Você está na página 1de 104

DATA HORÁRIO ATIVIDADE Local

15:45 - 16:30 Cmt Op Ter

16:30 - 16:45 Intervalo Auditório


14 Out
2ª feira Pedro
16:45 - 17:15 Cmt Op Ter
Calmon
17:15 - 17:30 Debates
OBJETIVO
FINALIDADE

Conversar com os futuros


Comandantes, Chefes e Diretores,
comentando experiências e exemplos
que possam ajudá-los no Comando,
na Direção ou na Chefia.
ÉTICA MILITAR

É o conjunto de regras ou
padrões que leva o profissional militar
a agir de acordo com o sentimento do
dever, dignidade militar e decoro da
classe.

5
PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR

- Amar a verdade e a responsabilidade como


fundamento de dignidade pessoal.
- Exercer, com autoridade, eficiência e probidade,
as funções que lhe couberem em decorrência do
cargo.
- Respeitar a dignidade da pessoa humana.
- Cumprir e fazer cumprir as leis, os
regulamentos, as instruções e as ordens das
autoridades competentes.
PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR

- Ser justo e imparcial no julgamento dos atos e


na apreciação do mérito dos subordinados.
- Zelar pelo preparo próprio, moral, intelectual e
físico e, também dos subordinados, tendo em
vista o cumprimento da missão comum.
- Empregar todas as suas energias em
benefício do serviço.
- Praticar a camaradagem e desenvolver,
permanentemente, o espírito de cooperação.
PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR

- Ser discreto em suas atitudes, maneiras e em


sua linguagem escrita e falada.
- Abster-se de tratar, fora do âmbito apropriado,
de matéria sigilosa de qualquer natureza.
- Acatar as autoridades civis.
- Cumprir seus deveres de cidadão.
- Proceder de maneira ilibada na vida pública e
na particular.
- Observar as normas da boa educação.
PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR

- Garantir assistência moral e material ao seu lar e


conduzir-se como chefe de família modelar.
- Conduzir-se, mesmo fora do serviço ou quando
na inatividade, de modo que não sejam
prejudicados os princípios da disciplina, do
respeito e do decoro militar.
- Abster-se de fazer uso do posto para obter
facilidades pessoais de qualquer natureza ou para
encaminhar negócios particulares ou de terceiros.
PRECEITOS DA ÉTICA MILITAR

- Zelar pelo bom nome das Forças


Armadas e de cada um de seus
integrantes, obedecendo e fazendo
obedecer aos preceitos da ética militar.

- Ser um excelente militar, um chefe de


família atencioso e exemplar.
LIDERANÇA
CONCEITOS
LIDERANÇA
Capacidade de influenciar o comportamento humano e
conduzir pessoas ao cumprimento do dever.

LIDERANÇA MILITAR
Domínio afetivo do comportamento dos subordinados
compreendendo todos os aspectos relacionados com
valores, atitudes, interesses e emoções que permite ao
militar, no exercício de um cargo, conduzir seus liderados ao
cumprimento das missões e à conquista dos objetivos
determinados.

LÍDER
Militar habilitado a conduzir subordinados ao cumprimento do
dever, em razão do cargo de chefia que exerce.
PRINCÍPIOS
- Conhecer sua profissão.
- Conhecer-se e procurar o auto-aperfeiçoamento.
- Assumir a responsabilidade por seus atos.
- Decidir com acerto e oportunidade.
- Desenvolver o senso de responsabilidade em seus
subordinados.
- Servir de exemplo a seus subordinados.
- Conhecer e cuidar do bem-estar de seus subordinados.
- Manter seus subordinados bem informados.
- Assegurar-se de que as ordens são compreendidas,
fiscalizadas e executadas.
- Treinar seus subordinados como uma equipe.
- Atribuir missões aos seus subordinados de acordo
com as possibilidades destes.
PREMISSAS

 Conhecer a OM e seus integrantes;

 Entender a missão da sua OM; e

 Exercer a ação de comando.


CARACTERÍSTICAS DO CMT, CH
OU DIRETOR DE OM
 SER AUTÊNTICO
REPRESENTAR É PARA ATORES.

 DAR O EXEMPLO
PALAVRAS SÃO IMPORTANTES, AÇÕES SÃO
INDISPENSÁVEIS.

 SER ACESSÍVEL.
NÃO SE JULGAR EM UM PEDESTAL.

 DEDICAR-SE INTEGRALMENTE
“EM TODAS AS ATIVIDADES”
AÇÃO DE COMANDO
 DEFINIR OBJETIVOS E ESTIMULAR OS SUBORDINADOS A
PARTICIPAR DE UM PROPÓSITO COMUM, DE REAL VALOR;
 IMPREGNÁ-LOS DO SENTIMENTO DE ORGULHO DA OM A QUE
PERTENCEM;
 INFUNDIR CONFIANÇA NOS SUPERIORES, MAS, SOBRETUDO, NOS
SUBORDINADOS;
 ENSINAR QUE AS ORDENS DEVEM SER OBEDECIDAS, MAS CADA
MILITAR DEVE AGIR DE MODO A CUMPRI-LAS DA MELHOR MANEIRA
POSSÍVEL;
 LIGAR-SE NOS PROBLEMAS DA OM, DE CORPO E ALMA; E
 ESTAR PRESENTE TODO O TEMPO, E, SEMPRE QUE POSSÍVEL,
FISICAMENTE, JUNTO À ATIVIDADE MAIS IMPORTANTE.
MUDANÇAS

 NÃO MUDAR POR MUDAR;

 NÃO TER MEDO DE MUDAR;

 MUDAR O QUE FOR PRECISO;

 VERIFICAR ANTECEDENTES;

 VOLTAR ATRÁS; E

 APROVEITAR BOAS IDÉIAS.


ARMAMENTO, MUNIÇÃO E EXPLOSIVOS

Cuidado com o armamento (patrulhas, pontos


isolados, motoristas, exposições);
Abertura de reservas e paióis fora do expediente;
Incertas nas reservas e nos paióis; e
Verificação constante das condições de segurança.
ESFORÇOS FÍSICOS

- Respeito à dignidade e à integridade física;


- Cuidado com o “moral que dá”;
- Instrução de quadros (Oficiais, ST/SGT, CB/SD NB).
CORREÇÃO IMEDIATA DO ERRO

• Não perder a oportunidade;


• Atividade normal não é demonstração.
DIÁLOGO COM SUBORDINADOS

• CONTATOS COLETIVOS INSTITUCIONAIS;

• CONTATOS INDIVIDUAIS E INFORMAIS;

• NÃO OBSERVAR SÓ PARA CONCEITUAR;

• SER ACESSÍVEL;

• CONVERSAR COM EDUCAÇÃO E TATO


REPRESSÃO ÀS DROGAS

. MEDIDAS PREVENTIVAS
(PALESTRAS, INSTRUÇÕES,
ORIENTAÇÕES);

. AÇÕES DE INTELIGÊNCIA
(INTERIOR E PRÓXIMO À OM);

. INSPEÇÕES E REVISTAS
(DIA DO PAGAMENTO);

. MEDIDAS LEGAIS CABÍVEIS E


ENGAJAMENTO DOS FAMILIARES.
REALIZAR ATIVIDADES
COM OS SUBORDINADOS

TFM, TIRO, MARCHAS A PÉ,


ACAMPAMENTOS E CONFRATERNIZAÇÕES.
RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

. A OM FAZ PARTE DA CIDADE


QUE A ACOLHE;
. RESPEITO MÚTUO;
• CONVIVÊNCIA SAUDÁVEL;
• COLABORAÇÃO;
. ATENDIMENTO AO PÚBLICO
(RP E PESSOAL DE SERVIÇO).
COMUNICAÇÃO SOCIAL DA OM

DEVE TER ACESSO DIRETO AO CMT;


DEPENDE DE SUA ORIENTAÇÃO ESPECÍFICA.
PESSOAL DA RESERVA E PENSIONISTAS

•TRATAMENTO DIGNO E APROPRIADO;


•PREVER UM HORÁRIO DE ATENDIMENTO; E
•VALOR DO CUMPRIMENTO DO CMT.
USO DE SINDICÂNCIA

 ESSENCIAL PARA O PROCESSO DECISÓRIO;

 VALIOSO INSTRUMENTO NA MÃO DO CMT; E

 EXCESSO PODE INFLUIR NO RENDIMENTO DA OM.


CONCLUSÃO PARCIAL

COMANDAR , CHEFIAR OU DIRIGIR UMA OM É


PRIVILÉGIO DO OFICIAL;
AS TRÊS QUALIDADES PRIMORDIAIS DO CMT, CH
OU DIRETOR:
RESPONSABILIDADE - CARÁTER - DEDICAÇÃO

COM ALGUMA INTELIGÊNCIA, UM GRANDE DESEJO


DE AGRADAR E POUCOS ESCRÚPULOS,
CONSEGUE-SE ILUDIR UM SUPERIOR; UM
SUBORDINADO JAMAIS.
AOS SUBORDINADOS NADA ESCAPA PORQUE AS
AÇÕES DO CHEFE RECAEM SOBRE ELES.
OBJETIVO

Apresentar o COTER como órgão central do


Sistema Operacional do Exército
MISSÃO DAS FORÇAS ARMADAS
CONSTITUIÇÃO ( Art 142 )
LEI COMPLEMENTAR

Defesa da Pátria
Garantia dos Poderes Constitucionais
Garantia da Lei e da Ordem

Ações Subsidiárias
Participar de operações internacionais
Leis
Complementares
(política exterior do País)
MISSÃO DO EXÉRCITO

“ Contribuir para a garantia da soberania


nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da
ordem, salvaguardando os interesses nacionais,
e cooperando com o desenvolvimento nacional e
o bem-estar social.”
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

ÓRGÃOS DE ASSISTÊNCIA DIRETA E IMEDIATA DO COMANDANTE

GAB CIEx CCIEx SGEx CComSEx CJACEx


ÓRGÃOS DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR ÓRGÃO DE DIREÇÃO GERAL

ACE CONSEF CONTIEX EME


ÓRGÃOS DE DIREÇÃO SETORIAL

COLOG DEC DGP DECEx DCT SEF


LOGÍSTICA PESSOAL ENSINO TÉCNICA

CMN FORÇA TERRESTRE CMNE


CMA COTER
COTer CMSE
CMO CML
CMP OPERACIONAL CMS

LEGENDA
DE Bda COEsp Subordinação
RM AD CAvEx
12 4 7 27 Coordenação
DIRETRIZ DO CMT EX

“O Exército só tem razão de existir se estiver


pronto para ser empregado. Portanto, a prontidão
da Força é seu estado de normalidade. Essa
prontidão implica combatentes adestrados e
adequadamente equipados para cumprir as missões
que a Constituição Federal lhe impõe, e ainda, estar
ECD apoiar o Governo em ações subsidiárias e a
sociedade em demandas eventuais.”
COTER - MISSÃO

É o Órgão de Direção Setorial do Exército -


Central do Sistema Operacional - que tem por
missão orientar e coordenar o preparo e o
emprego da Força Terrestre, mantendo-a em
permanente estado de prontidão em
conformidade com as diretrizes do Comandante do
Exército e do Estado-Maior do Exército.
ORGANOGRAMA
CMT

SCmt

1ª SCh 2ª SCh 3ª SCh 4ª SCh Gab


Forças de Atuação Centros de Instrução
Estratégica (FAE) e Adestramento

Bda CAADEx
COEsp
Inf Pqdt CCOPAB
Legenda:
Cmdo 3ª Bda CI Art Fgt
CI Bld Vinculado
Av Ex Inf Mtz
CI Caatinga
9ª Bda 10ª Bda CI AvEx Subordinado
Inf Mtz Inf Mtz
CI Pantanal
12ª Bda 6ª Bda CIGS
Inf L Inf Bld
CI E Cnst
5ª Bda 1ª Bda
CI OpEsp
C Bld AAAe
CI Pqdt CI Mth
6º 1ª Cia
GLMF GE
Cia CI Op GLO
Cia C2
DQBN
Implantação do novo preparo
e emprego da Força Terrestre.
- Aumentar a capacidade de pronta resposta da
Força Terrestre.

- Implantar uma nova sistemática de instrução


para o Efetivo Profissional.

- Implantar um novo faseamento da Instrução


Militar do Efetivo Variável.
• Alterar o Ciclo do Preparo
META:
Implantar o Sistema até 2015.

• Modificar o Sistema de Formação


META:
Implantar 2 projetos pilotos até 2015,
mais 2 até 2022 e todo EB em 2031.
SITUAÇÃO FUTURA
• NÚCLEO DE FORMAÇÃO
PROGRAMA DE INSTRUÇÃO
INSTRUÇÃO INDIVIDUAL INSTRUÇÃO INDIVIDUAL
PERÍODO
(1º semestre) (2º semestre)
QUALIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO
SUBPERÍODO BÁSICO BÁSICO
GLO DEF EXT GLO DEF EXT

• EFETIVO QUALIFICADO
PROGRAMA DE INSTRUÇÃO
PERÍODO ADESTRAMENTO ADESTRAMENTO

PAB PAA PAB PAA


SUBPERÍODO
PEL SU U GU PEL SU U GU

CAPACITAÇÃO CTTEP CTTEP


- Efetivo de Cb/Sd se mantém completo em qualquer fase
do ano;
- pronta capacidade de emprego das OM;
- existência de uma estrutura destinada exclusivamente
para a instrução;
- OM fica desonerada da instrução individual;
- aumento da Cpcd de renovação do efetivo de Cb/Sd,
propiciado pelo NFR, turmas "A" e "B", motiva o pessoal
do EP a melhorar o desempenho a fim de conseguirem a
renovação do T Sv; e
- realização de dois períodos de adestramento.
COMPETÊNCIAS
COMPETÊNCIA
Orientar e coordenar o PREPARO da Força Terrestre

42
PORTAL DO PREPARO

43
CONTRATO DE OBJETIVOS

estágios

simulação

avaliação

adestramento

exercício de mobilização

experimentação doutrinária

Mnt da infraestrutura de Ap à Instr Mil (MIAIM)


OPERAÇÕES DA
FORÇA TERRESTRE

45
COMPETÊNCIA
Avaliar a instrução militar e a capacidade operacional da F Ter.
SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E
VALIDAÇÃO DA OPERACIONALIDADE DAS OM

47
Projeto de implantação do Sistema
de Adestramento e Avaliação de
Tropas do Exército Brasileiro.
- Adestrar as Forças com foco no preparo do EP.

- Implantar o Sist Adst Avl.

- Reestruturar o Centro Adst Avl do Exército.

- Reestruturar os Centros Avl Sml Cmb.

- Prosseguir na experimentação do CAA - Sul.

- Transformar o Centro de Instrução de Operações de


Garantia da Lei e da Ordem (CIOpGLO) em Centro de
Adestramento e Avaliação em Ambiente Urbano (CAAAU).
SIMULAÇÃO DE COMBATE

50
ADESTRAMENTO DE COMANDANTES
E ESTADOS-MAIORES
Exercício de Posto de Comando

Inteligência
-Treinamento simulado de postos de
Artificial
comando nos níveis:
• Força Componente/Divisão
• Brigada/Batalhão/Regimento

-Também inclui uma representação


de cada sistema operacional,
permitindo treinar as equipes de
PC em operações de armas
combinadas.

51
VANTAGENS
- Nível: FTC, DE, Bda e Btl / Rgt
- Tecnologia 3D
- Engajamento automatizado
- Cartas digitais
- Estruturado no QC/ QDM
- Integrado com o C2 da FTer
- Simulação remota (net)
- Controle do COTER
- Valorização do Poder Relativo de Combate
- Permite integrar simuladores
- Calcado nos princípios de guerra
- Permite validar as HE e o emprego por
Capacidades
EXERCÍCIO DE POSTO DE COMANDO

- Com o COMBATER também é possível realizar jogos de


guerra em larga escala, especialmente exercícios conjuntos
envolvendo:
• Outras simulações do mesmo nível jogado por outras Forças
(Marinha, Aeronáutica) ou aliados, por exemplo, a OTAN;
• Outras simulações de um nível diferente, por exemplo, para
concentrar-se na resolução de um conflito urbano;
• Sistemas de C², como um software de treinamento de Posto
de Comando de Subunidade a Divisão.
AÇÕES 2013 – 2015
SISTEMA DE SIMULAÇÃO DE COMBATE NA INSTRUÇÃO
E NA FORMAÇÃO DOS OFICIAIS DE ESTADO-MAIOR

Repositório de Em Grupo
Arquitetura de
Cenários – Temas Escolares Treinamento
Individual ou
Coletivo
Individual

Supervisionado
Avaliação
Instrutor – Criação Instrutor
Cenário – Tema Escolar

Reavaliação da Instrução
- Ajustes

DECEx
Em Adestramento
XX Escalão Superior
(Controle)
XXXX XX

X X X III
Ct Op Ct Op Ct
CAS-PC
C2 Escalão Subordinado
(Controle)
DESDOBRADO NO TERRENO
Em qualquer lugar do Brasil
II III II
CAS-PC Sul
Santa Maria Ct Op Ct Op Ct
CAS-PC Leste
Rio de Janeiro Direção do Exercício
CAS-PC Sudeste
Campinas
O NOVO SISTEMA COMBATER
PROJETO SOLDADO CIDADÃO

- Qualificou mais de 139.000 militares, com cerca de


70% de percentual de aproveitamento no mercado de
trabalho.

58
ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO

Documentos Experimentações Lições


de Instrução Doutrinárias aprendidas

59
OPERAÇÕES CONJUNTAS DO MD

16 a 27 de SETEMBRO de 2013
- OPERAÇÃO TAPAJÓS

-OPERAÇÃO CURUMIN III E IV

-OPERAÇÃO HILÉIA PÁTRIA

-OPERAÇÃO PIPA
OPERAÇÃO PIPA 2013 - DADOS CONSOLIDADOS

INDICADOR/ESTADO AL BA CE MG PB PE PI RN SE TOTAL
NR PIPEIROS
CONTRATADOS 208 1.397 828 109 764 1.0006 453 418 111 5.294

NR DE MUNICÍPIOS
PREVISTOS NA 42 165 106 37 141 100 79 115 23 808
OPERAÇÃO

NR MUNICÍPIOS
ATENDIMENTO 1 3 1 -- -- -- 3 4 8 20
PARALISADO

NR DE MUNICÍPIOS
EM ATENDIMENTO
41 158 105 37 141 100 76 111 15 784

Nr DE FAMÍLIAS
191.346 1.041.391 767.311 57.650 357.334 619.128 222.789 261.052 85.650 3.621.657
ATENDIDAS
OPERAÇÃO ÁGATA

Dec nº 7.496, de 8 Jun 11


ÁREAS PRIORITÁRIAS

Tríplice fronteira
BRASIL – COLÔMBIA - PERU

COSTA MARQUES - ABUNÃ

COMODORO - VILHENA

CORUMBÁ – MUNDO NOVO

FOZ DO IGUAÇU - GUAÍRA


GARANTIA DA VOTAÇÃO E APURAÇÃO

orientar e coordenar o emprego da Força Terrestre


COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de
Comando e Controle da Força Terrestre.

Transmisssão de dados por


satélite

66
INTERVALO
GRANDES EVENTOS

- Preparo da tropa
- Novas competências
- Novas capacidades com tecnologia
- Legado : novas capacidades
COPA DAS CONFEDERAÇÕES / 2013
CIDADES-SEDE

BELO HORIZONTE BRASÍLIA FORTALEZA

RIO DE JANEIRO RECIFE SALVADOR


COPA DO MUNDO / 2014
CIDADES-SEDE

CUIABÁ MANAUS PORTO ALEGRE

SÃO PAULO CURITIBA NATAL


COPA DO MUNDO
Brasil + 31 Países
( a definir)
Jogos - 64
Duração - 31 dias
(12 jun a 13 jul)
12 Cidades-sede
ATRIBUIÇÕES GERAIS
SEGURANÇA
ÁREAS DE INTERESSE
Segurança Pública Defesa

Defesa Aeroespacial e
Estádios Centros de “Fan Defesa Estruturas Controle do Espaço Aéreo
Treinamento Fests” Estratégicas
Locais de
Portos Defesa Marítima
Exibição Pública
e Fluvial
Rede Aeroportos
Fronteiras Força de
Hoteleira Cooperação Contingência
Estradas Escolta de nas Fronteiras
Pontos
Delegações
Turísticos

Segurança e Defesa
Cibernética
Defesa QBRN

AMEAÇA
Fiscalização de
Explosivos Prevenção e Combate ao
Terrorismo
- Crime organizado;
- Distúrbios civis, greves e brigas de torcedores;
- Exploração sexual;
- Criminalidade nas fronteiras;
- Fenômenos da natureza;
- Terrorismo;
- Ameaças contra Estruturas Estratégicas;
- Segurança Cibernética;
- Atuação integrada no âmbito do Eixo Segurança; e
- “ Stewards ” .
MANIFESTAÇÕES
MANIFESTAÇÕES
EFETIVOS EMPREGADOS

CIDADES SEDE EFETIVO TOTAL

BRASÍLIA 3.700

BELO HORIZONTE 2.058

RIO DE JANEIRO 7.558

SALVADOR 1.556

RECIFE 3.542

FORTALEZA 1.535

TOTAL GERAL 19.949


OLHO DA ÁGUIA

Forneceu imagens relevantes para a


tomada de decisão no Centro Integrado de
Comando e Controle Regional (CICC-R) e
Centro de Coordenação de Defesa de Área.
CD CIBER
Mapeamento dos ativos computacionais empregados
no CCDA/RJ para monitoramento do Destacamento Central,
com ferramentas apropriadas.

Transferência de informações entre os elementos de


ligação e a célula de cibernética, possibilitando um
acompanhamento mais eficiente das ações hacktivistas.

Necessidade de constante orientação dos diversos


elementos do CCDA sobre a necessidade de utilizar medidas
de segurança cibernética, para evitar o furto de
informações sigilosas e/ou comprometimento dos meios
de TI.
CENTRO DE COORDENAÇÃO
DE OPERAÇÕES DE FISCALIZAÇÃO
CICCR - BH
CDA – BELO HORIZONTE
CDA - RECIFE
CDA - RJ
CDA - FORTALEZA
CDA - BRASÍLIA
CDA – SALVADOR (MARINHA)
CENTRO DE COORDENAÇÃO LOGÍSTICO
DOS CDA

Cada Força ou órgão componente CENTRAL DE TRANSPORTES -


realizou seu próprio apoio logístico LOGÍSTICA
INTEGRAÇÃO
GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA
ENGAJAMENTO DOS GOVERNADORES

GEN MEGID
MIN DEF

GOV CID GOMES MIN GLEYSE HOFFMAN POLÍCIA


CEARÁ CASA CIVIL FEDERAL

CCDA
SECRETÁRIO
FORTALEZA
SEGURANÇA
CEARÁ
OBSERVAÇÕES
→ Criação de uma estrutura que mantenha as conquistas;

→ Legado material;

→ Integração com outras agências;

→ Aperfeiçoamento dos sistemas;

→ Completar equipamentos;

→ Rever planejamentos; e

→ Levantar novas necessidades em recursos.


COMPETÊNCIA
Orientar e coordenar o preparo de tropa destinada ao
cumprimento de missão de paz e de militares designados para
missões individuais de paz.
COMPETÊNCIA
Coordenar as atividades de interesse do
Exército em relação às PM e aos CBM.

• Gestões para aprovação do anteprojeto de lei


que redefine as ações da IGPM e atualiza o Dec-
Lei nº 667/1969;
• Reestruturação da IGPM (QCP);
• Criação da “Seção IGPM” nos G Cmdo e no MD;
• Realização de Encontro do EB com os
Comandantes-Gerais de PM e CBM.
COMPETÊNCIA
Gerenciar o Sistema de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Exército.

95
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Informações
Operacionais Terrestres.

Produzir, integrar e
disponibilizar as
informações
necessárias ao
preparo e ao
emprego da
Força Terrestre.
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Informações
Operacionais (SIOp).

O SIOp tem por


finalidade produzir as
informações
necessárias ao
funcionamento dos
sistemas
operacionais.

97
POSSIBILIDADES

Hidrografia
- Favorecer a interação dos
Transporte
elementos de combate, de Ap Topografia
Cmb e Log. Inimigo
- Favorecer a integração e a Esquema de Manobra
otimização do uso dos recursos Finanças
informacionais necessários ao Defesa
Emp Op da F Ter. Indústria
- Possibilitar a integração dos Energia
dados para a produção do Serviços
Saúde
conhecimento de inteligência.
Tecnologia
- Propiciar a integração com os
Recursos Hídricos
sistemas congêneres das
Serviços de Emergência
demais Forças Armadas, tendo Alimentação
em vista a realização de
Sistema Portuário
operações conjuntas .
FINALIDADE

- Criar um ambiente integrado de


Info e Com para apoiar o Cmt e
EM na:
• Avl Sit ;
• Plj de operações futuras;
elaboração e difusão de O Op;
• condução e Ct das Op;
• Plj e Ct de Op conjuntas;e
• gerenciamento de Log e de
pessoal.
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Operações Psicológicas

Nível Rspnl Elb Dtz Rspnl Plj Área de Atuação

Estratégico
Público alvo em todo
território nacional
Operacional

Público alvo no
Tático interior da Área de
Responsabilidade
10
COMPETÊNCIA
Atuar para acionamento, direção, controle e
avaliação do Sistema de Defesa Química,
Biológica, Nuclear e Radiológica.
Força de Resposta a
Emergência

SDQBNREx
Mob
C Mob
Ptc

10
COMPETÊNCIA
Utilizar instalações para coordenar o Gabinete de Crise

10
A VITÓRIA TERRESTRE COMEÇA AQUI

DEBATES
103
MENSAGEM FINAL
VOCÊS FORAM PREPARADOS AO LONGO DE SUAS
CARREIRAS, ADQUIRINDO EXPERIÊNCIAS,
GANHANDO MATURIDADE E DESENVOLVENDO OS
ATRIBUTOS DE LIDERANÇA PARA UM DIA SEREM
COMANDANTES.
ESSE DIA CHEGOU. ESTAMOS CERTOS DE QUE ,
APESAR DAS DIFICULDADES QUE TODOS OS
SENHORES ENFRENTARAM, VOCÊS VIVERÃO A
MAIS FASCINANTE E GRATIFICANTE EXPERIÊNCIA
DE SUAS VIDAS . COMANDAR, CUJO LEMA ESTÁ EM
NOSSA ACADEMIA “ CADETES, IDES COMANDAR,
APRENDEI A OBEDECER.

O EXÉRCITO BRASILEIRO CONFIA EM VOCÊS!


SEJAM MUITO FELIZES!