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Academia

Volkswagen
Pós-Vendas

Transmissão Automática DSG


02E
transmissão automática DSG 02E

índice

Introdução............................................................................................ 3
Dados Técnicos...............................................................................................4

Alavanca seletora............................................................................... 5
Comandos......................................................................................................5
Estrutura da alavanca seletora..........................................................................6
Eletroímã para bloqueio da alavanca seletora N110..............................................7
Desbloqueio de emergência..............................................................................8
Bloqueio para anti-extração da chave de contato.................................................9

Arquitetura dA DSG............................................................................ 11
Princípio de funcionamento.............................................................................11
Aplicação do torque de entrada.......................................................................12
Embreagens multidisco..................................................................................13
Árvores primárias ......................................................................................... 15
Árvores secundárias...................................................................................... 17
Árvore inversora ......................................................................................... 19
Diferencial ................................................................................................... 20
Bloqueio de estacionamento...........................................................................21
Sincronização............................................................................................... 22
Transmissão de torque no veículo....................................................................23
Fluxo de força nas diferentes marchas.............................................................24

Módulo Mecatronic............................................................................ 28
Mecatronic................................................................................................... 28
Unidade de comando Eletro-hidráulica..............................................................30

circuito hidráulico e de lubrificação............................................... 32


Bomba de óleo.............................................................................................. 33
Esquema do circuito hidráulico e de lubrificação................................................34
Componentes do circuito hidráulico e de lubrificação.........................................36
Gerenciamento eletro-hidráulico do circuito.......................................................37
Sistema de óleo de refrigeração para as embreagens..........................................38
Acionamento das marchas..............................................................................39

1
Estrutura do sistema......................................................................... 40

Sensores............................................................................................... 42
Sensor de rotação de entrada G182.................................................................42
Sensor de rotação da árvore primária 1 G501 e da árvore primária 2 G502................ 43
Sensor 1 de rotação de saída da transmissão G195 e sensor 2 de rotação
de saída da transmissão G196.............................................................................. 44
Sensores de pressão hidráulica 1-G193 e 2-G194................................................... 45
Sensor de temperatura do óleo para a embreagem multiuso G509............................ 46
Sensor de temperatura do óleo G93 e sensor de temperatura da Unidade
de Controle G510................................................................................................ 47
Sensor de posição 1-G487, 2-G488, 3-G489 e 4-G490 para atuadores
de seleção de marchas......................................................................................... 48
Unidade de Controle do sistema sensor da alavanca seletora J587........................... 49

Atuadores............................................................................................ 50
Válvula reguladora de pressão 3-N217 (válvula de pressão principal)....................50
Válvulas reguladoras de pressão 1-N215 e 2-N216 (válvulas das embreagens)......51
Válvula reguladora de pressão 4-N218 (válvula do óleo de refrigeração)...............52
Eletroválvulas 1-N88, 2-N89, 3-N90 e 4-N91 (válvulas para os
atuadores de seleção de marcha).....................................................................53
Eletroválvula 5-N92 (válvula do Multiplexor).....................................................54
Válvulas reguladoras de pressão 5-N233 e 6-N371 (válvulas de segurança)..........55

Esquema elétrico geral...................................................................... 56

Conexão com o CAN Bus...................................................................... 58

Diagnósticos........................................................................................ 59
Modo operativo: Localização de falhas assistidas...............................................59
Modo operativo: Funções guiadas....................................................................59

Serviço.................................................................................................. 60
Ferramentas especiais.......................................................................................... 60

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transmissão automática DSG 02E

iNTRODUÇÃO

Atualmente, o mundo das transmissões é As vantagens de uma transmissão


predominante na Europa pelas transmissões automática são, entre outras:
manuais e nos EUA e Japão pelas
transmissões automáticas. Ambas têm suas 99 alto nível de conforto, sobretudo ao
vantagens. mudar as marchas, o qual é realizado
sem interromper a força de tração.
As vantagens de uma transmissão manual
são, entre outras: Diante destes fatos, a Volkswagen buscou
combinar as vantagens de ambos os
99 alto grau de rendimento; mundos das transmissões numa geração
completamente nova, denominada
99 robustez e esportividade. transmissão automática DSG, onde DSG
significa Direkt Schalt Getriebe, uma
transmissão com trocas diretas.

Filtro de óleo
Radiador de óleo

Bomba de óleo

Mecatronic

Embreagem
multidisco

Sua concepção com duas embreagens trancos, o qual representa o alto nível de
multidisco e diferentes programas de esportividade no que diz respeito ao prazer
trocas de marchas, satisfaz o alto nível de de dirigir com uma transmissão manual.
exigências dos motoristas que almejam o
conforto das transmissões automáticas. E vale dizer que o consumo de combustível
se encontra no nível dos veículos com
Além disso, oferece a possibilidade transmissão manual.
de intervir de forma direta e mudar de
marchas de forma instantânea e livre de

3
As características específicas da
transmissão automática DSG são:

99 seis marchas para frente e uma marcha 99 mecatronic - uma unidade eletrônica
a ré; e eletro-hidráulica constitui um só
conjunto integrado à transmissão;
99 programa de condução normal D,
programa de condução esportiva S, 99 função hill holder; se o veículo parado
assim como Tiptronic na alavanca com o freio acionado tende a se
seletora e no volante de direção; deslocar levemente, o sistema aumenta
a pressão na embreagem e retém o
veículo parado;

Radiador de óleo 99 regulagem creep de saída lenta; permite


Filtro de óleo
que o veículo se mova em marcha
lentíssima, por exemplo ao estacionar
sem pisar no acelerador;

99 programa de marcha de emergência


segundo o tipo de falha ocorrida, o
sistema libera a 1ª e 3ª ou somente a
2ª marcha para circular.

Conexão elétrica com o


veículo

Dados Técnicos

Designação DSG 02E (Transmissão automática DSG)


Peso aprox. 94 kg para tração dianteira; 109 kg para tração
4motion
Torque máximo de entrada 350 Nm
Embreagem duas embreagens multidisco banhadas a óleo
Marchas seis marchas para frente e uma marcha a ré (todas
sincronizadas)
Modos operativos automático e Tiptronic
Volume recomendado de óleo 7,2 l; especificação óleo DSG G052 182

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transmissão automática DSG 02E

Alavanca seletora

Comando

A alavanca seletora é acionada igual à de


um veículo com transmissão automática.
A transmissão DSG também oferece a Botão de desbloqueio
possibilidade de troca de marchas com a
função Tiptronic.
A alavanca seletora dispõe de bloqueios como
nas transmissões automáticas.

As posições da alavanca são:

P - Parking
Para tirar a alavanca dessa posição é preciso
que a ignição esteja “ligada” e o pedal de freio
pressionado.
Além disso, também é necessário apertar o
botão de desbloqueio na alavanca seletora.

R - Reverse
Para seleção da marcha a ré, o botão de
desbloqueio deve ser pressionado.

N - Neutral
Nesta posição a transmissão encontra-se em
ponto-morto. Se a alavanca permanece nesta
posição durante um determinado período Borboletas no volante
é necessário pressionar o pedal de freio
novamente para tirá-la desta posição.

D - Drive
Nesta posição (drive = condução normal)
as marchas para frente mudam de forma
automática.

S - Sport
A seleção automática das marchas é realizada
de acordo com uma curva característica
esportiva, programada na Unidade de Controle.

“ +” e ” - ”
As funções Tiptronic podem ser executadas
com as borboletas do volante ou com a
alavanca seletora. Basta a alavanca encontrar-
se na pista de seleção direita. Esta função
permite trocas manuais de marcha.

5
Estrutura da alavanca seletora.

A alavanca seletora é composta pelos


seguintes componentes: Interruptor da alavanca seletora bloqueado
na posição P F319
Unidade de Controle para sistema sensor
da alavanca seletora J587 Se a alavanca seletora estiver na posição
P, o interruptor F319 transmite o sinal
Mediante sensores Hall no alojamento da para a Unidade de Controle da coluna de
alavanca seletora se detecta a posição direção J527.
da mesma e os sinais correspondentes
são transmitidos ao sistema Mecatronic A Unidade de Controle J527 necessita
através da Rede CAN Bus. deste sinal para comandar o bloqueio
anti-extração da chave de contato.
Eletroímã para bloqueio da alavanca
seletora N110

Com o eletroímã a alavanca seletora é


bloqueada nas posições P e N. As funções
do eletroímã são comandadas pela
Unidade de Controle para o sistema sensor
de alavanca seletora J587.

Orificio do pino para


bloqueio em P

F319

Orificio do pino para


bloqueio em N

N110 Unidade de Controle


para sistema sensor
de alavanca seletora
J587

Sensores Hall para detectar as


posições da alavanca seletora

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transmissão automática DSG 02E

Eletroímã para bloqueio da Eletroímã para bloqueio


alavanca seletora N110 da alavanca seletora
N110

Funcionamento:
Mola de
Alavanca seletora bloqueada na posição P: compressão

Se a alavanca seletora está na posição


P, o pino de bloqueio está introduzido no
orifício da posição P, impedindo que a
alavanca possa ser movida sem querer. Orifício do
pino para Pino de
bloqueio na bloqueio
posição P

Alavanca seletora desbloqueada:

Depois de conectar a ignição e acionar o


pedal de freio, a Unidade de Controle para
o sistema de sensor de avalanca seletora
J587 excita o eletroímã N110. Deste
modo, é extraído o pino de bloqueio do
orifício da posição P.

Agora é possível passar a alavanca


seletora para a posição desejada.

Alavanca seletora bloqueada na posição N:

Se a alavanca seletora se encontrar mais


de 2 segundos na posição N, a Unidade
de Controle energiza o eletroímã que
movimenta o pino de bloqueio para
Orifício para
o orifício da posição N. A alavanca bloqueio na
seletora não pode ser movimentada posição N
involuntariamente. O pino de bloqueio se
solta quando o freio é acionado.

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Desbloqueio de emergência

Se a alimentação elétrica é cortada no


eletroímã de bloqueio da alavanca N110
na posição P, a alavanda não pode
ser movida porque com o eletroímã
desenergizado, a mola mantém o pino de
bloqueio no orifício.

Ao pressionar mecanicamente o pino


de bloqueio com ajuda de um objeto
fino, é possível fazer o desbloqueio de
emergência para que a alavanca seletora
chegue na posição N.

Volta a ser possível mover o veículo.

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transmissão automática DSG 02E

Bloqueio anti-extração da chave de contato

O bloqueio anti-extração da chave de contato evita o retornar da chave de contato


para a posição de extração, isto acontece quando não estiver aplicado o bloqueio de
estacionamento, ou seja, alavanca seletora na posição P.

Funciona de forma eletromecânica e é comandado através da Unidade de Controle da


coluna de direção J527.

Eletroímã
N376

J527

Flange de
retenção
F319

Mola de compressão

Pino de bloqueio

“Ignição desligada”

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Funcionamento

Com a alavanca seletora em posição de Somente quando se leva a alavanca


marcha e a ignição ligada, fecham-se os seletora à posição P os contatos do
contatos do interruptor F319. interruptor F319 são abertos e a Unidade
de Controle J527 corta a alimentação do
A Unidade de Controle da Coluna de eletroímã N376.
Direção J527 energiza o eletroímã para
bloqueio anti-extração da chave de contato Deste modo, a mola de compressão
N376. empurra de volta o pino de bloqueio e
libera o giro da chave de contato para a
O pino de bloqueio é atraído pelo eletroímã sua remoção.
contra a força da mola de compressão,
sendo deslocado para a posição de
bloqueio.

Na posição de bloqueio, o pino impede que


a chave de contato possa ser girada de
volta e extraída.

J527

F319

N376

“Ignição ligada”

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transmissão automática DSG 02E

Arquitetura da DSG

Princípio de funcionamento

A transmissão automática DSG consta, em Com a embreagem multidisco K1 é


essência, de duas transmissões parciais conectado o fluxo de força das marchas
independentes. 1ª, 3ª, 5ª e da marcha a ré.

Cada transmissão parcial é estruturada A transmissão de força das marchas 2ª,


como se fosse uma transmissão manual, 4ª e 6ª é promovida pela embreagem
em relação ao seu funcionamento. Cada multidisco K2.
transmissão parcial tem uma embreagem
multidisco. Cada marcha tem designada um conjunto
convencional de sincronização e comando,
Ambas as embreagens multidisco equivalente ao de uma transmissão
trabalham com óleo DSG. O sistema manual.
Mecatronic é encarregado de acoplar e
desacoplar as embreagens em função da
marcha que deve ser engatada.

Princípio Transmissão parcial 2


esquemático
Embreagem multidisco K2

Torque do
motor

Embreagem multidisco K1

Transmissão parcial 1

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Aplicação do torque de entrada

O torque é transmitido da árvore de manivelas ao volante de inércia bimassa.

As estrias do volante de inércia bimassa transmitem o torque no cubo de entrada da


embreagem dupla e daí, para o disco de arraste da mesma.

O disco de arraste se encontra ligado ao cubo principal e consequentemente aos


suportes multidiscos exteriores das embreagens K1 e K2.

Suporte multidisco Suporte multidisco Volante de


exterior K2 exterior K1 inércia bimassa

Cubo de
entrada

Disco de
arraste

Cubo
principal

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transmissão automática DSG 02E

Embreagens multidisco

O torque é transmitido para cada uma das embreagens através de seu suporte
multidisco exterior. Ao acoplar a embreagem, o torque é transmitido para seu suporte
multidisco interior, que está solidário a sua respectiva árvore primária.

Sempre há uma embreagem multidisco transmitindo força.

Embreagem multidisco K1

A embreagem K1 é uma versão multidisco localizada na região mais externa do conjunto


de embreagem, e transmite o torque sobre a árvore primária 1 para estabelecer a
transmissão de força das marchas 1ª,3ª, 5ª e marcha a ré.

Para acoplar a embreagem é aplicado óleo sob pressão na câmara correspondente à


embreagem K1.

Devido a isso, o êmbolo 1 é deslocado e comprime o conjunto multidisco da embreagem


K1. O torque é transmitido através do conjunto multidisco do suporte interior até a
árvore primária 1.

Ao desacoplar a embreagem, a mola diafragma empurra o êmbolo 1 à sua posição


inicial.
Suporte multidisco
interior K1

Êmbolo 1 Suporte multidisco


exterior K1
Câmara de
Embreagem K1
pressão de óleo
para K1

Árvore primária 1

Mola diafragma

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Embreagem multidisco K2

A embreagem K2 é uma versão multidisco localizada numa região mais interna do


conjunto de embreagens, destinada a transmitir o torque sobre a árvore primária 2 para
as marchas 2ª, 4ª e 6ª.

Para acoplar a embreagem é aplicado óleo sob pressão na câmara K2. O êmbolo 2
estabelece o fluxo da força através do conjunto multidisco até a árvore primária 2.

As molas helicoidais empurram o êmbolo 2 de novo à sua posição inicial para desacoplar
a embreagem.

Embreagem K2

Êmbolo 2

Câmara de pressão de óleo K2


Suporte multidisco
interior K2

Mola helicoidal

Árvore primária 2

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transmissão automática DSG 02E

Árvores primárias
Árvore primária 1
O torque do motor é transmitido pelas
embreagens multidisco K1 e K2 até as
árvores primárias.

Árvore primária 2

Árvore primária 2

A árvore primária 2 é montada sobre a Roda geradora


árvore primária 1, devido à sua posição de impulsos
ocupada na caixa de transmissão.

4ª e 6ª 2ª marcha
marchas

A árvore primária 2 é oca, unida por meio Para detectar o regime de rotação desta
de estrias com a embreagem multidisco K2 árvore primária há uma roda geradora de
e contém as engrenagens helicoidais para impulsos ao lado da engrenagem da 2ª
as marchas 6ª, 4ª e 2ª. marcha, para excitar o sensor de rotação
G502.
As marchas 6ª e 4ª utilizam a mesma
engrenagem na árvore primária.

15
Árvore primária 1

Roda geradora de
impulsos

5ª marcha 1ª marcha/ 3ª marcha


marcha a ré

A árvore primária 1 trabalha dentro da Para detectar o regime de rotações desta


árvore primária 2. É solidária a árvore primária há, entre a engrenagem da
embreagem multidisco K1 através de 1ª marcha/marcha a ré e engrenagem da
estrias e aloja as engrenagens helicoidais 3ª marcha, uma roda geradora de impulsos
da 5ª marcha, da 1ª marcha/marcha a ré e para excitar o sensor de regime G501
da 3ª marcha. (árvore primária 1).

Um imã potente pode danificar as rodas geradoras de impulsos.

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transmissão automática DSG 02E

Árvores secundárias

Assim como a transmissão DSG possui Devido ao uso compartilhado de


duas árvores primárias, também incorpora engrenagens para 1ª marcha e marcha a
duas árvores secundárias. ré, assim como para 4ª e 6ª marchas nas
árvores primárias foi possível a construção
de uma transmissão mais compacta.

Árvore secundária 1

Representação esquemática

1ª marcha 3ª marcha 4ª marcha 2ª marcha Engrenagem de saída


(pinhão 1)
Posição de montagem na
transmissão

Árvores primárias

Luvas

A árvore secundária 1 aloja:

99 as engrenagens móveis da 1ª, 2ª e 3ª


marchas com sincronização tripla;

99 a engrenagem móvel da 4ª marcha com


sincronização simples e;

99 a engrenagem de saída para diferencial


(pinhão 1).

A árvore secundária está engrenada na


coroa do diferencial.

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Árvore secundária 2

Representação esquemática

Posição de montagem
na transmissão

Roda geradora 5ª marcha 6ª marcha Marcha a ré Engrenagem de saída


de impulsos para (pinhão 2)
G195 e G196

A árvore secundária 2 aloja:

99 uma roda geradora de impulsos para o


regime de saída da transmissão;

99 as engrenagens móveis da 5ª e 6ª
marchas e da marcha a ré, assim como;

99 a engrenagem de saída para o diferencial


(pinhão 2).

Ambas as árvores secundárias transmitem


o torque através de sua engrenagem de
saída até o diferencial, ou seja, existem
duas relações de transmissão para o
diferencial.

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transmissão automática DSG 02E

Árvore inversora

A árvore inversora é encarregada de O torque é transmitido pela engrenagem


inverter o sentido de giro da árvore compartilhada da 1ª marcha e marcha
secundária 2 e, com esta, também o a ré na árvore secundária 1 e com a
sentido de giro da engrenagem de saída engrenagem móvel para marcha a ré na
até o diferencial e as rodas. árvore secundária 2.

Representação esquemática

Posição de montagem
na transmissão

Engrenagem da Árvore inversora


1ª marcha/marcha a ré

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Diferencial

Ambas as árvores secundárias transmitem A roda para o bloqueio de estacionamento


o torque para a coroa do diferencial. está integrada no diferencial.

O diferencial transmite o torque até as


rodas através dos semi-eixos.

Representação esquemática

Posição de montagem
na transmissão

Coroa do Roda para bloqueio


diferencial de estacionamento

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transmissão automática DSG 02E

Bloqueio de estacionamento

Para poder estacionar o veículo de forma


segura e de modo que não possa rodar O cabo é utilizado exclusivamente para o
involuntariamente sem o freio de mão bloqueio de estacionamento.
puxado, o diferencial possui um bloqueio
de estacionamento.

A lingueta de travamento para bloqueio é


acionada de forma totalmente mecânica,
por meio de um cabo instalado entre Lingueta de
a alavanca seletora e a alavanca travamento
para bloqueio de estacionamento na
transmissão.

Roda para bloqueio


de estacionamento
Funcionamento

Ao colocar a alavanca seletora na posição P O trilho volta à direita para sua posição
é aplicado o bloqueio de estacionamento. A inicial e a mola de compressão 2 extrai a
lingueta de travamento age nos dentes da lingueta de travamento do vão dos dentes
roda para bloqueio de estacionamento. da roda para bloqueio de estacionamento.

A mola trinco encaixa na alavanca e


imobiliza a lingueta de travamento.
Cabo de acionamento para
bloqueio de estacionamento
Se a lingueta coincide com um dente da
roda de bloqueio, a mola de compressão 1
Alavanca
é tensionada.
Trilho
Quando o veículo se movimenta, a lingueta
de travamento entra no vão dos dentes
da roda para bloqueio de estacionamento,
empurrada pela mola de compressão 1.
Mola de
compressão 1
O bloqueio de estacionamento é
desativado quando a alavanca seletora é lingueta de
Mola trinco Mola de
retirada da posição P. compressão 2 travamento
Roda para bloqueio
de estacionamento

21
Sincronização

Para engatar uma marcha é preciso correr


a luva sobre dentes da engrenagem móvel. 99 o cone de fricção na engrenagem móvel/
engrenagem de marcha.
A função dos sincronizadores consiste
em estabelecer a sincronia de velocidades A adaptação das grandes diferenças de
entre as engrenagens a serem engatadas e velocidade entre as diferentes engrenagens
a luva do acoplamento. móveis nas marchas inferiores acontece
de modo mais rápido e com menor esforço
A sincronização é baseada nos anéis para engate das marcha.
sincronizadores de latão com recobrimento
de molibidênio. As marchas 4ª, 5ª e 6ª têm um sistema
de cone simples. As diferenças de
As marchas 1ª, 2ª e 3ª vem dotadas de velocidades para o engrenamento destas
sincronização tripla. marchas não são tão grandes, por esse
motivo acontece mais rapidamente a
Em comparação com um sistema de cone adaptação das velocidades.
simples é disposto de uma superfície Devido a esta particularidade também
friccionada claramente mais extensa. não é necessário construir um sistema de
sincronização tão complexo.
O rendimento da sincronização aumenta
por ter disponível uma maior superfície A marcha a ré tem uma sincronização por
para a transmissão do calor, resultado do cone duplo.
trabalho de sincronização.

A sincronização tripla é constituída de: A sincronização simples é constituída de:

99 um anel externo (anel sincronizador); 99 um anel sincronizador e

99 um anel intermediário; 99 um cone de fricção na engrenagem


móvel/engrenagem de marcha.
99 um anel interno (2º anel sincronizador) e

Anel intermediário Anel interno

Anel externo Cone de fricção Anel sincronizador Cone de fricção

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transmissão automática DSG 02E

Transmissão de torque no veículo

O torque do motor é transmitido através do volante de inércia bimassa para a


transmissão automática DSG.

Nas versões com tração dianteira, os semi-eixos transmitem o torque até as rodas
dianteiras.

No caso da tração integral, o torque para as rodas traseiras é transmitido através de


uma caixa de transferência. Um eixo cardan transmite o torque para a embreagem
Haldex e daí para o diferencial do eixo traseiro.

Transmissão DSG

Caixa de
Diferencial transferência

Embreagem
Haldex

Diferencial
traseiro

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Fluxo de força nas diferentes marchas

A transmissão de torque é realizada A transmissão da força até o diferencial é


através da embreagem exterior K1 ou da realizada através da:
embreagem interior K2.
99 árvore secundária 1 para as marchas 1ª,
Cada embreagem está conectada em uma 2ª, 3ª, 4ª e
árvore primária.
99 árvore secundária 2 para as marchas 5ª,
A árvore primária 1 (interna) é impulsionada 6ª e marcha a ré.
pela embreagem K1 e a árvore primária 2
(externa) é impulsionada pela embreagem
K2.

1ª marcha
Embreagem K1
Árvore primária 1
Árvore secundária 1
Diferencial

Para maior clareza da figura, o fluxo de força é representado de forma esquemática e


“traçado” através dos componentes.

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transmissão automática DSG 02E

2ª marcha
Embreagem K2
Árvore primária 2
Árvore secundária 1
Diferencial

3ª marcha
Embreagem K1
Árvore primária 1
Árvore secundária 1
Diferencial

25
4ª marcha
Embreagem K2
Árvore primária 2
Árvore secundária 1
Diferencial

5ª marcha
Embreagem K1
Árvore primária 1
Árvore secundária 2
Diferencial

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transmissão automática DSG 02E

6ª marcha
Embreagem K2
Árvore primária 2
Árvore secundária 2
Diferencial

Marcha a ré
Embreagem K1
Árvore primária 1
Árvore inversora
Árvore secundária 2
Diferencial

A inversão do sentido de giro para a


marcha a ré é conduzida por meio da
árvore inversora.

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Módulo Mecatronic

Mecatronic

O módulo Mecatronic está acomodado Gerencia e regula hidraulicamente a função


na transmissão, banhado em óleo DSG. de oito atuadores de seleção de marcha
Consiste em uma Unidade de Controle através de seis válvulas de modulação e
eletrônica (J743) e uma Unidade de cinco de comutação; controla a pressão
Comando eletro-hidráulica. do óleo que atua nas duas embreagens
e regula a vazão para refrigeração das
O Mecatronic constitui a unidade de mesmas.
comando central da transmissão. Nela
chegam todos os sinais dos sensores, os A Unidade de Controle do Mecatronic
sinais de outras Unidades de Controle e memoriza (autoadapta) as posições das
partem todas as atuações. embreagens, as posições dos atuadores de
seleção de marcha e a pressão principal.
Nesta unidade compacta há doze
sensores. Somente dois sensores estão
dispostos fora do Mecatronic.

Unidade de Comando
Eletro-hidráulica
Conector central
para o veículo

28
transmissão automática DSG 02E

As vantagens desta unidade compacta são:

99 a maioria dos sensores se encontram Com estas medidas é reduzida a


integrados; quantidade de conectores e cabos. Isto
significa maior confiabilidade elétrica,
99 os atuadores elétricos estão acomodados menor peso, e também maior resistência
diretamente no Mecatronic e; a cargas térmicas e mecânicas para a
Unidade de Controle.
99 as interfaces elétricas necessárias para
o lado do veículo são estabelecidas
através de um conector central.

Unidade de Controle J743

eletrônica

29
Unidade de comando eletro-hidráulica

A Unidade de Comando eletro-hidráulica No módulo hidráulico há também uma


está integrada no módulo Mecatronic. válvula de descarga, que impede a elevação
Esta Unidade de Comando acolhe todas da pressão até magnitudes capazes de
as eletroválvulas, as válvulas reguladoras provocar danos nos comutadores
de pressão, assim como os seletores hidráulicos.
hidráulicos de trilhos e o multiplexor.

Eletroválvulas de seleção de marcha: Eletroválvulas de modulação:

N88 - Eletroválvula 1 (1ª e 5ª) N215 - Válvula reguladora de pressão 1


(válvula da embreagem K1)
N89 - Eletroválvula 2 (3ª e N) N216 - Válvula reguladora de pressão 2
(válvula da embreagem K2)
N90 - Eletroválvula 3 (2ª e 6ª) N217 - Válvula reguladora de pressão 3
(válvula de pressão principal)
N91 - Eletroválvula 4 (4ª e Ré) N218 - Válvula reguladora de pressão 4
(válvula para refrigeração das
N92 - Eletroválvula 5 (válvula do embreagens)
multiplexor) N233 - Válvula reguladora de pressão 5
(válvula de segurança 1)
N371 - Válvula reguladora de pressão 6
(válvula de segurança 2)

A - Válvula de descarga
B - Placa de circuito impresso
N216 N217

N92
N215

N218

N371 B N88 N233

30
transmissão automática DSG 02E

Segundo a função designada às válvulas, São válvulas de comutação “Sim/Não”:


estas possuem diferentes características
de comutação. 99 as válvulas do atuador de seleção de
marcha e;
Diferenciam-se em:
99 a válvula do multiplexor.
99 válvulas de comutação Sim/Não e;

99 válvulas de modulação. São válvulas de modulação:

Depois de retirar a placa de circuito 99 a válvula de pressão principal (N217);


impresso ficam à vista as válvulas N89,
N90 e N91 para os atuadores de troca de 99 a válvula de óleo de refrigeração das
marcha. embreagens (N218);

99 as válvulas de controle de pressão das
embreagens (N215 e M216) e;

99 as válvulas de segurança (N233 e


N371).

N89
N90
N92

N91

31
Circuito hidráulico e de lubrificação

A DSG tem um circuito de óleo em comum


para todas as funções da transmissão.
O circuito contém um total de 7,2 l de
óleo para transmissão DSG.

O óleo tem que satisfazer os seguintes As funções designadas a este óleo são:
requisitos:
99 lubrificação/refrigeração da embreagem
99 assegurar a regulagem das embreagens dupla, das engrenagens, árvores,
e a gestão hidráulica; mancal e sincronizadores, assim como;

99 ter uma viscosidade estável em toda a 99 comando da embreagem dupla e dos


gama de temperaturas; êmbolos para os atuadores de seleção
de marcha.
99 resistir a altas cargas mecânicas e;
Um radiador de óleo, submetido ao líquido
99 não permitir a espumificação. de arrefecimento do motor, encarrega-se
para que a temperatura do óleo não
ultrapasse os 135ºC.

Radiador
de óleo

Atuadores
de seleção
de marcha Filtro de
óleo

Tubo de provisão
de óleo para
refrigeração das
engrenagens

Reservatório
Caixa de seleção
coletor de óleo
Bomba de óleo

32
transmissão automática DSG 02E

Bomba de óleo

Uma bomba de engrenagens succiona o


óleo DSG e gera a pressão necessária para
acionar os componentes hidráulicos.
Aleta

Permite uma vazão máxima de 100 l/min a


uma pressão máxima de 20 bar.

A bomba de óleo alimenta:


Duto de
99 as embreagens multidisco;
pressão

99 a refrigeração das embreagens;

99 o grupo hidraúlico de seleção de marcha


e;

99 a lubrificação das engrenagens.

A bomba de óleo é acionada por seu eixo, Duto de sucção Retorno da


que gira em cadência com o regime do sucção
motor.

O eixo da bomba encontra-se disposto


como um terceiro eixo no interior das duas
árvores primárias 1 e 2.
Eixo da bomba Volante de
inércia bimassa

Árvore primária 2
Bomba de óleo Árvore primária 1

33
Esquema do circuito hidráulico e de lubrificação
Válvula comporta de
Válvula de descarga pressão principal

Válvula reguladora
de pressão 3
Bomba de
óleo
Retorno à bomba de óleo

Radiador de
óleo Válvula comporta para óleo de
refrigeração das embreagens
Filtro lado
sucção Óleo de refrigeração
das embreagens
Filtro óleo à
pressão
Tubo provedor de Lubrificação/refrigeração
óleo das engrenagens
Reservatório coletor
de óleo
Para embreagem
multidisco K2

Para embreagem
multidisco K1

Atuadores de seleção
de marcha

Legenda das cores

Pressão controlada, refrigeração de


Pressão controlda, pressão de trabalho
embreagens

Pressão não controlada Retorno ao reservatório de óleo

34
transmissão automática DSG 02E

Funcionamento

A bomba succiona o óleo do reservatório A outra ramificação conduz o fluxo até a


através do filtro do lado de sucção e o válvula comporta para óleo de refrigeração
envia sob pressão até a válvula comporta das embreagens.
de pressão principal.
A pressão de trabalho regulada pela
O funcionamento da válvula comporta de válvula 3 é utilizada pela transmissão
pressão principal é controlada pela válvula para acionar as embreagens multidisco e
reguladora de pressão 3, chamada válvula selecionar as marchas.
de pressão principal.
O radiador de óleo está associado ao
A válvula de pressão principal é circuito de refrigeração do motor.
encarregada de regular a pressão de
trabalho na transmissão DSG. O filtro de óleo está na parte exterior da
caixa de transmissão.
De baixo da válvula comporta de pressão
principal converte um duto de óleo até o A válvula de descarga é responsável por
lado sucção da bomba. evitar que a pressão do óleo ultrapasse os
32 bares.
O outro duto de óleo se ramifica.

Uma ramificação conduz até o radiador de


óleo, atravessa o filtro de óleo, chega ao
tubo provedor que encaminha o óleo para
lubrificação/refrigeração das engrenagens
e finalmente retorna ao reservatório
coletor de óleo.

35
Componentes do circuito hidráulico e de lubrificação

Válvula comporta de
pressão principal

Válvula de Válvula de pressão


descarga principal N217

Válvulas de segurança
N233 e N371

Acumulador de pressão

Válvula de retenção

Sensor de Acumulador Sensor de


pressão de pressão pressão
G193 G134
para K2
Válvula de
retenção para K1

Válvula da
Válvula da embreagem
embreagem K1 K2 N216
N215
Válvula do
N88 N89 N90 N91 multiplexor N92
Multiplexor

Atuador de
seleção de
marcha

Pressão controladora, pressão de


Retorno ao reservatório coletor de óleo
trabalho

Pressão não controlada

36
transmissão automática DSG 02E

Gerenciamento eletro-hidráulico do circuito

Válvula de pressão principal N217

É acionada pela Unidade de Controle do Se a válvula do multiplexor N92 for


Mecatronic e controla o funcionamento da energizada, o óleo sob pressão passa ao
válvula comporta de pressão principal. multiplexor e exerce força contra a mola
onde entra a posição de funcionamento.
Dessa forma é regulada a pressão
de trabalho no sistema hidráulico da Dessa forma, as marchas 2ª, 4ª, 5ª e o
transmissão automática DSG. ponto morto podem ser selecionadas.

A válvula de pressão principal direciona o
fluxo do óleo para: Válvulas de segurança N233 e N371

99 O radiador/filtro de óleo/tubo provedor Há uma válvula de segurança para a


de óleo e; embreagem K1 (N233) e uma para a
embreagem K2 (N371), as quais permitem
99 o retorno à bomba de óleo. a abertura rápida da embreagem em
questão.
A pressão principal está disponível para
as válvulas da embreagem N215 e N216, Isto é necessário se a pressão efetiva
responsáveis por desacoplar e acoplar as ultrapassa o valor teórico designado.
embreagens K1 e K2, respectivamente,
e está a disposição das quatro válvulas
dos atuadores de seleção de marcha N88,
N89, N90 e N91. Sensores de pressão G193 e G194

Os sensores de pressão G193 e G194


Válvula do multiplexor N92 encarregam-se de monitorar a pressão nas
embreagens K1 e K2, respectivamente.
É encarregada de acionar o multiplexor.
O multiplexor permite gerenciar a função Uma válvula de descarga impede que a
dos oito cilindros atuadores de seleção de pressão principal aumente em excesso se
marcha utilizando somente quatro válvulas a válvula de comporta de pressão principal
eletromagnéticas. for danificada.

O multiplexor retorna a sua posição base


por meio de uma mola.

Na posição base as marchas 1ª, 3ª, 6ª e ré


podem ser selecionadas.

37
Sistema de óleo de refrigeração para as embreagens

O atrito de trabalho das embreagens multidisco resulta num aumento da temperatura


nas mesmas. Para evitar um superaquecimento é preciso refrigerá-las.

Para a refrigeração das embreagens há um subcircuito específico para óleo de


refrigeração dentro do circuito principal de lubrificação.

A válvula comporta de óleo de refrigeração e a válvula reguladora de pressão 4


N218 (válvula de óleo para refrigeração das embreagens) pertencem ao circuito de
refrigeração.
Válvula comporta de óleo para
refrigeração das embreagens N218

Acumulador de
pressão
N218

Mecatronic

Sensor de temperatura do óleo


da embreagem multidisco

Funcionamento

O sensor de temperatura do óleo para a embreagem multidisco G509 mede a


temperatura do óleo diretamente na saída das embreagens multidisco.

A Unidade de Controle excita a válvula reguladora de pressão em função da temperatura


medida.

A válvula reguladora de pressão aumenta ou reduz a pressão do óleo na válvula comporta


de óleo de refrigeração para as embreagens N218, em função da temperatura medida.

A válvula comporta de óleo de refrigeração abre e fecha o duto de óleo até as


embreagens multidisco em função da pressão do óleo.

A vazão máxima do óleo de refrigeração é de 20 l/min. A pressão máxima do óleo de


refrigeração atinge 2 bar.

38
transmissão automática DSG 02E

Óleo sob pressão


Acionamento das marchas procedente do
Mecatronic
O engate das marchas é realizado por meio Retém
de garfo como ocorre nas transmissões
manuais convencionais. Cada garfo pode
acionar 2 marchas.

O comando dos garfos na transmissão


automática DSG é realizado por meio
hidráulico e não por meio de varetas como
nas transmissões manuais convencionais.

Os garfos correm em rolamentos de esfera Cilindro


dentro de um cilindro.

Para o acionamento, a Mecatronic aplica


óleo no cilindro esquerdo. Em virtude de
que o cilindro direito se encontra sem
pressão, o garfo se desloca arrastando a Êmbolo
luva para o engate da marcha.

Uma vez engatada a marcha a pressão


aplicada ao garfo é suprimida. Imã permanente

A marcha se mantém engatada devido aos


chanfros nos dentes laterais da engrenagem
e um mecanismo de retenção no garfo de
seleção.

Enquanto não é necessária a função do


garfo, um retém, disposto na carcaça da
transmissão o mantém em posição neutra.
Garfo de
seleção
Cada garfo tem um imã permanente, que
faz com que o sensor detecte a posição
exata de cada um dos garfos para a
Unidade de Controle Mecatronic.

Luva de
engrenamento

39
Estrutura do sistema

Sensores
Unidade de Controle
Mecatronic para
transmissão automática
DSG J743
Sensor de temperatura do óleo da
embreagem multidisco G509

Sensor de rotação de entrada G182

Sensores de rotação de saída G195 e


G196

Sensores de rotação das árvores


primárias 1 e 2 G501 e G502

Sensor 1 G193 e
sensor 2 G194 para
pressão hidráulica
nas embreagens K1
e K2

Sensor de temperatura do óleo G93


Sensor de temperatura
da Unidade de Controle G510

Sensores de posição 1 a 4 para


atuadores de seleção de marcha G487,
G488, G489, G490

Acionamento Tiptronic
no volante E438 e E439

40
transmissão automática DSG 02E

CAN

Unidade de Controle para


sistema sensores da alavanca
seletora J587 Atuadores

Eletroímã para bloqueio da alavanca seletora


N110

Válvulas reguladoras de pressão


N215, N216, N217

Válvulas de seleção de marcha


N88, N89, N90, N91e N92

Válvulas reguladoras de pressão


N218, N233, N371

Conector para
diagnósticos

41
SENSORES

Sensor de rotação de entrada G182

O sensor de rotação de entrada está fixado


na carcaça da transmissão.

Ele explora eletronicamente a parte


exterior da embreagem dupla e detecta
dessa maneira a rotação de entrada na
transmissão.

A rotação de entrada da transmissão é


idêntica a rotação do motor.

O sensor de rotação funciona segundo o


princípio Hall.

Integrada a este sensor está o sensor


G509, sensor de temperatura.

Ambos os sensores estão interligados com


a Mecatronic. G182

Aplicação do sinal Efeitos em caso de falta do sinal

Os sinais do sensor de entrada são Se faltar o sinal, a Unidade de Controle


utilizados para calcular a patinação das utiliza o sinal do sensor de rotação do
embreagens de multidisco. motor G28 como sinal suplementar obtido
por meio da comunicação CAN Bus.
Para este cálculo, a Unidade de Controle
também precisa dos sinais dos sensores
G501 e G502.

Conhecendo a patinação das embreagens,


a Unidade de Controle pode gerenciar de
uma maneira mais precisa o acoplamento
de desacoplamento das embreagens.

42
transmissão automática DSG 02E

Sensor de rotação da árvore primária 1 G501 e da árvore primária 2


G502

Ambos os sensores estão no Mecatronic. O A roda geradora consiste em uma peça


sensor de rotação G501 detecta a rotação de chapa, que tem uma capa de borracha-
da árvore primária 1. metal.

O sensor de rotação G502 detecta a rotação Esta capa é constituída de pequenos


da árvore primária 2. Ambos os sensores imãs em toda a circunferência, com suas
são tipo Hall. polaridades norte e sul correspondentes.

Para detectar o regime de rotação, cada Entre cada imã existe um vão.
sensor explora uma roda geradora de
impulsos na árvore correspondente.

G501 G502

Roda geradora de Roda geradora de


impulsos para G501 impulsos para G502

Aplicação dos sinais Efeito em caso de falta de sinal

Em combinação com o sinal de rotação Se faltar um destes sinais é desativada


de entrada, a Unidade de Controle calcula as marchas correspondentes ao eixo sem
as rotações de saída das embreagens
multidisco K1 e K2 e detecta dessa forma sinal.
a patinação das embreagens.
Se danificado o sensor G501 só é possível
Com ajuda da patinação, a Unidade de circular na 2ª marcha.
Controle detecta o estado acoplado e
desacoplado das embreagens. Se danificado o sensor G502 só é possível
circular nas marchas 1ª e 3ª.
Além disso este sinal é empregado para
saber qual marcha está engrenada.

Em combinação com os sinais dos


sensores de rotação de saída da
transmissão, a Unidade de Controle As rodas geradoras de impulsos
detecta se está engrenada a marcha não devem ser armazenadas ou
depositadas próximas de ímãs.
correta.

43
Sensor 1 de rotação de saída da transmissão G195 e sensor 2 de
rotação de saída da transmissão G196

Ambos os sensores localizam-se na Mecatronic e estão unidos de forma permanente à


Unidade de Controle.

Como todos os sensores de rotação, estes também são do tipo HALL.

Os dois sensores exploram a mesma roda geradora de impulsos na árvore secundária 2.

Dessa forma são gerados dois sinais confrontados entre si.

Se o sinal do sensor G195 tiver nível dominante high, o sinal do sensor G196 tem nível
recessivo low.

Roda geradora
de impulsos

G195 G196

G196 G195

Aplicação dos sinais

Com ajuda destes sinais de entrada, a Unidade de Controle detecta a velocidade e o


sentido de marcha do veículo.

O sentido de marcha é detectado através dos sinais mutuamente confrontados.

Se for invertido o sentido de marcha os sinais entram pela ordem inversa na Unidade de
Controle.

Efeito em caso de falta do sinal

Se faltar estes sinais, a Unidade de Controle emprega os sinais de velocidade e sentido de


marcha procedentes da Unidade de Controle para ABS.

44
transmissão automática DSG 02E

G193
G194
Sensores de pressão hidráulica
1-G193 e 2-G194

Ambos os sensores de pressão se


encontram na unidade de comando
eletro-hidráulica do Mecatronic.

O sensor 1-G193 está exposto à mesma


pressão que atua sobre a embreagem
multidisco K1. A pressão da embreagem
multidisco K2 atua por sua vez sobre o
sensor 2-G194.

Aplicação dos sinais Efeito em caso de falta do sinal

Com ajuda destes sinais, a Unidade de Se faltar um sinal de pressão ou se não


Controle Mecatronic detecta a pressão for gerada a pressão é desativada a
hidráulica que atua em cada embreagem transmissão parcial correspondente.
multidisco.
A DSG só pode funcionar nesse caso
O valor de pressão hidráulica é um dado nas marchas 1ª e 3ª ou então na 2ª
necessário para que a Unidade de Controle marcha.
possa regular as embreagens multidisco.

Funcionamento dos sensores de pressão

O sensor de pressão consiste em um par de Enquanto a pressão varia, o diafragma


placas paralelas que conduzem a corrente superior deforma e faz variar a distância
elétrica. A placa superior é fixa a um entre as placas.
diafragma de cerâmica, que se deforma em
função das alterações da pressão. Desta forma é gerado um sinal confiável,
de acordo com a pressão do óleo.
A outra placa está interligada de forma
rígida com substrato de cerâmica. Esta não
deforma diante das variações da pressão.
Pressão de óleo DSG

placas Diafragma de
paralelas cerâmica

Substrato de cerâmica

45
Sensor de temperatura do óleo para a embreagem multidisco G509

O sensor G509 se encontra na mesma Este sensor é projetado de maneira que


carcaça que o sensor de rotação de possa medir temperaturas de forma muito
entrada G182. rápida e precisa.

Mede a temperatura do óleo DSG que sai Funciona dentro de uma faixa de
das embreagens multidisco. Em virtude temperaturas compreendidas entre os
do óleo se submeter a cargas térmicas -55ºC e os +180ºC.
intensas nas embreagens multidisco, esta
região apresenta a mais alta temperatura
de toda a transmissão.

G509

Aplicação do sinal Efeito em caso de falta do sinal

Com a análise prévia dos sinais do sensor Se faltar o sinal, a Unidade de Controle
de temperatura G509, a Unidade de recorre aos sinais dos sensores G93
Controle regula a quantidade de óleo de e G510, utilizando-as como sinais
refrigeração para as embreagens e põe em suplementares.
vigor outras medidas para a proteção da
transmissão.

46
transmissão automática DSG 02E

Sensor de temperatura do óleo G93 e sensor de temperatura da


Unidade de Controle G510

Ambos os sensores estão localizados eletrônica.


diretamente no Mecatronic. Ambos os sensores medem a temperatura
diretamente nos componentes expostos
O Mecatronic se encontra em banho que podem sofrer danos por calor
contínuo de óleo DSG, o que provoca seu excessivo.
aquecimento. Dessa maneira se pode pôr em vigor as
medidas correspondentes para reduzir
Um excessivo aumento da temperatura a temperatura do óleo e evitar um
pode prejudicar o funcionamento da aquecimento excessivo do Mecatronic.

G93

G510

Aplicação dos sinais Efeito em caso de falta do sinal

Os sinais de ambos os sensores são Se o óleo da transmissão atinge temperaturas


empregados para monitorar a temperatura acima dos 138 ºC, o Mecatronic provoca
do Mecatronic. uma redução do torque fornecido pelo motor.

Além disso, os sinais dos sensores são Em temperaturas acima dos 145ºC deixa-se
usados para iniciar uma estratégia contra de alimentar as embreagens multidisco
o aquecimento. fazendo com que estas se desacoplem.

Ambos os sensores checam um ao outro


para detectar falhas.

47
Sensores de posição 1 a 4 G487, G488, G489, G490 para
atuadores de seleção de marchas

Os sensores de posição estão localizados no Mecatronic e são sensores tipo Hall.

Em combinação com os ímãs dos garfos, geram um sinal, pelos quais a Unidade de
Controle detecta as posições dos atuadores de seleção de marchas.

Cada sensor de posição se encarrega de vigiar a posição de um garfo com o qual podem
ser acionadas as diferentes marchas:

99 G487 para as marchas 1/3,

99 G488 para as marchas 2/4,

99 G489 para as marchas 6/ré e

99 G490 para a 5ª marcha e posição N.

G487 G488

Ímã para
sensor de
posição

G490
G489
Aplicação dos sinais

Conhecendo a posição exata, a Unidade de Controle aplica pressão de óleo nos


atuadores para acionar as marchas correspondentes.

Efeito em caso de falta do sinal

Se um sensor de posição deixa de fornecer sinais é desativada a correspondente


transmissão parcial que esse sensor atua.

Nesse caso, já não se podem utilizar as marchas dessa transmissão parcial.

48
transmissão automática DSG 02E

Unidade de Controle do sistema sensor da alavanca seletora J587

Encontra-se integrada na alavanca seletora e funciona ao mesmo tempo como Unidade


de Controle e como sensor.

Ao agir como Unidade de Controle funciona gerenciando o eletroímã para bloqueio da


alavanca seletora.

A iluminação da alavanca seletora se encontra integrada nesta unidade.

Também estão localizados os sensores Hall para detectar as posições da alavanca


seletora e os sensores Hall para identificar o Tiptronic.

Os sinais de posição da alavanca seletora e os sinais do Tiptronic são transmitidos


através do CAN Bus até o Mecatronic e até a Unidade de Controle do Instrumento
Combinado.

Sensores Hall para


posição Tiptronic

Unidade de Controle do sistema


sensor da alavanca seletora
J587

Sensores Hall

49
Atuadores

Válvula reguladora de pressão 3 N217 (válvula de pressão principal)

A válvula reguladora de pressão localiza-se na Unidade de Comando Eletro-hidráulica do


Mecatronic, e é uma válvula de modulação.

Com ajuda desta válvula regula-se a pressão principal no circuito hidráulico do


Mecatronic.

O principal fator considerado para o cálculo da pressão principal é a pressão atual das
embreagens a qual depende, por sua vez, do torque fornecido pelo motor.

Para a ajuste da pressão principal recorre-se à temperatura e a rotação do motor.

A Unidade de Controle adapta constantemente a pressão principal em função das


condições momentâneas de funcionamento.

N217

Efeito em caso de falta do sinal

Se a válvula de pressão for danificada trabalha-se abaixo da pressão máxima.

Isto pode fazer aumentar o consumo de combustível e pode provocar ruído na mudança
de marchas.

50
transmissão automática DSG 02E

Válvula reguladora de pressão 1 N215 e válvula reguladora de


pressão 2 N216 (válvulas das embreagens)

As válvulas reguladoras de pressão N215 e N216 estão localizadas na Unidade de


Comando Eletro-hidráulica do Mecatronic.

São válvulas de modulação, que fornecem a pressão de controle para as embreagens


multidisco - a válvula reguladora de pressão N215 para a embreagem multidisco K1 e a
válvula reguladora de pressão N216 para a embreagem multidisco K2.

A base do cálculo para a pressão das embreagens é o torque momentâneo do motor.

A Unidade de Controle adapta a pressão de acoplamento ao valor de atrito das


embreagens multidisco.

N216

N215

Efeito em caso de falta do sinal

Se a válvula de pressão for danificada é desativada a respectiva embreagem. Este dano


é informado no painel de instrumentos.

51
Válvula reguladora de pressão 4 N218 (válvula do óleo de
refrigeração)

A válvula reguladora de pressão N218 localiza-se na Unidade de Comando Eletro-


hidráulica.

É uma válvula de modulação que, com uma comporta hidráulica, administra a


quantidade de óleo que refrigera as embreagens.

Para o gerenciamento desta válvula, a Unidade de Controle utiliza o sinal do sensor de


temperatura de óleo das embreagens multidisco G509.

N218

Efeito em caso de falta do sinal

Se não for possível acionar a válvula reguladora de pressão, a quantidade máxima de


óleo de refrigeração flui através das embreagens multidisco.

Em baixas temperaturas ambiente isto pode causar problemas de troca de marchas e


aumento do consumo de combustível.

52
transmissão automática DSG 02E

Eletroválvulas 1 N88, 2 N89, 3 N90 e 4 N91 (válvulas para os


atuadores de seleção de marcha)

As quatro eletroválvulas localizam-se na Unidade de Comando Eletro-hidráulica do


Mecatronic. São válvulas de duas posições do tipo Liga/Desliga ou ON/OFF.

Gerenciam as pressões do óleo através da válvula comporta do multiplexor até os


atuadores de seleção de marcha.

As eletroválvulas permanecem fechadas quando desenergizadas, ou seja, o óleo sob


pressão não chega até os atuadores.

A eletroválvula 1 N88 direciona a pressão do óleo para acionar as marchas 1ª e 5ª.

A eletroválvula 2 N89 direciona a pressão do óleo para acionar a 3ª marcha e à posição N.

A eletroválvula 3 N90 direciona a pressão do óleo para acionar as marchas 2ª e 6ª.

A eletroválvula 4 N91 direciona a pressão do óleo para acionar as marchas 4ª e Ré.

N90 N89

N91

N88

Efeito em caso de falta do sinal

Se uma eletroválvula for danificada a transmissão parcial em que se encontra o atuador


em questão é desativado.

O veículo pode circular somente nas marchas 1ª e 3ª ou em 2ª marcha.

53
Eletroválvula 5 N92 (válvula do multiplexor)

A eletroválvula 5 N92 localiza-se na Unidade de Comando Eletro-hidráulica do


Mecatronic.

Gerencia o multiplexor na Unidade de Comando Hidráulica.

Quando a eletroválvula estiver energizada, as marchas 2ª, 4ª e 6ª podem ser


selecionadas.

Com a eletroválvula desenergizada, as marchas 1ª, 3ª, 5ª e Ré podem ser selecionadas.

N92

Efeito em caso de falta do sinal

A válvula do multiplexor permanece na posição básica (repouso).

Deixa de ser possível gerenciar as funções com óleo sob pressão.

Marchas incorretas podem ser selecionadas.

Também pode acontecer que o veículo se imobilize.

54
transmissão automática DSG 02E

Válvula reguladora de pressão 5 N233 e Válvula reguladora de


pressão 6 N371 (válvulas de segurança)

As válvulas reguladoras de pressão N233 e N371 estão localizadas no módulo hidráulico


do Mecatronic.

São válvulas de modulação. Comandam a função das válvulas comporta de segurança


na caixa de válvulas do Mecatronic.

As válvulas comporta de segurança cortam a pressão hidráulica na seção da


transmissão parcial em questão, caso exista uma falha de relevância para a segurança.

A válvula reguladora de pressão 5 N233 controla a válvula comporta da seção da


transmissão parcial 1.

A válvula reguladora de pressão 6 N371 controla a válvula comporta da seção da


transmissão parcial 2.

N371
N233

Efeito em caso de falta do sinal

Se uma válvula reguladora de pressão for danificada deixa de ser possível acionar as
marchas da transmissão parcial correspondente.

Se danificada a seção 1, só é possível circular na 2ª marcha.

Se danificada a seção 2, só se pode circular utilizando as marchas 1ª e 3ª.


55
Esquema elétrico geral

Componentes

A - Bateria
E313 - Alavanca seletora
F4 - Interruptor para luzes de marcha a ré
F319 - Interruptor para alavanca seletora
bloqueada na posição P
G93 - Sensor de temperatura do óleo da transmissão
G182 - Sensor de rotação de entrada da transmissão
G193 - Sensor 1 para pressão hidráulica
G194 - Sensor 2 para pressão hidráulica
G195 - Sensor 1 de rotação de saída da transmissão
G196 - Sensor 2 de rotação de saída da transmissão
G487 - Sensor de posição 1 para atuador de seleção
G488 - Sensor de posição 2 para atuador de seleção
G489 - Sensor de posição 3 para atuador de seleção
G490 - Sensor de posição 4 para atuador de seleção
G501 - Sensor de rotação árvore primária 1
G502 - Sensor de rotação árvore primária 2
G509 - Sensor de temperatura do óleo das embreagens
multidisco
G510 - Sensor de temperatura na Unidade de Controle
J... - Unidade de Controle do Motor
J329 - Relé para alimentação da Linha 15
J519 - Unidade de Controle para Rede de Bordo
J527 - Unidade de Controle da Coluna de Direção
J587 - Unidade de Controle da Alavanca Seletora
J743 - Mecatronic para Transmissão Automática DSG
N88 - Eletroválvula 1
N89 - Eletroválvula 2
N90 - Eletroválvula 3
N91 - Eletroválvula 4
N92 - Eletroválvula 5
N110 - Eletroímã para bloqueio da alavanca seletora
N215 - Válvula regul. de pressão 1
N216 - Válvula regul. de pressão 2
N217 - Válvula regul. de pressão 3
N218 - Válvula regul. de pressão 4
N233 - Válvula regul. de pressão 5
N371 - Válvula regul. de pressão 6

56
transmissão automática DSG 02E

a - Borne 30 passando pelo fusível SC21

A - Linha K

B - CAN Tração high

C - CAN Tração low

57
Conexão com o CAN Bus

O sistema abaixo mostra, de maneira simbólica a integração do Mecatronic para a


transmissão automática DSG na estrutura do CAN Bus de dados de veículo.

J104 - Unidade de Controle para ABS com EDS
J285 - Unidade de Controle do Instrumento Combinado
J519 - Unidade de Controle para Rede de Bordo
J527 - Unidade de Controle da Coluna de Direção
J533 - Interface de diagnóstico para Bus de dados
J587 - Unidade de Controle da Alavanca Seletora
J623 - Unidade de Controle do Motor
J743 - Mecatronic para transmissão automática DSG

Conector para diagnósticos

CAN Tração

CAN Conforto

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transmissão automática DSG 02E

Diagnóstico
Através do sistema de diagnóstico, medição e informação VAS 5051 estão disponíveis
os seguintes modos operativos:

99 localização de falhas assistidas e;

99 funções guiadas.

Modo operativo: Localização de falhas assistidas

Em Localização de falhas assistidas para a transmissão automática DSG está disponível


um plano de verificação de funcionamento que pode testar os seguintes sensores,
atuadores e o Mecatronic.

Deve-se levar em conta as indicações no VAS 5051 para a verificação de


funcionamento de sensores e atuadores.

Sensores:
G93 - Sensor de temperatura do óleo da transmissão
G182 - Sensor de rotação de entrada na transmissão
G193 - Sensor 1 para pressão hidráulica
G194 - Sensor 2 para pressão hidráulica
G195 - Sensor 1 de rotação de saída
G196 - Sensor 2 de rotação de saída
G487 - Sensor de posição 1 para atuador de seleção
G488 - Sensor de posição 2 para atuador de seleção
G489 - Sensor de posição 3 para atuador de seleção
G490 - Sensor de posição 4 para atuador de seleção
G501 - Sensor de rotação da árvore primária 1
G502 - Sensor de rotação da árvore primária 2
G509 - Sensor de temperatura do óleo da embreagem multidisco
G510 - Sensor de temperatura da Unidade de Controle

Atuadores:
N88 - Eletroválvula 1
N89 - Eletroválvula 2
N90 - Eletroválvula 3
N91 - Eletroválvula 4
N92 - Eletroválvula 5
N110 - Eletroímã para bloqueio da alavanca seletora
N215 - Válvula reguladora de pressão 1
N216 - Válvula reguladora de pressão 2
N217 - Válvula reguladora de pressão 3
N218 - Válvula reguladora de pressão 4
N233 - Válvula reguladora de pressão 5
N371 - Válvula reguladora de pressão 6

Mecatronic:
Mecatronic danificada
J743 - Mecatronic monitoramento de marchas
J743 - Mecatronic monitoramento do comando da transmissão
J743 - Mecatronic tensão de alimentação

Modo operativo: Funções guiadas

No modo operativo Funções guiadas para a transmissão automática DSG está disponível
um plano de verificação para o nível de óleo.

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Serviço

Ferramentas especiais
Conexão de
Adaptador três vias
Para abastecer e verificar o nível de óleo Engate rápido
DSG é necessário utilizar a ferramenta
especial VAS 6252.

O engate rápido da ferramenta especial


permite verificar o nível de óleo sem
ter que desrosquear o adaptador da
transmissão.

A conexão de três vias que tem a tomada


para frascos de óleo, permite a troca dos
frascos sem problemas.

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transmissão automática DSG 02E

anotações

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transmissão automática DSG 02E

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Dezembro/2008

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