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Governo do Estado de Mato Grosso

SEDUC – Secretaria de Estado de Educação


Escola Estadual Guimarães Rosa

DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA

Alunos: Bianca Leme Modeneze


Rafaella da Silva de Jesus
Professor Orientador: Jonatan Neris Silva
Gislaine Garcia de Oliveira de Souza

Alta Floresta – MT
Maio 2019
1. INTRODUÇÃO
A adolescência e um período muito difícil e turbulento devido as grandes mudanças
da vida, tanto social como física, momento onde a responsabilidade passa a ser maiores, e
pensamentos ansiosos por um futuro de qualidade.
Pensado nisso, nós alunas do 8º e 9º ano da Escola Estadual Guimarães Rosa,
resolvemos desenvolver esse trabalho a fim de conscientizar a comunidade escolar sobre
essa doença, bem como, as consequências que a mesma traz para as pessoas.

2. METODOLOGIA
Com o intuito de informar, expor soluções e métodos para que a depressão na
adolescência não seja um problema real e presente na comunidade escolar, nós buscamos
através de pesquisas bibliográficas dentre trabalhos científicos, folhetos informativos,
artigos publicados entre outros, e também realizamos um questionário com os alunos da
Escola Estadual Guimarães Rosa do ensino fundamental até o ensino médio, sobre os
conhecimentos básicos da depressão na adolescência.
Após a coleta desses fizemos a tabulação dos dados, bem como a estruturação do
trabalho, com o auxílio do Professor Jonatan Neris e a Coordenadora Gislaine Garcia.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

O que é depressão?
A depressão na adolescência é uma doença que vem atormentando a população a cada
dia mais, devido ao seu alto índice de casos e o grande aumento na tentativa de suicídio, de
acordo com Dráuzio Varella em uma entrevista para a revista UOL, 1999:
“Depressão é uma doença psiquiátrica crônica e recorrente que produz uma
alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a
sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa,
assim como a distúrbios do sono e do apetite.” (Dráuzio Varella, 1999).

Sintomas da depressão
Além de ser refletida pela pessoa como uma tristeza profunda (sentir-se deprimido a
maior parte do tempo, quase todos os dias) e das incapacidades (interesse e prazer
diminuídos para realizar a maioria das atividades) também são sintomas da depressão:
 Cansaço ou fadiga excessiva;
 Sentimento de culpa e inutilidade permanente;
 Alteração do peso (ganho ou perda de quilos);
 Ansiedade (nervosismo, medo, apreensão e preocupação);
 Alteração da libido;
 Pensamentos suicidas (tentativas de suicídio ou morte);
 Automutilação;

Causa
Existem estudos que comprovam que fatores genéticos estão envolvidos dentre as
causas da depressão, doença que pode ser provocada por um mau funcionamento bioquímico
do cérebro (está ligada a uma disfunção nas regiões cognitiva e emocional do cérebro),
entretendo nem todas as pessoas com fatores genéticos podem adquirir a doenças que reagem
com lembranças que disparam no cérebro ativando memorias acontecimentos traumáticos
na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (é uma doença que
afeta uma série de órgãos ou tecidos ou que afeta o corpo humano como um todo exemplo
hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex. álcool) e ilícitas (ex. cocaína), certos tipos
de medicamentos (ex. anfetaminas).

Tratamento
Há medicação e a uma das formas mais utilizadas no tratamento da depressão, porém
a pessoa deve antes de tudo procurar auxilio profissional, nos casos de sintomas mais leves
os médicos costumam receitar antidepressivos com longos períodos de tratamentos, já em
casos mais agravantes os antidepressivos podem ser acompanhados por drogas como
ansiolíticos (usadas para diminuir a ansiedade e a tensão com um efeito calmante) e os
antipsicóticos (são utilizados como anestésicos e em outros distúrbios de psicoses).

Como ajudar uma pessoa com depressão


De acordo com Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de
Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) o Setembro Amarelo é
uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio, iniciada em 2015, que traz com ela,
formas, dicas e auxílio de como lidar com pessoas que demonstram sintomas de depressão
algumas delas são:
1. Ouça mais, fale menos: Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para falar
sobre suicídio com essa pessoa. Deixe-a saber, que você está lá para ouvir, ouça-a com a
mente aberta e ofereça seu apoio.
2. Incentive uma consulta profissional: Incentive a pessoa a procurar ajuda de um
profissional, como um médico, profissional de saúde mental, conselheiro ou assistente
social. Ofereça-se para acompanhá-la a uma consulta.
3. Fique perto: Se você acha que essa pessoa está em perigo imediato, não a deixe sozinha.
Procure ajuda de profissionais de serviços de emergência, um serviço telefônico de
atendimentos a crises, um profissional de saúde, ou consulte algum familiar dessa pessoa.
4. Previna: Se a pessoa que com quem você está preocupado (a) vive com você, assegure-
se de que ele (a) não tenha acesso a meios para provocar a própria morte (por exemplo,
pesticidas, armas de fogo ou medicamentos) em casa.
5. Mantenha contato: Fique em contato para acompanhar como a pessoa está passando e o
que está fazendo. Saber o que NÃO DIZER também é muito importante para não piorar a
situação. Fique atento para não repetir os conselhos abaixo, pois eles só prejudicam quem já
está fragilizado.
6. Não condene: “Isso é covardia”. “É loucura”. “É fraqueza”.
7. Não banalize: “É por isso que quer morrer? Já passei por coisas bem piores e não me
matei”.
8. Não opine: “Você quer chamar a atenção”. “Te falta Deus”. “Isso é falta de vergonha na
cara”.
9. Não dê sermão: “Tantas pessoas com problemas mais sérios que o seu, siga em frente”.
10. Evite frases de incentivo: “Levanta a cabeça, deixa disso”. “Pense positivo”. “A vida é
boa”.

3.1 ANÁLISE DOS DADOS


Para desenvolver esse projeto foi realizado um questionário com os alunos do período
vespertino das turmas do 7º ano ao 3º ano do Ensino Médio num total de 49 adolescentes da
Escola Estadual Guimarães Rosa com a faixa etária de 12 a 22 anos, para averiguar os
conhecimentos dos mesmos em relação ao tema abordado.
Primeiramente perguntamos se eles sabem o que é depressão, e obtivemos a seguinte
resposta:
Você sabe o que é depressão?
30 25

20 15
9
10

0
Sim Não Mais ou Menos

Gráfico 01 – Sabe o que é depressão?


Dos quarenta e nove alunos entrevistados, vinte e cinco responderam que sabe o que
é a depressão, quinze responderam mais ou menos e nove disseram não saber o que é a
depressão. De acordo com Varella 1999, Depressão é uma doença psiquiátrica crônica e
recorrente que produz alteração do humor caracterizada por tristeza profunda e forte
sentimento de desesperança.
Questionamos se eles conhecem os sintomas da depressão e obtivemos respostas bem
diferentes conforme o gráfico 02 abaixo.

Você conhece os sintomas da


depressão? 19
20
15 15

10

0
Sim Não Mais ou Menos

Gráfico 02 – Conhece os sintomas da depressão?


Podemos perceber que dezenove responderam saber mais ou menos os sintomas,
quinze responderam não saber e os outros quinze responderam que sabem. Destes
responderam os seguintes sintomas:

Sintomas da depressão
Tristeza 5
Isolamento 11
Suicídio 9
Mutilação 6
Ansiedade 1
0 5 10 15

Gráfico 03 – Sintomas da depressão segundo os entrevistados.


Após a análise observamos que a maioria respondeu que o isolamento é um dos
sintomas da depressão Segundo Oliveira e Tunes, 2015.
“Diz que vários comportamentos relacionados à depressão podem ocorrer em
algum momento da adolescência. Por isso, os especialistas esclarecem que é
preciso considerar a intensidade e a frequência desses sinais e analisá-los dentro
de um contexto mais amplo, avaliando o estado geral do adolescente. Alguns deles
são: Humor depressivo, Apatia, Isolamento social, Alteração do ritmo de sono,
Alteração no apetite, Dificuldade de concentração, Uso de drogas, Automutilação,
Comportamento de risco, Pensamentos suicidas.”
Observa-se que os entrevistados conhecem alguns sinais de quando uma pessoa
possa estar com a depressão.
Posteriormente questionamos sobre quais são as causas da depressão na
adolescência, a maioria dos quarenta e nove educandos pesquisados responderam que sabem
quais as causas conforme o gráfico abaixo.

Você sabe quais as causas da


depressão nos adolescentes
18%
6% Sim
Não
Não sei
76%

Gráfico 04– Sabem quais os sintomas da depressão na adolescência.

Observa-se que 76% dos pesquisados dizem saber quais as causas da depressão nos
adolescentes, e responderam que poder ser Bullying, problemas familiares ou ate mesmo o
fim de um namoro, conforme o gráfico abaixo.

Quais as causas da depressão nos


adolescentes?
30
20
28
10
11 7
0 4
Bullying Problemas Fim do Não sei
Familiares namoro

Gráfico 05– Causas da depressão na adolescência.


Através do gráfico acima, é notório perceber que a maioria dos alunos entrevistados
não sabe quais são as causas da depressão, num total de vinte e oito alunos. No entanto, onze
alunos disseram ser Bullying, sete problemas familiares e quatro, fim do namoro.
De acordo com a Psiquiatra Luciana Porto C. da Nóbrega em 2014,
“Muitas causas podem estar envolvidas, como: Biológicas: Excesso ou falta de
algumas substâncias no cérebro, os “ neurotransmissores. Genéticas: Herança
familiar multifatorial. Medicamentos: Alguns medicamentos como anti-
hipertensivos, cimetidina, indometacina, etc. Doenças clínicas: IAM, câncer,
transtornos hormonais, etc. Psicológicas: Cognição negativa, perdas precoces,
situações de vida.”
Alguns fatores que podem aumentar as chances de desenvolver a depressão:
Abuso: Sofrer abuso físico, sexual ou emocional pode aumentar a vulnerabilidade
psicológica, agravando as chances de desenvolver a depressão.
Medicações específicas: Alguns elementos químicos, como a Isotretinoína (usada
para tratar a acne), o antiviral interferon alfa, e o uso de corticoides, podem aumentar o risco
de desenvolver depressão
Conflitos: A depressão em alguém que já tem predisposição genética para a
doença pode ser resultado de conflitos pessoais ou disputas com membros da família e
amigos
Morte ou perda: A tristeza ou luto proveniente da morte ou perda de uma pessoa
amada, por mais que natural, pode aumentar os riscos de desenvolver depressão.
Genética: Um histórico familiar de depressão pode aumentar as chances de
desenvolver a doença. É de conhecimento científico que a depressão é complexa, o que
significa que pode haver diversos genes que exercem pequenos efeitos para o surgimento da
doença, ao invés de um único gene que contribui para o quadro clínico
Eventos grandiosos: Eventos negativos como ficar desempregado, divorciar-se
ou se aposentar podem ser prejudiciais. Porém, até mesmo eventos positivos como começar
um novo emprego, formar-se ou se casar podem ocasionar a depressão. Entretanto, é
importante reiterar que a depressão não é apenas uma simples resposta frente a momentos
estressantes do cotidiano.
Outros problemas pessoais: Problemas como o isolamento, causado por doenças
mentais, ou por ser expulso da família e de grupos sociais, também podem contribuir para o
surgimento da depressão.
Doenças graves: Às vezes, a depressão pode coexistir com uma grande doença,
como por exemplo, o câncer. Ou então, pode ser estimulada pelo surgimento de um problema
de saúde.
Abuso de substâncias: Aproximadamente 30% das pessoas com vícios em
substâncias apresentam depressão clínica ou profunda.
Quando questionados sobre qual a melhor maneira de combater a depressão nos
adolescentes, 41% dos entrevistados responderam que a pessoa deverá procurar um
profissional da Saúde, 28% apoiar emocionalmente e 31% não souberam responder, de
acordo com a gráfico abaixo.

Qual a melhor maneira de


combater a depressão?
31%
41% Profissional da
Saúde
Apoio Emocional

Não sei
28%

Gráfico 06– Melhor maneira de combater a depressão na adolescência.

Ao indagarmos sobre qual a melhor maneira de combater a depressão a maior parte


com 41% responderam que o enfermo deve procura ajuda profissional, 28% relataram que
um apoio emocional ajudaria a combater a depressão e 31% não souberam responder.
De acordo com uma pesquisa realizada no site Minha Vida, algumas atitudes podem
ajudar no tratamento da depressão como: Pratique exercícios físicos: A saúde da mente
começa pelo corpo. O exercício físico libera endorfinas e aumenta os níveis de serotonina e
dopamina, potencializando o efeito antidepressivo do tratamento.
Mantenha a agenda em dia: Uma das principais manifestações da depressão é a
falta de iniciativa e de vontade para realizar até mesmo tarefas cotidianas, como levantar-se
da cama. Fazer uma agenda e programar o dia ajuda a dar motivação e compensar essa
defasagem.
Alimente-se bem: Comer demais ou simplesmente não comer é clássico de quem
sofre de depressão. Mas manter a alimentação saudável é um passo importante para a
recuperação.
Fuja do álcool: Embora a sensação inicial causada pelo álcool seja de relaxamento
e euforia, o sentimento dura pouco. Depois que esse efeito passar, a pessoa precisará
consumir mais álcool, existindo o perigo do abuso e até do vício.
Volte a ver beleza nas pequenas coisas: Volte a observar as coisas simples do dia
a dia, ou seja, tente admirar uma flor, o gosto de uma comida, apreciar uma caminhada de
10 minutos, olhar o pôr-do-sol, entre outras distrações. A depressão tira a atenção das coisas
belas e prazerosas da vida, então você tem que reaprender a focar no que não consegue ver
por causa da doença.
Ocupe-se com atividades divertidas: A partir do momento que as pequenas belezas
da vida estiverem mais evidentes, fica mais fácil recomeçar a encarar atividades que um dia
já foram divertidas. Se isso não parece animador, então procure novas diversões. Busque
novidades, aprenda coisas novas e prazerosas, viaje, fuja das notícias ruins e das pessoas
negativas.
Reconquiste um boa noite de sono: Pessoas com depressão, geralmente, dormem
demais ou não conseguem pegar no sono. Isso ocorre devido a alterações nos níveis de
serotonina e noradrenalina, hormônios que regulam o sono. O problema é que o sono é
essencial para o cérebro regular novamente esses hormônios e amenizar os efeitos da
depressão. Se o problema for falta de sono é indicado exercícios de respiração, que relaxam
e facilitam o adormecer. Se dormir demais for o problema recomenda-se pedir a alguém
próximo que o desperte quando achar que você está passando da conta.
Quanto ao questionamento se a depressão tem cura, trinta e sete alunos responderam
que sim enquanto nove disseram não saber e apenas três disseram que não tem cura.

Depressão tem cura?


40 37

30

20
9
10
3
0
Sim Não Não sei

Gráfico 07–Depressão tem cura?

A depressão é uma doença crônica sem cura, mas se adquirirmos o princípio de que
a grande causa da depressão é uma série de pensamentos sombrios, negativos e resistentes,
podemos dizer que a suavização e correção desses esquemas pode acalmar bastante o quadro
depressivo.
Por último perguntamos de que forma podem ajudar uma pessoa com depressão e
obtivemos a seguinte resposta:

De que forma você ajudaria


alguém com depressão?
Exercícios Físicos 1

Não sei 21

Apoio Emocional 27

0 5 10 15 20 25 30

Gráfico 08–De que forma você ajudaria alguém com depressão?

Através do gráfico acima podemos notar que 27 entrevistados responderam que


ajudaria uma pessoa com depressão dando apoio emocional, 21 não souberam responder e
apenas um respondeu que praticando exercícios físicos.
Segundo Pimenta 2017, diz em seu artigo que quando alguém que você conhece está
clinicamente deprimido, é necessário ter em mente que seu amigo ou ente querido tem uma
condição clínica séria. Dar apoio pode significar mais do que apenas oferecer um ombro para
chorar. Muitas coisas podem ser feitas para que os indivíduos em quadros depressivos
sintam-se melhor. Porém, o mais importante, é termos a consciência de que o cuidado
psicológico e muitas vezes psiquiátrico é fundamental para que esses indivíduos se
recuperem. Coisas úteis que pode fazer para ajudar quem está com depressão: Compreender
que o tratamento é fundamental; Seja proativo nos seus cuidados; Fale sobre a depressão;
Mantenha contato; Incentive a prática de atividades prazerosas; Concentre-se em metas
pequenas; Leia tudo sobre o assunto; Encontrar serviços de apoio; Faça terapia; Saiba o
momento de ficar em silêncio; Incentivar visitas ao psicólogo e fique atento.
Posto tudo isso, sabemos que a depressão é uma doença que incomoda muito a vida
do paciente e de sua família. Por outro lado, costuma ser fácil de tratar. Assim como na
Depressão a pessoa não consegue se imaginar bem, quando ela passa a pessoa não consegue
imaginar como era possível estar tão mal tão, pouco tempo atrás.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Denominada por muitos psicólogos e outros profissionais da área, como o mal do século,
a depressão na adolescência é uma doença crônica que vem assombrando a população, por
muita das vezes a alta concentração de casos ocorre na mesma família. Alguns dos sintomas
notórios é o estado de espírito persistentemente, irritado, desmotivado, abatido ou
atormentado que compromete as relações familiares, desempenho escolares e as amizades.
Com base no desenvolvimento desta pesquisa foi possível perceber que grande parte dos
alunos conhecem ou ao menos tem certa noção da definição de depressão e seus sintomas.
Porém ao questionarmos sobre as causas que levam a depressão a maior parte dos
entrevistados não souberam responder. Quando indagamos sobre qual a melhor maneira e
como combater, a grande maioria respondeu que é através de apoio emocional e busca por
profissionais da saúde. Podemos também identificar através dos questionários, que a grande
maioria não conhece a complexidade da doença por acreditarem que possa ter uma cura,
infelizmente trata-se de uma doença crônica que pode ficar inativa, mas que em situações
extremamente adversas na vida voltam a atingir o enfermo.
Concluímos que é muito difícil trata a depressão sem os pais ou responsáveis pela pessoa
estar totalmente esclarecidos, por isso, cabe a família e amigos conhecer, identificar e buscar
corretamente o auxilio a ser tomado, seus sintomas, causas, provável evolução e as opções
de medicamentos.
5. REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO

Disponível em:
https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=16&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKE
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Ajuda: ligue 188
Disponível em: https://www.bonde.com.br/saude/corpo-e-mente/depressao-10-perguntas-e-respostas-sobre-a-
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https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/depressao/ Acesso em 27 de maio de 2019.

Disponível em: Oliveira, Marina e Tunes Suzel, Revista Eletrônica Do UOL,


https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2015/04/12/depressao-na-adolescencia-nao-e-frescura-conheca-
11-sinais.htm São Paulo, 2015. Acesso em 24 de maio de 2019.

Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/depressao/


Disponível em: https://www.fundacaodorina.org.br/blog/setembro-amarelo-dicas-depressao/ Acesso em 27 de
maio de 2019.

Disponível em:
https://www.google.com/search?q=setembro+amarelo&oq=setembro+amarelo&aqs=chrome.0.0j69i60j0l4.4
064j1j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8 Acesso em 27 de maio de 2019.

Disponível em: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/depressao Acesso em 27 de maio de 2019.


Pimenta, Tatiana. 2017. Artigo disponível em: https://www.vittude.com/blog/12-maneiras-de-
ajudar-um-amigo-com-depressao/ Acesso em 28 de maio de 2019.
https://www.portalsaofrancisco.com.br/saude/depressao
ANEXOS
Depressão na adolescência

Problema: Pessoa Depressiva, Como tratar? Como evitar suicídio? Como incluir no meio
social? Qual a melhor maneira de conversar com a pessoa?
Justificativa: A partir dos casos que vemos nas redes sociais, por meio de publicações,
imagens, vídeos, e reportagens de casos ocorrentes como suicídio, identificamos um grande
número de jovens cada vez mais se aprofundam neste problema, com isso observamos
algumas soluções são, procurar especialistas, ter um convívio social, entre outros.
Objetivo geral: Conscientizar a comunidade escolar sobre essa doença, bem como, as
consequências que a mesma traz para as pessoas.
Objetivo especifico:
 Realizar estudos bibliográficos para conhecer e compreender o fenômeno da
depressão.
 Buscar abordar de forma expressiva um assunto da depressão na adolescência;
 Ajudar as pessoas a tratar um depressivo de uma maneira correta e alertar os pais.
 Diferenciar a depressão de ansiedade.

Apresentação, panfletos e através de publicações em redes sociais
Hipótese:
- O depressivo não se manifesta não se divulga, ele se esconde, na maioria dos casos ele se
mutila e toma vários remédios.
- Os pais conversarem com o adolescente e ver se ele aceita passar por um especialista.
- Levar a um tratamento antes que o caso se agrave.
- Chamar a pessoa para sair, visita-la, falar sobre coisas boas, falar sobre Deus, tentar se
aproximar.
- Que a vida tem altos e baixos, que ela tem que acreditar nela mesma que ela vai sair dessa
e vai sorrir novamente.

IDADE:
Questionário:
1. Você sabe o que é depressão?
( ) Sim ( ) Não ( ) Mais ou menos
2. Você conhece os sintomas da depressão? Se sim quais?
( ) Sim ( ) Não ( ) Mais ou menos
______________________________________________________________________
3. Quais são as causas da depressão nos adolescentes?

4. Qual a melhor maneira para combater a depressão?

5. Para você a depressão tem cura?


( ) Sim ( ) Não ( ) Não sei

6. De que forma você ajudaria alguém com depressão?

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