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IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS

ÁREA 24 - CONGREGAÇÃO MAURO FECURY III


COORDENADOR: PR. LUIZ ANTONIO RIBEIRO PEREIRA
TREINAMENTO PARA PROFESSORES DA ESCOLA DOMINICAL

A ESCOLA BÍBLICA DINÂMICA

São Luís

2019
A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS DIDÁTICOS NO ENSINO CRISTÃO

Profa. Angélica Coêlho

1 Introdução

Recursos didáticos são ferramentas que o professor utiliza para


aprimorar o processo ensino-aprendizagem.

2 Classificação

 Naturais: quando usamos elementos contidos na natureza para ilustrar o


ensino, como sol, água, fogo, pedra, astros, animais, etc;
 Pedagógicos: Quando usamos materiais que são próprios da sala de aula,
mas que são elaborados com fins instrucionais, ou seja, com fins didáticos.
Ex: quadro, flanelógrafo, cartaz, gravura, maquete, slide, etc;
 Tecnológico ou midiático: Quando usamos meios de comunicação e
tecnologias como instrumento para aumentar a eficiência de aprendizagem,
tais como a internet e seus dispositivos, computador, televisão, rádio, etc;
 Culturais: visita a museus, teatro, biblioteca pública, exposições,etc;
 Audiovisuais: programas de computadores, aplicativos, data show, filmes,
jornais, etc;

3. Possibilidades geradas pelos recursos didáticos

A variedade de recursos didáticos dá ao professor a oportunidade de


escolher aquele que mais se adequa à/aos:

 Idade de seus alunos


 Tipo de público
 Seus objetivos de ensino
 Seu estilo de ensino
 Método escolhido
 Local da aula

Os recursos existem para despertar e estimular os mecanismos


sensoriais, a criatividade e a capacidade de memorização das informações. Sua
função é aumentar nos alunos, a assimilação das informações, para que se
transformem em conhecimento. Para isso, devem ser atraentes, facilitando o
aprendizado.

4. Características de bons recursos didáticos

1. Durabilidade: devem ser confeccionados com materiais que não estraguem


com facilidade, lembrando que algumas faixas etárias aprendem
manuseando os recursos.
2. Segurança: não devem oferecer perigo aos alunos. É bom evitar recursos
com pontas finas, arames expostos, pregos, etc.
3. Facilidade de manuseio: o professor deve dominar o manuseio do seu
recurso, proporcionando uma utilização prática.
4. Tamanho: devem ser selecionados e confeccionados de acordo com a faixa
etária dos alunos e com o tamanho do espaço disponível.
5. Significado tátil: alguns recursos precisam possuir relevo perceptível:
liso/áspero, fino/espesso2., etc.
6. Estimulação visual: deve atrair o olhar com contraste de cores, porém,
harmônicas entre si.

A utilização de recursos didáticos é muito importante, mas somente


depois do conteúdo estudado, local e público definido, é que deverão ser
escolhidos e confeccionados. Lembrando que eles existem para auxiliar o professor
e que não são mais importantes do que o conteúdo.

5. Exemplos de Recursos didáticos para evangelismo

 Livro sem palavras: um livro que não tem palavras e que conta a mensagem
da salvação através das cores: Dourada- céu (João 3.16); Preta- pecado
(Romanos 3.23); Vermelha- sangue de Cristo (Hebreus 9.22b); Branca-
purificação (1 João 1.9); Verde- crescimento espiritual (2 Pedro 3.18).
 Mão da salvação: usa-se uma mão visualizada ou a própria mão do aluno
para falar do amor de Deus através dos dedos: Polegar - Deus me ama (João
3.16); Indicador- Eu pequei (Romanos 3.23); Médio- Jesus morreu e
ressuscitou por mim (1 João 1.7); Anelar- Eu o recebo (1 João 1.9); Mínimo-
Estou salvo ( João 1.12).
 Emocionômetos: carinhas confeccionadas expressando emoções. Devem ser
mostradas individualmente na medida em que a história bíblica for sendo
contada.
 Folhetos evangelísticos: Devem ser selecionados de acordo com a idade do
público alvo. O evangelista deve dominar o conteúdo do folheto dando um
panorama do mesmo. Serve para abordagem de pequenos e grandes grupos,
ou até mesmo, para uma abordagem individual.

6 Conclusão

A elaboração de uma aula de qualidade depende muito dos recursos


que nela são aplicados. Para que o aluno, de fato, possa aprender é preciso que os
conteúdos da lição sejam expostos da forma mais clara, objetiva e dinâmica
possível. Nesta ocasião, tanto os métodos quanto os recursos são indispensáveis.

O conhecimento pode ser apresentado ao aluno por diversas maneiras:


oralidade, audiovisualidade, manuseio, exercícios de interatividade: trabalho em
grupo, mapa conceitual, brainstorming (tempestade de ideias), simpósio, painel e
outros. Já os recursos didáticos sãos os materiais ou ferramentas utilizadas como
canais para exposição dos conteúdos: Datashow, quadro branco (lousa), caneta
piloto, apagador, lápis de cor, caneta hidrocor, etc.
PSICOLOGIA E ESTRATÉGIAS DE ENSINO PARA ADOLESCENTES DA ESCOLA
DOMINICAL

Psicóloga Sthela Nascimento

1 Introdução

O que é a psicologia? Psicologia é a ciência que tem como objeto de


estudo o comportamento humano, a subjetividade humana. Psique = alma
(emoções, vontade e mente).

2 Características da psicologia

 “A Psicologia tem um longo passado, mas uma curta história” (Vidal, 2000).
 A multiplicidade de abordagens teóricas da Psicologia.
 Correto dizer então que existem Psicologias, em vez de Psicologia.
 A Psicologia possui uma amplitude de áreas de atuação (produção teórica,
pesquisa e prática profissional), tais como a psicologia clínica, a psicologia
organizacional e do trabalho, a psicologia hospitalar, a psicologia jurídica, a
psicologia da Educação, a psicologia escolar, a psicologia das emergências e
desastres, a psicologia da saúde, a psicologia do esporte etc.
 A importância da Psicologia para o conhecimento humano – ferramentas e
técnicas.
 A necessidade da utilização adequada e sábia desta ciência pelo professor
da Escola Bíblica Dominical.

3 A adolescência

A adolescência tornou-se objeto de estudo da Psicologia e de tantas


outras ciências interessadas em investigar os fenômenos que cercam a juventude.
A necessidade de melhor compreender os seus problemas, tidos como problemas
de cunhos sociais (presentes no campo da subjetividade, família, escola, política,
trabalho etc) tem se revelado urgente e necessário. Para isso, livros, revistas e
publicações têm sido produzidos para levar aos pais e educadores um saber mais
técnico sobre a adolescência, instrumentando-os a lidarem com eles de modo mais
competente e eficaz a fim de suprir suas questões.

Mas o que é a adolescência? Quem é o sujeito adolescente? O que temos


de registro é que só no século XVIII surgiram as primeiras tentativas de definir as
características do que seja adolescente. De acordo com Amaral (2007), no início
dos anos 60 do século XX, Phillippe Ariès, historiador francês, lança na França o
livro “A história social da infância e da família”, um marco no estudo do conceito de
infância e adolescência. Para ele, até o final do século XVIII não havia uma
concepção de infância como uma etapa distinta na evolução das pessoas, pois uma
criança era apenas um adulto em miniatura.

Já no século XX, embasado em pressupostos científicos, o típico


adolescente moderno estabeleceu-se como um objeto natural com características e
atributos psicológicos bem demarcados (COIMBRA; BOCCO; NASCIMENTO, 2005).
Teorias naturalizantes, desenvolvimentistas e psicanalistas tiveram lugar de
destaque nesses estudos iniciais. Para Ozella (2002, p. 16), “a concepção vigente na
psicologia sobre adolescência está fortemente ligada a estereótipos e estigmas,
desde que Stanley Hall a identificou como uma etapa marcada por tormentos e
conturbações vinculadas à emergência da sexualidade”.

Erickson (1976) foi um dos autores que muito produziu sobre a


adolescência e a demarcou como uma fase especial no processo de
desenvolvimento ao introduzir o conceito de moratória, identificando essa fase
com confusão de papéis e dificuldades de estabelecer uma identidade própria. Já
Santos apud Ozella (2002), em um estudo que mapeou historicamente as
concepções de infância e adolescência, encontrou em Rousseau a invenção da
adolescência como um período típico do desenvolvimento, marcado pela
turbulência, no qual o jovem não é nem criança nem adulto.

Por sua vez, Amaral (2007) coloca que para Philippe Ariès, os conceitos
de infância e de adolescência são invenções da sociedade industrial. Mas, a partir
daí, entendidos como fases da vida, esses temas passam a ser objeto de estudos dos
especialistas, provocando o aparecimento de políticas sociais e educacionais e a
consolidação da psicologia do desenvolvimento como área de conhecimento.
Desenvolvimento aqui é entendido como a apresentação e formação de
características sociais, culturais e políticas, para além das econômicas, para o
alcance do bem-estar da vida humana. É um processo de ampliação das escolhas
das pessoas para que elas tenham capacidades e oportunidades para serem aquilo
que desejam ser.

Os primeiros estudiosos sobre a adolescência apresentaram conceitos


mais abstratos e universais, categorizando o fenômeno da adolescência como uma
vivência de todos os indivíduos de uma faixa etária, compreendida como uma fase
da vida, depois da infância e antes da fase adulta. Remetem ao fato de todo
adolescente já possuir “dentro” de si uma crise preexistente.

Adolescência tem sido entendida como a fase da puberdade. Contudo, é


necessário diferenciar adolescência de puberdade. É comum um fenômeno estar
aglutinado ao outro como se fossem sinônimos. Puberdade é um momento
fisiológico no qual ocorre o desenvolvimento das características sexuais
secundárias e a aceleração do crescimento físico, conduzindo ao amadurecimento
das funções reprodutivas.

Foi a partir dessas fontes que, segundo Ozella (2002), instalou-se uma
concepção naturalista e universal sobre o adolescente que passou a ser
compartilhada pela psicologia, incorporada pela cultura ocidental e assimilada pela
homem comum, muitas vezes através dos meios de comunicação de massa. É usual,
rotineiro, comum, que adolescente seja conhecido como um ser humano difícil,
problemático, cheio de dilemas e revoltas, enfim, um “aborrecente”.

Quando buscamos pesquisar sobre o adolescente, este termo carrega


sentidos no contexto em que está inserido, por isso é necessário levar em conta os
vários sentidos atribuídos historicamente à adolescência e a compreensão de que
tais sentidos estão arraigados em práticas de saber-poder, instituídas social e
historicamente (FONTENELE; MIRANDA, 2017). Importante ressaltar que este
parâmetro varia de cultura para cultura. Assim, em cada cultura há algo que diz
respeito à passagem da infância para a vida adulta.
Se situacionalmente o adolescente encontra-se num momento de
construir pontes, planejar seu futuro, fazer escolhas, tudo isto pode gerar um
sentimento de angústia.“A angústia do adolescente consiste em sentir, sem sabê-lo,
que sua vida definitiva está se decidindo a cada instante. E quando não consegue
decidir, a angústia se torna insuportável” (JERUSALINSKY, 2004, p. 58). Por esse
olhar, podemos entender a adolescência como esse momento de passagem.
Passagem de um estado anterior marcado por características distintas da que virão
pela frente, naquilo que conhecemos como fase adulta da vida.

Teóricos estudiosos das gerações, afirmam que a cada dez anos nasce
uma nova geração diferente da anterior e diferente daquela que lhe sucederá. As
mudanças se dão num ritmo veloz. Por isso, fica mais fácil entender como dentro
de um ambiente familiar composto por avós, filhos e netos, cada um se distingue de
forma geral na maneira de se comportar e pensar sobre a vida, em comparação
com o outro. Muitos avós de hoje, com idade acima de 60 anos, pode dizer que não
teve adolescência ou não foi um adolescente, porque em sua época isso nem
existia. Isso é coisa de agora. Não lhes foi dado o “direito” de ser um adolescente.
Isto nos remete ao que Bock (2007) defende que não há uma adolescência,
enquanto possibilidade de ser; há uma adolescência enquanto significado social,
mas suas possibilidades de expressão são muitas.

Para pensar a condição juvenil contemporânea, devemos considerar a


rapidez e as características do mundo de hoje. Um mundo plural e por si mesmo
complexo. Isso porque a experiência geracional é inédita, já que a juventude é
vivenciada em diferentes contextos históricos e a história não se repete (NOVAES;
VANNUCHI, 2004).

Assim, entendemos que não há uma única adolescência, mas várias,


dependendo do contexto sócio-histórico-cultural no qual ela se insere. Ao falar de
adolescência, falamos de algo que os une (fase de vida) e os distingue (a maneira
que cada um vive esta fase e se deixa ser perpassado por estas vivências).

Sendo assim, cada adolescente constrói seu significado sobre o que é


ser adolescente a partir desse modelo e constituem-se subjetivamente
atravessados pelos discursos que o sustentam. Já quando criança, aquele indivíduo
apreende da cultura o que é ser um adolescente e o que se espera de um. De um
modo geral, quando se trata de adolescente ocidental, pode-se dizer que ele está
imerso num contexto macro de uma sociedade consumista. Sendo assim, o conceito
de adolescência também atende à lógica capitalista, na qual estes estão sendo
“adestrados para o consumo” (BAUMAN, 2013, p. 53). As mídias, por sua vez, já
que falamos de uma sociedade ocidental midiática, apresentam um modelo padrão
de adolescente que vai se firmando no pensamento coletivo.

4 A psicologia e estratégias de ensino na Escola Bíblica Dominical

 Entender o lugar da EBD no amadurecimento do cristão.


 Maior e mais especial escola do mundo.
 Importância da EBD
 Importância e responsabilidade daquele que é chamado para ser um mestre
(Romanos 12.7).
 O dom de ensinar (Efésios 4.11; 1 Coríntios 12.8)).
 Nossa meta de desenvolvimento do adolescente: corpo, alma e espírito
(Lucas 2.52).
 Objetivo do professor: ensinar para a eternidade, influenciar adolescentes a
viverem para o Senhor.
 Há três elementos principais que influem na formação do adolescente:
hereditariedade ou genética, ambiente e história de vida. A partir disso,
deve-se:
a) Compreender que todas as emoções têm algum efeito sobre o físico.
b) Cada um se comporta de determinada forma e existe um porquê.
c) Um adolescente é diferente do outro.

Estratégia 1: O relacionamento com os alunos – poder de influência

Estratégia 2: O relacionamento com os pais/família do adolescente.

Estratégia 3: Uma compreensão mais profunda sobre o indivíduo.

Estratégia 4: Comunicação eficaz – falar a língua do adolescente


Estratégia 5: Planejamento e organização das aulas para um ensino eficaz.

Estratégia 6: À medida que ensino, acompanho sua aprendizagem e incentivo


talentos (reforçamento de comportamentos adequados).

Estratégia 7: Intervenção e auxílio sobre as necessidades de seus adolescentes -


Aconselhamento.

5 Conclusão

“Um professor muda o curso da eternidade, ele ou ela é incapaz de dizer


onde sua influência termina” (Henry Adams).

Referências

COSTA, Débora Ferreira da. Os maravilhosos anos da adolescência – orientação


para pais, líderes e professores de adolescentes. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

JACÓ-VILELA, Ana Maria., FERREIRA, Arthur Arruda Leal., PORTUGAL, Francisco


Teixeira. História da psicologia: rumos e percursos. Rio de Janeiro: Nau Ed., 2006.

JOHNSON, Lin. Como ensinar adolescentes: descubra a alegria de trabalhar com


eles. Rio de Janeiro: CPAD, 1986.

NASCIMENTO, Sthela Pinheiro dos Santos. TERMINANDO O ENSINO MÉDIO E


AGORA? Os processos de construção de subjetividade e os projetos de futuro entre
estudantes adolescentes. Projeto para qualificação de mestrado em Psicologia.
PPGPSI-UFMA, 2018.
O PAPEL DO PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NA CONSOLIDAÇÃO DO
NOVO NA FÉ

Prof. Anderson Brelaz

1 Introdução

O ministério da educação cristã está associado com o ensino da Palavra


de Deus no seio da igreja. Deste modo, é preciso que se tenham obreiros
devidamente preparados e treinados para o exercício deste ministério. Muitas
igrejas não têm dado o devido apoio têm se dedicado a Educação Cristã, contudo
tem incorrido em uma falta omissa as necessidades espirituais de seus membros.

2 Sete condições para uma escola dominical ideal

1. Líderes convictos que o ensino bíblico é útil (2 Tm 3.16-17) 2)


2. Apoio do Pastor/demais líderes da igreja
3. Apoio da Congregação
4. Professores treinados e motivados
5. Local adequado para ensino
6. Um programa de ensino bíblico, regularmente ministrado
7. Priorizar o aluno

3 Objetivos da escola dominical

3.1 Ganhar Almas

A Escola Dominical é uma agencia Evangelizadora para proclama o


Evangelho de Cristo enquanto em sina;

Prepara obreiros para a sublime missão de ganhar almas A Escola


dominical que não evangeliza, não é digna de ostentar tão significativo titulo.

3.2 Educar o ser humano na Palavra de Deus


Um dos mais sublimes objetivos das Sagradas Escrituras é a educação
do homem (II Tm 3.16, 17). A Escola Dominical tem a função de formar o caráter
humano em conformidade com aBíblia, para que ele seja um perfeito reflexo dos
atributos morais e comunicáveis do Criador.

3.3 Desenvolver o caráter cristão

É missão da Escola Dominical a formação de homens, mulheres e


crianças piedosos. A piedade é cultivada através de exercícios e práticas espirituais
que nos levam a alcançar a estrutura de varões perfeitos.

3.4 Treinar Obreiros

A Escola Dominical é uma eficientíssima oficina de obreiros, de suas


classes é que saem os diáconos, os presbíteros, os evangelistas, os pastores, os
missionários e os teólogos. Cerca de 75% dos membros de todas as denominações,
85% dos obreiros e 95% dos pastores e missionários foram alunos da Escola
Dominical. Não há nenhum obreiro bem sucedido que não tenha sido aluno da
Escola Dominical.

 Na estrutura funcional da EBD, só é possível termos uma boa escola, se


tivermos bons professores. O que é ser um bom professor?
 Planejamento – nossas revistas, principalmente a dos adultos, já vêm todas
planejadas basicamente nas seguintes estruturas:

1. Objetivos: geral e específicos;


2. Orientação pedagógica – interagindo com o professor;
3. Ponto central;
4. Síntese de cada tópico;
5. Subsídios bibliológicos;
6. Seção “Conheça mais”;
7. Algumas indicações de literatura, como a revista Ensinador Cristão e outras
literaturas.

4 O papel do professor da escola bíblica dominical


“Se é ministério, seja em Ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao Ser
um professor da EBD é um privilégio, visto ser ele integrante do corpo docente da
melhor escola do mundo”. Seu trabalho é de fundamental importância, uma vez
que a convivência torna mais chegado a eles do que qualquer outro obreiro na
Igreja, até mesmo o pastor, deixando-os a vontade para compartilhar seus
problemas, dúvidas e necessidades. Por isso, o professor deve ser alguém
preparado espiritual e intelectual responsabilidade e saiba honrar sua posição. A
missão primordial do professor da EBD é alcançar o coração e a mente do aluno
através da palavra de Deus (Hb 10.16)

5 Passo a passo da aula

1. Chegar antecipadamente para receber os alunos e visitantes e escrever o


esboço da lição;
2. Orar;
3. Apresentar os visitantes se houver;
4. Quebra-gelo (Dinâmica para introduzir o tema e despertar o interesse do
aluno);
5. Exibição e discussão do tema (analisado e resumido procurando expor o
conteúdo dentro do tempo disponível para aula);
6. Expor algumas frases de efeito;
7. Aplicar os exercícios da revista e corrigi-los.

6 Visão dos verdadeiros líderes da escola bíblica dominical

1. A Bíblia é a Palavra de Deus, viva e eficaz para mudar vidas


2. Trabalhamos com pessoas (alunos e professores), elas são mais
importantes do que os métodos, a disciplina, etc.
3. Somos servos, chamados por Deus para servir através da EBD
4. No domingo, estaremos presentes na EBD. Só faltaremos se estivermos
doentes ou tivermos absoluta necessidade!
5. Zelo e amor. Evitaremos assumir outros compromissos que atrapalhem este
ministério. Dedicaremos tempo a este ministério
6. Nosso exemplo é muito importante
7. Qualquer mérito pelo serviço bem realizado é de Cristo

7 Recursos da Escola Bíblica Dominical

1. Professores motivados e bem treinados;


2. Um currículo bíblico;
3. Materiais adequados (mapas, quadros, apostilas, etc.);
4. Uma biblioteca;
5. Salas de aulas para divisão das classes por faixas etárias;

8 Atitudes do professor da Escola Bíblica Dominical

O professor, na igreja, precisa ser "...APTO PARA ENSINAR" (2 Tm 2.24),


precisa ser uma pessoa DEDICADA AO ENSINO (Rm 12.7) e, como OBREIRO,
precisa apresentar-se "...a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se
envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade" (2 Tm 2.15).

1. Orientador das mentes e vidas dos alunos;


2. Entusiasmado, sincero, humano e otimista;
3. Atualizado, não só em termos do que ensina, mas de outras áreas;
4. Não fugir do assunto da lição, contando "testemunhos" e estórias para
passar o tempo;
5. Enriquecer a lição com fatos novos;
6. Não ler simplesmente a lição diante da classe; seguir o roteiro, comentando
e dando oportunidade aos alunos para se expressarem;
7. Não confiar no improviso; deve ler e PREPARAR a lição com antecedência,
conferindo com a Bíblia.
8. Pontual e assíduo, para não decepcionar os alunos;
9. Ao final de cada aula, sempre fazer a avaliação (perguntas, testes, etc..)
9 Como se da o processo de aprendizado

10 Conclusão

Nas igrejas, é comum o ensino tradicional em que o ALUNO NÃO É O


CENTRO do ensino. É por isso que muitos alunos iniciam o ano na Escola
Dominical, mas, 3 meses depois, não vão mais à EBD. É importante que o professor
entenda que é um instrumento de Deus a serviço da formação espiritual dos
alunos. Estes devem ser o alvo do ensino, e não o professor.
Anexo I - Modelo de um plano de aula

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