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12.1. PRIMITIVAS IMEDIATAS Sejam c #0 e c constantes reais. Das formulas de derivagio ja vistas seguem as seguintes de primitivacio: a) fedx=ertk o fetavaete e) fea = In(-x) + k(e< 0) @) J cos x dx =senx+k i) | sect ade stgx tk of sec x dx =Inisecx+tgxl+k Ie dx =arctgx+k yatl +kseat—l ja =Jatl Inlxl+ksea=—1 atl by fixe +k(a#—1) 1 4d feace inet coo 0) p [racainieite fy [sen x de =—cos.x +k J) J seoxtg nde =seox th mf tg x dr = —Inloosxl+k dx = are senx +k cos 2x. eye Rie 12.2. TECNICA PARA CALCULO DE INTEGRAL INDEFINIDA DA Forma | f(g (x) g’ (x) dx Sejam fe g tais que Im g C D, com g derivavel. Suponhamos que F seja uma primitiva de f, isto é, F' = f, Segue que F (g (x) é uma primitiva de f(g (x)) g(x), de fato, (FG @)' = FG @) 9g) = fg MO) go. Deste modo, de J fu) du = F(u) +k segue J reone'@ar= Feo +k J f(g (x) g(x) dx =? u=gx) : du=gi(ydx Jfecne war = J fu) du = F (u) +k = F(gQ)) +k Antes de passarmos aos exemplos, obser vamos que, tendo em vista J af()dr=a J F(X) dx (ce constante) resulta para a# 0 froma 2 f arora @ 0 que significa que, multiplicando o integrando por uma constante a e, em seguida, dividindo tudo por a, nada muda. 12.3. INTEGRAGAO POR PARTES Suponhamos fe g definidas e derivaveis num mesmo intervalo I. Temos [/@) 9 COT =fO) 9) +P) GC) ou FR) I@M=(O) 9 &)T- fA) 9 &). Supondo, ent&o, que P(x) g (x) admita primitiva em I e observando que f (x) g (x) é uma primitiva de [f (x) g (x) ]', entio f(x) g'(x) também admitird primitiva em Ie ® J sme ar=sey ge - J rgaras que 6 a regra de integragdo por partes. Fazendo u = f (x) e v = g (x) teremos du = f(x) dx e dv = g(x) dx, 0 que nos permite escrever aregra ® na seguinte forma usual: J udv=ur— J vdu Suponha, agora, que se tenha que calcular f cr (x) B (x) dx. Se vocé perceber que, multiplicando a derivada de uma das funsdes do integrando por uma primitiva da outra, chegase a uma funcao que possui primitiva imediata, entao aplique a regra de integracao por partes. 12.8. INTEGRAIS DE PRODUTOS DE SENO E COSSENO Nesta secio serdo utilizadas as formulas a seguir, cuja verificacaio deixamos a seu cargo. sena cos b= [sen(a +b) + sen(a-b)] cos a cos b= [cos(a + b) + costa ~ b)I sen a sen b= [cos(a ~ b) ~ cos(a + b)] 12.9. INTEGRAIS DE POTENCIAS DE SENO E COSSENO. FORMULAS DE RECORRENCIA Inicialmente, vamos recordar as férmulas cos 2x Se n for impar, faga u= cos xe sen 0s Se n for par, faga [se n for impar, faga u = sen x e cos? sen? x 3" xdx | Se n for par, faga cos? Vejamos, agora, como calcular integrais de produtos de poténcias de seno e cosseno, Sejam m en nimeros naturais. oem xe xtc 2 Se n for impar, faca u= cos x. Se m for impar, faga u= sen x. Se me n forem pares nio nulos, faga sen? x = 1 - cos? x ou cos? x= 1~ sen?x e utilize as férmulas de recorréncia acima. Ou endo, faca sen? x 12.10. INTEGRAIS DE POTENCIAS DE TANGENTE E SECANTE. FORMULAS DE RECORRENCIA Inicialmente vamos relembrar as seguintes formulas: 1. fseexde=injseex-+tg.x|k 2. fig adv = ~Injoos r+ 3, [seoadr=te x+k 4.fis2xax foe? x-l)dx=tgx—x+k nt x 5, Jue" xsec? xd: +k(ne—1) ntl +1 6. se" xsec xtg xdv +kh(ne-1) Para 0 calculo de integrais de poténcias de tangente e de secante, com expoente natural n, n 2 2, utilizam-se as seguintes férmulas de recorréncia: = , 1. fig" xd = — ff tg”? xx (Exemplo 3) Jue cf ; seo"? xigr > B, foo xdy = OBE sec"? xdx (Exemplo 7) n-1 Para finalizar a seco, sugerimos a seguir como proceder no calculo de produto de poténcias de tangente e secante. Joerg nit Se m for impar, proceda como no Exemplo 5. Se m for par, expresse o integrando em poténcias de sec x, como no Exemplo 6, € utilize a férmula de recorréncia para o calculo de integrais de poténcias de sec x.