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LAUDO ELÉTRICO

(NOVA NR-10)

MAIO 2013
Sumário

INF OR MA Ç Õ ES G E R AI S ................................ ................................................................ ........... 3

1. OB J ETI V O S ................................ ................................................................ ......................... 4

2. CI RC UIT O E LÉ T RI C O D A EM P R E S A ................................................................ ...................... 5

3. AT RI B UI ÇÃ O P ROF I S SI ON AL ................................................................................................ 5

4. E SC O PO ................................ ................................................................ ............................. 5

5. CR IT ER IO E M ET OD OL OGI A ................................................................................................ . 6

6. DO CU M ENT A Ç ÃO ................................ ................................................................ ................ 7

7. L I ST A D E V E R IF I C AÇ Ã O ................................................................................................ ....... 8

8. CL A S SIF IC A Ç ÃO D O G R AU D E U RG Ê N CI A ................................................................ ............. 8

9. R EC OM E ND A ÇÕ E S ................................ ................................................................ ............ 10

10. C ON DI ÇÕ E S D E S E G UR A N ÇA D ET E CT A D AS N O I NT ER IO R D OS Q U A DR OS D E BA I X A T E N SÃ O
................................................................ ................................................................ ............ 11

11. E ST A DO G E R AL D A S IN ST AL A ÇÕ E S D O S Q U A DR O S D E DI ST RI B UI ÇÃ O .............................. 13

12. C OM ENT Á RI O S ................................ ................................................................ ................ 31

13. C ON CL U SÕ E S ................................ ................................................................ ................. 32

14. E N CE R R AM E NT O ................................ ................................................................ ............. 32

15. B I BLI OG R AF I A ................................ ................................................................ ................. 33

An exo s:

A RT
INFORMAÇÕES GERAIS
1. OBJETIVOS

1.1. Dos Objetivos da Inspeção e do Laudo Decorrente


Objetivo fundamental da Inspeção foi o de atualização do Laudo Técnico das
Condições de Segurança das Instalações Elétricas da. Além de ser uma exigência
legal, é recomendável que a e mpresa atualize o seu Laudo Técnico, periodicamente,
com a finalidade de eliminar riscos que começam a surgir em decorrência do
envelhecimento dos componentes das instalações e de improvi sações.

1.2. Participantes dos Trabalhos de Levantamento


Fomos acompanhados por ocasião dos trabalhos de levantamento, pelo funcionário: Sr.
ALEXANDER PROENÇA eletricista de manutenção elétrica, à participação desse
funcionário, foi vital para que os prin cipais pontos perseguidos por nossos
levantamentos fossem levantados e devidamente analisados.

1.3. Aspectos Legais


Muito embora o objetivo primário perseguido pela realização do Trabalho fosse o de
atualização do Laudo Elétrico, em conformidade com a Nor ma Regulamentadora 10 do
Ministério do Trabalho, outros tópicos de destaque para a segurança das Instalações
foram também localizados. Para tanto, normas da ABNT foram pesquisadas com
bibliografia apontadas para fins de maiores aprofundamento do assunto po r parte
Técnica.

1.4. Aplicação do Laudo Técnico Decorrente


O presente laudo deve ser cuidadosamente arquivado para pronta exibição aos fiscais
do Ministério do Trabalho, ou para encaminhamento imediato a aquele Ministério, pois
atende plenamente aos obje tivos da Norma Regulamentadora n.º 10 que o exige nos
moldes em que foi elaborado.

Não obstante tal fato, recomendamos que o Laudo seja também utilizado pela empresa
como um instrumental de auto diagnóstico das condições de irregularidade apontadas
para que as mesmas sejam corrigidas, de acordo com cronograma a ser estabelecido
pela Empresa.
São dadas, finalmente, recomendações com orientações de atendimento que objetivem
o aprimoramento das condições de segurança ou de operações envolvidas ao escopo
do presente trabalho.

2. CIRCUITO ELÉTRICO DA EMPRESA

Analisamos os componentes das instalações elétricas Primárias e Secundárias.


Assim constituídas:

2.1. Posto de Entrada de Energia Elétrica.

2.1.1. Nível de Voltagem de Entrada Primária : 23k / 380 / 220 Volts, 60 Hz Sistema
Trifásico.

3. ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL

3.1. As Inspeções Elétricas


Realizadas por profissional (engenheiro eletricista), devidamente registrado no
CREA/SP, e dentro das respectivas atribuições profissionais, conforme resoluções do
CONFEA.

4. ESCOPO

4.1. Classificação das Inspeções Elétricas


4.1.1. Quanto à natureza do objeto da ins peção nas Instalações Elétricas
Objetivo fundamental à verificação “In loco” da ADIMAX – IND. E COM. LTDA. em suas
instalações elétricas, levantamento de informações, observação das condições de
influências ambientais e de demais subsídios para avaliação da adequação das
mesmas, às finalidades de uso na Empresa, as prescrições fundamentais de
segurança, de aco rdo com o que estabelecem as normas técnicas aplicáveis e ao que
determina o capítulo V da CLT, com regulamentação. Aprovadas pela Portaria 3214 de
8 de junho de 1978, no caso especificamente a NR -10 (D.O.U. de 08/12/2004).

4.1.2. Tipo de Instalação Elétrica


Instalação em ambiente industrial que compreende no conjunto da edificação destinada
às atividades de produção, armazenamento, administrativas e auxiliares.
A empresa recebe energia elétrica em baixa tensão 23 kV.

4.2. Quanto ao Nível de Rigo r ou Nível de Inspeção


A Inspeção Elétrica, esta classificada de Nível 1.

4.2.1. Nível 1, vistoria para a identificação das anomalias aparentes, elabora das por
profissional habilitado, contando com orientação técni ca pertinente, nos itens abaixo:
 Entrada de força, quadro de distribuição, divisória e terminais;
 Redes de distribuição e terminais;
 Tomadas de força e ligações de máquinas e equipamentos;
 Aterramentos de segurança em estruturas, máquinas e painéis;
 Sistema de iluminação geral e de emergência;
 Riscos de choque elétricos inerentes ao contato com instalações e
equipamentos;
 Risco de incêndio ou explosão devido à existência de instalações e
equipamentos elétricos;
 Sinalização de advertência do risco de contato com eletricidade.

5. CRITERIO E METODOLOGIA

5.1. Critério
O critério utilizado para elaboração do laudo de inspeção elétrica baseia -se na análise
do risco, mediante ao uso e exposição ambiental.

5.2. Metodologia
A metodologia a ser empregada consiste no desenvolvimento dos seguintes itens:

5.2.1. Determinação do nível e tipo de inspeção;


5.2.2. Verificação da documentação;
5.2.3. Inspeção dos tópicos da listagem de verificação;
5.2.4. Classificação do grau de urgência;
5.2.5. Indicação das recomendações e classificação do escopo de conservaç ão;
5.2.6. Elaboração do laudo.

Consoante o desenvolvimento dos itens abordados acima, a inspeção elétrica foi


planejada e realizada conforme o tipo da instalação, considerando parâmetros de
funcionamento, isolamento, proteções e segurança, quantidade e a qualidade da
documentação entregue ao responsável pela inspeção da instalação e o nível de
inspeção a ser realizado.

6. DOCUMENTAÇÃO

Analisados, os seguintes documentos administrativos e técnicos da Instalação Elétrica:

6.1. Administrativas, Autorizações, Certificações dos Materiais, Ferramentas e


Equipamentos de Segurança .
6.2. Técnica

6.2.1. Projeto aprovado;


6.2.2. Responsável técnico;
6.2.3. Diagrama unifilar;
6.2.4. Instalações elétricas.

7. LISTA DE VERIFICAÇÃO

Os componentes e equip amentos dos diversos sistemas elétricos inspecionados pelo


perito de engenharia apresentaram complexidade compatível com o tipo da instalação
elétrica e quanto ao nível de inspeção estabelecido para o serviço. A listagem
abrangeu todos os componentes e equ ipamentos passíveis de inspeção visual e
quando no nível 3 aqueles ocultos, tais como: desgaste e fissuras internas. Não foram
inspecionados, pois apresentaram bom funcionamento e boas condições de uso.
Ordinariamente devem ser inspecionados, quando solici tados e/ou apresentarem riscos
e mau funcionamento, sendo destacados a seguir:

7.1. Instalações em Geral:


7.1.2. Instalações elétricas internas em eletrodutos e eletrocalhas;
7.1.3. Máquinas e Equipamentos;
7.1.4. Bombas elétricas;
7.1.5. Quadros de Iluminação;
7.1.6. Quadros de comando e distribuição.

8. CLASSIFICAÇÃO DO GRAU DE URGÊNCIA

A classificação quanto ao grau de urgência de uma anomalia foi fundamentada,


considerando os limites e os níveis da Inspeção Elétrica realizada:

8.1. CRITICO: Risco iminente contra a saúde e segurança;


8.1.2. REGULAR: Risco a funcionalidade;
8.1.3. ACEITAVEL: Sem risco as pessoas e ao bom funcionamento.

8.2. AVALIAÇÃO TÉCNICA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

8.2.1. – Tipo de Entrada Comentário


X Aérea Aceitável
Subterrânea

8.2.2. – Tipo de Sistema de Condutores Comentário


2 fases + Neutra
X 3 fases + Neutra Aceitável

8.2.3. – Tensões Nominais


Primária: trifásica 23 k V / Secundária: trifásica 380 / 220 V

8.2.4. – Medidores Comentário


X Centro único de medição Aceitável
Vários Centros de Medição

8.2.5. – Estado de Conservação dos Comentário


Materiais / Componentes da
Concessionária
X Bom Aceitável
Regular
Deficiente

8.2.6. – Chaves / Dispositivos de Proteção Comentário


Chave faca c/ fs. Cartucho
Chave faca c/ fs. Rolha
Seccionadoras NH/ abertura s/ carga
X Disjuntores Aceitável

8.2.8. – Qualidade de Componentes / Comentário


Conservação
X Bom Aceitável
Regular

8.2.9. – Qualidade de Mão de Obra de Comentário


Execução
X Boa Aceitável
Regular

8.2.10. – Existência de Situações Comentário


Especiais de I nsegurança
Sim
X Não Aceitável

9. RECOMENDAÇÕES

9.1. Desenergização
Desenergização prévia de todos os circuitos elétricos, envolvidos nos circuitos
próximos ao equipamento que será realizada a manutenção.

9.2. Avaliação
Estudo prévio de todos os trabalhos que serão desenvolvidos, com objetivo de se
neutralizar com medidas de proteção coletiva (uso de placas de avi sos bem visíveis)
os pontos energizados do sistema onde não houver possibilidade de se executar a
desenergização.
9.3. Proteção
A instalação de barreiras contra contato direto involuntário e acidental nos
barramentos e pontos energizados nos quadros de d istribuição, em manobras de
desligamento/religamento dos circuitos.

9.4. Ferramental
Utilização de ferramentas certificadas e com teste de isolação elétrica atualizado,
completando a segurança nas operações de manutenção nos circuitos elétricos.

9.5. Procedimento de Trabalho


Os serviços devem ser planejados e realizados em conformidade com procedimentos
de trabalho específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo
a passo, assinados por profissional devidamente habilitado de acordo com subitem
10.8.2 da NR-10.

10. CONDIÇÕES DE SEGURANÇA DETECTADAS

10.1 Cabine Primária / Transformadores


Tópicos Status Observado Recomendações
10.1.1. Anteparos Constatamos que os espaços Realizar anualmente
contra contato internos para manobras, estão manutenção preventiva n os
direto: adequados de forma a permitir transformadores e disjuntor da
movimentação sem que o cabine primária. Recolocar
operador se exponha a riscos de grade de proteção no acesso
contatos acidentais. ao transformador.
10.1.2. Constatamos a existência das Fazer anualmente o teste de
Ferramentas e luvas isolante de borracha, resistência de isolamento
dispositivos de bastão de manobra e tapetes de elétrico do bastão de manobra,
manobra e borracha no interior da cabine tapete de borracha e luvas
proteção: primária, com a data do último isolantes de borracha.
teste de isolamento elétrico
vencidos.
10.1.3. Sistemas Identificamos sistema de No interior da cabine na grade
de Proteção identificação externa na porta de de proteção falta a sinalização
acesso à cabine primária. de risco elétrico, as tampas
estão fora das canaletas no
piso.

10.2. Quadros de Força e Luz


Tópicos Status Observado Recomendações
10.1. Anteparos Constatamos a existência de Fechar as aberturas existentes
contra contato proteções no interior dos quadros nas proteções, fazer o
direto: de força e luz, mas apresentando aterramento das portas dos
pontos de contatos nas aberturas quadros elétricos.
existentes nas proteções e a falta
de aterramento nas portas dos
quadros.
10.2. Identificação Constatamos a existência de Identificar os circuitos
dos circuitos: identificação em alguns dos elétricos junto aos disjuntores
quadros e circuitos elétricos, de de proteção e fixar o diagrama
forma precária. unifilar da instalação no
quadro.
10.3. Aterramento Constatamos a existência do Executar anualmente as
dos equipamentos sistema de aterramento. inspeções do sistema de
do Sistema aterramento do edifício e das
Elétrico: hastes de aterramento e nos
pontos de conexão cabo/haste,
com a medição da resistência
de aterramento.
11. ESTADO GERAL DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

11.1. Cabine de Medição e Disjuntor

Imagem 11.1.1. Imagem 11.1.2.


Imagem 11.1.3. Imagem 11.1.4.

11.2. Cabine do Transformador

Imagem 11.1.4. Imagem 11.1.6.


Imagem 11.1.7. Imagem 11.1.8.

Imagem 11.1.7. Imagem 11.1.8.

Imagem 11.1.7. Imagem 11.1.8.


Imagem 11.2.1. Imagem 11.2.2.
11.3. Quadros Distribuição de Força

Imagem 11.2.3. Imagem 11.2.4.


Imagem 11.2.3. Imagem 11.2.4.

Imagem 11.3.1. Imagem 11.3.2.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.

Imagem 11.3.3. Imagem 11.3.4.


Laboratório

Área do Ensaque
Área da Expedição

Quadro na área do ensaque

Sala da Segurança
Expedição

Embalagem

Embalagem
Estoque de Embalagens

Escritório ADM

Faturamento
Carregamento

Carregador de Baterias
12. COMENTÁRIOS
 Visto no presente p arecer técnico, as imagens de 11 .1.1. ao 11.3.4. é
evidenciado o bom estado das instalações elétricas, uma vez que apresentam
um bom estado de conservaç ão e a qualidade dos componentes da instalação ;

 As imagens 11.1.1.; 11.2.1 e 11.3.1. evidencia a identificação e sinalização dos


quadros de distribuição;

 A imagem 11.1.5. o quadro apresenta a falta de identificação e sinalização, sem


cadeado e barramento sem proteção contra contato direto/involuntário no
circuito energizado;

 A imagem 11.2.4. evidencia a falta do condutor de aterramento nas porta dos


quadros de distribuição de força e luz e a falta do Diagrama Elétrico;

12.1. Aterramento dos Quadros de Distribuição


Constatamos que os quadros de distribuição, não possu em aterramento nas portas,
pois sua ligação não dispõe de fiação própria para prover o aterramento requerido por
Normas Técnicas da ABNT. Recomendamos a execução dos aterramentos das massas
metálicas e das portas dos quadros de distribuição.

12.2. Etiquetagem do Quadro Geral de Baixa Tensão


Verificamos a existência de identificação nos quadros de Baixa Tensão, os circuitos
elétricos devem ser todos identificados. Recomendamos a instalação das etiquetas que
deverão estar bem visíveis proporcionando leituras rápidas e precisas para uma
eventual situação emergência e evitar erros de desligamentos/manobras.
12.3. Possibilidade de Contatos Acidental em Trabalhos Realizados no Interior do
Quadro Geral de Baixa Tensão
Constatamos que quase todos os quadros de dis tribuição, possuem anteparo protetor,
mas não evita contato acidental/involuntário de pessoas com o barramento energizado
devido aberturas nas proteções. Recomendamos a execução do fechamento das
aberturas nas proteções no interior dos quadros de distribui ção de força e luz.

12.4. Diagrama Unifilar da Instalação


Constatamos que nos quadros de força e luz não possuem o diagrama unifilar da
instalação. Recomendamos a elaboração do Diagrama Unifilar fixando -os no lado
interno das portas dos quadros de distribuição de força e luz .

13. CONCLUSÕES

Concluímos que as instalações elétricas inspecionadas no 6°, 7° e 8° Andar da


MATRIZ E DEICMAR AMBIENTAL encontram-se em boas condições e com bom estado
de conservação, para atender a NR -10, no item 10.1.1 , 10.2.3 e 10.10, será necessário
à realização das correções descritas no item 12. COMENTÁRIOS e nos subitens 12.1.;
12.2.; 12.3. e 12.4.

14. ENCERRAMENTO

O presente relatório consiste de 16 (dezesseis ) páginas, sendo todas rubricadas e a


última datada e assinada.
Segue anexo a este a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Observação: Com este Laudo, deverá ser arquivado Laudo de conformidade do


Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA).
Colocamo-nos a sua disposição para informações técnicas adicionais que se fizerem
necessárias.

São Paulo, 25 de março de 2013.

Atenciosamente,

Eng.° Luiz Henrique Sampaio


CREA/SP

15. BIBLIOGRAFIA

Na elaboração do presente Laudo Técnico, foram utilizadas as seguintes obras


Técnicas como fontes Bibliográficas:

13.1. – Norma Regulamentadora n.º 10 da Portaria 3214/78 do MTb de Título


“Instalações e Serviços de Eletricidade”;
13.2. – NBR-5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas de Título “Instalações
Elétrica de Baixa Tensão”;
13.3. – NB-79 Instalações Elétricas em Alta Tensão;
13.4. – NBR-5460 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – Título – “Sistema
Elétrico de Potência”;
13.5. – EB – 237 da Associação de Normas Técnicas de Título “Luvas isolantes para
Baixa Tensão”;
13.6. – Segurança em Eletricidade – Apostila da FUNDACENTRO de Autoria do Prof.
Leonídio Francisco Ribeiro Filho.
ART