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Universidade Federal de Minas Gerais

Pró-Reitoria de Recursos Humanos


Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos
Divisão de Acompanhamento Funcional

PROGRAMA DE PROMOÇÃO E ORIENTAÇÃO AO TRABALHADOR


ADOLESCENTE

MANUAL DE ORIENTAÇÕES

Avenida Antônio Carlos, 6.627, Unidade Administrativa III, telefone: (031) 3499-4486 /4487,
fax: (031) 3499-4546 e-mail: info@drh.ufmg.br
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Convênio UFMG/Cruz Vermelha Brasileira

A finalidade deste manual é organizar e divulgar


informações sobre o funcionamento do PORTA –
Programa de Promoção e Orientação ao Trabalhador
Adolescente, visando orientar os envolvidos.
Pretende, também, ser o instrumento padronizado de
referência para a operacionalização do programa na
UFMG.

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SUMÁRIO

01. Apresentação

02. Sobre a UFMG

03. Objetivos do Programa

04. O que a UFMG oferece

05. Os direitos e deveres do adolescente

06. Atribuições/atividades que os adolescentes podem exercer

07. Atribuições/atividades que os adolescentes não podem exercer

08. Chefias: qual é o seu papel?

09. Acompanhamento funcional e avaliação de desempenho dos adolescentes

10. Como proceder em caso de...

11. Telefones úteis

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1. APRESENTAÇÃO

O Programa de Promoção e Orientação ao Trabalhador Adolescente/PORTA surgiu em 2004, com


o objetivo de aprimorar o trabalho de acompanhamento da trajetória profissional dos jovens
contratados pela Universidade Federal de Minas Gerais, através do convênio firmado com a Cruz
Vermelha Brasileira. A gerência do Programa é de responsabilidade dos profissionais da Divisão de
Acompanhamento Funcional do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos através
de várias ações, dentre elas, o acompanhamento funcional, treinamentos, avaliação de
desempenho e desligamento institucional.

A Universidade vem trabalhando, permanentemente, para garantir aos trabalhadores adolescentes


condições para desempenharem suas funções, de acordo com os parâmetros legais estabelecidos
pelo Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, visando ao seu desenvolvimento pessoal, ético e
profissional e preparando-os para posteriores oportunidades no mundo do trabalho.

Em consonância com os objetivos do Programa, este Manual foi criado para oferecer aos
trabalhadores adolescentes orientações referentes aos seus direitos e deveres, bem como subsidiar
as chefias quanto ao seu papel como profissionais de referência para esses jovens.

Leiam atentamente essas orientações e bom trabalho!

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2. SOBRE A UFMG

A Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG é uma Instituição de Ensino, Pesquisa e


Extensão, vinculada ao Governo Federal através do Ministério da Educação. É constituída por 19
Unidades Acadêmicas e três Unidades Especiais, que sediam 94 Departamentos, onde funcionam
75 cursos de Graduação, 123 programas de Pós-Graduação stricto sensu e 83 cursos de
Especialização. Anualmente, em torno de 6,6 mil vagas de Graduação são disputadas por cerca de
70 mil candidatos que enfrentam o maior Vestibular do Estado e um dos maiores do País.1

No ensino, porém, a UFMG não se ocupa apenas com a Graduação e a Pós-Graduação. A


educação de crianças e de adolescentes acontece no Centro Pedagógico, que conta com duas
unidades no Campus Pampulha — o Colégio Técnico e a Escola de Ensino Fundamental — e é
reconhecido como um espaço privilegiado de formação, por seguir os padrões de qualidade da
Instituição Universitária. Na área de Saúde, a UFMG exerce grande influência na formação de
pessoal especializado, por meio do Programa de Formação de Auxiliares de Enfermagem (Profae),
responsável pelo Ensino Técnico de mais de mil alunos por ano. É uma Instituição que oferece uma
rede de museus, espaços de ciência e de fruição cultural a públicos diversos e que sustenta
dezenas de projetos em parceria com municípios da bacia do Rio das Velhas e do Vale do
Jequitinhonha. No seu fazer cotidiano, estabelece permanentes e diversificados elos de
solidariedade com a sociedade, que concretizam a responsabilidade desta Universidade com o
desenvolvimento regional e local.

A política de interiorização, baseada no fortalecimento de Unidades de Ensino e de Pesquisa e em


grandes projetos de extensão, é, ainda, facilitada pela estrutura física e acadêmica da UFMG,
distribuída por áreas distintas de Minas Gerais. No norte do Estado, o Campus Regional de Montes
Claros; na porta de entrada do Vale do Jequitinhonha, em Diamantina, o Instituto Casa da Glória; na
Serra da Piedade, em Caeté, o Observatório Astronômico; as duas fazendas experimentais, em
Igarapé e em Pedro Leopoldo; e, nos Campos das Vertentes, em Tiradentes, um complexo cultural
composto pelo Museu Casa Padre Toledo, Fórum e Centro de Estudos, que integram a Fundação
Rodrigo Mello Franco de Andrade, dirigida pela UFMG.

1
Fonte: Relatório de Gestão 2002 – 2006
http://www.ufmg.br/relatoriodegestao/index.php?option=com_content&task=view&id=12&Itemid=26

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3. OS OBJETIVOS DO PROGRAMA

Embora a inserção legal dos adolescentes de 16 a 18 anos incompletos no mundo de trabalho


esteja prevista pelo Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, o empregador deve observar
algumas prerrogativas para a contratação, que têm como principal finalidade propiciar meios
favoráveis à formação humana e profissional dos jovens, respeitando a condição peculiar de pessoa
em desenvolvimento.

O histórico das orientações dadas ao aproveitamento do trabalho adolescente na UFMG está, sem
dúvida, relacionado aos esforços institucionais de implementação de políticas de recursos humanos
cada vez mais consolidadas e articuladas entre si.

Na atividade laboral dos adolescentes, o caráter educativo precisa prevalecer sobre o


aspecto produtivo, devendo haver preparação adequada para o mundo de trabalho. Dessa
maneira, o Programa de Promoção e Orientação ao Trabalhador Adolescente - PORTA, além de
oferecer a oportunidade de emprego, compromete-se com a formação desse segmento de
trabalhadores, acompanhando-os e promovendo o desenvolvimento pessoal, ético e profissional.

4. O QUE A UFMG OFERECE

 Refeições a baixo custo: nos restaurantes universitários, apresentando a


carteira da Biblioteca Universitária e Carteira de Identidade.

 Transporte interno: ônibus circular gratuito que percorre todas as Unidades do


Campus Pampulha.

 Lazer: possibilidade de utilização das dependências do Centro Esportivo Universitário –


CEU. É necessária a confecção da carteira e o pagamento da semestralidade.
(www.ufmg.br/ceu/)

 Educação: permitida a utilização dos espaços das diversas


bibliotecas da Universidade e empréstimo de livros mediante a
apresentação da carteira de usuário que poderá ser requerida junto
à Biblioteca Universitária.

 Capacitação: participação em programas de capacitação e


treinamento.

 Participação em Projetos: voltados para os jovens em parceria com unidades da UFMG.

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5. OS DIREITOS E DEVERES DO ADOLESCENTE

5.1 DIREITOS DOS ADOLESCENTES

 Registro em Carteira de Trabalho.


 Salário: um salário mínimo, pago até o 5º dia útil do mês subsequente
ao trabalhado.
 13º salário: proporcional aos meses trabalhados no ano, pago no mês
de dezembro.
 Férias regulamentares: trinta dias corridos após completar um ano de
trabalho.
 Abono de férias: correspondente a 1/3 do salário.
 Vale-transporte: concedido para os deslocamentos residência/trabalho,
trabalho/residência; será descontado o valor de 6% do salário para fins
de cálculo do benefício.
 FGTS: depositado mensalmente, numa conta individual na Caixa Econômica Federal, no
valor de 8% do salário, só podendo ser sacado no caso de dispensa sem justa causa.
 Kit de higiene pessoal: distribuído mensalmente no DRH/ UFMG.

5.2 DEVERES DOS ADOLESCENTES

5.2.1 APRESENTAÇÃO PESSOAL

 É IMPRESCINDÍVEL
o Manter apresentação pessoal condizente com o ambiente de trabalho.
o Usar obrigatoriamente a camisa da Cruz Vermelha durante todo o horário de trabalho,
inclusive ao realizar trabalhos externos e no horário de almoço/jantar.
o Usar o crachá durante todo o horário de trabalho, nos locais que o exigirem.
o Cuidar da higiene pessoal, mantendo os cabelos bem cuidados, unhas aparadas, roupas
limpas.

 É PROIBIDO
o Usar boné ou similares no local de trabalho, sendo permitido seu uso apenas em serviços
externos, como forma de proteção solar.
o Utilizar fones de ouvidos durante o horário de trabalho, inclusive ao realizar trabalhos
externos.
o Usar piercing, bem como roupas e calçados inadequados para o ambiente de trabalho:
shorts, bermudas, saias curtas, chinelos. Também não é permitido customizar / cortar a
camisa da Cruz Vermelha.

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5.2.2 POSTURA PROFISSIONAL

 É IMPRESCINDÍVEL:
o Ser pontual e comunicar à chefia imediata eventual atraso.
o Apresentar à chefia atestado médico ou declaração de comparecimento ao serviço de
saúde, quando houver impossibilidade de comparecer ao trabalho por motivo de doença.
A apresentação desse documento é imprescindível, evitando dessa maneira o corte do
ponto.
o Respeitar a chefia, demais servidores, alunos e usuários, tratando-os com educação.
Caso sofra algum ato de desrespeito, esse deverá ser comunicado imediatamente à
chefia imediata e/ou ao Departamento de Recursos Humanos.
o Zelar pelo patrimônio público, pela organização e limpeza do local de trabalho.
o Utilizar o computador e o telefone, fora das atividades profissionais, somente com a
autorização da chefia imediata.
o Estar regularmente matriculado e apresentando frequência escolar mínima de 75%. Este
vínculo deve ser comprovado nos meses de abril e outubro de cada ano, através de
declaração da escola, a ser entregue ao DRH.
o Entregar a folha de ponto à DAA/DRH, conforme data informada pelo DRH. Nesse dia, o
jovem deverá retirar o seu contracheque e o kit de higiene pessoal.

Obs: Os adolescentes lotados nas unidades do Campus Saúde e centro devem


entregar as folhas de ponto e retirar os contracheques e kits de higiene pessoal na
própria unidade.

 É PROIBIDO
o Namorar em horário de trabalho, assim como telefonemas e visitas ao posto de trabalho
de outro adolescente.
o Utilizar apelidos ou tratar de forma pejorativa qualquer membro da comunidade
universitária, bem como gírias no local de trabalho.
o Emprestar documentos pessoais, como crachá funcional ou carteirinha da Biblioteca,
visto que são intransferíveis.
o Utilizar indevidamente os elevadores, assim como demais equipamentos (impressoras,
computadores, etc.) e espaços públicos da UFMG (restaurantes, praça de serviços,
bibliotecas).
o Portar e/ou consumir bebidas alcoólicas, cigarros e drogas de qualquer espécie, de
acordo com o Artigo 81, Incisos II e III da Lei Nº 8.069, de 13 de Julho de 1990 (Estatuto
da Criança e do Adolescente).
o Utilizar os elevadores da área suja/limpa do Hospital das Clínicas, já que os mesmos são
destinados ao transporte de material sujo/esterilizado.

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6. ATRIBUIÇÕES/ATIVIDADES QUE OS ADOLESCENTES PODEM EXERCER

Cargo: Mensageiro Interno

6.1 ATIVIDADES PERMITIDAS

Apoio às atividades administrativas em geral, tais como:


 Recepção.
 Protocolo.
 Organização de bibliotecas.
 Encadernação de cópias de materiais.
 Serviços externos (entrega de documentos).
 Manutenção de arquivos.
 Atendimento Telefônico.
 Digitação.
 Xerox.

OBS.: As atividades de atendimento telefônico, digitação e xerox não devem ultrapassar,


cada uma, 50% da jornada de trabalho.

7. ATRIBUIÇÕES/ATIVIDADES QUE OS ADOLESCENTES NÃO PODEM EXERCER

7.1- Com base no Decreto 6481 de 12/06/2008, lista TIP – Piores Formas de Trabalho
Infantil:
 Abrir e fechar setores. (não é permitido que os adolescentes tenham
a chave do setor).
 Substituir chefia ou servidores no setor.
 Ter acesso a informações sigilosas (ter acesso a provas, outros
documentos sigilosos).
 Manusear e transportar valores.
 Realizar segurança/vigilância patrimonial.
 Realizar atividade de porteiro.
 Executar atividades em horário noturno, entre 21:30 e 5:00h.
 Viajar a serviço para fora da comarca, salvo com autorização
judicial ou acompanhamento de responsável legal.
 Trabalhar em local insalubre, exposto a produtos tóxicos, substâncias ácidas, a radiação,
dentre outros.
 Trabalhar em local perigoso (alta tensão, materiais cortantes, altas temperaturas, dentre
outros).
 Trabalhar em locais ou em serviços prejudiciais à sua moralidade.

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 Executar atividades que caracterizem serviço doméstico (fazer café, lavar utensílios, limpar
móveis, etc.).
 Levantar, transportar carga ou descarga manual de pesos superiores a 20 quilos, para o
gênero masculino e superiores a 15 quilos para o gênero feminino, quando realizados
raramente; e superiores a 11 quilos para o gênero masculino e superiores a 7 quilos para o
gênero feminino, quando realizados frequentemente. Para essas situações, o adolescente
deverá ter o auxílio de carrinho para o transporte de materiais

7.2- Normas definidas pelo DRH/ PRORH:


 Secretariar reuniões (redigir atas);
 Elaborar o relatório INA;
 Executar atividades particulares para quaisquer pessoas.

8. CHEFIAS: QUAL É O SEU PAPEL?

8.1 ATRIBUIÇÕES
1. Convidar os pais ou responsáveis pelo adolescente a conhecerem seu setor de trabalho,
visando ao estabelecimento de uma parceria com os mesmos, facilitando o tratamento de
questões adversas que possam se apresentar.
2. Treinar e orientar os adolescentes sobre as atividades que deverão
executar, observando a descrição do seu cargo e atentando-se para as
orientações dispostas no Estatuto da Criança e do Adolescente.
3. Coordenar, acompanhar e avaliar o desempenho do adolescente em suas
atividades.
4. Orientar o adolescente quanto às regras de comportamento, relações de
trabalho, funcionamento e organização do setor.
5. Criar condições para a participação do adolescente nos treinamentos e
eventos oferecidos pela UFMG e/ou CVB.
6. Realizar contato com os pais ou outro responsável em caso de não
comparecimento do adolescente ao trabalho. Ocorrendo novas faltas, ou a
impossibilidade de contato com os responsáveis, comunicar ao DRH.
7. Avaliar o desempenho do adolescente no 2º mês e no 9º mês de trabalho,
através do preenchimento de formulário encaminhado pelo DRH.
8. Solicitar a declaração de frequência escolar do adolescente nos meses de abril e
outubro e encaminhá-la ao DRH.
9. Realizar, mensalmente, a conferência do ponto. Não é permitido rasuras e
marcação de "jornada britânica".

ATENÇÃO: No caso de falta(s) não justificada(s), é imprescindível que essa


informação seja repassada até o dia 20 de cada mês à Seção de Pessoal da
CVB e à DAF/DRH, através dos emails pessoal@cvbmg.org.br e

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daf@drh.ufmg.br, com o objetivo de controlar e agilizar o procedimento para corte do


ponto.

8.2 OUTRAS ORIENTAÇÕES

1. É aconselhável a flexibilidade da carga horária de trabalho em semana de


prova ou trabalho escolar, devidamente negociado com o adolescente.
2. As atividades de trabalho devem ser definidas pela chefia imediata, e as
prioridades repassadas para o trabalhador adolescente de forma clara e
objetiva.
3. É muito importante a parceria entre DRH e chefias para que o
acompanhamento e orientação dos adolescentes sejam feitos com maior
eficácia. Dessa maneira, o DRH deverá ser comunicado sobre qualquer
mudança de comportamento ou ocorrências que envolverem os jovens
trabalhadores, para que as providências cabíveis a cada caso possam ser
tomadas, o mais breve possível, considerando o caráter social do PORTA.
4. As chefias imediatas são co-responsáveis pela administração do programa PORTA.
5. Caso ocorra remanejamento do adolescente, esse deverá ser comunicado à Divisão de
Apoio Administrativo - DAA do DRH.

9. ACOMPANHAMENTOS FUNCIONAIS E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO ADOLESCENTE

O objetivo do acompanhamento funcional é proporcionar aos


adolescentes condições para melhor adaptação e aproveitamento de sua
primeira experiência profissional, bem como orientar a chefia sobre a conduta
adequada em situações adversas.

O acompanhamento envolve também duas avaliações de


desempenho, realizadas no 2º e 9º meses de trabalho através de formulários
preenchidos pelo adolescente e pela chefia imediata. É fundamental que, ao
realizar a avaliação, a chefia informe e oriente o jovem sobre as percepções
quanto ao seu desempenho, auxiliando-o na superação das dificuldades que
esse possa apresentar.

Ao serem encaminhados à DAF/DRH, os formulários serão analisados


pela equipe técnica, possibilitando, assim, o acompanhamento da adaptação
profissional do adolescente e a busca por alternativas para resolução dos
problemas detectados.

Em caso de dúvidas ou dificuldades encontradas no dia-a-dia de


trabalho, a DAF/DRH deverá ser acionada pela chefia e/ou pelo adolescente
para as orientações necessárias.

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10. COMO PROCEDER EM CASO DE...

Adoecimento: O adolescente deverá comunicar a sua chefia sobre seu estado de saúde e procurar
um posto de atendimento para tratamento e orientação médica, não se esquecendo de solicitar o
atestado médico e/ou declaração de comparecimento para que sua falta seja justificada.

Mal-estar ou acidente dentro da UFMG, durante o horário de trabalho: O adolescente deverá


ser encaminhado ao DAST – Departamento de Atenção à Saúde do Trabalhador, sempre
acompanhado de um adulto, que deverá permanecer com o mesmo até que ele
seja liberado.

Mudança de endereço residencial: Entrar em contato com a Divisão de Apoio


Administrativo – DAA/ DRH, a fim de ser orientado quanto aos procedimentos.

Substituição do adolescente: Antes do término do contrato do adolescente, a


chefia deverá entrar em contato com a DAA/ DRH para dar início ao processo de
nova contratação

Mudança de setor de trabalho: O DRH deverá ser acionado em qualquer hipótese (situação) de
remanejamento do adolescente.

11. TELEFONES ÚTEIS

Divisão de Acompanhamento Funcional - DAF/DRH:


3409 4497 / 3242

Divisão de Apoio Administrativo - DAA/DRH:


3409 4486 / 4487

Departamento de Atenção à Saúde do Trabalhador da UFMG (DAST):


3409 4498/ 4315

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