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FOLHA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 de 45


CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

PLANTA DE PRODUÇÃO DE ACETONA

Alunos: Hercílio de Angeli, Mariana Duarte, Thays Freitas e Wallace Fernandes

Disciplina: Instrumentação de Processos

Professor: Marco Gaya

Rio de Janeiro
2017
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2 de 45
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

Sumário
1. PRODUTO ...........................................................................................................................................5
1.1. Acetona ....................................................................................................................................................................................5
1.2. Aplicação .................................................................................................................................................................................5
1.3. Mercado e demanda .................................................................................................................................................................6
2. ESCOLHA DA ROTA.............................................................................................................. ............ 7
2.1. Disponibilidade da matéria prima ............................................................................................................................................8
2.1.1. Fabricantes de Isopropanol no Brasil ..........................................................................................................................8
2.1.2. Fabricantes do Cumeno no Brasil ...............................................................................................................................8
2.2. Propriedades físico-químicas dos reagentes .............................................................................................................................9
2.2.1. Toxidade do Isopropanol ............................................................................................................................................9
2.2.2. Toxidade do cumeno ..................................................................................................................................................9
2.3. Subprodutos – Propriedades e alternativas de usos/destinação ..............................................................................................10
2.3.1. Fenol .........................................................................................................................................................................10
2.3.2. Hidrogênio ................................................................................................................................................................10
2.4. Rota escolhida ........................................................................................................................................................................10
3. PROCESSO.......................................................................................................................................... 11
3.1. Descrição geral do processo ...................................................................................................................................................11
3.1. Estimativa de custos ...............................................................................................................................................................11
3.1.1. Utilidades..................................................................................................................................................................11
3.1.2. Equipamentos ...........................................................................................................................................................12
3.2. Diagrama de blocos................................................................................................................................................................13
3.3. Fluxograma de processos .......................................................................................................................................................14
3.3.1. Codificação dos equipamentos .................................................................................................................................14
3.3.2. Codificação dos instrumentos ...................................................................................................................................14
3.3.3. Diagrama de fluxo de processos (PFD) ....................................................................................................................15
3.3.4. Descrição do processo por área ................................................................................................................................15
4. DETALHAMENTO E CONTROLE DE UMA ÁREA SELECIONADA ..................................... 17
4.1. Área selecionada para detalhamento ......................................................................................................................................17
4.2. Descrição detalhada da área selecionada................................................................................................................................17
4.3. Codificação dos equipamentos e instrumentos no P&ID. ......................................................................................................18
4.4. Codificação das tubulações no P&ID. ....................................................................................................................................19
4.5. Fluxograma de tubulação e instrumentação (P&ID) – Área selecionada ...............................................................................20
4.6. Estratégia de controle .............................................................................................................................................................20
5. FOLHA DE EQUIPAMENTOS......................................................................................................... 22
6. BALANÇO DE MASSA...................................................................................................................... 23
6.1. Considerações ........................................................................................................................................................................23
6.2. Balanço nos principais equipamentos ....................................................................................................................................23
6.3. Balanço global considerando o cenário real de produção ......................................................................................................26
7. FOLHA DE INSTRUMENTOS......................................... ................................................................ 26
7.1. Manômetros ...........................................................................................................................................................................26
7.2. Termômetros ..........................................................................................................................................................................26
7.3. Controladores (lista c/ descrição do serviço)..........................................................................................................................27
7.4. Lista de conversores e transdutores(listagem) ........................................................................................................................27
7.5. Válvulas de controle (especificação do Cv) ...........................................................................................................................28
7.6. Válvula de segurança (especificação do Cv) ..........................................................................................................................37
8. HAZOP................................................................... .............................................................................. 40
9. BIBLIOGRAFIA.................................................. ............................................................................... 44

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Lista de Tabelas
Tabela 1 - Propriedades físico-químicas da acetona ........................................................................................................... 5
Tabela 2 - Demanda mundial de acetona ............................................................................................................................ 7
Tabela 3 - Custos de utilidade........................................................................................................................................... 12
Tabela 4 - Custos de alguns equipamentos ....................................................................................................................... 12
Tabela 5 - Codificação dos equipamentos. ....................................................................................................................... 14
Tabela 6 - Codificação dos instrumentos - PFD. .............................................................................................................. 15
Tabela 7 - Codificação dos instrumentos - P&ID. ............................................................................................................ 18
Tabela 8 - Codificação para fluidos no interior de tubulações (Adaptado de N-1522) ..................................................... 19
Tabela 9 - Codificação para o material de tubulações (Adaptado de N-76) ..................................................................... 20
Tabela 10 - Codificação para o tipo de isolamento requerido para as tubulações (Adaptado de N-1692)........................ 20
Tabela 11 - Lista de equipamentos ................................................................................................................................... 22
Tabela 12 - Balanço no reator. .......................................................................................................................................... 23
Tabela 13 - Balanço no vaso de flash. .............................................................................................................................. 23
Tabela 14 - Balanço no Scrubber. ..................................................................................................................................... 24
Tabela 15 - Balanço na primeira torre de destilação. ........................................................................................................ 24
Tabela 16 - Balanço na segunda torre de destilação. ........................................................................................................ 25
Tabela 17 - Balanço na segunda torre de destilação. ........................................................................................................ 25
Tabela 18 - Quantidade final dos componentes. ............................................................................................................... 25
Tabela 19 - Produção anual da Rhodia no Brasil. ............................................................................................................. 26
Tabela 20 - Matéria prima necessária para o cenário real. ................................................................................................ 26
Tabela 21 - Lista de controladores da Área 200. .............................................................................................................. 27
Tabela 22 - Lista de conversores e transdutores da Área 200. .......................................................................................... 27
Tabela 23- Tabela de Cv e diâmetro nominal do fornecedor ............................................................................................ 33
Tabela 24- Guia de seleção da válvula ............................................................................................................................. 34
Tabela 25- Tabela de informações da válvula escolhida KEA ......................................................................................... 35
Tabela 26 - Quantidade que entram no vaso pelo balanço ................................................................................................ 37
Tabela 27 - Quantidade corrigida ..................................................................................................................................... 37
Tabela 28 - Massa de cada componente no tempo de residência ...................................................................................... 37
Tabela 29 - Volume de cada componente no tempo de residência ................................................................................... 38
Tabela 30-Palavras guias .................................................................................................................................................. 41
Tabela 31-Tabela de severidade e frequência ................................................................................................................... 43

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Lista de Figuras
Figura 1- Demanda global de acetona ................................................................................................................................ 7
Figura 2 - Diagrama de blocos .......................................................................................................................................... 13
Figura 3 - Formação das tags dos equipamentos. ............................................................................................................. 14
Figura 4 - Símbolos de sinais no P&ID ............................................................................................................................ 18
Figura 5 - Dimensões das válvulas de segurança/alívio para os dois cenários avaliados. ................................................ 40
Figura 6- Nó escolhido ..................................................................................................................................................... 42

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1. PRODUTO
1.1. Acetona
A acetona, também podendo ser nomeada de propan-2-ona e dimetil cetona, é o primeiro e
mais importante componente do grupo de cetonas alifáticas. É uma substância amplamente utilizada
como solvente para diversos polímeros, sendo também utilizado como intermediário para a síntese
de bisfenol A, metil metacrilato, diacetona álcool dentre outros produtos. A temperatura ambiente a
acetona é incolor, límpida e apresenta odor característico. É miscível em todas as proporções com
água e solventes orgânicos, assim como alcoóis de baixa massa molecular. Em relação à moléculas
apolares, é miscível em proporções limitadas.
A acetona foi primeiramente produzida a partir da destilação seca do acetato de cálcio.
Sendo este último, originalmente produzido da destilação seca da madeira, sendo mais tarde
produzido a partir da fermentação do etanol. No ano de 1920, a fermentação de carboidratos foi
então vista como alternativa para a produção de acetona. Entretanto, entre os anos de 1950 e 1960 a
rota a partir do carboidrato foi substituída pela rota de desidrogenação do isopropanol e da oxidação
do cumeno, sendo estas duas responsáveis pela produção de 95% da acetona produzida em todo o
mundo. Abaixo segue algumas propriedades físicas da acetona:
Tabela 1 - Propriedades físico-químicas da acetona
Propriedades Físico- Químicas Valor
Massa Molar (g/mol) 58,081
Temperatura de ebulição a 101,3 kPa (oC) 56,2
Temperatura de fusão a 101,3 kPa (oC) -94,7
Densidade relativa d420 0,7909
Temperatura crítica (oC) 235,0
Pressão crítica (MPa) 4.6
Capacidade térmica específica a 20 oC (kJ/kg.K) 2,135
Calor de vaporização a 30 oC (kJ/kg) 545,2
Pressão de vapor a 20 oC (kPa) 24

1.2. Aplicação
A acetona é um produto químico de extrema importância nas indústrias, utilizada como
solvente e como intermediário químico. Como intermediário químico, atua na síntese de compostos

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como: bisfenol A, metacrilato de metila e metil-isobutilcetona. Também é utilizada como solvente


em tintas, adesivos, removedores de esmaltes e outros produtos de cuidados para a pele.
A maior aplicação da acetona é como solvente. A indústria farmacêutica é um importante
consumidor de acetona, utilizando em plásticos reforçados com vidro, vitaminas e cosméticos. É
utilizada também, como agente estabilizante do acetileno, um gás que é transportado em segurança
apenas quando dissolvido em acetona.
A acetona também é usada na síntese de metacrilato de metila, correspondendo ao segundo
maior mercado de acetona. Primeiramente, sua síntese utiliza ácido cianídrico produzindo a acetona
cianidrina. Esse composto é então hidrolisado com ácido sulfúrico e posterior metanólise. Esse
processo apresenta como ponto positivo, a produção de acetona cianidrina, composto utilizado na
fabricação de produtos farmacêuticos e inseticidas.

O bisfenol A, terceira maior aplicação, é usado como matéria-prima para obtenção de


resinas epóxi e plásticos de policarbonato, com aplicações nos setores elétricos, eletrônicos e
automotivos. Sua síntese ocorre através da condensação de um equivalente de acetona e dois
equivalentes de fenol, gerando além do produto desejado apenas água.

1.3. Mercado e demanda


Um estudo feito em 2016 mostrou que a demanda global por acetona tem a China em
primeiro lugar, seguido pelos Estados Unidos e pela Europa Ocidental. Espera-se que o consumo de
acetona em escala global continue apresentando um crescimento até 2021.

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Figura 1- Demanda global de acetona

Além disso, é possível perceber por dados provenientes da Ethiopian Customs Authority que
a demanda de acetona tende a crescer com o decorrer do tempo, conforme dados mostrados na
Tabela 2, considerando o intervalo de 2012 e 2017.
Tabela 2 - Demanda mundial de acetona

Ano Demanda (mil ton)


2012 98,2
2013 105,1
2014 112,4
2015 120,3
2016 128,7
2017 137,7

2. ESCOLHA DA ROTA
Para a produção da acetona diferentes rotas podem ser utilizadas. Na escolha da rota de
produção, além das questões financeiras, diferentes fatores devem ser considerados como a
disponibilidade das matérias primas e os subprodutos oriundos de cada rota, bem como e as
propriedades físico químicas de todos os componentes que podem requerer cuidados diferenciados
de segurança.

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As duas principais rotas utilizadas no mundo para a produção da acetona são mostradas a
seguir com as respectivas reações associadas.
I. Oxidação do cumeno

II. Desidrogenação do 2-propanol

2.1. Disponibilidade da matéria prima


Para a seleção da rota e produção um fator importante é conhecer a disponibilidade de sua
matéria prima nos fabricantes e fornecedores, dessa forma foi feito um levantamento dos principais
produtores no Brasil, visando evitar a importação.
2.1.1. Fabricantes de Isopropanol no Brasil
Uma das principais produtoras de isopropanol é a empresa Rhodia Solvay Group. A Rhodia
Solvay Group é uma empresa de origem histórica na Europa, entretanto está presente no Brasil
desde de 1919 com sete unidades químicas concentradas em São Paulo, atendendo tanto o mercado
interno quanto o externo.
Além da Rhodia, há duas empresas brasileiras que também produzem isopropanol. Uma
delas é a Rauter, empresa localiza no Rio Grande de Sul, que faz comercialização de diversos
produtos químicos. A outra é chamada Dilutec, que possui unidades produtivas em São Paulo e
Góias, que além de produzir o isopropanol, produz outros diversos produtos químicos, tendo
parceria também com empresas como a Ashland.
Para produção do isopropanol a rota mais utilizada é a hidratação do propeno.
2.1.2. Fabricantes do Cumeno no Brasil
Em relação a fabricação de cumeno no Brasil, outra matéria prima associada à produção de
acetona, sabe-se que o principal fabricante é a empresa brasileira Braskem. Esta produz cumeno
como matéria para produção de fenol e acetona.

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Para a produção do cumeno a principal rota utilizada é a alquilação catalítica do benzeno


com o propeno. Um ponto de destaque é que o benzeno é uma substância altamente tóxica ao ser
humano.

2.2. Propriedades físico-químicas dos reagentes


2.2.1. Toxidade do Isopropanol
A toxicidade do isopropanol é considerada baixa em seres humanos, já que é convertido
rapidamente em acetona, produto natural de processos metabólicos corpóreos. Excesso de
exposição pode causar irritação aos olhos, nariz e garganta, assim como pode causar depressão do
sistema nervoso central. Estes efeitos não exibem perigo porque são modestos e podem ser cessados
com o término de exposição. Com base Norma ABNT-NBR 14725-2, o isopropanol recebe a
seguinte classificação:
Líquidos inflamáveis, Categoria 2
Irritação na pele, Categoria 2
Irritação nos olhos, Categoria 2B
Toxicidade sistêmica de órgão-alvo específico - exposição única, Categoria 3
H225: Líquido e vapores altamente inflamáveis.
H336: Pode causar sonolência e vertigem.
H315: Causa irritação à pele.
H320: Causa irritação ocular

2.2.2. Toxidade do cumeno


O cumeno é um líquido incolor e inflamável, quando em contato com a pele e/ou mucosas
causa irritação e tóxico para o ambiente aquático. Seu efeito tóxico para os humanos é cumulativo
com a exposição prolongada. Com base Norma ABNT-NBR 14725-2, o isopropanol recebe a
seguinte classificação:
Líquidos inflamáveis - Categoria 3
Corrosão/ irritação à pele - Categoria 2
Lesões oculares graves - Categoria 2B
Sensibilização à pele – Categoria 1
Toxicidade para órgãos-alvo específicos - Exposição única -Categoria 3
Toxicidade para órgãos-alvo específicos - Exposição repetida - Categoria 2
Perigo por aspiração - Categoria 2
Perigoso ao ambiente aquático - Agudo - Categoria 2

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Perigoso ao ambiente aquático - Crônico - Categoria 2


H226: Líquido e vapores inflamáveis.
H315: Provoca irritação à pele.
H320: Provoca irritação ocular.
H317: Pode provocar reações alérgicas na pele.
H335: Pode provocar irritação das vias respiratórias.
H336: Pode provocar sonolência e vertigem.
H373: Pode provocar danos ao sistema nervoso central, pulmões, rins e fígado por
exposição prolongada ou repetida.
H305: Pode ser nocivo se ingerido e penetrar nas vias respiratórias.
H411: Tóxico para organismos aquáticos, com efeitos prolongados.

2.3. Subprodutos – Propriedades e alternativas de usos/destinação


2.3.1. Fenol
Vapores provenientes do fenol são corrosivos afetando os olhos, a pele e as vias
respiratórias. Inalação dos vapores de fenol pode provocar edema pulmonar. Pode causar efeitos
nocivos sobre o sistema nervoso central e o coração, resultando em disritmia, convulsões e coma.
Em contato prolongado com a pele pode causar dermatite, ou mesmo queimaduras de segundo e
terceiro grau. A longo prazo de exposição à substância pode ter efeitos prejudiciais sobre o fígado e
os rins. Não há nenhuma prova que o fenol é uma causa de cancro em seres humanos. Além do seu
efeito hidrofóbico, um outro mecanismo de toxicidade do fenol pode ser a formação de radicais
livres de fenoxil.
2.3.2. Hidrogênio
O hidrogênio é um gás incolor, inodoro, insípido e altamente inflamável. Uma grande
quantidade de hidrogênio é utilizada em diferentes processos na indústria do petróleo, como a
hidrodessulfurização. Em purezas elevadas o H2 é utilizado na indústria alimentícia como um
agente hidrogenizante, na produção de gorduras saturadas. Além das aplicações industrias já
mencionadas do H2, ele também é de grande interesse na área de pesquisa devido suas propriedades
de condutividade térmica e como fonte de energia.

2.4. Rota escolhida


Com base nas informações apresentadas anteriormente, percebe-se que existe uma oferta
maior em relação ao isopropanol do que o cumeno, apesar de existirem mais plantas químicas de
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produção de acetona a partir do cumeno (Estima-se que aproximadamente 70% de acetona


produzida no mundo é proveniente do cumeno). Se levado em consideração a dificuldade associada
à síntese de cumeno, além da disponibilidade no mercado brasileiro, observa-se a vantagem de
utilizar o isopropanol, que apresenta além de uma maior disponibilidade no mercado brasileiro,
diversas rotas associadas à sua síntese, sendo menos complexa no que diz respeito aos riscos
associados à sua fabricação.
Além disso o subproduto gerando pela rota do isopropanol, o hidrogênio, pode ser utilizado
para aumentar a vida útil do catalisador com a injeção do mesmo na corrente de alimentação do
reator, e o excedente gerado na produção pode ser destinado a uma venda direta para uma refinaria
ou indústria demandante próxima e no caso de plantas de pequenas capacidades uma área de
tratamento e envase permitiria sua venda para usos de melhor escala como as pesquisas.
Sendo assim a rota escolhida para a realização do estudo do processo foi a oxidação do
isopropanol.

3. PROCESSO
3.1. Descrição geral do processo
O isopropanol obtido dos fornecedores (via entrega por camihão) entra na planta e é
estocado em um tanque na unidade de armazenamento de matéria-prima. O isopropanol novo é
então direcionado a um vaso onde misturado ao isopropanol recuperado no processo sendo a
mistura vaporizada e injetada no reator PFR com leito fixo. O efluente do reator é resfriado e
direcionado a um vaso de separação, de onde a corrente gasosa é tratada em um scrubber de gases
para posterior envio para a área de recuperação de gases. A corrente de fundo do vaso é misturada a
corrente recuperado do scrubber e submetida a uma destilação para a separação do produto acetona
da água e isopropanol. A acetona então é armazenada e encaminhada para a expedição. O
hidrogênio recuperado na área de gases também é armazenado e vendido.

3.1. Estimativa de custos


3.1.1. Utilidades
De acordo com as pesquisas feitas, é possível estimar alguns custos associados às utilidades
utilizadas em uma planta de acetona, sendo mostrados na Tabela 3.
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Tabela 3 - Custos de utilidade


Utilidade Custo
Vapor de baixa pressão (618 kPa saturado) $6,62 /1000 kg
Vapor de média pressão (1135 kPa saturado) $7,31/1000kg
Vapor de alta pressão (4237 kPa saturado) $8,65/1000kg
Gás natural $3,00/GJ
Eletricidade $0,06 /kWh
Água de aquecimento (549 kPa, 90°C) $2,54/1000 kg
Água de resfriamento (516 kPa a 30°C) $0,16/GJ
Água refrigerada $1,60/GJ

3.1.2. Equipamentos
Além dos custos das utilizadas, buscou-se equações e estimativas de custo para os principais
equipamentos em uma planta de acetona, conforme observado na Tabela 4.
Tabela 4 - Custos de alguns equipamentos

Equipamento Custo
Bombas $630 (kW)0,4
Trocador de calor $1030 (m2)0,6
Compressores $770(kW)0,96+ 400(kW)0,6
Forno $635(kW)0,8
$[1.67(0.959 + 0.041P - 8.3´10-6P2)]´10z
Sendo:
z = (3.17 + 0.2D + 0.5 log10L + 0.21 log10L2)
D = diâmetro, m 0.3 m < D < 4.0 m
Vasos L =altura, m L/D < 20
P =pressão absoluta, bar
Reator leito fixo $3000/m2
Reator leito fluidizado $10000/m2
$1000V0,6
Tanques V =volume em m3
$(187 + 20D + 61.5D2)
Torre de destilação D = diâmetro em m

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3.2. Diagrama de blocos


O diagrama de blocos do processo é mostrado na Figura 2.
Área 100

Armazenamento

Isopropanol

Área 200

Água
Reação - Desidrogenação

Isopropanol Hidrogênio Acetona Isopropanol Água

Área 300 Área 600

Separação - Condensação Hidrogênio


Recuperação de gases

Isopropanol Acetona Água

Área 400

Separação - Destilação

Acetona
Hidrogênio de alta pureza

Área 500

Estoque e expedição

Figura 2 - Diagrama de blocos

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3.3. Fluxograma de processos


3.3.1. Codificação dos equipamentos
Para identificação dos equipamentos no Diagrama de Fluxo de Processos (PFD) foram
utilizadas tags composta pela união de 3 grupos de identificadores conforme Figura 3.

Figura 3 - Formação das tags dos equipamentos.


Os códigos referentes a cada tipo de equipamento são mostrados na Tabela 5.
Tabela 5 - Codificação dos equipamentos.
Código Equipamento
B Bombas e compressores
E Trocadores de calor
F Forno
R Reator
T Torres
TQ Tanques de armazenamento
V Vasos

3.3.2. Codificação dos instrumentos


Para identificação dos instrumentos no Diagrama de Fluxo de Processos (PFD) foram
utilizados códigos que identificam a função de cada equipamento, conforme descrito na Tabela
6Tabela 5, e um número composto com 3 dígitos. O número utilizado foi inserido de modo
sequencial iniciando no valor correspondente ao número da área adicionado de uma unidade, por
exemplo, para a área 200 os instrumentos têm seus números de identificação iniciados em 201.

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Tabela 6 - Codificação dos instrumentos - PFD.


Código Instrumento
DPIC Controlador e indicador de diferencial de pressão
FIC Controlador e indicador de vazão
FVC Válvula controladora de vazão
LI Indicador de nível
LIC Controlador e indicador de nível
PI Indicador de pressão
PIC Controlador e indicador de pressão
PVC Válvula controladora de vazão para controle de presaão
TC Controlador de temperatura
TIC Controlador e indicador de temperatura
TVC Válvula controladora de vazão para controle de temperatura

3.3.3. Diagrama de fluxo de processos (PFD)


Para melhor visualização o PFD foi gerado por área e encontra-se no Anexo I.
3.3.4. Descrição do processo por área
• ÁREA 100 - Armazenamento
O material de partida, isopropanol, é uma mistura de isopropanol puro com água. A mistura
é de aproximadamente 88 % em peso de isopropanol para 12 % de água. Esse material é alimentado
pela corrente 1 no vaso V-10001, sob pressão de 1 bar e 25 °C. Sendo uma das entradas do vaso o
reciclo de isopropanol proveniente da destilação, corrente 24. De forma análoga, água de processo é
alimentado no vaso V- 10002 pela corrente 3, sob pressão de 1 bar e 25 °C, sendo parte dessa água
proveniente da destilação, que vem pela corrente 25 sob pressão de aproximadamente 3 bar e 25 °C.
• ÁREA 200 - Reação de Desidrogenação
Após a armazenagem, o isopropanol é bombeado para a área 200, onde é vaporizado pelo
trocador de calor E-20001, atingindo uma temperatura de saída de 234°C e pressão de
aproximadamente 2,16 bar. Dessa maneira, o isopropanol agora é alimentado no reator R-20001
pela corrente 5. A reação no reator R-20001 ocorre na temperatura de aproximadamente 350°C,
com conversão de 90%, sendo a pressão no reator de aproximadamente 1,9 bar. O reator é mantido
nesta temperatura através de uma camisa, onde passa óleo térmico, aquecido previamente pelo

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forno F-20001. O óleo entra na camisa na temperatura de 407°C e 2,6 bar, saindo da camisa e sendo
armazenado no vaso V- 20001, sob temperatura de 300°C a 2,6 bar. Com isso, formado no reator
hidrogênio e acetona, que sai na corrente 6, apresentando também resquícios de isopropanol não
reagido. Esta corrente é levada então para a área 300.
• ÁREA 300 - Separação - Condensação
O produto então é condensado no trocador de calor E-30001, saindo numa temperatura de
45°C sob 1,77 bar. Com intuito de diminuir mais a temperatura, a corrente 7 passa por outro
trocador de calor, E-30002, que utilizada água refrigerada (5 °C e retorno a no mínimo 15°C).
Logo, a temperatura diminui chegando a 20°C a 1,6 bar. A corrente 8, agora resfriada, é alimentada
no vaso de flash ou separação V-30001, que opera na pressão de 0,6 bar. Neste vaso, cria-se uma
fase vapor e outra líquida. A fase gasosa, contendo hidrogênio e acetona, é alimentada pela corrente
9 no Scrubber de Acetona T-30001. No Scrubber, é alimentada água de processo pelo topo pela
corrente 4, com intuito de carrear os compostos orgânicos, sendo então o hidrogênio separado
levado para a área 600, para recuperação de gases. A corrente líquida de saída do vaso de flash é
bombeada pela bomba B-30001-A/B, através da corrente 10, onde é misturada com corrente 12,
proveniente do Scrubber. Dessa maneira, a corrente 13 é levada para a área 400 para a destilação.
• ÁREA 400 - Separação - Destilação
A corrente 13 então é alimentado na coluna de destilação T-40001, que opera a 1,20 bar sob
uma temperatura de 61°C. Nesta coluna, grande parte da acetona é destilada, com 99,9% de pureza,
sendo condensada pelo trocador de calor E-40001 e armazenado no vaso de condensado V-40001.
Parte do condensado volta para a torre de destilação T-40001 e outra parte é levada, através da
corrente 19, para o tanque TQ-50001 na área 500 de armazenagem. Os gases incondensáveis são
levados pela corrente 17 para a área 600 de recuperação de gases. O material de fundo de torre, rico
em água e isopropanol, é bombeado pela bomba B-40002-A/B para a torre de destilação T-40002,
onde o isopropanol é destilado. Com isso, o produto de topo isopropanol, é condensado pelo
trocador E-40003, sendo parte retornada para a torre e a outra levada para o vaso V-10001, na área
100 de armazenamento. A água, no produto de fundo, é bombeada pela bomba B-40004-A/B,
resfriada pelo trocador E-40005, e levada para o vaso V-10002 na área 100 de armazenamento.
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• ÁREA 500 - Estoque e Expedição


No tanque TQ-50001 a acetona é armazenada para ser bombeada pela bomba B-50001-A/B
para a expedição. De forma análoga, o tanque TQ-50002 o hidrogênio é armazenado para posterior
expedição.
• ÁREA 600 - Recuperação de Gases
Na área 600 é feita a recuperação dos gases provenientes da corrente de topo do Scrubber da
área 300 e da corrente de topo da torre de destilação T-40001 da área 400. Estas duas correntes são
misturadas e alimentadas em uma torre de adsorção-peneira, T-60001-A/B. A acetona é então
adsorvida na coluna e o hidrogênio é comprimido pelo compressor B-60003-A/B é levado para o
tanque TQ-50002 na área 500. Após toda a acetona ser adsorvida, é feita a dessorção com uma
bomba de vácuo B-60002-A/B, onde a acetona é então dessorvida e condensada no trocador E-
60001 para ser bombeada para o tanque TQ-50001 na área 500.

4. DETALHAMENTO E CONTROLE DE UMA ÁREA SELECIONADA


4.1. Área selecionada para detalhamento
Para a criação do fluxograma de tubulações e instrumentação foi seleciona a Área 200 –
Reação de Desidrogenação.

4.2. Descrição detalhada da área selecionada


Na área 200 o isopropanol oriundo da Área 100 (corrente 2) é vaporizado e tem sua
temperatura de saída ajustada em um trocador de calor do tipo casco e tubo com vapor de alta
pressão passando na parte interna dos tubos (E-20001). A corrente composta pelo vapor de
isopropanol (corrente 5) é alimentada em um reator (R-20001) do tipo PFR encamisado e com leito
fixo de catalisador de cobre, operando a 350 ºC com pressão de 1,9 kgf/cm2. A temperatura do
reator é mantida pela circulação de óleo térmico na camisa. O óleo térmico é mantido em um
sistema de circulação fechada sendo reposto, quando necessário, pela injeção de óleo fresco em um
vaso de acúmulo que recebe o óleo circulado após passagem pela camisa do reator e tem sua
pressão mantida pela injeção de N2 gasoso com remoção de gases provenientes da degradação
térmica do óleo (V-20001). O vaso V-20001 além de permitir a adição de carga de óleo fresca
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mantendo o sistema fechado, evita a cavitação das bombas de carreamento do óleo térmico (B-
20001 A/B) que são montadas em paralelo para permitir a manutenção do processo em caso de
falha de uma das bombas ou na necessidade de realização de manutenção. O óleo térmico tem sua
temperatura ajustada para a necessidade do reator pela passagem pelo forno F-20001, que funciona
com a queima de gás combustível. O produto da reação sai pelo topo do reator (corrente 6) e é então
direcionada para os tratamentos de separação para obtenção da acetona pura para venda.

4.3. Codificação dos equipamentos e instrumentos no P&ID.


Para identificação dos equipamentos e instrumentos no P&ID foram utilizadas o mesmo
padrão de tags aplicado para o PFD, com a adição de alguns novos códigos de instrumentos
mostrados na Tabela 7.
Tabela 7 - Codificação dos instrumentos - P&ID.
Código Instrumento
FT Transdutor de vazão
FY Conversor de sinal elétrico em pneumático controlado por FC
INT Intertravamento – Bloqueio de fluxo
LT Transdutor de nível
LY Conversor de sinal elétrico em pneumático controlado por LC
PSV Válvula de segurança e alívio
PT Transdutor de pressão
PY Conversor de sinal elétrico em pneumático controlado por PC
TSP Seletor de temperatura e pressão
TSH Seletor de alta temperatura
TT Transdutor de temperatura
TY Conversor de sinal elétrico em pneumático controlado por TC

Para identificação dos sinais dos sinais transmitidos entre os instrumentos foi utilizado a
simbologia descrita na Figura 4.

Figura 4 - Símbolos de sinais no P&ID

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4.4. Codificação das tubulações no P&ID.


A identificação das tubulações foi realizada com base nas recomendações descritas nas
Normas Técnicas Petrobras: N-76-Rev-H (Materiais de Tubulação para Instalações de Refino e
Transporte), N-1522-Rev-F (Identificação de Tubulações Industriais) e N-1692-Rev-C
(Apresentação de Projetos de Tubulação).
A tag gerada para cada tubulação é constituída por 6 grupos de identificação alfanumérico
separados por hífen. A seguir é mostrado um exemplo de identificação bem como o significado de
cada grupo.
Exemplo: 9”-HC-200-005-Ba-NI
Primeiro grupo: Indica o diâmetro nominal da tubulação
Segundo grupo: Indica a codificação relacionada ao fluido conduzido pela tubulação. Os
códigos de fluidos utilizados nesse projeto e seus significados são mostrados na Tabela 8.
Tabela 8 - Codificação para fluidos no interior de tubulações (Adaptado de N-1522)
Código Fluido
AL Álcool (utilizado para diferentes álcoois)
AS Ar
AV Condensado de retorno
GC Gás combustível
HC Mistura de hidrocarbonetos
N2 Nitrogênio (N2)
V45 Vapor saturado com pressão de 45 kgf/cm2

Terceiro grupo: Identificação da área


Quarto grupo: Número de 3 algarismos que indica a ordem sequencial da tubulação.
Quinto grupo: Indica a codificação relacionada ao material da linha de tubulação. Os
códigos de materiais utilizados nesse projeto e seus significados são mostrados na Tabela 9.

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Tabela 9 - Codificação para o material de tubulações (Adaptado de N-76)


Material interno Temperatura de operação Classe de
Código Material do tubo
das válvulas Mínima Máxima pressão
Ac Aço-carbono galvanizado Trim J 0 ºC 65 ºC 125 FP
Ba Aço-carbono Trim A 0 ºC 400 ºC 150 FR
Bb Aço-carbono Trim Q 0 ºC 150 ºC 150 FR
Bf Aço-carbono Trim B 0 ºC 400 ºC 150 FR
Bj Aço-carbono Trim A 0 ºC 80 ºC 150 FR
Ca Aço-carbono Trim A 0 ºC 400 ºC 300 FR
Pa AL 1 ¼ Cr ½ Mo Trim B 0 ºC 510 ºC 900 FJA

Sexto grupo: Indica a codificação relacionada ao tipo de isolamento requerido para a


tubulação. Os códigos utilizados nesse projeto e seus significados são mostrados na Tabela 10.
Tabela 10 - Codificação para o tipo de isolamento requerido para as tubulações (Adaptado de N-1692)
Código Tipo de Isolamento
IQ Isolamento a quente
NI Não isolado
PP Proteção Pessoal

4.5. Fluxograma de tubulação e instrumentação (P&ID) – Área selecionada


Para melhor visualização o P&ID encontra-se no Anexo II.

4.6. Estratégia de controle


Para o controle efetivo da área de reação de desidrogenação (Área 200) diferentes malhas de
controle foram instaladas.
Sendo a vazão de alimentação mantida controlada na saída da Área 100 o primeiro controle
instalado na área 100 é do tipo feedback (malha 201) e visa o ajuste da temperatura da corrente de
alimentação do reator, um elemento de medição de temperatura instalado na saída do trocador E-
20001 permite determinar a vazão de vapor de alta, pela atuação em uma válvula de ação indireta
(TVC-201), para manutenção da temperatura. Como medida extra de proteção alarmes de alta e
muito alta são configurados no controlador de temperatura além de um sistema de intertravamento
acionado quando a temperatura atingir 10% acima do alarme de muito alta.

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Para o reator têm-se um controle da pressão tipo feedback (malha 203) que é realizado pelo
controle da válvula da corrente saída do reator (PVC-203), sendo também configurados alarmes de
alta e muito alta. Além do controlador, para evitar uma sobrepressão capaz de danificar o reator
uma PSV é instalada no reator.
Para o controle da temperatura do reator um controlador de temperatura acoplado ao reator
atua em cascata com o controlador de vazão de óleo térmico que alimenta o forno (malha 202).
Permitindo que no caso de partida da unidade a vazão seja controlada para manter a fluxo ideal para
operação dos demais equipamento e após o regime estabelecido o sistema controlar a temperatura
ajustando a vazão de óleo. Nesse controlador um alarme de alta e muito alta são configurados como
medida adicional de segurança.
Para o vaso de acúmulo de fluido de aquecimento (V-20001) duas malhas de controle são
instaladas. O primeiro controle é um feedback para manter o nível no vaso (malha 205) sendo
configurados alarme de alto, muito alto, baixo e muito baixo, os de alta para evitar qualquer
transbordo e os de baixa para evitar cavitação da bomba de fluido térmico. O segundo é um Split-
range (malha 204) que atua na injeção e retirada de N2 para manter a temperatura de trabalho do
vaso. Para o caso de uma inundação com aumento de pressão do vaso instala-se uma válvula de
alívio (PRV-204) para evitar rompimento do mesmo.
Por fim para o controle do forno o sugerido é a combinação de um controle seletivo com um
override. O controle seletivo visa manter a integridade da tubulação que passa pelo interior do
forno, diferentes pontos têm suas temperaturas monitoradas e um seletor (TSH-207) determina a
maior temperatura que será enviada ao controlador configurado com alarme de alta e muito alta
(TIC 207). A segunda variável controlada é a temperatura de saída da corrente do reator (malha
206) sendo também configurados alarmes de alta e muita alta para esse controlador (TIC 206). A
ultima variável controlada no forno é a pressão (malha 209), o controlador PIC 209 atua na válvula
de saída de gases de combustão mantendo o set point de pressão. Os 3 controladores TIC 206, TIC
207 e PIC 209 alimenta um seletor (TPS) que determina em que condições cada controlador ira
atuar na malha de controle de vazão via razão (malha 208) da alimentação do combustível e do ar
no forno (controle override). Em condições normais o controlador de temperatura da corrente de
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saída atua para manter as vazões de combustível no forno, quando atingido um limite pré-
estabelecido para a temperatura de segurança do forno o controlador de temperatura do forno que
passa a controlar a alimentação permitindo o retorno as condições seguras de operação, o mesmo
vale para o controle da pressão. Além dos controles equipados com alarmes de alta e muito alta uma
PSV é instalada no forno para evitar qualquer sobre pressão excessiva e um sistema de
intertravamento bloqueia a injeção de ar e gás combustível caso a temperatura ultrapasse 10% do
nível muito alto de segurança operacional do forno ou a pressão supere a estipulada para o
acionamento da PSV, caso a mesma não atue como previsto.

5. FOLHA DE EQUIPAMENTOS
Na Tabela 11 pode ser observada a lista de todos equipamentos da planta. Alguns
equipamentos têm suas folhas de especificações disponíveis no Anexo III.
Tabela 11 - Lista de equipamentos
Texto exibido Descrição Texto exibido Descrição
B-10001-A/B Bomba de isopropanol E-40003 Condensador de isopropanol
B-10002-A/B Bomba de água E-40004 Refervedor de fundo
B-20001-A/B Bomba de fluido de aquecimento E-40005 Trocador de calor
B-30001-A/B Bomba de fundo de flash E-60001 Condensador de acetona
B-40001-A/B Bomba de reciclo de topo F-20001 Forno de aquecimento de fluido
B-40002-A/B Bomba de de fundo de torre R-20001 Reator de desidrogenação
B-40003-A/B Bomba de reciclo de topo T-30001 Scrubber de Acetona
B-40004-A/B Bomba de de fundo de torre T-40001 Torre de acetona
B-50001-A/B Bomba de expedição de acetona T-40002 Torre de isopropanol
B-50002-A/B Compressor de hidrogênio para expedição T-60001-A Torre de adsorção - peneira
B-60001-A/B Compressor de gases T-60001-B Torre de adsorção - peneira
B-60002-A/B Bomba de dessorção (vácuo) TQ-50001 Tanque de armazenamento de acetona
B-60003-A/B Compressor de hidrogênio TQ-50002 Tanque de armazenamento de hidrogênio
B-60004-A/B Bomba de acetona V-10001 Vaso de preparação de isopropanol
E-20001 Vaporizador de isopropanol V-10002 Vaso de preparação de água
E-30001 Condensador de produtos V-20001 Vaso acúmulo de fluido de aquecimento
E-30002 Trocador de acabamento V-30001 Vaso de flash
E-40001 Condensador de acetona V-40001 Vaso de condensado
E-40002 Refervedor de fundo V-40002 Vaso de condensado

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6. BALANÇO DE MASSA
Como uma das propostas do projeto em questão é o cálculo de uma válvula de controle,
percebeu-se a necessidade de um balanço de massa simplificado para o processo. A seguir será
mostrando as premissas utilizada para a realização do balanço.

6.1. Considerações
Como já citado na descrição do processo, sabe-se que o isopropanol utilizado no processo é
uma mistura com água, sendo isopropanol 88%. Sendo assim, estimou-se como base de cálculo na
entrada do reator 9000 kg/h de isopropanol 88%.

6.2. Balanço nos principais equipamentos


• Reator- R-20001
Abaixo segue a tabela para o balanço de massa no reator, considerando uma conversão de
90% de isopropanol em acetona.
Tabela 12 - Balanço no reator.
Entrada Saída
Componente
(kg/h) (kg/h)
IPA 7920 792
ÁGUA 1080 1080
H2 0 237,6
ACETONA 0 6890,4
A quantidade dos componentes na saída do reator alimenta então o vaso de flash.
• Vaso de flash – V-30001
No vaso de flash, considerou-se que 95% da água de entrada sai no fundo do vaso, sendo o
resto saindo pelo topo. A mesma consideração foi feita para o isopropanol. Abaixo segue o balanço
para o vaso de flash.
Tabela 13 - Balanço no vaso de flash.
Entrada Saída Topo Saída Fundo
Componente
(Kg/h) (Kg/h) ( Kg/h)
IPA 792 39,6 752,4
ÁGUA 1080 54 1026
H2 237,6 237,6 0
ACETONA 6890,4 344,52 6545,88

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• Scrubber – T-30001
De acordo com a descrição do processo, sabe-se que a saída de topo do vaso de flash
alimenta um Scrubber. Para o Scrubber foi considerado uma quantidade de água de processo de 800
kg/h no topo. Além disso, foi considerado que todo o hidrogênio produzido saiu pelo topo, sendo
carreado 5% de acetona produzida. Abaixo é apresentado o balanço:
Tabela 14 - Balanço no Scrubber.
Entrada fundo Entrada Topo Saída Fundo Saída topo
Componente
(Kg/h) (Kg/h) (Kg/h) (Kg/h)
IPA 39,6 0 39,6 0
ÁGUA 54 800 854 0
H2 237,6 0 0 237,6
ACETONA 344,52 0 327,294 17,226

• Primeira torre de destilação- T-40001


De acordo com a descrição do processo, sabe-se a alimentação da primeira torre de
destilação é formada pela saída de fundo do vaso de flash e pela saída de fundo do Scrubber. Para
esta torre de destilação, considerou que toda acetona foi destilada, saindo como produto de fundo da
torre água e isopropanol. Abaixo segue o balanço:
Tabela 15 - Balanço na primeira torre de destilação.
Entrada Saída topo Saída fundo
Componente
(Kg/h) (Kg/h) (Kg/h)
IPA 792 0 792
ÁGUA 1880 0 1880
H2 0 0 0
ACETONA 6873,174 6873,174 0

• Segunda torre de destilação-T-40002


Dessa forma, o produto de fundo da primeira torre de destilação alimenta a segunda torre.
Nesta torre, considerou-se que todo o isorpopanol fosse destilado, sobrando como produto de fundo
apenas água, que foi reciclada para o início do processo (Tabela 16).

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Tabela 16 - Balanço na segunda torre de destilação.


Entrada Saída topo Saída fundo
Componente
(Kg/h) (Kg/h) (Kg/h)
IPA 792 792 0
ÁGUA 1880 0 1880
H2 0 0 0
ACETONA 0 0 0

• Colunas de adsorção – T-60001-A/B


No processo é utilizado duas torres de adsorção, com intuito de recuperar 17,226 Kg/h de
acetona carreada com hidrogênio na corrente de topo do Scrubber. Abaixo é apresentado o balanço:

Tabela 17 - Balanço na segunda torre de destilação.


Entrada Saída topo Saída fundo
Componente
(Kg/h) (Kg/h) (Kg/h)
IPA 0 0 0
ÁGUA 0 0 0
H2 237,6 0 237,6
ACETONA 17,226 17,226 0

• Balanço global
Com todos os balanços realizados nos principais equipamentos, fez-se o balanço global com
intuito de verificar se o balanço de massa está correto. Abaixo é apresentado na tabela a quantidade
de cada componente ao término do processo:
Tabela 18 - Quantidade final dos componentes.
Componente Quantidade
(Kg/h)
IPA 792
ÁGUA 1880
H2 237,6
ACETONA 6890,4

Somando tudo, se tem que:


M = 9800 kg/h

Como no Scrubber há entrada de 800 kg/h de água de processo no topo, fecha-se assim o
balanço.
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6.3. Balanço global considerando o cenário real de produção


Sabe-se que a empresa Rhodia é uma das principais indústrias que produzem acetona no
Brasil. De acordo com um estudo preliminar, em 2004 a Rhodia passou a produzir 101 mil
toneladas por ano no Brasil, expandido assim a capacidade de produção em 27%.
Com esses dados citados e com os balanços realizados anteriormente, onde foi considerada
uma base de cálculo, fez-se a estimativa da quantidade de matéria prima necessária para esta
produção no cenário real. Buscou-se realizar este cálculo com dados reais, visando calcular uma
válvula de controle que mais se aproximasse do mundo real. Sendo assim, tem-se que:
Tabela 19 - Produção anual da Rhodia no Brasil.
Quantidade em toneladas
Por ano Por dia Por hora
101000 276,71233 11,5296804

Logo, tem-se em kg/h: 11529,68 kg/h de acetona.


Considerando a base de cálculo inicial, fez os cálculos estimando a quantidade de matéria
prima necessária para produzir 11529,68 kg/h de acetona. Abaixo é mostrado as quantidades.
Tabela 20 - Matéria prima necessária para o cenário real.
Quantidade
Componente
(Kg/h)
IPA 13252,50617
ÁGUA 1807,159932
H2 0
ACETONA 0

Estes valores serão importantes para o cálculo da válvula de controle.

7. FOLHA DE INSTRUMENTOS
7.1. Manômetros
Para melhor visualização a folha dos manômetros contidos na área 200 (área selecionada
para o P&ID) encontram-se no Anexo IV.

7.2. Termômetros
No projeto todos elementos relacionados a medição de temperatura são transdutores
interligados a controladores, conforme pode ser observada na lista de transdutores.
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7.3. Controladores (lista c/ descrição do serviço)


Para a área que foi elaborado o P&ID (Área 200) foi gerada a lista de controladores
mostrada na Tabela 21.
Tabela 21 - Lista de controladores da Área 200.
Identificação Variável Controlada Variável Manipulada Função
Controle da temperatura da corrente de
TIC-201 Temperatura da corrente de isopropanol Vazão de vapor
alimentação do reator.
TC-202 Temperatura do reator Vazão de óleo térmico Controle da temperatura do reator.
FIC-202 Temperatura do reator Vazão de óleo térmico Controle da temperatura do reator.
PIC-203 Pressão do reator Vazão de retirada de produto de reação Controle da pressão do reator.
Controle da pressão do vaso de
PIC-204 Pressão do vaso de acúmulo de óleo térmico Razão entrada/saída da vazão de N2
acúmulo de óleo térmico
Vazão de alimenentação no vaso de Controle do nível do vaso de acúmulo
LIC-205 Nível do vaso de acúmulo de óleo térmico
acúmulo de óleo térmico de óleo térmico
Vazão de combustível e comburente no Controle da temperatura do óleo
TIC-206 Temperatura de circulação do óleo térmico
forno térmico
Vazão de combustível e comburente no Controle da temperatura de operação
TIC-207 Temperatura das tubulações internas do forno
forno do forno.
Vazões de combutível e comburente do Controle da temperatura de operação
FIC-208 Vazões de combutível e comburente do forno
forno do forno e/ou do óleo térmico.
Vazões de combutível e comburente do Controle da pressão de operação do
PIC-209 Pressão do forno
forno forno.

7.4. Lista de conversores e transdutores(listagem)


Para a área que foi elaborado o P&ID (Área 200) foi gerada a lista de conversores e
transdutores mostrada na Tabela 22.
Tabela 22 - Lista de conversores e transdutores da Área 200.
Transdutor Conversor
Malha
Variável medida Identificaçao Controlador associadado Identificaçao Atuação
201 Temperatura TT-201 TIC-201 TY-201 TVC-201
Temperatura TT-202 TC-202
202 FY-202 FVC-202
Vazão FT-202 FIC-202
203 Pressão PT-203 PIC-203 PY-203 PVC-203
PIC-204 PY-204A PVC-204-A
204 Pressão PT-204
PIC-204 PY-204B PVC-204-B
205 Nível LT-205 LIC-205 LY-205 LVC-205
206 Temperatura TT-206
Temperatura TT-207-A
207 Temperatura TT-207-B
TVC-208-A
Temperatura TT-207-C TPS // FIC-208 FY-208
TVC-208-B
Vazão FT-208-A
208
Vazão FT-208-B
209 Pressão PT-209

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7.5. Válvulas de controle (especificação do Cv)


Para a especificação de uma válvula de controle, foi necessário fazer algumas considerações.
Sabe-se que para a correta especificação do diâmetro nominal de uma válvula de controle, requer
inicialmente o cálculo do coeficiente de vazão Cv. Este está relacionado diretamente ao tipo de
válvula e a sua área de passagem e basicamente exprime a capacidade de vazão. É definido como o
número de galões por minuto de água à temperatura de 60 °F que passa através da válvula,
considerando-se uma queda de pressão de 1 psi. Para o cálculo de Cv, deve-se fazer um
levantamento das variáveis de processo o mais próximo possível da operação.
Para o cálculo de Cv, devem-se ter as seguintes informações:
I. Dados do fluxo
a. Vazão máxima, normal e mínima
b. Pressão à montante e à jusante para a vazão máxima, normal e mínima
c. Temperatura do fluxo
II. Propriedades do fluido
a. Identificação do fluido
b. Estado do fluido (gasoso ou líquido); densidade, peso especifico
c. Viscosidade
d. Pressão de vaporização
III. Dados da tubulação
a. Diâmetro da entrada e da saída
Visando nortear a válvula a ser dimensionada, buscou-se uma válvula de controle para a área
escolhida para elaboração do P&ID. Logo, a área escolhida é a área 200, de reação. Entretanto,
observa-se que nesta área os fluidos que passam pelas correntes de processo são misturas,
dificultando o dimensionando da válvula de controle, já que são necessárias as propriedades físico-
químicas. Além disso, alguns componentes da planta, como o isopropanol, não está no acervo de
componentes do software ValSpeQ. Devido a isso, buscou-se uma corrente de vapor d’água
saturado utilizado em um trocador de calor.

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Abaixo é mostrada a região escolhida da área 200 e a válvula escolhida (TVC-201):

hps

R-20001
Reator de desidrogenação

TIC
TVC-201
201

Área 100
2
Isopropanol (V-10001)

E-20001
Vaporizador de isopropanol

Condensado de retorno

Como não se tem o valor da vazão mássica de vapor saturado que entra no trocador E-20001
para vaporizar o isopropanol, buscou-se fazer um balanço de energia neste trocador, já que se tem a
vazão se isopropanol na corrente 2 estimada pelo balanço de massa anteriormente. Para tal, foram
necessárias algumas informações físico-químicas do vapor saturado e do isopropanol, que serão
mostrados a seguir.
Como o isopropanol é vaporizado neste trocador, buscou-se o calor de vaporização deste
componente:
λisopropanol = 665701,2 J/Kg
Com isso, calculou-se a carga térmica necessária para vaporizá-lo, visto que temos pelo
balanço de massa considerando uma base de calculo no reator na Tabela 4, a vazão de 7920 Kg/h de
isopropanol. Sendo assim:
Q= λisopropanol X misopropanol = 665701,2 J/kg X 7920 Kg/h X 1h/3600s = 1437915 W

Com a carga térmica calculada, buscaram-se agora informações sobre o vapor


saturado. Visto que o vapor saturado é de alta pressão, sabe-se na literatura que para essas
condições a pressão varia de 40-50 bar(g). Com isso, adotou-se a média deste valor, sendo 45

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bar(g), ou seja, 4500 KPa. Com a pressão estimada, foi possível estimar a temperatura do vapor
saturado e calor associado à sua condensação. Com o auxilio do livro do Nilo Índio do Brasil,
Introdução a Engenhara Química 3ª edição, a tabela G.2 do livro, para água saturada com entrada
pela pressão, tem as seguintes informações:
Pressão (KPa) T(K) Entalpia específica (KJ/Kg)
4000 523,55 1713,4
5000 537,17 1639,4
Fazendo interpolação linear para se achar a temperatura e a entalpia especifica de
condensação para a pressão de 4500 kPa, temos então:
T=530,345 K ou 257,195 °C
λicondendação = 1676,4 KJ/Kg
Logo, pelo balanço de energia no trocador é possível determinar a vazão de vapor saturado:
Q = mvaporX λicondendação
mvapor = Q/ λicondendação= 0,85775 Kg/s
Este valor de vapor saturado é associado a base de cálculo escolhida para o balanço massa.
Visando um valor mais próximo da realidade, foram utilizados os valores contidos na Tabela 11,
onde se tem a produção anual pela Rhodia. Sendo assim, corrigiu-se o valor de vapor saturado:
0,85775 Kg/s de vapor saturado--- --------6890,4 Kg/h de acetona
X ----------------------- 11529,68 kg/h
Temos então:
X = mvapor= 1,43527 Kg/s

Com isso, utilizando o software ValSpeq calculou-se o valor do Cv da válvula de controle.


Para tal, converteu-se a pressão de KPa para Kgf/cm2 e as temperaturas de K para °C. Além disso,
foi considerado uma queda de pressão de 1 Kgf/cm2, visto que para estes sistemas a queda de
pressão recomendada pela literatura é pequena. Para a vazão máxima, segundo recomendações de
segurança de projeto, colocou-se 20% a mais da vazão normal e para a vazão mínimo ficou como
50% da vazão normal.

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A seguir é mostrado o cálculo no programa:

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Após o cálculo de Cv, que ficou em torno de 39,95 para uma vazão normal, buscou-se uma
válvula de controle que atendesse o serviço. De acordo com o fornecedor Spirax Sarco, tem-se a
seguinte tabela que é apresentada a seguir. Para esses sistemas com vapor saturado, busca-se
abertura de igual percentagem, norteando a escolha do diâmetro nominal da válvula de controle.
Além disso, recomenda-se escolher um Cv nominal sempre maior que o calculado. Com essas
premissas estabelecidas, na Tabela 23 é grifado o diâmetro da válvula escolhida, que foi de 2
polegadas para um Cv de 45.
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Tabela 23- Tabela de Cv e diâmetro nominal do fornecedor

Na Tabela 24 são apresentados os critérios para a seleção da válvula de controle pelo


fornecedor Spirax Sarco. Após estes critérios são apresentadas algumas características da válvula e
finalmente a folha de especificação da válvula escolhida de acordo com os critérios do fornecedor.

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Tabela 24- Guia de seleção da válvula

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Tabela 25- Tabela de informações da válvula escolhida KEA

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7.6. Válvula de segurança (especificação do Cv)


Para o cálculo da PSV, escolheu-se o vaso de flash V-30001 da área 300 do PFD. Para tal,
foi necessário recordar o balanço de massa no vaso com intuito de saber a quantidade de cada
componente que entra no vaso. A seguir é apresentada, de acordo com a base de cálculo
estabelecida, a quantidade em massa de cada componente que entra no vaso:
Tabela 26 - Quantidade que entram no vaso pelo balanço
Entrada
Componente
(Kg/h)
IPA 792
ÁGUA 1080
H2 237,6
ACETONA 6890,4
Com o objetivo de estabelecer uma vazão mais próxima da realidade, utilizou-se a
informação de produção da Rhodia que produz 11529,68 kg/h de acetona. Com este valor, calculou-
se as quantidades necessárias para entrar no vaso de flash para atende essa quantidade:
Tabela 27 - Quantidade corrigida
Entrada Entrada
Componente
(Kg/h) (Kg/min)
IPA 1325,25 22,08
ÁGUA 1807,15 30,11
H2 397,57 6,62
ACETONA 11529,68 192,16
Admitindo um tempo de residência de 5 minutos têm-se as quantidades:
Tabela 28 - Massa de cada componente no tempo de residência
Entrada
Componente
(Kg)
IPA 110,4
ÁGUA 150,55
H2 33,1
ACETONA 960,8
Sabendo as massas específicas de cada componente, calculou-se o volume de cada
componente em um tempo de residência de 5 min.

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Tabela 29 - Volume de cada componente no tempo de residência


Componente (Kg) (Kg/m3) (m3)
IPA 110,4 784,9 0,14
ÁGUA 150,55 1000 0,15055
H2 33,1 0,0899 368,18
ACETONA 960,8 790,9 1,2148
TOTAL - - 369,68
Com o volume estabelecido, admitiu-se que o tampo do vaso é elíptico do tipo 2:1,
apresentando a equação para o cálculo do volume de um tampo de Vtampo = 0,1309xD3. Além
disso, admitiu-se que a relação L/D = 1,5. Além disso, foi admitido que o volume de 369,68 m3
corresponde a 40% do volume total. Sendo assim, foi calculado o volume total e o diâmetro do
vaso:
Vtotal= 369,68/0,4x1 = 923 m3
Vtotal =( π.D2/4).L + 2.0,1309. D3
Vtotal = ( π.D2/4).1,5.D + 2.0,1309. D3
D = 8,62 m
Logo, L=1,5xD = 12,93 m.
Dessa maneira, com as dimensões calculadas, buscou-se calcular a área molhada. Sabe-se
que para tampo elíptico 2:1 a altura do tampo e obtida por h = D/4 = 2,15 m. Com isso, a área de
um tampo é:
Atampo = π.2.R.h = π.2.2,15.4,31 = 58,34 m2
Segundo recomendações da API, calcula-se a área exposta total até a altura de 7,5 m de um
tanque. Como o tampo tem 2,15 m e a altura total do vaso é 12,93 m, tem-se que altura do cilindro
associada à área exposta para completar 7,5 m é L = 7,5 – 2,15 = 5,35 m. Com isso, calculou-se a
área molhada:
Amolhada= Atampo + π.2.R.L = 58,34 + π.2.4,31.5,35 = 203,24 m2
Segundo o API 520, de posse do valor a área molhada é possível calcular a vazão de alívio
requerida pela fórmula
CFH = 1,107.A0,82, onde A é a área em ft2 e CFH a vazão requerida de alívio em ft3/h.

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Convertendo a área molhada obtida anteriormente e aplicando a fórmula obtém-se a seguinte


capacidade de alívio requerida:
CFH = 1,107. 2187,650,82 = 606,64 ft3/h.
De posso da CFH com o auxílio do programa PRV2SIZE, sabendo que a alimentação do
vaso se trata de uma mistura, dois cenários foram simulados para seleção do pior, sendo eles:
a) Vaso preenchido completamente por hidrogênio no estado gasoso;
b) Vaso preenchido completamente por acetona no estado líquido;
Em ambos casos a pressão máxima admitida foi considerada foi de 1,5 bar, tendo em vista
que o equipamento é projetado para operar a pressão negativa (0,6 bar), dessa forma o mesmo não
suporta pressões positivas altas. As dimensões obtidas para cada válvula podem ser conferidas na
Figura 5 e um relatório completo de cada válvula encontra-se disponível no Anexo V.
Com base na avaliação de probabilidade de ocorrência de cada cenário a situação mais
provável seria o cenário b, dessa forma o mais recomendado seria a instalação da válvula de alívio
calculado por este cenário.

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Figura 5 - Dimensões das válvulas de segurança/alívio para os dois cenários avaliados.

8. HAZOP
O objetivo da HAZOP –Análise de Perigos e Operabilidade – está na identificação dos
perigos e dos problemas de operabilidade de uma instalação de processo. A metodologia está

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baseada em um procedimento que gera perguntas de maneira estruturada e sistemática através do


uso apropriado de um conjunto de palavras guias.
Dessa forma, a HAZOP busca investigar de forma minuciosa e metódica cada segmento de
um processo, buscando descobrir todos os possíveis desvios das condições normais de operação,
identificando as causas responsáveis e possíveis consequências. Uma vez identificadas as causas e
consequências, busca-se estabelecer medidas para eliminar ou controlar o perigo. Sendo assim,
percebe-se a importância da técnica HAZOP, que identifica os perigos que possam colocar em risco
os operadores e os equipamentos da instalação, como também os problemas de operabilidade, que
embora não sejam perigosos, podem causar perda de produção.
• Principais Palavras Guias
Tabela 30-Palavras guias
Palavra guia Desvio
Nenhum Negação das intenções de projeto
Menos Redução quantitativa de uma variável ou propriedade física importante
Mais Aumento quantitativo de uma variável ou propriedade física importante
Também Um amento qualitativo e contaminação
Reverso Oposto lógico da intenção de projeto

• Seleção do Nó

Um nó pode ser um subsistema, assim como partes de um equipamento ou acessórios. Logo,


a seleção dos pontos do processo onde os desvios serão analisados é de extrema importância. A boa
escolha dos nós permitirá a realização de um estudo completo, mas com a otimização dos recursos.
Para o trabalho em questão, buscou-se um equipamento da área onde foi feito o P&ID para a
realização da HAZOP. Dessa forma, escolheu-se o reator de desidrogenação R- 20001. A Figura 6 é
destacado o nó escolhido para a realização da HAZOP.

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Figura 6- Nó escolhido
• Planilha de HAZOP

A planilha da HAZOP pode ser conferida no Anexo VI deste trabalho. Para a avaliação do
risco, admitiu-se a classificação mostrada na Tabela 31.

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FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 43 de 45
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

Tabela 31-Tabela de severidade e frequência

• Sugestões de segurança após HAZOP

Após realização da HAZOP apresentada em anexo, buscou-se comparar as estratégias de


controle que foram realizadas na elaboração do P&ID com as recomendações feitas na HAZOP.
Analisando a HAZOP realizada, percebeu-se que a maioria dos riscos foi avaliada como toleráveis e
moderadas e grande parte das recomendações já haviam sido sugeridas no P&ID. Entretanto,
houveram algumas que foram avaliadas com não toleráveis. Devido a isso, sugerem-se as seguintes
inclusões de barreiras de proteção para o processo para os riscos que foram avaliados como não
toleráveis:
1. Alarme de PAHH E PAH e intertravamento quando houver aumento de pressão
considerável dentro do reator, evitando que uma possível explosão ocorra. Além,

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 44 de 45
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

disso, na HAZOP foi recomenda uma PSV no reator que já havia sido sugerida no
P&ID.
2. Focando ainda o aumento da pressão, percebeu-se que problema na FVC-102,
proveniente da área 100, poderia fazer com que a pressão no reator aumentasse, caso
esta estivesse mais aberta que o estabelecido. Dessa a isso, sugeriu-se que esta
válvula tivesse atuador indireto, fechando na falta de ar (falha fecha).
3. No parâmetro fluxo, percebeu-se que o fluxo reverso poderia gerar problema
aumentando a pressão do reator. Devido a isso, assim como no item 1, foi
recomendado a introdução de uma PSV no reator.

9. BIBLIOGRAFIA
ARUJÁ PETRÓLEO LTDA. FISPQ Acetona. São Paulo, 2015.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14725-2: Produtos químicos -


Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente Parte 2: Sistema de classificação de
perigo. Rio de Janeiro, 2009.

BRASKEM S/A. FISPQ Cumeno. Santo André, 2017.

GOMES, G. C. C. Métodos de Preparação Industrial de Solventes e Reagentes Químicos:


Isopropanol, Revista Virtual de Química, v. 8, 6, p. 2138-2146, 2016.

LIDE, D. R. Physical Constants of Organic Compounds. In: ______ CRC Handbook of


Chemistry and Physics. 85th. ed. Boca Raton: CRC Press, 2005. Cap. 3

LUYBEN, W. L. Design and Control of the Acetone Process via Dehydrogenation of 2-


Propanol, Industrial & Engineering Chemistry Research, 50, p. 1206-1218, 2011.

PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. N-1522-Rev-F: Identificação de Tubulações Industriais. Rio


de Janeiro, 2013.

PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. N-1692-Rev-C: Apresentação de Projetos de Tubulação. Rio


de Janeiro, 2011.
ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 45 de 45
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. N-76-Rev-H: Materiais de Tubulação para Instalações de


Refino e Transporte. Rio de Janeiro, 2016.

QUIMIDROL COMÉRCIO INDÚSTRIA IMPORTAÇÃO LTDA. FISPQ Isopropanol.


Joinville, 2011.

SHAEIWITZ, J. A.; TURTON, R. Acetone production from isopropyl alcohol: Na example


debottlenecking problem and outcomes assessment tool, Chemical Enginnerring Education,
Summer, p. 210-315, 1999.

SIFNIADES, S.; LEVY, A. B.; Acetone. In: ______ Ullmann's Encyclopedia of Industrial
Chemistry. 7th. ed. Weinheim: Wiley-VCH, 2011.

SIGMA-ALDRICH BRASIL LTDA. FISPQ Fenol. São Paulo, 2011.

TURTON, R.; BAILIE, R. C.; WHITING, W. B.; SHAEIWITZ, J. A.; Analysis, Synthesis and
Design of Chemical Processes, Boston: Pearson Education, Inc, 2008.

VELLASCO JR, W. T. Métodos de Preparação Industrial de Solventes e Reagentes Químicos:


Acetona, Revista Virtual de Química, v. 3, 4, p. 339-343, 2011.

WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS LTDA. FISPQ Fenol. São Paulo, 2011.

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo I
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO I
Diagrama de Fluxo de Processo

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
Documentos de Referência

Isopropanol
Notas Gerais
1

TQ-10001
LVC-101
Tanque de armazenamento de isopropanol
Legenda
hps – Vapor de alta pressão
lps – Vapor de baixa pressão
cw - água de resfriamento
25
rw - água refrigerada
LIC FIC
101 102
1

V-10001
Vaso de preparação de isopropanol

Área 200
2
Alimentação do reator (R-20001)
FVC-102

B-10001-A/B Vazão mássica, kg/h


Bomba de isopropanol
Temperatura, ºC
24
Área 400
Isopropanol recuperado topo de torre (T-40002)
Pressão manométrica, bar
Controle de Revisão

Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.


Água de processo
Univer. do Est. do Rio de Janeiro
3 Instituto de Química
LVC-103 Dep. de Oper. e Proj. Industriais
TQ-10002 Curso de Eng. Química
Tanque de armazenamento de água
Cliente ou Usuário:
UERJ
25 Área ou unidade:
LIC FIC
103 104
1
Área 100 – Armazenamento
V-10002
Vaso de preparação de água
Título:

Área 300 Fluxograma de Processo da Área 100


4
Alimentação do scrubber de acetona (T-30001)
FVC-104

Proj. Des. Verif. Aprov.


B-10002-A/B
Bomba de água Escala Form. Folha
N.A.
Área 400
25 Data Nº
Fundo da torre (T-40002)
AC-100-PFD
Documentos de Referência

Notas Gerais

Área 300
6
Alimentação do Vaso de Flash (V-30001)
Legenda
hps – Vapor de alta pressão
lps – Vapor de baixa pressão
PVC-202
cw - água de resfriamento
rw - água refrigerada
Gás para flare Gases de combustão
Nitrogênio
PIC
204

PIC LVC-205
PVC-204-A PVC-204-B
203
Óleo Térmico
TC
202
300
LIC PIC
205 207
2,6

V-20001 FVC-202 Vazão mássica, kg/h


Vaso acúmulo de fluido de aquecimento
350 1,9
Temperatura, ºC
Pressão manométrica, kgf/cm2
B-20001-A/B
Bomba de fluido de aquecimento FIC Controle de Revisão
hps
202 F-20001
Forno de aquecimento de fluido

R-20001
Reator de desidrogenação TVC-206-A
Gás Combustível
TIC
TVC-201
201
TC FIC K Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.
5 206 206

Univer. do Est. do Rio de Janeiro


Ar Instituto de Química
Área 100
2 Dep. de Oper. e Proj. Industriais
Isopropanol (V-10001) TVC-206-B
Curso de Eng. Química
E-20001
Vaporizador de isopropanol Cliente ou Usuário:
UERJ
Condensado de retorno Área ou unidade:

Área 200 – Reação de Desidrogenação


de Isopropanol

Título:

Fluxograma de Processo da Área 200

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-200-PFD
Documentos de Referência

PVC-304
Área 100 Área 600
Água de processo (V-10002)
4 11
Recuperação de gases Notas Gerais

Área 200
Legenda
Corrente de saída do reator (R-20001)
hps – Vapor de alta pressão
PIC lps – Vapor de baixa pressão`
6 304 cw - água de resfriamento
rw - água refrigerada

CW

E-30001
Condensador de produtos
LIC
7
T-30001 305
Scrubber de Acetona

RW PIC
302 Vazão mássica, kg/h
E-30002
Trocador de acabamento Temperatura, ºC
9 Pressão manométrica, kgf/cm2
PVC-302
Controle de Revisão
LVC-305

8
LIC 12
20
301 Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.
0,6
V-30001 Univer. do Est. do Rio de Janeiro
Vaso de flash Instituto de Química
Dep. de Oper. e Proj. Industriais
Curso de Eng. Química
Área 400
10 13 Cliente ou Usuário:
Alimentação da torre de destilação (T-40001)
LVC-301 UERJ
Área ou unidade:
B-30001-A/B
Bomba de fundo de flash Área 300 – Separação - Condensação

Título:

Fluxograma de Processo da Área 300

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-300-PFD
Documentos de Referência

Área 500
19 Armazenamento e expedição (TQ-50001)
Notas Gerais
E-40001
Condensador de acetona PVC-405
Área 600
14 17 Recuperação de gases

CW

PIC
405
16 Legenda

45 hps – Vapor de alta pressão


LIC
TIC FIC 1 406 lps – Vapor de baixa pressão`
402 402
cw - água de resfriamento
1,2 V-40001 rw - água refrigerada
Vaso de condensado
20
61 18
FIC LVC-406
401 CW
TVC-402
E-40003
Área 300 Condensador de isopropanol
13 22
Corrente combinada de fundo do flash e scrubber (V-30001 e T-30001) B-40001-A/B
FVC-401 Bomba de reciclo de topo

45
LIC
TIC TC
TIC FIC 410
404 404 1
407 407
LIC
403 1,1 V-40002
Vaso de condensado Vazão mássica, kg/h
lps 90 23
LVC-410
TVC-404 T-40001 Temperatura, ºC
retorno de condensado Torre de acetona
TVC-407
E-40002 Pressão manométrica, kgf/cm2
Refervedor de fundo
B-40003-A/B
Bomba de reciclo de topo
Controle de Revisão
15
LVC-403 TIC TC Área 100
24
409 409 Armazenamento (V-10001)
LIC
B-40002-A/B 408
Bomba de de fundo de torre

lps CW
Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.
TVC-409
T-40002
Torre de isopropanol

Univer. do Est. do Rio de Janeiro


E-40004
Refervedor de fundo Área 100 Instituto de Química
21 25
Armazenamento (V-10002) Dep. de Oper. e Proj. Industriais
LVC-408
E-40005 Curso de Eng. Química
Trocador de calor
B-40004-A/B Cliente ou Usuário:
Bomba de de fundo de torre
UERJ
Área ou unidade:

Área 400 – Separação - Destilação

Título:

Fluxograma de Processo da Área 400

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-400-PFD
Documentos de Referência

Notas Gerais

Legenda
hps – Vapor de alta pressão
Área 400
lps – Vapor de baixa pressão`
19 30
Acetona purificada - topo de torre (T-40001) cw - água de resfriamento
30 LI
501 rw - água refrigerada
1 31

Expedição - Acetona
Área 600 TQ-50001
Acetona recuperada - torre de adsorção (T-60001 A/B) 29 B-50001-A/B
Tanque de armazenamento de acetona
Bomba de expedição de acetona

Vazão mássica, kg/h


PI
502
Temperatura, ºC
Pressão manométrica, kgf/cm2
Controle de Revisão
30
Área 600
27
Hidrogênio - torre de adsorção (T-60001 A/B) 5

TQ-50002
Tanque de armazenamento de hidrogênio

Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.

Univer. do Est. do Rio de Janeiro


Instituto de Química
Dep. de Oper. e Proj. Industriais
Curso de Eng. Química
32 Cliente ou Usuário:
UERJ
Expedição - Hidrogênio
B-50002-A/B Área ou unidade:
Compressor de hidrogênio para expedição

Área 500 – Estoque e Expedição

Título:

Fluxograma de Processo da Área 500

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-500-PFD
Documentos de Referência

Notas Gerais

Legenda
hps – Vapor de alta pressão
lps – Vapor de baixa pressão`
Área 300
cw - água de resfriamento
11 26
Corrente de topo do scrubber (T-30001) rw - água refrigerada
B-60001-A/B B-60002-A/B
Compressor de gases Bomba de dessorção (vácuo) 28

Área 400
Topo de torre (T-40001) 17

CW Vazão mássica, kg/h


DPIC
601
E-60001 Temperatura, ºC
Condensador de acetona
Pressão manométrica, kgf/cm2

Área 500
Controle de Revisão
29
Armazenamento e expedição (TQ-50001)
T-60001-A T-60001-B
Torre de adsorção - peneira Torre de adsorção - peneira

B-60004-A/B
Bomba de acetona

Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.

Univer. do Est. do Rio de Janeiro


Área 500 Instituto de Química
27 Armazenamento e expedição (TQ-50002)
Dep. de Oper. e Proj. Industriais
B-60003-A/B Curso de Eng. Química
Compressor de hidrogênio Cliente ou Usuário:
UERJ
Área ou unidade:

Área 600 – Recuperação de gases

Título:

Fluxograma de Processo da Área 600

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-600-PFD
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo II
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO II
Fluxograma de tubulação e instrumentação

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
Documentos de Referência

15"-HC-200-003-Ba-IQ Área 300


Alimentação do Vaso de Flash (V-30001) Notas Gerais
PAHH Gás para flare

4"-N2-200-009-Bh-NI
PY PIC PAH PY
Nitrogênio 204A 204 204B

4"-N2-200-008-Bh-NI
PT
PVC-204-B
PVC-204-A 204

Legenda
hps – Vapor de alta pressão
PVC-203
LVC-205
Óleo Térmico lps – Vapor de baixa pressão
4 1/2"-HC-200-010-Ca-IQ
PY PRV-204 LAHH
203 LT LIC LAH LY
hps
205 205 205 PVC-209
LAL
Descarte líquido LALL 18"-GO-200-015-Ca-PP
PAHH
PIC V-20001 FIC Gases de combustão

15"-V45-200-004-Pa-IQ
PAH
203 Gás para flare Vaso acúmulo 202
de fluido de PY

4 1/2"-HC-200-011-Ca-IQ
aquecimento 209
PSV-209
PT PAHH
PSV-203
203 TAHH PT PIC PAH

4"-HC-200-007-Ca-IQ
TC TAH PI 209 209
202 204-A FY
TT 202
202 FT
202 TT
INT-201 207-A Vazão mássica, kg/h
TAHH
B-20001-A PI TT TSH TIC TAH Temperatura, ºC
Bomba de fluido 204-B FVC-202 207-B 207 207
de aquecimento
4"-HC-200-012-Ca-IQ
TT
Pressão manométrica, kgf/cm2
207-C
Controle de Revisão
TAHH
TVC-201 TAH F-20001
TY TIC Forno de aquecimento de fluido
TAHH
201 201 B-20001-B
TAH
Bomba de fluido TT TIC
de aquecimento TPS
206 206

8"-GC-200-014-Bb-NI
R-20001 Rev. Descrição Data Exec. Verif. Aprov.
Reator de 4"-HC-200-006-Ca-IQ
desidrogenação
TVC-208-B Univer. do Est. do Rio de Janeiro
Gás Combustível
Instituto de Química

10"-AS-200-013-Ac-NI
TT INT-208A
Dep. de Oper. e Proj. Industriais
201 FT
208-B Curso de Eng. Química
Área 100 9"-AL-200-001-Bj-NI
Isopropanol (V-10001) 11"-AL-200-002-Ba-IQ Cliente ou Usuário:
K
FY FIC UERJ
E-20001 208 208
Vaporizador de isopropanol Área ou unidade:
15"-AV-200-005-Bf-IQ

FT Área 200 - Reação de Desidrogenação


208-A
de Isopropanol
Ar

TVC-208-A Título:
INT-208B
Condensado de retorno
Fluxograma de Tubulações e
Instrumentação da Área 200

Proj. Des. Verif. Aprov.

Escala Form. Folha


N.A.
Data Nº
AC-200-PID
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo III
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO III
Folhas de dados de equipamentos

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO Nº FD-100-TQ-001
CLIENTE OU USUÁRIO FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 de 3
PROGRAMA OU PROJETO
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
ÁREA OU UNIDADE
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA SEM ESCALA
TÍTULO
UERJ TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ISOPROPANOL - TQ 10001

ÍNDICE DE REVISÕES
REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
0 EMISSÃO ORIGINAL

ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA 04/dez/17
PROJETO UERJ
EXECUÇÃO
VERIFICAÇÃO
APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO
FD-100-TQ-001 0
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 2 de 3

TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ISOPROPANOL - TQ 10001


SERVIÇO: ARMAZENAMENTO DE ISOPROPANOL
TIPO DE TETO X FIXO FLUTUANTE SEM TETO
CAPACIDADE ÚTIL, m³: 663,5
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
PRODUTO: ISOPROPANOL
MÍNIMA NORMAL MÁXIMA
TEMPERATURA, °C 20 25 30
PRESSÃO MAN, kgf/cm² 0,826 1,033 1,24
MASSA ESPECÍFICA À TEMPERATURA NORMAL, kg/m³: 786,62
VISCOSIDADE A TEMPERATURA NORMAL, Cp: 2,05
PRESSÃO DE VAPOR À TEMPERATURA NORMAL ABS, kgf/cm² : 0,05438
PONTO DE FULGOR, °C: 11,7
CONDIÇÕES DE PROJETO
TEMPERATURA, °C: 36
PRESSÃO MAN., kgf/cm²: 1,49
SISTEMA DE AQUECIMENTO
SIM X NÃO
SERPETINA AQUECEDORES
TUBOS LISOS TUBOS ALETADOS
FLUIDO: - ENTRADA, °C: -
TEMPO DE AQUECIMENTO, h: - TEMPERATURA SAÍDA, °C: -
CARGA TÉRMICA, kcal/h: - PROJETO, °C: -
COEF. PELÍCULA INT: - NORMAL MAN., kgf/cm²: -
CALOR ESPECÍFICO, kcal/(kg.°C): - PRESSÃO MÁXIMA MAN., kgf/cm²: -
FATOR DE INCRUSTAÇÃO, h.m².°C/kcal: - PROJETO MAN., kgf/cm²: -
ISOLAMENTO TÉRMICO
SIM X NÃO QUENTE FRIO
MOTIVO: -
BOCAIS
ITEM QUANT. DIÂM., in SERVIÇO OBSERVAÇÕES
1 1 - ALIMENTAÇÃO *NOTA 1
2 1 - SAÍDA *NOTA 1
3 2 - TRANSMISSOR/VISOR DE NÍVEL *NOTA 1
4 1 - VENT *NOTA 1
5 1 - DRENO *NOTA 1
6 1 - STEAM OUT *NOTA 1
7 1 - VISITA *NOTA 1

NOTA 1: ITEM DIMENSIONADO APENAS NA FASE DE DETALHAMENTO DE PROJETO.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO FD-100-TQ-001 0
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 3 de 3

TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ISOPROPANOL - TQ 10001


DESENHO ESQUEMÁTICO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO Nº FD-100-TQ-002
CLIENTE OU USUÁRIO FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 de 3
PROGRAMA OU PROJETO
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
ÁREA OU UNIDADE
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA SEM ESCALA
TÍTULO
UERJ TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA - TQ 10002

ÍNDICE DE REVISÕES
REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
0 EMISSÃO ORIGINAL

ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA 04/dez/17
PROJETO UERJ
EXECUÇÃO
VERIFICAÇÃO
APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO
FD-100-TQ-002 0
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 2 de 3

TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA - TQ 10002


SERVIÇO: ARMAZENAMENTO DE ÁGUA
TIPO DE TETO EXTERNO X FIXO FLUTUANTE SEM TETO

TIPO DE TETO INTERNO FIXO X FLUTUANTE SEM TETO


CAPACIDADE ÚTIL, m³: -
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
PRODUTO: ÁGUA
MÍNIMA NORMAL MÁXIMA
TEMPERATURA, °C 20 25 30
PRESSÃO MAN, kgf/cm² 0,826 1,033 1,24
MASSA ESPECÍFICA À TEMPERATURA NORMAL, kg/m³: 998,2
VISCOSIDADE A TEMPERATURA NORMAL, Cp: 1,002
PRESSÃO DE VAPOR À TEMPERATURA NORMAL ABS, kgf/cm² : 0,0234
PONTO DE FULGOR, °C: -
CONDIÇÕES DE PROJETO
TEMPERATURA, °C: 36
PRESSÃO MAN., kgf/cm²: 1,49
SISTEMA DE AQUECIMENTO
SIM X NÃO
SERPETINA AQUECEDORES
TUBOS LISOS TUBOS ALETADOS
FLUIDO: - ENTRADA, °C: -
TEMPO DE AQUECIMENTO, h: - TEMPERATURA SAÍDA, °C: -
CARGA TÉRMICA, kcal/h: - PROJETO, °C: -
COEF. PELÍCULA INT: - NORMAL MAN., kgf/cm²: -
CALOR ESPECÍFICO, kcal/(kg.°C): - PRESSÃO MÁXIMA MAN., kgf/cm²: -
FATOR DE INCRUSTAÇÃO, h.m².°C/kcal: - PROJETO MAN., kgf/cm²: -
ISOLAMENTO TÉRMICO
SIM X NÃO QUENTE FRIO
MOTIVO: -
BOCAIS
ITEM QUANT. DIÂM., in SERVIÇO OBSERVAÇÕES
1 1 - ALIMENTAÇÃO
2 1 - SAÍDA
3 2 - TRANSMISSOR/VISOR DE NÍVEL
4 1 - VENT
5 1 - DRENO
6 1 - STEAM OUT
7 1 - VISITA

NOTA 1: ITEM DIMENSIONADO APENAS NA FASE DE DETALHAMENTO DE PROJETO.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO FD-100-TQ-002 0
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 3 de 3

TANQUE DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA - TQ 10002


DESENHO ESQUEMÁTICO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO Nº FD-200-R-001
CLIENTE OU USUÁRIO FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 de 3
PROGRAMA OU PROJETO
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
ÁREA OU UNIDADE
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA SEM ESCALA

UERJ REATOR - 20001

ÍNDICE DE REVISÕES
REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA
PROJETO
EXECUÇÃO
VERIFICAÇÃO
APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO FD-200-R-001 00
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 2 de 3

REATOR - 20001
SERVIÇO: CONVERSÃO DE ISOPROPANOL EM ACETONA
TIPO DE REATOR: REATOR PFR COM LEITO FIXO
CASO DE OPERAÇÃO: NORMAL
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
FLUIDO: ACETONA, HIDROGÊNIO E ISOPROPANOL
MASSA ESPECÍFICA À T. DE OPERAÇÃO, kg/m³:
CORROSÃO E/OU EROSÃO POR: - CONCENTRAÇÃO: -
PRESSÃO MAN., kgf/cm² TEMPERATURA, °C DURAÇÃO/FREQUÊNCIA
NORMAL 1,94 350
MÁXIMA 2,328 420
MÁX. EVENTUAL - -
MÍN. EVENTUAL - -
PURGA COM VAPOR - -
CONDIÇÕES DO PROJETO
PRESSÃO MAN., kgf/cm²: 2,7936
TEMPERATURA, °C: 504
ELEVAÇÃO MÍNIMA, mm: -
ISOLAMENTO TÉRMICO AQUECIMENTO SIM: (X) NÃO: ( )
SIM: (X) NÃO: ( ) RESFRIAMENTO SIM: ( ) NÃO: (X)
QUENTE: (X) FRIO: ( ) ENCAMISAMENTO: (X) CASCO DO REATOR: ( )
MOTIVO: FLUIDO: ÓLEO TÉRMICO
PRESSÃO MAN., kgf/cm² TEMP., °C
NORMAL 2,71 407
MÁXIMA 3,252 488,4
PROJETO 3,9024 586,08
BOCAIS
ITEM QUANT. DIÂM., in SERVIÇO OBSERVAÇÕES
1 1 - ALIMENTAÇÃO *NOTA 1
2 1 - SAÍDA *NOTA 1
3 1 - ENTRADA DO FLUIDO DE AQUECIMENTO *NOTA 1
4 1 - SAÍDA DO FLUIDO DE AQUECIMENTO *NOTA 1
5 1 - PSV *NOTA 1
6 1 - VENT *NOTA 1
7 1 - DRENO *NOTA 1
8 1 - STEAM OUT *NOTA 1
9 1 - VISITA *NOTA 1

NOTA 1: ITEM DIMENSIONADO APENAS NA FASE DE DETALHAMENTO DE PROJETO.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO FD-200-R-001 00
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 3 de 3

REATOR - 20001
DESENHO ESQUEMÁTICO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO Nº FD-300-V-001
CLIENTE OU USUÁRIO FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1 de 3
PROGRAMA OU PROJETO
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
ÁREA OU UNIDADE
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA SEM ESCALA

UERJ VASO DE FLASH - 30001

ÍNDICE DE REVISÕES
REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA
PROJETO
EXECUÇÃO
VERIFICAÇÃO
APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO
FD-300-V-001 00
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 2 de 3
VASO DE FLASH - 30001
SERVIÇO: SEPARAÇÃO ACETONA/ÁGUA EM FASES GASOSA/LÍQUIDA

CASO DE OPERAÇÃO: NORMAL


CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
FLUIDO: ACETONA, HIDROGÊNIO E ÁGUA
MASSA ESPECÍFICA À T. DE OPERAÇÃO, kg/m³:
CORROSÃO E/OU EROSÃO POR: - CONCENTRAÇÃO: -
PRESSÃO MAN., kgf/cm² TEMPERATURA, °C DURAÇÃO/FREQUÊNCIA
NORMAL 1,63 20
MÁXIMA 1,956 24
MÁX. EVENTUAL
MÍN. EVENTUAL
PURGA COM VAPOR
CONDIÇÕES DO PROJETO
PRESSÃO MAN., kgf/cm²: 2,3472
TEMPERATURA, °C: 28,8
ELEVAÇÃO MÍNIMA, mm: -
ISOLAMENTO TÉRMICO AQUECIMENTO SIM: NÃO: X
SIM: NÃO: X RESFRIAMENTO SIM: NÃO: X
QUENTE: FRIO: ENCAMISAMENTO: - CASCO DO REATOR: -
MOTIVO: FLUIDO: ÓLEO TÉRMICO
PRESSÃO MAN., kgf/cm² TEMP., °C
NORMAL - -
MÁXIMA - -
PROJETO - -
BOCAIS
ITEM QUANT. DIÂM., in SERVIÇO OBSERVAÇÕES
1 1 *NOTA 1 ALIMENTAÇÃO
2 1 *NOTA 1 SAÍDA DE LÍQUIDO
3 1 *NOTA 1 SAÍDA DE GÁS
4 1 *NOTA 1 TRANSMISSOR / VISOR DE NÍVEL
5 1 *NOTA 1 PSV
6 1 *NOTA 1 VENT
7 1 *NOTA 1 DRENO
8 1 *NOTA 1 STEAM OUT
9 1 *NOTA 1 TRANSMISSOR DE PRESSÃO

NOTA 1: ITEM DIMENSIONADO APENAS NA FASE DE DETALHAMENTO DE PROJETO.

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
FOLHA DE DADOS DE PROCESSO
FD-300-V-001 00
ÁREA OU UNIDADE FOLHA
PLANTA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE ACETONA 3 de 3
VASO DE FLASH - 30001
DESENHO ESQUEMÁTICO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÂO PROPRIEDADE DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo IV
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO IV
Folhas de dados de manômetros

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
FOLHA DE DADOS MANÔMETROS DOCUMENTO N° FD-200-MAN REV. 00 FOLHA 1 de 1
CLIENTE:
N° CLIENTE: 001
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
USUÁRIO:
Nº USUÁRIO: 001
DEPARTAMENTO DE PROCESSOS E PROJETOS INDUSTRIAIS
EQUIPAMENTO: ------ Nº EQUIPAMENTO: -----
IDENTIFICAÇÃO PI-204-A PI-204-B ------
SERVIÇO RECALQUE B-20001-A RECALQUE B-20001-B ------
ÓLEO TÉRMICO ÓLEO TÉRMICO ------
FUNÇÃO ( X ) INDICADOR ( X ) INDICADOR ( ) INDICADOR
( ) RECEPTOR 3 ~ 15 PSI ( ) RECEPTOR 3 ~ 15 PSI ( ) RECEPTOR 3 ~ 15 PSI
MONTAGEM ( X ) LOCAL ( X ) LOCAL ( ) LOCAL
( ) EMBUTIDO ( ) EMBUTIDO ( ) EMBUTIDO
( ) SUPERFÍCIE ( ) SUPERFÍCIE ( ) SUPERFÍCIE
DIÂMETRO DO MOSTRADOR 114MM 114MM -----
COR DO MOSTRADOR BRANCO BRANCO -------
GERAL

COR DOS NÚMEROS PRETO PRETO -------


ESCALA / UNIDADE 0 A 12 KGF/CM2 0 A 12 KGF/CM2 -------
TIPO DE ANEL ( X ) ROSCADO ( X ) ROSCADO ( ) ROSCADO
( ) BAIONETA ( ) BAIONETA ( ) BAIONETA
( ) ENCAIXE ( ) ENCAIXE ( ) ENCAIXE
PRECISÃO 1% 1% ------
CONEXÃO AO PROCESSO 1/2"NPT 1/2"NPT ------
TIPO DE SAÍDA INFERIOR INFERIOR -------
TIPO DE ELEMENTO DE PRESSÃO BOURDON BOURDON -------
------
MATERIAL DO ELEMENTO AÇO INOX 316L AÇO INOX 316L ------
MATERIAIS

MATERIAL DA CONEXÃO AÇO INOX 316 AÇO INOX 316 ------


MATERIAL DO MECANISMO AÇO INOX 304 AÇO INOX 304 ------
MATERIAL DA CAIXA AÇO INOX 304 AÇO INOX 304 -----
MATERIAL DO DIAFRAGMA SELAG. AÇO INOX 316 / Pelic. Teflon AÇO INOX 316 / Pelic. Teflon ------

DIAFRAGMA DE SELAGEM SIM SIM ----


ACESSÓRIO

ENCHIMENTO DA CAIXA / FLUÍDO GLICERINA GLICERINA ------


PROTETOR DE SOBRECARGA ---------- ---------- ----------
SIFÃO ---------- ---------- ----------
AMORTECEDOR DE PULSAÇÃO ---------- ---------- ----------
FLANGE DE FIXAÇÃO DA CAIXA ---------- ---------- ----------
GARRAS DE FIXAÇÃO DA CAIXA ---------- ---------- ----------

FLUÍDO ---------- ---------- ----------


PRESSÃO MIN./NOR./MÁX. ---------- ---------- ----------
TEMPERATURA MIN./NOR./MAX. ---------- ---------- ----------
PROCESSOS

DENSIDADE OPERACIONAL ---------- ---------- ----------


VISCOSIDADE OPERACIONAL ---------- ---------- ----------

NOTAS:
FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo V
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO V
Relatórios PSV

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
Emerson Automation Solutions Pressure Relief Valve Sizing & Selection Report
3950 Greenbriar 1-dez-2017
Stafford TX, 77477
United States
(281) 274-4400
http://valvesizing.pentair.com; Fa
Quote Number: No Prpd. Chk. Appr. Date Revision
Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 Valve ID 41 SIZING DATA
2 Tag No. PSV-301-H2 42 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520
3 Service 43 Sizing Basis Blocked Discharge
4 PID No. 44 Fluid State at Inlet Gas / Vapor
5 Line No. Quantity 45 Relieving Case Pressure Relief
6 1 46 Fluid Properties
7 GENERAL 47 Fluid Name Hydrogen
8 Valve Type Conventional, Direct Spring-Op 48 Molecular Weight, M 2,020
9 Safety / Relief Safety Relief Balanced No 49 Compressibility, Z 1,000
10 Nozzle Full Bonnet Closed 50 Ratio of Sp. Heats, k (Cp / Cv) 1,410
11 CONNECTIONS 51 Gas Constant, C 356,9
12 Inlet 3/4" Thrd. MNPT Standard 52
13 Outlet 1" Thrd. FNPT ASME B1.20.1 53
14 MATERIALS OF CONSTRUCTION 54
15 Body Cylinder SS SA351-CF8M 55
16 Body Base 316 SST 56
17 Connections N/A 57
18 Disc 316 SST 58
19 Seat Metal 59 Sizing Coefficients Unit -
20 Seals N/A 60 Effective K, Gas 0,975
21 Spindle 316 SST 61 Kb Kc 1,0 1,0
22 Guide 316 SST 62
23 Spring 316 SST 63
24 64 Required Capacity Unit ft³/hr
25 Cap Type Screwed & Test Rod 65 Total 606,64
26 NACE MR0175 (2002) No 66
27 67 Pressures Unit barg
Accessories

28 68 MAWP Operating 1,5 0,6


29 69 Set CDTP 1,1 1,100
30 70 Over Pressure 0,4 36,36%
31 SIZING / SELECTION SUMMARY 71 Constant Superimposed 0
32 Valve Model No. 951111MFB 72 Back Variable Superimposed 0
33 Brand Crosby® 73 Pressure Built-Up 0
34 Area Calculated Selected 0,064 0,477 74 Total 0
35 (cm²) Data Set Orifice API 5 75 Inlet Loss 0 0%
36 Unit Required ft³/hr 606,64 76 Atmospheric (Barometric) 14,696 psia
37 Flow Maximum 4501,348 77 Temperatures Unit °C
38 78 Normal System
39 Estimated Reaction Force 0,87 daN 79 Operating Relieving 20 25
40 Estimated Noise Level (db) 86,7 at 100-ft 80 Design Min Design Max 10 40
A
3
Valve Dimensions

B
Tag Notes

in

1,75
C
10,62
Weight
lb

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Emerson Automation Solutions and its parent, subsidiaries, and affiliates assume no liability in any way whatsoever for any direct or indirect loss or damage through the application of this software. See terms of license

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Emerson Automation Solutions Pressure Relief Valve Calculation Report
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Quote Number: No Prpd. Chk. Appr. Date Revision
Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 VALVE ID 11 CALCULATION NOTES
2 Tag No. PSV-301-H2 12
3 Valve Model No. 951111MFB Qty. 1 13
4 SIZING DATA 14
5 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520 15
6 Fluid State at Inlet Gas / Vapor 16
7 CALCULATION SUMMARY
8 Required 606,64 ft³/hr 18 Required 0,064 cm²
Flow Area
9 Maximum 4501,348 ft³/hr 19 Selected 0,477 cm²
10 Estimated Reaction Force 0,87 daN 20 Estimated Noise Level (db) 86,7 at 100 ft
Variable Type Variable Name Symbol Input Value Equation Value
Fluid Properties Molecular Weight M 2,020 2,020
Ratio of Specific Heats k 1,410 1,410
Compressibility Z 1,000 1,000
Process Cond. Required Volumetric Flow Vreq 606,64 ft³/hr 24,284 SCFM
Set Pressure Pset 1,1 barg 15,954 psig
Over Pressure Pover 0,4 barg 5,802 psig
Inlet Line Loss Ploss 0 barg 0 psig
Back Pressure Pback 0 barg 0 psig
Atmospheric Pressure Patm 14,696 psia 14,696 psia
Relieving Temperature T 25 °C 536,670 °R
Distance from Valve (noise) r 100 ft 100 ft
Rupture Disc CCF Kc 1,0 1,0
Valve Data Discharge Coefficient (API) K,API 0,975 0,975

Orifice Area A 0,477 cm² 0,074 in²


Back Press. Correction Factor Kb 1,0 1,0
Outlet Diameter Do 1,05 in 1,05 in
Calculate Inlet Relieving Pressure, Outlet Pressure, Absolute Pressure Ratio
P1 = Pset + Pover - Ploss + Patm P1 36,452 psia
P2 = Pback + Patm P2 14,696 psia
PR = P2 / P1 PR 0,403

Calculate Gas Constant C 356,9


C = 520 * {k * [2 / (k + 1)]^[(k + 1) / (k - 1)] }^0.5

Calculate Volumetric Critical Flow V 4501,348 ft³/hr 180,190 SCFM


V = 6.32 * A * C * K,API * P1 * Kb * Kc / (M * T * Z)^0.5

Calculate Required Orifice Area Areq 0,064 cm² 0,010 in²


Areq = A * Vreq / V

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Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 VALVE ID 11 CALCULATION NOTES
2 Tag No. PSV-301-H2 12
3 Valve Model No. 951111MFB Qty. 1 13
4 SIZING DATA 14
5 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520 15
6 Fluid State at Inlet Gas / Vapor 16
7 CALCULATION SUMMARY
8 Required 606,64 ft³/hr 18 Required 0,064 cm²
Flow Area
9 Maximum 4501,348 ft³/hr 19 Selected 0,477 cm²
10 Estimated Reaction Force 0,87 daN 20 Estimated Noise Level (db) 86,7 at 100 ft
Calculate Mass Critical Flow (for Noise Calc) W 57,549 lb/hr
W = A * C * K,API * P1 * Kb * Kc * [M / (T * Z)]^0.5

Calculate Noise Level at 100-ft (30-m) L100 86,7 db


L100 = [87.75 * log( 1/PR ) + 14.09] + [10 * log(0.29354 * W * k * T / M)]

Calculate Noise Level at Distance, r Lp 86,7 db


Lp = L100 - 20 * log(r / 100)

Calculate Reaction Force for Open Discharge Fr 0,87 daN 2,0 lbf
Fr = (A * C * K,API * P1 * Kc / 366) * {k / [(k + 1) * Z]}^0.5

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Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 Valve ID 7 SELECTION SUMMARY
2 Tag No. PSV-301-H2 8 Valve Model No. 951111MFB
3 Service 9 Brand Crosby®
4 PID No. 10 CONNECTIONS
5 Line No. Quantity 11 Inlet 3/4" Thrd. MNPT Standard
6 1 12 Outlet 1" Thrd. FNPT ASME B1.20.1

Wt.= 7 lb = 3,18 kg

A= 3 in = 76,20 mm

B= 1,75 in = 44,45 mm

C= 10,62 in = 269,88 mm

D= =

E= =

F= =

G= =

H= =
Dimension Notes

• Accessories not shown.


• Weight and dimensions shown
Tag Notes

are approximate.
• Actual valve may vary from.
image.

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PRV²SIZE Software

Summary Report
Project Information
Company: My Company Project: My Project
Location: Project Ref. No.:

Tag Information
Tag Number: PSV-301-H2
Revision: Last Modified: 01/12/2017 22:29:58
Prepared By: Checked By: Approved By:

Specific Tank Data


Sized Using User Defined Flow
Pressure Fluid: Hydrogen
Pressure Set Point: 1,1 barg
Allowed Over Pressure: 0,4 barg
Pressure Flow Rate: 606,64

Valve Sizing Information


Valve Type: 900, 5
Part Number: 951111MFB Quantity to Order: 1
Max Pressure Flow Capacity: 4501,348 ft³/hr

Selected Valve Description


Code Category Description
951 Model 951 Fixed Blowdown Relief Valve (-5) 1500 psig Maximum
8 ASME Code Section ASME Section VIII
3STD Valve Service Gas other than "Air"
PR2 Pressure Ranges 15 to 49 PSIG
TR2 Temperature Ranges -20 to 400 Deg. F
2 Body Material 316 Stainless Steel
1 Connection Size 0.75x1
1 Connection Materials Threaded (either MNPT or FNPT)
M Valve Inlet x Outlet Conn. MNPT x FNPT
N Flange Face N/A (NPT or Welded Ends)
1 Body/Trim/Spring Matl 316 SST Body / 316 SST Trim / 316 SST Spring
1 Seat Material Metal Seat
B Cap Type Std. Screwed Cap & Test Rod
SGPR4 Soft Good Pressure Range 15 to 20 psig
N NACE Standard (without NACE)
1 Nameplate Units STANDARD NAME PLATE
1 Code Case No Code Case
BLN Block Body No Block Body
N SHELL TERV STANDARD OMNI Design
900 Group - MD 900
1 Group - SM - 1 1
1 Group - SM - 2 1

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1 Valve ID 41 SIZING DATA
2 Tag No. PSV-301-Acetona 42 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520
3 Service 43 Sizing Basis Blocked Discharge
4 PID No. 44 Fluid State at Inlet Liquid
5 Line No. Quantity 45 Relieving Case Pressure Relief
6 1 46 Fluid Properties
7 GENERAL 47 Fluid Name Acetone
8 Valve Type Conventional, Direct Spring-Op 48 Sp. Gravity, G 0,792
9 Safety / Relief Safety Relief Balanced No 49 Viscosity 0,32000 cP
10 Nozzle Full Bonnet Closed 50 Reynolds No. 556397,38
11 CONNECTIONS 51 Reynolds No. (max) 853041,44
12 Inlet 1 1/2" Flngd. 150# RF Standard 52
13 Outlet 3" Flngd. 150# RF ASME B16.5 53
14 MATERIALS OF CONSTRUCTION 54
15 Body / Base CS SA216-WCB/WCC 55
16 Bonnet / Cylinder CS SA216-WCB/WCC 56
17 Nozzle 316 SST 57
18 Disc 316 SST 58
19 Seat Metal 59 Sizing Coefficients Unit -
20 Spindle 316 SST 60 K, Liquid Kd, Liquid 0,656 0,729
21 Guide SS A297 Gr. HE 61 Kw Kc 1,0 1,0
22 Spring Chrome Steel - Corr. Rest. 62 Kv Kv (max) 1,0 1,0
23 Gaskets 316 SST 63
24 Bellows N/A 64 Required Capacity Unit ft³/hr
25 Cap Type Screwed 65 Total 606,640
26 NACE MR0175 (2002) No 66
27 67 Pressures Unit barg
Accessories

28 68 MAWP Operating 1,5 0,6


29 69 Set CDTP 1,1 1,100
30 70 Over Pressure 0,4 36,36%
31 SIZING / SELECTION SUMMARY 71 Constant Superimposed 0
32 Valve Model No. 1.5H3JLTJOS-E15S4J 72 Back Variable Superimposed 0
33 Brand Crosby® 73 Pressure Built-Up 0
34 Area Calculated Selected 0,579 0,887 74 Total 0
35 (in²) Data Set Orifice ASME H 75 Inlet Loss 0 0%
36 Unit Required ft³/hr 606,640 76 Atmospheric (Barometric) 14,696 psia
37 Flow Rated Actual 930,071 1033,412 77 Temperatures Unit °C
38 78 Normal System
39 Estimated Reaction Force 1,10 daN 79 Operating Relieving 20 25
40 Estimated Noise Level (db) N/A 80 Design Min Design Max 10 40
A
5,13
Valve Dimensions

B
Tag Notes

in

4,88
C
23,50
Weight
lb

55

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Emerson Automation Solutions Pressure Relief Valve Calculation Report
3950 Greenbriar 1-dez-2017
Stafford TX, 77477
United States
(281) 274-4400
http://valvesizing.pentair.com; Fa
Quote Number: No Prpd. Chk. Appr. Date Revision
Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 VALVE ID 11 CALCULATION NOTES
2 Tag No. PSV-301-Acetona 12
3 Valve Model No. 1.5H3JLTJOS-E15S4J Qty. 1 13
4 SIZING DATA 14
5 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520 15
6 Fluid State at Inlet Liquid 16
7 CALCULATION SUMMARY
8 Required 606,640 ft³/hr 18 Required 0,579 in²
Flow Area
9 Rated 930,071 ft³/hr 19 Selected 0,887 in²
10 Estimated Reaction Force 1,10 daN 20
Variable Type Variable Name Symbol Input Value / Units Equation Value / Units
Fluid Properties Specific Gravity SG 0,792 0,792
Viscosity µ 0,32000 cP 0,32000 cP
Process Cond. Required Volumetric Flow VL,req 606,640 ft³/hr 75,633 GPM (US)
Set Pressure Pset 1,1 barg 15,954 psig
Over Pressure Pover 0,4 barg 5,802 psig
Inlet Line Loss Ploss 0 barg 0 psig
Back Pressure Pback 0 barg 0 psig
Rupture Disc CCF Kc 1,0 1,0
Valve Data Discharge Coefficient (actual) Kd 0,729 0,729
Discharge Coefficient (derated) K 0,656 0,656
Orifice Area A 0,887 in² 0,887 in²
Back Press. Correction Factor Kw 1,0 1,0
Viscosity Correction (Rqd Flow) Kv 1,0 1,0
Viscosity Correction (Max Flow) Kv,max 1,0 1,0
Outlet Diameter Do 3,07 in 3,07 in
Calculate Inlet Relieving and Outlet Pressures
Pa = Pset + Pover - Ploss Pa 21,756 psig
Pb = Pback Pb 0 psig

Calculate Capacity of Selected Valve VL 930,071 ft³/hr 115,957 GPM (US)


VL = 38 * A * K * Kw * Kc * Kv,max * [(Pa - Pb) / SG]^0.5

Calculate Reynolds Number R 556397,38


R = 2800 * VL,req * SG / (µ * A^0.5)
R,max = 2800 * VL * SG / (µ * A^0.5) R,max 853041,44

Calculate Required Orifice Area Areq 0,579 in² 0,579 in²


Areq = (A * VL,req * Kv,max) / (VL * Kv)

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Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 VALVE ID 11 CALCULATION NOTES
2 Tag No. PSV-301-Acetona 12
3 Valve Model No. 1.5H3JLTJOS-E15S4J Qty. 1 13
4 SIZING DATA 14
5 Design Code ASME Section VIII Sizing Std. API 520 15
6 Fluid State at Inlet Liquid 16
7 CALCULATION SUMMARY
8 Required 606,640 ft³/hr 18 Required 0,579 in²
Flow Area
9 Rated 930,071 ft³/hr 19 Selected 0,887 in²
10 Estimated Reaction Force 1,10 daN 20
Calculate Reaction Force for Open Discharge Fr 1,10 daN 2,5 lbf
Ao = (π * Do^2) / 4
Fr = [2.002 * Pa * (A * Kd * Kv,max)^2] / Ao

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Client: My Company
Location: End-User Ref. No.:
Project: My Project Project Ref. No.:
1 Valve ID 7 SELECTION SUMMARY
2 Tag No. PSV-301-Acetona 8 Valve Model No. 1.5H3JLTJOS-E15S4J
3 Service 9 Brand Crosby®
4 PID No. 10 CONNECTIONS
5 Line No. Quantity 11 Inlet 1 1/2" Flngd. 150# RF Standard
6 1 12 Outlet 3" Flngd. 150# RF ASME B16.5

Wt.= 55 lb = 24,95 kg

A= 5,13 in = 130,30 mm

B= 4,88 in = 123,95 mm

C= 23,50 in = 596,90 mm

D= 1,69 in = 42,93 mm

E= =

F= =

G= =

H= =
Dimension Notes

• Accessories not shown.


• Weight and dimensions shown
Tag Notes

are approximate.
• Actual valve may vary from.
image.

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PRV²SIZE Software

Summary Report
Project Information
Company: My Company Project: My Project
Location: Project Ref. No.:

Tag Information
Tag Number: PSV-301-Acetona
Revision: Last Modified: 01/12/2017 22:29:57
Prepared By: Checked By: Approved By:

Specific Tank Data


Sized Using User Defined Flow
Pressure Fluid: Acetone
Pressure Set Point: 1,1 barg
Allowed Over Pressure: 0,4 barg
Pressure Flow Rate: 606,64

Valve Sizing Information


Valve Type: JLT-JOS-E, H
Part Number: 1.5H3JLTJOS-E15S4J Quantity to Order: 1
Max Pressure Flow Capacity: 930,071 ft³/hr

Selected Valve Description


Code Category Description
N Bug Screen for Bellows Valves No Bug Screen for Bellows Valves
N Weather Hood No Weather Hood Required
N High Pressure Steam Trim Steam Trim <= 450 psi
O PRV2SIZE HPST FILTER Other - Not Steam Service
SGPR4 Soft Good Pressure Range 15 to 20 psig
C PRV2SIZE PRESSURE RANGE Greater than or equal to 15 psig / Less than 25 psig
/S1 Low Pressure Standard Orifice
JOL Valve Model JLT-JOS-E, DSO PRV, Liquid Trim
8 Code Section ASME Section VIII
- Restricted Lift (Stafford Plant) Full Lift - No Restriction
4STD Valve Service Liquid other than "Hot Water"
PR2 Pressure Ranges 15 to 25 Psig
3 Temperature Ranges ()5,STD,-55°Fto650°F for Carbon
H Valve Orifice H Orifice
C Connection Size 1.5x3.0
1 Valve Inlet x Outlet Connection 150# x 150#
1 Flange Face RF x RF
N NACE Standard (without NACE)
C Body/Bonnet Material Carbon Steel (SA216-WCB/WCC)
SS Seat/Trim/Spindle Material SST / SST / 316 SST (S, S4, S6)
C Spring Material Ctd. Chrome Steel - (Std)
N Bolting Material Standard Bolting for Selected Valve
1 Seat Material Metal Seat
J Cap Type Type J - (Standard) Screwed Cap
1 Code Case No code case
1 Nameplate Units STANDARD NAME PLATE
BLN Block Body No Block Body
G1 Body/Trim/Spring Matl CS Body / 316 Trim / Ctd. Chrome Steel Spring(S4-CS)
JOL Group - MOD - A JOL
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J_L Group - MOD - B J_L
A Group - FF A
1 Group - VO - 3 1

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FOLHA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Anexo VI
CURSO
ENGENHARIA QUÍMICA
DISCIPLINA
INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
PROGRAMA

DEPART. UNIDADE
OPERAÇÕES E PROCESSOS INDUSTRIAIS PLANTA DE ACETONA

ANEXO VI
Planilha HAZOP

ORIGINAL REV A REV B REV C REV D REV E REV F REV G REV H

DATA

EXECUÇÃO

VERIFICAÇÃO

APROVAÇÃO

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA UERJ, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA LOCALIDADE.
Estudo de Perigos e Operabilidade (HAZOP)
UERJ- Universidade do Estado do Rio de Janeiro Equipamento: Referência Data:

DOPI - Departamento de Operações e Projetos industrais R-20001 PRANTA DE PRODUÇÃO DE ACETONA 30/11/2017

Identificação: ÁREA 200


Elaborado por: Hecílio, Mariana, Thays e Wallace
Descrição: Reator de desidrogenação
Palavra
ID Parâmetro Desvio Causas Consequências Severidade Frequência Risco Recomendações / Observações
guia

No 1

Alarme PAHH e PAH e intertravamento cortando a alimentação do


Válvula PVC-203 fechada. V C NT reator e parando a planta. Implementação de uma PSV no reator R-
20001.

Mais Pressão alta Problema no transdutor PY-203 que Possível explosão do reator Utilização da válvua no by-pass, permitindo a passagem da fase
não converteu o sinal elétrico para V D NT
gagosa fechando a válvula anterior a válvula de controle.
pneumático

Válvula totalmente aberta da válvula


V D NT Na falta de ar, a válvula fecha. Falha fecha.
1 Pressão da área 100 FVC-102

Não ocorrerá a reação de desidrogenação no reator R-20001. By- Pass na válvula de controle FVC-102 da área 100. Um indicador de
Válvula de controle FVC-102
Haverá vapor de alta pressão na saída do trocador de calor E- vazão na entrada no reator R-20001 fazendo uma cascata com a
fechada, impedindo a alimentação III C M
20001 que não será condensado, podendo provocar erosão nos temperatura. Logo, sem vazão na entrada do reator a válvula TCV-201
no reator R-20001
Menos Pressão baixa tubos. de utilidade fecha. Alarme de baixa no reator.

Válvula de controle PVC-202 Alta vazão no vaso de flash V-30001 e possível carreamento de By- Pass na válvula de controle PVC-202 e um controle splitrange, com
III C M
totalmente aberta. isopropanol não reagido. uma válvula de controle na alimentação e uma na sáida do reator.

Válvula TVC-201 aberta, permitindo Na falha da válvula, ela fecha. Ou seja, na ausência de ar a válvula
Possível perda da atividade do catalisador no reator. II C T
alta vazão de utilidade. fecha.

Alta vazão de óleo na camisa. Possível perda da atividade do catalisador no reator e possível Na falha da válvula, ela fecha. Ou seja, na ausência de ar a válvula
III B T
Válvula FVC-202 totalmente aberta. danificação do material do reator. fecha.

Mais Temperatura alta Alta vazão de ar no forno E-20002, Alto aquecimento do óleo e consequente alto aquecimento na Controlar a temperratura do óleo na saída do forno com a vazão de
proveniente da válvula TVC-208-A camisa do reator, podendo acarretar alta taxa na reação ou perda III B T entrada de ar pela válvula TVC-208-A. Além disso, controle de razão
totalmente aberta. de catalisador. com a vazão de gás combustível.

Alta vazão de gás combustível no


Alto aquecimento do óleo e consequente alto aquecimento na Controlar a temperratura do óleo na saída do forno com a vazão de
forno E-20002, proveniente da
camisa do reator, podendo acarretar alta taxa na reação ou perda III B T entrada de gás combustível pela válvula TVC-208-B e controle de
2 Temperatura válvula TVC-208-B totalmente
de catalisador. razão com a vazão de ar.
aberta.

Válvula TVC-201 totalmente Não vaporização do isopropanol que entrará no reator R-20001, Controle da temperatura de saída do trocador de calor E-20001
II C T
fechada ou parcialmente fechada. podendo acarretar na não reação. manipulando a vazão de utilidade pela válvula TCV-201.

Pequena vazão de gás combustível


Possível ocorrência de reação paralela de formação de éter Controlar a temperratura do óleo na saída do forno com a vazão de
no forno E-20002, proveniente da
Menos Temperatura baixa isopropílico devido a baixa temperatura do fluido de aquecimento II C T entrada de gás combustível pela válvula TVC-208-B e controle de
válvula TVC-208-B totalmente
da camisa. razão com a vazão de ar.
fechada ou parcialmente fechada.
Pequena vazão de ar no forno E-
Possível ocorrência de reação paralela de formação de éter Controlar a temperratura do óleo na saída do forno com a vazão de
20002, proveniente da válvula TVC-
isopropílico devido a baixa temperatura do fluido de aquecimento II C T entrada de gás combustível pela válvula TVC-208-A e controle de
208-A totalmente fechada ou
da camisa e contaminação do vaso de flash V-30001. razão com a vazão de gás combustível.
parcialmente fechada.
Válvula totalmente aberta da válvula Temperatura na entrada do reator menor do que a especificada, Controlar a temperatura de saída do trocador de calor E-20001
Mais Mais fluxo III B T
da área 100 FVC-102. podendo ocorrer reação paralela. manipulando a vazão de utilidade.
Válvula parcialmente fechada da Temperatura na entrada do reator maior do que a especificada, Controlar a temperatura de saída do trocador de calor E-20001
Menos Menos fluxo III B T
válvula da área 100 FVC-102. podendo ocorrer reação paralela no reator E-20001. manipulando a vazão de utilidade.

Válvula totalmente fechada da


Não ocorrerá a reação de desidrogenação do reator R-20001. By- Pass na válvula de controle FVC-102 da área 100 e material mais
Nenhum Nenhum fluxo válvula da área 100 FVC-102 e III B T
Além disso, a utilidade não será condensada. resistente da tubulação com maior espessura.
possível vazamento na tubulação.

3 Fluxo Válvula PVC-203 fechada


Contaminação da tubulação de entrada do reator com hidrogênio e
aumentando a pressão no reator, Instalação de uma PSV no reator e válvula direcionadora de sentido
Reverso Fluxo reverso acetona. Possível explosão na tubulação por conta da presença V C NT
fazendo com que o fluxo volte para único na tubulação.
de material inflamável.
a alimentação do reator.
Contaminação proveniente do
trocador de calor E-20001 com
Aumento da pressão no reator R-20001 e condensação do vapor Aumento da expessura dos tubos do tracador de calor E-20001 ou
vapor d'água saturado, devido a um III B T
d'água na tubulação de entrada do trocador. material mais resistente para evitar rompmento.
possível rompimento dos tubos do
Também Contaminação
trocador.
Contaminação com óleo Aumento da expessura do reator ou material mais resistente do reator
Afogamento do reator afetando a ocorrência da reação. III B T
proveniente da camisa do reator. e da camisa.