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0DQXWHQomR INVENTIO AG

7UHLQDPHQWR

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1-11.000
 0DQXWHQomR&RUUHWLYD6FKLQGOHU

Objetivos É o curso destinado à capacitação em serviços de manutenção preventiva e


correção em elevadores tecnologia Schindler, nas diversas situações
encontradas em em campo.

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Restrições Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas
Schindler ou pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos
interesses do Grupo Schindler. O formato e as informações deste manual constituem nossa
propriedade intelectual. Na ausência de autorização por escrito não deve ser copiado em qualquer
meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros. Eventuais pedidos de autorização
para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e Desenvolvimento da
Elevadores Atlas Schindler.
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Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas
Schindler ou pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos
interesses do Grupo Schindler. O formato e as informações deste manual constituem nossa
propriedade intelectual. Na ausência de autorização por escrito não deve ser copiado em
qualquer meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros. Eventuais pedidos
de autorização para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e
Desenvolvimento da Elevadores Atlas Schindler.
This Manual is the property of INVENTIO AG and shall only be used by SCHINDLER personal or authorized
SCHINDLER agents for purposes which are in the interest of SCHINDLER. This design and information is our
intellectual property. Without written consent, it must neither be copied in any manner, nor used for
manufacturing, nor communicated to third parties. Application for such consent should be addressed to:
INVENTIO AG, Postfach, CH-6052 Hergiswil NW


K   3DJH 2 - 131
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7UHLQDPHQWR

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&RQWH~GR
1 O que é a Manutenção Corretiva Schindler? ............................................ 5
2 Valores do Grupo Schindler e o contexto do treinamento técnico na carreira
de campo ................................................................................................. 6
3 A importância da Manutenção Preventiva ................................................ 7
4 Máquinas de tração.................................................................................. 8
4-1 Tipos de Máquinas de Tração ......................................................... 9
4-2 Máquinas W54 – 1º Tipo com Mancal Externo entre a Polia de
Tração e a Máquina .................................................................... 10
4-3 Máquina W54 – 2º Tipo com Polia de Tração entre a Máquina e o
Mancal Externo ............................................................................ 11
4-4 Máquina W54K.............................................................................. 12
4-5 Máquina W55 Tipo B (Sistema Cascata)...................................... 13
4-6 Máquina W 56 Tipo H.................................................................... 14
4-7 Máquinas Tipo W57, W58, W59.................................................... 15
4-8 Máquina W140 .............................................................................. 15
4-9 Máquina W163 ............................................................................. 16
4-10 Procedimentos de manutenção de máquinas................................ 17
4-10-1 Troca de óleo do redutor.................................................... 17
4-10-2 Lubrificação do Mancal Externo da Máquina...................... 20
4-10-3 Verificação dos Elementos de Acoplamento do Motor a
Máquina............................................................................. 21
4-10-4 Redução da Máquina......................................................... 22
4-10-5 Controle de Folga nas Engrenagens de Máquina de Tração23
4-10-6 Redução de Máquinas e Rolamento de Escora .............. 26
5 Freios ..................................................................................................... 28
5-1 Freio BS11 .................................................................................... 28
5-1-1 Regulagem do Freio BS11................................................ 29
5-1-2 Freio BS11 com Chave Inversora UA ................................ 32
5-2 Freio BINDER ............................................................................... 35
5-2-1 Regulagem do Freio BINDER ............................................ 36
5-3 Freio MEAC .................................................................................. 41
5-3-1 Regulagem do Freio MEAC ............................................. 41
6 Limitadores de Velocidade ..................................................................... 43
6-1 Limitador de Velocidade NR1........................................................ 43
6-1-1 Substituição do Limitador NR1.......................................... 45
6-1-2 Manutenção periódica do Limitador NR1 ........................... 45
6-2 Limitador de Velocidade GBP ....................................................... 46
6-2-1 Manutenção periódica do limitador GBP ............................ 47
6-2-2 Teste do Limitador GBP..................................................... 47
6-3 Limitador de Velocidade GBF........................................................ 50
6-3-1 Manutenção periódica do GBF .......................................... 51
6-4 Limitador de Velocidade KRK15.................................................... 53
6-4-1 Manutenção periódica do limitador KRK15 ........................ 54
6-5 Limitador de Velocidade GB 32/2 .................................................. 55
7 Freios de segurança............................................................................... 56
7-1 Freio de Segurança T3.................................................................. 56
7-1-1 Freio de Segurança T3 com Amortecedor PT12 ............... 58
7-1-2 Regulagem do Freio de Segurança T3 com Amortecedor PT12


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.......................................................................................... 59
7-2 Freio de Segurança RF-1 .............................................................. 59
7-2-1 Regulagem do Freio de Segurança RF-1........................... 60
7-3 Freio de Segurança GK1-W .......................................................... 61
7-4 Freio de Segurança GO1 - G11 .................................................... 65
7-4-1 Teste do Freio de Segurança G01 - G11 ........................... 66
7-5 Retirada do Elevador do Freio de Segurança................................ 67
7-6 Distância Adequada entre o Contrapeso e as Molas ..................... 68
8 Operadores de portas ............................................................................ 69
8-1 Operador de Porta QK8 ................................................................ 69
8-2 Manutenção Mecânica do Operador QK8 ..................................... 70
8-3 Operador de Porta QKS8 .............................................................. 75
8-3-1 Manutenção mecânica do QKS8........................................ 76
8-3-2 Manutenção elétrica do QKS8 ........................................... 79
8-4 Operador de Porta QKS9 .............................................................. 80
8-4-1 Manutenção mecânica do QKS9........................................ 82
8-4-2 Manutenção elétrica do QKS9 ........................................... 88
9 Portas de pavimento .............................................................................. 95
9-1 Porta Manual de Eixo Vertical (com dobradiças) ........................... 96
9-1-1 Mola TS ............................................................................. 97
9-1-2 Ditador ............................................................................... 98
9-1-3 Fecho da Porta Manual.................................................... 100
9-2 Portas Automáticas ..................................................................... 103
9-2-1 Manutenção das Portas Automáticas............................... 105
9-3 Porta de Pavimento T11.............................................................. 106
9-3-1 Manutenção da T11 ......................................................... 107
9-3-2 Trinco e contato KTS: ...................................................... 113
9-4 Portas de Pavimento Hydra-A e Augusta .................................... 117
9-4-1 Manutenção mecânica da Porta Hydra-A......................... 118
9-4-2 Manutenção mecânica da Porta Augusta......................... 121
10 Treinamento Comportamental .............................................................. 124
11 Módulo de Segurança .......................................................................... 127


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 2TXHpD0DQXWHQomR&RUUHWLYD6FKLQGOHU"

É o curso destinado à capacitação em serviços de manutenção preventiva e correção em elevadores


tecnologia Schindler, nas diversas situações encontradas em em campo.

Tem como focos desde a análise das condições dos elevadores e componentes durante a
manutenção preventiva focada, a identificação de eventuais problemas e a correção dentro dos
critérios adequados, quando for necessário.

Enfatizando a manutenção mecânica dos elevadores, este curso inclui:

• Máquinas de Tração
• Limitadores de Velocidade
• Aparelhos de Segurança
• Operadores de Porta
• Portas


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 9DORUHVGR*UXSR6FKLQGOHUHRFRQWH[WRGR
WUHLQDPHQWRWpFQLFRQDFDUUHLUDGHFDPSR

Os valores descrevem a maneira como os colaboradores da Elevadores Atlas Schindler se


comportam e são a base de nosso relacionamento comercial. Assim sendo, os valores da empresa
merecem atenção especial.

‡Criar valor para o cliente;


• Integridade;
• Liderança visível;
• Melhoria contínua de processos e serviços;
• Garantia da segurança de colaboradores e usuários de produtos Schindler;
• Excelência Organizacional;
• Informação contínua, adequada verdadeira;
• Comprometimento com o desenvolvimento de pessoas;

E este treinamento que se inicia é mais uma evidência do comprometimento do Grupo Schindler com
o desenvolvimento de pessoas.

É importante entender onde cada um dos treinamentos técnicos realizados pelos colaboradores
técnicos têm impacto nas respectivas carreiras.
Dentro do sistema de Desenvolvimento de Pessoas, este treinamento está inserido
na ação de 7UHLQDPHQWR


'HVHQYROYLPHQWR
GH3HVVRDV

)HUUDPHQWDV
GLVSRQtYHLVSDUDR $FHVVRDRVQtYHLV
'HVHQYROYLPHQWRGH VXSHULRUHVGH
&RPSHWrQFLDV
'HVHQYROYLPHQWR (GXFDomR JUDGXDomR


'HVHQYROYLPHQWRV
GHKDELOLGDGHV 7UHLQDPHQWR
WpFQLFDVHJHUDLV

Isto quer dizer que os gestores (supervisores de operações, por exemplo), fazem o levantamento de
necessidades individual, realizado anualmente.
A partir destas necessidades, são definidos os programas de treinamento e a efetiva realização por
partes dos colaboradores, buscando desenvolver suas habilidades técnicas.
Numa fase final, os resultados são avaliados para verificar se houve melhora na performance dos
colaboradores e se a atividade de treinamento trouxe benefícios para todas as partes envolvidas.


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 $LPSRUWkQFLDGD0DQXWHQomR3UHYHQWLYD 

A Manutenção Preventiva consiste em inspeções periódicas de máquinas, equipamentos,


instrumentos ou do conjunto do meio de produção de forma a constatar desgastes, descobrir e
reparar elementos defeituosos e evitar tanto quanto possível às intervenções devidas a avaria geral
onde se aplica a manutenção corretiva.
Todos sabemos que a manutenção corretiva é gerada por um chamado do cliente, que
impacta diretamente no resultado da companhia e do próprio colaborador. Por exemplo, um cliente
que liga constantemente para solicitar um reparo no elevador, pode estar muito insatisfeito e
provavelmente cancelará o contrato de manutenção e dará uma nota baixa nas pesquisas de
satisfação. Além disto, cada chamado gerado impacta negativamente no resultado do posto ou
regional, gerando uma menor participação no resultado de cada colaborador (menos $$$).


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 0iTXLQDVGHWUDomR


A máquina de tração é um equipamento, instalado na casa de máquina, comandado por um sistema
de comando e que tem por finalidade a movimentação do elevador no sentido de subida e descida.
É aplicada em todos os tipos de elevadores, acionamento e comando, exceto elevadores com tração
direta e hidráulica.

• &RPSRQHQWHV 2
1

1 – Motor de Tração
2 – Polia de Tração

)XQFLRQDPHQWR

A máquina de tração recebe a alta rotação do motor (1) e transmite à polia de tração (2) uma
rotação reduzida através do eixo-sem-fim e da coroa de bronze redutora.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Conferir, conforme programa de manutenção, a folga das engrenagens.
 Manter o óleo sempre no nível, (bujão ou visor), tanto na caixa da máquina, como
no mancal externo.
Substituir o óleo periodicamente, geralmente de 2 em 2 anos para óleo mineral e
de 5 em 5 anos para óleo sintético (W140 / W163 / W250), salvo em problemas
de vazamento ou de entupimento de canais.
Em caso de vazamento, os canais de lubrificação devem ser abertos e
desobstruídos. Utilizar Kit Óleo.
A limpeza externa deverá ser realizada conforme o roteiro de manutenção
preventiva.


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 7LSRVGH0iTXLQDVGH7UDomR

Há vários tipos de máquina de tração, tendo em vista as características de capacidade e de


velocidade:

W54 (1º e 2º tipos) W54 K

W55 B W56 H W57 W59



W140 W140V W163 W250









Máquina W 140
Máquina W 140V

Máquina W 163 Máquina W 250


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 0iTXLQDV:±ž7LSRFRP0DQFDO([WHUQRHQWUH
D3ROLDGH7UDomRHD0iTXLQD

É utilizada em prédios com casa de máquina embaixo. É instalada numa base de concreto (4),
isolada por cortiça ou borracha (5).

A ligação da máquina com a polia é feita pelo eixo de tração (6).

1
6

• &RPSRQHQWHV
1 – Mancal Externo 2 – Polia de Tração 3 – Máquina
4 – Concreto 5 – Cortiça ou Borracha 6 – Eixo de Tração

)LTXHDWHQWR
Este tipo de máquina de tração NÃO é mais fabricado







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7UHLQDPHQWR

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 0iTXLQD:±ž7LSRFRP3ROLDGH7UDomRHQWUHD
0iTXLQDHR0DQFDO([WHUQR
Esta máquina de tração é utilizada em prédios com a casa de máquina em cima.
É instalada sobre base de aço (4), base de concreto (5) e borracha (6).
A ligação da máquina com a polia de tração é feita pelo eixo de tração (7) apoiado no mancal
externo.
Há ainda, de forma opcional, a polia de desvio (8), que afasta o contrapeso da cabina, evitando a
proximidade dos mesmos.

3
7

2
6 6

5
5

• &RPSRQHQWHV
1 – Polia de Tração 2 – Máquina 3 – Mancal Externo
4 – Base de Aço 5 – Concreto 6 – Borracha
7 – Eixo de Tração 8 – Polia de Desvio

)LTXHDWHQWR
Este tipo de máquina de tração NÃO é mais fabricado


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7UHLQDPHQWR

.

 0iTXLQD:.

Esta máquina é utilizada em qualquer tipo de elevador.


É instalada sobre base de aço (2) e borracha (3).
A ligação desta máquina com a polia de tração (4) é feita através do eixo de tração (5), com ou sem
mancal externo.

6 1

2 2

4
3 3

• &RPSRQHQWHV
1 – Máquina 2 – Base de Aço 3 – Borracha
4 – Polia de Tração 5 – Eixo de Tração
6 – Rolamento de Escora

)LTXHDWHQWR
Este tipo de máquina de tração NÃO é mais fabricado
O rolamento de escora (6) só pode ser trocado na fábrica ou no local de
instalação, por profissional especializado.


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 0iTXLQD:7LSR% 6LVWHPD&DVFDWD 

É utilizada em elevadores antigos e instalada entre dois motores um de tração (2) e outro de
nivelamento (3) e sob o demarrador AW (4).
A ligação da máquina com a polia de tração (5) é feita através do eixo de tração (6), com mancal
externo (7).
9

3
4

1
2

7 5
8

• &RPSRQHQWHV
1 – Máquina de Tração 2 – Motor de Tração 3 – Motor de Nivelamento
4 – Demarrador AW 5 – Polia de Tração 6 – Eixo de Tração
7 – Mancal Externo 8 – Máquina Esquerda

)LTXHDWHQWR
A posição da polia identifica a máquina como esquerda (8) ou máquina direita
(9), o que é definido em decorrência do espaço reservado para a instalação na
planta da casa de máquina.


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 0iTXLQD:7LSR+

Esta máquina de tração (1) é utilizada em elevadores antigos e instalada atrás de dois motores um
de tração (2) e outro de nivelamento (3) e sob o demarrador AW (4).
A ligação da máquina com a polia de tração (5) é feita através do eixo de tração (6) e mancal externo
(7). 9

1
6

2
7

8 5

Componentes:

1 – Máquina de Tração 2 – Motor de Tração 3 – Motor de Nivelamento


4 – Demarrador AW 5 – Polia de Tração 6 – Eixo de Tração
7 – Mancal Externo 8 – Máquina Esquerda 9 – Máquina Direita

)LTXHDWHQWR
A posição da polia identifica a máquina esquerda (8) ou a máquina direita (9).


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 0iTXLQDV7LSR:::

Estes tipos de máquina de tração diferem das anteriores, pois possuem motores de maior potência e
são maiores, de acordo com a capacidade de carga.
)LTXHDWHQWR
Há uma variação crescente de tamanho da máquina de tração W54 a W59.
Estes tipos de máquina de tração 1­2 são mais fabricados.




 0iTXLQD:

Esta máquina de tração (1) é utilizada em prédios residenciais ou comerciais de médio tráfego.
Instalada sobre uma base de aço (2) de concreto (3), sobre isolamento de calços de borracha (4),
está ligada à polia de tração (5), através do eixo de tração (6).

4 4
3

Componentes:
1 – Máquina de Tração 2 – Base de Aço 3 – Base de Concreto
4 – Calços de Borracha 5 – Polia de Tração 6 – Eixo de Tração


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 0iTXLQD:

Esta máquina de tração (1) é utilizada em prédio médio e intenso tráfego, possuindo maior
capacidade, velocidade e carga.
Instalada sobre uma base de aço (2) e de concreto (3), sobre isolamento de calços de borracha (4),
está ligada à polia de tração (5) através do eixo de tração (6).





 6



 5





2


 4
 1 4

3


• &RPSRQHQWHV
1 – Máquina de Tração 2 – Base de Aço 3 – Base de Concreto
4 – Calços de Borracha 5 – Polia de Tração 6 – Eixo de Tração


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 3URFHGLPHQWRVGHPDQXWHQomRGHPiTXLQDV

'HROKRQDPDQXWHQomRPara o perfeito funcionamento dos componentes da máquina


de tração, é indispensável, periodicamente, a manutenção dos mesmos, por meio dos procedimentos
a seguir.

7URFDGHyOHRGRUHGXWRU

A freqüência da troca do óleo lubrificante depende da intensidade do funcionamento do elevador.


Em prédios com tráfego leve, onde a máquina funciona praticamente sem se aquecer, a troca do
óleo pode ser feita em intervalos de até três anos.
Nos prédios com tráfego intenso, a troca deverá ser feita em intervalos mais breves, entre um a dois
anos.
Todavia é importante, que o técnico verifique periodicamente, tanto o nível, como o estado do óleo
lubrificante.
A troca do óleo lubrificante é sempre feita quando se torna necessária à desmontagem da máquina,
como por exemplo, a substituição da polia de tração.

9RFrVDELDTXH
1­2 pode lavar a parte interna da máquina de tração tipo :, pois sendo
monobloco, não é desmontável

'LFDGH$WLWXGH
Ao executar serviços com óleo, tome cuidado para não sujar as dependências do
prédio.

.LW7URFDGHÏOHRHP0iTXLQDVGH7UDomR

Composição Básica do Kit:


• Óleo Mineral Mobil Gear 632 para W54;
• Desengraxante tipo R 10E;
• Estopa;
• Tinta cinza ou vermelha – para pintura parcial da máquina;
• Tinta amarela – para pintura do volante, polia de tração e acoplamento;
• Etiqueta adesiva – com indicação do tipo de máquina, tipo de óleo, data de troca e data da
próxima troca;
• Quatro buchas 30 x 30.


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9RFrVDELDTXH
As propriedades químicas (viscosidade, isolação, etc.) dos lubrificantes mudam
no decorrer do tempo, devido a diversos fatores, tais como a variação de
temperatura interna da máquina de tração e também em função do tipo de
utilização do equipamento – fluxo de passageiros e cargas. Estes fatores
reduzem a vida útil do sistema de engrenagem da máquina, ocasionando um
desgaste prematuro e desnecessário.
Por estes motivos recomendamos a troca completa do óleo periodicamente,
sempre que sua vida útil estiver terminada (cerca de 5 anos).

3URFHGLPHQWRVSDUD7URFDGHÏOHRGR5HGXWRUVHPGHVPRQWDUD0iTXLQD

 1R 3DVVRV
 Fazer algumas viagens diretas, para que o óleo antigo seja remexido no
seu depósito.
 Parar a máquina e retirar imediatamente o óleo antigo, deixando-o escorrer
totalmente, pelo furo do dreno.
 Fechar o dreno e despejar 1,5 litro óleo novo através da tampa da
máquina.
 Fazer duas viagens diretas.

 Parar a máquina e retirar o óleo, deixando-o escorrer, totalmente pelo


dreno.

&XLGDGR
1­2 utilizar novamente na máquina o óleo que foi retirado.

 Fechar o dreno e despejar o novo óleo, até atingir o nível, através do


indicador de nível.
 Fazer pelo menos duas viagens diretas. Em seguida, o elevador poderá
ser entregue para o funcionamento norma.


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3URFHGLPHQWRVSDUDWURFDGHÏOHRGR5HGXWRUFRPD0iTXLQD'HVPRQWDGDSRU2FDVLmRGR
5HSDUR

 1R 3DVVRV
 Retirar o lubrificante velho, deixando-o escoar através do furo do dreno.
 Limpar o fundo da carcaça com um detergente adequado. (exemplo:
desengraxante e outros).
 Desobstruir e limpar canais de lubrificação.
 Confeccionar novas juntas de vedação.

3URFHGLPHQWRSDUD5HPRQWDJHPGD0iTXLQD

 1R 3DVVRV
 Despejar um pouco de óleo lubrificante, dentro do mancal, antes de colocar
o eixo principal.
 Girar o eixo com a polia, manualmente, para espalhar o lubrificante.
 Colocar as juntas de vedação tendo o cuidado de NÃO encostá-las em
nenhuma parte do eixo.
 Despejar o novo óleo lubrificante sobre o eixo sem-fim, através da abertura
na tampa da máquina. Observar o indicador de nível de óleo.
 Completar a remontagem da máquina. Antes de recolocar os cabos de
tração na polia, a máquina deve ser movimentada, na velocidade nominal,
em ambas as direções para garantir a lubrificação, antes de submeter à
máquina à carga.
 Colocar os cabos de tração e fazer os testes de funcionamento, para em
seguida liberar o elevador.


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/XEULILFDomRGR0DQFDO([WHUQRGD0iTXLQD

Para efetivo controle da lubrificação do mancal externo, alguns pontos devem ser observados.
Especial com Mancal Externo
1

)LTXH$WHQWR
Algumas máquinas W 140 e W163, têm um mancal externo do tipo elástico que
não necessita de manutenção, pois possui um rolamento selado, com lubrificação
permanente.

Poucas máquinas de aplicação especial (1), como por exemplo, as localizadas


nas casas de máquinas situadas na parte de baixo do prédio, podem ter um
mancal externo lubrificado com óleo.

O óleo é do mesmo tipo usado na máquina.

O óleo lubrificante é arrastado por uma corrente de aço, colocada sobre o eixo. É
importante observar o funcionamento correto dessa corrente.

Por ocasião de cada visita de serviço deverá ser verificado nível do óleo.
O aparecimento de vazamento é sinal de lubrificação no interior do mancal. Neste
caso, o mancal deverá ser retirado e corrigido.


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.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Quando for trocado o óleo da máquina, também deverá ser substituído o óleo do
mancal externo.
O óleo aplicado ao mancal externo é o mesmo usado no redutor (da máquina).

O controle é realizado quando a máquina tem um mancal externo, com lubrificação por óleo.
 1R 3DVVRV
 Retirar a tampa de cobertura do mancal.
 Verificar o nível do óleo.
 Verificar o correto funcionamento da corrente colocada no eixo.

)LTXH$WHQWR
A maioria das máquinas W54K e W 140 funciona sem mancal externo.

9HULILFDomRGRV(OHPHQWRVGH$FRSODPHQWRGR0RWRU
D0iTXLQD

O motor de tração é acoplado à máquina por quatro buchas de borracha (1) de dureza específica. O
funcionamento silencioso e livre de trepidação somente é garantido, se as buchas estiverem em
perfeitas condições.

Buchas de Borrachas
1

3URFHGLPHQWRVSDUD&RQWURODUR$FRSODPHQWR


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.

1R 3DVVRV
 Desligar a chave geral.


 Forçar, manualmente, o volante do motor nos dois sentidos da rotação.
Observar se existe folga no volante antes da polia de tração se
movimentar.
 Caso haja alguma folga, as quatro buchas de borracha devem ser
substituídas.

5HGXomRGD0iTXLQD

Todas as máquinas possuem o tipo de redução gravadas na parte inferior e ao lado da polia do freio.

,GHQWLILFDomRGD5HGXomR
Em máquinas antigas onde a gravação não existe mais, procede-se da maneira a seguir.

 1R 3DVVRV
 Colocar a cabina na 1ª parada (térreo).


Desligar a chave geral.


 Amarrar os garfos QKS6 ou polia QKS8.
 Trancar a porta do andar.

 Fazer uma marca na polia de tração e outra na polia de freio,


estabelecendo uma referência
 Dar as voltas na polia de freio e contar até completar uma volta na polia de
tração.

(;(03/2

  
7,32'(0È48,1$ 92/7$61$32/,$'2)5(,2 92/7$6'(75$d­2


W54 40 1 / 2 1

RESULTADOS: Tipo de Máquina = W54 40 1/2





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.

(;(03/2

  
7,32'(0È48,1$ 92/7$61$32/,$'()5(,2 92/7$6'(75$d­2


W54 37 2/3  1

RESULTADOS: Tipo de Máquina = 37 2/3 


5HODomR0iTXLQD1RYDH$QWLJD

A redução é a mesma, apenas a maneira de escrever foi mudada.

 7,326$17,*26(175$'$6 7,32612926(175$'$6
W54 40 1/2 W54 81/2
W54 47 1/2 W54 95/2
Fração convertida em 1/2

7,326$17,*26(175$'$6 7,32612926(175$'$6
W57 37 2/3 W57 113/3
W58-26 2/3 W58 80/3 ETC...
Fração convertida em 1/3

)LTXH$WHQWR
O algarismo final da redução indica o número de entradas do eixo sem-fim .

([HPSORV
W54 40 1/2 – Eixo sem-fim de 2 entradas
W54 41 1/3 – Eixo sem-fim de 3 entradas
W140 68/1 – Eixo sem-fim de 1 entrada
W163 68/1 – Eixo sem-fim de 1 entrada
O número de entradas no sem-fim multiplicando pelo número de voltas
encontradas na polia de freioLQGLFDDTXDQWLGDGHGHGHQWHVGDFRURDGH
EURQ]H

&RQWUROHGH)ROJDQDV(QJUHQDJHQVGH0iTXLQDGH
7UDomR
)LTXHDWHQWR
O controle de folga nas engrenagens da máquina de tração é efetuado em todos
os tipos de máquinas de tração.







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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3URFHGLPHQWRVSDUDRFRQWUROHGH)ROJDQDV(QJUHQDJHQVGH0iTXLQDGH7UDomR
1R 3DVVRV
 Amarrar os garfos em operadores KQS6 ou polia em operadores QKS8.
Desligar a chave geral.


 Apoiar o contrapeso na mola pára-choques.

 Abrir o freio manualmente.

 Girar a polia de freio (1) lentamente para um dos lados, até perceber que
os dentes da coroa encontraram o eixo sem fim.

Desgastada
20%

)LTXHDWHQWR
Olhando a polia de freio de tração percebe-se um pequeno movimento
da mesma. O eixo sem-fim não pode apresentar nenhuma folga axial.

 1R 3DVVRV
 Marcar na polia de freio um ponto de referência com a sapata.
 Girar a polia de freio lentamente para o outro lado, até perceber a entrada
do eixo sem fim nos dentes da coroa de bronze.
 Marcar outra referência na polia de freio com a mesma sapata.

 Medir com uma trena as duas marcas na polia de freio.

 Consultar a tabela da página anexa, identificando o tipo de redução.


 Liberar o elevador.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

7DEHODGH)ROJDGH5HGXomRGD0iTXLQD

)LTXHDWHQWR
Verificar o número de entradas do eixo sem-fim, consultando a pasta técnica do
elevador.

)ROJD) PP 0i[LPD
4XDQWLGDGHGH(QWUDGDV 'LkPHWUR³'´GD3ROLDGR)UHLR
QD5RVFDGR6HP)LP D = 120 D = 200 D = 250 D = 300
1 Exemplos: F= 32 a 40 mm F= 48 a 60 mm F= 64 a 80 mm F= 72 a 90 mm
ENTRADAS W54K40/1
W54K54/1
Etc.
2 Exemplos: F= 16 a 20 mm F= 24 a 30 mm F= 32 a 40 mm F= 36 a 45 mm
ENTRADAS W54 95/2
W54K55/2
Etc.
3 Exemplos : F= 10 a 12 mm F= 16 a 20 mm F= 20 a 25 mm F= 24 a 30 mm
ENTRADAS W54K41/3
W5880/3
(W58.19/3)
Etc.
4 Exemplos: F= 8 a 10 mm F= 12 a 15 mm F= 16 a 20 mm F= 18 a 22 mm
ENTRADAS W5965/4
Etc.
)LTXHDWHQWR
Regular o rolamento de escora, caso a folga exceda os limites da tabela.
'HVOLJDURHOHYDGRUHFRPXQLFDUDRVHXVXSHULRULPHGLDWR
A máquina W54K não tem ajuste no rolamento.

'LFDGH$WLWXGH
Não esqueça de procurar o responsável no prédio e comunicar a necessidade de
paralisação do elevador, assim como fornecer informações e um prazo para a
realização.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

5HGXomRGH0iTXLQDVH5RODPHQWRGH(VFRUD

•  &RPSRQHQWHV
 2

1 – Tampa do rolamento
2 – Parafuso do anel de
ajuste



3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Amarrar os garfos no operador QKS6 ou a polia no operador QKS8.

 Desligar a chave geral.

/HPEUHVHGHFRPXQLFDURFOLHQWHTXDQWRWHPSRHVWDDWLYLGDGHWRPDUi
 Apoiar o contrapeso nas molas pára-choques.

 Retirar a tampa do rolamento (1).

 Afrouxar o parafuso do anel de ajuste (2) (parafuso com cabeça de fenda) .

 Abrir o freio manualmente.


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7UHLQDPHQWR

.

 Girar a polia do freio lentamente para os dois lados.

 Com a chave “Y” ajustar o anel de ajuste até encostar totalmente no


rolamento.

)LTXH$WHQWR
Girar a polia do freio para os 2 (dois) lados, no movimento do ajuste do anel.

 Voltar o anel de ajuste 10 mm e apertar o parafuso com cabeça de fenda.

 Recolocar a tampa do rolamento.

 Fazer nova medida da folga.

 Consultar, novamente, a tabela de folga de redução da máquina.

 Liberar o elevador, se não houver nenhuma anormalidade.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 )UHLRV

 )UHLR%6
É o conjunto de duas sapatas, (1) uma polia (2) e um motor com enrolamento (3).
O freio BS11 encontra-se instalado em todo tipo de elevadores antigos de uma ou duas velocidades,
tendo por função, para o elevador e manter a cabina nivelada com o andar.

3 Motor

Polia 2 2 Polia

1 Sapata

)XQFLRQDPHQWR

• As sapatas são acionadas pelo motor, através da engrenagem, que se apresenta em forma
de leque.
• O motor do freio, ao girar, aciona a engrenagem .
• Conseqüentemente, essa engrenagem irá levantar o arraste e acionar a alavanca do freio,
comprimindo o tirante de compressão, provocando assim a abertura das sapatas do freio.


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7UHLQDPHQWR

.

• Quando é cortada a energia do motor do freio, a engrenagem volta à posição original, devido
às molas (1) situadas na parte inferior do %6. Conseqüentemente, os tirantes (2) do freio
provocam o fechamento das sapatas.

Tirantes

 5HJXODJHPGR)UHLR%6

3URFHGLPHQWRV

 1R 3DVVRV
 Colocar a cabina na ultima parada.
 Desligar a chave geral.


  Amarrar os garfos (no caso de operador de porta 4.6) e os braços (no
caso de operador de porta 4. e 4.6), para evitar a abertura das portas
dos andares.
 Abrir as sapatas do freio e apoiar o contrapeso nas molas pára-choque.


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7UHLQDPHQWR

.

  Verificar se as molas de articulação das sapatas (1) do freio estão


mantendo as sapatas na posição correta em relação ao tambor do freio (2),
conforme ilustração a seguir.

 

4
• &RPSRQHQWHV
1 – Sapata 2 – Tambor de Freio 3 – Eixo 4 – Estribo

)LTXHDWHQWR
As molas de articulação estão no eixo (3), entre o estribo (4) – que é à parte de
fixação das sapatas – e a sapata (1).

Motor 1

  A engrenagem NÃO poderá estar enforcada pelo pinhão do motor (1), que
é a engrenagem responsável pelo movimento do leque para fazer a
abertura do freio.
 


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Colocar ou retirar os calços na base do motor, caso a engrenagem esteja
respectivamente, enforcada ou com excesso de folga;
Lubrificar levemente a engrenagem com graxa e colocar óleo nos pontos de
lubrificação com cuidado, para NÃO cair na polia.

  Verificar se NÃO há lâminas quebradas no feixe de molas (conjunto


composto de nove lâminas localizado abaixo da engrenagem principal). O
feixe de molas contém seis lâminas grossas na parte superior e três
lâminas finas na parte inferior.

)LTXHDWHQWR
O objetivo do feixe de molas é limitar o leque de abertura da engrenagem. Por
isso, se houver alguma lâmina quebrada poderá impedir o fechamento normal do
freio e o resultado será a ultrapassagem da cabina no fim do curso superior, ou
inferior.

  Apertar as molas (1) dos tirantes (2), por igual, para que não haja um
deslizamento da polia no sentido de subida.

5 2 1

1mm
3

4 4
6 6

• &RPSRQHQWHV
1 – Molas 2 – Tirantes 3 – Folga 4 – Parafuso de encosto
5 – Parafuso da alavanca 6 – Encostos


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7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Evitar o enforcamento das molas e garantir que o tirante de compressão esteja
livre

  Verificar se há desgastes nas lonas das sapatas do freio, que é à parte


acoplada ao tambor, para realizar a paralisação da máquina.
  Regular os dois parafusos dos encostos (4), deixando uma folga de 1 (um)
mm, entre o parafuso do encosto e o estribo.
  Acionar o freio manualmente, para regular e ajustar o parafuso da alavanca
(5), até que os dois estribos toquem levemente nos encostos (6).

)LTXHDWHQWR
Deixar uma folga igual à espessura de uma folha de papel, entre o encosto e o
estribo (3) do lado oposto ao parafuso de regulagem, com o freio aberto
manualmente.

  Ligar a chave geral.


  Religar a chave limite-de-curso para liberar o elevador.
  Conferir regulagens com o equipamento em funcionamento

 )UHLR%6FRP&KDYH,QYHUVRUD8$

É um dispositivo localizado na base KZ da máquina.

A chave inversora UA tem por função, fazer a inversão do sentido de rotação do motor de tração. É
utilizada em elevadores antigos de uma ou duas velocidades. Neste caso temos o SISTEMA
CASCATA (dois motores acoplados).

)XQFLRQDPHQWR

É acionada pelo motor do freio BS11, sendo responsável pela alimentação do motor de tração,
podendo ter duas ou três fases.


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7UHLQDPHQWR

.

&RPSRQHQWHV

A chave inversora UA apresenta contatos abertos em repouso (1) e contatos fechados (2),
alimentando o motor de tração.

1 – Contatos abertos
2 – Contatos fechados

2
1

5HJXODJHPGD&KDYH,QYHUVRUD8$

1R 3DVVRV
 Desligar a chave geral.

 Amarrar os garfos no caso de operadores de porta 4.6 ou impedir o
movimento da polia de manivela no caso de operadores de porta 4.6.
 Apoiar o contrapeso nas molas pára-choque

 Conferir se a regulagem do freio está correta.


 Regular os contatos fixos – são aqueles que ficam parados, ou seja, não
se movimentam com a abertura e fechamento do motor do freio, mantendo
uma abertura mínima de 20 mm com freio fechado, que não tem
alimentação no motor %6.
 Controlar a folga de 2,5 mm (1) (mais ou menos 100 gramas de força)
dentro do suporte dos contatos móveis. Os contatos móveis (2) deverão
encostar, ao mesmo tempo, nos contatos fixos (3), obedecendo ao sentido
de viagem.


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7UHLQDPHQWR

.

3 2

• &RPSRQHQWHV
1 – Folga 2 – Contato móvel 3 – Contato fixo

)LTXHDWHQWR
Regular as bielas (1) que estão localizadas dentro da chave UA, se ocorrerem
dificuldades, durante a regulagem dos contatos fixos ou móveis. Afastar os
leques (2) das bielas, para fazer a regulagem dos contatos. O afastamento
máximo (3) dos leques da biela facilita a regulagem dos contatos.

2 2

• &RPSRQHQWHV
1 – Bielas 2 – Leques 3 – Folga

 Conferir o aperto das “ligações”.


 Abrir o freio, manualmente, e REVHUYDU a entrada dos contatos móveis, que
deverá acontecer no momento da liberação do freio (sapatas abertas).


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7UHLQDPHQWR

.

 Ligar a chave geral.


 Liberar o funcionamento do elevador.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Pingar uma gota de óleo fino em cada orifício de lubrificação, durante o serviço
de conservação periódica da CHAVE UA. Eliminar, em seguida, todo o excesso.

 )UHLR%,1'(5

É um freio eletromagnético, aplicado às máquinas com engrenagem, de modo geral, excluindo-se


elevadores de uma velocidade.

&RPSRQHQWHV

1 – Parafuso B1 2 – Parafuso B2 3 – Arruelas de nylon 4 – Porca


5 – Porca D 6 – Porca D1

Porca D1

Porca D 5 6

2 Parafuso B2

3 Arruelas de nylon
Parafuso B1 1

4 Porca


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7UHLQDPHQWR

.

)XQFLRQDPHQWR

• O eletroímã (magnético) colocado entre duas alavancas com sapatas integradas, abre o freio
pela ação expansiva do seu sistema móvel.
• Quando há energização elétrica (alimentação), o magneto atua sobre as alavancas,
comprimindo as molas e provocando abertura das lonas sobre a polia do freio, liberando-a.
Sem a alimentação, o eletroímã retorna à sua posição inicial.

1 – Parafuso B2 2 – Arruelas de nylon 3 – Porca

1 Parafuso B2

2 Arruelas de nylon

3 Porca

 5HJXODJHPGR)UHLR%,1'(5

 1R 3DVVRV
 Chamar o elevador para a última parada, deixando o contrapeso próximo
às molas pára-choque.


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7UHLQDPHQWR

.

 Desligar a chave geral.

 Amarrar os garfos, no caso de operadores de porta 4.6 e, no caso de


operadores de porta 4. e 4.6, amarrar os braços, para evitar abertura
das portas dos andares.
 Abrir as sapatas do freio e apoiar o contrapeso nas molas pára-choque.

 Apertar as molas dos tirantes por igual, para que não haja um
deslizamento da polia. Evitar o enforcamento das molas.
 Apertar os parafusos de encosto %(1) e %(2), apenas com a mão, até
que desapareça a folga entra a cabeça do parafuso e a parte externa da
alavanca, onde estão localizadas algumas arruelas (3) de nylon.

5 6

• &RPSRQHQWHV
1 – Parafuso B1
2 – Parafuso B2
2
3 – Arruelas
4 – Porca 1 3

 1R 3DVVRV


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7UHLQDPHQWR

.

 Segurar a porca externa junto à polia de freio e girar duas quinas do


parafuso de encosto, no sentido de afrouxar. Os parafusos de encosto
proporcionarão uma abertura de, aproximadamente, 1mm de cada
alavanca
 Segurar a cabeça do parafuso do encosto e apertar a porca (4) localizada
entre a aba do suporte “8" e a alavanca do freio. O parafuso deverá estar
livre, dentro do furo de alavanca do freio.
 Afastar as porcas ' (5) e ' (6) do tirante com olhal da alavanca, o
suficiente para permitir a movimentação do êmbolo do magneto, no seu
curso total, entre os batentes (expandido e retraído).

5 6

• &RPSRQHQWHV
1 – Porca D
2 – Porca D1

 1R 3DVVRV
 Puxar o êmbolo, totalmente para fora, até sentir o encosto no batente.
 Apertar a porca “'”, com a mão, até o êmbolo ficar totalmente encostado
na carcaça do conjunto.
 Girar a porca “'´, no sentido de afrouxar, dando 2 ou 3 voltas e, verificar
sempre, se o afrouxamento está com uma folga ideal.
 Manter a porca “'” fixa nesta posição e apertar definitivamente a porca ',
sem permitir que o tirante com olhal da bobina ou a porca ' se desloquem.


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7UHLQDPHQWR

.

 1R 3DVVRV
 Verificar se o tirante (1) com olhal da bobina NÃO está enforcado, girando
com a mão, o volante do motor. O mesmo NÃO deverá se movimentar
 Alinhar o pino de referência (2) com a face da cabeça do parafuso. Este
alinhamento proporcionará uma reserva de curso de 1 a 1,5 mm, quando o
freio estiver fechado. O reajuste do freio deverá ser sempre feito, quando
esta posição for atingida.
 Religar a chave geral.
 Fazer várias chamadas e verificar a qualidade das paradas.


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7UHLQDPHQWR

.

(VSHFtILFRSDUDR)UHLRGD0iTXLQD

• Para a Porca D, encostar com a mão, e girar no sentido de afrouxar, 1 volta completa (6
quinas). Para a Porca D do Tirante com Olhal, girar 2 a 3 voltas.

3RUFD'
*LUDUGHD

3RUFD 3RUFDV

(VSHFtILFRSDUDR)UHLRGD0iTXLQD:

Com as molas sem pressão, afrouxar a Porca A e encostar a porca B com a mão. Voltar 3 quinas e
reapertar a porca A contra o suporte G, para encontrar a Folga S.
Para a Porca D do Tirante com olhal, proceder como o da Máquina W140 (2 a 3 voltas). Na prática,
3 voltas são adequadas.
60 mm

G
A
B


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7UHLQDPHQWR

.

 )UHLR0($&
 5HJXODJHPGR)UHLR0($&

(VSHFtILFRSDUDR)UHLRGD0iTXLQD:FRPRIUHLR0($&
 1R 6WHS
 Soltar a porca (A) e recuar a porca recartilhada (B) até aparecer à ponta do
tirante (C).
  Puxar o tirante (C) com a mão até o final do curso; avançar a porca (B) até
encostar na alavanca (D), continuar avançando até que a dimensão “Y”
(ver figura) fique igual a 5 mm.
  Repetir o procedimento para o outro lado do freio.
  Acionar manobra em manual e verificar a liberação da polia de freio. Na
ocorrência do ruído característico da lona raspando na polia, parar o
elevador e avançar as porcas (B) ¼ de volta em direção à alavanca (D),
acionar manobra e verificar novamente. Caso persista o atrito da lona com
a polia após 2 tentativas, apoiar novamente o contrapeso, desmontar a
alavanca, lixar a lona e repetir a regulagem.
  Travar as porcas (A).
  Acionar o freio manualmente e regular a porca (E) até que o anel (F) seja
levemente comprimido.

)LTXHDWHQWR
A pressão das molas é ajustada em fábrica para um comprimento de 60mm, no
campo nunca deverá ser inferior a 53mm


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7UHLQDPHQWR

.

(VSHFtILFRSDUD0iTXLQD:FRPR)UHLR0($&
 1R 3DVVRV
 Soltar a porca (I) e recolher completamente o parafuso de ajuste (J).
 Montar a alavanca e acionar o freio manualmente. Avançar o parafuso (J)
até encostar no êmbolo (L) a partir desta posição avançar mais 1 mm
aproximadamente.
 Repetir o procedimento para o outro lado do freio.
 Acionar a manobra em manual e verificar a liberação da polia do freio. Na
ocorrência do ruído característico da lona raspando na polia, parar o
elevador e apertar os parafusos (J) ¼ de volta, acionar a manobra e
verificar novamente. Caso persista o atrito da lona com a polia após 2
tentativas, apoiar novamente o contrapeso, desmontar a alavanca, lixar a
lona e repetir a regulagem.
 Apertar as porcas (I)

)LTXHDWHQWR
A pressão das molas é ajustada em fábrica para um comprimento de 60mm, no
campo nunca deverá ser inferior a 53mm


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 /LPLWDGRUHVGH9HORFLGDGH

 /LPLWDGRUGH9HORFLGDGH15

O limitador de velocidade 15 é utilizado com freio instantâneo, até 0,75 m/s, ou, 45 m/min, e com
amortecedor 37, acima desta velocidade, até 1,25 m/s.

)LTXHDWHQWR
O limitador de velocidade é ajustado e lacrado na fábrica.


&RPSRQHQWHV
1. Lacre 5. Cabo de aço
2. Polia 6. Roldanas
3. Molas 7. Graxeira
4. Balanças 8. Ponto de lubrificação (óleo)
Balanças Polia
4 6
Ponto de 8
Lubrificação Molas
3 2 Polia

Lacre 1

7 Graxeira

Cabo de aço 5
8
Ponto de
Balanças 4 Lubrificação

)XQFLRQDPHQWR
O limitador de velocidade 15 entra em funcionamento nos casos de excesso de velocidade da
cabina, no sentido de descida. A polia gira além da capacidade das molas e as balanças travam a
polia e o cabo, acionando o freio de segurança.


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7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Este tipo de limitador pode ser aplicado em todos os tipos de elevadores,
com velocidade até 1,25 m/s.
15% para acionamento (desligamento) do contato, 25% para a atuação do
limitador.

9RFrVDELDTXH
Deve utilizar o limitador de velocidade GBP, no caso de substituição integral do
limitador de velocidade NR1, tendo em vista que este não é mais fabricado.

9HULILFDomRGR/LPLWDGRU15

A verificação do Limitador de Velocidade NR1 consiste em uma avaliação visual, com periodicidade
mensal, para identificar o movimento de cada peça, em especial, a EDODQoD, a SROLD e o FDER, e
detectar defeitos.

Os defeitos mais comumente encontrados são:


• deslocamento da polia para um dos lados do limitador;
• roldanas batendo em função da fraca tensão das molas;
• esgotamento da tração na polia;
• excesso de folga no eixo central da polia;
• rompimento do lacre de segurança;
• travamento do eixo central com a polia do limitador e
• dificuldade no movimento das balanças (grimpamento).

9RFrVDELDTXH
Deve substituir integralmente, o limitador de velocidade NR1 pelo GBP, se for
detectado qualquer defeito, durante a vistoria.


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7UHLQDPHQWR

.

 6XEVWLWXLomRGR/LPLWDGRU15

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Desligar o elevador um pouco acima da primeira parada
 Entrar no poço, calçar o tensor e retirar os cabos de aço.
Fique atento ao procedimento de acesso ao poço. Tome todas as
providências necessários...

 Sua vida está em jogo !!!

  Ir à casa de máquina e executar a troca do limitador de velocidade.


 

 0DQXWHQomRSHULyGLFDGR/LPLWDGRU15

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Desligar o elevador.
  Limpar e lubrificar os pontos adequados (graxeiras / óleo)
  Manter limpa a faixa onde se apóiam as roldanas.
  Examinar, cuidadosamente, o lacre.
 

'HROKRQDPDQXWHQomR
Realizar a limpeza periódica, se não for detectado nenhum tipo de defeito.

Substituir o limitador de velocidade, em caso de rompimento do lacre.

 Religar o elevador.


 


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7UHLQDPHQWR

.

 /LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%3

O limitador *%3 pode ser utilizado em elevadores até 1,6 m/s, com os freios de segurança dos tipos
7 com 37, 5), 5), dentre outros.

Esse limitador de velocidade, em particular, tem duas ranhuras. Uma delas é a ranhura de operação
normal e a outra ranhura, de diâmetro menor, serve para testar a calibragem do limitador.

&RPSRQHQWHV

1. Contato elétrico 2. Rolo de travamento 3. Pêndulo


Contato elétrico

1 3 Pêndulo

2
Rolo de
travamento

)XQFLRQDPHQWR

O funcionamento do limitador de velocidade *%3 é idêntico aos demais limitadores. No entanto,


acima de 1,00 m/s, possui sempre um contato elétrico, que é acionado por antecipação, cerca de
10% antes do acionamento do freio de segurança.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0DQXWHQomRSHULyGLFDGROLPLWDGRU*%3

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Verificar as condições da balança e do seu rolo guarnecido de anéis de
borracha, observando cuidadosamente o movimento de cada peça.
 Colocar a cabina vazia na última parada.
Não deixe de sinalizar e avisar ao cliente.

 Desligar a chave geral.

 Limpar o GBP .

'HROKRQDPDQXWHQomR
Fazer, periodicamente, a limpeza do GBP

9RFrVDELDTXH
1­2 se deve lubrificar as peças do limitador de velocidade GBP.

 1R 3DVVRV
 Verificar o lacre, pois o mesmo NÃO poderá estar rompido.
 Religar o elevador.

 7HVWHGR/LPLWDGRU*%3

O teste é feito, após a verificação, porém só será executado se o equipamento estiver em perfeitas
condições. São três tipos de teste:

• de simples atuação do limitador GBP;


• de calibragem do limitador GBP, e;
• de acionamento do freio de segurança pelo GBP.


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7UHLQDPHQWR

.

7HVWHGH6LPSOHV$WXDomRGR/LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%3

 1R 3DVVRV
 Colocar a cabina vazia na primeira parada.
 Desligar a chave geral.

 Deslocar o cabo do limitador da ranhura de serviço para a ranhura de


teste.
 Religar a chave geral.

 Registrar a última chamada (superior).


 Observar o comportamento do pêndulo do limitador, durante o
desenvolvimento da velocidade nominal, observando fortes pancadas do
pêndulo, que indicam funcionamento normal.

)LTXHDWHQWR
O teste de calibragem do limitador de velocidade GBP, somente é necessário nos
casos em que o primeiro teste de simples atuação, não tiver resultado favorável.

 Recolocar o cabo na ranhura normal.


7HVWHGD&DOLEUDJHPGR/LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%3

 1R 3DVVRV
 Colocar a cabina um pouco abaixo da última parada, numa altura que
permita o acesso na parte superior da cabina.
 Desligar a chave geral.

 Retirar a junção da alavanca do freio de segurança


 Colocar um peso de , aproximadamente, 3 kg no cabo do limitador, logo
acima da junção.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Movimentar o peso colocado no cabo, para que fique localizado logo


abaixo da cabina.
 Soltar o peso e medir a velocidade desenvolvida. Usar um tacômetro no
cabo do limitador GBP.

)LTXHDWHQWR
Repetir a medição, algumas vezes, para obter uma informação confiável

7HVWHGH$FLRQDPHQWRGR)UHLRGH6HJXUDQoDSHOR/LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%3
 1R 3DVVRV
 Regular o freio de segurança.
 Colocar o cabo de aço do limitador na ranhura de serviço (normal).
 Posicionar a cabina vazia na segunda parada, de modo a facilitar o acesso
ao teto.
 Ajustar o tensor para que o seu braço basculante fique na posição
horizontal.
 Curto-circuitar o contato do limitador com uma ponte do material de
segurança.

 Ligar o comando de revisão em cima da cabina.


 Acionar o botão de descida na botoeira de revisão.
 Acionar, manualmente, o pêndulo do limitador, logo após a partida.

$WHQomR
Ter cuidado para NÃO machucar a mão.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Normalizar o elevador.


 /LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%)

Tem a mesma função dos outros limitadores, porém, poderá ser usado em qualquer comando ou
acionamento, dependendo de sua necessidade ou conveniência.

)XQomR
Consiste em travar o cabo, em caso de excesso de velocidade, no sentido de descida.

&RPSRQHQWHV
 3HVRV FHQWULIXJDO    7DPERU
 0RODGHUHJXODJHP   )UHLRGRFDERGHDoR
 &RQWDWRVELHVWiYHLV GDYHORFLGDGHGDJDUUD    3DVWLOKDVGHIUHLR
 5RORGHWUDYDPHQWR   Cabo de aço do limitador
   

Mola de regulagem
2
Pesos (centrifugal) 1
1
Pesos
&RQWDWRVELHVWiYHLV GDYH
(centrifugal)
ORFLGDGH 
3.1
Contatos biestáveis
(da garra) 3.2
Rolo de
Freio do 6 travamento
cabo de 4
aço
Tambor 5

Cabo de aço do limitador


7 3DUDRIUHLRGHVHJXUDQoD 3DUDSROLDWHQVRUD
Pastilhas de freio


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)XQFLRQDPHQWR
Este limitador possui um contato elétrico (3.1), que atua antes das garras se movimentarem,
desligando o comando e parando o elevador. Os elementos de atuação do contato não são visíveis,
pois é um sistema de palhetas centrífugas na parte interna do limitador.

Portanto, o ele funciona em duas etapas:

1ª - Desliga o contato com 15% acima de VKN;

2ª - Desarma o limitador a partir de 25% acima de VKN.


 0DQXWHQomRSHULyGLFDGR*%)
 1R 3DVVRV
 Examinar, visualmente, as garras de retenção do cabo e dos componentes,
que não poderão ter desgastes.
 Verificar se o lacre 1­2 está rompido.
 Desligar o elevador, se o lacre estiver rompido, providenciar a troca integral
do limitador de velocidade.
Avisar ao cliente.
 Limpar e lubrificar, se necessário.

9RFrVDELDTXH
O cabo de aço 1­2 pode ser lubrificado.

)LTXHDWHQWR
Substituir, integralmente, o limitador se apresentar algum defeito, o que 1­2
permite nenhuma regulagem.

7HVWHGH)XQFLRQDPHQWRGR/LPLWDGRU*%)

É realizado, quando o resultado da regulagem for normal:


 1R 3DVVRV
 Colocar a cabina na primeira parada.
 Desligar a chave geral.

 Retirar a fixação do cabo do limitador da alavanca do freio de segurança


na cabina.
 Amarrar um peso de 2 a 3 kg, firmemente, à junção do cabo.


Page 51 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Puxar o cabo, até que a junção atinja a sua posição mais alta no percurso.
 Soltar o cabo que impulsionará o limitador.
 Medir os pontos onde desarma o contato (1) e onde o limitador atua
(desarma) com o tacômetro.

4
3

5
3
1

'HVFLGD 2

 Anotar o resultado e conferir com a placa de características do limitador.


 Recolocar a junção do cabo do limitador na alavanca do freio de segurança
 Examinar as garras (2) do sistema de retenção do cabo do limitador.
 Destravar o limitador GBF, ou seja, normalizar a posição do limitador, da
seguinte forma:
• encaixar a chave (3) de boca (22 mm) na polia (4) do limitador, para
impedir o seu movimento;
• encaixar a outra chave (3) de boca (22 mm) no tambor (5), e puxar,
no sentido de descida, até que esta fique girando livremente.

)LTXHDWHQWR
Acertar, a seguir, a haste do dispositivo de travamento com o encaixe do tambor,
e o cabo de aço poderá ser destravado

 Religar os contatos.


 Religar a chave geral.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 /LPLWDGRUGH9HORFLGDGH.5.

O limitador .5. tem as mesmas características do limitador 15porém, desarma a alavanca,


tanto na subida como na descida. Na descida, o KRK15 trava o cabo e aciona o freio VU. Aplicado
para qualquer velocidade a partir de 1,5m/s.

&RPSRQHQWHV

1. Alavanca 7. Graxeira
2. Lacre 8. Parafuso
3. Polia 9. Contato Elétrico
4. Pinhão 10. Peso Giratório
5. Engrenagem 11. Cabo
6. Garras
Lacre 2

10 Peso Giratório

4 Pinhão

11
7 Graxeira
Engrenagem 5

Polia 3

Alavanca 1 1 Alavanca

Parafuso 8 6
Garras

9 Contato Elétrico

)XQFLRQDPHQWR

O funcionamento do limitador de velocidade .5. é similar ao funcionamento do limitador de


velocidade 15 porém, ele possui um contato elétrico (9), que atua antes do travamento do cabo
(11).

Portanto, ele funciona em duas etapas:

• na SULPHLUD, desliga o contato, com 15% acima da velocidade nominal, tanto na descida
como na subida;

• na VHJXQGD, desarma a alavanca (1), a partir de 25 % acima da velocidade, travando o cabo


somente na descida, com conseqüente atuação do freio de segurança.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

9HULILFDomRGR/LPLWDGRU.5.

Consiste em uma inspeção visual, com periodicidade conforme a manutenção preventiva focada,
para identificar os defeitos mais freqüentes apresentados a seguir:
• Rompimento do lacre de segurança.
• Travamento de qualquer uma das peças de movimento (balanças, polia, etc).
• Excesso de folga no eixo ou deslocamento da polia principal.
• Travamento no pinhão central da engrenagem.
• Desgaste nas garras de travamento.
)LTXHDWHQWR
Substituir, integralmente, o limitador, se for detectado algum tipo de defeito,
durante a verificação.

6XEVWLWXLomRGR/LPLWDGRU.5.
)LTXHDWHQWR
Os procedimentos para substituição do limitador de velocidade KRK15 são os
mesmos utilizados para o limitador de velocidade NR1.

 0DQXWHQomRSHULyGLFDGROLPLWDGRU.5.

Se não for detectado nenhum tipo de defeito, realizar a regulagem e limpeza periódica:
 1R 3DVVRV
 Desligar o elevador, um pouco acima da primeira parada.

 Examinar o cabo. Ele não poderá arrastar nas garras ou fora do centro.
 Completar a graxeira e apertá-la, a fim de empurrar a graxa nova para
dentro do eixo.
 Limpar as engrenagens.
 Limpar e lubrificar nos pontos determinados (graxeira / óleo).
 Examinar, cuidadosamente, o lacre, pois o mesmo não poderá estar
rompido.
 Desligar a chave geral.

 Regular o parafuso que aciona a alavanca do contato, de modo a ficar


uma folga com a espessura de uma lâmina de serra, 0,75mm, entre o
contato e o parafuso.
 Religar a chave geral.


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7UHLQDPHQWR

.

 /LPLWDGRUGH9HORFLGDGH*%

1 Tampa do regulador
1 2 Adesivo de rotação dentro da

2
tampa
3 Número de Série de Fábrica
3
4
4 Ajuste da mola
5 Peso centrífugo
5
6 Lona de freio
7 Braço de desengate
6 8 Identificação do limitador
7 9 Placa base
8 10 Cabo do regulador com ranhura
9 normal
11 Diâmetro do furo 10 x 30 mm
10
12 Ranhura normal

11 13 Ranhura de teste
14 Adesivo de rotação dentro da
tampa
12
15 Vedação do regulador em ambos
13
os lados
14 16 Micro de segurança (KBV)
17 Travamento do polia
15 18 Braço de desengate
16 19 Material de fixação
17
$SOLFDo}HV
18 
19
Velocidade nominal 0,5 até 8,0 m/s
20
Aplicação Cabina / Contrapeso
21
Percurso de viagem ≤ 250 m

Diâmetro do cabo 8 ou 9,5 mm

Faixa de temperatura 5 a 40º C


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 )UHLRVGHVHJXUDQoD
 )UHLRGH6HJXUDQoD7

É o conjunto de articulações, composto de garras, para realizar a paralisação do elevador.

)XQFLRQDPHQWR

O freio de segurança T3 contém uma caixa de cunha para cada guia onde a cabina fica presa. No
caso de excesso de velocidade, o freio de segurança provoca uma parada instantânea, no sentido de
descida da cabina. A alavanca do freio é acionada pelo cabo do limitador de velocidade e as garras
se prendem às guias, suportando todo o peso da cabina.

&RPSRQHQWHV

1. Alavanca do cabo 2. Cunhas 3. Contato KJ 4.Mola

4
2


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

5HJXODJHPGR)UHLRGH6HJXUDQoD7

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Chamar o elevador para a primeira parada, colocando a cabina numa
posição, na qual o mecânico consiga trabalhar em pé, dentro do poço.
Tenha o máximo de atenção ao realizar esta etapa. Consulte o
procedimento de acesso ao poço e o utilize com responsabilidade.


Sua vida pode depender disto !!!
 Desligar os interruptores de emergência e os interruptores de conservação.
 Verificar a folga (1) existente entre a caixa de cunha (2) e a guia (3). Essa
folga deverá estar na espessura de uma lâmina de serra. Introduzir a
lâmina de serra na folga e conferir.
 Regular os tirantes, para que as cunhas estejam apoiadas nas arruelas
lisas.
 Manter uma pequena folga de 0,75 mm entre as forquilhas e as porcas

&RPSRQHQWHV
1. Folga 2. Caixa de cunha 3. Guia


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Regular o contato elétrico KJ (ou KF), localizado no freio de segurança, de


modo que haja desligamento elétrico, antes da ação das cunhas, deixando
uma folga com a espessura de uma lâmina de serra, entre o pino de
contato e a rampa.
 Puxar o cabo do limitador, com uma pequena força, e examinar o
desligamento elétrico do contato KJ. Verificar se as duas cunhas estão
agarrando ao mesmo tempo. Se isto não acontecer, verificar a regulagem
dos tirantes. Puxar as cunhas, colocando-as na posição normal.

 )UHLRGH6HJXUDQoD7FRP$PRUWHFHGRU37

É o freio de segurança comum, acrescido de um amortecedor 37, a óleo, ou seja, amortecedor


hidráulico, que tem a função de amenizar o impacto da cabina, no caso de excesso de velocidade no
sentido de descida.
O Freio de Segurança T3 com PT12 é utilizado em elevadores com velocidade até 1.75 m/s.
Cabe acrescentar que a velocidade nominal de 0.75 m/s é chamada de ação instantânea.

&RPSRQHQWHV

Amortecedor hidráulico Tirantes verticais Porcas Contato KJ2
Contato KJ3 Tirantes Horizontais

Contato KJ3 5 2 Tirantes verticais

4 Contato KJ2

3 Porcas

1
6 1 Amortecedor hidráulico

Tirantes Horizontais


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 5HJXODJHPGR)UHLRGH6HJXUDQoD7FRP
$PRUWHFHGRU37

3URFHGLPHQWRV

 1R 3DVVRV
 Verificar se a distância existente entre os tirantes verticais, que fixam o
amortecedor 37à cabina, mantém um mínimo de 350mm, da armação
do amortecedor 37para a armação da cabina. Caso contrário, deverá
ser feita à regulagem, ajustando as porcas dos tirantes verticais, subindo
ou descendo.
 Verificar a quantidade de óleo do pistão. Se estiver baixo, completar com o
óleo SAE 250.
 Regular o contato .-, para que haja uma distância de, aproximadamente,
50mm, entre a rampa e o contato.
 Vistoriar o contato .-, que tem relação direta com o nível de óleo, que
deve ser reposto, se for necessário.

 )UHLRGH6HJXUDQoD5)

Este freio de segurança contém elementos de travação, em forma de rolos (1). Esses rolos são
acomodados dentro de caixas (2), que são denominadas “gaiolas”.

Rolo
2
Gaiola 1


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Os elevadores que possuem este tipo de Freio de Segurança, têm sua
capacidade máxima para 8 passageiros.

)XQFLRQDPHQWR

O Freio de Segurança RF-1 é utilizado em elevadores de velocidade até 0.75 m/s, isto é, do tipo
instantâneo. É acionado por tirantes interligados a um sistema de alavancas, localizados no cabeçote
que fica na parte superior da cabina. O cabeçote abriga, também, dois contatos elétricos que são
acionados, tanto pela ação do limitador, como individualmente, se houver atuação de qualquer um
dos rolos do freio.

 5HJXODJHPGR)UHLRGH6HJXUDQoD5)

3URFHGLPHQWRV

 1R 3DVVRV
 Chamar o elevador para a primeira parada, colocando a cabina numa
posição onde o mecânico consiga trabalhar, em pé dentro do poço.
  Desligar os interruptores de emergência e o de conservação.
  Regular os rolos que deverão ficar suspensos dentro da gaiola, em média
1,5 mm.
 

)LTXHDWHQWR
Essa regulagem é feita na parte superior da cabina, ou seja, no final dos tirantes

  Verificar se a folga do freio RF1 é de 1,5 mm, de cada lado da guia, em


relação à gaiola. Caso contrário, a regulagem é feita na parte inferior da
cabina, centralizando a gaiola na guia
  Verificar se os rolos podem ser movimentados, livremente, dentro das suas
gaiolas.
  Fazer o teste manual de funcionamento que consiste em:
• pegar o cabo com as duas mãos e puxar, dando um tranco na
alavanca, onde está ligado o cabo do limitador e soltar o cabo, aos
poucos;
• observar os rolos, pois estes deverão permanecer presos entre a
superfície da guia e a parte inclinada do freio de segurança.
  Verificar se houve o desligamento dos dois contatos elétricos .) (1) e .)
(2).


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7UHLQDPHQWR

.

  Forçar os tirantes para baixo, para normalizar a posição dos rolos e dos
contatos elétricos. Subir a cabina, se necessário.
 

1
2
Contato KF Contato KF1

 )UHLRGH6HJXUDQoD*.:

O freio de segurança tipo GK1-W é de ação progressiva.


Este tipo é aplicado em substituição ao antigo freio de segurança, denominado PT12, abrangendo a
totalidade de sua faixa (de 1 m/s a 1,75 m/s no máximo).
As caixas de freio GK1-W são fornecidas com as tampas que cobrem as cunhas, lacradas pela
fábrica. No caso em que o lacre estiver violado, o freio não poderá ser colocado, mas deverá ser
substituído pela fábrica.

)LTXHDWHQWR
O controle do Freio GK1-W deve ser feito antes da sua colocação, conforme
indicações a seguir.
A distância entre as cunhas (1) totalmente arriadas, deverá apresentar a medida
de 2
a 4 mm (2) maior que a espessura das guias.
Exemplo →guias de 16 mm - distância livre entre as cunhas arriadas: 18 - 20
mm;
Se esta medida não estiver dentro dos valores acima indicados, os freios deverão
ser devolvidos à fábrica, que deverá fornecer novas caixas completas em
substituição.


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7UHLQDPHQWR

.

• &RPSRQHQWHV

1 – Cunhas Arriadas
2 – Folga para as guias

1 1

2 2

5HJXODJHPGRVWLUDQWHVGDVFXQKDV

)LTXHDWHQWR

Esta regulagem só poderá ser feita após a suspensão da cabina pelos cabos de
tração e o aperto de todos os parafusos das longarinas no quadro e no cabeçote,
no caso de primeira montagem ou substituição do equipamento.

 1R 3DVVRV
 Examinar o funcionamento das articulações do cabeçote. A mola de
retenção deverá manter a alavanca do cabo do limitador firme em seu
encosto.
  Regular o encosto (1), ajustando o parafuso (2) para permitir uma
movimentação de 33mm, na atuação da alavanca (3).


Page 62 - 131
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7UHLQDPHQWR

.

2 Parafuso

Encosto 1 3 Alavanca

  Colocar os tubos (1) de regulagem nos tirantes das cunhas (2), por meio
da contra-porca (3).
 

Porca 3

Tubo 1

Tirante 2

  Regular os tirantes, por meio dos tubos, de modo que todas as cunhas
fiquem com uma folga de 2 mm (1) da sua parte de encosto (2), nas caixas
de cunha.
 


Page 63 - 131
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7UHLQDPHQWR

.

• &RPSRQHQWHV

1 – Folga 2mm
2 – Encosto da Caixa

1 1

2
2

&RQWUROHGDUHJXODJHPGRVWLUDQWHV

• Puxar a alavanca do cabo do limitador, com um leve tranco.

• Soltar a alavanca aos poucos, e observar os 4 tirantes, que devem permanecer em cima.

• Verificar, se os dois contatos, um em cada lado, foram interrompidos.

• Retificar a regulagem dos tirantes, se eles não ficarem suspensos.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 )UHLRGH6HJXUDQoD*2*

O freio de segurança GO1 (antigo GO) - G11 (antigo G1) aplica-se geralmente, em elevadores com
velocidade a partir de 1,00 m/s, podendo ir até 8,00 m/s.

)XQFLRQDPHQWR

Este freio, como os outros, fica na parte inferior da cabina e tem a mesma função, ou seja, SDUDUD
FDELQDQDGHVFLGDTXDQGRDYHORFLGDGHQRPLQDOpH[FHGLGD. Com o excesso de velocidade o
limitador atua automaticamente e trava o cabo desde a casa de máquinas. Com o cabo travado, na
cabina são acionados a alavanca Z, os tirantes verticais, as pastilhas e os contatos elétricos. As
alavancas, embaixo da cabina, comprimem o pacote de molas-pratos, fazendo com que a cabina
tenha um pequeno deslize na parada, proporcional à velocidade nominal do elevador.

)LTXHDWHQWR

Os lacres são a segurança de que o freio está regulado e testado, portanto não
poderão estar rompidos.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Este freio uma vez regulado, lacrado e testado, dispensa outros ajustes. Contudo,
é necessário executar, periodicamente, os seguintes procedimentos:

• fazer a limpeza no freio com estopa e desengraxante atóxico;

• examinar o estado dos lacres (1), verificando se estão ou não rompidos;

• lubrificar, conforme manutenção, os pontos indicados na ilustração (2);

• examinar o corte dos contatos elétricos (3), que deverão estar desligados,
quando a alavanca Z for levantada de 20 a 25 mm.
• puxar a alavanca Z (4), manualmente, e controlar, se todas as pastilhas
(5) ou (cunhas) foram puxadas por igual, bem como a atuação (corte) dos
2 contatos (KF e KF1)

)LTXHDWHQWR

A alavanca “Z” é responsável pelo desligamento dos contatos KF e KF1


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3 3
2

2 1 5
5

6


 7HVWHGR)UHLRGH6HJXUDQoD**

O elevador deve estar em comando de revisão e sem carga na cabina.

Para realizar os procedimentos apresentados, a seguir, são necessárias 2 pessoas.

 1R 3DVVRV
 Passar o elevador para o comando de revisão.
 Amarrar os garfos em operador QKS6 ou a polia, quando QKS8/9.
 Viajar em baixa velocidade, no sentido de descida.

 Disparar o limitador de velocidade, manualmente, na casa de máquinas.


Page 66 - 131
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7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR

A parada da cabina deverá ser imediata.

 Manter pressionado o botão de descida.

)LTXHDWHQWR
A cabina não poderá se movimentar mais, pois o freio de segurança está
atuando.
Caso a cabina continue descendo, examinar se o limitador de velocidade está
devidamente travado.
Se o limitador de velocidade estiver travado, e a cabina não parar, significa que
existe defeito no freio de segurança.
Por isso, é necessário desligar o elevador e comunicar ao supervisor.

 5HWLUDGDGR(OHYDGRUGR)UHLRGH6HJXUDQoD

3URFHGLPHQWRV
1R 3DVVRV
 Desligar a chave geral.

 Destravar o limitador e religar o contato elétrico.
 Abrir o freio manualmente e girar o volante no sentido de subida.
 Após a cabina percorrer mais ou menos 300mm para cima, fechar o freio
imediatamente.
 Religar a chave geral.
 Examinar em cima da cabina a posição da alavanca “Z” que desliga os
contatos.

)LTXHDWHQWR

A alavanca “Z” que desliga os contatos 1­2 poderá estar abaixo das porcas dos
tirantes verticais (6)


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7UHLQDPHQWR

.

 Religar o elevador em comando normal.

 'LVWkQFLD$GHTXDGDHQWUHR&RQWUDSHVRHDV0RODV

'HROKRQDPDQXWHQomR
Devemos observar uma distância de 150 à 200mm entre o contrapeso e a mola
com a cabina nivelada no último pavimento superior.

Nos elevadores Smart esta distância deve ser mantida em 120mm.


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7UHLQDPHQWR

.

 2SHUDGRUHVGHSRUWDV

 2SHUDGRUGH3RUWD4.

É um dispositivo eletromecânico que comanda, automaticamente, a abertura e o fechamento das


portas da cabina, acionadas por correias e eletricamente por dois contatores: de fechamento e de
abertura. O motor trabalha tensionado por corrente elétrica, durante o funcionamento da cabina e é
desligado, quando o elevador é paralisado.

4 Operação automática
1RPHQFODWXUD . Porta da cabina
 Tipo de acionamento

&RPSRQHQWHV
Articulação
4 Motor Elétrico Contato KET-O
10 5
1 Correias Correias
1

Tirante 7
vertical

Contato KTC 8
Contato
KTC
8 2 Mola do
tirante
horizontal
Rampa
Móvel
PP

6 9
Contato
KSKB 3 Tirante horizontal


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)XQFLRQDPHQWR

O funcionamento desse operador de porta consiste, então, num tensionamento que permanece
durante todo o percurso do elevador, sendo somente desligado quando termina o trajeto a ser
percorrido pelo elevador, isto é, após a parada da cabina.

7LSRVGH5HJXODJHQVQR2SHUDGRUGH3RUWD4.

• Mecânica

• Elétrica

Operador de Portas QK8

O limite de fechamento do operador de portas QK8 é feito pela mola do tirante horizontal, que ficará
enforcada.
A regulagem mecânica e elétrica incidirá sobre o alinhamento e o tensionamento das polias com as
correias.

 0DQXWHQomR0HFkQLFDGR2SHUDGRU4.

A manutenção mecânica do Operador de Porta QK8 é necessária quando:

• no cumprimento de manutenção preventiva, caso seja detectada alguma irregularidade;


• ao se substituir algum dispositivo ou;
• pelo uso inadequado do equipamento.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Desligar o fio Q9 (10) para que a cabina 1­2 se movimente, evitando a
alimentação dos contatores de partida.

&RPSRQHQWHV
1 – Painel 8 – Mola do tirante horizontal
2 – Soleira 9 – Sapata inferior
3 – Suspensão 10 – Borneira
4 – Tirante vertical 11 – Contato KTC
5 – Parafuso 12 – Contato KET-O
6 – Braços 13 – Contato KSKB
7 – Polia de acionamento 14 – Motor elétrico

14
7 12 5

10 6 6
11

3 11

13 6
4 1

9 2


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Aprumar os painéis (1), entre si, e em relação à coluna da cabina. A folga
entre os painéis e as guarnições da entrada deverá ser de 7 a 9 mm, isto é,
igual tanto em cima quanto embaixo.
  Examinar a folga existente entre a soleira (2) e os painéis. Ela deverá ser
de 5mm.
  Verificar as sapatas inferiores (9), quanto ao seu desgaste.
  Verificar se as suspensões (3) estão correndo livres, detectando as
possíveis obstruções.
 
'HROKRQDPDQXWHQomR
Para se conseguir um bom funcionamento dos painéis, poderá ser,
eventualmente, necessário uma torção corretiva


 Verificar a existência de arruelas dentadas (D-D), nos dois lados das
chapas das suspensões.
  Soltar o tirante da rampa móvel (4) (vertical).
  Soltar os parafusos (5) que prendem os braços (6) e a polia de
acionamento (7).
  Girar, manualmente, a polia de acionamento, até que a mola (8) do tirante
horizontal esteja totalmente comprimida.
  Alinhar os braços, de modo que ultrapassem, cerca de 5 mm, o ponto
morto.
 
)LTXHDWHQWR

O braço fixado à polia deve passar pelo centro da mesma.

  Fixar os parafusos da polia de acionamento.


  Verificar se a folga é de, aproximadamente, 3 mm, entre o painel rápido
(parte dianteira da porta) e o batente da cabina.

)LTXHDWHQWR

Nos operadores antigos, o painel rápido (1) NÃO deve ultrapassar a coluna da
cabina em mais do que 15 mm. Entretanto, em nenhum caso, o painel rápido
deve encostar no batente


Page 72 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

1 2

  Regular a articulação da rampa móvel, de modo que o ângulo com a rampa
recolhida (1) seja o mesmo com a rampa arriada (2)
  Fechar a porta totalmente pelo próprio acionamento do motor e fixar o
tirante vertical móvel, deixando uma folga mínima na rampa.
  Verificar a tensão das correias, que NÃO deve ser excessiva, NEM deve
permitir o deslizamento do motor ou das polias de transmissão.
  Regular o anel do tirante horizontal, de modo que apareça uma folga de 30
mm (3) entre a arruela de borracha e o batente, quando a mola for
totalmente comprimida (porta fechada).

)LTXHDWHQWR
A regulagem do tirante horizontal é realizada quando:
• no cumprimento de manutenção programada, ou,
• houver necessidade da substituição de algum dispositivo;
• pelo uso incorreto do equipamento.

  Ajustar o contato .7& (11) com um sobrecurso de 2 mm.


Page 73 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR

Verificar o alinhamento dos dois elementos de contato.

  Ajustar o contato .(72 (12), de maneira que as portas parem rentes com
as colunas da cabina.
  Observar o desligamento do contato KSKB (13) com um obstáculo, com
uma força de 7kg.

)LTXHDWHQWR

Verificar a regulagem, apesar de pré-ajustado na fábrica.

  Religar o fio Q9 (10).


Page 74 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 2SHUDGRUGH3RUWD4.6

É um dispositivo eletromecânico que comanda, automaticamente, a abertura e o fechamento das


portas da cabina e dos pavimentos.

1RPHQFODWXUD
4 Operação automática
. Porta da cabina
6 Porta do andar
 Tipo de acionamento

&RPSRQHQWHV
1 – Arraste 6 – Contato KET-O
2 – Alavanca-batente 7 – Contato KBT2-O
3 – Articulação 8 – Contato KET-S
4 – Braços 9 – Borracha-batente
5 – Contatos KTC

Contato KET-O
6
7 Contato KBT2-O

Alavanca-batente
2

5
Contatos KTC
9
8 Contato KET-S
Borracha-
batente
4

Braços
Arraste 1 3
Articulação


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.



)XQFLRQDPHQWR

O operador de porta 4.6 é acionado por correia e eletricamente por dois contatores: de
fechamento e de abertura. O motor trabalha energizado, durante o funcionamento da cabina, e é
desligado, quando o elevador é paralisado.
O funcionamento desse dispositivo é bem parecido com o do 4., ou seja, o motor fica energizado,
durante toda a viagem do elevador, sendo somente desligado no final do percurso, com a abertura
da porta da cabina, após sua parada.

7LSRVGH5HJXODJHQVQR2SHUDGRUGH3RUWD4.6

• Mecânica

• Elétrica

 0DQXWHQomRPHFkQLFDGR4.6
A Regulagem Mecânica do Operador QKS8 é necessária quando:
• sempre que se substituir algum dispositivo;
• quando se está cumprindo a manutenção programada, ou,
• quando ocorre a utilização inadequada do equipamento

)LTXHDWHQWR

As etapas para a regulagem mecânica do operador QKS8 são idênticas às da


regulagem do QK8, com pequenas variações.


Page 76 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

• &RPSRQHQWHV

1 – Arraste 1
3
2 – Parafusos
3 – Braços
4 – Painel rápido
5 – Articulação 

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Ligar o elevador em comando de revisão.
 Soltar a articulação (5) do arraste (1) (soltar o parafuso da alavanca
batente(2)), antes de fazer a regulagem dos braços (3).
 Regular os braços de tal maneira, que o painel rápido (4) tenha um
movimento de recuo de , aproximadamente, 1 mm, após a porta fechada.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Os braços deverão ultrapassar o “ponto morto”,
e a rampa da polia de acionamento deverá estar encostada no seu batente


Page 77 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Para obter essa regulagem, haverá, eventualmente, necessidade de:

deslocar o operador de porta, soltando os 4 parafusos frontais, logo acima da


régua “J” (peça por onde passa os roletes da suspensão).

afrouxar, depois, os dois parafusos de fixação no teto da cabina, podendo-se,


desta maneira, deslocar o operador no sentido desejado, tendo sempre cuidado
de mantê-lo em prumo;

reapertar, primeiro, os dois parafusos de cima, assim que o operador estiver no


lugar desejado;

apertar, a seguir, também, os parafusos frontais.

 Fixar o parafuso da articulação do arraste na alavanca batente.

10/12 52/55 7
8 9 8
25

'HROKRQDPDQXWHQomR

As rampas de arraste devem proporcionar uma medida entre 52 e 55 , com a


porta totalmente fechada, e entre o lado fixo e móvel devemos proporcionar uma
medida de 7mm (móvel) e 10 a 12mm (fixo) respectivamente.


Page 78 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0DQXWHQomRHOpWULFDGR4.6

A manutenção elétrica do operador de portas QKS8 é necessária quando:


• ao se substituir algum dispositivo;
• quando se está cumprindo a manutenção programada, ou,
• quando ocorre a utilização inadequada do equipamento.

• &RPSRQHQWHV

A – Batente
1 – Contato KET-O
 
2 – Contato KET2-O
3 – KET-S



Vista por A


3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVR
 Regular o contato elétrico .(72 (1), que limita a abertura da porta.
 Regular o contato elétrico .(72 (2) que fecha o contato .6.% em curto
(localizado no dispositivo de sobrecarga na porta da cabina), durante os
primeiros movimentos de fechamento da porta. Este contato é regulado na
fábrica, mas deverá, mesmo assim, ser controlado.
 Regular o contato .(76 (3) que é o limite do fechamento do operador de
porta, somente quando a porta é fechada sem a influência de chamada. A
regulagem deste contato deverá ser feita, de modo que proporcione o
corte, suficientemente, a tempo, para não causar desacoplamento das
rampas de arraste. Isto significa que a porta externa não chega a ser
travada.
 Ajustar o contato .7&, com um sobrecurso de 2mm.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR

Verificar o alinhamento dos dois elementos de contato.

 Ajustar .6.%. O contato desligará com um obstáculo, com uma força de 7


kg.

)LTXHDWHQWR

Apesar de pré-ajustado na fábrica, é necessário verificar a regulagem do KSKB.

 2SHUDGRUGH3RUWD4.6

O operador de portas QKS9 é um sistema de acionamento automático e simultâneo para as portas


da cabina e dos pavimentos, aplicado em portas com abertura de 800 até 2400mm, sendo um
produto derivado do operador de portas QKS6B.

Acionado por polias e correias através de um motor com enrolamento para 220/380Vca e um
enrolamento de 80Vcc que serve para reduzir a velocidade, no final do fechamento e início e final da
abertura, garantindo uma operação veloz, suave e segura.

O sistema de acoplamento (arraste) permite a pré-abertura de portas na chegada do elevador ao


nível de andar, conseguindo, assim, ganhar tempo.

Estas características fazem com que este operador seja aplicado, principalmente, em elevadores de
prédio de médio e alto tráfego, como edifícios comerciais, hotéis, hospitais e edifícios residenciais de
tráfego intenso.


Page 80 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

A nomenclatura deste operador de portas é apresentada a seguir.

4 Operação automática
. Porta de cabina
6 Porta de andar
 Tipo de acionamento

)XQFLRQDPHQWR

Durante as operações de abertura e fechamento das portas, o motor do operador (MT) é alimentado
em seu enrolamento principal com tensão alternada de 220/380Vca; para diminuir a velocidade no
início e final da abertura e no final do fechamento, o enrolamento BIT é alimentado com tensão
contínua de 80Vcc variável através de resistores (WVT, WBT) e contatos (KBT2-O, KBT-O e KBT-S).

Durante a viagem o motor do operador fica desligado e a manutenção da condição de portas


fechadas é conseguido com a utilização de um freio magnético (MGH) acoplado ao eixo do motor.

Quando da utilização com abertura central, cada porta possuíra o seu próprio arraste e trinco.

O motor possui um contato térmico (KTHMHT) que em caso de atuação não permite o fechamento
das portas de cabina.
)LTXHDWHQWR
A polia-manivela ficará na posição horizontal com a porta fechada.

O arraste com a porta fechada deve medir 80mm.

Os rolos do fecho devem ficar a 10mm do arraste no lado fixo e 8mm no lado
móvel, quando a porta estiver fechada.

32/,$0$1,9(/$$55$67(



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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0DQXWHQomRPHFkQLFDGR4.6
'HROKRQDPDQXWHQomR
Eliminar o excesso de folga entre a cabina e as guias.
Controlar, também, a existência de uma folga de, no máximo, 28 mm e, no
mínimo, 22 mm, entre a soleira da cabina e a soleira dos pavimentos.
Verificar se o alinhamento das guias

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Passar o elevador para comando de revisão.
  Viajar o percurso, em baixa velocidade, procurando um ponto onde as
guias sejam mais fechadas.
  Ajustar a folga no ponto mais fechado, em torno de 1mm.
 

'HROKRQDPDQXWHQomR

O excesso de folga entre a cabina e a guia poderá causar problemas para


travamento e destravamento do arraste com o fecho do pavimento.

  Desenergizar o operador através da chave JRET.


  Controlar o movimento livre dos painéis (folhas) dentro da calha “J” do
operador.
 


Page 82 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

0DQXWHQomR3UHYHQWLYD
'HROKRQDPDQXWHQomR

Remover qualquer VXMHLUDQDFDOKD³-´, limpar com estopa e desengraxante.


Evitar a lubrificação nas roldanas.
Conferir o prumo dos painéis.
Manter os painéis suspensos 4mm, em relação à soleira
Conferir o aperto dos parafusos (A) das suspensões, mantendo uma arruela
dentada de cada lado.

&DOKD³-´

$

'HROKRQDPDQXWHQomR
Manter uma folga de 1 a 2 mm entre os painéis, em operadores de abertura
central, ou entre o painel e o batente da cabina, em operadores de abertura
telescópica (quando as portas estiverem fechadas).
Tensionar as três correias (1) da polia de manivela, mediante a chapa (2)
localizada entre o eixo (3) da polia intermediária (4) e o suporte desta. Esta chapa
é utilizada como uma alavanca (chave). Porém antes, devemos soltar a porca (5)
de fixação do eixo da polia intermediária


Page 83 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.










'HROKRQDPDQXWHQomR

Tensionar, também, a correia da polia intermediária (1), através do parafuso com


borrachas (2) do suporte do motor de porta. Verificar o alinhamento das polias.

)UHLR0*+






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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Lubrificar, com óleo nº 2, todos os eixos de movimento.
Afastar os contatos KTC , KMT-A (1), KBT2-0 (2), o suficiente para evitar que os
mesmos não se danifiquem durante a regulagem.

2
1

6
3

'HROKRQDPDQXWHQomR

Fechar a porta manualmente pela polia intermediária e comprimir a mola do


tirante horizontal (3) com a polia de manivela, até que a mola sirva como encosto.
Neste momento, a polia de manivela terá que ficar ultrapassando em 3 mm (4) o
ponto horizontal (5) (ponto morto). Isto se consegue, regulando o aperto da porca
“<´(6). Na porca (7) regula-se a subida da régua “D” (8) ou alavanca de
acionamento (9).


Page 85 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR

Manivela no ponto morto, até conseguir que o (s) arraste (s) fique (m) com uma
medida externa de 80 mm (2).

2 2


Page 86 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Regular o cabo da barra ATL, em cabinas antigas, de modo que tenha uma folga
de 4 mm, com a porta fechada.
Controlar a polia com a porta fechada (polia de manivela no ponto morto) para
que:
o contato KTC (contato de porta de cabina) fique com um sobrecurso de 3mm;

'HROKRQDPDQXWHQomR

o contato KBT2-O (contato de frenagem no início da abertura) fique com 6mm de


distância da chapa de acionamento;

'HROKRQDPDQXWHQomR

regular o contato KMT-A (contato que desliga o motor do operador de porta no


fechamento) de forma que a polia manivela pare no ponto morto.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Verificar abrindo a porta, se os contatos
KBT-O, KET-O e KBT2-O 1­2estão
enforcados.
Acionar o contato KSPT no final da
abertura do arraste, com cabina fora do
nível do pavimento (arraste fora do
fecho).

 0DQXWHQomRHOpWULFDGR4.6

3ULQFLSDLVFRQWDWRVHOpWULFRV

0*+
.%76 .%72 .%72

.(76 .(72 .07$


.7&


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

Na regulagem elétrica, constatam-se defeitos, cuja solução depende do conhecimento da


nomenclatura e esquema elétrico do Operador de Portas QKS9, apresentados, respectivamente, a
seguir:

3ULQFLSDLVFRQWDWRVHOpWULFRVGR2SHUDGRU4.6HVXDVIXQo}HV

.%76 Contato para frenagem no final do fechamento

.(76 Contato de limite de porta fechada em repouso

.76 Contato de porta de pavimento

.7& Contato de porta de cabina

.07$ Contato do motor de porta desligado (porta fechada)

.(72 Contato de porta de cabina aberta

.%72 Contato para frenagem no final da abertura.

.%72 Contato para frenagem inicial na abertura.

.7/ Contato da barra de segurança

.6.% Contato limitador de força da porta

.637 Contato de bloqueio da abertura da porta (localizado no interior do arraste)

.7+07 Contato térmico do motor da porta

-5(7 Interruptor para desligar o freio de retenção e/ou o operador

07 Motor de porta

%,7 Enrolamento do motor para corrente de frenagem 80 Vcc

0*+ Freio de retenção

:%7 Resistência para frenagem da porta

:97 Resistência para regulagem da velocidade da porta

'%,7 Diodo para o BIT

':97 Diodo para resistência da velocidade da porta

':97 Diodo para resistência da velocidade da porta

537+ Fotocélula ou cortina luminosa


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Após a regulagem do Operador de portas QKS9, é necessária a regulagem
das Portas de Pavimento, para o correto acoplamento do operador com as
mesmas.
 Aprumar os painéis (1º e 2º).

3 3

1º 2º

 Regular as suspensões (3), mantendo os painéis suspensos 4 mm em


relação à soleira.

 Manter uma folga de 8mm entre painéis, no caso de abertura telescópica.

 Eliminar toda a sujeira da calha “J” e observar o movimento livre dos


painéis.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

&DOKD³-´

)LTXHDWHQWR

Verificar a ligação-terra .








 Regular o trinco de travamento (1) até que a ponta fique encostada na


borracha batente (2) na parte superior da caixa do contrato.
 Regular o trinco, deixando (3) uma folga de 2 a 3 mm, no sentido
horizontal, quando a porta estiver totalmente fechada (no batente)
 Controlar o sobrecurso da ponte do contato (KTS) (4), regulando-o para 2
mm.
 Com a porta de pavimento destravada, ajustar a distância máxima entre os
rolos para 106mm.


Page 91 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Deslocar o fecho do pavimento para que, com a cabina nivelada, a porta
fechada e a polia de manivela no ponto morto, o rolo fixo (1) do fecho fique
a 10 mm do arraste (2) e o móvel (3) a 8 mm.

98
8 80 10

2
898
25

3
4 1

 Regular os rolos de fecho do pavimento para avançar para dentro do


arraste em 9 mm.
 Controlar o prumo do arraste no ponto A (4).
 Examinar o funcionamento da alavanca diagonal, no caso de portas com
abertura telescópica.


Page 92 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Verificar a posição da mola de torção (1), se ela quebrar, para que 1­2 haja
inversão da ponta curta (2) e da porta longa (3) da mola.
Verificar o posicionamento da barra diagonal de transmissão (4) na colocação da
mola de torção e, se necessário, retirar ou colocar calços (5).

 Examinar se os pesos, no caso das portas em abertura central, estão livres
e sem ruídos.
 Regular os demais pavimentos até o final:
• lubrificando os rolos de desvio da corda de “nylon” (1) (em portas
de abertura central (2), aberta (3) ou trancada (4), de sustentação
dos pesos (5));
• examinando o contato KTS (6) e o fecho do pavimento (7).


Page 93 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

2 4

1
3 6

7
5

 Em caso de portas de abertura telescópica :


• lubrificando, na porta de abertura telescópica , a alavanca diagonal,
nos seus pontos de apoio e
• examinando o contato KTS e o fecho de pavimento.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 3RUWDVGHSDYLPHQWR
No campo profissional, as portas para pavimentos são alvo de constante cuidado, pela segurança da
utilização que devem oferecer ao usuário.
É um componente localizado em cada andar, permitindo o acesso à cabina do elevador.

Na maioria das localidades, é o item "campeão" de índices de chamados"...Lembre-se: isto é


motivo de insatisfação de nosso cliente.

Por isto, dedique tempo e atenção nesta etapa, durante sua manutenção preventiva...

)LTXHDWHQWR

As portas do elevador estão localizadas em cada andar (pavimento) e servem


para proteger o usuário, evitando-se o seu acesso indevido.

7LSRVGH3RUWDVSDUD3DYLPHQWRV

As portas para pavimentos podem ser de dois tipos principais:

• De Acionamento Manual de Eixo Vertical

• Automática

Porta Automática

'LFDGH$WLWXGH

Este é um local onde sua atividade terá um contato direto com o cliente, já que
estamos falando do pavimento.
Assim, mantenha o ambiente organizado e limpo, como reflexo de um bom
trabalho e de segurança.
Fique atento para que ninguém se aproxime e avise o que está ocorrendo.


Page 95 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 3RUWD0DQXDOGH(L[R9HUWLFDO FRPGREUDGLoDV 


É a porta de pavimento, acionada manualmente, cuja movimentação é feita em torno de um eixo
vertical. É similar a uma porta residencial.

&RPSRQHQWHV

Os componentes da porta manual de eixo vertical são:

• Mola TS;

• Ditador;

• Fecho da Porta.

)XQFLRQDPHQWR

• As portas de eixo vertical são mantidas WUDYDGDV por um IHFKRHOHWURPHFkQLFR (1).


• O fecho da porta é GHVWUDYDGR por uma UDPSDPyYHO (2), localizada na cabina, quando esta
faz uma parada, em atendimento a uma chamada.
• A rampa móvel é recolhida e o fecho trava a porta, no momento da partida da
• cabina.

1 – Fecho Eletromecânico
2 – Rampa Móvel

2 1



• Cada fecho é controlado por dois contatos, um para indicar a porta fechada e outro, para
porta travada. Estes dois contatos, por fecho, fazem parte do circuito de segurança.
• Este tipo de porta é, geralmente, encontrado em elevadores menores, prédios residenciais,
pequenos prédios de escritórios e hotéis pequenos (até médios).
• A porta da cabina é sempre automática.


Page 96 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0ROD76

A mola TS é o componente localizado no interior da porta, com o objetivo de fazer o fechamento


inicial da mesma, com uma pressão que será determinada pelo parafuso de regulagem (2).







 1 2


$MXVWHGD0ROD76

Quando houver pressão exagerada ou falta de pressão no fechamento da porta do andar, verificada
pelo manuseio faz-se o ajuste da mola TS, afrouxando ou apertando o parafuso de ajuste, conforme
procedimento a seguir:
 1R 3DVVRV
 Retirar a mola da porta.
 Lubrificar a mola
 Colocar o contrapino ou cupilha no furo determinado para cada tipo de
porta.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Para porta de 700 mm, colocar cupilha no 7º furo.
Para porta de 800 mm, colocar cupilha no 8º furo.

 Recolocar a mola no lugar.


 Proceder, se necessário, à regulagem no parafuso de tensionamento ou de
ajuste.


Page 97 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 'LWDGRU

É um amortecedor hidráulico, localizado na parte superior das portas dos andares. Sua função é
diminuir o impacto do fechamento final da porta, de forma bem suave.

&RPSRQHQWHV

1 Caixa superior
2 Rolo
3 Alavanca
4 Tampa da regulagem

Rolo
2 1 Caixa superior

Alavanca
3 4 Tampa da regulagem

Inserir ou retirar
arruelas lisas para
regulagem de altura
do ditador


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

$MXVWHGR'LWDGRU

Quando a porta fechar, ocorrendo batida exagerada, há necessidade de ajustar o ditador, conforme
passos a seguir:
 1R 3DVVRV
 Verificar se o ditador está sujeito a esforços anormais, provocados pela
pressão excessiva da mola TS.
 Examinar se a alavanca do ditador está encostada no batente, quando a
porta for aberta lentamente.
 Controlar a folga entre o rolo do ditador e a caixa superior colocada no
marco. O rolo do ditador deverá, no mínimo, tocar de leve na caixa.

)LTXHDWHQWR

Qualquer diferença excessiva deverá ser compensada com o ajuste da altura.


NÃO pode haver uma folga maior que 0,5 mm (espessura de uma folha de papel)
entre a caixa superior do marco do andar e o rolo do ditador.

 Apertar o parafuso de regulagem, dentro do orifício. A ação do ditador será


mais lenta e, ao soltar o parafuso, a porta tenderá a bater. Se o resultado
não for positivo, o ditador deverá ser substituído.



























Page 99 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 )HFKRGD3RUWD0DQXDO

O fecho é o componente da porta, que faz o seu travamento ou destravamento.

7LSRV

A porta de eixo vertical possui vários fechos:

• ZEI

• HEI

• EVR

O mais usado é o fecho eletromecânico, EVR, composto de quatro contatos KVS, situados dentro de
uma caixa de plástico, onde são abertas pelo acionamento do fecho no destravamento da porta.

)LTXHDWHQWR

Há um orifício na porta, que permite uma folga de, no máximo, 5 milímetros,


quando trancada pelo ferrolho.O ferrolho deve ser limpo periodicamente, só
lubrificar se for necessário.


Page 100 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

$MXVWHGR)HFKRGD3RUWD
É realizado quando a porta não abre. Procede-se conforme passos apresentados a seguir:

1R 3DVVRV
 Passar o elevador para o comando de revisão.


 Abrir, limpar e lubrificar os fechos de andar.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Fazer a lubrificação no eixo do rolo da alavanca do fecho, com óleo fino.

 Nivelar a cabina no andar.


 Abrir a porta da cabina com a mão e verificar a entrada da rampa móvel no
rolo do fecho.

'HROKRQDPDQXWHQomR
O rolo deverá ficar totalmente sobre a rampa móvel.

 Eliminar excessos de folgas nas sapatas de guia da cabina.


 Regular a alavanca do fecho, de maneira a proporcionar um faceamento
do ferrolho na face do marco, com a porta da cabina aberta.
 Fechar a porta da cabina com a mão e verificar se o rolo da alavanca do
fecho está totalmente livre da rampa móvel, e com uma folga de, no
mínimo, 5 mm.
 Passar o elevador para o comando normal.

 Fazer várias paradas e observar o funcionamento.


Isto garante que o elevador ficará funcionando e eventuais chamados não
serão gerados desnecessariamente.


Page 101 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

7HVWHGH)XQFLRQDPHQWRGD3RUWD0DQXDOGH(L[R9HUWLFDO
É realizado quando a porta apresenta algum tipo de irregularidade, procedendo-se conforme passos
a seguir:
 1R 3DVVRV
 Verificar a folga do orifício na porta, que não poderá ser superior a 5 mm,
quando trancada pelo ferrolho do fecho da porta.
 Examinar a ação do ditador, abrindo e fechando a porta, verificando o seu
fechamento final
 Examinar na partida da cabina, quanto à folga de 5 mm no orifício da porta.
O contato KS, localizado na porta do pavimento, não deverá sofrer
interrupções quando a porta for puxada.
 Fechar a porta do andar, lentamente, até o ponto no qual se fecha a porta
da cabina. A cabina não partirá, pois o ferrolho não se encaixará no orifício
da porta.
 Soltar, lentamente, a porta. Ela deverá encostar no batente, sem qualquer
ajuda. O travamento da porta ocorrerá, pois, normalmente, o ferrolho
entrará produzindo um estalo característico.
 Fazer uma chamada, movimentando a cabina até algum pavimento.
Pressionar a porta no sentido de fechar. O ferrolho deverá encaixar na
porta. Caso não ocorra, deverá ser feita a regulagem da porta.
 Verificar se tem borracha batente nas portas


5HJXODJHPGD3RUWD0DQXDOGH(L[R9HUWLFDO

3URFHGLPHQWRV
 1R 3DVVRV
 Desempenar a porta, utilizando ferramentas específicas de acordo com a
necessidade.

  Suspender ou arriar a porta, colocando ou retirando calços dos pinos da


porta.

 



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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 3RUWDV$XWRPiWLFDV
São portas comandadas pelos componentes da porta da cabina.

&RPSRQHQWHV

• Operador

• Contatos (KTS e KTC)

• Arraste

7LSRV
Há dois tipos de portas automáticas:
'H$EHUWXUD&HQWUDO 'H$EHUWXUD/DWHUDORX
7HOHVFySLFD




3RUWD$XWRPiWLFDGH$EHUWXUD&HQWUDO

É a porta cuja abertura começa do centro para as laterais.

)XQFLRQDPHQWR

Antes da partida da cabina, as portas são fechadas por um RSHUDGRUGHSRUWDV, colocado em cima
da cabina. Este operador possui um dispositivo de acoplamento DUUDVWH  que aciona o fecho da
porta do pavimento, resultando no travamento da mesma.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

Após o fechamento, é travada a porta do pavimento. Este travamento é controlado por um contato
elétrico (KTS), integrante do circuito de segurança.

Na porta da cabina, há, também, um contato elétrico (KTC) para controlar o seu fechamento.
Somente após o fechamento de ambas as portas, é fechado todo o circuito de segurança,
provocando o movimento da cabina. Chegando ao destino, ocorre a abertura simultânea de ambas
as portas.
)LTXHDWHQWR

Os componentes de travamento/destravamento e o contato elétrico KTS são


duplos.

3RUWD$XWRPiWLFDGH$EHUWXUD/DWHUDO 7HOHVFySLFD )

É a porta cuja abertura começa de uma extremidade para a outra, isto é,


ela poderá ser aberta totalmente para a direita, ou para a esquerda.

)XQFLRQDPHQWR
Antes da partida da cabina, as portas são fechadas pelo RSHUDGRUGHSRUWDV, colocado em cima da
cabina. Este possui o dispositivo de acoplamento (arraste), que aciona o fecho da porta ao
pavimento, resultando no travamento da mesma.
Após o fechamento, é travada a porta do pavimento. Este travamento é controlado pelo contato
elétrico KTS, integrante do circuito de segurança.
Na porta da cabina, há, também, o contato elétrico KTC, para controlar o seu fechamento.

)LTXHDWHQWR
Características de Funcionamento das Portas Automáticas
As portas de pavimentos, do tipo automáticas, são acopladas à porta da cabina e
movimentam-se, simultaneamente, na respectiva parada.

As portas automáticas simultâneas podem ser de abertura lateral ou central, de


dois ou mais painéis, de acordo com o espaço disponível.

Se o fechamento das portas automáticas for obstruído por pessoas ou objetos,


ocorrerá a reversão do movimento. Os elementos de proteção são barras de
segurança, fotocélulas ou contatos de sobrecarga. Todas as portas são providas
de um dispositivo de abertura de emergência.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0DQXWHQomRGDV3RUWDV$XWRPiWLFDV

Quando as portas automáticas estão fora de prumo ou arriadas, deve-se adotar os procedimentos a
seguir. Os procedimentos são os mesmos tanto para Porta de Abertura Central como para portas de
Abertura Lateral, também chamadas de Portas Telescópicas.
 1R 3DVVRV
 Aprumar e ajustar as portas, de modo que se fechem totalmente alinhadas.
Caso isso não ocorra, ajustar na suspensão.
 Verificar o fechamento, soltando as portas aos poucos e observando os
últimos 30 mm, quando a lingüeta do fecho estiver apoiada na peça fixa do
engate. Caso isso não ocorra, ajustar o contato ou o trinco.
 Regular o acoplamento do arraste e fechos. A regulagem é feita com o
elevador funcionando em comando de revisão. A medida entre as rampas
do arraste e os rolos do fecho é de 10 a 12 mm do lado fixo, e de 7 mm, do
lado móvel.

)LTXHDWHQWR

O fecho é composto de rolos de nylon que não devem avançar mais de 1 mm, em
relação ao arraste, para não bater na soleira.

 Ligar o elevador para comando normal e fazer paradas em todos os


andares, verificando o funcionamento de cada parte.
 Diminuir a velocidade da porta da cabina, se necessário. Esta regulagem
poderá ser feita pela lona de freio localizada na polia do motor da porta.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 3RUWDGH3DYLPHQWR7

&RPSRQHQWHV

3LQRGREDWHGRUGR
SDLQHOUiSLGR 3LQRGREDWHGRU
GRSDLQHOOHQWR
&RUGmR
5pJXDGH
DOXPtQLR

3DUDIXVRV
GHIL[DomR
%RUUDFKD GDSRUWD
%DWHQWH

%DWHQWHGH
DEHUWXUD

%DWHQWHGH
IHFKDPHQWR

3DLQHO 3DLQHO
UiSLGR OHQWR

%RUUDFKD
&RPSOHPHQWR
%DWHQWH
GHVROHLUD

7DSDYLVWD /LPLWHGHFXUVR

7LUDQWHGR
WDSDYLVWD


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.



 0DQXWHQomRGD7

)LTXHDWHQWR

Para que o ajuste da porta seja feito, é necessário que o conjunto batente esteja
corretamente fixado, alinhado e no esquadro.



3DLQHOGDSRUWDUiSLGD
 1R 3DVVRV
 Retire os cordões de movimentação dos painéis da porta (forçador e
arraste).
 Feche a porta manualmente
 Alinhe o prumo do painel da porta rápida com o batente no lado do
fechamento.

 Se o painel não estiver corretamente alinhado, folgue os parafusos de


fixação do painel que o prende no carro (chave de boca/estrela/canhão 13
mm) ajustando seu posicionamento como mostrado na figura ao lado. Após
isto, aperte os parafusos firmemente, evitando desta forma, que o painel
venha a se desregular.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3$5$)862
&20)852
2%/21*2 3$5$)862
&20)852
),;2

)LTXHDWHQWR

A altura ideal é obtida subindo totalmente o painel da porta e em seguida


realizando o prumo.

3DLQHOGDSRUWDOHQWD
 1R 3DVVRV
 Abra manualmente a porta, verifique o alinhamento do painel da porta lenta
tendo como referência o painel da porta rápida.
 Caso seja necessário, ajustar o painel da porta lenta seguindo o mesmo
procedimento utilizado no painel rápido.

$OLQKDPHQWRGRVSDLQpLVFRPDSRUWDDEHUWD
 1R 3DVVRV
 Folgue os três parafusos (A1, A2 e A3) da figura abaixo FKDYHGH
ERFDHVWUHODFDQKmRGHPP de modo que a régua possa girar sobre o
parafuso (A1). Se for possível movimentar a régua soltando apenas os
parafusos A2 e A3, não será necessário soltar o parafuso A1, pois nesse
parafuso não existe furo oblongo.
 Alinhe o prumo dos painéis com o batente de abertura. Inclinando a régua
no sentido da seta 4, os painéis inclinarão como indicado pela seta 5.
 Quando estiverem alinhados corretamente, aperte os três parafusos (A1,
A2 e A3) firmemente.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR
Abra manualmente a porta, e verifique o alinhamento em relação ao batente lado
abertura. Caso ocorra algum desalinhamento, repita os procedimentos 1.1, 1.2 e
1.3.
Em alguns casos será preciso dividir o erro do alinhamento entre batente de
abertura e fechamento.

&RUG}HVHVWRSGHVHJXUDQoD

3RVLFLRQDPHQWRGRFRUGmRGHDUUDVWH
 1R 3DVVRV
 Reinstale o cordão de arraste da porta.
 Certifique-se de que o cordão esteja fixo firmemente nas extremidades.

 Com a porta aberta, deve-se facear os painéis da porta rápida e lenta entre
si e com o batente de abertura.


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7UHLQDPHQWR

.

)LTXHDWHQWR

O cordão de arraste tem que ficar sem folga, porém se ficar muito tensionado,
ocasionará ruído nas roldanas do cordão de arraste.

 Após o faceamento, aperte o parafuso com a FKDYHGHERFDHVWUHOD


FDQKmRGHPP para fixar o cordão de arraste, se o cordão escapar, dar
uma volta em torno do parafuso.

 O ajuste do tensionamento do cordão de arraste poderá ser feito através


das roldanas (chave de boca/estrela 13 mm).
Se o cordão escapar:
Pode-se dar uma volta com o cordão sobre o parafuso

5ROGDQD


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7UHLQDPHQWR

.

 3RVLFLRQDPHQWRGRFRUGmRGRIRUoDGRU
Na seqüência deve ser colocado o cordão do forçador que força o
fechamento da porta. A mola deve fechar a porta, quando aberta
manualmente, em qualquer condição e/ou posição que a porta estiver.
 $MXVWHGRSDUDIXVRGRVWRSGHVHJXUDQoDGRSDLQHOUiSLGR
Este ajuste deve ser feito com a porta fechada. Ajuste o parafuso para
obter uma medida de 2 mm, se necessário, pois esta regulagem é
proveniente da fábrica.
Trave a contra porca (chave de boca 13mm). Este parafuso evita que a
porta saia da posição caso sofra esforço para cima.

Parafuso

PP

 $MXVWHGRSDUDIXVRGRVWRSGHVHJXUDQoDGRSDLQHOOHQWR YHUWLFDO 
1. Este ajuste deverá ser efetuado com a porta fechada. Ajuste o parafuso
para obter uma medida de 0,2mm se necessário, pois esta regulagem é
proveniente de fábrica.
2. Trave o parafuso (chave de boca/estrela 10mm). Este parafuso evita que
a porta saia de posição caso sofra esforço para cima.

3DUDIXVR

PP


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 $MXVWHGRSDUDIXVRGRVWRSGHVHJXUDQoDGRSDLQHOOHQWRGDSRUWD
KRUL]RQWDO 
Verifique se o parafuso está no máximo a 10 mm afastado da sustentação
no ponto da fixação conforme figura. Caso não esteja, corrigir (com chave
boca/estrela 13 mm).
Esse parafuso determina o limite máximo de abertura da porta. Neste
momento, é importante regular o limite de curso na soleira da porta, com
essa mesma distancia de 10mm.

3DUDIXVR

Máximo 10mm

 $MXVWHGRSDUDIXVRGRVWRSDGLFLRQDO
Com a porta fechada, verifique que entre o painel rápido e as borrachas
batente deve existir uma folga de 1 a 2 mm, com o parafuso do stop
adicional de borracha, ligeiramente encostado na roldana do painel rápido.

)ROJDGHDPP


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7UHLQDPHQWR

.

 7ULQFRHFRQWDWR.76

$MXVWHGR7ULQFR ' DODYDQFDGRWULQFR 
Posicione o parafuso (C), centralizando-o em seu entalhe (chave de boca/estrela 10mm).
Folgando os parafusos (B) FKDYHGHERFDHVWUHODGHPP é possível posicionar a armação do
trinco (E) de modo que os parafusos (B) fiquem em uma posição central em seus oblongos.

3RVLFLRQDPHQWRGRFRQWDWR.76
 1R 3DVVRV
 Folgue os parafusos (G) FKDYHGHERFDHVWUHODGHPP soltando a
base do contato (A).
 Posicionar a base do contato (A) de modo a encostar os contatos (H) na
ponte de contato (I), representando o início do contato elétrico e um
afastamento de 2 a 3 mm entre a base (A) e a alavanca do trinco (D).
 A partir deste ponto abaixar a base de contato de modo a comprimir a mola
da ponte de contato (I) que deve ficar entre 2 a 3 mm.
Nesta situação a alavanca do trinco deverá estar avançada na trava da
base em aproximadamente 7mm.

, * + %

$
7 mm ±1

I
(

&

2 a 3 mm

'



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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 $MXVWHILQRGDSRQWHGHFRQWDWRFRPDSRUWDWUDYDGD
Uma vez que o conjunto esteja ajustado corretamente, feche a porta
manualmente até que esteja travada. Posicione a ponte de contato de
modo a comprimir a mola em 2 a 3 mm de pressão no contato. Essa
regulagem pode ser feita através dos parafusos Philips que fixam a ponte
de contatos.

Durante a abertura da porta, a ponte de contato não deve raspar no


protetor plástico do contato KTS.

Para acessar as ligações do contato KTS, deve-se retirar o protetor


plástico dos contatos KTS, utilizando uma chave terminal e exercendo
ligeira pressão na trava de plástico para dentro e forçando o protetor para
baixo.
2 a 3 mm


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7UHLQDPHQWR

.


 3RVLFLRQDPHQWRGDVUROGDQDVGRDUUDVWH

Comprimir o arraste (QKS8) a uma medida entre  a PP.

Medir a distância (X) entre o arraste do carro e a coluna batente do


pavimento.

A distância (X) deverá ser de 118 a 122 mm. Para distâncias acima ou
principalmente abaixo desse valor, será necessário reposicionar o
operador de porta sobre a cabina.

Ajustar a primeira roldana a uma distância dePP em relação ao arraste.

Certificar-se que a primeira roldana esteja posicionada corretamente:


acoplar a porta do carro e a porta de pavimento.

Fechar a porta lentamente (com a mão).

A porta de pavimento deve fechar de 1 a 2 mm das borrachas batente. Se


não, reajustar a primeira roldana. Ajuste a segunda roldana a 69 / 72 mm,
tendo como referência a primeira roldana, ou seja, a segunda roldana
ficará com a distância de PP do arraste quando ela estiver recolhida.

PP
;
DPP


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7UHLQDPHQWR

.

'HROKRQDPDQXWHQomR
Para acoplador com largura de 52 mm temos a distância entre rolos de 69 mm e
para acoplador com 55 mm de largura temos 72 mm de distância.

DPP

 $OLQKDPHQWRHQWUHRDUUDVWHHDVUROGDQDVGRDUUDVWH
Alinhe o arraste do carro com as roldanas da porta e verifique a medida de
1mm.
Deve-se atentar para que as roldanas da porta não raspem na soleira de
cabina, e que o arraste da cabina não raspe em nenhuma parte da porta
de pavimento com o elevador em viagem.

/$&/8& 
PP



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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 3RUWDVGH3DYLPHQWR+\GUD$H$XJXVWD

São portas de pavimento de abertura lateral (telescópica), aplicadas com o operador de portas
Selcom e QKS8 (apenas Augusta), com vão livre de 2000 e 2100mm e abertura de 800 e 900mm.

A porta Hydra-A é aplicada em edifícios comerciais e nos pavimentos principais (térreo, garagem ...)
de edifícios residenciais.

A porta Augusta é empregada nos pavimentos “tipo” de edifícios residenciais.

+\GUD$

$XJXVWD


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

3ULQFLSDLVGLIHUHQoDVHQWUHDVSRUWDV+\GUD$H$XJXVWD
+\GUD$ $XJXVWD
Possui uma barra régua para cada carro Possui uma barra régua confeccionada em
chapa de aço para os dois carros

Possui reforço estrutural nas folhas de porta Não possui reforço estrutural nas folhas de
porta
O cabinho de aço da mola passa por trás do O cabinho de aço da mola passa por fora do
reforço do batente reforço
O suporte de fixação das folhas de porta é uma As folhas de porta são fixadas diretamente nos
peça independente do carro carros

 0DQXWHQomRPHFkQLFDGD3RUWD+\GUD$

 1R 3DVVRV
 Afrouxar os parafusos (1) de fixação das folhas de porta (chave de
boca/estrela 13mm), regular o prumo e a altura em relação à soleira (5mm)
através dos parafusos (2) de ajuste fino(chave de boca/estrela 10mm);
depois de regulado travar as contra-porcas (3).










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7UHLQDPHQWR

.

 Com a porta totalmente aberta, verificar e caso necessário regular através


dos parafusos de fixação (1) e/ou parafuso (4) do suporte (chave Allen
8mm) para que as folhas possuam um extracurso (recuo) de
aproximadamente 5mm em relação ao batente;

PP

 Verificar com a porta fechada, se a folha rápida encontra-se a uma


distância de 5 à 10mm em relação ao batente, caso necessário, regular
pelos parafusos de fixação e/ou do suporte.

)LTXHDWHQWR

Na folha rápida os parafusos Allen do suporte possuem pouco recurso de


regulagem por encostarem-se às roldanas inferiores.

jPP


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7UHLQDPHQWR

.

 Regular as roldanas inferiores, através dos parafusos Allen (chave allen


5mm), para que encostem na barra régua com uma leve pressão

)LTXHDWHQWR

A pressão excessiva nas roldanas irá provocar o desgaste prematuro dos seus
rolamentos.

 Centralizador os roletes do trinco em relação ao arraste, através dos


parafusos (1) sextavados (chave boca/estrela 17mm), obtendo uma
distância entre roletes e arraste entre 7 e 9mm. O trinco não permite
regulagem mecânica.

)LTXHDWHQWR

O contato possui um pequeno recurso de regulagem a fim de propiciar um melhor


acoplamento com a ponte de contato.




Page 120 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Posicionar as corrediças de porta, observando que elas possuem duas


posições de regulagem, permitindo um melhor prumo das folhas de porta.

)LTXHDWHQWR

O lado liso do suporte das corrediças é que deve encostar na folha de porta


 0DQXWHQomRPHFkQLFDGD3RUWD$XJXVWD

Na porta Augusta o princípio de regulagem do prumo e altura das folhas de porta é idêntico ao da
porta Hydra-A (nos parafusos em destaque), a principal diferença é que as folhas de porta ficam
fixadas diretamente no carro.

 1R 3DVVRV
 Verificar o extracurso (recuo) das folhas de porta em relação ao batente
com a porta aberta, que deve ser de aproximadamente 5mm.

PP


Page 121 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Observar que a folha rápida esteja com uma distância entre 5 e 10mm em
relação ao batente com a porta fechada.

5 à 10mm

 Caso seja necessária alguma regulagem, deslocar as folhas de porta


através dos parafusos (1) de fixação (chave boca/estrela 13mm) e dos
furos oblongos.


 Regular as roldanas
inferiores, através dos
parafusos (1) Allen 
(chave Allen 4mm), para
que encostem na barra
régua com uma leve
pressão.


Page 122 - 131
0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 Centralizar os roletes do trinco em relação ao arraste através dos


parafusos (2) allen (chave allen 5mm), observando uma distância entre 7 à
9mm do arraste.



)LTXHDWHQWR

O contato elétrico possui um pequeno recurso de regulagem a fim de propiciar


um melhor acoplamento com a ponte de contato.

 Posicionar as corrediças na soleira de cabina, lembrando que estas são as


mesmas utilizadas na Hydra-A, desta forma possuem a possibilidade de
regulagem invertendo a posição das mesmas. O lado liso do suporte deve
sempre ficar encostado na folha de porta.


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7UHLQDPHQWR

.

 7UHLQDPHQWR&RPSRUWDPHQWDO

7UDEDOKRHP(TXLSH
O objetivo do Treinamento Comportamental é instrumentalizar os participantes com técnicas
facilitadoras para desenvolver habilidades de atendimento ao cliente, relacionar-se adequadamente
no ambiente do trabalho e obter maiores resultados através do trabalho em equipe.

75$%$/+2(0(48,3(
)$=3$57('$527,1$'(92&Ç6"

'LIHUHQoDHQWUH*UXSRH(TXLSH

*UXSR (TXLSH
é um conjunto de pessoasreunidas por é caracterizada pelo alto grau de
um objetivo comum interdependência dos participantes,
orientada para a realização de uma meta
ou tarefa conjunta.


e)È&,/
75$%$/+$5(0(48,3("

Não é fácil trabalhar em Equipe, pois administrar as diferenças de cultura, de educação, de valores,
de experiência e de formação que norteiam um relacionamento interpessoal é algo complexo, mas
diante das dificuldades é imprescindível SER PROFISSIONAL e procurar não misturar questões
pessoais com os assuntos da empresa.


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7UHLQDPHQWR

.

3DUDTXHXPD(TXLSHWHQKDXPUHODFLRQDPHQWRHILFD]pLPSRUWDQWH
• Boa comunicação
• Empatia
• Educação e Respeito
• Profissionalismo
• Bom relacionamento

&203257$0(1726$'(48$'26
• Trabalhar as GLIHUHQoDV.
• ([SORUDU o que cada um dentro de equipe WHPGHPHOKRU.
• 6DEHU2XYLUestar aberto às sugestões e críticas de todos.
• &RPSURPHWHUVH em fazer a sua parte, a fim de que a equipe alcance o REMHWLYR
FRPXP.
• Administrar &RQIOLWRV

ƒ–Identificando as causas;
ƒ–Estabelecendo um DPELHQWHGHDSRLRP~WXR;
• –Estando UHFHSWLYR a sugestões, ajuda e críticas, na tentativa de VROXFLRQDU RV
SUREOHPDV

&203257$0(1726,1$'(48$'26

• Ignorar as contribuições de outros membros como se fossem irrelevantes;
• Rejeitar idéias sem consideração;
• Agir passiva ou indiferentemente, frente a um problema da Equipe;
• Brincar muito ou ridicularizar os colegas;
• Impor seu ponto de vista;
• Descontrolar-se: Agredir, criticar, ofender e intimidar
• Colocar necessidades pessoais acima das necessidades da equipe;


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7UHLQDPHQWR

.

(48,3(6%(068&(','$6
1.Produzem resultados de alto nível

2.Demonstram alto grau de envolvimento e comprometimento;

3.Tem o foco nas necessidades da Equipe e nos clientes;

4.Exploram o potencial e talento de cada um;

5.Encorajam o diálogo;

6.Trabalham juntos para resolver conflitos;

7.Tratam uns aos outros com respeito;

8.Aprendem com os sucessos e com os erros;

9.Desenvolvem um ambiente de trabalho seguro e agradavél;

10.Orientam-se pela :


0LVVmR
YLVmRH
YDORUHVGDHPSUHVD

³2VRQKRVyGHL[DGHVHUVRQKRHVHWRUQDXPDUHDOLGDGHTXDQGRRFRPSDUWLOKDPRVFRP
DOJXpP´
Marcio D Batitucci


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

 0yGXORGH6HJXUDQoD

Este curso envolveu vários equipamentos, portanto será apresentado um resumo dos
principais itens de segurança para cada um deles, sendo que nos cursos específicos o
assunto será mais focado.
• Painéis.
• Portas & Trincos.
• Máquinas & Freios.

Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave geral


esteja desligada e que a entrada de energia esteja no lado oposto dos
fusíveis .
Aplique o procedimento ,$%ORTXHLR(OpWULFR

Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel, mantenha a


chave geral desligada.

Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

Ao testar o circuito elétrico, utilize o multímetro. Não use em hipótese


alguma fios ou lâmpadas para testar o circuito elétrico.

Não ligue manualmente contatoras que você não conheça a sua função

Não movimente o elevador com o circuito de segurança ou circuito de


porta curto–circuitados.

Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

Durante os trabalhos na parte inferior do painel, tenha cuidado com a


tampa do painel aberta, pois ao ficar de pé poderá bater contra a tampa.

Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque


elétrico. Não se aproxime das partes elétricas energizadas nestas
condições.


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0DQXWHQomR INVENTIO AG
7UHLQDPHQWR

.

Ao manusear produtos químicos, utilize as luvas de hexanol ou nitrílica.

No manuseio de materiais de pequeno porte e/ou utilização de


ferramentas manuais que possam machucar a mão, utilize a luva de
aramida.

Durante os trabalhos com cabos de aço da máquina de tração ou no


manuseio de materiais de grande porte onde haja o risco de prensagens
e/ou cortes deve-se utilizar as luvas de raspa de couro.

Não viole nenhum lacre dos limitadores de velocidade e nem dos freios de
segurança.

Quando for necessário ir no poço para efetuar troca de peças, regulagens


ou limpezas execute o procedimento ,$³7UDEDOKRVQRIXQGRGR
SRoR´

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Realize sempre oprocedimento de $FHVVRHYLDJHPQRWRSRGDFDELQD


 ,$ 
Procure parar a cabina numa altura adequada para poder trabalhar com o
operador de portas (na parte superior e na parte inferior).

Utilize luvas de raspa de couro, quando o operador de portas possuir cabo


de aço.

Utilize óculos de segurança e o cinto limitador de área enquanto estiver


em cima da cabina.

Certifique-se que o operador de portas esteja aterrado.

Cuidado com as áreas de prensagens e batidas, que podem ser


provocadas pelas alavancas, polias, folhas de porta e etc..
1­25(7,5((67($9,62

3(5,*2
Efetue corretamente a regulagem dos trincos conforme será (foi) visto
1­2/,*8(
(67$
neste curso, pois o trinco é um importante item de segurança do elevador.
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120('27e&1,&2
Desligue a chave geral ou retire a alimentação de energia elétrica para

poder efetuar a limpeza, substituição de componentes e regulagens
(exceto as regulagens elétricas).


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.

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Todos os trabalhos de limpeza, troca de peças e regulagens, devem ser
realizados com a chave geral desliga.

Antes de desmontar o freio, certifique-se que a cabina esteja vazia, em


seguida feche a porta e desligue a chave geral. Com a chave geral
desligada, efetue a abertura manual do freio com as ferramentas
adequadas para levar a cabina para o “stop” superior, isto é, contra peso
apoiado na mola e cabina no extremo superior.

As lonas que apresentarem desgaste excessivo ou irregular deverão ser


substituídas. 

Certifique-se que a máquina de tração esteja aterrada.

Efetue corretamente a regulagem do freio conforme visto neste curso, pois


o freio da máquina de tração é um importante item de segurança do
elevador.

Desligue a chave geral para efetuar as regulagens elétricas do freio


(contato, resistores, braçadeiras, etc.).

Cuidado para não sujar as lonas com lubrificantes (graxa, óleo). Se as


lonas estiverem impregnadas de lubrificantes, substituir ou limpar ou
rasquetear ou lixar se for superficial. As lonas vitrificadas também
deverão ser rasqueteadas ou lixadas para poder aumentar o atrito entre a
lona e o tambor do freio.

Após a pré regulagem do freio com a chave geral desligada, passe o


elevador para manual / inspeção, ligue a chave geral e verifique o correto
funcionamento do freio com o elevador em manual / inspeção
movimentando-o várias vezes na direção de subida e descida. Somente
após constatada sua eficácia, passe o elevador para automático e
monitore algumas viagens antes de liberá-lo.

Utilize protetor auricular em casas de máquinas que possuírem ruído


sonoro excessivo

É de fundamental importância utilizar os EPIs corretamente e conhecer


detalhadamente os procedimentos específicos de Segurança.
Se você tiver alguma dúvida fale com o pessoal da segurança do
Trabalho.



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.

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Não esqueçam de preencher a avaliação de retenção


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Avaliação de Treinamento Técnico .


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Nossos treinamentos são feitos pensando em YRFr.
A $YDOLDomRGH7UHLQDPHQWR é uma ferramenta, através da qual você pode participar do desenvolvimento dos nossos cursos, fazendo críticas e
propondo melhorias, por isso 68$ 23,1,­2 é muito importante.
Colabore! Participe! Conte-nos o que você achou do Treinamento!

Superou minhas Atendeu minhas Não atendeu minhas


expectativas expectativas expectativas
1) De um modo geral o treinamento

2) Eu terei boas lembranças deste curso.


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

3) O instrutor passou as informações com clareza. SIM NÃO

4) O instrutor teve uma atitude agradável e manteve uma boa postura com o grupo. SIM NÃO

Atingir todo o Superar o conteúdo Atingir parte do


conteúdo proposto proposto conteúdo proposto
5) O instrutor conseguiu:

6) O instrutor mostrou-se motivado e disposto a tirar dúvidas. SIM NÃO


7) O tempo de duração do curso foi suficiente para a apresentação do conteúdo e o esclarecimento de todas as dúvidas.
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

8) A carga horária do treinamento foi bem distribuída entre a parte teórica e as


atividades práticas; ou seja, houve oportunidades suficientes para exercícios SIM NÃO
práticos.
9) A qualidade dos materiais didáticos é: %RD 5HJXODU 5XLP
$SRVWLODV
(VTXHPDV
7UDQVSDUrQFLDV
)LOPHV
10) As apostilas tem um formato interessante que facilita o aprendizado?
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

Clara, objetiva e fácil Não muito objetiva Difícil de entender


11) A linguagem utilizada nas apostilas é: de entender

Funcionaram Estavam com Não estavam


coretamente pequenos defeitos ou funcionando
12) Durante as atividades práticas, os simuladores: falta de peças

Será totalmente Será parcialmente Será pouco aplicável


aplicável aplicável
13) No seu dia-a-dia o conteúdo deste treinamento:

14) Você recomendaria este treinamento ao seu colega?


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

15) Comentários e sugestões:


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