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18-04-2016

ATA N.º 72
Reunião Ordinária da Câmara Municipal de
Alenquer, celebrada em 18 de abril de 2016. --------
-----No dia 18 de abril de 2016, na sala a esse fim, formalmente, destinada nos Paços do
Concelho, reuniu a Câmara Municipal de Alenquer, sob a presidência do Sr. Pedro Miguel
Ferreira Folgado, com a participação dos Srs. Vereadores Nuno Miguel Domingos
Coelho, Rui Fernando de Sousa Santos Soares da Costa, Carlos Manuel de Melo Gomes
Areal, Eurico João Alves Borlido, Dora Patrícia da Silva Ferreira Pereira e Paulo
Alexandre Raimundo Franco. -------------------------------------------------------------------------------
-----À hora fixada, ou seja, às 9.30 horas, foi pelo Sr. Presidente declarada aberta a
reunião. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Secretariou a reunião a Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro, Ana
Isabel da Cruz Brázia. ----------------------------------------------------------------------------------------
I. AUDIÇÃO DO PÚBLICO:
-----Neste período não se encontrava público presente. ---------------------------------------------
II. PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA:
----------1. – O Sr. Presidente : -----------------------------------------------------------------------------
-----a) – AdA - Águas de Alenquer, S.A.: - distribuiu pelo Executivo cópias dos relatórios
dos meses de novembro e dezembro de 2015, elaborados pelo Departamento Operativo,
acerca das reclamações apresentadas na entidade em assunto, no âmbito dos serviços
prestados pela mesma.---------------------------------------------------------------------------------------
-----b) – Posto – G.N.R.: - deu conhecimento ao Executivo do projeto de Aquisição de Serviços
para Elaboração do Projeto de Execução da Empreitada de Construção do Destacamento
Territorial da Guarda Nacional Republicana, em Alenquer. -----------------------------------------------------
-----c) – Espiga de Alenquer: - distribuiu pelos edis presentes a informação n.º 33/2016,
registada sob o n.º 2823, em 14 de abril corrente, prestada pelo advogado Mário Rua
Pereira, sobre as normas de participação do concurso em título, na sequência do
solicitado pelo vereador Nuno Coelho. -------------------------------------------------------------------
-----d) – Estatuto do Direito da Oposição: - distribuiu pelos membros do Executivo
cópia do relatório de avaliação referente ao ano de 2015, enviado aos titulares do direito
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de oposição, tendo em vista o cumprimento do disposto no n.º 1 do artigo 10.º da Lei


número 24/98, de 26 de maio. ------------------------------------------------------------------------------
-----e) – Loteamento Urbibuild – Merceana: - distribuiu pelo Executivo a informação n.º
32/2016, registada sob o n.º 2819 em 14 de abril, elaborada pelo advogado Mário Rua
Pereira, sobre o processo judicial n.º 1858/12.9 BELSB, relativo ao loteamento em título,
conforme solicitado pelo vereador Nuno Coelho numa reunião anterior. ------------------------
-----f) – Extensão de Saúde de Santana da Carnota: - informou que enviou ofícios à
ACES Oeste Sul e à ARS de Lisboa e Vale do Tejo a solicitar o agendamento de uma
reunião, no sentido de apresentar os problemas da Extensão de Saúde em assunto,
assim como a falta de médicos neste concelho. -------------------------------------------------------
-----g) – 25 de Abril: - apresentou detalhadamente, o programa/proposta, para as
comemorações do 25 de abril, salientando que é semelhante aos anos anteriores e
questionou a opinião do Executivo. -----------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho colocou questões sobre a alteração do horário, tendo o
Vice-Presidente explicado, pormenorizadamente, o programa do evento da Ordem
Franciscana que é, em simultâneo, com as comemorações do 25 de abril. --------------------
----------2. – O Sr. Vereador Carlos Areal: --------------------------------------------------------------
-----a) – Outdoors - Publicidade: - alertou para o aspeto visual degradante ao longo das
estradas deste concelho, devido aos cartazes/plásticos de publicidade a eventos, cuja
maioria já deveria ter sido retirada, porque o acontecimento já ocorreu. ------------------------
-----Salientou que esta autarquia colocou uma tarja na vedação da Escola do Carregado
sobre o Plano Estratégico e deverá retirá-la, para dar o exemplo. --------------------------------
-----O sr. Presidente informou que está prevista a recolha da publicidade durante esta
semana. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido recordou que, numa reunião de Executivo, ficou
acordado que as licenças de autorização para eventos, teriam uma informação de
obrigação de retirar a publicidade e salientou a importância de reforçar a atitude de
retirada da mesma. --------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente confirmou e, ao mesmo tempo, concluiu, recordou que os cartazes
da CDU para as eleições presidenciais ainda não foram retirados. -------------------------------
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-----b) – Orçamento do Estado para 2016 – lamentou ter tido conhecimento, numa
reunião da CDU, do documento da Associação em título, sobre as alterações ao
Orçamento do Estado para 2016. --------------------------------------------------------------------------
-----Referiu não entender a razão do Presidente da Câmara Municipal de Alenquer não ter
dado conhecimento, nomeadamente, as alterações aos empréstimos e contratos de
concessão até 35 anos, a nova situação da hipótese de fazer empréstimos para resgatar
águas e saneamento. Em sua opinião, este documento faz uma síntese do que resultou
do Orçamento do Estado em relação às Autarquias. -------------------------------------------------
-----Lamentou, mais uma vez, não ter recebido esta informação da parte desta Câmara
Municipal. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente referiu que aquele documento é um resumo do Orçamento do
Estado, não achou fundamental distribuí-lo. ------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal recordou que nem todos os vereadores estão em regime
permanente na Câmara Municipal e gostaria que o Presidente se tivesse lembrado de
enviar e-mail ao restante Executivo a comunicar o assunto. ----------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido reforçou as palavras do vereador Carlos Areal,
salientando a importância de dar conhecimento do referido documento. ------------------------
-----c) – Estatuto do Direito de Oposição: - informou que, no fim desta reunião,
entregará um documento para ficar registado em ata acerca da posição da CDU sobre o
conteúdo do relatório apresentado, expressando a opinião e a sua posição sobre o
mesmo, que a seguir se transcreve: ----------------------------------------------------------------------
-----“Tomei conhecimento do documento com a designação “Estatuto do direito de
oposição” Relatório de Avaliação referente ao ano de 2015. ---------------------------------------
-----Não me revejo nas conclusões deste relatório, pois algumas das suas conclusões são
claramente do domínio da retórica e do politicamente correto sem nenhuma aferição com
a realidade. ------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A realidade de Alenquer é a de uma maioria que decide o que entende nos gabinetes,
que algumas vezes leva algumas dessas decisões a reunião do executivo municipal e
que normalmente considera natural ter uma atitude política de esconder dos restantes
eleitos decisões tomadas e informações obtidas”.-----------------------------------------------------
----------3. – O Sr. Vereador Nuno Coelho: -------------------------------------------------------------
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-----a) – Orçamento do Estado para 2016 – teceu comentários à intervenção do


vereador Carlos Areal sobre a hipótese de fazer empréstimos para resgatar águas e
saneamento, dando como exemplo a Câmara Municipal de Abrantes. --------------------------
-----b) – Estatuto do Direito de Oposição: - transmitiu a sua discordância acerca do
Estatuto do Direito de Oposição, dizendo que existem frases incorretas, porque nem
todos os vereadores têm informações de todos os atos públicos e iniciativas da Câmara
Municipal. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Considerou abusivo os vereadores da oposição, não serem ouvidos nas questões
relevantes, raramente são incluídos os seus contributos e sugestões. Apesar de
reconhecer que sempre tiveram liberdade para circular nas seções -----------------------------
-----Este documento é um relatório do que se passou durante o ano de 2015 e reforçou
que tudo o que os três vereadores da oposição têm dito. Comentou que os dois
parágrafos do documento deveria ser uma verdadeira partilha de informações entre os
membros eleitos deste Executivo. -------------------------------------------------------------------------
-----c) – Monumentos em Alenquer - Placas: - alertou que as placas que identificam os
monumentos e algumas até contam algo da sua história, estão ilegíveis, nomeadamente
o Convento de São Francisco, a Porta da Conceição entre outros, que até são muito
visitados e as pessoas acabam por ficar sem conhecer a sua história. --------------------------
-----O sr. Presidente informou que os serviços municipais em articulação com a empresa
Manuel da Graça, estão a diligenciar a substituição das placas por outras de outro
material, por uma questão de durabilidade. -------------------------------------------------------------
-----d) – Inundações – Conduta Pluvial: – recordou a intervenção de munícipes, em
reuniões transatas, acerca das inundações ocorridas nos seus quintais, devido a
descargas de águas na linha de água na Guizanderia e questionou o ponto da situação. --
-----O sr. Presidente deu a palavra ao Chefe da Divisão Municipal de Urbanismo que
informou que está prevista uma inspeção vídeo para o dia 18 de maio, desconhecendo-
se qual a empresa porque foram pedidos orçamentos a duas empresas. -----------------------
-----e) – Extensão de Saúde – Santana da Carnota: - comentou que percebeu que a
extensão em assunto já tem médico e um computador novo. No entanto, a situação da
emissão das receitas mantém-se, dado que a ligação à net não permite a impressão. ------
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-----f) – Ribeira do Casal do Sarra: - questionou se o trabalho de levantamento das


empresas ligadas ao saneamento já está concluído e se existem mais desenvolvimentos
sobre o assunto. -----------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente deu a palavra à vereadora Dora Pereira, com funções atribuídas
neste âmbito, a qual informou que a fiscalização municipal começou a intervir na semana
anterior e a notificar as empresas, as quais se não cumprirem terão eventuais
contraordenações. ---------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho lembrou que o documento distribuído reporta algumas
situações de irregularidades, questionando se aquelas estão a ser notificadas para as
regularizar.-------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A sra. vereadora Dora Pereira esclareceu que essas pessoas foram alertadas por
notificação. Posteriormente, a fiscalização municipal irá verificar a situação “in loco”, caso
se mantenha, aplicará a multa. Ao mesmo tempo, referiu que na próxima reunião trará
informações mais detalhadas sobre o assunto. --------------------------------------------------------
-----Na sequência, o sr. vereador Nuno Coelho comentou que teve conhecimento que o
posto de abastecimento de gás, junto às instalações da antiga Knorr, não possui licença
de utilização, questionando a sua veracidade e ironizou com a ostentosa inauguração
sem a respetiva licença de utilização. --------------------------------------------------------------------
-----A sra. vereadora Dora Pereira prestou os devidos esclarecimentos.------------------------
-----No seguimento, o sr. Presidente, informou que foi contactado pela Secretaria do
Estado do Ambiente, no sentido de se agendar uma reunião com os técnicos deste
Município e a Águas de Lisboa e Vale do Tejo, para definição do traçado, na zona do
Casal do Sarra. -------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho questionou se a IP – Infraestruturas de Portugal, irá
estar presente nessa reunião e sublinhou a relevância de esclarecer as redes pluviais
entre o Carregado e o Casal Pinheiro.--------------------------------------------------------------------
-----g) – Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento de
Lisboa e Vale do Tejo: - pretendeu saber o ponto da situação da entrada das águas
pluviais nas ETAR’s e quais os desenvolvimentos no processo.-----------------------------------
-----O sr. Presidente recordou que foi enviado ofício à empresa Águas de Lisboa e Vale
do Tejo, do qual não houve retorno.-----------------------------------------------------------------------
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-----h) – Posto – G.N.R.: - solicitou esclarecimentos sobre a documentação distribuída,


referente ao projeto do Posto da G.N.R., assim como, as entidades convidadas e o que
foi feito. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente deu a palavra à Diretora do Departamento Administrativo e
Financeiro, a qual informou que houve um concurso público, ao qual concorreram 10
empresas e neste momento está na fase de validação da minuta do contrato. ----------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido questionou quem financia a obra e como. -----------------
-----O sr. Presidente informou que o protocolo é entre a Câmara Municipal de Alenquer e
a G.N.R., mas o MAI – Ministério da Administração Interna, considerou que estava
afastado deste processo e pretendeu envolver-se e acompanhá-lo. Agora, à medida que
o processo avança, informa-se o MAI – Ministério da Administração Interna, para
proceder à respetiva monitorização. ----------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido referiu que tinha entendido, na reunião anterior, que
iria haver uma suspensão temporal em relação ao financiamento, tendo o sr. Presidente
confirmado que se irá manter tudo como estava previsto em orçamento, a única diferença
é o MAI – Ministério da Administração Interna acompanhar diretamente o processo. --------
---------4. – O Sr. Vereador Eurico Borlido: ------------------------------------------------------------
-----a) – Relatos de Abril na Minha Terra: - comentou que foi contactado pela
colaboradora da Biblioteca Municipal, Helena Assunção, a convidar a participar no dia 29
de abril num evento, pretendendo esclarecimentos sobre o mesmo. -----------------------------
-----O sr. Presidente deu a palavra ao Vice-Presidente, com funções atribuídas neste
âmbito, o qual informou que de 21 a 29 de abril do corrente, irá decorrer em todos os
polos da Biblioteca Municipal, uma tertúlia aberta ao público, cujo tema “Relatos de Abril
na Minha Terra”, juntará 3 a 4 pessoas, a transmitirem as suas vivências na altura do 25
de abril. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Também, haverá em simultâneo uma atividade nas escolas do concelho, em contexto
de sala de aulas. -----------------------------------------------------------------------------------------------
-----b) – Agradecimento – Divulgação de Evento: - manifestou o seu agradecimento ao
Vice-Presidente pela gentileza na divulgação dos eventos deste Município como
solicitado, dado que estiveram presentes autarcas de outras Câmaras Municipais e
Juntas de Freguesia, no encontro do PSD na sua sede em Alenquer, seguido de jantar,
no passado sábado. -------------------------------------------------------------------------------------------
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-----c) – Estatuto do Direito de Oposição: - sublinhou que não retira nem modifica o seu
documento do ano anterior, sobre o assunto em título e reiterou as palavras do vereador
Nuno Coelho. ---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Referindo-se ao Estatuto de Oposição do PS, disse que, em sua opinião, falta-lhe
avaliação política do mesmo. Referiu que os documentos são apresentados fechados, em
reunião do Executivo e do ponto de vista de organização política e de
corresponsabilização do órgão, a oposição nunca é informada de nada. Ao mesmo
tempo, mencionou que se revê nas palavras do vereador Nuno Coelho e naquilo que
escreveu e distribuiu no ano transato, pela Câmara Municipal. ------------------------------------
-----d) – Prédio em Ruínas: - lembrou a situação do prédio sito na E.N.9, ao Km 89,2, no
Lugar da Mata, União de Freguesias de Aldeia galega da Merceana e de Aldeia Gavinha,
que se encontra em perigo de derrocada, pretendendo saber o ponto da situação. ----------
-----O sr. Presidente informou que o mesmo faz parte da Ordem do Dia da presente
reunião e será apreciado na altura oportuna. -----------------------------------------------------------
III. ORDEM DO DIA:
-----------1. - Aprovação de Ata: - Transcrita no livro próprio, procedeu-se à distribuição
da ata da reunião ordinária do dia 21 de março de 2016 que, para efeitos imediatos, havia
ficado logo aprovada em minuta, no final da mesma, nos termos do número 3 do artigo
57º da Lei número 75/2013, de 12 de setembro.-------------------------------------------------------
-----Depois de dispensada a sua leitura, a Câmara deliberou, por unanimidade, aprová-la,
de harmonia com o disposto no número 2 do citado articulado.------------------------------------
OBRAS DE PARTICULARES:
2. PROCESSOS À CONSIDERAÇÃO DA CÂMARA
-----Porque sobre eles foram emitidos pareceres que terão de ser objeto de apreciação
por parte da Câmara, foram presentes os processos de obras, a seguir indicados: ----------
PROCESSO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA
-----Processo n.º 04/2011/20 - Relativo ao pedido de informação prévia formulado pela
empresa Telcabo – Telecomunicações e Eletricidade, SA., com sede na Estrada Nacional
nº 1, - Km 38,6, no lugar de Cheganças, na união das freguesias de Alenquer (Santo
Estevão e Triana), deste município, na qualidade de proprietária, acerca da viabilidade de
construção de um edifício para expansão das instalações da empresa, no prédio urbano
denominado “Casal Saramago”, na união das freguesias de Carregado e Cadafais e
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descrito na Conservatória do Registo Predial de Alenquer sob o número 449 da freguesia


de Santo Estevão, atualmente Carregado/Cadafais. --------------------------------------------------
-----A pretensão foi presente à reunião ordinária de 09 de fevereiro de 2015, tendo sido
deliberado proceder a um Estudo Prévio pormenorizado definindo a implantação da obra,
a organização geral do espaço e a relação com a envolvente, nomeadamente, no que se
refere às boas condições de acessibilidade, ao estacionamento que deve estar
contemplado na área de intervenção e às áreas de cedência/espaços canais/zonas de
proteção, tendo em conta os percursos pedonais, à circulação do tráfego rodoviário, ao
elemento classificado no cruzamento da Estrada Real o “Marco da Mala-Posta”. ------------
-----Mais foi deliberado que após apresentação do Estudo Prévio com os pressupostos
enumerados, se deliberará a aprovação do projeto mediante o cumprimento dos mesmos.
-----Acerca da pretensão a engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do
Urbanismo, prestou a seguinte informação: -------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior.------------------------------------------------------------------------------
-----O processo em apreciação é referente a um pedido de informação prévia acerca da
viabilidade de construção de edifício para sede da empresa, numa propriedade com
46838 m2, sendo apresentada uma área total de implantação de 12065 m2 e de
construção de14930 m2, 2 pisos acima da cota de soleira e uma altura máxima da
edificação de 10 metros. -------------------------------------------------------------------------------------
-----Atendendo ao CAE da firma requerente (CAE Principal:26300 – R3), a atividade
desenvolvida pela mesma (Fabricação de computadores e de equipamento periférico)
consta na Secção 1 do Anexo I do REAI (Regime de Exercício da Atividade Industrial –
DL n.º 209/2008, de 29 de Outubro).----------------------------------------------------------------------
-----Para o terreno em pretensão, foi anteriormente apresentado um pedido de
licenciamento para utilização do terreno como depósito de materiais (produto acabado e
matérias primas), a que corresponde o processo n.º 01/2010/72 em nome da firma
requerente, tendo sido emitido o Alvará para Utilização de Terreno para Depósito de
Materiais n.º 34/2013. -----------------------------------------------------------------------------------------
-----Consta no processo a Informação n.º 18/DU/PDM/2014 emitida pelo Gabinete do
PDM em 11.08.2014, na qual consta que todo o polígono de implantação do edifício a
construir se insere em “Espaços Industriais – Existentes”, sendo esta classe de espaço
regulamentada pelo art.º 34.º do regulamento do PDM. ---------------------------------------------
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-----Tendo o processo sido presente em reunião ordinária de 09.02.2015, foi deliberada a


não exigência de realização de “… Plano de Pormenor tendo em conta que a intervenção
ocupará apenas um único prédio e não existirá alteração do tipo de atividade”. ---------------
-----Foi ainda deliberado que, “… tratando-se de uma zona industrial deverá ser exigido
um Estudo Prévio pormenorizado…”. ---------------------------------------------------------------------
-----Através do requerimento registado sob o n.º 891, a firma requerente apresentou
elementos que visam dar satisfação ao solicitado. ----------------------------------------------------
-----Dos elementos apresentados, consta uma planta de acessos viários onde se verifica
que o acesso ao terreno em pretensão é feito através da Estrada da Torre, por um
acesso já constituído. -----------------------------------------------------------------------------------------
-----A edificação proposta respeita a faixa de proteção de 100 metros ao IP 1/A 1, definida
na planta de condicionantes do PDM, sendo no entanto proposta nesta faixa a
constituição de vias de circulação internas e áreas de estacionamento. -------------------------
-----É ainda respeitada a faixa de servidão de 10 metros, relativamente ao eixo do
gasoduto. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Nos termos da Informação n.º 18/DU/PDM/2014, nomeadamente quanto à figura 3
(sobreposição do ortofotomapa com a Carta de REN, aprovada pelo RCM n.º 66/96, de 9
de maio), não se verifica interferência da pretensão com áreas classificadas como REN. --
-----É apresentada uma capacidade de estacionamento de 375 lugares para veículos
ligeiros e 38 lugares para veículos pesados. ------------------------------------------------------------
-----No entanto, considerando as áreas úteis indicadas nos desenhos n.º AR07 e AR08,
relativas aos pisos 0 e 1, se aplicarmos o parâmetro de cálculo constante na alínea b) do
ponto 1.3 do art.º 38.º do regulamento do PDM, verifica-se que deveriam ser previstos
402 lugares para veículos ligeiros. ------------------------------------------------------------------------
-----O terreno em pretensão insere-se na área de servidão militar estabelecida pelo DL n.º
3/2014, de 21 de janeiro para a Base Aérea n.º 2 da Ota, mais concretamente na Zona E
da superfície de desobstrução, cuja cota limite é variável de 75,45 m a 150,45 m. ----------
-----Uma vez que na folha de elementos de construção é indicada uma cota de soleira
(16,50) e de cumeeira (27,00) inferior ao limite atrás indicado, coloca-se à Consideração
Superior a dispensa de promoção da consulta ao Chefe do Estado-Maior da Força Aérea
nos termos do diploma legal já referido.------------------------------------------------------------------
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-----Verifica-se que são respeitados os parâmetros de dimensionamento constantes no


ponto 5.1 do art.º 35.º do regulamento do PDM. -------------------------------------------------------
-----Face ao exposto, coloca-se à Consideração Superior a aceitação, ou não do Estudo
Prévio apresentado, e eventual deferimento da informação prévia, com as seguintes
condições a verificar posteriormente, num eventual pedido de licenciamento: -----------------
----- - Cumprimento do disposto no art.º 38.º do regulamento do PDM, quanto a
estacionamento automóvel para ligeiros e pesados. --------------------------------------------------
----- - O projeto que vier a ser apresentado deverá dar cumprimento ao disposto no D.L.
n.º 220/2008, de 12 de Novembro e demais legislação correlacionada. -------------------------
----- - O particular suportará o custo inerente às infraestruturas a executar. --------------------
----- - A ocupação de áreas de RAN e ou REN está sujeita ao disposto nos respetivos
regimes jurídicos. ----------------------------------------------------------------------------------------------
-----Para cumprimento do disposto no n.º 3 do art.º 16.º do D.L. n.º 555/99, de 16 de
dezembro, alterado e republicado pelo DL n.º 136/2014 de 9 de setembro, informa-se que
a pretensão se encontra sujeita a Licença Administrativa, de acordo com o disposto na
alínea c) do n.º 2 do art.º 4.º do mesmo diploma legal.” ----------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Em minha opinião é de aceitar a dispensa da consulta ao Chefe do Estado Maior da
Força Aérea dado que as cotas de construção são muito inferiores às cotas da superfície
de desobstrução, deixando-se, no entanto, à consideração da Câmara. ------------------------
-----Caso seja deferido propõe-se o deferimento do processo de informação prévia com
as condições indicadas na informação técnica.” -------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, aceitar a dispensa da consulta ao Chefe do
Estado Maior da Força Aérea, dado que as cotas da construção em causa são muito
inferiores às cotas da superfície de desobstrução e deferiu o presente pedido de
viabilidade com as condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do
procedimento, deferimento também condicionado à criação de um acesso pedonal
contíguo ao passeio existente na entrada da operação urbanística pretendida e implantar
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uma faixa de vegetação de modo a reduzir o impacto das antenas parabólicas aí


existentes. -------------------------------------------------------------------------------------------------------
PROCESSOS DE CERTIDÃO PARA FRACIONAMENTO DE PRÉDIO E CERTIDÃO DE
DESTAQUE
-----Processo n.º 05/2015/11454 – Pedido de certidão de fracionamento de prédio –
Requerimento de Maria Teresa de Jesus de Siqueira de Almeida, residente na Travessa
do Jardim, n.º 13, rés-do-chão, em Lisboa, no qual solicita o parecer desta Câmara
Municipal quanto ao fracionamento do prédio rústico denominado “Quinta da Ota”,
situado no sitio da Quinta da Ota, freguesia de Ota, inscrito na matriz cadastral sob o
artigo 9, secção F2 F4 a F9 da referida freguesia e descrito na Conservatória dos
Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de Alenquer sob o n.º 378 da freguesia
de Ota, para desanexação de duas parcelas de terreno, uma designada por parcela 3,
com a área de 504.814 m2 e outra designada por parcela 2, com a área de 291.266 m2,
ficando a propriedade remanescente com 1571.720 m2, designada pela parcela 1. ---------
-----Acerca da pretensão a engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do
Urbanismo, prestou a seguinte informação: -------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----Através do requerimento registado nestes serviços em 15.03.2016 sob o n.º 2869, é
solicitada a emissão de certidão, relativa ao fracionamento do prédio sito em Ota,
Freguesia de Ota, inscrito na matriz cadastral rústica sob o artigo 9, secção F2 F4 a F9,
da Freguesia de Ota e descrito na Conservatória do Registo Predial de Alenquer sob o n.º
378 da freguesia de Ota, para desanexação de duas parcelas, uma com 504814 m2
(designada como parcela 3) e outra com 291266 m2 (designada como parcela 2), ficando
a propriedade remanescente com 1571720 m2 (identificada como parcela 1). ----------------
-----Foram emitidas pelo Gabinete de Apoio Jurídico, as informações n.º 140 e 141 quanto
ao enquadramento jurídico da pretensão. ---------------------------------------------------------------
-----Nos termos das mesmas, não resultando do fracionamento prédios encravados uma
vez que é garantido o acesso a todas as parcelas através de diversos caminhos públicos,
considera-se estarem reunidos os requisitos legais para o fracionamento pretendidos nos
termos dos artigos 48.º, 49.º e 50.º do DL n.º 111/2015 de 27 de agosto e 1376.º a 1382.º
do Código Civil. -------------------------------------------------------------------------------------------------
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-----Assim, propõe-se a emissão a certidão solicitada, a qual se deverá fazer acompanhar


de cópia do elemento gráfico que acompanha o requerimento supra-citado. -------------------
-----É o que cumpre informar.” ------------------------------------------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“É de deferir a pretensão com as condições indicadas na informação técnica. -----------
-----À reunião de Câmara para deliberação. -------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, emitir parecer favorável ao fracionamento do
prédio rústico denominado “Quinta da Ota”, situado na Quinta da Ota, freguesia de Ota,
deste município, descrito na Conservatória dos Registos Civil, Predial, Comercial e
Automóveis de Alenquer sob o n.º 378 da freguesia de Ota, para desanexação de duas
parcelas de terreno, uma designada por parcela 3, com a área de 504.814 m2 e outra
designada por parcela 2, com a área de 291.266 m2, ficando a propriedade remanescente
com a área de 1571.720 m2, designada por parcela 1 e emitir a certidão respetiva, a qual
deverá fazer-se acompanhar da cópia do elemento gráfico que acompanha a pretensão
em causa. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Processo n.º 05/2016/2570 – Pedido de certidão de destaque de parcela –
Requerimento de José Francisco Gomes Martins e Maria José Ferreira Rodrigues
Martins, residentes na rua Herlander Matias, nº 8-B, no Casal Estacal, no lugar de
Paredes, na união das freguesias de Alenquer (Santo Estêvão e Triana), deste município,
no qual solicitam o parecer desta Câmara Municipal quanto ao destaque de uma parcela
de terreno com 11.043,50 m2, correspondente aos artigos urbanos 5491 e 5525, do
prédio misto denominado “Estacal ou Casal do Estacal”, situado no lugar de Paredes,
união das freguesias de Alenquer (Santo Estêvão e Triana) e descrito na Conservatória
dos Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de Alenquer sob o nº 4700 da
freguesia de Santo Estêvão. --------------------------------------------------------------------------------
-----Acerca da pretensão a engenheira municipal Eva Santos, em serviço na DU, prestou
a seguinte informação: ---------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
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-----Através do requerimento registado nestes serviços em 09.03.2016 sob o n.º 2570, é


solicitada a emissão de certidão de destaque de parcela com 11043,50 m2,
correspondente aos artigos urbanos 5491 e 5525, a destacar do prédio misto
denominado “Casal Estacal”, situado nas Paredes, na União de Freguesias de Alenquer
(Santo Estevão e Triana), inscrito a parte rústica na matriz cadastral sob o artigo 17,
secção 1X, e a parte urbana sob os artigos 5709, 5595, 5491 e 5525, todos da União de
Freguesias de Alenquer (Santo Estevão e Triana), e descrito na Conservatória dos
Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de Alenquer sob o n.º 4700/ Freguesia
Santo Estevão. -------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O prédio original possui uma área de 20593,50 m2, verificando-se que o mesmo se
insere no aglomerado urbano de Alenquer e, do destaque proposto resultam duas
parcelas que confrontam, ambas, com arruamento público. ----------------------------------------
-----Assim, o destaque solicitado está isento de licença, nos termos do disposto no n.º 4
do art.º 6.º do DL n.º 555/99, de 16 de Dezembro, alterado e republicado pelo DL n.º
136/2014, de 9 de setembro, não sendo permitido efetuar no prédio originário novo
destaque por um prazo de 10 anos conforme o disposto no n.º 6 do artigo atrás referido. --
-----Face ao exposto é o que cumpre informar propondo-se a emissão da certidão
solicitada.” -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Emita-se a certidão solicitada devendo antes ser presente à reunião de Câmara para
efeitos de deliberação.” ---------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, emitir parecer favorável ao destaque de uma
parcela de terreno com a área de 11.043,50 m2, correspondente aos artigos urbanos
5491 e 5525 do prédio misto denominado “Estacal ou Casal do Estacal”, situado no lugar
de Paredes, união das freguesias de Alenquer (Santo Estêvão e Triana) e descrito na
Conservatória dos Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de Alenquer sob o nº
4700 da freguesia de Santo Estêvão, prédio este que se insere no aglomerado urbano de
Alenquer, resultando do destaque proposto duas parcelas que confrontam, ambas, com
arruamento público, estando o presente destaque isento de licença, nos termos do
18-04-2016

disposto no n.º 4 do art.º 6.º do DL n.º 555/99, de 16 de dezembro, alterado e republicado


pelo DL n.º 136/2014, de 9 de setembro, não sendo permitido efetuar no prédio originário
novo destaque por um prazo de 10 anos conforme o disposto no n.º 6 do artigo atrás
referido e emitir a certidão respetiva. ---------------------------------------------------------------------
-----Processo n.º 05/2016/2876 – Pedido de certidão para unificação de prédios –
Requerimento de Pedro Manuel Pragana Agostinho Clérigo, residente na Quinta do
Carvalho, no lugar e freguesia de Ribafria, deste município, no qual solicita o parecer
desta Câmara Municipal quanto à unificação dos prédios descritos na Conservatória do
Registo Predial de Alenquer sob os nºs 1220 e 1219 da freguesia de Pereiro de
Palhacana e inscritos, respetivamente, na matriz cadastral sob os artigos 25 e 26, ambos
da secção M, da referida freguesia de Pereiro de Palhacana. --------------------------------------
-----Acerca da pretensão a engenheira municipal Eva Santos, em serviço na DU, prestou
a seguinte informação: ---------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----Através do requerimento registado nestes serviços em 15.03.2016 sob o n.º 2876, é
solicitada a emissão de certidão em como não se vê inconveniente na unificação dos
prédios descritos na Conservatória do Registo Predial de Alenquer sob os n.ºs 1220 e
1219 da freguesia de Pereiro de Palhacana, e inscritos, respetivamente, na matriz
cadastral sob os artigos 25 e 26, ambos da secção M, da já referida freguesia. ---------------
-----Considerando que a pretensão – operação de transformação fundiária que se traduz
no emparcelamento de dois prédios – não se enquadra na noção de loteamento, julga-se
não haver inconveniente na anexação solicitada, resultando uma área total de 56960 m2,
salvaguardando-se que qualquer operação urbanística que venha a ter lugar no prédio
resultante da unificação, se encontra sujeita a controlo prévio. ------------------------------------
-----Mais se informa que de acordo com a informação prestada pela Fiscalização
Municipal em 21.12.2015, respeitante à edificação descrita no artigo urbano 871, “…
verificou-se que o referido prédio é muito antigo. A sua construção foi levada a efeito
antes de 07 de Agosto de 1951”, não dispondo de projeto uma vez que é anterior à
entrada em vigor do Regulamento Geral das Edificações Urbanas. ------------------------------
-----Face ao exposto, é o que cumpre informar.” -------------------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----“É de deferir a pretensão conforme informação técnica. ----------------------------------------


-----À reunião de Câmara.”-----------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, emitir parecer favorável à unificação dos
prédios descritos na Conservatória do Registo Predial de Alenquer sob os nºs 1220 e
1219 da freguesia de Pereiro de Palhacana, da qual resulta a área total de 56.960 m2,
com a salvaguarda de que qualquer operação urbanística que venha a ter lugar no prédio
resultante da unificação se encontrar sujeita a controlo prévio. ------------------------------------
PROCESSOS DE LICENCIAMENTO DE PUBLICIDADE
-----Processo n.º 07/2015/153 – Relativo ao pedido de licenciamento de publicidade para
colocação de um poste para 5 placas de sinalização direcional, a localizar na EN1
(rotunda de Alenquer), em Alenquer, na união das freguesias de Alenquer (Santo Estêvão
e Triana), que a firma Frenetik Smile, Lda., pretende instalar no local acima indicado. ------
-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a
seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----A presente pretensão refere-se ao pedido de Licenciamento para Ocupação do
Espaço Público e Publicidade – colocação de Poste para 5 placas de sinalização
direcional. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O local proposto para colocação do suporte é na EN1 (rotunda de Alenquer), fora de
aglomerado urbano, na União de Freguesias de Alenquer (Santo Estevão e Triana). -------
-----Apesar de o local para implantação da placa estar sujeito a parecer da Infraestruturas
de Portugal, SA nos termos da Lei n.º 34/2015 de 27 de abril, esta entidade tem
informado que até à publicação da portaria referida no n.º 4 do art.º 59.º do diploma
referido, não é possível emitir qualquer parecer.-------------------------------------------------------
-----Nestes termos, propõe-se a dispensa de consulta a esta entidade uma vez que até à
data não se verificou a publicação da portaria em causa. -------------------------------------------
-----Coloca-se à Consideração Superior a aceitação do acima exposto que, sendo aceite,
poderá o pedido ser deferido, considerando-se estar cumprido o disposto no art.º 40.º do
Regulamento de Ocupação do Espaço Público e de Publicidade do Município de
18-04-2016

Alenquer – ROEPPMA, desde que se verifique a observância das seguintes condições,


por parte do requerente: -------------------------------------------------------------------------------------
-----A placa deverá verificar a altura mínima de 2,40 metros a partir do solo; -------------------
-----Deve ser adotada a medida de 150 cm x 30 cm; -------------------------------------------------
-----A instalação do suporte não pode implicar prejuízo para a visibilidade da sinalização
de trânsito e de eventuais placas de sinalização de localidade ou de interesse público; ----
-----Deve ser tido em consideração o disposto nas alíneas g) e h) do n.º 3 do art.º 40.º do
ROEPPMA; ------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
-----Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a colocação
e durante a permanência do meio publicitário em questão; -----------------------------------------
-----Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de
eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação, e nas situações
previstas no nº 5 do art.º 40.º do ROEPPMA;-----------------------------------------------------------
-----Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas.” -------------------------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação
técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, dispensar a consulta às Infraestruturas de
Portugal, SA. e deferir o presente pedido de licenciamento de publicidade com as
condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do procedimento. --------
-----Processo n.º 07/2015/364 – Relativo ao pedido de licenciamento para colocação de
um painel publicitário, em estrutura outdoor, a localizar em domínio público, junto à EN1,
na união das freguesias de Carregado e Cadafais, deste município, por um período de 3
meses, que a firma Mosaico – Publicidade Unipessoal, Lda., com sede na rua Norberto
de Oliveira, n.º 12, Póvoa de Santo Adrião, pretende instalar no local acima indicado. ------
18-04-2016

-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a


seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----Por deliberação camarária de 14.12.2015, foi deferido o pedido de licenciamento para
Ocupação de Espaço Público e Publicidade, para colocação de um painel
publicitário/Outdoor, com 4 m x 3 m, a localizar em domínio público, junto à EN 1, na
União de Freguesias de Carregado e Cadafais, por um período de 3 meses.------------------
-----A firma requerente procedeu ao pagamento das taxas devidas. ------------------------------
-----Através do requerimento registado sob o n.º 1606 em 12.02.2016, a firma requerente
retificou o pedido inicial, pretendendo a colocação de uma placa direcional, no local
anteriormente aprovado para o painel publicitário. ----------------------------------------------------
-----Não se verifica inconveniente no solicitado, considerando-se estar cumprido o
disposto no art.º 40.º do Regulamento de Ocupação do Espaço Público e de Publicidade
do Município de Alenquer – ROEPPMA, desde que se verifique a observância das
seguintes condições, por parte do requerente: ---------------------------------------------------------
----- - A instalação do suporte não pode implicar prejuízo para a visibilidade da sinalização
de trânsito e de eventuais placas de sinalização de localidade ou de interesse público; ----
----- - Deve ser tido em consideração o disposto nas alíneas g) e h) do n.º 3 do art.º 40.º
do ROEPPMA; --------------------------------------------------------------------------------------------------
----- - Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
----- - Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a
colocação e durante a permanência do meio publicitário em questão; ---------------------------
----- - Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de
eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação, e nas situações
previstas no nº 5 do art.º 40.º do ROEPPMA;-----------------------------------------------------------
----- - Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas; --------------------------------------------------------------
----- - Ser pagas as taxas devidas, no montante de 74,24 euros (12 meses).” -----------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação


técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o presente pedido de licenciamento de
publicidade com as condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do
procedimento e mediante o pagamento das taxas devidas.-----------------------------------------
-----Processo n.º 07/2015/365 – Relativo ao pedido de licenciamento para colocação de
um painel publicitário, em estrutura outdoor, a localizar em domínio público, junto à EN1,
na união das freguesias de Carregado e Cadafais, deste município, por um período de 3
meses, que a firma Mosaico – Publicidade Unipessoal, Lda., com sede na rua Norberto
de Oliveira, n.º 12, Póvoa de Santo Adrião, pretende instalar no local acima indicado. ------
-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a
seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----Por deliberação camarária de 14.12.2015, foi deferido o pedido de licenciamento para
Ocupação de Espaço Público e Publicidade, para colocação de um painel
publicitário/Outdoor, com 8 m x 3 m, a localizar em domínio público, junto à EN 1, na
União de Freguesias de Alenquer (Santo Estevão e Triana), por um período de 3 meses. -
-----A firma requerente procedeu ao pagamento das taxas devidas. ------------------------------
-----Através do requerimento registado sob o n.º 1607 em 12.02.2016, a firma requerente
retificou o pedido inicial, pretendendo a colocação de uma placa direcional, no local
anteriormente aprovado para o painel publicitário. ----------------------------------------------------
-----Verifica-se que o suporte em causa se implanta a cerca de 28 m de um Poste para 5
placas de sinalização direcional, se encontra em fase de licenciamento, correspondente
ao processo n.º 07/2015/153 em nome de Frenetik Smilel, Lda., que se encontra
colocado. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Pela posição proposta para a placa em pretensão, não é percetível que a mesma vá
implicar diminuição de visibilidade para as placas já existentes, sendo que o
Regulamento de Ocupação de Espaço Público e de Publicidade do Município de
Alenquer (ROEPPMA) não define uma distância mínima entre placas. --------------------------
18-04-2016

-----Coloca-se à Consideração Superior a aceitação do acima exposto que, sendo aceite,


e considerando-se estar cumprido o disposto no art.º 40.º do Regulamento de Ocupação
do Espaço Público e de Publicidade do Município de Alenquer – ROEPPMA, poderá
deferir-se a pretensão desde que se verifique a observância das seguintes condições, por
parte do requerente:-------------------------------------------------------------------------------------------
-----A instalação do suporte não pode implicar prejuízo para a visibilidade da sinalização
de trânsito e de eventuais placas de sinalização de localidade ou de interesse público; ----
Deve ser tido em consideração o disposto nas alíneas g) e h) do n.º 3 do art.º 40.º do
ROEPPMA; ------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
-----Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a colocação
e durante a permanência do meio publicitário em questão; -----------------------------------------
-----Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de
eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação, e nas situações
previstas no nº 5 do art.º 40.º do ROEPPMA;-----------------------------------------------------------
-----Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas; --------------------------------------------------------------
-----Serem pagas as taxas devidas, no montante de 74,24 euros (12 meses).” ----------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação
técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o presente pedido de licenciamento de
publicidade com as condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do
procedimento e mediante o pagamento das taxas devidas.-----------------------------------------
-----Processo n.º 07/2016/12 – Relativo ao pedido de licenciamento para colocação de
um poste para 2 caixas/placas de sinalização direcional, a localizar em domínio público,
na EN3, na vila de Carregado, na união das freguesias de Carregado e Cadafais, deste
município, por um período de 12 meses, que a firma Mosaico – Publicidade Unipessoal,
18-04-2016

Lda., com sede na rua Norberto de Oliveira, n.º 12, Póvoa de Santo Adrião, pretende
instalar no local acima indicado. ---------------------------------------------------------------------------
-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a
seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----A presente pretensão refere-se ao pedido de licenciamento para Ocupação de
Espaço Público e Publicidade, para colocação de um Poste para 2 caixas/placas de
sinalização direcional, a localizar em domínio público, na EN 3, no Carregado, na União
de Freguesias de Carregado e Cadafais, por um período de 12 meses. ------------------------
-----Apesar de o local para implantação da placa estar sujeito a parecer da Infraestruturas
de Portugal, SA nos termos da Lei n.º 34/2015 de 27 de abril, esta entidade tem
informado que até à publicação da portaria referida no n.º 4 do art.º 59.º do diploma
referido, não é possível emitir qualquer parecer.-------------------------------------------------------
-----Nestes termos, propõe-se a dispensa de consulta a esta entidade uma vez que até à
data não se verificou a publicação da portaria em causa. -------------------------------------------
-----Caso o mesmo seja aceite, considerando-se estar cumprido o disposto no art.º 40.º
do Regulamento de Ocupação do Espaço Público e de Publicidade do Município de
Alenquer – ROEPPMA, poderá o pedido ser deferido, desde que se verifique a
observância das seguintes condições, por parte do requerente: -----------------------------------
----- - Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
----- - Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a
colocação e durante a permanência do meio publicitário em questão; ---------------------------
----- - Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de
eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação;----------------------------
----- - Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas; --------------------------------------------------------------
----- - Remoção da estrutura após o fim do prazo da licença.” --------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação
técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à


reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, dispensar a consulta às Infraestruturas de
Portugal, SA. e deferir o presente pedido de licenciamento de publicidade com as
condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do procedimento. --------
-----Processo n.º 07/2016/13 – Relativo ao pedido de licenciamento para colocação de
um poste para 2 caixas/placas de sinalização direcional, a localizar em domínio público,
na EN3, na vila de Carregado, na união das freguesias de Carregado e Cadafais, deste
município, por um período de 12 meses, que a firma Mosaico – Publicidade Unipessoal,
Lda., com sede na rua Norberto de Oliveira, n.º 12, Póvoa de Santo Adrião, pretende
instalar no local acima indicado. ---------------------------------------------------------------------------
-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a
seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----A presente pretensão refere-se ao pedido de licenciamento para Ocupação de
Espaço Público e Publicidade, para colocação de um Poste para 2 caixas/placas de
sinalização direcional, a localizar em domínio público, na EN 3, no Carregado, na União
de Freguesias de Carregado e Cadafais, por um período de 12 meses. ------------------------
-----Apesar de o local para implantação da placa estar sujeito a parecer da Infraestruturas
de Portugal, SA nos termos da Lei n.º 34/2015 de 27 de abril, esta entidade tem
informado que até à publicação da portaria referida no n.º 4 do art.º 59.º do diploma
referido, não é possível emitir qualquer parecer.-------------------------------------------------------
-----Nestes termos, propõe-se a dispensa de consulta a esta entidade uma vez que até à
data não se verificou a publicação da portaria em causa. -------------------------------------------
-----Caso o mesmo seja aceite, considerando-se estar cumprido o disposto no art.º 40.º
do Regulamento de Ocupação do Espaço Público e de Publicidade do Município de
Alenquer – ROEPPMA, poderá o pedido ser deferido, desde que se verifique a
observância das seguintes condições, por parte do requerente: -----------------------------------
----- - Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
----- - Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a
colocação e durante a permanência do meio publicitário em questão; ---------------------------
18-04-2016

----- - Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de


eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação;----------------------------
----- - Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas; --------------------------------------------------------------
----- - Remoção da estrutura após o fim do prazo da licença.” --------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação
técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, dispensar a consulta às Infraestruturas de
Portugal, SA. e deferir o presente pedido de licenciamento de publicidade com as
condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do procedimento. --------
-----Processo n.º 07/2016/14 – Relativo ao pedido de licenciamento para colocação de
um poste para 2 caixas/placas de sinalização direcional, a localizar em domínio público,
no cruzamento próximo do Banco de Portugal, junto ao viaduto sobre a N1/IC2, na união
das freguesias de Carregado e Cadafais, deste município, que a firma Mosaico –
Publicidade Unipessoal, Lda., com sede na rua Norberto de Oliveira, n.º 12, Póvoa de
Santo Adrião, pretende instalar no local acima indicado. --------------------------------------------
-----A engenheira municipal Eva Santos, em serviço na Divisão do Urbanismo, prestou a
seguinte informação: ------------------------------------------------------------------------------------------
-----“À Consideração Superior ------------------------------------------------------------------------------
-----A presente pretensão refere-se ao pedido de Licenciamento para Ocupação do
Espaço Público e Publicidade – colocação de Poste para 2 placas de sinalização
direcional. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O local proposto para colocação do suporte é no cruzamento próximo do Banco de
Portugal, Carregado. ------------------------------------------------------------------------------------------
-----Considerando-se estar cumprido o disposto no art.º 40.º do Regulamento de
Ocupação do Espaço Público e de Publicidade do Município de Alenquer – ROEPPMA,
poderá o pedido ser deferido, desde que se verifique a observância das seguintes
condições, por parte do requerente:-----------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----A instalação do suporte não pode implicar prejuízo para a visibilidade da sinalização
de trânsito e de eventuais placas de sinalização de localidade ou de interesse público; ----
-----Deve ser tido em consideração o disposto nas alíneas g) e h) do n.º 3 do art.º 40.º do
ROEPPMA; ------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Conservar o equipamento (suporte e mensagem publicitária aposta) em bom estado
de conservação e segurança;-------------------------------------------------------------------------------
-----Responder civil e criminalmente pelos danos provocados a terceiros com a colocação
e durante a permanência do meio publicitário em questão; -----------------------------------------
-----Aceitar a remoção do dispositivo publicitário, caso seja necessária a realização de
eventuais obras públicas, ou outras, que impliquem aquela situação, e nas situações
previstas no nº 5 do art.º 40.º do ROEPPMA;-----------------------------------------------------------
-----Não exigir qualquer indemnização em resultado da remoção do dispositivo
publicitário, nas situações acima referidas.” -------------------------------------------------------------
-----O chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista, emitiu o
seguinte parecer:-----------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Propõe-se o deferimento da pretensão com as condições indicadas na informação
técnica.” ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, deferir o presente pedido de licenciamento de
publicidade com as condições indicadas na informação técnica prestada pela gestora do
procedimento.---------------------------------------------------------------------------------------------------
PROCESSO DE ELEVADOR
-----Processo n.º 10/2015/376 – Relativo ao ascensor nº 11.01.000745 instalado na
Central Termoelétrica do Ribatejo, na Vala do Carregado, união das freguesias de
Carregado e Cadafais, deste município. -----------------------------------------------------------------
-----Notificado o Administrador da Empresa E.D.P. – Gestão de Produção de Energias,
S.A., para solicitar a reinspecção ao referido ascensor e não tendo sido emitida qualquer
resposta, o chefe da Divisão do Urbanismo, engenheiro municipal Fernando Baptista,
emitiu a seguinte informação: -------------------------------------------------------------------------------
-----“À reunião de Câmara para selagem do elevador 745.” -----------------------------------------
18-04-2016

-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à


reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara deliberou, por unanimidade, determinar a selagem do ascensor em causa. -
PROCESSO DE QUEIXA ESCRITA
-----Processo n.º 19/2011/8 – Relativo à comunicação formulada pela União das
Freguesias de Aldeia Galega da Merceana e Aldeia Gavinha acerca do estado de
degradação (perigo de derrocada) do prédio urbano (casa senhorial) situado no lugar da
Mata, Estrada Nacional 9, Km 89,2, da referida união das freguesias de Aldeia Galega da
Merceana e Aldeia Gavinha. --------------------------------------------------------------------------------
-----A pretensão foi presente à reunião ordinária de 17/12/2012, tendo sido deliberado não
haver pronúncia do executivo sem o prévio parecer do Gabinete Jurídico desta edilidade
acerca do assunto referido no auto de vistoria técnica elaborado pela respetiva
Comissão. -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----As proprietárias do imóvel foram notificadas em abril de 2015 para procederem às
obras de conservação/demolição necessárias à correção dos problemas existentes. -------
-----Vieram as interessadas requerer o prazo de 30 dias para darem satisfação à
notificação atrás referida, tendo sido constatado pela Fiscalização Municipal, em
02.12.2015, que a situação se encontrava como aquando do início do presente processo,
ou seja, em perigo de derrocada. --------------------------------------------------------------------------
-----Procederam estes serviços à audiência prévia escrita das interessadas, tendo MLJ –
Sociedade de Advogados, em 29.12.2015, apresentado uma exposição, em
representação de uma das proprietárias, referindo que a demolição ainda não ocorreu;
que só agora foi possível reunir a verba necessária para proceder à demolição do imóvel
e que o orçamento já foi aprovado e adjudicado tendo a demolição data prevista para
execução em 14 de Janeiro de 2015 e solicitando novo prazo de 30 dias para levar a
cabo a referida demolição.-----------------------------------------------------------------------------------
-----Agendada nova vistoria ao local, foi elaborado pela Comissão de Vistorias o seguinte
auto: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----AUTO DE NOVA VISTORIA TÉCNICA EFECTUADA A UMA CASA EM AVANÇADO
ESTADO DE DEGRADAÇÃO, SITA NO LUGAR DA MATA, EN 9, KM 89,2, EM
FREGUESIA DE ALDEIA GAVINHA, CONCELHO DE ALENQUER, NOS TERMOS DO
18-04-2016

DISPOSTO NOS ARTIGOS 89º E 90º DO RJUE – REGIME JURÍDICO DA


URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO. -------------------------------------------------------------------------
-----“Ao vigésimo quarto dia do mês de fevereiro do ano de 2016, pelas dez horas e trinta
minutos, compareceram os Peritos da Comissão de Vistorias desta Edilidade, Engenheira
do Departamento de Urbanismo, Mafalda Rita Correia Guerra Perestrello Caldas,
Arquitecta da Divisão de Urbanismo, Ana Luísa Marques de Almeida e Fiscal Municipal,
José Manuel Montez Pereira, bem como os técnicos convidados a acompanhar a vistoria,
designadamente Comandante Operacional Municipal do Gabinete de Protecção Civil
desta Edilidade, Rodolfo Batista e Técnico Especialista de Saúde Ambiental da ARSLVT
– Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Sul – Pólo de Alenquer, Álvaro Salvador
Abreu Ramos, no local a vistoriar, dando cumprimento à avaliação solicitada
Superiormente: -------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Foram novamente convocadas para estarem presentes a advogada representante da
família de Dr. Jorge Ferreira e a Cabeça de Casal de herança - Sr.ª D.ª Patrícia Monteiro,
as quais avisaram não poderem comparecer. ----------------------------------------------------------
-----No decorrer da nova visita, não foi de novo possível aos peritos aceder ao interior do
imóvel, uma vez que este já derrocou parcialmente (ver fotos), observando-se o estado
de colapso e a separação física dos alçados, tanto a nível exterior como a nível interior.
Verificou-se, ainda, a existência de um arrastamento do solo de fundação da edificação
em zona de leito de cheia. -----------------------------------------------------------------------------------
-----CONCLUSÃO - Tendo esta nova inspeção técnica a finalidade de auscultar a decisão
dos proprietários acerca da intenção de conclusão de demolição da referida edificação,
face à extensão e agravamento da perigosidade anteriormente denunciada, considera
esta comissão que a parte restante da edificação não deverá permanecer na situação
atual, uma vez que se encontram seriamente comprometidas as condições de segurança
necessárias aos transeuntes que circulam na via pública (EN9), bem como em situação
de derrocada para a linha de água confinante com o imóvel, provocando a obstrução do
seu curso normal. ----------------------------------------------------------------------------------------------
-----Sem outro assunto, a comissão lavrou este relatório para efeitos de deliberação
Superior.” --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Vereadora com competências delegadas concordou e remeteu o processo à
reunião de Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------
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-----A Câmara homologou o auto da nova vistoria técnica e deliberou, por unanimidade,
tomar a posse administrativa do imóvel, procedendo-se à sua demolição, a expensas da
proprietária.------------------------------------------------------------------------------------------------------
----------3. – Licença de Recinto Improvisado – Ratificação de Despacho: -
Requerimento registado em 22 de março último, do Centro Social Recreativo e
Desportivo de Ota, com sede na Rua do Centro Social, número 2, no lugar e freguesia de
Ota, deste concelho, solicitando a emissão de licença para instalação e funcionamento de
um recinto improvisado para realizar a “Noite do Fado”, na sede da coletividade no dia 2
de abril, com início às 21.00 horas e termo às 2.00 horas do dia seguinte. ---------------------
-----Em 29 de março de 2016, o sr. Presidente proferiu o despacho n.º 25-P/2016, que se
transcreve: -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Considerando que o Centro Social Recreativo e Desportivo de Ota, titular do NIPC
501253300, apresentou requerimento a solicitar a emissão de licença para instalação e
funcionamento de recinto improvisado, para realizar um espetáculo designado “Noite do
Fado”, a levar a efeito no recinto da coletividade sito na Rua do Centro Social, no lugar de
Ota, no dia 2 de abril, com início às 21h00m e termo às 2h00m do dia seguinte; -------------
-----Considerando que o pedido referente ao recinto improvisado se encontra instruído de
acordo com o estabelecido no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 268/2009, de 29 de setembro;
-----Considerando que o pedido não cumpre o prazo legalmente estabelecido para que
seja possível reunir o Executivo, antes da data prevista para o evento, no uso da
competência que me é conferida pelo nº. 3 do artigo 35º. da Lei n.º 75/2013, de 12 de
setembro, AUTORIZO a instalação do recinto improvisado e DETERMINO a respetiva
vistoria de recinto. ---------------------------------------------------------------------------------------------
-----A presente autorização é condicionada à aprovação do respetivo recinto por parte da
Comissão de Vistorias, devendo, no entanto, serem tomadas todas as medidas para que
o espetáculo ou outras atividades exercidas não possam constituir incómodo para a
vizinhança.-------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Dê-se conhecimento ao EXECUTIVO deste meu despacho na sua próxima reunião. --
-----Do facto, dar conhecimento à Freguesia de Ota.” ------------------------------------------------
-----A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho
proferido. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
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----------3.1 – Licença de Recinto Improvisado – Ratificação de Despacho: -


Requerimento registado em 17 de março findo, da Associação Cultural e Recreativa “Os
Amigos de Lapaduços”, com sede no Largo de S. Miguel, em Lapaduços, freguesia de
Vila Verde dos Francos, deste concelho, solicitando a emissão de licença para instalação
e funcionamento de um recinto improvisado para realizar uma vacada no Largo de S.
Miguel, no dia 9 de abril, com início às 22.00 horas e termo às 3.00 horas do dia seguinte.
-----Em 6 de abril de 2016, o sr. Presidente proferiu o despacho n.º 28-P/2016, que se
transcreve: -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----“Considerando que a Associação Cultural e Recreativa “Os Amigos de Lapaduços”,
titular do NIPC 504684388, apresentou requerimento a solicitar a emissão de licença para
instalação e funcionamento de recinto improvisado, para realizar uma vacada no Largo de
S. Miguel, em Lapaduços, consubstanciada para o dia 9 de abril, com início às 22h00m
horas e termo às 3h00m do dia seguinte; ----------------------------------------------------------------
-----Considerando que o pedido referente ao recinto improvisado se encontra instruído de
acordo com o estabelecido no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 268/2009, de 29 de setembro;
-----Considerando que o pedido não cumpre o prazo legalmente estabelecido para que
seja possível reunir o Executivo, antes da data prevista para o evento, no uso da
competência que me é conferida pelo nº. 3 do artigo 35º. da Lei n.º 75/2013, de 12 de
setembro, AUTORIZO a instalação do recinto improvisado e DETERMINO a respetiva
vistoria de recinto. ---------------------------------------------------------------------------------------------
-----A presente autorização é condicionada à aprovação do respetivo recinto por parte da
Comissão de Vistorias, devendo, no entanto, serem tomadas todas as medidas para que
a atividade exercida não possa constituir incómodo para a vizinhança. -------------------------
-----Dê-se conhecimento ao EXECUTIVO deste meu despacho na sua próxima reunião. --
-----Do facto, dar conhecimento à Freguesia de Vila Verde dos Francos.” ----------------------
-----A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho
proferido. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
----------4. – Licença de Recinto Improvisado: - Requerimento registado em 31 de
março findo, de Carlos Gonçalo Pagou Ferreira Baptista, residente na Rua Fausto
Guedes Teixeira, nº. 5 2º. Dtº., em Lisboa, solicitando autorização para a instalação e
funcionamento de um recinto improvisado para realizar um evento musical no Campo de
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Tiro “Vale das Pedras”, em Ota, no dia 30 de abril, com início às 20.00 horas e termo às
20.00 horas do dia seguinte. --------------------------------------------------------------------------------
-----Considerando que o pedido se encontra instruído de acordo com o estabelecido no
artigo 5.º do Decreto-Lei número 268/2009, de 29 de setembro, a Câmara deliberou, por
unanimidade, autorizar a instalação do recinto improvisado no local solicitado e
determinar a realização de vistoria ao mesmo, de acordo com o número 2 do artigo 6.º do
mesmo diploma. ------------------------------------------------------------------------------------------------
----------5. - Projeto da 2ª. Alteração ao Regulamento e Tabela de Taxas e Outras
Receitas Municipais - Início de Procedimento – Ratificação de Despacho: - Na
sequência da informação prestada pela trabalhadora, Paula Aguiar, registada sob o nº.
2447, em 31 de Março último, o sr. Presidente proferiu o despacho nº. 27-P/2016, no dia
5 de abril, que se transcreve: -------------------------------------------------------------------------------
-----“CONSIDERANDO QUE:-------------------------------------------------------------------------------------
-----Após a entrada em vigor, em 17 de setembro de 2015, da 1.ª Alteração ao
Regulamento e Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais, ocorreram alterações
legislativas, designadamente, ao Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo
Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro. Também, se verifica a necessidade de ajustar o
normativo ao atual contexto económico e social. ------------------------------------------------------
-----Carece, por isso, o regulamento vigente de ser adaptado às alterações acima
enunciadas. -----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara Municipal é o órgão com competência para elaborar os projetos de
regulamentos externos do município, conforme dispõe a alínea k) do n.º 1 do artigo 33.º
do anexo I, à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro; ----------------------------------------------------
-----O novo Código do Procedimento Administrativo (CPA), estabelece o dever de
publicitação do início do procedimento de elaboração do regulamento administrativo na
perspetiva dos interessados no procedimento se constituírem como tal e apresentarem os
seus contributos para elaboração/revisão/alteração dos regulamentos municipais; ----------
-----A publicitação do início do procedimento, consagrada no n.º 1 do artigo 98.º do
Código do Procedimento Administrativo, deve ser realizada através da internet, no sítio
institucional da entidade pública, com a indicação do órgão que decidiu desencadear o
procedimento, da data em que o mesmo se iniciou, do seu objeto e da forma como se
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pode processar a constituição como interessados e a apresentação de contributos para


elaboração do regulamento;---------------------------------------------------------------------------------
-----Considerando, por fim, que a Câmara Municipal reúne quinzenalmente, e atendendo
à pertinência do assunto, tendo em vista uma eventual submissão ao órgão deliberativo,
em junho do ano corrente, (para efeitos do previsto na alínea k) do n.º 1 do artigo 33.º do
anexo I, à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, submeter à Assembleia Municipal os
projetos de regulamentos externos), ----------------------------------------------------------------------
-----DETERMINO, no uso da competência que me é conferida pelo n.º 3 do artigo 35.º da
Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, e em cumprimento do disposto no n.º 1 do artigo 98.º
do Código do Procedimento Administrativo, a publicitação do início do procedimento e
participação procedimental referente à elaboração do Projeto de ALTERAÇÃO AO
REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS E OUTRAS RECEITAS MUNICIPAIS, conforme segue: -------
------ Objeto do procedimento: Projeto da 2.ª Alteração ao Regulamento e Tabela de
Taxas e Outras Receitas Municipais; ---------------------------------------------------------------------
------ Data do início do procedimento: 05/04/2016 -----------------------------------------------------
------ Podem constituir-se como interessados aqueles que nos termos do n.º 1 do artigo
68.º do Código de Procedimento Administrativo, sejam titulares de direitos, interesses
legalmente protegidos, deveres, encargos ónus ou sujeições no âmbito das decisões que
forem ou possam ser tomadas, bem como as associações, para defender interesses
coletivos ou proceder à defesa coletiva de interesses individuais dos seus associados
que caibam no âmbito dos respetivos fins; --------------------------------------------------------------
------ A constituição de interessados e apresentação de contributos se processa, no
prazo de dez dias úteis a contar da data de publicitação do início do procedimento,
mediante a apresentação de requerimento dirigido ao Sr. Presidente da Câmara
Municipal de Alenquer, que deverá ser apresentado no Balcão de Atendimento desta
edilidade, dentro do horário de expediente, ou via postal enviado para Câmara Municipal
de Alenquer, Praça Luís de Camões – 2580-318 Alenquer ou, ainda, para o endereço
eletrónico geral@cm-alenquer.pt, conforme modelo anexo. ----------------------------------------
------ Dê-se conhecimento ao EXECUTIVO deste meu despacho na sua próxima reunião.”
-----A Câmara tomou conhecimento e deliberou, por unanimidade, ratificar o despacho
proferido. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
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----------6. – Projeto da 2ª. Alteração ao Regulamento e Tabela de Taxas e Outras


Receitas Municipais: - A Chefe da Divisão Orçamental e Administrativa, Paula Correia,
através da informação registada sob o nº. 2794, em 13 de abril em curso, sugeriu as
seguintes alterações ao Regulamento e Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais: --
“Artigo 22.º Isenções e Reduções de Taxas e Outras Receitas Municipais
Texto atual
1 — Para promoção da fixação de população e combate à desertificação do Município,
bem como do seu desenvolvimento económico, dinamização cultural ou outra do
Município, para efeitos do presente Regulamento estão isentas do pagamento de taxas
as obras de edificação destinadas a utilização própria, levadas a efeito pelos seguintes
interessados:
a) As pessoas coletivas de direito público, direito privado ou utilidade pública
administrativa, às quais a lei confira tal isenção;
b) As pessoas coletivas de direito público ou de utilidade pública administrativa, os
partidos políticos e os sindicatos, com sede/delegação na área do Município;
c) As associações e/ ou fundações culturais, desportivas, recreativas, sociais ou outras,
legalmente constituídas que, na área do Município, prossigam fins de relevante interesse
público, assim como para processos de regularização do licenciamento de obras já
edificadas;
d) As pessoas singulares, naturais e ou residentes no Concelho, a quem tenha sido
reconhecida insuficiência económica, relativamente à construção da sua primeira e
própria habitação e os cidadãos portadores de deficiência, cujo grau de invalidez
permanente seja igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação
do respetivo atestado.
Alteração
d) As pessoas singulares, naturais e ou residentes no Concelho, a quem tenha sido
reconhecida insuficiência económica, relativamente à construção da sua primeira e
própria habitação e os cidadãos portadores de deficiência, cujo grau de invalidez
permanente seja igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação
do respetivo Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente.
Texto atual
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2 — No seguimento dos mesmos fins previstos no ponto anterior estão igualmente


isentas do pagamento de taxas, as pessoas singulares e coletivas, para a realização de
obras de edificação destinadas à construção de empreendimentos turísticos no período
temporal compreendido entre a data de entrada em vigor do presente regulamento e o
final do ano de 2020.
3 — Beneficiam de uma redução de 50 % do pagamento das taxas aplicáveis as obras de
edificação, levadas a efeito pelos seguintes interessados:
a) Os jovens com idades compreendidas entre 18 e 35 anos que não sejam, nem tenham
sido, proprietários de habitação própria no Concelho;
b) As empresas municipais e as sociedades em que as Autarquias do concelho tenham
participação no capital social;
c) As instituições particulares de solidariedade social, legalmente constituídas que, na
área do Município, prossigam fins de relevante interesse público;
d) As cooperativas ou empresas que promovam habitação a custos controlados/CDH’s;
e) Os proprietários que efetuem novas construções de edifícios em ruínas que foram alvo
de uma demolição, até 2 anos antes da emissão da licença de construção, tendo como
objetivo a melhoria do tecido urbano existente.
4 — Beneficiam de uma redução de 60 % do pagamento das taxas aplicáveis os
seguintes casos:
a) As obras de reabilitação de edifícios no âmbito da conservação e da alteração interior
ou suas frações e que não sofram modificações, da cércea, da forma das fachadas ou do
telhado;
b) As obras referidas na alínea anterior que necessitem de ampliações e ou demolições
parciais desde que, mantenham o seu todo ou parte substancial do edifício original de
forma a garantir a melhoria das condições de uso, conservando o seu caráter
fundamental.
5 — As Associações humanitárias, desportivas, culturais, recreativas, religiosas e outras
sem fins lucrativos, bem como as IPSS e os agrupamentos de escolas, legalmente
constituídas, com sede na área do município de Alenquer, e ainda as Freguesias do
Município de Alenquer, beneficiam de uma redução de 50 % no valor das taxas
municipais devidas:
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a) Pelos licenciamentos e autorizações exigíveis para a realização de iniciativas e


eventos de interesse municipal a definir em regulamento de apoio ao movimento
associativo, festas tradicionais anuais e de comemoração de aniversário da sua
fundação;
b) Pelo aluguer de veículos do Município e pela utilização da mão de obra municipal
àqueles associadas.
5.1 — Beneficiam as entidades mencionadas no ponto 5 de isenção total do pagamento
da taxa de realização de vistoria no licenciamento dos recintos improvisados.
Alteração
5 — As Associações humanitárias, desportivas, culturais, recreativas, religiosas e outras
sem fins lucrativos, bem como as IPSS e os agrupamentos de escolas, legalmente
constituídas, com sede na área do município de Alenquer, beneficiam de uma redução de
50 % no valor das taxas municipais devidas. (eliminado - e ainda as Freguesias do
Município de Alenquer)
5.2 – As freguesias do concelho de Alenquer beneficiam de uma redução de 50% no
valor das taxas municipais devidas:
a) Pelos licenciamentos e autorizações exigíveis para a realização de iniciativas e
eventos de interesse municipal a definir em regulamento de apoio ao movimento
associativo, festas tradicionais anuais e de comemoração de aniversário da sua
fundação;
5.3 – Fica isento do pagamento de qualquer taxa pelas freguesias do concelho de
Alenquer: (novo)
a) A cedência de veículos do município e utilização dos operadores àqueles associados;
b) Para efeitos do estipulado na alínea anterior, as freguesias devem, com a
antecedência mínima de 30 dias, formalizar, por escrito, a necessidade do pedido,
ficando a mesma dependente de autorização prévia do presidente da câmara ou do
vereador com competência delegada.
c) Os veículos mencionados na alínea a) são exclusivamente os seguintes: camião,
retroescavadora, niveladora, cilindro, viatura com plataforma elevatória, viatura com
equipamento de desentupimento, cisterna, viatura com grua, trator, roçadora e varredora.
Texto atual
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6 — A cedência dos espaços e instalações municipais disponíveis e em condições de


funcionamento, para a realização de atividades a promover pelo Estado, pelas
Freguesias, Estabelecimentos Escolares Públicos, Pessoas Coletivas de Utilidade
Pública, Associações Culturais, Desportivas e Recreativas e IPSS’s sediadas ou com
Atividade na área do Município, desde que as atividades nelas realizadas não tenham
fins lucrativos:
a) Ficam isentas do pagamento das taxas correspondentes, quando essa cedência seja
efetuada, nos dias úteis, no horário das 9h00 às 17h00;
b) Fora dos casos previstos na alínea anterior, as taxas são reduzidas de 50 %;
c) No caso da utilização específica do Pavilhão Municipal de Alenquer, fora dos casos
previstos na alínea anterior, as taxas são reduzidas de 50 % apenas se se destinarem à
prática de atividades desportivas promovidas pelas entidades mencionadas na epígrafe
do presente número de forma regular e com caráter competitivo pelos atletas utilizadores;
d) Ainda no caso da utilização específica do Pavilhão Municipal de Alenquer, fora dos
casos previstos nas alíneas anteriores, as taxas são reduzidas de 75 % no âmbito da
promoção do desporto federado e que se destine exclusivamente à formação desportiva
e social de crianças e jovens.
Alteração
e) Fica isenta a utilização dos equipamentos municipais pelo CSPMA para atividades
relacionadas com os fins desta associação. (novo)
f) Fica isenta a utilização dos equipamentos municipais no âmbito do Programa de
Desporto Escolar. (novo)
Texto atual
7 — Beneficiam de uma redução de 50 % no valor do pagamento das taxas previstas
neste regulamento, com exceção das taxas cuja cobrança seja efetuada através de
meios mecânicos, as seguintes entidades:
a) As adegas cooperativas, desde que de taxas relacionadas com as atividades
estatuárias;
b) Os agricultores, promotores de obras no âmbito exclusivamente agrícola e
agropecuário, relativamente a essas Obras.
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8 — Beneficiam de uma redução de 50 % do pagamento de todas as taxas previstas no


presente Regulamento as pessoas singulares portadoras de cartão de idoso do
Município, exceto as cobradas por meios mecânicos:
a) Para beneficiar da redução prevista no presente número os interessados deverão
apresentar o respetivo cartão de idoso.
Alteração
8 - Eliminar
Texto atual

9 — Beneficiam das isenções e reduções constantes da Tabela de Taxas anexa ao


Regulamento, na Utilização Livre e nas Atividades Aquáticas de Grupo da Piscina
Interior:
a) As pessoas portadoras de deficiência, temporária ou permanente, com grau de
incapacidade igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada;
b) Os trabalhadores da Câmara Municipal de Alenquer;
c) As pessoas singulares que gozem de insuficiência económica, analisado nos termos
previstos no artigo 23.º do presente regulamento;
d) Os voluntários registados no banco local de voluntariado (BLV) do município e que
tenham participado no ano corrente e ou transato, em pelo menos um projeto de
voluntariado no âmbito da BLV da Câmara Municipal de Alenquer;
e) Os bebés até aos 2 anos de idade na utilização da piscina exterior;
f) Os alunos dos agrupamentos de escolas do concelho no âmbito das atividades do
Programa de Desporto Escolar.
Alteração
a) As pessoas portadoras de deficiência, temporária ou permanente, com grau de
incapacidade igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação do
respetivo Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente;
c) As pessoas singulares residentes no concelho, a quem tenha sido reconhecida
insuficiência económica, analisado nos termos previstos no artigo 23.º do presente
regulamento;
Texto atual
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10 — Para promoção do desenvolvimento económico do Município e atendendo à


situação económica que muitos munícipes atravessam e a necessidade premente de
promoção do empreendedorismo junto da população, assim como de mecanismos de
apoio à criação do próprio emprego, está isenta do pagamento de taxas quaisquer
iniciativas e ou ocupações do espaço público relacionadas com o projeto “Tesouros do
Rio”.
Alteração
10 - Para a promoção do desenvolvimento económico do município, no âmbito da
revitalização e dinamização do comércio tradicional local, quaisquer eventos promovidos
pelos agentes locais de comércio tradicional estão isentos do pagamento de quaisquer
taxas municipais, no domínio da ocupação do espaço público e publicidade,
exclusivamente nas seguintes datas de efeméride:
a)-Dia dos Namorados
b) Dia da Mãe
c)-Dia do Pai
d)-Dia Internacional da Criança
e)-Iniciativa anual “Visite e compre no Comércio Local.”
1 - Consideram-se agentes locais de comércio tradicional, as entidades que possuem
estabelecimentos de rua com área de venda inferior a 500m2 e exclusivamente nas
seguintes áreas de atividade: vestuário, calçado, retrosaria, decoração, têxteis, lar,
bricolage, papelaria, brinquedos, desporto, lazer, flores, ourivesaria, costura,
engomadoria, equipamentos eletrónicos, ótico, fotográfico e de precisão, alojamento,
restauração e viagens.
2 - A data da iniciativa mencionada na alínea e) do nº 1 do presente artigo será a definir
pelo executivo até ao final do mês de dezembro do ano transato.
3 - No caso das datas alusivas à comemoração das efemérides mencionadas no nº 1
corresponderem a um dia útil, as mesmas poderão ser gozadas no sábado que antecede
a data comemorativa.
4 - Todas as iniciativas previstas no presente artigo carecem de licenciamento prévio,
mediante requerimento dirigido ao presidente da câmara municipal de Alenquer.
Artigo 23.º Procedimento de isenções ou reduções
Texto atual
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1 — A apreciação e decisão da isenção ou redução das taxas previstas nos artigos


anteriores carece de formalização através de apresentação de pedido, que deve ser
acompanhado dos documentos comprovativos da natureza jurídica das entidades, da sua
finalidade estatutária, bem como de outros elementos exigíveis em cada caso.
2 — Para beneficiar das isenções ou reduções previstas no presente artigo os
interessados deverão formalizar o pedido mediante requerimento dirigido ao Ex.mo
Senhor Presidente da Câmara, instruído com os documentos necessários à boa decisão
do mesmo nomeadamente e quando aplicável ao caso concreto:
a) Declaração sobre compromisso de honra da veracidade dos elementos constantes do
requerimento;
b) Declaração de IRS/IRC;
c) Atestado da Junta de Freguesia;
d) Declaração médica e da Segurança Social relativamente ao grau de incapacidade ou
invalidez;
e) Cartão de eleitor;
f) Certidão dos Serviços de Finanças relativamente ao património imóvel do interessado;
g) Estatutos da Entidade.
Alteração
d) Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente
h) Para as situações de reconhecimento de insuficiência económica acresce os
documentos considerados necessários à avaliação socioeconómica do requerente após a
receção do pedido mediante o envio de uma comunicação do serviço competente para o
efeito. (novo)
Artigo 25º - Pagamento em prestações
Texto atual
1 – Compete à câmara Municipal, com possibilidade de delegação no Presidente,
autorizar o pagamento em prestações, nos termos do código de procedimento e de
processo tributário (CPPT) e da lei geral tributária (LGF) desde que se encontrem
reunidas as condições necessárias para o efeito, designadamente a comprovação de que
a situação económica do requerente não lhe permite o pagamento integral da divida, de
uma só vez, no prazo estabelecido para o pagamento voluntário.
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2 – Os pedidos de pagamento em prestações devem conter a identificação do


requerente, a natureza da dívida e o número de prestações pretendido, bem como os
motivos que fundamentam o pedido.
Alteração
1 – Compete à Câmara Municipal, com possibilidade de delegação no Presidente,
autorizar o pagamento em prestações, nos termos do código de procedimento e de
processo tributário (CPPT) e da lei geral tributária (LGF).
Artigo 39.º Isenções, reduções e não incidência da TMU
Texto atual
1 — Estão isentos de pagamento da taxa de urbanização incidente sobre as situações
previstas no artigo anterior as pessoas singulares e coletivas referidas no artigo 22.º do
presente regulamento.
2 — A TMU não incide, nomeadamente, sobre:
a) Reconstruções de edifícios;
b) As construções em loteamentos devidamente aprovados pela Câmara Municipal;
c) O licenciamento de operações de loteamento ou de obras de urbanização requeridos
nos termos do artigo 38.º, n.º 5 do Decreto -Lei n.º 448/91, de 29 de novembro, com a
redação dada pela Lei n.º 26/96, de 1 de agosto, ou de outra legislação aplicável, desde
que tal licenciamento não implique alteração dos parâmetros urbanísticos previstos no
alvará caducado.
3 — Para além das reduções previstas no artigo 22.º, a TMU poderá ainda ser reduzida
em 50 % nos seguintes casos:
a) Quando se trate de empreendimentos industriais, comerciais e turísticos que, por
deliberação fundamentada da Câmara Municipal, sejam reconhecidos de especial
interesse para o desenvolvimento económico do município;
b) Quando se trate de empreendimentos ou construções exclusivamente agrícolas ou
destinadas a instalações agropecuárias, devidamente licenciadas pelas entidades
competentes;
c) Quando se trate de moradias unifamiliares, exclusivamente para primeira habitação do
requerente, com área até 150 m2.
Alteração
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3 — Para além das reduções previstas no artigo 22.º, a TMU poderá ainda ser reduzida
em 50 % nos seguintes casos:
a) Quando se trate de empreendimentos industriais, comerciais e turísticos que, por
deliberação fundamentada da Câmara Municipal, sejam reconhecidos de especial
interesse para o desenvolvimento económico do município. Esta redução deverá ser a
pedido dos interessados e para os investimentos de montante igual ou superior a 1 000
000 Euros e que cumulativamente no primeiro e segundo ano do investimento sejam
criados um número igual ou superior a 20 postos de trabalho em regime de contrato sem
termo, para as empresas com sede fiscal no concelho.
c) Quando se trate de moradias unifamiliares, exclusivamente para habitação própria
permanente do requerente, com área até 150 m2
Artigo 40.º Cálculo das taxas
Texto atual
A TMU será calculada em função da localização das operações urbanísticas, dos
aglomerados populacionais e zonas em que os mesmos se inserem, os custos gerais de
urbanização no Município e Alenquer, o plano plurianual de investimento por aglomerado,
fixando -se nos seguintes valores unitários:
a) Aglomerado tipo A — € 3/m2;
b) Aglomerado tipo B — € 2,5/m2.
Alteração
c) Aglomerado tipo C — € 2/m2 . (novo)
CAPÍTULO VIII
Regulamentação de preços
1 — Os preços são definidos e aprovados pela Câmara Municipal e mantêm-se em vigor
os preços que tenham sido objeto de definição anterior sem que tenham sido objeto de
posterior deliberação pela Câmara Municipal.
2 — Os preços não devem ser inferiores aos custos direta e indiretamente suportados
com a prestação desses serviços e com o fornecimento desses bens.
3 — A Câmara Municipal de Alenquer pode fixar preços diferenciados, por razões de
promoção das correspondentes atividades, por razões socias, culturais, no âmbito da
educação e do desporto ou de reciprocidade de benefícios com outras entidades.
CAPÍTULO IX
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O texto do anterior Capítulo VII”


----------Na sequência, o senhor Presidente apresentou a proposta número 71 - P/2016,
datada de 13 de abril em curso, cujo teor se transcreve: --------------------------------------------
-----“Na sequência da publicação de alterações legislativas, nomeadamente, o Código do
Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei nº. 4/2015, de 7 de janeiro, há
necessidade de ajustar o Regulamento e a Tabela de Taxas e Outras Receitas
Municipais, a essas alterações; ----------------------------------------------------------------------------
-----Considerando:--------------------------------------------------------------------------------------------
-----A pertinência do assunto e visando dar cumprimento ao estabelecido na alínea k) do
nº. 1 do artigo 33º. da Lei nº. 75/2013, de 12 de setembro, por meu despacho nº. 27-
P/2016, proferido em 5 de abril corrente, determinei o início do procedimento, para a
constituição de interessados e apresentação de contributos ao projeto em título, num
prazo de 10 dias úteis;----------------------------------------------------------------------------------------
-----Que na elaboração do projeto de alteração, apresentado em anexo, foi dado
cumprimento ao estabelecido no Regime Jurídico das Taxas das Autarquias Locais,
aprovado pela Lei nº 53-F/2006, de 29 de dezembro e no novo Regime Financeiro das
Autarquias Locais aprovado pela Lei nº 73/2013, de 3 de setembro, -----------------------------
-----PROPONHO a aprovação do presente projeto de regulamento que se anexa, o qual,
nos termos do artigo 101º. do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo
Decreto-Lei nº. 4/2015, de 07 de janeiro, será submetido a consulta pública, para recolha
de sugestões.” --------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho solicitou esclarecimentos quanto à alteração do artigo
22º., nomeadamente, à eliminação das freguesias do nº. 5 e à criação do ponto 5.2
especificamente, para as freguesias, ficando, em ambos os casos, com o benefício de
50% de redução das taxas.----------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Vice-Presidente justificou que a inserção deste ponto se prendia com o facto de
enquadrar, no âmbito da Juntas de Freguesia, as atividades conjuntas
(Associações/Juntas de Freguesia), exemplificando a realização da Feira do Campo em
Aldeia Gavinha. Desta forma simplificar-se-ia o processo. ------------------------------------------
-----Continuando no uso da palavra, o vereador Nuno Coelho sugeriu alterações à alínea
a) do ponto 5.2, cuja redação passaria a ser a seguinte: “Pelos licenciamentos e
autorizações exigíveis para a realização de iniciativas e eventos de interesse local e/ou
18-04-2016

municipal”. Quanto à alínea e) do ponto 6 do mesmo articulado sugeriu que a redação


seja: “Fica isenta de taxa a utilização … desta associação, dependendo de autorização
prévia”, Redação esta que também se aplicará à alínea f).-----------------------------------------
-----O sr. Vice-Presidente explicou que se integrou o Centro Social do Pessoal do
Município, individualmente, porque o mesmo não se enquadra no âmbito do RMACA e
pontualmente utiliza as instalações municipais nas sus atividades. -------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho referiu que se deveria prevenir a eventualidade de uma
atividade do Centro Social não colidir com outra atividade promovida por outra
coletividade, paga para o mesmo espaço. Questionou o facto de o ponto 8 ser eliminado,
tendo o Vice-Presidente explicado que esta proposta advém da inexistência da emissão
e cobrança do Cartão do Idoso, em resultado de uma avaliação efetuada pelos serviços.
Informou que os serviços estão a trabalhar num projeto de alteração ao regulamento do
cartão do idoso. ------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O mesmo vereador lembrou que o respetivo regulamento ainda se encontra em
vigor. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente justificou que a proposta partiu dos serviços municipais, mas, no
entanto, irá manter o ponto 8.-------------------------------------------------------------------------------
-----Quanto ao ponto 10 do mesmo articulado, o sr. vereador Nuno Coelho sugeriu a
criação de uma alínea para inclusão da data comemorativa do foral de Alenquer e
que a redação do nº. 3 deste ponto preveja que “No caso das datas … correspondam, ao
dia útil e sejam gozadas desde o sábado que antecede, até ao próprio dia da efeméride
em causa”. ------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Questionou a forma de monitorizar legalmente, o benefício proposto na alínea a) do
nº. 1 do artigo 39º. e de cobrança no caso de não cumprimento das condições que o
originaram. Em sua opinião, até ao final do ano, deveriam ser elaborados regulamentos
com critérios específicos para os benefícios a conceder aos munícipes. Referiu a
importância de o Gabinete Jurídico se pronunciar sobre a operacionalização deste
benefício, o que mereceu concordância dos presentes. ---------------------------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal referiu que no pedido deve constar uma declaração do
próprio a aferir posteriormente. -----------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido opinou que a concessão do benefício se concretize
com a prova do cumprimento dos critérios do benefício e não com o pedido inicial.----------
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-----Ainda, sobre a alínea c) deste articulado, o sr. vereador Nuno Coelho questionou a
sua operacionalização, para evitar que sejam concedidas isenções a munícipes com mais
de uma habitação. ---------------------------------------------------------------------------------------------
-----Relativamente à alteração do artigo 40º. referiu a importância de verificar a existência,
ou não, de mais tipos de aglomerados e o facto de o texto do nº. 1 do Capítulo VIII, não
ser muito claro, tendo o Vice-Presidente esclarecido que o seu teor surge na sequência
do que consta nos regulamentos alusivos às atividades de natal. ---------------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal sugeriu que o nº. 1 seja desdobrado para que a sua
redação fique mais clara. ------------------------------------------------------------------------------------
-----Por fim, o sr. vereador Nuno Coelho referiu a importância de no início do
regulamento constarem as definições de taxa, preço e de tarifa. ----------------------------------
-----Antes de submeter este assunto a votação, o sr. Presidente informou que o prazo
fixado para início do procedimento só terminará no dia seguinte. No entanto, face à sua
pertinência, propôs que, caso não sejam constituídos interessados, nem apresentados
contributos, este projeto de alteração prossiga o previsto no artigo 101º. do Código do
Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei nº. 4/2015, de 07 de janeiro,
com submissão a consulta pública, para recolha de sugestões. -----------------------------------
-----Finda a análise, a Câmara deliberou, por unanimidade, acolher todas as
sugestões/propostas apresentadas a este projeto de alteração ao Regulamento e a
Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais, bem como prosseguir o previsto no artigo
101º. do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei nº. 4/2015,
de 07 de janeiro, para recolha de sugestões. -----------------------------------------------------------
-----Assim, a proposta da 2ª. alteração à Tabela de Taxas e Outras Receitas Municipais,
depois de integrar todas as sugestões/propostas, passou a ter a seguinte redação: ---------
“Artigo 22.º Isenções e Reduções de Taxas e Outras Receitas Municipais
Texto atual
1 — Para promoção da fixação de população e combate à desertificação do Município,
bem como do seu desenvolvimento económico, dinamização cultural ou outra do
Município, para efeitos do presente Regulamento estão isentas do pagamento de taxas
as obras de edificação destinadas a utilização própria, levadas a efeito pelos seguintes
interessados:
18-04-2016

a) As pessoas coletivas de direito público, direito privado ou utilidade pública


administrativa, às quais a lei confira tal isenção;
b) As pessoas coletivas de direito público ou de utilidade pública administrativa, os
partidos políticos e os sindicatos, com sede/delegação na área do Município;
c) As associações e/ ou fundações culturais, desportivas, recreativas, sociais ou outras,
legalmente constituídas que, na área do Município, prossigam fins de relevante interesse
público, assim como para processos de regularização do licenciamento de obras já
edificadas;
d) As pessoas singulares, naturais e ou residentes no Concelho, a quem tenha sido
reconhecida insuficiência económica, relativamente à construção da sua primeira e
própria habitação e os cidadãos portadores de deficiência, cujo grau de invalidez
permanente seja igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação
do respetivo atestado.
Alteração
d) As pessoas singulares, naturais e ou residentes no Concelho, a quem tenha sido
reconhecida insuficiência económica, relativamente à construção da sua primeira e
própria habitação e os cidadãos portadores de deficiência, cujo grau de invalidez
permanente seja igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação
do respetivo Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente.
Texto atual
2 — No seguimento dos mesmos fins previstos no ponto anterior estão igualmente
isentas do pagamento de taxas, as pessoas singulares e coletivas, para a realização de
obras de edificação destinadas à construção de empreendimentos turísticos no período
temporal compreendido entre a data de entrada em vigor do presente regulamento e o
final do ano de 2020.
3 — Beneficiam de uma redução de 50 % do pagamento das taxas aplicáveis as obras de
edificação, levadas a efeito pelos seguintes interessados:
a) Os jovens com idades compreendidas entre 18 e 35 anos que não sejam, nem tenham
sido, proprietários de habitação própria no Concelho;
b) As empresas municipais e as sociedades em que as Autarquias do concelho tenham
participação no capital social;
18-04-2016

c) As instituições particulares de solidariedade social, legalmente constituídas que, na


área do Município, prossigam fins de relevante interesse público;
d) As cooperativas ou empresas que promovam habitação a custos controlados/CDH’s;
e) Os proprietários que efetuem novas construções de edifícios em ruínas que foram alvo
de uma demolição, até 2 anos antes da emissão da licença de construção, tendo como
objetivo a melhoria do tecido urbano existente.
4 — Beneficiam de uma redução de 60 % do pagamento das taxas aplicáveis os
seguintes casos:
a) As obras de reabilitação de edifícios no âmbito da conservação e da alteração interior
ou suas frações e que não sofram modificações, da cércea, da forma das fachadas ou do
telhado;
b) As obras referidas na alínea anterior que necessitem de ampliações e ou demolições
parciais desde que, mantenham o seu todo ou parte substancial do edifício original de
forma a garantir a melhoria das condições de uso, conservando o seu caráter
fundamental.
5 — As Associações humanitárias, desportivas, culturais, recreativas, religiosas e outras
sem fins lucrativos, bem como as IPSS e os agrupamentos de escolas, legalmente
constituídas, com sede na área do município de Alenquer, e ainda as Freguesias do
Município de Alenquer, beneficiam de uma redução de 50 % no valor das taxas
municipais devidas:
a) Pelos licenciamentos e autorizações exigíveis para a realização de iniciativas e
eventos de interesse municipal a definir em regulamento de apoio ao movimento
associativo, festas tradicionais anuais e de comemoração de aniversário da sua
fundação;
b) Pelo aluguer de veículos do Município e pela utilização da mão de obra municipal
àqueles associadas.
5.1 — Beneficiam as entidades mencionadas no ponto 5 de isenção total do pagamento
da taxa de realização de vistoria no licenciamento dos recintos improvisados.
Alteração
5 — As Associações humanitárias, desportivas, culturais, recreativas, religiosas e outras
sem fins lucrativos, bem como as IPSS e os agrupamentos de escolas, legalmente
18-04-2016

constituídas, com sede na área do município de Alenquer, beneficiam de uma redução de


50 % no valor das taxas municipais devidas;
5.2 – As freguesias do concelho de Alenquer beneficiam de uma redução de 50% no
valor das taxas municipais devidas:
a) Pelos licenciamentos e autorizações exigíveis para a realização de iniciativas e
eventos de interesse local e/ou municipal;
5.3 – Fica isento do pagamento de qualquer taxa pelas freguesias do concelho de
Alenquer:
a) A cedência de veículos do município e utilização dos operadores àqueles associados;
b) Para efeitos do estipulado na alínea anterior, as freguesias devem, com a
antecedência mínima de 30 dias, formalizar, por escrito, a necessidade do pedido,
ficando a mesma dependente de autorização prévia do presidente da câmara ou do
vereador com competência delegada.
c) Os veículos mencionados na alínea a) são exclusivamente os seguintes: camião,
retroescavadora, niveladora, cilindro, viatura com plataforma elevatória, viatura com
equipamento de desentupimento, cisterna, viatura com grua, trator, roçadora e varredora.
Texto atual
6 — A cedência dos espaços e instalações municipais disponíveis e em condições de
funcionamento, para a realização de atividades a promover pelo Estado, pelas
Freguesias, Estabelecimentos Escolares Públicos, Pessoas Coletivas de Utilidade
Pública, Associações Culturais, Desportivas e Recreativas e IPSS’s sediadas ou com
Atividade na área do Município, desde que as atividades nelas realizadas não tenham
fins lucrativos:
a) Ficam isentas do pagamento das taxas correspondentes, quando essa cedência seja
efetuada, nos dias úteis, no horário das 9h00 às 17h00;
b) Fora dos casos previstos na alínea anterior, as taxas são reduzidas de 50 %;
c) No caso da utilização específica do Pavilhão Municipal de Alenquer, fora dos casos
previstos na alínea anterior, as taxas são reduzidas de 50 % apenas se se destinarem à
prática de atividades desportivas promovidas pelas entidades mencionadas na epígrafe
do presente número de forma regular e com caráter competitivo pelos atletas utilizadores;
d) Ainda no caso da utilização específica do Pavilhão Municipal de Alenquer, fora dos
casos previstos nas alíneas anteriores, as taxas são reduzidas de 75 % no âmbito da
18-04-2016

promoção do desporto federado e que se destine exclusivamente à formação desportiva


e social de crianças e jovens.
Alteração
e) Fica isenta de taxa a utilização dos equipamentos municipais pelo CSPMA para
atividades relacionadas com os fins desta associação, dependendo de autorização
prévia.
f) Fica isenta de taxa a utilização dos equipamentos municipais no âmbito do Programa
de Desporto Escolar, dependendo de autorização prévia.
Texto atual
9 — Beneficiam das isenções e reduções constantes da Tabela de Taxas anexa ao
Regulamento, na Utilização Livre e nas Atividades Aquáticas de Grupo da Piscina
Interior:
a) As pessoas portadoras de deficiência, temporária ou permanente, com grau de
incapacidade igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada;
b) Os trabalhadores da Câmara Municipal de Alenquer;
c) As pessoas singulares que gozem de insuficiência económica, analisado nos termos
previstos no artigo 23.º do presente regulamento;
d) Os voluntários registados no banco local de voluntariado (BLV) do município e que
tenham participado no ano corrente e ou transato, em pelo menos um projeto de
voluntariado no âmbito da BLV da Câmara Municipal de Alenquer;
e) Os bebés até aos 2 anos de idade na utilização da piscina exterior;
f) Os alunos dos agrupamentos de escolas do concelho no âmbito das atividades do
Programa de Desporto Escolar.
Alteração
a) As pessoas portadoras de deficiência, temporária ou permanente, com grau de
incapacidade igual ou superior a 60 %, devidamente comprovada com a apresentação do
respetivo Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente;
c) As pessoas singulares residentes no concelho, a quem tenha sido reconhecida
insuficiência económica, analisado nos termos previstos no artigo 23.º do presente
regulamento;
Texto atual
18-04-2016

10 — Para promoção do desenvolvimento económico do Município e atendendo à


situação económica que muitos munícipes atravessam e a necessidade premente de
promoção do empreendedorismo junto da população, assim como de mecanismos de
apoio à criação do próprio emprego, está isenta do pagamento de taxas quaisquer
iniciativas e ou ocupações do espaço público relacionadas com o projeto “Tesouros do
Rio”.
Alteração
10 - Para a promoção do desenvolvimento económico do município, no âmbito da
revitalização e dinamização do comércio tradicional local, quaisquer eventos promovidos
pelos agentes locais de comércio tradicional estão isentos do pagamento de quaisquer
taxas municipais, no domínio da ocupação do espaço público e publicidade,
exclusivamente nas seguintes datas de efeméride:
a)-Dia dos Namorados
b) Dia da Mãe
c)-Dia do Pai
d)-Dia Internacional da Criança;
e)- Dia do Foral
f)-Iniciativa anual “Visite e compre no Comércio Local.”
1 - Consideram-se agentes locais de comércio tradicional, as entidades que possuem
estabelecimentos de rua com área de venda inferior a 500m2 e exclusivamente nas
seguintes áreas de atividade: vestuário, calçado, retrosaria, decoração, têxteis, lar,
bricolage, papelaria, brinquedos, desporto, lazer, flores, ourivesaria, costura,
engomadoria, equipamentos eletrónicos, ótico, fotográfico e de precisão, alojamento,
restauração e viagens.
2 - A data da iniciativa mencionada na alínea e) do nº 1 do presente artigo será a definir
pelo executivo até ao final do mês de dezembro do ano transato.
3 - No caso das datas alusivas à comemoração das efemérides mencionadas no nº 1
corresponderem ao dia útil, as mesmas poderão ser gozadas desde o sábado que
antecede até, ao dia da efeméride.
4 - Todas as iniciativas previstas no presente artigo carecem de licenciamento prévio,
mediante requerimento dirigido ao presidente da câmara municipal de Alenquer.
Artigo 23.º Procedimento de isenções ou reduções
18-04-2016

Texto atual
1 — A apreciação e decisão da isenção ou redução das taxas previstas nos artigos
anteriores carece de formalização através de apresentação de pedido, que deve ser
acompanhado dos documentos comprovativos da natureza jurídica das entidades, da sua
finalidade estatutária, bem como de outros elementos exigíveis em cada caso.
2 — Para beneficiar das isenções ou reduções previstas no presente artigo os
interessados deverão formalizar o pedido mediante requerimento dirigido ao Ex.mo
Senhor Presidente da Câmara, instruído com os documentos necessários à boa decisão
do mesmo nomeadamente e quando aplicável ao caso concreto:
a) Declaração sobre compromisso de honra da veracidade dos elementos constantes do
requerimento;
b) Declaração de IRS/IRC;
c) Atestado da Junta de Freguesia;
d) Declaração médica e da Segurança Social relativamente ao grau de incapacidade ou
invalidez;
e) Cartão de eleitor;
f) Certidão dos Serviços de Finanças relativamente ao património imóvel do interessado;
g) Estatutos da Entidade.
Alteração
d) Atestado de Incapacidade Multiusos emitido pela entidade competente;
h) Para as situações de reconhecimento de insuficiência económica acresce os
documentos considerados necessários à avaliação socioeconómica do requerente após a
receção do pedido mediante o envio de uma comunicação do serviço competente para o
efeito.
Artigo 25º - Pagamento em prestações
Texto atual
1 – Compete à câmara Municipal, com possibilidade de delegação no Presidente,
autorizar o pagamento em prestações, nos termos do código de procedimento e de
processo tributário (CPPT) e da lei geral tributária (LGF) desde que se encontrem
reunidas as condições necessárias para o efeito, designadamente a comprovação de que
a situação económica do requerente não lhe permite o pagamento integral da divida, de
uma só vez, no prazo estabelecido para o pagamento voluntário.
18-04-2016

2 – Os pedidos de pagamento em prestações devem conter a identificação do


requerente, a natureza da dívida e o número de prestações pretendido, bem como os
motivos que fundamentam o pedido.
Alteração
1 – Compete à Câmara Municipal, com possibilidade de delegação no Presidente,
autorizar o pagamento em prestações, nos termos do código de procedimento e de
processo tributário (CPPT) e da lei geral tributária (LGF).
Artigo 39.º Isenções, reduções e não incidência da TMU
Texto atual
1 — Estão isentos de pagamento da taxa de urbanização incidente sobre as situações
previstas no artigo anterior as pessoas singulares e coletivas referidas no artigo 22.º do
presente regulamento.
2 — A TMU não incide, nomeadamente, sobre:
a) Reconstruções de edifícios;
b) As construções em loteamentos devidamente aprovados pela Câmara Municipal;
c) O licenciamento de operações de loteamento ou de obras de urbanização requeridos
nos termos do artigo 38.º, n.º 5 do Decreto -Lei n.º 448/91, de 29 de novembro, com a
redação dada pela Lei n.º 26/96, de 1 de agosto, ou de outra legislação aplicável, desde
que tal licenciamento não implique alteração dos parâmetros urbanísticos previstos no
alvará caducado.
3 — Para além das reduções previstas no artigo 22.º, a TMU poderá ainda ser reduzida
em 50 % nos seguintes casos:
a) Quando se trate de empreendimentos industriais, comerciais e turísticos que, por
deliberação fundamentada da Câmara Municipal, sejam reconhecidos de especial
interesse para o desenvolvimento económico do município;
b) Quando se trate de empreendimentos ou construções exclusivamente agrícolas ou
destinadas a instalações agropecuárias, devidamente licenciadas pelas entidades
competentes;
c) Quando se trate de moradias unifamiliares, exclusivamente para primeira habitação do
requerente, com área até 150 m2.
Alteração
18-04-2016

3 — Para além das reduções previstas no artigo 22.º, a TMU poderá ainda ser reduzida
em 50 %, mediante formalização pelos interessados, através de requerimento dirigido ao
Exmo. Senhor Presidente da Câmara, nos seguintes casos:
a) Quando se trate de empreendimentos ou construções exclusivamente agrícolas ou
destinadas a instalações agropecuárias, devidamente licenciadas pelas entidades
competentes;
b) Quando se trate de moradias unifamiliares, exclusivamente para habitação própria e
permanente do requerente, com área até 150 m2.
c) Quando se trate de empreendimentos industriais, comerciais e turísticos que, por
deliberação fundamentada da Câmara Municipal, sejam reconhecidos de especial
interesse para o desenvolvimento económico do município;
4 – A redução prevista na alínea c) do número anterior será efetivada através da
restituição de 50% do valor pago, e apenas poderá ser deferida, caso se verifiquem
cumulativamente as seguintes condições:
a) O investimento a realizar seja de montante igual ou superior a 1.000.000,00€.
b) Sejam criados um número igual ou superior a 20 postos trabalho mediante celebração
de contrato de trabalho sem termo;
c) A sociedade beneficiária tenha sede no município de Alenquer.
5- A restituição prevista no número anterior terá lugar mediante requerimento do
interessado, no qual deverá fazer prova dos requisitos mencionados nas alíneas a),b) e
c) do número anterior, a apresentar no prazo máximo de dois anos, a contar da data do
pagamento da licença de utilização, a que poderá acrescer o prazo de seis meses.
Artigo 40.º Cálculo das taxas
Texto atual
A TMU será calculada em função da localização das operações urbanísticas, dos
aglomerados populacionais e zonas em que os mesmos se inserem, os custos gerais de
urbanização no Município e Alenquer, o plano plurianual de investimento por aglomerado,
fixando -se nos seguintes valores unitários:
a) Aglomerado tipo A — € 3 m2;
b) Aglomerado tipo B — € 2,5 m2.
Alteração
c) Aglomerado tipo C — € 2 m2 .
18-04-2016

CAPÍTULO VIII
Regulamentação de preços
1. Os preços são definidos e aprovados pela Câmara Municipal ;
2. Mantêm-se em vigor os preços que tenham sido objeto de definição anterior sem
que tenham sido objeto de posterior deliberação pela Câmara Municipal;
3. Os preços não devem ser inferiores aos custos direta e indiretamente suportados
com a prestação desses serviços e com o fornecimento desses bens.
4. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A Câmara Municipal de Alenquer pode fixar preços diferenciados, por razões de
promoção das correspondentes atividades, por razões socias, culturais, no
âmbito da educação e do desporto ou de reciprocidade de benefícios com outras
entidades.” --------------------------------------------------------------------------------------------
----------7. – Tarifário Especial de Abastecimento de Água e de Serviço de Gestão de
Resíduos Urbanos - Indeferimento: - Subscrita pelo senhor Vice-Presidente, em 13 de
abril em curso, foi presente a proposta número 65-VP/2016, que se transcreve: --------------
-----“CONSIDERANDO:----------------------------------------------------------------------------------------
-----A informação número 57/2016, da Divisão do Potencial Humano e Local – Unidade
Técnica do Potencial Humano – Ação Social, registada no Mydoc sob o número 2731, em
12 de abril em curso e que:-----------------------------------------------------------------------------
-----Na sequência de um pedido para benefício de Tarifário Social em nome de Aurora
Moreira Rodrigues se verificou, após avaliação técnica, que a requerente não reúne os
requisitos necessários para atribuição do benefício solicitado, conforme estipulado no nº.
7 da Cláusula V do Protocolo - Tarifário Especial, por se encontrar institucionalizada em
instituição particular de solidariedade social; -----------------------------------------------------------
-----Em cumprimento do disposto nos artigos 121º. e 122º. do Código do Procedimento
Administrativo se procedeu à notificação da requerente, informando da intenção de
indeferimento do pedido, através do ofício n.º 1332, de 14.03.2016; -----------------------------
-----A requerente não se pronunciou dentro do prazo previsto para audiência prévia,--------
-----PROPONHO, o indeferimento definitivo do respetivo pedido para atribuição do
benefício do Tarifário Social.”------------------------------------------------------------------------------
-----Em presença da proposta apresentada, a Câmara deliberou, por unanimidade,
indeferir o pedido.--------------------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

----------8. - Tarifário Especial de Abastecimento de Água e de Serviço de Gestão de


Resíduos Urbanos: - Subscrita pelo senhor Vice-Presidente, em 13 de abril corrente, foi
presente a proposta número 66 - VP/2016, que se transcreve: ------------------------------------
-----“CONSIDERANDO:----------------------------------------------------------------------------------------
-----A informação número 58/2016, da Divisão do Potencial Humano e Local – Unidade
Técnica do Potencial Humano – Ação Social, registada no Mydoc sob o número 2741, em
12 de abril em curso e que: ---------------------------------------------------------------------------------
-----Em 18 de abril de 2013 entrou em vigor o Regulamento de Serviço de Gestão de
Resíduos Urbanos do Município de Alenquer, publicado no Edital n.º 292/2013, o qual
prevê no artigo 45.º a aplicação de tarifários especiais a famílias carenciadas (tarifário
social) e a famílias numerosas (tarifário familiar);-------------------------------------------------------
-----Na reunião ordinária de 20 de maio de 2013, o Executivo Municipal deliberou acordar
que a base de análise para a atribuição do tarifário social fosse harmonizada para os
serviços de abastecimento de água/drenagem de águas residuais e de gestão de
resíduos urbanos, através da alteração da Cláusula II do Protocolo Tarifário Especial;------
-----Se entende por “famílias carenciadas, aquelas cujo agregado familiar evidencie um
rendimento bruto englobável para efeitos de IRS inferior a 1,5 vezes o valor anual da
retribuição mínima mensal garantida”;---------------------------------------------------------------------
-----Com base nas avaliações técnicas realizadas, de acordo com o estipulado no
Protocolo Especial de Abastecimento de Água e no Regulamento de Serviço de Gestão
de Resíduos Urbanos, ----------------------------------------------------------------------------------------
-----PROPONHO a atribuição dos benefícios do Tarifário Especial aos munícipes a seguir
identificados, por reunirem os requisitos necessários para usufruírem do mesmo: -----------
-----TARIFÁRIO PARA FAMILIAS NUMEROSAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E
DE SERVIÇO DE GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS: -------------------------------------------
-----1 – Maria Solange Veloso Coohen, residente na Estrada Principal, S/N, sítio da
Faineira, Casais da Marinela, 2580-173 Meca, com o n.º de cliente 5809541 e 4 filhos
dependentes; ---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----2 – Paulo Alexandre Carvalho Veigas, residente no Largo da Trombeta, nº. 128, em
Casais Novos, 2580-347 Alenquer, com o nº. de cliente 402227 e 4 filhos dependentes. ---
-----TARIFÁRIO SOCIAL DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE SERVIÇO DE
GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS: -------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----1. – Nuno Socorro Lopes Gomes Miranda, residente na Rua Gil Eanes, Lote 103 1º.
Esqº., em Carregado, 2580-481 Carregado, com o n.º de cliente 18906; -----------------------
-----2. – Joana Reynaud Pereira de Oliveira Rodrigues, residente na Rua da Chemina, nº.
11, 2º. Esqº., em Paredes, 2580-563 Alenquer, com o n.º de cliente 6341160; ----------------
-----3. – Helena Soares Bispo de Jesus, residente na Praceta Tristão Vaz Teixeira, Lote
27, 2º. Dtº., em Carregado, 2580-601 Carregado, com o n.º de cliente 6326773; -------------
-----4. – António Lopes Miranda, residente na Praceta Gaspar Corte Real, Lote 30, 2º.
Dtº., em Carregado, 2580-480 Carregado, com o n.º de cliente 4319788; ----------------------
-----5. – Rosalina da Conceição Grilo Campos, residente no lugar da Cruzinha, Lote 26,
2º. Esq., em Abrigada, 2580-656 Abrigada, com o nº. de cliente 4031857; ---------------------
-----6. – Patrícia Carla Vaz de Barbosa, residente na Rua Diogo Afonso, Edifício Vila
Ronda, Bloco 2, r/c A, em Carregado, 2580-484 Carregado, com o n.º de cliente 400289; -
-----7. – Valdilene Silva Barros, residente na Rua Luís de Camões, nº. 3, 1º. Dtº., em
Carregado, 2580-487 Carregado, com o nº. de cliente 6357377; ----------------------------------
-----8. – Manuel António Teixeira Coelho, residente na Praceta João Álvares Fagundes,
Lote 8, 8º. Esqº., em Carregado, 2580-483 Carregado, com o nº. de cliente 19105; ---------
-----9. - Maria do Rosário Duarte Amaro, residente no Beco das Flores, nº. 5, em
Labrugeira, 2580-405 Ventosa ALQ, com o nº. de cliente 26598.” --------------------------------
-----Em presença da proposta apresentada, a Câmara deliberou, por unanimidade,
conceder os benefícios do Tarifário para Famílias Numerosas e do Tarifário Social aos
munícipes referenciados na proposta supra, por reunirem os requisitos necessários para
usufruírem dos mesmos. -------------------------------------------------------------------------------------
----------9. – Protocolo de Cooperação a celebrar entre os Municípios de Alenquer e
de Nampula: – Subscrita pelo senhor Vereador Paulo Franco, em 13 de abril corrente, foi
presente a proposta nº. 55-V/2016, que se transcreve: ----------------------------------------------
-----“Considerando: --------------------------------------------------------------------------------------------
-----Que existe vontade em estreitar os laços de amizade entre as populações dos
Municípios de Alenquer e de Nampula, tal como o desejo de aprofundar, revitalizar e
ampliar esse relacionamento, incentivando formas de colaboração nos mais diversos
domínios de interesse comum; -----------------------------------------------------------------------------
-----Que os acordos de cooperação desempenham um papel fundamental no
desenvolvimento local, permitindo que os municípios se tornem abertos à diversidade e
18-04-2016

ao intercâmbio cultural, social, económico e empresarial, desenvolvendo importantes


ações de aproximação entre os cidadãos e as suas instituições; ----------------------------------
-----A necessidade de reforçar as relações institucionais e conferir-lhes maior eficácia; -----
É necessário estabelecer um maior estreitamento dos seus contactos e iniciativas de
trabalho e cooperação, a fim de valorizar e reforçar as condições de sucesso das
diversas iniciativas empresariais e comerciais de ambos os territórios; --------------------------
-----Que o plano de ação se consubstancia no desenvolvimento de iniciativas nos
seguintes âmbitos, entre outros: ---------------------------------------------------------------------------
-----Empreendedorismo Jovem --------------------------------------------------------------------------
-----No seguimento dos vários projetos iniciados em 2014, em parceria com os vários
agrupamentos escolares do município, e dos que estão em desenvolvimento e
perspetivados no futuro, em que o principal objetivo passa essencialmente em dotar os
jovens das competências da autonomia, iniciativa, criatividade, competitividade, trabalho
em equipa, responsabilidade e sentido cívico, despertando-os para a importância do
empreendedorismo na sociedade. A cooperação com o município de Nampula passará,
fundamentalmente, pela troca destas experiências, fomentando, desta forma, o
desenvolvimento de aptidões relacionadas com a atitude e comportamento dos jovens
perante o empreendedorismo; ------------------------------------------------------------------------------
-----Cidadania e Participação -----------------------------------------------------------------------------
-----A Câmara Municipal de Alenquer, com vista a prosseguir a estratégia de educação
para a cidadania, está a desenvolver o Orçamento Participativo Alenquer (OPA), estando
na sua III Edição, e implementará ainda este ano uma nova metodologia de proximidade,
o Orçamento Participativo Jovem, procurando assim, chegar ainda mais perto dos
cidadãos e decisores políticos. -----------------------------------------------------------------------------
-----A cooperação com Nampula, através da contribuição para a formação de quadros em
domínios de interesse para esta cidade, poderá fornecer meios técnicos, didáticos e
materiais adequados para a preparação do processo OPA e programas de divulgação e
mobilização pública, assim como pela colaboração, troca de experiências e de
informação da equipa de análise técnica que acompanha as obras. -----------------------------
-----Ainda, colaborar na criação de uma rede de parceiros estratégicos no domínio de
processos participativos, constituída por diversas experiências internacionais que irão
ajudar no processo de monitorização participativa das diferentes fases do ciclo OPA; ------
18-04-2016

-----Responsabilidade Social Empresarial ------------------------------------------------------------


-----Tendo em conta que um dos objetivos primordiais do Executivo Municipal passa pela
cooperação institucional entre vários agentes, quer no plano nacional, quer no plano
internacional, com o intuito de promover e enaltecer as ações e vontades, promovidas
pelas relações bilaterais de comércio internacional das empresas locais, em relação aos
interlocutores dos mercados externos, no que respeita à sua responsabilidade
empresarial social, permitindo de uma forma voluntária a adoção de posturas,
comportamentos e ações que contribuam para o bem-estar económico e para a troca de
experiências e conhecimentos entre as comunidades de ambas as partes; julga-se de
todo pertinente a celebração do presente protocolo de cooperação entre esta Edilidade e
o município de Nampula, enquadrando-se como uma mais-valia no desenvolvimento e
reforço dos laços institucionais e de relações comerciais bilaterais promovidas por ambas
os territórios, inseridos nos objetivos da prossecução do projeto municipal designado por
“Responsabilidade Social Empresarial”. ------------------------------------------------------------------
-----O presente protocolo assenta assim na cooperação a estabelecer entre as entidades
mencionadas, traduzindo-se, entre outras, no voluntariado empresarial, emprego apoiado
(postos de trabalho, estágios e formação em contexto de trabalho), bolsas de estudo,
prémios de mérito, cofinanciamento de projetos que privilegiem as áreas sociais, da
formação profissional e do desenvolvimento comunitário; -------------------------------------------
-----A realização deste ato formal constitui-se também como uma demonstração do
interesse e de partilha mútua, por parte de ambos os Municípios; --------------------------------
-----O protocolo de cooperação entre os dois municípios será uma forma de firmar valores
de universalidade e aprofundamento institucional, bem como de contribuir solidariamente
para o bem-estar dos cidadãos dos dois municípios, -------------------------------------------------
-----PROPONHO que a Câmara Municipal de Alenquer delibere: ---------------------------------
-----1. - Aprovar o Protocolo de Cooperação entre os Municípios de Alenquer e de
Nampula em anexo. -------------------------------------------------------------------------------------------
-----2. - Submeter o referido Protocolo de Cooperação à Assembleia Municipal, para
efeitos de autorização, ao abrigo das disposições plasmadas na alínea ccc), do nº 1 do
artigo 33º, e na alínea t), do nº 1, do artigo 25º, do Regime Jurídico das Autarquias
Locais, aprovado pela Lei nº 75/2013, de 12 de setembro.”-----------------------------------------
18-04-2016

-----O sr. vereador Paulo Franco fez um breve enquadramento da respetiva proposta e
explicou que esta resulta do desenrolar de conversações e contactos, no âmbito de
projetos associados à cidadania, nomeadamente ao Orçamento Participativo. Também,
tem surgido outro tipo de ações relacionadas com o empreendedorismo que podem ser
partilhadas. O projeto de responsabilidade empresarial social também, pode ser uma
porta aberta para a intensificação e dinâmica das parcerias que se venham a realizar no
tecido empresarial. Em suma, são as três áreas descritas na proposta que constituem
este princípio de cooperação com o município de Nampula e o protocolo de cooperação
dará abertura a outras áreas de interação, como sejam a cultura, o turismo, o desporto,
entre outras. -----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido, pretendendo esclarecimentos que lhe permitam
avaliar se se trata de um acordo com substância ou de um projeto de intenções,
questionou quais as perspetivas de cooperação em concreto e os recursos financeiros. ---
-----O sr. vereador Paulo Franco explicou que não existe qualquer responsabilidade
financeira de ambos os municípios, apenas vontade de partilhar experiências, como é o
caso do OPA, do eixo de cidadania, do empreendedorismo nas escolas, da partilha do
projeto de Hipo terapia e até estendê-lo a outras áreas. ---------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho referiu que se trata de um intercâmbio com muitas
hipóteses e espera sucesso na sua implementação. No entanto, irá votar favoravelmente
na condição de, ao fim de um ano, ser feita uma avaliação. ----------------------------------------
-----Finda a análise, a Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a minuta do Protocolo
de Cooperação, da qual um exemplar, devidamente rubricado em todas as suas folhas
pelos membros presentes, fica arquivado na pasta anexa a este livro de atas, por
analogia com o permitido pelo artigo 5º. do Decreto-Lei número 45362, de 21 de
novembro de 1963, na redação dada pelo Decreto-Lei número 334/82, de 19 de agosto. --
-----Mais deliberou a Câmara, submeter o referido Protocolo de Cooperação à
Assembleia Municipal, para efeitos da autorização prevista na alínea t), do nº. 1, do artigo
25º, da Lei nº 75/2013, de 12 de setembro. -------------------------------------------------------------
----------10. - Protocolo de Cooperação a celebrar com a Associação Industrial
Portuguesa – Câmara de Comércio e Indústria – Rede EEN-Portugal: - Subscrita pelo
senhor Vereador Paulo Franco, em 13 do mês corrente, foi presente a proposta nº. 67-
V/2016, cujo teor se transcreve:----------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----“Considerando:-------------------------------------------------------------------------------------------
-----A informação n.º 2752, do Gabinete de Planeamento Estratégia e Auditoria Interna,
registada no sistema de arquivo documental (MyDoc), no dia 13 de abril do ano corrente
e que: -------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Um dos eixos estratégicos municipais traçados pelo Executivo Municipal, com base
no disposto na alínea m) do ponto n.º 2 do artigo 23.º da Lei n.º 75/2013, de 12 de
setembro, incide na promoção do desenvolvimento económico do Município, através da
disponibilização de uma rede de serviços de informação que permita às empresas e
potenciais empreendedores terem acesso a instrumentos de suporte ao desenvolvimento
empresarial no espaço europeu; ---------------------------------------------------------------------------
-----O município de Alenquer, pretende alargar a sua gama de serviços e instrumentos, no
apoio aos empresários, no âmbito de parcerias que potenciem o acesso à informação e
aconselhamento empresarial, com o intuito de criar uma rede que potencie o contacto
direto e a troca de informação e experiências entre as empresas locais e entidades
especializadas sobre as temáticas empresariais, quer no contexto empresarial, quer no
contexto de financiamento comunitário; ------------------------------------------------------------------
-----A AIP – Associação Industrial Portuguesa, já se constitui aos dias de hoje, como um
principal interlocutor e parceiro, com relação duradoura, no âmbito dos projetos de
empreendedorismo que se tem vindo a implementar na comunidade escolar com
bastante sucesso;----------------------------------------------------------------------------------------------
-----Este Município foi contactado pela AIP – Câmara de Comércio e Indústria, para fazer
parte integrante do projeto denominado por EEN-Portugal (Enterprise Europe Network), o
qual consiste na maior rede de serviços de informação e aconselhamento às empresas
na Europa, dispõe de 600 pontos de contacto espalhados por mais de cinquenta países,
está integrada no COSME – Programa Europeu para a Competitividade das Empresas
das PME, surge como instrumento de suporte ao desenvolvimento empresarial no espaço
europeu; disponibiliza serviços transversais de apoio à atividade das empresas, à
dinamização de oportunidades de negócio, de cooperação empresarial e de acesso a
novos mercados, oferece, numa lógica de integração de competências, um serviço de
balcão único, e reúne as diversas soluções disponíveis em termos de instrumentos e
programas comunitários de apoio às PME; -------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----Esta REDE EEN-Portugal, visa disseminar um conjunto de serviços criados para


apoiar as empresas de forma gratuita e universal, o Município de Alenquer, constituir-se-
á, por natureza, um importante parceiro, que, pela sua missão junto das empresas,
poderá ser envolvido diretamente na autuação desta REDE; --------------------------------------
-----As vantagens de ser parceiro desta REDE EEN-Portugal consistem em: ------------------
----- organizar eventos empresariais em parceria com a REDE; -----------------------------------
----- conhecer mensalmente listagem de oportunidades de negócio internacionais; ----------
----- conhecer mensalmente listagem de concursos públicos internacionais; -------------------
----- conhecer e participar em todos os “brokerage events” realizado pela REDE; ------------
----- receber apoio privilegiado da REDE para assuntos relacionados com temáticas da
Europa ou com procura de parceria internacionais; ---------------------------------------------------
----- receber informação da CE de interesse para as empresas, tais como:---------------------
-----a) Programas Europeus; --------------------------------------------------------------------------------
-----b) Financiamento Europeu; -----------------------------------------------------------------------------
-----c) Informação sobre nova legislação e standarts europeus;------------------------------------
-----d) Acesso facilitado ao IPR Helpdesk (Propriedade Industrial); -------------------------------
-----e) Apoio em questões com inovação; ----------------------------------------------------------------
-----Considerando ainda, que esta adesão não tem associados quaisquer custos ou
encargos financeiros diretos para o Município e que tem, como missão, criar uma rede de
serviços de informação e aconselhamento às empresas, permitindo potenciar a troca de
informação empresarial no contexto europeu, ----------------------------------------------------------
-----PROPONHO a aprovação da minuta de Protocolo anexa e consequente adesão à
REDE EEN-Portugal.” ----------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Paulo Franco, autor da proposta prestou alguns esclarecimentos
adicionais à mesma e aproveitou para informar que, no próximo dia 28, será dado a
conhecer às empresas, os serviços a prestar por esta Rede. --------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho solicitou que, ao fim de um ano, seja feita uma avaliação
ao resultado da implementação do serviço. -------------------------------------------------------------
-----Em presença da proposta apresentada, a Câmara deliberou, por unanimidade, dar-lhe
o seu acordo. ---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Um exemplar da referida minuta do protocolo de colaboração, devidamente rubricado
em todas as suas folhas pelos membros presentes, ficará arquivado na pasta anexa a
18-04-2016

este livro de atas, por analogia com o permitido pelo artigo 5º. do Decreto-Lei número
45362, de 21 de novembro de 1963, na redação dada pelo Decreto-Lei número 334/82,
de 19 de agosto. -----------------------------------------------------------------------------------------------
----------11. – Regulamento de Funcionamento e Gestão dos Espaços de Incubação
de Empresas no Concelho de Alenquer - Início de Procedimento: - Subscrita pelo
senhor Vereador Paulo Franco, em 13 do mês corrente, foi presente a proposta nº. 68-
V/2016, cujo teor se transcreve:----------------------------------------------------------------------------
-----“CONSIDERANDO: --------------------------------------------------------------------------------------
-----A informação prestada pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia e Auditoria Interna,
registada no MyDoc sob o nº. 1828, em 12 de abril corrente e que: ------------------------------
-----Face à atual conjuntura económica é do interesse municipal criar condições que
visem apoiar o empreendedorismo e o investimento empresarial no concelho de Alenquer;
-----Esta Câmara Municipal, com vista a prosseguir a sua estratégia de apoio e
dinamização da economia local, pretende através dos polos já existentes, do gabinete de
apoio ao empreendedor, localizados em diferentes espaços físicos, criar no curto prazo
um ecossistema de apoio ao empreendedorismo assente em espaços e programas de
incubação e aceleração de negócios, no intuito de promover e estimular o
desenvolvimento de novos projetos empresariais e potenciar as relações entre os agentes
económicos da região, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento e
competitividade do Município; ------------------------------------------------------------------------------
-----Os Municípios dispõem de atribuições no domínio de promoção do desenvolvimento,
de acordo com o disposto na alínea m) do n.º 2, do artigo 23.º, da Lei n.º 75/2013, de 12
de setembro; ----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Para a execução das referidas atribuições o Órgão Executivo dispõe de competência
para elaborar e submeter à aprovação da Assembleia Municipal os projetos de
regulamento externos do Município, conforme previsto na alínea k) do n.º 1 do artigo 33.º
do citado diploma legal; --------------------------------------------------------------------------------------
-----Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 98.º do novo Código do Procedimento
Administrativo (CPA), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro,
PROPONHO que seja deliberado: -------------------------------------------------------------------------
-----1 – Iniciar o procedimento para a elaboração de um instrumento/mecanismo
regulamentar externo municipal, cujo objeto é a definição das regras de funcionamento e
18-04-2016

de gestão dos vários espaços de apoio à incubação de empresas e negócios no concelho


de Alenquer;-----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----2 – A constituição dos interessados, no prazo de 10 dias úteis, a fim dos mesmos
poderem dar os seus contributos, mediante a apresentação de um requerimento dirigido
ao Presidente da Câmara, que deverá ser apresentado no Balcão de Atendimento desta
edilidade, entre as 9.00h e as 17.00h, ou enviado para a morada Câmara Municipal de
Alenquer, Praça Luís de Camões, 2580-318 Alenquer ou, ainda, para o endereço
eletrónico: gpeai@cm-alenquer.pt, conforme modelo em anexo; ----------------------------------
-----3 - Nos termos e para os efeitos do previsto no n.º 1 do artigo 98.º do Código do
Procedimento Administrativo (CPA), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de
janeiro, o início do procedimento deverá ser publicitado na internet, no sitio institucional
do município, com a indicação do órgão que decidiu desencadear o procedimento, da
data em que o mesmo se iniciou, do seu objeto e da forma como se pode processar a
constituição como interessados e a apresentação de contributos para a elaboração do
regulamento.” ---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Analisada a proposta, a Câmara deliberou, por unanimidade, dar-lhe o seu acordo. ----
-----Um exemplar do modelo de requerimento para constituição como interessado/a, fica
arquivado na pasta anexa a este livro de atas, por analogia com o permitido pelo artigo 5º.
do Decreto-Lei número 45362, de 21 de novembro de 1963, na redação dada pelo
Decreto-Lei número 334/82, de 19 de agosto. ----------------------------------------------------------
----------12. – Projeto de Regulamento Municipal dos Orçamentos Participativos de
Alenquer: - Subscrita pelo senhor Vereador Paulo Franco, em 13 de abril corrente, foi
presente a proposta nº. 69-V/2016, que se transcreve: ----------------------------------------------
-----“CONSIDERANDO QUE: -------------------------------------------------------------------------------
-----Em 22 de fevereiro do corrente exercício, a Câmara Municipal deliberou, por
unanimidade, autorizar o início do procedimento para a elaboração do Regulamento
Municipal dos Orçamentos Participativos de Alenquer; ----------------------------------------------
-----O início do procedimento foi publicitado na internet, no sítio institucional da Câmara
Municipal de Alenquer através do Edital n.º 15/2016, de 23.02; -----------------------------------
-----Nos termos previstos na Lei, foram concedidos 10 dias úteis para que os interessados
pudessem constituir-se como tal e apresentarem os seus contributos para a elaboração do
projeto de alteração ao regulamento, o qual expirou no passado dia 08 de março; -----------
18-04-2016

-----Durante o prazo anteriormente referido, não foram constituídos interessados, nem


apresentados quaisquer contributos;----------------------------------------------------------------------
-----Se torna pertinente incluir todos os intervenientes do processo, sejam as avaliações do
Executivo, dos técnicos da autarquia, dos participantes do OPA, bem como de outros
interessados em partilhar as suas opiniões; ------------------------------------------------------------
-----Estando a gestão do Orçamento Participativo afeta ao GPEAI, foi elaborado o projeto de
regulamento, com as seguintes principais alterações ou inovações: -----------------------------
-----►- Orçamento Participativo Alenquer-Idade igual ou superior a 18 anos (art.º 21.º, n.º 1);
-----►- Orçamento Participativo Jovem - Idade compreendida entre os 12 e os 17 anos (art.º
21.º, n.º 2); -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----►- A admissibilidade de projeto se estende também, a projeto imaterial, desde que com
interesse para o concelho (art.º 12.º, n.º 2, al. b)); -----------------------------------------------------
-----►- Nenhuma das áreas temáticas poderá absorver mais do que 25% do valor global
atribuído anualmente ao Orçamento Participativo geral, por forma a garantir a diversidade de
projetos com interesse para o concelho (art.º 14.º, n.º 4); -------------------------------------------
-----►- As propostas apresentadas devem ser classificadas numa das seguintes áreas
temáticas (art.º 23.º): ------------------------------------------------------------------------------------------
-----Ação Social e Saúde; ------------------------------------------------------------------------------------
-----Ambiente e Conservação da Natureza; -------------------------------------------------------------
-----Cultura, Património e Turismo; ------------------------------------------------------------------------
-----Desporto, Recreio e Juventude; -----------------------------------------------------------------------
-----Educação; --------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Reabilitação e Requalificação Urbana; --------------------------------------------------------------
-----Trânsito e Mobilidade Urbana; -------------------------------------------------------------------------
-----Inovação e Conhecimento; -----------------------------------------------------------------------------
-----Os recursos afetos ao processo do OP devem ser aumentados para o valor global de €
510.000,00 – art. 5.º do ROPA, subdivididos do seguinte modo: ----------------------------------
-----OPA: Mantém-se nos € 500.000,00 ------------------------------------------------------------------
-----OPJ: Montante de € 10.000,00;-----------------------------------------------------------------------
-----É objetivo do OP potenciar o exercício da cidadania e privilegiar as necessidades
imediatas da população quanto à concretização dos projetos e as ideias dos participantes,
18-04-2016

pelo que o valor máximo de cada proposta deverá atender ao estipulado no projeto de
regulamento: ----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----OPA: “Nenhuma das áreas temáticas poderá absorver mais do que 25% do valor global
atribuído anualmente ao orçamento participativo geral”, n.º 4 do art.º 14.º do ROPA, ou seja,
€ 125.000,00; ---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----OPJ – Sem limite máximo por projeto até ao valor de €10.000,-------------------------------
-----PROPONHO: ----------------------------------------------------------------------------------------------
-----1. - A aprovação do projeto de regulamento, que se anexa, o qual, nos termos do artigo
101º. do Código do Procedimento Administrativo, será submetido à consulta pública para
recolha de sugestões; ----------------------------------------------------------------------------------------
-----2. – A aprovação do valor global de €510.000,00 afeto aos projetos acima referidos, e
que o valor de cada proposta não exceda o montante de €125.000,00 para o OPA e €10.000
para o OPJ, as quais ficarão condicionadas à aprovação da alteração ao Regulamento do
Orçamento Participativo de Alenquer pelo Órgão Deliberativo.” -----------------------------------
-----O sr- vereador Eurico Borlido abordou os artigos 10º., nº. 2 do artigo 14º. e 21º,
cujos esclarecimentos foram prestados pelo vereador Paulo Franco. ---------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho comentou as alterações significativas, nomeadamente
as áreas temáticas e o valor alocado anualmente. Em sua opinião, o artigo 19º. deveria
prever a impossibilidade de recurso aos proponentes da proposta, por uma questão de
transparência.---------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Quanto ao prazo estabelecido na alínea k) do nº.1 do artigo 12º., no que se refere à
execução física e financeira das obras do OPA, elas devem ser executadas e liquidadas
no prazo previsto para a sua conclusão, para não gerarem dívida. -------------------------------
-----O sr. vereador Paulo Franco recordou que este regulamento não se sobrepõe aos
compromissos que a Câmara tem de cumprir, nem à LCPA. ---------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho recapitulou as duas propostas que formulou. A primeira,
no sentido de o recurso a entidades externas nunca ser o proponente e a segunda,
refere-se ao facto de a obra ser executada e liquidada no prazo previsto. ----------------------
-----O sr. Presidente manifestou-se recetivo à primeira proposta. Mas, em relação à
segunda, embora a compreenda, lembrou que nem sempre é possível cumprir a
execução financeira, até porque poderão surgir imprevistos que conduzam ao aumento
do prazo de execução da obra. Também lembrou que, com essa proposta, poderá
18-04-2016

parecer que estão a beneficiar as obras do OPA em detrimento de outras. Por isso, não
vê necessidade de estar espelhado no Regulamento, para além se ser uma obrigação
legal da Câmara. -----------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho opinou que o OPA deve disponibilizar verbas fora do
investimento da Câmara e, é nessa perspetiva que apresentou a proposta. Seria um
reforço a não gerar dívidas no âmbito do OPA. Recordou que, quando são apresentados
regulamentos que tragam encargos financeiros para a autarquia, se preocupa com o
facto de não ser gerar dívida futura. ----------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente, compreendendo a perspetiva do vereador Nuno Coelho, referiu que
poderia ficar salvaguardado não haver novos compromissos sem liquidar os anteriores. ---
-----O sr. vereador Paulo Franco disse não ver a necessidade de reforçar o compromisso
de pagamento. Por isso, manterá a sua posição inicial, ou seja, a autarquia pagar os seus
compromissos. -------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido referiu que o compromisso de executar a obra em 24
meses, não significa ter fundos disponíveis para essa obra nesses 24 meses, reforçando
o facto de ser assumido novo compromisso sem que o anterior esteja liquidado. Daí a
importância da proposta do vereador Nuno Coelho. Lembrou a sugestão que deu quanto
à obrigação de a Câmara executar obras que são da sua exclusiva competência, como
foi o caso do arranjo das janelas e portas da Escola Primária de Ribafria. ----------------------
-----O sr. vereador Paulo Franco respondeu que só é possível calcular os Fundos
Disponíveis para 3 meses, por isso os valores estarão orçamentados. --------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal solicitou esclarecimento acerca do número de votos que
cada munícipe disporá em cada projeto, o qual lhe foi prestado pelo autor da proposta. ---
-----O mesmo vereador abordou a questão do projeto imaterial e questionou a
capacidade da Autarquia em avaliar esse tipo de projetos, e não reconhece nos mesmos
características de interesse para o concelho. Em sua opinião, trata-se de uma área que
sai do âmbito do OPA, porque sempre viu este projeto como um meio de os munícipes
participarem com as suas sugestões de uma forma interativa e cooperante. Daí as suas
dúvidas quanto à imaterialidade dos projetos. Manifestou a sua discordância porque, a
parte da avaliação, permite uma maior manipulação possível. Em sua opinião a análise
deveria ser mais restrita. -------------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----O sr. vereador Paulo Franco percebendo o que foi referido, disse que esta alteração
resulta do facto de as duas edições anteriores não contemplarem projetos imateriais.
Embora partilhe um pouco dessa opinião, predispondo-se a alterar. A questão da
participação de pessoas fora do concelho, justificou que sempre a houve e até será uma
forma de dar a conhecer o concelho. ---------------------------------------------------------------------
-----Finda a análise, o sr. Presidente submeteu a votação a primeira sugestão do
vereador Nuno Coelho quanto à previsão no artigo 19º., da impossibilidade de recurso
aos proponentes da proposta, a qual foi aprovada, por unanimidade. ----------------------------
-----Quanto à segunda sugestão do mesmo vereador de, na alínea k) do nº.1 do artigo
12º., ser previsto que as obras sejam executadas e liquidadas no prazo previsto para a
sua conclusão, por forma a não gerarem dívida, esta foi reprovada com 4 votos contra do
sr. Presidente e vereadores Rui Costa, Dora Pereira e Paulo Franco (PS) e 3 votos a
favor dos vereadores Nuno Coelho e Eurico Borlido (PSD) e Carlos Areal (CDU). -----------
-----Passando-se à votação do Projeto de Regulamento em título, a Câmara deliberou,
por maioria, com 4 votos a favor sr. Presidente e vereadores Rui Costa, Dora Pereira e
Paulo Franco (PS9 e 3 votos contra dos vereadores Nuno Coelho e Eurico Borlido (PSD)
e Carlos Areal (CDU), aprová-lo, o qual, nos termos do artigo 101º. do Código do
Procedimento Administrativo, será submetido à consulta pública para recolha de
sugestões, bem como dar o seu acordo à proposta. --------------------------------------------------
-----Um exemplar do referido projeto de Regulamento, devidamente rubricado em todas
as suas folhas pelos membros presentes, fica arquivado na pasta anexa a este livro de
atas, por analogia com o permitido pelo artigo 5º. do Decreto-Lei número 45362, de 21 de
novembro de 1963, na redação dada pelo Decreto-Lei número 334/82, de 19 de agosto. --
----------13. – Prestação de Contas de 2015, Incluindo Inventário de Bens, Direitos e
Obrigações Patrimoniais: - Subscrita pelo senhor Presidente em 13 de abril em curso,
foi presente a proposta número 70 - P/2016, que se transcreve: ----------------------------------
-----“CONSIDERANDO QUE: -------------------------------------------------------------------------------
-----De acordo com o POCAL, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 54-A/99, de 22 de fevereiro,
e com a Resolução do Tribunal de Contas n.º 4/2001, publicada na II Série do Diário da
República de 18 de agosto, da qual consta o elenco dos documentos de apresentação
obrigatória à Câmara Municipal, ainda que alguns deles não sejam apresentados àquele,
antes fiquem arquivados, disponíveis para consulta se e quando para tal forem
18-04-2016

solicitados, A Divisão Orçamental e Administrativa elaborou os documentos de


prestação de contas relativos ao ano económico de 2015;------------------------------------------
-----Os documentos elaborados espelham a atividade do Município durante o ano de
2015, --------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----PROPONHO a aprovação dos mesmos e submissão à Assembleia Municipal, para os
efeitos consignados na alínea l) do nº. 2 do artigo 25º. da Lei nº. 75/2013, de 12 de
setembro.” -------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Paulo Franco fez o enquadramento do documento com relevância
para a estratégia de desenvolvimento territorial, execução e evolução da política
orçamental, execução das GOP, evolução da situação económica e financeira e dívida do
Município. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal referiu alguns erros do documento e solicitou
esclarecimentos relativamente à relação de bens não valorizados arrolados, dado que na
União de Freguesias do Carregado e Cadafais não consta nenhum, tendo a Diretora do
Departamento Administrativo e Financeiro referido que se trata de uma freguesia,
cujos bens se encontram arrolados e inventariados, com base nas anteriores freguesia de
Carregado e de Cadafais. -----------------------------------------------------------------------------------
-----Ainda, no uso da palavra, o mesmo vereador formalizou uma sugestão na parte do
endividamento e uma observação à página número 5. Também, alertou para a anotação
constante da página número 9, em relação ao nome da firma, às quais a Diretora do
Departamento Administrativo e Financeiro, prestou as devidas informações.--------------
-----Solicitou esclarecimentos quanto aos contratos de factoring e, na parte da
contabilidade analítica, alertou para o facto de nessa estarem contidos elementos
relativos a custos com pessoal pertencente a mandatos anteriores, o que extrapola a
inexatidão do mapa e suscita dúvidas. Em sua opinião, não deveria fazer parte das
contas, o que a Diretora aceitou. --------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido comentou o relatório dos Revisores Oficiais de Contas,
e solicitou esclarecimentos sobre o seu teor, os quais lhe foram prestados pela Diretora
do Departamento Administrativo e Financeiro. Relativamente ao controle da receita
orçamental questionou os graus de execução relativamente a transportes e a refeições
escolares, porque dá a ideia de que a DREL não pagou nada, ou então as verbas foram
integradas noutras rúbricas. ---------------------------------------------------------------------------------
18-04-2016

-----Comentou que, relativamente ao controle orçamental da despesa, existe um deficit de


três milhões.-----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Vice-Presidente explicou que, relativamente a transportes escolares, a DREL
não pagou nada, e às refeições também não pagou desde setembro de 2015. ---------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho solicitou alguns esclarecimentos sobre o relatório dos
revisores oficiais de contas, nomeadamente sobre a situação económica e financeira, os
quais lhe foram prestados pela Diretora do Departamento Administrativo e
Financeiro. Questionou se a Câmara Municipal não integrou verbas para pagamento do
Fundo de Apoio Municipal, porque, ao apresentar uma dívida, significa que não o pagou.
Abordou a dívida a terceiros na parte relativa ao Popular Factoring e questionou se se
tratava de um acordo de regularização de dívida. -----------------------------------------------------
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro informou que se tratava
de uma dívida vencida em que a empresa comunicou ter cedido os créditos ao Banco.
Trata-se de uma operação de cessão de créditos a uma instituição financeira de forma
unilateral, por parte do fornecedor não acarretando encargos para a autarquia. --------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho foi de opinião que se trata de um factoring, porque a
empresa teve de recorrer ao Banco para antecipar receita e solicitou que lhe fossem
informadas a datas das faturas. Também pretendeu esclarecimentos sobre os factoring’s
da Caixa Leasing Factoring e do Novo Banco, tendo a Diretora do Departamento
Administrativo e Financeiro prestado os devidos esclarecimentos. ----------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho pretendeu saber como é que em 2015 o valor do
factoring é superior ao que foi assinado pelo atual Presidente da Câmara no ano de 2013
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro esclareceu devidamente
a questão.--------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho referiu que, de acordo com o ofício do Tribunal de
Contas, os factoring’s são ilegais, mencionando a seguinte frase: “o sr. Presidente Pedro
Folgado fez uma operação de factoring de 300 mil euros”. -----------------------------------------
-----Referiu que o ofício do Tribunal de Contas diz que o sr. Presidente Jorge Manuel da
Cunha Mendes Riso, outorgou os contratos e autorizou a realização de despesa no
montante de um milhão cento e noventa nove mil novecentos setenta e um euro e
sessenta e oito cêntimos, com exceção do contrato celebrado em 10/10/2013, pelo sr.
Presidente Pedro Miguel Ferreira Folgado, no valor de 300 mil euros. Como é óbvio, os
18-04-2016

documentos foram para o Tribunal de Contas. Portanto este contrato de 499.972 euros
celebrado a 30/11/2013. Pretendia saber quais os Acordos de Factoring que o sr.
Presidente Pedro Folgado formalizou. --------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente disse que, quando tomou posse na Câmara Municipal, assinou o
contrato de 300.000 euros e outros que ocorreram dentro do ano orçamental. ----------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho pretendeu informações sobre esse contrato, porque tem
na sua posse um documento que diz que essa operação de factoring terminava em 2014.
As explicações não batem certo, face aos documentos que lhe foram fornecidos. Se
terminava em 2014 como é que que o ofício do Tribunal de Contas diz ser realizado pelo
atual Presidente e o sr. diz, em reunião de Câmara, que vai fazer esforços para o pagar. -
-----O sr. Presidente disse que sabe que, neste momento, possui um acordo de
regularização de dívida, cuja dívida é de 152 mil euros e é esse o valor que pretende
liquidar. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho pretendeu saber como se vai pagar uma coisa que o
Presidente disse à Câmara que terminava em 2014 e é sobre isto que quer explicações. --
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro conformou que os 152
mil euros são a única dívida de acordos de regularização de dívida. Em relação aos dois
últimos acordos de regularização de dívida, um ainda foi assinado pelo sr. Presidente
Jorge Riso, e o outro pelo atual Presidente da Câmara e que o deste último terminou.
Comprometeu-se em satisfazer o pedido do vereador Nuno Coelho. ----------------------------
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro reiterou que,
relativamente aos contratos celebrados, o único que, neste momento, está em vigor é o
de 499.972 euros que, em 2014, devíamos 319 mil euros e agora devemos 152 mil euros,
é o que está refletido na Prestação de Contas. A liquidação deste acordo será durante o
mês de maio, conforme compromisso do sr. Presidente, porque o mesmo foi objeto de
recomendação do Tribunal de Contas. -------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho pretendendo fazer um/o ponto da situação, disse que
estava a pedir esclarecimentos sobre a dívida a terceiros e que estava a ler um
documento enviado pela Diretora onde é referido um contrato de factoring da empresa
Pragosa Ambiente, no valor de 300 mil euros. Deduz ser o assinado pelo atual Presidente
e refere ter sido celebrado a 26/12/2013, e o ofício do Tribunal de Contas menciona ser
18-04-2016

celebrado a 10/10/2013. Poderá existir um erro. Se terminar em 2014, os 152 mil euros
não podem ser deste factoring.-----------------------------------------------------------------------------
-----Estes acordos de regularização de dívida significam pagamento de dívida da Câmara,
em todos os casos, às entidades bancárias acrescida de um determinado montante de
juros. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro esclareceu que o único
acordo de regularização em dívida que tem o critério do pagamento de encargos de juros
moratórios é aquele que o sr. Presidente da Câmara assumiu antecipar o pagamento. -----
-----Portanto, seguindo as instruções e recomendações do Tribunal de Contas daqui a
seis meses terão as contas regularizadas. --------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho referiu que, em relação a estes documentos, não está
nada claro. Colocou outra situação relativamente ao mapa dos acordos de regularização
de dívida iniciados em 2014 e outro iniciado em 2015, que terminaram, um em 2015 e
outro em 2016, que têm uma taxa Euribor 1,3,6 meses, mais um valor de spread e
perguntou onde estava refletido nas dívidas a terceiros.---------------------------------------------
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro informou que, em 2015,
foram pagos esses acordos, porque a Lei 73/2013 dá a possibilidade de efetuar acordos
dentro do próprio ano, cujos encargos suportados sobre esse montante, serão de valor
inferior aos juros de mora que a empresa poderia debitar. ------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho referiu um acordo de regularização de dívida à Recolte
no valor de 499.971,68€, que consta na Prestação de Contas (página 112), embora não
venha com o mesmo valor, terminará em 2016. Reforçou o pedido de explicações sobre a
forma como irá ser liquidado um acordo que, segundo informações, já terminou em 2014.
-----A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro voltou a afirmar que é
esse que o sr. Presidente assumiu liquidar e reiterou o que já está pago. ----------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho disse que não estava a perceber e queria os
documentos para entender, porque verifica que tem factoring’s com início em 2014 até
2015 e 2016. Essa informação nunca foi vinculada em nenhuma reunião da Câmara e o
Tribunal de Contas fez uma referência ao factoring do atual Presidente. Não fez qualquer
avaliação sobre esse factoring, apenas perguntou qual era e o sr. Presidente respondeu
que até iria antecipar o seu pagamento. Ficou convicto que era este. No mapa que foi
distribuído com acordos de regularização de dívida, consta que a Câmara está a pagar
18-04-2016

aos Bancos com juros e se não está quer saber a que corresponde. Se estes 592 mil
euros que estão aqui em dívida, são valores que ficam em dívida destes acordos ou não,
porque nenhum destes acordos passaram na Câmara ou receberam informação.
Portanto, estão a aprovar e a apreciar o exercício de uma prestação de contas sem ter as
devidas informações e quando as questiona, as respostas não são concretas, nem
esclarecedoras. Parece que não tem capacidade de perceber o que lhe estão a dizer.
Tem tido paciência, tolerância para tentar perceber. Não façam outro tipo de
interpretação dos seus dados. Não aprovará a prestação de contas sem ser esclarecido e
não duvida que irá ser esclarecido. Pretende que fique registado em ata, que não foi
informado sobre nenhuma destas operações e pode dizer quais. Portanto, se há dívida, o
vereador Carlos Areal perguntou o mesmo que eu: “estes 579 mil euros, são de quê?”.
Pretendeu saber onde estão estes valores. -------------------------------------------------------------
----Referiu um acordo de 343 mil euros que começou em fevereiro e terminou em
dezembro de 2015. Apenas quer saber de onde provêm os 579 mil euros. Possivelmente
foram assinados outros contratos de regularização de dívida, que desconhece e solicitou
que lhe sejam entregues todos os contratos, após 2013. --------------------------------------------
-----O sr. Presidente disse que, de facto, as datas de início não correspondem, porque as
datas espelhadas referem-se às datas de início do pagamento do acordo. Refere, mais
uma vez que o acordo que assinou em 2013 encontra-se pago e que o valor em dívida
em acordos de regularização, no momento, é de 152 mil euros, referente ao contrato dos
499.972 euros, que assumiu liquidar. A outra questão é o que está registado no mapa e
que corresponde à dívida a fornecedores que cederam os créditos ao Banco. Uma coisa
é ter dívida a um fornecedor com negociação do pagamento, outra é o fornecedor
unilateralmente que recorre ao Banco. -------------------------------------------------------------------
-----Seguiram-se troca de explicações sobre acordos de regularização de dívida e
empréstimos, tendo a Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro
esclarecido que um acordo de regularização de dívida é entre a Câmara Municipal e o
fornecedor. A única coisa que o fornecedor diz é que aceita o nosso acordo, desde que
lhe paguem os juros moratórios, decorrentes do acordo e tendo por base as taxas
Euribor. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Neste momento, tem em dívida, relacionado com acordos de regularização de dívida
entre a Câmara Municipal e o fornecedor o valor de 152.000 euros, cuja recomendação
18-04-2016

do Tribunal de Contas é no sentido de o finalizar, por estar a criar/transpor dívida de curto


prazo para médio e longo prazo. Foi este que o sr. Presidente se comprometeu a pagar
em maio e que será cumprido. Os restantes apenas referem para pagar ao Banco, não
existindo qualquer encargo para a Câmara Municipal e aí é chamada a verdadeira
operação de factoring. ----------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho solicitou a entrega dos documentos com início e fim de
todas as seguintes operações de regularização de dívida: ------------------------------------------
-----26/12/2013 – Pragosa Ambiente – 300.000 €------------------------------------------------------
-----30/11/2013 – Recolte, S.A. – 499.961,68 €---------------------------------------------------------
-----26/12/2013 – Recolte, S.A. – 400.000 € -------------------------------------------------------------
-----25/04/2014 – Pragosa Ambiente – 174.880 €------------------------------------------------------
-----25/04/2014 – Construções Pragosa, S.A. – 370.140,29 € --------------------------------------
-----27/02/2015 – Recolte, S.A. – 343.149,29 €---------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente referiu que o pedido será satisfeito, logo que possível. ------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho salientou que a documentação deverá ser enviada
dentro do prazo estipulado na lei e que foi referido no Estatuto da Oposição. -----------------
-----Colocou questões sobre os Indicadores de Gestão nas Receitas Próprias,
questionando as despesas com pessoal no ano de 2015, o que foi respondido pelo sr.
Presidente. -----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----O mesmo vereador perguntou se o indicador de liquidez, avalia a capacidade de
pagamento de dívidas a terceiros, solicitando esclarecimentos sobre o assunto. -------------
-----O sr. Presidente esclareceu que se trata de um problema de tesouraria. -----------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho pretendeu saber o significado da frase “o grau a que os
débitos a curto prazo estão cobertos pelo Ativo Circulante”. ----------------------------------------
-----O sr. Presidente deu a palavra à Diretora do Departamento Administrativo e
Financeiro, a qual informou que o Ativo Circulante diz respeito a existências, a dívidas
de terceiros títulos negociáveis e depósitos em instituições financeiras.-------------------------
-----Também, esclareceu que o Passivo Circulante são as dívidas de curto prazo, tendo o
sr. vereador Nuno Coelho questionado se a Câmara terá uma capacidade de 10%.--------
-----O sr. Presidente explicou que o problema reside no facto de as faturas que chegam
mensalmente, à Câmara não ter capacidade de ter receita mensal, para cobrir sa
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despesas mensais, embora seja pontual receber verba em determinados meses que
cobre parte das faturas. --------------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. vereador Paulo Franco informou que não existe liquidez, quer no ponto de vista
geral, quer no ponto de vista imediato, face aos compromissos que existem a curto prazo.
São indicadores financeiros medidos com base no curto prazo, quer a nível de
compromissos, quer a nível de proveito, quer a nível de liquidez geral, quer de liquidez
imediata, baseada na disponibilidade. Apesar de haver uma grande “décalage” para 12
%, também tem a haver com a disponibilidade para fazer face ao Passivo Circulante. ------
-----Embora não seja satisfatório é a realidade desta autarquia e da média dos
Municípios, embora tenha a ver com a gestão. Muita da nossa receita é sazonal. ------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho solicitou uma listagem, desde o início do mandato deste
Executivo e até ao momento, com o número de funcionários que se aposentaram, que
rescindiram contrato com o Município, assim como o número de funcionários que
entraram no quadro de pessoal da autarquia. Essa informação deverá conter a
identificação dos funcionários e os serviços a que estão alocados. -------------------------------
-----Observou que o valor gasto com o pessoal diminuiu e questionou se o princípio dos
35 %, ainda se mantém na Lei, solicitando informações sobre o assunto. ----------------------
-----Salientou que o documento faz referência a vários eventos, atividades e ações
levadas a efeito e se registou uma diminuição de gastos com pessoal. Mas depois ficou a
conhecer que constam outros eventos com licenciamento que não são realizados pela
Câmara Municipal. ---------------------------------------------------------------------------------------------
-----Quanto à gestão, em sua opinião, ela deve ser medida e cuidada diariamente, não só
no final do ano e deve-se tentar preparar um documento mais ou menos consensual.
Como reflexão considerou que todos devem pensar. Se olharem para o grau de
execução, observam que baixou e reparam que este orçamento foi o mais aproximado do
valor real de receita em relação aos anos anteriores, o que significa que o aproximar a
receita do valor real, aumenta a probabilidade de o grau de execução aumentar.
Recordou que esta leitura foi feita na aprovação do Orçamento de 2016. ----------------------
-----Concordou e pensa que todos concordam que, independentemente das opções,
apresentar o orçamento com valores reais, significa fazê-lo aumentar em termos de
execução, até porque havia a questão dos Municípios terem um grau de execução igual
ou superior aos 85 %. Esta execução baixou relativamente ao ano de 2014, de 82 % para
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77 %, questionando se existe alguma razão para tal, dado que se aproximou a receita
prevista da receita gerada. ----------------------------------------------------------------------------------
-----O sr. Presidente explicou que a razão está relacionada com a receita, lembrando a
derrama que se esperava receber a acrescer a dívida do QREN a esta Câmara
Municipal. Havia o cômputo de se chegar aos 85 %, mas tendo em conta a não receita do
QREN, não foi possível atingir o objetivo. ---------------------------------------------------------------
-----O sr. Vice-Presidente referiu que aplicada a regra previsional para elaboração do
orçamento é incluído a dívida dos munícipes proveniente de impostos diretos ao
Município. Isto faz com que caso, as Finanças não consigam cobrar o valor em dívida,
como foi o caso deste ano, a cobrança fosse muito diminuta face ao exercício de 2014, o
que teve um impacto forte, porque tem de estar previsto na receita e depois não se
consegue cobrar, fator que influenciou significativamente. ------------------------------------------
-----O sr. vereador Nuno Coelho observou que fazendo uma reflexão, olhando na
perspetiva para a gestão feita, face ao grau de execução do Plano Plurianual de
Investimento e das GOP e do PPI, o grau de execução é de 50 %,o que é baixíssimo,
face ao que estava previsto. --------------------------------------------------------------------------------
-----Solicitou à Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro, que para além do
PPI, lhe sejam facultadas as GOP e as atividades mais relevantes que não constam no
documento de Prestação de Contas. ---------------------------------------------------------------------
-----Observou que se concluíram algumas obras já iniciadas que tinham de o ser, por
estarem ao abrigo de Acordos. Outras foram lançadas no orçamento para 2015, o seu
grau de execução está a zero, inferindo que a situação financeira da Autarquia limita o
investimento. Portanto, quando se fala do orçamento participativo fica preocupado em
não passar dívida para o ano seguinte. ------------------------------------------------------------------
-----A gestão deve ser um exercício que não crie mais dívida, nem mais compromissos do
que os existentes, para que não sejam outros a pagarem a dívida anterior e que permita
ao Executivo ter investimento, como é o caso do Plano Estratégico abordado na reunião
extraordinária e que foi notícia nos jornais de que a “Câmara Municipal de Alenquer
apresenta obras no valor de 25 milhões de euros” e, na realidade, a capacidade de
investimento é quase residual. Isto é apenas uma constatação e uma reflexão, que faz.
Devem definir-se as prioridades, porque senão o cenário será sempre este de não haver
ou ser raro o investimento. Não se deve só falar perante a apreciação do Orçamento ou
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da Prestação Contas, mas diária e continuamente, para evitar que se apresente um


conjunto de ações, cujo grau de execução é zero. Portanto deve refletir-se que será
melhor apresentar um orçamento com menos obras, mas com capacidade de as
executar, do que o apresentar com muitas e não as conseguir concretizar. Nota que deixa
ao sr. Presidente. ----------------------------------------------------------------------------------------------
-----Solicitou um relatório sobre os Planos de Pagamento acordados com fornecedores,
incluindo os no âmbito do PAEL se ainda existirem, ou excluídos do âmbito do PAEL,
mas que ainda se mantenham em vigor.-----------------------------------------------------------------
-----Solicitou informações sobre os Planos de Liquidação de Dívida, pois existiram
acordos no âmbito do PAEL, que desconhece se estão todos pagos. ---------------------------
-----Relativamente aos vários departamentos que apresentaram aqui as suas atividades,
caso tenha alguma questão colocá-la-á posteriormente, por não ter disponibilidade de
analisar todas. Como última nota referiu que os compromissos assumidos para o futuro,
aumentaram num milhão de euros. Portanto infletiu-se, houve um decréscimo neste
exercício de 2015, criando-se mais um milhão de euros de compromisso para o futuro do
que o existente, ou seja, aumentou-se o valor de 39 para 40 milhões. ---------------------------
-----O sr. vereador Eurico Borlido disse que quem recebe um documento destes a uma
quarta feira à noite, tem de fazer um grande esforço para o ler e tirar as suas conclusões.
Não irá entrar em grandes pormenores, dado que o vereador Nuno Coelho na sua
intervenção já apresentou as questões que tinham refletido em conjunto. Contudo,
pretende sublinhar que, a 1ª e a 2ª página do relatório, mais parecem um projeto de
intenções que um relatório de gestão que é aquilo que vem em qualquer compêndio de
estratégia. O mais curioso é que muitas das afirmações feitas contradizem totalmente o
célebre Plano Estratégico de Desenvolvimento Territorial. Quem se debruçar sobre esse
Plano e o ler com cuidado percebe que a grande cidade, a grande metrópole suburbana e
tudo o que ela tem de viciado e fora de uso é o que lá vem escrito e contradiz a coesão
social. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Apesar de tudo, felicitou todos os trabalhadores que colaboraram na elaboração do
documento, assim como ao sr. Presidente e aos vereadores em regime de permanência
pela coordenação que fizeram, porque isto também dá trabalho a coordenar e a escrever,
mas no conteúdo e na substância há muita coisa que não concorda e algumas delas vêm
refletir aquilo que foi feito e que algumas das sugestões dadas não foram aceites. ----------
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-----Acabou por verificar que este relatório de gestão do ano de 2015, não inflete para o
caminho que pensavam que deveriam caminhar. É esta a sua apreciação. --------------------
-----Seguidamente o sr. Presidente submeteu à votação os referidos documentos, que
obtiveram 4 votos a favor dos senhores Presidente e vereadores Rui Costa, Dora Pereira
e Paulo Franco (PS), 3 votos contra dos vereadores Nuno Coelho e Eurico Borlido (PSD)
e Carlos Areal (CDU), do que resultou a sua aprovação. --------------------------------------------
-----O sr. vereador Carlos Areal apresentou a seguinte declaração de voto:-------------------
-----“Reconhecendo alguma melhoria na transparência e na qualidade da informação que
nos é prestada, os documentos referentes a prestação de contas de 2015 que nos foram
entregues continuam a demonstrar algumas insuficiências e omissões que nos levam a
votar contra este documento. -------------------------------------------------------------------------------
-----O documento omite e não releva a dívida oculta da Câmara nomeadamente quando não
assume as responsabilidades e encargos com a aquisição de terrenos onde já foram
construídos equipamentos. ----------------------------------------------------------------------------------
-----O relatório também não quantifica os impactos referentes aos negócios com as Águas
de Alenquer e com as Águas do Oeste nem a sua contribuição para a dívida não assumida
de Alenquer.-----------------------------------------------------------------------------------------------------
-----Em 2015 nada foi feito para aumentar a competitividade do Município na comparação
com os municípios vizinhos no que se refere à fatura da agua do saneamento e da recolha
dos resíduos sólidos.------------------------------------------------------------------------------------------
-----Nestes termos voto contra a aprovação dos documentos que consubstanciam a
prestação de contas de 2015 e o relatório de gestão de 2015. -------------------------------------
-----O vereador do PCP eleito pela CDU.” ---------------------------------------------------------------
-----Um exemplar do documento apresentado fica, devidamente rubricado pelos membros
presentes, arquivado na pasta anexa a este livro de atas, por analogia com o permitido
pelo artigo 5º. do Decreto-Lei número 45362, de 21 de novembro de 1963, na redação
dada pelo Decreto-Lei número 334/82, de 19 de agosto, estando disponíveis para
consulta quando para tal foram solicitados. -------------------------------------------------------------
-----Mais deliberou a Câmara, nos termos da alínea ccc) do número 1 do artigo 33.º da Lei
número 75/2013, de 12 de setembro, conjugada com a alínea l) do número 2 do artigo
25.º do mesmo diploma legal, propor à Assembleia Municipal a apreciação e avaliação do
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inventário dos bens, direitos e obrigações patrimoniais, bem como a apreciação e votação
da Prestação de Contas de 2015. -------------------------------------------------------------------------
RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA:
-----Resumo diário do dia 15 de abril de 2016, do qual consta que as Operações
Orçamentais acusam um saldo no valor de € 225.784,57 (duzentos vinte cinco mil
setecentos oitenta quatro euros e cinquenta e sete cêntimos) e as Operações não
Orçamentais acusam um saldo de € 179.428,79 (cento setenta nove mil quatrocentos
vinte oito euros e setenta e nove cêntimos). Estão depositados em Instituições de Crédito,
€ 397.988,24 (trezentos noventa sete mil novecentos oitenta oito euros e vinte e quatro
cêntimos) e em Títulos Negociáveis € 25,00 (vinte cinco euros). ----------------------------------
-----A Câmara ficou ciente.-----------------------------------------------------------------------------------
APROVAÇÃO DA ATA POR MINUTA:
-----Esta ata foi aprovada em minuta, no final da reunião, por a Câmara assim o ter
deliberado, nos termos do número 3 do artigo 57.º da Lei número 75/2013, de 12 de
setembro. --------------------------------------------------------------------------------------------------------
ENCERRAMENTO:
-----Eram 14,55 horas, quando o Senhor Presidente encerrou a reunião, da qual, para
constar, foi lavrada a presente ata que vai ser assinada pelo mesmo presidente e por
mim, Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro, sob cuja responsabilidade foi
elaborada. -------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Presidente,
_______________________________

A Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro,


_______________________________