Você está na página 1de 357
A ajuda perfeita para seus estudos Abrange tanto o tempo continuo como o tempo discreto 571 problemas resolvidos Passo a passo bre originalmente publicada sob o tuto Schaum's Outline of Theory and Probleras of Signals and Systems Hovei P. How © 1005, The McGraw-Hill Companies, Ine AU rights reserved, ISBN 0.07-050641-9 Capa: Rogério Gritho Leitura finals André Menezes de So Supervisio editorial: Denise Weber Newaeeyk Exditoragio eletronica: Laser Howse HWEI P_HSU 4 professor de Engenharia Elétrica ns Farleigh Dickinson University. Obteve o seu bucharclado em ciéneias na National Taiwan University ¢ 0 seu mestrado e doutoraddo no Case Institute of Technology. Publicou diversos livros. denire 0s quais © de Teorine Problemas de Comunicagan Analogica e Digital da Colegao Schaum. Reservados todos os drcitos de publicugio, em lingua ponugucsa, § ARTMED” EDITORA S. A. (BOOKMAN® COMPANHIA EDITORA ¢ uma divisio da ARTMED® Aw, Jerénime de Ometas, 670- Santana 0040-340 Ponto Alegre RS. Fone (51) 3027-7000 Fax (31) 302 070 E proibida a duplicaco ou reproduedo deste volume, no todo ou em pare, sob quaisquer formas ov por qualquer mucins (eleuOnie -avayio, Fowwedpia, JStibMiy a0 1 Web e outros), sem permissio expressa dha Edita, SAO PAULO. Ay, Angélica, 1091 - Higienspolis 1227-100 Sao Paulo SP Fone (11) 3665-1100 Fax (11) 3667-1333, SAC SOO 705-544 IMPRESSO NO BRASIL, PRINTED IN BRAZIL CAPITULO 1 __Sinais e Sistemas 12 LA Introdugio B L2_ Sinais ¢ Classificagio de Sinais B 1,3, Sinais Bisicos de Tempo Continua B 1.4 Sinais Basicos de Tempo Discreto B 1.5. Sistemas e Classificagio de Sistemas 2 CAPITULO 2 __ Sistemas Lineares Invariantes no Tempo 62 1_Inteedugio 2 2 Resposta de um Sistema LTT de Tempo Continuo e a Integral de Convolugao a 2.3, Propriedades de Sistemas LTI de Tempo Continuo ot 24 Autofungdes de Sistemas LT de Tempo Continuo fa 2.5, Sistemas Descritos por Equacées Diferenci: 6 2.6 Resposta de um Sistema LTI de Tempo Discreto e a Soma de Convolugdio a 77 Propriedades de Sistemas LTT de Tempo Discreio 2 2.8 Autofuncdes de Sistemas LTT de Tempo Discreto m 2.9 Sistemas Descritos por Equacies de Diferencas D CAPITULO 3 Transformada de Laplace e Sistemas LTI de Tempo Continuo 110 3.1. Introdugio 110 3.2. A Transformada de Laplace 110 3.3 Transformadas de Laplace de Alguns Sinais Comuns 14 3.4 Propriedades da Transformada de Laplace 14 3.5. A Transformada de Laplace Inversa 119 3.6 A Fanci Sistema 120 3.7 A Transformada de Laplace Unilateral 123, CAPITULO 4 _ A Transformada z e Sistemas LT! de Tempo Discreto 158 4.1_Introdugio 138 42_A Transformada 138 3 Transformadas z de Algumas Seqiiéncias Comuns 162 44 Propriedades da Transformada z 163 435. A Transformada : Inversa 166 4.6. A Funcdo Sistema de Sistemas LTI de Tempo Discreto 167 4.7 A Transformada z Unilateral 169 10 Suro CAPITULO5 CAPITULO 6 CAPITULO 7 Anilise de Fourier de Sinais e Sistemas de Tempo Continuo 5.1 _Introdueo 5.2_ Representacdo em Série de Fourier de Sinais Periédicos 5.3 A Transfornada de Fourier, 5.4 Propriedades da Transformada de Fourier de Tempo Continuo 5.5 A Resposta em Freqiiéncia de Sistemas LTI de Tempo Continuo 5.6 Filtragem 5.7_Largura de Faixa Andlise de Fourier de Sinais e Sistemas de Tempo Discreto 6.1 Introdugao 6.2. Série de Fourier Discreta 6.3 A Transformada de Fourier 6.4. Propriedades da Transformada de Fourier 6.5 A Resposta em Freqiiéncia de Sistemas LTI de Tempo Discreto 6.6 Resposta de Sistema a Sendides Amostradas de Tempo Continuo 6.7. Simulagio 6.8 A Transformada de Fourier Discreta Analise no Espaco de Estados 7.1 Introducao 72 OConceito de Estado 7.3 Representacao no Espaco de Estados de Sistemas LTI de Tempo Discreto. 7.4_Representacdo no Espaco de Estados de Sistemas LTI de Tempo Continuo 7.5 Solugdes de Equagoes de Estado para Sistemas LTI de Tempo Discreto 7.6 _Solugies de Equagies de Estado para Sistemas LTI de Tempo Continua APENDICE A Revisdo da Teoria das Matrizes APENDICE B A\L_ Notagéo e Operagdes com Matrizes A2 Transpostae Inversa 3 Independéncia Linear ¢ Posto A4 Determinantes AS Autovalores e Auovetores, AG Diagonalizagao e Transformagao de Semelhanga AT Pungdes de uma Matriz. A.8_Diferenciagdo ¢ Integracdio de Matrizes Propriedades de Sistemas Lineares Invariantes no Tempo @Transformadas Diversas B.1_ Sistormas LTT ds Tempo Continuo B.2_A Transformada de Laplace B.3 A Transformada de Fourier B.4_ Sistemas LTI de Tempo Discrew B.5_A Transformada z B.6_A Transformada de Fourier de Tempo Discreto B.Z_A Transformada de Fourier Discreta BS_Sériesde Fourier BO Série de Fourier Discreta BEREESEE B APENDICE C_Reviséo de Numeros Complexos C.l_ Representacio de Nimeros Complexos C.2_ Adicio, Multiplicacio e Divisio C.3__O Conjugado Complexo C4 Poténcias e Raizes de Nimeros Complexes APENDICE D Formulas Mateméticas Uteis ere D2 Fémmulas de Euler D3. Identidades Trigonométricas D.4 Expansdes em Séries de Poténcias, D.5Fungdes Exponenciais e Logaritmicas D.6 Algumas Integrais Definidas Suwinia " 421 4a 422 422 423, 424 44, 425 425 426 Sinais e Sistemas 1.1 INTRODUGAO conceito e a teoria de sinais sistemas so necessdrios em quase todos os campos da engenharia elétrica e tam- ‘bém em muitas outras disciplinas cientificas e da engenharia. Neste capitulo, apresentamos a descrigfo ¢ a repre sentagio matemitica de sinais e sistemas ¢ sua classificagao. Definimos também diversos sinais bdsicos importan- tes e essenciais aos nossos estudos. 1.2 SINAIS E CLASSIFICAGAO DE SINAIS Um sinal € uma fungdo que representa uma quantidade ou varidvel fisica e contém informagdes sobre 0 comporta- ‘mento ou a natureza do fenomeno. Por exemplo, em um circuito RC, o sinal pode representar a tensdo no capacitor ‘ou a comrente que flui no resistor. Matematicamente, um sinal é representado por uma funcio de uma varidvel inde- pendente ¢, Usualmente, t representa o tempo. Assim, um sinal ¢ indicado por x(¢). A. Sinais de Tempo Continuo e de Tempo Discreto: Um sinal x() € um sinal de rempo continuo se 1 for uma varidvel continua. Se 1 for uma variével discreta, isto é, x(J) for definido em tempos diseretos, entdo 1(2) € um sinal de tempo discrero. Por ser definido em tempos dis- ceretos, um sinal de tempo discreto freqilentemente ¢ identificado por uma segiléncia de ntimeros, denotada por {x,} ou.x{n}, onde n = inteiro, Hustragdes de um sinal de tempo cont{nuo x(1) ¢ de um sinal de tempo discreto xn so mostradas na Fig. 1-1. ~ oi “S-a32-101234656 2 0 @ Oy Fig. 1-1 Representagéo aréfica de sinais de (a) tempo continuo e (b) tempo discret. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Carino t+ SavseSerias 15 C. Sinais Reais e Complexos: ‘Um sinal x@) € um sinal real se seu valor for um nimero real, ¢ € um sinal complexo se seu valor for um mimero complexo. Um sinal complexo x(:), em geral, é uma funcdo com a forma x(Q)=x(t) +O) ad onde (0) €2,(0) so sinais reais e j = ¥=1 Observe que, na Equagdo (J.1), representa tanto uma variével continua como uma discreta. D. Sinais Deterministicos e Aleatorios: Sinais deterministicos so aqueles cujos valores estdo completamente especificados em qualquer instante de tem- po dado. Assim, um sinal deterministico pode ser modelado por uma fungi de tompo ¢ conhecids. Sinais alead ros (ou randémicos) so aqueles que assumem valores aleat6rios em qualquer tempo dado e devem ser caracteri- zados estatisticamente. Estes sinais ndo serio discutidos neste livro, E. Sinais Pares e impares: ‘Um sinal x(t) ou x{n) € chamado sinal par se a(-th=x(r Cyo) U2 Um sinal x(0) ou x{n] € chamado 3) Exemplos de sinais pares e impares so mostrados na Fi x0 x0} 0 ? “4-3-2-10123 8 ” @ cy x0 © @ Fig. 1-2 Exemplos de singis pares (a eb) e sinais impares (ce d). 16 “TeORIE PROSLEUAS ve SAS ¢ SISTEWAS | Qualquer sinal x(@ ou x(a] pode ser expresso como uma soma de dois sina fimpar. Isto é, um dos quais € par e um dos quais (1) =e) x0) sn] =f] +2.Le] ae) ‘onde* x(t)=E{x(t)+2(=2)) parte par de x(1) [a] = s[x] +4[-m]} parte par de x(a) 5) a(t) =4{x(t)—x(—9) parte impar de x(1) x(a] = i(x[n] -x[-n]) parte impar de xf] (1.6) Observe que 0 produto de dois sinais pares ou de dois sinais impares ¢ um sinal par e que 0 produio de um si- nal pare um sinal fmparé um sinal fmpar (Problema 1.7), Sinais Periodicos e Nao-Periédicos: Um sinal de tempo continuo x(0) é dito periéalico com periodo T se existir um valor positivo de diferente de 2020 para o qual x(1+T)=a(t) para todos a7 Um exemplo de tal sinal é dacio na Fig. 1-3(a), Da Equagio (1.7) ou da Fig. 1-3(a), vem que (+m) =x(1) 8) para todos os valores de fe qualquer inteiro m. O perfodo findamental T, de.x(1) 0 menor valor positive de Tpa- a 0 qual a Equacdo (1.7) € satisfeita, Note que essa definigZo ndo se aplica a um sinal x(2) constante (conhecido co- mo sinal de ou ce**), Em um sinal constante x(0).0 perfodo fundamental ¢ indefinido. pois x(#) é periédico para qualquer Tescolhido (@ assim nao ha menor valor positivo). Qualquer sinal de tempo continuo que nao é periédi- co € chamado ndo-periddico (ou aperiddico). Sinais periddicos de tempo discreto so definidos de forma semelhante. Uma seqiéneia (sinal de tempo disere- to) alm] é periédica com periodo N se houver um inteiro positivo N para o qual x[n=N]=2[n] para todos G9) Un exemplo de tal seqiigncia é dado na Fig. 1-3(2). Da Equagao (/.9) e da Fig. 1-3(b), vem que x(n mn] =2[n] (110) para todos 05 valores de ie para qualquer inteiro m. O periodo fundamental N, de x{n] & 0 menor inteiro positive N para o qual a Equacio (/.9) ¢ satisfeita, Qualquer seqiiéncia que nao é periédica ¢ chamada seqiiéncia ndo-periddi- ca (ou aperiddica). Observe que uma seqiiéncia obtida pela amostragem uniforme de um sinal periddico de tempo continuo pode no ser periddica (Problemas 1.12 ¢ 1.13). Observe tamiém que a soma de dois sinais periédicos de tempo continuo pode nio ser periddica, mas a soma de duas seqiiéneias periédicas é sempre periddiea (Problemas 1.14 ¢ 1.15). Sinais de Energia e de Poténcia: Considere que 1(1) seja a tensdo em um resistor R produzindo uma corrente i(). A poténeia instantanea p(t) por ohm € definida como Wayi(t) nine" MO) 2 ap TNT Ossibsatios ee 0 SPN dT. ce siznifiea come erem-se aos terms tm inglés even ¢ odd, pare imperrespectivamente santa em ingles, directeur de) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 18 __Teonme Promreuas oF Sumas £ Sisteyas Baseadas nas definigbes (7.14) a (J.17), as segaintes classes de sinais so definidas: 1. x()) (ou xfn)) € dito como sendo um sinal (ou sequéncia) de energia se e apenas se 0 0 w=(h 28 (8) que é mostrada na Fig. I-4(a), Observe que ela & descontinua em 1=0 e que 0 valor em 1= 0 éindefinido, De mo- do semethante, a funyao degrau destocado u(r 1.) € definida como > a(t) {3 a (19) que é mostrada na Fig. 1-4(6) “ wart 1 a —» — ° ’ ow ’ a o Fig. 1-4 (a) Fungo degrau unitario; (bj func degrau unitério deslocado. i B. A Funcao Impulso Unit A fimo impudso unitdrio (1), tambssm conhecida como a fungi delra de Dirac, tem um papel central na ané- lise de sistemas, Tradicionalmente, 61) ¢ definida como © limite de uma fungio convercional adequadamente escolhida, que tem uma érea unitéria dentro de um intervalo de tempo infinitesimal, como se mostra na Fig. 1-5, € que possui as seguintes propriedades: an(t f oan Cur 1+ Suse sistemas 19 ee Fig. 5 Porém, uma fungiio ordinéria que & 0 em todos os lugares, com excegio de um tnico ponto, deve ter a integral 0 (no sentido de integral de Riemann), Assim, 6(¢) nao pode ser uma fungao ordindria, e matematicamente ela édefinida por [ stea(nar= a0) (1.20) onde (¢) & qualquer fungio regular continuacm = 0. ‘Uma definigdo altemativa de (0) ¢ dada por ) (0) a<0 0) ou decrescentes (a <0) (Fig. 1-7) Sinais Exponenciais Reai: Observe que se 5 = 0 (um nimero real), entdoa Equagio (J.35) se reduz a um sinal real exponencial oe (1.36) Como ilustrado na Fig. 1-8, s° @ > 0, entdo.x(2) é uma exponencial crescente: se o <0, entdo x(2) é uma exponen cial decrescente. x(t aw @ 0 Oy Fig. 1-8 Sinais exponenciais reais de tempo continuo. (a) « > 0, (b) a <0. Sinais Senoidais: ‘Um sinal senoidal de tempo continuo pode ser expresso como x(t) =A cos(wot + 4) (37) onde A é a amplitude (real), ty €afregiéncia em radianos expressa em radianos por segundo, ¢ @€ 0 dngulo de ja- se em radianos. © sinal senoidall (0) € mostrado na Fig. 1-9 € peridalico com period fundamental 2m oa (1.38) © reefproco do perfodo fundamental T, € chamado fregténcta findamenal fi 1 fo z- herta (He) 39) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 24 Teoniee Prooumvas of Smais ¢ SisTEAS B. A Seqiiéncia Impulso Unitario: A seqiiéncia impulse unitdrio (ow amostra unitéria) Bln] & definida como wth n=0 atm= (4 wet 45) que ¢ mostrada na Fig, 1-11(a), De modo semelhante, a sequencia impulso (ou amostra) untanio deslocado Bln — k] € definida como —prad? nak ain-tl=() BoE (46) que é mostrada na Fig. 1-11(b), Ditererte da fangio impulso unitirio de tempo conti de matemitica, Das definigdes (1.45) ¢ (1.46), vé-se de x[n]a[n} 10 8(4), fr] & definida sem complicagio ou dificulda- 4?) #[n]6[n— 4] =a[k]6[n— 4] 48) que so as equivatentes de tempo discreto das Equagdes (/.25) (1.26), respectivamente, Das definigdes (1.43) a (1.46). 5{22] ¢.ufn] se relacionam entre si por 49) ufa]= ¥ lk] (1.50) que so as equivalentey de tempo disereto das Equagdes (J.30) ¢ (1.37), espectivamente. Usando a definicdo (1.46), qualquer seaiiéneia x(n] pode ser expressa como J= X xlk lan ~&] Us ‘que corresponde & Equatgio (1.27) no vaso de sinal de tempo continue, an} Bat) 1 1 | —— ~ ole ~ aottS * 3404 ‘ " © » Fig. 111 (a) Sequéncia imoutso (amosta) unitévo; (0) seqdéncia impulso unitério deslecado, C. Sequéncias Exponenciais Complexas: A seqiiéncia exponencial complexa é da forma s[a] =e (1.32) Novamente, usando a formule de Euler, x(a] pode ser expressa como xn] =e" = cos Man +jsen Qyn (1.53) Assim, x{n] é uma seqiéncia complexa cuja parte real é cos Myn e cuja parte imaginéria é sen Qo. Carmo + Suse Siena 25 Periodicidade dee": Para que ¢ seja peridica com periodo N (>0), £2, deve satisfazer a seguinte condicdo (Problema 1.11): Qy om Tey Meinteizo positive 58) Assim,a seqiéncia e'" ndo é periddica para qualquer valor de Q,. Ela é periddica apenas se Q,/27 forum aime +0 racional, Note que essa propriedade ¢ bem diferente daquela em que o sinal de tempo continuo e" ¢ periodico para qualquer valor de «Assim, se 0, satisfizer a condigao da periodicidade na Equagio (1.54), 0, #0, ese Ne ‘m no tiverem fatores em comum, entao 0 perfodo fundamental da seqiiéneia s[n} na Equagdo (1.52) & Ny dado por (2.55) ‘Uma outra distingio muito importante entre as exponenciais complexas de tempo discrew e de tempo continueé que 08 sinais e sdo todos distinios para valores distntos de @o, mas isto nfo é 0 caso para os sinais e"™*, Considere a sequéncia exponencial complexa com frequéncia (@, +27), onde & é um inteir: eID o pilhynpi2ain git (56) pois e*" = 1, Da Equagdo (/.56), vemos que a sequiéncia exponencial compiexa na fieqdéncia My €a mesma que em (M+ 27), (Qo 47), e assim por diante. Portanto, ao lidar com exponenciais de tempo discret, precisamos considerar apenas um intervalo de comprimento 27 para escolher Mp. Normalmente, usaremos o intervalo 0.52,< 27 ouo intervalo -7 1,0< a< I, -1< @< Oe a <-l, Essas quatro seqiéncias exponenciais teats so mos- tradas na Fig, 1-12. Note que. se « = 1, x[n] & uma seqiigncia constante; e se =~1, xp] alterna-se em valores en- te tCe-C Seqiléncias Senoidais: ‘Uma segiténcia senoidal pode ser expressa como in] = A cos(Qun + 8) (1.58) Se n foradimensional, endo 1, e @tém unidades em radianos. Dois exemplos de seqiiéncias senoidais sio mostra- dos na Fig. |-13. Como antes, a seqiiéncia senoidal na Equagao (1.58) pode ser expressa como Acos( yn +6) =A Relet@"M) (1.59 Como observamos no caso da seqiiéncia exponencial complexa da Equagio (/.52), as mesmas observagées [Equa- es (54) € (/.56)] também sdo validas para seqiéncias senoidais. Por exemplo, a sequéneia da Fig. 1-13¢a) € pe- riddica com perfodo fundamental 12, mas a seqiiGncia da Fig, 1-13(b) niio & periddica 26 Teonme Prostsuas ce Snals eSisTeWAS @ o Fig. 1-12, Seqa8ncias exponenciais complexas. (a) a> 1, (0) 1> a> 0, (c)0> @>=1, (A)a<-1 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 28 “TeoRIAE PROOLEVAS oF Sina € SisTEWAS >| Sistema (@ © Fig. 1-14 Sistema com sinais simples ou muliplos de entrada e saida, B. Sistemas de Tempo Continuo e Tempo Discreto: Se os sinais de entrada e safda x e y forem sinais de tempo continuo, entio o sistema & chamado sistema de tempo continuo (Fig, 1-15(a)]. Se os sinais de entrada e safda forem sinais ou sequéacias de tempo discreto, entao 0 siste- ‘ma chamado sistema de tempo diseroto {Rig. 1-15(B)] xi) 5 yt) sta] 5 sim istema tema @) i) Fig. 1-15 (a) Sistema de tempo continuo; (b) sistema de tempo discreto, C. Sistemas Com Meméria e Sem Meméria: ‘Um sistema ¢ dito sem memdria se a saida.em qualquer instante de tempo depend: apenas da entrada naquele mes- mo instante. Caso contrério, 0 sistema € dito com meméria. Um exemplo de sistema sem mem@ria € um resistor R com a entrada x(0) tomada como corrente e com a tensfo tomada como saida y(2), A relacdo entrada-sefda (lei de Ohi) de um resistor (1) = Re(0) aon Um exemplo de um sistema com memria € um capacitor C com a corrente como entrada x(1) ¢ a tensdo como saf- da yin); entao y(t)= ef sar (1.02) Um segundo exemplo de um sistema com meméria é um sistema de tempo disereto cujas seqléncias de entrada e aida se relacionam por x +k] (1.63) Sistemas Causais © Nao-Causai ‘Um sistema é chamado causal se sua saida »(#) em um tempo anbitrério (= fy depender apenas da entrada x(¢) para 181, Isto é.a safda de um sistema causal no tempo presente depende apenas dos valores presentes e/ou pussados da entrada, no de seus valores futuros, Assim, em um sistema causal, ndo é possfvel obter uma safda antes que uma entrada seja aplicada ao sistema, Um sistema ¢ dito n causais S30. causal se cle nao for casual, Exemplos de sistemas nao- yinh=x(re 1) (6a) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cwirio 1» SmuseSisraus 31 Med) x20) 3 | | 3 “101234567 . @ cy 302) xe) a 3 - —» ~r0123456789 ¢ Sa4-3-2-10 12 ' © (a Fig. 1-18 1.2. Um sinal de tempo discreto x(n] é mostrado na Fig. 1-19, Faga o grifico de cada um dos seguintes sinais, (a) afm ~2]; (0) x12} (€) l=]: (a) sf + 2] ln “or 2 34s ” Fig. 1-19 o ests plotadona Fig. 1-20(0). (2) Xn) esté plotado ne Fig. 1-200) (0)__aimnl esté plotado na Fig. 1-20(0), (@)_x-n-42] esté plotado na Fig, 1-20), xn) oi234s67 «@ ® Fig. 1-20 (1 de2) 32_Tronae Proneuss of Shais € Sistemas at-n alms} 3 | | n S24 012 n S432-107 © @ Fig. 1-20 (2 do 2) 1.3 Dado o sina! de tempo continuo especificado por af{t-ll 0 -1stst \0 caso contrario determinar a sequéncia de tempo discreto resulante obtida por amostragem uniforme de x(¢) com um intervalo de amostragem de (a) 0.25: (5) 0.580 te) 1.0s E mais fe usw a abordgem grética nesse problema, O sinal x) est pltado a Fig. 1-21). As Figura 1-210) a {4 mostram a plotagens das seqléncias amostrades obvidas para os tésiniervals de amostragem expecificados. (6) T,=0.25s. Da Fig. £-21(0) obsemos { (b) T= 05s. Da Fig. 1-21(e) obtemos xin]= x) y 1 s _l | = 0 1 : ~4-3-2-101234 ” @ o ala] = Xni2) sin} = in) ' 1 | ~ - ~ ar) ® 0 1 ” wo @ Fig. 1-21 Cura ts Sasi esicramac 33 (e) T,= 1s, DaFig. 1-21(4) obtemos afm} = (oes00 10sec) = Ble) T 1.4 Usando 0s sinais de tempo discreto x(n] e x,{n] mostrados na Fig. 1-22, represente cada um dos seguintes sinais por um grafico ¢ uma seqiléneia de nuimercs, (2) ysha] = xyba) + els ©) ysl» Dela: (yslel = x lnbeled ta 01234567 6 Fig, 1-22 (o) pila] esta plotado na Fig. 1-23), Da Fig. 1-23¢« obtemos feces, -2, -2,3,4,3, t () yn estéplotado na Fig. 1-236), Da Fig. 1-234h) obtemos val] = (.2.50,2.4.6.0.0.4,4,0) 0-4 1 vata (©) sla] esté plotado na Fig, 1-23c). Da Fig, 1-23(c) obtemos yal} = (-.,0,2,4,0, ...) | syle = xl + xn) sale =2e(m ro r2aes67 6 © Fig. 1-23 34 __ Teoma : Paonvewas oe Sais € Sisremes 1.5. Faga os grficos dos componentes pares ¢ impares dos sinais mostrados na Fig. 1-24, Usando as Equagdes .5)¢ (1.5), os componentes pares mpares dos siais mostrados na Fig, 1-24 eso plotados aig. 1-28 x 20 4 tees / ~ o12345 0 ' (a © in ats) o123es6 “ro12345 © @ Fig. 1-24 1.6 Encontre os componentes pares ¢ impares de x(0 Sejam r,(1)2 x,() 08 componestes par impar de ¢", respeciivamente, (+20) Dax Equagies (J.5) ¢(/.6)¢ usandoa fémuls de Euler obtemos x0) = et 0°) ~ cost ee) mjsent x0 ‘mpares é um sinal par e que o produto de um sinal par 1.7 Mostre que o produto de dois sinais pares ou de dois sinais © um sinal impar é um sinal impar. Seja.n() = 4 (Nan), Sexy) e240) Forem pares, ent0 a(1) =a (=1)2(-1) ex (a(t) =2() al) € pa Se-m() € (7) forem fmpares,entao x(t) may“ On(-9 = af -a)] =x) xx(t) =x) xi) & par Se.xj) for pare x) for mpar, enti 859 (9A) = HCO =A] = =D) = HUE) €x{0 ¢ impar Observe que na prova acim a variével represents ums variével tanto continua como discreta Carrio 1 + Suse Sistewas 35 a @ x0 ~ ~ o fal xfnl o1234 a o lal Ala 4 Te3-2-1 01234 n @ Fig, 1-25 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 38 “Teontne Papas o€ Sua € SisTENAS 113 Pela Equagio (1.9), [a] sera periddica se itd rs (179) A Equigio (79) ésatisteita apenas se Mh m= inteiro positive #2 = sdnerosainl sn Ie ‘Assim, xl] € periéica apenas se )/27 for um miimero racional Seja x(t) 0 sinal exponercial complexo com freqléncis em radianos «9 ¢ periodo fundamental Ty = 27 /1,. Considere a seqiténcia de tempo discreto x[n] obtida por amostragem uniforme de x{7) com intervalo de amostragem T,, Isto é, xn) =a{nT) =e 19 no valor de T, que toma x(t] periddica. Se xin} for persica com periodo fundamertal ,eniio emdn Noll phorTgiWoh. = glontl, Assim, devemos ter m= inteito postive: ou F 7a THe racional sh, ‘Assim, sin] é periddica se a radio 7/7, entre @ intervalo de amostragem ¢ © periodo fundamental ied lea) for um nimero Note que 2 condigio acima também € verdadeira para sinais senoidais x(1) = cos(ug¢ + 6). Considere o sinal senoical (1) = c0s 151 (2) Encontre o valor do intervalo de amostragem T, tal que x[n] = x(aT,) seja uma seqiiéneia periédica. () Encontre 0 periodo fundamental de a(n] =x(nT,) se T, = O,lzr segundos. (©) O periodo fundamental de.x(1|é Ty = 27 /ag = 2/18. Pela Equagdo (1.81, xf] =.x(nT-)é periddica se Pak (182) ‘onde m e/N, so inteitos positives. Assim, o valor procurad de 7; é dado por pe Mp moe NPS (183) (b) Substiuindo T, = O.1e = 7/10 na Equagio (1.82), temos T_ mAO 15 Carin 1s SnaceSicrass 39 ‘Assim, x(n] = xinT,)€ peridica, Pela Equacio (/.82) O menor i lira positive N, € obtido com m= 3. Assim, o perfodo fundamental de x1] =.x(0,l97n) EN, =4. 1.14 Sejam.x,(2)e x44) sinais periddicos com perodos furdamentais 7, T.,respectivamente. Sob quais condigbes, so ma.x(2) =x(0) + 2,0 € peridcica ¢ qual €o perfodo fundamental de.x( se ele for periddico? Como x;(0}¢ a0) so periédicos com perfodos fundamentais Te T, respectivamente, temos (i ax(C4T,)=x(emT,) m= inteito positive n+) ae 4KT;) k= inteiro postive Asim, A) ox (ermt,) +4447) Para gue a) seu peiico com pind 7: énecessro que SST) 2x (04) t2y(e+ 7) axe tmT) +21 +47) mT, 8h k ~ numero racionat 83) Em outras palaveas, «soma de dois sina periddicos € peridaica apenas se a razdo entre 0s seus respectivos perfedos pu der ser expressa como um nlimero racional, Entio,0 periode fundamental € 0 minimo miltiplo comumde 7,¢ T..€ € 8a do pela Equacio (/.84) s20s inteirox mek forem primes relatives. Sea razi0 T/T, for um numero iracional, eno os si nais 142) € (0 no tem um periodo comum ¢ x(2) no pode ser periddico. 1.15 Sejam x,{n] e x,1n] seaiiéncias perideicas com periodos fundamentais N, ¢ N,. respectivimente, Sob quais co Ges, a soma x[a] = nit] + x,[2] € periddica e qual é0 periods fundamental de x(n} se ela for peribdica? Come x,[nl e xs] sio perisdicas com periodos fandamentais N, € Ns, respectivamente, temos alnJex tnt Ny]exin tN] = inteiso positive alnl=xlneNy)=x{nekN;) k= inteiro positive Assim. ala ut m] +f + RA] Para que x(a] sia peiica com periodo N,énecessério que alt Nas [n tN] ashe tN] ear tm] aft ANG] Assim, devemoster mN,= N= N (1.86) (Como podemos sempre encontrar inteiros me & para satisfazer a Equaco (1.86), temos que a soma de duas sequéncias periddicas também é peridica, e 0 seu perfodo fundamental € 0 minimo multiplo comum de N, €,, 1.16 Determine se cada um dos seguintes sinais € periGdico ou no. Se um sinal for periddtico, determine o seu periodo fundamental 40 ‘Teoma € Prosleuas o€ Smats ¢ S:stewas (a) to) i) w o ) w ) @ © wo w w o so) coa[ee (6) alsa (a) x6) = cose + sen vE1 (Nx) aetteen (i) x)= 00s ba ntsen in i alm] cos? Z cles Fs com period fundamental 7 xi) =sen ss a(¢) periglicocom period fundamental T,~ 22a x1) = 0s, xddteste) In/u =6 x0) = son le /AN = $00 ey t6 perédi- 4 6 um mdmeroracional, 0) &peridico com perodo Fundamental x(t) © cost +senyTe= (14x40) onde xr Ty=2n/ cost = coset & peri6dico com T,=27/an,=2 © x0) =senVZ1= senest € periédico com = V2.Como T,/T;= v2 é um mero irracions,1() €nlo-periodico, Usando a identidade trigonomiétrica sen? @ = 4(1 ~ cos 20), podemos escrever a(t) ssent b= $= fe0s2r 2) +21) 1m siral do com um periodo arbiririo e x,(1) = ~ $cos21= — $coswst & periédico com Assim, a()¢ petidico com perfoo fundamental Ty ==. egermmspeencigaene sia ® a0) n= (0 € periédico com periodo fundamental 7, alm) = e8*/0" = eon 94 Como %o/2= £ € um niimero racional, abn] € periddico e pela Equagio (7.55) 0 periodo fundamental € N, xn] = cos in = cos yn + y= Como 24/22 1/8 ao €um aimero raion, se] € nio-periico. aln]= eos dn) xa] nde nila] =cos xila] seen Como 9/2: yimero racional),x,{1] é periédico com perfodo fundamental N, = 6, ¢ como 4/277 = 4 ( miimero raci uu al, ,[2 & periico com perfodo fundamental N= 8. Assim, «partir do resulado do Problema ln] € perisdico e 0 seu perfodo fundamental é dado pelo minimo miliplo comum de 6 © §, isto é, N, = 24 uit 1s Curio + SnuiceSereme At (i) Usando a identidade trigenométrica cos? # = 411 + ¢0328), podemos escrever Loto yen goealed tata] Ma] soot Ena 5 +5 (00 € podico com period fundamental N= 1-€ xn) =!eos(/AIn= eos Qn — Assim, xb} -/4, Como (2, /2 = (= numero racional [2] € periodico com periodo fundamental N, §periddico com perioxto fundimental N,= 8 (o minimo miitiplocormum de N, e Ny Mostre que, se.x(¢ +7) =1(0),entio [istjar= Paar 87) fra fa (188) para quaisquer reais, Be a. Se xit+ T=.x0, endo ferenco T, emos (ro TT) ex) ox(2=T) Cominuands, 0 de dicito da Equsyio (7.86) pode ser exetito como [Oe yde= fixtey ars f° e(y at Peta Equagio (1.87) temos 0 7 'e(ayde= [7 x(s) ae frcoare fa) Assim [Olan ff sings ener = fds fF conden [cone ‘Mostre que. se (for periédico com periado fundamental T,. entio a poténcia média normalizada P de x, defi- nda pela Equagio (1/5), €a mesma que a poténcia média de x7) em um intervalo qualquer de comprimentoT,is- toe, Ia(oyf de (1.89) Pela Bquagio (1.15) Permitindo que o limite seja tomado de mancira tal que T'seja um miliplointero do perfedo fundamental, T= kT, 0 con- {eddo de energia otal normalizado de x(0) em um intervalo de comprimiento TE k ve7es 0 conteddo de energi normaliza- ‘do emum tinico periado. Entio \ Pe tin |e [C0 | Fanta 42 “TeonWE Pros. vas o€ Sins e SISTEMAS 1.19 As seguintes igualddes so usades em muitas ocasibes reste texto, Prove a validade delas. (a) () to (a) @ Entio Subtrsindo a Equagao (J.95) da Equagao (/.%4),cbtemos (1-a)S=t~a” Sendoassim, se a # 1, temos se Se nao Se a= I, entdo pela Equago 7.94 Doteteitie es tien (8) Para lal<1, im a =0, Entdo, pela Equscdo (7.96) obtemos in, Sa" im Isa” 1 Ze (eo) Usando a Equagao (1.91), obtemos Latent sat sats eal(ltata’ (4) Tomando a derivada dos dois lados da Equagio (7.91) om rslagao a a, temos (1.90) sh) (0.92) (1.93) 9 (0.95) (7.90) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cariruio 1 + Sms ¢ SierEmss xt l-2) ado fut}-20-D) @ o) i 8(0-32) © Fig. 1-28 1.23. Um sinal de tempo discreto x{n] esta mostrado ra Fig. 1-29. Faga os grificos dos seguintes sinais. (eo) Xndult — rls xf eka +2] — ule}: @) xLml8le 1) ala) 5 Maa oases Fig. 129 (a) Peindenngao 44) cast 22 Wolo n> ex{n}ul1 —7] estd plotado na Fig. 1-30(a). (0) elas defngbes (1.48) 44 =2sn<0 un +2) - ul caso contrério cealn)|ula + 21 utn}) esté plotadona Fig. 1-30¢h), (c) Pela definigao (1.48) xfnbln= 1 att]ste~ th alma) (2 que esa plotado na Fig. 1-30(0) 45 46__Teonme Prosiews ce Smas e SsTewas Mnlu(i-n} led lur+2}-nta ry ran ~ Te-sa-t O12 3 ” “2-0 123 ™ @ xinlBin-t} 3 “101234 ” © Fig. 1-30 1.24 A fungio degrau unitrio u( pode ser definida como uma fungao generalizada pela seguinterelagio: ip S(tu(t) dt = [a(n de (1.98) onde #(4) € uma fungdo de teste que € integravel em 0.< 1 <=, Usando essa definigao, mosire que 10 woes 128 Reeserevendo a Equasio (7.99) como Lo ptomnar~ f° gcouesar> forouanare [on ae obtemos PP e(yu(s) ae (acyl =e] ae Isto 6 verdadero apenas ee feoucnano ec fembi-unja=o Essas eondigBes impicam que (u(t) =0.0<0 © d(t)[1-uin] =0,0>0 Como (0) & arbitra, temos WC) =01<0 @ 1=u(e)=0,1>0 ist, 1 10 woah 120 Carrot + Sas Sioveus 47 1.25. Verifique as Equagdes (1.23) ¢ (1.24), isto é, 1 (a) alan) = at: (b) H(—1) = (0) {A prova vai se basear na seguinte propricdade da equivaléncia Sejam ge 24) Tungdes gereraizadss, Entio, a propriedade de equivalencia afrma que ¢,(2)= s(t) see ape- [ natnar= [ oojatna 9%, ppara todas as fungdes de teste (1) adequadamente definidas. (Com uma rmudanca de varidvel, at = r,¢ assim f= 7/a, dt = (fade, obtemas as seguintes equagies Sea>d, 1 qe J gcepotaryar= =f" o{=]oc ae ts sea 0 60 para # <0; rio definiea para #= 03 (c) 0: (d) me 1.56 Considere um sistema de lempo continue com a relaglo entrada-sada af yaar ¥) =TX(9) Determine se este sistema é (a) linear, (B) invariante ne tempo, (c) causal, Resp. (a) Linear; b) ievariante ro tempo; (c) nito-causal 1.57 Considere um sistema de tempo continuo com a relagdo entrada-saida sya TUxc} = Ex) ae-4T) Determine se esse sisema g(a) ner (6) invariante no tempo. Resp. (a) Linear; (6) varie notempo 1.38 Considere um sistema de tempo disreto coma reli enrada-sida vin) = Tel) =f] Determine se ess siema (a) ines, (6) invariant no tempo. Resp. (a) Nao-linear (b)invariante no teripo. 1.59 Dé um exemplode um sistemas que satistaga a condicdo ds homogeneidade (1.67) mas no a condigéo da aditividade (1.66). Resp. Considere a sistema deserito por v(t) fC) =[ fC} a] Comino t+ Sauce Serves 61 1,60 Dé um exemplo de um sistema linear variante no tempo tal que, com uma entrada periddica, a saila correspondente n30 Resp Let Resp. sea peridica. yon] = PE afe]) = nxt Um sistems ¢ chamado invertivel se pudermos determinar seu sinal de entrads x observando unicamente 0 seu sinal de saida y, Ito estéilustrado na Fig, 1-43, Determine se cada um dos seguintes sistemas é invertvel. Se o sistema for inver- tive, d# o sistema inverso, Sistema Sistema @ M=2x0) @) =e) (0 d= ft sorte Y ated (0 sla] = nate] @) snl (©) Iventvel; x(¢ (b) Nao-invertivel st a (0 Invertvel: a= (6) Tovertivet: xn] = yr) — 361) (Q) Nao-inventvel Fig. 1-43 Sistemas Lineares Invariantes no Tempo 24 2.2 INTRODUGAO Dois dos atributos mais importantes dos sistemas sdo a linearidade e a invariancia no tempo. Neste capitulo, vamos desenvolvera relacdo fundamental entrada-saida para os sisiemas que tém esses atributos. Seré mostrado que a re- Jago entrada-saida de um sistema LTI pode ser descrita em termos de uma operacdo chamada convolugao. Essa operagdo ¢ importante porque, conhecendo a resposta de um sistema LTI para uma entrada de impulso unitétio, po- demos encontrar a sua saida para quaisquer outros sinais de entrada. A especificagdo das relagées de entrada-safda dos sistemas LT! por meio de equagdes diferenciais e de diferengas também serd discutida. RESPOSTA DE UM SISTEMA LT! DE TEMPO CONTINUO E A INTEGRAL DE CONVOLUCAO A. Resposta ao Impulso: A resposta ao impulso hj) de um sistema LTT de tempo continuo (representado por T) é definida como sendo a res- posta do sistema quando a entrada é 51), isto é A(t) = T(3(0)) 1) B. Resposta a uma Entrada Arbitraria: Da Equagiio (1.27), aentrada x(2) pode ser expressa como, x() = [M)80~ 2) ae 22) ‘Como o sistema é linear, a resposta y(i) do sistema para ums entrada arbitréria x(#) pode ser expressa como LP cca HEYA T EM = Tf x62) (1-7) de =f x(yn{o(e=)) dr (23) Capiruo 2 + Sires Licanes INviniantes xoTEuB 63 Como o sistema invariante no tempo, temos ae = T(5(¢-7)) Qa) itwindo a Equacio (2.4) na Equagio (2.2), obtemos MO= fo aCe a) dr (25) A Equagao (2.5) indica que um impulso ho, sma LTI de tempo continuo ¢ caracterizado completamente por sua resposta 20 A Integral de Convolugao: A Equagio (2.5) define a convolugéo de dois sinais de tempo continuo at) € A(t) expressa por ye) =x(i) A(t) = fo x(sph(e =) dr (2.6) A Equago (2.6) € comumente chamada integral de convolucdo. Assim, temos 0 resultado fundamental de que a saida de qualquer sistema LTI de tempo continuo é a convolugao da entrada x(t) com a resposte ao impulso h(t) do sistema. A Fig. 2-1 ilustra a definigdo da resposta ao impulso h(t) € arelayao da Equagdo (2.6). au xo sistema |_#? Moz x HO Fig. 2-1 Sistema LT! de tempo continue Propriedades da Integral de Convolugao: A integral de convolugio tem as soguintes propriedades. 1. Comutativa: x()# We) = ACE) x(0) an 2, Associativa: f(t) hy(0)) hake) =a(e)«(lt)* Ag) 28) 8. Disiributiva: (0) # (ng 2)} gC} = Ct) AC) ext) 2 Operacao Integral de Convolugo: Aplicando a propriedade comutativa (2.7) da convolugao & Equacdo (2.6), obtemos yl) = h(i) a(t) = fo A(r)x(e 1) de (2.10) Algumas vezes, essa equago € mais facil de ser calculada do que a Equasio (2.6). Da Equagio (2.6), observamos que a operacdo integral de convolucao abrange os seguintes quatro passos: 1. A resposta ao impulso A(z) € revertida no tempo (isto ¢, refletida em tomo da origem) para se obter A(—7). A seguir, ela é deslocala ¢ unidades resultando Alt ~ 7) =Al (7 ~ 1] que € uma fungio de + com parimetto 2. Osinal x(7) € f(t ~ 7) sto multiplicados entre si para todos os valores de + com fixado em algum valor, aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Capirno 2 + Screws Lncanes Iuwsnintes no Teun 65 Baseado na condigao da causalidade (2.76), qualquer sinal x(t) € chamado causal se x(=0 6<0 2.190) e échamado anticausal se x()=0 10 (2.196) Entio, das Equagdes (2.17), (2.18) ¢ (2.192), quando a entrada x(1) for causal, a saida y(2) de um sistema LTI de tempo continuo causal € dads por y= ‘n(z)x(i—r)dr= fix(z)A(e r)dr (2.20) C. Estabilidade: A cestabilidade BIBO (entrada-limitada/saida-limitada) de um sistema LT1 (Segao 1.5H) pode ser verificada facil- ‘mente & panir de sua resposta-ao impulso. Pode ser mostrado (Problema 2.13) que um sistema LT! de tempo conii- nnuo € BIBO estével se sua resposta ao impulso for integrdvel em médulo, isto é, [ihildr<= 22n 2.4 AUTOFUNCOES DE SISTEMAS LTI DE TEMPO CONTINUO No Capitulo 1 (Problema 1.44), vimos que as autofungoes de sistemas LTI de tempo continuo, representados por ‘T, sao exponenciais complexas, ¢”, nas quais s € uma variavel complexa. Isto €, Tle") =Ae" 22) onde A € oautovalor de T associado & e”, Fazendo x(t) = ena Equagdo (2.10), temos vey =rler)= faire varo[f ne om le =H(s)e"= Ae (2.23) onde (2.24) Assim, 0 autovalor de um sistema LTI de tempo continuo associado & autofungao e”’& dado por H(s}, que é uma constante complexa cujo valor é determinadio pelo valorde sa partir da Equacio (2.24), Observe da Equacio (2.23) ‘que y(0) = Hs) (veja 0 Problema 1.44), ‘Os resultados acima formam a base das definigdes da transformada de Laplace e da tansformada de Fourier ‘que serio discutidas nos Capitulos 3 e 5 2.5 SISTEMAS DESCRITOS POR EQUAGOES DIFERENCIAIS A. Equagoes Diferenciais Lineares com Coeficientes Constantes: ‘Uma equagio diferencial linear geral de ordem N com coeficientes constantes € dada por X déy(t) Mo déx(e) Sage Ene (225) onde 05 coeficientes a, ¢ b, so constantes reais. A ordem N refere-se & derivada mais alta de y(?) na Equagio (2.25). Tais equagbes diferenciais desempenham um papel central ne descricéo das relagées entrada-saida de uma variedade ample de sistemas elétricos, mecdnicos, quimicos e biol6gicos, Por exemplo, no circuito RC do Proble- aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Capirmo 2 + Serews Lineanes Invaniantes vo Teueg 67 a’y(4) — dy(n)| a at han onde Claramente, no repouso inicial,y.(¢ D. Invariancia no Tempo: Para um sistema linear causal, o repouso inicial também implica invariancia no tempo (Problema 2.22). E. Resposta ao Impulso: A respesta ao impulso h() do sistema LT de tempo continuo descrito pela Equacdo (2.25) satisfaz a equacao dife- rencial SX dka(t) hd (e) Ea, =< tae ze a (2.29) ‘com a condigo de repouso inicial, Exemplos de obtengio de respostas ao impulso sao dados nos Problemas 2.23 a 2.25. Em capitulos posteriores, encontearemos a resposia ao impuulso usando téenicas de transformadas. 2.6 RESPOSTA DE UM SISTEMA LTI DETEMPO DISCRETO E A SOMA DE CONVOLUCAO A. Resposta ao Impulso: A resposta ao impulso (an resposta & amostra uniséria) h(n] de um sistema LTT de tempo disereto (representado por T) é definida como sendo a resposta do sistema quando a entrada € 1}, isto€ Aln| = T(aln)) (2.30) B. Resposta a uma Entrada Arbitraria: Da Equagao (1.51), a entrada xf] pode ser expressa como xin = XE xfk]aln—k] 2.31) ‘Como o sistema linear, a resposia yl] do sistema a uma entrada arbitrésia x(n] pode ser expressa como vinb=tiem =a] Eater tn—ai) as = Y xlknlsln— Al) (2.32) ‘Como o sistema é invariante no tempo, ternos Alm —k] = T(3[n—k)} (2.33) ‘Substituindo a Equacdo (2.33) na Equacdo (2.32), obtemos, ¥ xlklala ke] 2.34 sla] 68 “Teoma s PROBLEWAS DE SWAIS € SISTEMAS A Equagdo (2.34) indica que um sistema LTI de tempo discreto € caracterizado completamente por sua resposta ‘{n] a0 impulso. A Soma de Convolugao: A Equagao (2.34) define a convolugde de duas seqiencias x[n] ¢ ifn] expressa por y[n] =x[n]oain]= 2 xfelAla—€] (2.35) A Equato (2.35) € comumente chamada some de convolugdo. Assim, novamente, temos 0 resultado fundamental de que a saida de qualquer sistema ETI de tempo disereto & a convolugio da entrada xin] com a resposta ao impul- 50 itn] do sistema, A Fig, 2-3 tlustra a definigdo da resposta ao impulso fila] ¢ a relagdo da Equagao (2.33). Biel [Sinema |_ Hel ur ri ain} nh = in) Fig. 2.3 Sistema LT! de tempo disereto. Propriedades da Soma de Convolugao: As seguintes propriedades da soma de convolugao sio andlogas as propriedades da integral de convolugio mostra- dasina Segdo 2.3, 1. Comutativa’ x[a] = hfe] =Aln] «x [n] (2.36) 2. Associativa: (elm) © eLm]) # holn] = xfer] + (Fr[o]# eal] 37) 3. Disiributiva: xfm]+(A,(]) +aln]} =xfe] Addo] +a] hla] (2.38) Operagaio Soma de Convolugao: Novamente, aplicando a propriedade comutativa (2.36) da soma de convolugdo & Equacao (2.35), obtemos ln] ata} stanl= oleae) 28) Algumas vezes, essa equagao é mais facil de ser calculeda do que a Equagdo (2.35). Como no caso de tempo con- tino, a operagdio soma de convolugao [Equac2o (2.35)] abrange os seguintes quatro passos: 1. A resposta ao impulso h{k] € revertida no tempo (isto ¢, refletida em tomo da origem) para se obter h[- k].A seguir, ela € deslocada n unidades resultando iin ~ k] = h{= (k= n)} que é uma fungao de & com parametro n. 2. Duas seqiiéncias x[t] ¢ i[n — k] so multiplicadas ontre si para todos 0s valores de k com n fixado em algum valor. 3. O produto x[k]hbn — k] € somado para todos os valores de k obtendo-se um valor nico de sai¢a y(n}. 4. Os passos | a 3 sdorepetidos variando-se n de —= a x para produzir a saida completa yl). Exemplos da operagio de soma de convolugio acima s3o dados nos Problemas 2.28 e 2.30. Carino 2 + Siavevis Licanes Invananres no Tero 69 F. Resposta ao Degrau: A resposta ao degra s(n] de um sistema LTI de tempo discreto com a resposta a0 impulso hl] é facilmente obsi- da da Equagio (2.39) como sla] =Aln] + un} 3 Alkluln =k) = aK] (2.40) Da Equagio (2.40) temos A(n] =s{n] -s{n-1] 240 As Equagdes (2.40) ¢ (2.41) so as equivalentes de tempo discreto des Equagbes (2.12) e (2.13), respectivamente. PROPRIEDADES DE SISTEMAS LTI DETEMPO DISCRETO A. Sistemas com ou sem Memoria: Como a safda yu] de um sisteme sem meméria depende apenas da entrada x[1] no presente, entio, se o sistema também for linear ¢ invariante no tempo, essa relagdo s6 pode ser da forma yf) = Kz[n] (2.42) onde K€ uma constante (ganho). Assim, a resposta ao impulso correspondente € simplesmente An] = Ko[n] (2.48) Portanto, se h(n} #0 para n,# 0, entio o sistema LTI de tempo disereto tem mem6ria, B. Causalidade: De modo semelhante a0 caso de tempo continuo, a condigao da causalidade para um sistema LTI de tempo discre- we a[n]=0 ono 24) Aplicando a condicdo da causalidade (2.44) & Equagaio (2.39), a saida de um sistema LTI causal de tempo discret expressa como yin] = DAlk]xfn—k) (245) Por outro lado, aplicando a condigdo da causalidade (2.44) i Equacdo (2.35), temos vial = 2 alka —4) (2.46) A Equacdo (2.40) mostra que os tinicos valores da entrada x{n] usados para calcular a satda yln} sio agueles para os quais k &7. ‘Como no caso de tempo continuo, dizemos que qualquer seqiiéneia x[n] é chamada causal se a[n]=0 <0 (2.474) e échamada anticausal se z[m]=0 neo (2.47) Enio, quando a entrada x[n} for causal, a safda yf] de um sistema LTT causal de tempo discreto € dada por slnj= E nleiatn ay = E xteyeln a) 248) 70 __ Tore Proseus oF Sinais € Sisteuas C. Estabilidade: Pode ser mostrado (Problema 2.37) que um sistema LTI de tempo discreto € BIBO estivel se sua tesposta a0 im- puso for somavel em médulo, isto ¢, £ lh[ kK] <= (2.49) 2.8 AUTOFUNGOES DE SISTEMAS LT! DE TEMPO DISCRETO NoCapftulo 1 (Problema 1.45), vimos que as autofungdes de sistemas LTI de tempo disereto, representados por T, so as exponeneiais complexas, nas quais <€ uma varidvel complexa. Isto é, Thz") = az" (2.50) onde A Go autovator de T associado a z’. Fazendo x[n] = <', na Equacdo (2.39), temos yfn} = 72" = alaye” ‘| z (2.51) = tele ‘ler =H(z)2"= onde (2.52) Assim, 0 autovaior de um sistema LT de tempo disereto associado a autofuncio 2’ & dado por H(z), que é uma cons- tanie complexa cujo valor é determinado pelo valorde a partir da Equagao (2.52). Observe na Equagdo (2.51) que y10} = 242) (veja 0 Problema 1.45) ‘Os resultados acima formam a base das definig6es da transformada z e da transformada de Fourier de tempo disoreto que sero discutidas nos Capitalos 4 € 6. 2.9 SISTEMAS DESCRITOS POR EQUACOES DE DIFERENGAS © papet das equayoes difcrenciais na descrigao de sistemas de tempo continuo € desempenhado, aos sistemas de tempo disereto, por equacdes de diferencas ‘A. Equagées de Diferencas Lineares com Coeficientes Constantes: equivalente de tempo discreto da equacio diferencial linear geral (2.25) € a equacao de diferencas linear de or- dem N com coeficientes constantes dada por x u Sadek = ¥ hx « (2.53) onde 0s coeficientes a, ¢ b, sio constantes reais, A ordem N refere-se ao maior retardo de yn] na Equacao (2.53). Um exemplo daclasse de equagdes de diferengas lineares com coeficientes constantes € dado no Capitulo | (Pro- blema 1.37). De forma anitoga a0 caso de tempo continuo, a solugio da Equagio (2.53) ¢ todas as propriedades de sistemas, como linesridade, causslidade e invariancia no tempo, podem ser obtidas seguindo uma abordagem que Ediretamente paralela a discussdo feita com as equagdes diferenciais. Novamente, enfatizamos que o sistema des- crito pola Equagio (2.53) seri LTT causal se o sistema estiver inicialmente em repouso. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 72__Tromne Prosieuas oF Swwis ESISTEWAS o, x(e)eh(ty~ fxr ayn(a) dam f hayste =a) dd =H) XC) Sejam (1 = AU EN) NED =F. Emo, A) = far nde : (ui) mCO}eALE =F) AK) =f" lerhele~ 0) do = ff scone-ner] Substiuindo A = or ~7 einvertendo a ordem de integragio, temos st o)do finencn} este) = seo] earite - ayaa} ; 2.2 Mostre que @ (0) o @ @ o we ‘Agora, como P(N =f bQayage~ayaa temos fa) = J WAY Rg(t 7 ayaa Assim, (x() + AC))* A) “xy n) dr HD AED =x s(n HCO) aC 61) = aCe) BUF) 2H) ali)su(t) =f x(r)dr seule tg) = "adr ela definigdo (2.6) ¢ a Equagio (/.22), temos x()5()= * x(2) 80-1) d Pelas Equagies(2.7) € (7.22), teres XU) 5(F= ty) © 8(r =) ex = f 8(e= ny )a(e— 2) de ex(t=7)) elas Equagies (2.6) ¢ (1.19), temos s(n) f° xceyutt 2) de x(a) de ree pois ur 2)= (2.58) (2.59) (2.60) (26h) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 74 Teorme Prosicuss oe Sina € SISTEMAS ‘As fungdes f(r) e x4 ~) sto mestradas na Fig. 2-4%6) para r< O.er> 0. Novamente na Fi para £< 0, H(z)e x(i = 7) nao se sobrepoem, mas, pars 1>0, elas se sobrepoem de == 0 a rar<0, ¥(0 = 0, Parar> 0, temos nO fe Assim, podemos eserevera saida yi) como 2-4(b). vemos que, Dessa forma, pa- wey 2.05) que & gual & Equagio (2.640, x) ay t - - 0 = 0 7 =n wen 130 10 ' - > xea7) po i Po > > ? o 4 * oy o Fig. 2-4 2.8 Compute a safda y(0) para um sistema LTI de tempo continuo cuja resposta ao impulso h(t) e a entrada x(?) si dadas por AQ) u(t} xry=e%u(~t) a> 0 Carino 2 + Sisrews Lnsanes Inaniantes no Eup 75 Pela Equagio (2.6) * a(sh(t= nde (a) shte As fungoes (7) ¢ ide ~ +) so mostradas na Fig. 2-5(a) para r¢ 0 e¢> 0, Da Fig. 2-S(a), vemosque, parar <0, x(+) fe WCr ~ 7) se sobrepaem de = 1<0, temos = a.r=f,mas, paras 0, elas se sobrepdem de r= ~** ar ~0. Dessa forma, para (2.660) Para r> 0, 1rn0s rr) = fi eters Pe dem 3 2.660) CCombinando as Equa (2.660) ¢ (2.640), podemos esrerer y) como nO em a0 eon rostralo ns Fig. 25). m- x 1<0 poof —1 - - 0 7 ° ' ne ) Fig. 25 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. BO __Tcomne Prosieuns o€ Sins € SisTEWAS. 2.8 Se x(t) x0) forem ambos sinais periédicos com um periodo comum T,, a convolugdo de-x,(t) € x1) no conver- ge, Nesse caso, definimos a convollaedo periddica de x) e x(t) como Nani exs)= [ele ndr am (a) Most que (ly periéica com petiodo T, (B) Mostte que He= [0 Mariage) dr 7 para qualquer a (Compute ¢ faca os griticos da convolugdo perisdica do sinal de onda quadrada x(1), mostrado na Fig. 2-12, com ele mesmo, 0 A “bb 0 O&O ' Fig. 2-12 (2) Como.x0)¢ periddivo com period T,,temos r+ Ty—7) =x) Endo, da Equagio (2.70), temas meets f nt a(t Ty 7) dr = Pacrne=néras) Assim, f€) € periddiea com periodo T,, () Como ambos x(1 €4,(0) so periddicos com o mesmo periodo T,, x,(+)x,(¢ ~ 7) também & periédico com perio do T, Entdo, usando a propriedade (/.88) (Problema I.17),obtemos Me} flr page a)dew [Pelee 2) de para um a arbitritio. (c) Calcularemos 2 convolugio periddice graficamente, Os sinais x(2), x11) ¢ x(7)aCt ~7) estio plotados na Fig. 2-13(0), da qual obtemos fae o 1 0 1 2 3 8 5. 4 r o @ Fig. 2-14 0 0 1 CI] 1 o 12 3 4 8 ° a @ © Fig. 2-15 2.11 Considere um sistema LT de tempo continuo descrito por (veja o Problems 1.56) L para yO=TRAD) = pf ala) de 212) 1 (a) Encontre ¢ faca o grifico da resposta ao impulso hi) do sistema. (b) Esse sistema € causal? (a) A Euagio (2.72) pode ser essen como 1 pe ‘ wong 273) Usando as Equagies (2.61) ¢ (2.9), Equagio (2.73) pode ser expressa como T \ 1 1 qacneae Z) = pxtoend r= aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 92_Teonme Propiews 0: Sus « SisTEMAS Assumindo que a solugdo particular (0 sejada forma f(t) = €25(0) a solugio geral é Wd) = eePa( 1) +6,8() (2.128) A fungio delta 6(7) deve estar presente para que #4) contibuacom 6°(7) no lado esquerdo da Equaso (127) Subs- tituindo a Equagio (2.128) na Equacio (2/27) obtemes ~ Beye Pale) + eye Mee(H) H eg8"(4) + Beyerul 4) + 2ep (0) = H(4) + (1) [Novamente, usando ss Equagoes (1.25) (1.30), emos (€, + 2c) 8(1) + ¢,8°(8) =8(4) +8(0) Igualando 0s coefcienes de 810) © 6(0, obsemos ettqel gel da qual temos ¢ Substituindo esses valores na Equagio (2,128), obtemos hin) u(t) +3(1) 2.129) Respostas de um Sistema LTIde Tempo Discreto © Convolugéo 2.26 Verifigue as Equagdes (2.36) (2.37), isto é, (a) in) * hn] = hl] xf] CO) Ear} # Ale)» abe] =U)» {Felen] «Ayla (a) Pela definigdo 2.35) afa}eata]= YD xfk]aln 4) ‘Mudando a varisvel n— k= m,temos alm} An] So x(n =m|am]= EL atem|sn—m] = afr] xt] (H) Sejm x(n] sin] = fn] eh [nlehgh [n]-Entéo fley= E aaVale 4] ° (stole ALaDe hind =fbodehabol= Efile] +E [Estrin —eafistemt Sabstituindo r= m —e invertendoa ordem dos somatérios tems (toteata} ated & sti £ atrthte-*-r1) Agora, como, flal= E Alena] Cavira 2 + Sisrews Lneanes inanianres no Towra 93. temos fink] = Eilean kr assim, (alndealal}enl= 5 alalfsln Kk) aln}= fale =a) and rale) 2.27 Mostre que (a) xf) dn] =x{n) (2.130) (6) xln]« dn — nol =axln— ny] (2.131) (eo) sla}euln} = z xk] (2.132) (d) xla)e ule ~ ng) se alk] (2,133) we (c) Pela Eanagio (2.35) € propriedade (1.46) de 6 ~ k] temos x(n]ea{n]= Lath] on —k] = ale] (Do mesmo modo, temos sle]=ala—ny]= E x(k] [ak —ng) = (©) Pela Equacio (2.35)e a definigdo (/.44) de uf —k], temos x(n] nln] steJuln —) (Do mesmo mode, temos xfnJeuln =n} LD slkluln kal oo 2.28 A entrada x(n} ¢ a resposta a0 impulso h(n] de um sistema LTT de tempo discreto sdo dadas por =ufn]h{n} =a"u[n] Oca 0. Da Fig. 2-20(a), vemos que, para n0, Novamente, da Fig. -21, vemos que, 9 para n< 0, {k]e x{n~ k} no se sobrepdem,e que, para n 20, elas se sobrepGem dek = 0a k =n, Dessa forma, pa- tan <0, yfa] =0, Para n 20, temos atal2 Bata e Assim, obtemos 0 mesmo resultado que o mostrago na Equagio (2.1.4), 2.29 Compute yln] = x(n] hi), onde (a () @) alm] = aul], An) = 6" ele) ala] = ata) Ale] aM a], O 1, hla) = ea [lar = =a) = re Assim, hin] warn} aque € igual Bguaci (2.167), Encontre a resposta no impulso ila] para cada um dos Sistemas LI causais de tempo disereto que satisfazem as se- guintes equagdes de diferengas e indique se cada sistema ¢ um sistema FIR ou IR. (a) y(n} = alm) ~ 2x0 ~ 2) + elm - 3] () yl) + 2yf = Haba) x00 =) (© yn)= bln = 2) = 2xfe] ate = 2] (a) Pela detinigao 2.50) Ao] = a{] 28-2) +34 — ln] = (1,0, =2.1) Como An} tem apenas quatro termos, sistema €FIR. (b) Alm] = -2hln~ 1] + fn] + ln — 1) Como sistema € causal, hi-1} = 0. Entio n{0] = ~ 24-1] +80] + 8[-1] = fo] =1 2nf0]+ afl] +8[0]= -2+1=-1 2i[1]+ 812] +81] = -2(-1) =2 2h[2]-+ [3] +8[2] = -2(2) = =2? Ala} = ~2hfm 1] + dn] +3[n— 1 yee Assim, Aa] =6[a) + (- 1) 2" alr = 1] 106 __Teona e Prosiewas oF SNASE SiSTENS ‘Como ha] tem um niimero infinite de termos, o sistema é IR. Co) Aln) = fale — 2) + 26[n] - on - 2) Comoo sistema é causal, h[-2} = A{-1] = 0. Entio (0) = Sh 2] = 28f0) -a{ -2] =2640] ~2 ~1} +2611} -8[-1}=0 0} + 252] ~ 310} = 3(2) ~ salt] + 28[3] - [1] =0 Assim, Hn} = 2a] Como hn] tem apenas um termo, 0 sistema ¢ FIR, Problemas Complementares 246 Compute a convotugio y(7) = x(+h() dos seguintes pares de sinais ao yu{l ~astsa al nestsa (a) Wat w= {6 e Oknat f. oseser xO Kos 0=(5 Sacemanen MO) Seats (oO) xlt)=ulr— DAC) eMule) ya [2erktl t<2e 1<0 dere? w reso aretear grer (40 yee 1 2.47, Compute a soma de comvolugio y(n] =.x[n]e/if] dos seguintes pares de seqliéncias: (a) [rn] Ala) ‘ul =n) (b) [n}— ula ~N], Mn} aun), O 0} (3.22) A Equagio (3.22) mostra que a operacio com iransformada de Laplace que corresponde A integrago no dominio de tempo ¢ « multiplicagdo por I/s. Isso ¢ esperado ji que a integracdo & a operacai inversa da diferenciagao, A for- ‘made R’ vem da possfvel introdugio de um palo adicional em s = 0a pari da multiplicaggo por Lis. Convolugao: Se A) OX(s) — RDC=R, xYt}oX(s) RDC =R, aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 124 Tena £ PROSLENAS O& SINAISE SISTEWS c: Propriedades Basicas: ‘A maioria das propriedades da transformada de Laplace unilateral so as mesmas da transformada bilateral. A transformaga de Laplace unilateral € util para se calcular a resposta de um sistema causal a uma entrada causal quando esse sistema for deserito por uma equagaio diferencial linear com coeficientes constantes ¢ condigies i ciais diferentes de zero. As propriedades bisicas da transformada de Laplace unilateral Uteis nessa aplicagio slo as de diferenciagao e integracio no tempo. Essas propriedades so diferentes daquelas da transformada bilateral e sio apresentadas a seguit. 1. Diferenciagao no Dominio de Tempo: HU) x,(8) -x(0°) Ga dt x ” desde que lim, .. x(te""" = 0. A aplicagio repetida dessa propriedade fornece oO 38°X)(8) = (0°) —x'-) (2.45) feo CB) 2y(Q7) = es al 9(07) G46) onde 2. Integrago no Dominio de Temgo: fomeo tne) aan f 3 sl dayireetx(y st fxcyae 48) Fungao Sistema: Observe que, com a transformada de Laplace unilateral, a fungdo sistema H(s) = Y(s)/X(s)€ definida com acondi- ‘do de que o sistema LTI esteja em repouso, isto &, que todas as condicdes iniciais sejam zero. Circuitos Transtormados A solucio dos sinais de um circuito elétrico pode ser encontrada sem escrever as equaces integro-diferenciais. se as operagdes de cireuito ¢ os sinzis forem representados por suas transformadas de Laplace equivalentes. [Nesta subse¢do, transformada de Laplace significa a transformada de Laplace unilateral ¢ iremos suprimir o subscrito emX,().| Um cireuito construide com esses equivalentes sera chamado cireuito iransformado. Para usar essa té nica, & necessério que tenhamos & disposigao os modelos, em transformada de Laplace, dos elementos individuais de cirevito, Esses modelos sio desenvolvidos na discussdo que se segue e so mostrados na Fig. 3-10. Aplicacdes ‘0 eireuitos elétrices dessa técnica de medeles transformados so ilustradas nos Problemas 3.40 2 3.42. 1. Fontes de Sinal: UUs) 21s) onde 0) i(t) slo 0s sinais de fontes de tensio e de corrente, respectivamente. 2. Capruiod + Transrorwans ne LAPLace © SisTEUES LTIneTewo Conriwo 125 Resistencia A: v(t) = R(t)» Vs) = Rils) 3.49) Element de cicuto Represatagio Domitior Darin Fonte de tersto o—.—0 o—C)—0 “0 wo ee o—©)—0 o—G)—o © 1) mR Af Resid of —wn—o ot wn—o “0 wo Lue ay she + we India o [BIO “0 ~ | @ 7 ¥ oO cH ww & « it fo | ca FO Cy iO c aaa of jj va ‘ ; » “ zo Hy + - ot )--9 Me Fig. 3-0 Reprosentapio em transformada de Laplace dos modelos de elementos de circuites. 126 __ Teoma c Prosieuas oe Snaise SistEWss 3. Indutdncia L: (LO r4s)= 16s) 110) (3.50) (© segundo modeto de indutancia L na Fig, 3-10 € obtido reescrevendo a Equacdo (3.50) como 1 1 Haas) = Ts) + 50>) ee) 4. Capaciiéncia C: dv(t) 2 CIP wos) ~seV(s) = C10") (3.52) O segundo modelo de capacitincia C na Fig. 3-10 € obtido reescrevendo a Equagio (3.52) como (3.53) HOM) = lls) + Problemas Resolvidos Transtormada de Laplace 3.1 Enconire atransformada de Laplace de (a) x(1) = ~e*u(-n: (8) x(t) = 6" ul). (@) Da Bguacio (3.3) Xs) - Assim, obtemos (b) De modo semethante, XO) = [tune den [eae Refs) = a (3.62) ea Rese? (3.63) {eros que as RDCs nas Equaydes (3.02) € (3.03) se sobrepoem e assim xGy--5-— x =32 (3.65) 5 1 eM Refs) <3 (3.66) Vemos que as RDCsnas Equasdes (3.65) e (1.66) ndo se sobrepsem e que ndo hé nenhuma RDC em comum: assim. x(@) nio tem transformada Xs 36 Seja x(t) eee Enconire X(s) faca a grafico dos polos, zeros e RDC para a> Oe a <0. O sinal x(0) esté plotado nas Figuras. 3-12(a) e (6) para a> 0.e4 <0, Como x(2) éum sina bilateral, podemos ex- pressiclo como x() u(t) + eu —t) (3.67) Observe que x(t) € continuo em 1 = 0 x( (0) = x10") = 1. Da Tabela3-1, 1 eu Qa Re)> a (3.68) Res) <0 (3.60) 2a =a = af com a> 0, temos Ax(ar)) <2 eter de Es. afer drm Assim, combinando os dois resultados para a> 0 e a <0, podemos escrever essas relacdes como soneix() Rea Enconire a transformada de Laplace e a RDC associada para cada um dos seguintes sinais: (a) x(t) = (tt) (b) x(t)=ult ty) (o xr ui) —ult= 5) (d) x)= ae -kT) (0) x(0) = (at +b), ae boonstantes reais (a) Usando as Bquayies (2.12) e 3.16), obtemos B= ty) oeo para todos s G7) (b) Usando as Equagdes (3.14) ¢ (.16), obtemos WE) Rejsy>0 un) Ko) Reescrevendo xf) como (0) =o? [u(t) u(t —8)] =e Pee) Malt 5) =e Male) mp3 94(¢ 5) Entio, da Tubela 3-1 ¢ usando a Equagio (3.16), cbtemos, Nan rag ere = g(t ef) Res) > 2 El a (a) Usando as Equagdes(2.71) (1-09), obtemos Re(s) >0 B73) fe) Seja S(1) = (av) Entdo, das Equogdes (3.12) € (3.18), temos $1) = 8(at) > Fos) = am 2 ie ‘agora x0) -6t+0)=afals+2)]| 132__ Teoma s Promewas oe Saise SisteNs ‘Usando as Equagies (3.16) ¢ (3.74), temos 1 X(s) MF) = 15 0/8 paratodes 5 75) 3.10 Verifique a propriedde da diferenciacio em relgao a0 tempo (3.20) so é sX(s) ROR Da Equagio (3.24), 2 transformada de Laplace inversaé dada por [OxGyerds (3.76) Inj Derivando os dois lados ds expressdo acima em relagio ar, obtemos ai at” Ia [ooxisyeta an Comparando a Equacio (3.77) com a Equagio (3.76), concluimos que di(tydi € a ransformads de Laplace inversa de SX(s). Assim, Sass) ROR Observe que a RDC essociada ao s altera a menos que um cancelamento pélo-zero ocorra em s = 0. SHI Verifique a propriedade da diferenciagio em s (3.21), isto é ax(s) =K(No Da detiniga0 (3.3), Xs) [xmera Derivando ambos os lados da expresso acima em relagio as, amos AX(s) as Cote tas f° [-mnjenat Assim, conclufmos que ax(s =a) — 2) -R 3.12. Verifique a propriedade da integragdo (3.22), isto “ 1 J A(z) dros =X (5) R'=R(Re(s}> 0} Seja "sC) dr FG) ay Extdo, ane oe Aplicando a propriedade da diferenciagao (3.20), obtemos XG! Fis) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cavrurod + Tasrcromuanane Leoiace ¢ Sieveuas LTloeTeuso Covriwuo 135, BAT @ © Da Tabela 3 |. obteros. x(t) e-'a() Da Tabela 3-1, abtemos x(t) = -eu(=1) Da Tabela 3-1, ebiennos A(0) costo) Da Tabela 5-1, obtemos s(t) =e“ cos2eu(r) Enconire a transformada de Laplace inversa das seguintes X(s): (a) X(s)= ous Re (b) XC Zend Rel S = EE Rs) > = a= I Rains 33 2s () XG)= Prasat ~3=1. Assim, a() € um sina unilatert dirito e, da Tabela 3-1, obtemes (1) ett) Foul) = (ee uC) (ARDC de X(2)6 Re(s) <-3. Assim, x) &um sna urifatera esquerdae, da Taela3-1,btemos ACI) = etl 1) 2 Pat) = (et eM) (6) ARDC de Xis) 3 Re(s) <= Assim, a(01€ um sial bilateral e,da"Tabela 3-1 obtemos ut) He ul) x) 3.18 Encontre a transformada de Laplace inversa de Sst Re(s) > 0 3) * Sar ras 4 BB) 136 Troma e Promeas pe Snaise Screws Podemos exerever Peart Ba (542) 49=(542-13)(64 2479) Entio, onde a s+ NON Ty age Blea! ea BTRLAI B+ (2 BX De 8 TH aay ainsi BSYOL S418 GALA ZA DIM Mean | Assim, 1 1 ty 247 2's 33) ARDC de X(s) é Re(s) > 0, Assim, (2) ¢ um sinal unilateral direito e, da Tabela 3-1, obtemos xt) = tn = 1 + DePuy = § ey) Inserindo aideniidade é #(cos3 + jsen 31) ny expresso acim e, depois de eéleulos simples, obtemos (1) = u(r) =e * (60834 ~ sense 47) =[1 2"(con3¢~ 4en3) Jul) Solugio alternative Fodemos escrever Xs) como e413 By xOaz ‘Como antes, pela Equagdo (3.30) obtemos ey =sX(S)] estes Sy413 1st Canin + Tearsromuna ne Lao.ace ¢ Sicreuas Tl oe Teweo Cavriwuo 137 Assim, s-1 s42 “FREER Geas9 1 a4 3 57 Gaayes Grays x(a) [Entdo, da Tabela 3-1, obtemos x(t} u(t) sen 3tu(t) cos3iu(t) +e (cos 4 =sen31)]u(e) 3.19 Enconire a transformada de Laplace inversa de P4248 © (e43s 5) X(3) Re(s)> -3 ‘Vemos que X(s) tem um polo simples em 5 =—3 e um pao miltiplo em Equagdes (3.29) (3.3/), emos 5 com muiplicidade 2. Entdo, pels (3.84) Pelas Equacdes (3.20) e (3.22), temos cy (5+ 3X4 aan (5+ 5 EXD d 2. = dhs + sexe Stoel Assim, 2 1 w Asbo S337 as Gage ARDC de X(s) € Re(s) >-3. Assim 4) € unt sinal unilateral drei ¢, da Tabels 3-1, obtemos x(t) = 2e-Mu(t) ~e° Mu(t) — 10te-*u(t) = [20 = ante Jute) ‘Observe que hii um meio mais simples de se encontrar A, sem se valer da diferenciacao. Isto € feito da seguinte for- ‘ma: primeiro, encontremos ¢, ¢ A; seguindo 0 método regular. Entdo, da substituigdo dos valores de ¢, ¢ A na Equagio (2.84), obtemos Hs 48 2 10 (4 DG 45) Fazendo s = 0 nos dois lados da express da qual obtemas A, = 1 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 160 Teoma e Propiewss ne SNASE SsTENNS. Fungo Sistema 3.23 Enconire a fungio sistema His) ¢ a resposta ao impulso h(t) do circuito RCda Fig. 1-32 (Problema 1.32). (a) Sejam x =v MO= V0 esse caso, 0 circuito RCE deserito por [Equagao (J.105)] aya) 1 1 ao + ent) = Zextt) “Tomando a transformada de Laplace da equayo cima, obteros 1 1 M() + BEM) = FEL) Assim, pela Equagio (3.37), a fungéo sistema His) € ys) Rett HOY = 3G) 7 S41 7RC ~ RC FI/RE Comoe sistema & causal, tomando transformada de Laplace inversa de H(s), a resposts ao impulso Air) serd 1 AC) =f UHCS)) = BeeNeult) () Sciam XO=H) yO=i0) [esse caso, 0 circuito RC é descrito por [Equagiio (10711 ave) 4 1h deis) “a ROO R a ‘Tomando a transformada de Laplace da equagio acima, obtemos X(s) 1 S70) + BeY) Wh « (os gr Ys) s/R_ ss MO) ~ sy * T/RC” RSF 1/RE esse caso, a funedo sistema H(s) ¢ uma fragio imprépria que pode ser reescrita como may = LEE VRC“ URC 1 ("Rae RC RRC ESRC /1 ‘Comoo sistema é causal, tomando transformads de Laplace inversa de Hs), a resposta ao impulso hit) & We) 2 H(s)) = ‘Observe que obsivenros fungoes de sistema diferentes dependendo des diferentes conjunios de entradas e saidas. Capiuiod + Taarneonusoa ne Lub.ace & Serenss UTipeTewa Cowra 141 3.24 Usando a transformada de Laplace, refaga o Problema 2.5. Do Problema 2.5, tems eeu) x(t) =eu(—1) a0 Usando a Tebela 3-1, tems H(s) Re(s) > -@ Xs) Re(s) Res) >0 Ys) =— Re WaT es) > -3 Assim, a fungdo sistema A) é ¥is) Hs) = Re(s) > —3 M3) = Xe) Reescrevendo (3) como 2s _ As+3)-6 _ Maye Sey ey RF ‘etomandoa transformade de Laplace inversa de M(s)temos f(t) =28(1) ~ be uC) ‘Observe que (0 é igual derivada de 2e”"u() que & a cesposta a0 derau s(t) do sistema [Yeje Equago (2.13). 1 ums Refs) > = ® x) = Assim, 2s (9) XH) = Tay Re(s)> -1 Usando expansées em fragGes parciais, obtemos 3 17533 ¥(a) = 7 142 __ Teoma s Promewas o€ Swase SistENS ‘Tomando a transformadade Laplace imversa de ¥{s), obtemos vee "4 3e™¥)u(s) 3.26 Se um sistema LTI de tempo continuo for BIBO estével, mostre entiio que a RDC da sua fungio sistema Hi.) deve contero cito imaginario, isto 6, 5= ju. Um sistema LT de tempo continuo BIBO estavel se e apenas se sua resposta 20 impulso (2) for integrivel em m6- dulo, isto € (Equagaio(2.21)], [i meyiarse Pela Equagto 3), Ho)= fo Moe ae Seja 5 jo. Entio |HGe)l = fi maye mde s flare ide = fin ldrcm Portanio, vemos que. se o sistema for estivel.entdo H(3} converge em s = jw. Iso &,paraum sistema LTT estivel de tem- pe continu, a RDC de Hs) deve contero eixo imaginirio 5 = jo. 3.27 Usando a transformada de Laplace, refaga o Problema 2.14 (a) Usando as Equagdes (3.36) € 3.41), temos ¥(s) = X(s)4,(5) Hals) = X(0) Hs) conde H{s) = H,(s)H.js) & a fungio sistema do sistema total, Agora, da Tabela 3-1, temos iyryme ru —Hay=T5 Re) 2-2 2 Blt) =2e"'u(t) H1(6) = Res) > =1 assim, 22 H(s) = Hs) Hy(s) = GenGey "re Re(s)>-1 ‘Tomando a tansformada de Laplace inversa de #3), temos A(t) 2(e1 =e uct) (6) Comoa RDC de H(3}, Re(s) >=1, contém 0 eixo je. 0 sistema wal éestével 3.28 Usando a transformada de Laplace, refaga o Problema 2.23. sistema é descrito por av) Se tav(ny axe) ‘Tomando a transformada de Laplace da equagio acima, obtemos 3¥(s) +a¥{s)=X(s) ou (s+ a)¥(s) =X(s) Assim, a fungao sistema f(s) & Ys) ot HO)" Gy" Fea Caprio » Thanseonana De Lapcace £ S.eTEwas LT eTeMwo Continuo 143 Assumindo que o sistema seja causal ¢ tomando a transformada de Laplace inversa de H(s), a resposta 20 impulso hie) & nase", que € igual 1 Equagao (2.124), 3.29 Usando a transformada de Laplace, refaga 0 Problema 2.25. (O sistema é descrito por yO) 420 =x) +x) Tomando a transformada de Laplace da equagio asima, obtemos s%(5) +216) = Ms) +5X(s) ou 4 V)= 64 DX) Assim, a fungdo sistema His) € Ys) st st2— 1 HOe ry" aa ee? mm Assumindo que o sistema seja causal ¢ tomando a cransformada de Laplace inversa de Hi), @resposta zo impulso f()é ACE) = 3) eu) 3.30 Considere um sistema LI de tempo continuo para o qual a entrada x(t) ea safds v(t)se relacionam por yd) +91) = 29 (8) =x) 3.8) (@)_Encontre afungio sistema H(s). (b) Determine a resposta ao impulso f(1) para cada um dos trés casos seguin- {es (i) sistema € causal, (40 sistema € estavel, i) 0 sistema nao & causal nem estavel (c)Tomando « transformada de Laplace da Equagio (3.84), terios YG) #76) 249) = XO) H(9)= Nis) ou (ers Assim, a fungao sistema H(s) & Haye Die ts ONG) "F551 7 GED (D)_Usando expansdes em fragdes parciais, obtemos Hs) = GUE (Seo sistema for causal, entdo h(s) é causal (sto €, um sinal unilateral diteto) ea RDC de Hs) € Re(s) > LE Bo, da Tabela 3-1, cbtemios (em ~ S(t eu) ii) Seo sistema for estivel,entéo a RDC de Ais) deve conter o eixo ju, Conseqientemente, 1 RDC de His) € -2.) ae ‘Usando a Equagdo (2.43) imegrando por partes, obtemos {22}. seers taf xine na = Hx(0") #9465) Re(s) >0 Assim temos a(t) ' ah) — (07) Aplcandoa prepriedade acima ao sina et) = tlh tems x(t) d de(t) a a dt =2°X,(s) —sx(07) x07) (Observe que «Equa (2-46) poe ser obi pela apicago rept doprocedimento scm s4s[ 5X5) —2(0")] =O") Gan 3.88) (3.89) 3.90) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cavuto + Taarsromvanane Leo.ace ¢ Siereuse UTI neTeuso Covriwio 147 (b) Novamente usando « Equacdo (3.44), temos ae o Jim (8X65) ~x(0")] = tin, “ae — dst) ha = lim (1) (0° (OS Como tim [3X4 (5) = x(0-)] = tim [X,(5)] =x€0°) ceneluimos que ‘im xis) = limsX,(s) 3.36 A transformada de Laplace unilateral é definida algumas vezes como A fx(t)) [ xijenae G.% I Xp {s conde 0” ¢ o limite inferior. (Bssa definigao é algumas vezes chamada definigao (.) (a) Mostre que pate) (rar p TSXFUs)= x10") Re(s} > 0 3.100) () Mostre que Alu) = G10) fat) =9 GQ) (a) Assuma que x()tenha a transformada de Laplace unilateral 7 (5). Usando a Equaeo (3.99) integrand por par- tes, obtemos edt (aio) pa materthess lutea = = x07) + 5X7 (8) Re(s)>0 Asi te dx(t) HO) ati) -H0") (by Pedi 07, Aluco) = [unertar= [ear Re(s) >0 Da Equagiio (7.30), temos sy (3.103) 148 Teonae Prowevas oF SNAIGE SisTEWS ‘Tomando a transformada de Laplace unilateral 0" da Equagio (3,03) e usando a Equagio (3.100), obtemios 1 FL 5(1)) = 5 Wl" Isto € consistente com a Equario (1.27). istoé, AAR) = fa) et dew Observe que, tomando aatransformada de Laplace unilateral 0° da Equaglo (3.103). usandoa Equacdo (3.44), ob- A18(1)} = 55 WO) = Aplicagao da Transformada de Laplace Unilateral 43.37 Usando a transformada de Laplace unilateral, refaga.o Problema 2.20. O sistema é descrito por ¥(O + ey(t) a0) (3.104) x(t) > ¥H(s) Entio, da Equagio (3.44), ¥ (1) 8¥,(5) ~¥(0") = 5Y;(5) ~¥0 Da Tabela 3-1. temas K = Rels)> 8 MNO) = ‘Tomando a iransformada de Laplace unilateral da Equogiio (2.104), obtemos K [s¥)(s) — yo] + 2%) = 5b K ou (54 @)¥%(5) = 70+ Asim, y(s)= 2 — WS)" Fee (G+al(s=b) ‘Usando expansio em fragies parciais, obtemos yo Kft “) HG) yea a-b\ssb sta “Tomando a ransformada de Laplace inversa de ¥i(s), obternos le ) |a(e) yiey= [ben *. ‘que 6 igual a Equagdo (2.107). Observando que y(0*) = y(0) (0) = yo, eserevemos y(t) come wane + = 120 Caprio + Transroruion OF Laptace & SisTevas LTI oe TEwO Contino 149 3.38. Resolva a equagao ciferencial linear de segunda ordem y"(0) + Sy'(t) + By(t) =4(1) 105) com as condigdes iniciais (0) = 2, y'(0) = 1, eatt) =e"uld. Assuma que (0) = 0") €y"(0)= yO). Seja vt) O¥() Entio, das Equaybes (3.49) (45) YU) sh (5) -¥O) =5¥ (8) -2 FP Y(8)— (0) ~¥(O) = 8H) —25—1 Da Tatela 31, temos (1) SA) = a ‘Tomando atransformada de Laplace unilateral da Bqusgdo (3,105) obtemns 1 [#¥,6) -25-1] +SL9%09) —2] +6440) = 1 1 2oe Ibs 412 ou (32+ 554 6)¥(s) = > +2541 = = Assim, 2413S 4 ID 2st 135412 ¥i(3) = GF +5546) CF DGFDGFS) ‘Usando expansio em fragies parcisis, abtemos Ws ‘Toman atasformada de Leplce inves de ¥4), tos yt) = (ert +60 Observe que ¥0" (0). Entio podemos escrever 3(2) como y() = fel4 67 — fe! 0 3.39 Considere ocireuito RC mostradona Fig. 3-14(a) A chave &fechoda em ¢= 0. Assuma que heja uma tensdo inicial no capacitor e gue ¥,(0-) = Up. (a) Enconire a vorrent i(). (b) Encontee a tensio &(0) 10 capacitor. F . F y T wo => we ‘eto stot « © Fig. 3-14 Circuito AC 150 ‘Teoma & Paomess 0€ Smase Sires @ o ‘Quando a chave ¢ fechada, 0 circuito mostrado na Fig. 3-14(a) pode ser representado peio citcuito mostado na Fig 31466) com U2) = Vu). Quandoa corrente ie) €a suidae a entrada é U,(0), a equaye diferencial que govern © 1 RING " a(n) dr =v) (3.106) ‘Tomando a transformada de Laplace unilateral da Equagio (3,106) e usando a Equagio (3.48), obtemos ut Lp v ICs) 2 [fers tune : Gon onde 1s) =F A)) La Agora, nl) ef i) @ 207 EPs Assim, a Equagio (3.107) se reduza (e+ 2 Jove s Reis Rs 1/RO z 1)= an run) ‘Quando 1 (2) 62 saida e a entrada é & ), a equacio diferencial que governa ocircuito é de) BO. y= ee) G10 “Tomando a tansformada de Laplace wriateal de Equagi (3.108) eusando aEquagio (34), obtems = Lv Hs) = 00) + BEM) = ROT 1 iy ou (s+ qe)niy= get eta Resolvendo em relagdo a Vs), emos v 1 ty YA)" RE TST ITRC) * SF URE i! te "5 > seayee| * Re “Tomando a transformada de Laplace inversade Vs), obtemos. (y= VU AC Yul t+ vg U(t) Observe que v{0")= vp v(0"), Assim, escrevemos ¥,() como UAty=V (Le RE) + ope Ea Cariruve 3 + Thaicronaton ne Lance Siereuas [Tl oe Tewra Conriwo 161 3.40. Usando a téenica de circaito iransformado, refasa 0 Problema 3.39, (a) Usando a Fig. 310, 9 citcuito ransformado correspondente& Fig. 3-14 € construfdo como se mostra na Fig. 3-15, R As) Fig. 3-15 Circuito transformaab. serevendoa ei das tenes pra 2 maa, obteros 1) a _v (e+ Guns 2 =F Resolvendy em relagdo a), temos v. 1 s R= Wy ‘Tomand a trarsformada de Laplace inversa de fs), obtemos fy ereucny () Da Fig. 3-15, temas, VAY RE See TRC) oe = -0)(5- pe) *F oft) + atte 5” seyRe|* ss 17RC Tomando 2 warsformadade Laplace inversa de ¥,(s),temos nt) = YUL e MYC) + Dye uC) 3AL_ No citcuito da Fig. 3-16(a), a chave permanece fechada por um periodo longo de tempo antes de ser aberts emit = 0, Encontre « eorrente i) no indutor para > 0. Apés a chave ter permanecido na posigio fecheda por um perfode longo dle tompo, o capacitor esté carrogado ‘com uma tensiio de 10V e nao hi corrente fluindo nee. O indutor se comporta como um curto-circuito e a sua cor- rente = 2A. Assim, quando a clave € aberta, temos 40-)=2 ¢ v0 )= 10; a tenso de entrada € 1OV e, portant, ela pode ser representada como 10u(f). A seguir, usando a Fig. 3-10, construimos o cireuito transformado como se mostra na Fig. 3-16(6), aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 154 Teoma ¢ Promeuas DE Susise Sistewss 34g Resp 348 3.47 3.48 Resp 3.49 2s Ce) SearO. X(s)= yy, ~@ < Role) =1 Gr (bys) = — Ee, = 1c Rets) <0 eee (eX) = 1 Reta) <1 Pres (a X9) = S24 Rey > -2 arti (© Ms) =. Re(s) >0 ore x)= Re(s) 3-2 SFP Fosse Capo + Tearcroayann os Lio.ace © Sicrewas LTloeTewso Covriwwo 155 Resp (a) x) =e te ule) () x= w+ Neda) (©) HO) =(-1 te teu (d)_ 2(t) = e7*€eos 34 — f sen 34 ]ult) (e) xo) Lesen2nds) ) doa cos3r+ sen 3:)u(t) 3.80 Usando a transformada de Laplace, refaga 0 Problema 2.46. Sugestios Use & Equagio (3.21) ¢ a Tabela 3-. 3.81 Usando a transformada de Laplace, mostre que () xie)eotd =x) ©) XO W=x0 Sugestio: (a) Use a Equagio (3.21) a Tabels 3-1.(b) Use as Equagoes (3.18) ¢ (3.20) es Tabela 31 3.52. Usando a transformada de Laplace, refaca o Problema 2.54. Sugestdo: (a) Enconte a fancio sistema H(s) usando a Equasdo (2.32) ¢, em seguida, aplique a transformada de Laplae cee inversa de H(s).(b) Encontre a RDC de His) e mostre que ela no contéin 0 &ixo Jer. 3.53. Encontre a safda yi7) do sistema LTT de tempo continuo com, ht) 0 Enconire as transformadas de Laplace unitateras dos sinais periGdicos mostrados na Fig. 3-19. 1 re © ey RAO Ty Re(s)> 0 sate Usando a uansformada de Laplace unilateral, enconire a sotugio de yO-yO-6@ com as as condigies ais (0) = | e y10)=0 para y2 0. +h r20 Usando a tansformada de Laplace unilateral, resolva o seguiate sistema de equacdes diferenciais simultineas: VF HE) He 1 (OD -¥(9 -—2a() = 0 Usando a transformada de Laplace unilateral, resolva as seguintes equagdes integrais: @ NaI +af'Xrdr 120 © ower feud} r20 (a) yl) me, 120; (6) ylt)=e*, 120 ay OD) Fig. 3-19 Canine + Taareronuana ne Lioiace ¢ Screuss ITI oe Tewso Cowra 157. 3.61 Considere o circuito RC da Fig. 3-20. A chave é fechada em ¢ = cada, Encantre a tensio do capacitor para 0, Resp. vit) =e 120 A tensto do capacitor é y, antes da chave ser fe- 3.62 Considere o circuito RC da Fig. 3-21. A chave ¢ fechada em f= 0, Antes da chave serfechada, 0 capacitor C, & car- regaclo atingindo v, voltse 0 capacitor C, nio é carregado, (a) Assumindo C, = C, = C, encontre a corrente () pie 1a12 0. (b) Encontre a energia total E dissipada pelo resistor Re mostre que E €independente de R e ¢ igual A me- tale da energia inicial armazenads em C,.(c) Assuma que R = 0€ C, =C,=C. Encontre a corrente i(t) parar2 Oe astensies ve(0") © re (0) % ‘jo + 10 7 a> RP Sp OD Fig.3-20 Circuito RC. Fig. 3-21 Circuito RC. Resp. (a) KN =(oy/ReHE, > 0 () B= ie3C (0) t= fvgC BO, ¥e(0*) = 04/24 VEO” Vor Ve{0") = tg /2 # ve (Or Capitulo 4 A Transformada z e Sistemas LTI de Tempo Discreto 4.1. INTRODUGAO No Capitulo 3, introduzimos a transformada de Laplace. Neste capitulo apresentamos a transformada 2, que € 0 equivalente em tempo discreto da transformada de Laplace. A transformada z € introduzida para representar sinais, de tempo discreto (ou sequéncias) no dominio z (z¢ uma varidvel complexa). Sera descrito também 0 conceito de fungi sistema para um sistema LTI de tempo discreto. A transformada de Laplace converte equagées integro-dife renciais em equagoes algsbricas. De modo semelhante, a transformads Ges algébricas, simplificando, dessa forma, a andlise de sistemas de tempo discreto. As propriedades da transformada diferengas importantes entre elas a seguir. 4.2. ATRANSFORMADAz -onverte equagdes de diferengas em equa se assemelham muito as da transformada de Laplace. Entretanto, veremos Na Secio 2.8, vimos que para um sistema LTI de tempo discreto com resposta ao impulso h(n], a sefda y{n] do sis- tema para uma entrada exponencial complexa da forma z’é [n] = Tle") = H(z)2" onde H()= ¥ Afnje* Definicao: A fungio H(z) na Equagio (4.2) é conhecida como transformada z de hi]. Para uma seqiiéncia gene discreto x[n], a transformada z, X(z), é definida como: - 5 xfnlz sal, a varidvel z tem valor compiexoe ¢ expressa em forma polar como aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Casio d + ATrsnsrommns 2 Sicrewss LT oe Teneo Discaero 161 2) [ow as Equagies (4.10) ¢ (4.13)], vemos que as expresses algebrices X(z) das duas seqiiéncias dife- exceto pelas suas RDCs, Assim, como na transformada de Laplace, a especificagio da trans- (0 a expressio algébrica como a RDC. Is) mis) Fig. 42 RDC da forma ci < lal C. Propriedades da RDC: Como 10s nos Exemplos 4.1 e 4.2,a RDC de X(2) depende da natureza de x{n]. As propriedades da RDC estio resamidas abaixo. Assumimos que ima fungao racional de, Propriedade 1: A RDC niiocontém nenhum pio, 162__ Troma e Paowewas ve Smase SereWs Propriedade 2: Se x(n] for uma sequéncia finita (sto & x[n] = 0,exceto em um intervalo fiito N, tquy OW 20> [21> Fae ¢ igual ao maior dos médulos de todos os polos de X(z). Assim, a RDC é 0 exterior do efreu- nix HO plano z, com a possivel excegiio de z= = Propriedade 4: Se {1} for uma seqtencta unilateral esquerda (iso é, x(n} = 0 param > Ny > —%) €-X(c)comvergir em algum talorde = entio a RDC € da forma onde r, lo Iel< oy O1 (4.16) ain C. Pares de Transformadas z: As transformadas = de alguns seqiéncias comuns estdo tabuladas na Tabela 4-1 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Caria d + ATawusronvans 76 Sisrewss ITI of Teveo Decne 181 wo Assim, X(z)2 0 $iSete T2322 ez «pela definigao (4.3), emos ada] = (...,15,7,3.1,0) Comoa RDC é |2|> 1, xin] éuma sequneia unilateral dieita, Assim, devemos dividir para obter uma série de po- tncias de =" como segue Assim, cent, pla defngi 43, obtemos Ain} (bbe 4.19 Usando expansio em fragdes parcials, refaca o Problema 4.18. (@) oe X= 5 ‘Usando expansio em fragies parcais, temos xz) 1 2 Bea3esd onde eobtemos Comoa RDC de X(2)é 21< 4, x{n] é uma segiiineia unilateral esquerda e, da Tabela 4-1, obtemos an] ul—n— 1] + ()"u[-n- 1 (Q)" -a}-n- de onde vem afm) = (..4515,7.31.0) Xe - ki =I F=F Comoa RDC de Xz) € |2}> 1, afr] € uma sequéncia anilateral dreita e, da Tabela 4-1, obtemos. ul} — (8) "abe = [1 6)" [n 182__ Troma e Promevas ne Swase Sires 420 421 de onde vem Encontre atransformada : \2l>2 X(z)=- ——_- ()" Goer Usando expansio em fragies parcias, temas Xz (4.83) onde 1 G=)G-27 Ferendo Assim, lel>2 (2-3 Comoa RDC € |2! > 2, x(x] €umaseqiéneie unilateral direita, ¢ da Tabela 4-1, obtemos an] = (12% + m2" un] %O-==AhetpCOIS Qer=Set4243 229-5223 XO“ Gra) 7 = 3e4E ‘Observe que X(2) € uma fungo racional imprSpris; assim, por divisdo de polinémios, temos 1 1 XU) n22414 ag Co Se *, d “se (= EG Entio, Xz) u a onde Garru.o 4 + ATRANSFORMMADA Ze SISTENAS {TIDE Teweo Dscreto 183 Assim. ele Comoa RDC de X(o}¢ 121 <1, ein] € uma seqiéncia unilateral esquerda ¢ da Tabela 4-1, obtemos x[n] = za[n+ 1] + dotm]rul-m = 1)- $2%ul-n =) = 2am 1] + 36[n]+ (42° Yul n= 1) 4.22, Encontre atransformada z imersa de A(z) pode ser reesrita como, x2) (Comoa RDC ¢ {21> 2, xn] éumasequsneis unitateral direta, ¢ da Tabela 4-1 emos 2rulnle Usando a propriedade (4.18) do deslocamento de tempo, temos 2 Sule oe Assim, conclufmos que a{a] 4.23. Encontre atransformada z inversa de ‘onde XC Assim. se al] x) ceniao, pelas propriedades da tinearilade (4.7) ¢ do deslocamento de tempo (4.15), obtemos x[n 2am =I} +xjf1—3] +3xn 3] (4.84) XG) 1 L onde gretl| Peale aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Capirvio 4 « ATaausronuacn 76 Sistewas (Tot Teuso Discnero 1941 Fig. 48 Da Fig. 48, vemos que ale]=aln] + Sale—1) k vl] ale] + sale 1) ‘Tomando atransformada : das equagdesacima, oemos k Q(z) =X) + 520) ¥E2) = 0(2) + 52-1002) Rearranjando, temos ‘Jocs) =x02) ‘Jory =¥) ddo que obtemos Y(z) _ 1+ (k/3)27! Hz) = +k/3 WE ‘gual nos mostra que o sistema tem um zeroem z= ~¥/3 eum polo em z= k/2e que a RDC é |z1>1k/2). Assim, como rmosttado no Preblenia 4.30, o sistema seré BIBO estivel se a RDC contver o circulo unitari, [z|~ 1-Portanto,o siste- ri ¢ estvel somente se [kl <2 Trensformada z Unilateral 4.38. Encontre a transformada z unilateral das seguintes x) (@) alm) = aun} (b) nj=alnfne 1 (@) Comos{n}=0 paran <0, X40 (2) €, do Exemplo 4.1, temos 1 Xj(2) = =z OP lal 490) Toe 192__Teona e Prosieuas oe SINase SisTeMAS (b) Pela definigio (4.49), temos X2)= Dat afns ae {21> lal (4.92) Observe que, nesse caso, x{n] nd é uma seqineia causal: portanto, X(+) + X(2) [veja a Equagiia (4.73) no Fro- ‘ema 4.10] 4.36. Verifique as Equacies (4.50)¢ (4.51). isto, param 2 0, Co) fn — men 7X (2) aL af 2] se ex) (6) shen + dere XC 2)— 210] = 2 IN = mae = 1] (a) Pela definigtio 44.49) com m > 0 ¢ usando a mis langa de variivel &= 1m. emos Bele[n—m]} = Yo a[a=m]z - “| Dateete Eater } ino me"tX(s) taf He taf -2)2 »+a[-m]:"] Sma (2) hema a1] eee 2] bs tam] () Com m20 Bulates ml} = Extn emjenn= Estey” o[Ewe Ee) ™{X(2) — (2f0] #aft}et + afm a] )} -4 =2X,(2)—2"[0) —2"Is[1] os =. 4.37 Usando a wansformada z unilateral, refaga, Crotlema 2.42, (sistema & deserito por vfn]-ayln 1 ) (4.93) com si-A} =. 0] = AD'ula. Seja wo yz) Entao, de Equagio (4.50, pla Woe ¥(2) yl M2 MG) Hy, Da Tabela 4-1, temos afm] (2) = 21> (Bl ’ ‘Tomando a transformada : unilateral da Equagdo (4,03), oblemos ¥(z)-af2 "HC ty) =, ou Caprio d + ATRensconune 7€ Siereva ITI oeTewo Dserera 193 4.38 Assim, WG) @ Ry Usando expansio em fragies parciais, obtemos “Tomando a ransformads : inversa de X/c), obtemos b sla) =ay_ tule) +e btuln) —K; ave 6 igual & Equngo (2.158, Para cada uma das seguintes equagdes de diferengas com as respectivas entradas e condigoesinietis, determine a ‘saida yr): (0) sin]~Syln = t= ate), com ata] CY", of =1 () Syn) ~ 4ybn= 11+ 960-21 =aLn}, com fn] = "sft =. yf -21=2 @ abn Xe) > rl>|3 zt 3t ‘Tomando 2 transformada z unilateral da equagao de diferengas dada, obtemos Y,(2) +¥{-1]} = Xz) =st Assim, ¥(2) = Portanto, o “Tomando a transformada : unilateral da equasio de diferengas dada obtemos BY (2) ~ 4f2-'¥(z) + vf} + [2-2¥(2) +2 ty = 1) +9 2} = XZ) Substituindo yf-1) [-2] =2 eX) na expressio acim, obtemoy (B42 ea) 92 3-9 (2- aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Andalise de Fourier de Sinais e Sistemas de Tempo Continuo 5.1 INTRODUGAO Emcapitulos anteriores, apresentamos a transformada de Laplace e a transformada z com o propésito de converter sinais do dominio de tempo em representacdes complexes no dominio s e no dominio z. Para muitas finalidades, es- sas represenlagdes so mais convenientes de analisar e processar. Além disso, uma compreensdo mais profunda da natureza e das propriedades de muitos sinais e sistemas € obtida com essas transformagées. Neste capitulo e no pré- ximo, vamos introduzir outras transformagdes conhecidas como série de Fourier e transformeda ce Fourier, que convertem sinais do dominio de tempo em representagdes no dominio de freqiéncia (ou espectrais). Além de per imitir representagSes espectrais de sinais, a anlive de Fourier€ também essencial para descrever certostipos de sis- temas e suas propriedades no dominio de freqiiéncia, Neste capitulo, apresentaremos 2 andlise de Fourier no con- texto de sinais e sistemas de tempo continuo. 5.2. REPRESENTACAO EM SERIE DE FOURIER DE SINAIS PERIODICOS A. Sinais Periodicos: No Capitulo 1, definimos um sinal de tempo continuo x(t) como sendo periédico se existir um valor diferente de ze- +0 positivo para T tal que a(¢+T)=x(1) para todos. ) ( periodo fundamental 7, de x(2) €0 menor valor positivo de T para o qual a Equacao (5.1) € satisfeita,e 1/7, =f, 6 chamado fiegitincia furclamental Dois exemplos bisicos de sina peridicos so o sinal senoidal real 2(t) = cos(wyt +b) (5.2) € o sinal exponencial complexo a(t) = er 63) onde w= 27/Ty=2n fy € chamado fregiténcia angular fundamenial, 200 Teoma c Paonewss oe Smase Sires B. Representacdo em Série de Fourier Exponencial Complexa: A representagdo em série de Fourier exponencial complexa de um sinal periddico.x(2) com periodo fundamental T, € dada por x(t)= Feet 64) : conde 0s ¢, S40 conhecides como coeficientes de Fourier complexos ¢ sto dados por 1 Go FL tne ae (55) Ty?ty onde f,, denotaa integral em um periodo usando-se comumente os intervalos 0a T, on ~T,/2 a Ty/2 para a integra- io. Fazendo k = 0 na Equagio (5.5), temos & hi Sfatear (56) a qual indica que ¢¢ igual ap valor médio de x(0) em um perfodo. Quando x(¢)€ real, entdo, da Equagdo (5.5), vem que camet Gn onde 0 asterisco indica conjugado complexo. C. Série de Fourier Trigonométrica: ‘A eepresentagiioem série de Fourier trigonoméirica de um sinal peridcico x0) com periodo fundamental T, é dada por as Qe MO = P+ Y (a, cos keg +64 sen kev) = (58) onde a, ¢ b, sio os coeficientes de Fourier dados por Qe Ff seorkworat (59a) bya Z J x(thsenkaotdt (5.9) Oscoeficientes , ¢ b, ¢ 0s coeficientes de Fourier complexos ¢, se relacionam por (Problema 5.3) a s Bac mate. ila ex) (0) Da Equacio (5.10), obtemos 6. (a, iby) eu = Hay + Jb) ID Quando x(¢} for real, entio a, ¢ b, sdo reais e pela Equacdo (5.10), temos ay 2Refe,] by = —21m|ex] (5.12) Caviruio 5 + Aniussos Founisn os Swait ¢ Sigrenas o¢ Teuro Continuo 201 Sinais Pares e impares: ‘Se um sinal periddico (i) for par, entio b, = Oe sua série de Fourier (5.8) contém apenas termos de cossenos: 4 Qn = P+ Zageoshage ay (5.13) Se x(1) for impar, entdo a, = 0 e sua série de Fourier contém apenas termos de senos: a 2a H(Q)= L&senkog y= (1) we Ty Série de Fourier em Forma Harménica: ‘Uma outra forma de represeniagZo em série de Fourier de um sinal periédico real a(0) com periodo fundamental T, € a(t) =C,+ EC, c0s(kogt ~ 64) (5.15) A Equayio (5.15) pode ser deduzida da Equagdo (5.8) ¢ € conhecida como série de Fourier em forma harmonica de x(2).O termo C, € conhecido como componenie cc ou de*,¢ 0 termo C, coxkwt ~ 9,) € conhecido como a componente harménica de ordem k de x(t). A primeira componente harm6nica C, cos(ae¢ — 6,) & comumente cha- mada componente fundamental porque ela tern 0 mesmo periodo fundamental de x(t). Os coeficientes C, € 0s an- gulos 6, so chamados amplitudes harmanicas angulos de fase, respectivamente. Eles se relacionam com os coeficientes de Fourier a, ¢ 4, por a by CoB Ce VETER Oy ~ arte (5.16) ara um sinal peridédico real x(), i série de Fourierem termos de exponenciais complexas, como dada na Equagio (G4), ématematicamente equivalente a ambas as formas das Equagdes (5.8) e (5.15). Apesar de essas duas dltimas serem formas comuns da série de Fourier, a forma complexa da Equagio (5.4) & mais gerale usualmente mais con- veniente. Nés a usaremos quase que exclusivamente, Convergéncia da Série de Fourier: Sabe-se que um sinal periddico x() tem uma representago em série de Fourier se ele satisfazer as seguintes contli- Ges de Dirichlet: 1._.x(0 € integrével em médulo no intervalo de um perfodo qualquer, isto &, fix(ide< (S17) 2. x) tem um nkimero finito de maximos e minimos dentro de qualquer intervalo finito 3. x(t) tem um ntimero finito de descontinuidades dentro de qualquer intervalo finito de te cada uma dessas des- continuidades ¢ finita, Observe que as condigdes de Dirichlet so condigdes suficientes, mas nio necessérias, da representacdoem sé- rie de Fourier (Problema 5.8). *N.deT. ce significa comente continua (em ingles, direct curren ~ de) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 204 “Teowia € Proslewas de SAIS SISTENAS © somatério no lado direito da Equagio (5.29) pode ser visto como a drea debaixo da fungdo X(w)e™, como se ‘mostra na Figura, 5-2. Portanto, abternos Le a(t)= ral Kore do (5.30) que ¢ a represemagio de Fourier de um (9) ndo-periddico. Moe Aryans ° kaw * Fig. §-2 _Interpretagao gréfica da Equacao (5.29). B. Par de Transformadas de Fourier: A fungio X(.) definida pele Equacao (5.25) € chamada transformada de Fourier de x(1),€ a Equacao (5.30) deti- nea transformada de Fourier inversa de X(w). Simbolicamente, elas so denotadas por Xo}= Flxln= [gem at (531) 1 x(1) =F X(o) ” x(w)ede (5.32) edizemos que x(¢)¢ X(w) formam um par de transformadas de Fourier denotado por x(t) X(w) (533) C. Espectros de Fouri A transformada de Fourier X(w) de.x(0) é, em geral, complenae pode ser expressa como X(w) =1X(wyle™ 054) Por analogia com a terminologia usada para os coeficientes de Fourier complexos de um sinal periddico x(t), a transformada de Fourier X() de um sinal ndo-periddico x(0) €a especificagio de x() no dominio de frequencia € €chamada espectro ou espectro de Fourier) de x1). A quantidade |X(«)| & chamada especiro de magnitude ou am- plimde de x) €a dw) & chamada espectro de fase de x(t). ‘Se x(#) for um sinal real, entdo, da Equagdo (5.31), obtemos X(~w) =f x(eyeltar (5.35) Assim, resulta que X(-0) =X*(o) (5.36a) . IX(-e)l=1X(@)— b[-a) = ~d(w) (5.366) Cariruio § + Auiuse 0 Founien ne Smaise Serews neTewso Covriwo 205 Portanto, como no caso de sinais periédicos, oespectro de amplitude |X()] € uma funedo par e oespectro de fa- se &(w) € uma fungio fmpar de 0. Convergéncia das Transformadas de Fourier: ‘Como no caso de sinais periédicos, as condigdes suficientes para a convergéncia de X(w) sfo as seguintes (referi- das novamente como as condigdes de Dirichlet): 1. 2x() € imegravel em modulo, sto, f ixolar 0 Da Equaydo (3.8), transformadi de Laplace de a(t) € dada por 1 ARKO) = Res) > 44) Pela definigan (5.51), 0 transtormadade Fourier de (0) € F(x(1)) = XC [etn eae . t = freon (49) c are Assim, comparando as Equagdes (5.44) ¢ (5.45), temos, X(w) = X(Dlsaia (5.46) Observe que v0) ¢ intepravel em médulo. Exemplo $3 Considerea fungao degra uritirio u(t). Da Equagao 3.149, a wansformaa de Laplace de uit) & 1 Auy}= = Re(sy>0 Ga?) ‘A transformada de Fourier de ui) & daa por (Problema 5.30) 1 Fly} aw) + 5 6.48) Assim, a transformada de Fourier de (0) 0 pode er obtida a panir de sua transformada de Laplace. Otserve que a fuangSo degraa untério u(t) abo ¢integrével em née PROPRIEDADES DA TRANSFORMADA DE FOURIER DE TEMPO CONTINUO As propriedades bisicas da transformada de Fourier slo apresentadas a seguir. Muitas destas propriedsdes sao si- milares as da transformada de Laplace (veja a Seco 3.4). A. Linearidade: ayx,(1) +431) a, X\(w) +a, Xy 49) Cusiruio 5 + Anise o¢ Founien os Smas € Sisreuts of Tauro Consiyo 207 Deslocamento de Tempo: x (Eo fg) eX (w) A Equacio (5.50) mostra que o efeito de um deslocamento no dominio de tempo é o de simplesmente acrescentar um termo linear ~at ao espectio de fase original 6(w). Isso € conhecido como deslocamento de fase linear da transformada de Fourier X(a). Deslocamento de Freqiéncia: eMtx(t) er X(w = wp) (5D A multiplicagdo de x(2) por um sinal exponencial complexo e! € algumas vezes chamado modulagdo complexa. Assim, a Equagio (5.51) mostra que modulagdo complexa no dominio de tempo corresponde a um destocamen- to de X(.) no dominio de freqiiéncia. Observe que a Equagio (5.51) da propriedade do desiocamento de freqi cia€ 0 dual da Equagao (5.50) da propriedade do deslocamento de tempo. Mudanga de Escala (Escalamento) de Tempo: wa) -+2x(2) 6: ) lal onde a é uma constante real. Essa propriedade ¢ deduzida diretamente da definigio de transformada de Fourier, A Equagdo (5.52) mostra que uma mudanca de escala (escalamento) na varidvel de tempo # pelo fator a causa uma rmudanga de escala inversa de 1/a na freqiéneia w e uma mudanga de escala de 1/jal na amplitude de X(w /a). Assim, a propriedade da mudanca de escala (5.52) implica que a compressdo de tempo de um sinal (@> 1) resulta nna sua expansdo espectral e que a expanstio de tempo do sinal (a < 1) resulta na sua compressio espectral, Inversao de Tempo: x(-OX(-0) (553) ‘Assim,a inversio de tempo ée x() produ uma inversio similar do eixo de frequléncia de X(w). A Equacdo (5.53) € obtida facilmente fazendo a= ~1 na Equacio (5.52) Dualidade (ou Simetria): X(t) 27x(-0) (5.54) ‘A propriedade da dualidade da transformada de Fourier tem implicagGes significativas. Essa propriedade nos per- mite obter ambos esses pares duais de transformadas de Fourier a partir de um tinico cdleulo da Equagao (5.3/) (Problemas 5.20 e 522) Diferenciagao no Dominio de Tempo: = oX(w 5.55) a exe) (5.55) A Equagao (5.55) mostra que o efsito da diferenciagdo no dominio de tempo corresponde a multiplicagio de X(w) por jw no dominio de freqiéncia (Problema 5.28). aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cariruio S + Auiuise o¢ Founien oF Sma £ Sereas oeTeuso Covriwio 215, 3. Filtro Passa-Faixa ideal: Un filtro passa-faixa (FPF) ideal ¢ especificado por (5.88) oy oy (94) Assim, para um sinal de faixa limitada, é natural definir © como a largura de faixa, Problemas Resolvidos Séries de Fourier S.L_Um conjunto de sincis {¥,(¢)] em um interval (a, 6) € chamado ortogonal se quaisquer dois sinais V(t) © (0), pertencentes ao conjunto, satisfizerem a condigio [vowel d= (595) ‘onde * denota o conjugado complexoe a # 0. Most que 0 conjunto de exponenciais complexas (eM: k= $1, 2,+++) ortogonal em qualquer intervale de tamanho igual a um perfodo Z,, onde Ty = 27/2. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 284 “Teoria € Proaiewas DE SiNAIS € SISTEWS intervalo 0 n, £ X[k Kalmoay (6.103) 4. Conjugagao: [a] X70 know (6.104) onde * denota o conjugaio complexo, 5. Inverséo de Tempo: wot X[K eas (6.105) 6. Dualidade: Xn] ONL Hoe (6.106) 7. Convolugao Circular: ,[n] @xa[n] X[k] X24] (6.107) onde vet ai{al @22[ 1] - Elite oN (6.108) A soma de convolugio na Equacio (6.108) é conhecida como convolugdo circular de.x,[n} ¢ 371). 8. Multiplicagao: 1 alo alte 6.109) xi[n]x2] Capiruio6 + ANAUSE D¢ FOUNERDE SNAISE SisTEMAS DETeMrO Discnevo 285 onde X[k] @ te) = E (ih lk~Vloas 9. Propriedades Acicionais: Sendo x(n] real, seja ste] = xl} +x, onde-x,ln] €3,(7] so os componentes par ¢ impar de x(n}, respectivaments. Seja x|n] X[k] = ALA] + JBL 4K] = 1x [|e Entio XL Kd mca = TK] (6.110) x(n] <> Re(X[K]) = Atk] (6.1110) x,[] i tm{X[A]} =JBLK] (6.111) Da Equagio (6.1/0), temos AL-K]noa y= ALE] Blk) maw = ~ BER] (6.1128) IX[=k]lmoav = 1X [A]! O[-K]eoan = ~ Ok] (6.1126) 10. Relagao de Parseval: Fata Soe (6.113) A Equagio (6,173) 6 conhecida como identidade de Parseval (ou teorema de Parseval) para a TFD. Problemas Resolvidos Série de Fourier Discreta 6.1 Um conjunto de segtiéneias (¥;{1]} em um intervalo [N,.N,] 6 chamado ortogonal, se quaisquer duas seqiitncias W, [1] ¢ Win] do conjunta satisfizerem a condicio (0 mek la mak 2 Yul] La (6.114) ‘onile * denota o conjugado complexo ¢ a #0. Mosite que 0 conjunto de seqliéncias exponenciais complenas VY, [n] = err K=O NA1 (6.115) ortogonal em qualquer intervalo de comprimento N. Da Equagdo 7.90), verosque wa N ant Dat={ 1-2 6.116) Aplicando a Equazio (6.116) com a= e#*/*), obtemos 286 Teoria € Paoniewas ne Siwas e SETEUAS Net [v ts is Seiten Fy = tarmw (6.117) =o caso contrécio porque e*"/" = e2" — |. Como cada uma das exponenciais complexas no somatsrio da Equagio (6.117) € perié- dca com peviodo N, a Equagio (6.117) permanece vida se o somaisrie for splicado em qualquer intervalo de compri- mento, Io & ciara [N ke O2N42N, = oO caso contririo tole: Agora, usando a Equagio (6.18), temos SO vlalveln) = rio (Nin yee =X eet a (8 moh (6.119) onde m. k 0, o sistema ndo ¢ assintoticamenteestével (#) Pela Equasio (7. ), a Fungo sistema 14s) £ dasa por Hy=dsi~ayv= 0 Uf 5, 1 “aifees 2 wanes! 2" Sl Ys-2) 2 ye-2) s+ (©) Observe que em H(s) hd um cancelamento pélo-zero em s= 2. Assim, o nico ple de H(s) €1,0 qual est locali- zado no semiplano esquerdo do plano s. Assim, o sistema é BIBO estavel Novamenie, observe que o sistema seré esszncialmente insivel se ee nio estiver inicialmente em repouse, Consiere um sistema LTI de tempo continuo de ordem N coja equagio de estado & 4(1) = Aq(1) + bx(r) O sistema é dito controddvel se for possivel encontrar uma entrada x(@) que ird conduzir o sistema de q(t) = qy a {qif.)= q, em um tempo fino especitizado, seneio q, q, vetores de estado finitos quaisquer. Mostre que o sistema é controlavel se a mairiz de controlabilidade definida por Mp=[b Ab = atl] 7.128) tiver posto, Yams assumirque f= 0 0) =0. Eno, pela Equi (7.63), temos ay rate) ett fle bas) de (7.229) Agora, pelo teorema de Cayley-Hamilten, podemas expressar ¢°** come Lara (7.130) 386. ‘Teoma € PaOBLEMAS DE Sis ¢ SsTeMAS Sabstituinds a Equagio (7.36) na Equaefio (7.135), obtemos 2D= Lala ay (7.87 tendo em vista a Equago (7.14). Assim, q,¢ indistingufvel do estado zero e, portanto, o sistema ndo ¢ observivel. Con- clui-se entdo que, para o sistema ser observavel, Mf, deve ter posto N. 7.53. Considere o sistema do Problema 7.50, (a) O sistema é conirolivel? (b) O sistemaé observivel? (©) Do resultado do Problema 7.50, temos a-[f q »-[_1] e=[l -1) le al-["] «pela Equagio (7.128), a matriz de controlabilidade & Agora al M. oth able[_ ~H] ¢ IM, =0. Assim,cla tem um posto menor que 2 e, punto, o sistema nf ¢ controle (6) De modo semetnane, en cyl? ast 1 4] «pola Equag (7.133). 2 mata de observabiidade é caf u-a w-[a}-[2 “ol c[M,| = 20, Assim o seu pesto £2 ,pontento,o sistema observivel ‘Observe pando resultado do Problema 75), que « fngdo sstema His tem cancelamentopélo-2ero ‘Como no caso de tempo diseroto, se H{s) tiver caneslamento pélo-zero, cntio o sistema nio pode ser controkivel ‘em ebservvel a6 mesmo tempo. -2 0) 7.54 Considere o sistema mostrado na Fig. 7-22. (@) O sistema é controtdvel? (b) 0 sistema é observivel? (c) Encontrea fungao sistema H(s). aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Artucice A + Rewsiona Tronmnas Merazes 401 12 4 as[-1 1 5 oO -1 -3 Observe que [Al = 0, Umadas maioces submetrizes eujo determinante nfo é igual a 2210 & (a i] Assim, 0 posto da matriz A.é 2. (Vej2 0 Exemplo A9.) Exemplo A.11 Sejx C. Inversa de uma Matriz: Usando determinantes, » inversa de uma matriz 4 de tamanho Vx N pode ser computada como rhe adj (425) ‘ Ay An Au y_[4e dao Awe adj=[4,] a : (426) Aw Aw ot Aww onde A, € 0 co-fator de a, definido na Equacdo (4.20) “adj” significa adjanta. A frmula (A.25) € usada princi- palmente para N'=2¢ Exemplo AA2 Sei 1 0 3 a=|1 2 0 3-1-2 Entio , 4030 6 207 3 71 2 Assim, Para ur mateiz 2x2, a7) - ay ay nda Gist [A Da Equago (A.25), vemos que se det A =0, entdo A” ndoexisie. A matriz.A & chamada singularse det A=0 € nio-singular se A # 0. Assim, se uma matriz for ndo-singular, entio ela é invertivele A existe. 402 AS ‘Teoma & PRoMLewas pe Swalse STEWS AUTOVALORES E AUTOVETORES, A Definigdes: Soja A uma mattis N%N. Se AX = AX (4.28) ico\de Ae para algum escalar 4 e um vetor-coluna x ndio-zero, entdo A € chamado autovalor (ou vaior caracteris x 6 chamado autoveror associndo a A Equagao Caracteri A Equagtio (A.28) pode ser reescrita como (AL~ Ayo (429) conde Ié a matriz idemtidade de orem N. A Equagdo (4.29) terdum autovetor x nlo-zero apenas se AL~ A for sin- gular, isto €, lar-al (430) aqual & chamada equacdo caracieristica de A. O polindmio e(A) definido por CA) SIAL AL =a Fey (AYP os HEA Hey (a3 A, forem autovalores distintes de A, entdo temos chamado polinémio caracteristico de A. Agora, se Ay, Azy-+ COA) = (AANA Ag) (A= ay)” (432) onde m, +m, +++» +m,=Nem,é chamado multiplicidade algébrica de A, Teorema A-1: Sejam A, (k= 1.2, ... 1) 08 autovalores distintos de A e sejam x, 0s autovetores associados aos autovalores 4,. Entdo, os autovetores X,,x>,...,X, $30 linearmente independertes. Prova. A prova seré por contradi¢o. Suponha que @1,,€¢35... 44%, nem todos iguais a zer0, tais que Xp, «+ ¥,sejam linearmente dependentes. Entio, hd ax, tages to tax, Yay 0 (433) xe Assumindo a, + 0, entio, pela Equagio (4.33), temos, (I= AIA) aaa] Zan] (a3 rot Agora, pela Equagio (A.28), (ATH Aye (AA TK e (AI-Ajy, =0 Entdo, a Equagio (A.34) pode ser escrita como AQ AJAY =A) AHA), 20 (435) Como i, (k= 1,2, ...) sao distintos, a Equagdo (A.35) implica c, = 0,0 que € uma contradigo. Assim, 0s auto- vetores &,,%3, «.-,X; do linearmente independentes. Apéuciee A + Revsiooa Tronianss Marnzes 405 porque (P-'AP)(P~'AP) = P-'APP = A? (P-'A:P)(P~!AP) = B-IASP = AP (46) B. Fungo de uma Matriz: Considere uma fungio de A definida por P(A) = ag t arta,’ t+ = Fat (Ad7) ko A uma fungdo qualquer como essa. podemos associar uma fungio da matriz A.N x N dada por: fA) mag aA raja ee = Saat (a8) 0 Se A for uma matriz diagonal D como na Equagio (A.42), entdo, usando a Equagiio (A.43), temos f(D) =agl +a,D +0,D? + Lape Ladi 0 0 a » fq) 0 0 0 Laat 0 0 Ady 0 = Fe - Aaa (449) o 0 F(dy) 0 0 ads SeP diagonalizar A, isto € [Equagdo(A.44)], PUAP=A entdo, temos A=PAP"! (4.50) e AP=(PAP™')(PAP™!) = PA'P™! Ab=(PA2P-!)(PAP™') = PA'P™! (AST) Assim, obtemos HA)= P/(AYP™ (as2) 406 Teoma & Promieas o€ Smas E STEMS Substituindo D por A na Equagdo (A.49), obtemos fi) 0 = o en i 433) o 0 My) onde A, sio os autovalores de A, C. OTeorema de Cayley-Hamilton: Seja 0 potindmio caracteristico c{A) de uma matriz AN XV dado por [Equagio (A.3)} (A) = A= a poy ANT es bea Hey O teorema de Cayler-Hamilion afirma que a matriz A satisfaz a sua prépria equagiio caracteristica; isto &, C(A) HAN Hey gAN I+ teAtegl=0 (Asa) Exempla A.13. Sei SA+6 Hl Reeserevendo a Bquagio (4.54), temas AN mh e,hn 2 ey A? (ASS) ‘Multiplicando ambos os lagos por A, substituindo A" no lado direto resultante pela expresso (A, 55) e rearranjando, (0s termes, ottemos AN saghtayAt oo tay AY! (A56) Continuando esse processo, podemos expressar qualquer poténcia inteira e positiva de A como uma combinscdo i= near de I, A.....A° Assim, f(A) definida pela Equacio (A.48) pode ser representada por Not F(A) HBL EB AS oo tby ANE ES by (as7) ano Demodo semelhante, se A for um autovalor de A, entdo f(,) também pode ser express como wot TOA He Ady AN b= Eby (a8) faye aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Aptnoire A + Revskoon Teomianss Marazes 409 ‘As matrizes constitutivas E, podem ser calculadas como a seguir. A expansdo em fragbes parciais de levaa 1 TA.) ena 1 _ kye(a) + kae(a) + oo +h) i mid) (A= JA=2) =A) oie 80) = TLA~Ap) i Seja (A) = kjg,(A). Entdo, as matrizes consiitutivas E, podem sercalculadas como TI (a-a.0) E,=6(A) = = —___ (467) TI.0)-4a) Exemplo A.16 Considere a matriz A do exemplo A.15: 3-6 -6 Ae]-1 402 3-6 4 Do ExemploA.15, temos (A= = 1)(-2) - 1 1 Eee, ma)” @-Da-9 =i < eda) (0-2) e(yead “2 6 6 Endo, Ey-e(ay=-(anay=f i -2 -2 3 6 6 410 Teonu e Proatewss ne Swass€ SsTems A8 DIFERENCIAGAO E INTEGRACAO DE MATRIZES A. Defini¢des: A derivada de uma matriz A() de tamanho m x n ¢ definida como sendo a matriz mx n na qual cada elemento é a derivada do elemento cortespondente de A, isio é, d a gnoe [Senin], da d ail) gal @ a | Gan) Fite!) ae ad Gantt) Zam!) Samal?) De modo semethante, a integral de uma matriz.A(i) de tamanho m x 7 € definida como sendo facrar=[ face] fara fakes fader _| fender fantyde + faz (ede ae femal t) dt Exomplo A.17 Soja Entio, awe [iw [Pe * fia few B. Diferenciago do Produto de Duas Matrizes: Seas matrizes A() ¢ B() puderem ser diferenciadas em relagio a 1, entdo Aig (09) = A ey + ary Be 0) gel MOBO) = Bl + AW «470 Apéndice B Propriedades de Sistemas Lineares Invariantes no Tempo e Transformadas Diversas B.1 SISTEMAS LTI DE TEMPO CONTINUO Resposta ao impulso unitério: h(i) Convolugao: yle) = x(n AC) =f” xCe)ACE= rae Causalidade: h(f) = 0, 1<0 Ihta)ldt DR\ OR Deslocamento de tempo: x(t ~ fp) + e“™X{s), RR Deslocamento em s: e%!x(1) + X(s— 59), R= R+ Relsy) 1 Mudanga de escala (escalamento) devempo: x(ar) => 7 X(s), R’= ak 412 “TeoHta & PrOs.ewas OF SINAS € SSTEMAS Inversdio de tempo: x(-1) + X(=s), R’ . deity Diterenciagio em 1 —T +si(s), ROR aX(s) Diferenciagio em s: —a(1)> 1 1 Integragio: [" x(r}dr 7X(), RRO (Rels) > 0} Convolugto: x(t)+ xs Xs) XC), ROR OR, Alguns Pares de Tansformada de Laplace: (0) 1, para todos uo >, Rebs) >0 1 nud) 9, Res) > 0 s Kk! Pu Rel) > 0 1 eur) 9 ——, Re(s) > = Re(a) sta Hal Ds >, Rls) < Rela) te“ult) Re(s) > —Re(a) (sta) te" 1 ult) 5+ Re(s) < =Rela) (s+ay Re(s)>0 c08 apt!) > 5 senagtt(t)e> "=, Rels)>0 Froh €7¥ ¢08 walt) -4 —~"—, Re(s)> =Re(a) (Geayred 7H! sen wptt(t) > "9, Re(s) > ~ Rela) (stay +5 ATransformada de Laplace Unilateral Definigo: MBH (5) Xils)= [x(rle "ae = lim (0~e) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Anéuoice B + Paoeniccanes ne Sisrewas LNCARES IM/ARIANTESNO TeMbO E TraneeomManas Divencas 415 B.4 SISTEMAS LTI DE TEMPO DISCRETO Resposta & amostra unitétia: hf] Comolugio: yfn]=atn)+ Ale] = Eakin 4] ‘Causalidade: h[n] =0,n<0 Esubilidade: YS lh(nllde X{ AX de Multiplicagio por n: mx! RaR L seams $ sober Convolugio: xy{n]# xsl] X(2)4,(2), RR OR, X(2), ROR (el> 1) Alguns Pares de Transformada z Comuns: Ln] +1, para todos 2 1 Aptvnict B + Prcpnienanes ne SISTENAS LNEARES INVARUNTES NO Tero ETransronWLOAS Divescas 417 B.6 ATRANSFORMADA DE FOURIER DE TEMPO DISCRETO Definigéo: x[n] Sac) x(9)= EY x[njew™ ala] = 3 [mer an Propriedades da Transformada de Fourier de Tempo Discreto: Periodicidade: rl] X() = X(0+ 27) Linearidade: a,x,[n] + a.xon] >a, X(Q) +a,XAQ) Deslocamento de tempo: x{1 — no] e*=X(0) Deslocamento de freqiéneia: e!*"x{n] «+ Xi ~ Oy) Conjugagte: xu] 4¥*(—2) Inversio de tempo: x[-n] > X(-0) x{n/m] sen= km + X(nQ) 0 senékm ‘Mudanea de escala (escalamento} de tempo: ¢mmJt] = ax() aa Diferenciagao em frequléncia: nxn] —> Primeisa diferenga: x[n] — alm - 1] ~e!™).X(Q) am L Acamalagio: YL x[k] -o7X10) 69) + aX) kate Convolugao: x,{0)+ xyfn] > X( MXM) 1 Moltiplicagio: x,[n]x,[n] + =X (0) 8 X,(0) SeqiiGncia real: xin] =x,[m] + x Lr] XO) = ALD) + jB(O) X(=0) = X*(0) Componente par: x,{n]—> Re{X()) = A(0) ‘Componente tmpar: x,{n] +) Im X()) =j5(9) Relagdes de Parseval 1 Teh RMX) a0 1 2 ah Hol da 418 Teorine Paomenns O€ SINAS E STEMS Alguns Pares de Tansformadas de Fourier Comuns: An] a{n — ng] oer x[n]= 1 27 O),(0) <7 18 oy Dar BCD ~ Mg), | or cos gn m{AlO = 04) + 810+ O)}, 01, Dg <= senfgn > — jr[S(2 -~1,)— 5+ M,)], |}, |Ngl <= iOi<= alr] + 7 on -ul-n- isa at T Tew arulndes lel ed atu n — Nes a, lal > ae T= 1 (n+ Natuln] > ——, fal <1 (ae) Me tal <1 Ota iea Ml 1 bls N, __ senf O(N, +3)] d~\Q lan, 7 sen( 72) sean 1 Osinl X[k ~ Klos Conjugagao: x*[2]—+X"1-K loos w Inversdo de tempo: xl ~]puos ¢ 9 XL Klensaw Dualidade: X11] Nici Koa s Wy=eKe/s Apbunice B+ Propicoanes oF Sierestas LNcanes InyanianTES No Teupo © Transeoauunas Diversas 419 Convolugdo circular: x,[n] @x,n} > X[k1K UK) Multiplicagio: x,finlx,[a] > ExtHexsel Seqiiéncia real: x(a] =x[n] +x,[n] + X[k] = Alk] + iBIK] X|~Khgoay =X") Componente par: x,{n}-+ Rel X{k) = ALK) Componente impar: xn] + Im{ X[K) = jBLk] Relagao de Parseval: vet iN E lallP= yD ilk]? ino Nano Observe que Not alr] sar] = Dl ealn—lmsay B.8 SERIES DE FOURIER (04 To) —X(0) Série de Fourier Exponencial Complexa: ‘Série de Fourier Tigonomeétrica: a(t) = 384 E (apcos ken + sen kang!) a 2 mye J" x(t)008 kaootdt ote 2 yr FLY, ssenkosta ‘Série de Fourier em Forma Harmonica: Hd Eyt E Geeosthogt 0) wo Apéndice C Revisao de Numeros Complexos C.1 REPRESENTACAO DE NUMEROS COMPLEXOS O niimero complexo z pode ser expresso de diversas formas. Forma cartesiana ou retangular: =atib (ch onde j= ¥=T ea eb sio nimeros reais referidos como a parte real e a parte imagindria de z. Os niimeros ae b flo expressos freqilentemente como e(z} b= Im(z} (2) ‘onde “Re” denota a “parte real de" e “Im” denota a “parte imagindria de”, Forma polar: rit rey onde r > 0.€0 médulo ou magnitude de ze 8 60 dngulo ou fase de z. Essas quantidades so escritas freqilentemen- te como rele] O=Zz (cay A Fig. C-1 € a representagao gréfiea de z. Usando a férmula de Euler 08 0 + jsenO (C5) ou, da Fig. C-1, as relagtes entre as representagGes cartesiana e polar de z so a =reos0 barsend (Ca) b = arcie = (C.6b) 422 __Tronae Paomewas 0 Snase STEMS Rels) C.2 ADICAO, MULTIPLICACAO E DIVISAO. Se 2,-4, + ib; © 2; + jb, entio 2, +22= (4) +42) +i(b, +2) 2422 (4,9, — bbz) + H(aibs + by) tis (ay +i NG 22 G+ jb, (ay +1bs)(ar (aay + bib.) +i( a,b, + by@2) a+b: Se zene © 2, = 1:0, entio zip = (erento (71) ere, Fo (O) cee a Mn C.3 O CONJUGADO COMPLEXO © conjugado complexo de 2 & denotado por z* e € dado por ~jb=re® Relagdes ites: (cn (cs) (coy (C10 (Cy (C12) aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 1______ Anéndice D Formulas Matematicas Uteis D.1 FORMULAS DE SOMATORIOS D.2 FORMULAS DE EULER 7 =cos0 +jsend 08 0 = $(ei8 +78) 1 ow _ ew send = 5-(e—e-®) D3 IDENTIDADESTRIGONOMETRICAS Acumulagdo, 164-165 Aditividade, 29-30 Aliasing, 260-261 Amostragem, [3-14 imcervalo, 14-15, 258-259 de Nyquist, 261-252 taxa, 261-262, 280-281 de Nyquist, 261-262 Armostras, 14-15 Auutofungdes, 57-58 de sistemas LTI de tempo continuo, 64-65 de sistemas LTI de tempo discreto, 69-70 Autovalores (valores earacterfsticos), 57-58, 342-343 Autovetores, 343-344 Avango unitirio, 163-164 Causalidade, 56-57, 64, 66-67, 69-70, 99-100, 121-122, 168-169 Circsitos degencrativos, 153 Circuitos transformados, 124-125 irculo unitario, 160, 168-169 Cocficientes spectra, 268-269 Co-fator, 399-400 Componente harménica, 201-202 Compressor, 88 Contigo inicial, 66-67 Condigio inicialmente relaxada (veja Repouso inicial) Contighes aunties equagies de diferencas, 20-7) cequagées diferencias, 65.66 Condigdes de Dirichlet: para séries de Fourier, 201-202 para transformadas de Fourier, 204-205 ‘Conexio entre: atransformada de Fourier (de tempo continuo) € a transformada de Laplace, 204-205 aatransformada de Fourier (de tempo disereto) a transformada 3201-22 Contetido de energia normalizado, L6-17 Convolugio: circular, 284-285 de tempo continuo, 63 de tempo discreto, 67-68 em freqiiéncia, 208-209 imegral de, 63 periddica, 79-80, 98 Propriedades, 63, 67-68 somatrio de, 67-68 Convolugio, propriedade da: transformada de Fourier (de tempo continuo), 208, 211-212 transformada de Fourier (de tempo discreto), 275-276, 298- 299 transformada de Fourier disereta (TFD), 284.285 transformada de Laplace, 119 transformada z, 164-165, 177-178 Convolugio periddica: de tempo continuo, 79-80 de tempo discreto, 98 conhecimerto Os livros da Colegao Schaum sao estruturados de maneira que 0 aluno possa aprender a matéria e estudé-la de acordo com o seu ritmo. Além de apresentar o contetido essencial, atendo-se a topicos fundamentais, os textos retinem uma grande quantidade de exercicios, o que permite testar as habilidades adquiridas. Para 0 professor, 6 um material didatico completo, com teoria, problemas resolvidos e complementares. a adséncoa Teoria e Problemas de Sinais e Sistemas aborda os seguintes topicos: ¢ Sinais e sistemas « Sistemas lineares invariantes no tempo « Transformada de Laplace e sistemas LTI de tempo continuo « A transformada z e sistemas LTI de tempo discreto « Analise de Fourier de sinais e sistemas de tempo continuo « Andalise de Fourier de sinais e sistemas de tempo discreto * Analise no espago de estados * Revisdo da teoria das matrizes * Propriedades de sistemas lineares invariantes no tempo e transformadas diversas « Revisao de nimeros complexos « Férmulas matematicas Uteis iia eee NS806I RESPEITO PELO CONHECIMENTO BaS3 4