Você está na página 1de 4

MENU

Mundo Cristão

buscar

Cientista mostra que Deus é um 'designer


inteligente': "Ele projetou tudo, desde o
início"
Para palestrar sobre ciência e fé, foram convidados os professores Marcos Eberlin
(Unicamp) e Glauco Magalhães (UFC). O evento foi realizado pelo Movimento
Estudantil Hora Extra, Escola das Nações e a Juventude CN.
FONTE: GUIAME, KARLOS AIRES E JOÃO NETO
ATUALIZADO: QUINTA-FEIRA, 30 JUNHO DE 2016 AS 12:01
145  facebook
 twitter
 google plus
 pinterest
De acordo com o professor Marcos, a química e a bioquímica chegaram e
recolocaram a ciência no bom caminho. (Foto: Reprodução).

No último sábado (25) aconteceu em Fortaleza o primeiro Seminário Ciência e Fé, realizado peloMovimento
Estudantil Hora Extra, Escola das Nações e a Juventude CN. O objetivo do evento é de equilibrar o assédio
ideológico praticado nas escolas e universidades, com palestras sobre ciência, fé e cristianismo,
“proporcionando entendimento e conciliação das duas linhas de pensamento”.

Para a explanação dos assuntos, foram convidados os professores Marcos Eberlin (Instituto de Química da
Universidade Estadual de Campinas) e Glauco Magalhães (Universidade Federal de Fortaleza).

Em entrevista exclusiva para o Portal Guiame, Marcos afirma que a verdadeira ciência sempre foi amiga e
esteve ao lado dos relatos bíblicos. “O fundamento primeiro, o grande alicerce da ciência é exatamente o tema
central da bíblia: Deus. Foi o pressuposto de que há um Deus, um único Deus, que governava seu Universo
com leis imutáveis, e coerentes e consistentes, mais ainda, que havíamos sido feitos a sua imagem e
semelhança e assim teríamos uma mente confiável para entender o como Ele fez e mantinha em pleno
funcionamento sua criação, que impeliu os homens a fazerem a ciência que praticamos hoje”, disse.

Para o professor, os pais da ciência enxergavam a clara evidência de um criador. “Os grandes pais da ciência
como Boyle, Pascal, e Newton, eram em sua imensa maioria homens que ao observarem o universo e a vida, à
luz da ciência, enxergavam em seu dados evidencias claras de um criador. Mas o iluminismo, e mais Darwin,
Freud, Max, Sagan, e seus discípulos, desviaram a ciência de seu bom caminho, e levaram muitos cientistas a
falsa crença - uma fé naturalista- de que só havia matéria energia e espaço nesse universo”, conta.

Abordando o mesmo assunto, para o professor Glauco Magalhães, é possível provar a veracidade das escrituras
para um não crente, “fazendo evidente que a compreensão da natureza, do homem e da história contida nas
Escrituras condiz com a realidade, bem como fazendo evidente a excelência de Jesus Cristo, que não pode
resultar de mera habilidade literária”.

Para o professor Glauco, é possível provar a veracidade das escrituras para um não crente. (Foto: Assessoria).

Química e Bioquímica refletem o criador

De acordo com o professor Marcos, a química e a bioquímica chegaram e recolocaram a ciência no bom
caminho. “Ao examinarem o universo e a vida ao nível atômico e molecular, tem nos revelado assinaturas
indesculpáveis de uma ação inteligentíssima na construção, através de átomos e moléculas, de tudo que vemos
ao nosso redor. Desde o núcleo dos átomos, passando pelas estrelas, galáxias e cometas, até o planeta terra, a
água, as moléculas da Vida, e suas máquinas nano moleculares, e ao software de extrema sofisticação e
eficiência que tudo governa, o DNA, vemos evidencias científicas que não deixam duvidas de que há um Deus,
um único, e que este Deus é do jeitinho que a Bíblia o descreve: eterno, imaterial, detentor de toda a
informação, todo-poderoso e incrivelmente sábio e inteligente”, afirma.

Criacionismo e Fé

Um outro tema abordado no seminário foi a questão do criacionismo como linha de pensamento científico.
Marcos declara que o grande desafio é “mostrar primeiro que a ciência nos é amiga, um casamento perfeito, e
que os dados científicos, contrários ao boatos, são de fato de longe favoráveis aos pressupostos de nossa fé, e a
descrição literal desse universo como o faz a Palavra”, disse. Para ele, existe ainda um outro grande desafio, o
de não sucumbir as falsas teorias naturalistas “que os homens criaram na esperança de explicar tudo só com
matéria, energia e espaço”.

“Não sucumbir à tentação do Big Bang e da evolução química e bioquímica, para assim ‘ficar de boa’ com a
ciência naturalista, forçando o nosso Deus a ‘colaborar’ com elas fazendo obrigatoriamente os seus milagres,
como o fazem hoje os evolucionistas teístas ou os que defendem um criacionismo progressivo”, ressaltou.

Para o professor Glauco, a Bíblia apresenta fatos sobre a natureza que refletem a Deus. “A Bíblia mostra fatos
sobre a natureza e o homem que revelam um criador inteligente. Os saltos da matéria inorgânica para a matéria
orgânica, da inconsciência para a consciência não poderiam acontecer sem um Criador. A ressurreição de Jesus
pode, a partir das testemunhas e dos indícios, ser submetida ao modelo de comprovação que existe nos meios
jurídicos”, pontuou.

O professor da UFC ainda afirma que é possível usar a cosmovisão cristã para discutir assuntos políticos e
científicos. “Fazendo evidente que a sua pressuposição potencializa o nosso poder de explicar a realidade e
oferece resultados mais desejáveis à condição humana”, disse.

Teoria do Design Inteligente

Por fim, um outro assunto abordado no seminário foi a Teoria do Design Inteligente que de acordo com Marcos,
trabalha no estabelecimento de “critérios científicos para este escolha”. “Um Designer inteligente projetou tudo,
desde o inicio, e deu a partida”, afirma o professor da Unicamp.

“Temos então a complexidade irredutível, a informação abstrata e a antevidência como parâmetros de decisão
entre forcas naturais ou ação inteligente como causas dos efeitos vida e universo. E quando avaliamos o nível
de complexidade irredutível das maquinarias que operam na vida, sincronizadamente, e quando vemos tantas
soluções de problemas mortais à vida que foram resolvidos de antemão para que a vida pudesse dar a partida e
funcionar, e quando além de tudo isso vemos o exagero de arte e beleza, como o sorriso humano - pura
decoração - não nos resta saída senão concluirmos que o coeficiente de inteligência (QI) do Universo e da Vida
são altíssimos, quase infinitos. E esse QI atesta a ação inteligente como de longe a melhor opção da causa
primeira de estarmos aqui”, finalizou.