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Farol Centro de Formação e Aperfeiçoamento em

Práticas Integrativas em Saúde e Desenvolvimento Humano

Cromoterapia Clínica
Básico

Material elaborado para o curso de


Formação em Terapias Holísticas Integrativas.
Módulo Terapias Vibracionais
Coordenação: Lú Albuquerque

www.farolterapeutico.com.br
R. Mal. Deodoro,1192 - Pelotas/RS
Oswaldo Galvão Filho

CROMOTERAPIA
Terapia Milenar ao Alcance de Todos

Uma abordagem científica sobre a


ação terapêutica da luz-cor e seus
efeitos na Saúde Integral.
Sumário
Capa ...................................................................................................................................... 1
Apresentação........................................................................................................................... 2
Sumário.................................................................................................................................. 3
Capítulo I A História Antiga da Cromoterapia............................................................... 4
Fundamentação Científica da Cromoterapia..................................................... 5
O Novo Modelo Energético do Ser Humano..................................................... 9

Capítulo II A Rede Energética Sutil................................................................................ 11


A Teoria das Células..................................................................................... 12
Biofótons: LaserBiológicos.............................................................................. 14
Mecanismo de Funcionamento das Terapias pela Luz...................................... 16

Capítulo III Sistema Energético Multidimensional............................................................... 17


Avaliação Energética Radiestésica Multidimensional.......................................... 18
Tratamento Cromoterápico............................................................................ 19

Radiestesia.................................................................................................... 20
Mecanismo de Captação e Reposição das Energias......................................... 21
Energia Ectoplasmica Fator Fundamental na Recuperação
dos Tecidos Danificados por Doenças e Traumas............................................ 22
Processos Energéticos................................................................................... 24
Campos Energéticos Muntidimensional............................................................ 25
Diagnóstico Radiestésico Holístico.................................................................. 26
Alinhamento Magnético dos Corpos Sutis....................................................... 27
Disfunção dos Chakras e Saúde...................................................................... 29
O Plexo Solar.............................................................................................. 33

Capítulo IV As Cores e suas Funções Terapêuticas............................................................ 34

Exercícios.................................................................................................... 49
As Cores Associadas...................................................................................... 51
Exercícios..................................................................................................... 57
Pensamento e Energia................................................................................... 59
A Projeção Mental......................................................................................... 61
Algumas Regras a Serem Observadas............................................................. 62

Capítulo V Anatomia Humana........................................................................................ 64


Capítulo VI A Divisão do Tratamento Cromoterápica....................................................... 119
Algumas Regras a Serem Observadas........................................................... 127
Ficha de Avaliação Cromoterápica................................................................. 129
Anamnese Holística..................................................................................... 130
Ficha de Anamnese Holística......................................................................... 131
Ficha de Aplicação Cromoterápica.................................................................. 133
Exercícios..................................................................................................... 134
Tratamentos Cromoterápicos......................................................................... 136
Referências Bibliográficas.............................................................................. 147
Artigos........................................................................................................ 148
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CAPÍTULO I

A História Antiga da Cromoterapia

A mais antiga terapia retornando para o novo tempo terapia da luz, que surge como uma
grande promessa para a humanidade nesta virada do milênio, já era praticada desde o
início dos tempos por diversas culturas. Já na bíblia encontramos a expressão em que
Deus, o Criador disse: "Fiat Lux" (faça-se à luz) e a vida começou. Jesus na sua passagem
pela terra curava com a luz de Deus e até hoje a humanidade recorre à luz do espírito
para curar aqueles males que a ciência não consegue desvendar. Encontramos nos textos
antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam curas por exposição à luz
solar.
O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai
Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em
rolos de papiros. Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no
Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De
retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e
elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.
Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas
do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Médicine des Pharaons”, onde relata como os
sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras
preciosas. Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito e ficou
milênio adormecido; e ressurge como uma Medicina-Energética.

Heliópolis, a cidade grega do sol, era uma verdadeira cidade de cura pela luz. Foi
concebida com inúmeros templos de cura onde se praticava a terapia solar através dos
seus componentes espectrais , que ficou conhecida como Helioterapia .
Embora se atribua ao antigo Egito a descoberta da terapia cromo-espectral, foram os
gregos através da helioterapia, que deram início às práticas da atualmente conhecida
cromoterapia. Os antigos egípcios valendo-se do fato de que a cor vermelha estimula,
enquanto que a cor azul relaxa e revigora, desenvolveram a base da cromoterapia para
tratar tanto doenças físicas, mentais ou emocionais.
Pitágoras, que viveu na Grécia 500 anos antes de Cristo, já praticava a terapia cromo-
espectral. Hipócrates e Galeno, médicos gregos do início da nossa era, também
conheciam as qualidades terapêuticas da luz, embora de maneira intuitiva.
Aristóteles foi o primeiro a afirmar que a luz se propagava em forma de ondas, sendo
Ptolomeu quem descobriu o fenômeno da refração, toda vez que a luz atravessa dois
meios de natureza diferente. Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega,
a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde.
Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia.
Na Grécia muitos filósofos/médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na
fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos. A Cromoterapia está intimamente ligada ao
antigo Egito assim como a própria Medicina.

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Fundamentação Científica da Cromoterapia
Em 1672, Isaac Newton, utilizando um prisma, foi o pioneiro na descoberta de que a luz,
no seu espectro visível, ao incidir num prisma, se decompõe nas cores do arco-íris. Em
1676, Ole Römer, foi o primeiro a medir a velocidade da luz, iniciando-se assim, a ciência
que estuda as características físicas da luz: a ótica. Quase que ao mesmo tempo, em que
surgem os primeiros enfoques científicos como Shakespeare e Descartes, que não só
perceberam a importância da luz como fenômeno físico, mas também, a sua relação com
a essência humana. Eles descobriram que os olhos, portadores da luz para o corpo, a
mente e o espírito, constituíam uma via de acesso para se chegar à integração do ser com
sua essência, com o meio externo, com o universo com Deus.
O filósofo e escritor alemão Goethe, em 1840 lança sua obra “Teoria das Cores” onde é
registrada por primeira vez na história, a influência que a cor exerce nas nossas vidas à
nível físico, mental e emocional. A partir deste ponto surge um novo enfoque no estudo
da luz e seus efeitos na vida humana. Os médicos do século XIX se envolvem nas
experiências de tratamentos de doenças, como a paralisia e tuberculose, com a luz solar e
as cores. Em 1876 Augustus J. Pleasanton publica seu livro “ Luzes do sol e azuis “, onde
relata os efeitos da luz azul no sistema glandular, no sistema nervoso e nos órgãos
secretivos.
Em 1877 o Dr. Seth Pancoast publicou seu livro “Luzes vermelhas e azuis”, onde trata do
poder bactericida da luz violeta. Em 1878 o dr. Ewin Babbit publicou seu clássico “Os
princípios da luz e da cor”, onde relata incontáveis experiências de cura, das mais
diversas desarmonias, atuando com luz colorida de diferentes cores e matizes. Esta obra
despertou o interesse da classe médica pela terapia da luz e continua sendo objeto de
estudo até os dias de hoje. Seguidamente descobertas, como o poder bactericida da luz
ultravioleta, assim como, o reconhecimento da influência da luz na produção da vitamina
D e sua incidência no tratamento do raquitismo, foram fatos que despertaram cada vez
mais, o interesse dos médicos da época pelo estudo da terapia da luz.
Em 1920 o médico indiano Dinshah P. Ghadiali funda o “Spectro-Chrome Institute”,
destinado a treinar médicos e outros terapeutas, na “terapia da luz e da cor” e em 1933
publica sua obra de três volumes “Spectro-Chrome Metry Encyclopedia”. Nesta época
Ghadiali, relata que todo elemento químico em estado de ativação, emite uma radiação
característica dentro do espectro de bandas coloridas, chamada de linhas espectrais de
Fraunhofer. Esta radiação definida por uma frequência e um comprimento de onda, é
única para cada elemento e podemos considerá-la como sendo as “impressões digitais” do
elemento. Ghadiali também descobriu que quando um elemento é exposto à luz branca,
ele absorve a frequência correspondente à sua banda espectral e emite luz nessa mesma
frequência. Tal o caso do ferro na fotossíntese, em que absorve luz branca a banda
espectral correspondente à cor verde e emite essa mesma banda de frequência,
conferindo a cor verde aos vegetais. Ele concluiu que estando o corpo humano constituído
de muitos elementos químicos, também deve absorver luz de uma dada frequência e
emiti-la ao exterior, através do campo eletromagnético que envolve o corpo, que os
antigos chamaram de aura.
Então, Ghadiali, estudou o espectro de Fraunhofer para cada elemento dentro do corpo e
comparou cada emissão de cor primária do elemento com sua função fisiológica. Concluiu
que a principal cor emitida pelo elemento estava relacionada à função do mesmo no
corpo; portanto, quando essa cor fosse aplicada terapeuticamente, auxiliaria a função
deste elemento no organismo. Desenvolveu assim, um conjunto de 12 filtros de cor a
serem utilizados como sistema cromo-espectral de cura, dando origem às bases de uma
nova terapêutica, que prometia revolucionar a ciência médica da época, com o início de
uma terapia não invasiva que permitia tratar das doenças do corpo, da mente e da alma
através da luz.

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No tempo em que Dinshah Ghadiali desenvolvia o sistema cromo-espectral, o Dr. Harry
Riley Spitler introduz uma pesquisa que iria revolucionar a medicina da época. Spitler,
baseado nos estudos dos trabalhos de Babbitt e Ghadiali, implanta a terapia da luz no
sanatório que dirigia. Com base nos resultados obtidos, Spitler descobre que a terapia da
luz que utilizava a aplicação de luz colorida , oferecia novas perspectivas de crescimento
em aplicações e eficácia, quando a luz era direcionada através dos olhos. Descobriu que
tanto o sistema nervoso autônomo, quanto o sistema endócrino, estavam ligados ao
cérebro através dos olhos.
A luz que penetra no corpo através dos olhos, estaria restaurando o equilíbrio desses
sistemas e de outras funções do cérebro. Assim, Spitler dá início a uma nova abordagem
da terapia da luz, a qual chamou de sintônica. A sintônica refere-se ao equilíbrio
fisiológico do sistema nervoso. Spitler descobriu também, que a cura pela luz não se
processava de igual maneira com todos os indivíduos e que dependia do seu biótipo e
constituição física/emocional. Spitler desenvolve então, um sistema mais completo que
seus antecessores, onde relaciona a constituição e o biótipo da pessoa, baseando a
terapia na energia e na frequência da luz transmitida, em vez de baseá-la no uso de
filtros coloridos, pois embora cada cor de filtro gerasse uma frequência característica de
luz, devido ao biótipo, ela não seria igualmente absorvida pelo receptor. Spitler e seus
seguidores continuaram com sucesso, suas experiências até os nossos dias, baseados na
comprovação científica de que os olhos são verdadeiramente as “janelas da alma”.
Em 1938 Spitler dá sustentação e base científica ao surgimento de uma nova terapia não
invasiva que prometia revolucionar a medicina: a terapia da luz. Mas, ao mesmo tempo
em que Spitler iniciava sua escalada surpreendente dentro da classe médica, treinando
médicos e outros profissionais da saúde, nesta nova visão da cura pela luz, no College of
Syntonic Optometry, um fato científico muda o foco de atenção da medicina para a
farmacologia. Foi o prêmio Nobel, outorgado ao dr. Domagk, pela descoberta da
sulfanilamida, que deu início ao redirecionamento e a uma nova fase da ciência médica: a
da medicina medicamentosa, onde as doenças são tratadas quimicamente, priorizando a
eliminação dos sintomas, ficando em segundo plano, os tratamentos que visam
reequilibrar o indivíduo gerador da doença. Ofuscada pela nova droga, a terapia da luz
implantada por Spitler em sua clínica, foi ficando obsoleta e passou temporariamente para
a clandestinidade. Apesar da resistência da classe médica, os estudos do Dr. Spitler
continuaram e suas descobertas também. Mesmo sem grande aceitação na área médica,
o College of Syntonic Optometry continua até os dias atuais, desenvolvendo e divulgando
as descobertas da terapia da luz através dos olhos.
Após a morte do Dr. Spitler em 1961, seus alunos e seguidores continuaram com o
instituto, hoje dirigido pelo Dr. Jacob Liberman, autor da obra “Luz a Medicina do Futuro”
, obra que constitui uma verdadeira homenagem aos pioneiros da cura pela luz.
Na década de 70, o Dr. Robert Gerard em sua tese de psicologia, demonstrou como os
sentimentos e emoções são influenciados pela visão de determinadas cores e sua relação
com o sistema nervoso autônomo. O Dr. Harry Wohlfarth, focalizando também o sistema
nervoso autônomo (SNA), conseguiu através de estudos empíricos, verificar a influência
das cores no SNA e a sua incidência na pressão arterial, na frequência respiratória e no
ritmo cardíaco. Nesta mesma época, surgem outras pesquisas envolvendo a luz e a cor,
através das observações do Dr. Max Lüscher, que estudou profundamente o tema:
“preferência pela cor“ . Baseado nos estudos da obra de Ghadiali, a qual sustenta que a
preferência por uma determinada cor está ligada à ausência desta mesma cor dentro do
indivíduo, na forma do elemento químico gerador e emissor da cor, Dr. Lüscher descobriu
que a preferência por uma cor está associada a um estado mental e a um estado de
equilíbrio hormonal.

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A experiência consistia em submeter repetidamente, uma região específica do cérebro de
um coelho, (que era o final do caminho percorrido pela luz, desde o olho até a glândula
pineal), às luzes de cores diferentes. Observou-se que algumas cores estimulavam a
função endócrina, enquanto outras, podiam inibir, e até, desequilibrar completamente tal
função. A partir desta experiência, chegamos aos anos 90 com a confirmação de que,
diferentes cores (comprimento de onda diferentes) ao incidirem através do olho humano,
na glândula pineal, afetariam o sistema endócrino e o sistema nervoso autônomo, o qual,
por sua vez, influenciaria, através do nervo vago, todos os órgãos internos , assim como
os órgãos dos sentidos e as funções periféricas do corpo.
O Dr. Lüscher descobriu também, em suas pesquisas, que à nível mental, as rações de
um indivíduo a determinados comprimentos de onda, estavam associadas à sua primeira
memória, anterior e única, localizada na região dos gânglios da base do cérebro, ligada às
informações provenientes das profundezas de seu centro (da sua alma talvez?). Neste
ponto, podemos observar que a ciência dos anos 90 parece estar demonstrando a
autenticidade das informações que os antigos obtiveram de forma intuitiva.
Tal o caso da teoria dos Chackas, encontrada em escritos tibetanos antigos, onde se
sustenta que a luz entra no corpo através dos olhos (janelas da alma) até a pineal (sede
da alma) e continua percorrendo um sistema de 7 centros energéticos, os quais localizam-
se exatamente nos locais das principais glândulas endócrinas. Estes centros de forças se
correspondem com diferentes com diferentes estados de consciência pessoal e aspecto
da personalidade, além de se comunicarem entre si, por uma rede de finos canais
energéticos, chamados de nadis, que se estendem fora do corpo físico. Os antigos
consideravam que pelos nadis a energia da fonte da vida se tornava matéria.
Segundo o Dr. Jacob Liberman, afirmou em sua obra: “Luz a medicina do futuro” , ed.
Siciliano, edição 1994, pág. 61: “Talvez seja a hora de compreendermos que nosso
conhecer intuitivo antecedeu nossas descobertas científicas. Será que não estamos, na
verdade, utilizando o método científico para comprovar o que já sabemos?”.
Em 1982, a Dra. Sharon McDonald deu outra valiosa contribuição à terapia da luz,
submetendo 60 mulheres de meia idade portadoras de artrite reumatoide, à exposição
com luz azul. Da experiência, resultou que as dores diminuíam enquanto as regiões
afetadas permaneciam expostas à luz azul. Também observou que quanto maior o tempo
de exposição, maior era o benefício obtido.
Em 1985 o Dr. John Ott abre um grande portal nas pesquisas da terapia da luz, lançando
o filme “Explorando o espectro”, onde mostra as observações dos efeitos da luz sobre os
padrões de movimento dos cloroplastos (componentes celulares portadores da clorofila).
Inicialmente, submeteu os cloroplastos à luz de espectro total e seguidamente fez a
mesma experiência, colocando filtros vermelhos e azul. O Dr. Ott observou que o padrão
de movimento era alterado e interrompido, quando utilizava luz filtrada e ele retornava ao
normal quando colocada uma fonte de luz ultravioleta que reproduzia características
próximas ao espectro solar.
John Ott deu sua grande contribuição ao demonstrar os efeitos que determinados
comprimentos de onda provocavam à nível celular, tanto em organismos animais, quanto
vegetais. Esta experiência abriu espaço para direcionar as pesquisas da terapia da luz em
relação às doenças que afetam os processos celulares, como a mutação do DNA que
ocorre nos casos de câncer e até mesmo na AIDS. Posteriormente, a Dra. Smith
Sonneborn, professora de zoologia e fisiologia, com base nas experiência do Dr. Ott,
iniciou uma pesquisa utilizando organismos unicelulares, chamados parmécios. Ela
descobriu que para uma célula se tornar cancerosa, em primeiro lugar, ela teria que
sofrer uma alteração no seu componente hereditário responsável pelo reparo celular
presente no DNA, por outro lado, ela verificou que as células velhas apresentavam
acúmulo de DNA alterado.

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Seguidamente, direcionou a sua pesquisa no sentido de verificar se era possível recuperar
as células danificadas e rejuvenescer as envelhecidas, para assim, eliminar o risco de se
tornarem cancerosas. As pesquisas foram um verdadeiro sucesso e demonstraram
claramente, que determinados tipos de luz do espectro visível, revertiam o processo de
envelhecimento celular, assim como, reparavam as células cancerosas.
Os resultados destas pesquisas, surgidos na década de 90, se aproximam cada vez mais,
das atuais e novas abordagens terapêuticas, que contribuem ainda mais, para a
sustentação da terapia da luz e da cor.
Um novo estágio na terapia da luz se inicia a partir de 1989, das descobertas do Dr. Russel
J. Reiter, em relação a melatonina, o hormônio e neurotransmissor liberado pela glândula
pineal. A melatonina é produzida pela glândula pineal e regulada pelo ciclo diário de claro e
escuro (conhecido como ritmo circadiano). A glândula pineal está ligada aos olhos e o
escuro lhe serve de sinal para iniciar a produção de melatonina.
A glândula pineal está conectada aos olhos (as janelas da alma) por uma via nervosa direta,
que produz a melatonina, ao escurecer, ajudando a regular o ritmo biológico básico de cada
órgão, cada tecido e cada célula do corpo. Ela regula ainda, outros ritmos, como o ciclo do
sono e vigília e o início da puberdade. A partir dos numerosos estudos e pesquisas à
respeito da ampla gama de propriedades da melatonina, a glândula pineal foi se tornando
cada vez mais objeto de interesse da ciência, sendo hoje considerada como a nova
glândula-mestre responsável pelo relógio biológico e pela liberação da melatonina, hormônio
responsável pela produção de uma ampla variedade de hormônios que regulam diversos
processos orgânicos, desde a digestão até a reprodução. A melatonina no cérebro age como
indutora do sono; no coração e no sistema circulatório, reduz a formação de coágulos, o
que por sua vez, ajuda a proteger o organismo de ataques e derrames. Na corrente
sanguínea, aumenta a capacidade de produção de anticorpos fortalecendo o sistema
imunológico. E finalmente, no corpo inteiro, a melatonina age diretamente sobre as células,
como antioxidante, protegendo-as dos danos provocados pelos radicais livres, considerados
os vilões responsáveis pelo envelhecimento.
Os radicais livres são compostos químicos produzidos no processo de degradação e
oxidação das proteínas e são altamente instáveis e reativos, capazes de atacar a parede
celular e provocar mutação do DNA da mitocôndria, afetando assim, os processos de reparo
e renovação celular, dando origem ao envelhecimento e a produção de células
cancerígenas. Foi comprovado que a melatonina constitui um poderoso antioxidante que
inibe os ataques à membrana celular por radicais livres, protegendo o mecanismo de reparo
e renovação celular, restringindo os processos de envelhecimento. Deste ponto de vista, a
glândula pineal responsável pelo relógio biológico, torna-se também, a controladora do
relógio antienvelhecimento. A glândula pineal conectada aos olhos e alimentada pela luz
através deles, é a diretora geral do equilíbrio entre os processos orgânicos internos e o
meio externo. Se examinarmos do ponto de vista holístico, a Pineal através da luz, governa
a integração e o equilíbrio ente os processos internos do ser humano e o resto do universo.
A glândula pineal considerada em 1616, como a sede da alma por René Descartes, como o
centro do chakra da coroa pelos indianos e iogues, o lugar de encontro com Deus, na
tradição hebraico cristã e o lugar por onde entra a energia da vida no meridiano do fígado,
para os chineses, sendo posteriormente subestimada pela ciência, que a considerou como o
apêndice do cérebro, hoje volta a ser o centro das atenções da ciência devido a sua possível
função como “fonte da juventude”, a partir das propriedades da melatonina. Do ponto de
vista filosófico, religioso e metafísico a pineal também está sendo objeto de estudos,
ocupando um lugar de destaque, pois muitas técnicas de meditação e trabalhos com
energia, têm revelado um aumento dos potenciais e das funções atribuídas à pineal. Assim
como a ciência demonstrou que as funções da pineal são afetadas pela luz e o equilíbrio luz-
escuridão, também foi detectado que a glândula pineal responde não apenas à luz solar,
mas também, à luz espiritual, ou seja, a luz que os olhos visualizam em estados de
meditação ou de oração profundos.

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O Novo Modelo Energético do Ser Humano
O estudo da biologia molecular certamente contribuiu para o avanço da nossa
compreensão acerca das causas físicas de muitos tipos de doenças. Informações
adquiridas a partir dos estudos da biologia molecular também ajudaram os pesquisadores
médicos e os laboratórios farmacêuticos a desenvolver novos medicamentos que atuam
em locais muito específicos do corpo. Por exemplo: os biólogos moleculares descobriram
que a maioria das substâncias químicas e hormônios do corpo atuam em sítios de ligação
especializados conhecidos como “receptores celulares”. Esses receptores, localizados nas
paredes externa ou interna da maioria das células do corpo, funcionam como
interruptores acionados quimicamente que produzem ou interrompem reações químicas e
vias metabólicas em cada célula.
Cada receptor celular é como uma espécie de interruptor conectado a um mecanismo de
chave-fechadura, semelhante ao sistema de ignição de um carro. O interruptor molecular
somente será acionado quando uma substância química específica ligar-se ao receptor, da
mesma forma que um carro só começará a funcionar se uma chave correta for
introduzida na ignição. Ao criarem medicamentos que acionam estes interruptores ligados
ao receptor ou, ao contrário, impedem que os receptores celulares sejam ativados por
substâncias químicas que ocorrem naturalmente no corpo, os laboratórios farmacêuticos
desenvolveram muitos medicamentos novos para o tratamento de hipertensão, diabetes,
asma e doenças cardíacas. As pesquisas recentes no campo da imunologia resultaram na
criação de anticorpos contra tumores específicos no corpo. Ao fixarem uma molécula de
substância tóxica quimioterápica a um anticorpo específico contra um tumor, os
pesquisadores que trabalharam no combate ao câncer estão começando a desenvolver
medicamentos que irão levar substâncias químicas tóxicas apenas às células cancerosas,
sem causar grandes efeitos colaterais nos outros tecidos do corpo.
Em teoria, o modelo da biologia molecular sugere que os médicos poderiam tratar todas
as doenças humanas se conhecessem as causas moleculares específicas dessas doenças.
Isto, obviamente, partindo do pressuposto de que toda doença humana tem uma base
puramente física, molecular. Embora sofisticada em sua abordagem, o modelo da biologia
molecular ainda se baseia no “velho mundo” da perspectiva newtoniana que vê o corpo
como uma máquina. Mesmo se partirmos da suposição de que uma determinada doença
é causada, digamos, por um determinado microorganismo infeccioso, está visão
mecanicista de doença não explica plenamente por que algumas pessoas expostas ao
germe serão acometidas por uma grave infecção enquanto outras poderão desenvolver
apenas sintomas semelhantes aos de um resfriado comum ou, até mesmo, nenhuma
doença. O modelo newtoniano do velho mundo presume que, se você conhecer todas as
peças de uma máquina, então você poderá consertá-la ou construir uma nova máquina
(isto é, o todo dever ser igual à soma de suas partes). Na realidade, porém, estamos
muito longe de criar organismos tão complexos como o ser humano a partir do zero. Na
equação humana existe mais do que biomoléculas em perfeito funcionamento. O modelo
newtoniano de medicina do velho mundo deixa de apreciar coisas aparentemente
intangíveis como emoção, consciência e a energia e força vital da alma e do espírito.
Conquanto a maioria dos médicos modernos tenha começado a reconhecer algumas das
contribuições emocionais para a doença, o grosso dos médicos de hoje lida com tais
problemas basicamente prescrevendo medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos ou,
então, encaminhando os pacientes para psiquiatras, onde receberão mais tratamentos
farmacológicos e, possivelmente, psicoterapia. Apesar de muitos pesquisadores pioneiros
no campo da medicina psicossomática terem procurado estudar as relações psicológicas
entre o cérebro e o corpo durante diversos estados emocionais ou estressantes, poucos
conseguiram apreciar plenamente o quadro maior e ver o ser humano como sistema
dinâmico de energia formando corpo, mente e espírito.

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O modelo complexo do funcionamento humano, que tem ganhado força nos últimos anos,
proporciona aos médicos a ponte de que eles precisam para transcender a medicina
newtoniana e compreender as contribuições da mente e do espírito humano nos diversos
estados de saúde e de doença. Aquilo que já se sabe acerca do corpo em termos de
função mecanicista pode ser colocado dentro da estrutura maior de um sistema dinâmico
de energia que descreve de forma mais plena o ser humano “multidimensional”. O modelo
de cura energético não nega a validade das descobertas da biologia molecular ou as
funções biomédicas dos órgãos do corpo. Ele simplesmente as coloca em perspectiva,
dentro do quadro maior. A título de ilustração, sabemos que as células do nosso corpo
são alimentadas por vários nutrientes obtidos a partir dos alimentos que ingerimos, e pelo
oxigênio obtido a partir do ar que respiramos.
Mas as nossas células também são alimentadas por um fluxo contínuo de energia da força
vital. Temos uma variedade de sistemas especializados de distribuição de energia que
também dão suporte às células e órgãos do nosso corpo. Esses sistemas de energia são
influenciados por diferentes fatores que podem intensificar ou inibir o fluxo de energia da
força vital para as células e órgãos do corpo. Entre esses fatores críticos estão coisas
como nossas emoções, nossos relacionamentos com as outras pessoas, nossa capacidade
de dar e receber amor e, até mesmo, nosso relacionamento com Deus. Embora
aparentemente nebuloso e difícil definição em termos de efeitos fisiológicos, esses fatores
emocionais e espirituais são de grande importância para manutenção e suporte dos
tecidos e órgãos do corpo. O novo modelo energético do ser humano considera que a
consciência desempenha um papel fundamental na doença e na saúde. A consciência não
é simplesmente um subproduto do processamento de sinais elétricos e químicos pelo
cérebro humano. A consciência é, ela própria, uma espécie de energia.
De certa forma, a consciência assemelha-se um pouco a uma “alma da máquina”. Não
somos simplesmente o sofisticado biocomputador biológico formado pelo cérebro e pelo
sistema nervoso. A consciência humana tem propriedades semelhantes às do espírito, as
quais lhe permitem residir não apenas no cérebro humano mas ir além do próprio corpo.
Da perspectiva da medicina energética, a nossa consciência não se limita ao cérebro e ao
sistema nervoso central, sendo vista também como parte integral do coração humano. O
velho adágio de que devemos agir não apenas com o cérebro mas também com o coração
tem, de fato, uma base científica. Poder-se-ia dizer que existe uma forma de consciência
“baseada no coração”, que atua a partir de um centro de amor, compaixão e empatia
para com os outros.
Na maneira pela qual a medicina energética encara a função humana, as nossas emoções
não são apenas o resultado de reações neuroquímicas no sistema límbico ou nos centros
emocionais do nosso cérebro. As nossas emoções são também influenciadas por um vasto
campo de energia espiritual que envolve e influência todo o corpo físico e o sistema
nervoso. As nossas reações à vida são registradas não apenas nos padrões bioquímicos
de armazenamento de memória existentes no cérebro, como também nos sete grandes
centros de energia vital do corpo que ajudam a nutrir as nossas células e órgãos. Na visão
energética da saúde humana, somo mais do que meros motores biológicos. Possuímos um
corpo que é energizado e motivado pela força do nosso espírito e da nossa alma. Somos
seres energéticos cujas doenças podem ser curadas não apenas por medicamentos e
cirurgias mas também por diferentes formas e frequências de energia. Esta é a
perspectiva energética – que vê os seres humanos como sendo mais que apenas
mecanismos de carne e sangue – que é adotada e descrita pelo modelo de medicina
energética da função humana.

10
CAPÍTULO II

A Rede Energética Sutil

A medicina que se pratica atualmente baseia-se no modelo newtoniano da realidade. Este


modelo considera o mundo como sendo um mecanismo complexo. Os médicos veem o
corpo como uma espécie de grandiosa máquina controlada pelo Cérebro e pelo Sistema
Nervoso Autônomo: o supremo computador biológico. Mas os seres humanos seriam
realmente máquinas glorificadas? Não seriam eles Complexos Sistemas Biológicos em
interação dinâmica com uma série de campos interpenetrantes de energia vital... A assim
chamada “alma da máquina”? Este curso é uma introdução a uma novo ponto de vista a
respeito da “Cura”, o qual vê a matéria como uma manifestação da energia. Essa nova
modalidade de equilíbrio, baseada no Paradigma Einsteiniano, é por exemplo a
Cromoterapia. O Paradigma Einsteiniano, quando aplicado à Cromoterapia, vê os seres
humanos como redes de complexos campos de energia em contato com os Sistemas
Físico e Celular. A Cromoterapia utiliza formas específicas de energia para atuar de forma
positiva sobre os Sistemas Energéticos que possam estar desequilibrados devido às
“doenças”. Ao reequilibrar os Campos de Energias que ajudam a regular a Fisiologia
Celular, os Cromoterapeutas procuram restaurar a ordem a partir de um nível mais
elevado do funcionamento humano.
O reconhecimento de que toda matéria é energia constitui a base para compreendermos
por que os seres humanos podem ser considerados Sistemas Energéticos Dinâmicos. Por
meio de sua famosa equação, E= m.c2, Albert Einstein provou aos cientistas que energia
e matéria são duas manifestações diferentes da mesma Substância Universal. Essa
Substância Universal é a energia ou vibração básica, da qual todos nós somos
constituídos. Assim, a tentativa de se equilibrar o corpo através da manipulação desse
Nível Básico Energético da Substância pode ser chamada de Cromoterapia. A Visão
Newtoniana e mecanicista da vida é apenas uma aproximação da realidade. O ponto de
vista Newtoniano de que o corpo humano é um mecanismo complicado constituído por
órgãos físicos, substâncias químicas, enzimas e receptores de membranas. Todos os
organismos dependem de uma Sutil Força Vital que cria uma sinergia graças a uma
singular organização estrutural dos componentes moleculares. Quando a Força Vital
abandona o corpo, por ocasião da morte, o mecanismo físico vai lentamente se
decompondo até transformar-se num conjunto desorganizado de substâncias químicas.
Está é uma das coisas que diferencia os sistemas vivos dos não vivos e as pessoas das
máquinas. Essa Nova Visão Einsteiniana proporcionará aos médicos do futuro não apenas
uma perspectiva única a respeito das causas das “doenças”, como também métodos mais
eficazes de “curar as enfermidades” que afligem os Seres Humanos. Esta teoria baseia-se
na compreensão de que o arranjo molecular do corpo físico é na verdade uma complexa
rede de campos de energia entrelaçados. A Rede Energética Sutil, os quais coordenam o
relacionamento entre a Força Vital e o corpo. Há uma hierarquia de Sistemas Energéticos
Sutis que coordena tanto as funções Eletrofisiológica e Hormonal como a Estrutura do
Corpo Físico. É basicamente a partir desses níveis de Energia Sutil que se originam a
saúde e a doença. Esses singulares Sistemas de Energia são intensamente afetados tanto
pelas nossas emoções e nível de equilíbrio espiritual como pelos fatores ambientais e
nutricionais. Existe um aspecto da Fisiologia Humana que os médicos ainda não
compreendem e que relutam em reconhecer. A conexão invisível entre o corpo físico e as
forças sutis do espírito detém a chave para a compreensão dos relacionamentos internos
entre matéria e energia. Quando os seres humanos compreenderem realmente as
estruturas físicas e energéticas de suas mentes e corpos, estarão muito mais perto de
compreender a natureza do Universo e das forças que os ligam a Deus.
11
A Teoria das Células
Como a aplicação de determinada cor ou cores pode restabelecer um
organismo?

• Fritz A. Popp, Biofísico Alemão


“Todas as células de um organismo vivo são luminosas, se comunicam entre si e
respondem à irradiação de cores”.
Cada célula de um organismo vivo irradia uma luz muito fraca chamada “quantum de luz”
ou “biofóton”. A intensidade de um fóton pode ser comparada a uma vela acesa a 20 km
de distância. A emissão de biofótons é passível de ser medida, mesmo que o nosso olho
não a enxerga. Ela representa um campo de força que abrange todo organismo e
influência grandemente os acontecimentos bioquímicos do mesmo. Com a morte das
células esta irradiação cessa. De acordo com Popp, é através deste campo de energia que
o organismo pode ser influenciado, bem ou mal. Isto tanto vale para medicamentos, com
também para todas as substâncias na alimentação e no ambiente, já que mínimas
quantidades de vibrações eletromagnéticas são informações absorvidas pelo organismo. A
ondulação eletromagnética por sinais luminosos das células num organismo vivo é um
sistema complexo de comunicação intercelular. Popp denomina estes sinais luminosos de
“a linguagem celular”, através da qual todos os processos biofísicos do corpo pode ser
regulados. Se pensarmos que temos no nosso organismo mais de 10 bilhões de células e
que todas podem ser influenciadas pela luminosidade, estamos praticamente diante de
um novo paradigma (cromoterapia).

O Mecanismo
Irradiando determinado ponto do organismo físico com uma determinada cor, ou seja, um
determinado comprimento de onda, as células, pelo processo de ressonância, transmite
aos órgãos de coordenação endócrina (ás nossas glândulas endócrinas) no cérebro uma
determinada informação. No instante que o cérebro recebe está informação específica,
relacionada sempre a um processo patológico mental ou físico, ele (o cérebro) “manda”
está informação para o seu destino, reequilibrando assim a harmonia das células. A razão
para isto é que as frequências das vibrações eletromagnéticas, mesmo a menor das
partículas, se tornam efetivos no nosso corpo como informações. Um artigo sobre o
emprego da luminosidade das células por diagnóstico, publicado em 2001 pela
Universidade do Texas, diz o seguinte:
“As células vivas emitem comprimentos de ondas diferentes e luz invisível, conforme o
seu estado de saúde”.
Quando um tecido é atingido por um fino raio de luz, ele penetra no tecido. Moléculas do
tecido absorvem a luz e naturalmente precipitam os elétrons a altos níveis de energia.
Quando os elétrons decaem, em um processo chamado de fluorescência, eles emitem luz
invisível perto das partes ultravioleta e infravermelho do espectro eletromagnético. Isto
comprova mais uma vez que as cores entre o ultravioleta e infravermelho são também
curativas (cores do arco-íris).

12
Biofótons: LaserBiológico
Rafael Couto Melsert – Médico

Todas as células vivas emitem uma radiação cuja intensidade é extremamente fraca, mas
que possui a natureza característica dos raios LASER. Essa radiação é composta por
biofótons. A intensidade luminosa com a qual os biofótons são emitidos é comparável
àquela que se pode perceber ao observar uma vela acesa a 20 km de distância, caso fosse
possível fazê-lo em um ambiente sem a presença de qualquer outra fonte de iluminação.
O prefixo BIO se refere aos fenômenos relacionados à vida e FÓTONS representam as
menores quantidades possíveis da existência da LUZ em nosso Universo. Vale realçar que
os fótons são os elementos responsáveis por operacionalizarem as interações
eletromagnéticas entre a luz e a matéria. Assim, a associação BIOFÓTONS se refere a
fótons emitidos pelos organismos vivos. A melhor definição que se tem dos biofótons, no
momento, foi elaborada pelo Professor Vladimir Veikov, da Universidade de Moscou.

Vejamos:

“ Biofóton é uma radiação eletromagnética coerente e ultrafraca, capaz de modular as


atividades fisiológicas das células vivas e dos sistemas vivos de ordem superior. A partir
deste ponto de vista, os biofótons são pacotes de ondas que contêm valor informacional, o
qual é revelado pelos seus efeitos regulatórios sobre os sistemas vivos, que são,
justamente, os receptores das mensagens transportadas pelos biofótons ”.
Os biofótons parecem ter um importante e decisivo papel nos processos de comunicação e
integração entre as células vivas, sendo eles os portadores da energia e da informação
necessárias à ocorrência de tais interações. Assim, não é fora de contexto pensarmos que
os biofótons também participem em qualquer intercâmbio efetivo de energia e informação
entre terapeuta e paciente, em um processo de interação hipnótica, por exemplo.
O paradigma Newtoniano/Cartesiano não consegue explicar o modus operandi e a eficácia
de terapias que dependam da interação entre as chamadas energias sutis ou entre a
mente e o corpo. Por outro lado, as abordagens holísticas fornecem entendimento a tais
processos terapêuticos, mas, muitas vezes, carecem de uma explicação com validade
científica.
Em Hipnose, de uma forma geral e na Hipnose Ericksoniana, de uma maneira específica,
mente e corpo interagem continuamente, o que constitui a base física da operação dos
processos terapêuticos, cujos efeitos são, muitas vezes, notáveis e imediatos. O paciente
passa de uma condição a outra, como se ele houvesse dado um salto qualitativo e
repentino na operação de seu psiquismo. Desta forma, podemos entender que os biofótons
podem dar suporte a tais ações terapêuticas, devido à sua natureza quântica e aos seus
notáveis efeitos, praticamente imediatos, na transmissão de energia e informação entre
mente e corpo.
Está além do âmbito deste texto demonstrar a existência de um campo mental
independente da matéria. Uma vez que assumimos a sua existência, podemos pensar na
mente como sendo dotada de uma atividade ondulatória e operando através de frequências
distintas de manifestação. Quando algum processo mental (mesmo que inconsciente) é
formulado, o campo mental se configura em um padrão específico de vibrações. Se a
intenção que inicia o processo mental consegue obter bastante energia, ele pode entrar em
ressonância com outros níveis do ser humano e produzir os efeitos que lhes são próprios.
No entanto, a intenção do processo pode ser boa ou ruim. Na prática clínica, observa-se
que algumas pessoas tendem (mesmo que inconscientemente) a agredir os outros ou a si
mesmos, enquanto outras pretendem acolher e curar. É a quantidade de energia associada
ao processo mental que lhe determina a eficácia. O bem e o mal têm, ambos, os seus
efeitos observáveis.

13
A força e a persistência do processo mental determinam a permanência com que a
ressonância será induzida, traduzida e mantida em todos os níveis do ser humano e, em
conseqüência, especificam a instalação de processos orgânicos de saúde ou de
enfermidade. A intenção e a vontade, ainda que de natureza inconscientes, sempre
precedem a manifestação no mundo da matéria. O cérebro humano é evolutiva e
estruturalmente aperfeiçoado para lidar com tais escolhas e possibilidades e para transmiti-
las ao corpo físico, devido às suas múltiplas conexões e redes neurais. No entanto,
considerando o campo mental independente, como acima fizemos, há que existir um
elemento de ligação a promover o acoplamento entre o campo mental e a matéria. E há: o
campo de biofótons.
O Dr. William Tiller, professor emérito de Ciência de Materiais da Escola de Engenharia da
Universidade de Stanford e que é um dos consultores do filme “Quem Somos Nós”,
pesquisou sobre a ação direta da intenção humana sobre sistemas animados ou
inanimados. Ele comprovou, através de experimentos repetidos, que uma intenção humana
remota, porém específica, influencia um simples dispositivo elétrico (o qual ele chama IIED
- Dispositivo Eletrônico com Intenção Impressa) a produzir os efeitos desejados, seguindo
o mais rigoroso protocolo científico.
Bem no início do prólogo de seu livro: Atos Conscientes de Criação. A Emergência de uma
Nova Física, ele escreve:
"Este livro assinala uma aguda linha divisória entre velhos caminhos de pensamento
científico e velhos protocolos experimentais, nos quais as qualidades humanas de
percepção, intenção, emoção, mente e espírito não podem afetar significativamente a
realidade física e um paradigma novo, em que elas podem, robustamente, agir assim!"
Os biofótons, portanto, são excelentes candidatos a serem os elementos responsáveis
pelas interações entre a mente e o corpo. Eles conduzem, simultaneamente, energia e
informação, que são ambas responsáveis pela operacionalização dos processos de
comunicação e integração ao nível da célula. Os biofótons são difíceis de detectar,
necessitando de equipamento sensível e especializado, mas eles se manifestam na faixa
visível do espectro eletromagnético, constituindo o que se chama, comumente, LUZ.
Os biofótons foram descobertos em 1923, nos estudos sobre os processos de divisão
celular em células de raiz de cebola conduzidos pelo Professor Alexander G. Gurvitsch,
cientista médico russo, que os chamou de raios mitogenéticos. Eles foram redescobertos na
década de 1970 pelo biofísico alemão Dr. Fritz Albert Popp, que comprovou novamente a
sua existência, a sua principal fonte de emissão posicionada no interior das moléculas do
DNA e também a sua coerência física, nos mesmos moldes que apresenta uma radiação
LASER.
O Dr. Popp suspeitou que os biofótons controlam a bioquímica da vida e seguiu em frente
com as suas hipóteses e pesquisas, obtendo excelentes resultados. Outros cientistas
respeitáveis, como Herbert Fröhlich e Ilya Prigogine (laureado com o Prêmio Nobel),
confirmaram a importância da descoberta dos biofótons. Os estudos do Dr. Popp indicam
que os biofótons podem levar energia e informação pelo organismo inteiro e, também,
externamente, habilitando possíveis trocas de energia e informação com outros
organismos. A respeito dos trabalhos do Dr. Popp, o Dr. Marco Bischof, outro notável
cientista alemão que também estuda os biofótons, assim se manifestou, em 2005:
“O Dr. Popp concluiu que as emissões de luz ultra-fracas (biofótons) orquestram o corpo e
que esta comunicação fotônica capacita cada célula a saber o que qualquer outra célula
está fazendo, o tempo todo.
Campo de biofótons possui natureza holográfica, sendo formado por ondas estacionárias e
ele é capaz, através da utilização de um amplo espectro de frequências de vibração e
distintas polarizações e, ainda, em estrita interação com as estruturas materiais, de
transmitir sinais com a velocidade da luz para qualquer lugar no organismo e ativar ou
inibir processos bioquímicos, organizar a matéria e muito mais.”

14
Assim, observa-se que a emissão de biofótons fornece informação codificada sobre e para
os processos ocorrendo dentro das células. Células do mesmo tipo, umas sadias e outras
acometidas por câncer, por exemplo, têm padrões de emissão de biofótons notadamente
diferentes. Os biofótons são espontaneamente emitidos por sistemas biológicos, mas
também podem ter a sua emissão induzida por exposição à luz de comprimentos de onda
diferentes. Os biofótons são armazenados, em grande parte, dentro da dupla hélice das
moléculas de DNA, sendo constantemente emitidos e absorvidos durante processos
bioquímicos, formando uma rede dinâmica de luz, que controla os processos da vida
celular.
Os biofótons são considerados como uma via principal de comunicação e integração nos
organismos vivos. Os fenômenos que acompanham a morte celular, por exemplo, cursam
com importante liberação dos biofótons armazenados, os quais transportam a informação
da morte celular às células adjacentes. Devido à sua coerência, os biofótons podem
produzir padrões de interferência, como os feixes LASER fazem, possibilitando o
entendimento de processos no cérebro, tais como consciência, percepção ou memória, cuja
natureza holográfica e não-local foi postulada pelo neurofisiologista americano Karl Pribram
e pelo neurocirurgião e neurocientista brasileiro, Dr. Francisco Di Biase. As energias de
ativação necessárias à ocorrência de quaisquer reações bioquímicas podem ser entregues
por biofótons no lugar certo e no tempo exato para a ocorrência de cada reação específica.
Os fótons térmicos comuns não podem servir de gatilho para reações bioquímicas em um
organismo. Portanto, somente os biofótons têm as propriedades necessárias ao controle da
fisiologia das células.
A emissão de biofótons pelo corpo humano está sendo estudada em proporção crescente,
devido à sua importância mais imediata no diagnóstico. No entanto, os pesquisadores não
perdem, nunca, o foco nas tecnicamente distantes, porém infinitas possibilidades
terapêuticas.
Concluindo, vale realçar que são exatamente os fótons emitidos pelo Sol que tornam
possíveis os processos de fotossíntese nas células vegetais e que é a energia por elas
armazenada que torna possível a vida na Terra.

15
Mecanismo de Funcionamento das Terapias pela Luz
Pesquisadores russos e norte-americanos que se dedicam à fotobiologia estudaram os
efeitos biológicos produzidos em seres humanos por luzes de diferentes frequências.
Muitos pesquisadores descobriram que luzes de determinadas frequências produzem
efeitos mais intensos sobre as células e os tecidos do que as luzes de outras frequências.
Especificamente, luz vermelha monocromática (de uma só frequência), como a luz
vermelha coerente produzida por um laser de hélio e néon ou, até mesmo, as luzes
vermelha e infravermelha incoerentes, têm sido usadas com sucesso para estimular a
regeneração da pele e das células sanguíneas em regiões expostas aos raios vermelhos. A
exposição à luz vermelha e infravermelha também parece aumentar os níveis teciduais de
oxigênio e melhorar o fluxo de sangue local. Além do mais, pesquisadores russos
observaram a ocorrência de cicatrização mais rápida, aumento da estimulação nervosa,
melhora do relaxamento muscular e, até mesmo, redução dos níveis de dor nas áreas do
corpo diretamente expostas à luz vermelha. Quanto às razões para isto, alguns
pesquisadores levantaram a hipótese de que a luz monocromática, nas faixas do espectro
eletromagnético correspondentes ao azul, vermelho e infravermelho, pode aumentar e
acelerar determinados processos metabólicos, tais como aqueles que ocorrem nas
mitocôndrias, as usinas metabólicas e elétricas de todas as células vivas. Elas possuem
certa semelhança com as baterias, incluindo um fluxo elétrico semelhante ao que nelas é
produzido. Pesquisas russas acerca dos efeitos terapêuticos das luzes monocromáticas
tendem a confirmar tais especulações acerca da capacidade da luz monocromática de
acelerar os processos metabólicos. Além do mais, as pesquisas russas na área da
fotobiologia sugerem a existência de minúsculas fotorreceptores no nível molecular e
celular. Quando estimulados por determinadas frequências de luz monocromática, esses
fotorreceptores intracelulares parecem aumentar a produção de DNA e RNA, acelerando a
síntese de proteínas e de colágeno e aumentando o crescimento e a divisão celular, todos
os quais favorecem uma rápida regeneração e cura das células e tecidos danificados.
Além dos efeitos diretos da luz podem afetar tanto os nossos sistemas de energia sutil
quanto os nossos corpos espirituais. O pesquisador biofísico alemão dr. Fritz A. Popp
confirmou que as células emitem aquilo que ele chama de “biofótons” ou pacotes de luz
gerados biologicamente. Essa luz emitida pelas células parece ser parte do sistema de
comunicações de “base luminosa” que, no interior do corpo, transmite importantes
informações biológicas entre células adjacentes ou próximas. Quanto à origem dessa débil
luz celular, as pesquisas de Popp, surpreendentemente, levaram-no a concluir que são as
hélices duplas do DNA celular que não apenas emitem esses fótons ultravioleta como
também os recebem de forma similar ao que ocorre numa antena em espiral
precisamente ajustada de modo a transmitir e receber sinais luminosos extremamente
fracos na faixa de frequência da radiação ultravioleta. Considerando que as células do
nosso corpo comunicam-se usando luz, parece plausível que os seres humanos possam
ser fortemente influenciados tanto pela luz solar como por frequências luminosas de
espectro limitado emitidas por lâmpadas elétricas incandescentes ou fluorescentes usadas
na iluminação de residências e locais de trabalho. A luz solar é fundamental para a saúde
e o bem-estar das pessoas. De fato a luz é um nutriente vital para o nosso corpo. Como
somos na verdade “seres de luz” numa variedade de níveis. O psicólogo e fototerapeuta
dr. Briam Breiling, refere-se ais seres humanos não apenas como Homo Sapiens mas
também como Photo Sapiens. Em poucas palavras, absorvemos e usamos os diferentes
componentes da luz solar através dos olhos e também da pele. A luz ultravioleta do Sol é
na verdade um ingrediente fundamental na produção de vitamina D pelo nosso corpo. E
sem a vitamina D, a absorção e a utilização do cálcio não poderiam ocorrer da forma
necessária para a manutenção da saúde dos ossos. Segundo a teoria do dr. John
Downing, pioneiro nas pesquisas com fototerapia, a privação de luz poderia na verdade
ser uma causa dos ataques de ansiedade. O estudo da fotobiologia chegaram até mesmo
a especular que a maturação sexual dos adolescentes possa estar ocorrendo em idades
mais precoces devido à maior exposição à luz elétrica nos tempos modernos. Problemas
de saúde que se acredita serem fortemente influenciados pela “privação relativa de luz”
incluem-se os sintomas gerais de stress, fadiga, depressão, hiperatividade em crianças,
dificuldades de concentração e enfraquecimento dos ossos e dos dentes. O uso da
fototerapia no tratamento de depressão marca o início de uma revolução na psiquiatria e
na neurologia (tratamento de depressão, problemas mentais e emocionais, epilepsia e
problemas de memória, tais como dificuldades para se concentrar e manter a atenção 16
voltada para um determinado foco.
CAPÍTULO III

Sistema Energético Multidimensional

Também denominado Sistema Energético Alimentador; constituído pelo Campo Áurico


(campo eletromagnético), Chakras (centro de forças), Plexo Solar, Duplo Etérico (Corpo
Etérico) e Períspirito (periconsciência), que são os responsáveis pela captação, filtragem e
purificação de todas as energias que abastecem ou alimentam o corpo físico.

Mecanismo da Cromoterapia
Ser Humano Bioenergético
Complexo Sistema Campo Eletromagnético
Multidimensional Corpos Sutis
de Alinhamento Magnético
Energia Chakras
Plexo Solar

SOL

Espectro Cromático

Dinamização Mental

Tempo Projeção
Mental: 3 à 5 seg.

Distância Padrão
10 cm

Tempo Padrão de Exposição


30 seg.

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Avaliação Energética
Diagnóstico Radiestésica
Holístico Multidimensional
Cromoterápico

Campo Vibratório
Campo Áurico Campo da Repercussão Mental
Aura Sutil
1) Estruturas Sutis
Duplo Etérico
Alinhamento Corpos Sutis Periconsciência
Magnético
Chakras e Plexo Solar

Sistemas: Nervoso Periférico, Nervoso Central,


Endócrino, Auditivo, Visual, Respiratório,
2) Estruturas Orgânicas Circulatório, Digestório, Urinário, Genital
Feminino e Masculino, Linfático, Muscular,
Esquelético e Tegumentar (órgãos).

Antecedentes Pessoais
Antecedentes Familiares

3) Anamnese Holística Antecedentes Fisiológicos


Antecedentes Patológicos
Hábitos e Vícios

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Bioenergético Específico
Doenças ou Patologias
Estruturas Sutis (Distúrbios Energéticos)
SNP/SNC, Endócrino e
Circulatório
Ex.: hepatite, depressão,
diabetes, etc.

19
Radiestesia

A Radiestesia é uma ciência que detecta e mede energias sutis através dos instrumentos
radiestésicos. Essa capacidade radiestésica consiste em uma faculdade supra sensorial
(subconsciente) inerente todos os seres humanos, que permite a captação de energias
sutis através do corpo humano (radius = radiação/aisthesis = sensibilidade). A radiestesia
é praticada há milhares de anos, sendo muito conhecida e utilizada pelos Gregos,
Romanos, Chineses e Egípcios. Teve um grande número de adeptos na renascença, mas
é a partir de 1798, com o início do uso do pêndulo, que sua prática se generaliza. No
Brasil, seu marco inicial é o trabalho do padre Jean Louis Bourdoux na cidade de Poconé
(MT) e o livro “Noções práticas de radiestesia para os missionários”, escrito pelo padre
Alexis Mermert, que foi o criador da radiestesia médica (ele é considerado, até hoje, o
“príncipe dos radiestesistas”.
O abade Bouly foi o criador da expressão radiestesia. Antigamente, a radiestesia era
conhecida pelo nome de Rabdomancia. Esse termo designa o uso de varas em forma de
forquilha para a prospecção de mananciais de água subterrâneo, veios minerais, etc
(rhabdos = vara/mancia = adivinhação. Instrumentos radiestésicos – São instrumentos
materiais que fazem a ponte entre o consciente e o inconsciente do operador. Todos
funcionam por convenção mental e todos trabalham por equilíbrio, ou seja, o desequilíbrio
é considerado como sim ou não, de acordo com a convenção. Radiações de ondas de
formas – As ondas de formas são as emissões devidas às formas, pois todas as formas
emitem energia. Essa ciência está relacionada com todas as práticas envolvendo gráficos
e formas. Ao se analisar uma forma geométrica como, por exemplo, a pirâmide, pode-se
verificar que ela emite determinadas energias de acordo com suas medidas.
Se essas medidas forem alteradas, também será alterada a emissão de energia da
pirâmide. O pêndulo e outros instrumentos radiestésicos detectam essas emissões de
energia, fornecendo ao radiestesista as informações necessárias ao seu trabalho através
de oscilações e/ou movimentos pré-definidos que utilizam o conceito de inconsciente,
aonde a pergunta feita com o auxílio do pêndulo se traduz em um binômio sim/não. Em
nosso método de avaliação dos desequilíbrios energéticos do corpo físico e bioenergético.
Utilizamos ao invés do pêndulo a sensibilidade radiestésica através das mãos. As nossas
mãos são verdadeiras antenas detectores de qualquer tipo de radiação eletromagnética
ou energias sutis. Os sinais eletromagnéticos são transmitidos pelo sistema nervoso
autônomo ao sistema nervoso central e identificado.
Qualquer distúrbio energético no campo celular, emite radiação térmica em forma de
calor, casos de excepcionais fria, que identifica o excesso ou falta de energia no local.
Caso essas radiações não sejam estabilizadas pelos sistemas reguladores ou supressores
internos e externos, o campo energético da célula entrará em colapso gerando as mais
diversas anomalias, afetando áreas específicas ou todo o sistema orgânico. O conceito do
corpo como um complexo sistema de energia é parte de uma nova visão científica que,
aos poucos, vem ganhando aceitação aos olhos da medicina moderna. É desta forma que
identificamos os desequilíbrios energéticos antes que ele se instale na parte orgânica. Por
meio da radiestesia podemos evitar a instalação e/ou propagação de qualquer tipo de
doença (profilaxia). A radiestesia é um método voltado para o diagnóstico holístico.

20
Mecanismo de Captação e Reposição das Energias
Formas de captação das energias

Concentração e postura ideal para captação das energias


que servirão no equilíbrio das áreas defasadas: aura,
ajuste dos corpos sutis, chakras, plexo solar e organismo
físico. Direcionar o foco mental no centro da palma das
mãos (chakra palma da mão) das energias: físicas,
sutis/espirituais e magnéticas.

Energia Física Curativa (EFC)

Energia que anima todas as atividades do corpo físico/orgânico do


ser; aquela que retornando purificada do
Periconsciência/consciência, passa dos Chakras para os plexos
nervosos do corpo físico e transforma-se em energia física/nervosa
ou de relação (utilizada para energizar colunas, doação sobre
órgãos físicos, áreas musculares traumatizadas, pontos de dores
etc.). Adicionado a energia física curativa, uma certa porção de
energia ectoplásmica emanada do interior das células do doador,
promove a estabilidade das funções metabólicas, restaurando a
matéria orgânica danificada. Palma da mão voltada para o local a
5/8 cm de altura, movimentos de retirar com reposição.

Energia Sutil ou Espiritual (ES/E)

Projeção sobre órgãos sutis ou espirituais (Chakras e Plexo Solar).


No ponto de irradiação do Chakra, a 15 cm de distância, colocamos
uma das mãos com a palma dirigida para o centro do mesmo. A
seguir, passa-se a outra mão, em movimentos circulares, a uma
distância de 5 cm da cabeça e, por baixo da outra mão que estiver
doando, retirando-se a energia ali acumulada, que é substituída
simultaneamente.

Energia Magnética (EM)

Energia planetária, componente fundamental da terra, presente


em tudo que existe no planeta, desde a sua sustentação até a
formação de todos os seus reinos – Animal, Vegetal e Mineral –
Nascidos de um átomo magnético. Utilizada para refazer o espaço
exterior da Aura Humana. Ao detectar-se uma defasagem
energética, então retiramos as energias e doaremos magnéticas
para repor o local defasado, eletrificando o mesmo. Os
movimentos de retirada com doação podem ser de três à cinco
vezes nas duas laterais do corpo.

21
Energia Ectoplasmática, Fator Fundamental na Recuperação
de Tecidos Danificados por Doenças e Traumas

Ectoplasma (parapsicologia)
Ectoplasma (do Grego "ektós": por fora + "plasma": molde ou substância), na acepção da
parapsicologia, designa uma espécie de vapor esbranquiçado que sai do alegado Psíquico
(médium), mais frequentemente pela boca, mas que pode sair por qualquer parte do corpo. É
também sensível a determinados impulsos, se exterioriza a partir do corpo de determinados
indivíduos com características especiais (Psíquico), permitindo a materialização de corpos
humanos distintos daquele de onde saiu ou de membros tais como mãos, rostos e bustos
(ectocoloplasmia - formação de apenas partes ou membros do objeto ou coisa materializada).

Outras Visões
O Ectoplasma é uma substância fluídica, de aparência diáfana, sutil, que flui do corpo de um
médium apto a produzir fenômenos físicos, principalmente a materialização.
O termo ectoplasma foi criado por Charles Richet, Nobel de Medicina em 1913, por trabalhos
relativos a anafilaxia (reações alérgicas), após isso, Charles Richet se dedicou a trabalhos com o
intuito de descrever experiências sobre os fenômenos de materialização produzidos pela médium
Eva Carriére, em Argel, em 1903.
O ectoplasma é descrito como um fenômeno natural mediúnico que produz uma substância
etérea (semi-material) com a propriedade ou possibilidade de adensar-se até ficar ao alcance dos
cinco sentidos humanos, tornando-se visível, tangível e, ainda, sob o influxo da vontade dos
espíritos ou consciência, moldável, assumindo a forma e algumas características de objetos ou
seres orgânicos, inclusive corpos humanos completos.

O termo ectoplasma, largamente utilizado no cinema em filmes e desenhos animados onde


aparecem fantasmas (Ghostbusters), ganhou certa popularidade, e teria tido acepções não
necessariamente condizentes com os conceitos religiosos ou parapsicológicos..
É no Espiritismo, consoante seu crescimento ocorrido no Brasil, entretanto, que o vocábulo
ganhou definições mais específicas, estabelecendo-se conceitualmente como a substância base
para as manifestações físicas decorrentes de fenômenos mediúnicos.

O ectoplasma é substância amorfa, vaporosa, com tendência à solidificação e tomando forma por
influência de um campo organizador específico a mente dos encarnados e desencarnados.
Facilmente fotografado, de cor branco-acinzentada, vai desde a névoa transparente à forma
tangível.
O Ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria sutil (duplo etéreo), pode ser
comparado à genuína massa protoplasmática, sendo extremamente sensível, animado de
princípios criativos, que funcionam como condutores de eletricidade e magnetismo, mas que se
subordinam, invariavelmente, à vontade do médium, que os exterioriza ou dos Espíritos
desencarnados ou não, que sintonizam com a mente mediúnica.
O ectoplasma seria substância originária no protoplasma das usinas celulares. O Ectoplasma
doado pelo médium depois da moldagem pelo processo de condensação, voltará à sua fonte por
mecanismo inverso.

22
Resumo: - Este pequeno ensaio sobre Ectoplasmia faz referências iniciais sobre o significado
do título e os pesquisadores que contribuíram na elucidação do processo. Procura mostrar o
que é ectoplasma e o resultado de algumas análises realizadas.
Apresenta o conceito bioquímico que pode responder pelo processo, onde o ATP, elemento
bastante difundido no metabolismo celular e resultante do ciclo de Krebs, seria uma das
unidades chaves na formação da substância ectoplásmica.
Na moldagem de objetos ou seres humanos, com propósitos bem definidos, terá de existir o
campo de energias responsável pela congregação e orientação das moléculas do ectoplasma,
traduzido num verdadeiro campo-organizador, consciente e inteligente pelo que demonstra,
representando o agente Espírito ou campo espiritual.

O ectoplasma foi analisado por vários pesquisadores dos quais destacamos as


seguintes conclusões:

Dr. V. Dombrowsky (Varsóvia) - "O ectoplasma está constituído de matéria albuminoide,


acompanhado de gordura e de células tipicamente orgânicas. Não foram encontrados
amiláceos e açúcares".

Dr. Francês ( Munich) - "Substância constituída de inúmeras células epiteliais, leucócitos e


glóbulos de gordura".

Dr. Albert F. Von Scherenk-Notzing citado por Charles Richet - "O ectoplasma está
constituído por restos de tecido epitelial e gorduras".

Dr. Hernani G. Andrade - "O ectoplasma é Substância formada com recursos da natureza
originando-se dos tecidos vegetais (ectofiloplasma) e de origem animal (ectozooplasma) e de
origem mineral (ectomineroplasma)".

23
Processos Energéticos
Aura Humana (Luz Humana)
Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em
conexão com a usina mental, é claramente compreensível que se articulem através de
sinergias funcionais. Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais
complexos se revestem de uma halo energético que lhes corresponde à natureza. No
homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada
pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo
celular, lhe modelam, em derredor da personalidade. Nesta túnica eletromagnética de que
o homem se reveste, circula o pensamento, colorindo-a com vibrações e imagens de que
se constitui. Aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa,
antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda. A Aura é, portanto, a
nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do
espírito, em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através
da qual somos vistos e examinados pelas inteligências superiores, sentidos e reconhecidos
pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelo irmãos que
caminham em posição inferior à nossa.

Que forças o levam a se aproximar de outra pessoa?


Porque às vezes temos as mais diversas sensações na presença de outra pessoa... Sem
nenhuma causa aparente? O organismo humano irradia energia. É uma aura um campo de
supersensibilidade em torno do corpo. Nossos pensamentos e ações modificam
constantemente a natureza vibratória dessa aura, e por isso é fundamental adotarmos uma
filosofia de vida positiva e uma atitude compatível. Vivemos em um mar de energia. Essa
energia impregna todo o seu ser porque é parte desse vasto e universal espectro
eletromagnético. Essa energia vibratória se irradia igualmente das pontas dos dedos e do
centro das mãos. Pode ser dirigida para finalidades benéficas.

Como a Aura pode afetá-lo


A aura, esse campo de radiação, pode influenciar o ser interior de outros. Eles podem se
sentir imediatamente atraídos por uma sensação de magnetismo pessoal emanando de sua
pessoa. Da mesma forma, as auras de outros podem reagir e reagem sobre sua aura. A
personalidade interior de pessoas o atrai ou repele não importa qual seja a aparência
exterior. Sentimos a sinceridade, bondade e profundidade de caráter dos outros ou a falta
dessas coisas mesmo que nenhuma palavra seja pronunciada. Estamos sujeitos a essas
radiações diariamente. Elas podem ser responsáveis por nosso estado de ânimo até mesmo
pelas nossas impressões intuitivas. Este é um fenômeno natural, parte dos poderes
interiores do ser humano que todos possuem, mas poucos compreendem. Aprenda a
dominar esse fenômeno. A aplicação plena de seus poderes naturais pode proporcionar
uma maior compreensão pessoal e uma felicidade maior na vida.

24
Campos Energéticos Multidimensional

AURA CÓSMICA

60 cm

Centros Energéticos
ou Chakras +- 40 cm
Campo Vibratório

Campo de Repercussão Mental +- 30 cm

Aura Sutil

+- 15 cm

Períspirito ou
Deslocamento
Periconsciência
dos
Corpos Sutis

Plexo Solar

Duplo Etérico
ou
Corpo Etérico

Corpo Físico

25
Diagnóstico Radiestésico Holístico

26
Alinhamento Magnético dos Corpos Sutis

O Ajuste dos Corpos Sutis


O duplo etérico (corpo etérico), também conhecido como corpo bioplasmático, sua ação
sobre o corpo físico e o periconsciência, é de vital importância na saúde física/espiritual.
Esses dois corpos, são equilibrados com o corpo físico, através de uma linha magnética
que os mantêm numa mesma direção embora separados da seguinte forma: o duplo
etérico é, praticamente, acoplado ao corpo físico, não havendo distância palpável e,
move-se para frente e para trás, de acordo com a necessidade energética da matéria
física. Quando sofremos por exemplo, um susto maior, ou somos tomados de medo,
pavor ou, uma angústia continuada, todo reflexo do problema localiza-se no duplo etérico.
E toda vez que isso acontece, quem é atingindo principalmente, é o periconsciência que
naqueles momentos perde contato com o corpo físico. E toda vez, que nos mantemos em
perdas energéticas continuadas, quem recebe a ação direta é o periconsciência, cujo
reflexo atinge também de forma direta no retorno, o próprio corpo físico. Chamamos a
perda energética contínua, as doenças de longo curso, as cirurgias ou as deficiências
chamadas genéticas. Quando atingimos o duplo etérico, provocamos um mal espiritual e
quando atingimos diretamente o periconsciência, o mal é físico. É isto que chamamos de
desajuste dos corpos, ou seja, os corpos etéreos fora das suas posições magnéticas.
Tentando dar uma visualização: se o periconsciência, está a 10 cm de distância do corpo
físico, para trás e também a 10/12 cm mais alto, não será difícil imaginarmos que a
formação dos seus ombros deve estar portanto, 10/12 cm mais alto, que os ombros
físicos e para fora. Assim é provável localizarmos essa parte do periconsciência, no
princípio da coluna cervical. Determinado o local, vamos então mentalizar a formação do
corpo periconsciência, bem semelhante como dissemos, à do físico. Feito isto, resta-nos
somente localizar a radiação correspondente as pontas dos ombros, tanto do lado
esquerdo, como do lado direito. Sabemos que, normalmente, esse corpo desloca-se para
o lado esquerdo (15 graus, ou menos) e isso, nos leva a mentalizar o desenho dos
ombros periconsciência, mais ou menos a 10/15 cm de distância; por exemplo, para 20
cm. Colocaremos as nossas mãos, como se estivéssemos medindo o tamanho dos
ombros, uma com a palma voltada para a outra, na mesma altura e direção e, a partir
daí, mentalizados, iremos trazendo lentamente uma contra a outra e, tentar sentir a
radiação térmica do periconsciência. Nesse trajeto, a mão esquerda facilmente irá
encontrar um ponto de maior calor. Um pouco de concentração e equilíbrio no
posicionamento das mãos, são os dois fatores para o êxito. A mão esquerda virá em lento
movimento na altura determinada e, facilmente, sentirá a irradiação das energias do
ombro periconsciência. No ponto em que a sentir, a mão deve parar para uma avaliação
do posicionamento. Localizada a posição exata dos ombros periconsciência, cabe-nos
agora energizá-lo, para que ele possa retornar à sua posição normal. Isso o fazemos,
colocando as mãos nas pontas, com as palmas voltadas uma para a outra e, mentalizados
começamos a liberar energias nos dois sentidos. Só que a mão direita ficará parada em
seu ponto e, somente a esquerda se movimentará lentamente, doando energia
magnética, na direção e na mesma altura da mão direita. Na 5º doação, a mão direita
também será movimentada para o mesmo ponto da esquerda (cervical) completando
assim, a aplicação. Esse movimento de doação, deverá ser feito pelo menos 5 vezes em
cada sessão de tratamento. A terapia do ajuste dos corpos acelera e fortalece o
diagnóstico de males, como grandes perdas de energia; enfraquecimentos muito longos
por causa de cirurgias; acidentes; desequilíbrios espirituais continuados, que são
traduzidos por medo mórbido, fobias, complexos de culpa, vícios etc. O ajuste dos corpos
sutis, não só restabelece o fluxo de energia entre os 3 corpos, mas quando for o caso,
acelera o restabelecimento de uma doença pertinaz ou, uma convalescença com incrível
rapidez.

27
28
Disfunção dos Chakras e Saúde

O fluxo equilibrado de energia Ch’i através do sistema de meridianos da acupuntura é


fundamental para se ter saúde. Contudo, o fluxo do ch’i pelos meridianos é apenas um
dos muitos sistemas de energia sutil que precisam ser equilibrados para que possamos
conservar a saúde. Bloqueios no fluxo de energia sutil através do sistema de chakras
podem ser um fator igualmente importante para o surgimento de doenças. Conforme a
tradição dos yogues diz-se que os chakras funcionam como transdutores de energia
emocional e espiritual. Eles absorvem o prana, a energia vital nutritiva e sutil da luz solar.
Embora tanto o ch’i como o prana sejam energias vitais, o prana é uma forma de energia
distinta do ch’i. Os sete grandes chakras (e os canais menores, conhecidos como nadis)
absorvem e distribuem o prana para os diversos órgãos e tecidos do corpo. Parece que
qualquer coisa que cause um bloqueio ou perturbação no fluxo de energia sutil através de
um ou mais chakras também pode levar ao surgimento de doenças no corpo. Uma das
causas mais importantes de bloqueios nos chakras é o stress emocional crônico e o
desequilíbrio na energia emocional. Do mesmo modo como as toxinas físicas podem
produzir doenças, as toxinas emocionais também podem conduzir doenças, as toxinas
emocionais também podem envenenar o espírito e o corpo físico de diversas maneiras
sutis. Estados crônicos de raiva, ódio, amargura, cobiça, desesperança, solidão e
depressão podem conduzir ao surgimento de doenças porque essas emoções negativas
criam desequilíbrios nos chakras que interrompem o fluxo de energia prânica para os
nossos órgãos vitais. A tradição yogue considera ainda que cada um dos sete grandes
chakras está em ressonância e é influenciado por diferentes tipos de energia emocional.
Se os nossos pensamentos e emoções ficarem desequilibrados por causa do stress
emocional crônico, o resultado pode ser um menor fluxo de energia vital através de um
ou mais dos sete grandes chakras. Esse fluxo reduzido da energia vital pode então
produzir pontos fracos ou predisposições à doença em diferentes regiões do corpo. Esses
pontos fracos atuam como o elo mais fraco de uma corrente. Quando a mente e o corpo
estão às voltas com acontecimentos emocionais geradores de stress ou, até mesmo, com
estressores físicos, os elos mais fracos da cadeia de chakras serão as áreas onde o nosso
corpo tenderá a entrar em colapso e a desenvolver problemas. Ademais, cada um dos
grandes chakras tem a capacidade de funcionar como um disco rígido de computador
para armazenar memórias de experiências emocionais e espirituais específicas.
Infelizmente, essa capacidade de armazenamento pode favorecer indiretamente o
surgimento de doenças porque as experiências que produzem maior impacto sobre os
chakras são aquelas associadas a fortes reações emocionais a eventos – negativos ou
positivos – que ocorreram em nossas vidas passadas. Enquanto o nosso cérebro registra
lembranças de eventos significativos em nossa vida, dos nossos anos de instrução e de
nosso treinamento profissional, os nossos chakras podem estar registrando os padrões de
energia emocional do modo como reagimos à vida cotidiana. Diz-se que os próprios
tecidos do corpo físico recordam-se de diferentes tipos de trauma emocional e físico
vivenciados durante uma existência. De fato, os quiropráticos e massoterapeutas têm
observado um fenômeno em que, no momento em que era aplicada massagem ou
manipulação física numa área do corpo que havia sido traumatizada, os clientes se
recordam de acontecimentos que havia muito tempo estavam esquecidos. Parte da
capacidade do corpo de lembrar-se de traumas antigos pode ser uma função da
capacidade implícita que têm os chakras de armazenar padrões de memória física e
emocional. Este fenômeno talvez se leva ao íntimo relacionamento existente entre os
chakras e o sistema nervoso. Especificamente, cada um dos sete grandes chakras está
associado a um conjunto de células nervosas conhecidas como gânglios. Os gânglios
poderiam funcionar como cérebros em miniatura que, na verdade, “recordam-se” de
diferentes memórias emocionais. Nos últimos anos tem havido um crescente
reconhecimento por parte da comunidade médica do papel que o stress emocional
desempenha na saúde e na doença.

29
Vivemos numa época extremamente estressante. Pobreza, recursos limitados e falta de
apoio social sempre foram fontes de stress para as pessoas pertencentes às camadas
socioeconômicas mais baixas. Agora, no entanto, pessoas de nível socioeconômico médio e
superior também estão submetidas ao stress. As reduções dos quadros funcionais nas
grandes corporações têm feito com que muitas pessoas se preocupem com a sua
estabilidade profissional a longo prazo. Conflitos militares na Europa Oriental e a presença
de armas nucleares na antiga União Soviética, Índia e no Oriente Médio continuam sendo
fonte de preocupação para pessoas de todas as partes do mundo. O simples ato de criar
uma família neste nosso mundo em constante transformação pode se revelar algo
extremamente estressante e exaustivo. Esse stress crônico pode cobrar um tributo do nosso
corpo, esgotando as reservas vitais de energia de que precisamos para nos manter livres de
doenças. Dependendo do nosso nível de reatividade emocional ao turbulento mundo que
nos rodeia, podemos nos tornar excessivamente estressados e sermos acometidos por
diversas doenças sutis (ou não tão sutis).

O stress emocional pode afetar a bioquímica do corpo de formas muito específicas,


dependendo do modo como reagimos a cada novo acontecimento estressante. Os nossos
chakras, da mesma forma que um sistema de biofeedback espiritual, dizem-nos sutilmente
onde se encontram os nossos maiores desequilíbrios emocionais e espirituais, bem como para
onde precisamos dirigir os nossos principais esforços de cura para poder recuperar a saúde e
o equilíbrio interior. As feridas psíquicas produzem danos tanto ao corpo espiritual como ao
corpo físico no nível dos chakras. Se nos concentrarmos o tempo todo em mágoas e feridas
psíquicas do passado, nunca poderemos nos curar no presente, limitando assim aquilo que
podemos fazer do nosso futuro. É como se estivéssemos tomando emprestada a energia
alocada para as necessidades de saúde do nosso corpo com o propósito de proporcionar apoio
e “financiar” os nossos traumas do passado e antigas feridas psíquicas. Se as nossas reservas
bioenergéticas causados por pensamentos e energias emocionais mal direcionados podem
prejudicar a saúde através da interrupção do fluxo de energia pelos nossos chakras,
especialmente pelo chakra do coração. Assim, um distúrbio que tenha surgido primeiramente
em nossa mente pode resultar em desequilíbrios nos chakras e privação de energia sutil em
sistemas de órgãos específicos do nosso corpo físico, redundando no surgimento de doenças.
Aprender como abordar novas lições de vida, relacionamentos ou questões emocionais com
uma atitude calma, não reativa e otimista nos permite receber as maiores lições espirituais
que a nossa alma procura ensinar-nos. Além do mais, lembre-se de que cada um dos nossos
chakras age como um banco de memória para categorias específicas de experiências que a
nossa alma coloca em nosso caminho para nos ensinar importantes lições espirituais. O fluxo
de energia de cada um dos grandes chakras para os nossos órgãos vitais é influenciado pelo
modo como lidamos e reagimos a essas grandes e pequenas lições de vida das alma. A opção
de reagirmos a essas lições de vida com uma emoção negativa ou com uma sensação de
otimismo pode influenciar significativamente o nosso estado de saúde. Quando
compreendemos a dinâmica física, emocional, mental e espiritual de cada um dos chakras,
isto possivelmente faz com que fiquemos mais preparados para modificar os nossos padrões
de pensamentos, sentimentos e reação que, em última análise, contribuem para a doença ou
para o bem-estar.

30
Associações Neurofisiológicas e Endócrinas dos Chakras

CHAKRA PLEXO SISTEMA SISTEMA ÁREA DO


NERVOSO FISIOLÓGICO ENDÓCRINO CORPO
HUMANO
CORONÁRIO Córtex Cerebral SNC Glândula Pineal Altura da cabeça
Controle Central Capta energias
Sutis/espirituais
Sede da consciência
do encarnado

FRONTAL Hipotálamo Sistema Nervoso Hipófise Situado na fronte,


Autônomo entre os olhos
Responsável pelos
sentidos, raciocínio,
da visão, vidência,
audiência e intuição
Emite energia
mental

LARÍNGEO Gânglios Cervicais Sistema Tireóide e Altura da garganta


e Medula Respiratório Paratireóides Responsável pela
fonação (garganta e
cordas vocais)
Respiratório (boca,
nariz, traquéia e
pulmões)
Mensagens
psicofônicas

CARDÍACO Plexo Cardíaco Coração e Timo Altura do Coração


Circulação (mediastino)
Equilíbrio vital , dos
sentimentos e
emoções

ESPLÊNICO Plexo da Cavidade Baço Pâncreas Altura do Baço


Abdominal Abastece o Baço
Órgão purificador do
sangue

31
Associações Neurofisiológicas e Endócrinas dos Chakras

CHAKRA PLEXO SISTEMA SISTEMA ÁREA DO


NERVOSO FISIOLÓGICO ENDÓCRINO CORPO
HUMANO
UMBILICAL Plexo Hipográstrico Todos os órgãos do Pâncreas Altura do Umbigo,
Superior Sist. Digestório lado direito.
Responsável
pela emoção
Percepção de
emanações hostis
Vibrações afetivas do
ambiente
Reflexo do
desequilíbrio
espiritual

BÁSICO Sacro - coccígeo Sist. Genital Testículos e Base da Espinha


Coluna Vertebral Ovários Dorsal, sobre a região
Sist. Urinário sacra, lado esquerdo
Capta energia
vitalizadora que
mantém nosso corpo

UMERAL Plexo Braquial Movimentos dos Glândula Pineal Nas costas sobre a
braços parte superior do
pulmão esquerdo
Responsável pela
psicografia
Relação mediúnica,
plano físico e
espiritual

32
O PLEXO SOLAR
Na ordem de grandeza da relação energética entre os Corpos Sutis com o Corpo Físico, o
Plexo Solar está na mesma dimensão e importância dos Chakras. São esses dois
organismos que realizam na matéria física, todo o processo de captação e distribuição das
energias, que mantém e animam o Ser humano. O Plexo Solar já num estágio quase
material e os Chakras, ainda como componentes espirituais do Duplo Etérico. Os Chakras,
são os órgãos incumbidos de receber e distribuir, através dos plexos nervosos, as
energias purificadas pelo Periconsciência/Psicossoma, que na matéria classificamos como
energias físicas mas, que podem ser chamadas perfeitamente de energias nervosas,
sempre condicionadas aos processos mentais e depois emocionais. Já o Plexo Solar, na
parte física, realiza o trabalho de captação das energias ambientais, alimentares e
telúricas, que juntamente com as espirituais que são próprias do Ser encarnado, são
filtradas e remetidas ao Periconsciência/Psicossoma para serem purificadas e em seguida,
através dos Chakras e Plexos, transformadas em Energias Físicas ou Nervosas.
Esse MECANISMO de CAPTAÇÃO e DISTRIBUIÇÃO, mais a relação das Mentes Física e
Espiritual, são fatores da existência encarnatória da Consciência. O Plexo Solar, tão pouco
conhecido dos estudiosos e, também confundido com um Chakra, possui a sua própria
constituição naturalmente, adequadas às importantíssimas funções que desempenha no
Mecanismo Energético da relação dos corpos, qual seja, o de um Poderoso Filtro, que só
permite a passagem de energias positivas para o Periconsciência.
Seu aspecto visual (mental) tem a forma de um losango cônico, é capaz de nos dar a
ideia, pela pulsação térmica, da força de captação do Ser encarnado, assim como serve
de canal de contato com o Periconsciência/Psicossoma, além de nos informar sobre as
energias do Corpo Físico nos processos das longas enfermidades e também nos processos
terminais, dando-nos as referências e os parâmetros para uma avaliação da capacidade
de captação (auto-alimentação) da matéria física.
Sua localização no corpo orgânico pode ser sentida, pela pulsação térmica de suas
energias, a uma distância de 5/10 centímetros, abaixo do Osso Externo. O trabalho de
captação e filtragem das energias, exercido pelo Plexo Solar, estará sempre condicionado
ao estado e aos fatores mentais do indivíduo e, dentro desse enfoque, poderíamos até
compará-lo a um microssistema de pulverização, onde todas as impurezas ficam retidas,
havendo até casos (embora muito raros) de bloqueios parciais por pequeninos átomos, o
que certamente provocarão com o tempo o enfraquecimento tanto periconsciência como
da matéria física, mas que poderá ser sanado pela limpeza magnética. O Plexo Solar,
figurativamente, tem a forma de um losango extremamente luminoso e pulsante. Está
localizado, mais ou menos, a uma distância de três dedos, abaixo do final do Osso
Externo. É um ponto na matéria física de enorme sensibilidade, sendo energizado, quando
necessário, por Energias Sutis.

33
O Plexo Solar tem a forma de
um losango luminoso e pulsante
CAPÍTULO IV

As Cores e suas Funções Terapêuticas


Nas orientações que se segue, iremos examinar os atributos terapêuticos das cores.
As cores relacionadas abaixo são usadas para exposição total ou parcial do corpo a
luzes produzidas por led’s coloridos ou filtros coloridos especiais. Durante as
atividades na Cromoterapia, estaremos continuadamente mentalizando e projetando
cores; visualizando órgãos do corpo orgânico e sobre os Corpos Sutis. Além disso,
quando aplicáveis, são mencionadas também as associações de cores específicas
para o campo áurico.

Cor e sua Aplicação


Uma dor pode ser debelada, basicamente, com a cor azul. Contudo, se aliarmos a cor
azul a outros tipos de onda colorida, iremos não só aumentar a força de restauração,
como também acelerar as respostas biológicas. Usando somente o azul, estaríamos
eliminando apenas o efeito ou o sintoma, enquanto que o objetivo é eliminar,
principalmente, a causa.
Exemplo: uma dor muscular na perna, exige toda a abrangência possível em seu
tratamento, uma vez que pode não ser apenas uma dor muscular, mas reflexo de um
outro problema em nível de nervos, veias e artérias, sistema linfática e até ossos.
Atendendo a todas as hipóteses, além da competente troca de energias (retirada e
reposição no local afetado), trabalharíamos assim:
VERDE, relaxante e anti-inflamatório - AZUL, analgésico e regenerador - AMARELO,
fortalecedor da estrutura.
Raciocinando quanto ao ponto de partida para montarmos um tratamento: AZUL,
ponto de partida para todo processo regenerativo, VERDE, em processos
inflamatórios e infecciosos - AMARELO, nos casos de fortalecimento da matéria -
ROSA, ativador da corrente sanguínea - LILÁS, cauterizador de infecções - LARANJA,
energia densa na estrutura óssea e no traumatismo muscular - ÍNDIGO, coagulante
na corrente sanguínea.

VERMELHO/ROSA FORTE
Estimula o Sistema Nervoso Sensorial, o fígado, ajudando este órgão a recuperar as
suas funções. Aumenta a produção de hemácias e melhora a circulação. A cor
vermelha favorece a absorção de ferro, o qual é usado na produção da hemoglobina,
o pigmento que dá cor vermelha ao nosso sangue. Isso faz com que o vermelho seja
uma boa cor estimulante. O vermelho é considerado o símbolo da vida, da força e da
vitalidade. Pode estimular a excreção de toxinas através da pele. Pesquisas modernas
também sugerem que a luz vermelha tende a acelerar o Sistema Nervoso, em parte
por estimular o nosso Sistema Nervoso Simpático, responsável pela resposta de luta
ou fuga, mediada pela adrenalina. Aumenta a conexão do indivíduo com a terra e
ajuda a fortalecer sua energia vital básica, estimulando o desejo de viver. A energia
vermelha também é usada para “aquecer” áreas frias do campo de energia do
indivíduo e para “queimar tumores”. Acredita-se que um excesso de vermelho no
campo áurico do indivíduo pode indicar fortes propensões físicas, ao passo que o
vermelho escuro pode às vezes ser devido a emoções fortes, variando desde paixão e
coragem até raiva e ódio. A presença do vermelho na aura pode ter significados
diferentes, dependendo de sua tonalidade. A cor rosa avermelhado, por exemplo,
pode indicar amor e paixão. O vermelho-alaranjado está associado principalmente à
paixão sexual. O vermelho-escuro, por outro lado, está associado à raiva estagnada.
O uso do vermelho ou rosa, nesta Cromoterapia, é dirigido exclusivamente à corrente
sanguínea, funcionando como ativador, acelerador, alimentador, queimador de
gorduras, desobstruidor, cauterizador e eliminador de impurezas. 34
VERMELHO AS CORES E SUAS FUNÇÕES

Aumenta a
CAUTRIZADOR
atividade física
das pessoas e CICATRIZANTE SISTEMAS
seus órgãos.
Estimula o e ÓRGÃOS
desenvolvimento DESOBSTRUIDOR
ROSA FORTE
e alívio das CIRCULATÓRIO,
funções 5 cm ROSA FORTE (5 cm) SIST. SENSORIAL,
respiratórias em SIST. NERVOSO,
crianças. Eficaz • Na corrente SIST. ENDÓCRINO,
sanguínea FÍGADO, BAÇO,
em distúrbios ROSA
relacionados à MEDULA ÓSSEA e
• Energia CÉLULAS.
pele e sangue. vitalizadora nos
ROSA estados anêmicos.

AÇÃO
ELIMINADOR ESTIMULADOR
AUMENTA TERAPÊUTICA
Gorduras, Sistema Nervoso
impurezas, Os níveis teciduais ESTIMULADOR
detritos, Simpático e
de ATIVADOR
êmbolos, Parasimpático,
ateromas liberação de
Oxigênio e melhora ACELERADOR
(vasos: artérias, adrenalina
o fluxo sanguíneo
(Supras Renais).
veias, etc.) CAUTERIZADOR

CICATRIZANTE

DESOBSTRUIDOR

ATIVADOR ELIMINADOR
ESTIMULA a
Funções REGENERAÇÃO ACELARADOR
Cardíacas,
Aumenta a Pele e das células Circulação
produção de sanguíneas Sanguínea Sendo a cor
Hemácias. (oxigenação). do Amor
Universal, é
excelente
para
ambientes
RELAXANTE
com
Melhora do pessoas
relaxamento tristes,
muscular. Redução deprimidas
dos níveis de dor e
(síndromes de dor), angustiadas
traumatismos ou .
contusões.
35
As Cores e suas Funções Terapêuticas

LARANJA
Acelera a regeneração do tecido pulmonar e, ao mesmo tempo, promove uma
melhora na saúde do sistema pulmonar. Estimula a glândula tireoide (no
hipotireoidismo) ou para inibir a glândula paratireoide (podendo ser usada no
hiperparatireoidismo, condição em que as paratireoides acham-se excessivamente
ativas).
A luz laranja possui propriedades descongestionantes. O laranja é uma cor de
energia vital no campo áurico, no qual o laranja frequentemente indica saúde e
vitalidade.
A luz laranja é útil no tratamento de cálculos biliares e renais, podendo ser benéfica
no caso de bronquite crônica, estimula o sistema respiratório.
O laranja pode ser usado como antiespasmódico e, como tal, pode produzir
benefícios no tratamento de espasmos musculares, incluindo cólicas abdominais.
É útil no tratamento de cistos de ovário, miomas uterinos e em doenças da próstata
(órgãos genitais masculinos e femininos).
Sua principal função no processo regenerativo ósseo, é a ativação da circulação
sanguínea dos tecidos ósseos, atuando sobre o periósteo e as medulas (fraquezas
ósseas, fissuras, fraturas, traumatismos e musculatura).

36
AS CORES E SUAS FNÇÕES
AS CORES E SUAS FUNÇÕES

SISTEMAS
AÇÃO
TERAPÊUTICA
ÓRGÃOS
ATIVADOR
ESQUELÉTICO
ENERGIZADOR e
MUSCULAR LARANJA AUXILIAR

CIRCULATÓRIO ELIMINADOR DE
GORDURAS
PULMONAR

GLÂNDULAR

BILIAR E RENAL

GENITAIS MASCULINO e
FEMININO

ENERGIZADOR

• muscular em
clientes com ELIMINADOR
traumatismo.
ATIVADOR e DE
AUXILIAR
GORDURAS
Na circulação
sanguínea óssea,
atuando sobre o
periósteo e as • Na circulação
medulas ósseas, nos • Estimula o apetite sanguínea em
casos de fraqueza, e digestão. áreas
fissura e sobre localizadas.
• Aplicado em
fraturas.
problemas
Energia mais forte e cardíacos
mais densa. Deve ser • Acelera a
precedida da cor
regeneração do
Amarela que,
aplicada 3 vezes, tecido pulmonar
criará resistência à
função revitalizadora
do laranja.
37
As Cores e suas Funções Terapêuticas

AMARELO
O amarelo estimula o sistema nervoso motor (o sistema neuromuscular). O amarelo
ajuda a regenerar nervos danificados no sistema nervoso sensorial e no sistema
nervoso motor. Estimulante do sistema linfático e do trato intestinal.
O amarelo no campo áurico é o símbolo da mente e do intelecto. O amarelo ativa os
nervos motores, gerando assim energia para os músculos do corpo. Em virtude dessa
propriedade, o amarelo foi considerado útil no tratamento de qualquer forma de
paralisia.
Nos casos de paralisia ou de disfunção do sistema nervoso, a luz amarela é usada
para estimular os nervos e plexos nervosos da coluna. A luz amarela é útil como
purificador da pele e como uma terapia curativa para doenças de pele variando desde
cicatrizes, manchas a eczema.
A terapia com a luz amarela, quando usada no tratamento da artrite, era vista como
uma maneira de ajudar a quebrar os depósitos de cálcio que se formavam nas
articulações.
Ajuda a regular os níveis sanguíneos de açucares em pacientes com determinadas
formas de diabetes (pâncreas). Desta forma, a indigestão causada por problemas de
estômago pode também responder à luz amarela direcionada para o corpo e o
estômago.
Possui propriedades energéticas de contribuir para a coesão, cimentar e “colar”
tecidos que foram rompidos ou traumatizados, como o caso de feridas na pele e
fraturas ósseas.
Ele pode ser útil para estimular o reparo de células danificadas, produzir maior
multiplicação e crescimento celulares.
No campo áurico, é a cor que, praticamente, alimenta todo sistema energético do
corpo físico. Dentro da sua vibração na Aura, é que se encontram o Duplo
Etérico/Corpo Etérico e a Periconsciência/Psicossomático.
Para os estados de fraqueza, pela perda de energia (sintomas parecidos com a
pressão baixa), pós-cirúrgicos e os estados anêmicos, é sempre aconselhável, deixar-
se uma luz amarela acessa durante meia ou uma hora, dependendo da necessidade,
no quarto de repouso do paciente.
O amarelo é a cor com a qual estimulamos o Chakra Frontal e, através dela,
acionamos as nossas capacidades intelectivas. No fortalecimento de vasos, artérias e
veias, principalmente nos processos esclerótico estacionado e sob controle.

38
AS AS
CORES E SUAS
CORES E SUASFNÇÕES
FUNÇÕES

SISTEMAS AÇÃO
ESQUELÉTICO TERAPÊUTICA
MUSCULAR REATIVADOR
NERVOSO DESINTEGRADOR
EXCITANTE
ENERGIA
FORTALECEDORA
Concentração
AJUSTE DA COR
mental e fixação de LARANJA
informações
(excelente cor para ENERGIA AUXILIAR
AMARELO
estudantes) FORTIFICANTE
ANTIALÉRGICO

ENERGIA ENERGIA de
FORTALECEDORA AJUSTE da COR
EXCITANTE
• Aura sutil/espiritual LARANJA
Nervos e Músculos
– estados de fraqueza • Preparador nos
física, perda de tratamentos das
energia em estados partes ósseas e
anêmicos em áreas
musculares.

FORTIFICANTE
Amarelo Forte
DESINTEGRADOR (5 cm)
MAIS FRACO • Nos tecidos REATIVADOR,
• Nos tratamentos mais sensíveis, FORTIFICANTES
de cálculos renais e exemplo: paredes e TÔNICO
biliares. internas dos • Nervos, músculos
ouvidos e e tecidos.
mucosas

39
As Cores e suas Funções Terapêuticas

VERDE
O verde é considerado como um “equilibrador” da função cerebral e do corpo físico
em geral. Acredita-se também que a luz verde estimula a reconstrução de músculos e
de tecidos danificados. Além disso, diz-se que o verde estimula e reequilibra a
hipófise, curando doenças endócrinas causadas por disfunções hipofisárias. O verde é
classificado com um desinfetante, antisséptico e germicida que pode ser útil no
tratamento de infecções. O verde pode ser útil no tratamento de intoxicação causada
por problemas no cólon, no fígado ou nos rins, os quais são os principais órgãos
encarregados da desintoxicação e eliminação de dejetos. Possui as características
energéticas de digerir e decompor. O verde tem também uma natureza desinfetante,
desintoxicante, dissolvente e descongestionante. O verde é útil para descongestionar
e soltar do corpo etérico/duplo etérico a “matéria etérica doente refratária”, de modo
que ela possa ser removida mais facilmente usando-se o método de limpeza de
“varrer com as mãos”. Após a remoção da matéria etérica “doente”, o
cromoterapeuta reenergiza a mesma área do corpo etérico e do campo áurico com
energia magnética novo e limpo, o qual ajuda a restaurar a saúde do corpo físico. O
verde também é usado para dissolver coágulos sanguíneos, como desinfetante geral
e para o tratamento de febres e resfriados. Acredita-se que o verde é mais suave, em
certos casos em que é necessário tratar delicados órgãos internos, o verde é usado
como um pré-tratamento precaucional para energizar órgãos afetados pela doença
antes que formas mais potentes de cor – como o laranja, o vermelho/rosa ou mesmo
o violeta – venham a ser usadas. O uso do verde seguido pelo laranja numa região
específica do corpo pode efetivamente descongestionar e limpar as porções físicas e
sutil dessa região do corpo ou sistema de órgãos. Quando associado com o laranja
são enviados para o corpo, efeitos destrutivos podem surgir. Assim, o
cromoterapeuta às vezes poderá usar o verde para tentar reduzir o tamanho de um
tumor. Em geral, acredita-se que o verde seja a cor que equilibra o corpo, a mente e
o espírito, além de ser aquela que os clarividentes frequentemente observam emanar
das mãos de pessoas que curam. A presença do verde no campo
áurico/eletromagnético muitas vezes pode ser associada a crescimento e
desenvolvimento espiritual. Como vibração regeneradora, atua em toda área do
abdome, sobre órgãos como o estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado e
intestinos, enfim, todos os órgãos subordinados ao Chakra Umbilical. Dentro das suas
múltiplas funções, o verde pode agir sobre o sistema muscular, artérias, veias e
vasos, como energia dilatadora, sendo muito usado nos problemas circulatórios. Nos
partos, é indicado sobre as partes ósseas da bacia. Também é usado como isolante
da área, em casos de aplicações especiais, para evitar-se a expansão de pequenas
artérias e vasos, como também, principalmente, na corrente sanguínea para debelar
infecções que ali estejam chegando. Os bisturis a laser, por exemplo, oferecem a
vantagem de cortar através dos tecidos e, ao mesmo tempo, selar e cauterizar os
vasos sanguíneos. E como as diferentes estruturas celulares absorvem as várias
cores de forma também diferente, os médicos desenvolveram lasers de cores
bastante específicas para diferentes aplicações. Os lasers verdes de argônio, por
exemplo, são usados para delicadas cirurgias no olho de pacientes diabéticos porque
a luz verde tende a afetar apenas os vasos sanguíneos e não costuma lesar outras
partes sensíveis do olho. E como relaxante nervoso e muscular, é de imensa utilidade
nos processos traumáticos. Como se pode ver, o verde e uma energia com função
prática em todos os tratamentos. Como regra geral, sua aplicação está presente em
qualquer conjunto de cores que se reunir para atacar um mal inflamatório ou
infeccioso.

40
AS CORES E SUAS
AS CORES FNÇÕES
E SUAS FUNÇÕES

AÇÃO
SISTEMAS TERAPÊUTICA
CIRCULATÓRIO ENERGIA
DIGESTÓRIO REGENERADORA
MUSCULAR DILATADOR
NERVOSO
(vasodilatador)
RELAXANTE
ISOLANTE
RELAXANTE
• Sistema
VERDE ANTI-SÉPTICO
Nervoso e ANTI-INFAMATÓRIO
muscular, em
processos ANTI-INFECCIOSO
traumáticos GERMICIDA

DILATADOR
• Sistema ANTI-INFECCIOSO
ANTI-INFLAMATÓRIO muscular, (ESPECÍFICO)
ANTI-INFECCIOSO artérias, veias,
vasos, ductos, Verde Forte
GERMICIDA nos problemas (5 cm)
• Presente em circulatórios. • Tratamentos
qualquer conjunto de • Nos partos, maior profundidade,
cores sobre as partes por exemplo,
óssea da bacia. infecções ósseas

ENERGIA
REGENERADORA ISOLANTE
ANTI-SÉPTICO
• Área do • Em casos de
aplicações (LIMPEZA)
abdome,
estômago, especiais, para • Prevenção nos
pâncreas, vesícula evitar-se a estados
biliar, intestinos, expansão de inflamatórios e
todos os órgãos do pequenas infecciosos
Sist. digestório artérias e vasos.

41
As Cores e suas Funções Terapêuticas

AZUL
O azul era a cor frequentemente usada para tratar queimaduras, aliviar a sensação
de prurido (sensação desagradável causada por enfermidade ou agente irritante, e
que leva o indivíduo a coçar-se em busca de alívio) e reduzir a irritação dolorosa
causada por abrasões da pele.
Sendo considerado uma cor “refrescante”, o azul tem a capacidade de baixar febre e
reduzir a inflamação. Acredita-se que ele também pudesse estimular a glândula
Pineal. Pesquisas recentes na área da fotobiologia confirmaram que a luz azul exerce
uma influência calmante sobre o sistema nervoso, especialmente para as pessoas
que estiverem excessivamente tensas.
Muitos observadores clarividentes consideram que um excesso de azul no campo
áurico/campo eletromagnético poderia indicar tendências artísticas, uma natureza
harmoniosa e compreensão espiritual.
Os efeitos calmantes da luz azul, frequentemente usado para tratar tensão, medo,
palpitações e taquicardia, bem como para proporcionar alívio para a insônia.
Em virtude de suas propriedades refrescantes e anti-inflamatórias, o azul também
pode ser usado para tratar problemas inflamatórios.
No caso de úlceras gástricas e duodenais (estômago e intestino delgado), com o
propósito de facilitar a cura das úlceras.
Os cromoterapeutas às vezes tratam a asma e a pleurista (frequentemente associada
à inflamação dos pulmões) aplicando o azul diretamente sobre os pulmões.
Outras doenças inflamatórias podem ser beneficiadas pela luz azul incluíam a mastite
cística (uma dolorosa inflamação das mamas), diarreia (associada à inflamação do
cólon) e determinados casos de aumento da próstata (nos quais pode haver
prostatite subclínica).
Acredita-se que ele possa também ser útil no tratamento de problemas na região da
garganta, tais como laringite, dor de garganta e, possivelmente, certas doenças da
tireoide, tais como bócio e hipertireoidismo. Os cromoterapeutas usam a luz azul
para tratar a icterícia, através do fígado.
Até mesmo a medicina convencional tem reconhecido os efeitos benéficos da luz azul
no combate à icterícia. Com efeito, há muitos anos os hospitais têm usado a luz azul
para tratar recém-nascidos ictéricos.
Acredita-se que o azul possa estimular as glândulas paratireoides (situadas atrás da
glândula tireóide), especialmente nos casos em que pudesse haver uma produção
inadequada do paratormônio (PTH), um hormônio que regula o metabolismo do
cálcio no corpo

42
As Cores e suas Funções Terapêuticas

O azul inibe a função tireodial, sobretudo nos casos de hipertireoidismo. Acredita-se


que esta cor possua determinadas propriedades sedativas, além de ajudar a
aumentar o número de glóbulos brancos no sangue.
Ademais, o azul tem sido usado para tratar problemas relacionados com lesões
intracranianas. O azul estimula a hipófise, a principal glândula endócrina associada ao
chakra frontal.
Os cromoterapeutas consideram a cor azul útil no tratamento de catarata e perda da
audição.
O azul pode ter a capacidade de induzir anestesia no corpo físico, o que faz dele um
eficiente analgésico no tratamento de vários tipos de síndromes dolorosas.
Assim, o cromoterapeuta irá usar a luz azul no tratamento de dores relacionadas a
sinusites, dores na coluna (tais como dores lombares e ciática), angina (dor no
coração), dores nos ombros (devido à distensão ou tensão muscular) e, até mesmo,
dores de cabeça.
Acredita-se que o azul também pode ter certas propriedades purificadoras do sangue.
Ele também pode ser benéfico no tratamento de casos de hepatite ou inflamação do
intestino delgado (como a ileíte causada pela doença de Crohn).
A energia azul possui um efeito calmante e refrescante (conforme reconhecem a
maioria dos sistemas de cura pela cor).
Ela também é usada para reestruturar padrões distorcidos de energia no nível do
corpo etérico. A cor azul ajuda a aumentar a sensibilidade e a fortalecer o mestre
espiritual que existe dentro de cada pessoa.
Diz-se que a presença do azul no campo áurico de um indivíduo indica sensibilidade e
sua propensão natural para ser professor.

As múltiplas funções da cor azul classificam como uma das mais importantes cores do
espectro cromático, pela sua ação sobres o sistema nervoso, sistema muscular, e
sistema ósseo. Por sua ação terapêutica como: regenerador celular, reajustador,
calmante, absorvente, lubrificante, analgésico, e fixador energético.
Além das funções acima enumeradas, todas na área física, ele é usado para a
limpeza e ajuste dos campos áuricos das gestantes e idosos.
Sua função energética aparece de uso intenso nos tratamentos dos problemas
ósseos, onde é usado com a dupla função de analgésico e regenerador de medulas,
tecidos conjuntivos, pequenas veias e vasos, que alimentam e constituem o tecido
ósseo.
Também realiza a função de absorvente e eliminador de gases, tanto estomacais
quanto intestinais, na área do sistema digestório. Analgésico específico para todas as
dores do corpo físico, o azul pode ser usado ainda, como um calmante no sistema
nervoso.
Como lubrificante, sua ação é dirigida para as juntas e articulações do sistema ósseo,
muito usado também, para a lubrificação do tubo retal nos dolorosos casos de prisão
de ventre.

43
AS CORES E SUAS
AS CORES FNÇÕES
E SUAS FUNÇÕES

SISTEMAS AÇÃO
Nervoso TERAPÊUTICA
Circulatório REGENERADOR
Digestório
CALMANTE
Muscular
Esquelético AZUL ABSORVENTE
FIXADOR
REGENERADOR ENERGÉTICO
CELULAR
LUBRIFICANTE
• Medulas
• Tecidos REAJUSTADOR
conjuntivos ANALGÉSICO
• Pequenos vasos FIXADOR
que alimentam e EQUILIBRADOR
• De energias
constituem o nos diversos
tecido ósseo campos
• Na projeção
do Azul Geral EQUILIBRADOR
no final da • Aura das
REAGUSTADOR aplicação. pessoas com
Cor Lilás, nos males
casos de físicos/espirituais.
cauterização, LUBRIFICANTE • Inquietação
fixando ou infantil.
removendo Azul Forte
excessos. • Insônia
(5 cm)
• Corretivo em • Ansiedade
• Juntas/Articulações
eventuais erros do Sistema Ósseo. • Em recepções
durante a consultório, etc.
• Tubo Retal, nos
aplicação.
casos de prisão de
ventre.

ABSORVENTE
• Gases ANALGÉSICO
estomacais e CALMANTE Campos Nervosos
intestinais do Sistema Nervoso e Musculares.
Sist. Digestório

44
As Cores e suas Funções Terapêuticas

LILÁS/VIOLETA
A luz lilás ou violeta é um estimulante do baço, um dos órgãos relacionados ao
sistema imunológico.
Acredita-se também que possa reduzir a atividade muscular, incluindo a redução dos
batimentos do músculo cardíaco.
O violeta pode aumentar a produção dos glóbulos brancos do sangue e ter um efeito
tranquilizador sobre o sistema nervoso.
Assim pacientes com ansiedade e depressão que eram considerados como tipos
neurologicamente “rápidos”, pela classificação do dr. John Downing (domínio do
sistema nervoso autônomo simpático), apresentavam um significado benefício
terapêutico com pulsos de luz violeta aplicados aos olhos por meio do aparelho
Lumatron.
Da perspectiva do campo áurico, os clarividentes descrevem o violeta como sendo
uma cor associada tanto à espiritualidade quanto ao autorrespeito e à dignidade.
A existência de uma luz violeta escura (ou púrpura) na aura muitas vezes indica um
alto nível de realização espiritual e um “amor superior”.
Ela é também uma cor ligada à percepção interior e à sabedoria do espírito. O violeta
é considerado a principal cor associada ao chakra da coroa.
Pauline Willis considera o violeta uma boa cor para o tratamento de problemas
psicológicos, incluindo a doença maníaco-depressiva.
Ela também observa que a luz violeta pode ser útil tanto para o tratamento de
problemas do sistema nervoso como para a dolorosa ciática.
Esta cor chegou até mesmo a ser sugerida como um tratamento para a perda de
cabelo, pois o violeta afeta o chakra da coroa, o qual alimenta energeticamente o
cabelo e o couro cabeludo na parte superior da cabeça.
O lilás é paralisador de infecções. A importância da sua função destaca-se pela
atividade da sua vibração em todos os tratamentos físicos, internos ou externos, de
caráter inflamatório, ou infeccioso.
Funciona como bactericida, na higienização de feridas internas ou externas, com
resultados realmente apreciáveis.
Sua aplicação, deve ser sempre seguida da cor azul, cuja função nesta colocação é
de fixador. Neste caso, o azul, além de fixar o lilás remove os excessos havidos, de
tempo e da distância da aplicação.
Esses excessos, por sinal, são muito comuns e normais acontecer, em razão de
pequenas distrações e mesmo defeitos na maneira de aplicar a luz.
Os intestinos, os rins, as vias respiratórias e, ainda, a região do baixo ventre na
mulher, são as suas áreas de maior trabalho.
O lilás entre o verde e o azul, avulta pela sua ação benfeitora, como o provável
substituto dos antibióticos, na medicina convencional do futuro. E certamente, não
estamos muito longe dessa perspectiva.

45
AS CORES E SUAS
AS CORES FNÇÕES
E SUAS FUNÇÕES

AÇÃO
SISTEMAS
TERAPÊUTICA

Digestório
Respiratório CAUTERIZADOR
Urinário BACTERICIDA,
Reprodutor GERMICIDA E
Feminino
VIRÓTICO

LILÁS

ÁREAS DE MAIOR CAUTERIZADOR


ATUAÇÃO BACTERICIDA, GERMICIDA
E VIRÓTICO
• Intestinos, Rins,
Vias Respiratórias e “Paralizador das Infecções”
baixo ventre da “Antibiótico da Medicina
mulher. Tradicional”
Verde/Lilás/Azul
• Todos tratamentos físicos,
• Cor da internos e externos, de caráter
transmutação, útil inflamatório ou infeccioso.
em pessoas Antibiótico, o lilás entre o
resistentes às verde e o azul (este último
mudanças do fixa e remove os excessos).
cotidiano.
• Bactericida na higienização
• Auxilia a meditação de feridas internas e externas
e elevação
46

•.
As Cores e suas Funções Terapêuticas

O Índico é o nosso coagulante e, como tal, atua exclusivamente sobre a corrente


sanguínea. Sua ação benéfica, em todos os sentidos faz-se sentir com incrível
rapidez.
Usado em ferimentos sobre artérias, veias e vasos e também em rupturas de bolsas
de gestantes, quando existe sangramento, o índico tem sido o mensageiro do alívio e
do socorro com a sua maravilhosa vibração.
Por isso, aconselha-se a todos aqueles que pretenderem realizar esta cromoterapia, o
exercício da mentalização do índigo, por um sem números de razões.
Quantos socorros estaríamos capacitados para prestar, em qualquer lugar, se
fôssemos capazes de projetar mentalmente, essa benéfica vibração.
Crianças feridas, acidentes nas ruas, desastres e, mesmo os fatos mais corriqueiros
da nossa vida, em nossa casa, tudo aquilo que houver a presença do sangue.

47
AS CORES E SUAS
AS CORES FNÇÕES
E SUAS FUNÇÕES

AÇÃO
SISTEMAS TERAPÊUTICA

CIRCULATÓRIO
COAGULANTE

ÍNDIGO

COAGULANTE ALERTA

• Atua exclusivamente • Nem sempre os excessos do


na corrente sanguínea, organismo são eliminados
no controle de pelos aparelhos excretores
hemorragias e (rins e intestinos), mas sim
ferimentos sobre pelo ponto mais próximo, por
artérias, veias e vasos. exemplo, pelo nariz ou
Em rupturas de bolsas ouvidos, sem causa aparente.
de gestantes, quando Ai, entra o bom senso e o
existir sangramento. equilíbrio no uso do índigo.

48
EXERCÍCIO Nº 1
Coloque ao lado de cada questão, a cor-luz que atenderá as seguintes
funções terapêuticas:

01 - Fortificante em tecidos de maior sensibilidade

02 – Coagulante

03 – Isolante de área

04 – Cauterizador na corrente sanguínea

05 - Absorvente

06 – Energizador e auxiliar na regeneração

07 – Paralizador de processos inflamatórios e infecciosos

08 – Energia para o ajuste da cor laranja

09 – Eliminador de impurezas na corrente sanguínea

10 - Equilibrador

11 - Dilatador

12 – Reativador, fortificante, tônico na matéria

13 - Lubrificante

14 – Anti-infeccioso específico em áreas mais profundas

15 - Excitante

16 – Aura de paciente em equilíbrio

17 – Desintegrador mais fraco

18 - Relaxante

49
EXERCÍCIO Nº 2
Considerando que o processo terapêutico , a primeira ideia é a de sempre associar a
função da cor, com o elemento capaz de debelar o mal apresentado. Responda os itens
abaixo indicando a cor, que servirá, de ponto de partida à montagem de um tratamento
cromoterápico:
01 - Um resfriado trata-se a partir da cor

02 – Uma dor não identificada devemos usar a cor

03 – Um problema de pressão arterial

04 – Um desarranjo intestinal

05 - Um sangramento por corte na parte externa do corpo

06 – Um fortalecimento de ossos

07 – Uma obstrução (ato de obstruir) na circulação sanguínea

08 – Uma infecção óssea

09 – Um ressecamento da mucosa retal

10 – No fortalecimento do tecido da parede interna do ouvido,


usaremos a cor

11 – Um mal estar inexplicável

12 – Uma ferida infectada iremos isolar com

13 – Uma dor de dente (infecção na raiz) deve ser tratada com


Lilás ou Rosa

14 – Uma dor muscular elimina-se, em princípio, com a cor

15 – Mama empedrada ou ingurgitada da mãe-lactente,


usaremos as cores a partir do

16 – Uma luxação ou , uma contusão maior, pela perda da


energia magnética, nos levará necessariamente a usar a cor

17 – Uma congestão nasal (resfriado,rinite, sinusite),


usaremos basicamente

18 – Na febre devemos usar, em princípio, o

19 – Nas queimaduras superficiais

20 – Na paralisação do vômito, devemos usar

50
AS CORES ASSOCIADAS

AS CORES E SUAS FUNÇÕES

Um CAMPO CELULAR se constitui de 3 vibrações:

AZUL – Elemento formador.

VERDE – Protetor e limitador da área.

AMARELO – Vibração estimulante e ativadora do sistema.

Exemplos:

Função Terapêutica: FORMADOR e REGENERADOR CELULAR

VERDE – Assepsia: limpeza e preparação do local (prevenção contra ação bacteriana).

AZUL - Ponto inicial da formação.

Função Terapêutica: REGENERADOR com FORTALECIMENTO CELULAR

VERDE – Assepsia: limpeza e preparação do local (prevenção contra ação bacteriana).

AZUL – Ponto inicial da formação.

AMARELO – Formado o campo celular, virá a vibração da cor amarela como fortalecedor do
sistema.

51
AS CORES ASSOCIADAS

EXEMPLO: Estado Gripal ou Pneumonia

VERDE - não deve ser utilizado para “DILATAR”.


ROSA - não deve ser utilizado para “ACELERAR”.

AÇÃO MENTAL

“ A MENTE DO APLICADOR QUE DETERMINA A AÇÃO TERAPÊUTICA”.

VERDE (anti-infeccioso) ROSA FORTE (cauterizador)

DETALHES IMPORTANTES

VERDE – devido suas funções abaixo, sempre virá a frente de qualquer conjunto REGENERADOR:
“PROTETORA” – contra processos bacterianos
“ISOLANTE” – de área
“RELAXANTE” – nervos e músculos

AZUL – já não ocorre o mesmo. Pode vir:

NA FRENTE – anestésico ou preventivo de dor

NO MEIO – regenerador e equilibrador

NO FINAL – fixador energético, corretivo do excesso de outras vibrações, equilibrador e regenerador

52
AS CORES ASSOCIADAS

CORRENTE SANGUÍNEA

PRESSÃO BAIXA

ROSA - sempre um “ACELERADOR”


AZUL - sempre um “PREVENTIVO DE DOR” (anestésico) ou REGENERADOR/EQUILIBRADOR”

1 – Função Terapêutica: Acelerador na corrente sanguínea (pessoas sadias).


ROSA (acelerador) AZUL (equilibrador)

2 – Função Terapêutica: Acelerador na corrente sanguínea, com preventivo de dor (pessoas idosas ou
com enfraquecimento de vasos).
AZUL (preventivo de dor) ROSA (acelerador)

3 – Função Terapêutica: Acelerador – Cauterizador, na corrente sanguínea, com preventivo de dor


(processos inflamatórios: flebites e ferimentos).
AZUL (preventivo de dor) ROSA FORTE (acelerador)

PRESSÃO ALTA

VERDE – “DILATADOR” (diminuir a força da pressão) “ANTI-INFECCIOSO/EQUILIBRADOR”.


ROSA – “ACELERADOR”
AZUL – “PREVENTIVO DE DOR” (anestésico) ou “REGENERADOR/EQUILIBRADOR”.

1 – Função Terapêutica: DESACELERADOR - EQUILIBRADOR (pessoas sadias).


VERDE (dilatador) ROSA (acelerador) AZUL (equilibrador)

2 – Função Terapêutica: DESACELERADOR – CAUTERIZADOR – REGENERADOR (processos


bacterianos 1º estágio).
VERDE (dilatador/anti-inflamatório) ROSA FORTE (acelerador/cauterizador) AZUL (regenerador).

3 – Função Terapêutica: DESACELERADOR – com eliminador de gorduras (idosos)


VERDE (dilatador/anti-inflamatório) AZUL (anestésico) ROSA FORTE (acelerador/eliminador de
gorduras).
53
DUAS CORES ASSOCIADAS E SUAS FUNÇÕES TERAPÊUTICAS

CORES FUNÇÕES
VERDE /AZUL Formador e regenerador celular

VERDE/ROSA Desacelerador (pressão alta)

VERDE/ÍNDIGO Coagulante – anti-infeccioso

VERDE/ROSA FORTE Cauterizador na corrente sanguínea

VERDE/AZUL FORTE Anti-infeccioso – lubrificante das


mucosas
VERDE FORTE/AZUL Anti-infeccioso ósseo – regenerador
celular
VERDE FORTE/AZUL Anti-infeccioso, lubrificante dos tecidos
FORTE ósseos e mucosas
AZUL/AMARELO Fortalecedor de área

AZUL/ROSA Acelerador na corrente sanguínea e


preventivo de dor
AZUL/ÍNDIGO Coagulante, e alivia a dor

AZUL/AMARELO FORTE Regenerador celular, fortalecimento dos


tecidos mais sensíveis
AZUL/ROSA FORTE Acelerador – cauterizador e preventivo
de dor (pressão baixa)
ROSA/AZUL Acelerador na corrente sanguínea
(pressão baixa).

54
TRÊS E QUATRO CORES ASSOCIADAS E SUAS FUNÇÕES
TERAPÊUTICAS

CORES FUNÇÕES ÁREA DE VIBRAÇÃO


VERDE FORTE/AZUL Anti-infeccioso – Tecidos ósseos
FORTE/AMARELO lubrificante c/ (osteoarticular)
fortalecimento mucosas em geral
VERDE/AZUL/ÍNDIGO Coagulante com o Traumatismo com
regenerador sangramento
AZUL/VERDE/AZUL Anestésico mais forte Todo estrutura orgânica
– Anestesia Geral ou em casos próprios
AZUL/ ROSA Acelerador com Circulação sanguínea-
FORTE/AMARELO fortalecimento – pressão baixa em
eliminador de pacientes idosos ou com
gorduras problemas genéticos
AZUL/ROSA Acelerador com Circulação sanguínea –
FORTE/AMARELO preventivo de dor – pressão baixa – problemas
genéticos – pacientes mais
fortalecimento -
jovens – cirurgias
restaurador
ROSA/AZUL/AMARELO Acelerador com Circulação sanguínea –
fortalecimento - pressão baixa nos casos
equilibrador normais, em organismos
sadios
VERDE/AZUL/ROSA Ativador de funções Pulmões e Rins –
FORTE/AMARELO para fortalecimento diurético em casos
próprios
VERDE/AZUL/AMARELO Ativador de funções Pulmões e rins –
/ROSA FORTE para fortalecimento diurético – casos de
pacientes idosos ou
enfraquecidos por
doenças de logo curso,
casos de pós-cirurgias

55
TRÊS E QUATRO CORES ASSOCIADAS E SUAS FUNÇÕES
TERAPÊUTICAS

CORES FUNÇÕES ÁREA DE VIBRAÇÃO


VERDE/AZUL/AMARELO Regenerador com Em todo organismo
fortalecimento
estrutural
VERDE/AZUL/AMARELO, Regenerador com Casos de
entrando com a cor fortalecimento do enfraquecimento da
LARANJA, após a 3ª Sistema Esquelético estrutura óssea,
aplicação (casos próprios) especificamente.

VERDE/AZUL/ROSA Equilibrador funcional Sistema Nervoso Central


FORTE (casos próprios) ( no trajeto de baixo
para cima)
VERDE/AZUL/ROSA Desacelerador e Na Circulação Sanguínea
FORTE eliminador de – pressão alta em idosos
gorduras na Corrente
Sanguínea (casos
próprios)
VERDE/ROSA Desacelerador – Na Circulação Sanguínea nos
FORTE/AZUL cauterizador e processos bacterianos em
primeiro estágio
regenerador
VERDE/ROSA/AZUL Desacelerador – Na Circulação Sanguínea
equilibrador casos de pressão alta em
organismos sadios
VERDE/LILÁS/AZUL Paralisador dos Em todo o organismo
processos infecciosos
(antibiótico)
VERDE/ROSA/AMARELO Desacelerador com Na Circulação
fortalecimento Sanguínea – processos
comuns em idosos
VERDE FORTE/AZUL/ Regenerador ósseo Processos comuns
AMARELO estrutura óssea

56
EXERCÍCIO Nº 3
Relacione o conjunto de cores com as funções indicadas.

1) Fortalecedor Estrutural

2) Acelerador para fortalecimento da estrutura-equilibrador

3) Coagulante – anti-infeccioso – preventivo de dor

4) Desacelerador com fortalecimento da estrutura

5) Anti-infeccioso – lubrificante com fortalecedor

6) Paralisador de infecções

7) Equilibrador funcional

8) Regenerador ósseo

9) Anestésico – anestesia geral

10) Desacelerador com preventivo de dor - - equilibrador

57
EXERCÍCIO Nº 4
Associe ao sintoma mencionado, o conjunto de cores que deve
ser utilizado.
1) No desequilíbrio do Sistema Nervoso Central .

2) Numa dor na Coluna Vertebral (espinal), devido a postura incorreta.

3) Num ferimento que está sangrando.

4) Numa coriza.

5) Na pressão baixa de pessoa idosa.

6) Como diurético.

7) Para debelar uma forte dor, consequente de pancada em qualquer parte do


corpo, enquanto se busca a melhor solução.

8) Para equilibrar uma pressão alta

9) Para debelar um desarranjo intestinal

10) Para tratar um pulso aberto ou um torcicolo

58
PENSAMENTO E ENERGIA
A palavra pensar, (pensamento), é usada tão indiscriminadamente que acabou perdendo
seu significado preciso. A palavra pensamento é usada para descrever qualquer processo
da mente, sendo frequentemente confundida com palavras como formular, visualizar,
considerar, ponderar, raciocinar, imaginar, sonhar, e assim por diante. Seja qual for a
forma pela qual o termo é usado, o pensamento é normalmente associado com
processos mentais que ocorrem no interior de cada mente individual. O pensamento
pode ser transmitido à distância, como no caso da telepatia, e dirigido de modo a
organizar ou ordenar o movimento de objetos naturais. O poder emanado do
pensamento controlado pode conduzir modificações moleculares na água, acelerar o
crescimento e os processos regenerativos em plantas e animais, e fazer objetos se
movimentarem como se fossem empurrados por alguma força material. As mentes
harmonizadas com outras mentes, sinergeticamente; ou seja, a energia expressa de
mentes que pensam em conjunto é maior que a energia expressa separadamente por
mentes que não estão de acordo ou em harmonia. O pensamento é a evolução criativa
do Ser. Os dois componentes básicos do Ser são a energia (Energia de Espírito) e a força
(Força Vital). A força é o princípio organizador ou inteligência do Ser; e a energia é a
“substância” que é organizada. As estruturas do universo e do pensamento estão
relacionadas porque ambas consistem de energia e força. As forças do Ser organizam a
energia em partículas subatômicas, átomos, estrelas, planetas e organismos vivos. Na
mente humana, as forças do Ser organizam a energia em arquétipos, imagens, ideias,
símbolos, realidades e experiências. Fenômenos mentais como o pensamento, por
conseguinte, parecem exibir complementaridade. Como acontece com o objeto quântico
com sua superposição coerente transcendente (onda) e os aspectos unifacetados
manifestos (partícula).

A Força do Pensamento
O pensamento, junto com a vontade, cria e modifica o corpo através do campo de
energia (bioenergético). Quando considerarmos a possibilidade do pensamento e da
vontade afetarem e modificarem diretamente aquele campo de energia, podemos
perceber a importância da dinâmica do controle e fluxo da energia. Esta dinâmica
envolve principalmente o pensamento e a aplicação consciente da energia através da
vontade. Nesta maneira de encarar o corpo, nosso pensamento altera nossa energia, e,
por consequência, a estrutura física. Este campo de energia (bioenergético), por sua vez,
estará sujeito ao nosso pensamento e vontade. O impulso inicial vem do pensamento,
que afeta primeiro o campo bioenergético, e depois o corpo físico.
PENSAMENTO – INTELECTO – ALMA – ESPÍRITO = CONSCIÊNCIA
Se a energia é retirada de uma certa parte do corpo, pode ocorrer uma doença ou
colapso estrutural no mesmo. Esta retirada de energia pode ser de duas formas:
1ª Física:- por exemplo, a quebra de um braço.
2ª Mental:- devido a temores ou emoções perturbadoras, os pensamentos e emoções
inconscientes poderão interferir no fluxo de energia e causar doenças sem percebemos.
Logo, para curarmos o corpo pelo pensamento e vontade, não podemos manter em
nossa mente, nenhum pensamento que seja contrário à ideia de cura, sendo necessário,
para tanto, muita concentração e vontade muito grande para fazer fluir a energia
suficiente para curar o corpo. Se tivermos uma unidade de pensamento mas não
tivermos capacidade de nos concentrar nesse pensamento, não conseguiremos realizar a
cura pelo pensamento.

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PENSAMENTO E ENERGIA

Ondas e Percepções
Em seguida a esforços persistentes de muitos espíritos sábios, encarnados no
mundo e patrocinando a evolução, a inteligência do século XX compreende que a
Terra é um magneto de gigantescas proporções, constituído de forças atômicas,
compondo o chamado campo eletromagnético. Nesse reino de energias, a vida
desenvolve agitação. Esta, por sua vez, produz ondas e assim:
• Uma frase que emitimos ou um instrumento que vibra e cria ondas sonoras.

• Liguemos o aquecedor e espalharemos ondas caloríficas.

• Acendamos a lâmpada e exteriorizamos ondas luminosas.

• Façamos funcionar o rádio e encontraremos ondas elétricas.

Em suma, toda inquietação se propaga em forma de ondas, através dos


diferentes corpos da natureza.

A Energia Magnética do Cérebro

Os campos magnéticos são sempre acompanhados de campos elétricos. Juntos,


são chamados de eletromagnéticos. O cérebro gera uma aura eletromagnética
que está sempre se modificando e que penetra em nosso ambiente.
Teoricamente, estes campos eletromagnéticos não têm fronteiras e nem limites,
ao viajarem para o universo eletromagnético. Somos seres que vivemos num
oceano de eletromagnetismo.
A título de visualização, destacamos os seguintes exemplos dentro dos
Diagnósticos Médicos:

Eletrocardiograma – exame que mede as correntes elétricas produzidas pelo


músculo cardíaco, visando detectar ou confirmar doenças ou malformações
cardiovasculares.

Eletroencefalograma – exame que registra o gráfico das correntes elétricas no


interior do crânio, produzida pelas células do córtex cerebral, em determinadas
condições de repouso sensorial e psíquico, a fim de detectar epilepsia, tumores e
traumatismos.

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A PROJEÇÃO MENTAL
A MENTALIZAÇÃO, é um ato de se trazer à mente, um objeto, um órgão , um sistema ou
simplesmente um espaço. A mentalização é a visão globalizada e, como tal, nos
possibilita o envolvimento completo pela parte exterior do objeto, do corpo, ou mesmo ,
do espaço em toda a sua plenitude.
Já a PROJEÇÃO, é a forma de se canalizar a cor e energia na direção do objetivo
determinado, seja ele apenas um pequeno ponto, um órgão, um sistema ou um corpo.
Na projeção, remetemos deliberadamente a energia ou cor-luz com finalidade própria.
Sua eficiência e resultados irão depender sempre de três fatores:
1) Equilíbrio
2) Treinamento
3) Consciência

Evidente que haverá também doações impulsionadas por sentimentos mais puros e
elevados. São aquelas feitas sem a exigência do conhecimento técnico e que recebem a
ajuda do outro plano dimensional. Assim, mentalização com projeção, ou vice-versa, é um
ato mental conjugado, com dois objetivos específicos – envolver para fortalecimento da
área e ativar determinado ponto. Nesta terapia complementar energética/sutil há um
aforismo determinante de todos os conceitos sobre a saúde humana, que diz: “ O
fortalecimento espiritual é fator preponderante, em qualquer problemática física”, o que
aliás, é uma verdade miríades de vezes confirmada, embora saibamos que as verdades
independem da opinião dos homens. Só quando tomamos consciência de uma verdade
cósmica, é que poderemos avaliar o quanto vale o nosso esforço para treinar e agilizar a
nossa mente, para o seu desenvolvimento. A única energia que dispomos, neste planeta,
para chegarmos ao plano sutil do espírito é a energia mental. Por isto, procuramos,
embora como iniciantes, através de uns poucos exercícios melhorar os nossos padrões de
emissão mental, definida e dirigida. Como a solução de qualquer problemática física
depende do fortalecimento sutil, a nossa meta principal é nos tornarmos capazes de emitir
energias naquela direção e, assim, promoveremos o fortalecimento das estruturas sutis,
consequentemente, aumentando a força do corpo físico/orgânico.

O Tempo na Projeção Mental


O tempo da projeção mental, quando feito em grupo, normalmente, é de 3 à 5 segundos.
Os processos de mentalização sobre as áreas orgânicas, devem ser feitos de duas
maneiras, específicas, de acordo com o problema em tratamento. A primeira,
mentalizando-se toda parte orgânica do Sistema, por exemplo, o Sistema Urinário, ou
seja, rins, ureteres, bexiga e uretra. E a segunda, concentra-se a mentalização apenas
sobre o órgão determinado (ênfase), neste caso, sobre a bexiga.

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Algumas Regras a Serem Observadas

O Tempo entre dois Tratamentos


Normalmente, procuramos estabelecer uma distância de três horas entre uma aplicação e
outra, num tratamento intenso. Existem, contudo, os chamados casos de urgência, onde
somos obrigados ao esforço. Para esse, está estabelecido o limite de duas horas, como tempo
mínimo que deve existir entre duas aplicações.
Observação: não adianta tentar forçar, porque a matéria física não tem condições de retenção
da energia. Se projetamos essas energias, a matéria física até por um processo lógico e
autodefesa, vai tentar reter a força recebida. O esforço, além das suas capacidades, irá
necessariamente, exigir-lhe o uso do pouco que ainda lhe resta, e como conseqüência,
provocará novas perdas. O campo eletromagnético, só retém a quantidade de energia que
pode sustentar.

O Tempo da Aplicação nas Crianças

A criança merece alguns cuidados com relação à aplicação, particularmente, no que refere à
observação dos tempos de projeção da luz sobre a matéria física. Sugerimos, por este motivo,
que sejam respeitados os seguintes limites: nos bebês até 6 meses, o tempo de aplicação não
deverá ultrapassar 5 segundos. De 6 meses á 1 ano (algumas crianças enfraquecidas 2 anos):
tempo máximo de 10 segundos. De 1 ano até 5 anos: 15 segundos. De 5 anos à 7 anos: 30
segundos.

O Bioenergético em Crianças de 0 à 7 anos

De 0 à 1 ano

1. Envolvimento em Azul de cima para baixo.


2. Mentalização de Azul sobre o Sistema Nervoso.
3. Segue o tratamento específico.
Nota: nos pais ou responsáveis, deverá ser ministrado, o Básico.

De 1 à 2 anos

1. Envolvimento em Azul de cima para baixo.


2. Mentalização de Azul sobre o Sistema Nervoso.
3. Doação de Energia sobre o Sistema Nervoso.
4. Segue o tratamento específico.

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O Bioenergético em Crianças de 0 à 7 anos

De 2 à 3 anos

1. Envolvimento em Azul de cima para baixo.


2. Mentalização de Azul sobre o Sistema Nervoso.
3. Doação de Energia sobre o Sistema Nervoso.
4. Segue o tratamento específico

Obs.: a razão de se usar o “envolvimento em Azul”, no lugar de Mentalização, é que quando


se usa o “envolvimento”, busca-se a condensação das energias na Aura, que vem a ser,
uma aplicação de maior potência de fortalecimento do Campo Eletromagnético.

De 3 à 5 anos

1. Passes Magnéticos
2. 15 seg. de Azul na Aura
3. 15 seg. de Azul no Sistema Nervoso.
4. Segue o tratamento específico

De 5 à 7 anos

1. Passes Magnéticos
2. 20 seg. de Azul na Aura.
3. 20 seg. de Azul no SNP
4. Verde/Azul/Rosa Forte, 20 seg. cada no SNC
5. Doação de Energia no SNC
6. Mentalização de Rosa Forte no Plexo Solar
7. Segue tratamento específico

Obs.: dos 7 anos em diante, a parte bioenergética do tratamento, passa a ser normal, com os
tempos de 30 seg. por projeção.

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Capítulo V

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Anatomia Humana

• Células e Tecidos
• Terminologia Anatômica
• Estruturas do Corpo
• A Circulação
• Corrente Sanguínea
• Sistema Linfático
• Sistema Respiratório
• Sistema Esquelético
• Sistema Muscular
• Sistema Urinário
• Sistema Endócrino
• Sistema Digestório
• Sistema Genital: masculino e feminino
• Sistema Nervoso Central – SNC
• Sistema Nervoso Periférico – SNP
• Divisão Autônoma
• Sistema Simpático e Parassimpático

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Anatomia Humana
Células e Tecidos
As células são o menor componente vivo do corpo humano. Para se ter ideia, são
necessários milhares e milhares dessas estruturas microscópicas para cobrir uma área de
um centímetro quadrado. Casa célula provém de outra célula preexistente e todas se
renovam rapidamente. Há mais de 100 trilhões delas no organismo, subdivididas em
centenas de tipos celulares, com características, tempo de vida e funções diferenciados. O
conjunto de células iguais que realizam a mesma função é chamado de tecido.

A Célula
Sua trajetória reproduz alguns ciclos vitais do corpo humano: toda célula nasce, alimenta-
se, gasta energia, combate corpos estranhos, elimina resíduos e morre. As células
humanas têm forma e tamanho distintos. Os neurônios (células nervosas encontradas no
cérebro), por exemplo, possuem ramificações para contatar as células vizinhas e
transmitir informações; as células ósseas acumulam minerais – daí resulta a rigidez do
esqueleto. Apesar da diversidade, a maioria delas é formada basicamente por membrana
plasmática, núcleo e citoplasma. Entre as exceções estão os glóbulos vermelhos do
sangue, que não possuem núcleo, e as células musculares, que apresentam vários
núcleos.

Estruturas Básicas
A membrana plasmática reveste a célula e regula a troca de substâncias entre os
meios intra e extracelular.
O núcleo contém os cromossomos e é revestido por uma membrana semipermeável –
a carioteca.
O citoplasma representa quase todo o volume da célula. Em seu interior há diversas
estruturas especializadas, denominadas organelas.

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Terminologia Anatômica
Cada parte do corpo tem um nome oficial que deve ser usado no mundo todo. Essas designações
estão reunidas em uma nomina universal da anatomia humana, atualizada constantemente por
especialistas. Assim, de tempos em tempos, algumas estruturas recebem novas denominações,
diferentes daquelas até então conhecidas.

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Estruturas do Corpo
O corpo humano é constituído por grandes estruturas internas, cada uma formada por um
grupo de órgãos que trabalham de modo coordenado – como peças de uma engrenagem ,
exercendo tarefas específicas e vitais para o conjunto.

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A circulação
Uma grande e complexa rede de vasos conduz o sangue do coração a todos os pontos do
organismo. O sangue está em constante movimento pelo corpo, impulsionado pela
atividade coordenada do coração e das paredes dos vasos sanguíneos. A circulação ocorre
num circuito fechado, em que o sangue dirige-se do coração às diversas partes do
organismo e depois retorna ao próprio coração. Em um adulto, os vasos sanguíneos
formam uma rede de quase 100 mil quilômetros, por onde circulam, em média, 5 litros de
sangue.

Dois caminhos

O sangue venoso que retorna do corpo é bombeado pelo coração para os pulmões, onde
ocorrem as trocas gasosas (hematose), voltando oxigenado ao coração. O trajeto
coração-pulmão-coração recebe o nome circulação pulmonar ou pequena circulação. Do
coração, o sangue oxigenado é enviado para todo o corpo. Esse percurso é denominado
circulação sistêmica ou grande circulação.

Pressão Sanguínea

Ao percorrer as artérias, o fluxo sanguíneo pode ser mais ou menos intenso, provocando
variações de pressão à medida que o coração responde às necessidades do corpo.
Durante esforço físico, o ritmo do coração aumenta, de forma a suprir o gasto energético
provocado pela aceleração do metabolismo. Já em repouso, o coração trabalha mais
lentamente. A pressão sanguínea pode variar também de acordo com a altitude e o tipo
de alimentação.

Ida e volta

Ao deixar o coração, o sangue percorre vasos cada vez menores passa por artérias,
arteríolas e capilares – vasos microscópicos situados entre o fluxo arterial e o venoso. No
retorno ao coração, ocorre o contrário: o sangue passa por capilares e vênulas até
alcançar as veias.

Principais órgãos
1. O coração é um órgão muscular que funciona como uma bomba, impulsionando o
sangue por toda a rede circulatória.
2. Nos pulmões ocorrem as trocas gasosas: o oxigênio é absorvido e o gás carbônico,
liberado.
Os rins são os principais órgãos de filtragem. Retiram as impurezas e o excesso de água
do sangue e os eliminam em forma de urina.

Corrente Sanguínea

Na Cromoterapia uma das aplicações mais importantes, é a realizada sobre a corrente


sanguínea, dividida em 4 estágios, para melhor distribuição das energias, a saber:
Circulação completa – todas as artérias e veias do corpo: Frontal – abrangendo toda a
parte da frente do corpo; Superior – reunindo o coração, pescoço, cabeça, braços e os
pulmões; e finalmente, a Inferior – saindo do coração para cobrir os rins, e membros
inferiores e retornando ao coração.

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Corrente Sanguínea Frontal
1. Ativa-se o coração e toda sua vascularização, da esquerda para a direita (sentido
horários);
2. Sobe pela artéria carótida até o lóbulo da orelha e desce pela veia jugular até o
coração; faz-se os dois lados e volta-se ao coração;
3. Segue após o seguinte percurso: coração crossa da aorta, subclávia, antebraço,
braço até a mão (em pessoas idosas ou de pressão baixa ativa-se também os
dedos); volta-se ao coração pelo trajeto inverso; faz-se o lado oposto;
4. Ativa-se o coração, desce pela aorta torácica até a aorta abdominal (altura do
umbigo); vai para o fígado através da artéria hepática e depois para o baço pela
artéria esplênica e volta-se à aorta abdominal;
5. Continua descendo pela aorta abdominal até a bifurcação da artéria ilíaca (altura
do pélvis);
6. Dirige-se para um dos lados até a altura da virilha;
7. Desce-se pela artéria femoral e safena até o pé, que deve ser bem ativado nas
pessoas idosas e de pressão baixa;
8. Volta-se pelo trajeto inverso através das veias safena e femoral até a bifurcação da
artéria ilíaca e faz-se a outra perna;
9. Desce-se pelo artéria femoral e safena até o pé, que deve ser ativado nas pessoas
idosas e de pressão baixa;
10. Volta-se pelo trajeto inverso através das veias safena e femoral, passando antes
sobre as veias hepáticas cobrindo o fígado e, esplênica cobrindo o baço. e termina-
se no coração.

Corrente Sanguínea Superior


1. Inicia-se com o mesmo procedimento anterior: coração, carótidas, jugulares,
coração;
2. Sai pela subclávia, ante-baço, braço, mão; volta ao coração e faz-se o outro lado;
3. Sai pelo lado esquerdo, pelas veias pulmonares e segue até o pulmão esquerdo
que é ativado em sentido horizontal; passa para o pulmão direito e após ativá-lo
volta para a frente pela artéria pulmonar e termina no coração.

Corrente Sanguínea Inferior


• Ativa-se o coração, desce pela aorta torácica até a aorta abdominal;
• Contorna-se o corpo para fazer os rins pelas costas;
• Ativa-se o Rim e as artérias renais e toda sua vascularização interior; repete-se o
mesmo com o outro rim, e volta-se à aorta abdominal.
• Desce-se até a bifurcação da artéria ilíaca e continua como na aplicação da
corrente sanguínea frontal, volta-se pelo trajeto inverso (passa antes no fígado e
baço) e termina no coração.

Corrente Sanguínea Completa


Para fazer a corrente sanguínea completa, faz-se todas as artérias e veias obedecendo os
trajetos das correntes frontal, superior e inferior.

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Circulação linfática

Uma vasta rede de vasos linfáticos drena o excesso de líquido do corpo. Nesse vasos
circula a linfa. Líquido transparente que carrega glóbulos brancos e age na defesa do
organismo, além de transportar resíduos de gordura e outras substâncias liberadas pelos
tecidos. A linfa penetra nos capilares linfáticos e estes, por sua vez, desembocam em
vasos cada vez maiores. Ao longo da rede linfática agrupam-se centenas de linfonodos,
onde a linfa é filtrada antes de cair na corrente sanguínea venosa.

O linfonodo
A filtragem da linfa e a eliminação de microrganismos são feitas nos linfonodos (antigos
gânglios). Encontramos em maior número na região do pescoço, nas axilas e na virilha,
eles costumam ficar inchados e doloridos durante os processos infecciosos, formando a
íngua.

Trajeto da linfa
1. A linfa, que contém glóbulos brancos, resíduos de gordura e outra substâncias
liberadas pelos tecidos do corpo, entra no linfonodo pelos vasos linfáticos aferentes.
2. Dentro do linfonodo, dois tipos de glóbulo branco, os macrófagos e os linfócitos,
detectam e destroem as bactérias ou outros agentes patogênicos.
3. Depois de filtrada, a linfa deixa o linfonodo através dos vasos linfáticos eferentes
até alcançar a corrente sanguínea venosa.

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1. Glândulas lacrimais
produzem as lacrimas, líquido que contém enzimas capazes de eliminar
bactérias. Protegem os olhos do ataque de agentes nocivos.
2. Tonsilas
As tonsilas, formadas de tecido linfóide, protegem de infecções da orelha,
nariz e garganta, assim como as vias respiratórias e alimentar.
Denominam-se tonsilas palatinas (antes chamadas amígdalas), tonsila
língua e tonsila faríngea (adenóide).
3. Glândulas salivares
Produzem e secretam saliva, que contém substâncias antibacterianas.
4. Timo
Glândula responsável pela produção de linfócitos e modificações destes
em linfócitos T, glóbulos brancos que atuam no reconhecimento dos
agentes agressores. É mais ativo na infância.
5. Baço
Víscera que desempenha várias funções importantes no sistema linfático,
como a filtragem do sangue e a distribuição de glóbulos vermelhos
velhos, além de ajudar outros órgãos na produção de linfócitos.
6. Placas linfóides
São agregados de nódulos linfóides que impedem a passagem de
bactérias do trato intestinal para a cavidade abdominal. Estão localizados
nas paredes do intestino delgado.
7. Medula óssea
Tecido mole localizado no interior dos ossos longos. É responsável pela
produção de glóbulos brancos e outras células sanguíneas.

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Sistema Linfático
Aplicação da Luz: aplica-se a luz visando acelerar a circulação linfática na direção dos
linfonodos principais, que devem ser ativados por 3 segundos, na passagem da lâmpada
por sobre os mesmos. A aplicação da luz obedece a direção do fluxo natural do líquido, ou
seja , no sentido do corpo em diagonal ascendente e descendente pelo mesmo trajeto (ida
e volta na mesma linha) conforme figura abaixo.

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Sistema Respiratório
O Sistema Respiratório é formado por cavidades (nasal e oral) e vias de
passagem, (faringe, laringe e traquéia), além dos pulmões - o principal
órgão da respiração. O diafragma de contração e relaxamento que
resultam na inspiração e na expiração, obedecendo a impulsos nervosos
emitidos pelo sistema nervoso central.
1. Durante a inspiração, o ar entra pela cavidade nasal, onde pêlos filtram
as impurezas. A boca também serve para a entrada de ar.
2. Em seguida, o ar chega à faringe, onde as tonsilas capturam e
destroem microrganismos invasores.
3. Na laringe, localiza-se a epiglote, cartilagem que impede a entrada de
alimentos ou líquidos no trato respiratório durante a deglutição.
4. A seguir, o ar passa pela traquéia, um ducto com cerca de 12 cm de
comprimento no adulto. É coberta de cílios e muco que barram
partículas que possam causar dano aos pulmões, conduzindo-as para
cima, para que sejam expulsas em forma de tosse ou espirro.
5. A traquéia se divide em dois canais, denominados brônquios, que
levam o ar para os pulmões esquerdo e direito. No interior dos
pulmões, os brônquios se ramificam em ductos cada vez mais estreitos
até chegarem aos bronquíolos. Estes, por sua vez, desembocam nos
sacos alveolares.
6. Dentro dos sacos alveolares, o ar chega aos diminutos alvéolos, onde
ocorrem as trocas gasosas: o sangue é oxigenado e o gás carbônico é
absorvido para ser eliminado com a expiração.

Aplicação da Luz
1. Começa-se na fronte, acima das sobrancelhas, da esquerda para a
direita, para cobrir os seios frontais;
2. Desce-se para as fossas nasais, incluindo os seios da face (etmoidais,
esfenoides e maxilares);
3. Continua descendo (no sentido da boca) para a faringe, laringe e
traqueia.
4. Sai, pelo lado esquerdo, vira o corpo e nas costas ativa-se os
brônquios e pulmões, no sentido horizontal;
5. Retorna-se para frente, pelo lado direito percorrendo o mesmo
trajeto (inverso até os seios frontais).

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Sistema Esquelético
A formação da estrutura óssea tem início na quarta semana de gestação. A partir daí
até a idade adulta, o esqueleto passa por contínuas modificações, que vão dar forma
ao corpo e determinar a estatura de cada pessoa.
Essas transformações são mais intensas na infância e na adolescência, quando os
ossos crescem e se fortalecem graças ao processo de substituição das cartilagens por
material ossificado. Nessa fase, muitos ossos se fundem.
Como o envelhecimento, o esqueleto sofre novas mudanças, tornando-se mais poroso
e frágil. O número de ossos do esqueleto pode varias de uma pessoa para outra, mas,
em geral, um adulto possui 206 ossos.

Aplicação e Trajeto

• Sair da coluna cervical, fazendo em seguida a


parte óssea do crânio. Retorna para cobrir a
clavícula, escápula e úmero, ulna e rádio, ossos
do carpo, metacarpos e dedos (lado direito e
esquerdo - falanges – Membros Superior).

• Volta a coluna vertebral, faz-se as costelas,


desce até a região sacrococcígea e faz os
membros inferiores; pelve-quadril, fêmur, tíbia,
fíbula, ossos do tarso, metatarsos e falanges e
faz-se o outro lado.

• Volta pela parte frontal no trajeto inverso e


faz-se as costelas, parte frontal, ossos da face e
termina no crânio.

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Sistema Muscular
O trabalho dos músculos é fundamental nas mais diversas tarefas, voluntárias ou
involuntárias, possibilitando a cada pessoa desenvolver diferentes habilidades e ao
organismo executar funções vitais, como a respiração e os batimentos cardíacos. Os
músculos que respondem a estímulos estriados esqueléticos. Eles constituem a maior
parte da musculatura corporal e possuem formas, funções e tamanhos variados. A
contração e o relaxamento das fibras musculares promovem a extensão e a flexão dos
músculos estriados esqueléticos, permitindo os mais diversos movimentos.

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Sistema Urinário
Responde pela eliminação dos produtos finais do metabolismo – especialmente ureia e
creatina, retirados da corrente sanguínea e excretados do corpo em forma de urina. Esse
sistema é também o principal responsável pelo controle de quantidade de água no
organismo (equilíbrio hídrico), bem como pela remoção de resíduos tóxicos ou drogas
introduzidas no corpo. Os rins são os mais importantes órgãos do sistema urinário. São eles
que filtram o sangue, limpando suas impurezas, e produzem a urina. Esta é enviada pelos
ureteres à bexiga urinária, onde fica armazenada até ser eliminada através da uretra.

Aplicação da Luz

1. Contorna-se o rim e em seguida ativa-se seu interior no sentido de sua


vascularização, isto é de fora para dentro;
2. Acompanhando o ureter, no sentido da bexiga, até a uretra;
3. Cobre-se a bexiga, em movimentos horizontais;
4. Repete-se aplicação idêntica no outro rim.

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Sistema Endócrino
Encarrega-se de produzir e controlar os hormônios, substâncias químicas transportadas e
distribuídas pela corrente sanguínea a áreas específicas do corpo. Secretados pelas
glândulas endócrinas, os hormônios trabalham em conjunto com o sistema nervoso na tarefa
de ativar, regular e ajustar funções essenciais ao desenvolvimento e à manutenção da vida,
como o crescimento, as mudanças físicas da puberdade e a reprodução. Entre outras
atividades, são responsáveis, ainda, pela preparação dos músculos para esforços físicos,
como correr e lutar, e pelo controle da taxa de açúcar no sangue, além de participarem do
processo digestivo.

Aplicação sobre o Sistema Endócrino


Aplicação pode ser através da projeção mental, quando se tratar de todo o Sistema
Glandular ou com lâmpadas (instrumentos cromoterápicos), nas glândulas das áreas.

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Aplicação da Luz
1. Aplica-se a luz no baixo ventre, indo de um lado a outro, no sentido horizontal,
passando pelos ovários e tuba uterina;
2. Afasta-se a luz a 15 cm para atingir o útero, colo do útero , vagina e vulga.

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Aplicação da Luz
1. Começa-se projetando a luz sobre os testículos, bolsa escrotal e subindo pelo ducto
deferente até a próstata, vesícula seminal, uretra e glande.

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Sistema Digestório
É responsável por retirar dos alimentos ingeridos todos os elementos essenciais ao funcionamento
do organismo (os chamados nutrientes) e eliminar aqueles que são desnecessários,
transformando-os em fezes. Para isso, o sistema digestório quebra os alimentos, decompondo-os
em partículas cada vez menores, para que seus nutrientes possam ser absorvidos e transportados
até as células pela corrente sanguínea. Nas células, os nutrientes participam de uma série de
reações químicas vitais à manutenção da vida, como divisão e crescimento celular, regeneração
celular e produção de calor.

Aplicação da Luz
1) Começa-se pela boca;
2) Passa-se pela faringe, seguindo pelo esôfago até o estômago;
3) Segue para o fígado, ativa-se seu interior e cobre-se a vesícula biliar e pâncreas;
5) Volta-se ao esfíncter pilórico, desce para o duodeno, cobrindo em seguida o intestino delgado
que é ativado em movimentos circulares.
6) Passa-se par o intestino grosso, subindo pelo colo ascendente, colo transverso, colo
transverso – colo descendente – colo sigmoide – reto e ânus.

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Sistema Nervoso
É a estrutura do corpo que comanda, regula e administra o funcionamento do organismo,
respondendo por todas as ações e reações físicas e mentais de um indivíduo, sejam elas
voluntárias ou involuntárias, de um simples piscar de olhos até atividades fundamentais à
sobrevivência, como as sensações de fome, sede, frio, calor, medo, prazer e dor. Formado por
encéfalo, medula espinal e nervos, o sistema nervoso também orienta e organiza as
atividades dos outros sistemas do corpo e coordena funções humanas essenciais, como a
capacidade de falar, raciocinar, aprender, memorizar, elaborar pensamentos complexos e
tomar decisões.

O comando do corpo
O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC), formado pelo encéfalo e
medula espinal, e sistema nervoso periférico (SNP), constituído pelos nervos cranianos,
originados no encéfalo, e nervos espinais, que se ramificam a partir da medula espinal. O
sistema nervoso pode ser divido funcionalmente em sistema nervoso somático e sistema
visceral e, dentro deste, encontra-se o sistema nervoso autônomo (SNA), assim chamado
porque sua atividade básica, de coordenar o funcionamento de órgãos vitais, como coração,
rins e sistema digestório, não depende do comando consciente do cérebro.

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O Encéfalo e suas estruturas
Integrado à medula espinal, com a qual forma o sistema nervoso central (SNC), o
encéfalo é o centro de comando do organismo, onde estão concentradas estruturas como
cérebro, cerebelo, bulbo, hipotálamo e hipófise. Inteiramente protegido pelo crânio,
pesa cerca de 1,5 kg (num adulto) e é composto por bilhões de neurônios. No interior do
encéfalo, a massa de neurônios permanece em atividade constante de neurotransmissão,
fazendo conexões (sinapses) que integram as funções das várias estruturas do SNC e
regulando atividades físicas e emocionais.
Cérebro
É a maior e mais importante estrutura do encéfalo, responsável por funções complexas, como
raciocínio, linguagem e criatividade. Graças à atividade de bilhões de neurônios, que
constituem a substância branca, o cérebro recebe, interpreta, organiza e comanda ações e
reações sobre todas as partes e funções do corpo, mesmo aquelas que ocorrem involuntária e
automática, como respiração, ritmo cardíaco e digestão. Representa 80% da massa encefálica
e é dividido em dois hemisférios: o esquerdo controla habilidades verbais e analíticas (ler,
escrever e calcular, por exemplo) e comanda o lado direito do corpo; o direito responde por
habilidades artísticas e espaciais e controla o lado esquerdo do corpo.

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A Medula Espinal
Protegia no interior da coluna vertebral, estende-se da base do cérebro até o nível entre a
primeira e a segunda vértebras lombares. Seu trabalho é fazer o transporte dos impulsos
nervosos entre o encéfalo e os vários sistemas do corpo, atuando como uma estação
retransmissora de informações vitais ao funcionamento do organismo. A medula espinal
possibilita reações rápidas para situações de emergência, sem que o organismo precise usar o
encéfalo. A teia de comando que se estende ao longo da medula ao longo da medula é
formada por 31 pares de nervos espinais entrelaçados nas vértebras da coluna vertebral.
Cada nervo responde pelas ações e reações de determinado grupo de músculos.

Funções Básicas
Composta de substâncias cinzenta e branca semelhantes às que constituem o cérebro, a
medula espinal realiza duas funções básicas: conduz impulsos nervosos e integra movimentos
reflexos do corpo. Como meio condutor de impulsos, leva informações dos órgãos sensitivos
do corpo para o encéfalo e, no sentido contrário, do encéfalo para músculos e glândulas.
Enquanto centro de integração de reflexos, produz os movimentos reflexos involuntários
(reações e estímulos) dos músculos esqueléticos e dos músculos cardíacos e lisos, que
controlam os ritmos do coração, da respiração, da circulação sanguínea, da digestão e da
deglutição, entre outros.

111
Sistema Nervoso Periférico
O sistema nervoso periférico (SNP) constitui o caminho por onde os impulsos nervosos
trafegam entre os sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal ou SNC) e as regiões do
corpo. O SNP é formado de nervos e seus gânglios associados, de plexos nervosos e de
receptores sensitivos localizados no interior dos órgãos dos sentidos (olhos, orelhas, nariz,
pele, boca). Essas vias nervosas transmitem impulsos que relacionam as partes do corpo a
áreas correspondentes na medula espinal e no encéfalo. Os nervos que se originam no
encéfalo (cranianos) e na medula (espinais) podem ser sensitivos (conduzem impulsos do
corpo em direção ao SNC), motores (conduzem impulsos do SNC para o corpo); e mistos
(desempenham os dois papéis).

Nervos Cranianos
Alinhados em 12 pares, inervam as estruturas da cabeça, do pescoço e de órgãos do tronco,
cada qual encarregado de uma função específica, conforme mostra a ilustração.

Nervos Espinais
Somam 31 pares, que coordenam os movimentos de regiões específicas do corpo. Os nervos
que se originam na região cervical da medula servem a estruturas como braços, antebraços,
cotovelos, mãos. Já os nervos provenientes da região lombossacral servem o quadril, coxas,
pernas, pés. Entre os 31 pares de nervos espinais, há: nervos cervicais (8 pares), nervos
torácicos (12 pares), nervos lombares (5 pares), nervos sacros (5 pares) e nervos coccígeos
(1 par).

112
Divisão Autônoma
O sistema nervoso autônomo (SNA) é responsável pelas ações involuntárias do organismo
aquelas que ocorrem independente do controle do indivíduo. O SNA funciona pela ação de
nervos motores, originados na medula espinal e no encéfalo, que inervam o coração, pulmões,
intestino delgado, fígado, rins, pâncreas e outros órgãos, evitando neles músculos e glândulas
que fazem o controle automático de suas funções, como frequências cardíaca e respiratória,
pressão sanguínea e digestão. O SNA possui duas divisões que atuam de forma complementar
entre si: o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso parassimpático. Se a divisão simpática
acelera demais o trabalho do sistema digestório, a divisão parassimpática entre em ação para
diminuir esse ritmo.

Homeostase
O SNA responde pela homeostase (ou homeostasial), isto é, o equilíbrio interno do corpo,
aumentando ou reduzindo as atividades dos órgãos, em resposta a diferentes condições
fisiológicas. É o que ocorre, por exemplo, durante o esforço físico: a homeostase ajusta a
pressão sanguínea, o fluxo de oxigênio e a taxa de açúcar no sangue, entre outros, para que o
corpo responda adequadamente à situação de esforço.

113
114
115
Sistema Nervoso Simpático
Também chamado de toracolombar, estimula ações que mobilizam energia, aumentando a
atividade cardíaca e respiratória, a taxa de açúcar no sangue, entre outras funções

116
Sistema Nervoso Parassimpático
Também chamado de craniossacral, age de forma complementar à divisão simpática do SNA. Entre
outras atividades, regula a conservação de energia, reduzindo a frequência cardíaca, a pressão
sanguínea e a atividade respiratória.

117
Aplicação sobre o Sistema Nervoso

Sistema Nervoso Periférico


Aplica-se a lâmpada Azul sobre o sistema nervoso periférico (SNP)
Começa-se no início da cervical até a cauda equina, lentamente, retornando pelo mesmo
trajeto, a 10 cm de distância e tempo de exposição de 30 segundos.

Nervos espinais

Medula espinal

Sistema Nervoso Central (SNC)


Aplica-se a lâmpada Verde, Azul e Rosa forte (30 segundos cada), no sistema nervoso central
(distância de 5 a 10 cm) . Sai do início da região sacrococcígea, subindo lentamente, até o
cerebelo, onde permanecemos com o foco por 3 segundos. Retiramos o foco pelo lado e
repetimos o mesmo trajeto e forma.
1ª. Aplica-se a cor Verde

1 2 3

2ª. Aplica-se a cor Azul

3ª. Aplica-se a cor Rosa Forte

118
CAPÍTULO VI

A Divisão do Tratamento Cromoterápico


Um tratamento cromoterápico divide-se, tecnicamente, em duas partes distintas.
A primeira é FIXA, comum em todos os tratamentos, e por isto, denominada de
BIOENERGÉTICO. É dirigida à parte bioenergética (mental/energética/sutil). A outra,
chamada de ESPECÍFICA, está relacionada com a problemática (doença), apresentada pela
pessoa. É dirigida, portanto, à parte material (física/orgânica) do Ser.

Tratamento Bioenergético a ser realizado na Projeção Mental

BIOENERGÉTICO
1. Concentração
2. Envolvimento em Azul de cima para baixo (mentalizado).
3. Verifica as energias dos Campos Energéticos (Campo vibratório – Campo da Repercussão
mental e Aura Espiritual.
4. Troca e reabastece os Campos Energéticos.
5. Faz a verificação do posicionamento dos Corpos Sutis (Alinhamento Magnético – Corpo
periconsciência/psicossoma, saindo do lado esquerdo do cliente).
6. Realiza o trabalho de Ajuste dos Corpos Sutis.
7. (energização que começa pelo lado esquerdo do aplicador, que se encontra por trás do
paciente).
8. Faz a verificação das condições energéticas dos Chakras.
9. Repõe as energias dos Chakras .
10. Envolvimento de Azul, contornando a Aura Sutil(Azul na Aura)
11. Mentaliza o Azul e projeta sobre o SNP (Azul no SNP).
12. Faz o SNC Completo (Mentaliza e projeta: Verde/Azul/Rosa Forte, saindo do Sacro-
Lombar, para o Encéfalo.
13. Mentaliza a cor Azul em torno da cabeça e projeta sobre o Frontal, mentalizando as
Glândulas Hipófise, Amígdalas e Pineal.
14. Projeta a cor Azul/Amarelo Forte sobre o Chakra Frontal, mentalizando o Hipotálamo,
Amígdalas cerebrais e as Glândulas Hipófise e Pineal.
15. Capta energias físicas curativas e projeta sobre o SNP e SNC, nas costas.
16. Mentaliza e projeta a cor Rosa forte sobre o Plexo Solar
17. Faz a retirada com doação de energias sobre a Glândula Timo e projeta a cor Azul no
mesmo local.
18. Faz a retirada de energia em torno do Coração, com mentalização de Azul.
16. Envolvimento de Azul Fixador de baixo para cima, cobrindo os campos energéticos.
(campo áurico).

119
Fluxo da Aplicação Bioenergética

BIOENERGÉTICO

1. O Aplicador se concentra, projeta a cor azul no seu campo magnético


2. O cliente ao sentar-se na banqueta, recomende buscar a concentração.
3. Concentra-se também e, busca ligar ao seu mental.
4. Verifica as energias dos Campos Magnéticos (Campo vibratório – Campo da Repercussão
mental e Aura Espiritual.
5. Faça a retirada com doação de energia magnética nos Campos Magnéticos (aura)
6. Faz a verificação do posicionamento dos Corpos Sutis (Alinhamento Magnético – Duplo
etérico, periconsciência ou espírito), o deslocamento ocorre normalmente do lado
esquerdo da pessoa, nas costas da pessoa).
7. Realize o procedimento de Ajuste dos Corpos Sutis. (energização magnética que começa
pelo lado esquerdo do aplicador, seguido do acoplamento com ambas as mãos, nas
costas da pessoa).
8. Faz a verificação das condições energéticas dos Chakras.
9. Repõe as energias dos Chakras (retirada com doação simultânea de energia sutil).
10. Projeta a lâmpada (bastão cromático etc.), Azul, contornando a Aura Espiritual (Azul na
Aura).
11. Projeta a lâmpada Azul sobre o Sistema Nervoso Periférico (Azul no SNP).
12. Faz o SNC Completo : Verde/Azul/Rosa Forte, saindo do Sacro-Lombar, em direção ao
cerebelo.
13. Azul a 20 cm, de distância em torno da cabeça. Em seguida, Azul e Amarelo Forte sobre
o Frontal, mentalizando as Glândulas Hipófise, Amígdalas e Pineal.
14. Capta energias físicas curativas e projeta sobre o SNP e SNC, nas costas.
15. Projeta o Rosa Forte sobre o Plexo Solar, por 5 segundos.
16. Retirada com doação de energia física curativa, sobre a Glândula Timo
17. Azul (10 seg.)na Glândula Timo (distância padrão de 10 cm)
18. Faz a retirada com doação de energia em torno do Coração, mentalizando a cor Azul
sobre o músculo cardíaco (miocárdio), simultaneamente;
19. Azul Fixador, no sentido horizontal na frente e costas da pessoa. A intenção é fixar as
energias e cores nas estruturas, impedindo a sua dispersão e prolongando o seu efeito
energético.

120
A Divisão do Tratamento Cromoterápico

Um tratamento cromoterápico divide-se , tecnicamente, em duas partes distintas. A


primeira fixa, comum em todos os tratamentos, e por isto, denominada de bioenergético.
É dirigida à parte bioenergética. A outra chamada de específica, está relacionada com a
problemática apresentada pelo cliente. É dirigida, portanto, à parte orgânica.

Aplicação Bioenergética da Cromoterapia


Bioenergético

1. Ajuste mental do aplicador, preparando-se para a


aplicação (concentração).

2. Equilíbrio e proteção da Aura do aplicador com a lâmpada


Azul (instrumento cromoterápico) contornando a lateral do
corpo físico a 10 cm de distância do corpo, mentalizando a
aura sutil/espiritual. Tempo de exposição 30 segundos.

3. A pessoa é recebida pela aplicador e convidada à sentar-se


e fique em concentração. O Aplicador concentra-se
também e busca ligar-se ao mental da pessoa.

Continua..........

121
4. Faz a verificação das energias dos Campos Energéticos (aura).

a. Campo Vibratório: percorre com ambas as mãos a uma distância de +/- 40 cm do corpo
físico (da cabeça para cima).

b. Campo da Repercussão Mental: percorre com ambas as mãos a distância de +/- 30 cm


do corpo físico (da cabeça para cima)

c. Aura Sutil ou Espiritual: percorre com ambas as mãos a distância de +/- 10 à 15 cm do


corpo físico (da cabeça para cima).

d. Faz a retirada com doação de energias magnéticas nas áreas que apresentar maior
concentração de calor nas laterais da Aura. Assim, deverá ser feita nas duas laterais do
campo áurico, nas áreas mais quentes. Antes da retirada com doação, mente
concentrada, palmas das mãos voltadas para cima para captar energias magnéticas. Logo
após fazer a retirada de energia densa no local defasado e projetar, com a mesma mão,
energia magnética no local. Realizar o procedimento, retida com doação por 3 à 5 vezes
nas 3 camadas dos campos energéticos. A energia densa retirada é jogada em direção
ao solo.

Faça o procedimento pelas


costas, é mais prudente. 122
5. Verificação e Ajuste dos Corpos Sutis

Figura I
Faz-se a verificação do posicionamento dos corpos sutis
(alinhamento magnético). Colocaremos a mão direita, no ombro
sutil direito, a 10 cm de altura do ombro físico, distante da massa
orgânica e sentir a radiação térmica (calor) dos corpos sutis, em
seguida posicione a mão esquerda no ombro esquerdo sutil, como
se estivéssemos medindo o tamanho dos ombros sutis, uma com a
palma voltada para a outra, na mesma altura e direção. Observe se
os ombros sutis estão alinhados com relação ao ombro físico. Caso
estiver desalinhado, ou seja, deslocado para a esquerda em relação
a perspectiva do ombro físico, faça o alinhamento dos corpos sutis,
conforme segue abaixo.

Figura II
O procedimento para alinhamento dos corpos sutis é o seguinte:
mantenha a mão direita posicionada na direção do ombro direito
físico, acima uns 10 cm de altura (ombro físico). Estenda a mão
esquerda para captar energia magnética através do comando
mental.

Figura III
Cabe-nos agora, energizá-lo para que ele possa retornar à sua
posição normal. Colocando as mãos nas pontas dos ombros, com as
palmas voltadas uma para a outra. Começamos a liberar energia
magnética nos dois sentidos. Captar energia magnética com a mão
esquerda e projetar a mesma, trazendo lentamente até a mão
esquerda , uma contra a outra, na horizontal. Pegue a energia
comprimida na mão direita e jogue fora, em direção ao chão. Repita
esse procedimento de 3 à 5 vezes.

figura IV
Procedimento de acoplamento dos corpos sutis no eixo magnético.
Na Doação, a mão direita também será movimentada para o
mesmo ponto da esquerda em direção a cervical/cerebelo. Parando
ambas as mãos na região da cervical, a distância de 10 cm,
aproximadamente, por um tempo de 3 segundos. Completando
assim a aplicação

123
6. Faz-se a verificação das condições energéticas dos
Chakras. Faz-se a retirada com reposição das energias
sutil/espiritual nos Chakras, a 15 cm de distância.
Coloque uma das mãos com palma dirigida para o
centro do mesmo. A seguir, passa-se a outra mão, em
movimentos circulares, a uma distância de 8 cm do
chakra, abaixo da outra mão que estiver doando e,
retira-se a energia densa ali acumulada, que é
substituída simultaneamente.

7. No ponto de irradiação do Plexo Solar, a 15 cm de


distância, colocamos uma das mãos com palma dirigida
para o centro do mesmo. A seguir, passa-se a outra
mão, em movimentos circulares, a uma distância de 8
cm do plexo e, abaixo da outra mão que estiver doando
e, retira-se a energia densa ali acumulada, que é
substituída simultaneamente. O Plexo Solar está
localizado, mais ou menos, a uma distância de três
dedos, abaixo do fim do osso externo do tórax.

8. Passa-se a lâmpada Azul, contornando a Aura


Sutil/Espiritual. Distância de +/- 10 cm e tempo
exposição de 30 segundos.

9. Aplicação no Sistema Nervoso Periférico (SNP).


Começa-se no início da primeira vertebra cervical vai
até a cauda equina, lentamente, retornando pelo
mesmo trajeto, a 10 cm de distância e tempo de
exposição de 30 segundos (movimentos de ida e volta).

124
10. Aplicação no Sistema Nervoso Central (SNC). 3º. Rosa Forte
Sai do início da coluna, na região sacrococcígea,
subindo lentamente, até o encéfalo, onde
permanecemos com o foco por 3 segundos. Retiramos o
foco pelo lado direito e repetimos o mesmo trajeto e 2º. Azul
forma (mentalizando a medula e cerebelo). Movimentos
somente de ida, em direção ao cerebelo.

1º. Verde

11. 10 seg. de Azul, em torno da cabeça, com a lâmpada a


20 cm de distância. Trajeto: Sai do frontal pelo lado
esquerdo da pessoa, por cima das orelhas, passa sobre
o encéfalo e completa a volta no frontal.
5 seg. de Azul, sobre o Chakra frontal, com a luz a 15
cm de distância. Mentalizando as Glândulas Hipófise,
Amígdalas e Pineal.
5 seg. de Amarelo Forte , sobre o Chakra Frontal, com
a luz a 5 cm de distância. Mentalizando o Hipotálamo,
Glândulas Hipófise, Amígdalas e Pineal.

12. Doação de energia física curativa no Sistema Nervoso


Central (SNC) e Sistema Nervoso Periférico (SNP) da
extensão da medula espinal e nervos.

13. 5 seg. de Rosa Forte, sobre o Plexo Solar.

125
14. Retirada com Doação de Energia Física Curativa, na
Glândula Timo.

15. Projeta a cor Azul, sobre a Glândula Timo, tempo de


exposição 10 seg.

16. Faz-se a retirada com doação de energia física curativa,


simultaneamente, em torno do coração, com
mentalização da cor Azul.

17. Azul Fixador – a lâmpada trafegando no sentido


horizontal, por todas as partes do corpo, tanto à frente
como às constas.

126
Algumas Regras a Serem Observadas
Limpeza e ajuste da aura do aplicador
É condição indispensável o ajuste mental/consciência do aplicador das luzes da cromoterapia.
Sua primeira tarefa, ao chegar ao local do trabalho, será a de imediatamente após seu ajuste
mental através da prece, proceder a limpeza da sua própria Aura com luz azul, para proteção
contra excesso de radiação luminosa e equilíbrio do seu campo vibratório. A cromoterapia,
como vimos dizendo todo tempo, é um trabalho que exige equilíbrio e concentração. Quanto
mais o conseguimos, maior será a recuperação sobre o paciente. Da mesma forma, o
necessitado também precisa concentrar-se para receber e absorver o máximo de energias que
serão transferidas. Assim, a postura adequada para qualquer aplicação, é aquela em que antes
do início da aplicação, seja feita uma concentração de ambas as mentes (aplicador/paciente)
no mesmo sentido; ambas elevando o pensamento.

A doação de energia sobre o local da dor


Como reforço e como alívio, a doação de energias físico-curativas, deve ser feita
gradativamente. Assim, todas às vezes que pretendemos doar sobre um local de dor, o
primeiro movimento será sempre o de tomar a temperatura da área interna. Em seguida,
esteja quente ou fria, deve ser trocada a energia, com reposição simultânea. Essa doação,
como sabemos, a palma da mão fica voltada para o local, numa altura de 5 a 8 cm e, a doação
poderá ser feita com a mão no local ou em círculos. Qualquer diagnóstico deve começar pela
aura, alinhamento do eixo magnético, seguida pelos chakras/plexo solar e depois por toda
massa orgânica. Nunca esquecer que depois do lilás, em qualquer aplicação entrará o azul. A
aplicação nas correntes líquidas, como sistema linfático e corrente sanguínea serão sempre as
últimas a serem feitas sobre o corpo físico.

A projeção sobre órgãos duplos


Deverá ser sempre feita sobre o conjunto, isto é, sobre os dois olhos, rins, pulmões, etc.
Quando for o caso particularização de uma parte qualquer desses órgãos, então após a
projeção global, o detalhe será ressaltado na indicação. Exemplo: “mentalização do amarelo
sobre os olhos, buscando o fortalecimento da vascularização”.

No Físico Orgânico
Na parte física, poderão ser usadas algumas posições para o trabalho com as energias sobre a
massa orgânica.
 A doação (pura e simples) sempre poderá ser realizada nos casos de reforço energético
para fortalecimento da matéria.
 A retirada e doação – a expressão “retirada e doação”, é usada para indicar que o
trabalho dever ser feito com movimentos independentes, isto é, primeiro retira-se a energia e
depois doa-se. Esta aplicação, normalmente, é feita para que se possa ter condições de avaliar
a capacidade energética da área, nos casos de pós-cirurgias e/ou processos inflamatórios,
onde se deve verificar a extensão da mancha energética para a devida doação.
 A doação com mentalização – está aplicação tem dois aspectos distintos: o primeiro, é
quando se doa a energia, mentalizando a cor. Isto é feito, para se evitar o processo de
saturação. O órgão pode não suportar mais uma cor no conjunto a ser aplicado, como por
exemplo: Verde/Azul/Rosa Forte, sobre uma área circulatória, que também precisa ser
fortalecida com a cor Amarelo (Flebite). Neste caso, o Amarelo entrará mentalizado e fará sua
função sem qualquer risco de dor, causada pela saturação. A mentalização da cor na aplicação
física, está dentro do enfoque do primeiro aspecto da orientação anterior.

127
Aplicação em Nível Físico
A nossa atitude mental, no ato da projeção, se temos conhecimento e consciência, do que
estamos fazendo obteremos um rendimento maior. Mas, se temos somente vontade e o
desejo de servir e, nenhum conhecimento, também vai funcionar, não só pela força
vibratória do conjunto. A nossa força mental, é a grande e única condutora de energias. Por
isso, a ação física será sempre precedida pelo impulso mental. Os led’s quando acionados,
enviam luz e calor para as ditas áreas atingidas, sendo coadjuvadas pela mente do aplicador,
naquele momento ligada a mente do cliente (assistido), que completa o processo de indução.

Aplicação com LED


O uso de led’s foi o recurso que conseguimos encontrar para tentarmos realizar o chamado
fenômeno fotoquímico, no corpo humano.
Por que devemos usar led’s coloridos?
Com o seu uso, buscamos regenerar ou restaurar os campos eletromagnéticos afetados. O
objetivo da aplicação é refazer esses campos, fortalecendo-os com novas energias, para que
eles, com o apoio energético recebido, tenham condições para produzir novamente sua
própria força e, com isto, eliminar os sintomas, chamados de doenças ou mal físico.
Quando se aplica a luz-cor de led (ondas eletromagnéticas), busca-se refazer, não só os
processos fotoquímicos, mas sobretudo, as condições energéticas da área afetada, capazes
de promover sua restauração celular.

A Distância da LED
A aplicação deve ser feita normalmente, com a led a uma distância de 10 cm do corpo físico.
Nas cores forte, a distância é de 5 cm, pela necessidade de aumentar a faixa calorífica. Na
aplicação do Básico, quando se faz o Azul sobre o Chakra Frontal do cliente, o led a 15 cm
de distância, também quando a onda luminosa é projetada em torno da cabeça do cliente.

Tempo Projeção Mental: 3 à 5 seg.

Tempo Aplicação Padrão: 30


seg.

Distância Padrão= 10 cm

128
FICHA DE AVALIAÇÃO CROMOTERÁPICA

Nome: Idade:
Etapa: Data de Início: Problemática:

SISTEMA ENERGÉTICO MULTIDIMENSIONAL

Campos Energéticos Verificação dos Chakras ou Centros de Forças

TOMADA DA TEMPERATURA

Q F M
U R O
C HAKRA E I N
N O R
T N
E O
CORONÁRIO

FRONTAL

LARÍNGEO

CARDÍACO

ESPLÊNICO

UMBILICAL

BÁSICO

UMERAL

PLEXO SOLAR

• Linha Magnética: Ajustada ( ) Desajustada ( )

• Radiestesia dos Órgãos:

• Cromoterapeuta: Data:__/__/___

AVALIAÇÃO DO RETORNO

Problemática controlada ( ) Melhora Intensa ( ) Melhora Moderada ( )


Melhora Discreta ( ) Sem Resposta ( )

129
Anamnese Holística

A Anamnese Holística é uma composto de dados e informações do paciente, destinado a


servir de base, para uma avaliação das suas condições clínicas, mentais e psicológicas e
espirituais.

Processos

Proposta Holística

• Visão globalizada, o trabalho em todos os níveis.

Mecanismo do Diagnóstico

• A queixa principal
• Outros problemas físicos/orgânicos
• As relações biopsicoenergética
• A visão do paciente em nível de comportamento mental
• A análise e avaliação do terapeuta
• O diagnóstico
• A indicação e montagem dos tratamentos para os níveis mental e
físico

130
FICHA DE ANAMNESE HOLÍSTICA - FAH

Cromoterapeuta: Data: __/__/__ PMD ( ) AL ( )

Semana: Segunda ( ) Terça ( ) Quarta ( ) Quinta ( ) Sexta ( ) Sábado ( ) Domingo ( )

1. Identificação
Nome Complete:
Residência: Bairro:
Cidade: Estado: Cep: Fone/Cel.:
E-mail:
Data Nasc.: Idade: Estado Civil: Profissão:
Exerce outra atividade profissional? Qual?:
Religião: Pratica:

2. Queixa Principal

Problemática Principal:
Quais sintomas: Há quanto tempo:
Pressão Arterial: Alta ( ) Baixa ( ) Descompensada ( ) Oscilante ( ) Normal ( )

3. Histórico da Problemática Atual

Há algum fato particular que seja válido relatar?


Existe algum outro problema de saúde?
Já fez alguma cirurgia? Que tipo?

4. Antecedentes Familiares

Filhos? Quantos?
Qual a sua atitude em relação aos mesmos?
Qual o comportamento de cada um?
Problemas relacionados a família?

5. Antecedentes Fisiológicos

Hábitos alimentares: Come carne? Que tipo?


Funcionamento dos orgãos excretores: Bom ( ) Preso ( ) Solto ( )
Bebe: Sim ( ) Não ( ) As vezes ( ) Fuma: Sim ( ) Não ( ) Ex-fumante ( )

131
6. O Sono
Dorme normalmente bem? Sim ( ) Não ( ) Quantas horas? Acorda cedo? Sim ( ) Não ( )
Tem sonhos? Sim ( ) Não ( ) Normais? Sim ( ) Não ( ) Tem pesadelos? Sim ( ) Não ( )
Tem insônia e custa a dormir? Sim ( ) Não ( ) Acontece sempre? Sim ( ) Não ( ) Acorda durante à noite? Sim ( )
Não ( ) Dorme em seguida? Sim ( ) Não ( ) Desperta: Bem ( ) ou Cansado ( )

7. O Espiritual
a) Fatores da Sensibilidade
Dores localizadas?
Dormência nos membros superiores? Sim ( ) Não ( ) Entumescimento nos braços? Sim ( ) Não ( )
Sensação de queda? Sim ( ) Não ( ) Sensação de ver pessoas atrás ou ao seu lado? Sim ( ) Não ( )
Dores de cabeça? Sim ( ) Não ( ) Mal estar inexplicável? Sim ( ) Não ( )
Visões (em casa ou fora dela)
Outras observações que o cromoterapeuta julgue necessárias, para melhor raciocínio:

b) Influências
Ansiedade? Sim ( ) Não ( ) Sensação de medo? Sim ( ) Não ( ) Bocejos? Sim ( ) Não ( )
Mau humor? Sim ( ) Não ( ) Algumas reações inesperadas? Quais?

c) Personalidade
Influências muito nítidas, que ocasionam algumas distorções da personalidade?

Perdas freqüentes de energia? Sim ( ) Não ( ) Ideias fixas? Sim ( ) Não ( ) Angústia? Sim ( ) Não ( )
Manias? Que tipo?
Descontrole nervoso?

8. Inspeção Visual – aspectos gerais do assistido –


Rosto Cabelos Pele Corpo Membros

9. Tratamento Médico/Complementar
Está fazendo? Sim ( ) Não ( ) Qual a especialidade?
Quais medicamentos esta tomando?

Nota: O tratamento Cromoterápico não dispensa de nenhum tratamento da medicina


convencional ou medicamento. É recomendável procurar um profissional habilitado da
área médica, em caso de qualquer sintoma de doença.
132
FICHA DE APLICAÇÃO CROMOTERÁPICA - FAC

Nome: Idade:
Etapa: Data de Início: Problemática:
Tipo de Aplicação: Projeção Mental a Distância ( ) Aplicação Instrumento ( )
Semana: Segunda ( ) Terça ( ) Quarta ( ) Quinta ( ) Sexta ( ) Sábado ( ) Domingo ( )

APLICAÇÃO CROMOTERÁPICA
1. Bioenergético
Específico (doença)
2.

Nome do Cromoterapeuta: Data:__/__/__

Qde Nome do Aplicador Data Qde Nome do Aplicador Data


1ª __/__/__ 6ª __/__/__

2ª __/__/__ 7ª __/__/__

3ª __/__/__ 8ª __/__/__

4ª __/__/__ 9ª __/__/__

5ª __/__/__ 10ª __/__/__

Obs.: Caso a pessoa falte em duas sessões consecutivas, o tratamento deverá ser reiniciado. 133
EXERCICÍOS

CASO 1

Mário, um menino de 11 anos de idade, caiu da sua bicicleta e arranhou bastante as pernas.
Fez um tratamento caseiro, e ao fim do terceiro dia, os arranhões do joelho esquerdo estavam
bastante inflamados com vários pontos purulentos.

Pergunta: Que conjunto de cores devemos indicar para evitar que o mal se agrave e possa
trazer outras consequências?

Resposta:

CASO 2

Por causa da queda do filho, que embora não tivesse nenhuma fratura, a mãe está muito
nervosa, pensando que a criança não lhe tenha contado tudo o que está sentindo e, com isto,
vir acontecer algo pior.

Pergunta: Que conjunto de cores devemos aplicar na mãe do menino, para tentar acalmá-la e
equilibrá-la?

Responda:

CASO 3

Moça de 23 anos, solteira, vem sentido muita sonolência e cansaço, ultimamente. Consultado
o médico, ele disse que ela apresentava um problema de pressão muito baixa, mas o resto do
organismo estava bem.

Pergunta: Que composto de cores devemos usar para ajudar está pessoa?

Resposta:

CASO 4

Uma senhora de 42 anos , sofreu uma cirurgia debaixo do braço - local de muita sensibilidade
– que a obriga a um rigoroso cuidado para evitar contato.

Pergunta: Como poderemos ajudá-la no fortalecimento do local, acelerando assim, seu


processo de recuperação? Que conjunto de cores usaremos?

Resposta:

134
EXERCICÍOS

CASO 5 - ANEMIA

Alteração do sangue que verifica quando existe uma diminuição do número de glóbulos
vermelhos, ou quando a percentagem de hemoglobina é inferior à normal. Habitualmente a
anemia não é uma “doença”, mas sim um sintoma que acompanha algumas “doenças”.
Existem anemias, consequentes de estado avançado de doenças graves. Contudo nas suas
formas mais ligeiras, não é uma situação grave. Caracteriza-se por uma acentuada palidez,
podendo provocar uma sensação de constante cansaço. Nos casos mais graves, surgem
tonturas, dispnéia e perda do apetite.

Tratamento Cromoterápico

1. Bioenergético
Específico
3.
4.
5.

CASO 6 - COLUNA

O tratamento da coluna, para ser consistente , deverá obedecer à orientação médica que dará
uma avaliação mais completa do mal e da extensão, localizando-se a dor, pode-se
perfeitamente saber em qual vértebra ela está situada, e a partir daí, fazer o tratamento
dirigido.

Tratamento Cromoterápico

1. Bioenergético
Específico
3.
4.
5.

CASO 7 - SINUSITE

Inflamação da mucosa dos seios paranasais. Frequentemente, a Sinusite surge durante uma
constipação no nariz se propaga aos seios paranasais. A Sinusite, é também causada por
alergias, dor de dentes, inflamação das tonsilas palatinas provocadas pelo fumo do cigarro ou
pela inalação de ar seco ou poeirento.

Tratamento Cromoterápico

1. Bioenergético
Específico
3.
4.
5.
6.

135
Tratamentos Cromoterápicos

AEROFONIA – (excessiva deglutição do ar)


1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o Estômago, Esôfago e Boca
3. Azul/Amarelo (30 seg., no mesmo trajeto
4. Azul Fixador
• Nota: Na crise duas aplicações diárias. Depois passar para uma aplicação, em dias
alternados.

AFONIA – (rouquidão)
No primeiro caso: inflamação da Traqueia ou Faringe
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre a Laringe e a Traqueia, mentalizando as Cordas Vocais.
3. Verde/Lilás/Azul (15 seg.), no mesmo local.
4. Azul Fixador
• Nota: 2 vezes ao dia até passar o sintoma, após o que, substituir o Verde/Lilás/Azul, por
Azul/Rosa Forte e Amarelo (15 seg. cada) por 8 aplicações consecutivas – uma por dia.
No segundo caso:
ROUQUIDÃO
Perda da voz ou da capacidade de falar normalmente.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre a Traqueia, mentalizando as Cordas Vocais.
3. Amarelo/Azul (30 seg.), no mesmo local.
4. Azul Fixador
• Nota: 2 vezes ao dia até a eliminação dos sintomas, passando para uma vez ao dia, por
mais 5 aplicações.
AFTA
• Pequena ferida ulcerada no interior da Boca.
1. Bioenergético
2. Doação de Energia sobre a área afetada.
3. Verde/Azul (30 seg.), saindo da parte baixa dos intestinos, percorrendo todo o trajeto do
Sistema Digestório, na direção da Boca.
4. Verde/Azul (10 seg. cada) sobre cada ferida.
5. Azul Fixador
• Nota: Uma vez por dia até o desaparecimento do sintoma. É aconselhável evitar-se a
ingestão de chocolate e frutas cítricas.

136
LEITE EMPEDRADO
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre as Mamas.
3. Rosa Forte (5 seg.) no Baço.
4. R. c/ D. E. no Sistema Digestório.
5. Amarelo/Azul (20 seg.) sobre o local afetado em cada Mama.
6. Azul Fixador
• Nota: 3 aplicações no 1º dia, com espaços mínimos de 3 horas entre as mesmas. Se o
sintoma não for eliminado no 1º dia, repetir a série. Regularizando o fluxo do leite, retirar
o Amarelo e o Azul, para entrar com o Azul a 20 cm de distância por mais 6 aplicações (1
por dia).

ALERGIA
1º TRATAMENTO – EMERGÊNCIA
• Nos casos de Faringite, Sinusite, Rinite e Febre do Feno etc.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. nos locais afetados.
3. Verde/Azul/Amarelo (10 seg.) nos locais afetados.
4. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Frontal.
5. Azul Fixador
• Nota: Três vezes ao dia, até eliminação dos sintomas.
2º TRAMENTO – INTENSIVO
• Afecções com purulência
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. nos locais afetados.
3. Verde/Azul (30 seg. cada), em todo Sistema Respiratório.
4. Verde/Lilás/Azul (15 seg. cada) sobre as partes afetadas.
5. Amarelo (15 seg.) sobre as partes afetadas.
6. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Completa.
7. Verde/Azul Fixador
• Nota: 3 vezes ao dia, durante 3 ou 4 dias consecutivos – A aplicação assinalada só entrará
quando o processo infeccioso já houver chegado aos pulmões.
3º TRATAMENTO – Casos comuns crônicos
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. nas partes afetadas.
3. Amarelo/Azul (15 seg. cada) nos locais afetados.
4. Azul Fixador
• Nota: 01 aplicação diária até a eliminação dos sintomas.

137
AIDS
• Será preciso manter o equilíbrio dos Sistemas Respiratório e Digestório. É a partir
desses Sistemas, que começam as perdas imunológicas.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. no Baço e Pâncreas.
3. Rosa Forte (5 seg.) no Baço.
4. R. c/ D. E. no Sistema Digestório.
5. Rosa Forte na Região Hepática, a começar das veias e artérias hepáticas.
6. R. c/ D. E. no Sist. Respiratório Completo.
7. Verde/Azul (30 seg.) no mesmo trajeto.
8. Amarelo nos Pulmões, cobrindo Brônquios e Alvéolos, lentamente.
9. R. c/ D. E. no Sistema Urinário.
10. Verde/Azul (30 seg. cada) no mesmo trajeto.
11. Amarelo nos Rins.
12. Rosa Forte (30 seg.) na Circulação Renal.
13. Mentalização de Rosa Forte em todo Sistema Circulatório.
14. Mentalização de Rosa Forte sobre a Medula Espinal.
15. Amarelo na Rede Linfática.
16. Amarelo/Azul Fixador
• Nota: Deverá ser feito aplicações duas vezes por dia, durante 10 dias, com espaço mínimo
de 6 horas entre uma e outra. Depois deverão ser feitas mais 10, uma diariamente, após o
que passará para 3 vezes por semana.

ALEITAMENTO MATERNO (amamentação)


FALTA DE LEITE
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre as glândulas mamárias de cada Mama.
3. Azul Geral
Nota: Duas aplicações diárias. Se houver caso de fraqueza visível da pessoa, entrar com o
Amarelo na Aura, por 30 seg. depois do Azul na Aura e o Amarelo-geral antes do Azul-
Fixador.
EXECESSO DE LEITE
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre cada Mama.
3. Verde/Lilás/Azul (15 seg. cada), sobre cada Mama, mentalizando as Glândulas Mamárias.
4. Azul Fixador
• Nota: No 1º dia, 2 aplicações passando a uma diariamente até conseguir-se o controle.

138
ALERGIA – Casos comuns de picadas de insetos e contato com determinadas substâncias.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o local afetado.
3. Amarelo/Azul (15 seg.) no local afetado.
4. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Frontal.
5. Azul Fixador

TONSILA PALATINA – (amígdalas)


• Em caso de inflamação ou infecção, o tratamento é o seguinte:
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. mentalizando as Tonsilas Palatinas.
3. Verde/Lilás/Azul (15 seg. cada) mentalizando as Tonsilas.
4. Verde/Azul, saindo da parte inferior dos intestinos e, seguindo todo o trajeto do Sist.
Digestório, até o início do Esôfago (boca).
5. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Frontal (somente nos casos que houver febre).
6. Azul Fixador
• Duas aplicações diárias. Durante 3 dias, passando em segui para 1, até a eliminação dos
sintomas.
CRIANÇAS COM MENOS DE 5 ANOS
• Limpeza Magnética
• Doação de Energia sobre o SNC.
• Doação de Energia mentalizando as Tonsilas.
• Verde/Lilás/Azul (10 seg. cada), mentalizando as Tonsilas.
• Verde/Azul (10 seg. cada) saindo da parte inferior dos intestinos e, seguindo todo o trajeto
do Sist. Digestório, até o início do Esôfago (boca).
• Rosa Forte na Corrente Sanguínea Frontal (somente nos casos que houver febre).
• Azul Fixador
• Nota: 2 aplicações diárias nos 2 primeiros dias, passando a uma diariamente, até a
eliminação dos sintomas.

ANEMIA -I
• Caracteriza-se por uma acentuada palidez, podendo provocar uma sensação de constante
cansaço. Nos casos mais graves, surgem tonturas, dispneia e perda do apetite.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o baço, mentalizando a cor Azul.
3. Rosa Forte na Circulação do Baço (5 seg.).
4. Amarelo/Azul Fixador

139
ANEMIA – II
• Quadros comuns de Hemorragias menstruais e estomacais.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o baço, mentalizando a cor Azul.
3. Rosa Forte na Circulação do Baço (5 seg.).
4. R c/ D. E. em todo Sistema Digestório.
5. Verde/Azul, sobre o Sist. Digestório.
6. Rosa Forte, na Corrente Sanguínea Hepática, começando no Baço.
7. R. c/ D. E. no local afetado.
8. Verde/Lilás/Azul, no local da Hemorragia.
9. Índigo no local.
10. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Frontal.
11. Amarelo/Azul Fixador

• Nota: O uso do Índigo, só será necessário enquanto durar o processo hemorrágico. No seu
lugar entrará o Amarelo, como fortalecedor, sobre o local afetado.

ANEMIA –III
• Casos pós-cirurgias é o seguinte:

1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o baço, mentalizando a cor Azul.
3. Rosa Forte na Circulação do Baço (5 seg.).
4. R c/ D. E. em todo Sistema Digestório.
5. Verde/Azul, sobre o Sist. Digestório.
6. Rosa Forte, na Corrente Sanguínea Hepática, começando pelas Veias e Artérias Hepáticas.
7. R. c/ D. E. sobre o local da cirurgia.
8. Verde/Lilás/Azul, sobre o local da cirurgia.
9. Verde/Lilás/Azul sobre o local da cirurgia.
10. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Completa.
11. Amarelo na Sistema Linfático.
12. Amarelo/Azul Fixador

• Nota: Após a 5ª aplicação, entrar com 5 seg. de Amarelo sobre o Baço.

140
ANEMIA – IV
• Anemias mais profundas - Processos Leucêmicos
Fase I
• Pacientes leucêmicos em 1º estágio. O mal já foi detectado, mas está na fase considerada
como inicial.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o baço.
3. Rosa Forte na Circulação do Baço (5 seg.).
4. Verde/Azul, sobre o Sist. Digestório.
5. Rosa Forte, na Corrente Sanguínea Hepática, começando no Baço.
6. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Completa.
7. Amarelo no Sistema Linfático
8. Amarelo/Azul Fixador
• Nota: O trajeto a ser percorrido na aplicação da Corrente Sang. Hepática é o seguinte:
Baço, Veia e Artéria Esplênica, Pâncreas, Fígado, Vesícula Biliar, Veia e Artéria Hepática.

Fase –II
• No segundo estágio, já encontramos o paciente mais enfraquecido, com o mal sendo
disseminado através da Corrente Sanguínea. É quando iremos entrar com o cauterizador
específico, buscando controlar a sua expansão, inclusive, já ativando a Medula Espinal. A
necessidade de aumentar a força do tratamento, levará também a uma ativação maior da
Corrente Sang. Superior, que neste caso, passará também pelos Rins.

1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o baço.
3. Rosa Forte (5 seg.) na Medula Espinal.
4. R c/ D. E. em todo Sistema Digestório.
5. Verde/Azul, sobre o Sist. Digestório.
6. Rosa Forte, na Corrente Sanguínea, começando no Baço, seguindo para os Rins, voltando
a Aorta Umbilical para o Coração, Pulmões, Coração, Artérias e Veias Subclávias, direita e
esquerda, Aorta Torácica/Umbilical, Artéria Esplênica e Baco.
7. Verde/Lilás/Azul a Corrente Sanguínea Completa.
8. Amarelo no Sistema Linfático.
9. Amarelo/Azul Fixador

ANGÚSTIA E ANSIEDADE
• Não é o que chamamos de caso físico. Será sempre um dos indicadores mais
comuns dos processos de influência espiritual.
1. Bioenergético
2. Azul Fixador

141
CORRIMENTO - SISTEMA GENITAL FEMININO
• São muito comuns os processos infecciosos no Sist. Genital Feminino, principalmente como
consequência da falta de esclarecimento, onde se incluem os conceitos de higiene.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre o Sist. Genital Feminino, com mentalização dos órgãos reprodutores.
3. Verde/Lilás/Azul, no mesmo local.
4. Verde/Azul/Rosa Forte, na Corrente Sanguínea Frontal.
5. Azul Fixador
Nota: Aplicações diárias até o término dos sintomas. Eliminados os sintomas, retirar o Lilás
e seguir com Verde/Azul/Amarelo, por mais 8 aplicações.
ARTERIOSCLEROSE
• Neste processo, a artéria está com evidente perda de vascularização de oxigênio,
com os vasos arteriais ressecados.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. no Coração e Vasos da Base, Carótidas, Jugulares, Artérias e Veias Subclávias,
direita e esquerda.
3. Rosa Forte/Amarelo na Corrente Sanguínea Superior.
4. Azul Fixador
• Nota: No caso do conjunto Verde/Azul/Amarelo, a vascularização não se encontra
afetada. Então será simplesmente, dar à artéria sua primitiva elasticidade, porque
o estreitamento é que ocasiona os êmbolos.
ARTRITE
• Doença ou mal que se localiza nas articulações. Os sintomas são sentidos pelo
paciente como compressão dos ossos, impossibilitando as ações normais das
falanges dos dedos das mãos, prosseguindo nas extensões osteoarticulares.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. sobre os pontos afetados.
3. Verde/Lilás/Azul (15 seg.) em cada ponto afetado.
4. Amarelo, sem tempo, em toda parte óssea, passando para o Laranja após a 3ª aplicação.
5. Azul Fixador
• Nota: Na fase da dor, poderá ser feita até duas aplicações por dia, passando depois para
uma diariamente.
ARTRITE AVANÇADAS
• Nas Artrites, que já é um estágio avançado de infecção óssea.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. em todo Sistema Esquelético, principalmente sobre as articulações
3. Verde/Lilás/Azul/Amarelo, e após a 3ª aplicação Laranja, em todo Esqueleto.
4. Mentalização do Rosa Forte, sobre toda área, envolvendo músculos, tecidos conjuntivos e
toda parte circulatória.
5. Azul Fixador

142
ASMA BRÔQUICA
• Aparece na infância, traz sua característica na hereditariedade e, geralmente é alérgica.
Doença da árvore brônquica que provoca dificuldades respiratórias.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E., nos Brônquios.
3. Verde Forte/Lilás/Azul, sobre a Traqueia e Brônquios.
4. R. c/ D. E. sobre os Pulmões.
5. Azul Fixador
• Nota: Aplicações 3 vezes ao dia na crise, depois uma vez ao dia, por dez aplicações.

BRONCOPNEUMONIA

• É decorrente dum estado de enfraquecimento generalizado, podendo até gerar uma


Tuberculose, inclusive, com outros caracteres como ósseo.
2. Bioenergético
3. Rosa Forte (15 seg.) no Baço e Pâncreas.
4. R. c/ D. E. em todo Sistema Respiratório.
5. Verde/Azul nas Vias Respiratórias Aéreas.
6. Verde/Lilás/Azul nos Pulmões.
7. Amarelo no mesmo local.
8. Verde na Corrente Sanguínea Completa.
9. Amarelo no Sistema Linfático.
10. Azul Fixador

BRONQUITE
• Infecção que ataca o Nariz, a Garganta, a Laringe, os Brônquios e Bronquíolos. Na sua
forma benigna, assemelha-se a uma forte constipação; na forma mais grave constitui um
passo importante para a pneumonia. A Bronquite pode ser aguda ou crônica.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. nos Brônquios.
3. Verde/Lilás/Azul nos Brônquios e Traqueia.
4. R. c/ Doação de energia nos Pulmões.
5. Amarelo/Azul nos Pulmões.
6. Azul Fixador

• Nota: Aplicações 3 vezes ao dia, durante a crise, seguindo-se para uma aplicação diária,
por 10 dias.

143
BURSITE
• Pequenas bolsas formadas em cima das articulações. O processo inicial é provocado
por distensões musculares nas áreas, ou seja, excesso de esforço.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. no local afetado
3. Azul/Rosa Forte no local afetado mentalizando a circulação local
4. Amarelo no Sistema Muscular da área
5. Amarelo na parte óssea, principalmente nas articulações dos braços e dos
membros inferiores
6. Azul Fixador
• Nota: Na dor, duas vezes por dia. Depois, uma vez diariamente.

CÃIMBRAS
• São ocasionadas por má circulação sanguínea ou por esforço físico em demasia,
que provoca o intumescimento dos vasos. Existem casos em que aparecem com
muita constância e são extremamente dolorosos.
* Massagear primeiro o local
1. Bioenergético
2. 1 min. de Azul no local da dor (precisamente na circulação local).
3. Rosa Forte no mesmo trajeto.
4. Doação de Energia no mesmo local, com mentalização da circulação.
5. Azul Fixador

CÁCULO BILIAR
• Nos casos de crise (dor aguda).
1. Bioenergético
2. 1 min. de Azul em todo Sistema Digestório, parando-se por 30 seg. sobre o local
da dor.
3. R c/ D. E. sobre o Fígado e a Vesícula Biliar.
4. Verde/Azul/Amarelo sobre a Vesícula e seu canal cístico, passando pelo colédoco,
até a entrada do Duodeno.
5. Verde/Azul no Sist. Digestório.
6. Azul Fixador
• Nota: 2 aplicações diárias até passar a dor. Depois 1 aplicação diária, durante 30
dias.

144
OSTEOMIELITE
• Muito frequente sobre o fêmur e Tíbia e que atinge a Medula Óssea. Incidência
maior sobre crianças, que se caracteriza, por febre alta, dor intensa na área do
osso e inchaços na extremidade da parte afetada.

1. Bioenergético
2. R. c/ D. E., em todo o Esqueleto principalmente, na parte afetada.
3. Verde Forte/Lilás/Azul, em todo Esqueleto, parando por 5 seg. na parte afetada,
obedecendo o seguinte trajeto: Coluna Cervical, saindo para a Bacia até a Pélvis, daí
seguindo para os membros inferiores e voltando pela Coluna Vertebral para os membros
superiores.
4. Rosa Forte na Corrente Sanguínea Completa.
5. Azul Fixador
Nota: Se for visível o enfraquecimento do paciente, entrar com o Amarelo-Geral antes do
Azul Geral.

OSTEOPOROSE
• Mal ocasionado por enfraquecimento ósseo, no qual este se tornou demasiadamente
poroso, causando o estiramento muscular.
1. Bioenergético
2. R. c/ D. E. em todo Sistema Esquelético.
3. Verde Forte/Azul/Amarelo, e após a 3ª aplicação Laranja, em todo Esqueleto
4. Mentalização do Rosa Forte, sobre toda área, envolvendo músculos, tecidos conjuntivos e
toda parte circulatória.
5. Azul Fixador

ARTRITE REUMATÓIDE
• Possui os mesmos sintomas iniciais da chamada Artrite e suas características.
Contudo pode advir de diversos processos. O paciente sofre de dores intensas e
deformações.
1. Bioenergético
2. Mentalização de energia saindo da Cervical e percorrendo toda a parte Óssea.
3. Verde/Azul/Amarelo, na Coluna Vertebral.
4. Verde/Lilás/Azul (10 seg. cada) nas articulações.
5. Verde/Azul no Sistema Digestório.
6. 1 minuto de Amarelo/Azul em toda parte Óssea (Esqueleto).
7. Azul Fixador
• Nota: Na fase da dor poderá ser feita até 2 vezes por dia, passando depois para 1 vez
diariamente.

145
CÂNCER: PROCESSO CANCERÍGENO NA MAMA

1) Bioenergético
2) Amarelo Forte no Timo (revitalizador)
3) R. c/ D. E., em ambas as Mamas
4) Verde/Azul/Amarelo Forte, nas Mamas. Após a 3ª aplicação sai o Amarelo e entra a cor Laranja.
5) Rosa Forte, mentalizando a Corrente Sanguínea local, em ambas as Mamas.
6) R c/ D. E. no Sistema Digestório
7) Verde/Azul/Rosa Forte, no Baço (Circ. Esplênica) e Fígado (Circ. Hepática).
8) Verde/Azul/Rosa Forte/Amarelo, no Sistema Renal
9) Verde/Azul/Amarelo/Rosa forte na Medula Óssea
10) Verde/Rosa Forte na Corrente Sanguínea Completa.
11) Amarelo no Sistema Linfático.
12) Amarelo/Azul Fixador
Nota: Aplicações diárias. Caso não seja possível, elas deverão ser feitas em dias alternados, ou três
vezes por semana.
LEUCEMIA
1) Bioenergético
2) Amarelo Forte no Timo (revitalizador)
3) R c/ D. E., Baço. no e Pâncreas
4) Rosa Forte no Baço
5) R c/ D. E. no Sistema Digestório
6) Verde/Azul no mesmo trajeto
7) Verde/Azul/Rosa Forte, no Baço (Circ. Esplênica) e Fígado (Circ. Hepática).
8) Verde/Azul/Rosa Forte/Amarelo no Sistema Renal
9) Verde/Azul/Rosa Forte na Medula Óssea
10) Amarelo no Sistema Linfático.
11) Amarelo/Azul fixador
Nota: Aplicações diárias. Caso não seja possível, elas deverão ser feitas em dias alternados, ou três
vezes por semana.
PRÓSTATA: Processo Cancerígeno de Próstata (Prostatite).
1) Bioenergético
2) Amarelo Forte no Timo (revitalizador)
3) R c/ D. E. no Sistema Genital Masculino, mentalizando a próstata
4) Verde/Azul/Amarelo Forte, no mesmo trajeto.
5) Verde/Lilás/Azul, no mesmo trajeto acima, com ênfase na próstata
6) R c/ D. E. no Sistema Renal
7) Verde/Azul/Rosa Forte/Amarelo, no mesmo trajeto
8) Verde/Azul/Rosa Forte, no Baço (Circ. Esplênica) e Fígado (Circ. Hepática).
9) Rosa Forte na Medula Óssea
10) Verde/Lilás/Azul na Corrente Sanguínea Completa.
11) Verde no Sistema Linfático. 146
12) Verde/Azul Fixador
Referências Bibliográficas
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Como Integrar a Liderança, Jair Moggi, Advogado e Economista – Daniel Burkhard, Engº
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Curso de Física, Antônio Máximo e Beatriz Alvarenga (1993).
Death of Ignorance, Dr. Fred Bell – New Age Press.
Dinâmica da Cromoterapia, René Nunes, Professor, (1990).
Espiritualidade - Um Novo Paradigma na Globalização, Luiz Bassuma, Engº Mecânico
(2002).
Evolução em Dois Mundos, Francisco Cândido Xavier e Dr. Waldo Vieira (1971)
Fluidologia, Estudos da Bioenergias, João Berbel (1999).
Glândulas O Espelho do Eu, Onslow H. Wilson, F.R.C., Ph. D. (1989).
Homem, Comunicação e Cor, Irene T. Framckoowiak – Ed. Ícone.
Imagens Que Curam, Gerald Epstein, M.D. (1989).
Light the medicine of future, Jacob Liberman – Bear & Company - Luz a medicina do
futuro, Jacob Liberman – Ed. Siciliano.
Mãos de Luz, Barbara Ann Brennam, Cientista, Física Atmosférica-NASA, (1987).
Matrix, William Irwin, Filósofo (2003).
Mecanismo da Mediunidade, Francisco Cândido Xavier e Dr. Waldo Vieira (1991).
Medicina Vibracional, Richard Geber ,MD (1988).
Melatonina a Fonte da Juventude – Steve J. Bock – Ed. Campus.
Memória das Células, Paul Pearsall, Ph.D.
Mundos Paralelos, Michio Kaku, Ph.D. Física Teórica (2005).
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O Espírito este desconhecido, Jean E. Charon – Ed. Melhoramentos.
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O Ser Corpo Território do Sagrado, Evaristo Eduardo de Miranda – Ed. Loyola.
O Ser Quântico, Danah Zohar, Física Ph.D (2005).
O Tao da Física, Fritjof Capra, Físico Ph.D (1985).
O Universo Holográfico, Michael Talbot, Pesquisador cientista (1991).
Quântica, o Caminho da Felicidade – Dr. Moacir Costa de Araújo Lima
Robbins Patologia, Guanabara Koogan (1969).
Um Guia Prático de Medicina Vibracional, Ricahrd Geber, MD (2000).
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