneros e graus
de complexidade. Interpreta textos de
diferentes categorias,
géneros e graus de
complexidade.
Conhecimentos ou Competência

Não Interpreta, textos de


diferentes categorias, Tem dificuldade em Interpreta, razoavelmente, Utiliza, por vezes, Utiliza procedimentos
géneros e graus de Interpretar textos de textos de diferentes procedimentos adequados à adequados à organização e
complexidade. diferentes categorias, categorias, géneros e graus organização e tratamento da tratamento da informação.
géneros e graus de de complexidade. informação.
Leitura / Educação
complexidade.
Literária* Não utiliza procedimentos Por vezes, lê e escreve para Lê e escreve para fruição
adequados à organização e Tem dificuldade em utilizar Utiliza, razoavelmente, fruição estética. estética.
tratamento da informação. procedimentos adequados à procedimentos adequados à
organização e tratamento da organização e tratamento da
informação. informação.
Não lê e não escreve para
fruição estética. Tem dificuldade em ler e Lê e escreve, razoavelmente, Na maioria das vezes, Reconhece a variação da
escrever para fruição para fruição estética. reconhece a variação da língua.
estética. língua. (8º e 9º anos)
(8º e 9º anos)
Não reconhece a variação da Reconhece, razoavelmente, a
língua. Tem dificuldade em variação da língua.
(8º e 9º anos) reconhecer a variação da (8º e 9º anos)
língua.
(8º e 9º anos)
No 3.º Ciclo entendeu-se avaliar conjuntamente estes domínios assim dever-se-ão ter em conta os subdomínios das metas para 7º, 8º e 9º anos.

Critérios de Avaliação Página 82 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

Domínios de Avaliação Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5


Não conhece classes de Tem dificuldade em conhecer Conhece, razoavelmente, as Conhece, a maioria das Conhece classes de palavras.
palavras. as classes de palavras. classes de palavras. classes de palavras.
Explicita aspetos da fonologia
Não explicita aspetos da Tem dificuldade em explicitar Explicita, razoavelmente, os Explicita, a maioria, dos do português.
Conhecimentos ou Competência

fonologia do português. os aspetos da fonologia do aspetos da fonologia do aspetos da fonologia do


português. português. português. Explicita aspetos
Não explicita aspetos fundamentais da sintaxe do
fundamentais da sintaxe do Tem dificuldade em explicitar Explicita, razoavelmente, Explicita, a maioria dos português.
português. aspetos fundamentais da aspetos fundamentais da aspetos fundamentais da
Gramática* sintaxe do português. sintaxe do português. sintaxe do português. Reconhece propriedades das
Não reconhece propriedades Tem dificuldade em palavras e formas de
das palavras e formas de reconhecer propriedades das Reconhece, razoavelmente, Reconhece a maioria das organização do léxico.
organização do léxico. palavras e formas de propriedades das palavras e propriedades das palavras e
organização do léxico formas de organização do formas de organização do
léxico léxico.

Finalmente, no domínio da Gramática consolidam‐se progressivamente os conhecimentos relativos à morfologia e às classes de palavras (7.º e 8.º anos) e fundamenta‐se,
em etapas anualizadas, o reconhecimento explícito, o estudo e a exercitação dos aspetos essenciais da sintaxe do português, assim dever-se-ão ter em conta os
subdomínios das metas para 7º, 8º e 9º anos.

Critérios de Avaliação Página 83 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não planifica a escrita de textos. Tem dificuldade em planificar a Planifica, razoavelmente, a Na maioria das vezes, planifica a Planifica a escrita de textos.
escrita de textos. escrita de textos. escrita de textos.
Não redige textos com Redige textos com coerência e
coerência e correção linguística. Tem dificuldade em redigir Redige, razoavelmente, textos Na maioria das vezes, redige correção linguística.
textos com coerência e correção com coerência e correção textos com coerência e correção
Não escreve para expressar linguística. linguística. linguística. Escreve para expressar
conhecimentos. conhecimentos.
Tem dificuldade em escrever Escreve, razoavelmente, para Na maioria das vezes, escreve
Não escreve textos diversos. para expressar conhecimentos. expressar conhecimentos. para expressar conhecimentos. Escreve textos
expositivos/informativos.
Não revê os textos escritos. Tem dificuldade em escrever Escreve, razoavelmente, textos Na maioria das vezes, escreve
Conhecimentos ou Competência

textos expositivos/informativos. expositivos/informativos. textos expositivos/informativos. Escreve textos argumentativos.

Tem dificuldade em escrever Escreve, razoavelmente, textos Na maioria das vezes, escreve Escreve textos diversos.
textos argumentativos. argumentativos. textos argumentativos.
Revê os textos escritos.
Tem dificuldade em escrever Escreve, razoavelmente, textos Na maioria das vezes, escreve
Escrita*
textos diversos. diversos. textos diversos.

Tem dificuldade em rever os Revê, razoavelmente, os textos Na maioria das vezes, revê os
textos escritos. escritos. textos escritos

No 3.º Ciclo, a complexidade dos objetivos associados à Leitura e à Escrita determinou a separação dos dois domínios, assim deverão ter-se em conta os subdomínios das
metas para 7º, 8º e 9º anos.

Critérios de Avaliação Página 84 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

PORTUGUÊS – ENSINO BÁSICO

Domínio Parâmetros de Avaliação Instrumentos %

Expressão oral /Compreensão Grelhas de observação


e/ou
20
oral - Fichas de compreensão
oral

Fichas de avaliação 40

- Trabalhos de expressão
Leitura
escrita
COGNITIVO Expressão escrita - Trabalhos de leitura
orientada
Gramática -Aplicação de breves testes
10
escritos para comprovar a
Educação literária aquisição de conteúdos
específicos da unidade de
trabalho
- Outros
-Participação Grelhas de observação e
/ou
10
- Empenho nas atividades Fichas de autoavaliação
propostas fornecidas ao aluno

-Assiduidade e pontualidade

-Comportamento
SOCIOAFETIVO Grelhas de observação 20
-Responsabilidade

A estrutura dos testes de avaliação deverá seguir a seguinte classificação:

Leitura e Educação literária 50%


Gramática 20%
Escrita 30%

REFLEXÃO SOBRE A ATRIBUIÇÃO DOS NÍVEIS

Na atribuição de qualquer um dos níveis, ter-se-á em consideração a situação escolar do aluno no início
do processo Ensino/Aprendizagem e o progresso realizado ao longo do período / do ano. Fazendo parte
integrante do percurso escolar do aluno, está o fator comportamental, uma vez que as atitudes
assumidas por aquele, face à sua aprendizagem e/ou integração escolar, determinam grandemente o
seu nível de aproveitamento, relativamente às competências do Português. Este fator assume particular
relevância nos casos fronteira, sobretudo quando implica a transição de ano ou a mudança de ciclo.

Critérios de Avaliação Página 85 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CICLO – TEATRO

Domínios Específicos da disciplina


Ponderação geral: 80%

Área Curricular: Teatro


Domínios Critérios específicos (Competências/capacidades)
1 Recusa-se a trabalhar nas atividades propostas
Tem muitas dificuldades em estabelecer estratégias para
2 resolver problemas
Não sabe trabalhar em grupo
Revela algumas dificuldades em estabelecer estratégias para
3 resolver problemas
Sabe trabalhar em grupo
Trabalhar com os outros: Planifica as atividades a desenvolver, estabelecendo com as
estratégias para resolver problemas, utilizando por vezes a
4 técnica do debate.
Na maioria das vezes trabalha com todos os elementos do
grupo.
Planifica as atividades a desenvolver, estabelecendo com as
estratégias para resolver problemas, utilizando a técnica do
5 debate.
Trabalha com todos os elementos do grupo
Não efetua qualquer tipo de trabalho ou participa na discussão
1 das atividades.
Não produz trabalhos originais e a partir de informação
recolhida.
2 Não consegue desenvolver as ideias dos outros colegas.
Não é capaz de ouvir, de criticar e de se criticar
construtivamente.
Produz, com dificuldade, trabalhos originais e a partir de
informação recolhida.
Discussão das propostas 3 Desenvolve com alguma dificuldade as ideias dos outros colegas.
trabalho Por vezes, é capaz de ouvir, de criticar e de se criticar
construtivamente
Produz, trabalhos originais e a partir de informação recolhida.
Desenvolve, por vezes, as ideias dos outros colegas.
4 Na maioria das vezes, é capaz de ouvir, de criticar e de se criticar
construtivamente.
Produz, com autonomia, trabalhos originais e a partir de
informação recolhida.
5 Desenvolve, por vezes, as ideias dos outros colegas.
É capaz de ouvir, de criticar e de se criticar construtivamente
1 Recusa-se a trabalhar em qualquer atividade da sala de aula.
Revela pouco envolvimento em pesquisas e leituras necessárias
2 para o desenvolvimento do trabalho prático.
Revela algum envolvimento em pesquisas e leituras necessárias
3 para o desenvolvimento do trabalho prático.
Revela algum comprometimento nos exercícios de expressão
oral e corporal, improvisações, trabalho sobre a personagem,
Participação nas atividades
4 escrita de guiões, etc.
Revela envolvimento em pesquisas e leituras necessárias para o
desenvolvimento do trabalho prático.
Revela bastante comprometimento nos exercícios de expressão
oral e corporal, improvisações, trabalho sobre a personagem,
5 escrita de guiões, etc.
Revela bastante envolvimento em pesquisas e leituras
necessárias para o desenvolvimento do trabalho prático.

Critérios de Avaliação Página 86 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas

Área Curricular: Teatro


Domínios Critérios específicos (Competências/capacidades)
1 Recusa-se a participar no trabalho teatral
Revela insegurança nos exercícios de expressão oral e corporal e
nos exercícios de improvisação, e por vezes não os executa.
2 Não revela capacidade expressiva e criativa
Não revela criatividade, em situações de improvisação e na
produção escrita.
Revela pouca segurança nos exercícios de expressão oral,
corporal e nos exercícios de improvisação.
3 Revela pouca capacidade expressiva e criativa.
Revela pouca criatividade, em situações de improvisação e na
Trabalho Teatral: produção escrita.
Revela segurança nos exercícios de expressão oral e corporal e
nos exercícios de improvisação.
4 Revela capacidade expressiva e criativa
Revela criatividade, em situações de improvisação e na produção
escrita.
Revela bastante segurança nos exercícios de expressão oral,
corporal e nos exercícios de improvisação.
5 Revela bastante capacidade expressiva e criativa.
Revela bastante criatividade, em situações de improvisação e na
produção escrita.

Domínios de Avaliação Ponderação específica

Trabalhar com os outros 20%

Discussão das propostas de trabalho 10%

Participação nas atividades 30%

Trabalho Teatral: 20%

Instrumentos de avaliação:
Grelhas de verificação
Observação direta
Trabalho individual
Trabalho de grupo

Critérios de Avaliação Página 87 de 200


Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – INGLÊS

Metas Curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Ouvir/ver textos orais e 1. Compreender sons, entoações e ritmos 1. Compreender discursos muito simples O aluno Nível O aluno O aluno não O nível 1 abrange
audiovisuais de articulados de forma clara e pausada compreende, e intermédio. compreende compreende todos os critérios
natureza diversificada da língua utiliza em satisfatoriamente palavras atribuídos ao
adequados aos 2. Compreender palavras, conceitos contexto palavras algumas palavras familiares nem nível 2, com a
desenvolvimentos simples e frases isoladas familiares e familiares e expressões agravante de o
Compreensão Oral - L

intelectual, socioafetivo expressões expressões correntes aluno apresentar


e linguístico do aluno. correntes correntes relativas ao seu total
relativas ao seu relativas ao seu quotidiano, ao desmotivação e
quotidiano, ao da quotidiano, ao da da sua família e uma total falta de
sua família e ao sua família e ao ao meio empenho no seu
meio envolvente, meio envolvente, envolvente, trabalho. Para
quando lhe falam quando lhe falam quando lhe além disso, o
de forma clara e de forma clara e falam de forma aluno não
pausada. pausada. clara e coopera nas
pausada. tarefas propostas
e é incorreto para
com os
colegas/professor
durante as aulas.
Definição Metas Curriculares
NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Ler textos diversificados 3. Compreender palavras, frases e textos 2. Compreender textos simples com O aluno lê e Nível O aluno lê e O aluno não O nível 1 abrange
adequados ao muito simples vocabulário limitado. compreende, Intermédio. compreende compreende todos os critérios
desenvolvimento 4. Utilizar dicionários elementares com 3. Utilizar dicionários bilingues simples (online nomes familiares, satisfatoriamente nomes atribuídos ao
intelectual, imagens (picture dictionaries). e em papel). palavras e frases alguns dos familiares, nível 2, com a
sócioafectivo e muito simples, nomes palavras e agravante de o
linguístico do/a por exemplo em familiares, frases muito aluno apresentar
aluno/a. anúncios, cartazes palavras e frases simples, por total
ou folhetos. Lê muito simples, exemplo em desmotivação e
Leitura - R

com entoação e por exemplo em anúncios, uma total falta de


pronúncia anúncios, cartazes ou empenho no seu
correta. cartazes ou folhetos. trabalho. Para
folhetos. . Lê além disso, o
com entoação e aluno não
pronúncia, no coopera nas
entanto, nem tarefas propostas
sempre de forma e é incorreto para
correta. com os
colegas/professor
durante as aulas.

Critérios de Avaliação Página 88 de 200


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Definição Metas Curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Ouvir falar em 5. Exprimir-se, com ajuda, 4. Interagir com os colegas em Tomar parte numa Nível Intermédio. Tomar parte Tomar parte numa O nível 1 abrange
situações de de forma adequada a situações simples e previamente conversa: numa conversa: conversa: todos os critérios
comunicação diferentes contextos preparadas O aluno comunica O aluno O aluno não atribuídos ao
diversificadas de forma clara, comunica comunica mesmo nível 2, com a
6. Interagir com os colegas desde que o seu satisfatoriamente que o seu agravante de o
em situações muito interlocutor repita desde que o seu interlocutor repita aluno apresentar
simples e previamente mais lentamente ou interlocutor mais lentamente ou total
preparadas se exprima por repita mais se exprima por desmotivação e
outras palavras e o lentamente ou se outras palavras e o uma total falta de
ajude a formular exprima por ajude a formular empenho no seu
aquilo que ele outras palavras e aquilo que ele trabalho. Para
gostaria de dizer. O o ajude a gostaria de dizer. O além disso, o
aluno é capaz de formular aquilo aluno não coloca aluno não
colocar questões, que ele gostaria questões sobre coopera nas
com muita de dizer. O aluno assuntos correntes tarefas propostas
facilidade, sobre coloca questões ou de necessidade e é incorreto
Interação Oral - SI

assuntos correntes sobre alguns imediata, assim para com os


ou de necessidade assuntos como não responde colegas/professor
imediata, assim correntes ou de a essas questões. durante as aulas.
como responder a necessidade
essas questões sem imediata e
hesitações. responde a essas
questões com
algumas
hesitações.

Exprimir-se Exprimir-se Exprimir-se


oralmente de forma oralmente de oralmente de
contínua forma contínua forma contínua
O aluno utiliza O aluno utiliza O aluno não utiliza
expressões e frases algumas expressões e frases
simples para expressões e simples para
descrever o local frases simples descrever o local
onde vive e as para descrever o onde vive e as
pessoas que local onde vive e pessoas que
conhece. as pessoas que conhece.
conhece.

Critérios de Avaliação Página 89 de 200


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Metas Curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Escrever/produzir textos 9. Desenvolver o 6. Completar, de Escreve textos Nível Intermédio. Escreve textos sobre Não escreve textos O nível 1 abrange
escritos correspondendo conhecimento da forma guiada, estruturados, com assuntos conhecidos sobre assuntos todos os critérios
a necessidades ortografia pequenos diálogos correção, sobre e do seu interesse, no conhecidos e do seu atribuídos ao nível 2,
específicas de 7. Produzir textos assuntos conhecidos entanto, existem interesse: não é capaz com a agravante de o
comunicação. 10. Produzir, com breves e muito e do seu interesse: alguns erros de escrever um postal aluno apresentar total
ajuda, frases muito simples de 20 a 30 escreve um postal ortográficos e simples e curto, desmotivação e uma
Escrita - W

Escrever pequenos simples palavras simples e curto, gramaticais: escreve preencher um total falta de empenho
textos de caráter público 11. Produzir um texto preenche um um postal simples e formulário ou uma no seu trabalho. Para
e social: muito simples, de 20 a formulário ou uma curto, preenche um ficha, com dados de além disso, o aluno
— cartões de parabéns, 30 palavras, com ficha, com dados de formulário ou uma identificação pessoal não coopera nas
convites vocabulário limitado identificação pessoal ficha, com dados de (nome, morada, tarefas propostas e é
— mensagens, (nome, morada, identificação pessoal nacionalidade...). incorreto para com os
instruções, ... nacionalidade...). (nome, morada, colegas/professor
- emails, formulários, ... nacionalidade...). durante as aulas.
Metas Curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Ouvir /falar em situações de 7. Produzir, com ajuda, Produz enunciados Nível Intermédio. Produz enunciados sobre Não escreve textos O nível 1 abrange todos
comunicação diversificadas sons, entoações e 5. Expressar-se com estruturados, com assuntos conhecidos e sobre assuntos os critérios atribuídos ao
ritmos da língua correção e sentido, do seu interesse, no conhecidos e do seu nível 2, com a agravante
vocabulário limitado em
Produção Oral –SP

sobre assuntos entanto, há hesitações e interesse. de o aluno apresentar


8. Expressar-se, com situações previamente
conhecidos e do seu algumas incoerências ao total desmotivação e uma
vocabulário muito preparadas interesse. nível da construção total falta de empenho no
limitado, em situações frásica. seu trabalho. Para além
previamente disso, o aluno não
preparadas coopera nas tarefas
propostas e é incorreto
para com os
colegas/professor
durante as aulas.

Critérios de Avaliação Página 90 de 200


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Metas Curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Os conteúdos 15. Compreender Utiliza sem hesitação Nível Intermédio. Utiliza alguns padrões Não utiliza padrões O nível 1 abrange todos
gramaticais são formas de 10. Compreender formas de padrões lexicais, suas lexicais, suas colocações lexicais, suas colocações os critérios atribuídos ao
fundamentais e organização do léxico organização do léxico e colocações e expressões e expressões idiomáticas e expressões idiomáticas nível 2, com a agravante
Léxico e Gramática - LG

pretende-se que o e conhecer algumas conhecer algumas estruturas idiomáticas por oposição por oposição a palavras por oposição a palavras de o aluno apresentar
aluno tenha a estruturas elementares do a palavras isoladas. isoladas. Mobiliza alguns isoladas. Não mobiliza total desmotivação e uma
capacidade de os usar elementares do funcionamento da língua Mobiliza com correção conteúdos gramaticais conteúdos gramaticais total falta de empenho
em situações diversas funcionamento da conteúdos gramaticais isolados utilizando-os isolados nem os utiliza no seu trabalho. Para
de compreensão e de língua isolados utilizando-os em situações diversas de em situações diversas de além disso, o aluno não
produção da língua em situações diversas de compreensão e compreensão e coopera nas tarefas
estrangeira. compreensão e produção de língua produção de língua propostas e é incorreto
produção de língua estrangeira. estrangeira. para com os
estrangeira. colegas/professor
durante as aulas.
Metas Curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
5ºano 6ºano
Os conteúdos visam, Identifica Nível Intermédio. Identifica alguns Não identifica O nível 1 abrange todos
através de descrições e 12. Conhecer 8. Conhecer aspetos estrangeirismos de estrangeirismos de estrangeirismos de os critérios atribuídos ao
comparações de meios origem inglesa, símbolos origem inglesa, símbolos origem inglesa, símbolos nível 2, com a agravante
Domínio Intercultural - ID

aspetos culturais culturais de países de


sociais e culturais, de países de expressão inglesa nacionais e elementos nacionais e elementos nacionais e elementos de o aluno apresentar
desenvolver no jovem a expressão inglesa 9. Conhecer o seu meio e o da família real inglesa. da família real inglesa. da família real inglesa. total desmotivação e uma
consciência da sua 13. Localizar, no dos outros para comparar Localiza e reconhece no Localiza e reconhece no Não localiza nem total falta de empenho
própria identidade e a mapa, alguns universos diferenciados mapa os países de mapa alguns dos países reconhece no mapa no seu trabalho. Para
identidade do outro. países de expressão expressão inglesa, suas de expressão inglesa, países de expressão além disso, o aluno não
inglesa capitais e símbolos. suas capitais e símbolos. inglesa, suas capitais ou coopera nas tarefas
14. Conhecer o seu Conhece Conhece de forma símbolos. Não conhece o propostas e é incorreto
meio e o dos outros aprofundadamente o satisfatória o seu meio e seu meio nem o dos para com os
para compreender seu meio e o dos outros o dos outros para outros para colegas/professor
universos para compreender compreender universos compreender universos durante as aulas.
diferenciados universos diversificados. diversificados. diversificados.
5º / 6º
Instrumentos de • Fichas de Avaliação – 40%
Avaliação • Exercícios de escuta ativa e produção oral – 20%
• Trabalhos de expressão escrita – 20%

Critérios de Avaliação Página 91 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – INGLÊS

Definição Metas curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
7º ano O aluno Nível O aluno ainda Nível O aluno não
- Compreender, com ajuda, discursos simples quando se fala de forma clara e pausada; compreende intermédio não intermédio compreende
1. Seguir instruções dadas pelo professor em inglês. palavras compreende palavras
2. Identificar o tema do discurso. familiares e algumas familiares e
expressões palavras expressões
3. Entender expressões relacionadas com os seus interesses (passatempos, música,
correntes familiares e correntes
animais de estimação, computadores). relativas ao seu expressões relativas ao seu
4. Seguir conversas sobre assuntos que lhe são familiares. quotidiano, ao correntes quotidiano, ao da
5. Entender informações e perguntas simples, que lhe são dirigidas, sobre as áreas da sua família e relativas ao seu sua família e ao
geográficas estudadas ao meio quotidiano, ao meio envolvente,
- Compreender conteúdos muito simples em programas produzidos para o seu nível em envolvente, da sua família e quando lhe falam
meios áudio/ audiovisuais; quando lhe ao meio de forma clara e
1. Identificar o contexto do discurso. falam de forma envolvente, pausada. O aluno
clara e quando lhe apresenta total
Compreensão Oral

Ouvir/ver textos orais e 2. Identificar a ideia principal (canções, video clips, programas de TV).
audiovisuais de pausada. falam de forma desmotivação e
8º ano clara e uma total falta de
natureza diversificada 1. Compreender conteúdos simples reproduzidos em meios áudio/audiovisuais
adequados aos pausada. empenho no seu
adequados ao nível de conhecimentos do aluno trabalho. Para
desenvolvimentos
intelectual, 1. Identificar o conteúdo principal do que ouve e vê. além disso, o
sócioafectivo e 2. Identificar os intervenientes no discurso. aluno não
linguístico do/a aluno/a. 3. Identificar a sequência do discurso. coopera nas
2. Conhecer diferentes tipos de registo com alguma facilidade tarefas propostas
e é incorreto para
1. Distinguir entre discurso formal e informal.
com os
2. Reconhecer características do interlocutor/emissor através do registo utilizado. colegas/professor
9º ano durante as aulas.
1. Compreender discursos produzidos de forma clara
1. Seguir orientações e informações com algum pormenor.
2. Seguir uma apresentação breve desde que o tema seja familiar.
3. Identificar formas de tratamento formal e informal.
4. Distinguir formas de tratamento não-ofensivas/ofensivas.
2. Compreender diferentes tipos de texto áudio/audiovisual desde que adequados ao nível de
conhecimentos do aluno
1. Seguir os aspetos principais em programas sobre assuntos familiares.
2. Seguir instruções simples (programas de culinária, bricolage).

Critérios de Avaliação Página 92 de 200


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Definição Metas curriculares
NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
Ler textos diversificados 7º ano O aluno Nível O aluno ainda Nível O aluno não
adequados ao - Compreender, com ajuda, discursos simples quando se fala de forma clara e pausada; compreende intermédio não intermédio compreende
desenvolvimento 1. Seguir instruções dadas pelo professor em inglês. palavras compreende palavras
intelectual, 2. Identificar o tema do discurso. familiares e algumas familiares e
sócioafectivo e expressões palavras expressões
3. Entender expressões relacionadas com os seus interesses (passatempos, música,
linguístico do/a aluno/a. correntes familiares e correntes
animais de estimação, computadores). relativas ao seu expressões relativas ao seu
4. Seguir conversas sobre assuntos que lhe são familiares. quotidiano, ao correntes quotidiano, ao da
5. Entender informações e perguntas simples, que lhe são dirigidas, sobre as áreas da sua família e relativas ao seu sua família e ao
geográficas estudadas ao meio quotidiano, ao meio envolvente,
- Compreender conteúdos muito simples em programas produzidos para o seu nível em envolvente, da sua família e quando lhe falam
meios áudio/ audiovisuais; quando lhe ao meio de forma clara e
1. Identificar o contexto do discurso. falam de forma envolvente, pausada. Para
clara e quando lhe além disso, o
2. Identificar a ideia principal (canções, video clips, programas de TV).
pausada. falam de forma aluno não
8º ano clara e coopera nas
3. Ler textos breves de tipologia diversificada pausada. tarefas propostas
1. Entender cartas pessoais sobre assuntos familiares. e é incorreto para
2. Entender textos narrativos sobre temas abordados no domínio intercultural com os
(personalidades do meio artístico, o mundo dos adolescentes). colegas/professor
3. Identificar informação essencial em textos adaptados de jornais e revistas. durante as aulas.
Leitura

4. Utilizar dicionários monolingues para consulta


1. Reconhecer a organização do dicionário.
2. Identificar algumas abreviaturas do dicionário.
3. Saber procurar entradas e seus significados.
4. Saber procurar colocações associadas a alguns verbos estudados (make/do,
know/meet).
5. Ler pequenos textos adaptados de leitura extensiva
1. Identificar as personagens e a sua descrição.
2. Compreender os acontecimentos e a sua sequência.
9º ano
3. Ler textos adaptados de tipologia diversificada para recolha de informação
1. Identificar o slogan e o público-alvo de textos publicitários em diferentes contextos culturais.
3. Reconhecer a linha geral de argumentação de um texto, mas não necessariamente de forma
pormenorizada.
4. Identificar as principais conclusões em textos de opinião.
4. Utilizar dicionários diversificados para consulta
1. Saber procurar entradas e seus significados.
2. Saber aplicar a informação recolhida no âmbito da compreensão e da expressão.
5. Ler textos adaptados de leitura extensiva
1. Identificar as personagens e os acontecimentos narrados.
2. Identificar os sentimentos e desejos das personagens.

Critérios de Avaliação Página 93 de 200


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Metas curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
Escrever/produzir 7º ano Escreve textos Nível intermédio Ainda não Nível Não escreve
textos escritos - Interagir com linguagem simples sobre assuntos do dia-a-dia; estruturados, escreve textos intermédio textos sobre
correspondendo a 1. Preencher uma ficha com informação pessoal em serviços públicos (nome, sobre assuntos estruturados, assuntos
necessidades data, idade, filiação, género, morada). conhecidos e do sobre assuntos conhecidos e do
específicas de
comunicação. 2. Pedir e dar informações por SMS e e-mail. seu interesse: conhecidos e do seu interesse:
- Produzir pequenos textos, de 25 a 35 palavras, com linguagem simples e escreve um seu interesse: não escreve um
frequente; postal simples e ainda não postal simples e
1. Escrever sobre pessoas, objetos e rotinas. curto e escreve um curto, não
2. Escrever diálogos com encadeamento lógico. preenche um postal simples e preenche um
3. Contar um episódio ou acontecimento, de forma limitada, com a ajuda de formulário ou curto, nem formulário ou
tópicos ou imagens, que identifiquem a sequência. uma ficha, com preenche um uma ficha, com
8º ano dados de formulário ou dados de
10. Interagir, com linguagem frequente, sobre assuntos do dia a dia identificação uma ficha, com identificação
1. Escrever ou responder a um e-mail pessoal ou a um postal (pedir pessoal (nome, dados de pessoal (nome,
Escrita

informação, desejar boas festas), utilizando fórmulas de saudação e morada, identificação morada,
despedida adequadas. nacionalidade...) pessoal (nome, nacionalidade...)
2. Escrever ou responder a uma carta informal (fazer ou aceitar um convite, morada,
agradecer, pedir desculpa). nacionalidade...)
11. Produzir textos breves, de 50 a 80 palavras, com vocabulário frequente
1. Escrever uma notícia (jornal da escola).
2. Escrever sobre uma personagem, um museu ou um monumento
pesquisado.
9º ano
10. Interagir, com relativa facilidade, sobre assuntos de caráter geral
2. Escrever ou responder a cartas, descrevendo experiências, impressões, reações e
sentimentos.
11. Produzir textos, de 80 a 100 palavras, com relativa facilidade, utilizando
vocabulário frequente, mas diversificado
2. Escrever comentários subordinados a tópicos ou imagens fornecidos.
3. Escrever sobre um produto/um anúncio publicitário.
4. Escrever sobre os temas da atualidade estudados.

Critérios de Avaliação Página 94 de 200


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Definição Metas curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
Ouvir /falar em 7º ano O aluno Nível O aluno ainda Nível O aluno não
situações de - Interagir, com alguma ajuda, com um interlocutor em situações familiares comunica de intermédio não comunica de intermédio comunica mesmo
comunicação forma clara, forma clara, que o seu
previamente preparadas
diversificadas desde que o seu mesmo que o interlocutor repita
1. Formular perguntas e dar respostas (convites, sugestões, pedidos de desculpa). interlocutor seu interlocutor mais lentamente ou
2. Indicar concordância e discordância. repita mais repita mais se exprima por
3. Dar conselhos (you should .../you shouldn’t…). lentamente ou lentamente ou outras palavras e o
4. Pedir informações em lojas e serviços públicos. se exprima por se exprima por ajude a formular
5. Estabelecer comparações entre as suas vivências e as dos outros. outras palavras outras palavras e aquilo que ele
6. Iniciar uma conversa de uma forma elementar, sobre acontecimentos presentes, e o ajude a o ajude a gostaria de dizer. O
passados e futuros. formular aquilo formular aquilo aluno não coloca
que ele gostaria que ele gostaria questões sobre
- Interagir, com alguma ajuda, em diferentes tipos de registo; de dizer. O de dizer. O aluno assuntos correntes
1. Adequar a forma de tratamento ao interlocutor e ao contexto em situações de role aluno coloca ainda não coloca ou de necessidade
play. questões, com questões sobre imediata, nem
- Produzir, com alguma ajuda, sons, entoações e ritmos de língua; muita assuntos responde a essas
Produção Oral

1. Usar a pronúncia e o ritmo adequados em expressões e frases familiares. facilidade, sobre correntes ou de questões.
assuntos necessidade
2. Usar a entoação adequada em frases afirmativas, interrogativas e exclamativas.
correntes ou de imediata, assim
- Expressar-se com vocabulário simples sobre assuntos familiares, em situações necessidade como ainda não Para além disso, o
previamente preparadas; imediata, assim responde a essas aluno não coopera
1. Descrever-se a si e descrever a família e pessoas conhecidas (traços físicos como responde questões. nas tarefas
relevantes e traços dominantes de personalidade). a essas propostas e é
2. Falar sobre atividades escolares que ocorreram no passado. questões. incorreto para com
os
3. Falar sobre atividades de lazer do seu meio cultural (localidade e país).
Exprime-se Ainda não se colegas/professor
4. Descrever resumidamente locais, atividades e acontecimentos (casa, escola). oralmente de exprime durante as aulas.
5. Comparar pessoas e locais. forma contínua oralmente de
6. Exprimir gostos, hábitos e preferências. e utiliza, com forma contínua
facilidade, O aluno ainda
expressões e não utiliza
frases simples expressões e
para descrever frases simples
o local onde para descrever o
vive e as local onde vive e
pessoas que as pessoas que
conhecem. conhece.

Critérios de Avaliação Página 95 de 200


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Ouvir /falar em 8º ano


situações de 9. Expressar-se numa linguagem simples e descritiva em situações previamente
comunicação preparadas
diversificadas 1. Descrever acontecimentos e atividades passadas e futuras.
2. Descrever acontecimentos e atividades hipotéticas.
3. Apresentar soluções para problemas ambientais.
4. Falar sobre o mundo dos adolescentes.
5. Descrever tradições do seu meio cultural (Natal, Páscoa).

9º ano
8. (Re) produzir textos orais, previamente preparados, com pronúncia e entoação
adequadas
3. Fazer pequenas apresentações sobre temas do seu interesse.
9. Produzir, de forma simples e linear, discursos de cunho pessoal
1. Expressar opinião sobre os temas estudados.

Critérios de Avaliação Página 96 de 200


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Competências Metas curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
específicas Inglês
Ouvir /falar em 7º ano O aluno interage de Nível O aluno ainda não Nível O aluno não
situações de - Interagir, com alguma ajuda, com um interlocutor em situações familiares previamente forma clara, desde que o intermédio interage mesmo que intermédio comunica mesmo
comunicação preparadas seu interlocutor repita o seu interlocutor que o seu
1. Formular perguntas e dar respostas (convites, sugestões, pedidos de desculpa). mais lentamente ou se repita mais interlocutor repita
diversificadas
2. Indicar concordância e discordância. exprima por outras lentamente ou se mais lentamente ou
3. Dar conselhos (you should .../you shouldn’t…). palavras e o ajude a exprima por outras se exprima por
4. Pedir informações em lojas e serviços públicos. formular aquilo que ele palavras e o ajude a outras palavras e o
5. Estabelecer comparações entre as suas vivências e as dos outros. gostaria de dizer. O formular aquilo que ajude a formular
6. Iniciar uma conversa de uma forma elementar, sobre acontecimentos presentes, aluno coloca questões, ele gostaria de dizer. aquilo que ele
passados e futuros. com muita facilidade, O aluno ainda não gostaria de dizer. O
sobre assuntos coloca questões aluno não coloca
- Interagir, com alguma ajuda, em diferentes tipos de registo;
correntes ou de sobre assuntos questões sobre
1. Adequar a forma de tratamento ao interlocutor e ao contexto em situações de role play.
necessidade imediata, correntes ou de assuntos correntes
- Produzir, com alguma ajuda, sons, entoações e ritmos de língua; assim como responde a necessidade ou de necessidade
1. Usar a pronúncia e o ritmo adequados em expressões e frases familiares. essas questões. imediata, assim como imediata, assim
2. Usar a entoação adequada em frases afirmativas, interrogativas e exclamativas. não responde a essas como não responde
- Expressar-se com vocabulário simples sobre assuntos familiares, em situações questões. a essas questões.
Produção Oral

previamente preparadas;
1. Descrever-se a si e descrever a família e pessoas conhecidas (traços físicos relevantes e
traços dominantes de personalidade). Exprime-se oralmente Ainda não se exprime O aluno apresenta
2. Falar sobre atividades escolares que ocorreram no passado. de forma contínua e oralmente de forma total desmotivação
3. Falar sobre atividades de lazer do seu meio cultural (localidade e país). utiliza, com facilidade, contínua, nem utiliza e uma total falta de
4. Descrever resumidamente locais, atividades e acontecimentos (casa, escola). expressões e frases expressões e frases empenho no seu
5. Comparar pessoas e locais. simples para descrever o simples para trabalho. Para além
6. Exprimir gostos, hábitos e preferências. local onde vive e as descrever o local disso, o aluno não
8º ano pessoas que conhece. onde vive e as coopera nas tarefas
9. Expressar-se numa linguagem simples e descritiva em situações previamente pessoas que propostas e é
preparadas conhece. incorreto para com
1. Descrever acontecimentos e atividades passadas e futuras. os
2. Descrever acontecimentos e atividades hipotéticas. colegas/professor
3. Apresentar soluções para problemas ambientais. durante as aulas.
4. Falar sobre o mundo dos adolescentes.
5. Descrever tradições do seu meio cultural (Natal, Páscoa).
9º ano
8. (Re) produzir textos orais, previamente preparados, com pronúncia e entoação
adequadas
3. Fazer pequenas apresentações sobre temas do seu interesse.
9. Produzir, de forma simples e linear, discursos de cunho pessoal
1. Expressar opinião sobre os temas estudados.

Critérios de Avaliação Página 97 de 200


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Definição Metas curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
-Falar/produzir textos 7º ano O aluno Nível O aluno ainda Nível O aluno não
orais correspondendo a 6. Interagir, com alguma ajuda, com um interlocutor em situações familiares comunica de intermédio não comunica intemédio comunica, mesmo
necessidades previamente preparadas forma clara, mesmo que o quando o seu
específicas de 1. Formular perguntas e dar respostas (convites, sugestões, pedidos de desculpa). desde que o seu seu interlocutor interlocutor repita
comunicação. interlocutor repita mais mais lentamente ou
2. Indicar concordância e discordância.
repita mais lentamente ou se exprime por
7. Interagir, com alguma ajuda, em diferentes tipos de registo lentamente ou se exprima por outras palavras e o
1. Adequar a forma de tratamento ao interlocutor e ao contexto em situações de role se exprima por outras palavras e ajude a formular
play. outras palavras o ajude a aquilo que ele
8º ano e o ajude a formular aquilo gostaria de dizer. O
6. Participar num diálogo simples, previamente preparado, podendo pedir ajuda e formular aquilo que ele gostaria aluno não coloca
reformular que ele gostaria de dizer. O aluno questões de forma
1. Formular perguntas e dar respostas sobre vivências dos jovens em diferentes meios de dizer. O ainda não coloca autónoma sobre
aluno coloca questões sobre assuntos correntes
culturais (hábitos alimentares, modas, hobbies).
questões, com assuntos ou de necessidade
2. Usar vocabulário adequado aos temas estudados no domínio intercultural. facilidade, sobre correntes ou de imediata, assim
3. Entender e trocar ideias em situações quotidianas previsíveis. assuntos necessidade como apresenta
4. Formular hipóteses prováveis. correntes ou de imediata, assim dificuldade em
Interação Oral

5. Iniciar, manter ou terminar uma conversa breve. necessidade como não responder a essas
7. Produzir diálogos breves e simples em contextos diferenciados imediata, assim responde a essas questões.
1. Pedir, dar e receber informações, em situações do quotidiano (compra de bilhetes, como responde questões.
horários, compras em lojas). a essas
questões.
2. Dar e receber informação sobre quantidades e preços.
8. Interagir, com alguma facilidade, em diferentes tipos de registo
1. Usar registo formal e informal em contextos que lhe são familiares (Would you Exprime-se Ainda não se O aluno apresenta
like...?/Do you want…?). oralmente de exprime total desmotivação
2. Falar de preferências, escolhas (what would you prefer...?). forma contínua oralmente de e uma total falta de
9º ano O aluno utiliza forma contínua, empenho no seu
6. Interagir com algum à-vontade sobre assuntos conhecidos, podendo pedir ajuda e expressões e nem utiliza trabalho. Para além
frases simples expressões e disso, o aluno não
reformular o discurso
para descrever frases simples coopera nas tarefas
1. Trocar informações relevantes e dar opiniões sobre problemas práticos quando o local onde para descrever o propostas e é
questionado diretamente e de forma clara. vive e as local onde vive e incorreto para com
2. Combinar com o interlocutor, via telemóvel, atividades do dia a dia (idas ao cinema, pessoas que as pessoas que os
encontros). conhece. conhece. colegas/professor
7. Produzir diálogos, com algum à-vontade, sobre tópicos da atualidade durante as aulas.
1. Usar diferentes graus de formalidade.
2. Trocar ideias, informações e opiniões sobre pessoas, experiências e
acontecimentos.

Critérios de Avaliação Página 98 de 200


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Definição Metas curriculares


NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
- Estabelecer uma 7º ano Identifica Nível intermédio Ainda não Nível Não identifica
relação (de 12. Compreender a estrutura geográfica e organizacional das Ilhas Britânicas e dos Estados estrangeirismos Identifica alguns intermédio estrangeirismos
afinidade/contraste) Unidos de origem inglesa, estrangeirismos de origem inglesa,
entre a cultura de 1. Reconhecer a diferença entre Grã-Bretanha e Reino Unido. símbolos de origem inglesa, símbolos nacionais
origem e a(s) cultura(s) 2. Localizar no mapa algumas das principais cidades no Reino Unido. nacionais e símbolos e elementos da
dos outros (colegas, 3. Identificar alguns estados e algumas cidades importantes nos Estados Unidos da América. elementos da nacionais e família real
professores, 13. Identificar alguns países da União Europeia. família real elementos da inglesa. Não
comunidades da língua- 1. Associar nacionalidades a países. inglesa. Localiza e família real localiza nem
alvo) e adequar 8º ano reconhece no inglesa. Ainda não reconhece no
comportamentos 12. Conhecer alguns aspetos culturais de alguns países de expressão inglesa mapa os países de localiza nem mapa países de
comunicativos de 1. Identificar personalidades do meio artístico. expressão inglesa, reconhece no expressão inglesa,
acordo com os traços 2. Identificar monumentos e museus. suas capitais e mapa alguns dos suas capitais ou
característicos da 3. Identificar locais de interesse a visitar. símbolos. países de símbolos. Não
Domínio Intercultural

sociedade e da(s) 13. Conhecer e descrever temas da atualidade Conhece expressão inglesa, conhece o seu
cultura(s) da língua- 1. Identificar problemas ambientais e soluções possíveis. aprofundadament suas capitais e meio nem o dos
alvo. 2. Identificar alguns meios de comunicação social. e o seu meio e o símbolos. Ainda outros para
14. Reconhecer a diversidade como uma dos outros para não conhece o compreender
Oportunidade de aprendizagem para todos compreender seu meio e o dos universos
1. Identificar diferentes hábitos alimentares. universos outros para diversificados.
2. Entender o mundo dos adolescentes: hobbies, moda, estados emocionais. diversificados compreender
9º ano universos Apresenta total
12. Conhecer personagens e obras célebres de países de expressão Inglesa diversificado. desmotivação e
1. Identificar as personagens do meio artístico, literário, científico e político. uma total falta de
2. Identificar obras de destaque (livros, filmes, quadros). empenho no seu
13. Conhecer universos culturais diferenciados trabalho. Para
1.Identificar alguns fatores que impeçam a comunicação intercultural (utilizar o discurso além disso, o
adequado para expressar tolerância para com as ideias dos outros, discordância e aceitação). aluno não coopera
3. Identificar transformações no modo de estar e de viver (saúde, trabalho, lazer, tecnologia). nas tarefas
propostas e é
incorreto para
com os
colegas/professor
durante as aulas.

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Metas curriculares
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
Inglês
-Aplicar regras da 7º ano Utiliza padrões Nível intermédio Ainda não utiliza Nível intermédio Não utiliza padrões
gramática da Língua Interagir, com alguma ajuda, com um interlocutor em situações familiares previamente lexicais, suas alguns padrões lexicais, suas
Inglesa em contextos preparadas colocações e lexicais, suas colocações e
variados expressões colocações e expressões
1. Formular perguntas e dar respostas (convites, sugestões, pedidos de desculpa).
idiomáticas por expressões idiomáticas por
2. Indicar concordância e discordância. oposição a idiomáticas por oposição a palavras
3. Dar conselhos (you should .../you shouldn’t…). palavras isoladas. oposição a isoladas. Não mobiliza
4. Pedir informações em lojas e serviços públicos. Mobiliza com palavras isoladas. conteúdos gramaticais
5. Estabelecer comparações entre as suas vivências e as dos outros. correção Ainda não isolados nem os utiliza
6. Iniciar uma conversa de uma forma elementar, sobre acontecimentos presentes, passados e conteúdos mobiliza alguns em situações diversas
futuros. gramaticais conteúdos de compreensão e
Léxico e Gramática

isolados gramaticais produção de língua


Interagir, com alguma ajuda, em diferentes tipos de registo;
utilizando-os em isolados nem os estrangeira.
1. Adequar a forma de tratamento ao interlocutor e ao contexto em situações de role play. situações diversas utilizando em
Produzir, com alguma ajuda, sons, entoações e ritmos de língua; de compreensão e situações diversas O aluno apresenta
1. Usar a pronúncia e o ritmo adequados em expressões e frases familiares. produção de de compreensão e total desmotivação e
2. Usar a entoação adequada em frases afirmativas, interrogativas e exclamativas. língua estrangeira. produção de uma total falta de
Expressar-se com vocabulário simples sobre assuntos familiares, em situações previamente língua estrangeira. empenho no seu
preparadas; trabalho. Para além
disso, o aluno não
1. Descrever-se a si e descrever a família e pessoas conhecidas (traços físicos relevantes e traços
coopera nas tarefas
dominantes de personalidade). propostas e é
2. Falar sobre atividades escolares que ocorreram no passado. incorreto para com os
3. Falar sobre atividades de lazer do seu meio cultural (localidade e país). colegas/professor
4. Descrever resumidamente locais, atividades e acontecimentos (casa, escola). durante as aulas.
5. Comparar pessoas e locais.
6. Exprimir gostos, hábitos e preferências.

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8º ano
15. Compreender formas de organização do léxico e conhecer algumas estruturas frequentes
do funcionamento da língua
nouns
1. Usar countable e uncountable nouns.
adjectives
2. Identificar a ordem de vários adjetivos que qualificam o mesmo nome.
3. Usar so + adjective.
Relative pronous
4. Usar who, which, whose e that.
Quantifiers
5. Usar much, many, a lot of/lots of, a few, a little.
If Clauses
6. Exprimir situações hipotéticas, usando if clauses (zero and first conditional).
Verbs
7. Descrever acontecimentos no passado com used to/didn’t use to.
8. Usar os verbos no present perfect.
9. Usar o present perfect com for, since, just, already, never/ever, yet.
10. Distinguir quando deve utilizar o past simple e o present perfect.
11. Usar would/wouldn’t, could/couldn´t, must/ mustn’t e have to.
12. Usar alguns phrasal verbs (find out, call back).
Lexical Chunks
13. Apropriar-se de novos itens lexicais, relacionados com as áreas temáticas previstas no
domínio intercultural.
Language Awareness
Particularidades do uso da negativa (I didn’t see anything/I didn’t see nothing)
Diferença entre I used to…/ I usually…

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9º ano

14. Compreender formas de organização do léxico e conhecer algumas estruturas do


funcionamento da língua com alguma complexidade
Connectors
1. Usar either… or, neither… nor
2. Usar therefore, however e even though

Relative pronouns
3. Omitir who, which, that quando o pronome tem a função de objeto na frase
Reported Speech
4. Reproduzir, no discurso indireto, afirmações, perguntas e ordens introduzidas por
verbos no present simple e past simple.
If clauses
5. Exprimir situações hipotéticas, usando if clauses (second conditional).
Verbs
6. Usar ask, say, tell, explain, suggest no discurso indireto.
7. Distinguir verb + infinitive (Forget to go) de verb + -ing form (avoid going)
8. Usar o past perfect
Question tags
9. Usar question-tags
Idioms
10. Reconhecer algumas expressões idiomáticas mais frequentes (body idioms, food
idioms)
Lexical Chunks
11. Apropriar-se de novos itens lexicais, relacionados com as áreas temáticas previstas no
domínio intercultural.
Language awareness
Uso de say e tell

7º, 8º,9º
• Testes de Avaliação Sumativos – 40%
Instrumentos de

• Fichas de Trabalho / Outros – 10%


• Leitura – 10%
Avaliação

• Testes de Escuta Ativa – 10%


• Testes de Produção Oral – 10%
Fenix 8º A e B
• Testes de Avaliação Sumativos – 30%
• Fichas de Trabalho / Leitura / Outros – 20%
• Testes de Escuta Ativa – 15%
• Testes de Produção Oral – 15%

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – LÍNGUAS ESTRANGEIRAS – FRANCÊS

Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Ouvir/ver textos orais e 7º Ano - A1.2 O aluno Nível O aluno ainda Nível O aluno não
audiovisuais de O aluno identifica um número limitado de palavras e de frases simples em instruções, mensagens e compreende intermédio hesita na intermédio compreende
natureza diversificada textos simples e curtos (anúncios públicos, publicidades e canções, entre outros) relativos à palavras compreensão palavras
adequados aos identificação e caracterização pessoais, hábitos, necessidades do quotidiano e meio envolvente familiares e de palavras familiares e
desenvolvimentos (família, escola, lugares, lazer, serviços), desde que o discurso seja muito claro, pausado e expressões familiares e expressões
Compreensão Oral

intelectual, socioafetivo cuidadosamente articulado. correntes expressões correntes


e linguístico do/a 8º ano - A2.1 relativas ao seu correntes relativas ao seu
aluno/a. O aluno identifica palavras-chave e frases simples e infere o sentido geral em mensagens e textos quotidiano, ao relativas ao seu quotidiano, ao da
simples e curtos (anúncios públicos, mensagens telefónicas, publicidades, canções, clips, entre da sua família e quotidiano, ao sua família e ao
outros) relacionados com o meio envolvente, situações do quotidiano e experiências pessoais, ao meio da sua família e meio envolvente,
sempre que sejam articulados de forma clara e pausada. envolvente, ao meio quando lhe falam
9º ano - A2.2 quando lhe envolvente, de forma clara e
O aluno compreende as ideias principais e informação relevante explícita em mensagens e textos falam de forma quando lhe pausada.
curtos (anúncios públicos, mensagens telefónicas, noticiários, reportagens, publicidades canções, clara e falam de forma
clips, entre outros) sobre experiências pessoais e situações do quotidiano, interesses próprios e pausada. clara e
temas da atualidade, sempre que sejam constituídos, essencialmente, por frases simples e pausada.
vocabulário muito frequente e sejam articulados de forma clara e pausada.

Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Ler textos diversificados 7º ano - A1.2 O aluno Nível intermédio O aluno ainda Nível intermédio O aluno não
adequados ao O aluno identifica palavras e de frases simples em instruções, mensagens e textos compreende hesita na compreende
desenvolvimento ilustrados e curtos (instruções, mapas, cartazes, horários, publicidades, catálogos, receitas, nomes familiares, compreensão de nomes familiares,
intelectual, socioafetivo ementas, postais, mensagens pessoais, banda desenhada, entre outros), relativos à palavras e frases nomes familiares, palavras e frases
e linguístico do/a identificação e caracterização pessoais, hábitos e necessidades do quotidiano e do meio muito simples, por palavras e frases muito simples,
aluno/a. envolvente (família, escola, lugares, lazer e serviços). exemplo em muito simples, por exemplo em
Compreensão Escrita

8º ano – A2.1 anúncios, cartazes por exemplo em anúncios,


O aluno identifica palavras-chave e frases simples e infere o sentido geral em mensagens e ou folhetos. anúncios, cartazes ou
textos simples e curtos (cartas e mensagens, folhetos, publicidades, catálogos, receitas, cartazes ou folhetos.
ementas, artigos de jornal, banda desenhada, entre outros), relacionados com o meio folhetos.
envolvente, situações do quotidiano e experiências pessoais, sempre que sejam
constituídos essencialmente por frases simples e vocabulário familiar.
A2.2
O aluno compreende as ideias principais e informação relevante explícita em mensagens e
textos simples e curtos (cartas e mensagens, folhetos, ementas, horários, avisos, artigos de
imprensa, textos literários, entre outros) que descrevam e/ou narrem experiências
pessoais e situações do quotidiano, interesses próprios e temas da atualidade, sempre que
sejam constituídos essencialmente por frases simples e vocabulário muito frequente.

Critérios de Avaliação Página 103 de 200


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Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Ouvir /falar em 7º ano - A1.2 Tomar parte Nível Tomar parte Nível Tomar parte numa
situações de O aluno interage em situações do quotidiano previamente preparadas. Estabelece numa conversa: intermédio numa conversa: intermédio conversa:
comunicação contactos sociais (cumprimentos, desculpas e agradecimentos), pede ou dá O aluno O aluno ainda O aluno não
comunica desde demonstra comunica mesmo
diversificadas informações (dados pessoais, hábitos, gostos e preferências, lugares, serviços, factos
que o seu relutância em que o seu
e projetos), apoiando-se no discurso do interlocutor. Pronuncia, geralmente, de forma interlocutor comunicar, interlocutor repita
Interação Oral

compreensível, um repertório muito limitado de expressões e de frases simples, repita mais mesmo que o mais lentamente ou
mobilizando estruturas gramaticais muito elementares. lentamente ou seu interlocutor se exprima por
8º ano – A2.1 se exprima por repita mais outras palavras e o
O aluno interage em conversas curtas, bem estruturadas e ligadas a situações outras palavras lentamente ou ajude a formular
familiares. Pede e dá informações e troca opiniões sobre o meio envolvente, situações e o ajude a se exprima por aquilo que ele
do quotidiano e experiências pessoais, tendo em conta o discurso do interlocutor e formular aquilo outras palavras e gostaria de dizer. O
que ele gostaria o ajude a aluno não coloca
respeitando os princípios de delicadeza. Pronuncia, geralmente, de forma
de dizer. O formular aquilo questões sobre
compreensível, um repertório limitado de expressões e de frases, mobilizando aluno coloca que ele gostaria assuntos correntes
estruturas gramaticais elementares. questões sobre de dizer. O aluno ou de necessidade
9º ano – A2.2 assuntos ainda hesita na imediata, assim
O aluno interage em conversas curtas bem estruturadas e ligadas a situações correntes ou de colocação de como não responde
familiares. Troca ideias, informações e opiniões sobre situações do quotidiano e necessidade questões, sobre a essas questões.
experiências pessoais, interesses próprios e temas da atualidade, tendo em conta o imediata, assim assuntos
como responde correntes ou de
discurso do interlocutor e respeitando os princípios de delicadeza. Usa vocabulário
a essas necessidade
muito frequente e frases simples mobilizando as estruturas gramaticais adequadas. questões. imediata, assim
Pronuncia de forma suficientemente clara para ser entendido. como ainda
hesita em
responder a
essas questões. Exprimir-se
oralmente de forma
Exprimir-se Exprimir-se contínua
oralmente de oralmente de O aluno não utiliza
forma contínua forma contínua: expressões e frases
O aluno utiliza O aluno ainda simples para
expressões e demonstra descrever o local
frases simples relutância na onde vive e as
para descrever utilização de pessoas que
o local onde expressões e conhece
vive e as frases simples
pessoas que para descrever o
conhece. local onde vive e
as pessoas que
conhece.

Critérios de Avaliação Página 104 de 200


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Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Escrever/produzir 7º ano – A1.2 Escreve textos Nível Ainda não Nível Não escreve textos
textos escritos O aluno completa formulários com os dados adequados e escreve mensagens simples estruturados, intermédio escreve textos intermédio sobre assuntos
correspondendo a e curtas (30-40 palavras). Pede e dá informações breves, agradece, desculpa-se, com facilidade, estruturados conhecidos e do
sobre assuntos sobre assuntos seu interesse: não é
necessidades felicita (aniversários e outras celebrações) e aceita ou recusa convites, respeitando as
conhecidos e do conhecidos e do capaz de escrever
específicas de convenções textuais e sociolinguísticas das mensagens. Utiliza expressões e frases seu interesse: é seu interesse: um postal simples e
comunicação muito simples com estruturas gramaticais muito elementares. capaz de ainda não curto, preencher
8º ano – A2.1 escrever um consegue um formulário ou
Interação Escrita

O aluno escreve cartas e mensagens simples e curtas (50-60 palavras). Pede e dá postal simples e escrever sem uma ficha, com
informações sobre o meio envolvente e situações do quotidiano e experiências curto, hesitar um postal dados de
pessoais. Respeita as convenções textuais e sociolinguísticas das mensagens e cartas, preencher um simples e curto, identificação
adequando-as ao destinatário. Utiliza vocabulário elementar e frases simples, formulário ou preencher um pessoal (nome,
uma ficha, com formulário ou morada,
articulando as ideias com conectores básicos de coordenação e subordinação
dados de uma ficha, com nacionalidade...)
9º ano - A2.2 identificação dados de
O aluno escreve cartas e mensagens diversas (70-90 palavras). Pede e dá informações pessoal (nome, identificação
sobre o meio envolvente, situações do quotidiano, experiências pessoais, morada, pessoal (nome,
acontecimentos reais ou imaginários, preferências e opiniões. Respeita as convenções nacionalidade... morada,
textuais e sociolinguísticas das mensagens e cartas, adequando-as ao destinatário. ) nacionalidade...)
Utiliza vocabulário muito frequente e frases curtas, articulando as ideias com
diferentes conectores de coordenação e subordinação.

Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Ouvir /falar em 7º ano – A1.2 Tomar parte Nível Tomar parte Nível . Tomar parte numa
situações de O aluno exprime-se, de forma muito simples para falar de si, de outras pessoas, numa conversa: intermédio numa conversa: intermédio conversa:
comunicação lugares, hábitos, factos e projetos. Apoia-se num texto memorizado contendo um O aluno é capaz O aluno ainda O aluno não
de comunicar demonstra comunica mesmo
diversificadas repertório muito limitado de palavras, expressões isoladas e frases curtas. Pronuncia
desde que o seu relutância em que o seu
geralmente de forma compreensível interlocutor comunicar, interlocutor repita
Produção Oral

repita mais mesmo que o mais lentamente ou


lentamente ou seu interlocutor se exprima por
se exprima por repita mais outras palavras e o
outras palavras lentamente ou ajude a formular
e o ajude a se exprima por aquilo que ele
formular aquilo outras palavras gostaria de dizer. O
que ele gostaria e o ajude a aluno não coloca
de dizer. O formular aquilo questões sobre
aluno coloca que ele gostaria assuntos correntes

Critérios de Avaliação Página 105 de 200


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8º ano - A2.1 questões sobre de dizer. O ou de necessidade
O aluno exprime-se, de forma simples, em monólogos curtos preparados assuntos aluno ainda imediata, assim
previamente. Descreve o meio envolvente e situações do quotidiano; conta correntes ou de hesita na como não responde
necessidade colocação de a essas questões.
experiências pessoais e acontecimentos reais ou imaginários, presentes ou passados e
imediata, assim questões, sobre
exprime opiniões, gostos e preferências. Usa um repertório limitado de expressões e como responde assuntos
de frases, mobilizando estruturas gramaticais elementares. Pronuncia de forma a essas correntes ou de
suficientemente clara para ser entendido. questões. necessidade
imediata, assim
como ainda
hesita em
responder a Exprimir-se
essas questões. oralmente de forma
Exprimir-se contínua
oralmente de Exprimir-se O aluno não utiliza
forma contínua oralmente de expressões e frases
9º ano - A2.2 O aluno utiliza forma contínua: simples para
O aluno exprime-se, de forma simples, em monólogos curtos preparados expressões e O aluno ainda descrever o local
previamente. Descreve o meio envolvente e situações do quotidiano; conta frases simples demonstra onde vive e as
experiências pessoais e acontecimentos reais ou imaginários, presentes ou passados e para descrever relutância na pessoas que
o local onde utilização de conhece
exprime opiniões, gostos e preferências sobre temas da atualidade. Usa vocabulário
vive e as expressões e
muito frequente e frases simples mobilizando estruturas gramaticais elementares. pessoas que frases simples
Pronuncia de forma suficientemente clara para ser entendido. conhece. para descrever
o local onde
vive e as
pessoas que
conhece.

Metas de aprendizagem
Definição NÍVEL 5 NÍVEL 4 NÍVEL 3 NÍVEL 2 NÍVEL 1
LE II
Escrever/produzir 7º ano - A1.2 Escreve textos Nível Ainda não Nível Não escreve textos
Produção

textos escritos O aluno escreve textos simples e muito curtos (30-40 palavras). Apresenta-se, estruturados, intermédio escreve textos intermédio sobre assuntos
Escrita

correspondendo a apresenta e descreve outras pessoas, hábitos, gostos, preferências, lugares e com facilidade, estruturados conhecidos e do
sobre assuntos sobre assuntos seu interesse: não
necessidades acontecimentos. Utiliza expressões e frases muito simples com estruturas gramaticais
conhecidos e do conhecidos e do é capaz de escrever
específicas de muito elementares

Critérios de Avaliação Página 106 de 200


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comunicação. 8º ano – A2.1 seu interesse: seu interesse: um postal simples e
O aluno escreve textos simples e curtos (50-60 palavras). Descreve situações do escreve um ainda não curto, preencher
quotidiano; conta experiências pessoais e acontecimentos reais ou imaginários, postal simples e consegue um formulário ou
curto, preenche escrever sem uma ficha, com
presentes ou passados e exprime opiniões, gostos e preferências. Respeita as
um formulário hesitar um dados de
convenções textuais e utiliza vocabulário elementar e frases simples, articulando as ou uma ficha, postal simples e identificação
ideias com conectores básicos de coordenação e subordinação. com dados de curto, pessoal (nome,
identificação preencher um morada,
pessoal (nome, formulário ou nacionalidade...)
morada, uma ficha, com
nacionalidade... dados de
) identificação
pessoal (nome,
morada,
nacionalidade...
)
9º ano - A2.2
O aluno escreve textos diversos (70-90 palavras). Descreve situações do quotidiano;
conta experiências pessoais e acontecimentos reais ou imaginários, presentes ou
passados e exprime opiniões, gostos e preferências. Respeita as convenções textuais e
utiliza vocabulário muito frequente e frases curtas, articulando as ideias com
diferentes conectores de coordenação e subordinação.
7º, 8º,9º
Instrumentos de Avaliação

• Testes de Avaliação Sumativos – 40%


• Fichas de Trabalho / Outros – 10%
• Leitura – 10%
• Testes de Escuta Ativa – 10%
• Testes de Produção Oral – 10%
Fenix 8º A e B
• Testes de Avaliação Sumativos – 30%
• Fichas de Trabalho / Leitura / Outros – 20%
• Testes de Escuta Ativa – 15%
• Testes de Produção Oral – 15%

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – CIÊNCIAS DA NATUREZA

Domínios de Avaliação Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5


Não adquire os conceitos Não adquire os conceitos Adquire conceitos científicos. Adquire a maioria dos Adquire todos os conceitos
científicos. científicos. Utiliza corretamente conceitos científicos. científicos.
Conhecimento Não utiliza corretamente a Não utiliza corretamente a linguagem científica. Utiliza corretamente e com Utiliza corretamente e com
linguagem científica. linguagem científica. confiança a maioria da rigor, a linguagem científica.
linguagem científica.
Não utiliza nem relaciona os Tem dificuldade em utilizar e Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os
conceitos adquiridos. relacionar os conceitos conceitos adquiridos. conceitos adquiridos, com conceitos adquiridos, na
Não compreende fenómenos adquiridos. Compreende os fenómenos e facilidade. totalidade.
e modelos científicos. Tem dificuldade em modelos científicos. Compreende os fenómenos e Compreende os fenómenos e
Não resolve situações de compreender os fenómenos Resolve situações de modelos científicos, com modelos científicos, na
aprendizagem centradas na e modelos científicos. aprendizagem centradas na facilidade. totalidade.
resolução de problemas. Tem dificuldade em resolver resolução de problemas. Resolve situações de Resolve situações de
Não analisa, não interpreta e situações de aprendizagem Analisa, interpreta e avalia aprendizagem centradas na aprendizagem centradas na
não avalia situações centradas na resolução de situações problema e/ou resolução de problemas. resolução de problemas.
problema e/ou resultados problemas. resultados experimentais. Analisa, interpreta e avalia Confronta diferentes
Capacidades Transversais

Raciocínio
experimentais. Tem dificuldade em analisar, Planeia e realiza atividades situações problema e/ou perspetivas de interpretação
Não planeia nem realiza interpretar e avaliar práticas/experimentais ou resultados experimentais, científica.
atividades situações problema e/ou projetos. revelando espírito crítico. Analisa, interpreta e avalia
práticas/experimentais ou resultados experimentais. Planeia e realiza atividades situações problema e/ou
projetos. Tem dificuldade em planear e práticas/experimentais ou resultados experimentais,
em realizar atividades projetos. revelando espírito crítico.
práticas/experimentais ou Planeia e realiza, na
projetos. totalidade, atividades
práticas/experimentais ou
projetos.
Não se exprime de forma Exprime-se com alguma Exprime-se com clareza. Exprime-se com clareza, Exprime-se com clareza,
clara. clareza. Interpreta e representa utilizando com eficácia a utilizando com eficácia a
Não interpreta nem Não interpreta nem fontes de informação linguagem científica. linguagem científica.
representa fontes de representa fontes de diversas. Interpreta e representa Interpreta e representa todas
informação diversas. informação diversas. Argumenta as suas ideias em fontes de informação as fontes de informação.
Comunicação Não participa em debates. Tem dificuldades em debates. diversas. Argumenta muito bem as
argumentar as suas ideias em Coopera na partilha de Argumenta com facilidade as suas ideias em debates.
debates. informação e na suas ideias em debates. É ativo na partilha de
Não coopera na partilha de apresentação de resultados É ativo na partilha de informação e na
informação e na de pesquisa. informação e na apresentação de resultados
apresentação de resultados apresentação de resultados de pesquisa.
de pesquisa. de pesquisa.

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Não reconhece que o Reconhece com dificuldade Reconhece que o Avalia o impacto da Ciência Reconhece as limitações da
conhecimento científico está que o conhecimento conhecimento científico está na sociedade e no ambiente. ciência e da tecnologia na
em constante evolução. científico está em constante em constante evolução. Avalia o impacto da resolução de problemas
Não discute de uma forma evolução; Avalia a influência da intervenção humana na pessoais, sociais e
reflexiva e ativa questões da Tem dificuldade em discutir informação veiculada pelos Terra. ambientais.
sociedade atual. questões da sociedade atual. meios de comunicação na Reconhece que o Avalia com consciência o
tomada de decisões. conhecimento científico está impacto da Ciência na
Discute questões da em constante evolução. sociedade e no ambiente.
Relação entre as componentes sociedade atual. Avalia a influência da Avalia com confiança e
informação veiculada pelos eficácia o impacto da
CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SOCIEDADE E meios de comunicação na intervenção humana na
AMBIENTE tomada de decisões. Terra.
Discute com facilidade Reconhece que o
questões da sociedade atual. conhecimento científico está
em constante evolução.
Avalia a influência da
informação veiculada pelos
meios de comunicação na
tomada de decisões.
Discute com convicção
questões da sociedade atual.
Instrumentos de Avaliação:
Avaliação sumativa: Fichas de avaliação;
Avaliação formativa (deve contemplar no mínimo dois instrumentos de avaliação):
o Observação direta e repetida do trabalho em aula;
o Organização dos instrumentos de trabalho/materiais de estudo;
o Participação discussões, exposições orais;
o Trabalhos prático-experimentais;
o Trabalhos de pesquisa (em grupo ou individual);
o Aplicação de questões de aula para comprovar a aquisição de conteúdos específicos da unidade de trabalho;
o Fichas de autoavaliação e heteroavaliação fornecidas ao aluno.
Pesos percentuais dos instrumentos de avaliação: A avaliação sumativa não poderá ter um peso superior a 40%
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas curriculares.

Critérios de Avaliação Página 109 de 200


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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
5º ANO

O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO – MATERIAIS TERRESTRES
1. Compreender a Terra como um planeta especial
1.1. Indica três fatores que permitam considerar a Terra um planeta com vida.
1.2. Distingue ambientes terrestres de ambientes aquáticos, com base na exploração de documentos diversificados.
1.3. Enumera as subdivisões da Biosfera.
1.4. Carateriza três habitats existentes na região onde a escola se localiza.
1.5. Relaciona os impactes da destruição de habitats com as ameaças à continuidade dos seres vivos.
1.6. Sugere medidas que contribuam para promover a conservação da Natureza.
2. Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida
2.1. Apresenta a definição de solo.
2.2. Indica três funções do solo.
2.3. Identifica os componentes e as propriedades do solo, com base em atividades práticas laboratoriais.
2.4. Descreve o papel dos agentes biológicos e dos agentes atmosféricos na génese dos solos.
2.5. Relaciona a conservação do solo com a sustentabilidade da agricultura.
2.6. Associa alguns métodos e instrumentos usados na agricultura ao avanço científico e tecnológico.
3. Compreender a importância das rochas e dos minerais
3.1. Apresenta uma definição de rocha e de mineral.
3.2. Distingue diferentes grupos de rochas, com base em algumas propriedades, utilizando chaves dicotómicas simples.
3.3. Reconhece a existência de minerais na constituição das rochas, com base na observação de amostras de mão.
3.4. Refere aplicações das rochas e dos minerais em diversas atividades humanas, com base numa atividade prática de campo na região onde a escola se localiza.
4. Compreender a importância da água para os seres vivos
4.1. Representa a distribuição da água no planeta (reservatórios e fluxos), com recurso ao ciclo hidrológico.
4.2. Refere a disponibilidade de água doce (à superfície e subterrânea) na Terra, a partir de informação sobre o volume total de água existente.
4.3. Identifica propriedades da água, com base em atividades práticas laboratoriais.
4.4. Apresenta exemplos que evidenciem a existência de água em todos os seres vivos, através da consulta de documentos diversificados.
4.5. Descreve duas funções da água nos seres vivos.
4.6. Explica a importância da composição da água para a saúde do ser humano, a partir da leitura de rotulagem.
4.7. Refere o papel do flúor na saúde oral.
5. Compreender a importância da qualidade da água para a atividade humana
5.1. Classifica os tipos de água própria para consumo (água potável e água mineral) e os tipos de água imprópria para consumo (água salobra e água inquinada).
5.2. Descreve a evolução do consumo de água em Portugal, com base em informação expressa em gráficos ou tabelas.
5.3. Propõe medidas que visem garantir a sustentabilidade da água própria para consumo.
5.4. Indica três fontes de poluição e de contaminação da água.
5.5. Explica as consequências da poluição e da contaminação da água.
5.6. Distingue a função da Estação de Tratamento de Águas da função da Estação de Tratamento de Águas Residuais.
6. Compreender a importância da atmosfera para os seres vivos
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6.1. Refere as funções da atmosfera terrestre.
6.2. Identifica as propriedades do ar e de alguns dos seus constituintes, com base em atividades práticas.
6.3. Nomeia os principais gases constituintes do ar.
6.4. Refere três atividades antrópicas que contribuem para a poluição do ar.
6.5. Determina a evolução da qualidade do ar, incluindo o Índice de Qualidade do Ar, com base em dados da Agência Portuguesa do Ambiente.
6.6. Sugere cinco medidas que contribuem para a preservação de um índice elevado de qualidade do ar.
DIVERSIDADE DE SERES VIVOS E SUAS INTERAÇÕES COM O MEIO
7. Interpretar as caraterísticas dos organismos em função dos ambientes onde vivem
7.1. Apresenta exemplos de meios onde vivem os animais, com base em documentos diversificados.
7.2. Descreve a importância do meio na vida dos animais.
7.3. Apresenta um exemplo de animal para cada tipologia de forma corporal.
7.4. Categoriza os diferentes tipos de revestimentos dos animais, com exemplos.
7.5. Refere as funções genéricas do revestimento dos animais.
7.6. Identifica os órgãos de locomoção dos animais, tendo em conta o meio onde vivem.
8. Compreender a diversidade de regimes alimentares dos animais tendo em conta o respetivo habitat
8.1. Apresenta exemplos de animais que possuam distintos regimes alimentares.
8.2. Descreve adaptações morfológicas das aves e dos mamíferos à procura e à captação de alimento, com base em documentos diversificados.
8.3. Compara os comportamentos dos animais na obtenção de alimento com as caraterísticas morfológicas que possuem.
9. Compreender a diversidade de processos reprodutivos dos animais
9.1. Resume as etapas do ciclo de vida de um animal.
9.2. Associa a reprodução dos seres vivos com a continuidade dos mesmos.
9.3. Categoriza os tipos de reprodução existentes nos animais.
9.4. Exemplifica rituais de acasalamento, com base em documentos diversificados.
9.5. Nomeia as células que intervêm na fecundação.
9.6. Distingue animais ovíparos, de ovovivíparos e de vivíparos.
9.7. Indica dois exemplos de animais que passem por metamorfoses completas durante o seu desenvolvimento.
10. Conhecer a influência dos fatores abióticos nas adaptações morfológicas e comportamentais dos animais
10.1.Descreve a influência da água, da luz e da temperatura no comportamento dos animais, através do controlo de variáveis em laboratório.
10.2.Apresenta três exemplos de adaptações morfológicas e comportamentais dos animais à variação de três fatores abióticos (água, luz e temperatura).
11. Compreender a importância da proteção da biodiversidade animal
11.1.Apresenta uma definição de biodiversidade.
11.2. Indica exemplos da biodiversidade animal existente na Terra, com base em documentos diversificados.
11.3.Descreve três habitats que evidenciem a biodiversidade animal existente na região onde a escola se localiza.
11.4.Exemplifica ações do ser humano que podem afetar a biodiversidade animal.
11.5.Discute algumas medidas que visem promover a biodiversidade animal.
11.6.Conclui acerca da importância da proteção da biodiversidade animal.
12. Conhecer a influência dos fatores abióticos nas adaptações morfológicas das plantas
12.1.Descreve a influência da água, da luz e da temperatura no desenvolvimento das plantas.
12.2. Testa a influência da água e da luz no crescimento das plantas, através do controlo de variáveis, em laboratório.
12.3.Associa a diversidade de adaptações das plantas aos fatores abióticos (água, luz e temperatura) dos vários habitats do planeta, apresentando exemplos.
13. Compreender a importância da proteção da diversidade vegetal
13.1. Indica exemplos de biodiversidade vegetal existente na Terra, com base em documentos diversos.
13.2.Descreve três habitats que evidenciem a biodiversidade vegetal existente na região onde a escola se localiza.
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13.3.Exemplifica ações antrópicas que podem afetar a biodiversidade vegetal.
13.4.Propõe medidas que visem promover a biodiversidade vegetal.
13.5.Conclui acerca da importância da proteção da biodiversidade vegetal.
UNIDADE NA DIVERSIDADE DE SERES VIVOS
14. Aplicar a microscopia na descoberta do mundo “invisível”
14.1.Descreve o contributo de dois cientistas para a evolução do microscópio ótico, destacando a importância da tecnologia no avanço do conhecimento científico.
14.2. Identifica os constituintes do microscópio ótico composto.
14.3.Realiza observações diversas usando o microscópio ótico, de acordo com as regras de utilização estabelecidas.
14.4.Esquematiza as observações microscópicas realizadas, através de versões simplificadas de relatórios.
14.5. Interpreta as caraterísticas da imagem observada ao microscópio ótico composto.
14.6.Discute a importância do microscópio eletrónico, com base em imagens e poderes de resolução.
15. Compreender que a célula é a unidade básica da vida
15.1.Apresenta uma definição de célula.
15.2.Distingue diferentes tipos de células, relativamente à morfologia e ao tamanho, com base na observação microscópica de material biológico.
15.3. Identifica os principais constituintes da célula, com base na observação microscópica de material biológico.
15.4.Compara células animais com células vegetais.
15.5.Apresenta dois exemplos de seres unicelulares e dois exemplos de seres pluricelulares.
15.6.Descreve os níveis de organização biológica.
16. Compreender a importância da classificação dos seres vivos
16.1.Apresenta uma definição de espécie.
16.2.Distingue classificações práticas de classificações racionais dos seres vivos.
16.3.Indica as principais categorias taxonómicas.
16.4.Identifica animais e plantas, até ao Filo, recorrendo a chaves dicotómicas simples.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
6º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
PROCESSOS VITAIS COMUNS AOS SERES VIVOS
1. Compreender a importância de uma alimentação equilibrada e segura
1.1. Apresenta um conceito de alimento.
1.2. Enuncia os tipos de nutrientes quanto à sua função.
1.3. Descreve as necessidades nutritivas ao longo da vida.
1.4. Exemplifica ementas equilibradas, com base na Pirâmide de Alimentação Mediterrânea.
1.5. Discute, criticamente, ementas fornecidas.
1.6. Indica alimentos de acordo com os riscos e os benefícios para a saúde humana.
1.7. Interpreta informação veiculada nos media, que pode condicionar os hábitos alimentares.
1.8. Explica a informação contida em rótulos alimentares.
1.9. Indica as vantagens e as desvantagens do uso de alguns aditivos para a saúde humana.
1.10.Reconhece a importância da ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares e na sua conservação.
1.11.Explora benefícios e riscos de novos alimentos.
2. Conhecer o processo digestivo do ser humano
2.1. Legenda esquemas representativos da morfologia do sistema digestivo e das suas glândulas anexas.
2.2. Identifica os tipos de dentes, de acordo com a sua função.
2.3. Descreve as transformações dos alimentos, ocorridas na boca.
2.4. Reconhece a importância dos movimentos do tubo digestivo e dos sucos digestivos na transformação dos alimentos.
2.5. Nomeia os produtos da digestão ao longo do tubo digestivo.
2.6. Descreve os processos da absorção e da assimilação dos nutrientes.
2.7. Indica o destino dos produtos da digestão não absorvidos.
2.8. Refere comportamentos que promovem o bom funcionamento do sistema digestivo.
3. Relacionar os sistemas digestivos das aves e dos ruminantes com o sistema digestivo dos omnívoros
3.1. Identifica os órgãos do tudo digestivo de uma ave granívora, com base numa atividade prática.
3.2. Legenda esquemas representativos da morfologia dos órgãos do tubo digestivo de um ruminante.
3.3. Compara a tipologia dos órgãos digestivos das aves e dos ruminantes com a do ser humano.
3.4. Associa os regimes alimentares das aves granívoras, dos animais ruminantes e dos omnívoros às caraterísticas do seu tubo digestivo.
4. Compreender a relação existente entre a respiração externa e a respiração celular
4.1. Distingue a respiração externa da respiração celular.
4.2. Compara a composição do ar inspirado com a do ar expirado, com base em documentos diversificados e em atividades práticas laboratoriais.
4.3. Indica as trocas gasosas, ocorridas nas células, através de exercícios de inquérito científico.
5. Compreender a importância dos órgãos respiratórios dos animais nas trocas gasosas
5.1. Identifica os órgãos respiratórios envolvidos na respiração branquial e na respiração pulmonar, através de atividades práticas.
5.2. Relaciona o habitat dos animais com os diferentes processos respiratórios.
5.3. Descreve a função dos órgãos respiratórios dos animais.
6. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema respiratório humano

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6.1. Legenda esquemas representativos da morfologia do sistema respiratório humano.
6.2. Descreve o mecanismo de ventilação, com recurso a atividades práticas.
6.3. Relaciona as caraterísticas morfológicas dos alvéolos pulmonares com as trocas gasosas alveolares.
6.4. Carateriza as trocas gasosas ocorridas ao nível dos alvéolos pulmonares e dos tecidos.
6.5. Refere o papel do sangue nas trocas gasosas.
6.6. Indica as principais causas das doenças respiratórias mais comuns, com destaque para a exposição ao fumo do tabaco e para a poluição do ar interior
6.7. Reconhece a importância das regras de higiene no equilíbrio do sistema respiratório.
7. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema cardiovascular humano
7.1. Descreve aspetos morfológicos e anatómicos do coração de um mamífero, numa atividade prática laboratorial.
7.2. Legenda esquemas representativos da morfologia e da anatomia do coração humano.
7.3. Relaciona a estrutura dos três tipos de vasos sanguíneos com a função que desempenham.
7.4. Indica a estrutura do sangue e a função dos principais constituintes.
7.5. Compara resultados de análises sanguíneas com os valores de referência.
7.6. Descreve a circulação sistémica e a circulação pulmonar.
7.7. Distingue sangue venoso de sangue arterial.
7.8. Descreve as principais etapas do ciclo cardíaco.
7.9. Relaciona os estilos de vida com as doenças cardiovasculares.
7.10. Indica alguns cuidados que contribuem para o bom funcionamento do sistema cardiovascular.
7.11.Demonstra os procedimentos de deteção de ausência de sinais de ventilação e de circulação numa pessoa, e de acionamento do sistema integrado de emergência médica.
8. Compreender a estrutura e o funcionamento do sistema urinário humano
8.1. Descreve o papel da função excretora na regulação do organismo.
8.2. Legenda esquemas representativos da morfologia do sistema urinário.
8.3. Descreve a função dos órgãos que constituem o sistema urinário.
8.4. Indica os produtos de excreção da respiração celular.
8.5. Justifica a importância da circulação sanguínea na função excretora.
8.6. Descreve a formação, a constituição e o papel da urina.
8.7. Indica alguns cuidados a ter com o sistema urinário.
9. Conhecer o papel da pele na função excretora humana
9.1. Legenda esquemas representativos da morfologia da pele.
9.2. Descreve a formação, a constituição e o papel do suor.
9.3. Refere a função da pele na eliminação de excreções do corpo.
9.4. Indica alguns cuidados a ter com a pele.
10. Compreender a importância da fotossíntese na obtenção de alimento pelas plantas
10.1.Enuncia uma definição de fotossíntese.
10.2. Indica fatores que influenciam o processo fotossintético, com base em atividades práticas laboratoriais.
10.3.Refere a função dos cloroplastos.
10.4.Distingue seiva bruta de seiva elaborada.
10.5.Descreve a circulação da seiva bruta, através de uma atividade prática laboratorial.
10.6.Relaciona os produtos da fotossíntese com a respiração celular das plantas.
11. Compreender a importância das plantas como fonte de nutrientes, de matéria-prima e de renovação do ar atmosférico
11.1. Indica diferentes órgãos das plantas onde ocorre a acumulação de reservas alimentares.
11.2. Identifica alguns glícidos e lípidos em órgãos das plantas, através de atividades práticas laboratoriais.
11.3.Descreve diferentes utilizações das plantas na sociedade atual, com base em pesquisa orientada.
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11.4.Refere a importância da transpiração para as plantas.
11.5. Indica a função dos estomas.
11.6.Relaciona as trocas gasosas ocorridas nas plantas com a renovação do ar atmosférico.
11.7.Descreve o modo como a desflorestação e os incêndios alteram o Índice de Qualidade do Ar.
11.8. Indica três medidas de proteção da floresta.
12. Compreender a puberdade como uma fase do crescimento humano
12.1.Distingue, dando exemplos, caracteres sexuais primários de caracteres sexuais secundários.
12.2.Relaciona o amadurecimento dos órgãos sexuais com as manifestações anatómicas e fisiológicas que surgem durante a puberdade, nos rapazes e nas raparigas.
13. Conhecer os sistemas reprodutores humanos
13.1. Legenda esquemas representativos da morfologia do sistema reprodutor feminino e do sistema reprodutor masculino.
13.2.Descreve a função dos órgãos que constituem o sistema reprodutor feminino e o sistema reprodutor masculino.
13.3.Relaciona, esquematicamente, o ciclo menstrual com a existência de um período fértil.
14. Compreender o processo da reprodução humana
14.1.Carateriza o processo da fecundação.
14.2.Distingue fecundação de nidação.
14.3.Enumera os principais anexos embrionários e as suas funções.
14.4.Reconhece a importância dos cuidados de saúde na primeira infância.
15. Compreender o mecanismo de reprodução das plantas com semente
15.1.Descreve a função dos órgãos que constituem uma flor.
15.2.Enuncia a importância dos agentes de polinização.
15.3.Descreve o processo da fecundação.
15.4.Distingue, dando exemplos, frutos carnudos de frutos secos.
15.5. Indica a importância da dispersão das sementes para a distribuição espacial das plantas.
15.6.Enuncia as condições necessárias à germinação de uma semente, através da realização de atividades práticas.
AGRESSÕES DO MEIO E INTEGRIDADE DO ORGANISMO (1)
16. Compreender o papel dos microrganismos para o ser humano
16.1.Descreve o contributo de dois cientistas para a descoberta de microrganismos.
16.2.Relaciona a evolução do microscópio com a descoberta de novos microrganismos.
16.3. Indica nomes de grupos de microrganismos.
16.4.Distingue microrganismos patogénicos de microrganismo úteis ao ser humano, com a apresentação de exemplos.
16.5.Descreve a influência de alguns fatores do meio no desenvolvimento de microrganismos, através de atividades práticas.
17. Compreender as agressões causadas por alguns agentes patogénicos
17.1.Enuncia uma doença provocada por bactérias, por fungos, por protozoários e por vírus no ser humano.
17.2. Indica mecanismos de barreira naturais do corpo humano à entrada de agentes patogénicos.
17.3.Refere o modo como atuam os mecanismos de defesa interna do organismo humano.
17.4. Indica três regras de higiene que contribuem para a prevenção de doenças infeciosas.
17.5.Explica a importância das vacinas.
17.6.Discute o uso adequado de antibióticos e de medicamentos de venda livre.
18. Compreender a influência da higiene e da poluição na saúde humana
18.1.Enumera alguns cuidados de higiene corporal diária.
18.2.Cita medidas de higiene mental e normas de higiene alimentar.
18.3. Identifica exemplos de diferentes tipos de poluição do ar interior, com destaque para os poluentes evitáveis, como o fumo ambiental do tabaco.
18.4. Indica alguns exemplos de diferentes tipos de poluição do ar exterior, da água e do solo.
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18.5.Descreve as consequências da exposição a poluentes do ar interior e exterior, da água e do solo na saúde individual, nos seres vivos e no ambiente.
18.6.Enumera medidas de controlo da poluição e de promoção de ambientes saudáveis.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – CIÊNCIAS NATURAIS

Domínios de Avaliação Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5


Não adquire os conceitos Não adquire os conceitos Adquire conceitos científicos. Adquire a maioria dos Adquire todos os conceitos
científicos. científicos. Utiliza corretamente conceitos científicos. científicos.
Conhecimento Não utiliza corretamente a Não utiliza corretamente a linguagem científica. Utiliza corretamente e com Utiliza corretamente e com rigor,
linguagem científica. linguagem científica. confiança a maioria da a linguagem científica.
linguagem científica.
Não utiliza nem relaciona os Tem dificuldade em utilizar e Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os conceitos
conceitos adquiridos. relacionar os conceitos conceitos adquiridos. conceitos adquiridos, com adquiridos, na totalidade.
Não compreende fenómenos adquiridos. Compreende os fenómenos e facilidade. Compreende os fenómenos e
e modelos científicos. Tem dificuldade em modelos científicos. Compreende os fenómenos e modelos científicos, na
Não resolve situações de compreender os fenómenos Resolve situações de modelos científicos, com totalidade.
aprendizagem centradas na e modelos científicos. aprendizagem centradas na facilidade. Resolve situações de
resolução de problemas. Tem dificuldade em resolver resolução de problemas. Resolve situações de aprendizagem centradas na
Não analisa, não interpreta e situações de aprendizagem Analisa, interpreta e avalia aprendizagem centradas na resolução de problemas.
Raciocínio não avalia situações centradas na resolução de situações problema e/ou resolução de problemas. Confronta diferentes perspetivas
problema e/ou resultados problemas. resultados experimentais. Analisa, interpreta e avalia de interpretação científica.
Capacidades Transversais

experimentais. Tem dificuldade em analisar, Planeia e realiza atividades situações problema e/ou Analisa, interpreta e avalia
Não planeia nem realiza interpretar e avaliar práticas/experimentais ou resultados experimentais, situações problema e/ou
atividades situações problema e/ou projetos. revelando espírito crítico. resultados experimentais,
práticas/experimentais ou resultados experimentais. Planeia e realiza atividades revelando espírito crítico.
projetos. Tem dificuldade em planear e práticas/experimentais ou Planeia e realiza, na totalidade,
em realizar atividades projetos. atividades práticas/experimentais
práticas/experimentais ou ou projetos.
projetos.
Não se exprime de forma Exprime-se com alguma Exprime-se com clareza. Exprime-se com clareza, Exprime-se com clareza,
clara. clareza. Interpreta e representa utilizando com eficácia a utilizando com eficácia a
Não interpreta nem Não interpreta nem fontes de informação linguagem científica. linguagem científica.
representa fontes de representa fontes de diversas. Interpreta e representa Interpreta e representa todas as
informação diversas. informação diversas. Argumenta as suas ideias em fontes de informação fontes de informação.
Comunicação Não participa em debates. Tem dificuldades em debates. diversas. Argumenta muito bem as suas
argumentar as suas ideias em Coopera na partilha de Argumenta com facilidade as ideias em debates.
debates. informação e na suas ideias em debates. É ativo na partilha de informação
Não coopera na partilha de apresentação de resultados É ativo na partilha de e na apresentação de resultados
informação e na de pesquisa. informação e na de pesquisa.
apresentação de resultados apresentação de resultados
de pesquisa. de pesquisa.
Relação entre as Não reconhece que o Reconhece com dificuldade Reconhece que o Avalia o impacto da Ciência Reconhece as limitações da
conhecimento científico está que o conhecimento conhecimento científico está na sociedade e no ambiente. ciência e da tecnologia na

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componentes CIÊNCIA, em constante evolução. científico está em constante em constante evolução. Avalia o impacto da resolução de problemas pessoais,
Não discute de uma forma evolução; Avalia a influência da intervenção humana na sociais e ambientais.
TECNOLOGIA, SOCIEDADE
reflexiva e ativa questões da Tem dificuldade em discutir informação veiculada pelos Terra. Avalia com consciência o impacto
E AMBIENTE sociedade atual. questões da sociedade atual. meios de comunicação na Reconhece que o da Ciência na sociedade e no
tomada de decisões. conhecimento científico está ambiente.
Discute questões da em constante evolução. Avalia com confiança e eficácia o
sociedade atual. Avalia a influência da impacto da intervenção humana
informação veiculada pelos na Terra.
meios de comunicação na Reconhece que o conhecimento
tomada de decisões. científico está em constante
Discute com facilidade evolução.
questões da sociedade atual. Avalia a influência da informação
veiculada pelos meios de
comunicação na tomada de
decisões.
Discute com convicção questões
da sociedade atual.
Instrumentos de Avaliação:
Avaliação sumativa: Fichas de avaliação;
Avaliação formativa (deve contemplar no mínimo dois instrumentos de avaliação):
o Observação direta e repetida do trabalho em aula;
o Organização dos instrumentos de trabalho/materiais de estudo;
o Participação discussões, exposições orais;
o Trabalhos prático-experimentais;
o Trabalhos de pesquisa (em grupo ou individual)
o Aplicação de questões de aula para comprovar a aquisição de conteúdos específicos da unidade de trabalho;
o Fichas de autoavaliação e heteroavaliação fornecidas ao aluno.
Pesos percentuais dos instrumentos de avaliação: A avaliação sumativa não poderá ter um peso superior a 40%
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas curriculares.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
7º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
Dinâmica externa da Terra
1. Compreender a diversidade das paisagens geológicas
1.1. Identifica paisagens de rochas vulcânicas e paisagens de rochas plutónicas através das suas principais caraterísticas.
1.2. Dá dois exemplos de paisagens de rochas magmáticas em território português.
1.3. Refere as principais caraterísticas das paisagens de rochas metamórficas.
1.4. Indica dois exemplos de paisagens de rochas metamórficas em território nacional.
1.5. Descreve as principais caraterísticas das paisagens de rochas sedimentares.
1.6. Apresenta dois exemplos de paisagens sedimentares em Portugal.
1.7. Identifica o tipo de paisagem existente na região onde a escola se localiza.
2. Compreender os minerais como unidades básicas das rochas
2.1. Enuncia o conceito de mineral.
2.2. Identifica minerais nas rochas (biotite, calcite, estaurolite, feldspato, moscovite, olivina, quartzo), correlacionando algumas propriedades com o uso de tabelas.
3. Analisar os conceitos e os processos relativos à formação das rochas sedimentares
3.1. Resume a ação da água, do vento e dos seres vivos enquanto agentes geológicos externos.
3.2. Prevê o tipo de deslocação e de deposição de materiais ao longo de um curso de água, com base numa atividade prática laboratorial.
3.3. Explica as fases de formação da maior parte das rochas sedimentares.
3.4. Propõe uma classificação de rochas sedimentares, com base numa atividade prática.
3.5. Identifica os principais tipos de rochas detríticas (arenito, argilito, conglomerado, marga), quimiogénicas (calcário, gesso, sal-gema) e biogénicas (carvões, calcários), com base em
atividades práticas.
3.6. Associa algumas caraterísticas das areias a diferentes tipos de ambientes, com base numa atividade prática laboratorial.
Estrutura e dinâmica interna da Terra
4. Compreender os fundamentos da estrutura e da dinâmica da Terra
4.1. Apresenta argumentos que apoiaram e fragilizaram a Teoria da Deriva Continental.
4.2. Reconhece o contributo da ciência, da tecnologia e da sociedade para o conhecimento da expansão dos fundos oceânicos.
4.3. Esquematiza a morfologia dos fundos oceânicos.
4.4. Explica as evidências clássicas (oceânicas e continentais) que fundamentam a Teoria da Tectónica de Placas.
4.5. Relaciona a expansão e a destruição contínuas dos fundos oceânicos com a constância do volume da Terra.
4.6. Resolve um exercício que relacione a distância ao eixo da dorsal atlântica com a idade e o paleomagnetismo das rochas do respetivo fundo oceânico.
4.7. Identifica os contributos de alguns cientistas associados à Teoria da Deriva Continental e à Teoria da Tectónica de Placas.
4.8. Carateriza placa tectónica e os diferentes tipos de limites existentes.
4.9. Infere a importância das correntes de convecção como “motor” da mobilidade das placas tectónicas.
5. Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas
5.1. Distingue o comportamento frágil de comportamento dúctil, em materiais diversos, com base numa atividade prática laboratorial.
5.2. Explica a formação de dobras e de falhas, com base numa atividade prática laboratorial.
5.3. Relaciona a movimentação observada numa falha com o tipo de forças aplicadas que lhe deram origem.
5.4. Identifica, em esquema e imagem, as deformações observadas nas rochas existentes nas paisagens.

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5.5. Relaciona a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas.
Consequências da dinâmica interna da Terra
6. Compreender a atividade vulcânica como uma manifestação da dinâmica interna da Terra
6.1. Esquematiza a estrutura de um aparelho vulcânico.
6.2. Distingue diferentes materiais expelidos pelos vulcões, com base em amostras de mão.
6.3. Estabelece uma relação entre os diferentes tipos de magmas e os diversos tipos de atividade vulcânica, através de uma atividade prática.
6.4. Exemplifica manifestações de vulcanismo secundário.
6.5. Explica os benefícios do vulcanismo (principal e secundário) para as populações.
6.6. Refere medidas de prevenção e de proteção de bens e de pessoas do risco vulcânico.
6.7. Infere a importância da ciência e da tecnologia na previsão de erupções vulcânicas.
6.8. Reconhece as manifestações vulcânicas como consequência da dinâmica interna da Terra.
7. Interpretar a formação das rochas magmáticas
7.1. Explica a génese das rochas magmáticas plutónicas e vulcânicas.
7.2. Identifica diferentes tipos de rochas plutónicas (gabro e granito) e vulcânicas (basalto e riólito), com base em amostras de mão.
7.3. Relaciona a génese das rochas magmáticas com a respetiva textura, com base na dimensão e na identificação macroscópica dos seus minerais constituintes.
8. Compreender o metamorfismo como uma consequência da dinâmica interna da Terra
8.1. Explica o conceito de metamorfismo, associado à dinâmica interna da Terra.
8.2. Refere os principais fatores que estão na origem da formação das rochas metamórficas.
8.3. Distingue metamorfismo de contacto de metamorfismo regional, com base na interpretação de imagens ou de gráficos.
8.4. Identifica diferentes tipos de rochas metamórficas (xistos e outras rochas com textura foliada e/ou bandada bem definida; mármores; quartzitos, que apresentem textura granoblástica),
com recurso a uma atividade prática.
8.5. Relaciona o tipo de estrutura que a rocha apresenta com o tipo de metamorfismo que lhe deu origem, em amostras de mão.
9. Conhecer o ciclo das rochas
9.1. Descreve o ciclo das rochas.
9.2. Enuncia os processos geológicos envolvidos no ciclo das rochas.
10. Compreender que as formações litológicas em Portugal devem ser exploradas de forma sustentada
10.1. Identifica os diferentes grupos de rochas existentes em Portugal, utilizando cartas geológicas.
10.2.Refere aplicações das rochas na sociedade.
10.3.Reconhece as rochas utilizadas em algumas construções, na região onde a escola se localiza.
10.4.Compreende que a exploração dos recursos litológicos deve ser feita de forma sustentável.
11. Compreender a atividade sísmica como uma consequência da dinâmica interna da Terra
11.1.Explica a formação de um sismo, associado à dinâmica interna da Terra.
11.2.Associa a vibração das rochas ao registo das ondas sísmicas.
11.3.Distingue a Escala de Richter da Escala Macrossísmica Europeia.
11.4.Explicita a intensidade sísmica, com base em documentos de sismos ocorridos.
11.5. Interpreta cartas de isossistas, em contexto nacional.
11.6. Identifica o risco sísmico de Portugal e da região onde a escola se localiza.
11.7.Carateriza alguns episódios sísmicos da história do território nacional, com base em pesquisa orientada.
11.8. Indica os riscos associados à ocorrência de um sismo.
11.9. Descreve medidas de proteção de bens e de pessoas, antes, durante e após a ocorrência de um sismo.
11.10. Reconhece a importância da ciência e da tecnologia na previsão sísmica.
11.11. Relaciona a distribuição dos sismos e dos vulcões na Terra com os diferentes limites de placas tectónicas.

Critérios de Avaliação Página 120 de 200


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12. Compreender a estrutura interna da Terra


12.1.Relaciona a inacessibilidade do interior da Terra com as limitações dos métodos diretos.
12.2.Enumera diversos instrumentos tecnológicos que permitem compreender a estrutura interna da Terra.
12.3.Explica os contributos da planetologia, da sismologia e da vulcanologia para o conhecimento do interior da Terra.
12.4.Carateriza, a partir de esquemas, a estrutura interna da Terra, com base nas propriedades físicas e químicas (modelo geoquímico e modelo geofísico).
A Terra conta a sua história
13. Compreender a importância dos fósseis para a reconstituição da história da Terra
13.1.Define paleontologia.
13.2.Apresenta uma definição de fóssil.
13.3.Explica os diversos processos de fossilização, recorrendo a atividades práticas.
13.4.Relaciona a formação de fósseis com as condições físicas, químicas e biológicas dos respetivos ambientes.
13.5.Ordena acontecimentos relativos a processos de fossilização, de acordo com a sequência em que estes ocorreram na Natureza.
13.6.Carateriza os grandes grupos de fósseis, com base em imagens e em amostras de mão.
13.7.Explica o contributo do estudo dos fósseis para a reconstituição da história da vida na Terra.
14. Compreender as grandes etapas da história da Terra
14.1.Sistematiza informação, em formatos diversos, sobre o conceito de tempo.
14.2.Distingue tempo histórico de tempo geológico, com base em documentos diversificados.
14.3.Explica o conceito de datação relativa, com base nos princípios do raciocínio geológico e com recurso a uma atividade prática laboratorial.
14.4.Distingue datação relativa de datação radiométrica.
14.5. Localiza as Eras geológicas numa Tabela Cronoestratigráfica.
14.6. Localiza o aparecimento e a extinção dos principais grupos de animais e de plantas na Tabela Cronoestratigráfica.
14.7. Infere as consequências das mudanças cíclicas dos subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera, hidrosfera) ao longo da história da Terra, com base em documentos
diversificados.
14.8.Carateriza ambientes geológicos passados, através de uma atividade prática de campo.
Ciência geológica e sustentabilidade da vida na Terra
15. Compreender o contributo do conhecimento geológico para a sustentabilidade da vida na Terra
15.1.Associa as intervenções do ser humano aos impactes nos processos geológicos (atmosfera, hidrosfera e litosfera).
15.2.Relaciona o ambiente geológico com a saúde e a ocorrência de doenças nas pessoas, nos animais e nas plantas que vivem nesse mesmo ambiente.
15.3.Extrapola o impacte do crescimento populacional no consumo de recursos, no ambiente e na sustentabilidade da vida na Terra.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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8º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta com vida conhecida no Sistema Solar
1.1. Identifica a posição da Terra no Sistema Solar, através de representações esquemáticas.
1.2. Explica três condições da Terra que permitiram o desenvolvimento e a manutenção da vida.
1.3. Interpreta gráficos da evolução da temperatura, da energia solar e do dióxido de carbono atmosférico ao longo do tempo geológico.
1.4. Descreve a influência da atividade dos seres vivos na evolução da atmosfera terrestre.
1.5. Infere a importância do efeito de estufa para a manutenção de uma temperatura favorável à vida na Terra.
2. Compreender a Terra como um sistema capaz de gerar vida
2.1. Descreve a Terra como um sistema composto por subsistemas fundamentais (atmosfera, hidrosfera, geosfera, biosfera).
2.2. Reconhece a Terra como um sistema.
2.3. Argumenta sobre algumas teorias da origem da vida na Terra.
2.4. Discute o papel da alteração das rochas e da formação do solo na existência de vida no meio terrestre.
2.5. Justifica o papel dos subsistemas na manutenção da vida na Terra.
3. Compreender a célula como unidade básica da biodiversidade existente na Terra
3.1. Distingue células procarióticas de células eucarióticas, com base em imagens fornecidas.
3.2. Identifica organismos unicelulares e organismos pluricelulares, com base em observações microscópicas.
3.3. Enuncia as principais caraterísticas das células animais e das células vegetais, com base em observações microscópicas.
3.4. Descreve os níveis de organização biológica dos seres vivos.
3.5. Reconhece a célula como unidade básica dos seres vivos.
4. Compreender os níveis de organização biológica dos ecossistemas
4.1. Apresenta uma definição de ecossistema.
4.2. Descreve os níveis de organização biológica dos ecossistemas.
4.3. Usa os conceitos de estrutura, de funcionamento e de equilíbrio dos ecossistemas numa atividade prática de campo, próxima do local onde a escola se localiza.
5. Analisar as dinâmicas de interação existentes entre os seres vivos e o ambiente
5.1. Descreve a influência de cinco fatores abióticos (luz, água, solo, temperatura, vento) nos ecossistemas.
5.2. Apresenta exemplos de adaptações dos seres vivos aos fatores abióticos estudados.
5.3. Testa variáveis que permitam estudar, em laboratório, a influência dos fatores abióticos nos ecossistemas.
5.4. Conclui acerca do modo como as diferentes variáveis do meio influenciam os ecossistemas.
5.5. Prevê a influência dos fatores abióticos na dinâmica dos ecossistemas da região onde a escola se localiza.
5.6. Relaciona as alterações do meio com a evolução ou a extinção de espécies.
6. Explorar as dinâmicas de interação existentes entre os seres vivos
6.1. Distingue, dando exemplos, interações intraespecíficas de interações interespecíficas.
6.2. Identifica tipos de relações bióticas, em documentos diversificados.
6.3. Interpreta gráficos que evidenciem dinâmicas populacionais decorrentes das relações bióticas.
6.4. Avalia as consequências de algumas relações bióticas na dinâmica dos ecossistemas.
6.5. Explica o modo como as relações bióticas podem conduzir à evolução ou à extinção de espécies.
7. Compreender a importância dos fluxos de energia na dinâmica dos ecossistemas
7.1. Indica formas de transferência de energia existentes nos ecossistemas.
7.2. Constrói cadeias tróficas de ambientes marinhos, fluviais e terrestres.
7.3. Elabora diversos tipos de cadeias tróficas a partir de teias alimentares.
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7.4. Indica impactes da ação humana que contribuam para a alteração da dinâmica das teias alimentares.
7.5. Discute medidas de minimização dos impactes da ação humana na alteração da dinâmica dos ecossistemas.
8. Sintetizar o papel dos principais ciclos de matéria nos ecossistemas
8.1. Explica o modo como algumas atividades dos seres vivos (alimentação, respiração, fotossíntese) interferem nos ciclos de matéria.
8.2. Explicita a importância da reciclagem da matéria na dinâmica dos ecossistemas.
8.3. Interpreta as principais fases do ciclo da água, do ciclo do carbono, do ciclo do oxigénio e do ciclo do azoto, a partir de esquemas.
8.4. Justifica o modo como a ação humana pode interferir nos principais ciclos de matéria e afetar os ecossistemas.
9. Relacionar o equilíbrio dinâmico dos ecossistemas com a sustentabilidade do planeta Terra
9.1. Descreve as fases de uma sucessão ecológica, utilizando um exemplo concreto.
9.2. Distingue sucessão ecológica primária de sucessão ecológica secundária.
9.3. Identifica o tipo de sucessão ecológica descrita em documentos diversificados.
9.4. Explicita as causas e as consequências da alteração do equilíbrio dinâmico dos ecossistemas.
9.5. Conclui acerca da importância do equilíbrio dinâmico dos ecossistemas para a sustentabilidade da vida no planeta Terra.
10. Analisar a forma como a gestão dos ecossistemas pode contribuir para alcançar as metas de um desenvolvimento sustentável
10.1.Apresenta uma definição de desenvolvimento sustentável.
10.2.Diferencia os serviços dos ecossistemas, ao nível da produção, da regulação, do suporte e da cultura.
10.3.Justifica o modo como os serviços dos ecossistemas afetam o bem-estar humano.
10.4.Discute opções disponíveis para a conservação dos ecossistemas e a sua contribuição para responder às necessidades humanas.
11. Compreender a influência das catástrofes no equilíbrio dos ecossistemas
11.1.Distingue, dando exemplos, catástrofes de origem natural de catástrofes de origem antrópica.
11.2.Descreve as causas das principais catástrofes de origem antrópica.
11.3.Extrapola o modo como a poluição, a desflorestação, os incêndios e as invasões biológicas afetam o equilíbrio dos ecossistemas.
11.4.Explicita o modo como as catástrofes influenciam a diversidade intraespecífica, os processos de extinção dos seres vivos e o ambiente, através de pesquisa orientada.
11.5.Testa a forma como alguns agentes poluentes afetam o equilíbrio dos ecossistemas, a partir de dispositivos experimentais.
12. Sintetizar medidas de proteção dos ecossistemas
12.1.Indica três medidas que visem diminuir os impactes das catástrofes de origem natural e de origem antrópica nos seres vivos e no ambiente.
12.2.Categoriza informação sobre riscos naturais e de ocupação antrópica existentes na região onde a escola se localiza, recolhida com base em pesquisa orientada.
12.3.Identifica medidas de proteção dos seres vivos e do ambiente num ecossistema próximo da região onde a escola se localiza.
12.4.Constrói documentos, em diferentes formatos, sobre medidas de proteção dos seres vivos e do ambiente, implementadas na região onde a escola se localiza.
12.5.Explicita o modo como cada cidadão pode contribuir para a efetivação das medidas de proteção dos ecossistemas.
13. Compreender a classificação dos recursos naturais
13.1.Apresenta uma definição de recurso natural.
13.2.Enuncia os critérios de classificação dos recursos naturais, apresentando exemplos.
13.3.Distingue recursos energéticos de recursos não energéticos, com exemplos.
13.4.Define recursos renováveis e recursos não renováveis, apresentando exemplos.
13.5.Justifica a importância da classificação dos recursos naturais.
14. Compreender o modo como são explorados e transformados os recursos naturais
14.1.Identifica três formas de exploração dos recursos naturais.
14.2.Descreve as principais transformações dos recursos naturais.
14.3.Infere os impactes da exploração e da transformação dos recursos naturais, a curto, a médio e a longo prazo, com base em documentos fornecidos.
14.4.Propõe medidas que visem diminuir os impactes da exploração e da transformação dos recursos naturais.
14.5.Refere medidas que estão a ser implementadas em Portugal para promover a sustentabilidade dos recursos naturais.
15. Relacionar o papel dos instrumentos de ordenamento e gestão do território com a proteção e a conservação da Natureza
Critérios de Avaliação Página 123 de 200
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15.1.Apresenta um conceito de ordenamento do território.
15.2.Indica exemplos de instrumentos de ordenamento e gestão do território.
15.3.Enuncia as tipologias de Áreas Protegidas.
15.4.Sistematiza informação acerca da criação de Áreas Protegidas em Portugal e no mundo, com base em pesquisa orientada.
15.5.Resume três medidas de proteção e de conservação das Áreas Protegidas em Portugal.
16. Integrar conhecimentos de ordenamento e gestão do território
16.1.Enumera associações e organismos públicos de proteção e de conservação da Natureza existentes em Portugal, com base em pesquisa orientada.
16.2.Constrói uma síntese sobre um problema ambiental existente na região onde a escola se localiza, indicando possíveis formas de minimizar danos, sob a forma de uma carta dirigida a um
organismo de conservação da Natureza ou de um trabalho de projeto.
17. Relacionar a gestão de resíduos e da água com o desenvolvimento sustentável
17.1.Distingue os diversos tipos de resíduos.
17.2.Resume a importância da promoção da recolha, do tratamento e da gestão sustentável de resíduos.
17.3.Planifica a realização de campanhas de informação e de sensibilização sobre a gestão sustentável de resíduos.
17.4.Constrói um plano de ação que vise diminuir o consumo de água na escola e em casa, com base na Carta Europeia da Água.
17.5.Propõe medidas de redução de riscos e de minimização de danos relativos à contaminação da água procedente da ação humana.
18. Relacionar o desenvolvimento científico e tecnológico com a melhoria da qualidade de vida das populações humanas
18.1.Identifica exemplos de desenvolvimento científico e tecnológico na história da ciência, com base em pesquisa orientada.
18.2.Debate os impactes ambientais, sociais e éticos de casos de desenvolvimento científico e tecnológico.
18.3.Prevê as consequências possíveis de um caso de desenvolvimento tecnológico na qualidade de vida das populações humanas, com base em inquérito científico.
18.4.Discute os contributos do desenvolvimento científico e tecnológico para o desenvolvimento sustentável.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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9º ANO

O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
Saúde individual e comunitária
1. Compreender a importância da saúde individual e comunitária na qualidade de vida da população
1.1. Apresenta o conceito de saúde e o conceito de qualidade de vida, segundo a Organização Mundial de Saúde.
1.2. Carateriza os quatro domínios (biológico, cultural, económico e psicológico) considerados na qualidade de vida pela Organização Mundial de Saúde.
1.3. Distingue os conceitos de esperança de saúde, de esperanças de vida e de anos potenciais de vida perdidos.
1.4. Relaciona a ocorrência de doenças com a ação de agentes patogénicos ambientais, biológicos, físicos e químicos.
1.5. Explicita o modo como a interação dinâmica entre parasita e hospedeiro resultam de fenómenos de coevolução.
1.6. Relaciona o uso indevido de antibióticos com o aumento da resistência bacteriana.
1.7. Carateriza, sumariamente, as principais doenças não transmissíveis, com indicação da prevalência dos fatores de risco associados.
1.8. Indica determinantes do nível de saúde individual e de saúde comunitária.
1.9. Compara alguns indicadores de saúde da população nacional com os da União Europeia, com base na Lista de Indicadores de Saúde da Comunidade Europeia.
2. Sintetizar as estratégias de promoção da saúde
2.1. Carateriza, sumariamente, a sociedade de risco.
2.2. Apresenta três exemplos de “culturas de risco”.
2.3. Explicita o modo como a implementação de medidas de capacitação das pessoas podem contribuir para a promoção da saúde.
2.4. Descreve exemplos de atuação na promoção da saúde individual, familiar e comunitário.
2.5. Explica de que forma a saúde e a sobrevivência de um indivíduo dependem da interação entre a sua informação genética, o meio ambiente e os estilos de vida que pratica.
Organismo humano em equilíbrio
3. Conhecer os distintos níveis estruturais do corpo humano
3.1. Explicita o conceito de organismo como sistema aberto que regula o seu meio interno de modo a manter a homeostasia.
3.2. Descreve os níveis de organização biológica do corpo humano.
3.3. Identifica os elementos químicos mais abundantes no corpo humano.
3.4. Identifica no corpo humano as direções anatómicas (superior, inferior, anterior, posterior) e cavidades (craniana, espinal, torácica, abdominal, pélvica).
3.5. Descreve três contributos da ciência e da tecnologia para o conhecimento do corpo humano.
4. Compreender a importância de uma alimentação saudável no equilíbrio do organismo humano
4.1. Distingue alimento de nutriente.
4.2. Resume as funções desempenhadas pelos nutrientes no organismo.
4.3. Distingue nutrientes orgânicos de nutrientes inorgânicos, dando exemplos.
4.4. Testa a presença de nutrientes em alguns alimentos.
4.5. Relaciona a insuficiência de alguns elementos traço (por exemplo, cobre, ferro, flúor, iodo, selénio, zinco) com os seus efeitos no organismo.
4.6. Justifica o modo como três tipos de distúrbios alimentares (anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar) podem afetar o equilíbrio do organismo humano.
4.7. Relaciona a alimentação saudável com a prevenção das principais doenças da contemporaneidade (obesidade, doenças cardiovasculares e cancro), enquadrando-as num contexto
histórico da evolução humana recente.
4.8. Reconhece a importância da dieta mediterrânica na promoção da saúde.
4.9. Carateriza as práticas alimentares da comunidade envolvente, com base num trabalho de projeto.
5. Compreender a importância do sistema digestivo para o equilíbrio do organismo humano
5.1. Identifica as etapas da nutrição.

Critérios de Avaliação Página 125 de 200


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5.2. Relaciona a função do sistema digestivo com o metabolismo celular.
5.3. Estabelece a correspondência entre os órgãos do sistema digestivo e as glândulas anexas e as funções por eles desempenhadas.
5.4. Resume as transformações físicas e químicas que ocorrem durante a digestão.
5.5. Justifica o papel das válvulas coniventes na eficiência do processo de absorção dos nutrientes.
5.6. Refere o destino das substâncias não absorvidas.
5.7. Descreve a importância do microbiota humano (microrganismos comensais).
5.8. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema digestivo.
5.9. Identifica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema digestivo.
6. Analisar a importância do sangue para o equilíbrio do organismo humano
6.1. Identifica os constituintes do sangue, com base em esquemas e/ou em preparações definitivas.
6.2. Relaciona a estrutura e a função dos constituintes do sangue com o equilíbrio do organismo humano.
6.3. Formula hipóteses acerca das causas prováveis de desvios dos resultados de análises sanguíneas relativamente aos valores de referência.
6.4. Explica o modo de atuação dos leucócitos, relacionando-o com o sistema imunitário.
6.5. Prevê compatibilidades e incompatibilidades sanguíneas.
7. Sintetizar a importância do sistema cardiovascular no equilíbrio do organismo humano
7.1. Indica os principais constituintes do sistema cardiovascular.
7.2. Explica o uso de órgãos de mamíferos (por exemplo, borrego, coelho, porco), como modelos para estudar a anatomia e a fisiologia humana, com base na sua proximidade evolutiva.
7.3. Descreve a morfologia e a anatomia do coração de um mamífero, com base numa atividade laboratorial.
7.4. Infere as funções das estruturas do coração com base na sua observação.
7.5. Representa o ciclo cardíaco.
7.6. Determina a variação da frequência cardíaca e da pressão arterial, com base na realização de algumas atividades do dia-a-dia.
7.7. Relaciona a estrutura dos vasos sanguíneos com as funções que desempenham.
7.8. Compara a circulação sistémica com a circulação pulmonar, com base em esquemas.
7.9. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema cardiovascular.
7.10. Descreve dois contributos da ciência e da tecnologia para minimizar os problemas associados ao sistema cardiovascular.
7.11. Identifica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema cardiovascular.
8. Analisar a importância do sistema linfático no equilíbrio do organismo humano
8.1. Carateriza a função e os diferentes tipos de linfa.
8.2. Descreve a estrutura do sistema linfático.
8.3. Explica a relação existente entre o sistema cardiovascular e o sistema linfático.
8.4. Justifica a relevância da linfa e dos gânglios linfáticos para o organismo.
8.5. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema linfático.
8.6. Esclarece a importância da implementação de medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema linfático.
9. Analisar a influência do ambiente e dos estilos de vida no sistema respiratório
9.1. Descreve a constituição do sistema respiratório, com base numa atividade laboratorial.
9.2. Refere a função do sistema respiratório e dos seus constituintes.
9.3. Distingue respiração externa de respiração celular.
9.4. Indica as alterações morfológicas que ocorrem ao nível do mecanismo de ventilação pulmonar.
9.5. Determina a variação da frequência e da amplitude ventilatórias em diversas atividades realizadas no dia-a-dia, com controlo de variáveis.
9.6. Compara a hematose alveolar com a hematose tecidular.
9.7. Resume os mecanismos de controlo da ventilação.
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9.8. Deduz a influência das variações de altitude no desempenho do sistema cardiorrespiratório, distinguindo as variações devidas a processos de aclimatação.
9.9. Avalia os efeitos do ambiente e dos estilos de vida no equilíbrio do sistema respiratório.
9.10. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema respiratório, com destaque para as consequências à exposição ao fumo ambiental do tabaco.
9.11. Indica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema respiratório.
10. Aplicar medidas de suporte básico de vida
10.1. Explica a importância da cadeia de sobrevivência no aumento da taxa de sobrevivência em paragem cardiovascular.
10.2. Realiza o exame do paciente (adulto e pediátrico) com base na abordagem inicial do ABC (airway, breathing and circulation).
10.3. Exemplifica os procedimentos de um correto alarme em caso de emergência.
10.4. Executa procedimentos de suporte básico de vida (adulto e pediátrico), seguindo os algoritmos do European Resuscitation Council.
10.5. Exemplifica medidas de socorro à obstrução grave e ligeira da via aérea (remoção de qualquer obstrução evidente, extensão da cabeça, palmadas interescapulares, manobra de
Heimlich, encorajamento da tosse).
10.6. Demonstra a posição lateral de segurança.
11. Compreender a importância da função excretora na regulação do organismo humano
11.1. Carateriza os constituintes do sistema urinário.
11.2. Refere o papel do sistema urinário na regulação do organismo.
11.3. Ilustra a anatomia e a morfologia do rim, a partir de uma atividade laboratorial.
11.4. Descreve a unidade funcional do rim.
11.5. Resume o processo de formação da urina.
11.6. Justifica o modo como alguns fatores podem influenciar a formação da urina.
11.7. Descreve dois contributos da ciência e da tecnologia para minimizar problemas associados à função renal.
11.8. Descreve a pele e as suas estruturas anexas.
11.9. Refere as funções da pele.
11.10. Carateriza, sumariamente, três doenças dos sistemas excretores.
11.11. Indica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento da função excretora.
12. Analisar o papel do sistema nervoso no equilíbrio do organismo humano
12.1. Identifica os principais constituintes do sistema nervoso central, com base numa atividade laboratorial.
12.2. Compara o sistema nervoso central com o sistema nervoso periférico.
12.3. Esquematiza a constituição do neurónio.
12.4. Indica o modo como ocorre a transmissão do impulso nervoso.
12.5. Descreve a reação do organismo a diferentes estímulos externos.
12.6. Distingue ato voluntário de ato reflexo.
12.7. Diferencia o sistema nervoso simpático do sistema nervoso parassimpático.
12.8. Descreve o papel do sistema nervoso na regulação homeostática (por exemplo, termorregulação).
12.9. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema nervoso.
12.10. Indica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema nervoso.
13. Sintetizar o papel do sistema hormonal na regulação do organismo
13.1. Distingue os conceitos de glândula, de hormona e de célula alvo.
13.2. Localiza as glândulas endócrinas: glândula pineal, hipófise, hipotálamo, ilhéus de Langerhans, ovário, placenta, suprarrenal, testículo, tiroide.
13.3. Refere a função das hormonas: adrenalina, calcitonina, insulina, hormona do crescimento, e melatonina.
13.4. Explica a importância do sistema neuro-hormonal na regulação do organismo.
13.5. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema hormonal.

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13.6. Descreve dois contributos da ciência e da tecnologia para minimizar os problemas associados ao sistema hormonal.
13.7. Indica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema hormonal.
Transmissão da vida
14. Compreender o funcionamento do sistema reprodutor humano
14.1. Carateriza as estruturas e as funções dos órgãos reprodutores humanos.
14.2. Compara, sumariamente, os processos da espermatogénese com os da oogénese.
14.3. Interpreta esquemas ilustrativos da coordenação entre o ciclo ovárico e o ciclo uterino.
14.4. Identifica o período fértil num ciclo menstrual.
14.5. Distingue as células reprodutoras humanas, a nível morfológico e a nível fisiológico.
14.6. Resume a regulação hormonal do sistema reprodutor masculino e do sistema reprodutor feminino.
14.7. Define os conceitos de fecundação e de nidação.
14.8. Descreve as principais etapas que ocorrem desde a fecundação até ao nascimento, atendendo às semelhanças com outras espécies de mamíferos.
14.9. Explica as vantagens do aleitamento materno, explorando a diferente composição dos leites de outros mamíferos.
14.10. Carateriza, sumariamente, três doenças do sistema reprodutor.
14.11. Descreve dois contributos da ciência e da tecnologia para minimizar os problemas associados ao sistema reprodutor.
14.12. Indica medidas que visem contribuir para o bom funcionamento do sistema reprodutor.
15. Compreender a importância do conhecimento genético
15.1. Distingue o conceito de genética do conceito de hereditariedade.
15.2. Descreve as principais etapas da evolução da genética, com referência aos contributos de Gregor Mendel e de Thomas Morgan.
15.3. Identifica as estruturas celulares onde se localiza o material genético.
15.4. Explica a relação existente entre os fatores hereditários e a informação genética.
15.5. Calcula a probabilidade de algumas caraterísticas hereditárias (autossómicas e heterossómicas) serem transmitidas aos descendentes.
15.6. Infere o modo como a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica.
15.7. Apresenta três aplicações da genética na sociedade.
15.8. Indica problemas bioéticos relacionados com as novas aplicações da genética na sociedade.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICA

Domínios de Avaliação Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5


Não adquire os conceitos Não adquire os conceitos Adquire conceitos científicos. Adquire a maioria dos Adquire todos os conceitos
científicos. científicos. Utiliza corretamente conceitos científicos. científicos.
Conhecimento Não utiliza corretamente a Não utiliza corretamente a linguagem científica. Utiliza corretamente e com Utiliza corretamente e com
linguagem científica. linguagem científica. confiança a maioria da rigor, a linguagem científica.
linguagem científica.
Não utiliza nem relaciona os Tem dificuldade em utilizar e Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os Utiliza e relaciona os
conceitos adquiridos. relacionar os conceitos conceitos adquiridos. conceitos adquiridos, com conceitos adquiridos, na
Não compreende fenómenos adquiridos. Compreende os fenómenos e facilidade. totalidade.
Capacidades Transversais

e modelos científicos. Tem dificuldade em modelos científicos. Compreende os fenómenos e Compreende os fenómenos e
Não resolve situações de compreender os fenómenos Resolve situações de modelos científicos, com modelos científicos, na
aprendizagem centradas na e modelos científicos. aprendizagem centradas na facilidade. totalidade.
resolução de problemas. Tem dificuldade em resolver resolução de problemas. Resolve situações de Resolve situações de
Não analisa, não interpreta e situações de aprendizagem Analisa, interpreta e avalia aprendizagem centradas na aprendizagem centradas na
não avalia situações centradas na resolução de situações problema e/ou resolução de problemas. resolução de problemas.
problema e/ou resultados problemas. resultados experimentais. Analisa, interpreta e avalia Confronta diferentes
Raciocínio
experimentais. Tem dificuldade em analisar, Planeia e realiza atividades situações problema e/ou perspetivas de interpretação
Não planeia nem realiza interpretar e avaliar práticas/experimentais ou resultados experimentais, científica.
atividades situações problema e/ou projetos. revelando espírito crítico. Analisa, interpreta e avalia
práticas/experimentais ou resultados experimentais. Planeia e realiza atividades situações problema e/ou
projetos. Tem dificuldade em planear e práticas/experimentais ou resultados experimentais,
em realizar atividades projetos. revelando espírito crítico.
práticas/experimentais ou Planeia e realiza, na
projetos. totalidade, atividades
práticas/experimentais ou
projetos.
Não se exprime de forma Exprime-se com alguma Exprime-se com clareza. Exprime-se com clareza, Exprime-se com clareza,
clara. clareza. Interpreta e representa utilizando com eficácia a utilizando com eficácia a
Não interpreta nem Não interpreta nem fontes de informação linguagem científica. linguagem científica.
representa fontes de representa fontes de diversas. Interpreta e representa Interpreta e representa todas
informação diversas. informação diversas. Argumenta as suas ideias em fontes de informação as fontes de informação.
Não participa em debates. Tem dificuldades em debates. diversas. Argumenta muito bem as
Comunicação
argumentar as suas ideias em Coopera na partilha de Argumenta com facilidade as suas ideias em debates.
debates. informação e na suas ideias em debates. É ativo na partilha de
Não coopera na partilha de apresentação de resultados É ativo na partilha de informação e na
informação e na de pesquisa. informação e na apresentação de resultados
apresentação de resultados apresentação de resultados de pesquisa.
de pesquisa. de pesquisa.

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Não reconhece que o Reconhece com dificuldade Reconhece que o Avalia o impacto da Ciência Reconhece as limitações da
conhecimento científico está que o conhecimento conhecimento científico está na sociedade e no ambiente. ciência e da tecnologia na
em constante evolução. científico está em constante em constante evolução. Avalia o impacto da resolução de problemas
Não discute de uma forma evolução; Avalia a influência da intervenção humana na pessoais, sociais e
reflexiva e ativa questões da Tem dificuldade em discutir informação veiculada pelos Terra. ambientais.
sociedade atual. questões da sociedade atual. meios de comunicação na Reconhece que o Avalia com consciência o
tomada de decisões. conhecimento científico está impacto da Ciência na
Discute questões da em constante evolução. sociedade e no ambiente.
sociedade atual. Avalia a influência da Avalia com confiança e
Relação entre as componentes informação veiculada pelos eficácia o impacto da
CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SOCIEDADE E meios de comunicação na intervenção humana na
AMBIENTE tomada de decisões. Terra.
Discute com facilidade Reconhece que o
questões da sociedade atual. conhecimento científico está
em constante evolução.
Avalia a influência da
informação veiculada pelos
meios de comunicação na
tomada de decisões.
Discute com convicção
questões da sociedade atual.
Instrumentos de Avaliação:
Avaliação sumativa: Fichas de avaliação;
Avaliação formativa (deve contemplar no mínimo dois instrumentos de avaliação):
o Observação direta e repetida do trabalho em aula;
o Organização dos instrumentos de trabalho/materiais de estudo;
o Participação discussões, exposições orais;
o Trabalhos prático-experimentais;
o Trabalhos de pesquisa (em grupo ou individual)
o Aplicação de questões de aula para comprovar a aquisição de conteúdos específicos da unidade de trabalho;
o Fichas de autoavaliação e heteroavaliação fornecidas ao aluno.
Pesos percentuais dos instrumentos de avaliação: A avaliação sumativa não poderá ter um peso superior a 40%
Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas metas curriculares.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
7º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
Espaço/ Universo
1. Conhecer e compreender a constituição do Universo, localizando a Terra, e reconhecer o papel da observação e dos instrumentos na nossa perceção do Universo.
1.1. Distingue vários corpos celestes (planetas, estrelas e sistemas planetários; enxames de estrelas, galáxias e enxames de galáxias).
1.2. Indica o modo como os corpos celestes se organizam, localizando a Terra.
1.3. Indica qual é a nossa galáxia (Galáxia ou Via Láctea), a sua forma e a localização do Sol nela.
1.4. Indicar o que são constelações e dar exemplos de constelações visíveis no hemisfério Norte (Ursa Maior e Ursa Menor) e no hemisfério Sul (Cruzeiro do Sul).
1.5. Associa a estrela Polar à localização do Norte no hemisfério Norte e explicar como é possível localizá-la a partir da Ursa Maior.
1.6. Indica que a luz emitida pelos corpos celestes pode ser detetada ou não pelos nossos olhos (luz visível ou invisível).
1.7. Identifica Galileu como pioneiro na utilização do telescópio na observação do céu (descobertas do relevo na Lua, fases de Vénus e satélites de Júpiter).
1.8. Caracteriza os modelos geocêntrico e heliocêntrico, enquadrando-os historicamente (contributos de Ptolomeu, Copérnico e Galileu).
1.9. Identifica a observação por telescópios (de luz visível e não visível, em terra e em órbita) e as missões espaciais (tripuladas e não tripuladas) como meios essenciais para conhecer o
Universo.
1.10. Dá exemplos de agências espaciais (ESA e NASA), de missões tripuladas (missões Apolo e Estação Espacial Internacional) e não tripuladas (satélites artificiais e sondas espaciais) e de
observatórios no solo (ESO).
1.11. Identifica a teoria do Big Bang como descrição da origem e evolução do Universo e indicar que este está em expansão desde a sua origem.
Espaço/ Sistema Solar
2. Conhecer e compreender o Sistema Solar, aplicando os conhecimentos adquiridos.
2.1. Relaciona a idade do Universo com a idade do Sistema Solar.
2.2. Identifica os tipos de astros do Sistema Solar.
2.3. Distingue planetas, satélites de planetas e planetas anões.
2.4. Indica que a massa de um planeta é maior do que a dos seus satélites.
2.5. Indica que as órbitas dos planetas do Sistema Solar são aproximadamente circulares.
2.6. Ordena os planetas de acordo com a distância ao Sol e classificá-los quanto à sua constituição (rochosos e gasosos) e localização relativa (interiores e exteriores).
2.7. Define períodos de translação e de rotação de um astro.
2.8. Indica que o Sol é o astro de maior tamanho e massa do Sistema Solar, que tem movimentos de translação em torno do centro da Galáxia e de rotação em torno de si próprio.
2.9. Interpreta informação sobre planetas contida em tabelas, gráficos ou textos, identificando semelhanças e diferenças, relacionando o período de translação com a distância ao Sol e
comparando a massa dos planetas com a massa da Terra.
2.10. Distingue asteroides, cometas e meteoroides.
2.11. Identifica, numa representação do Sistema Solar, os planetas, a cintura de asteroides e a cintura de Kuiper.
2.12. Associa a expressão «chuva de estrelas» a meteoros e explicar a sua formação, assim como a relevância da atmosfera de um planeta na sua proteção.
2.13. Concluir que a investigação tem permitido a descoberta de outros sistemas planetários para além do nosso, contendo exoplanetas, os quais podem ser muito diferentes dos planetas
do Sistema Solar.
Espaço / Distâncias no Universo
3. Conhecer algumas distâncias no Universo e utilizar unidades de distância adequadas às várias escalas do Universo.

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3.1. Converte medidas de distância e de tempo às respetivas unidades do SI.
3.2. Representa números grandes com potências de base dez e ordená-los.
3.3. Indica o significado de unidade astronómica (UA), converter distâncias em UA a unidades SI (dado o valor de 1 UA em unidades SI) e identificar a UA como a unidade mais adequada
para medir distâncias no Sistema Solar.
3.4. Constrói um modelo de Sistema Solar usando a UA como unidade e desprezando as dimensões dos diâmetros dos planetas.
3.5. Interpreta o significado da velocidade da luz, conhecido o seu valor.
3.6. Interpreta o significado de ano-luz (a.l.), determinando o seu valor em unidades SI, converter distâncias em a.l. a unidades SI e identificar o a.l. como a unidade adequada para
exprimir distâncias entre a Terra e corpos fora do Sistema Solar.
Espaço/ A Terra, a Lua e forças gravíticas
4. Conhecer e compreender os movimentos da Terra e da Lua.
4.1. Indica o período de rotação da Terra e as consequências da rotação da Terra.
4.2. Mede o comprimento de uma sombra ao longo do dia, traçar um gráfico desse comprimento em função do tempo e relacionar esta experiência com os relógios de sol.
4.3. Explica como nos podemos orientar pelo Sol à nossa latitude.
4.4. Indica o período de translação da Terra e explicar a existência de anos bissextos.
4.5. Interpreta as estações do ano com base no movimento de translação da Terra e na inclinação do seu eixo de rotação relativamente ao plano da órbita.
4.6. Identifica, a partir de informação fornecida, planetas do Sistema Solar cuja rotação ou a inclinação do seu eixo de rotação não permite a existência de estações do ano.
4.7. Associa os equinócios às alturas do ano em que se iniciam a primavera e o outono e os solstícios às alturas do ano em que se inicia o verão e o inverno.
4.8. Identifica, num esquema, para os dois hemisférios, os solstícios e os equinócios, o início das estações do ano, os dias mais longo e mais curto do ano e as noites mais longa e mais
curta do ano.
4.9. Identifica a Lua como o nosso único satélite natural, indicar o seu período de translação e de rotação e explicar por que razão, da Terra, se vê sempre a mesma face da Lua.
4.10. Interpretar, com base em representações, as formas como vemos a Lua, identificando a sucessão das suas fases nos dois hemisférios.
4.11. Associar os termos sombra e penumbra a zonas total ou parcialmente escurecidas, respetivamente.
4.12. Interpretar a ocorrência de eclipses da Lua (total, parcial, penumbral) e do Sol (total, parcial, anular) a partir de representações, indicando a razão da não ocorrência de eclipses todos
os meses.
5. Compreender as ações do Sol sobre a Terra e da Terra sobre a Lua e corpos perto da superfície terrestre, reconhecendo o papel da força gravítica.
5.1. Caracteriza uma força pelos efeitos que ela produz, indicar a respetiva unidade no SI e representar a força por um vetor.
5.2. Indica o que é um dinamómetro e medir forças com dinamómetros, identificando o valor da menor divisão da escala e o alcance do aparelho.
5.3. Conclui, usando a queda de corpos na Terra, que a força gravítica se exerce à distância e é sempre atrativa.
5.4. Representa a força gravítica que atua num corpo em diferentes locais da superfície da Terra.
5.5. Indica que a força gravítica exercida pela Terra sobre um corpo aumenta com a massa deste e diminui com a distância ao centro da Terra.
5.6. Associa o peso de um corpo à força gravítica que o planeta exerce sobre ele e caracterizar o peso de um corpo num dado local.
5.7. Distingue peso de massa, assim como as respetivas unidades SI.
5.8. Conclui, a partir das medições do peso de massas marcadas, que as grandezas peso e massa são diretamente proporcionais.
5.9. Indica que a constante de proporcionalidade entre peso e massa depende do planeta e comparar os valores dessa constante à superfície da Terra e de outros planetas a partir de
informação fornecida.
5.10. Aplica, em problemas, a proporcionalidade direta entre peso e massa, incluindo a análise gráfica.
5.11. Indica que a Terra e outros planetas orbitam em torno do Sol e que a Lua orbita em torno da Terra devido à força gravítica.
5.12. Indica que a física estuda, entre outros fenómenos do Universo, os movimentos e as forças.
Materiais /Constituição do mundo material
1. Reconhecer a enorme variedade de materiais com diferentes propriedades e usos, assim como o papel da química na identificação e transformação desses materiais.
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1.1. Identifica diversos materiais e alguns critérios para a sua classificação.
1.2. Conclui que os materiais são recursos limitados e que é necessário usá-los bem, reutilizando-os e reciclando-os.
1.3. Identifica, em exemplos do dia a dia, materiais fabricados que não existem na Natureza.
1.4. Indica a química como a ciência que estuda as propriedades e transformações de todos os materiais.
Materiais / Substâncias e misturas
2. Compreender a classificação dos materiais em substâncias e misturas.
2.1. Indica que os materiais são constituídos por substâncias que podem existir isoladas ou em misturas.
2.2. Classifica materiais como substâncias ou misturas a partir de descrições da sua composição, designadamente em rótulos de embalagens.
2.3. Distingue o significado de material "puro" no dia a dia e em química (uma só substância).
2.4. Conclui que a maior parte dos materiais que nos rodeiam são misturas.
2.5. Classifica uma mistura pelo aspeto macroscópico em mistura homogénea ou heterogénea e dar exemplos de ambas.
2.6. Distingue líquidos miscíveis de imiscíveis.
2.7. Indica que uma mistura coloidal parece ser homogénea quando observada macroscopicamente, mas que, quando observada ao microscópio ou outros instrumentos de ampliação,
mostra-se heterogénea.
2.8. Conclui, a partir de observação, que, em certas misturas coloidais, se pode ver o trajeto da luz visível.
3. Caracterizar, qualitativa e quantitativamente, uma solução e preparar laboratorialmente, em segurança, soluções aquosas de uma dada concentração, em massa.
3.1. Associa o termo solução à mistura homogénea (sólida, líquida ou gasosa), de duas ou mais substâncias, em que uma se designa por solvente e a(s) outra(s) por soluto(s).
3.2. Identifica o solvente e o(s) soluto(s), em soluções aquosas e alcoólicas, a partir de rótulos de embalagens de produtos (soluções) comerciais.
3.3. Distingue composições qualitativa e quantitativa de uma solução.
3.4. Associa a composição quantitativa de uma solução à proporção dos seus componentes.
3.5. Associa uma solução mais concentrada àquela em que a proporção soluto solvente é maior e uma solução mais diluída àquela em que essa proporção é menor.
3.6. Conclui que adicionar mais solvente a uma solução significa diluí-la.
3.7. Define a concentração, em massa, e usá-la para determinar a composição quantitativa de uma solução.
3.8. Identifica material e equipamento de laboratório mais comum, regras gerais de segurança e interpretar sinalização de segurança em laboratórios.
3.9. Identifica pictogramas de perigo usados nos rótulos das embalagens de reagentes de laboratório e de produtos comerciais.
3.10. Seleciona material de laboratório adequado para preparar uma solução aquosa a partir de um soluto sólido.
3.11. Identifica e ordenar as etapas necessárias à preparação, em laboratório, de uma solução aquosa, a partir de um soluto sólido.
3.12. Prepara laboratorialmente uma solução.
Materiais / Transformações físicas e químicas
4- Reconhecer transformações físicas e químicas e concluir que as transformações de substâncias podem envolver absorção ou libertação de energia.
4.1. Associa transformações físicas a mudanças nas substâncias sem que outras sejam originadas.
4.2. Identifica mudanças de estado físico e concluir que são transformações físicas.
4.3. Explica o ciclo da água referindo as mudanças de estado físico que nele ocorrem.
4.4. Associa transformações químicas à formação de novas substâncias, identificando provas dessa formação.
4.5. Identifica, no laboratório ou no dia a dia, transformações químicas.
4.6. Identifica, no laboratório ou no dia a dia, ações que levam à ocorrência de transformações químicas: aquecimento, ação mecânica, ação da eletricidade ou incidência de luz.
4.7. Distingui reagentes de produtos de reação e designar uma transformação química por reação química.
4.8. Descreve reações químicas usando linguagem corrente e representá-las por “equações” de palavras.
4.9. Justifica, a partir de informação selecionada, a importância da síntese química na produção de novos e melhores materiais, de uma forma mais económica e ecológica.
Materiais / Propriedades físicas e químicas
5. Reconhecer propriedades físicas e químicas das substâncias que as permitem distinguir e identificar.
5.1. Define ponto de fusão como a temperatura a que uma substância passa do estado sólido ao estado líquido, a uma dada pressão.
5.2. Indica que, para uma substância, o ponto de fusão é igual ao ponto de solidificação, à mesma pressão.
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5.3. Define ebulição como a passagem rápida e tumultuosa de um líquido ao estado de vapor.
5.4. Define ponto de ebulição como a temperatura à qual uma substância líquida entra em ebulição, a uma dada pressão.
5.5. Conclui que a vaporização também ocorre a temperaturas inferiores à de ebulição.
5.6. Identifica o líquido mais volátil por comparação de pontos de ebulição.
5.7. Indica os pontos de ebulição e de fusão da água, à pressão atmosférica normal.
5.8. Conclui qual é o estado físico de uma substância, a uma dada temperatura e pressão, dados os seus pontos de fusão e de ebulição a essa pressão.
5.9. Indica que, durante uma mudança de estado físico de uma substância, a temperatura permanece constante, coexistindo dois estados físicos.
5.10. Constrói gráficos temperatura-tempo a partir de dados registados numa tabela.
5.11. Interpreta gráficos temperatura-tempo para materiais, identificando estados físicos e temperaturas de fusão e de ebulição.
5.12. Define massa volúmica (também denominada densidade) de um material e efetuar cálculos com base na definição.
5.13. Descreve técnicas básicas para determinar a massa volúmica que envolvam medição direta do volume de um líquido ou medição indireta do volume de um sólido (usando as respetivas
dimensões ou por deslocamento de um líquido).
5.14. Mede a massa volúmica de materiais sólidos e líquidos usando técnicas laboratoriais básicas.
5.15. Indica que o valor da massa volúmica da água à temperatura ambiente e pressão normal é cerca de 1 g/cm3.
5.16. Identifica o ponto de fusão, o ponto de ebulição e a massa volúmica como propriedades físicas características de uma substância, constituindo critérios para avaliar a pureza de um
material.
5.17. Identifica amostras desconhecidas recorrendo a valores tabelados de pontos de fusão, pontos de ebulição e massa volúmica.
5.18. Identifica o comportamento excecional da água (massas volúmicas do gelo e da água líquida e presença na natureza dos três estados físicos), relacionando esse comportamento com a
importância da água para a vida.
5.19. Indica vantagens (como portabilidade, rapidez, facilidade de utilização, custo) e limitações (como menor rigor, falsos positivos ou falsos negativos) de testes químicos rápidos
(colorimétricos) disponíveis em kits.
5.20. Descreve os resultados de testes químicos simples para detetar substâncias (água, amido, dióxido de carbono) a partir da sua realização laboratorial.
5.21. Justifica, a partir de informação selecionada, a relevância da química analítica em áreas relacionadas com a nossa qualidade de vida, como segurança alimentar, qualidade ambiental e
diagnóstico de doenças.
Materiais / Separação das substâncias de uma mistura
6. Conhecer processos físicos de separação e aplicá-los na separação de componentes de misturas homogéneas e heterogéneas usando técnicas laboratoriais.
6.1. Identifica técnicas de separação aplicáveis a misturas heterogéneas: decantação; filtração; peneiração; centrifugação; separação magnética.
6.2. Identifica técnicas de separação aplicáveis a misturas homogéneas: destilação simples; cristalização.
6.3. Identifica aplicações de técnicas de separação dos componentes de uma mistura no tratamento de resíduos, na indústria e em casa.
6.4. Descreve técnicas laboratoriais básicas de separação, indicando o material necessário: decantação sólido-líquido; decantação líquido-líquido; filtração por gravidade; centrifugação;
separação magnética; cristalização; destilação simples.
6.5. Seleciona o(s) processo(s) de separação mais adequado(s) para separar os componentes de uma mistura, tendo em conta a sua constituição e algumas propriedades físicas dos seus
componentes.
6.6. Separa os componentes de uma mistura usando as técnicas laboratoriais básicas de separação, na sequência correta.
6.7. Conclui que a água é um recurso essencial à vida que é necessário preservar, o que implica o tratamento físico-químico de águas de abastecimento e residuais.
Materiais / Fontes de energia e transferências de energia
1. Reconhecer que a energia está associada a sistemas, que se transfere conservando-se globalmente, que as fontes de energia são relevantes na sociedade e que há vários processos de
transferência de energia.
1.1. Define sistema físico e associar-lhe uma energia (interna) que pode ser em parte transferida para outro sistema.
1.2. Identifica, em situações concretas, sistemas que são fontes ou recetores de energia, indicando o sentido de transferência da energia e concluindo que a energia se mantém na
globalidade.
1.3. Indica a unidade SI de energia e fazer conversões de unidades (joules e quilojoules; calorias e quilocalorias).
1.4. Conclui qual é o valor energético de alimentos a partir da análise de rótulos e determinar a energia fornecida por uma porção de alimento.
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1.5. Identifica fontes de energia renováveis e não renováveis, avaliar vantagens e desvantagens da sua utilização na sociedade atual e as respetivas consequências na sustentabilidade da
Terra, interpretando dados sobre a sua utilização em gráficos ou tabelas.
1.6. Mede temperaturas usando termómetros (com escalas em graus Celsius) e associar a temperatura à maior ou menor agitação dos corpúsculos submicroscópicos.
1.7. Associa o calor à energia transferida espontaneamente entre sistemas a diferentes temperaturas.
1.8. Define e identificar situações de equilíbrio térmico.
1.9. Identifica a condução térmica como a transferência de energia que ocorre principalmente em sólidos, associar a condutividade térmica dos materiais à rapidez com que transferem essa
energia e dar exemplos de bons e maus condutores térmicos no dia a dia.
1.10. Explica a diferente sensação de quente e frio ao tocar em materiais em equilíbrio térmico.
1.11. Identifica a convecção térmica como a transferência de energia que ocorre em líquidos e gases, interpretando os sentidos das correntes de convecção.
1.12. Identifica a radiação como a transferência de energia através da propagação de luz, sem a necessidade de contacto entre os corpos.
1.13. Identifica processos de transferência de energia no dia a dia ou em atividades no laboratório.
1.14. Justifica, a partir de informação selecionada, critérios usados na construção de uma casa que maximizem o aproveitamento da energia recebida e minimizem a energia transferida para o
exterior.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.
O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.
O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.
O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

8º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
Reações Químicas
1. Reconhecer a natureza corpuscular da matéria e a diversidade de materiais através das unidades estruturais das suas substâncias; compreender o significado da simbologia
química e da conservação da massa nas reações químicas.
1.1. Indica que a matéria é constituída por corpúsculos submicroscópicos (átomos, moléculas e iões) com base na análise de imagens fornecidas, obtidas experimentalmente.
1.2. Indica que os átomos, moléculas ou iões estão em incessante movimento existindo espaço vazio entre eles.
1.3. Interpreta a diferença entre sólidos, líquidos e gases com base na liberdade de movimentos e proximidade entre os corpúsculos que os constituem.
1.4. Associa a pressão de um gás à intensidade da força que os corpúsculos exercem, por unidade de área, na superfície do recipiente onde estão contidos.
1.5. Relaciona, para a mesma quantidade de gás, variações de temperatura, de pressão ou de volume mantendo, em cada caso, constante o valor de uma destas grandezas.
1.6. Descreve a constituição dos átomos com base em partículas mais pequenas (protões, neutrões e eletrões) e conclui que são eletricamente neutros.
1.7. Indica que existem diferentes tipos de átomos e que átomos do mesmo tipo são de um mesmo elemento químico, que se representa por um símbolo químico universal.
1.8. Associa nomes de elementos a símbolos químicos para alguns elementos (H, C, O, N, Na, K, Ca, Mg, Al, Cl, S).
1.9. Define molécula como um grupo de átomos ligados entre si.
1.10. Descreve a composição qualitativa e quantitativa de moléculas a partir de uma fórmula química e associa essa fórmula à representação da substância e da respetiva unidade
estrutural.
1.11. Classifica as substâncias em elementares ou compostas a partir dos elementos constituintes, das fórmulas químicas e, quando possível, do nome das substâncias.
1.12. Define ião como um corpúsculo com carga elétrica positiva (catião) ou negativa (anião) que resulta de um átomo ou grupo de átomos que perdeu ou ganhou eletrões e distingue iões
monoatómicos de iões poliatómicos.
1.13. Indica os nomes e as fórmulas de iões mais comuns (Na+, K+, Ca2+, Mg2+, Al3+, NH4+, Cl−, SO42−, NO3−, CO32−, PO43−, OH−, O2−).
1.14. Escreve uma fórmula química a partir do nome de um sal ou indicar o nome de um sal a partir da sua fórmula química.
1.15. Conclui, a partir de representações de modelos de átomos e moléculas, que nas reações químicas há rearranjos dos átomos dos reagentes que conduzem à formação de novas
substâncias, conservando-se o número total de átomos de cada elemento.

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1.16. Indica o contributo de Lavoisier para o estudo das reações químicas.
1.17. Verifica, através de uma atividade laboratorial, o que acontece à massa total das substâncias envolvidas numa reação química em sistema fechado.
1.18. Conclui que, numa reação química, a massa dos reagentes diminui e a massa dos produtos aumenta, conservando-se a massa total, associando este comportamento à lei da
conservação da massa (lei de Lavoisier).
1.19. Representa reações químicas através de equações químicas, aplicando a lei da conservação da massa.
2. Conhecer diferentes tipos de reações químicas, representando-as por equações químicas.
2.1. Identifica, em reações de combustão no dia a dia e em laboratório, os reagentes e os produtos da reação, distinguindo combustível e comburente.
2.2. Representa reações de combustão, realizadas em atividades laboratoriais, por equações químicas.
2.3. Associa as reações de combustão, a corrosão de metais e a respiração a um tipo de reações químicas que se designam por reações de oxidação-redução.
2.4. Identifica, a partir de informação selecionada, reações de combustão relacionadas com a emissão de poluentes para a atmosfera (óxidos de enxofre e nitrogénio) e refere
consequências dessas emissões e medidas para minimizar os seus efeitos.
2.5. Dá exemplos de soluções aquosas ácidas, básicas e neutras existentes no laboratório e em casa.
2.6. Classifica soluções aquosas em ácidas, básicas (alcalinas) ou neutras, com base no comportamento de indicadores colorimétricos (ácido-base).
2.7. Distingue soluções ácidas de soluções básicas usando a escala de Sorensen.
2.8. Determina o caráter ácido, básico ou neutro de soluções aquosas com indicadores colorimétricos, e mede o respetivo pH com indicador universal e medidor de pH.
2.9. Ordena soluções aquosas por ordem crescente ou decrescente de acidez ou de alcalinidade, dado o valor de pH de cada solução.
2.10. Prevê se há aumento ou diminuição de pH quando se adiciona uma solução ácida a uma solução básica ou vice-versa.
2.11. Identifica ácidos e bases comuns: HCl, H2SO4, HNO3, H3PO4, NaOH, KOH, Ca(OH)2, Mg(OH)2.
2.12. Classifica as reações que ocorrem, em solução aquosa, entre um ácido e uma base como reações ácido-base e indica os produtos dessa reação.
2.13. Representa reações ácido-base por equações químicas.
2.14. Conclui que certos sais são muito solúveis ao passo que outros são pouco solúveis em água.
2.15. Classifica como reações de precipitação as reações em que ocorre a formação de sais pouco solúveis em água (precipitados).
2.16. Identifica reações de precipitação, no laboratório e no ambiente (formação de estalactites e de estalagmites).
2.17. Representa reações de precipitação, realizadas em atividades laboratoriais, por equações químicas.
2.18. Associa águas duras a soluções aquosas com elevada concentração em sais de cálcio e de magnésio.
2.19. Relaciona, a partir de informação selecionada, propriedades da água com a sua dureza, referindo consequências do seu uso industrial e doméstico, e identificando processos usados
no tratamento de águas duras.
3. Compreender que as reações químicas ocorrem a velocidades diferentes, que é possível modificar e controlar.
3.1. Associa a velocidade de uma reação química à rapidez com que um reagente é consumido ou um produto é formado.
3.2. Identifica os fatores que influenciam a velocidade das reações químicas e dá exemplos do dia a dia ou laboratoriais em que esses fatores são relevantes.
3.3. Identifica a influência que a luz pode ter na velocidade de certas reações químicas, justificando o uso de recipientes escuros ou opacos na proteção de alimentos, medicamentos e
reagentes.
3.4. Conclui, através de uma atividade experimental, quais são os efeitos, na velocidade de reações químicas, da concentração dos reagentes, da temperatura, do estado de divisão
do(s) reagente(s) sólido(s) e da presença de um catalisador apropriado.
3.5. Associa os antioxidantes e os conservantes a inibidores utilizados na conservação de alimentos.
3.6. Indica que os catalisadores e os inibidores não são consumidos nas reações químicas, mas podem perder a sua atividade.
3.7. Interpreta a variação da velocidade das reações com base no controlo dos fatores que a alteram.
Som
1. Conhecer e compreender a produção e a propagação do som.
1.1. Indica que uma vibração é o movimento repetitivo de um corpo, ou parte dele, em torno de uma posição de equilíbrio.
1.2. Conclui, a partir da observação, que o som é produzido por vibrações de um material (fonte sonora) e identifica as fontes sonoras na voz humana e em aparelhos musicais.
1.3. Define frequência da fonte sonora, indicar a sua unidade SI e determina frequências nessa unidade.
1.4. Indica que o som se propaga em sólidos, líquidos e gases com a mesma frequência da respetiva fonte sonora, mas não se propaga no vácuo.
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1.5. Explica que a transmissão do som no ar se deve à propagação do movimento vibratório em sucessivas camadas de ar, surgindo, alternadamente, zonas de menor densidade do ar (zonas
de rarefação, com menor pressão) e zonas de maior densidade do ar (zonas de compressão, com maior pressão).
1.6. Explica que, na propagação do som, as camadas de ar não se deslocam ao longo do meio, apenas transferem energia de umas para outras.
1.7. Associa a velocidade do som num dado material com a rapidez com que ele se propaga, interpretando o seu significado através da expressão v=d/Δt.
1.8. Interpreta tabelas de velocidade do som em diversos materiais ordenando valores da velocidade de propagação do som nos sólidos, líquidos e gases.
1.9. Define acústica como o estudo do som.
2. Compreender fenómenos ondulatórios num meio material como a propagação de vibrações mecânicas nesse meio, conhecer grandezas físicas características de ondas e
reconhecer o som como onda.
2.1. Conclui, a partir da produção de ondas na água, numa corda ou numa mola, que uma onda resulta da propagação de uma vibração.
2.2. Identifica, num esquema, a amplitude de vibração em ondas na água, numa corda ou numa mola.
2.3. Indica que uma onda é caracterizada por uma frequência igual à frequência da fonte que origina a vibração.
2.4. Define o período de uma onda, indicar a respetiva unidade SI e relacioná-lo com a frequência da onda.
2.5. Relaciona períodos de ondas em gráficos que mostrem a periodicidade temporal de uma qualquer grandeza física, assim como as frequências correspondentes.
2.6. Indica que o som no ar é uma onda de pressão (onda sonora) e identifica, num gráfico pressão-tempo, a amplitude (da pressão) e o período.
3. Conhecer os atributos do som, relacionando-os com as grandezas físicas que caracterizam as ondas, e utilizar detetores de som.
3.1. Indica que a intensidade, a altura e o timbre de um som são atributos que permitem distinguir sons.
3.2. Associa a maior intensidade de um som a um som mais forte.
3.3. Relaciona a intensidade de um som no ar com a amplitude da pressão num gráfico pressão-tempo.
3.4. Associa a altura de um som à sua frequência, identificando sons altos com sons agudos e sons baixos com sons graves.
3.5. Compara, usando um gráfico pressão-tempo, intensidades de sons ou alturas de sons.
3.6. Associa um som puro ao som emitido por um diapasão, caracterizado por uma frequência bem definida.
3.7. Indica que um microfone transforma uma onda sonora num sinal elétrico.
3.8. Compara intensidades e alturas de sons emitidos por diapasões a partir da visualização de sinais obtidos em osciloscópios ou em programas de computador.
3.9. Determina períodos e frequências de ondas sonoras a partir dos sinais elétricos correspondentes, com escalas temporais em segundos e milissegundos.
3.10. Conclui, a partir de uma atividade experimental, se a altura de um som produzido pela vibração de um fio ou lâmina, com uma extremidade fixa, aumenta ou diminui com a respetiva
massa e comprimento.
3.11. Conclui, a partir de uma atividade experimental, se a altura de um som produzido pela vibração de uma coluna de ar aumenta ou diminui quando se altera o seu comprimento.
3.12. Identifica sons complexos (sons não puros) a partir de imagens em osciloscópios ou programas de computador.
3.13. Define timbre como o atributo de um som complexo que permite a distinção sons com as mesmas intensidade e altura mas produzidos por diferentes fontes sonoras.
4. Compreender como o som é detetado pelo ser humano.
4.1. Identifica o ouvido humano como um recetor de som, indica as suas partes principais e associa-lhes as respetivas funções.
4.2. Conclui que o ouvido humano só é sensível a ondas sonoras de certas frequências (sons audíveis), e que existem infrassons e ultrassons, captados por alguns animais, localizando-
os no espetro sonoro.
4.3. Define nível de intensidade sonora como a grandeza física que se mede com um sonómetro, se expressa em decibéis e se usa para a descrição da resposta do ouvido humano.
4.4. Define limiares de audição e de dor, indicando os respetivos níveis de intensidade sonora, e interpreta audiogramas.
4.5. Mede níveis de intensidade sonora com um sonómetro e identifica fontes de poluição sonora.
5. Compreender alguns fenómenos acústicos e suas aplicações e fundamentar medidas contra a poluição sonora.
5.1. Define reflexão do som e esquematizar o fenómeno.
5.2. Conclui que a reflexão de som numa superfície é acompanhada por absorção de som e relaciona a intensidade do som refletido com a do som incidente.
5.3. Associa a utilização de tecidos, esferovite ou cortiça à absorção sonora, ao contrário das superfícies polidas que são muito refletoras.
5.4. Explica o fenómeno do eco.
5.5. Distingue eco de reverberação e justifica o uso de certos materiais nas paredes das salas de espetáculo.
5.6. Interpreta a ecolocalização nos animais, o funcionamento do sonar e as ecografias como aplicações da reflexão do som.
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5.7. Define a refração do som pela propagação da onda sonora em diferentes meios, com alteração de direção, devido à mudança de velocidades de propagação.
5.8. Conclui que o som refratado é menos intenso do que o som incidente.
5.9. Indica que os fenómenos de reflexão, absorção e refração do som podem ocorrer simultaneamente.
5.10. Dá exemplos e explicar medidas de prevenção da poluição sonora, designadamente o isolamento acústico.
1. Compreender fenómenos do dia em dia em que intervém a luz (visível e não visível) e reconhecer que a luz é uma onda eletromagnética, caracterizando-a.
1.1. Distingue, no conjunto dos vários tipos de luz (espetro eletromagnético), a luz visível da luz não visível.
1.2. Associa escuridão e sombra à ausência de luz visível e penumbra à diminuição de luz visível por interposição de um objeto.
1.3. Distingue corpos luminosos de iluminados, usando a luz visível, e dar exemplos da astronomia e do dia a dia.
1.4. Dá exemplos de objetos tecnológicos que emitem ou recebem luz não visível e concluir que a luz transporta energia e, por vezes, informação.
1.5. Indica que a luz, visível e não visível, é uma onda (onda eletromagnética ou radiação eletromagnética).
1.6. Distingue ondas mecânicas de ondas eletromagnéticas, dando exemplos de ondas mecânicas (som, ondas de superfície na água, numa corda e numa mola).
1.7. Associa a luz as seguintes grandezas características de uma onda num dado meio: período, frequência e velocidade de propagação.
1.8. Identifica a luz de diferentes frequências no espetro eletromagnético, nomeando os tipos de luz e ordenando-os por ordem crescente de frequências, e dar exemplos de aplicações
no dia a dia.
1.9. Indica que a velocidade máxima com que a energia ou a informação podem ser transmitidas é a velocidade da luz no vácuo, uma ideia proposta por Einstein.
1.10. Distingue materiais transparentes, opacos ou translúcidos à luz visível e dar exemplos do dia a dia.
1.11. Conclui que a luz visível se propaga em linha reta e justifica as zonas de sombra com base nesta propriedade.
1.12. Define ótica como o estudo da luz.
2. Compreender alguns fenómenos óticos e algumas das suas aplicações e recorrer a modelos da ótica geométrica para os representar.
2.1. Representa a direção de propagação de uma onda de luz por um raio de luz.
2.2. Define reflexão da luz, enunciar e verificar as suas leis numa atividade laboratorial, aplicando-as no traçado de raios incidentes e refletidos.
2.3. Associa a reflexão especular à reflexão da luz em superfícies polidas e a reflexão difusa à reflexão da luz em superfícies rugosas, indicando que esses fenómenos ocorrem em
simultâneo, embora predomine um.
2.4. Explica a nossa visão dos corpos iluminados a partir da reflexão da luz.
2.5. Interpreta a formação de imagens e a menor ou maior nitidez em superfícies com base na predominância da reflexão especular ou da reflexão difusa.
2.6. Conclui que a reflexão da luz numa superfície é acompanhada por absorção e relaciona, justificando, as intensidades da luz refletida e da luz incidente.
2.7. Dá exemplos de objetos e instrumentos cujo funcionamento se baseia na reflexão da luz (espelhos, caleidoscópios, periscópios, radar, etc.).
2.8. Distingue imagem real de imagem virtual.
2.9. Aplica as leis da reflexão na construção geométrica de imagens em espelhos planos e caracterizar essas imagens.
2.10. Identifica superfícies polidas curvas que funcionam como espelhos no dia a dia, distinguir espelhos côncavos de convexos e dar exemplos de aplicações.
2.11. Conclui, a partir da observação, que a luz incidente num espelho côncavo origina luz convergente num ponto (foco real) e que a luz incidente num espelho convexo origina luz
divergente de um ponto (foco virtual).
2.12. Caracteriza as imagens virtuais formadas em espelhos esféricos convexos e côncavos a partir da observação de imagens em espelhos esféricos usados no dia a dia ou numa
montagem laboratorial.
2.13. Define refração da luz, representar geometricamente esse fenómeno em várias situações (ar-vidro, ar-água, vidro-ar e água-ar) e associar o desvio da luz à alteração da sua
velocidade.
2.14. Conclui que a luz, quando se propaga num meio transparente e incide na superfície de separação de outro meio transparente, sofre reflexão, absorção e refração, representando a
reflexão e a refração num só esquema.
2.15. Conclui que a luz refratada é menos intensa do que a luz incidente.
2.16. Dá exemplos de refração da luz no dia a dia.
2.17. Distingue, pela observação e em esquemas, lentes convergentes (convexas, bordos delgados) de lentes divergentes (côncavas, bordos espessos).
2.18. Conclui quais são as características das imagens formadas com lentes convergentes ou divergentes a partir da sua observação numa atividade no laboratório.
2.19. Define vergência (potência focal) de uma lente, distância focal de uma lente e relaciona estas duas grandezas, tendo em conta a convenção de sinais e as respetivas unidades SI.
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2.20. Conclui que o olho humano é um recetor de luz e indicar que ele possui meios transparentes que atuam como lentes convergentes, caracterizando as imagens formadas na retina.
2.21. Caracteriza defeitos de visão comuns (miopia, hipermetropia) e justifica o tipo de lentes para os corrigir.
2.22. Distingue luz monocromática de luz policromática dando exemplos.
2.23. Associa o arco-íris à dispersão da luz e justifica o fenómeno da dispersão num prisma de vidro com base em refrações sucessivas da luz e no facto de a velocidade da luz no vidro
depender da frequência.
2.24. Justifica a cor de um objeto opaco com o tipo de luz incidente e com a luz visível que ele reflete.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

9º ANO
O aluno de nível 5 deverá atingir entre 90 a 100% da globalidade das submetas abaixo indicadas:
Movimento e forças
1. Compreender movimentos no dia a dia, descrevendo-os por meio de grandezas físicas.
1.1 Conclui que a indicação da posição de um corpo exige um referencial.
1.2 Distingue movimento do repouso e concluir que estes conceitos são relativos.
1.3 Define trajetória de um corpo e classificá-la em retilínea ou curvilínea.
1.4 Distingue instante de intervalo de tempo e determinar intervalos de tempos.
1.5 Define distância percorrida (espaço percorrido) como o comprimento da trajetória, entre duas posições, em movimentos retilíneos ou curvilíneos sem inversão de sentido.
1.6 Define a posição como a abcissa em relação à origem do referencial.
1.7 Distingue, para movimentos retilíneos, posição de um corpo num certo instante da distância percorrida num certo intervalo de tempo.
1.8 Interpreta gráficos posição-tempo para trajetórias retilíneas com movimentos realizados no sentido positivo, podendo a origem das posições coincidir ou não com a posição no instante
inicial.
1.9 Conclui que um gráfico posição-tempo não contém informação sobre a trajetória de um corpo.
1.10 Mede posições e tempos em movimentos reais, de trajetória retilínea sem inversão do sentido, e interpretar gráficos posição-tempo assim obtidos.
1.11 Define rapidez média, indicar a respetiva unidade SI e aplicar a definição em movimentos com trajetórias retilíneas ou curvilíneas, incluindo a conversão de unidades.
1.12 Caracteriza a velocidade num dado instante por um vetor, com o sentido do movimento, direção tangente à trajetória e valor, que traduz a rapidez com que o corpo se move, e indicar a
sua unidade SI.
1.13 Indica que o valor da velocidade pode ser medido com um velocímetro.
1.14 Classifica movimentos retilíneos no sentido positivo em uniformes, acelerados ou retardados a partir dos valores da velocidade, da sua representação vetorial ou ainda de gráficos
velocidade-tempo.
1.15 Conclui que as mudanças da direção da velocidade ou do seu valor implicam uma variação na velocidade.
1.16 Define aceleração média, indicar a respetiva unidade SI, e representá-la por um vetor, para movimentos retilíneos sem inversão de sentido.
1.17 Relaciona para movimentos retilíneos acelerados e retardados, realizados num certo intervalo de tempo, os sentidos dos vetores aceleração média e velocidade ao longo desse
intervalo.
1.18 Determina valores da aceleração média, para movimentos retilíneos no sentido positivo, a partir de valores de velocidade e intervalos de tempo, ou de gráficos velocidade-tempo, e

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resolver problemas que usem esta grandeza.
1.19 Conclui que, num movimento retilíneo acelerado ou retardado, existe aceleração num dado instante, sendo o valor da aceleração, se esta for constante, igual ao da aceleração média.
1.20 Distingue movimentos retilíneos uniformemente variados (acelerados ou retardados) e identificá-los em gráficos velocidade-tempo.
1.21 Determina distâncias percorridas usando um gráfico velocidade-tempo para movimentos retilíneos, no sentido positivo, uniformes e uniformemente variados.
1.22 Conclui que os limites de velocidade rodoviária, embora sejam apresentados em km/h, se referem à velocidade e não à rapidez média.
1.23 Distingue, numa travagem de um veículo, tempo de reação de tempo de travagem, indicando os fatores de que depende cada um deles.
1.24 Determina distâncias de reação, de travagem e de segurança, a partir de gráficos velocidade-tempo, indicando os fatores de que dependem.
2. Compreender a ação das forças, prever os seus efeitos usando as leis da dinâmica de Newton e aplicar essas leis na interpretação de movimentos e na segurança rodoviária.
2.1 Representa uma força por um vetor, caracterizá-la pela direção, sentido e intensidade, indicar a unidade SI e medi-la com um dinamómetro.
2.2 Identifica as forças como o resultado da interação entre corpos, concluindo que atuam sempre aos pares, em corpos diferentes, enunciar a lei da ação-reação (3.ª lei de Newton) e
identificar pares ação-reação.
2.3 Define resultante das forças e determinar a sua intensidade em sistemas de forças com a mesma direção (sentidos iguais ou opostos) ou com direções perpendiculares.
2.4 Interpreta a lei fundamental da dinâmica (2.ª lei de Newton), relacionando a direção e o sentido da resultante das forças e da aceleração e identificando a proporcionalidade direta entre
os valores destas grandezas.
2.5 Associa a inércia de um corpo à sua massa e concluir que corpos com diferentes massas têm diferentes acelerações sob a ação de forças de igual intensidade.
2.6 Conclui, com base na lei fundamental da dinâmica, que a constante de proporcionalidade entre peso e massa é a aceleração gravítica e utilizar essa relação no cálculo do peso a partir da
massa.
2.7 Aplica a lei fundamental da dinâmica em movimentos retilíneos (uniformes, uniformemente acelerados ou uniformemente retardados).
2.8 Interpreta a lei da inércia (1.ª lei de Newton).
2.9 Identifica as forças sobre um veículo que colide e usar a lei fundamental da dinâmica no cálculo da força média que o obstáculo exerce sobre ele.
2.10 Justifica a utilização de apoios de cabeça, cintos de segurança, airbags, capacetes e materiais deformáveis nos veículos com base nas leis da dinâmica.
2.11 Define pressão, indicar a sua unidade SI, determinar valores de pressões e interpretar situações do dia a dia com base na sua definição, designadamente nos cintos de segurança.
2.12 Define a força de atrito como a força que se opõe ao deslizamento ou à tendência para esse movimento, que resulta da interação do corpo com a superfície em contacto, e representá-la
por um vetor num deslizamento.
2.13 Dá exemplos de situações do dia a dia em que se manifestam forças de atrito, avaliar se são úteis ou prejudiciais, assim como o uso de superfícies rugosas ou superfícies polidas e
lubrificadas, justificando a obrigatoriedade da utilização de pneus em bom estado.
2.14 Conclui que um corpo em movimento no ar está sujeito a uma força de resistência que se opõe ao movimento.
3. Compreender que existem dois tipos fundamentais de energia, podendo um transformar-se no outro, e que a energia se pode transferir entre sistemas por ação de forças.
3.1 Indica que as manifestações de energia se reduzem a dois tipos fundamentais: energia cinética e energia potencial.
3.2 Indica de que fatores depende a energia cinética de um corpo e estabelecer relações entre valores dessa grandeza para corpos com igual massa e diferente velocidade ou com igual
velocidade e diferente massa.
3.3 Indica de que fatores depende a energia potencial gravítica de um corpo e estabelecer relações entre valores dessa grandeza para corpos com igual massa colocados a alturas diferentes
do solo ou colocados a igual altura e com massas diferentes.
3.4 Conclui que as várias formas de energia usadas no dia a dia, cujos nomes dependem da respetiva fonte ou manifestações, se reduzem aos dois tipos fundamentais.
3.5 Identifica os tipos fundamentais de energia de um corpo ao longo da sua trajetória, quando é deixado cair ou quando é lançado para cima na vertical, relacionar os respetivos valores e
concluir que o aumento de um tipo de energia se faz à custa da diminuição de outro (transformação da energia potencial gravítica em cinética e vice-versa), sendo a soma das duas energias
constante, se se desprezar a resistência do ar.
3.6 Conclui que é possível transferir energia entre sistemas através da atuação de forças e designar esse processo de transferência de energia por trabalho.
4. Compreender situações de flutuação ou afundamento de corpos em fluidos.
4.1 Indica que um fluido é um material que flui: líquido ou gás.
4.2 Conclui, com base nas leis de Newton, que existe uma força vertical dirigida para cima sobre um corpo quando este flutua num fluido (impulsão) e medir o valor registado num
dinamómetro quando um corpo nele suspenso é imerso num líquido.
4.3 Verifica a lei de Arquimedes numa atividade laboratorial e aplicar essa lei em situações do dia a dia.
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4.4 Determina a intensidade da impulsão a partir da massa ou do volume de líquido deslocado (usando a definição de massa volúmica) quando um corpo é nele imerso.
4.5 Relaciona as intensidades do peso e da impulsão em situações de flutuação ou de afundamento de um corpo.
4.6 Identifica os fatores de que depende a intensidade da impulsão e interpretar situações de flutuação ou de afundamento com base nesses fatores.
Eletricidade
1. Compreender fenómenos elétricos do dia a dia, descrevendo-os por meio de grandezas físicas, e aplicar esse conhecimento na montagem de circuitos elétricos simples (de
corrente contínua), medindo essas grandezas.
1.1 Dá exemplos do dia a dia que mostrem o uso da eletricidade e da energia elétrica.
1.2 Associa a corrente elétrica a um movimento orientado de partículas com carga elétrica (eletrões ou iões) através de um meio condutor.
1.3 Dá exemplos de bons e maus condutores (isoladores) elétricos.
1.4 Distingue circuito fechado de circuito aberto.
1.5 Indica o sentido convencional da corrente e o sentido do movimento dos eletrões num circuito.
1.6 Identifica componentes elétricos, num circuito ou num esquema, pelos respetivos símbolos e esquematizar e montar um circuito elétrico simples.
1.7 Define tensão (ou diferença de potencial) entre dois pontos, exprimi-la em V (unidade SI), mV ou kV, e identificar o gerador como o componente elétrico que cria tensão num circuito.
1.8 Descreve a constituição do primeiro gerador eletroquímico: a pilha de Volta.
1.9 Indica que a corrente elétrica num circuito exige uma tensão, que é fornecida por uma fonte de tensão (gerador).
1.10 Identifica o voltímetro como o aparelho que mede tensões, instalá-lo num circuito escolhendo escalas adequadas, e medir tensões.
1.11 Define a grandeza corrente elétrica e exprimi-la em A (unidade SI), mA ou kA.
1.12 Identifica o amperímetro como o aparelho que mede a corrente elétrica, instalá-lo num circuito escolhendo escalas adequadas e medir correntes elétricas.
1.13 Representa e construir circuitos com associações de lâmpadas em série e paralelo, indicando como varia a tensão e a corrente elétrica.
1.14 Liga pilhas em série e indicar a finalidade dessa associação.
1.15 Define resistência elétrica e exprimir valores de resistência em Ω (unidade SI), mΩ ou kΩ.
1.16 Mede a resistência de um condutor diretamente com um ohmímetro ou indiretamente com um voltímetro e um amperímetro.
1.17 Conclui que, para uma tensão constante, a corrente elétrica é inversamente proporcional à resistência do condutor.
1.18 Enuncia a lei de Ohm e aplicá-la, identificando condutores óhmicos e não óhmicos.
1.19 Associa um reóstato a um componente elétrico com resistência variável.
2. Conhecer e compreender os efeitos da corrente elétrica, relacionando-a com a energia, e aplicar esse conhecimento.
2.1 Descreve os efeitos térmicos (efeito Joule), químico e magnético da corrente elétrica e dar exemplos de situações em que eles se verifiquem.
2.2 Indica que os recetores elétricos, quando sujeitos a uma tensão de referência, se caracterizam pela sua potência, que é a energia transferida por unidade de tempo, e identifica a
respetiva unidade SI.
2.3 Compara potências de aparelhos elétricos e interpreta o significado dessa comparação.
2.4 Determina energias consumidas num intervalo de tempo, identificando o kW h como a unidade mais utilizada para medir essa energia.
2.5 Identifica os valores nominais de um recetor e indicar o que acontece quando ele é sujeito a diferentes tensões elétricas.
2.6 Distingue, na rede de distribuição elétrica, fase de neutro e associar perigos de um choque elétrico a corrente elétrica superior ao valor máximo que o organismo suporta.
2.7 Identifica regras básicas de segurança na utilização de circuitos elétricos, indicando o que é um curto-circuito, formas de o prevenir e a função dos fusíveis e dos disjuntores.
Classificação dos materiais
1. Reconhecer que o modelo atómico é uma representação dos átomos e compreender a sua relevância na descrição de moléculas e iões.
1.1 Identifica marcos importantes na história do modelo atómico.
1.2 Descreve o átomo como o conjunto de um núcleo (formado por protões e neutrões) e de eletrões que se movem em torno do núcleo.
1.3 Relaciona a massa das partículas constituintes do átomo e concluir que é no núcleo que se concentra quase toda a massa do átomo.
1.4 Indica que os átomos dos diferentes elementos químicos têm diferente número de protões.
1.5 Define número atómico (Z) e número de massa (A).
1.6 Conclui qual é a constituição de um certo átomo, partindo dos seus número atómico e número de massa, e relacioná-la com a representação simbólica.
1.7 Explica o que é um isótopo e interpreta o contributo dos vários isótopos para o valor da massa atómica relativa do elemento químico correspondente.
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1.8 Interpreta a carga de um ião como o resultado da diferença entre o número total de eletrões dos átomos ou grupo de átomos que lhe deu origem e o número dos seus eletrões.
1.9 Representa iões monoatómicos pela forma simbólica.
1.10 Associa a nuvem eletrónica de um átomo isolado a uma forma de representar a probabilidade de encontrar eletrões em torno do núcleo e indica que essa probabilidade é igual para a
mesma distância ao núcleo, diminuindo com a distância.
1.11 Associa o tamanho dos átomos aos limites convencionados da sua nuvem eletrónica.
1.12 Indica que os eletrões de um átomo não têm, em geral, a mesma energia e que só determinados valores de energia são possíveis.
1.13 Indica que, nos átomos, os eletrões se distribuem por níveis de energia caraterizados por um número inteiro.
1.14 Escreve as distribuições eletrónicas dos átomos dos elementos (Z ≤ 20) pelos níveis de energia, atendendo ao princípio da energia mínima e às ocupações máximas de cada nível de
energia.
1.15 Define eletrões de valência, concluindo que estes estão mais afastados do núcleo.
1.16 Indica que os eletrões de valência são responsáveis pela ligação de um átomo com outros átomos e, portanto, pelo comportamento químico dos elementos.
1.17 Relaciona a distribuição eletrónica de um átomo (Z ≤ 20) com a do respetivo ião mais estável.
2. Compreender a organização da Tabela Periódica e a sua relação com a estrutura atómica e usar informação sobre alguns elementos para explicar certas propriedades físicas e
químicas das respetivas substâncias elementares.
2.1 Identifica contributos de vários cientistas para a evolução da Tabela Periódica até à atualidade.
2.2 Identifica a posição dos elementos químicos na Tabela Periódica a partir da ordem crescente do número atómico e definir período e grupo.
2.3 Determina o grupo e o período de elementos químicos (Z ≤ 20) a partir do seu valor de Z ou conhecendo o número de eletrões de valência e o nível de energia em que estes se
encontram.
2.4 Identifica, na Tabela Periódica, elementos que existem na natureza próxima de nós e outros que na Terra só são produzidos artificialmente.
2.5 Identifica, na Tabela Periódica, os metais e os não metais.
2.6 Identifica, na Tabela Periódica, elementos pertencentes aos grupos dos metais alcalinos, metais alcalino-terrosos, halogéneos e gases nobres.
2.7 Distingue informações na Tabela Periódica relativas a elementos químicos (número atómico, massa atómica relativa) e às substâncias elementares correspondentes (ponto de fusão,
ponto de ebulição e massa volúmica).
2.8 Distingue, através de algumas propriedades físicas (condutividade elétrica, condutibilidade térmica, pontos de fusão e pontos de ebulição) e químicas (reações dos metais e dos não
metais com o oxigénio e reações dos óxidos formados com a água), duas categorias de substâncias elementares: metais e não metais.
2.9 Explica a semelhança de propriedades químicas das substâncias elementares correspondentes a um mesmo grupo (1, 2 e 17) atendendo à sua estrutura atómica.
2.10 Justifica a baixa reatividade dos gases nobres.
2.11 Justifica, recorrendo à Tabela Periódica, a formação de iões estáveis a partir de elementos químicos dos grupos 1 (lítio, sódio e potássio), 2 (magnésio e cálcio), 16 (oxigénio e enxofre) e
17 (flúor e cloro).
2.12 Identifica os elementos que existem em maior proporção no corpo humano e outros que, embora existindo em menor proporção, são fundamentais à vida.
3. Compreender que a diversidade das substâncias resulta da combinação de átomos dos elementos químicos através de diferentes modelos de ligação: covalente, iónica e
metálica.
3.1 Indica que os átomos estabelecem ligações químicas entre si formando moléculas (com dois ou mais átomos) ou redes de átomos.
3.2 Associa a ligação covalente à partilha de pares de eletrões entre átomos e distinguir ligações covalentes simples, duplas e triplas.
3.3 Representa as ligações covalentes entre átomos de elementos químicos não metálicos usando a notação de Lewis e a regra do octeto.
3.4 Associa a ligação covalente à ligação entre átomos de não metais quando estes formam moléculas ou redes covalentes, originando, respetivamente, substâncias moleculares e
substâncias covalentes.
3.5 Dá exemplos de substâncias covalentes e de redes covalentes de substâncias elementares com estruturas e propriedades diferentes (diamante, grafite e grafenos).
3.6 Associa ligação iónica à ligação entre iões de cargas opostas, originando sustâncias formadas por redes de iões.
3.7 Associa ligação metálica à ligação que se estabelece nas redes de átomos de metais em que há partilha de eletrões de valência deslocalizados.
3.8 Identifica o carbono como um elemento químico que entra na composição dos seres vivos, existindo nestes uma grande variedade de substâncias onde há ligações covalentes entre o
carbono e elementos como o hidrogénio, o oxigénio e o nitrogénio.
3.9 Define o que são hidrocarbonetos e distinguir hidrocarbonetos saturados de insaturados.
Critérios de Avaliação Página 142 de 200
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3.10 Indica que nas estruturas de Lewis dos hidrocarbonetos o número de pares de eletrões partilhados pelo carbono é quatro, estando todos estes pares de eletrões envolvidos nas ligações
que o átomo estabelece.
3.11 Identifica, a partir de informação selecionada, as principais fontes de hidrocarbonetos, evidenciando a sua utilização na produção de combustíveis e de plásticos.
O aluno de nível 4 deverá atingir entre 70 a 89% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 3 deverá atingir entre 50 a 69% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 2 deverá atingir entre 20 a 49% das submetas definidas para o nível 5.

O aluno de nível 1 deverá atingir até 19% das submetas definidas para o nível 5.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – ENSINO BÁSICO – MATEMÁTICA
Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
Não memoriza ou compreende Memoriza alguns factos Memoriza factos elementares, Memoriza factos elementares, Memoriza factos elementares,
factos elementares. Não elementares, mas não os compreende e utiliza-os compreende e utiliza-os compreende e utiliza-os
reconhece os procedimentos compreende ou utiliza corretamente em situações corretamente. Reconhece corretamente e com relevância.
matemáticos nem os executa corretamente. Reconhece alguns simples. Reconhece procedimentos matemáticos e Reconhece procedimentos
Conhecimento de corretamente. procedimentos matemáticos, mas procedimentos matemáticos, executa-os corretamente. Avalia matemáticos e executa-os com
factos e de não os executa corretamente ou executa-os corretamente em corretamente a adequação de um confiança e eficiência. Avalia
procedimentos identifica quando os mesmos são situações simples e identifica procedimento, justificando as suas corretamente a adequação de um
apropriados. quando os mesmos são etapas. procedimento, justificando as suas
apropriados. etapas. Cria novos procedimentos
ou modifica procedimentos que
lhe são familiares.
Não utiliza os vários tipos de Utiliza de forma pouco consciente Utiliza com alguma regularidade Utiliza os vários tipos de raciocínio Utiliza os vários tipos de raciocínio
raciocínio (indutivo, dedutivo, os vários tipos de raciocínio os vários tipos de raciocínio (indutivo, dedutivo, proporcional (indutivo, dedutivo, proporcional
proporcional e espacial) para (indutivo, dedutivo, proporcional (indutivo, dedutivo, proporcional e espacial), para identificar e espacial), para identificar
identificar padrões, desenvolver e espacial), não conseguindo e espacial), para identificar alguns padrões, desenvolver justificações padrões e formular conjeturas,
Capacidades Transversais

justificações plausíveis e resolver identificar padrões, desenvolver padrões, desenvolver justificações plausíveis de proposições desenvolver justificações
problemas simples. justificações plausíveis e resolver plausíveis de proposições matemáticas, resolver problemas plausíveis de proposições
problemas simples. matemáticas e resolver de alguma complexidade e verifica matemáticas, resolver problemas
Raciocínio problemas. conclusões. Analisa situações a de vários graus de complexidade,
matemático fim de identificar propriedades e ajuizar da validade de
estruturas comuns com alguma demonstrações e construir
facilidade. Considera a natureza demonstrações válidas. Analisa
axiomática da matemática. situações a fim de identificar
Formula conjeturas. propriedades e estruturas
comuns. Considera a natureza
axiomática da matemática.
Formula e demonstra conjeturas.
Não compreende nem interpreta Não compreende nem interpreta Compreende e interpreta ideias Compreende e interpreta ideias Compreende e interpreta ideias
ideias matemáticas apresentadas a generalidade das ideias matemáticas simples, matemáticas de diferentes graus matemáticas de diferentes graus
de forma escrita, oral e visual. matemáticas apresentadas de apresentadas de forma escrita, de complexidade, apresentadas de complexidade, apresentadas
Não utiliza vocabulário, símbolos e forma escrita, oral e visual. oral e visual. Utiliza vocabulário, de forma escrita, orais e visual. de forma escrita, orais e visual.
estruturas matemáticas para Conhece algum vocabulário, símbolos e estruturas Utiliza vocabulário, símbolos e Utiliza vocabulário, símbolos e
Comunicação
representar ideias e construir símbolos e estruturas matemáticas, para representar estruturas matemáticas, para estruturas matemáticas, para
matemática
modelos de situações. matemáticas mas não as utiliza ideias e construir modelos de expressar e representar ideias, expressar e representar ideias,
para representar ideias e construir situações. descrever relações e construir descrever relações e construir
modelos de situações. modelos de situações. modelos de situações. Utiliza
demonstrações simples para se
expressar.

Critérios de Avaliação Página 144 de 200


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Não resolve problemas mesmo Não resolve problemas mesmo Resolve problemas simples, Resolve problemas de diferentes Resolve problemas de diferentes
que simples, não dominando que simples, apesar de, por vezes, apresentando algum domínio das graus de dificuldade, dominando graus de dificuldade, dominando
Resolução de nenhuma das etapas deste apresentar algum domínio de etapas deste processo. Procura as etapas do processo. Verifica e com facilidade as etapas do
problemas processo (conceção, aplicação e algumas etapas deste processo. colocar em prática estratégias interpreta resultados. Põe em processo. Põe em prática
justificação de estratégias). diferenciadas. prática estratégias diferenciadas. estratégias diferenciadas e
generaliza soluções.
Não efetua operações com números Reconhece as operações com números Reconhece as operações com números Efetua operações com números Efetua operações com números
racionais não negativos. Não conhece racionais não negativos, mas não as racionais não negativos, mas nem racionais não negativos. Conhece e racionais não negativos. Conhece e
5º ano

ou aplica as propriedades dos efetua corretamente. Conhece mas sempre as efetua corretamente. aplica a maioria das propriedades dos aplica as propriedades dos divisores.
divisores. Não resolve problemas. não aplica as propriedades dos Conhece mas nem sempre aplica as divisores Resolve problemas com um Resolve problemas.
divisores. Não resolve problemas, propriedades dos divisores. Resolve grau de complexidade intermédio.
mesmo que simples. problemas simples.
Números e Operações (NO)

Não conhece ou aplica propriedades Reconhece propriedades dos números Reconhece propriedades dos números Conhece e aplica a maioria das Conhece e aplica propriedades dos
Domínios de Conteúdos

dos números primos. Não representa primos mas não as aplica primos mas nem sempre as aplica propriedades dos números primos. números primos. Representa e
ou compara números positivos e corretamente. Representa e compara corretamente. Representa e compara Representa e compara a generalidade compara números positivos e
6º ano

negativos. Não adiciona ou subtrai com dificuldade números positivos e com alguma dificuldade números dos números positivos e negativos. negativos. Adiciona e subtrai números
números racionais. negativos. Não adiciona ou subtrai positivos e negativos. Adiciona ou Adiciona e subtrai números racionais racionais.
números racionais corretamente. subtrai números racionais em em situações com um grau de
situações simples complexidade intermédio.
Não multiplica nem divide números Reconhece as operações – Reconhece as operações – Reconhece as operações – Multiplica e divide números racionais
7º ano

racionais relativos. multiplicação e divisão de números multiplicação e divisão de números multiplicação e divisão de números relativos.
racionais relativos - mas não as efetua racionais relativos - mas nem sempre racionais relativos - e efetua-as, a
corretamente. as efetua corretamente. maioria das vezes, corretamente.
Não relaciona números racionais nem Não relaciona números racionais e Relaciona, com dificuldade, números Relaciona a maioria dos números Relaciona números racionais e dízimas.
dízimas. Não completa a reta dízimas. Completa alguns números racionais e dízimas. Completa alguns racionais e dízimas. Completa a reta Completa a reta numérica. Ordena
8º ano

numérica. Não ordena números reais. racionais na reta numérica. Não números racionais e reais na reta numérica. Ordena a maioria dos números reais.
ordena números reais. numérica. Ordena, com dificuldade, números reais.
números reais.
Não reconhece as propriedades da Reconhece as propriedades da relação Reconhece as propriedades da relação Reconhece as das propriedades da Reconhece as propriedades da relação
relação de ordem em IR. de ordem em IR, mas não as aplica de ordem em IR mas nem sempre as relação de ordem em IR. de ordem em IR.
Não define intervalos de números corretamente. aplica corretamente. Define intervalos de números reais. Define intervalos de números reais.
reais. Não define intervalos de números Define intervalos de números reais. Opera, a maioria das vezes, com Opera com valores aproximados de
9º ano

Não opera com valores aproximados reais. Opera, com alguma dificuldade, com valores aproximados de números números reais.
de números reais. Não opera com valores aproximados valores aproximados de números reais. Resolve problemas.
Não resolve problemas. de números reais. reais. Resolve problemas com um grau de
Não resolve problemas mesmo que Resolve problemas simples. complexidade intermédio.
simples.

Critérios de Avaliação Página 145 de 200


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Não reconhece propriedades Reconhece algumas propriedades Reconhece algumas propriedades Reconhece a maioria das propriedades Reconhece propriedades envolvendo
envolvendo ângulos, paralelismo e envolvendo ângulos, paralelismo e envolvendo ângulos, paralelismo e envolvendo ângulos, paralelismo e ângulos, paralelismo e
perpendicularidade. Não reconhece perpendicularidade, mas não as aplica perpendicularidade, nem sempre as perpendicularidade. Reconhece a perpendicularidade. Reconhece
propriedades de triângulos e corretamente. Reconhece algumas aplicando corretamente. Reconhece maioria das propriedades de triângulos propriedades de triângulos e
5º ano

paralelogramos. Não mede áreas de propriedades de triângulos e algumas propriedades de triângulos e e paralelogramos. Mede áreas de paralelogramos. Mede áreas de figuras
figuras planas nem amplitude de paralelogramos, mas não as aplica paralelogramos, mas nem sempre as figuras planas pouco complexas e planas e amplitude de ângulos.
Geometria e Medida (GM)

ângulos. Não resolve problemas. corretamente. Não mede áreas de aplica corretamente. Mede áreas de amplitude de ângulos. Resolve Resolve problemas.
figuras planas nem amplitude de figuras planas simples e amplitude de problemas com um grau de
ângulos. Não resolve problemas, ângulos. Apenas resolve problemas complexidade intermédio.
mesmo que simples. simples.
Não relaciona circunferências com Não consegue relacionar Relaciona circunferências com Relaciona circunferências com Relaciona circunferências com
ângulos, retas e polígonos. Não circunferências com ângulos, retas e ângulos, retas e polígonos. Identifica ângulos, retas e polígonos. Identifica a ângulos, retas e polígonos. Identifica
identifica sólidos geométricos e polígonos. Identifica alguns sólidos alguns sólidos geométricos, maioria dos sólidos geométricos e sólidos geométricos e reconhece as
reconhece as suas propriedades. Não geométricos, mas não reconhece as reconhecendo por vezes as suas reconhece a generalidade das suas suas propriedades. Mede o perímetro
mede o perímetro de polígonos suas propriedades. Não consegue propriedades. Mede o perímetro de propriedades. Mede o perímetro de de polígonos regulares e de círculos.
6º ano

regulares e de círculos. Não mede medir o perímetro de polígonos polígonos regulares, de círculos ou o polígonos regulares e de círculos. Mede volumes de sólidos. Constrói,
volumes de sólidos. Não constrói e regulares, de círculos ou de volumes volume de sólidos simples. Reconhece Mede volumes de sólidos pouco reconhece e aplica propriedades de
reconhece propriedades de isometrias de sólidos. Reconhece algumas algumas propriedades de isometrias complexos. Constrói e reconhece a isometrias do plano. Resolve
do plano. Não resolve problemas. propriedades de isometrias do plano, do plano. Constrói isometrias se forem generalidade das propriedades de problemas.
mas não as consegue construir. Não simples. Apenas resolve problemas isometrias do plano. Resolve
resolve problemas, mesmo que simples. problemas com um grau de
simples. complexidade intermédio.
Não conhece o alfabeto grego. Não Não conhece o alfabeto grego. Não Conhece razoavelmente o alfabeto Conhece a maioria do alfabeto grego. Conhece o alfabeto grego. Classifica e
classifica nem constrói quadriláteros. classifica nem constrói quadriláteros. grego. Classifica com alguma Classifica e constrói a maioria dos constrói quadriláteros. Identifica e
Não identifica nem constrói figuras Identifica e constrói figuras dificuldade e constrói alguns quadriláteros. Identifica e constrói constrói figuras congruentes e
congruentes e semelhantes. Não congruentes, mas não semelhantes. quadriláteros. Identifica e constrói figuras congruentes e semelhantes. semelhantes. Constrói e reconhece as
constrói nem reconhece as Não constrói nem reconhece as figuras congruentes e semelhantes de Constrói e reconhece a maioria das propriedades das homotetias. Mede
propriedades das homotetias. Não propriedades das homotetias. Não caráter simples. Constrói e reconhece propriedades das homotetias. Mede comprimentos de segmentos de reta
mede comprimentos de segmentos de mede comprimentos de segmentos de as propriedades das homotetias comprimentos de segmentos de reta com diferentes unidades. Calcula
7º ano

reta com diferentes unidades. Não reta com diferentes unidades. Não simples. Mede razoavelmente com diferentes unidades. Calcula medidas de áreas de quadriláteros.
calcula medidas de áreas de calcula medidas de áreas de comprimentos de segmentos de reta medidas de áreas da maioria dos Relaciona perímetros e áreas de
quadriláteros. Não relaciona quadriláteros, mesmo que simples. com diferentes unidades. Calcula quadriláteros. Relaciona perímetros e figuras semelhantes. Resolve
perímetros nem áreas de figuras Não relaciona perímetros nem áreas medidas de áreas de quadriláteros áreas da maioria das figuras problemas.
semelhantes. Não resolve problemas. de figuras semelhantes. Não resolve simples. Relaciona com dificuldade semelhantes. Resolve problemas com
problemas, mesmo que simples. perímetros e áreas de figuras grau de dificuldade intermédio.
semelhantes. Resolve problemas
simples.
Não relaciona o teorema de Pitágoras Não relaciona o teorema de Pitágoras Relaciona com alguma dificuldade o Relaciona o teorema de Pitágoras com Relaciona o teorema de Pitágoras com
com a semelhança de triângulos. Não com a semelhança de triângulos. teorema de Pitágoras com a a semelhança de triângulos. Constrói e a semelhança de triângulos. Constrói e
8º ano

constrói nem reconhece propriedades Constrói translações do plano, mas semelhança de triângulos. Constrói e reconhece a maioria das propriedades reconhece propriedades das
das translações do plano. Não resolve não reconhece as suas propriedades. reconhece com alguma dificuldade as das translações do plano. Resolve translações do plano. Resolve
problemas. Não resolve problemas, mesmo que propriedades das translações do problemas com grau de dificuldade problemas.
simples. plano. Resolve problemas simples. intermédio.

Critérios de Avaliação Página 146 de 200


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Não utiliza corretamente o vocabulário Não utiliza corretamente o vocabulário Utiliza razoavelmente o vocabulário Utiliza a maioria das vezes, o Utiliza corretamente o vocabulário
próprio do método axiomático. próprio do método axiomático. próprio do método axiomático. vocabulário próprio do método próprio do método axiomático.
Não identifica fatos essenciais da Não identifica fatos essenciais da Identifica alguns factos essenciais da axiomático. Identifica fatos essenciais da
axiomatização da geometria. axiomatização da geometria. axiomatização da geometria. Identifica fatos essenciais da axiomatização da geometria.
Não carateriza a geometria euclidiana Não carateriza a geometria euclidiana Carateriza razoavelmente a geometria axiomatização da geometria. Carateriza a geometria euclidiana
através do axioma das paralelas. através do axioma das paralelas. euclidiana através do axioma das Carateriza a geometria euclidiana através do axioma das paralelas.
Não identifica posições relativas de Não identifica a maioria das posições paralelas. através do axioma das paralelas. Identifica posições relativas de retas
retas no plano utilizando o axioma relativas de retas no plano utilizando o Identifica razoavelmente posições Identifica maioritariamente posições no plano utilizando o axioma
euclidiano de paralelismo. axioma euclidiano de paralelismo. relativas de retas no plano utilizando o relativas de retas no plano utilizando o euclidiano de paralelismo.
Não identifica planos paralelos, retas Não identifica planos paralelos, retas axioma euclidiano de paralelismo. axioma euclidiano de paralelismo. Identifica planos paralelos, retas
paralelas a planos no espaço paralelas a planos no espaço Identifica razoavelmente planos Identifica planos paralelos, retas paralelas a planos no espaço
euclidiano. euclidiano. paralelos, retas paralelas a planos no paralelas a planos no espaço euclidiano.
Não identifica planos perpendiculares Não identifica planos perpendiculares espaço euclidiano. euclidiano. Identifica planos perpendiculares e
e retas perpendiculares a planos no e retas perpendiculares a planos no Identifica razoavelmente planos Identifica planos perpendiculares e retas perpendiculares a planos no
9º ano

espaço euclidiano. espaço euclidiano. perpendiculares e retas retas perpendiculares a planos no espaço euclidiano.
Não define distância entre pontos e Não define distância entre pontos e perpendiculares a planos no espaço espaço euclidiano. Define distância entre pontos e planos,
planos, retas e planos e entre planos planos, retas e planos e entre planos euclidiano. Define distância entre pontos e planos, retas e planos e entre planos
paralelos. paralelos. Define razoavelmente distância entre retas e planos e entre planos paralelos.
Não compara nem calcula áreas e Não compara nem calcula áreas e pontos e planos, retas e planos e entre paralelos. Compara e calcula áreas e volumes.
volumes. volumes. planos paralelos. Compara e calcula áreas e volumes. Define e utiliza razões trigonométricas
Não define nem utiliza razões Define razões trigonométricas de Compara e calcula áreas e volumes, Define e utiliza razões trigonométricas de ângulos agudos.
trigonométricas de ângulos agudos. ângulos agudos mas não as utiliza. razoavelmente. de ângulos agudos. Identifica lugares geométricos no
Não identifica lugares geométricos no Não identifica lugares geométricos no Define e utiliza razões trigonométricas Identifica lugares geométricos no plano.
plano. plano. razoavelmente de ângulos agudos. plano. Conhecer propriedades de ângulos,
Não conhece propriedades de ângulos, Não conhece propriedades de ângulos, Identifica lugares geométricos no Conhece propriedades de ângulos, cordas e arcos definidos numa
cordas e arcos definidos numa cordas e arcos definidos numa plano. cordas e arcos definidos numa circunferência.
circunferência. circunferência. Conhece propriedades de ângulos, circunferência. Resolve problemas.
Não resolve problemas. Não resolve problemas mesmo que cordas e arcos definidos numa Resolve problemas com grau de
simples. circunferência. dificuldade intermédio.
Resolve problemas simples.
Não conhece nem aplica as Conhece algumas propriedades das Conhece algumas propriedades das Conhece e aplica a generalidade das Conhece e aplica as propriedades das
5º ano

propriedades das operações. operações, mas não as aplica operações, mas nem sempre as aplica propriedades das operações em operações.
corretamente. corretamente. situações pouco complexas.
Álgebra (ALG)

Não efetua operações com potências. Não consegue efetuar operações com Efetua algumas operações com Efetua a maioria das operações com Efetua operações com potências.
Não identifica ou explora potências. Identifica algumas potências. Identifica algumas potências. Identifica e explora regularidades.
regularidades. Não relaciona irregularidades mas não as explora. irregularidades, explorando-as se as Identifica e explora regularidades Relaciona grandezas diretamente
6º ano

grandezas diretamente proporcionais. Não consegue relacionar grandezas mesmas forem simples. Relaciona simples. Relaciona a generalidade das proporcionais. Resolve problemas.
Não resolve problemas. diretamente proporcionais. Não algumas grandezas diretamente grandezas diretamente proporcionais.
resolve problemas, mesmo que proporcionais. Apenas resolve Resolve problemas com um grau de
simples. problemas simples. complexidade intermédio.

Critérios de Avaliação Página 147 de 200


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Não estende a potenciação nem Não estende a potenciação nem Estende com dificuldade a potenciação Estende a potenciação e reconhece a Estende a potenciação e reconhece as
reconhece as propriedades das reconhece as propriedades das e reconhece algumas das propriedades maioria das propriedades das propriedades das operações. Opera
operações. Não opera com raízes operações. Opera com algumas raízes das operações. Opera com algumas operações. Opera com a maioria das com raízes quadradas e cúbicas
7º ano
quadradas nem cúbicas racionais. Não quadradas simples, mas não com raízes quadradas e cúbicas racionais. raízes quadradas e cúbicas racionais. racionais. Resolve equações do 1º
resolve equações do 1º grau. Não raízes cúbicas racionais. Resolve Resolve equações do 1º grau simples. Resolve a maioria das equações do 1º grau. Resolve problemas.
resolve problemas. equações do 1º grau, de caráter muito Resolve problemas simples. grau. Resolve problemas com grau de
simples. Não resolve problemas, dificuldade intermédio.
mesmo que simples.
Não estende o conceito de potência a Não estende o conceito de potência a Estende com dificuldade o conceito de Estende o conceito de potência a Estende o conceito de potência a
expoentes inteiros. Não reconhece expoentes inteiros. Reconhece potência a expoentes inteiros. expoentes inteiros. Reconhece e opera expoentes inteiros. Reconhece e opera
nem opera com monómios. Não monómios, mas não opera com estes. Reconhece e opera com alguns com monómios. Reconhece e opera com monómios. Reconhece e opera
reconhece nem opera com polinómios. Não reconhece nem opera com monómios. Reconhece polinómios e com a maioria dos polinómios. Resolve com polinómios. Resolve equações do
Não resolve equações do 2º grau. Não polinómios. Não resolve equações do opera razoavelmente com estes. a maioria das equações do 2º grau. 2º grau. Reconhece e resolve equações
8º ano

reconhece nem resolve equações 2º grau. Reconhece equações literais Resolve equações do 2º grau simples. Reconhece e resolve equações literais literais em ordem a uma das
literais em ordem a uma das resolvidas em ordem a uma das Reconhece, mas resolve com em ordem a uma das incógnitas. incógnitas. Resolve sistemas de duas
incógnitas. Não resolve sistemas de incógnitas, mas não as resolve. Não dificuldade equações literais em Resolve a maioria dos sistemas de equações do 1º grau a duas incógnitas.
duas equações do 1º grau a duas resolve sistemas de duas equações do ordem a uma das incógnitas. Resolve duas equações do 1º grau a duas Resolve problemas.
incógnitas. Não resolve problemas. 1º grau a duas incógnitas. Não resolve sistemas de duas equações do 1º grau incógnitas. Resolve problemas com
problemas, mesmo que simples. a duas incógnitas simples. Resolve grau de dificuldade intermédio.
problemas simples.
Não resolve inequações do 1.º grau. Não resolve inequações do 1.º grau. Resolve inequações simples do 1.º Resolve inequações do 1.º grau com Resolve inequações do 1.º grau.
Não completa quadrados e não resolve Completa quadrados com dificuldade e grau. um grau de complexidade intermédio. Completa quadrados e resolve
equações do 2.º grau. não resolve equações do 2.º grau. Completa quadrados e resolve Completa quadrados e resolve equações do 2.º grau.
9º ano

Não relaciona grandezas inversamente Não relaciona grandezas inversamente equações simples do 2.º grau. equações do 2.º grau. Relaciona grandezas inversamente
proporcionais. proporcionais. Relaciona grandezas inversamente Relaciona grandezas inversamente proporcionais.
Não resolve problemas. Não resolve problemas mesmo que proporcionais. proporcionais. Resolve problemas.
simples. Resolve problemas simples. Resolve problemas com um grau de
complexidade intermédio.
Não constrói gráficos cartesianos. Não Não constrói gráficos cartesianos. Não Constrói gráficos cartesianos simples. Constrói gráficos cartesianos. Constrói gráficos cartesianos.
Organização e tratamento de dados (OTD)

organiza, representa ou trata organiza, representa ou trata Organiza, representa ou trata Organiza, representa e trata conjuntos Organiza, representa e trata conjuntos
5º ano

conjuntos de dados. Não resolve conjuntos de dados. Não resolve conjuntos de dados simples. Apenas de dados pouco complexos. Resolve de dados. Resolve problemas.
problemas. problemas, mesmo que simples. resolve problemas simples. problemas com um grau de
complexidade intermédio.
Não organiza ou representa dados, Não consegue organizar ou Organizar e representa dados simples. Organiza e representa dados, Organiza e representa dados,
nem identifica «população representar dados. Não consegue Identificar «população estatística», identificando «população estatística», identificando «população estatística»,
estatística», «unidades estatísticas» e identificar «população estatística», «unidades estatísticas» e «variáveis «unidades estatísticas» e «variáveis «unidades estatísticas» e «variáveis
6º ano

«variáveis estatísticas». Não «unidades estatísticas» e «variáveis estatísticas». Representa, mas nem estatísticas». Representa e interpreta estatísticas». Representa e interpreta
representa e interpreta dados, em estatísticas». Representa mas não sempre interpreta dados, em várias dados, em representações gráficas dados, em representações gráficas.
várias representações gráficas. Não interpreta dados, em várias representações gráficas.. Apenas pouco complexas. Resolve problemas Resolve problemas.
resolve problemas. representações gráficas. Não resolve resolve problemas simples. simples.
problemas, mesmo que simples.
Não representa, não trata nem analisa Representa, mas não trata nem analisa Representa, trata e analisa alguns Representa, trata e analisa a maioria Representa, trata e analisa conjuntos
7º ano

conjuntos de dados. Não resolve conjuntos de dados. Não resolve conjuntos de dados. Resolve dos conjuntos de dados. Resolve de dados. Resolve problemas.
problemas. problemas, mesmo que simples. problemas simples. problemas com grau de complexidade
intermédio.

Critérios de Avaliação Página 148 de 200


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Não representa, não trata nem Representa, mas não trata nem Representa, trata e analisa alguns Representa, trata e analisa a Representa, trata e analisa
8º ano analisa conjuntos de dados. Não analisa conjuntos de dados. Não conjuntos de dados. Resolve maioria dos conjuntos de dados. conjuntos de dados. Resolve
resolve problemas. resolve problemas, mesmo que problemas simples. Resolve problemas com grau de problemas.
simples. complexidade intermédio.
Não organiza nem representa Organiza mas não representa Organiza e representa dados em Organiza e representa dados em Organiza e representa dados em
dados em histogramas. dados em histogramas. histogramas razoavelmente. histogramas a maioria das vezes. histogramas.
9º ano

Não utiliza corretamente a Não utiliza a linguagem da Utiliza corretamente a linguagem Utiliza corretamente a linguagem Utiliza corretamente a linguagem
linguagem da probabilidade. probabilidade. da probabilidade. da probabilidade. da probabilidade.
Não resolve problemas. Não resolve problemas mesmo Resolve problemas simples. Resolve problemas com um grau Resolve problemas.
que simples. de complexidade intermédio.
Não define funções. Não opera Define funções, com muita Define algumas funções. Opera Define a maioria das funções. Define funções. Opera com
com funções. Não define funções dificuldade. Não opera com com algumas funções simples. Opera com a maioria das funções. funções. Define funções de
de proporcionalidade direta. Não funções. Não define funções de Define algumas funções de Define funções de proporcionalidade direta. Define
7º ano

define sequências nem sucessões. proporcionalidade direta. Não proporcionalidade direta. Define proporcionalidade direta. Define a sequências e sucessões. Resolve
Não resolve problemas. define sequências e sucessões. sequências e sucessões, com maioria das sequências e das problemas.
Não resolve problemas, mesmo alguma dificuldade. Resolve sucessões. Resolve problemas
Funções, Sequências e Sucessões (FSS)

que simples. problemas simples. com grau de complexidade


intermédio.
Não identifica as equações das Identifica um número muito Identifica algumas equações das Identifica a maioria das equações Identifica as equações das retas
8º ano

retas no plano. Não resolve limitado de equações das retas no retas no plano. Resolve problemas das retas no plano. Resolve no plano. Resolve problemas.
problemas. plano. Não resolve problemas, simples. problemas com grau de
mesmo que simples. complexidade intermédio.
Não compreende o conceito de Compreende com muita Compreende com alguma Compreende o conceito de função Compreende com muita facilidade
função e de gráfico de uma dificuldade o conceito de função e dificuldade o conceito de função e e de gráfico de uma função. Usa o o conceito de função e de gráfico
função. Não usa o conceito de de gráfico de uma função. Usa de gráfico de uma função. Usa conceito de função em situações de uma função. Usa com
função em situações de com muita dificuldade o conceito com alguma dificuldade o de proporcionalidade direta e facilidade o conceito de função
proporcionalidade direta e de função em situações de conceito de função em situações inversa. Analisa propriedades de em situações de
9º ano

inversa. Não analisa propriedades proporcionalidade direta e de proporcionalidade direta e uma função em várias proporcionalidade direta e
de uma função em várias inversa. Analisa com muita inversa. Analisa com alguma representações. inversa. Analisa com muita
representações. dificuldade propriedades de uma dificuldade propriedades de uma Interpreta graficamente soluções facilidade propriedades de uma
Não interpreta graficamente função em várias representações. função em várias representações. de equações do segundo grau função em várias representações.
soluções de equações do segundo Interpreta com muita dificuldade Interpreta com dificuldade Interpreta com facilidade
grau. graficamente soluções de graficamente soluções de graficamente soluções de
equações do segundo grau. equações do segundo grau equações do segundo grau
Instrumentos de Avaliação:
Avaliação sumativa – Testes
Avaliação formativa – instrumentos (mini testes de avaliação, rotinas, questões de aula, atividades de aplicação, trabalhos individuais e/ou de grupo e relatórios) e participação.
Pesos percentuais dos Instrumentos de Avaliação
Ensino Regular: 2º Ciclo: Avaliação sumativa – 40%; Avaliação formativa – Instrumentos 35% e Participação 5%. / 3º Ciclo: Avaliação sumativa – 40%; Avaliação formativa – Instrumentos 35% e Participação 5%.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 2º CEB – HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL

Domínios de
Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5
Avaliação
- Não é capaz de - Revela dificuldades em - Revela alguma facilidade em - Revela facilidade em - Revela muita facilidade na pesquisa,
pesquisar, selecionar e pesquisar, selecionar e pesquisar, selecionar e pesquisar, selecionar e seleção e interpretação de
interpretar documentos interpretar documentos interpretar documentos interpretar documentos documentos históricos, iconográficos e
históricos escritos, históricos, iconográficos e históricos, iconográficos e históricos, iconográficos e cartográficos;
iconográficos e cartográficos; cartográficos; cartográficos; - Revela muita facilidade em observar,
Tratamento de
cartográficos; - Revela dificuldades em - Revela alguma facilidade em - Revela facilidade em recolher e registar tipos de
Informação e
- Não consegue observar, observar, recolher e registar observar, recolher e registar observar, recolher e registar informação, que seleciona com base
utilização de fontes
recolher e registar tipos tipos de informação, bem como tipos de informação, que tipos de informação, que nos seus conhecimentos próprios,
de informação, bem como elaborar conclusões simples. seleciona com base nos seus seleciona com base nos seus constrói conhecimento acerca do
elaborar conclusões conhecimentos próprios. conhecimentos próprios, passado.
simples. constrói conhecimento acerca
do passado.
- Não é capaz de localizar - Revela dificuldade em localizar - Revela alguma facilidade em - Revela facilidade em localizar - Revela muita facilidade em localizar e
Conhecimentos ou Competências

e ordenar acontecimentos e ordenar acontecimentos no localizar e ordenar e ordenar acontecimentos no ordenar acontecimentos no tempo;
no tempo; tempo; acontecimentos no tempo; tempo; - Reconhece com muita facilidade
- Não é capaz de utilizar - Revela dificuldades na - Revela alguma facilidade em - Revela facilidade em utilizar conceções de mudança e continuidade
Compreensão
unidades/convenções de utilização de utilizar marcos cronológicos marcos cronológicos (passado/presente) em História,
histórica:
datação para relacionar unidades/convenções de datação significativos para Portugal e significativos para Portugal e explicitando noções de diferentes
Temporalidade
personalidades e para relacionar personalidades, para a Humanidade na para a Humanidade na ritmos de evolução (sincronia e
acontecimentos. acontecimentos, processos e construção de tabelas/frisos construção de tabelas/frisos diacronia) e admitindo diferentes
interações significativas. cronológicos. cronológicos. perspetivas de mudança (progresso,
declínio).
- Não é capaz de localizar - Revela dificuldade em - Revela alguma facilidade em - Revela facilidade em utilizar
e ordenar acontecimentos descrever a localização relativa localizar e ordenar diferentes formas de - Relaciona com muita facilidade os
no espaço; do lugar e da região onde vive e acontecimentos no espaço; representação espacial como grandes contrastes na organização do
- É incapaz de utilizar o do país, utilizando os rumos da - Revela alguma facilidade na fonte para a compreensão da território nacional com a influência de
mapa e os seus rosa dos ventos e outros construção de uma visão ação humana em diferentes fatores naturais e humanos.
Compreensão elementos, ou qualquer elementos geográficos de diacrónica de espaço em espaços e tempos.
histórica: outra representação da referência; relação com a ação humana ao - Revela muita facilidade em utilizar
superfície terrestre. - Revela dificuldade em longo dos tempos. diferentes formas de representação
Espacialidade descrever, comparar e explicar espacial como fonte para a
características naturais e compreensão da ação humana em
humanas de lugares e regiões em diferentes espaços e tempos.
Portugal e na Península Ibérica,
mobilizando terminologia
geográfica.

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- Não reconhece a - Revela dificuldades na - Revela alguma facilidade na - Revela facilidade na - Revela muita facilidade na
importância do território compreensão / interpretação dos compreensão / interpretação compreensão / interpretação compreensão /interpretação dos
na construção da conceitos essenciais para a dos conceitos fundamentais; dos conceitos fundamentais; conceitos fundamentais;
identidade pessoal e compreensão histórica, - Revela alguma facilidade na - Reconhece com facilidade a - Revela muita facilidade em recolher
comunitária; construídos ao longo da construção de um relato sobre diversidade de identidades informação sobre diferentes lugares e
- Não usa / aplica aprendizagem das temáticas em períodos e momentos pessoais, sociais, políticos, fenómenos geográficos, políticos e
terminologia e conceitos estudo. significativos da História de económicos e culturais, económicos;
Compreensão essenciais para a Portugal, integrando diversas explicitando razões, atitudes e - Analisa com muita facilidade os
histórica: compreensão histórica. dimensões históricas, consequências de situações problemas ambientais e sociais no
geográficas e protagonistas colocando hipóteses sobre a território nacional, desenvolvendo o
Contextualização (coletivos ou individuais); compreensão do passado; seu pensamento crítico;
- Revela alguma facilidade em - Revela facilidade ao - Mobiliza com muita facilidade os
explicar a singularidade de comparar a distribuição de conhecimentos e procedimentos
lugares e regiões, através da diferentes fenómenos inerentes à organização de dossiês e
análise das suas características geográficos, formulando portefólios sobre problemas
naturais e humanas. questões relevantes ambientais e sociais, em Portugal,
sustentadoras da explicação formulando questões e explicações
dessas diferenças. fundamentadas.
- Não adquire, nem aplica - Revela dificuldades na aquisição - Revela alguma facilidade na - Revela facilidade em - Revela muita facilidade ao nível da
os conhecimentos; e aplicação dos conhecimentos; aquisição e aplicação dos comunicar por escrito e estrutura, comunicação e debate,
- Não utiliza o vocabulário - Revela dificuldades na conhecimentos; oralmente os seus utilizando o vocabulário específico da
específico da disciplina; utilização do vocabulário - Revela alguma facilidade na conhecimentos e conceções disciplina.
- Não descreve nem específico da disciplina; utilização do vocabulário sobre o passado histórico e a - Revela conhecimentos demonstrando
explica a distribuição de - Revela dificuldades ao específico da disciplina. realidade geográfica de conceções sobre o passado histórico e
fenómenos geográficos, descrever a inter-relação entre Portugal. a realidade geográfica de Portugal,
Comunicação em
relacionando as suas lugares e regiões, em Portugal e - Revela facilidade na análise e utilizando as TIC;
Histórica
características com na Península Ibérica, a partir da debate de alterações no - Revela muita facilidade na
fatores naturais e análise de casos concretos. território nacional resultantes interpretação de expressões artísticas,
humanos. da ação humana, recorrendo a enquadrando-as no momento histórico
diferentes formas de respetivo para expressar
comunicação, utilizando o conhecimentos, conceções e
vocabulário específico da perspetivas sobre a História de
disciplina. Portugal.

Domínio Cognitivo
Ponderação geral: 80%
Pesos percentuais dos instrumentos de avaliação:
Fichas de Avaliação sumativa – 40%; Outros instrumentos formativos – 40%
Nota: Para cada domínio de avaliação deverá ser considerado o desempenho esperado pelo aluno nos termos definidos nas Metas Curriculares.

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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DE AVALIAÇÃO – 3º CEB – HISTÓRIA


Parâmetros de Avaliação Competências/Capacidades
 Não identifica ou distingue as diferentes fontes;
 Não interpreta ou relaciona os dados contidos nas diversas fontes utilizadas;
 Não pesquisa nem seleciona dados históricos elementares em trabalho individual ou em
1
grupo;
 Não realiza, a partir da pesquisa, pequenos trabalhos escritos;
 Não problematiza aspetos divergentes nas fontes.
 Identifica ou distingue com dificuldade poucas fontes;
 Interpreta poucos dados contidos nas diversas fontes utilizadas, mas não os relaciona;
 Raramente pesquisa e seleciona dados históricos elementares em trabalho individual ou
2 em grupo;
 Raramente realiza, a partir da pesquisa, pequenos trabalhos escritos e revela algumas
dificuldades na expressão escrita;
 Raramente problematiza as fontes.
 Identifica ou distingue algumas fontes;
 Interpreta e relaciona alguns dados contidos nas diversas fontes utilizadas;
 Pesquisa e seleciona dados históricos elementares em trabalho individual ou em grupo;
3
Fontes em História  Realiza a partir da pesquisa, pequenos trabalhos escritos, revelando alguma dificuldade
na expressão escrita;
 Problematiza com algumas dificuldades aspetos divergentes nas fontes.
 Identifica ou distingue as fontes;
 Interpreta e relaciona de forma correta os dados contidos nas diversas fontes utilizadas;
 Pesquisa e seleciona dados históricos em trabalho individual ou em grupo;
4
 Realiza, com facilidade, a partir da pesquisa, pequenos trabalhos escritos, revelando
correta expressão escrita;
Problematiza a informação das fontes.
 Identifica e distingue todo o tipo de fontes;
 Interpreta e relaciona, de forma correta, os dados contidos nas diversas fontes
utilizadas;
 Pesquisa e seleciona regularmente e com correção dados históricos em trabalho
5
individual ou em grupo;
 Realiza com facilidade, a partir da pesquisa, pequenos trabalhos escritos, revelando boa
expressão escrita e sentido crítico;
 Problematiza aspetos divergentes das fontes.
Compreensão Histórica

 Não utiliza unidades de referência: milénio, século, quarto de século, década, períodos,
idades, épocas, mudanças, evolução e rutura;
 Não analisa e não elabora tabelas cronológicas simples;
 Não interpreta, compreende ou constrói barras/frisos cronológicos simples;
1
 Não ordena, não seleciona e compara factos, acontecimentos, situações através de
quadros, mapas, gráficos, tabelas e barras cronológicas;
 Não utiliza a periodização para as novas aprendizagens;
 Não relaciona a História nacional com a europeia e mundial.
 Revela dificuldades ao utilizar unidades de referência: milénio, século, quarto de
século, década, períodos, idades, épocas, mudanças, evolução e rutura;
 Raramente analisa e elabora tabelas cronológicas simples;
 Interpreta, compreende, e constrói, com bastante dificuldade barras/frisos cronológicos
Temporal simples;
2
 Manifesta dificuldade em ordenar, selecionar e comparar factos, acontecimentos,
personalidades, processos, situações através de quadros, mapas, gráficos e tabelas e
barras cronológicas;
 Raramente utiliza a periodização em novas aprendizagens
 Relaciona com dificuldade a História nacional com a europeia e mundial
 Utiliza unidades de referência: milénio, século, quarto de século, década,
 Períodos, idades, épocas, mudanças, evolução e rutura;
 Interpreta, compreende, e constrói, barras/frisos cronológicos simples;
3
 Ordena, seleciona e compara factos, acontecimentos, personalidades, processos,
situações através de quadros, mapas, gráficos e tabelas, que não apresentem um elevado
grau de dificuldade;
Critérios de Avaliação Página 152 de 200
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 Utiliza a periodização em novas aprendizagens;
 Relaciona a História nacional com a europeia e mundial.
 Utiliza com alguma facilidade unidades de referência: milénio, século, quarto de século,
década, períodos, idades, épocas, mudanças, evolução e rutura;
 Analisa e elabora tabelas cronológicas;
 Interpreta, compreende e constrói, com facilidade, barras/frisos cronológicos simples;
4  Ordena, seleciona e compara, corretamente, factos, acontecimentos, personalidades,
processos, situações através de quadros, mapas, gráficos e tabelas, que não apresentem um
elevado grau de dificuldade;
 Utiliza a periodização em novas aprendizagens;
Relaciona com facilidade a História nacional com a europeia e mundial.
 Utiliza facilmente unidades de referência: milénio, século, quarto de século, década,
períodos, idades, épocas, mudanças, evolução e rutura
 Analisa e elabora, com facilidade, tabelas cronológicas;
 Interpreta, compreende e constrói, corretamente, barras/frisos cronológicos simples;
5
 Ordena, seleciona e compara, de forma correta e imediata, factos, acontecimentos,
personalidades, processos, situações através de quadros, mapas, gráficos e tabelas;
 Utiliza com facilidade a periodização em novas aprendizagens
 Relaciona corretamente a História nacional com a europeia e mundial.
 Não localiza em diferentes formas de representação cartográfica a ação humana;
 Não integra/utiliza a visão diacrónica e multiprespetivada da ocupação do espaço.
 Não elabora e não analisa plantas, mapas, tabelas, gráficos e esquemas simples;
1
 Não utiliza conceitos e vocabulário de suporte às representações e construções de
realidade da espacialidade;
 Não interpreta a simbologia e convenções utilizadas nos mapas.
 Localiza com dificuldade, em diferentes formas de representação cartográfica a ação
humana;
 Integra/utiliza com dificuldade a visão diacrónica e multiprespetivada da ocupação do
espaço;
2  Elabora e analisa com muita dificuldade plantas, mapas, tabelas, gráficos e esquemas
simples;
 Raramente utiliza conceitos e vocabulário de suporte às representações e construções
de realidade da espacialidade;
 Interpreta com dificuldade a simbologia e convenções utilizadas nos mapas.
 Localiza em diferentes formas de representação cartográfica a ação humana;
 Integra/utiliza a visão diacrónica e multiprespetivada da ocupação do espaço;
 Elabora e analisa plantas, mapas, tabelas, gráficos e esquemas simples;
3
 Utiliza conceitos e vocabulário de suporte às representações e construções de realidade
Espacial da espacialidade;
 Interpreta a simbologia e convenções utilizadas nos mapas.
 Localiza com facilidade em diferentes formas de representação cartográfica a ação
humana.
 Integra/utiliza com facilidade a visão diacrónica e multiprespetivada da ocupação do
espaço;
4  Elabora e analisa de forma adequada plantas, mapas, tabelas, gráficos e esquemas
simples;
 Utiliza com facilidade conceitos e vocabulário de suporte às representações e
construções