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Introdução

IDENTIDADES, IDENTIFICAÇÕES E FORMAS DE IDENTIDADE

Duas corretes q pensam a identidade

as duas noções de identidade são 1) polimorfica 2) Bulímica

corrente essêncialista, a primeira corrente foi iniciada por Parmenedes

A corrente essênciaista pressupõe que que existe uma essencial, uma

substância imutável que define uma identidade imutável identidade. O q

permanece no tempo é a mesmidade

Na palavras de parmedines "o ser é, e o não ser não é" (três sec antes de

cristo)

aqui a mudança é excluída do ser. Enfim, o ser é q permanece e o q muda é

excluído ser

A essência é chamada de "Aidos". Cada categoria é um Aidos

Seria a essência q faz os seres permanecerem idênticas

Aqui a pertença é dado a priori, por seus genes

ipseidade é a diferença comum concernente de cada categoria

A perspeciva essêncialista tb diz q existe uma presença essêncial determinada pela

nascença

a segunda correte surgiu também no perídio da filosofia antiga, na Provincia Jónia


Eráclito foi o filosofo q cirou essa vertente é heraclito. É célebra a afirmação dele que não

é possível tomar banho no mesmo rio, assim como a afirmação de que não existem

essências eternas td é sugmetida da mudana

Essa vertente também se pode chamar de existêncialista. Aqui postula-se q n existe

diferença a priori do sindivíduos

"a identidade não é aquilo que permanece necessariamente «idêntico», mas o resultado

duma «identificação» contingente. É o resultado duma dupla operação linguística:

diferenciação e generalização. A primeira visa definir a diferença, aquilo que faz a

singularidade de alguém ou de alguma coisa em relação a uma outra coisa ou a outro

alguém: a identidade é a diferença. A segunda é aquela que procura definir o ponto

comum a uma classe de elementos todos diferentes dum outro mesmo: a identidade é a

pertença comum."

"Existem modos de identificação, variáveis ao longo da história colectiva e da vida pessoal,

afectações a categorias diversas que dependem do contexto. Estas formas de identificar

são de dois tipos: as identificações atribuídas pelos outros (aquilo que eu chamo

«identificações para Outro») e as identificações reivindicadas por si próprio («identidades

para Si»)"

nessa perspectiva são as palavras, os modos de identificação, q permite saber algo sobre

o que o que se quer se referir. Por isso essa vertente chama-se nominalista

A identidade nesse caso sempre muda dependente do local época e outros fatores

essa corrente é chamada nominalista. O presente livro é partidário dessa vertente

paradoxo da indentidade: 1) o q é comum; 2) o q é compartilhado

aqui não existe diferença a priori. Existem forma de difereciação.

a hipotese desse livro é a transição de um modo de identificação para outro

a forma mais antiga de se identifica é chamada nesse livro de forma comunitária. Aqui

considera-se a comunide como um local q existe nomes exatos, esse nomes representam
lugares e posições nessas comunidades. A comunidade define a identidade do indivíduo.

Essa formas ainda persiste na comunidade moderna

A forma de identificação mais antiga é uma forma de identificação para o outro

essa forma apesar de antida pesiste nas sociedade moderna

Forma societária/societário

 aqui os indivíduos gerem sua identificação de forma provisório.

 É uma crena diferente da anterior

 aqui predomina a identificação para si em detrimento da identificação para outro

 a identidade seria aqui resultado de escolhas individuais envés de algo herdado

 toda autoindenficaição recorre a palavras, por isso nominalista

As formas de identificação mais recente é definida aqui de forma societária

Aqui é a primasia da identificação para si envés da identificação para o outro. É

aqui pressupõe-se formas sociedatárias efemeras. O pertercimento pode mudar ao longo

da vida

A identidade seria fruto de escolhas pessoais invés de atributos herdados

O livro busca difenreciar duas formas de se didentificar que são as 1) identificação

unitária e a 2) identificação societária

 configuração de identidade: é "um agenciamento típico de formas de idenficação"

 proposta do livro"Neste livro, trata-se também de compreender melhor, esclarecer

e interrogar a relação entre estas duas formas sociais10 11 típicas (denominadas

comunitárias e societárias) que são também duas maneiras de identificar os outros

e de se identificar a si mesmo. Estas duas grandes formas sociais,

«idealtípicas»11, põem cada uma em jogo a dupla identificação, para o Outro e


para Si, mesmo quando o fazem de forma significativamente diferente. Ainda não

está, pois, instituído identificar as formas comunitárias com as identificações «para

o Outro» e as formas societárias com as identificações «para Si»12. Na primeira

dimensão, trata-se de formas «espaciais» de relações sociais (eixo relacionai), no

segundo caso trata-se de formas de temporalidade (eixo biográfico). Estas

dimensões «relacionais» e «biográficas» de identificação conjugam-se para definir

o que eu chamo formas identi- tárias, formas sociais de identificação dos

indivíduos na relação com os outros e ao longo duma vida. Utilizarei a expressão

«configuração de identidade» para designar um agencia- mento típico de formas

de identificação. O que eu aqui chamo «formas sociais» (cf. cap. 1) corresponde,

pois, a configurações típicas de formas identitárias."

OS SOCIÓLOGOS E A IDENTIDADE SOCIAL

Para os sociólogos identiadade é uma categoria de pertença

A princiál categoria de pertença para sociologia é a CSP(categoria sócio

profissional)

essa categoria permite através da estatística estudar muitas questões

pertencer a uma categoria mede de forma importantes da vida dos indivídos da

sociedade moderna: salário

O salario determina "as maneira de fazer, sentir e julgar" que durkheim chama

de "fato social

dois forma da sociologia:

 clássica: interligar os fatos sociais com a CSP

 Outros investigadores: A pertença é multipla e nenhuma pode se impor. A pertença

mulipla é uma questão da sociologia moderna, conclui o autor


o para os sociólogos mais atuais, a subjetividade (através da entrevista)

começou ter mt imptancia para as análise. Busca-se entender o processo

de intendificaçao em meios específicos

o Essa abordagem surgiu na décade de 70 e 80

o a sociologia na frana se constitui contra a psicologia

a forma comunitária se torna societária. E segundo o autor a analise de durkheim deixa de

ter eficária e é mais ncessária a análise weberiana

Como fazer uma sociologia levante em conta a subjetividade para si? essa é a questão q o

autor responderá

As crise de identidade são deturpações nas relações geralmente estáveis

ACERCA DA NOÇÃO DE CRISE (início 23:00)

ideia de crise nesse livro: "fase difícil vivida por um indivíduo ou grupo"

Passaram existir sociólogos q postulam q a subjetividade n pode ser deixada de lado nas

análises da sociedade contemporânea.

Crise aqui é usada como ruptura de equilíbrio

os sociólogos encontraram diferenas específicas entre mesmo indivíduos que estavam

dentro da mesma categoria social

A crise aqui tratada é sobre os modos de identificação

ser maltratado, mal tratado de uma forma ampla, é uma ruptura, perder o emprego, é parte

da crise aqui analisada. O autor declara q esses detalhes não são simples consequencia

da crise econômica; mas sim é um processo mais geral. Assim o autor chama esse crise

de antropológica

a mudança de normas e modelos causa uma ruptura, ela chega até a subjetividae e ao

funcionamento psiquico. Esse serão os detalhes analisados pelo autor

elementos da crise analisada pelo autor: desemprego e inflação


o autor busca mostrar q não é uma crise somente econômica, mas de idnetidade. Uma

crise no modo de identificação

a análise desse autor é sobre o último quarto do sex XX na frança

a crise no modo de identificação n está desconectada da crise econômica

o autor usa a metodologia weberiana para analisar a sociedae france para entender as

mudanças sociais atual fancesa

A ORGANIZAÇÃO DO LIVRO

forma comunitária(antiga)/forma societária(nova)

A nova forma social analisada por esse livro é chama pele autor de "societária"

as sociologias levam em conta q a própria noção de indivíduo muda durante a progressão

do tempo

As novas terorias são chamadas de societária, e se baseiam em max weber

as formas societárias anteriores perderam a legitimidade, dai surge a crise identitária

hipotesse do autor: a sociologia clássica reduz o social a forma comunitária

termos novos são demasiados polissemosicos e controversos (pós-moderno)

envés de se analisar a identidade, pensa o sujeito através do modelo homoeconôicus. Isso

é o q supostamente a sociologia clássica faz, segundo a crítica do autor. ENfim, os valores

sociais são reduzidos aos ecoômicos

A sociologia clássica reduz o social ao econômico, segundo o autor. Ela ainda tende a

classificar os indivíduos segundo suas posições sociais. Os valores simbólicos são

reduzidos aos ecômicos. Enfim, a sociologia clássica tem como limite de entendimento a

forma de compreende da sociedade anterior


CONCLUSÃO GERAL (34:20)

O autor analisou a críse em vários dominios: família, trabalho, campo religio. Areas mais

estudadas pela sociologia

a crise da identidade pessoal é relaciona a tudo: crença religiosa, relações amorosas,

crença política e religiosa

a antiga configuração identirária está em crise pois está endo questionada

dominução dos casamentos e aumento dos diversos foram assimilados a emancipação

das mulheres

A idneitdades coletivas herdadas estão desistabilizadas

a dualidade indivíduo coletivo n permite compreender a nova forma social. A socialização

dominante comunitária está passan se tornar dominante societária. Geralmente se fala

dessas novas condições de moderno, capitalista ou liberal. Essa nova configuração tb é o

q possibilita novas formas de emancipação. A indivitualização é parte dessa emancipação.

Essa nova subjetividade está em constante reconstrução. Isso n significa o egoismo

necessariamente

ser sujeito é esta0belecer de reconhecimento mútiplo e recusar a relação de dominação, a

autoridade arbitrária e o desprezo

O movimento das mulheres é exemplar desse novo contexto

A concorrência coletiva é tanto um meio para fugir da submissão masculina, tanto um meio

de origem de problemas sociais

ser sujeito é poder agir. Ela é parte da nova forma societária. Instaura-se novas forms de

solidariedade

A aprendizagem da subjetividade é feita no expaço público por diversos agentes da

socieadade societária. Fala-se em atores coletivos, na linguagem comum, movimentos

sociais?

a passagem do cumunitário ao societário implica no aparecimento de novas formas de

subjetividade e uma reorganização das identidade, ou seja, o predomínio da identidade


para si envés da idnetidade para outro. Ela possibilita os sujeitos se tornarem "atores

sociais"

aprende a falar de si é um desafio social na forma societária. É uma questão de aproprioa-

se das linguagens. A individualização é a aprendizadem de conecção com criadores

através de leituras, músicas, museus etc. O compotente biográfico se tornou um compente

importante. Cada um é levao a contar sua história para si e para outros. A biografia é

atravessa por crises porque nunca está completa. Aqui entra a entrevista biográfica como

metodologiaA

A subjetividae se tornou em objeto de investigação para várias ciências sociais. Novas

abordagens são imporatnet como etnografia e interacionismo simbólicio, assim como a

interdisciplinariedade

autores como weber, elias e marx são importantes para analisar a essa transição de tipo

de sociedades. Esse processo é composto por crises