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PRECIPITAÇÕES

José Antonio Tosta dos Reis


Departamento de Engenharia Ambiental
Universidade Federal do Espírito Santo

DEFINIÇÃO

• Definição: água proveniente da condensação do


vapor d’água da atmosfera, depositada na
superfície terrestre sob a forma de chuva, granizo,
geada, neve ou orvalho.

• Importância: representa o elo de ligação entre a


água da atmosfera e a água do solo.

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• A água existente na atmosfera está, em sua maior
parte, na forma de vapor.

• A quantidade de vapor que o ar pode conter é limitada.

• Ar a 20º C pode conter uma quantidade máxima de


vapor de, aproximadamente, 20 gramas por metro
cúbico.

• A quantidade máxima de vapor que pode ser contida no


ar sem condensar é a concentração de saturação.

• Quantidades de vapor superiores a este limite acabam


condensando.

Relação entre temperatura e concentração de vapor de água


no ar na condição de saturação

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FORMAÇÃO DAS PRECIPITAÇÕES

Elementos Necessários
• Umidade atmosférica
• Mecanismo de resfriamento do ar
• Presença de núcleos higroscópicos
• Mecanismo de crescimento das gotas

Processos de crescimento das gotas de chuva


• Coalescência
• Atração Iônica
• Agrupamentos por choques entre partículas

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TIPOS DE PRECIPITAÇÕES

Precipitações Convectivas
• Devido ao aquecimento diferencial da superfície, podem existir bolsões
menos densos de ar envolto no ambiente, em equilíbrio instável.

• Este equilíbrio pede ser rompido facilmente, acarretando a ascensão


rápida do ar a grandes altitudes.

• Típicas de regiões tropicais

• As chuvas convectivas ocorrem pelo aquecimento de massas de ar,


relativamente pequenas, que estão em contato direto com a superfície
quente dos continentes e oceanos.

• O aquecimento do ar pode resultar na sua subida rápida para níveis


mais altos da atmosfera onde à baixas temperaturas condensam o
vapor, formando nuvens.

• Este processo pode ou não resultar em chuva.

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Principais características
Distribuição: localizada
Intensidade: moderada a forte, dependendo do
desenvolvimento vertical da nuvem
Predominância: nos períodos da tarde e início da noite
Duração: curta a média (minutos a horas)

Precipitações Orográficas

O ar é forçado mecanicamente a transpor barreiras impostas pelo relevo.

• As chuvas orográficas ocorrem em regiões em que um grande obstáculo


do relevo, como uma cordilheira ou serra muito alta, impede a passagem de
ventos quentes e úmidos, que sopram do mar, obrigando o ar a subir.
• Em maiores altitudes, a umidade do ar se condensa, formando nuvens
junto aos picos da serra, onde chove com muita freqüência.
• As chuvas orográficas ocorrem em muitas regiões do Mundo, e no Brasil
são especialmente importantes ao longo da Serra do Mar.

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Precipitações Ciclônicas ou Frontais

• As massas de ar que formam as chuvas frontais têm centenas de


quilômetros de extensão e movimentam-se de forma relativamente lenta,

• Características:
- longa duração
- grandes extensões
- intensidade relativamente baixa

• No Brasil as chuvas frontais são muito freqüentes na região Sul, atingindo


também as regiões Sudeste, Centro Oeste e, por vezes, o Nordeste.

• Em alguns casos, as frentes podem ficar estacionárias, e a chuva pode


atingir o mesmo local por vários dias seguidos.

Resumindo...

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MEDIDAS PLUVIOMÉTRICAS
Exprime-se quantidade de chuva (h) pela altura de água precipitada
e acumulada sobre uma superfície plana e impermeável.

Pluviômetro
Consiste em um receptor cilindro-cônico, com uma proveta graduada
de vidro. Consegue-se medir apenas a altura de precipitação.

Altura Pluviométrica (h)


• Medida linear do volume precipitado
• Medida em pluviômetro e expressa em “mm”
• h independe de D (diâmetro do cilindro coletor)
 Diâmetros muito pequenos: erros em função do tamanho da gota de
chuva.
 Diâmetros muito grandes: não são práticos.
 15 cm < D < 50 cm (IDEAL)

h = Volume precipitado / Área de captação


• Lembrando que:
h = 1L / 1m2 = 1.000 cm3 / 10.000 cm2 = 0,1 cm = 1mm

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Pluviômetros

Ville de Paris (A = 490 cm2) KCCI (A = 176 cm2) SR (A = 15 cm2)

Pluviógrafo

Registrador automático, trabalhando em associação a um mecanismo de relógio e que


permite o registro de precipitações em intervalos inferiores a 24 horas

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Esquema do principio de funcionamento do pluviógrafo de flutuador

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Chuva ocorrida no dia 11/03/1999, em que foi
registrado cerca de 76mm em 5h. A chuva se
concentrou entre 20h do dia 10/03 e 1h do dia
11/03. A intensidade máxima foi observada
entre 20:30 e 21:30, com cerca de 53mm/h.

Distribuição e densidade das estações pluviométricas


nos diferentes estados brasileiros
Área de Número de estações
Regiões Estados Drenagem Densidade
(Km2) ANA Outras Total (Km2/estaçã
entidades o)
Centro Distrito Federal 5.814 2 39 41 142
Oeste
Goiás 355.386 127 82 209 1.700

Mato Grosso do Sul 350.548 117 28 145 2.418

Mato Grosso 881.001 180 46 226 3.898

Sub-total 1.592.749 426 195 621 2.565

Sudeste Espírito Santo 45.597 85 43 128 356

Minas Gerais 58.7172 487 593 1.080 544

Rio de Janeiro 44.268 86 92 178 249

São Paulo 247.898 133 1.369 1.502 165

Sub-total 924.935 791 2.097 2.888 320

Sul Paraná 199.554 94 851 945 211

Rio Grande do Sul 282.184 181 243 424 666

Santa Catarina 95.985 151 88 239 402

Sub-total 577.723 426 1.182 1.608 359

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Variabilidade Espacial e Temporal das Chuvas

Precipitação média mensal de longo período e de número de dias


chuvosos no período de 1976 a 2005
(Latitude: 20,30 S; Longitude: 40,32 W; Altitude: 36m)

Fonte: http://www.incaper.es.gov.br/clima/vitoria_sh.htm

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Precipitação média anual de longo período e de número de dias
chuvosos no período de 1976 a 2005
(Latitude: 20,30 S; Longitude: 40,32 W; Altitude: 36m)

Fonte: http://www.incaper.es.gov.br/clima/vitoria_sh.htm

Fonte: IEMA

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PROCESSAMENTO DE DADOS PLUVIOMÉTRICOS

Preparo Preliminar dos Dados


Detecção de dados grosseiros (dias inexistentes, valores anormais de
precipitação)
Preenchimento de Falhas – Ponderação regional
Defeito do aparelho ou ausência de observador, levar em conta os registro
pluviométricos de três estações vizinhas

1 P P P 
P =  ⋅ P1 + ⋅ P2 + ⋅ P3 
3  P1 P2 P3 

P = precipitaçãodo posto a ser estimada.


P1, P2, P3 = precipitação correspondente ao mês (ou ano) que se
deseja preencher, observada nas estações 1, 2 e .3
P = precipitação média do posto.
P1, P2, P3 = precipitação médianas estações 1, 2 e 3.

Preenchimento de Falhas – Análise de regressão

2100

1900
Total anual precipitado (mm) - Estação Guarapari

1700

1500

1300

1100

900

700
Py = 0,53.Px + 580,92

500
500 700 900 1100 1300 1500 1700 1900 2100
Total anual precipitado (mm) - Estação Fazenda Jucuruaba

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Curva de Duplas Massas ou
Curva Dupla Acumulativa
Verifica a homogeneidade dos dados, isto é, se houve alguma anormalidade na
estação tais como mudanças de local, nas condições do aparelho ou no método de
observação, indicada pela mudança na declividade da reta.
Guarapari, Iconha e Anchieta

16000,00
14000,00
12000,00
10000,00
8000,00
6000,00
4000,00
2000,00
0,00
0,00 2000,00 4000,00 6000,00 8000,00 10000,00 12000,00 14000,00 16000,00
Fazenda Jabaquara

PRECIPITAÇÃO MÉDIA EM UMA BACIA


a) Método Aritmético

• Mais simples
• Distribuição uniforme dos pluviômetros
• Área plana ou relevo muito suave
hmax − hmin
• Método aplicável somente quando 〈 0,50
hmedia
• Média aritmética das alturas de chuva medidos nos diversos
postos pluviométricos da região

∑P
i =1
i
h=
n
h = precipitação média (mm)
Pi = precipitação observada em cada pluviômetro (mm)
n = número total de pluviômetros

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a) Método do Polígono de Thiessen

• Mais preciso que o método aritmético

• Pode ser utilizado para uma distribuição não uniforme dos


aparelhos

• Não considera as influências orográficas da bacia

• Atribui um fator de ponderação aos totais precipitados em cada


aparelho, proporcional à área de influência de cada um

∑ (P A )
i =1
i i
h=
A
Pi = precipitação observada em cada pluviômetro (mm)
Ai = área de influência de cada pluviômetro
A = área total

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Método de Thiessen

Definição dos polígonos de Thiessen

50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

16
50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

1 – Linha que une dois postos pluviométricos próximos

50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

2 – Linha que divide ao meio a linha anterior região de


influência dos postos

17
50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

3 – Linhas que unem todos os postos pluviométricos


vizinhos

50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

4 – Linhas que dividem ao meios todas as anteriores

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50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

5 – Influência de cada um dos postos pluviométricos

50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

5 – Influência de cada um dos postos pluviométricos

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50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

50 mm

120 mm

70 mm

75 mm 82 mm

20
50 mm (3)

30km2
120 mm

70 mm (2) 15km2 (1)


40km2

5km2
10km2

75 mm 82 mm
(4) (5)

a) Método das Isoietas

• Mais preciso

• Utiliza-se de curvas de igual precipitação (isoietas)

• A precisão do método depende da habilidade do analista no


traçado das isolinhas

n
 hi + hi +1 
∑  × Ai
h= i =1 2 
A

hi = valor da isoieta de ordem i (mm);


hi +1 = valor da isoieta de ordem i+1 (mm);
Ai = área entre duas isoietas sucessivas.

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Método das Isoietas

Método das Isoietas

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Métodos apoiados em tecnologia SIG
• Representam a bacia e os postos em cartografia geo referenciada
• Adotam algoritmos de interpolação para estimar a precipitação em
cada ponto da bacia
• Integram a precipitação na área de interesse

Contorno da Bacia
spl_r_100_bac
1255.5 - 1294.3
1294.3 - 1333.1
1333.1 - 1371.9
1371.9 - 1410.7
1410.7 - 1449.4
1449.4 - 1488.2
1488.2 - 1527
1527 - 1565.8
1565.8 - 1604.6
No Data

ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS DADOS

Estimativa da Freqüência de Totais Precipitados

• Determinar a freqüência com que certa precipitação ocorre

• Ordenar os dados em ordem decrescente

• Atribuir um número de ordem a cada dado ordenado

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MÉTODO DE KIMBAL
m
F=
n +1
m = nº de ordem do evento
n = nº de anos de observação
F = freqüência com que um evento de ordem “m” foi igualado ou superado

1 1
T= ou T=
P F
T = período de retorno = tempo de recorrência = período de tempo médio
em que um dado evento deve ser igualado ou superado, pelo menos
uma vez (em anos).
P = probabilidade de que a precipitação seja igualada ou superada dentro
de um ano.

Para T<<< n ⇒ “F” fornece uma boa idéia do valor real. de “P”

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GRAU DE RISCO
 Probabilidade de um evento de magnitude X não ser
superado em um ano:
P' = 1 − P
 Probabilidade de nã o ocorre r um valor igual ou maior (de
não ser superada) dentro de “n” anos quaisquer é:

( P ' )n
 Probabilidade de ser superada pelo menos uma vez em “n”
anos é:
J = 1 − ( P ' ) n = 1 − (1 − P ) n

J = probabilidade de ocorrência de um valor extremo durante “n” anos de


vida útil da estrutura

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DISTRIBUIÇÃO NORMAL

Para séries de observações pluviométricas anuais longas

A repartição de freqüências se adapta bem a LEI DE GAUSS


(elementos da série são considerados sem ordem de sucessão)

f. d. p. de um a variável aleatória normal com média e desvio padrão

DISTRIBUIÇÃO NORMAL

−Z2
1 Z
F (X ) = P =

∫−∞e 2
dZ

Z = variável reduzida da distribuição normal


F(X) = probabilidade um total anual qualquer ser menor ou igual a “X”
X = determinado total anual de precipitação

Distribuição Nor mal Padrão (z): distribuição normal com média = 0 e


desvio padrão = 1

Z=
X−X
s=
∑(X i
− X )2
s n −1

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( )
F X + S = 84,13%

( )
F X − S = 15,87%

DISTRIBUIÇÃO GUMBEL

 Distribuição de Fisher Tippet


- tipo I ou de eventos extremos
 Distribuição assimétrica
 Aplicada a séries anuais de precipitações de 24 horas

− y

P =1− e e
P = probabilidade de ocorre um valor igual ou superior ao analisado, no período de retorno considerado (decimal)
.

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DISTRIBUIÇÃO DE GUMBEL

• Para Séries Finitas

SX SX =
∑(X i
− X )2
X=X+ ( y − yn )
σn n −1

  1 
y = − ln − ln 1 −  
  T 

y n = média reduzida(tabelado)
, σ n = desvio padrão reduzido (tabelado)

Parâmetros µy ( y n) e σy (σn)

Fonte: Adaptado de Silveira e Silveira (2003)

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CHUVAS INTENSAS
• Fenômenos naturais caracterizados por forte precipitação contínua e curta
duração;
• Aumentos de vazões, inundações, enchentes, proliferação de doenças de
veiculação hídrica, etc;
• Prejuízos ampliados: impermeabilização de grandes superfícies, ocupação
de áreas ribeirinhas, comprometimento do sistema de drenagem;
• Interesse técnico: projetos de obras hidráulicas, dimensionamento de
vertedores, galerias de águas pluviais, bueiros, calhas, sistemas de
drenagem, etc;
• Uma precipitação pode ser considerada intensa para uma bacia e não o
ser para outra.
• Características fundamentais das chuvas:
·Intensidade
·Duração
·Freqüência
·Distribuição

• Rede confiável de pluviógrafos : o monitoramento das precipitações


permite determinar uma relação entre as variáveis de intensidade,
duração e frequência das precipitações;

• Alternativa em regiões desprovidas ou com baixa densidade de


postos pluviográficos: Métodos de Chow-Gumbel e Bell que, a partir
de coeficientes de conversão, permite a apropriação de chuvas de
diferentes durações e freqüências a partir das máximas anuais de 1
dia.

EQUAÇÕES
Indicam as precipitações
Intensidade, duração e
máximas de diferentes
frequência
durações, associando-as a
diferentes períodos de
kT a
I= retorno
(t + b )c

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Método de Chow-Gumbel
São estimadas as
Seleção das máximas Ajuste da distribuição máximas anuais de 1
precipitações anuais probabilística de dia associadas a
de 1 dia. Gumbel (análise de diferentes períodos de
freqüência) retorno (2, 5, 10, 25, 50,
75 e 100)

Conversão das precipitações Conversão das máximas


máximas de 24 horas em precipitações anuais de 1
precipitações máximas dia em precipitações
menores. máximas de 24 horas.

Análise de regressão
. m
kT
correlacionando duração,
i =
freqüência e intensidade
(t + t0 )n

Relação entre as alturas pluviométricas (mm) das chuvas máximas em São Paulo.

Fonte: Adaptado de CETESB (1986).

Relação entre as chuvas de menor duração com mesma frequência

Fonte: Fatores propostos pelo DNOS, adaptado de CETESB (1986).

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Método de Bell

Associa a altura Equação empírica:


pluviométrica com uma
chuva intensa padrão
de 60 min de duração e h t,T ≅ (a 0 . ln T + a 1 ).(a 2 .t b − a 3 ).h 60,2
2 anos de período de
retorno (h60,2)

Parâmetros fixados – nova forma da equação:

h t,T ≅ (0,31. ln T + 0,70 ).(0,38.t 0,31 − 0,39 ).h 60,2

Reconhecimento do Assim como em Chow-Gumbel, a


h60,2 a partir da relação precipitação máxima associada ao
empírica: período de retorno de 2 anos será
apropriada a partir da distribuição
h 60,2 ≅ k . h dia,2 probabilística de Gumbel.

Onde, k = 0,510

Software Plúvio
O software Plúvio é disponibilizado gratuitamente no sítio do Grupo de Pesquisas em Recursos
Hídricos da Universidade Federal de Viçosa.

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Tabela 01 – Precipitações máximas anuais de 1 dia (em mm) associadas a diferentes
períodos de retorno

Tabela 02 – Precipitações máximas anuais (em mm) associadas a diferentes períodos de retorno e durações,
referentes à estação pluviométrica de Águia Branca

Tabela 03 – Intensidades pluviométricas (em mm/min) associadas a diferentes períodos de retorno e durações,
referentes à estação pluviométrica de Águia Branca

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Figura 01 – Intensidades pluviométricas associadas ao período de retorno de 2 anos, estimadas pelos
métodos de Chow-Gumbel, de Bell e pelo programa Plúvio 2.1, para a estação pluviométrica de Águia
Branca.

Figura 01 – Intensidades pluviométricas associadas ao período de retorno de 100 anos, estimadas pelos
métodos de Chow-Gumbel, de Bell e pelo programa Plúvio 2.1, para a estação pluviométrica de Águia
Branca.

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